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Perfil do docente · FFLCH

Francisco Carlos Palomanes Martinho.

Livre · História

Departamento
História

Currículo atualizado em 08/12/2025

História do Portugal ContemporâneoHistória e biografiaHistória PolíticaHistória IntelectualHistória da Direita

Cita-se como: MARTINHO, F. C. P.;MARTINHO, FRANCISCO CARLOS PALOMANES;FRANCISCO CARLOS PALOMANES MARTINHO;MARTINHO, Francisco Carlos Palomanes;MARTINHO, FRANCISCO PALOMANES

14 seções

Resumo biográfico

Professor Titular do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP); bolsista de Produtividade do CNPq desde 2004 (pesquisador 1D). Graduado em História pela Universidade Federal Fluminense - UFF (1989), mestre em História Contemporânea pela UFF (1994) e doutor em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (2000). Atuou como Investigador Visitante junto ao Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa entre março e agosto de 2007 e entre fevereiro e agosto de 2017. Foi professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) entre 1994 e 2010, quando se transferiu, por concurso público, para a USP. Suas pesquisas são: História e Biografia, História dos intelectuais, História da Direita e História do Portugal Contemporâneo.

Indicadores

Áreas de atuação

05 registros
  • Ciencias Humanas
    História
    História do Portugal Contemporâneo
  • Ciencias Humanas
    História
    História e biografia
  • Ciencias Humanas
    História
    História Política
  • Ciencias Humanas
    História
    História Intelectual
  • Ciencias Humanas
    História
    História da Direita

Formação acadêmica

06 registros
  1. 2007 – presentePós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Emprêsa
    Bolsa Fundação para a Ciência e a Tecnologia
  2. 2007 – 2008Pós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · Universidade de São Paulo
  3. 1994 – 2000DoutoradoConcluído
    História Social · Universidade Federal do Rio de Janeiro
    “A Bem da Nação: o Sindicalismo Corporativo Portuguguês entre a Tradição e a Moodernidade”
    Orientação: Francisco Carlos Teixeira da SilvaBolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  4. 1989 – 1994MestradoConcluído
    História · Universidade Federal Fluminense
    “À Sombra das Tradições - o Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro na Transição Democrática (1974/1985): um estudo sobre o Estatismo Sindical”
    Orientação: Daniel Aarão Reis FilhoBolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  5. 1983 – 1989GraduaçãoConcluído
    Abi - História · Universidade Federal Fluminense
  6. Livre-docênciaConcluído
    Livre-docência · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USP

Idiomas

03 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemBemBemBem
EspanholBemBemBemBem
FrancêsBemRazoávelBemBem

Atuação profissional

13 registros
  1. 2015 – presenteVínculo atual
    Estudos Ibero-Americanos (PUCRS. Impresso)
    Membro de corpo editorial
  2. 2014 – presenteVínculo atual
    Revista de História da Biblioteca Nacional
    Membro de corpo editorial
  3. 2010 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor DoutorServidor Publico40h/sem
  4. 2007 – presenteVínculo atual
    Revista História Hoje (São Paulo)
    Membro de corpo editorial
  5. 2005 – 2005
    Universidade de Lisboa
    Outro (especifique) - Investigador VisitanteInvestigador Visitante Sênior30h/sem
  6. 2003 – presenteVínculo atual
    e-Journal of Portuguese History
    Membro de corpo editorial
  7. 2002 – 2002
    Universidade de Lisboa
    Bolseiro Luso-Afro-BrasileiroBolsista
  8. 2002 – presenteVínculo atual
    Revista Rio de Janeiro
    Membro de corpo editorial
  9. 2000 – presenteVínculo atual
    Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro
    Membro de corpo editorial
  10. 1997 – 1997
    Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Emprêsa
    Investigador VisitanteOutro
  11. 1996 – 1996
    Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Emprêsa
    Investigador VisitanteOutro
  12. 1995 – 2010
    Universidade do Estado do Rio de Janeiro
    Professor AdjuntoServidor Publico40h/sem
  13. 1994 – 2000
    S B I
    Professor AssistenteCeletista20h/sem

Produção bibliográfica

147 registros
13 de 13 itens
Por página
  • 2008
    Marcello Caetano: o Corporativismo e o Colonialismo entre a Europa e o Atlântico
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · XV Congreso Internacional de AHILA - 1808-2008: Crisis y Problemas en el Mundo Atlântico · Universidade de Leiden · ISBN 9789072356031 · Leiden
  • 2006
    As Razões do Consentimento: Tradições e Modernidades no Estado Novo Português (1930-1947)
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · Usos do Passado: XII Encontro Regional de História · Rio de Janeiro
  • 2005
    Marcelo Caetano e o pensamento político português entre a tradição e a modernidade
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · XXIII Simpósio Nacional de História: História: Guerra e Paz · Editorial Mídia · ISBN 8598711020 · Londrina
  • 2005
    Marcelo Caetano e o Pensamento Político Português: Entre a Tradição e a Modernidade
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · XXIII Simpósio Nacional de História: História: Guerra e Paz · Editorial Mídia · ISBN 8598711039 · Londrina
  • 2004
    Estado Novo entre a Tradição e a Modernidade: os antecedentes dos regimes corporativos português e brasileiro
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · 2 Colóquio do Pólo de Pesquisas sobre Relações Luso-Brasileiras · Real Gabinete Português de Leitura · Rio de Janeiro
  • 2003
    A Revolução dos Cravos: uma perspectiva historiográfica entre a continuidade e a ruptura
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · XXII Simpósio Nacional de História: História, acontecimento e narrativa · Associação Nacional de História · João Pessoa
  • 2002
    O papel do Estado na organização corporativa portuguesa
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · VIII Encontro Regional de História - História e Religião · Vassouras
  • 2002
    O Estado no Estado Novo: Brasil e Portugal em Perspectivas Comparadas
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · III Congreso Internacional de Historiadores Latinoamericanistas y del Caribe · ISBN 8493247081 · Pontevedra
  • 2002
    Trabalhismo em Gestação: o Ministério do Trabalho no período Marcondes Filho
    Francisco Carlos Palomanes Martinho; Gabriela Caramês Beskow · As Linguagens da Lusofonia · Rio de Janeiro
  • 2001
    Sidónio Pais: a construção de uma memória autoritária na Primeira República Portuguesa
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · XXI Encontro Nacional de História "História no Novo Milênio: entre o Individual e o Coletivo" · Niterói
  • 2001
    Crise liberal e alternativas fascistas: uma perspectiva
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · O Estado no Mundo Contemporâneo · Rio de Janeiro
  • 1999
    O corporativismo português entre o passado e o futuro
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · XX Simpósio Nacional de História · ANPUH · Florianópolis
  • 1999
    O Estado Novo português: do entusiasmo corporativo à intervenção estatal
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · XX Encontro Nacional de História · ANPUH · Florianópolis

Produção técnica

62 registros
9 de 9 itens
Por página
  • 2012
    Membro da Comissão de Premiação do Prêmio CAPES de Teses Edição 2011
    Francisco Carlos Palomanes Martinho; Temístocles Cézar; Maria Elisa Sá · Premiação da melhor tese em História defendida em 2010
  • 2008
    Mambro do Comitê Gestor do Programa de Cooperação em Matéria de Ciências Sociais para os Países da Comunidade de Língua Portuguesa (Programa Ciências Sociais - CPLP)
    Francisco Carlos Palomanes Martinho; Renato Lessa; César Barreira; Peter Henry Fry; Sebastião Carlos Velasco e Cruz; Sérgio Miceli
  • 2002
    Membro do Conselho Consultivo do Programa de Estudos Judaicos da UERJ
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · Consultoria para assuntos acadêmiccos
  • 2002
    Presidente da Associação Nacional de História - Núcleo RJ
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · Presidente do Núcleo Regional da Associação Nacional de História para o Biênio 2000/2002
  • 2002
    Parecerista Ad Hoc do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Francisco Carlos Palomanes Martinho
  • 2001
    Membro do Conselho Editorial do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · Assessoria na área Editorial do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro
  • 2000
    Parecerista ad hoc da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · Paracerista para Projetos de catáter acadêmico na área de História Moderna e Contemporânea
  • 2000
    Parecerista Ad Hoc da Revista TEMPO do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense
    Francisco Carlos Palomanes Martinho
  • 2000
    Comissão de Avaliação dos Programas e Projetos de Extensão da SR3
    Francisco Carlos Palomanes Martinho · Análise Acadêmica dos Programas e Projetos de Extensão da UERJ

Projetos

09 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

9 de 9 projetos
Por página
  • 2022 – presentePesquisa

    Tessituras do biográfico: modos de pensar, fazer e ensinar

    Em andamento

    Acantonada por longos anos fora dos ?canteiros da História?, o gênero biográfico vem obtendo, aos poucos, maior reconhecimento entre profissionais da disciplina. As razões são muitas, entre elas, certo esgotamento das análises estáveis e estruturantes do marxismo e da Escola dos Annales, que dominaram os programas de História durante a maior parte do século 20. Então, predominavam os longos ciclos econômico-políticos, por exemplo, um suposto ?longo século? perfeitamente compreensível etapa após etapa, quando o acontecimento era aceite, e sem sempre, apenas se inserido (subordinado) à longa duração histórica. Assim sendo, a biografia como gênero historiográfico, sem abdicar de experiências pretéritas, se insere na busca de paradigmas alternativos. Parafraseando Paul Ricoeur, a ?rocha da [longa] duração? em parte é substituída pela ?fumaça do acontecimento?. Agora, o indivíduo, aquele pequeno x a que se refere Sabina Loriga, é projetado para a frente do cenário, ocupando um espaço que antes era exclusividade das estruturas. E se ele se encontra à frente da ?coisa imutável?, também seu caminho e suas escolhas são indefinidas, sem um traçado à partida.
A retomada do gênero biográfico surge em diálogo com outras áreas de conhecimento, como a literatura e a filosofia, antes descartadas em prol da geografia, da sociologia ou da economia. Mas também das biografias anteriores que, desprezadas, nunca perderam reconhecimento público. Stefan Zweig, por exemplo, sempre lido, foi o primeiro a escolher não o grande homem, o estadista ou o chefe militar, ou ambos. Mas o homem ou a mulher que vivenciaram derrotas, em suas vidas ou em seus projetos. Daí personagens como Erasmo, Maria Antonieta ou Balzac. Um passo que, à época, custava a ser compreendido pelos historiadores.
Distante das amarras antes impostas, o historiador-biógrafo vê-se, hoje, livre para a escolha se suas personagens, os cortes cronológicos ou as fontes que pretende utilizar. O que não o isenta de novos desafios, como as reflexões sobre as potencialidades e os limites deste indivíduo, agora protagonista primeiro da narrativa; ou então em torno da psicanálise, tão cara às biografias do já referido Zweig. Ou então, o pensar sobre a própria escrita biográfica, à forma de construir sua narrativa. Portanto, estamos conscientes dos avanços obtidos, sobretudo em relação a um passado que perdeu a condição de coisa ou de sistema, para se tornar vestígio, possibilidade. Ele se reinventa e se redescobre com novas perguntas, novos achados e novas escalas de observação. Como a câmera fotográfica que, ampliando seus detalhes, percebe-se o inesperado. Mas estamos, da mesma forma, conscientes da necessidade de pôr a biografia frente a desafios, em diálogo com os outros campos teóricos da História, com a literatura ou com a filosofia. 
É o que nos propomos a fazer neste projeto. Cada pesquisa aqui apresentada dialoga com as demais, bem como com as investigações de nossos pares, dentro e fora do país.

    Equipe

    Francisco Carlos Palomanes Martinho (Responsável), Márcia Gonçalves, Alexandre de Sá Avelar, Maria da Gloria de Oliveira, Wilton Carlos Lima da Silva

  • 2022 – presentePesquisa

    Amália Rodrigues: una cantante ibérica?

    Em andamento

    Este projeto de investigação é uma continuidade do meu projeto de pesquisa anterior, ?A voz da nossa alma?: uma biografia de Amália Rodrigues (1920-1999), submetido e aprovado pelo CNPq para o quadriênio 2018-22. Reconhecida como a mais importante intérprete do fado, Amália Rodrigues conquistou reconhecimento, público e palcos não apenas em seu país como também no exterior. Para além de suas qualidades inequívocas, Amália é também fruto de um processo de modernização em Portugal, notadamente da indústria fonográfica, da radiodifusão e, a partir de 1957, da televisão. Foi neste processo que o fado se foi nacionalizando, rompendo os muros restritos dos espaços urbanos de Lisboa e de Coimbra, seus principais habitats. O que se pretende agora é dar continuidade à pesquisa analisando a importância e o impacto de Amália no mundo hispânico, nomeadamente Espanha, México e Venezuela. Duas preocupações conduzirão este trabalho: 1. Referência da chamada ?verdadeira música portuguesa?, Amália não se constrangeu em cantar em outras línguas, sobretudo o castelhano. Assim, há uma ambivalência em sua trajetória na medida em que Amália se aproximou de outros gêneros musicais para além do fado, inclusive estrangeiros. 2. Como se trata de uma biografia, o indivíduo será visto aqui em sua centralidade, descantando sua condição de mero complemento das estruturas econômicas, políticas e culturais de seu tempo.

    Equipe

    Francisco Carlos Palomanes Martinho (Responsável)

  • 2018 – 2022Pesquisa

    A voz da nossa alma: uma biografia de Amália Rodrigues.

    Concluído

    O presente projeto tem por objetivo redigir uma biografia da fadista portuguesa Amália Rodrigues (1920-1999). O principal desafio do presente projeto é fazer uma biografia de uma personagem inserida no processo de transformação do papel desempenhado pelo fado no âmbito da cultura popular em Portugal durante o século XX. Ou seja, procurarei analisar em que medida as trajetórias de Amália Rodrigues e do fado expressam uma ideia de representação popular construída ao mesmo tempo pelo regime e pela cultura política portuguesa que lhe foi contemporânea. Quando aqui se fala de uma ?construção? no sentido de uma ?tradição inventada?, como disseram os historiadores Eric Hosbsbawm e Terence Ranger, vale lembrar que a nacionalização do fado e sua incorporação como principal gênero musical português data exatamente das décadas de 1940-1950, quando Amália iniciou sua carreira e o mercado fonográfico em Portugal também se consolidava. É nesse contexto que o fado ganha reconhecimento inclusive para os imigrantes portugueses que, quando partiram de suas aldeias de origem, sequer o conheciam. Diversas foram, por exemplo, as fadistas no Brasil que entraram em contato com o gênero apenas a partir do sucesso de Amália Rodrigues.

    Equipe

    Francisco Carlos Palomanes Martinho (Responsável)

  • 2014 – 2018Pesquisa

    O lugar de Portugal: Antero de Quental, António Sérgio e a Identidade nacional portuguesa.

    Concluído

    O objetivo do presente projeto de pesquisa é estudar a trajetória intelectual de dois portugueses que, pertencentes a gerações distintas, pensaram a História do país, como também sua relação com a Europa e com o Atlântico. Os autores aqui referidos são, respectivamente, Antero de Quental (1842-1891), representante da chamada geração de 1870 e António Sérgio (1883-1969), contemporâneo da República e da ditadura do Estado Novo português. Ainda que pertencentes a conjunturas e tempos históricos distintos, é possível apontar elementos de proximidade na obra de um e de outro: em primeiro lugar, tanto Antero de Quental quanto António Sérgio pertencem ao chamado campo socialista português, distante ao mesmo tempo do liberalismo como também do marxismo; em segundo lugar, suas obras procuram entender a questão da identidade nacional portuguesa a partir, por um lado, da dicotomia atraso x progresso e, por outro, da relação de ?fronteira? de Portugal para com a Espanha, a Europa e o Ultramar. As causas indicadas por esses autores para o relativo atraso português são variadas, incluindo o papel da Igreja, as opções colonizadoras e os regimes políticos dominantes. Enquanto Antero assistira ao Ultimatum inglês contra Portugal e ao clima de decadência vivenciado pelos homens de letras do XIX, Sérgio viu muito criticamente a República de 1910 e foi tenaz opositor da ditadura salazarista e por ela perseguido. Ainda que, por certo, negassem o legado conservador português, o que pretendemos na presente pesquisa é analisar em que medida é possível encontrar proximidades ou pontos de encontro com os valores que criticavam e que faziam parte da tradição conservadora portuguesa: ruralismo, nacionalismo colonialismo. Em outras palavras, pretendo entender as descontinuidades como também as continuidades nas relações de um pensamento político reconhecido como progressista com aquele que supostamente pretendia negar.

    Equipe

    Francisco Carlos Palomanes Martinho (Responsável)

  • 2011 – 2014Pesquisa

    Marcello Caetano, a Europa, o Ultramar e o Brasil.

    Concluído

    Quando, no final de década de 1960, Portugal se viu impelido a aderir à CEE (Comunidade Econômica Europeia) Marcello Caetano, então presidente do Conselho de Ministros do Estado Novo português procurava demarcar um acordo econômico determinado pelas circunstâncias de uma adesão de fato do território português ao velho continente. E por isso alertava: ?Orgulhamo-nos de pertencer à Europa mas não nos esquecemos que somos, também, Atlânticos?. A ideia de pertencimento ao mundo ultramarino é, pois, parte substantiva de um projeto de construção da nacionalidade portuguesa. E foi - pode-se dizer - um ponto de unidade entre as diversas correntes que constituíram o regime autoritário inaugurado em 1926. O presente projeto de investigação objetiva analisar a relação de Marcello Caetano com a Europa e o Ultramar tomando como referências tanto sua produção intelectual como seu papel de administrador do Estado Novo português.

    Equipe

    Francisco Carlos Palomanes Martinho (Responsável)

  • 2011 – 2014Pesquisa

    Marcello Caetano, a Europa, o Ultramar e o Brasil.

    Concluído

    Quando, no final de década de 1960, Portugal se viu impelido a aderir à CEE (Comunidade Econômica Europeia) Marcello Caetano, então presidente do Conselho de Ministros do Estado Novo português procurava demarcar um acordo econômico determinado pelas circunstâncias de uma adesão de fato do território português ao velho continente. E por isso alertava: ?Orgulhamo-nos de pertencer à Europa mas não nos esquecemos que somos, também, Atlânticos?. A ideia de pertencimento ao mundo ultramarino é, pois, parte substantiva de um projeto de construção da nacionalidade portuguesa. E foi - pode-se dizer - um ponto de unidade entre as diversas correntes que constituíram o regime autoritário inaugurado em 1926. O presente projeto de investigação objetiva analisar a relação de Marcello Caetano com a Europa e o Ultramar tomando como referências tanto sua produção intelectual como seu papel de administrador do Estado Novo português.

    Equipe

    Francisco Carlos Palomanes Martinho (Responsável)

  • 2008 – 2011Pesquisa

    O Ideólogo e o Expert: Marcello Caetano entre a crise do Estado Novo e a construção da democracia portuguesa.

    Concluído

    O presente projeto de investigação dá continuidade ao anteriormente apresentado ao Programa de pós-doutorado da USP junto ao Departamento de História da Universidade de São Paulo no período de 01/11/2006 a 31/08/2007 (Entre a doutrina e as circunstâncias: Marcello Caetano e o pensamento político no Estado Novo Português ? 1926-1958). O primeiro projeto objetivava analisar a trajetória política e intelectual de Marcello Caetano entre o período inicial de sua formação política, como estudante de direito e militante do Integralismo Lusitano e o ano de 1958 quando foi demitido do cargo de Ministro da Presidência. A pesquisa, já concluída, se encontra em fase de análise da documentação. 
A coleta de documentos em Portugal, junto ao Arquivo Marcelo Caetano (AMC), depositado no Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT), abriu possibilidades para dois novos caminhos. Em primeiro lugar leituras a respeito do gênero biográfico permitiram que a pesquisa (para além dos universos intelectual e político) tratasse também do trajeto pessoal de Caetano. Trajetos privados que em larga medida se interpenetram com o público em um jogo de influências em que nem sempre é nítido o início de um e o término de outro. Este caminho, que já começou a ser trilhado, deverá ter prosseguimento no projeto que ora apresento. 
Em segundo lugar a vasta documentação encontrada junto ao AMC permite a continuidade da pesquisa para além do período inicialmente estabelecido. O período que se estende entre a segunda metade dos anos cinquenta e toda a década seguinte é caracterizado como de crise ininterrupta do Estado Novo. Crise que teve seu desfecho com a Revolução dos Cravos em abril de 1974. Como pano de fundo para a profunda instabilidade portuguesa, a guerra colonial. Marcello Caetano, já nos anos trinta, no Jornal do Comércio e das Colônias, para o qual escrevia com regularidade, elaborou artigos discutindo o sistema colonial português. Entre 1944 e 1946 foi Ministro das Colônias. No momento mais grave da guerra colonial era Presidente do Conselho de Ministros, sucedendo a António Oliveira Salazar. Como articulista de imprensa via as colônias como a glória do Estado Novo. Como Ministro participou ativamente de sua estruturação. Como chefe do executivo português lutou de forma inglória pela sua preservação. E nos primeiros anos de exílio assistiu a seu definitivo desmoronamento. Os trajetos do regime do Estado Novo e de Caetano estavam assim definitivamente marcados pelos acontecimentos em África.

    Equipe

    Francisco Carlos Palomanes Martinho (Responsável)

  • 2005 – 2008Pesquisa

    Entre a doutrina e as circunstâncias: Marcello Caetano e o pensamento político no Estado Novo português (1926-1958)

    Concluído

    O presente projeto de investigação tem por objetivo analisar a trajetória intelectual e política de Marcelo José das Neves Alves Caetano (1906-1980). Militante do Integralismo Lusitano na juventude, Marcelo Caetano foi ativo colaborador do regime do Estado Novo português, ao mesmo tempo em que não abdicou de uma permanente vocação para a atividade intelectual e acadêmica, como historiador, jurista e reitor da Universidade de Lisboa. Procurando manter um posicionamento predominante de apoio crítico ao Estado Novo português, Caetano foi ministro das Colônias, principal dirigente da União Nacional (o partido único do regime), ministro da Presidência e último chefe do governo cuja constituição, de 1933, ajudou a elaborar. 
Pretendemos, neste estudo, entender as proximidades e distanciamentos entre o chamado intelectual "criador", ou seja, aquele empenhado prioritariamente na produção do conhecimento e o chamado intelectual "mediador", este dedicado a fazer de sua reflexão, objeto de intervenção na realidade.
Tenho procurado desenvolver pesquisas no sentido de um maior aprofundamento da História Contemporânea de Portugal, em particular durante a ditadura militar e o Estado Novo (1926-1974). A atual pesquisa, assim, se insere no universo de minhas preocupações mais recentes. Espero desenvolvê-la refletindo sobre a participação, ao longo do Estado Novo, de um dos seus mais importantes quadros: Marcelo Caetano. Neste sentido, meus estudos sofrem uma significativa alteração, na media em que me preocuparei com uma análise em torno da participação do intelectual na política e não mais em torno da questão sindical. Pretendo, ao final do presente estudo, escrever um livro sobre o tema em pauta.

    Equipe

    Francisco Carlos Palomanes Martinho (Responsável)

  • 2004 – 2005Pesquisa

    Estado Novo e Questão Operária: Portugal (1926-1945) e Brasil (1930-1945)

    Concluído

    O presente projeto de investigação tem por objetivo analisar comparativamente os processos de organização sindical-corporativa em Portugal e no Brasil entre os respectivos períodos de queda do liberalismo (1926 em Portugal e 1930 no Brasil) e o término da Segunda Guerra Mundial (1945). Pretendemos analisar as principais concepções teóricas que nortearam as elaborações corporativas portuguesa e brasileira, assim como a recepção das políticas corporativas por parte do sindicalismo organizado. Atualmente encontramo-nos em fase de coleta e elaboração de dados na qual participam dois bolsistas de iniciação científica (CNPq e UERJ). Parte da documentação referente a Portugal e deverá ser concluída no segundo semestre de 2004. Para a comparação pretendida, analisaremos o contributo de alguns dos principais teóricos dos corporativismos português (Quirino de Jesus, Fezas Vital e Marcelo Caetano) e brasileiro (Oliveira Vianna, Francisco Campos e Azevedo Amaral) tanto em jornais de época como em documentos oficiais do Sub-secretariado das Corporações e Previdência Social, no caso português e do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, no caso brasileiro. Ao mesmo tempo, pretendemos estudar a reação do movimento sindical em correspondências destes organismos trocadas com os respectivos órgãos estatais, assim como em livros de atas de sindicatos dos principais centros urbanos de ambos os países (Lisboa e Porto em Portugal e São Paulo e Rio de Janeiro no Brasil). Pretendemos entender como a política de Estado elaborada em um momento de declínio dos valores liberais e democráticos foi apreendida e reinterpretada por aqueles a quem tal política era dirigida, ou seja, os trabalhadores urbanos. Longe das teses de manipulação de classe, procuraremos entender as estratégias de adaptação e de conquistas implementadas pelos trabalhadores destes dois países.

    Equipe

    Francisco Carlos Palomanes Martinho (Responsável)

Orientações

6 de 6 orientações
Por página
  • Mestrado
    desde 2025
    Giovanni Felippi Lopes Sodre · Orientação
    OS MEDIADORES DO PERIGO VERMELHO: INTELECTUAIS E ANTICOMUNISMO NA TERCEIRA REPÚBLICA (1946-1964) · História Social · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USP
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2025
    Paulo Antonio de Araujo Afonso · Orientação
    História, escrita de si e Norberto Bobbio: a construção de um intelectual em suas autobiografias · História Social · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USP
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Maria Clara da Rosa Aparecido · Orientação
    Mães e militantes as relações entre a maternidade e a atuação política de mulheres que se opuseram à ditadura militar brasileira · História Social · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USP
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2023
    Caius Costa Amaral de Sousa · Orientação
    REPRESENTAÇÕES MESSIÂNICAS DE JAIR BOLSONARO NA DIREITA CRISTÃ A PARTIR DE FONTES AUDIOVISUAIS (2011-2018) · História Social · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USP
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2022
    José Luciano Pereira Neto · Orientação
    AS VISÕES DA LIBERDADE, O MOVIMENTO DAS FORÇAS ARMADAS, O PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS E AS COMISSÕES DE FÁBRICA: OS DISTINTOS PROJETOS DO POLÍTICO NA REVOLUÇÃO DOS CRAVOS (1974 ? 1975) · Programa de Pós-graduação em História Social · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USP
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2020
    Josiane Nunes Machado Sampaio · Orientação
    OS BASTIDORES DA CENA: A CIRCULAÇÃO DE ARTISTAS E A ATIVIDADE TEATRAL ENTRE BRASIL E PORTUGAL, 1820-1863. · Programa de Pós-graduação em História Social · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USP
    Em andamento

Bancas julgadoras

182 registros
182 de 182 bancas
Por página
  • 2025
    Robson Arruda de Araújo
    O Conselheiro da Transição: Afonso Arinos de Melo Franco na Ditadura Militar brasileira (1964-1985). · História · Universidade de LisboaBanca: Francisco Carlos Palomanes Martinho, Ângela de Castro Gomes, Tatyana de Amaral Maia, António Costa Pinto, José Manuel Gomes da Silva André
    Doutorado
  • 2025
    Teresa Maria Marques de Matos Ferreira
    De ?voz castiça? a ?voz de Portugal? A construção da voz de Amália Rodrigues (1939-1949) · Etnomisicologia · Universidade Nova de LisboaBanca: Salwa Castelo Branco, Francisco Carlos Palomanes Martinho, Nuno Domingos, Paula Gomes Ribeiro, Manuel Pinto Deniz Silva, Sara Pereira, João Soeiro de Carvalho
    Doutorado
  • 2025
    Gustavo Souza de Deus da Silva
    PORTUGAL CONTRA O TEMPO: COLONIALISMO, IDENTIDADE E POLÍTICA EXTERNA NOS DISCURSOS DE ALBERTO FRANCO NOGUEIRA, MINISTRO DO ESTADO NOVO PORTUGUÊS (1918-1993) · História Social · Universidade Federal do Rio de JaneiroBanca: Francisco Carlos Palomanes Martinho, Silvia Adriana Barbosa Correira, Marçal Paredes, Maria Paula Araújo, Andrea Marzanno
    Doutorado
  • 2025
    Gabriel Soares Predebon
    a Entre Sardinha e Salazar: convergências e tensões entre Gilberto Freyre e Plínio Salgado no espelho do hispanismo luso- brasileiro · História · Universidade Federal de Juiz de ForaBanca: Leandro Pereira Gonçalves, Tatyana de Amaral Maia, Francisco Carlos Palomanes Martinho
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2025
    Comissão Especial de Avaliação para promoção a Professor Titular de Ronaldo Pereira de Jesus
    · Universidade Federal de Juiz de ForaBanca: Cláudia Viscardi, Cláudio Batalha, Antônio Carlos Jucá, Francisco Carlos Palomanes Martinho
    Professor titular
  • 2025
    Concurso público para Professor Titular Unesp
    · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Hélio Rebello Cardoso Júnior, Tania Regina de Luca, Iara Shchiavinatto, José Alves Freitas Neto, Francisco Carlos Palomanes Martinho
    Professor titular
  • 2024
    Maurílio Barreto de Araújo
    O PT e o socialismo: memórias e narrativas (1979-1987) · História Social · Universidade de São PauloBanca: Francisco Carlos Palomanes Martinho, Valter Ventura da Rocha Pomar, Ramatis Jacino, Lincoln Secco
    Mestrado
  • 2024
    André Lopes de Oliveira
    Por entre as brumas do futuro: as elites políticas e a formação do campo partidário da democracia portuguesa · História, Política e Bens Culturais · Fundação Getúlio VargasBanca: Américo Freire, António Costa Pinto, Maria Inácia Rezola, Reinaldo Lohn, Francisco Carlos Palomanes Martinho
    Doutorado
  • 2024
    Raniele Alves Sousa
    ESTADO E HEGEMONIA: A TRANSIÇÃO POLÍTICA EM PORTUGAL E A REFORMA AGRÁRIA DO ALENTEJO ATRAVÉS DA IMPRENSA PORTUGUESA (1974-1976) · História · Universidade Federal do MaranhãoBanca: Victor de Oliveira Pinto Coelho, Marco Antônio Machado Lima Pereira, Francisco Carlos Palomanes Martinho
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2024
    Fábio Melo Minervini
    Imigração, mediação e conflito: a atuação da agência de introdução de imigrantes italianos de Angelo Fiorita no Rio de Janeiro (1888-1901) · História Social · Universidade de São PauloBanca: Francisco Carlos Palomanes Martinho, Marina Simões Galvanese, Paulo César Gonçalves
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    Concurso Público para Professor Titular Unicamp
    · Universidade Estadual de CampinasBanca: Leila Mezan Algranti, Ana Maria Fonseca de Almeida, Regina Crespo, Patrícia Funes, Francisco Carlos Palomanes Martinho
    Professor titular
  • 2023
    Maycon Dougllas Vieira dos Santos
    Na sintonia da política: Getúlio Vargas, os "campeões do microfone' e o trabalhismo na Revista do Rádio (1948-1954) · Programa de Pós-graduação em História Social (PPGHIS) · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas/USPBanca: Marcos Napolitano, Adalberto Paranhos, Tania Regina de Luca, Francisco Carlos Palomanes Martinho
    Mestrado
  • 2023
    Jéssica Thais de Oliveira Bassoli
    A Igreja Católica e o I Governo de Getúlio Vargas: um estudo sobre a Arquidiocese de São Paulo · História Social · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USPBanca: Francisco Carlos Palomanes Martinho, Marcos Napolitano, Deivison Amaral, Edilene Teresinha Toledo
    Mestrado
  • 2023
    Concurso Público para Professor Titular da UNESP
    · Universidade Estadual PaulistaBanca: Francisco Carlos Palomanes Martinho, José Carlos Barreiro, Antônio Dimas de Moraes, Teresa Maria Malatian, Maria Bernardete Ramos Flores
    Professor titular
  • 2022
    Dominique Santana
    Intertwined Destinies & Strengthened Ties: A Participatory Transmedia Project on Steel-Framed Migration from Luxembourg to Brazil (1921-2022) · Histoire · Université du LuxembourgBanca: Francisco Carlos Palomanes Martinho, Andreas Fickers, Denis Scuto, Sandra Camarda, Sandra Gaudenzi, Ignácio José Godinho Delgado
    Doutorado
  • 2022
    Helena Wakim Moreno
    Intelectuais de Angola na Casa dos Estudantes do Império: itinerâncias, mediações e redes de apoio · Programa de Pós-graduação em História Social · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USPBanca: Francisco Carlos Palomanes Martinho, Leila Maria Gonçalves Leite Hernandez, Olga Maria Lopes Serrão Iglesias Neves, Tânia Celestino de Macedo
    Doutorado
  • 2022
    Lenon Campos Maschette
    Conservadores e cidadania: a história de um conceito nos governos Thatcher (1979-1980), Major (1990-1997) e Cameron (2010-2016) · Programa de Pós-graduação em História Social · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USPBanca: Francisco Carlos Palomanes Martinho, Francisco Carlos Teixeira da Silva, João Roberto Martins Filho, Elizabeth Balbachevsky
    Doutorado
  • 2022
    Concurso público de provas e títulos para provimento de cargo de Professor Titular
    · Universidade Estadual de CampinasBanca: Marcelo Siqueira Ridenti, Francisco Foot Hardman, Leonilde Sérvolo de Medeiros, José Ricardo Ramalho, Francisco Carlos Palomanes Martinho
    Professor titular
  • 2022
    Comissão de Análise e Julgamento do Prêmio Capes de Tese Edição 2022
    · Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorBanca: Marcos Bretas, Francisco Carlos Palomanes Martinho, Maria Verônica Secreto
    Outra
  • 2021
    Laura Vianna Vasconcelos
    Paulo Schilling e o nacionalismo revolucionário · História, Política e Bens Culturais · Fundação Getúlio VargasBanca: Américo Freire, Francisco Carlos Palomanes Martinho, Carla Brandalise, João Trajano SentoSé, Douglas Angeli
    Doutorado
  • 2021
    Marina Simões Galvanese
    Os sentidos da emigração portuguesa: discursos, diplomas e políticas entre Portugal e Brasil ('835-1914) · Programa de Pós-graduação em História Social · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USPBanca: Francisco Carlos Palomanes Martinho, José Sacchetta Mendes, Márcia Regina Berbel
    Doutorado
  • 2019
    Lucas Maia Felippe Bacas
    Um intelectual a serviço do New Deal: o projeto reformista de Thurman Arnold para os Estados Unidos em The Symbols of Government e The Folklore of Capitalism (1935-1937) · História Social · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USPBanca: Mary Anne Junqueira, Flávio Limoncic, Felipe Pereira Loureiro, Francisco Carlos Palomanes Martinho
    Mestrado
  • 2019
    Glauco Costa de Souza
    Permanecer em mim e no meu itinerário: as interfaces do integrismo católico na trajetória dos intelectuais do grupo Permanência na França (1975-1989) · Programa de Pós-graduação em História Social · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USPBanca: Francisco Carlos Palomanes Martinho, Tania Regina de Luca, Gabriela Pellegrino Soares, Marcelo Thimóteo da Costa
    Doutorado
  • 2019
    Flávia Rodrigues Bittencourt
    Antero e Teófilo: combates pela República (1865-1881) · Programa de Pós-graduação em História Social · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USPBanca: Francisco Carlos Palomanes Martinho, Tania Regina de Luca, Ana Lúcia Lana Nemi, Janes Jorge
    Doutorado
  • 2019
    Laura Vianna Vasconcellos
    As ideias de Paulo Schilling: do nacionalismo revolucionário ao PT · História, Política e Bens Culturais · Fundação Getúlio VargasBanca: Américo Freire, Carla Brandalise, Francisco Carlos Palomanes Martinho
    Exame de qualificação de doutorado

Prêmios e títulos

03 registros
3 de 3 prêmios
Por página
  • 2017
    Prêmio Literário Sérgio Buarque de Holanda. Categoria Ensaio Social. Obra: Intelectuais Mediadores. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2016.
    Biblioteca Nacional
  • 2004
    Edital de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas
    CNPq
  • 2002
    Bolseiro Luso-Afro-Brasileiro
    Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa

Participação em eventos

59 registros
59 de 59 participações
Por página
  • 2029
    Marcello Caetano no Brasil
    XII Congreso Internacional da Rede Científica de Estudos dos Fascismos, Autoritarismos, Totalitarismos e Transições à Democracia · Apresentação Oral · Participante · Pontevedra, Espanha
  • 2018
    Marcello Caetano no Brasil: repercussões da direita portuguesa na ditadura militar (1968-1980)
    III Colóquio Pensar as Direitas na América Latina no século XX · Apresentação oral · Participante · Belo Horizonte
  • 2016
    A questão nacional portuguesa: questões e polêmicas em torno de duas obras
    III Congreso de Historia Intelectual de America Latina · Apresentação oral · Participante · México
  • 2016
    A questão nacional portuguesa: questões e polêmicas em torno de duas obras
    III Encontro de Pesquisa em História Social e História Cultural da UERN · Conferencista · Convidado · Mossoró/RN
  • 2015
    Estado Corporativo e Organização do Trabalho no Brasil e em Portugal (1930-1945)
    A Era do Corporativismo - Regimes, Representações e Debates · Simposista · Convidado · Lisboa
  • 2014
    A transição portuguesa, 40 anos: história e historiografia
    XVI Encontro Regional de História da ANPUH · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
  • 2014
    As elites políticas do Estado Novo e o 25 de Abril: história e memória
    45 Annual Meeting Asssociation for Spanish and Portuguese Historical Studies (ASPHS) · Apresentação oral · Participante · Módena
  • 2013
    A Ordem Nova de Marcello Caetano
    XXVII Simpósio Nacional de História · Apresentação oral · Participante · Natal
  • 2013
    A I Guerra e a Crise da I República em Portugal
    Colóquio Internacional "A Grande Guerra num contexto Global" · Apresentação oral · Participante · São Paulo
    Divulgação científica
  • 2011
    Historiografia do Estado Novo
    Colóquio Internacional Historiografias portuguesa e brasileira no século XX · Apresentação Oral · Participante · Coimbra
  • 2010
    Epístolas de dois exilados: as correspondências de Marcello Caetano e Joaquim Veríssimo Serrão (1974-1980)
    Colóquio Internacional A República Portuguesa - 100 Anos · Apresentação Oral · Participante · São Paulo; Santos
  • 2010
    Intelectuais luso-brasileiros: entre a ibéria e o atlântico
    XXIX International Congress of the Latin American Studies Association · Apresentação Oral · Participante · Toronto
  • 2010
    Imigração Portuguesa e Movimento Operário no Rio de Janeiro
    Colóquio Internacional "A experiência da Primeira República: Brasil e Portugal" · Apresentação Oral · Participante · Rio de Janeiro
  • 2010
    Imigração Portuguesa e Movimento Operário no Rio de Janeiro
    Colóquio Internacional A Experiência da Primeira República: Portugal e Brasil · Apresentação Oral · Participante · Coimbra - Portugal
  • 2009
    O Exílio de Caetano
    VI Colóquio Internacional Tradição e Modernidade no Mundo Iberoamericano · Apresentação Oral · Participante · Coimbra
  • 2009
    Um exílio Mediterrâneo e Atlântico: Marcello Caetano no Brasil
    XIC Congreso de la FIEALC: America Latina y el Maditerráneo: idean en contacto · Apresentação Oral · Participante · Atenas
  • 2009
    Apresentação Oral
    XXV Encontro Nacional de História - História e Ética · Apresentação Oral · Participante · Fortaleza
  • 2008
    Marcello Caetano: Estado, corporativismo e colonialismo no pensamento político do Estado Novo português
    XV Congreso Internacional de AHILA - 1808-2008: Crisis y Problemas en el Mundo Atlântico · Apresentação Oral · Participante · Leiden
  • 2008
    Estado Novo, corporativismo e identidade nacional
    IX Congresso Internacional da Brazilian Studies Association (BRASA) · Apresentação Oral · Participante · New Orleans
  • 2008
    Entre a Europa e o Atlântico: o Estado Novo Português e seus dois mundos
    Seminário Internacional Intercâmbios Políticos e Mediações Culturais nas Américas · Apresentação Oral · Participante · São Paulo
  • 2008
    O Corporativismo em Português
    Livros e Leituras no Brasil e em Portugal · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
  • 2008
    Marcelo Caetano entre a Europa e o Aplântico
    PPRLB - Polo de Pesquisa Sobre Relações Luso-Brasileiras · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
  • 2007
    Ideologia, tradição e modernidade no Estado Novo português
    O Velho, o Novo, o Reciclável Estado Novo · Apresentação Oral · Participante · Rio de Janeiro
  • 2007
    Marcello Caetano e a Modernidade Possível no Estado Novo português
    Modernidades Alternativas · Apresentação Oral · Participante · Rio de Janeiro
  • 2006
    Simpósio Temático Modernidades Alternativas (Séculos XIX e XX)
    Usos do Passado - Encontro Regional de História da ANPUH/RJ · Apresentação Oral · Participante · Niterói

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