Resumo biográfico
Psicóloga graduada pela Universidade Federal do Paraná (1993), com Mestrado em Educação Especial (Educação do Indivíduo Especial) pela Universidade Federal de São Carlos (1999) e Doutorado em Psicologia (Psicologia Experimental) pela Universidade de São Paulo (2004). Atualmente é professora associada do Departamento de Psicologia da Universidade de São Paulo, campus Ribeirão Preto, e orientadora de mestrado e doutorado no Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia na Universidade de São Paulo. Pesquisadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia sobre Comportamento, Cognição e Ensino. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Psicologia (gestão 2022-2023), da qual já fez parte como membro da diretoria em gestões anteriores (tesoureira e secretária geral). Atualmente é coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia. Tem experiência como pesquisadora nos seguintes temas: controle instrucional, aprendizagem relacional, comportamento simbólico, comportamento verbal e análise do comportamento. Tem desenvolvido estudos com crianças pré-escolares e idosos saudáveis e com transtornos neurocognitivos.
Indicadores
Áreas de atuação
03 registros- Ciencias HumanasPsicologia
- Ciencias HumanasPsicologiaPsicologia Experimental
- Ciencias HumanasPsicologiaPsicologia do Desenvolvimento Humano
Formação acadêmica
05 registros- 2000 – 2004DoutoradoConcluídoPsicologia (Psicologia Experimental) · Universidade de São Paulo“Controle instrucional e equivalência de estímulos”Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
- 1997 – 1999MestradoConcluídoEducação Especial (Educação do Indivíduo Especial) · Universidade Federal de São Carlos“O ensino de alunos em escola especial: analisando como o professor ensina e propondo material para capacitação”Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
- 1994 – 1996EspecializaçãoConcluídoPsicologia Clínica Abordagem Comportamental · Universidade Federal do ParanáOrientação: Paula Inês Cunha Gomide
- 1989 – 1993GraduaçãoConcluídoPsicologia · Universidade Federal do Paraná
- Livre-docênciaConcluídoLivre-docência · Universidade de São Paulo
Idiomas
01 registro| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Inglês | Bem | Razoável | Razoável | Bem |
Atuação profissional
30 registros- 2024 – presenteVínculo atualSociedade Brasileira de PsicologiaLivreColaborador2h/sem
- 2024 – presenteVínculo atualACTA COMPORTAMENTALIALivreLivre
- 2024 – presenteVínculo atualJOURNAL OF THE EXPERIMENTAL ANALYSIS OF BEHAVIORLivreLivre
- 2023 – presenteVínculo atualEuropean Journal of Behavior AnalysisLivreLivre
- 2021 – 2023Sociedade Brasileira de PsicologiaLivreColaborador5h/sem
- 2021 – presenteVínculo atualPSYCHOLOGICAL RECORDLivreLivre
- 2020 – 2021Sociedade Brasileira de PsicologiaLivreLivre5h/sem
- 2020 – presenteVínculo atualEstudos de Psicologia (Campinas)LivreLivre
- 2020 – presenteVínculo atualREVISTA CEFAC (ONLINE)LivreLivre
- 2018 – presenteVínculo atualARQUIVOS BRASILEIROS DE PSICOLOGIALivreLivre
- 2018 – presenteVínculo atualPSYCHOLOGY & NEUROSCIENCE (ONLINE)LivreLivre
- 2018 – presenteVínculo atualPsicologia Ciência e ProfissãoLivreLivre
- 2017 – 2017Multidisciplinary Journal of Educational ResearchLivreLivre
- 2017 – presenteVínculo atualJOURNAL OF THE EXPERIMENTAL ANALYSIS OF BEHAVIORLivreLivre
- 2016 – 2019Sociedade Brasileira de PsicologiaLivreLivre2h/sem
- 2014 – presenteVínculo atualPsicologia: Teoria e Pesquisa (Brasília. Online)LivreLivre
- 2014 – presenteVínculo atualPsicologia: Teoria e Prática (Impresso)LivreLivre
- 2014 – presenteVínculo atualPAIDÉIA (USP. ONLINE)LivreLivre
- 2012 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloLivreLivre
- 2012 – presenteVínculo atualPsicologia: Reflexão e Crítica (UFRGS. Impresso)LivreLivre
- 2011 – presenteVínculo atualPaidéia (USP. Ribeirao Preto. Impresso)LivreLivre
- 2011 – presenteVínculo atualInteração em psicologia (Online)LivreLivre
- 2011 – presenteVínculo atualRevista Brasileira de Análise do ComportamentoLivreLivre
- 2011 – presenteVínculo atualActa ComportamentaliaLivreLivre
- 2010 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloLivreServidor Publico40h/sem
- 2010 – 2014Acta ComportamentaliaLivreLivre
- 2009 – 2010RUBS (Curitiba)LivreLivre
- 2007 – presenteVínculo atualRevista Brasileira de Análise do ComportamentoLivreLivre
- 2001 – 2010Centro Universitário PositivoLivreCeletista40h/sem
- 1996 – 1999Universidade do Vale do ItajaíLivreCeletista10h/sem
Projetos
13 registros- Em andamento2024 – presentePesquisaPesquisa
Exposição de crianças pré-escolares a telas: Aspectos gerais e correlação com diferentes domínios que afetam a aprendizagem
A exposição e o uso de telas por crianças têm se tornado uma preocupação em todo o mundo, especialmente depois do advento dos dispositivos móveis (e.g., tablets e smatphones), que facilitam o acesso a múltiplas mídias digitais, muitas vezes sem monitoramento de um adulto. Crianças pré-escolares (com desenvolvimento típico ou não) são as mais vulneráveis, mas sabe-se pouco sobre os efeitos desse uso em diferentes domínios do desenvolvimento nessa faixa etária. No Brasil, há um número reduzido de pesquisas sobre esse tema, e a maioria delas é feita por formulários online, que se restringe a famílias de maior renda e com acesso pleno à internet. O objetivo geral desta pesquisa é levantar informações sobre o uso/exposição a telas por crianças pré-escolares, com desenvolvimento típico e com diagnóstico de DI e TEA, seus pais e professores. Além disso, pretende-se identificar correlações entre a quantidade e o contexto do uso de telas, em contextos familiar e escolar, o desenvolvimento da linguagem e o engajamento escolar de crianças pré-escolares com desenvolvimento típico. Participarão 600 responsáveis (pais, mães ou avós) de crianças de 0 a 71 meses, sendo 500 de crianças com desenvolvimento típico e 100 de crianças com diagnóstico de Deficiência Intelectual ou Transtorno de Espectro Autista, matriculadas em escolas públicas e particulares; 300 crianças de 24 a 71 meses com desenvolvimento típico; 50 professores de Educação Infantil de escolas públicas e particulares. Os responsáveis responderão um questionário sobre o uso (próprio e da criança) de telas. Os professores responderão um questionário sobre o próprio uso de telas e sobre esse uso no seu trabalho cotidiano com as crianças. Trezentas crianças serão avaliadas quanto ao seu desenvolvimento da linguagem e, destas, 50 serão filmadas em atividades escolares (narração de uma história e interação livre com os colegas) a fim de avaliar o seu engajamento em atividades escolares. Uma análise exploratória de dados caracterizará quanto e como as crianças utilizam tecnologias digitais em suas casas e na escola, com comparações sobre o tempo e a forma de uso (em casa e na escola; famílias com diferentes rendas e escolaridades; diferentes faixas etárias de crianças; e escolas públicas e privadas). Serão desenvolvidos dois modelos de regressão linear múltipla, tendo como variáveis explicadas o desempenho das crianças com desenvolvimento típico nos testes de linguagem e o engajamento na escola.
EquipeAndréia Schmidt (Responsável), Cláudia Lucia Menegatti, CAMILA DOMENICONI, COSTA, ALINE R. A., Priscila Benitez, Claudia Daiane Batista Bettio, Ana Julia do Nascimento Silva, Caroline Fitzpatrick +1 integrantes
- Em andamento2019 – presentePesquisaPesquisa
Efeitos do envelhecimento sobre processos comportamentais, cognitivos e sociais
O aumento da população mais velha (acima de 65 anos) tem sido documentado no mundo todo e estima-se que até 2015 a porcentagem de idosos irá aumentar de 12% para 22%. Parte desse grupo de pessoas consegue manter boas condições sociais e de saúde, mantendo sua independência e autonomia até idades avançadas, Outra parcela, porém, apresenta declínio físico e cognitivo, o que aumenta as demandas no âmbito da saúde, especialmente no que se refere a doenças crônicas e progressivo estado de dependência, exigindo, além de terapêuticas medicamentosas adequadas, intervenções em âmbito comportamental. As demências, como a Doença de Alzheimer, são consideradas Transtornos Neurocognitivos, cuja característica é a deterioração progressiva de habilidades cognitivas (como memória, atenção linguagem e funções executivas), que afetam severamente a qualidade de vida dessas pessoas e de seus cuidadores. Observa-se a necessidade de se compreender os efeitos do envelhecimento biológico sobre o funcionamento cognitivo e social dos indivíduos para que sejam desenvolvidas estratégias de intervenção, tanto para as pessoas que envelhecem de forma ativa, como para aqueles que apresentam transtornos neurocognitivos e seus familiares. Esse projeto atuará em três frentes, com os seguintes objetivos: (1) Investigar se, e como, o processo de envelhecimento biológico afeta o desempenho dos indivíduos em tarefas ditas cognitivas, que demandem flexibilidade comportamental, processos de ressurgência, cognição social, dentre outros; (2) Desenvolver estratégias de intervenção junto a pessoas com diagnóstico de transtorno neurocognitivo menor e maior, resultantes do processo de envelhecimento, focalizando especialmente a estimulação e recuperação de repertórios verbais, de memória e atencionais, em uma perspectiva funcional; (3) Desenvolver estratégias de intervenção para cuidadores informais de pessoas com diagnóstico de demência, com foco no manejo de problemas de comportamento.
EquipeAndréia Schmidt (Responsável), Yara Luana Pereira da Silva, LUCAS CARDOSO MANFREDO, MARYAM FURLAN AYOUB, FELIPE DOS REIS XAVIER MONTEIRO
- Em andamento2017 – presentePesquisaPesquisa
INSTITUTO NACIONAL DE CIENCIA E TECNOLOGIA SOBRE COMPORTAMENTO, COGNIÇÃO E ENSINO: APRENDIZAGEM RELACIONAL E COMPORTAMENTO SIMBÓLICO
Descrição: Esta é uma proposta de continuidade do atual Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia sobre Comportamento, Cognição e Ensino (INCT-ECCE). O atual INCT-ECCE é um grupo de pesquisadores multi-institucional e multidisciplinar que vem se mantendo ativo por quase duas décadas, tendo sido previamente financiado pelo programa PRONEX (Programa de Apoio a Grupos de Excelência). As pesquisas do Instituto têm enfocado a análise comportamental do funcionamento simbólico, com base no Paradigma de Equivalência de Estímulos (do inglês, SEP). O SEP define relações simbólicas como relações de equivalência entre estímulos, de forma que estímulos equivalentes podem se substituir uns aos outros e, portanto, levanta a possibilidade de se simular a aquisição de função simbólica por estímulos arbitrários. É então possível examinar como os estímulos arbitrários se tornam símbolos e adquirem significado e, adicionalmente, é possível investigar variáveis relacionadas a esse processo. O SEP também torna possível estabelecer ou melhorar repertórios simbólicos, particularmente (mas não só) quando há deficiência nesse funcionamento. O Instituto proposto continuará este trabalho com o principal objetivo de desenvolver programas de ensino ou intervenção para três principais tipos de repertório simbólico: linguagem, competências sociais e habilidades acadêmicas (com foco em alfabetização, matemática, segunda língua e música). Esse é um esforço em andamento e se espera que, durante a vigência do Instituto proposto, os programas já desenvolvidos aumentem em eficiência e atratividade, além de atingirem maior parcela da população, e que novos programas sejam desenvolvidos e cientificamente avaliados. Esses programas enfocam desafios relacionados a populações (particularmente crianças) com atraso no desenvolvimento de alguns repertórios simbólicos. Os principais desafios enfrentados serão os atrasos ou limitações de repertório simbólico devidos a: transtornos do espectro do autismo, distúrbios de comunicação, deficiência intelectual, déficit visual ou auditivo, implante coclear e desempenho escolar insuficiente. Outra população alvo enfocada pelo Instituto é a de crianças pequenas (12 a 36 meses): mesmo quando não apresentam qualquer atraso ou transtorno de desenvolvimento, seu repertório e condições motivacionais configuram considerável desafio para programas de pesquisa e intervenção. O Instituto também continuará a conduzir pesquisa básica sobre processos subjacentes ao funcionamento simbólico de forma geral. Espera-se que a pesquisa básica contribua para aumentar a efetividade de programas de ensino e intervenção. A pesquisa básica continuará abordando o desenvolvimento de relações de equivalência e seus precursores, particularmente o controle de estímulos e a aprendizagem relacional. Comportamento de observação, como pré-requisito para aprendizagem, será também um dos focos principais. Programas de ensino e intervenção terão muito a ganhar com a pesquisa básica de variáveis que influenciam a observação dos estímulos, o controle de estímulos e a aprendizagem relacional. Tanto a pesquisa básica quanto a aplicada farão uso da tecnologia assistiva que tem se tornado economicamente acessível e progressivamente poderosa, e que pode, atualmente, tornar laboratórios científicos mais efetivos e informativos, além de apoiar aplicações dessa ciência para superar ou contornar desafios aos quais nossos programas são dirigidos. Enquanto processos e repertórios simbólicos têm seu interesse intrínseco, nossa principal preocupação passou a ser o grau no qual os repertórios-alvo contribuem para a solução de problemas da sociedade. Espera-se que os programas desenvolvidos pelo Instituto aumentem gradualmente em escala, atingindo progressivamente amostras maiores de aprendizes.
EquipeAndréia Schmidt, Deisy G de Souza (Responsável), Julio Cesar Coelho de Rose, Lidia Postalli, Maria Stella de Alcântara Gil, Elenice Seixas Hanna, Ana Claudia Moreira Almeida Verdu, João dos Santos Carmo +14 integrantes
- Em andamento2016 – presentePesquisaPesquisa
O desenvolvimento de repertório verbal por crianças no contexto da Educação Infantil
O desenvolvimento de repertórios verbais depende, tanto de variáveis biológicas, quanto sociais. Muitas pesquisas têm destacado o papel de interações das crianças com os adultos de sua comunidade verbal e, para crianças que vivem em um contexto de risco para o desenvolvimento desses repertórios, a escola é um espaço fundamental para que elas os desenvolva. Por isso, o papel da formação de professores de educação infantil tem sido enfatizado por pesquisas, mas algumas dessas iniciativas não verificam seus efeitos sobre o comportamento verbal dos alunos e não acompanham os resultados sobre o comportamento do professor em sala de aula. O objetivo deste projeto será: (a) descrever, a partir de metodologia observacional e de entrevistas, as interações entre professores e seus alunos no contexto da Educação Infantil, identificando as condições dispostas pelos professores que favorecem o desenvolvimento de repertório verbal pelos seus alunos; (b) avaliar uma forma de intervenção com professores de educação infantil, discutindo com eles o planejamento e a aplicação de estratégias para o desenvolvimento de repertórios verbais, com base nos princípios do Desenho Universal para a Aprendizagem, e verificar os efeitos dessa intervenção sobre os repertórios de falante e de ouvinte dos alunos.
EquipeAndréia Schmidt (Responsável), Ana Carolina Miranda, Claudia Daiane Batista Bettio, Caroline Vieira Pacheco Braga
- Concluído2014 – 2016PesquisaExtensao
Programa de estimulação de fala em sala de aula
O objetivo geral deste projeto é desenvolver e aplicar, em salas de aula de uma escola de educação infantil, atividades em grupo para o desenvolvimento e eliminação do uso produtivo de processos de fala, com foco nos processos que são adquiridos até os quatro anos de idade, envolvendo professores, auxiliares de ensino e alunos de graduação dos cursos de Psicologia e Fonoaudiologia. O envolvimento dos professores e auxiliares de ensino diz respeito não apenas à participação destes em um momento inicial do projeto, quando serão conduzidos encontros para a discussão do desenvolvimento de linguagem em crianças pré-escolares e o papel da escola nesse desenvolvimento, mas também em oficinas semanais em que serão discutidas as estratégias de estimulação a serem empregadas com o envolvimento direto das professoras e suas auxiliares. Os objetivos específicos do projeto são: a) obter dados de triagem do inventário fonológico de crianças com 4 e 5 anos de idade que frequentam a educação infantil de uma escola de educação infantil; b) desenvolver e aplicar uma adaptação da Terapia de Ciclos (Hodson & Paden, 1983) e da Terapia de Ciclos Modificada (Tyler, Edwards, & Saxman, 1987) para grupos em sala de aula, com base em procedimentos de ensino desenvolvidos para este projeto; c) verificar a eficácia de um programa de estimulação em grupos para eliminação do uso produtivo de processos de fala; d) estabelecer de forma efetiva atividades dentro da sala de aula com o objetivo de desenvolver a linguagem infantil; e) promover de forma lúdica um ambiente de estimulação em grupo dentro da sala de aula; f) desenvolver um trabalho multidisciplinar integrado voltado ao desenvolvimento infantil dentro da sala de aula; g) promover uma discussão com professores e auxiliares de ensino sobre padrões de normalidade de fala e desenvolvimento da linguagem infantil em crianças na primeira infância, por meio de um trabalho integrado em reuniões (grupos de discussão e palestras) e oficinas, das quais participem não apenas a equipe do projeto, mas também os próprios professores e auxiliares das classes participantes.
EquipeAndréia Schmidt (Responsável), Sabrina Roberta de Oliveira, Julia Fonseca, Ana Paula Fonte Silva, Fernanda Marques Rezende
- Concluído2014 – 2021PesquisaPesquisa
Comparação do desempenho de ratos machos e fêmeas em tarefas de escolha e em tarefas de aprendizagem
O comportamento de escolha vem sendo estudado desde a década de 1960, tanto em modelos animais como com participantes humanos. Variáveis como a quantidade e a probabilidade de reforço em cada alternativa têm sido exaustivamente investigadas, mas variáveis biológicas, como o sexo ou o estado nutricional dos animais, tem recebido menos atenção dos pesquisadores. O objetivo desse projeto é investigar se o comportamento de escolha, especialmente aquele que envolve risco, é afetado pelo sexo do animal e/ou por seu estado nutricional. Além disso, pretende-se verificar se a aprendizagem de machos e fêmeas é afetada em situações envolvendo estresse crônico e agudo.
EquipeAndréia Schmidt (Responsável), Sara Tamiris Cirilo, Vinicius Warisaia, Vitor Pansarim
- Em andamento2013 – presentePesquisaPesquisa
Equivalência de estímulos e recuperação de repertório verbal em idosos com afasia, déficits cognitivos e indicativos de demência
Os idosos representam um grupo crescente, demandando, cada vez mais, o planejamento de estratégias de atendimento e cuidado às suas necessidades. Alterações de saúde durante o envelhecimento podem causar declínios de diversos sistemas orgânicos. Entre os mais graves e incapacitantes em longo prazo estão os acidentes vasculares cerebrais e as demências, que podem causar alterações graves de linguagem, como as afasias. Analistas do comportamento têm desenvolvido, ao longo das últimas décadas, procedimentos bem-sucedidos de ensino de repertórios verbais para populações clínicas de diferentes idades e níveis de desenvolvimento. Tais procedimentos empregam estratégias de ensino de discriminações condicionais para formação de classes de equivalência entre estímulos verbais e visuais. O presente projeto prevê estudos, a serem conduzidos com idosos com diagnóstico de Afasia de Broca, Afasia Transcortical Sensitiva, perdas cognitivas e indicativos de Demência de Alzheimer. O objetivo geral do projeto é testar estratégias de ensino/recuperação de classes de estímulos envolvendo estímulos auditivos e visuais, com pessoas com perda cognitiva, indicativos de Demência de Alzheimer e pessoas com diagnóstico de Afasia (Broca e Transcortical Sensitiva). De modo geral, pretende-se ensinar para esses diferentes grupos discriminações condicionais envolvendo substantivos e verbos ditados, e seus referentes (palavras escritas, figuras, fotos, vídeos e objetos tridimensionais). Em seguida, será testada a formação de classes de equivalência entre esses estímulos e a manutenção dessas classes ao longo do tempo. Além disso, diferentes estratégias de recuperação de relações entre estímulos verbais e estímulos auditivos serão testadas com idosos (spaced retrieval, fading out, pareamento auditivo-visual, etc), com vistas a desenvolver intervenções junto a idosos acometidos por transtornos neurocognitivos. Derivações desse projeto referem-se à investigação de variáveis relacionadas às dificuldades de cuidado de idosos acometidos por transtornos neurocognitivos, que se desdobrarão em novos projetos de pesquisa.
EquipeAndréia Schmidt (Responsável), Mariana Ducatti de Almeida, Sabrina Roberta de Oliveira, Flávia Figel, Marina Ribeiro Camara, Maria Claudia Ristum, Sofia Orsini, Raísa Abrantes Penna +2 integrantes
- Concluído2012 – 2019PesquisaPesquisa
Aprendizagem de vocabulário por crianças a partir da leitura compartilhada de livros
A leitura compartilhada de histórias é uma atividade que produz efeitos positivos na aprendizagem de vocabulário por crianças de diferentes faixas etárias. Esse aumento de vocabulário tem repercussões importantes sobre o desempenho acadêmico das crianças, o que justifica esforços no sentido de compreender as variáveis implicadas na atividade e que favorecem essa aprendizagem. O objetivo geral deste projeto é investigar um conjunto de variáveis que podem favorecer a aprendizagem de palavras em situação de leitura compartilhada de histórias, para crianças de diferentes idades e condições de desenvolvimento. Além disso, pretende-se verificar os efeitos de uma intervenção sobre o uso de estratégias de leitura de histórias por professores de educação infantil na sua prática de leitura e sobre o vocabulário das crianças.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAndréia Schmidt (Responsável), Fernanda Pires Garcia, Aline Melina Vaz, Camila Bonagamba, Letícia Melo de Paulo, Ana Carolina Miranda, Ana Beatriz Schiavon
- Concluído2011 – 2015PesquisaPesquisa
Responder por exclusão em ratos Wistar
Responder por exclusão é a seleção de uma alternativa correta pela exclusão lógica de outras alternativas em potencial. Tal repertório é bem documentado em humanos, desde crianças muito jovens até idosos, com ou sem problemas de desenvolvimento. Os estudos com não humanos, porém, ainda são recentes e têm esbarrado em dificuldades metodológicas de várias ordens. Estudos recentes descrevem a capacidade de alguns mamíferos (cães e macacos) e aves (pombos) responderem por exclusão e destacam a necessidade de esforços no desenvolvimento de metodologias adequadas para a investigação deste fenômeno em animais não humanos. Este tipo de resposta ainda não foi documentada em ratos Wistar e o objetivo do presente estudo é verificar sua ocorrência em animais dessa espécie em tarefas de discriminação visual simples simultânea e em discriminações condicionais envolvendo estímulos visuais.
EquipeAndréia Schmidt (Responsável), Matheus Felipe de Souza
- Concluído2010 – 2016PesquisaPesquisa
Aprendizagem da relação nome-objeto por exclusão em crianças de diferentes faixas etárias
O responder por exclusão, também referido como mapeamento rápido por autores da Psicolinguística, é um padrão consistente de comportamento pelo qual a criança, quando exposta a um conjunto de objetos familiares (já relacionados a nomes) e um objeto desconhecido, tende a selecionar o objeto desconhecido diante de um nome novo (nome que não tenha sido antes relacionado a qualquer outro objeto). Ou seja, a criança tende a relacionar o nome desconhecido ao objeto não familiar, o que parece ser um processo básico subjacente à aquisição de vocabulário. Muitos dados da literatura mostram, porém, que essa relação demonstrada pela criança não necessariamente se mantém após o episódio inicial de responder por exclusão. Pesquisas de diferentes orientações teóricas sobre o tema relatam uma variabilidade grande nos resultados de aprendizagem dos participantes e essa variabilidade é atribuída por muitos autores à idade das crianças ou a variáveis de procedimento na condução dos experimentos. Os objetivos deste projeto são: a) verificar, em uma amostra de 80 crianças de diferentes faixas etárias (entre 18 e 48 meses), se a aprendizagem da relação nome-objeto em uma tentativa pode estar relacionada à idade; b) verificar, nas crianças dessa mesma amostra que não apresentaram aprendizagem da relação nome-objeto em uma tentativa, quantas exposições a essa relação são necessárias para que ocorra a aprendizagem; c) verificar o efeito de duas variáveis com potencial para produzir aprendizagem da relação nome-objeto após uma única tentativa de exclusão em crianças pequenas: a funcionalidade do objeto e a escolha, pela criança, do objeto a ser empregado nas sondas de exclusão; d) verificar a ocorrência (ou não) do responder por exclusão em crianças com atraso de linguagem.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAndréia Schmidt (Responsável), Lucas dos Santos Lotério, Geovana Figueira Gomes, Mariana Guedes de Oliveira Franco, Mariana Antoniazzi, Julia Fonseca, Julia Ribeiro, Alana Cristine Durelli Brunini Malerbo +1 integrantes
- Concluído2009 – 2016PesquisaPesquisa
INSTITUTO NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA SOBRE COMPORTAMENTO, COGNIÇÃO E ENSINO
O INCT reúne pesquisadores da UFSCar, USP, UnB, UNESP, UFPA e UMMS (EUA) e focaliza ciência e tecnologia comportamental sobre o funcionamento simbólico e seus déficits, particularmente em crianças (e.g. habilidades disfuncionais de comunicação, desenvolvimento atrasado de linguagem devido a surdez congênita, fracasso em leitura e matemática, etc). Progresso substancial foi feito no desenvolvimento de modelos de laboratório de funcionamento simbólico e seus precursores (incluindo modelos animais) e no desenvolvimento de metodologia para 1) avaliação e remediação de déficits de comunicação simbólica em crianças com surdez congênita ou adquirida, 2) aplicação em intervenções precoces com bebês e crianças pequenas (com ou sem distúrbios neuro-desenvolvimentais), 3) prevenção e remediação de déficits em leitura, escrita e matemática. Expandindo a abrangência de investigações sobre dimensões do funcionamento simbólico (com uma população mais ampla e diversificada de crianças com déficits em funcionamento simbólico) o principal objetivo de pesquisa é a análise científica do funcionamento simbólico e seus determinantes, incluindo, mas não se limitando a: (1) identificação das condições necessárias e suficientes para o desenvolvimento de funcionamento simbólico apropriado à idade; (2) desenvolvimento / refinamento de procedimentos para lidar com a variabilidade inter-individual em procedimentos educacionais ou terapêuticos para melhorar o funcionamento simbólico e lidar prosteticamente com déficits de função simbólica; (3) investigação e desenvolvimento de metodologia para estabelecer o funcionamento simbólico. Outros objetivos incluem suporte para acelerar o desenvolvimento profissional de jovens cientistas do grupo, formar novos mestres e doutores na área e disseminar resultados para cientistas de áreas afins, profissionais em saúde e educação e para o público geral. O programa de pesquisa terá três componentes principais: Ciência Básica, Translacional e Aplicada.
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAndréia Schmidt, Deisy G de Souza (Responsável), Julio Cesar Coelho de Rose, Maria Marta Hübner, Maria Stella de Alcântara Gil, CAMILA DOMENICONI, Olavo de Faria Galvão, Elenice Seixas Hanna +17 integrantes
- Concluído2000 – 2009PesquisaPesquisa
Indivíduos com deficiência: da escolarização à inserção no mercado de trabalho
A despeito das políticas nacionais para inclusão de pessoas com deficiência na escola e no ambiente laboral, muitas são as dificuldades para que esses objetivos sejam, de fato, alcançados. Especificamente em relação à inserção no mercado de trabalho, parece haver dificuldades, tanto do ponto de vista das empresas, quanto do ponto de vista do indivíduo com deficiência e da escola (regular ou especial). Os objetivos deste projeto são: (a) identificar as principais dificuldades para a inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho do ponto de vista de empresas, escolas regulares e escolas especiais; (b) verificar os efeitos de uma intervenção sobre uma criança com deficiência institucionalizada para aumentar seu repertório geral, com vistas à sua inserção em uma instituição escolar.
EquipeAndréia Schmidt (Responsável), Janine Plaça Araujo, Iasmin Zanchi Boueri, Juliana Ribas Sartori, Ana Paula FRARESSO, Larissa Schikovski Angonese
- Concluído2000 – 2010PesquisaPesquisa
Variáveis envolvidas no controle instrucional
O controle instrucional é a função mais importante do comportamento verbal. Desde o final da década de 1960, analistas do comportamento já notavam a importância do controle verbal sobre o comportamento dos indivíduos, mas o estudo do controle instrucional se intensificou a partir do final da década de 1980. Duas questões relevantes para a compreensão do controle instrucional referem-se ao papel da formação de classes de estímulos envolvendo as palavras componentes de instruções orais (ou escritas) e seu valor explicativo para se compreender o ?significado? de instruções; e em que condições a correspondência ou não entre a instrução e o arranjo das contingências em vigor podem produzir o seguimento de instruções. Este projeto tem por objetivos: (a) verificar se a formação de classes de equivalência entre palavras ditadas e estímulos visuais (icônicos e indefinidos) sustenta o seguimento de instruções novas por crianças pré-escolares; e (b) verificar se o controle por instruções em crianças de diferentes idades é afetado pela correspondência (ou não) entre a instrução e as contingências de reforço em situação natural.
EquipeAndréia Schmidt (Responsável), DHAYANA INTHAMOSSU VEIGA, Kátia Daniele Biscouto, Letícia Degraf Rosas, Simone Rezzadori
Produção bibliográfica
132 registros- 2016Language stimulation in class groupsSabrina Roberta Oliveira Fontanesi; Gabriella Fernandes Rego; Julia Fonseca; Anita Marzolla Gutierres de Lima; Mariana Alves Nogueira; Andréia Schmidt · 30th World Congress of the International Association of Logopedics and Phoniatrics · Dublin - Irlanda do Norte
- 2016Stimulus equivalence and teaching by exclusion of verbs and nouns to elderly people wih fluent and nonfluent aphasiaSabrina Roberta Oliveira Fontanesi; Andréia Schmidt · 30th World Congress of the International Association of Logopedics and Phoniatrics · Dublin - Irlanda
- 2015Responder por exclusão em crianças com atraso de linguagemJulia Fonseca; Andréia Schmidt · 45ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Belo Horizonte
- 2015Comportamento de Escolha em Alternativas com Diferentes Proporções de Reforço em Ratos WistarVinicius Warisaia; Edson Massayuki Huziwara; Andréia Schmidt · 45ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Belo Horizonte
- 2015Machos e fêmeas sprague dawley em diferentes condições nutricionais: diferença na duração de sessõesSara Tamiris Cirilo; Fernando Sérgio Zucoloto; Andréia Schmidt · XXIV Encontro Brasileiro de Psicologia e Medicina Comportamental · São Paulo
- 2015Responder por exclusão em crianças com atraso de linguagemJulia Fonseca; Andréia Schmidt · XXIV Encontro Brasileiro de Psicologia e Medicina Comportamental · São Paulo
- 2015Emergência de nomeação após um procedimento de ensino de texturas por exclusãoAlana Cristine Durelli Brunini Malerbo; Andréia Schmidt · XXIV Encontro Brasileiro de Psicologia e Medicina Comportamental · São Paulo
- 2015Aprendizagem de relações nome-figura e leitura compartilhada de histórias em crianças de 5 anosLetícia Melo de Paulo; Aline Melina Vaz; Andréia Schmidt · XXIV Encontro Brasileiro de Psicologia e Medicina Comportamental · São Paulo
- 2015Responder por exclusão na aprendizagem de palavra por crianças com síndrome de Down, no contexto de leitura compartilhadaCamila Bonagamba; Andréia Schmidt · 45ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Belo Horizonte
- 2014Applied analysis of behavior and family empowerment: a case studyIasmin Zanchi Boueri; Andréia Schmidt; DHAYANA INTHAMOSSU VEIGA · Embracing Inclusive Approaches for Children and Youth with Special Education Needs Conference · University of Minho. Research Center on Education (CIEd)/Institute of Education · ISBN 978-989-8525- · Braga, Portugal
- 2014Aquisição de vocabulário em bebês a partir do procedimento de introdução sucessiva de estímulosJulia Ribeiro; Andréia Schmidt · 44ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Ribeirão Preto
- 2014Aquisição de vocabulário e leitura de livros: Um estudos com crianças de 3 anosFernanda Pires Garcia; Andréia Schmidt · 44ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Ribeirão Preto - SP
- 2014Ensino de adjetivos para crianças com o uso de pista contextualAlana Cristine Durelli Brunini Malerbo; Andréia Schmidt · 44ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Ribeirão Preto - SP
- 2014Aprendizagem de vocabulário por crianças pequenas em procedimentos de leitura compartilhadaAndréia Schmidt · 44ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Ribeirão Preto - SP
- 2014Considerações metodológicas sobre o seguimento de instruções em um procedimento de operante livre com criançasDHAYANA INTHAMOSSU VEIGA; Andréia Schmidt · 44ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Ribeirão Preto - SP
- 2013Leitura compartilhada de histórias para crianças de 3 anos e a aprendizagem incidental de vocabulárioAline Melina Vaz; Andréia Schmidt · XXXI Encontro Anual de Etologia e IV Simpósio Latinoamericano de Etologia · São Paulo
- 2013Análise do desempenho de idosos institucionalizados e não institucionalizados em itens de avaliação dos testes Mini-Exame do Estado Mental (MEEM) e Montreal Cognitive Assessmente (MoCA)Mariana Ducatti de Almeida; Andréia Schmidt · IV Colóquio Internacional de Gerontologia · ISBN 00766046 · Ribeirão Preto - SP
- 2013O desempenho de ratos Wistar, desnutridos e controles, em tarefa operante sob diferentes esquemas de reforçamentoEdson Mello da Silva; Sara Tamiris Cirilo; Paula O. Mora; Andréia Schmidt · XXXIV Interamerican Congresso of Psychology · Brasília - DF
- 2013Topografia da resposta de observação pode facilitar o desempenho de ratos em tarefas de emparelhamento ao modeloEdson Mello da Silva; Sebastião de Sousa Almeida; Andréia Schmidt · XXXIV Interamerican Congresso of Psychology · Brasília - DF
- 2012Intituição de acolhimento para pessoas com deficiência intelectual e análise de contingências: um estudo de casoIasmin Zanchi Boueri; Andréia Schmidt; MARIA AMÉLIA ALMEIDA · XXI Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Curitiba - PR
- 2012Responder por exclusão em ratos WistarMatheus Felipe de Souza; Andréia Schmidt · XXI Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Curitiba - PR
- 2011Responder por exclusão em crianças de 36 a 72 meses em uma situação de brincadeiraAline Roberta Aceituno da Costa; Andréia Schmidt; CAMILA DOMENICONI · 41ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Belém - PA
- 2011Manipulações experimentais da situação de aprendizagem por exclusão da relação nome-objetoGeovana Figueira Gomes; Andréia Schmidt · 19º Simpósio de Iniciação Científica da USP · São Paulo - SP
- 2011Aprendizagem da Relação Nome-Objeto, a partir do Responder por Exclusão, em crianças de 31 a 48 mesesLucas dos Santos Lotério; Andréia Schmidt · 19° Simpósio de Iniciação Científica da USP · São Paulo- SP
- 2011Aprendizagem da relação nome-objeto em uma tentativa de exclusão: a funcionalidade do objeto como variável relevanteAndréia Schmidt; Geovana Figueira Gomes; Lucas dos Santos Lotério; Mariana Guedes de Oliveira Franco · 41ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Belém - PA
- 2010Desempenho de crianças sob contingências de pressão em uma tarefa de montagemAna Carloina Folador de Creddo; Anna Carolina Folador; Bianca A. Alves; Heloise Silva; Mariana D. Kampa; Andréia Schmidt · 40ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Curitiba
- 2009O adulto com deficiência intelectual: concepção de deficiência e trajetória escolarAndréia Schmidt; Larissa Schikovski Angonese · IX Congresso Nacional de Educação ? EDUCERE · ISBN 21761396 · Curitiba
- 2009Ensino da língua inglesa para crianças com e sem dificuldades de aprendizagem: Análise da mesa educacional E-BlocksAlex Paiva; Andréia Schmidt; Cláudia Lucia Menegatti · IX Congresso Nacional de Educação ? EDUCERE · ISBN 21761396 · Curitiba
- 2009Um estudo sobre o desenvolvimento de linguagem de crianças de um a cinco anos e o ambiente escolarAndréia Schmidt · XVIII Encontro da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Campinas
- 2008Procedimentos de ensino de habilidades básicas a uma criança com deficiência institucionalizadaIasmin Zanchi Boueri; Andréia Schmidt · III Congresso Brasileiro de Educação Especial · São Carlos
- 2008Grupo de orientação a mães sociais de uma instituição para pessoas com deficiênciaIasmin Zanchi Boueri; Andréia Schmidt · III Congresso Brasileiro de Educação Especial · São Carlos
- 2008Quando a pessoa com deficiência mental está preparada para o trabalho? Um estudo dos serviços de profissionalização de deficientes mentais na cidade de CuritibaJuliana Ribas Sartori; Andréia Schmidt · III Congresso Brasileiro de Educação Especial · São Carlos
- 2008O desenvolvimento de crianças de 0 a 5 anos em centros municipais de educação infantilAndréia Schmidt; Poliana Vidal; DANIEL RIBEIRO BRANCO; CAROLINA COSTA SILVA · III Congresso Brasileiro de Educação Especial · São Carlos
- 2008Seguimento do desenvolvimento de crianças de 0 a 2 anos matriculadas em centros de educação infantilAndréia Schmidt; DANIEL RIBEIRO BRANCO; Poliana Vidal; CAROLINA COSTA SILVA · III Congresso Brasileiro de Educação Especial · São Carlos
- 2008Brincando de caça ao tesouro: uma analise experimental do controle por instruçõesDHAYANA INTHAMOSSU VEIGA; Andréia Schmidt · XVII Encontro da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Campinas
- 2007Avaliação de uma suplementação alimentar rica em triptofano, ômega 3 e vitamina B6 nos sintomas fisiológicos e emocionais da Síndrome Pré-MenstrualAndré Monesi Andrade; Andréia Schmidt; Mariana Paganotto; Eda Maria Scur · XXXVII Reunião Anual de Psicologia · Florianópolis
- 2006As habilidades Sociais dos jogadores de RPGDHAYANA INTHAMOSSU VEIGA; MARCELA GODINHO BELÉM; Mariana Galesi Bueno; Andréia Schmidt · XV Encontro da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Brasília
- 2005Estratégias psicoeducacionais para crianças em situação de risco de fracasso escolarBarbara Cunha Haveroth; Ana Paula Zanardi; Andréia Schmidt; Cristiane Zevir · VII Congresso Nacional de Psicologia Escolar e Educacional · Curitiba
- 2005Leitura de histórias em quadrinhos: Estratégias para o desenvolvimento de leitura e compreensão de textosKarla Thomaz Pereira; Marília Cruz; Tereza Augusta Binder; Andréia Schmidt · VII Congresso Nacional de Psicologia Escolar e Educacional · Curitiba
- 2005Relações entre dificuldades de aprendizagem e o status social da criança no contexto escolarAndréia Schmidt; Cristiane Zevir; Joice Goveia da Rocha · VII Congresso Nacional de Psicologia Escolar e Educacional · Curitiba
- 2005Prevenção de problemas de vinculação e desenvolvimento de bebêsMarcela Benoliel; Mariana Galesi Bueno; Alice Franch; Roberta Hofius; Thaise Löhr; Maria Lucia Lupepsa +2 autores · XVIII Congresso da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil · Curitiba
- 2005Intervenção para o desenvolvimento de bebê com histórico de desnutrição: um estudo de casoLetícia Gnoato; Renata Mansur Marques; Andréia Schmidt; Cláudia Lucia Menegatti · I Congresso Brasileiro de Psicologia Clínica e da Saúde · Londrina
- 2005Projeto de estimulação de bebês: uma proposta integradora de áreas no curso de PsicologiaAndréia Schmidt; Cláudia Lucia Menegatti · XXXV Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Curitiba
- 2005Compreensão de instruções como requisito para o seguimentoLidia Postalli; Deisy das Graças de Souza; Andréia Schmidt · XXXV Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Curitiba
- 2005Analise funcional entre auto- regras sobre imagem corporal e comportamentos indicadores de vigorexiaJuliana Gavazzoni; Andréia Schmidt · XIV Encontro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Campinas
- 2005Propaganda e comportamento de escolha em crianças pré-escolaresRita Brassac; Thays Araújo; Andréia Schmidt · XIV Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Campinas
- 2004Separação mãe-filho e regras: o que as mães dizem e fazem quando seus bebês freqüentam crechesTisa Paloma Longo; Jane Carmen da Silva Machado; Maria Lucia Lupepsa; Andréia Schmidt · II International Congress of the Association for Behavior Analysis · Campinas - Brasil
- 2003Intervenção em desenvolvimento infantil: estimulação de bebêsAndréia Schmidt; Cláudia Lucia Menegatti; Felipe Riboli; Jane Carmen da Silva Machado; Maria Lucia Lupepsa; Tisa Paloma Longo · XII Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Londrina
- 2003Aprendendo a compreender instruções: uma análise do processo de aprendizagem do significado de instruções verbaisAndréia Schmidt · XII Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Londrina
- 2003Estimulação de bebês: intervenção em saúde com enfoque em prevenção primária.Andréia Schmidt; Cláudia Lucia Menegatti; Felipe Riboli; Jane Carmen da Silva Machado; Maria Lucia Lupepsa; Tisa Paloma Longo · X Encontro Nacional de Psicólogos da Área Hospitalar · São Paulo
- 2003Projeto de estimulação de bebês: uma proposta integradora de áreas no curso de PsicologiaCláudia Lucia Menegatti; Andréia Schmidt; Felipe Riboli; Jane Carmen da Silva Machado; Tisa Paloma Longo; Maria Lucia Lupepsa · XXXIII Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Belo Horizonte
- 2003Relações de equivalência e controle instrucionalLidia Postalli; Renata Y. Nakachima; Deisy das Graças de Souza; Andréia Schmidt · XXXIII Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Belo Horizonte
- 2002Controle instrucional: discussões atuaisAndréia Schmidt · XI Encontro Brsileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Londrina - PR
- 2002Extensão do paradigma de equivalência para o significado de sentenças e instruçõesAndréia Schmidt; Deisy das Graças de Souza; Maria Amélia Matos · XXXII Reunião Anual de Psicologia da Sociedade Brasileira de Psicologia · Florianópolis
- 2001Metacontingências na escola inclusivaAndréia Schmidt · X Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Campinas
- 2000Seguimento de instruções em ambiente natural: o papel das conseqüências no estabelecimento de uma classe generalizadaAndréia Schmidt; Deisy G de Souza · XXX Reunião Anual de Psicologia · Brasília
- 2000Instructional control in a natural setting: the role of consequences for rule-followingAndréia Schmidt; Deisy das Graças de Souza · V Congreso Internacional sobre conductismo y ciencias de la conducta · Xalapa
- 2000Instructional control in natural setting: the role of consequences for rule followingAndréia Schmidt; Deisy G de Souza · Quinto Congresso Internacional sobre Conductismo y Ciencias de la Conducta · Imprenta Universitária · Xalapa - México
- 1998Análise do seguimento de instruções por deficientes mentais em situação de ensinoAndréia Schmidt; Deisy G de Souza · VII Encontro da Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental · Campinas
- 1998O ensino de alunos em escola especial: analisando como o professor ensinaAndréia Schmidt · III Congresso Ibero-Americano de Educação Especial · Gráfica e Editora Qualidade · Foz do Iguaçu
Produção técnica
43 registros- 2019Parecer ad hoc de pedido de auxílio regular à pesquisaAndréia Schmidt · Parecer para pedido de financiamento de pesquisa
- 2012Parecerista ad hoc de pedido de auxílio regular à FAPESPAndréia Schmidt · Análise de pedido de concessão de auxílio regular à pesquisa à Fapesp
- 2011Aprendizagem da relação nome-objeto por exclusão em crianças de diferentes faixas etáriasAndréia Schmidt · Relatório técnico de auxílio regular à pesquisa, concedido pela Fapesp
- 2009Parecerista ad hoc na avaliação de manuscrito submetido para a revista ?Revista Brasileira de Análise do Comportamento/Brazilian Journal of Behavior Analysis?Andréia Schmidt · Parecerista na avaliação de manuscrito subm,etido para publicação
- 2008Parecerista ad hoc na avaliação de manuscrito submetido para a revista ?Acta Comportamentalia?Andréia Schmidt · Parecerista na avaliação de manuscrito submetido para publicação
- 2007Parecerista de trabalhos submetidos à XXXVII Reunião Anual da Sociedade Brasileira de PsicologiaAndréia Schmidt · Avaliação de trabalhos submetidos para apresentação no evento
- 2006Parecerista ad hoc na avaliação de manuscrito submetido para a revista ?Psicologia: Teoria e PesquisaAndréia Schmidt · Parecer sobre manuscrito submetido para publicação
Prêmios e títulos
13 registros- 20223o lugar no Prêmio Carolina Bori de melhor pôster na 52a Reunião Anual de PsicologiaSociedade Brasileira de Psicologia
- 2019Professora homenageada da 52a turma de Psicologia da FFCLRP - USPUniversidade de São Paulo
- 20191o lugar na mostra de painéis no XXVIII Encontro da ABPMCAssociação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental - ABPMC
- 2018Professora homenageada da 51a turma de formando em Psicologia da FFCLRP - USPUniversidade de São Paulo
- 20171º lugar na mostra de painéis do XXVI Encontro da ABPMC com o trabalhoAssociação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental
- 2016Paraninfa da 49ª turma de Psicologia da FFCLRP - USPFormandos da 49ª turma de Psicologia FFCLRP-USP
- 2015Professora homenageada pela Turma 48 do curso de Psicologia - FFCLRPFormandos do curso de Psicologia - FFCLRP USP
- 2006ParaninfaFormandos do curso de Psicologia da Universidade do Contestado
- 2006Nome de turmaFormandos do curso de Psicologia do UnicenP
- 2005Professora homenageadaformandos do curso de Psicologia do UnicenP
- 2005Professora homenageadaformandos do curso de Psicologia da Universidade do Contestado
- 2004Professora homenageadaformandos do curso de Psicologia da Universidade do Contestado
- 2002Professora homenageadaformandos do curso de Psicologia da UFPR
