Perfil do docente · MZ

Talita Roell.

Lattes
0019982239087657
Taxonomia dos Grupos RecentesMorfologia dos Grupos RecentesProfessorEntomologiaBiologia Geral

Cita-se como: ROELL, T.;ROELL, TALITA

10 seções

Resumo biográfico

Professora Doutora e Curadora de Hemiptera no Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, atua na Divisão Científica e na Divisão de Difusão Cultural; é vice-presidente da Comissão de Cultura e Extensão Universitária MZUSP. Mestre e Doutora em Biologia Animal pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) com doutorado sanduíche no The Natural History Museum of London (NHMUK). Bacharel e Licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade do Contestado (UnC). Foi pós-doutoranda no Museu de Zoologia da USP. Foi professora substituta na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Foi professora da rede pública nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul e da rede privada no Paraná. É editora de área (Hemiptera) nos periódicos Zootaxa, Entomological Communications, Papéis Avulsos em Zoologia e Arquivos em Zoologia. Tem experiência em Zoologia, com ênfase em Entomologia. Dedica-se à pesquisa em sistemática, taxonomia, biologia e biogeografia de grupos recentes, especialmente Pentatomidae (Hemiptera). Tem experiência com recursos e atividades didáticas e de extensão, sendo idealizadora do Canal Entomo Merian ( https://www.youtube.com/c/EntomoMerian ). Contato: talitaroell@usp.br

Indicadores

Áreas de atuação

05 registros
  • Ciencias Biologicas
    Zoologia
    Taxonomia dos Grupos Recentes
  • Ciencias Biologicas
    Zoologia
    Morfologia dos Grupos Recentes
  • Ciencias Biologicas
    Zoologia
    Professor
  • Ciencias Biologicas
    Zoologia
    Entomologia
  • Ciencias Biologicas
    Biologia Geral
    Biologia Geral

Formação acadêmica

05 registros
  1. 2019 – presentePós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · Universidade de São Paulo
    Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
  2. 2019 – 2019Pós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · Universidade Federal do Rio Grande do Sul
    Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
  3. 2015 – 2019DoutoradoConcluído
    Biologia Animal · Universidade Federal do Rio Grande do Sul
    Uma nova era de estudos sobre os percevejos predadores: Sistemática, taxonomia e morfologia comparada de Asopinae (Hemiptera: Pentatomidae)
    Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  4. 2013 – 2015MestradoConcluído
    Biologia Animal · Universidade Federal do Rio Grande do Sul
    Revisão e Análise Cladística de Schraderiellus RIDER, 1998 (Hemiptera: Pentatomidae)
    Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  5. 2009 – 2012GraduaçãoConcluído
    Ciências Biológicas · Universidade do Contestado
    Orientação: MsC. Mario Fritsch

Idiomas

02 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemBemRazoávelBem
EspanholBemRazoávelRazoávelBem

Atuação profissional

32 registros
  1. 2024 – presenteVínculo atual
    ZOOTAXA (ONLINE)
    LivreLivre
  2. 2024 – presenteVínculo atual
    Papéis Avulsos de Zoologia (São Paulo)
    LivreLivre
  3. 2024 – presenteVínculo atual
    ARQUIVOS DE ZOOLOGIA
    LivreLivre
  4. 2024 – presenteVínculo atual
    Insect Systematics and Diversity
    LivreLivre
  5. 2023 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    LivreServidor Publico
  6. 2022 – 2023
    Colégio Nossa Senhora do Rosário
    LivreCeletista30h/sem
  7. 2022 – presenteVínculo atual
    Entomological Communications
    LivreLivre
  8. 2022 – presenteVínculo atual
    Universidade Federal de São Paulo
    LivreLivre
  9. 2021 – 2022
    Universidade Federal do Rio Grande do Sul
    LivreServidor Publico20h/sem
  10. 2021 – presenteVínculo atual
    Raffles Bulletin of Zoology
    LivreLivre
  11. 2021 – presenteVínculo atual
    Frontiers in Ecology and Evolution (2296--701)
    LivreLivre
  12. 2021 – presenteVínculo atual
    Brazilian Journal of Biology (1519-984)
    LivreLivre
  13. 2020 – presenteVínculo atual
    Universidade Estadual Paulista
    LivreLivre
  14. 2019 – 2019Dedicação exclusiva
    Universidade Federal do Rio Grande do Sul
    LivreLivre
  15. 2019 – presenteVínculo atual
    Revista Docência do Ensino Superior
    LivreLivre
  16. 2019 – 2021Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    LivreLivre
  17. 2018 – 2018
    Escola Estadual de Ensino Fundamental Cândido Portinari (RS)
    LivreServidor Publico20h/sem
  18. 2017 – 2017
    Natural History Museum London
    LivreLivre
  19. 2017 – 2017
    University Museum of Natural History Oxford
    LivreLivre
  20. 2017 – 2017
    Royal Belgian Institute of Natural Sciences
    LivreLivre
  21. 2017 – 2017
    Musée Royal de l'Afrique Centrale
    LivreLivre
  22. 2017 – 2017
    Muséum National d'Histoire Naturelle
    LivreLivre
  23. 2017 – 2017
    Museum für Naturkunde Berlin
    LivreLivre
  24. 2016 – 2016
    Natural History Museum London
    LivreLivre
  25. 2016 – presenteVínculo atual
    ZOOTAXA (ONLINE)
    LivreLivre
  26. 2015 – 2019
    Universidade Federal do Rio Grande do Sul
    LivreLivre
  27. 2013 – 2015Dedicação exclusiva
    Universidade Federal do Rio Grande do Sul
    LivreLivre
  28. 2012 – 2012
    Gota Ambiental Engenharia e Consultoria
    LivreLivre20h/sem
  29. 2012 – 2012
    Escola de Ensino Fundamental Engelberto Grossl
    LivreServidor Publico20h/sem
  30. 2011 – 2011
    Escola de Ensino Médio Manuel da Nóbrega
    LivreServidor Publico40h/sem
  31. 2010 – 2011
    Metrine Metalúrgica Ltda
    LivreColaborador40h/sem
  32. 2007 – 2010
    Serrana Engenharia Ltda
    LivreLivre30h/sem

Projetos

25 registros
  • 2025 – presentePesquisaPesquisa

    Diversidade de reduvídeos (Insecta: Hemiptera) em cavernas amazônicas

    Em andamento

    Reduviidae é uma das famílias mais diversas de Heteroptera, incluindo percevejos que apresentam hábitos predatórios ou hematófagos. Esses insetos ocupam uma ampla variedade de ambientes e desempenham papéis fundamentais no equilíbrio ecológico, especialmente no controle biológico de outros artrópodes. Algumas espécies encontram-se adaptadas à vida em cavernas, sendo ainda pouco estudadas. A diversidade de reduvídeos associados a cavernas nunca foi estudada com detalhes e o conhecimento sobre o grupo para o ambiente amazônico é bastante restrito. A Coleção de Hemiptera do Museu de Zoologia da USP (MZUSP) abriga um número expressivo de Reduviidae coletados em cavernas amazônicas, contendo informações inéditas sobre a ocorrência do grupo, representando um importante recurso para o avanço do conhecimento sobre a diversidade e distribuição dos reduvídeos cavernícolas no Brasil. Este projeto busca avaliar e descrever a diversidade de Reduviidae associados à cavernas na região Amazônica e ampliar o conhecimento sobre a distribuição geográfica dos reduvídeos associados a ambientes cavernícolas. Por meio de atividades de curadoria e pesquisa em taxonomia, os estudantes terão a oportunidade de desenvolver saberes teóricos e práticos em sistemática de Hemiptera, bem como contribuir com o desenvolvimento de um trabalho inédito para o grupo.

    Financiadores
    • Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Thais Moreno Madruga, Marina Torres

  • 2025 – presentePesquisaPesquisa

    Morfologia comparada das asas em Pentatomidae (Insecta: Hemiptera: Heteroptera)

    Em andamento

    As asas são uma das principais características evolutivas que possibilitaram o voo dos insetos. Estas estruturas são complexas, formadas por diversos tubos traqueais, vasos circulatórios e células nervosas que se desenvolvem ao longo do crescimento dos insetos. Na taxonomia, a morfologia das asas é relevante para a identificação de táxons, principalmente em níveis específicos. Hemiptera inclui insetos de asas anteriores membranosas (nas subordens Auchenorrhyncha, Sternorrhyncha e Coleorrhyncha) e insetos de asas anteriores em hemiélitro (na subordem Heteroptera). A asa em hemiélitro possui uma parte proximal coriácea e uma parte distal membranosa. Em Auchenorrhyncha, Sternorrhyncha e Coleorrhyncha, a identificação de famílias, gêneros e espécies está baseada fortemente em padrões de venação alar, tanto das asas anteriores, quanto das posteriores. Todavia, existem poucas pesquisas sobre a morfologia das asas em Heteroptera, resultando no pouco conhecimento e aplicação dos seus padrões morfológicos na taxonomia do grupo. Dentro das famílias de Heteroptera, o cenário é ainda mais desafiador; em Pentatomidae, por exemplo, pouco se conhece sobre a morfologia das asas, devido à ausência de estudos descritivo-comparativos. Considerando a grande diversidade da família e a existência de dificuldades para a identificação de espécies do grupo, dada a similaridade morfológica entre muitas espécies, o conhecimento sobre as asas potencialmente apresentaria informações relevantes para a identificação taxonômica.. Dessa forma, esse projeto se propõe a realizar um estudo de morfologia comparada das asas em Pentatomidae através de microscopia óptica e microscopia eletrônica de varredura (MEV). Serão avaliados o padrão de venação das asas anteriores e posteriores, a existência de estruturas sensoriais sobre as asas e a morfologia das estruturas de acoplamento das asas anteriores com as posteriores. Os dados obtidos e descritos de forma comparativa poderão ser aplicados em futuros estudos taxonômicos e sistemáticos da família.

    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Johnny Henrique Ferreira

  • 2025 – presentePesquisaPesquisa

    Filogenia e Revisão de Oplomus Spinola, 1837 (Hemiptera: Pentatomidae: Asopinae)

    Em andamento

    Oplomus (Hemiptera: Pentatomidae: Asopinae) Spinola, 1837 é um gênero de percevejos que atualmente contém 12 espécies O. annotatus Uhler, 1863; O. catena (Drury, 1782); O. cruentus (Burmeister, 1835); O. dichrous (Herrich-Schaeffer, 1838); O. ebulinus (Herrich-Schaeffer, 1844); O. festivus Dallas, 1851; O. mundus Stål, 1862; O. mutabilis Stål, 1862; O. pulcher (Dallas, 1851); O. pulchriventris Horváth, 1911; O. punctatus Montandon, 1895 e O. salamandra (Burmeister, 1835) distribuídas ao longo do continente americano, apresentando uma variada coloração, de aposemática, brilhante, até neutra. Dentro de Heteroptera, as espécies de Asopinae, inclusive Oplomus, possuem a alimentação baseada na predação de outros insetos, havendo um grande potencial para controle de pragas agrícolas. Esse hábito alimentar generalizado não se repete nas outras subfamílias de Pentatomidae, cujos representantes são fitófagos. Entretanto, há uma falta de estudos sistemáticos para o grupo, havendo uma lacuna no conhecimento do gênero, que tem sido pouco investigado do ponto de vista cladístico, comportamental ou taxonômico. Chaves de identificação previamente propostas não integram todas as variações morfológicas do grupo e o conhecimento do material-tipo é escasso, o que dificulta a correta identificação das espécies de Oplomus. Esse projeto busca testar a monofilia de Oplomus Spinola, 1837 e estabelecer estratégias para a identificação de suas espécies a partir de uma revisão taxonômica do grupo. A análise cladística se baseará no critério de parcimônia, avaliando um conjunto de dados morfológicos, a partir do exame de insetos preservados a seco ou em meio úmido provenientes de coleções entomológicas nacionais e do exterior.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Isabella Dias e Silva

  • 2025 – presentePesquisaPesquisa

    Chave de identificação para os gêneros de Asopinae (Hemiptera: Pentatomidae)

    Em andamento

    A Ordem Hemiptera é uma das mais diversas entre os insetos, sendo separada em quatro subordens. Heteroptera é a subordem mais diversa, com mais de 45.000 espécies descritas dentro de 92 famílias que habitam todos os continentes, exceto a Antártica. Pentatomidae é uma das famílias mais diversas de percevejos, conhecidos popularmente como marias-fedidas e, inclui mais de 940 gêneros distribuídos entre 10 subfamílias, sendo uma delas Asopinae, que atualmente inclui 65 gêneros. Os asopíneos são caracterizados pela presença de um rostro bastante robusto e pela presença de espinhos nos fêmures anteriores de grande parte das espécies, além de seu hábito predatório, exclusivo dentro de Pentatomidae. Por conta de seu hábito predatório, os asopíneos podem ser potenciais controladores de pragas agrícolas em diferentes países. Porém, o principal problema está na dificuldade da identificação dos 65 gêneros. Os únicos trabalhos que oferecem algum recurso de identificação foram publicados por Thomas nos anos de 1992 e 1994. Entretanto, a falta de alguns gêneros nestes trabalhos, bem como a falta de fotografias ou ilustrações, a presença de descrições ambíguas e subjetivas e a separação dos gêneros por regiões do velho e novo mundo dificultam o processo de identificação dos gêneros. A partir desta problemática, este projeto busca efetuar um estudo taxonômico buscando investigar padrões de diferenciação morfológica que delimitam os gêneros para construir um recurso de identificação dos mesmos. O estudo será conduzido a partir de observações morfológicas utilizando estereomicroscópio e realizando fotografias e ilustrações de diversos exemplares dos gêneros cuja amostragem encontra-se disponível no Museu de Zoologia da USP.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Thiago Guerra de Almeida

  • 2025 – presentePesquisaPesquisa

    Descrição de cinco novas espécies de Hemikyptha Metcalf, 1927 (Hemiptera: Membracidae: Darninae)

    Em andamento

    Os insetos popularmente conhecidos como soldadinhos estão classificados na família Membracidae, dentro da ordem Hemiptera, e são conhecidos para cerca de 3480 espécies. Destas, sete pertencem ao gênero Hemikyptha, de distribuição Neotropical. O conhecimento sobre o gênero na literatura é ainda escasso e não existe uma chave de identificação para as espécies publicada ou estudos atualizados que facilitem o reconhecimento das espécies. No último ano, com apoio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC / CNPq), desenvolvemos um estudo de revisão para o grupo, incluindo uma chave de identificação para as espécies. Durante esse trabalho, reconhecemos cinco espécies ainda não descritas. Este projeto tem como objetivo estudar as cinco novas espécies, propondo uma descrição formal para as mesmas, complementando o trabalho de revisão em desenvolvimento. O estudo será feito a partir do exame de materiais depositados no Museu de Zoologia da USP e de exemplares emprestados de outras coleções nacionais. Este trabalho apresenta potencial relevância para a comunidade científica que se beneficiará da contribuição taxonômica sobre o grupo. Além disso, ações de divulgação para a comunidade não acadêmica serão realizadas a fim de comunicar sobre diferentes aspectos relacionados à biodiversidade a partir do conhecimento sobre o grupo em questão.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
    Equipe

    Talita Roell (Responsável), André Kratz Cipriano

  • 2025 – presentePesquisaPesquisa

    Cigarras Zammara Amyot Audinet-Serville, 1843 da coleção de Hemiptera do Museu de Zoologia da USP

    Em andamento

    O presente estudo busca compilar os dados sobre Zammara (Cicadidae) da coleção do MZUSP, pois estes podem ser valiosos para explicar aspectos sobre a distribuição e ecologia da espécie. A partir da organização dos dados, futuras avaliações sobre os padrões de ocorrência espaço-temporal da espécie poderão ser realizadas.

    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Thaís Maceno

  • 2025 – presentePesquisaPesquisa

    Dados ocultos: recuperação, salvaguarda e acessibilidade da coleção de Hemiptera do Museu de Zoologia da USP como ferramenta para subsidiar estudos evolutivos sobre percevejos

    Em andamento

    Aspectos fundamentais sobre a biodiversidade estão abrigados em Museus de História Natural. Contudo, desvendar essas informações ainda é um desafio. Dois principais problemas dificultam o acesso aos dados contidos nos museus: 1) a falta de acessibilidade das coleções biológicas e 2) impedimentos metodológicos para explorar dados sobre os espécimes depositados em coleções. Estes aspectos são observados na Coleção de Hemiptera sediada no Museu de Zoologia da USP (MZUSP), a qual nunca contou com um curador especialista. Tais aspectos são preocupantes, uma vez que a mesma é considerada como uma das maiores coleções de Hemiptera do neotrópico. Esse projeto busca implementar uma nova linha de pesquisa no MZUSP a partir de duas frentes de investigações e atuações principais: 1) Curadoria da Coleção de Hemiptera e 2) Sistemática de Hemiptera, com foco em Asopinae (Pentatomidae), buscando, assim, avaliar aspectos evolutivos do grupo em um contexto filogenético gerado a partir de dados morfológicos e moleculares. Os objetivos incluem a geração de dados científicos e a qualificação de pessoal para trabalhar não só em pesquisas sistemáticas com o grupo, mas, também, em gestão e curadoria de acervos de coleção. Além disso, o projeto visa à promoção da decodificação e divulgação do conhecimento científico por meio de ações educativo-culturais. Tal iniciativa contribui significativamente para o desenvolvimento da alfabetização científica entre o público

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Luiz Alexandre Campos, Bruno Genevcius, Jader de Oliveira, Jeane Marcelle Cavalcante, Karina Lucas da Silva-Brandão, Thiago Guerra de Almeida, Johnny Henrique Ferreira +1 integrantes

  • 2024 – presentePesquisaExtensao

    Oficina: Uma Aventura pelos Segredos dos Fósseis: toque o presente e descubra o passado

    Em andamento

    Como parte de sua missão na formação de quadros para a docência, a Pró-Reitoria de Graduação da USP estendeu em 2024 o programa de aperfeiçoamento na docência, voltado para os estudantes dos cursos de licenciatura (PROIAD) para a educação em museus. Dessa forma, diversos estudantes vêm desenvolvendo experiências em diferentes museus da USP, como no Museu de Zoologia. O Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP) é reconhecido internacionalmente como um importante centro de formação e pesquisa em Ciências Naturais e vem se firmando como centro de estudos em museus com foco na comunicação museológica. Como tal, representa um valioso recurso educativo para escolas de ensino infantil, fundamental, médio e para o público em geral. Durante o programa PROIAD no MZUSP, os alunos são treinados para conduzir monitorias nas exposições do museu, além de desenvolverem um projeto didático como parte de sua formação. As oficinas didáticas em museus são ferramentas educativas que proporcionam experiências interativas e estão integradas ao programa de comunicação institucional. Elas são projetadas para aprofundar o aprendizado, estimular a curiosidade e tornar o conhecimento acessível a uma ampla gama de públicos, incluindo crianças, jovens, adultos e pessoas com necessidades especiais. Além disso, são uma oportunidade de tornar o museu mais acessível, especialmente para pessoas com deficiências e outros grupos especiais. Ao oferecer experiências práticas e interativas, as oficinas contribuem para uma educação mais inclusiva, enriquecedora e duradoura. Portanto, o modelo utilizado neste projeto propõe uma oficina focada em Geociências, abordando a formação das rochas e dos fósseis. A oficina inclui uma "caixa das descobertas", na qual os participantes podem tocar e explorar objetos do acervo do museu, utilizando apenas o tato. Assim, a oficina não só enriquece o conhecimento dos participantes, mas também torna o museu um espaço mais interativo, inclusivo e acolhedor.

    Financiadores
    • Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Maria Isabel Pinto Ferreira Landim, Felipe Alves Elias, Márcia Fernandes Lourenço, Rosangela Celina Cavalcante, Tatiana Martinez Moreira

  • 2024 – presentePesquisaPesquisa

    Os percevejos predadores (Pentatomidae: Asopinae) são generalistas ou apresentam preferências por alguns recursos alimentares?

    Em andamento

    A ordem Hemiptera é a mais diversa entre os insetos hemimetábolos, com grande importância ecológica e econômica, especialmente em contextos agrícolas, dado que muitos de seus representantes são considerados pragas relevantes. Esses insetos, em sua maioria fitófagos, alimentam-se de diferentes partes de plantas hospedeiras, como sementes, frutos e flores. Na família Pentatomidae, o hábito fitófago predomina, exceto nas espécies da subfamília Asopinae, que se destacam pelo comportamento predatório. Essa característica os torna potenciais agentes de controle biológico de pragas agrícolas, oferecendo uma alternativa sustentável ao uso de pesticidas. No entanto, ainda há poucos estudos sobre os hábitos alimentares dos Asopinae, e existe uma lacuna no conhecimento sobre suas preferências ou especializações alimentares. Assim, este projeto propõe uma investigação inicial sobre a alimentação dos asopíneos a partir do compilamento de dados bibliográficos e registros de ciência cidadã. A metodologia envolve uma revisão sistemática da literatura e a coleta de observações em plataformas de ciência cidadã, com foco na identificação de padrões alimentares. Espera-se que, a partir da correlação de dados, seja possível formular hipóteses sobre as preferências alimentares desses insetos.

    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Julia de Morais Alves

  • 2024 – presentePesquisaExtensao

    Implantação de Ações de Conservação e Documentação nas Coleções Científicas e Museológicas do Museu de Zoologia

    Em andamento

    O presente projeto tem como objetivo dar prosseguimento à Política de Preservação, Conservação e Documentação de Acervos no Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo. Nele está prevista a implementação de ações preventivas e corretivas em acervos científicos e museológicos fragilizados pelo tempo e uso, além da digitalização de dados de coleções. Estas ações, além de preservarem e manterem a vida útil das coleções, permitem disponibilizá-las para consulta e manuseio.

    Financiadores
    • Universidade de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Felipe Alves Elias, Márcia Fernandes Lourenço, Rosangela Celina Cavalcante, Tania Valéria Giovanelli Lopes, Maria Isabel Landim, Gabriela Procópio Camacho, Luís Fábio Silveira +3 integrantes

  • 2024 – presentePesquisaOutra

    Salvaguarda e acessibilidade da Coleção de Hemiptera do Museu de Zoologia da USP - Propostas Estratégicas para Infraestrutura de Pesquisa da USP

    Em andamento

    Zelar pela manutenção, integridade e crescimento do patrimônio sediado no MZUSP é uma missão primordial da Instituição. A Coleção de Hemiptera abriga exemplares de uma das cinco ordens megadiversas de insetos e conta com um vasto acervo com estimados 120.000 exemplares montados em alfinetes e acomodados em gavetas entomológicas, 1841 lotes (em álcool e em tubos de vidro com plantas hospedeiras) e 8000 lâminas, além de vastas quantidades de material em envelopes para serem preparados e catalogados, representando a maior coleção brasileira para o grupo e uma das maiores da América Latina. A Coleção de Hemiptera do MZUSP reúne um vasto acervo histórico que tem embasado o desenvolvimento de importantes pesquisas nas áreas mencionadas, especialmente por englobar a coleção de Ricardo von Diringshofen, que reúne insetos de diversas regiões do Brasil coletados principalmente entre os anos de 1930 a 1980, de muitas localidades onde os ambientes naturais não se encontram mais preservados. Essa coleção também inclui um vasto acervo de exemplares da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai, refletindo a valiosa representatividade da região Neotropical. Além da coleção de Diringshofen, outras coleções históricas e expedições de coletas antigas e recentes de Hemiptera têm concentrado exemplares testemunhos da diversidade no espaço e no tempo oferecendo, à comunidade científica, meios para conhecê-la e classificá-la, além de embasar ações de conservação de longo prazo. Contudo, torna-se necessário estabelecer espaços e condições para a manutenção do material atual e garantir condições para a acessibilidade e ampliação do acervo. Isso envolve esforços técnicos de limpeza, organização, identificação e digitalização da coleção e também esforços de gestão que definam onde e como atuar para manter, tornar acessível e tornar possível o crescimento do acervo. A Coleção de Hemiptera é potencialmente relevante para o desenvolvimento de pesquisas sobre a biodiversidade, para a formação de profissionais qualificados em pesquisa e para o estreitamento de vínculos com outras instituições nacionais e internacionais. Diversos trabalhos sistemáticos baseados no material depositado na Coleção de Hemiptera foram realizados nos últimos anos, inclusive com a descrição de diversas espécies novas. No longo prazo, espera-se tornar a coleção de Hemiptera uma coleção de referência mundial para o grupo. Além disso, pretende-se investir na manutenção e gerenciamento da coleção para que ela sirva de base em investigações com diferentes abordagens e metodologias capazes de responder a inúmeras questões biológicas sobre os insetos da ordem.

    Financiadores
    • Universidade de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Talita Roell (Responsável)

  • 2024 – presentePesquisaExtensao

    Desvendando os fósseis

    Em andamento

    No Museu de Zoologia da USP, a curiosidade sobre a autenticidade dos fósseis leva à discussão sobre a importância das réplicas. Essas réplicas são essenciais para ensinar sobre espécies extintas e a história evolutiva do planeta, especialmente para crianças. O Brasil, com sua rica coleção de fósseis, oferece um contexto único para essa aprendizagem. As réplicas ajudam a preservar o conhecimento sobre fósseis raros e fragmentados. Utilizá-las em museus torna a aprendizagem mais tangível e interessante, estimulando o interesse pela paleontologia. O Museu de Zoologia da USP desenvolve projetos que ilustram conceitos evolutivos e ecológicos de forma didática. Este projeto propõe uma oficina educativa para criar réplicas de fósseis, aumentando o engajamento do público com o patrimônio paleontológico. A oficina visa conscientizar sobre a importância da conservação dos fósseis e inspirar futuras gerações a se interessarem pela ciência. A metodologia inclui pesquisa científica e revisão bibliográfica. A oficina será dividida em duas partes: teórica, abordando a importância dos fósseis, e prática, com a confecção de réplicas de gesso. A oficina será oferecida mensalmente de julho a dezembro de 2024. Para medir a satisfação do público, será utilizado um questionário eletrônico com perguntas de múltipla escolha e uma pergunta aberta para comentários. Os dados coletados serão analisados e apresentados em gráficos

    Financiadores
    • Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Maria Isabel Pinto Ferreira Landim, Alexandre Oliveira Marques, Flávio Bianchini Jr., Felipe Alves Elias, Márcia Fernandes Lourenço, Rosangela Celina Cavalcante

  • 2024 – presentePesquisaExtensao

    Roteiros para visitas imersivas de crianças de 4 a 8 anos no Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo

    Em andamento

    O projeto tem como objetivo proporcionar uma experiência de aprendizado para crianças de 4 a 8 anos, por meio da educação não formal, com o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP) como espaço central. Baseado nas ideias de Lev Vygotsky, que acredita que o desenvolvimento infantil é profundamente influenciado pelo ambiente social e cultural, o projeto busca criar um ambiente educativo fora do contexto escolar tradicional, onde as crianças possam aprender de maneira prática e envolvente.O foco é envolver as crianças em atividades interativas, que as incentivem a explorar, descobrir e aprender sobre o mundo animal de forma divertida e criativa. Através de roteiros educativos como "Os animais estão com fome", "Meu bicho favorito no museu", "Brincando de ser cientista" e "Classificando a diversidade", as crianças são desafiadas a investigar as exposições e a se envolver com elas de maneira mais dinâmica e curiosa. A ideia é que, ao explorar o museu, as crianças se sintam motivadas a aprender de forma espontânea e engajada, criando uma conexão mais forte com o conteúdo apresentado.A metodologia do projeto envolve a criação de roteiros adaptados, que serão aplicados de forma flexível a grupos de crianças, dependendo do número de participantes e das características do grupo. O objetivo é estimular a curiosidade, o interesse e o conhecimento das crianças, ao mesmo tempo em que proporciona uma experiência de aprendizado divertida e significativa. A avaliação do projeto será feita a partir da observação das interações e reações das crianças durante as atividades, para garantir que elas realmente aproveitem o tempo no museu e absorvam o conteúdo de forma eficaz.

    Financiadores
    • Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Maria Isabel Pinto Ferreira Landim, Felipe Alves Elias, Márcia Fernandes Lourenço, Rosangela Celina Cavalcante, Andressa Nascimento Marins

  • 2024 – presentePesquisaPesquisa

    Chave de identificação para as espécies de Hemikyptha Metcalf, 1927 (Hemiptera: Membracidae)

    Em andamento

    Os insetos popularmente conhecidos como soldadinhos estão classificados na família Membracidae, dentro da ordem Hemiptera, e são conhecidos para cerca de 3480 espécies. Destas, sete pertencem ao gênero Hemikyptha, de distribuição Neotropical. Uma vez que não existe, na literatura, uma chave de identificação para as espécies de Hemikyptha ou estudos atualizados que facilitem o reconhecimento das espécies, este projeto se propõe a estudar o gênero e fornecer um recurso de identificação taxonômica para o mesmo. Através do exame de materiais depositados no Museu de Zoologia da USP e do estudo de descrições originais e materiais-tipo, uma chave de identificação será construída e ilustrada e será disponibilizada em formato de artigo científico. Este trabalho apresenta potencial relevância para a comunidade científica que se beneficiará da contribuição taxonômica sobre o grupo. Além disso, ações de divulgação para a comunidade não acadêmica serão realizadas a fim de comunicar sobre diferentes aspectos relacionados à biodiversidade a partir do conhecimento sobre o grupo em questão.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
    Equipe

    Talita Roell (Responsável), André Kratz Cipriano

  • 2024 – presentePesquisaPesquisa

    Morfologia comparada das pernas em Asopinae (Hemiptera: Pentatomidae)

    Em andamento

    Algumas espécies de percevejos predadores (Asopinae) possuem glândulas abdominais cujas secreções são externalizadas através de modificações cuticulares conhecidas como manchas glandulares (GPs). As GPs foram estudadas, em detalhe, com microscopia eletrônica de varredura (MEV), a qual mostrou que essa estrutura apresenta poros e cerdas variáveis, sendo restrita aos machos. Alguns estudos sugerem que a função glandular primária dessas estruturas é produzir feromônios de atração para cópula. Os machos esfregam suas pernas posteriores nos seus abdômens, de forma que a secreção das GPs seja transferida do abdômen para as tíbias posteriores e tarsos, o que pode acelerar a evaporação dos compostos. Contudo, a estrutura detalhada das pernas de Asopinae ainda não foi avaliada, nem as características das GPs foram observadas do ponto de vista filogenético. Esse projeto de iniciação científica tem como objetivo explorar a morfologia das pernas de Asopinae utilizando MEV a fim de investigar se existem características exclusivas nas pernas de espécies que possuem GPs e avaliar possíveis correspondências entre as pernas e as GPs. Serão removidas as pernas de exemplares selecionados que serão preparadas para microscopia eletrônica. As imagens captadas no equipamento serão posteriormente analisadas de forma comparativa e as descrições serão efetuadas.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Marina Torres

  • 2024 – presentePesquisaExtensao

    Descobrindo o Museu de Zoologia: Orientações e sequências didáticas

    Em andamento

    Este projeto busca desenvolver um material composto por um guia de conduta para o museu e sequências didáticas alinhadas à BNCC e tem como objetivo auxiliar professores na organização das visitas e na preparação dos alunos. A ideia surgiu do desejo de conectar o conteúdo zoológico do museu com o currículo escolar, tornando as visitas mais educativas e proveitosas. A elaboração do projeto envolveu o estudo dos currículos escolares e a seleção de objetos de conhecimento relacionados às exposições do museu.

    Financiadores
    • Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Maria Isabel Pinto Ferreira Landim, Felipe Alves Elias, Márcia Fernandes Lourenço, Rosangela Celina Cavalcante, Larissa Cunha da Silva

  • 2024 – presentePesquisaPesquisa

    A cigarra da primavera: Carineta diardi (Guérin-Méneville, 1829) (Hemiptera: Cicadidae) nas coleções históricas do MZUSP como fonte de dados ambientais e padrões de ocorrência na Mata Atlântica

    Em andamento

    Coleções biológicas são cruciais para o desenvolvimento do conhecimento em diversas áreas, pois abrigam testemunhos da diversidade no espaço e no tempo. A Coleção de Hemiptera do Museu de Zoologia da USP é uma das maiores coleções latinoamericanas para o grupo e inclui os insetos conhecidos popularmente como percevejos, pulgões, cochonilhas, cigarrinhas e cigarras. A coleção de cigarras, especialmente mencionada pelo foco deste projeto, abriga organismos de diversos locais do mundo, coletados em diferentes épocas. Inclusive, existem séries temporais de algumas espécies, como de Carineta diardi, coletada por cerca de 20 anos seguidos. As cigarras são de extrema importância ecológica e econômica, além de serem muito características, e, apesar de estarem muito presentes em coleções em diversos centros de pesquisa, existem muitas lacunas nas informações sobre esse grupo. As cigarras Carineta diardi são conhecidas como cigarras-coloridas, e os adultos são geralmente avistados entre o início de setembro e as primeiras semanas de dezembro associadas à Mata Atlântica, ambiente de ocorrência da espécie. Recentemente, com base em dados de plataformas de ciência-cidadã, um estudo mostrou que elas acontecem em simpatria com cigarras de uma outra espécie e que, devido às diferentes frequências de seus cantos, conseguem coexistir harmoniosamente. O presente estudo busca compilar os dados sobre Carineta diardi da coleção do MZUSP, pois estes podem ser complementares aos dados das plataformas de ciência cidadã para explicar aspectos sobre a distribuição e ecologia da espécie. A partir da organização dos dados, futuras avaliações sobre os padrões de ocorrência espaço-temporal da espécie poderão ser realizadas.

    Equipe

    Talita Roell (Responsável), RUSCHEL, TATIANA P., Serafim Rodrigues Bissoli

  • 2024 – presentePesquisaExtensao

    Um barbeiro, e agora? Curadoria da coleção de insetos barbeiros do Museu de Zoologia da USP e desenvolvimento de materiais didáticos.

    Em andamento

    Os barbeiros são insetos da ordem Hemiptera e família Reduviidae capazes de transmitir o agente etiológico da doença de Chagas. Por isso, muitas pessoas ficam preocupadas quando encontram os barbeiros no ambiente ou outros insetos parecidos com eles. Este projeto propõe o desenvolvimento de materiais educativos sobre os barbeiros a partir do desenvolvimento de atividades de curadoria na Coleção de Hemiptera do Museu de Zoologia da USP (MZUSP). A identificação e organização dos barbeiros depositados no MZUSP possibilitará que registros fotográficos das espécies de interesse sejam efetuadas para a construção de guias informativos sobre o grupo, que serão elaborados ao longo do desenvolvimento do projeto. Além disso, o tratamento do material possibilitará a seleção de exemplares para compor uma coleção didática que incluirá diversas espécies de barbeiros e outros insetos parecidos que possam ser confundidos com eles. Pretende-se oferecer os materiais educativos à Divisão de Difusão Cultural do MZUSP e desenvolver, junto desta divisão, uma oficina de divulgação científica sobre o tema. O desenvolvimento das atividades contará com o apoio e a supervisão da curadora da coleção e de seu respectivo laboratório.

    Financiadores
    • Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Thais Moreno Madruga, Jader de Oliveira

  • 2024 – presentePesquisaExtensao

    Narrativas pedagógicas em Zoologia - do MZUSP para a sala de aula

    Em andamento

    O Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP) abriga mais de 10 milhões de exemplares zoológicos, sendo reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente como depositário do patrimônio genético natural. Sua missão engloba a preservação, pesquisa e divulgação científica do acervo, além de promover ensino e extensão por meio de programas acadêmicos. O MZUSP desempenha um papel essencial nos estudos de Biologia Evolutiva, Paleontologia, Bioprospecção e Monitoramento Climático. O museu também se destaca por suas atividades de divulgação científica, com exposições abertas ao público e o Programa de Iniciação e Aperfeiçoamento na Docência (PROIAD), que integra alunos de licenciatura em iniciativas educacionais. O PROIAD visa capacitar futuros professores e ampliar o impacto educacional do museu, principalmente para escolas de Educação Básica. Consonante a isso, o MZUSP oferece materiais zoológicos para empréstimo a professores, fomentando o ensino de ciências por meio de atividades interativas e práticas pedagógicas com peças museológicas. O presente projeto buscará desenvolver - por meio da Pesquisa Bibliográfica - materiais textuais-narrativos orientados à pedagogia em Ciências que articulem o conhecimento científico sobre a peça zoológica museal e o sistematize didaticamente em um texto que funcione como recurso material para o docente da Educação Básica, alinhando essas narrativas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Visando assim, tornar o ensino de ciências mais significativo em seu contexto educacional formal e informal (este último) quanto na participação do material zoológico do MZUSP nessa proposição pedagógico-institucional de ensino de Ciências na Educação Básica.

    Financiadores
    • Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Maria Isabel Pinto Ferreira Landim, Felipe Alves Elias, Márcia Fernandes Lourenço, Rosangela Celina Cavalcante, Paulo Matheus Ordonha da Silva

  • 2024 – presentePesquisaExtensao

    Apresentação: Teatro de Sombras: Explorando os Encantos e Mistérios da Selva

    Em andamento

    O projeto "Teatro de Sombras: Explorando os Encantos e Mistérios da Selva" integra arte, ciência e saberes ancestrais da Mitologia Indígena Brasileira em uma experiência educativa e inclusiva. Utilizando o Teatro de Sombras, a iniciativa conecta contos indígenas à biodiversidade, explorando histórias como "As fabulosas fábulas de Iauaretê", de Kaká Werá, e "As serpentes que roubaram a noite", de Daniel Munduruku. Essas narrativas destacam a relação simbólica entre humanos, animais e o meio ambiente, oferecendo ao público uma imersão nas tradições indígenas, ao mesmo tempo que promovem reflexões sobre o respeito e a preservação da natureza.

    Financiadores
    • Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Talita Roell (Responsável), Maria Isabel Pinto Ferreira Landim, Felipe Alves Elias, Márcia Fernandes Lourenço, Rosangela Celina Cavalcante, Júlia de Carvalho Rigolon, Victor da Cruz Falcirolli

  • 2022 – presentePesquisaPesquisa

    Classificação filogenética de Cydnidae Billberg, 1820 (Hemiptera: Heteroptera: Pentatomomorpha: Pentatomoidea): testando incongruências com base em estudos morfológicos

    Em andamento

    A família Cydnidae foi proposta em 1820 por Billberg e contém as espécies conhecidas como percevejos-cavadores, que representam a única família entre os percevejos com o hábito fossorial. Totalizam mais de 750 espécies em 93 gêneros, divididos em seis subfamílias, com distribuição em todas as regiões biogeográficas. Os cidnídeos são fitófagos de maioria polífagos, algumas espécies são reportadas como pragas agrícolas. A classificação filogenética dos cidnídeos ainda que necessária é pouco abordada, em qualquer nível na literatura, boa parte do que se sabe é conhecimento atrelado, não existem hipóteses filogenéticas com amostragens e análises robustas, incluindo todas as subfamílias, fator que limita estudos sobre a sua evolução, ecologia, diversidade e eventuais medidas de controle. Em trabalhos que a filogenia de Cydnidae é parcialmente discutida, chama atenção a proximidade das espécies da subfamília Cephalocteinae com Cydninae: Geotomini. Um novo gênero da subfamília Cydninae foi reconhecido recentemente, e difere das espécies conhecidas da subfamília na região Neotropical pelo formato das tíbias, com destaque na anterior, claramente projetada no ápice. Apesar do formato de corpo típico das espécies incluídas na subfamília Cydninae, o desenvolvimento da tíbia anterior é semelhante ao de algumas espécies da subfamília Cephalocteinae, características que levantam a hipótese de relação mais próxima a ela ou um interessante caso de convergência na estrutura em relação ao hábito escavador. Os objetivos deste trabalho são: testar a classificação de Cydnidae pela primeira vez a nível de subfamília e definir a posição do novo gênero (utilizando de caracteres de morfologia externa e genitália interna).

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Talita Roell, Cristiano Feldens Schwertner (Responsável), Maíra Andrade Correia

  • 2016 – presentePesquisaPesquisa

    CATÁLOGO TAXONÔMICO DA FAUNA DO BRASIL: Asopinae (Hemiptera: Pentatomidae)

    Em andamento

    O projeto do CTFB representa uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Zoologia e está sendo desenvolvido no contexto da Rede BHL- SciELO (http://www.bhlscielo.org/) que integra simultaneamente a Rede Global BiodiversityHeritage Library (BHL) e a Rede ScientificElectronic Library Online (SciELO). A Rede BHL-SciELO é promovida pelo Programa SciELO / FAPESP por meio do Projeto SciELO Biodiversidade, que compreende uma coleção de fontes de informação de literatura científica em biodiversidade e sua interoperabilidade com listas de espécies e outros sistemas de informação em biodiversidade, e uma biblioteca digitalizada de periódicos e obras essenciais em biodiversidade que conta hoje com mais de 100.000 volumes online. O CTFB tem como objetivo principal criar uma ferramenta taxonômica online fortemente ancorada nas regras de nomenclatura e capaz de oferecer uma interface funcional entre as decisões taxonômicas dos especialistas e a bibliografia de referência disponível na rede. A implementação de um Catálogo Taxonômico da Fauna Brasileira representa uma tarefa de grande envergadura, que só pode ser levada a cabo através do esforço coordenado de diversos especialistas, no âmbito de uma rede nacional de informação. O Projeto SciELOBiodiversidade atuará como promotor, secretaria executiva e de coordenação tanto na criação quanto na operação desta rede descentralizada de instituições e especialistas. Para enfrentar este desafio, o Projeto SciELO Biodiversidade deverá se valer da informação publicada e das iniciativas de acesso e tratamento da informação especializada, tais como a EOL, o GBIF e a Rede BHL-SciELO. O conceito de disponibilidade ordenada da informação especializada subjacente à estreita associação operacional proposta entre o Projeto SciELO Biodiversidade e as iniciativas da BHL e EOL poderá atender a uma gama ampla de componentes da sociedade organizada, tendo um efeito imediato na melhoria do conhecimento acadêmico, estudantil e comunitário, além de atender naturalmente à demanda reprimida de informação científica ordenada por parte dos organismos públicos gestores da Biodiversidade e do Meio Ambiente. Neste sentido, a implementação do Catálogo da Fauna do Brasil através do projeto SciELO Biodiversidade representará uma importante ferramenta para que as tomadas de decisões em Biodiversidade e Meio Ambiente sejam, em última instância, subsidiadas por informação e evidências sistematizadas da literatura científica atualizada. O CTFB conta com a seguinte hierarquia burocrática: três coordenadores gerais, HussamZaher (MZSP, responsável pelos vertebrados), Walter Boeger (UFPR, responsável pelos invertebrados não-Hexapoda) e José Albertino Rafael (INPA, responsável pelos invertebrados Hexapoda), 31 coordenadores de grupos taxonômicos (até a presente data, já que ainda há grupos não contemplados) e uma rede de especialistas que serão convidados pelos coordenadores dos grupos taxonômicos para atuarem em seus grupos de conhecimento específico. Para HETEROPTERA (HEMIPTERA) os especialistas que participaram até o momento encontram-se listados em "Pesquisadores".

    Equipe

    Talita Roell, Jocelia Grazia (Responsável), Cristiano Feldens Schwertner

  • 2016 – 2019PesquisaPesquisa

    Filogenia e biogeografia dos percevejos predadores (Hemiptera:Pentatomidae: Asopinae): uma abordagem morfológica e molecular

    Concluído

    Os percevejos predadores compõem a subfamília Asopinae, a qual possui distribuição cosmopolita com cerca de 70 gêneros e 300 espécies. Os asopíneos atuam no controle de populações de insetos fitófagos, principalmente de lagartas desfolhadoras, sendo comercialmente empregados em culturas de dendezeiro (Elaeis guineensis Jacq.) e de eucalipto (Eucalyptus spp.), além de algodão, arroz, crucíferas em geral, erva mate, feijão, girassol, mandioca, maracujá, soja e tomate. Não obstante tal potencial econômico, apenas cerca de 10 das espécies foram estudadas em maior detalhe, destacando-se Podisus maculiventris (Say), P. nigrispinus (Dallas), Perillus bioculatus (F.), Eocanthecona furcellata (Wolff) e Picromerus bidens L. Associado ao hábito predador, os asopíneos possuem uma morfologia peculiar da cabeça e das pernas. As espécies de Asopinae possuem a cabeça aparentemente retangular em vista dorsal, lábio robusto e alargado com inserção muito próxima à base do labro; prófemures dotados de espinho que varia de reduzido a muito robusto; prótíbias expandidas em algumas espécies; e cerdas tibiais variando em número entre gêneros. Além disso, o evaporatório e o peritrema metatorácicos são aparentemente muito diversificados. Com relação à morfologia e sistemática, estudos visando entender a evolução de caracteres, uma análise filogenética com dados morfológicos e moleculares, e estudos biogeográficos ainda não foram efetuados para o grupo. A importância de estudos filogenéticos é reconhecida cada vez mais como uma poderosa ferramenta no estudo dos organismos e suas interações. Trabalhos sistemáticos, filogenéticos e evolutivos podem ter muitos efeitos práticos na entomologia aplicada. Porém, somente 4,8 de um total de 270 publicações com Asopinae produzidas no Brasil entre 1933 e 2014 apresentaram escopo taxonômico ou sistemático, e nenhuma publicação aborda aspectos filogenéticos da subfamília. Apesar do crescente número de estudos filogenéticos em Pentatomidae com uma ampla amostragem de táxons terminais, muitas dificuldades práticas ainda persistem, como o empréstimo de material de coleções, táxons conhecidos por poucos exemplares, obtenção de material fresco que permitam análises moleculares de baixo custo e o estabelecimento de homologias entre grupos morfologicamente distintos. Asopinae, em particular, carece de estudos filogenéticos e, em se tratando de um importante grupo predador e com potencial impacto econômico, tal carência é especialmente grave. Além disso, os estudos fundamentais em taxonomia, morfologia e sistemática da subfamília são em número reduzido, em geral contemplando descrições e revisões antigas. Este projeto tem como objetivo principal apresentar uma hipótese filogenética de Asopinae, utilizando conjuntos de dados morfológicos e moleculares. Em paralelo, serão desenvolvidos trabalhos de morfologia comparada buscando compreender a evolução de estruturas morfológicas e suas relações com a predação. Além disso, será realizada uma análise biogeográfica a fim de propor uma hipótese relativa a evolução do grupos nas áreas de ocorrência. As informações taxonômicas serão atualizadas, a partir da revisão de grupos de interesse, a fim de facilitar tanto a sua identificação quanto novos estudos sobre o seu potencial uso no controle biológico.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Talita Roell, Bárbara da Silva Vicentini, CAMPOS, LUIZ A. (Responsável), Cristiano Feldens Schwertner, Filipe Michels Bianchi, Augusto Ferrari, Kim Ribeiro Barão, David A. Rider +3 integrantes

  • 2015 – 2019PesquisaPesquisa

    Filogenia e Classificação de Asopinae (Hemiptera: Pentatomidae)

    Concluído

    Propor uma classificação cladística para os gêneros de Asopinae com base em dados morfológicos. Efetuar estudos de morfologia comparada e taxonomia do grupo.

    Equipe

    Talita Roell, Luiz Alexandre Campos (Responsável)

  • 2012 – presentePesquisaPesquisa

    TAXONOMIA, FILOGENIA E BIODIVERSIDADE DE DISCOCEPHALINAE (HEMIPTERA: PENTATOMIDAE)

    Em andamento

    Realizar a revisão e análise cladística dos gêneros Macropygium, Schaefferella e Schraderiellus; e uma análise abrangente de Discocephalini possibilitando, além da elaboração de uma hipótese filogenética para todos os gêneros da subfamília Discocephalinae, um avanço no entendimento do significado filogenético de diversas estruturas morfológicas de Pentatomidae, em especial as de genitália, bem como da história biogeográfica do grupo

    Equipe

    Talita Roell, Thereza de Almeida Garbelotto, Luiz Alexandre Campos (Responsável), Jocelia Grazia, Aline Silva Maciel, Bárbara da Silva Vicentini, Felipe Lorenz Simões

Produção bibliográfica

30 registros
8 de 8 itens
  • 2019
    Redescrição de Alcaeorrhynchus grandis (Dallas, 1851) (Heteroptera: Pentatomidae: Asopinae)
    Henkes, Aline Patrícia; Talita Roell; Luiz Alexandre Campos · IV Workshop Sul-americano de Heteroptera · Rio de Janeiro
  • 2019
    IV Workshop Sul-americano de Heteroptera
    Talita Roell; Luiz Alexandre Campos · IV Workshop Sul-americano de Heteroptera · Rio de Janeiro
  • 2016
    Morfologia comparada do aparato tibial em Asopinae (Hemiptera: Pentatomidae)
    Ricardo Brugnera; Talita Roell; Kim Ribeiro Barão; Augusto Ferrari · IV CONGRESO URUGUAYO	DE ZOOLOGIA · Maldonado
  • 2015
    Microesculturação da superfície dorsal do terceiro metatarsômero em Ochlerini (Hemiptera: Pentatomidae)
    Talita Roell; CAMPOS, LUIZ A. · III Simpósio de Entomologia do Rio de Janeiro · Rio de Janeiro
  • 2015
    Chave pictórica para a identificação das espécies de Lincus Stal, 1872 (Hemiptera: Pentatomidae) associadas à transmissão de Phytomonas na América Latina
    WINTER, INGRID C.; Talita Roell; CAMPOS, LUIZ A. · III Simpósio de Entomologia do Rio de Janeiro · Rio de Janeiro
  • 2014
    Descrição de um novo gênero de Discocephalinae (Hemiptera: Pentatomidae)
    Talita Roell; Luiz Alexandre Campos · III Congreso Uruguayo de Zoología ?Prof. Dr. Raúl Vaz ? Ferreira? · Montevideo
  • 2014
    Descrição do macho de Lincus incisus Rolston (Hemiptera, Pentatomidae, Discocephalinae)
    Ingrid Caroline Winter de Souza; Talita Roell; Luiz Alexandre Campos · III Congreso Uruguayo de Zoología · Montevideo
  • 2014
    Descrição da fêmea de Schraderiellus hughesae (Ruckes, 1959) (Hemiptera: Pentatomidae)
    Talita Roell; Luiz Alexandre Campos · XXX Congresso Brasileiro de Zoologia · Porto Alegre

Produção técnica

27 registros
27 de 27 itens
  • 2025
    Refletindo sobre as florestas a partir dos dioramas
    Talita Roell
    Conferencia
  • 2025
    Focinho no museu, bicho na rua, olho na escola: estreitando parcerias
    Fernanda Filipin; Márcia Fernandes Lourenço; Maria Isabel Pinto Ferreira Landim; Talita Roell
    Simposio
  • 2025
    Chave de identificação para as espécies de Hemikyptha Metcalf, 1927 (Hemiptera: Membracidae)
    André Kratz Cipriano; Aline Lourenço; Antônio José Creão-Duarte; Talita Roell
    Simposio
  • 2025
    Museums and Society: A great partnership
    Talita Roell
    Conferencia
  • 2025
    Ensino sobre os Fósseis
    Alexandre Oliveira Marques; Filipe Michels Bianchi; Talita Roell; Maria Elena Infante-Malachias; Felipe Alves Elias; Márcia Fernandes Lourenço +1 autores
    Congresso
  • 2025
    Mergulhando no mundo dos invertebrados marinhos: intervenções para o ensino da diversidade marinha no Museu de Zoologia da USP (MZUSP)
    Táriky Meirelles Rocha; Talita Roell; Fernanda Ramos Sandrini; Claudio Alves de Oliveira; Karina Lima Siqueira de Macedo; Túlio Henrique Custódio de Souza +4 autores
    Congresso
  • 2025
    Programa de formação de professores no Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo
    Márcia Fernandes Lourenço; Talita Roell; Maria Isabel Landim; Felipe Alves Elias
    Congresso
  • 2024
    Curadoria de Coleções Entomológicas: Missões e Desafios
    Talita Roell
    Conferencia
  • 2024
    Coleções científicas: a importância na pesquisa, ensino e extensão
    Talita Roell
    Conferencia
  • 2024
    Oficina: Desvendando os Fósseis
    Alexandre Oliveira Marques; Flávio Bianchini Jr.; Talita Roell; Felipe Alves Elias; Márcia Fernandes Lourenço; Rosangela Celina Cavalcante +1 autores
    Congresso
  • 2024
    Uma aventura pelos segredos dos fósseis: toque o presente e descubra o passado
    Tatiana Martinez Moreira; Márcia Fernandes Lourenço; Felipe Alves Elias; Rosangela Celina Cavalcante; Maria Isabel Landim; Talita Roell
    Congresso
  • 2024
    Descobrindo o MZUSP: Orientações e sequências didáticas
    Larissa Cunha da Silva; Márcia Fernandes Lourenço; Felipe Alves Elias; Rosangela Celina Cavalcante; Maria Isabel Landim; Talita Roell
    Congresso
  • 2024
    Abelhas: pequenos insetos, grandiosas funções
    Camila Luczkiewicz Leris de Souza; Henrique Pereira Moleiro; Márcia Fernandes Lourenço; Felipe Alves Elias; Rosangela Celina Cavalcante; Maria Isabel Landim +1 autores
    Congresso
  • 2020
    Phylogeny of the predatory stink bugs (Hemiptera: Pentatomidae: Asopinae)
    Talita Roell; CAMPOS, LUIZ A.
    Simposio
  • 2020
    E o que fazemos no distanciamento social
    Talita Roell
    Comunicacao
  • 2019
    Filogenia e Classificação de Asopinae (Hemiptera: Pentatomidae)
    Talita Roell
    Outra
  • 2019
    Redescrição de Alcaeorrhynchus grandis (Dallas, 1851) (Heteroptera: Pentatomidae: Asopinae)
    Henkes, Aline Patrícia; Talita Roell; Luiz Alexandre Campos
    Outra
  • 2018
    Percevejos predadores: o estado taxonômico e sistemático atual e perspectivas (Heteroptera: Pentatomidae: Asopinae)
    Talita Roell
    Congresso
  • 2016
    Evolutionary reconstruction of three characteres of the metatarsomere of hind legs in Ochlerini (Hemiptera: Pentatomidae: Discocephalinae)
    Talita Roell
    Congresso
  • 2016
    Morfologia comparada do aparato tibial em Asopinae (Hemiptera: Pentatomidae)
    Ricardo Brugnera; Talita Roell; Kim Ribeiro Barão; Augusto Ferrari
    Congresso
  • 2015
    Cladistic analysis and revision of Schraderiellus Rider, 1998 with description of four new species
    Talita Roell; Luiz Alexandre Campos
    Simposio
  • 2015
    Chave pictórica para a identificação das espécies de Lincus STAL, 1872 (Hemiptera: Pentatomidae) associadas a transmissão de Phytomonas na América Latina
    WINTER, INGRID C.; Talita Roell; CAMPOS, LUIZ A.
    Simposio
  • 2015
    Microesculturação da superfície dorsal do terceiro metatarsômero em Ochlerini (Pentatomidae: Discocephalinae)
    Talita Roell; Luiz Alexandre Campos
    Simposio
  • 2014
    Microesculturação da superfície dorsal do terceiro metatarsômero em Ochlerini (Pentatomidae: Discocephalinae)
    Talita Roell; Luiz Alexandre Campos
    Conferencia
  • 2014
    Descrição de um novo gênero de Discocephalinae (Hemiptera: Pentatomidae)
    Talita Roell; Luiz Alexandre Campos
    Congresso
  • 2014
    Descrição do macho de Lincus incisus Rolston (Hemiptera, Pentatomidae, Discocephalinae)
    Ingrid Caroline Winter de Souza; Talita Roell; Luiz Alexandre Campos
    Congresso
  • 2014
    Descrição da fêmea de Schraderiellus hughesae (Ruckes, 1959) (Hemiptera: Pentatomidae)
    Talita Roell; Luiz Alexandre Campos
    Congresso

Prêmios e títulos

03 registros
  • 2024
    Homenagem em nome de espécie de percevejo "Janeirona roellae" Sampaio & Campos, 2024
    Zootaxa
  • 2019
    Homenagem em nome de espécie de besouro "Hintonelmis roellae" por Thiago T. S. Polizei e Maxwell V. L. Barclay no trabalho "The genus Hintonelmis (Coleoptera: Elmidae: Elminae), new species and record
    Journal of Natural History
  • 2019
    2º Concurso Ciência por Imagens
    Centro de Microscopia e Microanálise da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Fonte dos dadosCurrículo Lattes · CNPqCurrículo atualizado em 13112025Ver no Lattes