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Perfil do docente · FMRP

Rafael Guimarães dos Santos.

Livre · Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento

Currículo atualizado em 12/12/2025

FarmacologiaPsicofarmacologiaNeuropsicofarmacologia

Cita-se como: dos Santos, R.G.;Santos, R.G.;Santos, Rafael Guimarães dos;dos Santos, Rafael Guimarães;Guimarães dos Santos, Rafael;DOS SANTOS, R. G.;dos Santos, R. Guimarães;dos Santos, Rafael;DOS SANTOS, RAFAEL G;SANTOS, RAFAEL GUIMARÃES;dos Santos, Rafael G.

16 seções

Resumo biográfico

Possui graduação em Biologia pelo Centro Universitário de Brasília (2005), mestrado em Psicologia pela Universidade de Brasília (2006), doutorado em Farmacologia pela Universitat Autònoma de Barcelona, Espanha (2012) e pós-doutorado pela Universidade de São Paulo (2013/2023). Atualmente é Professor Doutor no Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP). É orientador no Programa de Pós-graduação em Saúde Mental do Depto. de Neurociências e Ciências do Comportamento/FMRP-USP e pesquisador do Centro de Pesquisas em Canabinoides da FMRP-USP. É membro do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Translacional em Medicina (INCT-TM/CNPq/CAPES/FAPESP), do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Saúde Mental Digital (INCT-SMD/CNPq/CAPES), e do Projeto ENaSaM-U - Estudo Nacional de Saúde Mental nas Universidades (ReNaSaM - Rede Nacional de Saúde Mental). É co-coordenador do Phantastica Lab (Laboratório de Estudos com Alucinógenos Psicodélicos em Saúde Mental do Depto. de Neurociências e Ciências do Comportamento/FMRP-USP) e do Ápice (Ambulatório de Psiquiatria Inovadora e Experimental - Hospital das Clínicas da FMRP-USP). Tem experiência na área de Farmacologia, com ênfase em Psicofarmacologia, atuando principalmente nos seguintes temas: alucinógenos, psicodélicos, canabinoides, saúde mental.

Indicadores

Áreas de atuação

03 registros
  • Ciencias Biologicas
    Farmacologia
  • Ciencias Biologicas
    Farmacologia
    Psicofarmacologia
  • Ciencias Biologicas
    Farmacologia
    Neuropsicofarmacologia

Formação acadêmica

05 registros
  1. 2018 – 2023Pós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP
    Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  2. 2013 – 2018Pós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP
    Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  3. 2006 – 2012DoutoradoConcluído
    Farmacologia · Universitat Autònoma de Barcelona
    “Ayahuasca: physiological and subjective effects, comparison with d-amphetamine, and repeated dose assessment”
    Orientação: Jordi Riba
  4. 2005 – 2006MestradoConcluído
    Psicologia (Conceito CAPES 5) · Universidade de Brasília
    “Efeitos da ingestão de ayahuasca em estados psicométricos relacionados ao pânico, ansiedade e depressão em membros do culto do Santo Daime”
    Orientação: Antonio Pedro de Mello CruzBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
  5. 2002 – 2005GraduaçãoConcluído
    Bacharelado em Biologia · Centro Universitário de Brasília
    Orientação: Julio Alejandro Vexenat

Idiomas

03 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemBemBemBem
EspanholBemBemBemBem
PortuguêsBemBemBemBem

Atuação profissional

21 registros
  1. 2023 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor DoutorServidor Publico
  2. 2023 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor DoutorServidor Publico
  3. 2023 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor DoutorServidor Publico
  4. 2023 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor DoutorServidor Publico
  5. 2023 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor DoutorServidor Publico
  6. 2022 – presenteVínculo atual
    Psychoactives
    Membro de corpo editorial
  7. 2021 – 2021
    Universidad Nacional de Rosario
    Professor Visitante
  8. 2021 – presenteVínculo atual
    Psychiatry and Clinical Psychopharmacology
    Membro de corpo editorial
  9. 2020 – 2021
    National Science Center Poland
    Revisor de projeto de fomento
  10. 2018 – 2023Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor ColaboradorColaborador
  11. 2018 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    OrientadorColaborador
  12. 2018 – 2023Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Pós-doutorandoBolsista
  13. 2017 – 2023Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor ColaboradorColaborador
  14. 2017 – 2017
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
    Professor ColaboradorColaborador
  15. 2016 – 2023Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor ColaboradorColaborador
  16. 2016 – presenteVínculo atual
    Journal of Psychedelic Studies
    Membro de corpo editorial
  17. 2015 – 2023Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor ColaboradorColaborador
  18. 2013 – 2018Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Pós-doutorandoBolsista
  19. 2012 – presenteVínculo atual
    International Center for Ethnobotanical Education, Research & Service
    Advisory BoardColaborador
  20. 2006 – 2012Dedicação exclusiva
    Universitat Autònoma de Barcelona
    DoutorandoPós-graduando
  21. 2005 – 2006Dedicação exclusiva
    Universidade de Brasília
    MestrandoPós-graduando

Produção bibliográfica

276 registros
9 de 9 itens
Por página
  • 2025
    DMT as a potential anxiolytic: effects on zebrafish (Danio rerio) embryo-larvae development and behavior,
    A Oliveira; D de Oliveira; Rafael Guimarães dos Santos; HALLAK, JAIME E. · 59th Congress of the European Societies of Toxicology (EUROTOX 2025) · Athens, Greece
  • 2023
    Análise comportamental e molecular do tratamento com Óxido Nitroso e Ayahuasca em ratos submetidos ao modelo de nado forçado
    Gleiciane Gontijo de Avelar; GUERRA, LORENA T. L.; Isabella C. da Silva Dias; Rafael Guimarães dos Santos; Jaime E. C. Hallak · XXXVII Reunião Anual da FeSBE · Galoá
  • 2022
    From plant synergy to neuroplasticity: 30 years of translational ayahuasca research in Brazil
    Rafael Guimarães dos Santos · ISN-APSN meeting 2022 · Honolulu
  • 2022
    Can hallucinogens alter personality functioning?: results of a clinical trial involving the Pfister?s Colors Pyramids test
    OSÓRIO, FLÁVIA L.; Juliana Mendes Rocha; Giordano Novak Rossi; BOUSO, JOSÉ C; HALLAK, JAIME E.; Rafael Guimarães dos Santos · XXIII Congress of the International Society for the Rorschach and the Projective Methods
  • 2008
    Apontamentos sobre o tratamento da dependência química com o uso ritual da ayahuasca
    Beatriz Caiuby Labate; Rafael Guimarães dos Santos; Brian Anderson; Marcelo Mercante; Paulo Cesar Ribeiro Barbosa · 1º Congresso da Abramd sobre Drogas e Dependência · São Paulo
  • 2008
    Panorama da bibliografia sobre as religiões ayahuasqueiras
    Beatriz Caiuby Labate; Isabel Santana de Rose; Rafael Guimarães dos Santos · 26ª Reunião Brasileira de Antropologia · Porto Seguro
  • 2006
    Ayahuasca e redução do uso abusivo de psicoativos: eficácia terapêutica?
    Rafael Guimarães dos Santos · II Simpósio Internacional sobre Religiões, Religiosidade e Culturas · Dourados
  • 2004
    A cura religiosa no contexto de um grupo da Barquinha - uma religião ayahuasqueira brasileira
    Rafael Guimarães dos Santos · V Simpósio Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia · Chapada dos Guimarães
  • 2004
    Ayahuasca, estudo microbiológico da bebida e seu efeito na histomorfologia do cérebro e no comportamento de Murídeos modelados (Rattus norvegicus da linhagem Wistar)
    Rafael Guimarães dos Santos; Julio Alejandro Vexenat; Marisa P. Almeida · V Simpósio Brasileiro de Etnobiologia e Etnoecologia · Chapada dos Guimarães

Produção técnica

172 registros
43 de 43 itens
Por página
  • 2024
    Parecerista de artigo enviado para publicação no Journal of Psychopharmacology
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2023
    Parecerista de artigo enviado para publicação no Journal of Psychoactive Drugs
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2022
    Parecerista de artigo enviado para publicação na Expert Opinion on Drug Safety
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2022
    Parecerista de artigo enviado para publicação na Psychopharmacology
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2021
    Parecerista de artigo enviado para publicação no Journal of Clinical Psychopharmacology
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2021
    Parecerista de artigo enviado para publicação no Journal of Psychoactive Drugs
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2020
    Parecerista de artigo enviado para publicação no Journal of Clinical Psychopharmacology
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2020
    Parecerista de artigo enviado para publicação na Scientific Reports
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2020
    Parecerista de artigos (2) enviados para publicação na Archives of Clinical Psychiatry
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2019
    Parecerista de artigo enviado para publicação no Journal of Affective Disorders
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2018
    Parecerista de artigo enviado para publicação no Journal of Ethnopharmacology
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2018
    Parecerista de artigo enviado para publicação no International Review of Psychiatry
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2018
    Parecerista de artigo enviado para publicação no Journal of Psychoactive Drugs
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2018
    Parecerista de artigo enviado para publicação no Journal of Herbal Medicine
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2017
    Parecerista de artigo enviado para publicação no Journal of Psychoactive Drugs
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2017
    Parecerista de artigo enviado para publicação na Trends in Psychiatry and Psychotherapy
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2017
    Parecerista de artigo enviado para publicação na Progress in Neuropsychopharmacology & Biological Psychiatry
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2017
    Avaliador de pôsteres no 25º SIICUSP (Simpósio Internacional de Iniciação Científica da Universidade de São Paulo)
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2017
    Parecerista de artigos (2) enviados para publicação na Archives of Clinical Psychiatry
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2017
    Parecerista de artigo enviado para publicação na Reproductive Toxicology
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2016
    Parecerista de artigo enviado para publicação no Therapeutic Advances in Psychopharmacology.
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2016
    Parecerista de artigo enviado para publicação no Journal of Ethnopharmacology
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2016
    Avaliador de pôsteres no 24º SIICUSP (Simpósio Internacional de Iniciação Científica da Universidade de São Paulo)
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2016
    Parecerista de artigos (2) enviados para publicação no Brazilian Journal of Medical and Biological Research
    Rafael Guimarães dos Santos
  • 2016
    Parecerista de artigo enviado para publicação na Revista Brasileira de Farmacognosia
    Rafael Guimarães dos Santos

Projetos

23 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

23 de 23 projetos
Por página
  • 2025 – presentePesquisa

    ENaSaM-U Estudo Nacional de Saúde Mental nas Universidades

    Em andamento

    projeto tem como objetivo geral estimar a prevalência e a incidência de transtornos de saúde mental (TSM) nas universidades públicas brasileiras. São objetivos específicos: Consolidar uma rede de pesquisa em Saúde Mental que agregue pesquisadores de todas as macrorregiões brasileiras e possa ser ampliada para o Sul-Global; Estimar a prevalência de Transtornos de Humor, Transtorno de estresse pós-traumático, Transtornos de ansiedade, Autismo, Esquizofrenia e Transtorno por uso de substâncias em uma amostra representativa dos alunos, docentes e técnicos das universidades públicas brasileiras; Estimar a incidência de Transtornos de Humor, Transtorno de estresse pós-traumático, Transtornos de ansiedade, Autismo, Esquizofrenia e Transtorno por uso de substâncias em uma amostra representativa dos alunos, docentes e técnicos das universidades públicas brasileira. Mais informações sobre o projeto em https://renasam.com.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos, HALLAK, JAIME E., Flávio Kapczinski (Responsável)

  • 2025 – presentePesquisa

    Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Saúde Mental Digital (INCT-SMD)

    Em andamento

    O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Saúde Mental Digital (INCT-SMD) será um agente central na transformação da assistência em saúde mental no Brasil. Entre 2011 e 2022, as taxas de suicídio no país cresceram 3,7 ao ano, com o aumento mais acentuado entre jovens de 10 a 24 anos, que tiveram alta anual de 6. Além disso, indivíduos com transtornos mentais perdem, em média, dez anos de vida produtiva em comparação à população geral. A OMS estima que uma em cada oito pessoas sofre de transtornos mentais, mas, em países emergentes, apenas uma em cada quatro das acometidas tem acesso a atendimento adequado. Essa lacuna reflete a desproporção entre a magnitude dos problemas de saúde mental e a capacidade instalada para enfrentá-los. Para abordar esses desafios, o INCT-SMD estruturará sua atuação em duas frentes. A primeira é o desenvolvimento de modelos baseados em inteligência artificial (IA) aplicados a grandes bancos de dados multicêntricos para estimar o risco de transtornos psiquiátricos, desfechos clínicos desfavoráveis, como suicídio, e incapacidade funcional. A hipótese é que a IA permitirá identificar pessoas em risco, possibilitando intervenções preventivas e tratamentos precoces, reduzindo o adoecimento, a incapacidade funcional e as mortes por suicídio. A segunda frente será a avaliação da eficácia de intervenções digitais escaláveis para tratar sintomas de saúde mental. Para superar as limitações de engajamento dessas estratégias, propõe-se um modelo híbrido com suporte humano especializado. Pioneiro no estudo da interface entre saúde mental e IA, o INCT-SMD coletará dados de centros de saúde mental de todas as regiões do país, integrando profissionais de saúde mental e da computação, bem como colaboradores internacionais nos cinco continentes. Os resultados serão integrados ao SUS, bem como ao setor privado e ao terceiro setor. Nossa rede de pesquisa, fundada em 2008, publicou 1996 artigos, registrou 22 patentes e busca a renovação do INCT.

    Financiadores
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos, HALLAK, JAIME E., Flávio Kapczinski (Responsável)

  • 2024 – 2025Pesquisa

    Avaliação de Efeitos Dose-Dependentes de Ayahuasca na Personalidade e Funções Cognitivas de Voluntários Saudáveis: Um Estudo Duplo-Cego e Randomizado

    Concluído

    A personalidade está relacionada com padrões de comportamentos e atitudes que são predominantes em determinado sujeito, e alguns traços de personalidade estão relacionados com a saúde mental. Por exemplo, alguns transtornos psiquiátricos como a depressão são caracterizados por mais neuroticismo e introversão. Portanto, tratamentos capazes de modificar positivamente a personalidade podem ter potencial terapêutica em transtornos mentais. A ayahuasca é um alucinógeno que já mostrou efeitos positivos em um estudo randomizado (n = 15) onde se avaliou a personalidade de voluntários saudáveis 21 dias após uma dose de 1 mL/kg de ayahuasca utilizando o NEO-FFI-R (versão curta do Inventário de Personalidade NEO PI Revisado - NEO-FFI, ou Five Factor Inventory). O NEO-FFI-R avalia os seguintes traços de personalidade: Conscienciosidade, Neuroticismo, Extroversão, Amabilidade e Abertura à Experiência. Neste estudo foi possível verificar o aumento no escore de Abertura à Experiência nesses sujeitos. Logo, é possível que a ayahuasca seja eficaz no aumento de traços positivos de personalidade, e na diminuição em aspectos negativos. Entretanto, esse aumento foi observado apenas em um dos grupos que ingeriu a ayahuasca, e em um estudo anterior randomizado e controlado com placebo (n = 15) utilizando a mesma dose (1 mL/kg) não se observou esse feito. Considerando que a discrepância entre os resultados pode estar relacionada tanto com a amostra pequena como pela dose de ayahuasca utilizada, o objetivo primário deste trabalho é analisar o efeito dose-dependente e prolongado (21 dias) de uma dose de 0,5 mL/kg, 1,0mL/kg ou 1,5 mL/kg de ayahuasca em 30 voluntários saudáveis. Ademais, considerando que o desempenho cognitivo de voluntários saudáveis após ingerir a ayahuasca nunca foi analisado em um estudo randomizado, também vamos analisar o efeito dose-dependente da ayahuasca nas funções cognitivas dos voluntários (após 4 horas, 14 e 21 dias) por meio da Escala de Inteligência Wechsler abreviada (WASI) (conhecimento verbal, processamento de informação visual, raciocínio espacial e não verbal, inteligência fluída e cristalizada) e do Teste de Aprendizagem Auditivo-Verbal de Rey (RAVLT) (memória declarativa episódica, aprendizagem auditivo-verbal, índices de interferência e de retenção de informações e memória de reconhecimento). Ademais, considerando que os efeitos subjetivos e a tolerabilidade da ayahuasca em nosso laboratório nunca foram avaliados com doses diferentes de 1 mL/kg, também vamos analisar o efeito dose-dependente dessas doses de ayahuasca na subjetividade (até 4 horas) e segurança/tolerabilidade (até 21 dias) dos voluntários.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · BOLSA
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos (Responsável), Jaime E. C. Hallak, Lorena Terene Lopes Guerra, José Augusto Silva Reis, Renan Massanobu Maekawa, Bianca Villanova, Anna Beatriz Vicentini, Caio César de Paula +2 integrantes

  • 2024 – presentePesquisa

    Efeitos de dose única de Ayahuasca ou Dextrocetamina no ciclo menstrual e nos sintomas pré-menstruais: um estudo randomizado e duplo-cego

    Em andamento

    O ciclo menstrual é um processo natural do corpo feminino, dividido em duas fases: folicular e lútea. Durante a fase lútea, pode ocorrer a síndrome pré-menstrual (TPM), caracterizada por sintomas como sensibilidade nas mamas, inchaço, dor de cabeça, alterações de humor, depressão, ansiedade, raiva e irritabilidade. Cerca de 17 das mulheres brasileiras sofrem de Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM), uma forma mais grave da TPM, que pode afetar a vida pessoal, social, familiar e profissional e causar sofrimento e prejuízo semelhantes aos encontrados no transtorno depressivo maior, no transtorno de pânico e no transtorno de estresse póstraumático. Os tratamentos para TDPM incluem inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs) e contraceptivos orais, mas há necessidade de alternativas devido aos efeitos colaterais e à ineficácia em alguns casos. Os psicodélicos, como psilocibina, LSD, DMT (composto encontrado na ayahuasca) e mescalina, que atuam como agonistas do receptor 5-HT2A, têm ganhado destaque na última década comopossíveis tratamentos para condições psiquiátricas. Estudos recentes indicam que essas substâncias podem ter efeitos anti-inflamatórios e neuroprotetores, e potenciais benefícios no tratamento de ansiedade, depressão, dor, e outros transtornos mentais. Além desses, a cetamina, um anestésico dissociativo, também tem sido estudada no campo de transtornos mentais. Contudo, até o momento, há apenas algumas séries de casos sobre a influência dessas substâncias no ciclo menstrual e nos sintomas de TPM e TDPM. Portanto, são necessários estudos controlados para avaliar essesefeitos possíveis. O presente estudo avaliará alguns desses aspectos, após uma dose oral de ayahuasca ou cetamina, através do instrumento de rastreamento de sintomas pré-menstruais (PSST) e o questionário de sangramento menstrual, e impacto na qualidade de vida pelo questionário WHOQOL-bre de 20 mulheres, com ciclo menstrual regular, de forma randomizada e duplo-cego.

    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos (Responsável), Jaime E. C. Hallak, Lorena Terene Lopes Guerra, José Augusto Silva Reis, Renan Massanobu Maekawa, Bianca Villanova, Anna Beatriz Vicentini, Caio César de Paula +2 integrantes

  • 2024 – presentePesquisa

    Efeitos de dose única de Ayahuasca ou Dextrocetamina na percepção da imagem corporal em mulheres: um estudo randomizado e duplo-cego

    Em andamento

    A autoimagem corporal envolve múltiplos fatores e desempenha um papel crucial na autopercepção corporal, bem como impactam de forma significativa a saúde mental e física, principalmente das mulheres. Estudos sugerem que uma percepção negativa da imagem corporal pode levar ao desenvolvimento de transtornos alimentares, transtorno dismórfico corporal e outros problemas psicológicos. Além disso, a busca pelo "corpo perfeito", muitas vezes impulsionada pelas mídias, levam muitas mulheres a buscar procedimentos estéticos que podem comprometer a saúde física e mental, e em alguns casos, levar a óbito. A ayahuasca é uma bebida psicoativa utilizada há milhares de anos para fins religiosos, nas últimas décadas, vários estudos publicados comprovam seu potencial terapêutico no tratamento de alguns transtornos psiquiátricos. Já a dextrocetamina, é um anestésico dissociativo utilizado na medicina para tratamento de transtornos como a depressão. Existem evidências na literatura de que ambas substâncias apresentam um potencial terapêutico em melhorar a percepção e a consciência corporal e a qualidade de vida, promovendo uma autoimagem mais positiva. Contudo, o objetivo deste estudo é avaliar os efeitos agudos (até 4 horas) e subagudos (3-14 dias) de uma dose oral de ayahuasca ou dextrocetamina na percepção corporal e de imagem, utilizando escalas e testes específicos. A amostra será composta por um grupo de 20 mulheres, utilizando um desenho randomizado e duplo-cego para comparar os efeitos de uma dose de ayahuasca ou dextrocetamina na percepção da imagem corporal. O acompanhamento será feito entre 3 e 14 após a administração da substância usando as mesmas medidas.

    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos (Responsável), Jaime E C Hallak, Lorena Terene Lopes Guerra, José Augusto Silva Reis, Renan Massanobu Maekawa, Bianca Villanova, Anna Beatriz Vicentini, Caio César de Paula +2 integrantes

  • 2023 – 2025Pesquisa

    Efeitos de dose única de ayahuasca ou dextrocetamina na dor induzida experimentalmente: um estudo randomizado e duplo-cego

    Concluído

    A dor está associada a fatores biológicos, psicológicos e sociais, e pode ser descrita em aguda ou crônica. A incidência da dor crônica no Brasil é de aproximadamente 40. A abordagem terapêutica consiste em terapias comportamentais, exercícios terapêuticos, fármacos opioides, anti-inflamatórios esteroidais e analgésicos. O tratamento às vezes é ineficaz devido a baixa adesão do paciente. Em humanos, alguns estudos evidenciam efeitos analgésicos produzidos por alucinógenos, principalmente no âmbito da dor crônica. A cetamina é um anestésico dissociativo que também é utilizada de forma analgésica. A ayahuasca é uma bebida psicoativa utilizada para fins terapêuticos e religiosos. Existem evidências de que as #946;-carbolinas e o DMT presente na composição da ayahuasca possuem efeitos antiinflamatórios. Devido a baixa adesão e ineficácia do tratamento, o uso indiscriminado e possível transtorno por opioides, além dos efeitos anti-inflamatório e analgésico da ayahuasca, sugere-se uma nova abordagem terapêutica com a utilização da ayahuasca. Portanto, o objetivo do presente estudo será avaliar os efeitos agudos (0-4 horas) de uma dose oral de ayahuasca ou cetamina na sensibilidade (limiar e nível de tolerância) à dor induzida por estimulação térmica em voluntários saudáveis sem histórico de dor. A amostra será composta por 20 pessoas as quais receberão uma dose oral de ayahuasca (1 mL/kg) ou dextrocetamina (2 mg/kg). Para a avaliação do limiar e tolerância a dor será realizada uma indução de dor através de um estímulo térmico. Será realizado um acompanhamento afim de verificar a segurança do voluntário. Assim, ao final do dia da sessão experimental e 24 horas após a mesma, será enviada uma mensagem por celular para verificar se o voluntário está bem. Além disso, 48 horas após a sessão experimental o voluntário responderá a escala UKU.

    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos (Responsável), Jaime E. C. Hallak, Giordano Novak Rossi, Lucas Silva Rodrigues, Lorena Terene Lopes Guerra, José Augusto Silva Reis, Renan Massanobu Maekawa, Bianca Villanova

  • 2022 – 2025Pesquisa

    Avaliação do reconhecimento de expressões faciais de emoções e empatia em usuários rituais de ayahuasca: um estudo transversal

    Concluído

    A ayahuasca é um chá preparado a partir preparada da decocção prolongada do cipó Banisteriopsis caapi juntamente com as folhas do arbusto Psychotria viridis. É classificado farmacologicamente como uma substância alucinógena. O B. caapi é rico em beta-carbolinas como harmina, tetrahidroharmina (THH), harmalina, já as folhas de P. viridis são ricas em N,N-dimetiltriptamina (DMT), principal composto responsável pelos efeitos psicoativos. Estudos recentes apontam que os possíveis efeitos antidepressivos e ansiolíticos dos alucinógenos clássicos podem estar envolvidos nas modulações dos processos cognitivos, como a cognição social. Embora existam estudos controlados e observacionais avaliando os efeitos terapeuticos da ayahuasca, até o presente momento não foram realizados estudos com o objetivo de avalair os efeitos dessa substâncias em usuários de ayahuasca em contexto ritual. O presente estudo visa, através de um desenho transversal, analisar a cognição social em usuários de ayahuaca em contexto ritual utilizando a tarefa de reconhecimento de expressões faciais de emoções (REFE) e o teste de empatia multifcateda (MET). Também serão avaliados sintomas depressivos (Beck Depression Inventory- BDI) e ansiosos (Beck Anxiety Inventory- BAI).

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos (Responsável), Flávia de Lima Osório, Jaime E. C. Hallak, Giordano Novak Rossi, Juliana Mendes Rocha, Lucas Silva Rodrigues, Lorena Terene Lopes Guerra, José Augusto Silva Reis

  • 2022 – 2025Pesquisa

    Efeitos de dose única de ayahuasca ou dextrocetamina em sintomas depressivos e ansiosos associado ao recém diagnóstico de câncer: um estudo simples-cego

    Concluído

    Os pacientes com recém diagnóstico de câncer desenvolvem sintomas significativos de depressão e ansiedade, causando grande impacto psicossocial em suas vidas. Entretanto, esses sintomas não possuem um tratamento bem estabelecido. Além disso, pode haver uma piora com o diagnóstico de câncer em alguns transtornos psiquiátricos como Transtorno de Ansiedade Generalizado e Transtorno Depressivo Maior. A ayahuasca é um alucinógeno serotoninérgico que já mostrou efeitos antidepressivos e ansiolíticos em estudos clínicos após dose única, e estudos clínicos com outros alucinógenos serotoninérgicos sugerem possível efeito nos sintomas ansiosos e depressivos em pacientes oncológicos. Dessa forma, é possível que a ayahuasca seja eficaz para o tratamento da depressão e ansiedade em pacientes com recém diagnóstico de câncer. Portanto, o objetivo deste trabalho é avaliar os efeitos agudos (0-6 h) e subagudos (7-21 dias) de uma dose oral de ayahuasca nos sintomas depressivos e ansiosos em pacientes com câncer. Dez pessoas participarão de um estudo simples-cego onde receberão uma dose oral de ayahuasca (1 mL/kg). A avaliação dos efeitos agudos (0-6 h) será realizada através de aplicação de escalas de sintomas de depressão, ansiedade e desesperança, e o acompanhamento será feito 7, 14, 21 dias após a administração da substância usando as mesmas medidas.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos (Responsável), Giordano Novak Rossi, Lucas Silva Rodrigues, Lorena Terene Lopes Guerra, José Augusto Silva Reis, Renan Massanobu Maekawa, Bianca Villanova

  • 2022 – 2025Pesquisa

    Efeitos de dose única de ayahuasca ou dextrocetamina no transtorno de estresse pós-traumático: um estudo randomizado e duplo-cego.

    Concluído

    O transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) pode se desenvolver como consequência da formação de uma memória patológica após a exposição do indivíduo a um evento traumático. Neste transtorno ocorrem alterações de funcionamento de estruturas como o córtex pré-frontal e a amígdala, responsáveis pela formação de memórias e pelo processamento de emoções. Entretanto, os tratamentos disponíveis para o TEPT são pouco eficazes. A ayahuasca é um alucinógeno que já mostrou efeitos antidepressivos e ansiolíticos em estudos clínicos após dose única, e estudos observacionais sugerem possível efeito benéfico no TEPT, depressão, ansiedade, e abuso de substâncias. Ademais, estudos pré-clínicos sugerem que a ayahuasca pode alterar o processamento de memórias de medo. A cetamina é uma droga dissociativa que também possui efeitos antidepressivos e ansiolíticos, e estudos preliminares sugerem efeitos benéficos nos sintomas de TEPT. Dessa forma, é possível que a ayahuasca e a cetamina sejam eficazes para tratamento do TEPT e seus sintomas. Portanto, o objetivo deste trabalho é avaliar os efeitos agudos (0-6 h) e subagudos (7-21 dias) de uma dose oral de ayahuasca ou cetamina nos sintomas de TEPT na população em geral. 14 pessoas participarão de um estudo randomizado e duplo-cego onde receberão uma dose oral de ayahuasca ou cetamina. A avaliação dos efeitos agudos (0-6 h) será realizada através de aplicação de escalas de efeitos subjetivos e testes para avaliar o reconhecimento de expressões faciais e empatia. O acompanhamento será feito 7, 14, 21 dias após a administração da substância usando as mesmas medidas, além de avaliar a personalidade dos voluntários do dia 21.

    Financiadores
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos (Responsável), Flávia de Lima Osório, Giordano Novak Rossi, HALLAK, JAIME E., Lucas Silva Rodrigues, Lorena Terene Lopes Guerra, José Augusto Silva Reis

  • 2020 – 2024Pesquisa

    Estudo piloto de eficácia preliminar e segurança da ibogaína na desintoxicação de metadona

    Concluído

    Este estudo tem como objetivo estudar a segurança e eficácia preliminar da ibogaína na desintoxicação de metadona. Existem dois estudos clínicos abertos e alguns estudos de caso nos quais foi observado que a ibogaína elimina ou reduz significativamente a síndrome de abstinência e o desejo de consumir opiáceos. Alguns dos pacientes desses estudos eram usuários de metadona. Este é um estudo piloto de fase II, randomizado, duplo-cego, controlado, de grupos paralelos. Serão recrutados 20 sujeitos que serão aleatoriamente designados para cada um dos dois grupos propostos (10 sujeitos por grupo). Cada indivíduo receberá um máximo de 6 doses de ibogaína divididas em 6 administrações (uma dose por administração). Para o grupo 1, cada uma das 6 doses será de 100 mg. No grupo 2, doses crescentes serão administradas, as quais serão aumentadas a uma taxa de 100 mg, de tal forma que uma dose de 100 mg será iniciada e uma dose máxima de 600 mg será terminada. Os sujeitos incluídos receberão tratamento por aproximadamente 3 meses e serão acompanhados por até seis meses (final do estudo). Além disso, a satisfação com o tratamento, o surgimento de possíveis sintomas psicopatológicos e o perfil dos efeitos colaterais da droga serão avaliados. ClinicalTrials.gov Identifier: NCT04003948

    Financiadores
    • ICEERS Foundation · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos, José Carlos Bouso (Responsável), HALLAK, JAIME E.

  • 2020 – 2024Pesquisa

    Efeitos de dose única de ayahuasca em universitários com uso abusivo de álcool: um estudo simples-cego

    Concluído

    Contexto: Ayahuasca é uma bebida alucinógena Sul-Americana rica nos alcalóides N-N- dimetiltriptamina (DMT) e #946;-carbolinas (harmina, harmalina e tetrohidroharmina). Estudos pré-clínicos e observacionais sugerem que a ayahuasca possui efeitos benéficos em indivíduos com transtornos por uso de substâncias, mas estes potenciais nunca foram avaliados em um ensaio clínico. Material e métodos: Trata-se de um estudo simples-cego, de viabilidade e segurança para avaliar os efeitos de uma dose de ayahuasca no padrão de consumo semanal de álcool (variável primária) de 11 estudantes universitários com consumo nocivo de álcool. As variáveis secundárias incluíram segurança e tolerabilidade, fissura, personalidade, ansiedade, impulsividade e autoestima. Resultados: A dose de ayahuasca produziu efeitos psicoativos significativos e foi bem tolerada (não foram observados efeitos adversos graves). Foi observada uma redução significativa no uso semanal (dias por semana) de álcool entre a 2 e 3 semanas (2,900.28 vs. 2.090.41; p < 0,05, não corrigido). Entretanto, após a correção por Bonferroni não foram notadas diferenças significativas entre os pontos. Não houve diferenças significativas para as outras variáveis. Conclusões: Uma redução significativa nos dias de consumo de álcool foi observada 2-3 semanas após a ingestão de ayahuasca, mas esse efeito não se manteve após a correção de Bonferroni. A ausência de efeitos significativos no uso de álcool e outras variáveis pode estar relacionado ao tamanho pequeno da amostra e ao leve/moderado uso de álcool da amostra no início do estudo. O presente estudo mostra a viabilidade e segurança do nosso protocolo, abrindo portas para estudos maiores e controlados.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos (Responsável), Flávia de Lima Osório, Jaime E. C. Hallak, Giordano Novak Rossi, Lucas Silva Rodrigues, Lorena Terene Lopes Guerra, José Augusto Silva Reis

  • 2020 – 2025Pesquisa

    Efeitos de quatro doses de ayahuasca ou dextrocetamina na Depressão Maior Resistente ao Tratamento: um estudo randomizado e duplo-cego

    Concluído

    A depressão é um transtorno mental altamente prevalente na população mundial atual, e dadas as limitações em nosso entendimento de sua etiologia e tratamento, novas ferramentas farmacológicas têm sido investigadas por seu potencial antidepressivo. Entre essas, os alucinógenos serotoninérgicos (ou psicodélicos) e a cetamina e seus enantiômeros apresentam resultados promissores, com efeitos rápidos e de longa duração com uma ou poucas administrações. O principal princípio ativo da ayahuasca é a dimetiltriptamina (DMT), uma triptamina psicodélica que atua como agonista dos receptores serotoninérgicos 5-HT2A, da mesma forma que o LSD e a psilocibina. No caso da cetamina, embora seu uso intranasal tenha sido aprovado para o tratamento de depressão, o uso oral ainda foi pouco investigado. Dessa forma, o objetivo principal deste projeto é o de avaliar os efeitos de quatro doses de ayahuasca ou escetamina sobre os sintomas depressivos e ansioso de pacientes diagnosticados com transtorno depressivo maior. Nesse estudo randomizado e duplo-cego, 22 participantes foram aleatoriamente alocados para receber 4 doses de ayahuasca (n = 11, 1 mL/kg) com intervalo de uma semana entre as doses ou 4 doses de escetamina (n = 11, 2 mg/kg) pela via oral com o mesmo intervalo. Além das 4 sessões, os participantes também fizeram dois testes de acompanhamento na quinta e oitava semanas de participação. Nosso principal fator de avaliação foi a diferença dos escores de depressão e ansiedade dos participantes quando comparados a linha de base com o último teste de acompanhamento, 1 mês após a última sessão. Os resultados demonstraram uma queda significativa entre a linha de base e todos os outros pontos de comparação dos escores de depressão e ansiedade das 3 escalas utilizadas (BDI, BAI e HADS, todos os ps < 0,05, corrigidos). Apesar de a amostra total ter apresentado média de 4,1 tentativas de tratamento anteriores sem sucesso, observamos altas taxas de resposta ao tratamento (redução dos escores de depressão do BDI para 50 ou menos dos escores na linha de base no último acompanhamento) para o grupo ayahuasca (82) e para o grupo escetamina (45). Corroborando os resultados antidepressivos, observamos aumento significativo da qualidade subjetiva do sono e mudanças benéficas na personalidade (aumento de concienciosidade, extroversão, e abertura à experiências e queda de neuroticismo) (NEO-FFI, todos ps < 0,05, corrigidos). Além disso, as pontuações da qualidade do sono, de concienciosidade e extroversão foram inversamente correlacionadas com os escores de depressão, enquanto que o neuroticismo foi diretamente correlacionado com sintomas depressivos (todos ps < 0,05). No geral os efeitos adversos foram leves a moderados e de duração curta (CADSS, BPRS, UKU e Cardiovasculares), sendo esperados para a administração de alucinógenos em contexto clínico. Entretanto, reportamos dois eventos adversos graves incluindo uma reação dissociativa grave e aumento da ideação suicida, mas os dois ocorridos foram breves, não necessitando de medicação nem gerando prejuízo a nenhum dos participantes. Observamos também um possível efeito de habituação aos tratamentos nas escalas de efeitos subjetivos (HRS) e adversos (UKU). Em termos de intensidade da experiência psicodélica, observamos que a ayahuasca parece causar efeitos mais intensos que a escetamina nas doses avaliadas. Por fim, demonstramos o uso de tratamento ativo como comparador para ayahuasca, apresentando um protocolo com melhor qualidade de cegamento do que os anteriormente utilizados no Brasil e no mundo na pesquisa com psicodélicos. A maioria dos voluntários apresentou grande benefício em participar e os resultados corroboram achados anteriores e expandem os mesmos, demonstrando os benefícios e fatores de segurança para o uso de alucinógenos no tratamento de depressão e ansiedade.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
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    Rafael Guimarães dos Santos (Responsável), Giordano Novak Rossi, HALLAK, JAIME E., Lucas Silva Rodrigues, Lorena Terene Lopes Guerra, José Augusto Silva Reis

  • 2020 – 2024Pesquisa

    Tolerabilidade e Eficácia da Ibogaína no Tratamento do Transtorno por uso de Álcool: Um Estudo Aberto e de Escalonamento de Doses

    Concluído

    Atualmente, 5 da população adulta mundial apresenta algum transtorno por usode álcool (TUA), e o uso de álcool está relacionado a 3 de todas as mortes no mundo, sendoum dos principais fatores associados a diversas doenças e a mortalidade. Embora as medicaçõesatualmente utilizadas tenham certa eficácia, os efeitos adversos e o tempo relativamente longodo tratamento são fatores que podem reduzir a adesão. A ibogaína é um alcaloide alucinógenopresente no arbusto Tabernanthe iboga (iboga), originária da África Central. Estudos emanimais e séries de casos sugerem que uma ou poucas doses de ibogaína reduzem de formasignificativa a síndrome de abstinência e o padrão de uso de diversas drogas, incluindo o álcool.Entretanto, não há nenhum estudo clínico que tenha explorado estes efeitos no TUA. Objetivo:Avaliar a eficácia, segurança, tolerabilidade de diferentes doses de ibogaína em pacientesdiagnosticados com TUA. Método: Os 3 primeiros pacientes receberam doses únicas ecrescentes de ibogaína (20 a 320 mg). Os 6 seguintes voluntários receberam uma única dosede 400 mg. A variável primária foi o autorrelato semanal de uso de álcool e de uso de outrasdrogas. As variáveis secundárias incluíram aferições dos sinais vitais, eletrocardiograma(intervalo QTc), exames laboratoriais, efeitos dissociativos, sintomas psiquiátricos, efeitosadversos, efeitos psicoativos/alucinógenos, impulsividade, autoestima, fissura por álcool,ansiedade, depressão, personalidade e cognição social. Resultados: Os resultados preliminaressugerem que as doses de 20 a 400 mg produziram uma redução leve a moderada do consumode álcool e cocaína, com dois voluntários permanecendo abstinentes durante todo o estudo (até3 meses após a intervenção). Os dados sugerem que esses efeitos foram de maior magnitudecom as doses maiores de ibogaína. As doses utilizadas produziram efeitos colaterais leves emoderados, sendo bem toleradas, não havendo reações adversas graves. Os principais efeitosforam náusea, ansiedade e dificuldade de concentração. Outros efeitos relatados incluíramcefaleia, tontura, alteração da sensopercepção, mal-estar gástrico, vômito e formigamento.Alterações transitórias leves a moderadas foram observadas nos sinais vitais e ECG(taquicardia, hipertensão, aumento do intervalo QT). Os efeitos colaterais, incluindo asalterações cardiovasculares, apresentaram um padrão dose-dependente, bem como os efeitossubjetivos. A administração de ibogaína reduziu os sintomas depressivos, mas não produziumudanças evidentes nas outras variáveis. Conclusão: A ibogaína produziu efeitos positivos,mas discretos, na redução da quantidade e frequência do consumo de álcool e cocaína. Taisefeitos foram dose-dependentes, bem como os efeitos colaterais. Embora tenha sido bemtolerada, as alterações cardiovasculares observadas reforçam a necessidade de um ambientecontrolado, acompanhamento por equipe treinada e monitorização contínua no possível usoclínico da ibogaína. Estudos com amostras maiores e diferentes dosagens são necessários paraelucidar com mais rigor a relação dose/efeito da ibogaína no TUA.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
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    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos (Responsável), José Carlos Bouso, HALLAK, JAIME E.C., Giordano Novak Rossi, Juliana Mendes Rocha, Lucas Silva Rodrigues, Lorena Terene Lopes Guerra, José Augusto Silva Reis

  • 2018 – 2020Pesquisa

    Efeitos agudos e subagudos de dose única de ayahuasca no reconhecimento de expressões faciais: um estudo randomizado, duplo-cego e controlado com placebo

    Concluído

    Estudos em animais e humanos sugerem que a ayahuasca possui efeitos ansiolíticos e antidepressivos, além de apresentar boa tolerabilidade. Portanto, o objetivo deste projeto é o de avaliar os efeitos de uma dose única de ayahuasca no reconhecimento de expressões faciais. Voluntários saudáveis participarão de um estudo randomizado, duplo-cego e controlado com placebo. A avaliação aguda (0-6 h) será realizada por meio da aplicação de escalas, questionários e testes (VAMS, ESS, BAI, Tarefa de Reconhecimento de Expressões Faciais). Escalas e questionários também serão aplicados aos voluntários 1, 7, 14 e 21 dias após a administração de ayahuasca ou placebo para a avaliação de possíveis efeitos subagudos.

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    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
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    Rafael Guimarães dos Santos (Responsável), Flávia de Lima Osório, Jaime E. C. Hallak, Giordano Novak Rossi, Juliana Mendes Rocha

  • 2018 – 2020Pesquisa

    Avaliação das possíveis interações entre o canabidiol e a ayahuasca em voluntários saudáveis: um estudo randomizado, duplo-cego e controlado com placebo

    Concluído

    A ayahuasca é uma bebida psicoativa tradicionalmente utilizada por grupos indígenas da Amazônia e também por grupos religiosos como o Santo Daime com fins rituais e terapêuticos. O principal princípio ativo da ayahuasca é a dimetiltriptamina (DMT), uma triptamina alucinógena que atua como agonista dos receptores serotoninérgicos 5-HT2A. Estudos em animais e humanos sugerem que a ayahuasca possui efeitos ansiolíticos e antidepressivos. O canabidiol (CBD) é um dos principais fitocanabinóides presente na planta da maconha. Embora os mecanismos de ação sejam pouco compreendidos, estudos básicos e clínicos demonstraram que o CBD possui efeito ansiolítico, antipsicóticos, anticonvulsivante, antioxidante e neuroprotetor, entre outros. Estudos básicos encontraram evidências de interação entre os receptores 5-HT2A e o sistema endocanabinóide. Esta interação não foi avaliada em seres humanos. Portanto, o objetivo deste projeto é o de avaliar os efeitos do CBD sobre os efeitos subjetivos, cardiovasculares e cognitivos da ayahuasca. 20 voluntários saudáveis participarão de um estudo randomizado, duplo-cego e controlado com placebo onde receberão os seguintes tratamentos: placebo ou CBD (600 mg) seguido de ayahuasca (1 mL/kg). A avaliação dos efeitos subjetivos e da cognição social será realizada por meio da aplicação de escalas e testes (VAMS, ESS, BAI, Tarefa de Reconhecimento de Expressões Faciais). Estas escalas e testes também serão aplicados 1, 7, 14 e 21 dias após a administração de ayahuasca para a avaliação de efeitos subagudos. A avaliação cardiovascular (pressão arterial e frequência cardíaca) será realizada apenas durantes os efeitos agudos da ayahuasca (0?6h).

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
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    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos (Responsável), Jaime E. C. Hallak, OSÓRIO, FLÁVIA L., Giordano Novak Rossi, Juliana Mendes Rocha, BOUSO, JOSÉ C

  • 2017 – 2017Pesquisa

    Uso de diferentes solventes orgânicos na extração líquido-líquido de N,N-dimetiltriptamina das raízes de Mimosa hostilis (jurema preta)

    Concluído

    A N,N-Dimetiltriptamina (DMT) é um alcaloide indólico presente de forma endógena em uma série de seres vivos, incluindo plantas e animais. A capacidade psicoativa da DMT é conhecida há décadas, e sua presença em bebidas utilizadas no contexto religioso ao redor do mundo (como por exemplo a ayahuasca) tem chamado crescente atenção da comunidade científica, principalmente nos últimos anos, tendo em vista os seus possíveis efeitos ansiolíticos e antidepressivos. Uma espécie de planta notável pelo seu conteúdo de DMT é Mimosa hostilis, popularmente conhecida como jurema-preta no Brasil, uma planta da família Fabaceae nativa das Américas comumente encontrada no nordeste brasileiro. Essa planta é facilmente obtida na internet em sites que a vendem legalmente no Brasil. Tendo esse contexto em vista, analisamos a extração ácido-base (líquido-líquido) de DMT a partir de cascas e entrecascas de Mimosa hostilis compradas na Internet, utilizando cinco diferentes solventes orgânicos (n-hexano, acetato de etila, clorofórmio, diclorometano e n-butanol) para separação de DMT da fase aquosa ao fim do processo, de forma a compará-los quanto a quantidade de DMT extraída. Para tanto, mediu-se a área do pico gerada pela presença de DMT na amostra analisada por espectrometria de massas acoplada a cromatografia líquida de alta performance (UPLC-MS), observando-se uma escala de maior a menor quantidade de DMT extraída em cada solvente: clorofórmio > acetato de etila > n-butanol > diclorometano > n-hexano. Além disso, constatou-se que a formação de emulsões nos primeiros quatro solventes listados e a quantidade de material extraído com etanol anidro no início do processo inviabilizam um bom rendimento. Dessa forma, conclui-se que apesar de o n-hexano ter sido o solvente com menor afinidade para a DMT (pelo fato de ter sido o solvente que extraiu a menor quantidade relativa de DMT), ele parece ser o mais indicado para essa finalidade, tendo em vista a facilidade para separá-lo da fase aquosa e pureza (avaliada pela cor) da amostra obtida. Não obstante, não se aconselha o uso de etanol para o início desse processo, e sim água acidificada.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos, Jaime E. C. Hallak (Responsável), Maria Eugênia Queiroz Nassur, Eduardo Crevelin, Giordano Novak Rossi

  • 2017 – presentePesquisa

    Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Translacional em Medicina (INCT-TM)

    Em andamento

    Embora exista uma ampla variedade de fármacos disponíveis para o tratamento de doenças neurológicas e psiquiátricas, uma parte significativa dos pacientes não se beneficia com estas drogas e muitas destas medicações produzem uma série de efeitos adversos, que acabam por reduzir a adesão ao tratamento. Considerando este contexto, se faz necessária a pesquisa de novos compostos terapêuticos, com maior eficácia e menor toxicidade. A medicina translacional se insere de maneira importante neste âmbito, ao permitir a transformação de dados provenientes de estudos básicos (in vitro e in vivo) em dados para uso clínico (estudos Fase I, II e III). Além disso, a medicina translacional é intrinsicamente multidisciplinar, favorecendo o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento biomédico, destacando-se as áreas de farmacologia e neurociências. Considerando que o Brasil não possui uma posição destacada no cenário internacional de produção científica e geração de patentes, o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Translacional em Medicina (INCT-TM) foi concebido em 2008 como uma forma de nivelar esta discrepância. Para cumprir este objetivo, o Instituto congregou em sua proposta inicial (2008-2013) alguns dos mais renomados cientistas brasileiros com destacada produção internacional na área de saúde e medicina translacional. Durante a vigência anterior, produziu-se uma quantidade importante de artigos científicos, dissertações e teses, aumentando assim o número de pesquisadores qualificados nas diferentes áreas da medicina translacional em diversos centros de pesquisa do país. Também houve avanços na elaboração, validação e utilização de diversas técnicas para a avaliação do papel de biomarcadores na etiologia e tratamento de transtornos neuropsiquiátricos, como a proteômica e a transcriptômica. Finalmente, o INCT-TM gerou em sua vigência anterior uma quantidade significativa de patentes, demostrando a competência do Instituto na translação de dados básicos para uso clínico e comercial. Entretanto, boa parte dos dados gerados pelo INCT-TM continua em ativa fase de translação, sendo que alguns compostos estão em avançada fase de pesquisa para posterior uso clínico. Portanto, a presente proposta tem como objetivo utilizar tecnologia de ponta para dar continuidade às atividades previamente iniciadas pelo INCT-TM, transformando dados básicos em ferramentas terapêuticas de uso clínico com maior eficácia e menor toxicidade, proporcionando inovação e criação de novas patentes e produtos com potencial uso em transtornos neuropsiquiátricos.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos, José Alexandre de Souza Crippa, Jaime E C Hallak (Responsável), João Paulo Maia-de-Oliveira, Antônio Waldo Zuardi, Francisco Silveira Guimarães, Regina Helena Costa Queiroz, Maria Eugênia Queiroz Nassur +8 integrantes

  • 2015 – 2019Pesquisa

    Efeitos subagudos de dose única de ayahuasca em pacientes com transtorno de ansiedade social: um estudo randomizado, duplo-cego e controlado com placebo

    Concluído

    O objetivo deste projeto foi avaliar os efeitos de uma dose única de ayahuasca em pacientes com TAS utilizando um desenho experimental randomizado, duplo-cego e controlado com placebo. A avaliação foi realizada por meio da medição de variáveis cardiovasculares (frequência cardíaca e pressão arterial) e da aplicação de escalas, questionários e testes (scala Visual Analógica de Humor [VAMS], Escala de Sintomas Somáticos [ESS], Teste de Simulação de Falar em Público/Self-statements During Public Speaking Scale [SSPS] e Tarefa de Reconhecimento de Expressões Faciais [REFE]). Escalas e questionários também serão aplicados aos voluntários 7, 14 e 21 dias após a administração de ayahuasca ou placebo. Em comparação com o placebo, a ayahuasca melhorou significativamente a autopercepção de performance da fala (SSPS) e aumentou os sintomas somáticos (ESS). Houve também uma interação tempo × grupo significativa no fator &quot;deterioração cognitiva&quot; da VAMS de um efeito significativo do tempo na tarefa REFE, especialmente no tempo de reação. Outras medidas não foram modificadas significativamente. A ayahuasca foi bem tolerada, produzindo principalmente náuseas, desconforto gastrointestinal e vômitos.

    Financiadores
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos, Flávia de Lima Osório, Jaime E. C. Hallak (Responsável), Giordano Novak Rossi, Juliana Mendes Rocha, BOUSO, JOSÉ C, Lucas Silva Rodrigues

  • 2015 – 2019Pesquisa

    Ansiedade social e de performance musical: efeitos agudos da ocitocina e ayahuasca na voz, no reconhecimento de expressões faciais e nos sintomas clínicos e cognitivos

    Concluído

    Três estudos distintos, de metodologia experimental, serão realizados com os seguintes objetivos específicos: a) avaliar os efeitos comportamentais, subjetivos e cognitivos (cognição social) de uma dose única de ayahuasca em sujeitos com diagnóstico de ansiedade social, em comparação a sujeitos controle sem tal diagnóstico; b) avaliar os efeitos da ansiedade na voz cantada e os efeitos agudos da ocitocina na performance e no padrão de voz de músicos durante um teste de simulação de performance musical e, c) avaliar a cognição social em músicos por meio de uma tarefa de reconhecimento de expressões faciais de emoção e testar os efeitos agudos da ocitocina, em função do nível de ansiedade de performance musical.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos, Flávia de Lima Osório, José Alexandre de Souza Crippa (Responsável), Rafael Faria Sanches, Jaime E. C. Hallak, Marcos H. N. Chagas, Lilian Neto Aguiar Ricz, Gleidy Vannesa Espitia Rojas +1 integrantes

  • 2013 – 2017Pesquisa

    Efeito de dose única de ayahuasca em pacientes com depressão recorrente: um estudo clínico randomizado, duplo-cego e controlado com placebo

    Concluído

    Evidências preliminares de um estudo aberto realizado pelo nosso grupo em 17 pacientes com depressa&#771;o maior demonstraram reduc&#807;a&#771;o significativa dos sintomas depressivos avaliados por duas escalas para depressa&#771;o (Hamilton Depression Rating scale - HAM-D e Montgomery-Asberg Depression Rating Scale - MADRS), particularmente entre a linha de base e 1, 7 e 21 dias apo&#769;s a administrac&#807;a&#771;o de dose u&#769;nica da ayahuasca. Embora promissoras, essas evide&#770;ncias devem ser consideradas com cautela, devido a&#768;s limitac&#807;o&#771;es intri&#769;nsecas de estudos explorato&#769;rios, como por exemplo a falta de um grupo controle e a ause&#770;ncia de tratamento com placebo. Para resolver este problema, realizamos um estudo paralelo, duplo-cego, aleatorizado e controlado com placebo, em 35 pacientes com depressão maior refratária. Medimos como resultado primário a alteração na HAM-D sete dias após a administração de ayahuasca ou placebo, e como resultados secundários as alterações na MADRS e as taxas de resposta nos dias 1 (D1), 2 (D2) e 7 (D7) após o dia experimental, e também as taxas de remissão no D7. Observamos evidência robusta de efeitos antidepressivos rápidos de uma única dose de ayahuasca quando comparado ao placebo. Os escores da HAM-D no D7 foram significativamente menores nos pacientes tratados com ayahuasca do que nos tratados com placebo. Os escores da MADRS foram significativamente reduzidos no grupo que recebeu ayahuasca em comparação com o grupo que recebeu placebo de D1 a D7. As taxas de resposta foram altas para ambos os grupos em D1 e D2, sendo significativamente maiores no grupo que recebeu ayahuasca no D7

    Financiadores
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos, Jordi Riba, Draulio Barros de Araujo (Responsável), Flávia de Lima Osório, Rafael Faria Sanches, João Paulo Maia-de-Oliveira, Fernanda Palhano-Fontes, Dayanna Barreto +15 integrantes

  • 2010 – 2015Pesquisa

    Efeito de dose única de ayahuasca em pacientes com depressão recorrente: um estudo clínico piloto e aberto

    Concluído

    Um estudo preliminar procurou avaliar os efeitos de uma única dose de ayahuasca (2,2 ml / kg) em seis voluntários com um episódio depressivo atual em um ensaio aberto conduzido em uma unidade psiquiátrica de internação. Observaram-se reduções estatisticamente significativas de até 82% nos sintomas depressivos entre os valores basais e 1, 7 e 21 dias após a administração da ayahuasca, conforme medido pela Hamilton Rating Scale for Depression (HAM-D), pela Montgomery-Åsberg Depression Rating Scale (MADRS), e pela subescala Anxious-Depression da Brief Psychiatric Rating Scale (BPRS). No estudo final, avaliamos os potenciais antidepressivos da ayahuasca em uma amostra maior e investigamos seus efeitos no fluxo sanguíneo cerebral regional (SPECT). 17 pacientes receberam a mesma dose oral de ayahuasca e foram avaliados com as mesmas escalas. A perfusão sanguínea foi avaliada oito horas após a administração de ayahausca. A administração de ayahuasca foi associada a reduções significativas nas escalas relacionadas à depressão (HAM-D, MADRS, BPRS) de 80 min ao dia 21. Observou-se também aumento da perfusão sanguínea no núcleo accumbens esquerdo, na insula direita e na área subgenual esquerda, regiões cerebrais implicadas na regulação do humor e das emoções. A ayahuasca foi bem tolerada. O vômito foi o único efeito adverso registrado, sendo relatado por 47% dos voluntários. Nossos resultados sugerem que a ayahuasca pode ter propriedades antidepressivas de ação rápida e sustentada. Estes resultados devem ser replicados em ensaios clínicos randomizados, duplo-cegos, controlados com placebo.

    Financiadores
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos, Jordi Riba, Draulio Barros de Araujo, Flávia de Lima Osório, José Alexandre de Souza Crippa, Rafael Faria Sanches, Ligia R. H. Macedo, João Paulo Maia-de-Oliveira +2 integrantes

  • 2006 – 2012Pesquisa

    Ayahuasca: efeitos fisiológicos e subjetivos, comparação com d-anfetamina e avaliação de doses consecutivas

    Concluído

    Dois estudos clínicos foram conduzidos para caracterizar a farmacologia humana da ayahuasca. No estudo 1, exploramos: a) o impacto fisiológico da administração aguda da ayahuasca em termos de efeitos autonômicos e neuroendócrinos; e b) os efeitos potenciais da ayahuasca sobre a imunidade. No estudo 2, avaliamos a farmacologia de duas doses consecutivas de ayahuasca e a possível ocorrência de tolerância ou sensibilização. Ambos os estudos foram conduzidos em jovens voluntários saudáveis &#8203;&#8203;com experiência no uso de psicodélicos, utilizando uma formulação encapsulada liofilizada de ayahuasca administrada de acordo com um delineamento duplo-cego randomizado. No estudo 1, comparou-se uma dose de ayahuasca equivalente a 1,0 mg de DMT / kg de peso corporal versus um placebo e um controle positivo (20 mg de d-anfetamina) em 10 voluntários. Os efeitos autonômicos, neuroendócrinos e imunológicos foram medidos e também as concentrações sanguíneas de DMT, efeitos subjetivos e neurofisiológicos (variáveis &#8203;&#8203;secundárias). A ayahuasca aumentou os níveis plasmáticos de DMT &#8203;&#8203;e induziu efeitos subjetivos e neurofisiológicos distintos aos da anfetamina. Ambos os fármacos aumentaram o diâmetro pupilar, mas a ayahuasca mostrou efeitos mais intensos. Os níveis de prolactina foram significativamente aumentados pela ayahuasca, mas não pela anfetamina; enquanto o cortisol foi aumentado por ambos as substâncias, com a ayahuasca produzindo maiores aumentos. Ayahuasca e anfetamina induziram modificações semelhantes em subpopulações de linfócitos. Os níveis de CD4 e CD3 diminuíram e os de células NK aumentaram. As alterações máximas ocorreram por volta das 2 horas após a administração da ayahausca, retornando aos níveis basais 24 horas depois. Em conclusão, a ayahuasca apresentou efeitos simpaticomiméticos moderados, estimulação neuroendócrina significativa e um efeito temporário na imunidade. No estudo 2, nove voluntários receberam as duas seguintes combinações de tratamento com pelo menos uma semana de intervalo: a) um placebo de lactose e 4 horas mais tarde uma dose de ayahuasca; e b) duas doses de ayahuasca separadas por 4 horas de intervalo. Todas as doses de ayahuasca foram equivalentes a 0,75 mg de DMT / kg de peso corporal. Avaliaram-se as medidas subjetivas, neurofisiológicas, cardiovasculares, autonômicas, neuroendócrinas e de imunidade. As concentrações plasmáticas de DMT, pontuações nas variáveis &#8203;&#8203;subjetivas e neurofisiológicas, e os níveis de prolactina e cortisol foram significativamente maiores após duas doses consecutivas. Quando os efeitos foram normalizados pelas concentrações plasmáticas de DMT, não foram observadas diferenças quanto a efeitos subjetivos, neurofisiológicos, autonômicos ou imunológicos. No entanto, observamos uma tendência à redução da pressão arterial sistólica e da frequência cardíaca, e uma diminuição significativa para o hormônio do crescimento após a segunda dose. Em conclusão, enquanto não houve tolerância ou sensibilização clara na esfera psicológica ou na maioria das variáveis &#8203;&#8203;fisiológicas, observou-se uma tendência para diminuir a ativação cardiovascular, juntamente com uma tolerância significativa à secreção de hormônio do crescimento.

    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos, Jordi Riba (Responsável), Manel J. Barbanoj, Marta Valle, José Carlos Bouso, Josep F. Nomdedéu, José Rodríguez-Espinosa, Ethan H. McIlhenny +4 integrantes

  • 2005 – 2006Pesquisa

    Efeitos da ingestão de ayahuasca em estados psicométricos relacionados ao pânico, ansiedade e depressão em membros do culto do Santo Daime

    Concluído

    A utilização da ayahuasca, cujo uso religioso é legitimado juridicamente no Brasil desde 1986, vem crescendo nos centros urbanos nas últimas décadas. A despeito desta difusão, pouso se sabe sobre seus efeitos nos estados emocionais. O presente estudo investigou possíveis alterações na expressão de ansiedade, depressão e pânico em membros de uma igreja do culto do Santo Daime nos arredores de Brasília, DF. Foram aplicados questionários padronizados para avaliações de ansiedade-estado (IDATE-estado), ansiedade-traço (IDATE-traço), pânico (ESA-R) e depressão (BHS) em indivíduos que faziam uso ritual desta bebida há pelo menos 10 anos consecutivos. O estudo foi conduzido na própria igreja em nove membros do culto selecionados mediante aceitação de Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Os questionários foram aplicados 1 h após a ingestão do psicoativo e foi utilizado o método duplo-cego com placebo. Sob efeito da ayahuasca, os participantes exibiram estados atenuados de sinais psicométricos agudos relacionados ao pânico e à depressão. A ingestão da bebida não alterou o estado ou o traço de ansiedade avaliados pelo IDATE. Os resultados são discutidos em termos da possível utilização terapêutica da ayahuasca no pânico e na depressão

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
    Equipe

    Rafael Guimarães dos Santos, Vitor Motta, Antônio Pedro M Cruz (Responsável), Jesus Landeira-Fernandez

Orientações

9 de 9 orientações
Por página
  • Mestrado
    desde 2025
    Caroline Carvalho Gomes · Orientação
    Efeitos de dose única de ayahuasca ou dextrocetamina na percepção da imagem corporal em mulheres: um estudo randomizado e duplo-cego · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Ciências do Comportamento · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2025
    Taini Bellucci · Orientação
    Efeitos de dose única de Ayahuasca ou Dextrocetamina no ciclo menstrual e nos sintomas pré-menstruais: um estudo randomizado e duplo-cego · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Ciências do Comportamento · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Iniciação Científica
    desde 2025
    Vitor de Lima Hallak · Orientação
    Efeitos do canabigerol em um modelo animal de depressão · Ciências Biológicas · Centro Universitário Barão de Mauá - Jardim Paulista
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Anna Beatriz Vicentini Zacharias · Orientação
    Avaliação de Efeitos Dose-Dependentes de Ayahuasca na Personalidade de Voluntários Saudáveis: Um Estudo Duplo-Cego e Randomizado · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Ciências do Comportamento · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Caio César de Paula · Orientação
    Avaliação de Efeitos Dose-Dependentes de Ayahuasca nas Funções Cognitivas de Voluntários Saudáveis: Um Estudo Duplo-Cego e Randomizado · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Ciências do Comportamento · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2023
    Bianca Villanova · Orientação
    Efeitos de dose única de ayahuasca ou dextrocetamina na dor induzida experimentalmente: um estudo randomizado e duplo-cego · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Ciências do Comportamento · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2022
    Renan Massanobu Maekawa · Orientação
    Efeitos de dose única de ayahuasca ou dextrocetamina em sintomas depressivos e ansiosos associado ao recém diagnóstico de Câncer: um estudo randomizado e duplo-cego · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Ciências do Comportamento · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2022
    José Augusto Silva Reis · Orientação
    Efeitos de quatro doses de ayahuasca ou dextrocetamina na cognição social em pacientes com depressão maior resistente ao tratamento: um estudo randomizado e duplo-cego. · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Ciências do Comportamento · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2022
    Lorena Terene Lopes Guerra · Orientação
    Efeitos de dose única de ayahuasca ou dextrocetamina no transtorno de estresse pós-traumático: um estudo randomizado e duplo-cego · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Ciências do Comportamento · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento

Bancas julgadoras

28 registros
28 de 28 bancas
Por página
  • 2025
    Lucas Silva Rodrigues
    Efeitos de dose única de ayahuasca em universitários com uso abusivo de álcool: um estudo simples-cego · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Ciências do Comportamento · Universidade de São PauloBanca: Rafael Guimarães dos Santos, Luiz Jorge Pedrão, Cristiano Chaves
    Mestrado
  • 2025
    Juliana Mendes Rocha
    Tolerabilidade e eficácia da ibogaína no tratamento do transtorno por uso de álcool: um estudo aberto e de escalonamento de doses · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental · Universidade de São PauloBanca: Rafael Guimarães dos Santos, Marcos Hortes Nisihara Chagas, Clarissa Mendonça Corradi Webster, Natália Priolli Jora Pegoraro
    Doutorado
  • 2025
    Caio César de Paula
    Avaliação de efeitos dose-dependentes de ayahuasca nas funções cognitivas de voluntários saudáveis: um estudo duplo-cego e randomizado · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Ciências do Comportamento · Universidade de São PauloBanca: João Paulo Machado-de-Sousa, Jaime E. C. Hallak, Rafael Guimarães dos Santos
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Anna Beatriz Vicentini Zacharias
    Avaliação de efeitos dose-dependentes de ayahuasca na personalidade de voluntários saudáveis: um estudo duplo-cego e randomizado · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Ciências do Comportamento · Universidade de São PauloBanca: João Paulo Machado-de-Sousa, Jaime E. C. Hallak, Rafael Guimarães dos Santos
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Membro da Comissão de Seleção do Processo Seletivo de Candidatos à Pós-Graduação em Saúde Mental da FMRP-USP para ingresso no 2º. Semestre de 2025
    · Universidade de São PauloBanca: Rafael Guimarães dos Santos, Flávia de Lima Osório, HALLAK, JAIME E., Marcos Hortes Nisihara Chagas, Sonia Loureiro
    Outra
  • 2024
    Alana Sueli dos Santos
    Efeitos da Ayahuasca sobre os processos da memória de medo · Pós-Graduação em Ciências - Bioquímica · Universidade Federal do ParanáBanca: PAULA SANTANA LUNARDI, LYVIA LINTZMAIER PETIz, Rafael Guimarães dos Santos
    Mestrado
  • 2024
    Rebeca Mendes de Paula Pessoa
    Efeitos do canabidiol nos sintomas comportamentais e psicológicos da demência vascular: um estudo randomizado, duplo-cego e controlado com placebo · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Ciências do Comportamento · Universidade de São PauloBanca: Marcos N. Hortes Chagas, Antônio Waldo Zuardi, Rafael Guimarães dos Santos
    Doutorado
  • 2024
    Renan Massanobu Maekawa
    Efeito de dose única de Ayahuasca em sintomas depressivos e ansiosos associados ao diagnóstico de câncer: um estudo simples-cego · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Ciências do Comportamento · Universidade de São PauloBanca: Jaime E. C. Hallak, João Paulo Machado-de-Sousa, Rafael Guimarães dos Santos
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2024
    Membro da Comissão de Seleção do Processo Seletivo de Candidatos à Pós-Graduação em Saúde Mental da FMRP-USP para ingresso no 2º. Semestre de 2024
    · Universidade de São PauloBanca: Rafael Guimarães dos Santos, OSÓRIO, FLÁVIA L., Sonia Loureiro, Marcos N. Hortes Chagas, GASPARDO, CLAUDIA MARIA
    Outra
  • 2023
    Giordano Novak Rossi
    Efeitos de quatro doses de Ayahuasca ou Dextrocetamina na depressão maior: um estudo randomizado e duplo-cego · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental · Universidade de São PauloBanca: João Paulo Machado-de-Sousa, HALLAK, JAIME E., Rafael Guimarães dos Santos
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2023
    Érica Dayanne Meireles Leite
    Prevalência da síndrome das pernas inquietas e a relação com anemia ferropriva em idosos com demência · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental · Universidade de São PauloBanca: Marcos N. Hortes Chagas, Rafael Guimarães dos Santos, Clarissa Lin Yasuda
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2023
    Lucas Silva Rodrigues
    Efeitos da dose única de Ayahuasca em universitários com o uso abusivo de álcool: um estudo simples-cego · Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental · Universidade de São PauloBanca: João Paulo Machado-de-Sousa, HALLAK, JAIME E., Rafael Guimarães dos Santos
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2023
    Anna Beatriz Vicentini Zacharias
    Efeitos de ayahuasca ou dextrocetamina na depressão maior: uma análise qualitativa dos relatos subjetivos · Psicologia · Universidade de São PauloBanca: Rafael Guimarães dos Santos, Andreia Schmidt, Regina Helena Lima Caldana
    Graduação
  • 2022
    Margareth de Brito Nogueira
    Dos efeitos ansiolíticos da 5-MeO-DMT no cérebro e comportamento do camundongo · Programa de Pós-graduação em Neurociências · Universidade Federal do Rio Grande do NorteBanca: Richardson Naves Leão, Emelie Katarina Svahn Leão, Diego Andres Laplagne, Elaine Cristina Gavioli, Olavo Bohrer Amaral, Rafael Guimarães dos Santos
    Doutorado
  • 2022
    Ana Paula Silva Campgnoli
    Subjective time under altered states of consciousness in ayahuasca users in shamanistic rituals involving music · Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia · Universidade de São PauloBanca: José Francisco Miguel Henriques Bairrão, Marcelo Salvador Caetano, Rafael Guimarães dos Santos
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2022
    Fernando Figueiredo Mecca
    Marcadores eletrofisiológicos de antidepressivos · Programa de Pós-Graduação em Medicina (NEUROLOGIA) · Universidade de São PauloBanca: Norberto Garcia Cairasco, Claudia Maria Padovan, Rafael Guimarães dos Santos
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2022
    Membro da Comissão de Seleção do Processo Seletivo de Candidatos à Pós-Graduação em Saúde Mental da FMRP-USP para ingresso no 2º. Semestre de 2022
    · Universidade de São PauloBanca: Rafael Guimarães dos Santos, Sonia Loureiro, OSÓRIO, FLÁVIA L.
    Outra
  • 2021
    Isadora Lopes Cortez
    Tratamento com HU-910, um agonista de receptores CB2, reverte alterações comportamentais em um modelo de esquizofrenia baseado no antagonismo de receptores NMDA · Programa de Pós-Graduação em Farmacologia · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloBanca: Francisco Silveira Guimarães, Vanessa Costhek Abílio, Rafael Guimarães dos Santos
    Mestrado
  • 2021
    Pedro Santana Sales Lauria
    Caracterização das propriedades antinociceptivas da ayahuasca · Programa de Pós-Graduação em Farmácia · Universidade Federal da BahiaBanca: Daniel Pereira Bezerra, Tiago Arruda Sanchez, Rafael Guimarães dos Santos
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2020
    Giordano Novak Rossi
    Avaliação das possíveis interações entre o canabidiol e a ayahuasca em voluntários saudáveis: um estudo randomizado, duplo-cego e controlado com placebo · Programa de Pós-graduação em Saúde Mental · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Rafael Faria Sanches, Sergio Sheiji Fukusima, Rafael Guimarães dos Santos
    Mestrado
  • 2020
    Arilton Martins Fonseca
    A influência do consumo da ayahuasca em contexto ritual na cognição, temperamento e religiosidade: uma comparação entre usuários experientes e iniciantes do Centro Luz Divina, Piedade - SP · BIOLOGIA QUÍMICA · Universidade Federal de São PauloBanca: Monica Marques Telles, Teresa Helena S Ferreira, Rafael Guimarães dos Santos
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2020
    Giordano Novak Rossi
    Avaliação das possíveis interações entre o canabidiol e a ayahuasca em voluntários saudáveis: um estudo randomizado, duplo-cego e controlado com placebo · Programa de Pós-graduação em Saúde Mental · Universidade de São PauloBanca: HALLAK, JAIME E., João Paulo Machado-de-Sousa, Rafael Guimarães dos Santos
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2020
    Membro da Comissão de Seleção do Processo Seletivo de Candidatos à Pós-Graduação em Saúde Mental da FMRP-USP para ingresso no 1º. Semestre de 2021
    · Universidade de São PauloBanca: OSÓRIO, FLÁVIA L., HALLAK, JAIME E., Rafael Guimarães dos Santos
    Outra
  • 2018
    Sthephanie Martins de Faria
    Efeitos da administração aguda de canabidiol na ansiedade e nos tremores induzidos pelo teste de simulação de falar em público em pacientes com doença de Parkinson · Programa de Pós-graduação em Saúde Mental · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Marcos N. Hortes Chagas, João Paulo Machado-de-Sousa, Rafael Guimarães dos Santos
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2018
    Tamires Amabile Valim Brigante
    Avaliação de toxicidade de psicofármacos com potencial terapêutico · Programa de Pós-graduação em Toxicologia · Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto - USPBanca: Antonio Cardozo dos Santos, Lilian Cristina Pereira, Rafael Guimarães dos Santos
    Exame de qualificação de doutorado

Revisor de periódico

24 registros
  1. 2024 – 2024
    JOURNAL OF PSYCHOPHARMACOLOGY
    Revisor de periódico
  2. 2022 – 2022
    PSYCHOPHARMACOLOGY
    Revisor de periódico
  3. 2020 – 2020
    JOURNAL OF CLINICAL PSYCHOPHARMACOLOGY
    Revisor de periódico
  4. 2020 – 2020
    Scientific Reports
    Revisor de periódico
  5. 2019 – 2019
    JOURNAL OF AFFECTIVE DISORDERS
    Revisor de periódico
  6. 2018 – 2018
    International Review of Psychiatry
    Revisor de periódico
  7. 2018 – 2018
    Journal of Herbal Medicine
    Revisor de periódico
  8. 2017 – 2017
    Trends in Psychiatry and Psychotherapy
    Revisor de periódico
  9. 2017 – 2017
    Progress in Neuropsychopharmacology & Biological Psychiatry
    Revisor de periódico
  10. 2017 – 2017
    ARCHIVES OF CLINICAL PSYCHIATRY (SÃO PAULO)
    Revisor de periódico
  11. 2017 – 2017
    REPRODUCTIVE TOXICOLOGY
    Revisor de periódico
  12. 2016 – presenteVínculo atual
    Therapeutic Advances in Psychopharmacology
    Revisor de periódico
  13. 2016 – 2016
    Brazilian journal of medical and biological research
    Revisor de periódico
  14. 2016 – 2016
    Revista Brasileira de Farmacognosia (Impresso)
    Revisor de periódico
  15. 2015 – 2015
    Behavioural Processes (Print)
    Revisor de periódico
  16. 2015 – 2015
    Revista da Abordagem Gestáltica (Impresso)
    Revisor de periódico
  17. 2015 – 2015
    Phytotherapy Research (Online)
    Revisor de periódico
  18. 2014 – 2014
    UNOPAR Científica. Ciências Biológicas e da Saúde
    Revisor de periódico
  19. 2014 – 2014
    Acta Medica Academica
    Revisor de periódico
  20. 2014 – 2014
    Acta Neurologica Scandinavica
    Revisor de periódico
  21. 2013 – 2013
    Journal of Psychoactive Drugs
    Revisor de periódico
  22. 2013 – 2013
    Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine (Print)
    Revisor de periódico
  23. 2012 – 2012
    BIOANALYSIS
    Revisor de periódico
  24. 2010 – 2012
    Journal of Ethnopharmacology
    Revisor de periódico

Prêmios e títulos

01 registro
1 de 1 prêmio
Por página
  • 2012
    Reconhecimento de alto nível acadêmico, &quot;cum laude&quot;, outorgado à Tese de Doutorado
    Departament de Farmacologia, Terapèutica i Toxicologia, Universitat Autònoma de Barcelona

Participação em eventos

130 registros
130 de 130 participações
Por página
  • 2025
    Ayahuasca and mental health: results from recent clinical trials
    Psychedelic Science 2025 · Conferencista · Convidado
  • 2025
    Pautas de preparación en la administración de ayahuasca e ibogaína en el contexto clínico
    Fuertedélica: IV Congreso Internacional sobre Salud Mental y Psicoterapia Asistida con Psicodélicos · Conferencista · Convidado
  • 2025
    Potenciais Usos do canabidiol (CBD) em Saúde Mental
    I Congresso sobre o Uso Terapêutico da Cannabis sativa L. ?Prof. Dr. Elisaldo Luiz de Araújo Carlini? (COTECANN) · Conferencista · Convidado
  • 2025
    Tolerability and efficacy of ibogaine in the treatment of alcohol use disorder: an open-label, dose-escalation study
    Psychedelic Science 2025 · Conferencista · Convidado
  • 2025
    The antidepressant potential of ayahuasca: from preclinical studies to clinical trials
    57th Brazilian Congress of Pharmacology and Experimental Therapeutics · Conferencista · Convidado
  • 2025
    Uso de psicodélicos na prática clínica?
    XVII Congresso Gaúcho de Psiquiatria · Conferencista · Convidado
  • 2025
    Investigation of ayahuasca and ibogaine in the treatment of alcohol use disorders in Brazil
    Congrès International d?Addictologie de l?ALBATROS · Conferencista · Convidado
  • 2025
    Perfil de seguridad y eficacia clínica de la ayahuasca
    Simposio Internacional ?Reducción del riesgo en el uso de la ayahuasca en contextos tradicionales y urbanos? · Conferencista · Convidado
  • 2025
    Ensayos Clínicos con Ayahuasca en Brasil
    Diplomado virtual: Psicodélicos y salud · Conferencista · Convidado
  • 2024
    Alucinógenos en salud mental: de la investigación básica a los estudios clínicos
    Fuertedélica 2024: Congreso Internacional sobre Salud Mental y Psicoterapia Asistida con Psicodélicos · Conferencista · Convidado
  • 2024
    Evidências acerca do uso terapêutico de cannabis e derivados
    Seminário Internacional sobre Regulamentação da Produção, Distribuição e Uso Terapêutico da Cannabis no Brasil · Conferencista · Convidado
  • 2024
    Psicodélicos em Saúde Mental: Canabinóides e Alucinógenos
    Simpósio Psicodélicos em Saúde Mental: Canabinóides e Alucinógenos · Conferencista · Convidado
  • 2024
    Psychedelics and social cognition
    Psychedelic Research Symposium · Conferencista · Convidado
  • 2024
    II Encontro Nacional dos Programas de Pós-Graduação de Psiquiatria
    Ouvinte
  • 2024
    Histórico Sociocultural do Uso dos Alucinógenos como Alternativas Terapêuticas
    IV Curso de Verão do Programa de Pós Graduação em Saúde Mental · Conferencista · Convidado
  • 2024
    Ensayos Clínicos con Ayahuasca en Brasil
    Diplomado virtual: Psicodélicos y salud · Conferencista · Convidado
  • 2024
    Uso de Alucinógenos em Saúde Mental? Evidências e Limitações
    III Jornada de Saúde Mental · Conferencista · Convidado
  • 2023
    Ensayos Clínicos con Ayahuasca y Canabidiol en Brasil
    2do Congreso Internacional del Uso Médico de Cannabis y Enteogenos · Conferencista · Convidado
  • 2023
    I Encontro Nacional dos Programas de Pós-Graduação de Psiquiatria
    Ouvinte
  • 2023
    Uma colher de Chá para meu tratamento
    31º Simpósio Bairral de Psiquiatria · Conferencista · Convidado
  • 2023
    Psychedelics in the Global South: Ayahuasca
    Psychedelics in the Global South · Conferencista · Convidado
  • 2023
    O uso de alucinógenos em Saúde Mental
    9º Curso de Inverno em Neurociências FMRP-USP · Conferencista · Convidado
  • 2022
    Psicodélicos e psicoterapia
    VII Congresso Clínica Psiquiátrica · Conferencista · Convidado
  • 2022
    From plant synergy to neuroplasticity: 30 years of translational ayahuasca research in Brazil
    Reunião bianual da International Society for Neurochemistry (ISN) and the Asian-Pacific Society for Neurochemistry (APSN) · Conferencista · Convidado
  • 2022
    Ibogaine in the Treatment of Substance Use Disorders
    33rd CINP Hybrid World Congress of Neuropsychopharmacology · Conferencista · Convidado

Formação complementar

01 registro

Coautorias

26 coautores

Na imprensa

beta

Versão beta: esta seção é experimental e pode ser alterada ou removida a qualquer momento, e os dados podem estar incompletos ou incorretos.

As notícias são ligadas ao docente automaticamente, pelas etiquetas do Jornal ou pelo nome no texto (o nome abreviado só conta quando vem depois de um título como “professora”). Homônimos ficam de fora; ainda pode haver falsos positivos e omissões.