Ligia Vizeu Barrozo.
Livre · Geografia
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- Geografia
Currículo atualizado em 22/09/2025
Cita-se como: SIMÕES, Ligia Barrozo;BARROZO, Ligia Vizeu;Barrozo, Lígia Vizeu;Barrozo, L.;Barrozo, L.V.;Barrozo, Ligia V;Vizeu Barrozo, Ligia
Resumo biográfico
Professora Titular do Departamento de Geografia da FFLCH da Universidade de São Paulo. Possui bacharelado em Geografia pela Universidade de São Paulo, Mestrado e Doutorado em Agronomia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Campus de Botucatu e Livre-Docência pela Universidade de São Paulo. Foi Coordenadora do Programa de Pós-graduação em Geografia Física de 2015 a 2019. No Instituto de Estudos Avançados da USP coordena o grupo de estudos Espaço Urbano e Saúde (espacourbanoesaude.iea.usp.br). É Pesquisadora Visitante da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein. Colabora com o GT Saúde do Tribunal de Contas do Município de São Paulo. É membro do Grupo de Referência do "Projeto Viva o Verde SP" da ONU-Habitat e Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo. Suas áreas de interesse incluem geocartografia, planejamento ambiental e geografia médica/da saúde.
Indicadores
Áreas de atuação
02 registros- Ciencias Exatas E Da TerraGeociênciasGeografia Física › Geocartografia
- Ciencias HumanasGeografiaGeografia Humana › Geografia da Saúde
Formação acadêmica
05 registros- 2002 – 2005Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 1997 – 2001DoutoradoConcluídoAgronomia (Energia na Agricultura) · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho“Integração entre um modelo de simulação hidrológica e Sistema de Informação Geográfica na delimitação de zonas tampão ripárias”Orientação: Lincoln Gehring CardosoBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 1994 – 1996MestradoConcluídoAgronomia (Energia na Agricultura) · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho“Avaliação de áreas de preservação permanente da bacia do Ribeirão lavapés, Botucatu, SP, através de Sistema de Informações Geográficas (SIG-IDRISI)”Orientação: Lincoln Gehring CardosoBolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
- 1986 – 1989GraduaçãoConcluídoGeografia · Universidade de São Paulo
- Livre-docênciaConcluídoLivre-docência · Universidade de São Paulo
Idiomas
05 registros| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Inglês | Bem | Bem | Bem | Bem |
| Português | Bem | Bem | Bem | Bem |
| Francês | Bem | Razoável | Razoável | Bem |
| Espanhol | Bem | Razoável | Razoável | Bem |
| Italiano | Razoável | Pouco | Pouco | Razoável |
Atuação profissional
16 registros- 2023 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor TitularServidor Publico40h/sem
- 2019 – presenteVínculo atualInstituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert EinsteinPesquisadoraProfessor Visitante
- 2018 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessora Livre-DocenteServidor Publico40h/sem
- 2014 – 2016Secretaria de Estado da Saúde de São PauloPequisadora voluntáriaColaborador8h/sem
- 2014 – presenteVínculo atualConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoRevisor de projeto de fomento
- 2013 – 2014Columbia UniversityVisiting Associate Research ScientistBolsista40h/sem
- 2006 – 2018Dedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessora DoutoraServidor Publico40h/sem
- 2006 – presenteVínculo atual(FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloRevisor de projeto de fomento
- 2005 – 2006Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filhocolaborador
- 2002 – 2005Dedicação exclusivaUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoPós DoutorandaBolsista Pós Doutorado40h/sem
- 1998 – 1999University of ArizonaVisiting Scholar40h/sem
- 1997 – 2001Dedicação exclusivaUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoAluna de Pós GraduaçãoBolsista de Doutorado FAPESP40h/sem
- 1994 – 1997Dedicação exclusivaUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoAluna de Pós GraduaçãoBolsista de Mestrado do CNPq40h/sem
- 1992 – 1993Dedicação exclusivaUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoEstagiária40h/sem
- 1989 – 1989Universidade de São PauloestagiáriaOutro8h/sem
- 1988 – 1988Ecopam Engenheiros Consultores Ltdaestagiárioestágio20h/sem
Produção bibliográfica
173 registros- 2019Internações de crianças por influenza e pneumonia e sua relação com os atributos climáticos e com a poluição atmosférica em São Paulo, SPSara Lopes Moraes; Ligia Vizeu Barrozo · XIII Enanpege
- 2019Análise dos agrupamentos espaciais da mortalidade de idosos no período de ondas de calor em São Paulo, SPSara Lopes Moraes; Ligia Vizeu Barrozo · IX Simpósio Nacional de Geografia da Saúde · Blumenau
- 2019Ondas de frio e mortalidade por doenças do aparelho circulatório entre idosos no município de São Paulo, de 2006 e 2015.Sara Lopes Moraes; Ligia Vizeu Barrozo · 3º Encontro Internacional do CEGOT: Coesão Terrirorial e a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável · Universidade de Coimbra · Coimbra
- 2017Development of a new socioeconomic index for health research in Brazil: first approachLigia Vizeu Barrozo; Carmen Diva Saldiva de André; Gabriela Pereira Rodrigues; William Cabral Miranda · 14th International Conference on Urban Health · Coimbra
- 2017Urban sprawl and mortalities related to physical inactivity in a Brazilian metropolitan areaWilliam Cabral Miranda; Ligia Vizeu Barrozo · 14th International Conference on Urban Health · Coimbra
- 2017Poluição do ar como fator de risco para a prematuridade no Município de São PauloSilvia R.D.M. Saldiva; Ligia Vizeu Barrozo; Clea Rodrigues Leone; MARCELO ANTUNES FAILLA; Eliana A. Bonilha; Lilian Sadeck +3 autores · X Congresso Brasileiro de Epidemiologia · Florianópolis
- 2016Ambient temperature and mortality from Pulmonary Embolism: a time series studyPriscilla Venâncio Ikefuti; Ligia Vizeu Barrozo · International Symposium on Environmental and Health · Galway
- 2016Analysis Of The Socioeconomic Level in Neighborhoods and Facilities For Practice Physical Activity in Leisure Time in Sao Paulo City, BrazilAlex Antonio Florindo; Ligia Vizeu Barrozo · 6th International Congress on Physical Activity and Public Health · Bangkok
- 2015Global health and cartography: French and Brazilian perspectivesVirginie Chasles; Enali De Biaggi; Ligia Vizeu Barrozo · 27th International Cartographic Conference · Rio de Janeiro
- 2015SPATIAL CLUSTERS OF PRETERM DELIVERIES AND SOCIOECONOMIC CONDITIONS IN SÃO PAULO, BRAZILLigia Vizeu Barrozo; Silvia R.D.M. Saldiva; Eliana de Aquino Bonilha; MARCELO ANTUNES FAILLA; Paulo H. Saldiva · 27th Conference of the International Society of Environmental Epidemiology · São Paulo
- 2015Canine mammary tumors profile and its association with urban air particulate matterFernanda Duarte dos Santos Malatesta; Luiz Alberto Amador Pereira; Rodrigo Ubukata; Suzana Terumi Honda Battaglia; Ligia Vizeu Barrozo; Lourdes Conceição Martins +1 autores · 27th Conference of the International Society for Environmental Epidemiology · São Paulo
- 2015An ecological study of the relationship between mean temperature and mortality for stroke in elderly peoplePriscilla Venâncio Ikefuti; Ligia Vizeu Barrozo; Alfésio Luis Ferreira Braga · 27th Conference of the International Society for Environmental Epidemiology · São Paulo
- 2015Improving energetic efficiency in developing economies: opportunities to reduce global health disparitiesLaís Fajersztajn; Ligia Vizeu Barrozo; Mariana Matera Veras; Yuming Guo; Micheline de Souza Zanotti Stagliorio Coelho; Paulo H. Saldiva · 27th Conference of the International Society for Environmental Epidemiology · São Paulo
- 2015Estimador bayesiano empírico local em epidemiologia espacial de casos de hanseníase no Estado do Maranhão, Nordeste do BrasilMaurício Eduardo Salgado Rangel; Ligia Vizeu Barrozo · XVII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto - SBSR · Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais · ISBN 978-85-17 · João Pessoa
- 2015Mapping decades of urban growth and development with multi-temporal spectral mixture modelsChristopher Sennen Small; Reinaldo Paul Pérez Machado; Ligia Vizeu Barrozo; Ailton Luchiari · XVII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto - SBSR · ISBN 978-85-17 · João Pessoa
- 2015Variáveis socioeconômicas e o risco relativo por acidente vascular cerebral no município de São PauloPriscilla Venâncio Ikefuti; Ligia Vizeu Barrozo; Alfésio Luis Ferreira Braga · VII Simpósio Nacional de Geografia da Saúde · Brasília
- 2015Estudo ecológico sobre suicídio e homicídio no estado de Minas Gerais, BrasilDaniel Hideki Bando; David Lester; Elisabete Souza Maia Rodrigues Pires; Marcos Fabrício de Souza Machado; Ligia Vizeu Barrozo · VII Simpósio Nacional de Geografia da Saúde · Brasília
- 2015Effects of study area size on the spatial scan analysis: leprosy incidence in Bahia, BrazilWilliam Cabral-Miranda; Francisco Chiavaralloti Neto; Ligia Vizeu Barrozo · 27th Conference of the International Society for Environmental Epidemiology · Research Triangle park · São Paulo
- 2015Spatial analisys of social and environmental determinants of leprosy in Bahia, BrazilWilliam Cabral-Miranda; Francisco Chiavaralloti Neto; Ligia Vizeu Barrozo · 27th Conference of the International Society for Environmental Epidemiology · Research Triangle Park · São Paulo
- 2015Spatial analysis and active case finding at the municipality of Guarulhos, São PauloElisabete Souza Maia Rodrigues Pires; Ligia Vizeu Barrozo; Noemi Tomoko Matsuda de Lima · 27th Conference of the International Society for Environmental Epidemiology · Research Triangle Park · São Paulo
- 2015O ENOS pode afetar a mortalidade por doenças cardiovasculares?Priscilla Venâncio Ikefuti; Ligia Vizeu Barrozo · Simpósio Internacional de Climatologia · Natal
- 2014Better understanding mortality and morbidity through spatial analysis and dasymetric mapping in the City of Sao Paulo, BrazilLigia Vizeu Barrozo; Reinaldo Paul Pérez Machado; Christopher Sennen Small; William Cabral-Miranda · 1er Colloque International Pluridisciplinaire 'Bien-Être en Ville : Regards croisés nature - santé' · Université Lyon III Jean Moulin · Lyon
- 2014Environmental Health and Cartographic Representation: Dasymetric Mapping to Improve Analysis of Health Outcomes in the City of Sao Paulo, BrazilLigia Vizeu Barrozo; Reinaldo Paul Pérez Machado; Christopher Sennen Small; William Cabral-Miranda · 26th Annual Conference of the International Society for Environmental Epidemiology · Seattle
- 2014Social cartography of São Paulo Metropolitan Region - multivariate analysis applied to the urban continuunReinaldo Paul Pérez Machado; Violêta Saldanha Kubrusly; Ligia Vizeu Barrozo · The Second International Congress on Remote Sensing and GIS · Universitaire Sekkat · Casablanca
- 2014Identification of the urban continuum of Sao Paulo Metropolitan Agglomeration with people, lights and land use. First results of a methodological approach.Reinaldo Paul Pérez Machado; Ligia Vizeu Barrozo; Ailton Luchiari; Christopher Sennen Small · Annual Conference of the IGU Urban Commission · Uni-Druk · Poznan
Produção técnica
63 registros- 2011Carta de recomendações em saúde, C40 2011Paulo H. Saldiva; Ligia Vizeu Barrozo; et al. · Carta de recomendações para o São Paulo C40 Large Cities Climate Summit
- 2010A dinâmica da distribuição espacial da infecção por HIV e da mortalidade por Aids no município de São Paulo de 1996 a 2008Danilo Rodrigues de Oliveira; Ligia Vizeu Barrozo · VII Inventário de Pesquisas em DST/Aids do Programa Municipal DST/AIDS de São Paulo
- 2009Sumário de Evidências: Saúde, Sustentabilidade e Cidadania: um observatório de caso urbano tendo como cenário a RMSPAfra Balazina; et al.; Ligia Vizeu Barrozo · Diagnóstico sobre a saúde urbana de São Paulo
- 2008A dinâmica da distribuição espacial da infecção por HIV e da mortalidade por Aids no município de São Paulo de 1996 a 2008Danilo Rodrigues de Oliveira; Ligia Vizeu Barrozo · VII Inventário de Pesquisas em DST/Aids do Programa Municipal DST/AIDS de São Paulo
- 2004Parecer para periódicoLigia Vizeu Barrozo · Parecer científico
- 2004Geoprocessamento aplicado à EpidemiologiaLigia Vizeu Barrozo · Suporte metodológico ao Grupo de Apoio à Pesquisa
- 2003Parecer para periódicoLigia Vizeu Barrozo · Relator de Trabalho Científico
- 2002Aplicação de Sensoriamento Remoto e Sistema de Informações Geográficas na identificação do habitat de Paracoccidioides brasiliensisLigia Vizeu Barrozo · Solicitação de Bolsa de Pesquisa Pós-Doutoramento
- 1997Delimitação de zonas tampão ripárias, através de Sistema de Informação Geográfica, como técnica conservacionista para a bacia do Alto Rio pardo, nos municípios de Pardinho e Botucatu, SPLigia Vizeu Barrozo · Projeto de Doutorado e solicitação de Bolsa de Doutoramento
- 1995Membro do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente de Botucatu (CONDEMA)Ligia Vizeu Barrozo
- 1988Diagnóstico ambiental da Refinaria Alberto Pasqualini, PetrobrásDanillo de Azevedo; Ligia Vizeu Barrozo; Aldo Rebouças; Carlos Alberto Frondizi; Eduardo Cardoso Cesana; Elvira Lídia Strauss Grindaum +4 autores
Projetos de extensão
03 registrosProjetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.
- Concluído2023 – 2024Extensão
Geo-HU/USP: compreendendo as demandas do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo
Objetivo geral: desenvolver atividades acadêmicas de ensino, pesquisa/inovação e extensão universitária, para restabelecer e consolidar o vínculo entre o HU e a FFLCH. Como atividades de extensão universitária pretende-se auxiliar na compreensão das demandas do HU/USP; no ensino, oferecer oportunidade de treinamento aos estudantes do curso de Bacharelado em Geografia da USP em atividades ligadas à formação. Em especial, complementar as atividades de ensino das disciplinas da área de Cartografia a partir da solução de problemas reais através do raciocínio espacial e técnicas de geoprocessamento; na pesquisa e inovação: desenvolver metodologia de análise espacial (coleta de dados, procedimentos, desenvolvimento de scripts e elaboração de mapas) e validação como proposta a ser incorporada rotineiramente no HU e em outros hospitais.
EquipeLigia Vizeu Barrozo (Responsável), Alfredo Pereira de Queiroz Filho, Paulo A. Lotufo, José Pinhata Otoch
- Em andamento2023 – presenteExtensão
Relações espaciais dos pacientes atendidos no InCor de 2002 a 2017
As DCV representam um grupo de doenças do coração e dos vasos sanguíneos, como as doenças isquêmicas do coração, as doenças cardíacas pulmonares, doenças cerebrovasculares, como o acidente vascular cerebral AVC. Na cidade de São Paulo, a média anual de mortalidade por DCV varia entre 24 mil e 25 mil óbitos. O Instituto do Coração (InCor) é um hospital de alta complexidade amplamente reconhecido em São Paulo, está integrado ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e atende anualmente milhares de pessoas. O Incor destaca-se pela sua especialização no tratamento, atendimento e prevenção das DCVs. O objetivo principal desta colaboração é explorar e avaliar o banco de dados dos atendimentos do Incor a partir de análises espaciais e estatísticas com o intuito de contribuir no melhor entendimento das DCVs em São Paulo e subsidiar a gestão.
EquipeLigia Vizeu Barrozo (Responsável), Sara Lopes Moraes, Carlos Lederman, Alfredo Mansur
- Concluído2020 – 2022Extensão
MONITORA-CLUSTERS
Projeto de monitoramento de clusters (agrupamentos) espaciais e clusters ativos de casos e óbitos por COVID-19 no Brasil durante a pandemia
EquipeLigia Vizeu Barrozo (Responsável), Giselle Mansur, Sara Lopes Moraes, Mirela Barros Serafim
Projetos
19 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2024 – presenteOutra
Laboratório de Violência, Vulnerabilidade e Saúde (LVVH): uma proposta para detectar, quantificar e reduzir os danos promovidos pela violência contra crianças e adolescentes em São Paulo
No município de São Paulo, em 2022, 30,8 das notificações de violência geral(todos os tipos) ocorreram com vítimas entre 0 e 19 anos, sendo 70,2 contra crianças e adolescentes do sexo feminino.A residência foi o local de ocorrência da violência contra a criança e adolescente (VCA) em 69,8 de todos os tipos de violência. Apesar da Lei n 14.247, de 8 de dezembro de 2006, no âmbito Municipal e de Planos de Enfrentamento delineados pela Prefeitura de São Paulo, a subnotificação dos casos de VCA ainda é muito alta. Métodos mais apurados para a detecção de casos suspeitos por meio de dados secundários podem contribuir para a melhor compreensão do fenômeno, como a identificação de unidades de saúde silenciosas, estimar subnotificação e direcionar a implementação de medidas. Esta proposta pretende contribuir com a melhoria, atualização e complementação de Políticas Públicas em Execução (PEX) da Linha de Cuidado Integral à Saúde da Pessoa em Situação de Violência (2015), do Plano Municipal pela Primeira Infância (2018-2030) e do Plano Municipal de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes (2023), em São Paulo. A proposta de pesquisa fundamenta-se em duas das Sete Estratégias para Acabar com a Violência contra as Crianças - INSPIRE, da OMS (2016). O objetivo principal da proposta é reduzir a subnotificação dos casos de VCA por meio da detecção de casos suspeitos, não notificados. Para tal, a pesquisa envolverá análise de bases de dados, avaliação e inovação metodológica por meio do desenvolvimento da construção de regras de classificação para prever a probabilidade de uma criança/adolescente ter sofrido violência com base em informações de internações hospitalares e atenção básica de saúde e por meio de análise e modelagem espacial. Por meio de procedimentos de linkage, será possível reconstituir a trajetória das vítimas nos sistemas públicos de saúde, identificando a passagem de cada indivíduo em cada um dos sistemas. O algoritmo, que será construído com base em um instrumento desenvolvido por profissionais com experiência em VCA, deverá contribuir para a detecção de casos suspeitos para que sejam encaminhados para verificação. As análises espaciais a partir da geocodificação de dados secundários de diversas fontes permitirão identificar "hot spots" de casos de VCA e o delineamento de ações de prevenção e intervenção localizadas. Como resultado, espera-se a detecção de casos suspeitos e o aumento das notificações de VCA. Será desenvolvido um projeto piloto em serviços de saúde públicos e privados para teste e avaliação dos algoritmos. Em próxima fase, a Secretaria Municipal de Saúde poderá implementar o algoritmo em sua rotina para rastrear casos suspeitos continuamente, de forma automatizada. Neste processo está prevista a capacitação de servidores para as etapas de linkage dos bancos de dados e de utilização do algoritmo. A VCA apresenta relação com a violência da vizinhança do local de residência da criança e do adolescente. Neste sentido, seu enfrentamento requer uma abordagem que envolva setores necessários para a redução da violência de forma geral - planejamento urbano para aumentar a segurança nas vizinhanças, o setor de habitação visando à melhoria das moradias, entre outros.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeLigia Vizeu Barrozo (Responsável), Carmen Diva Saldiva de André, Linamara Rizzo Battistella, Cassia Liberato Muniz Ribeiro, Cátia Martinez MInto, Gislane Soares Fazzolari, Iracema Ester do Nascimento Castro, Lucia Pereira Barroso +11 integrantes
- Em andamento2024 – presentePesquisa
Cartografia da iniquidade: doenças crônicas não transmissíveis no Município de São Paulo
As desigualdades marcantes da população das grandes cidades estão claramente associadas ao adoecimento. No caso de São Paulo, os indicadores do contexto social, tanto por causas externas como causas naturais, têm forte relação inversa com a mortalidade precoce. Com exceção do período pandêmico de COVID-19, as doenças crônicas não transmissíveis superaram as doenças infecciosas como principal causa de morbidade e mortalidade, chegando a ser responsáveis por cerca de 50 dos óbitos prematuros do País. A diabetes mellitus do tipo 2 descontrolada e a hipertensão arterial são os principais fatores de risco para a doença renal crônica. 20 da população brasileira adulta é hipertensa e 7 é diabética. Assim, o objetivo principal desta proposta é investigar as possíveis relações das três condições de saúde relacionadas: diabetes mellitus, hipertensão arterial e doença renal crônica no município de São Paulo com as condições socioeconômicas e indicadores do ambiente e ambiente construído. Aplicação de técnicas inovadoras de modelagem espacial, tais como modelos geograficamente ponderados lineares, regressão Beta e regressão Binomial Negativa serão aplicados, se necessários. Os resultados permitirão ter uma compreensão mais ampla sobre aspectos populacionais das condições de saúde avaliadas e identificar áreas de maior iniquidade socioespacial e áreas prioritárias para intervenção.
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
EquipeLigia Vizeu Barrozo (Responsável), Carmen Diva Saldiva de André, Lucia Pereira Barroso, Matheus Edson Rodrigues da Silva
- Concluído2021 – 2023Pesquisa
O papel da defasagem temporal dos dados censitários em estudos de Geografia da Saúde
Recentemente criamos o índice GeoSES (BARROZO et al., 2020) que permite medir o contexto socioeconômico com mais precisão. Surge, a partir da experiência de utilização deste índice, o questionamento sobre o quanto a defasagem dos dados censitários, que são levantados decenalmente, afeta o poder explicativo ao longo do tempo. É a partir desta pergunta que proponho o presente projeto cujo objetivo é o de avaliar a importância da defasagem temporal dos dados censitários em estudos de Saúde. Para isso utilizarei dados de mortalidade infantil pós-neonatal em coortes sucessivas. Como é considerado o tempo de um ano a partir do nascimento, este desfecho ocorre em um intervalo relativamente curto entre a exposição e o óbito. Além disto, tem cobertura universal tanto para o nascimento quanto para os óbitos ocorridos. O estudo será de base populacional, de tipo coorte, retrospectivo. Serão utilizados dados de estatísticas vitais do município de São Paulo para os cálculos diretos das taxas de mortalidade infantil pós-neonatal. Para avaliar a defasagem temporal entre dados de saúde e sua associação com o contexto socioeconômico medido a partir dos Dados do Censo de 2010, serão calculadas taxas sucessivas para 10 coortes, até 2021. Os resultados permitirão compreender como a defasagem temporal dos dados censitários pode afetar as associações espaciais encontradas entre desfechos de saúde e o contexto socioeconômico onde as pessoas vivem.
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
EquipeLigia Vizeu Barrozo (Responsável)
- Concluído2021 – 2023Pesquisa
Identificação das principais causas de morte e de internação hospitalar de moradores de assentamentos precários de São Paulo e suas relações com os determinantes sociais de saúde para apoio ao planejamento e desenvolvimento de políticas em saúde
Existe uma importante lacuna sobre as causas de internação e óbito entre os moradores de assentamentos precários em São Paulo. Essa lacuna é devido à necessidade de se ter acesso a dados de endereços e de geocodificá-los. Como os dados de óbitos já foram geocodificados pela Secretaria Municipal de Saúde de SP e atribuídos ao centroide do setor censitário e os dados de internações foram geocodificados pelo Centro de Estudos da Metrópole e atribuídos ao CEP residencial, é possível compatibilizar os setores e os CEPs com os assentamentos precários, segundo tipo: cortiços, loteamentos irregulares, favelas e núcleos urbanizados. Assim, a identificação das principais causas de internações e óbitos segundo essa tipologia permitirá compreender as necessidades desta população mais vulnerável e da situação epidemiológica nos assentamentos precários de São Paulo. Adicionalmente, será possível estabelecer uma tipologia de causas de internações e óbitos segundo tipo de assentamento. Os mapas resultantes poderão ser utilizados para auxiliar na gestão dos serviços de saúde e em programas preventivos, assim como em programas de busca ativa e intervenção localizados. Outrossim, a análise das tipologias de internações e óbitos pode contribuir para a discussão intersetorial envolvendo a equipe de planejamento urbano, evidenciando os locais de condições mais precárias para intervenções mais imediatas.
EquipeLigia Vizeu Barrozo (Responsável), Marina Jorge de Miranda, Michel Fornaciali, Giselle Mansur, João Ricardo Sato
- Em andamento2019 – presentePesquisa
Estudo da associação longitudinal do ambiente construído com a prática de atividade física e com o estado nutricional em adultos residentes no município de São Paulo
Objetivo: Verificar se possíveis mudanças no ambiente construído ou se ambientes melhores estão associados com mudanças em níveis de atividade física no tempo de lazer e como forma de deslocamento, com o excesso de peso e com a obesidade em adultos residentes no município de São Paulo. Métodos: Estudo longitudinal de coorte com adultos do município de São Paulo. Em 2015, foi realizado um inquérito epidemiológico de base domiciliar (Inquérito de Saúde de São Paulo) que será a linha de base deste estudo. A amostragem foi feita por conglomerados e foram entrevistadas 3.406 pessoas com 18 anos ou mais de 150 setores censitários de cinco áreas administrativas de saúde (30 setores em cada área). A prática de atividade física foi avaliada por meio de questionários e o estado nutricional pelo índice de massa corporal. Os endereços de 3.145 adultos (92,5% do total) foram geocodificados e foram traçados buffers no entorno das residências (500, 1.000 e 1.500 metros) com os dados de ambiente construído obtidos por meio de bases oficiais da Prefeitura de São Paulo e do Censo Demográfico de 2010. A partir de 2018, será feita uma nova coleta de base domiciliar para a avaliação do nível de atividade física por questionários e por acelerômetros. As variáveis de ambiente construído serão atualizadas e também será feita nova avaliação por meio de auditagem nos locais de residência dos sujeitos. Planeja-se entrevistar pelo menos 70% da amostra com endereços geocodificados (n=2.201). Adicionalmente , propõe-se a realização de uma análise custo-efetividade para verificar possibilidade de proposição de programas de políticas públicas para incentivo à prática de atividade física. Análise de dados: Os desfechos serão: caminhada e atividades moderadas ou vigorosas no lazer, caminhada e o uso da bicicleta como forma de deslocamento, e atividades moderadas e vigorosas. As variáveis de exposição serão os itens de ambiente construído dentro dos buffers. Serão calculadas as diferenças no período (2015-2018) tanto para os desfechos como para as variáveis de exposição. Para as análises estatísticas, serão realizados modelos de regressão multinível utilizando domicílios (segundo nível) e setores censitários (terceiro nível) como ajustes.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeLigia Vizeu Barrozo, Moisés Goldbaum, MARCELO ANTUNES FAILLA, Alex Antonio Florindo (Responsável), Gavin Turrell, Flávia Mori Sarti, Adriano Akira Ferreira Hino, Amélia Augusta de Lima Friche +20 integrantes
- Em andamento2019 – presentePesquisa
Estilo de vida, marcadores bioquímicos e genéticos como fatores de risco cardiometabólico: Inquérito de Saúde na cidade de São Paulo
Diante da expressiva prevalência de doenças crônicas não-transmissíveis (DCNT), como as doenças cardiovasculares e das repercussões negativas à saúde e economia, estratégias que investiguem fatores de risco cardiometabólico se tornam imperativas para a prevenção e controle das DCNT. Nesse contexto, este projeto de delineamento transversal de base populacional pretende avaliar, em residentes do município de São Paulo, fatores modificáveis relacionados ao estilo de vida, bem como sua associação com marcadores bioquímicos e genéticos relacionados a fatores de risco cardiometabólico. Para isso, foram coletados nos domicílios, em questionário estruturado, dados sociodemográficos, econômicos e de estilo de vida em indivíduos de ambos os sexos, com 12 anos e mais (n = 901). Numa segunda visita foi realizada avaliação antropométrica, aferição da pressão arterial e coleta de sangue, e os adultos e idosos foram convidados a realizar densitometria óssea e estimar o gasto energético por meio de água duplamente marcada. O sangue foi coletado para determinação da concentração de micronutrientes, glicemia, perfil lipídico, biomarcadores de inflamação e polimorfismos de nucleotídeo único. O consumo alimentar foi avaliado por dois recordatórios de 24 horas. Como as DCNT apresentam etiologia multifatorial, uma abordagem que considere marcadores de risco cardiometabólico (inflamação, lipoproteínas, microRNA, permeabilidade intestinal, DNA, peso corporal), comportamentos de risco (dieta, atividade física, sono, tabagismo, consumo de bebida alcoólica) e também determinantes desses comportamentos (ambiente físico e social) pode trazer respostas que possibilitem intervenções eficazes no âmbito de saúde pública. Assim, a presente proposta traz uma abordagem ampla e ao mesmo tempo profunda das complexas relações acerca das DCNT na população.
Financiadores- (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeLigia Vizeu Barrozo, Chester Luiz Galvão César, Marilisa Berti Azevedo Barros, Moisés Goldbaum, Alex Antonio Florindo, Billie Giles-Corti, Flávia Mori Sarti, Regina Mara Fisberg (Responsável)
- Concluído2019 – 2021Pesquisa
BDA PROADI SUS Utilização de técnicas avançadas de análise de dados (Big Data) e inovação para apoio ao planejamento e desenvolvimento de políticas em saúde
O presente projeto propõe maximizar o potencial do uso de Big Data e inovação em saúde para o SUS por meio da (1) implementação de Big Data para uso pelo SUS; do (2) planejamento da criação de um Laboratório de Inovação do SUS e do (3) Desenvolvimento de ações de disseminação de Big Data e inovação em saúde
EquipeLigia Vizeu Barrozo, Edson Amaro Júnior (Responsável), Giselle Mansur Batista
- Concluído2017 – 2020Outra
Armazenamento de Carbono em Reservatórios Geológicos no Brasil: Perspectivas para CCS em Reservatórios de Petróleo Não Convencionais onshore e de Bacias Sedimentares offshore do Sudeste do Brasil
O projeto tem por objetivo avaliar a viabilidade de implementar tecnologia para armazenamento de carbono em reservatórios de petróleo não convencionais onshore e daqueles associados às bacias sedimentares offshore da região sudeste do Brasil com a finalidade de contribuir para a redução de CO2, na área que concentra a maior parte das fontes de emissão de carbono do país. Este projeto visa testar a hipótese de que folhelhos ricos em matéria orgânica podem adsorver quantidades significantes de CO2 ao mesmo tempo em que ocorreria ou não a produção de gás e/ou óleo e de que turbiditos e rochas carbonatadas, como aqueles das bacias de Santos e/ou Campos, também possam adsorver CO2 em capacidade compatível com a quantidade liberada nas atividades de produção de gás e óleo do pré-Sal. A partir deste projeto poderá ser estimado o potencial de sequestro de CO2 das rochas estudadas.
Financiadores- (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
- BG E & P Brasil · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeLigia Vizeu Barrozo, Colombo Celso Gaeta Tassinari (Responsável), Edmilson Moutinho dos Santos, Carlos Henrique Grohmann Carvalho, Lucy Gomes Sant?Anna, Celio Berman
- Concluído2016 – 2020Pesquisa
Iniquidades em saúde e contexto geográfico (condições socioeconômicas e morfologia urbana)
Esta proposta tem como objetivo usar o poder dos mapas para identificação de iniquidades em saúde associadas ao contexto geográfico (particularmente condições socioeconômicas e morfologia urbana). A partir dos resultados espera-se encontrar recomendações de políticas com base em evidência no que pode ser feito para reduzir iniquidades em saúde contribuindo para a construção de lugares mais saudáveis.
EquipeLigia Vizeu Barrozo (Responsável), Paulo H. Saldiva, Francisco Chiaravalloti Neto, FAJERSZTAJN, LAÍS, William Cabral-Miranda, SMALL, CHRISTOPHER, Alex Antonio Florindo
- Concluído2014 – 2019Pesquisa
Uso de modernas técnicas de autópsia na investigação de doenças humanas (MODAU)
Ao longo de toda a história, desde os primeiros estudos anatômicos conhecidos na Idade Média até o uso de modernas técnicas moleculares para o estudo de processos fisiopatológicos, a autópsia mostrou ser um processo importante e fonte de muito material para o avanço do conhecimento científico. Apesar do surgimento de um amplo conjunto de técnicas de imagem vários estudos têm demonstrado que a autópsia continua a ser crucial para a avaliação integrada do processo de doença, a avaliação de novas patologias e controle de qualidade do serviço médico. Dado o amplo acesso a material biológico, ela permite também o desenvolvimento concomitante de diversos projetos de pesquisa. A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo procura fazer o melhor uso possível do grande potencial que representam suas 14 mil autópsias anuais. Embora pareça razoável que o aumento da capacidade, dos métodos de imagem pode garantir uma correlação mais confiável com a realidade, estas validações são, em geral, realizadas apenas no dia-a-dia do uso de equipamentos e não de forma estruturada levando em contas aspectos clínicos e patológicos de forma correlata. Uma alternativa é a realização destes estudos post-mortem, mas ainda em pequeno número, já que é difícil a obtenção de amostras rotineiramente. A presente proposta tem como objetivo principal utilizar exames de imagem e a autópsia para explorar dois temas importantes a saber: (a) o conceito de autópsia minimamente invasiva como uma alternativa para aumentar o número de autópsias, para entender os processos de doenças e avaliar o diagnóstico clínico e tratamento, e (b) o papel da autópsia como ferramenta de investigação dos efeitos do ambiente urbano na determinação de doenças humanas.
Financiadores- (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeLigia Vizeu Barrozo, Paulo H. Saldiva (Responsável), Carlos Augusto Gonçalves Pasqualucci, Edson Amaro Júnior, Júlio da Motta Singer, Luiz Fernando Ferraz da Silva, Marisa Dolhnikoff, Mitiko Saiki +3 integrantes
- Concluído2014 – 2016Pesquisa
Geo-scale integration: Identifying the urban continuum with people, lights and Land cover
Urban areas have long been mapped in terms of both population and land use but changing administrative boundaries and land use definitions make it difficult to quantify change accurately over large areas and time scales. Satellite imagery provides a more consistent basis for mapping land cover, as well as a 30 year archive of imagery, but identification of urban land cover remains challenging. Smaller towns, diffuse development and varying degrees of spatial connectivity combined with the lack of an agreed upon definition of urban complicate the task. The most commonly available imagery over the longest time period is provided by the Landsat missions. However, the 30 m spatial resolution of Landsat imagery combined with the spectral heterogeneity of urban land cover results in most urban areas being imaged as spectrally mixed pixels. Spectral mixture models may provide a physically based solution to the urban spectral heterogeneity because they allow land cover to be represented as areal fractions of specific components, thus making interpretation easier. Some of the spectral ambiguity of daytime imagery can be reduced by the use of ancillary data sources. Imagery provided by the Defense Meteorological Satellite Program Operational Line Scanner (DMSP-OLS) indicate the presence of development by imaging night lights. This sensor has been used to produce annual global composites of temporally stable nighttime lights since 1992 (Elvidge et al., 2001). We conduct change analysis for the Sao Paulo metropolitan area using changes in Landsat-derived land cover fractions in conjunction with changes in night lights observed by DMSP-OLS. OLS imagery contributes to differentiate urban and non-urban substrate according to the intensity of the city lights. To determine the urban continuum, vector census tracts (IBGE, 2011) were overlaid on the Landsat and DMSP-OLS data. The conurbated surface limits were traced following the criteria of 300 m of separation among urbanized spots to be considered within the urbanized surface. Keywords: Urban Area Identification, Spectral Mixture Analysis, Night Lights, Census tracts.
Financiadores- (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeLigia Vizeu Barrozo, Ailton Luchiari, Reinaldo Paul Pérez Machado (Responsável), Christopher Sennen Small
- Concluído2014 – 2016Pesquisa
Premature births in São Paulo: a spatial approach
Evaluate the influence of environmental aspects in the occurrence of preterm births to mothers resident in São Paulo, with the application of spatial analysis to identify clusters of premature births to perform case-control studies. Prematurity is an important cause of children mortality and disability. Environmental conditions (such as pollution, economic deprivation and lack of adequate access to pre-natal assistance) may be important determinants of prematurity. Large metropolitan areas exhibit marked environmental contrasts and may be an adequate scenario to study the effects of urban environment in determining prematurity. In São Paulo the rate of premature live births is high (12%) and varies significantly among its 96 administrative districts. Our hypothesis is that an adverse urban condition increases the risk of premature births. All live births in São Paulo in 2012 will be geo-referenced, based on mother?s home addresses. Spatial statistical analyzes will be conducted to detect possible associations between prematurity with local environmental variables and socioeconomic level. The basic concept of our project is to think geographically, with application of spatial analysis to identify spatial clusters of premature live births in order to define the most suitable for the realization of case-control studies. Once areas with high incidence or prematurity and those with low incidence are identified, the locations and the required number of cases to be studied will be drawn households to be visited by trained interviewers. This approach will provide assess the main environmental and social risk factors of preterm births in the municipality of São Paulo. Several variables will be considered in the statistical modelling: mother?s occupation, education, marital status, age, variables of prenatal care, delivery, and perinatal data. For the development of this study important partnerships were signed between the Laboratory of Air Pollution of Faculty of Medicine - USP, Department of Geography of USP and Epidemiology Coordination and Information (CEINFO) of the Municipal Health Secretariat of São Paulo. The total period of the study will be 24 months and about 18 months for data collection and 6 months for final report. By the end of this project is expected that the most important social and environmental risk factors for prematurity are identified, providing the basis for the elaboration of preventive public policies.
Financiadores- Fundação Bill e Melinda Gates · AUXILIO_FINANCEIRO
- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeLigia Vizeu Barrozo, Paulo H. Saldiva, Silvia R.D.M. Saldiva (Responsável), Eliana A. Bonilha, Marli F. Prado, Alfésio L.F. Braga, Luiz A.A. Pereira
- Concluído2013 – 2014Pesquisa
Refining cartographic representation in São Paulo peri-urban interface
Brazilian Census occurs each ten years when the geometry of census blocks and census survey areas are remodeled according to the population growth. In 2010 Census, São Paulo presented 18,363 census blocks and 310 weighting census survey areas. Despite the fullness of census data, the cartographic representation presents important constraints regarding to population distribution. The geometry of census blocks does not exclude important uninhabited areas in the city as parks, cemeteries, airports, reservoirs and vegetation. This is most striking in the peri-urban interface where the land use is mixed and the census blocks have small population, occupying large areas and giving the notion that population is homogeneously distributed. Hence, when socio-demographic indicators are mapped based on the total area of the administrative unit using the choropleth mapping technique, the cartographic representation leads to a distorted notion for urban planning purposes. When the primary data and social indicators are focused on public health planning, the distortion is still worse, because the general premise wrongly assumes that the population is uniformly distributed over the area. To address this misrepresentation we applied dasymetric concepts based on the polygons of the city blocks linked to the aggregated municipal fiscal cadastre. Then, we linked this detailed base map to the census blocks and weighting census survey areas identifiers, allowing mapping any census variable and health indicators on it. Nevertheless, the peri-urban interface is still represented by large polygons even when they are uninhabited because ancillary data used in this first approach did not contain detailed location of built-up areas in the rural census blocks.Over the last ten years population increased 6.4%. In the urban area, population growth corresponded to ~12%, while rural population decreased 83.7%. This occurred due to land use changes and census block classification that were altered from rural to urban. This rapid change occurred mainly in the peri-urban interface with important shifts in the landscape. To better depict population distribution it is necessary to map the built-up areas and edit the official polygons of rural census blocks proposed by 2010 CensusThus, the purpose of this research is to explore the use of ancillary spatial data, particularly from remote sensing, for refining the spatial structure of polygonal units in the peri-urban interface of São Paulo.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeLigia Vizeu Barrozo (Responsável), Christopher Sennen Small
- Em andamento2010 – 2012Pesquisa
Cartografia e planejamento urbano: representação dasimétrica de dados socioeconômicos e de saúde do município de São Paulo
Em estudos sobre saúde e no planejamento urbano, os mapas têm sido usados para identificar áreas com problemas, estimular o desenvolvimento de hipóteses etiológicas (no caso das doenças), auxiliar no planejamento e manejo de problemas e avaliar o impacto e benefício de estratégias. A técnica de representação cartográfica predominante tem sido a coroplética, por tratar de dados quantitativos relativos. Entretanto, esta técnica distorce as informações ao passar a idéia de que as doenças e a população ocorrem de forma homogênea em toda a área administrativa, mesmo quando algumas porções da região são, na realidade, inabitadas (e.g., cemitérios, parques, aeroporto, praças, áreas industriais, comerciais etc.). O nível de conhecimento atual requerido para enfrentar as complexas questões do planejamento urbano e da saúde e a disponibilidade de recursos de informática permitem a busca de outras técnicas de representação. O mapeamento dasimétrico pode ser definido como o processo de desagregar dados espaciais para uma unidade de análise mais fina, usando dados adicionais (ou ancilares) para refinar a localização da população ou outro fenômeno. Assim, o presente projeto de pesquisa tem como objetivo desenvolver uma metodologia para uma representação mais refinada de dados socioeconômicos e taxas/índices de saúde por meio da elaboração de mapas dasimétricos do Município de São Paulo. Adicionalmente, pretende-se elaborar um Atlas Dasimétrico dos Indicadores Socioeconômicos e da Mortalidade neste município, de 2008 a 2010, visando a análise da distribuição geográfica da mortalidade e características socioeconômicas da população.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeLigia Vizeu Barrozo (Responsável), Alfredo Pereira de Queiroz Filho, Ailton Luchiari, Reinaldo Paul Pérez Machado
- Concluído2008 – 2010Pesquisa
Convênio CAPES-COFECUB. Projeto de Pesquisa desenvolvido pelo grupo de pesquisadores do DG USP e Université de Paris III: DIFERENCIAÇÃO E DINÂMICA ESPACIAL: ESCALAS, PROCESSOS E INSTRUMENTOS DE OBSERVAÇÃO.
Financiadores- COFECUB · AUXILIO_FINANCEIRO
- Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeLigia Vizeu Barrozo, Júlio César Suzuki, Ana Fani Alessandri Carlos (Responsável), Alfredo Pereira de Queiroz Filho, Jorge Gustavo da Graça Raffo, Luis Antonio Bittar Venturi, Amélia Luísa Damiani, Glória Anunciação Alves +8 integrantes
- Concluído2006 – 2008Pesquisa
Mapeamento e análise espaço-temporal da distribuição geográfica da paracoccidioidomicose aguda/sub-aguda no centro-oeste do Estado de São Paulo
Os aspectos epidemiológicos da PCM são menos compreendidos do que os de outras micoses sistêmicas. A forma crônica da doença é a mais prevalente, tem um longo período de latência e afeta principalmente homens adultos, entre 30 e 60 anos, em geral, trabalhadores rurais, imunossuprimidos. A forma aguda/sub-aguda corresponde a 10% dos casos, atingindo crianças e jovens adultos. Calcula-se que o período de latência na forma aguda dure de um a quatro meses, enquanto na crônica, pode atingir até 30 anos. O mapeamento das áreas de alta incidência da doença tem grande importância epidemiológica, uma vez que pode auxiliar nas hipóteses diagnósticas clínicas e sugerir tais áreas como alvo de investigação do habitat do fungo. As áreas de alta incidência devem corresponder às condições mais favoráveis à proliferação do patógeno e áreas de risco para a infecção humana. Este projeto propõe o mapeamento da distribuição da PCM (forma aguda/sub-aguda) e a aplicação da estatística espacial na identificação de agrupamentos de alta ou baixa prevalência no Sudoeste do Estado de São Paulo, onde a doença é considerada hiper-endêmica. Tal abordagem, que envolve a análise geográfica da distribuição e dinâmica de algumas doenças tem recebido apoio da Cartografia Digital e de análises estatísticas espaciais. Sua grande importância para estudos epidemiológicos refere-se à possibilidade de acessar, transformar e atualizar os dados de forma interativa e identificar os padrões espaciais das doenças.
Financiadores- Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho · COOPERACAO
EquipeLigia Vizeu Barrozo (Responsável), Rinaldo Pôncio Mendes, E Bagagli, S A Marques, Paulo Câmara Marques Pereira
- Concluído2002 – 2005Pesquisa
Análise Espacial da Prevalência de Paracoccidioidomicose no Sudoeste do Estado de São Paulo
Embora na América Latina sejam detectadas áreas onde a PCM seja considerada hiper-endêmica, altas taxas da doença devem ocorrer em algum local, portanto, ser a maior taxa apenas não serve como critério para a definição de um "cluster" (Waller, 2000). "Clusters" que interessam à Epidemiologia não podem ser explicados pela variação espacial da densidade populacional ou da composição demográfica (Waller, 2000). Assim, a procura por correlações ecológicas da PCM ou do fungo deve ser feita com base em agrupamentos significativos. Este projeto propõe a aplicação da estatística espacial na identificação de agrupamentos de alta ou baixa prevalência da PCM no Sudoeste do Estado de São Paulo, onde a doença é considerada hiper-endêmica. Serão aplicados os testes estatísticos de autocorrelação de Moran (Moran, 1950) e de varredura espacial e temporal (Kulldorff, 1998). A identificação de agrupamentos significativos de prevalência de PCM podem dar um suporte melhor para futuras investigações do habitat do fungo P. brasiliensis.
EquipeLigia Vizeu Barrozo (Responsável), E Bagagli, S A Marques, R P Mendes, P C M Pereira
- Concluído2002 – 2005Pesquisa
Aplicação de Sensoriamento Remoto e Sistema de Informações Geográficas na identificação do habitat de Paracoccidioides brasiliensis
A Paracoccidioidomicose (PCM) é uma micose sistêmica, causada pelo fungo Paracoccidioides brasiliensis. A doença acomete primariamente os pulmões, disseminando-se quase sempre para outros órgãos e sistemas, consistindo assim uma ?ameaça? à vida do paciente. Apesar dos esforços contínuos de diversos grupos de pesquisa, o habitat do fungo P. brasiliensis ainda representa um enigma. Sabe-se, no entanto, que há alguns indicadores biológicos onde constatou-se a infecção natural do P. brasiliensis, como na espécie de tatu Dasypus novemcinctus e nos cães (Canis familiaris). O projeto visa contribuir para a identificação do habitat do P. brasiliensis, mapear as áreas de risco à infecção e avaliar a evolução temporal da distribuição da PCM na área endêmica de Botucatu, através do uso de Sistema de Informações Geográficas (SIG) e dados de imagens de satélite, ferramentas ainda não utilizadas no estudo dessa micose. Serão caracterizados o tipo de vegetação e densidade, elevação, declividade e solo para cada localidade de indicador biológico amostrado e referenciado através de Global Positioning System (GPS). Os registros de ocorrências em seres humanos, do Hospital das Clínicas de Botucatu, também comporão a base de dados. Os resultados permitirão estabelecer relações entre os indicadores ambientais e os biológicos e testar a hipótese de que os dados ambientais obtidos por sensoriamento remoto podem ser usados para identificar o habitat do fungo e as áreas de risco à infecção. O conhecimento da(s) fonte(s) e das áreas de risco permitirá ainda a aplicação de medidas preventivas. Além disso, a metodologia adotada poderá ser aplicada em investigações de outras doenças.
Financiadores- Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho · COOPERACAO
- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeLigia Vizeu Barrozo (Responsável), Eduardo Bagagli
- Concluído1996 – 2001Pesquisa
Avaliação da largura de matas ripárias para controle da poluição difusa na bacia hidrográfica do Alto Rio Pardo, Pardinho, SP
EquipeLigia Vizeu Barrozo (Responsável)
Orientações
- Mestrado
desde 2025Thiago Silva Sales · OrientaçãoEsquistossomose no sul da Bahia · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloEm andamento - Pós-doutorado
desde 2025Rivaldo Mauro de Faria · Orientação· Universidade Federal de UberlândiaEm andamento - Graduação
desde 2025João Pedro Almeida dos Santos · OrientaçãoMaus-tratos Físicos em Crianças de 0 a 24 meses: identificação de agrupamentos espaciais de internações, notificações e óbitos no espaço geográfico de São Paulo, SP · Geografia · Universidade de São Paulo · Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoEm andamento - Graduação
desde 2025Pedro Henrique Gonçalves de Farias · OrientaçãoDistribuição espacial dos casos de internação de crianças financiadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) por doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado (DRSAI) e sua relação com o acesso aos serviços de saneamento no município de São Paulo, em 2022 · Geofisica · Universidade de São PauloEm andamento - Graduação
desde 2025Max Levin · OrientaçãoAvaliação da dinâmica pluviométrica e hidrológica da bacia do Rio Pindaré (MA) concernente a incitação de movimentos de massa · Geografia · Universidade de São PauloEm andamento - Graduação
desde 2025Felipe Augusto de Oliveira · OrientaçãoA relação do espaço geográfico e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência em casos de violência autoprovocada por crianças e adolescentes em Jundiaí-SP · Geografia · Universidade de São PauloEm andamento - Graduação
desde 2025Michel Borges Marques · OrientaçãoAgentes Comunitários de Saúde (ACS) nos contextos urbano e rural de Cajamar · Geografia · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2024Beatriz Oliveira de Carvalho · OrientaçãoPercepção da violência e caminhabilidade · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2023Matheus Edson Rodrigues da Silva · OrientaçãoCidade e doenças crônicas: entendendo os fatores de risco do ambiente urbano no município de São Paulo por meio de modelos de aprendizagem de máquina não paramétricos · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2023Emanueli Minatti · OrientaçãoTerritório e violência contra crianças e adolescentes: um olhar geográfico sobre o município de São Paulo · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2023Rodrigo Luciano Macedo Machado · Co-orientaçãoVulnerabilidades sociais, ambiente residencial e trajectórias das pessoas com demência (PcD) e seus cuidadores informais (CI): uma análise entre Portugal e Brasil · Geografia · Universidade de CoimbraEm andamento - Doutorado
desde 2023Mirela Barros Serafim · Co-orientaçãoPrivação socioeconômica e mortalidade em megacidades nas duas primeiras décadas do século XXI · Geografia · Universidade de CoimbraEm andamento
Bancas julgadoras
230 registros- 2025Giselle Mansur BatistaAnálise regional da mortalidade a partir das complexidades socioespaciais da rede urbana brasileira · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Marco Akerman, Ricardo Almendra, Carla HirtDoutorado
- 2025Daniel Hideki BandoMortalidade por Acidente Vascular Cerebral (AVC) em Minas Gerais: padrões espaço-temporais e associação com indicadores sociais · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Eliseu Alves Waldman, Francisco Chiavaralloti Neto, Rodrigo Jose PisaniDoutorado
- 2024Bruno Lofrano PortoCARACTERÍSTICAS SOCIOESPACIAIS DO AMBIENTE CONSTRUÍDO E NATURAL PARA PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA NO DISTRITO FEDERAL · Geografia · Universidade de BrasíliaBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Helen Gurgel, Douglas Roque AndradeMestrado
- 2024Thiago Vieira CoucolisComparação de métodos de imputação para dados geoespaciais · Matemática Aplicada · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Lucia Pereira Barroso, Giovani Loiola da SilvaMestrado
- 2024Isabella Vecchini FerrazINTERSEÇÃO ENTRE SAÚDE MENTAL E MORFOLOGIA URBANA: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DO ESPAÇO URBANO NA OCORRÊNCIA DE DOENÇAS MENTAIS EM CURITIBA-PR · Gestão Urbana · Pontifícia Universidade Católica do ParanáBanca: AGNES SILVA DE ARAUJO, Demian da Silveira Barcellos, Ligia Vizeu BarrozoMestrado
- 2024Daniel Hideki BandoMortalidade por Acidente Vascular Cerebral (AVC) em Minas Gerais: padrões espaço-temporais e associação com indicadores sociais · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloBanca: Alfredo Pereira de Queiroz Filho, Ligia Vizeu Barrozo, Eliseu Alves WaldmanExame de qualificação de doutorado
- 2024Mayara ZhouAcesso à Saúde Primária: Uma Análise Comparativa da Acessibilidade aos Equipamentos de Saúde Primária em São Paulo (Brasil) e em Shanghai (China) · Geografia · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Mariana Gianotti, Diego Bogado TomasielloGraduação
- 2024Martim Braga PessoaDesigualdade Social e Vacinação contra a COVID-19: avaliação das Estratégias de Vacinação em Face das Desigualdades Urbanas de São Paulo · Geografia · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Francisco Chiaravalloti Neto, MORAES, SARA LOPES DEGraduação
- 2024ArieAnálise do Padrão de Distribuição Espacial das Pessoas com Deficiência (PCDs) no Município de São Paulo/SP em 2010 · Geografia · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Waldirene Ribeiro do Carmo, MORAES, SARA LOPES DEGraduação
- 2024Tainã Sousa CostaEspacializando nascimentos de bebês recém-nascidos de risco do ano de 2022 pelo local de residência da parturiente no Município de São Paulo · Geografia · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Francisco Chiaravalloti Neto, Flávia Mori SartiGraduação
- 2023André de Abreu TrielliAvaliação da infraestrutura urbana pública no projeto de regularização fundiária em zonas especiais de interessesocial: o caso do Jardim Nova Ponte Alta ? Guarulhos/SP · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Carlos Leite de Souza, Jurandyr Luciano Sanches RossMestrado
- 2023Sara Lopes de MoraesEventos extremos de temperatura do ar e suas relações com a mortalidade de idosos no município de São Paulo · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Nelson da Cruz Gouveia, João Viljoen de Vasconcelos, Gabriela Marques di GiulioDoutorado
- 2023Mirela Barros SerafimVulnerabilidade das populações nos assentamentos precários do Município de São Paulo · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Marina Jorge de Miranda, Carlos Leite de Souza, Francisco Chiaravalloti NetoDoutorado
- 2023Amarílis Bahia BezerraANÁLISE ESPACIAL DA ASSOCIAÇÃO ENTRE AS CARDIOPATIAS CONGÊNITAS, INDICADORES SOCIOECONÔMICOS E FATORES DE RISCO AMBIENTAIS NO ESTADO DE SÃO PAULO, 2015 A 2021 · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Alfredo Pereira de Queiroz Filho, Vitor Vieira VasconcelosExame de qualificação de doutorado
- 2023NOÉLIA DE MORAES AGUIRRE CARNASCIALIFatores ambientais e doenças cardiovasculares: uma abordagem de análise para a Gestão Urbana · Gestão Urbana · Pontifícia Universidade Católica do ParanáBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Fabio Teodoro de Souza, AGNES SILVA DE ARAUJOExame de qualificação de doutorado
- 2023Filipe Gomes DiasSENSORIAMENTO REMOTO DE LUZES NOTURNAS E INDICADORES AGROPECUÁRIOS E MINERAIS: padrões, interações e centralidades espaço-temporais na interface rural-urbana da Amazônia · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Fernando Shinji Kawakubo, Marcos Reis RosaExame de qualificação de doutorado
- 2023Juliana Giraud Guedes PereiraCaracterização, classificação e análise da distribuição espacial de espaços livres no bairro do Brooklin Novo, em São Paulo, SP · Geografia · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Fábio Betioli Contel, Yuri Tavares RochaGraduação
- 2023Matheus Ferreira FernandesReterritorialização do Sistema Único de Assistência Social: integração de dados e ações com a Estratégia de Saúde da Família · Geografia · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Rúbia Gomes Morato, Gustavo Francisco Teixeira PrietoGraduação
- 2022Caroline Freire dos SantosAnálise do conforto térmico na Comunidade Jardim Colombo - SP · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloBanca: Emerson Galvani, Ligia Vizeu Barrozo, Margarete Cristiane de Casta Trindade Amorim, Leonardo Marques MonteiroMestrado
- 2022Scarlet Feitosa SantosPerfis sócio-demográfico e epidemiológico e situação de saúde dos assentados de um projeto de reforma agrária · Saúde Pública · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Edson Zangiacomi Martinez, Henrique Carmona DuvalMestrado
- 2022Alec Brian LacerdaAnálise espacial e temporal da ocorrência de acidentes escorpiônicos no Estado de São Paulo · Saúde Pública · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Gerson Laurindo Barbosa, Francisco Chiaravalloti NetoMestrado
- 2022Gabrielly Rangel PereiraAnálise e Visualização do Processo de Regionalização do Sistema Único de Saúde no Brasil: Uma Perspectiva em Sistemas Complexos · Ciências da Computação · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Rudi Rocha, Fabio KonMestrado
- 2022Alexandre Vastella Ferreira de MeloAnálise comparativa entre vulnerabilidade energética e vulnerabilidade social nas áreas residenciais do município de São Paulo · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloBanca: Ligia Vizeu Barrozo, Antonio Carlos Vitte, Gildo MagalhãesDoutorado
- 2022Taís Evandra de Carvalho Teles dos SantosCartografias de memória e resistência no espaço urbano: os terreiros de candomblé como produtor de lugares de memória negra na cidade de São Paulo - SPBanca: Reinaldo Paul Pérez Machado, Ligia Vizeu Barrozo, Simone ScifoniExame de qualificação de mestrado
- 2022Giovana MartinelliAnálise da distribuição geográfica de doenças causadoras de óbitos na cidade de São Paulo utilizando aprendizado de máquina · Ciências da Computação · Universidade de São PauloBanca: Fabio Kon, Ligia Vizeu Barrozo, Daniela TestoniExame de qualificação de mestrado
Revisor de periódico
13 registros- 2020 – presenteVínculo atualGlobal Public HealthRevisor de periódico
- 2020 – 2020Global Public HealthRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualUrban ClimateRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualRevista de Saúde PúblicaRevisor de periódico
- 2017 – 2017Journal of MapsRevisor de periódico
- 2017 – 2017APPLIED GEOGRAPHYRevisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualCadernos de Saúde PúblicaRevisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualRevista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (Impresso)Revisor de periódico
- 2009 – presenteVínculo atualAmerican Journal of EpidemiologyRevisor de periódico
- 2009 – presenteVínculo atualRevista Brasileira de EpidemiologiaRevisor de periódico
- 2007 – presenteVínculo atualRevista do Departamento de Geografia (USP)Revisor de periódico
- 2007 – presenteVínculo atualGeouspRevisor de periódico
- 2005 – 2005Emerging Infectious DiseasesRevisor de periódico
Prêmios e títulos
02 registros- 2014HomenagemVI Simpósio Nacional de Geografia da Saúde
- 2010Poster premiado na Conferência Internacional em Epidemiologia - EPI CVE 2010Centro de Vigilância Epidemiológica
Participação em eventos
88 registros- 2021Inequality in health and well-being9th German-Brazilian Dialogue: a discussion of the future of the urban ecosystem · Conferencista · Convidado · São PauloDivulgação científica
- 2021Desenho urbano e adoecimentoWebhall Saúde e Ambiente · Conferencista · Convidado · São PauloDivulgação científica
- 2021A Desigualdade na Doença Cardiovascular e as Populações VulneráveisA Sociedade Brasileira e o Cuidado da Saúde Cardiovascular · Conferencista · Convidado · São PauloDivulgação científica
- 2021Mesa Redonda: Qual o papel da tecnologia para a Saúde Planetária?ERCAS 2021 · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2021GeoSES - Índice Geográfico do Contexto Socioeconômico para Estudos Sociais e SaúdePapo Na Janela - LiSS/INPE · Conferencista · Convidado · VirtualDivulgação científica
- 2021O papel da mulher no mundoElas no PPGF https://www.youtube.com/watch?v=qZCWhjMAQt4&t=5171s · Conferencista · Convidado · Webinar, São Paulo
- 2021Urban living, mobility & health - the future of our citiesSwissnex Brazil, https://www.youtube.com/watch?v=SUXDZBtktYc&t=2s · Conferencista · Convidado · Webinar, São PauloDivulgação científica
- 2021O lugar da saúdeCiclo de Debate da FFLCH/USP - Saúde física e pandemia · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2021Como estamos e ficaremos sem o Censo DemográficoINFOVID 34 · Moderador · Convidado · São PauloDivulgação científica
- 2020O que os mapas mostram (ou deveriam mostrar) sobre a Covid19Congresso Virtual UFBA 2020 · Conferencista · Convidado · São PauloDivulgação científica
- 2020Cidade e saúde a pandemia e o urbanismo socialCidade e saúde a pandemia e o urbanismo social · Conferencista · Convidado · São PauloDivulgação científica
- 2020Mapeamento da COVID-19III GISday & I Simpósio de Geotecnologias do Nordeste · Conferencista · Convidado · Virtual (Recife)
- 2020Ciudad y pandemía: lo que hemos aprendido del COVID-19 hasta ahoraHacia una Nueva Geografía Urbana: desafíos teóricos y metodológicos para investigar y planificar la ciudad post-pandemia en América Latina · Conferencista · Convidado · Virtual (Equador)
- 2020Urban Helath Research in Latin America, Rio de Janeiro, BrazilOuvinte · Rio de Janeiro
- 2020Dados de mobilidade ativa e inclusiva da Cidade de São PauloMobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot · Conferencista · Convidado · São PauloDivulgação científica
- 2020COVID-19 e fatores socioeconômicosCOVID-19: Fatores socioeconômicos e poluição do ar · Conferencista · Convidado · São PauloDivulgação científica
- 2020Cidades e saúdePós-graduação em Urbanismo social · Conferencista · Convidado · INSPER, São Paulo
- 2019Geoprocessamento como estratégia para identificação e controle de fatores de risco e doenças18º Congresso Brasileiro de Qualidade de Vida. São Paulo, Brasil. · Conferencista · Convidado · São PauloDivulgação científica
- 2019CEP e SaúdeGrandes Desafios da Ciência: poluição do ar, saúde e exercício. São Paulo, Brasil. · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2019A Geolocalização do Excesso de Peso - O Estudo ISA (Inquérito de Saúde e Alimentação)Simpósio A Pesquisa Na Obesidade - Infância e Adolescência. São Paulo, Brasil. · Conferencista · Convidado · São PauloDivulgação científica
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