Perfil do docente · FFCLRP

Andréia Schmidt.

Departamento de Psicologia

Lattes
3886712611757992
PsicologiaPsicologia ExperimentalPsicologia do Desenvolvimento Humano

Cita-se como: SCHMIDT, A.;SCHMIDT, ANDRÉIA

10 seções

Resumo biográfico

Psicóloga graduada pela Universidade Federal do Paraná (1993), com Mestrado em Educação Especial (Educação do Indivíduo Especial) pela Universidade Federal de São Carlos (1999) e Doutorado em Psicologia (Psicologia Experimental) pela Universidade de São Paulo (2004). Atualmente é professora associada do Departamento de Psicologia da Universidade de São Paulo, campus Ribeirão Preto, e orientadora de mestrado e doutorado no Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia na Universidade de São Paulo. Pesquisadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia sobre Comportamento, Cognição e Ensino. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Psicologia (gestão 2022-2023), da qual já fez parte como membro da diretoria em gestões anteriores (tesoureira e secretária geral). Atualmente é coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia. Tem experiência como pesquisadora nos seguintes temas: controle instrucional, aprendizagem relacional, comportamento simbólico, comportamento verbal e análise do comportamento. Tem desenvolvido estudos com crianças pré-escolares e idosos saudáveis e com transtornos neurocognitivos.

Indicadores

Áreas de atuação

03 registros
  • Ciencias Humanas
    Psicologia
  • Ciencias Humanas
    Psicologia
    Psicologia Experimental
  • Ciencias Humanas
    Psicologia
    Psicologia do Desenvolvimento Humano

Formação acadêmica

05 registros
  1. 2000 – 2004DoutoradoConcluído
    Psicologia (Psicologia Experimental) · Universidade de São Paulo
    Controle instrucional e equivalência de estímulos
    Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  2. 1997 – 1999MestradoConcluído
    Educação Especial (Educação do Indivíduo Especial) · Universidade Federal de São Carlos
    O ensino de alunos em escola especial: analisando como o professor ensina e propondo material para capacitação
    Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  3. 1994 – 1996EspecializaçãoConcluído
    Psicologia Clínica Abordagem Comportamental · Universidade Federal do Paraná
    Orientação: Paula Inês Cunha Gomide
  4. 1989 – 1993GraduaçãoConcluído
    Psicologia · Universidade Federal do Paraná
  5. Livre-docênciaConcluído
    Livre-docência · Universidade de São Paulo

Idiomas

01 registro
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemRazoávelRazoávelBem

Atuação profissional

30 registros
  1. 2024 – presenteVínculo atual
    Sociedade Brasileira de Psicologia
    LivreColaborador2h/sem
  2. 2024 – presenteVínculo atual
    ACTA COMPORTAMENTALIA
    LivreLivre
  3. 2024 – presenteVínculo atual
    JOURNAL OF THE EXPERIMENTAL ANALYSIS OF BEHAVIOR
    LivreLivre
  4. 2023 – presenteVínculo atual
    European Journal of Behavior Analysis
    LivreLivre
  5. 2021 – 2023
    Sociedade Brasileira de Psicologia
    LivreColaborador5h/sem
  6. 2021 – presenteVínculo atual
    PSYCHOLOGICAL RECORD
    LivreLivre
  7. 2020 – 2021
    Sociedade Brasileira de Psicologia
    LivreLivre5h/sem
  8. 2020 – presenteVínculo atual
    Estudos de Psicologia (Campinas)
    LivreLivre
  9. 2020 – presenteVínculo atual
    REVISTA CEFAC (ONLINE)
    LivreLivre
  10. 2018 – presenteVínculo atual
    ARQUIVOS BRASILEIROS DE PSICOLOGIA
    LivreLivre
  11. 2018 – presenteVínculo atual
    PSYCHOLOGY & NEUROSCIENCE (ONLINE)
    LivreLivre
  12. 2018 – presenteVínculo atual
    Psicologia Ciência e Profissão
    LivreLivre
  13. 2017 – 2017
    Multidisciplinary Journal of Educational Research
    LivreLivre
  14. 2017 – presenteVínculo atual
    JOURNAL OF THE EXPERIMENTAL ANALYSIS OF BEHAVIOR
    LivreLivre
  15. 2016 – 2019
    Sociedade Brasileira de Psicologia
    LivreLivre2h/sem
  16. 2014 – presenteVínculo atual
    Psicologia: Teoria e Pesquisa (Brasília. Online)
    LivreLivre
  17. 2014 – presenteVínculo atual
    Psicologia: Teoria e Prática (Impresso)
    LivreLivre
  18. 2014 – presenteVínculo atual
    PAIDÉIA (USP. ONLINE)
    LivreLivre
  19. 2012 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    LivreLivre
  20. 2012 – presenteVínculo atual
    Psicologia: Reflexão e Crítica (UFRGS. Impresso)
    LivreLivre
  21. 2011 – presenteVínculo atual
    Paidéia (USP. Ribeirao Preto. Impresso)
    LivreLivre
  22. 2011 – presenteVínculo atual
    Interação em psicologia (Online)
    LivreLivre
  23. 2011 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Análise do Comportamento
    LivreLivre
  24. 2011 – presenteVínculo atual
    Acta Comportamentalia
    LivreLivre
  25. 2010 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    LivreServidor Publico40h/sem
  26. 2010 – 2014
    Acta Comportamentalia
    LivreLivre
  27. 2009 – 2010
    RUBS (Curitiba)
    LivreLivre
  28. 2007 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Análise do Comportamento
    LivreLivre
  29. 2001 – 2010
    Centro Universitário Positivo
    LivreCeletista40h/sem
  30. 1996 – 1999
    Universidade do Vale do Itajaí
    LivreCeletista10h/sem

Projetos

13 registros
  • 2024 – presentePesquisaPesquisa

    Exposição de crianças pré-escolares a telas: Aspectos gerais e correlação com diferentes domínios que afetam a aprendizagem

    Em andamento

    A exposição e o uso de telas por crianças têm se tornado uma preocupação em todo o mundo, especialmente depois do advento dos dispositivos móveis (e.g., tablets e smatphones), que facilitam o acesso a múltiplas mídias digitais, muitas vezes sem monitoramento de um adulto. Crianças pré-escolares (com desenvolvimento típico ou não) são as mais vulneráveis, mas sabe-se pouco sobre os efeitos desse uso em diferentes domínios do desenvolvimento nessa faixa etária. No Brasil, há um número reduzido de pesquisas sobre esse tema, e a maioria delas é feita por formulários online, que se restringe a famílias de maior renda e com acesso pleno à internet. O objetivo geral desta pesquisa é levantar informações sobre o uso/exposição a telas por crianças pré-escolares, com desenvolvimento típico e com diagnóstico de DI e TEA, seus pais e professores. Além disso, pretende-se identificar correlações entre a quantidade e o contexto do uso de telas, em contextos familiar e escolar, o desenvolvimento da linguagem e o engajamento escolar de crianças pré-escolares com desenvolvimento típico. Participarão 600 responsáveis (pais, mães ou avós) de crianças de 0 a 71 meses, sendo 500 de crianças com desenvolvimento típico e 100 de crianças com diagnóstico de Deficiência Intelectual ou Transtorno de Espectro Autista, matriculadas em escolas públicas e particulares; 300 crianças de 24 a 71 meses com desenvolvimento típico; 50 professores de Educação Infantil de escolas públicas e particulares. Os responsáveis responderão um questionário sobre o uso (próprio e da criança) de telas. Os professores responderão um questionário sobre o próprio uso de telas e sobre esse uso no seu trabalho cotidiano com as crianças. Trezentas crianças serão avaliadas quanto ao seu desenvolvimento da linguagem e, destas, 50 serão filmadas em atividades escolares (narração de uma história e interação livre com os colegas) a fim de avaliar o seu engajamento em atividades escolares. Uma análise exploratória de dados caracterizará quanto e como as crianças utilizam tecnologias digitais em suas casas e na escola, com comparações sobre o tempo e a forma de uso (em casa e na escola; famílias com diferentes rendas e escolaridades; diferentes faixas etárias de crianças; e escolas públicas e privadas). Serão desenvolvidos dois modelos de regressão linear múltipla, tendo como variáveis explicadas o desempenho das crianças com desenvolvimento típico nos testes de linguagem e o engajamento na escola.

    Equipe

    Andréia Schmidt (Responsável), Cláudia Lucia Menegatti, CAMILA DOMENICONI, COSTA, ALINE R. A., Priscila Benitez, Claudia Daiane Batista Bettio, Ana Julia do Nascimento Silva, Caroline Fitzpatrick +1 integrantes

  • 2019 – presentePesquisaPesquisa

    Efeitos do envelhecimento sobre processos comportamentais, cognitivos e sociais

    Em andamento

    O aumento da população mais velha (acima de 65 anos) tem sido documentado no mundo todo e estima-se que até 2015 a porcentagem de idosos irá aumentar de 12% para 22%. Parte desse grupo de pessoas consegue manter boas condições sociais e de saúde, mantendo sua independência e autonomia até idades avançadas, Outra parcela, porém, apresenta declínio físico e cognitivo, o que aumenta as demandas no âmbito da saúde, especialmente no que se refere a doenças crônicas e progressivo estado de dependência, exigindo, além de terapêuticas medicamentosas adequadas, intervenções em âmbito comportamental. As demências, como a Doença de Alzheimer, são consideradas Transtornos Neurocognitivos, cuja característica é a deterioração progressiva de habilidades cognitivas (como memória, atenção linguagem e funções executivas), que afetam severamente a qualidade de vida dessas pessoas e de seus cuidadores. Observa-se a necessidade de se compreender os efeitos do envelhecimento biológico sobre o funcionamento cognitivo e social dos indivíduos para que sejam desenvolvidas estratégias de intervenção, tanto para as pessoas que envelhecem de forma ativa, como para aqueles que apresentam transtornos neurocognitivos e seus familiares. Esse projeto atuará em três frentes, com os seguintes objetivos: (1) Investigar se, e como, o processo de envelhecimento biológico afeta o desempenho dos indivíduos em tarefas ditas cognitivas, que demandem flexibilidade comportamental, processos de ressurgência, cognição social, dentre outros; (2) Desenvolver estratégias de intervenção junto a pessoas com diagnóstico de transtorno neurocognitivo menor e maior, resultantes do processo de envelhecimento, focalizando especialmente a estimulação e recuperação de repertórios verbais, de memória e atencionais, em uma perspectiva funcional; (3) Desenvolver estratégias de intervenção para cuidadores informais de pessoas com diagnóstico de demência, com foco no manejo de problemas de comportamento.

    Equipe

    Andréia Schmidt (Responsável), Yara Luana Pereira da Silva, LUCAS CARDOSO MANFREDO, MARYAM FURLAN AYOUB, FELIPE DOS REIS XAVIER MONTEIRO

  • 2017 – presentePesquisaPesquisa

    INSTITUTO NACIONAL DE CIENCIA E TECNOLOGIA SOBRE COMPORTAMENTO, COGNIÇÃO E ENSINO: APRENDIZAGEM RELACIONAL E COMPORTAMENTO SIMBÓLICO

    Em andamento

    Descrição: Esta é uma proposta de continuidade do atual Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia sobre Comportamento, Cognição e Ensino (INCT-ECCE). O atual INCT-ECCE é um grupo de pesquisadores multi-institucional e multidisciplinar que vem se mantendo ativo por quase duas décadas, tendo sido previamente financiado pelo programa PRONEX (Programa de Apoio a Grupos de Excelência). As pesquisas do Instituto têm enfocado a análise comportamental do funcionamento simbólico, com base no Paradigma de Equivalência de Estímulos (do inglês, SEP). O SEP define relações simbólicas como relações de equivalência entre estímulos, de forma que estímulos equivalentes podem se substituir uns aos outros e, portanto, levanta a possibilidade de se simular a aquisição de função simbólica por estímulos arbitrários. É então possível examinar como os estímulos arbitrários se tornam símbolos e adquirem significado e, adicionalmente, é possível investigar variáveis relacionadas a esse processo. O SEP também torna possível estabelecer ou melhorar repertórios simbólicos, particularmente (mas não só) quando há deficiência nesse funcionamento. O Instituto proposto continuará este trabalho com o principal objetivo de desenvolver programas de ensino ou intervenção para três principais tipos de repertório simbólico: linguagem, competências sociais e habilidades acadêmicas (com foco em alfabetização, matemática, segunda língua e música). Esse é um esforço em andamento e se espera que, durante a vigência do Instituto proposto, os programas já desenvolvidos aumentem em eficiência e atratividade, além de atingirem maior parcela da população, e que novos programas sejam desenvolvidos e cientificamente avaliados. Esses programas enfocam desafios relacionados a populações (particularmente crianças) com atraso no desenvolvimento de alguns repertórios simbólicos. Os principais desafios enfrentados serão os atrasos ou limitações de repertório simbólico devidos a: transtornos do espectro do autismo, distúrbios de comunicação, deficiência intelectual, déficit visual ou auditivo, implante coclear e desempenho escolar insuficiente. Outra população alvo enfocada pelo Instituto é a de crianças pequenas (12 a 36 meses): mesmo quando não apresentam qualquer atraso ou transtorno de desenvolvimento, seu repertório e condições motivacionais configuram considerável desafio para programas de pesquisa e intervenção. O Instituto também continuará a conduzir pesquisa básica sobre processos subjacentes ao funcionamento simbólico de forma geral. Espera-se que a pesquisa básica contribua para aumentar a efetividade de programas de ensino e intervenção. A pesquisa básica continuará abordando o desenvolvimento de relações de equivalência e seus precursores, particularmente o controle de estímulos e a aprendizagem relacional. Comportamento de observação, como pré-requisito para aprendizagem, será também um dos focos principais. Programas de ensino e intervenção terão muito a ganhar com a pesquisa básica de variáveis que influenciam a observação dos estímulos, o controle de estímulos e a aprendizagem relacional. Tanto a pesquisa básica quanto a aplicada farão uso da tecnologia assistiva que tem se tornado economicamente acessível e progressivamente poderosa, e que pode, atualmente, tornar laboratórios científicos mais efetivos e informativos, além de apoiar aplicações dessa ciência para superar ou contornar desafios aos quais nossos programas são dirigidos. Enquanto processos e repertórios simbólicos têm seu interesse intrínseco, nossa principal preocupação passou a ser o grau no qual os repertórios-alvo contribuem para a solução de problemas da sociedade. Espera-se que os programas desenvolvidos pelo Instituto aumentem gradualmente em escala, atingindo progressivamente amostras maiores de aprendizes.

    Equipe

    Andréia Schmidt, Deisy G de Souza (Responsável), Julio Cesar Coelho de Rose, Lidia Postalli, Maria Stella de Alcântara Gil, Elenice Seixas Hanna, Ana Claudia Moreira Almeida Verdu, João dos Santos Carmo +14 integrantes

  • 2016 – presentePesquisaPesquisa

    O desenvolvimento de repertório verbal por crianças no contexto da Educação Infantil

    Em andamento

    O desenvolvimento de repertórios verbais depende, tanto de variáveis biológicas, quanto sociais. Muitas pesquisas têm destacado o papel de interações das crianças com os adultos de sua comunidade verbal e, para crianças que vivem em um contexto de risco para o desenvolvimento desses repertórios, a escola é um espaço fundamental para que elas os desenvolva. Por isso, o papel da formação de professores de educação infantil tem sido enfatizado por pesquisas, mas algumas dessas iniciativas não verificam seus efeitos sobre o comportamento verbal dos alunos e não acompanham os resultados sobre o comportamento do professor em sala de aula. O objetivo deste projeto será: (a) descrever, a partir de metodologia observacional e de entrevistas, as interações entre professores e seus alunos no contexto da Educação Infantil, identificando as condições dispostas pelos professores que favorecem o desenvolvimento de repertório verbal pelos seus alunos; (b) avaliar uma forma de intervenção com professores de educação infantil, discutindo com eles o planejamento e a aplicação de estratégias para o desenvolvimento de repertórios verbais, com base nos princípios do Desenho Universal para a Aprendizagem, e verificar os efeitos dessa intervenção sobre os repertórios de falante e de ouvinte dos alunos.

    Equipe

    Andréia Schmidt (Responsável), Ana Carolina Miranda, Claudia Daiane Batista Bettio, Caroline Vieira Pacheco Braga

  • 2014 – 2016PesquisaExtensao

    Programa de estimulação de fala em sala de aula

    Concluído

    O objetivo geral deste projeto é desenvolver e aplicar, em salas de aula de uma escola de educação infantil, atividades em grupo para o desenvolvimento e eliminação do uso produtivo de processos de fala, com foco nos processos que são adquiridos até os quatro anos de idade, envolvendo professores, auxiliares de ensino e alunos de graduação dos cursos de Psicologia e Fonoaudiologia. O envolvimento dos professores e auxiliares de ensino diz respeito não apenas à participação destes em um momento inicial do projeto, quando serão conduzidos encontros para a discussão do desenvolvimento de linguagem em crianças pré-escolares e o papel da escola nesse desenvolvimento, mas também em oficinas semanais em que serão discutidas as estratégias de estimulação a serem empregadas com o envolvimento direto das professoras e suas auxiliares.
Os objetivos específicos do projeto são:
a) obter dados de triagem do inventário fonológico de crianças com 4 e 5 anos de idade que frequentam a educação infantil de uma escola de educação infantil; 
b) desenvolver e aplicar uma adaptação da Terapia de Ciclos (Hodson & Paden, 1983) e da Terapia de Ciclos Modificada (Tyler, Edwards, & Saxman, 1987) para grupos em sala de aula, com base em procedimentos de ensino desenvolvidos para este projeto;
c) verificar a eficácia de um programa de estimulação em grupos para eliminação do uso produtivo de processos de fala;
d) estabelecer de forma efetiva atividades dentro da sala de aula com o objetivo de desenvolver a linguagem infantil; 
e) promover de forma lúdica um ambiente de estimulação em grupo dentro da sala de aula;
f) desenvolver um trabalho multidisciplinar integrado voltado ao desenvolvimento infantil dentro da sala de aula; 
g) promover uma discussão com professores e auxiliares de ensino sobre padrões de normalidade de fala e desenvolvimento da linguagem infantil em crianças na primeira infância, por meio de um trabalho integrado em reuniões (grupos de discussão e palestras) e oficinas, das quais participem não apenas a equipe do projeto, mas também os próprios professores e auxiliares das classes participantes.

    Equipe

    Andréia Schmidt (Responsável), Sabrina Roberta de Oliveira, Julia Fonseca, Ana Paula Fonte Silva, Fernanda Marques Rezende

  • 2014 – 2021PesquisaPesquisa

    Comparação do desempenho de ratos machos e fêmeas em tarefas de escolha e em tarefas de aprendizagem

    Concluído

    O comportamento de escolha vem sendo estudado desde a década de 1960, tanto em modelos animais como com participantes humanos. Variáveis como a quantidade e a probabilidade de reforço em cada alternativa têm sido exaustivamente investigadas, mas variáveis biológicas, como o sexo ou o estado nutricional dos animais, tem recebido menos atenção dos pesquisadores. O objetivo desse projeto é investigar se o comportamento de escolha, especialmente aquele que envolve risco, é afetado pelo sexo do animal e/ou por seu estado nutricional. Além disso, pretende-se verificar se a aprendizagem de machos e fêmeas é afetada em situações envolvendo estresse crônico e agudo.

    Equipe

    Andréia Schmidt (Responsável), Sara Tamiris Cirilo, Vinicius Warisaia, Vitor Pansarim

  • 2013 – presentePesquisaPesquisa

    Equivalência de estímulos e recuperação de repertório verbal em idosos com afasia, déficits cognitivos e indicativos de demência

    Em andamento

    Os idosos representam um grupo crescente, demandando, cada vez mais, o planejamento de estratégias de atendimento e cuidado às suas necessidades. Alterações de saúde durante o envelhecimento podem causar declínios de diversos sistemas orgânicos. Entre os mais graves e incapacitantes em longo prazo estão os acidentes vasculares cerebrais e as demências, que podem causar alterações graves de linguagem, como as afasias. Analistas do comportamento têm desenvolvido, ao longo das últimas décadas, procedimentos bem-sucedidos de ensino de repertórios verbais para populações clínicas de diferentes idades e níveis de desenvolvimento. Tais procedimentos empregam estratégias de ensino de discriminações condicionais para formação de classes de equivalência entre estímulos verbais e visuais. O presente projeto prevê estudos, a serem conduzidos com idosos com diagnóstico de Afasia de Broca, Afasia Transcortical Sensitiva, perdas cognitivas e indicativos de Demência de Alzheimer. O objetivo geral do projeto é testar estratégias de ensino/recuperação de classes de estímulos envolvendo estímulos auditivos e visuais, com pessoas com perda cognitiva, indicativos de Demência de Alzheimer e pessoas com diagnóstico de Afasia (Broca e Transcortical Sensitiva). De modo geral, pretende-se ensinar para esses diferentes grupos discriminações condicionais envolvendo substantivos e verbos ditados, e seus referentes (palavras escritas, figuras, fotos, vídeos e objetos tridimensionais). Em seguida, será testada a formação de classes de equivalência entre esses estímulos e a manutenção dessas classes ao longo do tempo. Além disso, diferentes estratégias de recuperação de relações entre estímulos verbais e estímulos auditivos serão testadas com idosos (spaced retrieval, fading out, pareamento auditivo-visual, etc), com vistas a desenvolver intervenções junto a idosos acometidos por transtornos neurocognitivos. Derivações desse projeto referem-se à investigação de variáveis relacionadas às dificuldades de cuidado de idosos acometidos por transtornos neurocognitivos, que se desdobrarão em novos projetos de pesquisa.

    Equipe

    Andréia Schmidt (Responsável), Mariana Ducatti de Almeida, Sabrina Roberta de Oliveira, Flávia Figel, Marina Ribeiro Camara, Maria Claudia Ristum, Sofia Orsini, Raísa Abrantes Penna +2 integrantes

  • 2012 – 2019PesquisaPesquisa

    Aprendizagem de vocabulário por crianças a partir da leitura compartilhada de livros

    Concluído

    A leitura compartilhada de histórias é uma atividade que produz efeitos positivos na aprendizagem de vocabulário por crianças de diferentes faixas etárias. Esse aumento de vocabulário tem repercussões importantes sobre o desempenho acadêmico das crianças, o que justifica esforços no sentido de compreender as variáveis implicadas na atividade e que favorecem essa aprendizagem. O objetivo geral deste projeto é investigar um conjunto de variáveis que podem favorecer a aprendizagem de palavras em situação de leitura compartilhada de histórias, para crianças de diferentes idades e condições de desenvolvimento. Além disso, pretende-se verificar os efeitos de uma intervenção sobre o uso de estratégias de leitura de histórias por professores de educação infantil na sua prática de leitura e sobre o vocabulário das crianças.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Andréia Schmidt (Responsável), Fernanda Pires Garcia, Aline Melina Vaz, Camila Bonagamba, Letícia Melo de Paulo, Ana Carolina Miranda, Ana Beatriz Schiavon

  • 2011 – 2015PesquisaPesquisa

    Responder por exclusão em ratos Wistar

    Concluído

    Responder por exclusão é a seleção de uma alternativa correta pela exclusão lógica de outras alternativas em potencial. Tal repertório é bem documentado em humanos, desde crianças muito jovens até idosos, com ou sem problemas de desenvolvimento. Os estudos com não humanos, porém, ainda são recentes e têm esbarrado em dificuldades metodológicas de várias ordens. Estudos recentes descrevem a capacidade de alguns mamíferos (cães e macacos) e aves (pombos) responderem por exclusão e destacam a necessidade de esforços no desenvolvimento de metodologias adequadas para a investigação deste fenômeno em animais não humanos. Este tipo de resposta ainda não foi documentada em ratos Wistar e o objetivo do presente estudo é verificar sua ocorrência em animais dessa espécie em tarefas de discriminação visual simples simultânea e em discriminações condicionais envolvendo estímulos visuais.

    Equipe

    Andréia Schmidt (Responsável), Matheus Felipe de Souza

  • 2010 – 2016PesquisaPesquisa

    Aprendizagem da relação nome-objeto por exclusão em crianças de diferentes faixas etárias

    Concluído

    O responder por exclusão, também referido como mapeamento rápido por autores da Psicolinguística, é um padrão consistente de comportamento pelo qual a criança, quando exposta a um conjunto de objetos familiares (já relacionados a nomes) e um objeto desconhecido, tende a selecionar o objeto desconhecido diante de um nome novo (nome que não tenha sido antes relacionado a qualquer outro objeto). Ou seja, a criança tende a relacionar o nome desconhecido ao objeto não familiar, o que parece ser um processo básico subjacente à aquisição de vocabulário. Muitos dados da literatura mostram, porém, que essa relação demonstrada pela criança não necessariamente se mantém após o episódio inicial de responder por exclusão. Pesquisas de diferentes orientações teóricas sobre o tema relatam uma variabilidade grande nos resultados de aprendizagem dos participantes e essa variabilidade é atribuída por muitos autores à idade das crianças ou a variáveis de procedimento na condução dos experimentos. Os objetivos deste projeto são: a) verificar, em uma amostra de 80 crianças de diferentes faixas etárias (entre 18 e 48 meses), se a aprendizagem da relação nome-objeto em uma tentativa pode estar relacionada à idade; b) verificar, nas crianças dessa mesma amostra que não apresentaram aprendizagem da relação nome-objeto em uma tentativa, quantas exposições a essa relação são necessárias para que ocorra a aprendizagem; c) verificar o efeito de duas variáveis com potencial para produzir aprendizagem da relação nome-objeto após uma única tentativa de exclusão em crianças pequenas: a funcionalidade do objeto e a escolha, pela criança, do objeto a ser empregado nas sondas de exclusão; d) verificar a ocorrência (ou não) do responder por exclusão em crianças com atraso de linguagem.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Andréia Schmidt (Responsável), Lucas dos Santos Lotério, Geovana Figueira Gomes, Mariana Guedes de Oliveira Franco, Mariana Antoniazzi, Julia Fonseca, Julia Ribeiro, Alana Cristine Durelli Brunini Malerbo +1 integrantes

  • 2009 – 2016PesquisaPesquisa

    INSTITUTO NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA SOBRE COMPORTAMENTO, COGNIÇÃO E ENSINO

    Concluído

    O INCT reúne pesquisadores da UFSCar, USP, UnB, UNESP, UFPA e UMMS (EUA) e focaliza ciência e tecnologia comportamental sobre o funcionamento simbólico e seus déficits, particularmente em crianças (e.g. habilidades disfuncionais de comunicação, desenvolvimento atrasado de linguagem devido a surdez congênita, fracasso em leitura e matemática, etc). Progresso substancial foi feito no desenvolvimento de modelos de laboratório de funcionamento simbólico e seus precursores (incluindo modelos animais) e no desenvolvimento de metodologia para 1) avaliação e remediação de déficits de comunicação simbólica em crianças com surdez congênita ou adquirida, 2) aplicação em intervenções precoces com bebês e crianças pequenas (com ou sem distúrbios neuro-desenvolvimentais), 3) prevenção e remediação de déficits em leitura, escrita e matemática. Expandindo a abrangência de investigações sobre dimensões do funcionamento simbólico (com uma população mais ampla e diversificada de crianças com déficits em funcionamento simbólico) o principal objetivo de pesquisa é a análise científica do funcionamento simbólico e seus determinantes, incluindo, mas não se limitando a: (1) identificação das condições necessárias e suficientes para o desenvolvimento de funcionamento simbólico apropriado à idade; (2) desenvolvimento / refinamento de procedimentos para lidar com a variabilidade inter-individual em procedimentos educacionais ou terapêuticos para melhorar o funcionamento simbólico e lidar prosteticamente com déficits de função simbólica; (3) investigação e desenvolvimento de metodologia para estabelecer o funcionamento simbólico. Outros objetivos incluem suporte para acelerar o desenvolvimento profissional de jovens cientistas do grupo, formar novos mestres e doutores na área e disseminar resultados para cientistas de áreas afins, profissionais em saúde e educação e para o público geral. O programa de pesquisa terá três componentes principais: Ciência Básica, Translacional e Aplicada.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Andréia Schmidt, Deisy G de Souza (Responsável), Julio Cesar Coelho de Rose, Maria Marta Hübner, Maria Stella de Alcântara Gil, CAMILA DOMENICONI, Olavo de Faria Galvão, Elenice Seixas Hanna +17 integrantes

  • 2000 – 2009PesquisaPesquisa

    Indivíduos com deficiência: da escolarização à inserção no mercado de trabalho

    Concluído

    A despeito das políticas nacionais para inclusão de pessoas com deficiência na escola e no ambiente laboral, muitas são as dificuldades para que esses objetivos sejam, de fato, alcançados. Especificamente em relação à inserção no mercado de trabalho, parece haver dificuldades, tanto do ponto de vista das empresas, quanto do ponto de vista do indivíduo com deficiência e da escola (regular ou especial). Os objetivos deste projeto são: (a) identificar as principais dificuldades para a inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho do ponto de vista de empresas, escolas regulares e escolas especiais; (b) verificar os efeitos de uma intervenção sobre uma criança com deficiência institucionalizada para aumentar seu repertório geral, com vistas à sua inserção em uma instituição escolar.

    Equipe

    Andréia Schmidt (Responsável), Janine Plaça Araujo, Iasmin Zanchi Boueri, Juliana Ribas Sartori, Ana Paula FRARESSO, Larissa Schikovski Angonese

  • 2000 – 2010PesquisaPesquisa

    Variáveis envolvidas no controle instrucional

    Concluído

    O controle instrucional é a função mais importante do comportamento verbal. Desde o final da década de 1960, analistas do comportamento já notavam a importância do controle verbal sobre o comportamento dos indivíduos, mas o estudo do controle instrucional se intensificou a partir do final da década de 1980. Duas questões relevantes para a compreensão do controle instrucional referem-se ao papel da formação de classes de estímulos envolvendo as palavras componentes de instruções orais (ou escritas) e seu valor explicativo para se compreender o ?significado? de instruções; e em que condições a correspondência ou não entre a instrução e o arranjo das contingências em vigor podem produzir o seguimento de instruções. Este projeto tem por objetivos: (a) verificar se a formação de classes de equivalência entre palavras ditadas e estímulos visuais (icônicos e indefinidos) sustenta o seguimento de instruções novas por crianças pré-escolares; e (b) verificar se o controle por instruções em crianças de diferentes idades é afetado pela correspondência (ou não) entre a instrução e as contingências de reforço em situação natural.

    Equipe

    Andréia Schmidt (Responsável), DHAYANA INTHAMOSSU VEIGA, Kátia Daniele Biscouto, Letícia Degraf Rosas, Simone Rezzadori

Produção bibliográfica

132 registros
60 de 60 itens
  • 2016
    Language stimulation in class groups
    Sabrina Roberta Oliveira Fontanesi; Gabriella Fernandes Rego; Julia Fonseca; Anita Marzolla Gutierres de Lima; Mariana Alves Nogueira; Andréia Schmidt · 30th World Congress of the International Association of Logopedics and Phoniatrics · Dublin - Irlanda do Norte
  • 2016
    Stimulus equivalence and teaching by exclusion of verbs and nouns to elderly people wih fluent and nonfluent aphasia
    Sabrina Roberta Oliveira Fontanesi; Andréia Schmidt · 30th World Congress of the International Association of Logopedics and Phoniatrics · Dublin - Irlanda
  • 2015
    Responder por exclusão em crianças com atraso de linguagem
    Julia Fonseca; Andréia Schmidt · 45ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Belo Horizonte
  • 2015
    Comportamento de Escolha em Alternativas com Diferentes Proporções de Reforço em Ratos Wistar
    Vinicius Warisaia; Edson Massayuki Huziwara; Andréia Schmidt · 45ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Belo Horizonte
  • 2015
    Machos e fêmeas sprague dawley em diferentes condições nutricionais: diferença na duração de sessões
    Sara Tamiris Cirilo; Fernando Sérgio Zucoloto; Andréia Schmidt · XXIV Encontro Brasileiro de Psicologia e Medicina Comportamental · São Paulo
  • 2015
    Responder por exclusão em crianças com atraso de linguagem
    Julia Fonseca; Andréia Schmidt · XXIV Encontro Brasileiro de Psicologia e Medicina Comportamental · São Paulo
  • 2015
    Emergência de nomeação após um procedimento de ensino de texturas por exclusão
    Alana Cristine Durelli Brunini Malerbo; Andréia Schmidt · XXIV Encontro Brasileiro de Psicologia e Medicina Comportamental · São Paulo
  • 2015
    Aprendizagem de relações nome-figura e leitura compartilhada de histórias em crianças de 5 anos
    Letícia Melo de Paulo; Aline Melina Vaz; Andréia Schmidt · XXIV Encontro Brasileiro de Psicologia e Medicina Comportamental · São Paulo
  • 2015
    Responder por exclusão na aprendizagem de palavra por crianças com síndrome de Down, no contexto de leitura compartilhada
    Camila Bonagamba; Andréia Schmidt · 45ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Belo Horizonte
  • 2014
    Applied analysis of behavior and family empowerment: a case study
    Iasmin Zanchi Boueri; Andréia Schmidt; DHAYANA INTHAMOSSU VEIGA · Embracing Inclusive Approaches for Children and Youth with Special Education Needs Conference · University of Minho. Research Center on Education (CIEd)/Institute of Education · ISBN 978-989-8525- · Braga, Portugal
  • 2014
    Aquisição de vocabulário em bebês a partir do procedimento de introdução sucessiva de estímulos
    Julia Ribeiro; Andréia Schmidt · 44ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Ribeirão Preto
  • 2014
    Aquisição de vocabulário e leitura de livros: Um estudos com crianças de 3 anos
    Fernanda Pires Garcia; Andréia Schmidt · 44ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Ribeirão Preto - SP
  • 2014
    Ensino de adjetivos para crianças com o uso de pista contextual
    Alana Cristine Durelli Brunini Malerbo; Andréia Schmidt · 44ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Ribeirão Preto - SP
  • 2014
    Aprendizagem de vocabulário por crianças pequenas em procedimentos de leitura compartilhada
    Andréia Schmidt · 44ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Ribeirão Preto - SP
  • 2014
    Considerações metodológicas sobre o seguimento de instruções em um procedimento de operante livre com crianças
    DHAYANA INTHAMOSSU VEIGA; Andréia Schmidt · 44ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Ribeirão Preto - SP
  • 2013
    Leitura compartilhada de histórias para crianças de 3 anos e a aprendizagem incidental de vocabulário
    Aline Melina Vaz; Andréia Schmidt · XXXI Encontro Anual de Etologia e IV Simpósio Latinoamericano de Etologia · São Paulo
  • 2013
    Análise do desempenho de idosos institucionalizados e não institucionalizados em itens de avaliação dos testes Mini-Exame do Estado Mental (MEEM) e Montreal Cognitive Assessmente (MoCA)
    Mariana Ducatti de Almeida; Andréia Schmidt · IV Colóquio Internacional de Gerontologia · ISBN 00766046 · Ribeirão Preto - SP
  • 2013
    O desempenho de ratos Wistar, desnutridos e controles, em tarefa operante sob diferentes esquemas de reforçamento
    Edson Mello da Silva; Sara Tamiris Cirilo; Paula O. Mora; Andréia Schmidt · XXXIV Interamerican Congresso of Psychology · Brasília - DF
  • 2013
    Topografia da resposta de observação pode facilitar o desempenho de ratos em tarefas de emparelhamento ao modelo
    Edson Mello da Silva; Sebastião de Sousa Almeida; Andréia Schmidt · XXXIV Interamerican Congresso of Psychology · Brasília - DF
  • 2012
    Intituição de acolhimento para pessoas com deficiência intelectual e análise de contingências: um estudo de caso
    Iasmin Zanchi Boueri; Andréia Schmidt; MARIA AMÉLIA ALMEIDA · XXI Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Curitiba - PR
  • 2012
    Responder por exclusão em ratos Wistar
    Matheus Felipe de Souza; Andréia Schmidt · XXI Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Curitiba - PR
  • 2011
    Responder por exclusão em crianças de 36 a 72 meses em uma situação de brincadeira
    Aline Roberta Aceituno da Costa; Andréia Schmidt; CAMILA DOMENICONI · 41ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Belém - PA
  • 2011
    Manipulações experimentais da situação de aprendizagem por exclusão da relação nome-objeto
    Geovana Figueira Gomes; Andréia Schmidt · 19º Simpósio de Iniciação Científica da USP · São Paulo - SP
  • 2011
    Aprendizagem da Relação Nome-Objeto, a partir do Responder por Exclusão, em crianças de 31 a 48 meses
    Lucas dos Santos Lotério; Andréia Schmidt · 19° Simpósio de Iniciação Científica da USP · São Paulo- SP
  • 2011
    Aprendizagem da relação nome-objeto em uma tentativa de exclusão: a funcionalidade do objeto como variável relevante
    Andréia Schmidt; Geovana Figueira Gomes; Lucas dos Santos Lotério; Mariana Guedes de Oliveira Franco · 41ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Belém - PA
  • 2010
    Desempenho de crianças sob contingências de pressão em uma tarefa de montagem
    Ana Carloina Folador de Creddo; Anna Carolina Folador; Bianca A. Alves; Heloise Silva; Mariana D. Kampa; Andréia Schmidt · 40ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Curitiba
  • 2009
    O adulto com deficiência intelectual: concepção de deficiência e trajetória escolar
    Andréia Schmidt; Larissa Schikovski Angonese · IX Congresso Nacional de Educação ? EDUCERE · ISBN 21761396 · Curitiba
  • 2009
    Ensino da língua inglesa para crianças com e sem dificuldades de aprendizagem: Análise da mesa educacional E-Blocks
    Alex Paiva; Andréia Schmidt; Cláudia Lucia Menegatti · IX Congresso Nacional de Educação ? EDUCERE · ISBN 21761396 · Curitiba
  • 2009
    Um estudo sobre o desenvolvimento de linguagem de crianças de um a cinco anos e o ambiente escolar
    Andréia Schmidt · XVIII Encontro da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Campinas
  • 2008
    Procedimentos de ensino de habilidades básicas a uma criança com deficiência institucionalizada
    Iasmin Zanchi Boueri; Andréia Schmidt · III Congresso Brasileiro de Educação Especial · São Carlos
  • 2008
    Grupo de orientação a mães sociais de uma instituição para pessoas com deficiência
    Iasmin Zanchi Boueri; Andréia Schmidt · III Congresso Brasileiro de Educação Especial · São Carlos
  • 2008
    Quando a pessoa com deficiência mental está preparada para o trabalho? Um estudo dos serviços de profissionalização de deficientes mentais na cidade de Curitiba
    Juliana Ribas Sartori; Andréia Schmidt · III Congresso Brasileiro de Educação Especial · São Carlos
  • 2008
    O desenvolvimento de crianças de 0 a 5 anos em centros municipais de educação infantil
    Andréia Schmidt; Poliana Vidal; DANIEL RIBEIRO BRANCO; CAROLINA COSTA SILVA · III Congresso Brasileiro de Educação Especial · São Carlos
  • 2008
    Seguimento do desenvolvimento de crianças de 0 a 2 anos matriculadas em centros de educação infantil
    Andréia Schmidt; DANIEL RIBEIRO BRANCO; Poliana Vidal; CAROLINA COSTA SILVA · III Congresso Brasileiro de Educação Especial · São Carlos
  • 2008
    Brincando de caça ao tesouro: uma analise experimental do controle por instruções
    DHAYANA INTHAMOSSU VEIGA; Andréia Schmidt · XVII Encontro da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Campinas
  • 2007
    Avaliação de uma suplementação alimentar rica em triptofano, ômega 3 e vitamina B6 nos sintomas fisiológicos e emocionais da Síndrome Pré-Menstrual
    André Monesi Andrade; Andréia Schmidt; Mariana Paganotto; Eda Maria Scur · XXXVII Reunião Anual de Psicologia · Florianópolis
  • 2006
    As habilidades Sociais dos jogadores de RPG
    DHAYANA INTHAMOSSU VEIGA; MARCELA GODINHO BELÉM; Mariana Galesi Bueno; Andréia Schmidt · XV Encontro da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Brasília
  • 2005
    Estratégias psicoeducacionais para crianças em situação de risco de fracasso escolar
    Barbara Cunha Haveroth; Ana Paula Zanardi; Andréia Schmidt; Cristiane Zevir · VII Congresso Nacional de Psicologia Escolar e Educacional · Curitiba
  • 2005
    Leitura de histórias em quadrinhos: Estratégias para o desenvolvimento de leitura e compreensão de textos
    Karla Thomaz Pereira; Marília Cruz; Tereza Augusta Binder; Andréia Schmidt · VII Congresso Nacional de Psicologia Escolar e Educacional · Curitiba
  • 2005
    Relações entre dificuldades de aprendizagem e o status social da criança no contexto escolar
    Andréia Schmidt; Cristiane Zevir; Joice Goveia da Rocha · VII Congresso Nacional de Psicologia Escolar e Educacional · Curitiba
  • 2005
    Prevenção de problemas de vinculação e desenvolvimento de bebês
    Marcela Benoliel; Mariana Galesi Bueno; Alice Franch; Roberta Hofius; Thaise Löhr; Maria Lucia Lupepsa +2 autores · XVIII Congresso da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil · Curitiba
  • 2005
    Intervenção para o desenvolvimento de bebê com histórico de desnutrição: um estudo de caso
    Letícia Gnoato; Renata Mansur Marques; Andréia Schmidt; Cláudia Lucia Menegatti · I Congresso Brasileiro de Psicologia Clínica e da Saúde · Londrina
  • 2005
    Projeto de estimulação de bebês: uma proposta integradora de áreas no curso de Psicologia
    Andréia Schmidt; Cláudia Lucia Menegatti · XXXV Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Curitiba
  • 2005
    Compreensão de instruções como requisito para o seguimento
    Lidia Postalli; Deisy das Graças de Souza; Andréia Schmidt · XXXV Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Curitiba
  • 2005
    Analise funcional entre auto- regras sobre imagem corporal e comportamentos indicadores de vigorexia
    Juliana Gavazzoni; Andréia Schmidt · XIV Encontro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Campinas
  • 2005
    Propaganda e comportamento de escolha em crianças pré-escolares
    Rita Brassac; Thays Araújo; Andréia Schmidt · XIV Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Campinas
  • 2004
    Separação mãe-filho e regras: o que as mães dizem e fazem quando seus bebês freqüentam creches
    Tisa Paloma Longo; Jane Carmen da Silva Machado; Maria Lucia Lupepsa; Andréia Schmidt · II International Congress of the Association for Behavior Analysis · Campinas - Brasil
  • 2003
    Intervenção em desenvolvimento infantil: estimulação de bebês
    Andréia Schmidt; Cláudia Lucia Menegatti; Felipe Riboli; Jane Carmen da Silva Machado; Maria Lucia Lupepsa; Tisa Paloma Longo · XII Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Londrina
  • 2003
    Aprendendo a compreender instruções: uma análise do processo de aprendizagem do significado de instruções verbais
    Andréia Schmidt · XII Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Londrina
  • 2003
    Estimulação de bebês: intervenção em saúde com enfoque em prevenção primária.
    Andréia Schmidt; Cláudia Lucia Menegatti; Felipe Riboli; Jane Carmen da Silva Machado; Maria Lucia Lupepsa; Tisa Paloma Longo · X Encontro Nacional de Psicólogos da Área Hospitalar · São Paulo
  • 2003
    Projeto de estimulação de bebês: uma proposta integradora de áreas no curso de Psicologia
    Cláudia Lucia Menegatti; Andréia Schmidt; Felipe Riboli; Jane Carmen da Silva Machado; Tisa Paloma Longo; Maria Lucia Lupepsa · XXXIII Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Belo Horizonte
  • 2003
    Relações de equivalência e controle instrucional
    Lidia Postalli; Renata Y. Nakachima; Deisy das Graças de Souza; Andréia Schmidt · XXXIII Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Belo Horizonte
  • 2002
    Controle instrucional: discussões atuais
    Andréia Schmidt · XI Encontro Brsileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Londrina - PR
  • 2002
    Extensão do paradigma de equivalência para o significado de sentenças e instruções
    Andréia Schmidt; Deisy das Graças de Souza; Maria Amélia Matos · XXXII Reunião Anual de Psicologia da Sociedade Brasileira de Psicologia · Florianópolis
  • 2001
    Metacontingências na escola inclusiva
    Andréia Schmidt · X Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Campinas
  • 2000
    Seguimento de instruções em ambiente natural: o papel das conseqüências no estabelecimento de uma classe generalizada
    Andréia Schmidt; Deisy G de Souza · XXX Reunião Anual de Psicologia · Brasília
  • 2000
    Instructional control in a natural setting: the role of consequences for rule-following
    Andréia Schmidt; Deisy das Graças de Souza · V Congreso Internacional sobre conductismo y ciencias de la conducta · Xalapa
  • 2000
    Instructional control in natural setting: the role of consequences for rule following
    Andréia Schmidt; Deisy G de Souza · Quinto Congresso Internacional sobre Conductismo y Ciencias de la Conducta · Imprenta Universitária · Xalapa - México
  • 1998
    Análise do seguimento de instruções por deficientes mentais em situação de ensino
    Andréia Schmidt; Deisy G de Souza · VII Encontro da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Campinas
  • 1998
    O ensino de alunos em escola especial: analisando como o professor ensina
    Andréia Schmidt · III Congresso Ibero-Americano de Educação Especial · Gráfica e Editora Qualidade · Foz do Iguaçu

Produção técnica

43 registros
7 de 7 itens
  • 2019
    Parecer ad hoc de pedido de auxílio regular à pesquisa
    Andréia Schmidt · Parecer para pedido de financiamento de pesquisa
  • 2012
    Parecerista ad hoc de pedido de auxílio regular à FAPESP
    Andréia Schmidt · Análise de pedido de concessão de auxílio regular à pesquisa à Fapesp
  • 2011
    Aprendizagem da relação nome-objeto por exclusão em crianças de diferentes faixas etárias
    Andréia Schmidt · Relatório técnico de auxílio regular à pesquisa, concedido pela Fapesp
  • 2009
    Parecerista ad hoc na avaliação de manuscrito submetido para a revista ?Revista Brasileira de Análise do Comportamento/Brazilian Journal of Behavior Analysis?
    Andréia Schmidt · Parecerista na avaliação de manuscrito subm,etido para publicação
  • 2008
    Parecerista ad hoc na avaliação de manuscrito submetido para a revista ?Acta Comportamentalia?
    Andréia Schmidt · Parecerista na avaliação de manuscrito submetido para publicação
  • 2007
    Parecerista de trabalhos submetidos à XXXVII Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia
    Andréia Schmidt · Avaliação de trabalhos submetidos para apresentação no evento
  • 2006
    Parecerista ad hoc na avaliação de manuscrito submetido para a revista ?Psicologia: Teoria e Pesquisa
    Andréia Schmidt · Parecer sobre manuscrito submetido para publicação

Prêmios e títulos

13 registros
  • 2022
    3o lugar no Prêmio Carolina Bori de melhor pôster na 52a Reunião Anual de Psicologia
    Sociedade Brasileira de Psicologia
  • 2019
    Professora homenageada da 52a turma de Psicologia da FFCLRP - USP
    Universidade de São Paulo
  • 2019
    1o lugar na mostra de painéis no XXVIII Encontro da ABPMC
    Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental - ABPMC
  • 2018
    Professora homenageada da 51a turma de formando em Psicologia da FFCLRP - USP
    Universidade de São Paulo
  • 2017
    1º lugar na mostra de painéis do XXVI Encontro da ABPMC com o trabalho
    Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental
  • 2016
    Paraninfa da 49ª turma de Psicologia da FFCLRP - USP
    Formandos da 49ª turma de Psicologia FFCLRP-USP
  • 2015
    Professora homenageada pela Turma 48 do curso de Psicologia - FFCLRP
    Formandos do curso de Psicologia - FFCLRP USP
  • 2006
    Paraninfa
    Formandos do curso de Psicologia da Universidade do Contestado
  • 2006
    Nome de turma
    Formandos do curso de Psicologia do UnicenP
  • 2005
    Professora homenageada
    formandos do curso de Psicologia do UnicenP
  • 2005
    Professora homenageada
    formandos do curso de Psicologia da Universidade do Contestado
  • 2004
    Professora homenageada
    formandos do curso de Psicologia da Universidade do Contestado
  • 2002
    Professora homenageada
    formandos do curso de Psicologia da UFPR
Fonte dos dadosCurrículo Lattes · CNPqCurrículo atualizado em 03122025Ver no Lattes