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Perfil do docente · FMUSP

Suzana Matayoshi.

Livre · Oftalmologia e Otorrinolaringologia

Currículo atualizado em 03/08/2025

Cirurgia OftalmológicaOftalmologia

Cita-se como: MATAYOSHI, S.;Matayoshi, Suzana

16 seções

Resumo biográfico

Graduada em Medicina pela Universidade de São Paulo -FMUSP (1986),fez residência médica em Oftalmologia no Hospital das Clínicas da FMUSP (1987-1990), um ano de Complementação especializada em Cirurgia Plástica Ocular no HC FMUSP (1991),Doutorado em Oftalmologia pela Universidade de São Paulo(1999) e Livre-docência em Oftalmologia pela USP (2009).Ingressou como docente na FMUSP em 2010 onde atualmente é Professora associada MS5, Chefe do Setor de Cirurgia Plástica Ocular do HC FMUSP, coordenadora da Graduação e da Pós- graduação da Disciplina de Oftalmologia da FMUSP.e orientadora do curso de pós graduação com orientações concluídas de 12 alunos de doutorado,3 de pós doutorado e 6 alunos de IC. Publicou 104 artigos completos, 8 livros e 65 capítulos de livros. Os artigos receberam 687 citações no Scopus (índice h=15),1384 citações no Google Scholar (índice H 21 e índice i10=45) e 419 citações no Web of Sciences (índice H=12)Consultora do CNPq e Capes. Foi editora Associada dos Arquivos Brasileiros de oftalmologia onde atualmente faz parte da comissão da comissão editorial (SJR índex 37). Faz parte do conselho editorial da Revista Brasileira de Oftalmologia (Qualis Capes B2). É revisora ad-hoc de varias revistas em especial da OPRS e BMC Ophthalmology.Atividades educacionais incluem ensino a alunos de graduação, pós graduação, residentes e estagiários de complementação especializada (fellowship em Oculoplástica) na Faculdade e no HC FMUSP. Participa das atividades cientificas do CBO, onde faz parte da Comissão Científica dos Congressos do CBO. Como ex-presidente da SBCPO, integra o Conselho Deliberativo da mesma. Além de docente, também atua como oftalmologista com ênfase nas doenças pálpebras, lacrimais e orbitarias, em clínica privada e em vários hospitais de São Paulo.

Indicadores

Áreas de atuação

02 registros
  • Ciencias Da Saude
    Medicina
    Cirurgia › Cirurgia Oftalmológica
  • Ciencias Da Saude
    Medicina
    Oftalmologia

Formação acadêmica

04 registros
  1. 1995 – 1999DoutoradoConcluído
    Oftalmologia · Universidade de São Paulo
    “Proposição de um modelo experimental para estudo de vasos e células em esclera de coelhos”
    Orientação: Milton Ruiz Alves
  2. 1987 – 1990Residencia-medicaConcluído
    Residencia-medica · Universidade de São Paulo
    Bolsa Fundação de Apoio à Pesquisa
  3. 1981 – 1986GraduaçãoConcluído
    Medicina São Paulo · Universidade de São Paulo
  4. Livre-docênciaConcluído
    Livre-docência · Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

Idiomas

03 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemRazoávelBemBem
EspanholBemPoucoPoucoRazoável
JaponêsPoucoRazoávelPoucoRazoável

Atuação profissional

07 registros
  1. 2013 – presenteVínculo atual
    FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
    Membro de comitê assessor
  2. 2013 – presenteVínculo atual
    Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Membro de comitê assessor
  3. 2013 – presenteVínculo atual
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Revisor de projeto de fomento
  4. 2012 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Oftalmologia (Impresso)
    Membro de corpo editorial
  5. 2010 – presenteVínculo atual
    FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
    Professor Associado Ms-5Servidor Publico24h/sem
  6. 2008 – presenteVínculo atual
    Arquivos Brasileiros de Oftalmologia
    Membro de corpo editorial
  7. 1991 – presenteVínculo atual
    HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
    Médica AssistenteCeletista30h/sem

Produção bibliográfica

294 registros
111 de 111 itens
Por página
  • 2014
    Condutas em Ptose Palpebral na América Latina
    Aline Mota Freitas Matos; Suzana Matayoshi · XXI CONG.BRAS. PREVENÇÃO DA CEGUEIRA E REAB. VISUAL · Ipsis Gráfica e Editora · ISBN 0004-2749 · RECIFE
  • 2012
    Eyelid Tumors: Accuracy Of Diagnostic Punch Biopsy
    Rachel Camargo Carneiro; de Macedo, Erick Marcet Santiago; Suzana Matayoshi · ARVO 2012 · ARVO · Fort Lauderdale-Florida
  • 2012
    Evaluation Of Local Side Effects Of Topical Immunotherapy In The Treatment Of Periocular Nodular Basal Cell Carcinoma
    de Macedo, Erick Marcet Santiago; Rachel Camargo Carneiro; BRENO G. SILVA; Suzana Matayoshi · ARVO 2012 · ARVO · Fort Lauderdale - Florida
  • 2012
    Predicting dysthyroid optic neuropathy using computed tomography volumetric analysis of orbital structures.
    ALLAN CHRISTIAN PIERONI GONÇALVES; LUCAS N SILVA; ELOISA M M S GEBRIM; Suzana Matayoshi; Mario Ribeiro Monteiro · ARVO 2012 · Fort Lauderdale - Florida
  • 2012
    Lacrimal drainage system obstruction associated to radioiodine therapy for thyroid carcinoma.
    Fonseca, Fabricio Lopes da; patricia Lunardelli; Suzana Matayoshi · ARVO 2012 · Fort Lauderdale - Florida
  • 2012
    Nasolacrimal duct obstruction associated with radioactive iodine therapy for thyroid carcinoma
    Suzana Matayoshi; Fonseca, Fabricio Lopes da; patricia Lunardelli · ARVO 2012 · Fort Lauderdale - Florida
  • 2008
    Pacientes com Glaucoma e Blefaroespasmo Essencial
    Nicoletti, André Gustavo Bombana; Suzana Matayoshi; Pedro Carlos Carricondo · XVIII Congresso Brasileiro de Prevenção da Cegueira e Reabilitação Visual · Ipsis Gráfica e Editora · ISBN 00042749 · Florianópolis - SC
  • 2008
    Tratamento de Hemangioma Palpebral na Infância. Relato de dois casos.
    Veridiana Valence Melo Meuleman; Reinaldo Fujita; Suzana Matayoshi · XVIII Congresso Brasileiro de Prevenção da Cegueira e Reabilitação Visual · Ipsis Gráfica Editora · ISBN 00042749 · Florianópolis-SC
  • 2006
    ENDONASAL DACRYOCYSTORHINOSTOMY: ANALYSIS OF THE FACTORS THAT INFLUENCE THE SURGERY SUCCESS
    Rita de Cássia Obeid; Hamilton Wenderborn Rodrigues; Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress · Sao Paulo
  • 2006
    CASUÍSTICA DE ENUCLEAÇÕES E EVISCERAÇÕES NOS PERÍODOS DE 1987/1988 E 2002/2003 NO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
    patricia Lunardelli; Ivana Cardoso Pereira; Lísia Aoki; Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress · Sao Paulo
  • 2006
    RELATOS DE CASOS - GRANULOMATOSE DE WEGENER
    Ivana Cardoso Pereira; Leandro Zacharias; Roberta Melissa Zagui; Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress · Sao Paulo
  • 2006
    ANÁLISE MORFOMÉTRICA DA FENDA PALPEBRAL DE PACIENTES COM OFTALMOPATIA DISTIREÓIDEA ANTES E APÓS A APLICAÇÃO DE TOXINA BOTULÍNICA A
    Patrícia Grativol Costa; Fabio Petersen Saraiva; Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress · Sao Paulo
  • 2006
    TOXINA BOTULÍNICA NO TRATAMENTO DE DISTONIAS FACIAIS: AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA E DA SATISFAÇÃO DOS PACIENTES AO LONGO DO TRATAMENTO
    Patrícia Grativol Costa; Lísia Aoki; Fabio Petersen Saraiva; Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress · Sao Paulo
  • 2006
    AVALIAÇÃO DO FILME LACRIMAL EM PACIENTES COM DISTONIA FACIAL DURANTE TRATAMENTO COM TOXINA BOTULÍNICA A
    Ivana Cardoso Pereira; Patrícia Grativol Costa; Fabio Petersen Saraiva; Lilian Keiko Takana; Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress · Sao Paulo
  • 2006
    PREVALENCE OF GLAUCOMA IN PATIENTS WITH BLEPHAROSPASM
    André Bombana Nicoletti; Leandro Zacharias; Suzana Matayoshi; Remo Susanna Jr · World Ophthalmology Congress · São Paulo
  • 2006
    COMPARAÇÃO DA MEDIDA DA FENDA PALPEBRAL E ESTRUTURAS RELACIONADAS EM DIFERENTES FAIXAS ETÁRIAS
    Tânia Nunes Pereira; Patrícia Grativol Costa; Eurípedes da Mota Moura; Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress · Sao Paulo
  • 2006
    RECORRÊNCIA DE MELANOMA MALIGNO EM ÓRBITA VINTE ANOS APÓS A ENUCLEAÇÃO - RELATO DE CASO
    Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress
  • 2006
    OFTALMOMIÍASE COMO CAUSA DE LESÃO CANALICULAR
    Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress
  • 2006
    FRATURA DO TETO ORBITÁRIO ASSOCIADO À MENINGOCELE: RELATO DE CASO
    Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress
  • 2006
    PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES COM OBSTRUÇÃO DE VIA LACRIMAL DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
    Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress
  • 2006
    SÍNDROME ÓCULO-AURÍCULO-VERTEBRAL: ACHADOS ATÍPICOS EM DOIS CASOS RELATADOS
    Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress
  • 2006
    RETALHO BIPEDICULADO MIOCUTÂNEO DA PÁLPEBRA SUPERIOR NA RECONSTRUÇÃO DA LAMELA ANTERIOR DA PÁLPEBRA INFERIOR - DEMONSTRAÇÃO DA TÉCNICA CIRÚRGICA
    Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress
  • 2006
    IMPLANTE DE PESO DE OURO: COMPLICAÇÕES PRECOCE E TARDIAS
    Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress
  • 2006
    INFLAMAÇÃO IDIOPÁTICA DA ÓRBITA COM EXTENSÃO EXTRA-ORBITAL - RELATO DE CASO
    Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress
  • 2006
    MOSAICISMO CAUSANDO ALTERAÇÃO OCULAR. ASSOCIAÇÃO DE NEVUS EPIDÉRMICO E MAL-FORMAÇÃO OCULAR - RELATO DE CASO
    Suzana Matayoshi · World Ophthalmology Congress

Produção técnica

293 registros
156 de 156 itens
Por página
  • 2025
    Discutidora Caso 2: Blefaroplastia associada a correção de ptose palpebral. Fire Cases em Oculoplástica. 47º SIMASP
    Suzana Matayoshi
    Simposio
  • 2025
    Discutidora Painel: Casos desafiadores em blefaroplastias (antes ou após cirurgias). 47º SIMASP
    Suzana Matayoshi
    Simposio
  • 2024
    Apresentadora Vídeo 1: OVL.Painel Tratamentos cirúrgicos em Oftalmopediatria: Vídeos (Painel Oftalmopediatria: Vídeos). 46º SIMASP
    Suzana Matayoshi
    Simposio
  • 2024
    Apresentadora Vídeo 3: Lacorrafia modificada. Oculoplástica II (Oculoplástica II). 46º SIMASP
    Suzana Matayoshi
    Simposio
  • 2024
    Discutidora Vídeo 8: US Dermatológico na área periocular . Oculoplástica II (Oculoplástica II). 46º SIMASP
    Suzana Matayoshi
    Simposio
  • 2024
    Discutidora na Atividade CASOS DE OCULOPLÁSTICA. XXX Simp.Intern. Atualização em Oftalmologia da Sta.Casa de SP
    Suzana Matayoshi
    Simposio
  • 2024
    Discutidora na atividade ABORDAGEM OFTALMOPEDIÁTRICA ? CONVERSANDO COM OS ESPECIALISTAS. XXX Simp.Intern. Atualização em Oftalmologia da Sta.Casa de SP
    Suzana Matayoshi
    Simposio
  • 2024
    Cantopexia ou Cantoplastia. 26 CongUSP
    Suzana Matayoshi
    Congresso
  • 2024
    Prática Boptox. 26o CongUSP
    Suzana Matayoshi
    Congresso
  • 2024
    Discutidora Sessão Vias Lacrimais: Melhorando os resultados da dacrio com a técnica endonasal. XXX Simp.Intern. Atualização em Oftalmologia da Sta.Casa de SP
    Suzana Matayoshi
    Simposio
  • 2023
    Discutidora do Painel Casos desafiadores em Oculoplástica. Painel Oculoplástica I. 45º SIMASP,
    Suzana Matayoshi
    Simposio
  • 2023
    Discutidora Vídeo 1: Fox eyes. Painel Oculoplástica II. 45º SIMASP
    Suzana Matayoshi
    Simposio
  • 2023
    Discutidora Painel Casos desafiadores em estética periocular. Painel Oculoplástica II. 45º SIMASP
    Suzana Matayoshi
    Simposio
  • 2023
    Mesa Redonda: Discutindo Pálpebras com Experts. XXIX Simpósio Int.Oftalmologia da Santa Casa de SP,
    Suzana Matayoshi
    Simposio
  • 2023
    Discutidora tema Vias Lacrimais. XXIX Simpósio Int.de Oftalmologia da Santa Casa de SP
    Suzana Matayoshi
    Simposio
  • 2023
    Tratamento não cirúrgico para Carcinoma de Pele. Sessão Oculoplástica e Vias Lacrimais. XII Cong.Nacional da Soc.Bras.de Oftalmologia
    Suzana Matayoshi
    Congresso
  • 2022
    Medial canthus tumor reconstruction
    Suzana Matayoshi
    Conferencia
  • 2022
    IMIQUIMOD IN EYELID TUMORS
    Suzana Matayoshi
    Conferencia
  • 2022
    Discutidora Painel: Casos sobre abordagens em ptose palpebral e complicações de blefaroplastia. Insights em Oculoplástica. 44º SIMASP. 2022.
    Suzana Matayoshi
    Simposio
  • 2022
    Tratamentos óculo-palpebrais. 4º Encontro da SBMR - Microcirurgia Reconstrutiva. 2022
    Suzana Matayoshi
    Conferencia
  • 2021
    Dica Experts: Pré-Operatório em homens. BLEFARODAY. Simp.Int.Sta.Casa de SP
    Suzana Matayoshi
    Simposio
  • 2021
    Cancer de pele
    Suzana Matayoshi
    Congresso
  • 2021
    Abordagem cirurgica e reconstrução de tumores pálpebras-
    Suzana Matayoshi
    Conferencia
  • 2020
    Castanhares com fixação periostal. Pré-Congresso USP Plástica Ocular ? Rejuvenescimento Facial com a Blefaroplatia. Abordagem do Supercílios na Blefaroplastica.
    Suzana Matayoshi
    Congresso
  • 2020
    CBC de Pálpebra: Qual abordagem em 2020. MASTER CLASS PLÁSTICA OCULAR HCFMUSP ON LINE
    Suzana Matayoshi
    Outra

Projetos

24 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

24 de 24 projetos
Por página
  • 2024 – presentePesquisa

    TRATAMENTO DA RETRAÇÃO PALPEBRAL SUPERIOR EM PACIENTES COM DOENÇA OCULAR TIREOIDIANA COM INJEÇÃO SUBCONJUNTIVAL DE ACETATO DE TRIANCINOLONA

    Em andamento

    A retração palpebral é o sinal clínico mais frequente da Orbitopatia de Graves. O padrão epidemiológico da retração é a manifestação em 58 a 98 dos pacientes com essa condição clínica e pode expressar-se tanto na fase aguda, quanto crônica da doença. [1-3]. A fisiopatologia desta retração deve-se principalmente à hiperatividade do sistema simpático sobre a musculatura de Muller e à inflamação crônica e fibrose e da musculatura periocular. [14-16] A retração pode causar exposição escleral e corneana gerando olho seco, ceratite, quemose; sintomas que geram extremo desconforto e prejuízo estético. [2] Tal condição pode ser resolvida de forma clínica ou cirúrgica. Estudos recentes já demonstraram resultados favoráveis da injeção de triancinolona (corticosteroide) como alternativa ao manejo da retração palpebral. [2, 4-13] No entanto, a eficácia deste método de tratamento a longo prazo e a comparação dos efeitos dele na fase ativa e na fase quiescente ainda não foram bem descritos e estudados. Sob essa perspectiva, esta pesquisa terá como objetivo principal avaliar os resultados prospectivos do tratamento com injeção subconjuntival de corticosteroides, ademais comparar os resultados em grupos com a fase ativa e cicatricial da doença.

    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), ALLAN CHRISTIAN PIERONI GONÇALVES, Mário Luiz Ribeiro Monteiro, RENATA MARTINS MAIA, LAURA GOLDFARB CYRINO

  • 2023 – presentePesquisa

    USO DA TOXINA BOTULÍNICA A E TÉCNICAS DE SUTURA EM CIRURGIA PARA ELEVAÇÃO DIRETA DO SUPERCÍLIO: UM ESTUDO CLÍNICO CONTROLADO E RANDOMIZADO

    Em andamento

    pacientes que procura pelo procedimento de blefaroplastia. Há diversos procedimentos para abordagem desta condição, porém nenhum deles éindubitavelmente superior aos demais. A técnica de elevação direta de supercílios é conhecida por apresentar uma boa suspensão dos supercílios,resultados previsíveis e uma cirurgia com relativa baixa complexidade, que pode ser realizada com anestesia local. No entanto, a preocupação maiorde cirurgiões e pacientes é com o aspecto final da cicatriz, que ficará em região visível da face. A toxina botulínica A vêm sendo utilizada em estudosrecentes justamente para melhora do aspecto de cicatrizes. Estudos prévios avaliaram principalmente lacerações traumáticas e reconstruções pósexérese de tumores, obtendo resultados positivos, com melhora do aspecto das feridas nos pacientes que fizeram uso da medicação. Trata-se deuma droga segura, utilizada há vários anos para outras finalidades e sem efeitos adversos graves de acordo com estes trabalhos. O objetivo desteestudo é comparar a utilização da toxina botulínica A versus soro fisiológico 0,9 na cicatrização da cirurgia de elevação direta dos supercílios,realizada com duas diferentes técnicas de sutura, que serão também comparadas entre si. Trata-se de um estudo prospectivo, controlado,randomizado, mascarado e multicêntrico que será conduzido em pacientes diagnosticados com ptose de supercílios no Hospital das Clínicas daFMUSP, no hospital das Clínicas da UNICAMP e no Complexo Hospitalar Padre Bento de Guarulhos. Os voluntários que assinarem o TCLE serãoaleatorizados em três grupos: o grupo A realizará, bilateralmente, sutura do subcutâneo com Vicryl 5.0 pontos simples invertidos e sutura de pelepontos em U com Prolene 5.0 enquanto o grupo B realizará, bilateralmente, sutura do subcutâneo com Prolene 5.0 pontos simples invertidos esutura de pele com pontos Perseu com Prolene 5.0 associado a sutura contínua com Prolene 6.0 sobreposta. Os pacientes do grupo C realização asutura descrita para o grupo A em um dos supercílios e a sutura descrita para o grupo B no supercílio contralateral. Os pacientes dos grupos A e Bserão randomizados para realizarem em um dos lados da cicatriz (direito ou esquerdo) aplicação de toxina botulínica A 2,5UI por supercílio, divididaem 0,5UI por ponto de aplicação, entre 3 a 7 dias após o procedimento. O lado contralateral receberá o mesmo volume em soro fisiológico 0,9. Ospacientes do grupo C não receberão nenhuma das duas medicações. Os cuidados intra-operatórios e pós cirúrgicos serão os mesmos para ambosos grupos e serão realizados em consonância com o protocolo atual dos serviços. Os pacientes serão acompanhados por 180 dias, com avaliaçãode sintomas, da ectoscopia e fotográfica completa que objetiva avaliar o aspecto das cicatrizes entre os dois grupos. Espera-se encontrar melhoraspecto da ferida no grupo B e do lado que recebeu toxina botulínica A.

    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Ivana Cardoso Pereira, BRABO, JANAINA L., CAROLINA NICOLELA SUSANNA, RENATA DINIZ LEMOS

  • 2023 – presentePesquisa

    REPERCUSSÕES OFTALMOLÓGICAS DA REMOÇÃO DE ANÁLOGOS DE PROSTAGLANDINA APÓS TRABECULECTOMIA: UM ESTUDO PROSPECTIVO

    Em andamento

    Análogos de prostamida, tais como Bimatoprosta, e também análogos de prostaglandina (PGAs), como Travoprosta, são largamente reconhecidos eutilizados como os agentes de redução da pressão intraocular mais eficazes usados para o tratamento do glaucoma, com vantagem posológica.Entretanto, também são conhecidos seus efeitos adversos, entre eles hiperemia conjuntival, hipertricose, prurido ocular, alteração de pigmentaçãoda íris, e outros. É comum observar a regressão dessas alterações após a suspensão do uso desses colírios, o que pode ser constatado mesesapós a realização da cirurgia de trabeculectomia para controle da doença glaucomatosa. O presente estudo visa acompanhar pacientes através doexame oftalmológico completo, associado à documentação por meio de fotos das alterações provocadas pelos uso dos colírios pelo período mínimode 1 ano, tanto antes da realização da trabeculectomia, quanto após 1 mês, 3 meses, e 6 meses dessa. Serão analisadas as alterações queregredirem durante o estudo e as que permanecerem, dando ênfase no tempo observado.

    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Remo Susanna Jr, Renato S. Germano, CAROLINA NICOLELA SUSANNA

  • 2022 – presentePesquisa

    TÉCNICA DE LACORRAFIA MODIFICADA PARA CORREÇÃO DE LAGOFTALMO PARALÍTICO

    Em andamento

    Objetivo: Descrever a técnica de lacorrafia modificada para tratamento de lagoftalmo paralítico e avaliar sua eficácia a curto e médio prazo.Pacientese métodos: Estudo intervencionista incluindo 20 pacientes com diagnóstico de lagoftalmo paralítico em acompanhamento no Hospital das ClínicasHC-FMUSP, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil. Os pacientes serão submetidos a avaliação clínica e examescomplementares, dentre eles: exame de biomicroscopia anterior, avaliação de ceratite de exposição, avaliação de reflexo de Bell, mensuração dolagoftalmo com régua milimetrada, mensuração da distância margem-reflexo 1 e 2, foto com smartphone para avaliação da área de lagoftalmo,Tomografia de Coerência Óptica de segmento anterior para mensuração da altura do menisco lacrimal, questionário de qualidade de vida FacialClinimetric Evaluation (FaCE) traduzido para o português, e posteriormente submetidos ao procedimento cirúrgico de lacorrafia modificada. A técnicaconsiste na abertura dos canalículos superiores e inferiores, ressecção da porção posterior dos canalículos e sutura de pele, subcutâneo, músculoorbicular e porção anterior dos canalículos com fio absorvível. Os pacientes serão reavaliados após 1 semana, 1 mês, 3 meses e 6 meses.

    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Juliana Mika Kato

  • 2019 – presentePesquisa

    Associação de ceratose actínica com lesões malignas palpebrais

    Em andamento

    Ceratose actínica (CA) é uma lesão cutânea benigna e crônica, comum em adultos e áreas expostas ao sol. A maioria das lesões tem crescimento lento e superfície áspera. A relação de CA com Carcinoma espinocelular (CEC) é bem estabelecida, mas CA também é marcador de risco para Carcinoma basocelular (CBC) e Melanoma maligno (MM). Assim sendo, as lesões suspeitas precisam de acompanhamento e tratamento conforme a evolução clínica. Pretendemos acompanhar pacientes consecutivos com suspeita de CA ou lesão maligna palpebral e realizar a biópsia por trépano de 2 mm como método diagnóstico. Nos casos em que for indicada ressecção cirúrgica como tratamento, realizaremos a comparação do resultado da biópsia com o padrão-ouro (análise histopatológica do tumor excisado com margens livres confirmadas por congelação). Incluiremos, nesse estudo, os casos em que for confirmado a presença de CA, pela biópsia ou pelo padrão-ouro. Dessa forma, poderemos estabelecer as possíveis relações da CA com as demais malignidades palpebrais, além de avaliar a eficácia da biópsia por trépano de 2 mm em diagnosticar corretamente a CA nas pálpebras.

    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Rachel Camargo Carneiro, Patricia Picarelli Lima, LUIZ ANGELO ROSSATO

  • 2018 – presentePesquisa

    Proposição de estudo de fotografia 3D para determinar o volume de gordura retirado na blefaroplastia inferior em pacientes com oftalmopatia de Graves

    Em andamento

    Introdução: 
A oftalmopatia de Graves é uma condição causada pelo hipertireoidismo que afeta o paciente de forma funcional e estética. O tratamento é reservado para casos moderados a graves e pode ser medicamentoso ou cirúrgico. O tratamento cirúrgico é sequencial e envolve descompressão orbitária, correção do estrabismo restritivo e correção da retração palpebral. Mesmo após esses procedimentos o paciente pode se queixar de aspectos estéticos que são melhor abordados através da blefaroplastia inferior. A quantidade de gordura a ser retirada da pálpebra inferior se apresenta desafiadora pois a gordura que se mostra excedente com o paciente em pé ou sentado se retrai para a cavidade orbitária com o paciente deitado no ato operatório. Diante disso seria desejável estimar no pré operatório o volume de gordura retirado necessário para que se corrija as bolsas palpebrais evitando a retirada em excesso. Diversos instrumentos tem sido utilizados para aferir volume no corpo, dentre eles modelos antropométricos, imersão em água (princípio de Arquimedes), tomografia computadorizada e ressonância magnética 3D, estereofotograma e escaneamento da superfície digital em 3D. Dentre esses instrumentos a fotografia 3D apresenta vantagens como o fato de não ser invasiva, não haver irradiação, ser portátil, apresentar baixo custo comparado a outros aparelhos e possuir software que possibilita fazer simulações do resultado ideal.


Objetivo: 
Comprovar a efetividade e fidedignidade do uso de fotografia 3D para estimar no pré-operatório a quantidade de gordura retirada na órbita inferior para se obter um resultado esteticamente adequado em pacientes com oftalmopatia de Graves.

Método: 
Uso da câmera fotográfica 3D Vectra H1 (Canfield Imaging Systems, Fairfield, NJ, EUA) no pré operatório para estimar o volume de gordura de pálpebra inferior a ser retirado. Medição do volume de gordura retirado no intra-operatório através do princípio de deslocamento de água. Realização de fotografias 3D nos retornos do pós-operatório para avaliar o volume reduzido na pálpebra inferior após o procedimento e comparar com o volume estimado no pré-operatório

    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Ricardo Eustáchio de Miranda

  • 2017 – presentePesquisa

    REVISÃO DE CASOS E ESTUDO GENÉTICO-PATOLÓGICO DAS NEOPLASIAS ESCAMOSAS DA SUPERFÍCIE OCULAR

    Em andamento

    OBJETIVOS: Apesar dos recentes avanços na medicina de precisão do câncer, a grande maioria dos tumores oculares permanece pobremente caracterizada molecularmente. A neoplasia escamosa da superfície ocular (NESO), incluindo a neoplasia intra-epitelial conjuntival (NIC) e o carcinoma de células escamosas invasivo (CEC) são tumores que podem cegar ou levar ao óbito. Constituem a neoplasia conjuntival mais frequente. Apesar das intervenções cirúrgicas e quimioterapia tópica, a taxa de recorrência das NESO pode ser de mais da metade dos casos. E apesar das margens cirúrgicas negativas, acima de 1/3 dos olhos pode apresentar recorrência em 10 anos. Todas essas características tornam o estudo da NESO de extrema importância, particularmente sua investigação molecular. O entendimento atual sobre a gênese e fisiopatologia dos tumores inclui alterações genéticas e epigenéticas do DNA. Contudo até o momento, não temos muito conhecimento sobre as alterações genéticas envolvidas na patogênese da NESO. Assim torna-se importante a investigação desses tumores através da análise de perfil genômico e possibilitar uma terapia mais eficaz e direcionada. Esta revisão busca caracterizar molecularmente as NESO além de determinar se o sequenciamento de nova geração (SNG) pode ser usado de rotina nas NESO fixadas em formalina e embebidas em parafina (FFPE). MATERIAIS E MÉTODOS: Será realizado levantamento retrospectivo de casos com diagnóstico confirmado por anátomo-patológico de NESO no período de 01/06/2006 a 01/06/2016. Posteriormente será realizada revisão de prontuários para levantamento de dados epidemiológicos e demográficos. Características macroscópicas e topográficas da lesão e terapêutica de escolha realizada. Além do prognóstico clínico e taxa de recorrência.Em seguida realizaremos sequenciamento de nova geração (SNG) em amostras de NESO FFPE obtidas da Universidade de São Paulo e da Universidade de Michigan usando um painel - que contém acima de 120 genes e aproximadamente 3 mil amplicons - direcionados para genes clinicamente relevantes. Este painel é parte do "National Cancer Institute - Molecular Analysis for Therapy Choice (NCI-MATCH)" (Conley et al., 2014). O SNG direcionado a genes de câncer fará a captura de alvos selecionados através da amplificação de produtos de PCR em modo multiplex utilizando o "Oncomine Comprehensive?, um painel padrão composto por 3435 amplicons e 126 genes. O sequenciamento será realizado na plataforma Ion Torrent NGS (Life Technologies) ou na plataforma Ilumina. A análise de dados será realizada alinhando as sequências geradas em relação a referência humana com permissividade suficiente para conseguir detectar também mutações / variantes somáticas. CONCLUSÕES: Esse estudo determinará se o SNG pode ser usado de rotina em tecidos FFPE de NESO, bem como em outros tumores oculares, para identificação de alterações somáticas dirigidas e nomeação de potenciais estratégias terapêuticas.

    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), PICCIARELLI DE LIMA, PATRICIA, CAMILLA DUARTE SILVA

  • 2016 – 2020Pesquisa

    Determinação da função do músculo frontal e avaliação do contorno palpebral em pacientes portadores de ptose palpebral congênita e submetidos à correção cirúrgica

    Concluído

    A blefaroptose é o posicionamento inadequado da pálpebra superior, estando abaixo de sua posição normal na posição primária do olhar, a qual seria 0,5 ? 2mm abaixo do limbo superior. As causas são categorizadas em congênitas ou adquiridas. É considerada congênita se presente ao nascimento ou diagnosticada no primeiro ano de vida. A medida da função do músculo levantador da palpebral superior (MLPS) é o parâmetro mais importante na escolha da técnica cirúrgica. Quando a função é fraca (menor de 4mm), a suspensão frontal é a técnica mais indicada, porém também é possível realizar a ressecção da aponeurose do MLPS, a tarsectomia e o ?frontalis transfer?. A cirurgia do ?frontalis transfer? é caracterizada pela confecção de um flap dinâmico de músculo frontal tunelizado até a pálpebra superior e suturado à placa tarsal. Objetivo: Quantificar a atividade do músculo frontal e as alterações do posicionamento e do contorno da pálpebra superior nos olhos submetidos à técnica de ?frontalis transfer?. Métodos: Estudo clínico e prospectivo, com portadores de ptose palpebral congênita uni ou bilateral que serão submetidos à cirurgia do ?frontalis transfer?. Os pacientes serão filmados antes e após o procedimento cirúrgico. A filmagem será feita com o paciente sentado, com o queixo e a testa apoiados. A duração de cada filmagem será de 1 minuto. As imagens serão editadas para a análise de medidas palpebrais posteriormente, além de avaliação visual das imagens.

    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Ivana Cardoso Pereira

  • 2016 – presentePesquisa

    Análise de sobrevida em pacientes submetidos à exenteração de órbita no Hospital das Clínicas FMUSP

    Em andamento

    A exenteração de órbita (EO) é o método de escolha quando outros procedimentos menos desfigurantes não resultarão em melhor prognóstico para o paciente. Por estar relacionado à tumores malignos ou doenças mal controladas, a taxa de sobrevida após o procedimento em geral é baixa.Objetivo: Analisar o perfil epidemiológico, as características clínicas e a taxa de sobrevida dos pacientes submetidos à EO em um hospital de referência.Materiais e Métodos: Estudo retrospectivo de todos os pacientes submetidos à EO no Hospital das Clínicas da FMUSP entre Janeiro de 2007 e Dezembro de 2012. Serão recolhidos em prontuários dados referentes ao gênero, idade, procedência, dias de internação, tempo de evolução da doença, outros tratamentos relacionados à doença, número de procedimentos fora da face relacionados à doença, tempo de seguimento e diagnóstico histológico.Metodologia estatística: A análise de sobrevida será realizada pelo método de Kaplan-Meyer, e as curvas serão comparadas pelo teste de Logrank.

    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), DA FONSECA, FABRICIO L., KATO, JULIANA MIKA

  • 2015 – presentePesquisa

    Panorama do tratamento da Ptose Palpebral entre os Oculoplasticos Latino-Americanos

    Em andamento

    Blefaroptose é a condição em que a margem palpebral cobre mais que 2 mm do limbo superior. É um condição comum que além de ser um problema estético, pode causar restrições do campo visual e até ambliopia em crianças. A ptose palpebral pode ser congênita ou adquirida, sendo a congênita geralmente decorrente da distrofia do músculo levantador da pálpebra superior (MLPS). A ptose adquirida pode ser divida em alguns subtipos: aponeurótica ou involucional, miogênica, neurogênica, traumática e mecânica. Vários procedimentos cirúrgicos têm sido descritos para correção da ptose. O primeiro deles envolve suspender a pálpebra a partir do músculo frontal. Outra abordagem é pela via anterior, na qual é feita uma incisão na pele, através da qual pode ser realizado o avançamento da aponeurose do músculo levantador. Um terceiro método, via posterior, incisa a conjuntiva para ressecar o músculo de Muller. Há grande discussão em relação à qual das duas últimas técnicas seria o melhor método para correção da ptose involucional. O objetivo desse trabalho é traçar o perfil dos cirurgiões oculoplastas latino-americanos e de suas práticas no manejo da ptose palpebral. A pesquisa será realizada através de um questionário contendo 10 perguntas de múltipla escolha, a ser entregue em eventos de oculoplástica e enviada eletronicamente. Elas abordarão questões relacionadas às cirurgias de ptose, motivos de escolha, além de resultados e complicações. Os dados obtidos serão catalogados em uma planilha Excel e a análise estatística usará testes qui-quadrado e da razão de verossimilhanças para avaliar associações. Os resultados obtidos auxiliarão os cirurgiões nas tomadas de decisões, principalmente acerca de temas em que não há consenso na literatura.

    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Aline Mota Freitas Matos

  • 2015 – 2019Pesquisa

    Smartphone no Telediagnóstico de Tumores Palpebrais: estudo de acurácia

    Concluído

    Os tumores palpebrais podem se mostrar de difícil diagnóstico clínico, não sendo raro encontrar lesões malignas negligenciadas por anos principalmente por pacientes distantes de centros médicos terciários. A detecção precoce é importante para possibilitar o tratamento adequado diminuindo morbidade, deformidade e perda de função visual.Não há estudos na área oftalmológica sobre a confiabilidade da interação entre o exame presencial e o diagnóstico à distância de tumores palpebrais por meio da Telemedicina.ObjetivoVerificar a acurácia diagnóstica da imagem clínica obtida pela câmera acoplada ao telefone celular (smartphone), comparada ao diagnóstico clínico presencial e ao diagnóstico histopatológico em tumores palpebrais.Metodologia: Serão incluídos pacientes encaminhados para avaliação e exérese de tumores palpebrais. Os pacientes serão avaliados clinicamente em um centro (HCFMUSP), serão fotografados (smartphone Samsung S4) e encaminhados para tratamento cirúrgico. Os dados da anamnese e as fotografias obtidas serão transmitidas via Internet para outro centro (CEROF-UFG) onde serão avaliados e as lesões também diagnosticadas e classificadas. Os diagnósticos presencial e por teleavaliação serão comparados ao exame anátomo-patológico da lesão (padrão-ouro). Será analisada a acurácia do exame presencial em relação ao exame à distância. Sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo, valor preditivo negativo serão calculados. Resultados esperados: provar que o diagnóstico à distância de tumores palpebrais é confiável. Os resultados poderão contribuir para implementação de programas de telediagnóstico integrando hospitais terciários e médicos em áreas remotas do país.

    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Roberto Murillo Limongi de Souza Carvalho, Lísia Aoki, Ahlys A.N. Miyazaki

  • 2015 – presentePesquisa

    Avaliação do Biosilicato como implante em cavidade anoftálmica

    Em andamento

    A reposição do volume perdido nas cavidades enucleadas e evisceradas é feita há muitos anos, tendo sido o vidro o primeiro material utilizado para este fim. O biovidro e o biovitrocerâmico foram introduzidos mais recentemente em algumas áreas da Medicina. Levantando-se a hipótese do uso destes materiais para o reparo da falta de volume nas cavidades anoftálmicas, foram realizados estudos experimentais pelo grupo que trabalhará no presente projeto no qual pretende-se avaliar implante de biosilicato em cavidades anoftálmicas. O projeto justifica-se pela escassez de materiais nacionais para serem utilizados na reconstrução das cavidades anoftálmicas.Objetivo: pretende-se avaliar em humanos implantes de biosilicato para reposição de volume em cavidades anoftálmicas pós evisceração ou enucleação.Material e Método: este é um estudo em fase III. Pretende-se utilizar implantes na forma cônica, confeccionados em biosilicato, a serem colocados em cavidades evisceradas ou enucleadas de pacientes que tenham indicação do procedimento cirúrgico e com seu consentimento. O estudo será desenvolvido na Faculdade de Medicina de Botucatu e na Faculdade de Medicina da USP-São Paulo. Os sujeitos devem ser portadores de cavidade anoftálmica Grau 1. Foi estimado estudar 60 participantes, dos quais 40 receberão cones de biosilicato e 20 de polimetilmetacrilato para reposição do volume da cavidade anoftálmica. A expectativa de perda de seguimento durante o estudo é de 10%. Após o procedimento cirúrgico, os pacientes serão acompanhados por sete, 15, 30 dias e após a cada três meses, por um período de um ano. Os parâmetros sistêmicos a serem avaliados serão: exame clínico (avaliação da cavidade orbitária e sistêmico); exames bioquímicos (TGO, TGP, CPK, FA, LDH, Uréia e Creatinina) e avaliação tomográfica da órbita. Os resultados serão avaliados utilizando métodos estatísticos.

    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Silvana Artioli Schellini

  • 2015 – presentePesquisa

    Utilização de lipoenxertia para o preenchimento de cavidades anoftálmicas

    Em andamento

    Cavidade anoftálmica é a alteração orbitária decorrente da ausência ou má formação do globo ocular (1). As causas mais comuns são trauma, glaucoma e endoftalmite nos adultos, e tumores na infância. A anoftalmia congênita é uma afecção rara, e sua apresentação pode ter diferentes graus, desde microftalmia até ausência completa do globo ocular(2).A perda ou ausência do globo ocular leva a um impacto biopsicossocial, que pode ser transitório ou permanente.Como afeta em sua maioria a população de adultos jovens economicamente ativos, essas repercussões podem ser danosas para o indivíduo e sua família.Por esse motivo, os procedimentos que visam repor o volume orbitário perdido para posterior adaptação de próteses externas são de fundamental importância na readaptação desses indivíduos na sociedade(3).Enoftalmia, deformidade de sulco palpebral e ptose são comumente observadas após atrofia ou retirada do globo ocular(4,5); por vezes, consequente a escolha de implantes menores ou atrofia de gordura orbitária. As atuais técnicas para preenchimento volumétrico e reconstrução de cavidades anoftálmicas apresentam características como biocompatibilidade, efetividade e custos que ainda não foram encontrados idealmente numa única técnica(6). O objetivo do nosso trabalho é apresentar uma técnica pouco invasiva e de baixo custo para o preenchimento volumétrico dessas cavidades com risco mínimo de rejeição por utilizar tecido autólogo(7). Buscaremos, no decorrer deste trabalho, comprovar sua efetividade e apresentar uma padronização para a realização do procedimento.Objetivo : Avaliação do uso de gordura autóloga para correção das deformidades relacionadas a enoftalmia. Desenho do estudoEste é um estudo prospectivo, intervencionista, não randomizado e multicêntrico(Hospital das Clínicas HC-FMUSP, Hospital das Clínicas da Universidade Federal da Bahia HC-UFB e Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Goiás HC-UFG). O controle será realizado com aspecto orbitário pré procedimento.Amostra: Será constituída por pacientes consecutivos provenientes do ambulatório de Oftalmologia do Hospital das Clínicas HC-FMUSP, por demanda espontânea. Serão analisados 30 pacientes(n=30); este ?n?foi projetado segundo literatura existente.(1,2,6).Utilizaremos o programa de software Image J, Microsoft Java edição 1.46 , para a medida da distância em milímetros entre a margem palpebral superior e o sulco palpebral superior. MetodologiaOs pacientes com enoftalmia, serão orientados sobre o estudo e concordando em participar deverão assinar o termo de consentimento informado.

    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), josé Byron Vicente Dias Fernandes, Maria Antonieta Ginguerra

  • 2013 – presentePesquisa

    Uso de Propanolol para o tratamento de hemangioma infantil

    Em andamento

    Hemangioma Infantil ou Hemangioma Capilar é o tumor benigno mais comum na infância.Está presente em cerca de 10% das crianças por volta de 1 ano. Os Hemangiomas Infantis tem predileção pela região da cabeça e pescoço, sendo que 80% das lesões podem ser encontradas nestas áreas.(1,2) Embora a história natural do Hemangioma Infantil seja de regressão espontânea durante a primeira década de vida(em torno de 7 anos de idade), existe uma grande proporção de crianças que irão precisar de tratamento(2). Lesões perioculares, podem causar deformidade cosmética significante e perda funcional, com incidência de 43-60% de ambliopia, resultante do astigmatismo ou da ptose mecânica que levam a deprivação visual2,3). No caso dos Hemangiomas Infantis em fase proliferativa, com envolvimento orbitário, o tratamento estará em geral indicado,pois há risco potencial de desenvolvimento de estrabismo, proptose(com ceratopatia de exposição) e neuropatia óptica compressiva, com sequelas visuais importantes(2). Várias modalidades de tratamento tem sido usadas no manejo do Hemangioma Infantil, incluindo uso de esteróide intralesional ou sistêmico, embolização, radiação, laser, imunomoduladores (interferon alpha, vincristina)e cirurgia excisional, com eficácea e segurança variável(2). No caso dos corticóides, que até pouco tempo eram considerados como ?gold standard ?, apresentam efeitos colaterais importantes que vão desde hipoglicemia, supressão adrenal, imunossupressão e também hipopigmentação e atrofia de pele até oclusão de artéria central da retina(3). A partir de 2008, após a publicação de Léauté-Labreze et al,o Propranolol tem sido utilizado como primeira linha de tratamento dos Hemangiomas Infantis(1), com eficácea comprovada em vários estudos. Na dose em que é utilizado, apresenta efeitos colaterais menores, comparando com as demais opções terapêuticas. Os efeitos colaterais mais comuns citados na literatura são distúrbios gastrointestinais leves, alteração do sono e irritabilidade, mais raramente, hipotensão, bradicardia, broncoespasmo e hipoglicemia, todos reversíveis com a interrupção da medicação(10,11,12). OBJETIVO: Verificar o tempo mínimo de uso do Propranolol(via oral), na dose 3mg/kg/dia, em pacientes com Hemangioma Infantil periocular capaz de induzir a involução da lesão. 
DESENHO DO ESTUDO: Trata-se de um estudo prospectivo intervencionista não comparativo,em população pediátrica com Hemangioma Infantil periocular virgens de tratamento. AMOSTRA : Será constituída por pacientes provenientes do ambulatório de Oftalmologia do Hospital das Clínicas HC-FMUSP, por demanda espontânea, o que significa uma casuística de 10 a 12 casos, já que trata-se de uma afecção rara.A maioria dos estudos publicados relatam série de casos com poucos pacientes, em geral menos que 10(8,12,13,14).
Autores	 N pac. do estudo(n)
Mishra et al(8) 7
Lawley et al(12) 2
Manunza etal(13) 9
Holmes et al(14) 5

    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Maria Antonieta Ginguerra, LUIZ ANGELO ROSSATO

  • 2013 – presentePesquisa

    Acurácia da biópsia incisional em 2 sítos por trépano de 2 mm em tumores palpebrais

    Em andamento

    A biópsia incisional por trépano (punch) é uma técnica simples e rápida que requer o mínimo de equipamento e de habilidade cirúrgica. Ao utilizar o trépano de 2 mm de diâmetro não há necessidade de suturas, além de ser capaz de fornecer um tamanho adequado de tecido e alto índice de concordância com a biópsia incisional tradicional e o anatomopatológico final da peça cirúrgica.
A biópsia incisional com trépano tem se mostrado útil na avaliação pré-operatório de afecções dermatológicas. É pouco difundida no meio oftalmológico e os poucos trabalhos envolvendo a área periocular não avaliaram completamente sua eficácia, principalmente para avaliação do tipo histológico da lesão. 
Carneiro et al realizaram a biópsia por trépano de 2mm em 1 sítio e encontraram uma acurácia de 90% para malignidade e 80% para tipo histológico. No caso do carcinoma basocelular, este índice foi ainda menor para o subtipo histológico, principalmente pelo fato de este ser muitas vezes um tumor misto. Além disso, o valor preditivo negativo foi de 64%, mostrando que um resultado negativo não necessariamente significa benignidade, o que exige em casos suspeitos uma segunda biópsia. Com o presente estudo, pretendemos investigar se 2 sítios de biópsia aumentaria tais índices, melhorando a acurácia da biópsia por trépano de 2mm, especialmente em relação ao subtipo histológico, além de diminuir a taxa de falso negativos, facilitando a programação das margens cirúrgicas e o acompanhamento do paciente.
Objetivos: Avaliar a acurácia da biópsia incisional em 2 sítios por trépano de 2 mm em tumores palpebrais como teste diagnóstico de malignidade e para a definição de tipo histológico.
Estudo prospectivo, randomizado e mascarado de pacientes com suspeita de lesão palpebral maligna na Clínica Oftalmológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).

    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), LUIZ ANGELO ROSSATO, Ahlys A.N. Miyazaki

  • 2011 – 2013Pesquisa

    Comparaçao do Teste de Fenilefrina a 10% com o Teste do Levantamento Manual da Pálpebra Ptótica em Pacientes Portadores de Ptose Palpebral Involucional

    Em andamento

    O tratamento cirúrgico da ptose palpebral tem sido alvo de muitos estudos em Oculoplástica, já que é um procedimento em que ocorrem resultados desfavoráveis, havendo muita necessidade de refinamento técnico na busca pela simetria. Um dos testes mais utilizados na semiologia das ptoses palpebrais é a instilação do colírio de fenilefrina, na concentração de 2,5% ou 10%. A fenilefrina, agente alfa-adrenérgico, provoca um efeito muito conhecido que consiste na elevação da pálpebra superior do olho medicado; daí poder simular o efeito de uma cirurgia para correção da ptose. Outro teste utilizado na propedêutica da ptose palpebral é o teste do levantamento manual palpebral. Objetivo: Quantificar e comparar as alterações do posicionamento da pálpebra superior nos olhos testados e nos olhos contralaterais de portadores de ptose palpebral senil submetidos à instilação de colírio de fenilefrina a 10% e ao teste do levantamento manual da pálpebra ptótica. Métodos: Estudo clínico e prospectivo, com portadores de ptose palpebral involucional uni ou bilateral que serão submetidos a dois testes. O teste n.1 será o teste do levantamento manual da pálpebra ptótica e observação do efeito na pálpebra contralateral. O teste n.2 será o teste da fenilefrina a 10%, com instilação de duas gotas do colírio no olho ptótico (nos casos de ptose unilateral), no olho mais ptótico (nos casos de ptose bilateral) e em um dos olhos, através de escolha aleatória (nos casos controle). Durante os testes, os pacientes serão filmados e estarão divididos em três grupos com 30 indivíduos em cada: Grupo 01 ? ptose palpebral unilateral; Grupo 02 ? ptose palpebral unilateral 2 Grupo 03 ? grupo controle. A filmagem será feita com o paciente sentado, com o queixo e a testa apoiados durante a realização do teste do levantamento palpebral e após instilar duas gotas do colírio de fenilefrina a 10% (a 5, 10 e 15 minutos). A duração de cada filmagem será de 1 minuto. As imagens serão editadas para a análise de m

    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Ivana Cardoso Pereira

  • 2011 – 2013Pesquisa

    Obstrução de Vias Lacrimais em Pacientes Submetidos a Radioiodoterapia.

    Em andamento

    O uso da radioiodoterapia (Na131I) para o tratamento de carcinomas diferenciados de tireóide é um procedimento adotado para ablação de tecido tireóideo remanescente após a tireoidectomia e de metástases captadoras de iodo. Embora complicações sérias após o tratamento sejam raras, existem reações adversas bem documentadas secundárias ao acometimento de glândulas salivares, como xerostomia, dor em glândulas parótidas e disfagia, mesmo após administração de baixas doses do radiofármaco. Entretanto, as complicações oculares deste tipo de tratamento são pouco relatadas na literatura. A disfunção de glândula lacrimal é descrita em estudos recentes, notadamente após alta dose cumulativa do fármaco. Da mesma forma, epífora e obstrução do ducto nasolacrimal já foram relatados como complicações associadas ao uso da radioiodoterapia, embora não se disponha de estudos que avaliem sua real incidência através da avaliação sistemática dos pacientes. Observa-se na prática diária que esses pacientes normalmente seriam encaminhados para avaliação oftalmológica apenas se apresentassem queixa, o que ocorre em fase de OVL já instalada após uso de altas doses de radioiodoterapia. Com a avaliação precoce desses pacientes, buscamos detectar o processo de obstrução em curso, de maneira a estudar intervenções que impeçam sua instalação definitiva. Este estudo tem como objetivos determinar a incidência de obstrução de vias lacrimais (OVL) em pacientes submetidos a radioiodoterapia, a eventual existência de fatores preditores de OVL e a relação entre obstrução de vias lacrimais e dose utilizada de radiofármaco. Para tanto, serão incluídos pacientes oriundos da Disciplina de Cabeça e Pescoço e da Disciplina de Radioterapia do Hospital das Clínicas, divididos em 2 grupos constituídos por 50 pacientes (100 olhos) com diagnóstico de carcinoma diferenciado de tireóide submetidos a radioiodoterapia e 50 pacientes (100 olhos) com diagnóstico de carcinoma diferenciado de tireóide não submetidos a radi

    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Fonseca, Fabricio Lopes da

  • 2010 – 2012Pesquisa

    Terapia fotodinâmica com cloridrato de aminolevulinato de metila no tratamento de tumores perioculares

    Em andamento
    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Erick Santiago Marcet de Macedo, Rachel Cardoso Carneiro

  • 2008 – 2012Pesquisa

    Nova Modalidade no Tratamento do Carcinoma Basocelular Periocular:IMIQUIMODE

    Em andamento

    O carcinoma basocelular é a malignidade mais comum da região periocular, sendo responsável por 90% dos tumores palpebrais. Sua incidência vem aumentando significativamente nos últimos anos. Embora de crescimento lento e raramente leve a metástases, sua extensão e localização oferecem grandes dificuldades terapêuticas quando envolve a região periocular. As técnicas cirúrgicas reparadoras podem comprometer tanto a função palpebral (proteção ocular) como a estética da região.
O tratamento cirúrgico é o de escolha para a região periocular, entretanto, novas modalidades de terapia têm sido propostas. Atualmente se destaca uma nova forma de abordagem clínica, os imunomoduladores tópicos. O Imiquimode creme 5% é o principal representante dessa nova classe de medicamentos, já foi amplamente estudado e apresentou alto índice de eficácia no tratamento do carcinoma basocelular.
O presente estudo tem, portanto a finalidade de comprovar a segurança e eficácia, dessa medicação, na região periocular.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Erick Santiago Marcet de Macedo, Rachel Cardoso Carneiro

  • 2008 – 2012Pesquisa

    Biópsia incisional com trépano em tumor periocular.

    Em andamento

    A incidência de tumor periocular tem aumentado na última década, com destaque para o carcinoma basocelular, o qual corresponde a 75% dos tumores epiteliais malignos1,2. Acomete principalmente pacientes do sexo masculino, acima de 40 anos de idade, brancos, com relato de exposição solar repetitiva e, freqüentemente, localiza-se na face,1,3.
A determinação do tipo histológico é importante para definição da conduta cirúrgica. Tumores mais agressivos requerem conduta mais agressiva, portanto margens cirúrgicas maiores.
 
A biópsia incisional com trépano dermatológico tem se mostrado útil na avaliação pré-operatório de tal afecção.Esta técnica simples e rápida requer o mínimo de equipamento e de habilidade cirúrgica e fornece um tamanho adequado de tecido para avaliação histopatológica.
O objetivo desse trabalho é avaliar a incidência dos diversos tipos histológicos de tumores perioculares, verificar correlação do resultado da biópsia com o anátomo-patológico da peça cirúrgica e o tipo de reconstrução cirúrgica realizada

    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Erick Santiago Marcet de Macedo, Rachel Cardoso Carneiro

  • 2008 – 2010Pesquisa

    Correção de Enoftalmia com aplicação de polimetilmetacrilato 30% (Newplastic) intraconal guiado por Ultra-sonografia.

    Em andamento

    A enoftalmia é uma condição na qual o bulbo ocular está deslocado para o interior da orbita levando a uma assimetria em relação à órbita contralateral. Pode ser secundário à perda do conteúdo orbitário (atrofia ocular, atrofia da gordura orbitária, evisceração, enulceação) ou por aumento do continente (fratura de órbita) . O tratamento da enoftalmia consiste em repor o volume orbitário deficiente seja através de cirurgia ou através de preenchimentos. O preenchimento orbitário de materiais biocompatíveis, descrito em literatura, tem se tornado prática cada vez mais freqüente . Tem sua indicação principalmente para os pacientes que não estão interessados em realizar o procedimento cirúrgico e como substitutos do preenchimento semi-permanente. O objetivo deste estudo é analisar prospectivamente o uso de polimetilmetacrilato (PMMA) 30% (Newplastic) - Registro Anvisa nº 80256510001 - intraconal guiado por ultra-som em portadores de enoftalmia em cavidades anoftálmicas.. O PMMA é um material inerte, biocompativel, permanente e de custo baixo que pode ser opção acessível e duradouro para o tratamento destes casos.

    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Alexandre kazuo Misawa

  • 2008 – 2010Pesquisa

    Tratamento da retração palpebral com Triancinolona na fase aguda da Oftalmopatia de Graves

    Em andamento

    A Oftalmopatia de Graves ocorre mais comumente em mulheres que homens, com idade média entre os 20 e 40 anos1-3. Em 80-90% dos pacientes ocorre na presença de hipertireoidismo, porém pode aparecer no hipotireoidismo e no eutireoidismo.4 É uma doença auto-imune caracterizada pela deposição de imunocomplexos anti-tireoglobulina nos músculos extra-oculares. Os complexos induzem a uma resposta inflamatória através de linfócitos, mastócitos e células plasmáticas, resultando em edema e posterior fibrose. A história natural da doença envolve duas fases, a aguda e a crônica. A fase aguda ou inflamatória dura cerca de 6 a 18 meses, estando associada com inflamação e congestão orbitária. A fase crônica ou estável, pode iniciar de 18 meses a 3 anos após o início da orbitopatia. Nesta fase há o estabelecimento do processo fibrótico. O tratamento cirúrgico da oftalmopatia de Graves é usado para tratar as consequências da doença e, portanto, é empregado na fase estável da mesma, à exceção da neuropatia óptica compressiva. A retração palpebral é o sinal mais comum de orbitopatia e pode levar a uma aparência cosmeticamente inaceitável para muitos pacientes. O tratamento convencional para a retração palpebral secundária à Oftalmopatia de Graves é cirúrgico. Sabendo que na fase aguda é a inflamação local a principal causa da oftalmopatia e tendo ciência de que é essa inflamação a responsável pela fibrose e retração palpebral, o presente estudo propõe a aplicação de 1 gota de colírio anestésico ( Anestalcon®) em conjuntiva e posteriormente feito a aplicação de 0,5 ml de Triancinolona (40mg/ml ) com 0,1 ml de lidocaina a 2%,via subcutânea , no terço médio da pálpebra superior (na altura da base superior do tarso, onde se insere o tendão do músculo elevador da pálpebra superior), a aplicação será realizada ambulatorialmente. Optamos por realizar um estudo utilizando a Triancinolona, via subcutânea, que por sua ação anti-inflamatória pode apresentar boa r

    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Rachel Cardoso Carneiro

  • 2007 – 2009Pesquisa

    Estudo do Posicionamento dos Supercílios em Indivíduos Normais e em Portadores de Espasmo Hemifacial.

    Em andamento

    Trabalho prospectivo que visa analisar quantitativamente por meio de processamento computadorizado de imagens, o posicionamento do supercílio e a dinâmica palpebral em portadores de espasmo hemifacial, comparando o lado acometido com o lado normal, além de comparar com um grupo controle normal.

    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Ivana Cardoso Pereira, Erick Santiago Marcet de Macedo, Rachel Cardoso Carneiro, Breno Altero Longo

  • 2007 – 2009Pesquisa

    Efeito do Colírio de Fenilefrima a 10% no Posicionamento Palpebral de Indivíduos Normais e Portadores de Blefaroptose.

    Em andamento

    Objetivos 
O presente estudo pretende abordar algumas questões que, respondidas, contribuirão na compreensão dos mecanismos envolvidos no controle do posicionamento palpebral com aplicabilidade na programação cirúrgica dos casos de ptose e retração palpebral. O estudo pretende responder aos seguintes questionamentos:
1. Em que frequência a Lei de Hering pode ser aplicada nas pálpebras normais?
2. O colírio de fenilefrina 10% exerce ação nas pálpebras superior e inferior de indivíduos normais modificando a fenda palpebral?
3. Existe a interferência da idade na resposta ao colírio de fenilefrina a 10% nos indivíduos normais e com ptose palpebral?
Nos indivíduos com ptose palpebral, em quais casos o teste da fenilefrina a 10% é positivo?
Qual o comportamento da pálpebra inferior à instilação do colírio de fenilefrina a 10%, tanto no mesmo lado como no contralateral à instilação do medicamento?
Há correlação entre grau de ptose e resposta ao colírio de fenilefrina a 10%?

    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Suzana Matayoshi (Responsável), Nunes, Tânia Pereira

Orientações

2 de 2 orientações
Por página
  • Doutorado
    desde 2024
    RENATA DINIZ LEMOS · Orientação
    USO DA TOXINA BOTULÍNICA A E TÉCNICAS DE SUTURA EM CIRURGIA PARA ELEVAÇÃO DIRETA DO SUPERCÍLIO: UM ESTUDO CLÍNICO CONTROLADO E RANDOMIZADO · OFTALMOLOGIA · FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2024
    RENATA MARTINS MAIA · Orientação
    TRATAMENTO DA RETRAÇÃO PALPEBRAL SUPERIOR EM PACIENTES COM DOENÇA OCULAR TIREOIDIANA COM INJEÇÃO SUBCONJUNTIVAL DE ACETATO DE TRIANCINOLONA · OFTALMOLOGIA · FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento

Bancas julgadoras

87 registros
87 de 87 bancas
Por página
  • 2025
    Concurso de ingresso Residência Médica
    · HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Suzana Matayoshi
    Concurso público
  • 2025
    Concurso de professor-doutor MS3- Faculdade de Medicina da USP
    · FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Raymundo Azevedo, MAURO SILVEIRA DE QUEIROZ CAMPOS, Carlos Arieta, Luiz Ubirajara Sennes, Suzana Matayoshi
    Concurso público
  • 2024
    Concurso de Livrê docencia Dr Leandro CAbral Zacharias
    · FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Suzana Matayoshi
    Livre-docência
  • 2023
    CAMILLA DUARTE SILVA
    Perfil de citocinas na lágrima e na saliva em pacientes submetidos à radioiodoterapia e correlações clínicas · OFTALMOLOGIA · Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloBanca: Suzana Matayoshi, ALLAN CHRISTIAN PIERONI GONÇALVES, DA FONSECA, FABRICIO LOPES, Roberta Lilian Fernandes de Sousa Meneghim
    Doutorado
  • 2023
    MARIANA PEREIRA DIAS GUMIERO
    Tratamento da retração palpebral inferior adquirida: Estudo comparativo entre cartilagem auricular e derme · OFTALMOLOGIA · FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Suzana Matayoshi, Ivana Cardoso Pereira, Davi Araf
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2023
    Concurso de Residencia Medica
    · FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Suzana Matayoshi
    Concurso público
  • 2022
    Concurso de REsidencia Medica
    · FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Suzana Matayoshi
    Outra
  • 2022
    Banca examinadora para o concurso de professor assistente do. Departamento de especialidades cirúrgicas e anestesiologia da FMB - Unesp. 2022
    · Universidade Estadual PaulistaBanca: Suzana Matayoshi
    Outra
  • 2021
    Fabiana Batista Caetano
    Descompressão lateral profunda na orbitopatia de Graves: deformação do músculo reto lateral, efeitos translacionais e rotacionais oculares · Programa Cabeça e Pescoço Otorrino e Oftalmologia · FMUSP - RPBanca: Antonio Augusto Velasco Cruz, Rosalia Maria Simões Antunes Foschini, Suzana Matayoshi, Galton Carvalho Vasconcelos
    Doutorado
  • 2021
    Carolina Pereira Bighetti
    Cavidade anoftálmica adquirida: avaliação da influência dos implantes orbitários cônicos ou esféricos sobre versões do olhar e sobre o posicionamento do supercilio e das pálpebras superiores e inferiores; e percepção dos oftalmologistas oculoplásticos com relação ao manejo do portador de cavidade anoftálmica. · OFTALMOLOGIA · Universidade Estadual PaulistaBanca: Silvana Artioli Schellini, Ivana Cardoso Pereira, Rodrigo Beraldi Kormann, Suzana Matayoshi, Rodrigo Ferreira de Almeida
    Doutorado
  • 2021
    Midori Hentona Osaki
    Avaliação da dinâmica do piscar,dos movimentos palpebrais anômalos e do músculo orbicular oculi em pacientes com espasmo hemifacial · Medicina (Oftalmologia) · Universidade Federal de São PauloBanca: Ana Estela Besteti Santanna, ANA ROSA P. FIGUEIREDO, Rubens Belfort Mattos Jr, Silvana Artioli Schellini, Suzana Matayoshi
    Doutorado
  • 2021
    Concurso de Residência Médica
    Banca: Suzana Matayoshi
    Concurso público
  • 2020
    PATRICIA SUGINO
    Técnicas de elevação com fio e de fixação interna para correção cirúrgica da ptose do supercílio associadas com blefaroplastia superior · Cirurgia [Botucatu] · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Silvana Artioli Schellini, Patrícia Akaishi, Suzana Matayoshi
    Mestrado
  • 2020
    GILSON LIMA BENTES
    Lagoftalmo na Hanseníase · Ciências Aplicadas à Dermatologia · Universidade do Estado do AmazonasBanca: Suzana Matayoshi, CAROLINA TALHARI
    Mestrado
  • 2020
    RAFAEL SCHERER
    O Ensino da Oftalmologia no Brasil e sua Relação com o Acesso aos Cuidados da Saúde Ocular · OFTALMOLOGIA · FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Suzana Matayoshi, PRISCILA DE ALMEIDA JORGE, CAMILA RIBEIRO KOCH PENA
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2020
    Concurso de Residência Médica
    · FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Suzana Matayoshi
    Concurso público
  • 2019
    Lísia Aoki
    Smartphone no Telediagnóstico de tumores palpebrais: estudo de acurácia · OFTALMOLOGIA · Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloBanca: Suzana Matayoshi, Milton Ruiz Alves, Ivana Cardoso Pereira, OSAKI, TAMMY H.
    Doutorado
  • 2019
    Concurso de Residencia Médica
    · FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Suzana Matayoshi
    Concurso público
  • 2018
    Cristiane de Almeida Leite
    Efeito da correção cirúrgica da exoftalmia na motilidade ocular extrínseca de pacientes com orbitopatia de Graves: comparação entre a descompressão óssea ínfero-medial e a descompressão óssea balanceada das paredes lateral e medial · OFTALMOLOGIA · Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloBanca: Suzana Matayoshi, Mariza Aparecida Polati, Ronaldo Boaventura Barcellos
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2018
    Concurso de Residência Médica
    · FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Suzana Matayoshi
    Concurso público
  • 2017
    VINÍCIUS BORGES PORFÍRIO PEREIRA
    Determinação da dor no pós-operatório de ceratectomia fotorrefrativa por meio de escalas de mensuração no tratamento pós-operatório habitual e no pós-operatório, utilizando fosfato de codeína 30 mg/ paracetamol 500 mg · OFTALMOLOGIA · FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Suzana Matayoshi, ADAMO LUI NETTO, RODRIGO FRANÇA DE ESPÍNDOLA
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2017
    CARLA SANTOS MEDEIROS
    Impacto da correção visual com excimer laser em córneas de coelhos · OFTALMOLOGIA · FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Suzana Matayoshi, Samir Jacob Bechara, Newton Kara JOse Junior
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2017
    Concurso Residência Médica em Oftalmologia HCFMUSP
    · FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Remo Susanna Jr, WALTER YUKIHIKO TAKAHASHI, Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Suzana Matayoshi, Pedro Carlos Carricondo, Zacharias, Leandro Cabral
    Concurso público
  • 2016
    TEISSY HENTONA OSAKI
    Alterações na Topografia e Tomografia Corneal e na Morfometria Palpebral Em Pacientes com Espasmo Hemifacial Tratados com Toxina Botulínica-A · Medicina (Oftalmologia) · Universidade Federal de São PauloBanca: Suzana Matayoshi, Ruth Miyuki Santo
    Doutorado
  • 2016
    Simone Milani Brandão
    Avaliação do biosilicato como implante em cavidade anoftálmica · Cirurgia [Botucatu] · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Silvana Artioli Schellini, Suzana Matayoshi, Roberta Lilian Fernandes de Sousa Meneghim, Lucieni Cristina Barbarini Ferraz, Patrícia Akaishi
    Doutorado

Revisor de periódico

02 registros
  1. 2012 – presenteVínculo atual
    BMC Ophthalmology (Online)
    Revisor de periódico
  2. 2008 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Oftalmologia (Impresso)
    Revisor de periódico

Prêmios e títulos

05 registros
5 de 5 prêmios
Por página
  • 2016
    Prêmio melhor vídeo do XXIV CIOP
    Sociedade Brasileira de Plástica Ocular
  • 2016
    Prêmio Educação em Saúde Ocular
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia.
  • 2013
    Melhor Trabalho do XXI CIOP
    XXI CIOP - CONGRESSO INTERNACIONAL DE OCULOPLÁSTICA
  • 2009
    Prêmio Pesquisa em Oftalmologia -Região Sudeste
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
  • 2000
    Prêmio Conselho Brasileiro de Oftalmologia de 2000
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia

Participação em eventos

108 registros
108 de 108 participações
Por página
  • 2025
    Comparative analysis of ocular surface in CGO's with or without upper eyelid retraction
    World Society of Oculoplastic, Reconstructive and Aesthetics Surgery Congress · Poster / Painel · Participante · Istambul
  • 2025
    Minimally invasive CDCR
    World Society of Oculoplastic and Reconstructive & Aesthetic Surgery Surgery Congress · Conferencista · Convidado · Istambul
    Divulgação científica
  • 2025
    Facial nerve palsy
    World Society of Oculoplastic, Reconstructive and Aesthetics Surgery Congress · Moderador · Convidado · Istambul
  • 2025
    TXA in oculoplastic surgery: A systematic review and meta-analysis of randomized clinical trials
    World Society of Oculoplastic Reconstructive and Aesthetic Congress · Poster / Painel · Participante · Istambul
  • 2025
    Vias lacrimais
    XXXI Simpósio Internacional de Oftalmologia Jaques Tupinamba · Simposista · Convidado · São Paulo
  • 2025
    Rapid fire cases and videos
    XXXI Simpósio Internacional de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo · Simposista · Convidado · São Paulo
  • 2025
    Palestra
    47º SIMASP · Outras formas · Participante · São Paulo
  • 2024
    Palestras e organização
    27 Congresso Oftalmologia USP · Outras formas · Participante · São Paulo
  • 2024
    XXX Simp.Intern.Atualização em Oftalmologia da Sta.Casa de SP, C
    Ouvinte · São Paulo
  • 2024
    46 SIMASP
    Ouvinte · São Paulo
  • 2023
    XII Congresso Nacional da Sociedade Brasileira de Oftalmologia
    Ouvinte · BELO HORIZONTE - MG
  • 2023
    67o Congresso Brasileiro de Oftalmologia
    Ouvinte · FORTALEZA - CEARA
  • 2023
    Horner's Syndrome Ptosis Equals Conjunctivolumullerectomy?
    World Society Ophthalmic Plastic Reconstructive and Aesthetic Surgery Congress · Conferencista · Convidado · Dubai
  • 2023
    Oculoplástica Sin Fronteras V
    Ouvinte · Cancún
  • 2023
    Dacryoendoscopy-assisted nasolacrimal intubation: a Brazilian experience
    World Society Ophthalmic Plastic Reconstructive and Aesthetic Surgery Congress · Poster / Painel · Participante · Dubai
  • 2023
    26o Congresso Oftalmologia USP
    Ouvinte · SÃO PAULO
  • 2023
    45º SIMASP
    Ouvinte · SÃO PAULO
  • 2023
    XXIX Simpósio Internacional de Oftalmologia da Santa Casa de SP
    Ouvinte · SÃO PAULO
  • 2022
    Imiquimod in BCC
    Nepalese Congress of Oculoplastics · Conferencista · Convidado · Katmandu
  • 2022
    Teórico - Prático em Reconstrução Palpebral
    Teórico - Prático em Reconstrução Palpebral. Centro de Treinamento em Anatomia · Apresentação Oral · Participante · São Paulo
  • 2022
    Curso ZDERM - Curso de Ultrassom Dermatológico. 2022
    Ouvinte · São Paulo
  • 2022
    #Pálpebras.br
    Curso #Pálpebras.br. 2022 · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2021
    BLERAFODAY - Blefaroplastia superior padrão ouro. Dica Experts
    XXVII Simp.Intern. de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo · Apresentação oral · Participante · SÃO PAULO
  • 2021
    Ptosis in Proptosis. Should I stay or should I go?
    Simpósio de Oculoplástica da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica ocular · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2021
    Cirurgia ao vivo: Frontalis transfer + Medial Epicanthoplasty in blepharophymosis sydrome
    Simpósio de Oculoplástica da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica ocular · Apresentação Oral · Participante · São Paulo

Formação complementar

05 registros

Coautorias

09 coautores

Na imprensa

beta

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As notícias são ligadas ao docente automaticamente, pelas etiquetas do Jornal ou pelo nome no texto (o nome abreviado só conta quando vem depois de um título como “professora”). Homônimos ficam de fora; ainda pode haver falsos positivos e omissões.