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USP Aberta — página inicial
Perfil do docente · FMRP

Luiz Gustavo Brito.

Livre · Departamento de Ginecologia e Obstetrícia

Currículo atualizado em 19/11/2025

Ginecologia

Cita-se como: BRITO, LG;Brito LG;BRITO, LUIZ GUSTAVO OLIVEIRA;BRITO LUÍS GUSTAVO OLIVEIRA;BRITO, LUIZ GUSTAVO DE OLIVEIRA;Brito, Luiz Gustavo;Oliveira Brito, Luiz Gustavo;Brito, L.G.;BRITO, L.G.O.;BRITO, L. G. O.;Oliveira Brito, LG;BRITO, LUIZ;BRITTO, L.G.O.;BRITTO, LUIZ GUSTAVO OLIVEIRA;OLIVEIRA BRITO, L.G.;BRITO PHD, LUIZ GUSTAVO DE OLIVEIRA;BRITO, LUIZ GUSTAVO OLIVERIA;OLIVEIRA BRITO, L.;BRITO, LUIZ G. O.;Developed by the Joint Writing Group of the American Urogynecologic Society and the International Urogynecological Association;BRITO, LUIZ GUSTAVO O;BRITO, LUIZ G.O.;BRITO, LUIZ GUSTAVO O.;BRITO, LUIZ GO;BRITO, LUIZ G. OLIVEIRA;OLIVIERA BRITO, LUIZ G;OLIVIERA BRITO, L.G.;NIHR Global Health Unit on Global Surgery;COVIDSurg Collaborative;BRITO, L;BRITO, LGO;Brito, Luiz Gustavo Olivera;de Oliveira Brito, Luiz Gustavo

17 seções

Resumo biográfico

Luiz Gustavo Oliveira Brito é atualmente Professor Associado do Departamento de Gineclogia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de são Paulo. Ele foi professor Associado do Departamento de Tocoginecologia (DTG) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e Orientador Pleno do Programa de PG (nota 7 pela CAPES-Medicina III) . Foi também Professor do Curso de Medicina da Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP). Apresenta Pós-Doutorado na Harvard Medical School no Brigham and Womens Hospital. Realizou sua residência em Ginecologia e Obstetrícia e completou Mestrado, Doutorado e Livre-Docência na FMRP-USP, onde foi Orientador Pleno do Programa de PG em GO (nota 7 pela CAPES-Medicina III) de 2012 a 2019. Ex-Presidente da Associação Brasileira de Uroginecologia e Assoalho Pélvico (UROGINAP-BR) para o biênio 2021-2023. Foi presidente do Comitê de Publicações e Chair do Special Interest Group de Uroginecologia e Cirurgia Vaginal da American Association for Gynecological Laparoscopists (AAGL). Ex-International Advisory Board (IAB) da América Latina e Caribe da International Urogynecological Association (IUGA). Atual Vice-Presidente da CNE de Uroginecologia e Cirurgia Vaginal da FEBRASGO. Ex-Membro da Junta Diretiva da ALAPP (Asociacion Latino Americana de Piso Pelvico). Publicou 241 artigos (140 desses depois da Livre-Docencia), 250 resumos, 18 capítulos de livros e 3 livros. Editor Associado da Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (RBGO). Editorial Board Member do Journal of Sexual Medicine. Revisor de mais de 60 periódicos nacionais e internacionais (IUJO, AJOG, BJOG, EJOGRB, UOG, Reproductive Sciences, J Womens Health, FPMRS) com 310 revisões cadastradas na Web of Science e de projetos de agências nacionais de fomento à pesquisa (FAPESP, CNPq) com minimo de 40 pareceres. Participou de mais de 150 bancas de pós-graduação latu e stricto sensu até o momento. Suas linhas de pesquisa versam atualmente sobre o diagnóstico/tratamento do Sangramento Uterino Anormal associado ao Leiomioma Uterino, Cirurgia Ginecológica e das Disfunções em Uroginecologia.

Indicadores

Áreas de atuação

01 registro
  • Ciencias Da Saude
    Medicina
    Ginecologia

Formação acadêmica

14 registros
  1. 2014 – 2015Pós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · Harvard Medical School - Brigham and Womens´ Hospital
    Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
  2. 2013 – 2013AperfeicoamentoConcluído
    Observership - Laparoscopie en Urogynecologie · Université Lille 2 - Droit et Santé
    Orientação: Michel CossonBolsa International Urogynecological Association
  3. 2010 – 2011DoutoradoConcluído
    Ginecologia e Obstetrícia · Universidade de São Paulo
    “Fatores motivacionais da mulher portadora de leiomioma uterino para a realização da histerectomia”
    Orientação: Francisco José Candido dos Reis
  4. 2009 – 2010MestradoConcluído
    Ginecologia e Obstetrícia · Universidade de São Paulo
    “Expressão imunohistoquímica do fator indutor de hipóxia 1-alpha em pacientes com câncer de mama localmente avançado e metastático”
    Orientação: Heitor Ricardo Cosiski Marana
  5. 2007 – 2009EspecializaçãoConcluído
    Oncologia Ginecológica · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo
    Orientação: Não houve
  6. 2007 – 2009Residencia-medicaConcluído
    Residencia-medica · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP
    Bolsa Fundação do Desenvolvimento Administrativo
  7. 2005 – 2007Residencia-medicaConcluído
    Residencia-medica · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo
    Bolsa Fundação do Desenvolvimento Administrativo
  8. 2003 – 2003AperfeicoamentoConcluído
    Obstetrics and Gynecology - St Mary´s Hospital · McGill University
    Orientação: Isabelle Girard
  9. 2002 – 2002AperfeicoamentoConcluído
    Academia Brasileira de Ciências - PALEVC · Instituto do Coração Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Usp
    Orientação: Prof Dr. Eduardo Moacyr KriegerBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
  10. 1998 – 2004GraduaçãoConcluído
    Medicina · Universidade Federal do Maranhão
    Orientação: Antonio Augusto Moura da SilvaBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
  11. 1995 – 1997Ensino-medio-segundo-grauConcluído
    Ensino-medio-segundo-grau · Colégio Pitágoras
  12. 1993 – 1994Ensino-fundamental-primeiro-grauConcluído
    Ensino-fundamental-primeiro-grau · Colégio Pitágoras
  13. 1983 – 1992Ensino-fundamental-primeiro-grauConcluído
    Ensino-fundamental-primeiro-grau · Centro Educacional Montessoriano Reino Infantil
  14. Livre-docênciaConcluído
    Livre-docência · Universidade de São Paulo

Idiomas

04 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemBemBemBem
EspanholBemPoucoRazoávelRazoável
FrancêsBemRazoávelRazoávelBem
ItalianoRazoávelPoucoPoucoRazoável

Atuação profissional

81 registros
  1. 2025 – presenteVínculo atual
    Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo
    Professor Associado MS 5.1Servidor Publico
  2. 2025 – presenteVínculo atual
    Netherlands Organization for Health Research and Development
    Revisor de projeto de fomento
  3. 2024 – presenteVínculo atual
    Journal of Sexual Medicine
    Membro de corpo editorial
  4. 2024 – presenteVínculo atual
    Fundacio Marato
    Revisor de projeto de fomento
  5. 2024 – presenteVínculo atual
    International Continence Society
    Membro
  6. 2023 – presenteVínculo atual
    Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia - SP
    Vice-Presidente CNE UroginecologiaColaborador
  7. 2023 – 2024
    Associação de Obstetrícia e Ginecologia de SP
    Coordenador da Comissão EditorialProfessor Visitante1h/sem
  8. 2023 – 2023
    Health Research Council of New Zealand
    Revisor de projeto de fomento
  9. 2023 – 2024
    Asociacion Latinoamericana para el Piso Pelvico
    Membro
  10. 2022 – 2025Dedicação exclusiva
    Universidade Estadual de Campinas
    Professor Associado MS 5.1Servidor Publico
  11. 2022 – presenteVínculo atual
    Associação de Obstetrícia e Ginecologia de SP
    Membro da Comissão de Cursos PráticosColaborador
  12. 2021 – presenteVínculo atual
    International Urogynecological Association
    International Advisory Board, LATAMProfessor Visitante2h/sem
  13. 2021 – 2021
    American Association of Gynecologic Laparoscopists
    Chair, Urogynecology SIGProfessor Visitante
  14. 2021 – 2023
    Associação Brasileira de Uroginecologia e Assoalho Pélvico
    PresidenteColaborador
  15. 2021 – 2023
    Associação de Obstetrícia e Ginecologia de SP
    Membro da Comissão Editorial Rev SOGESPProfessor Visitante
  16. 2020 – 2020
    American Association of Gynecologic Laparoscopists
    Vice-Chair, Urogynecology Vag Group SIGColaborador
  17. 2020 – 2025
    American Urogynecological Association
    International MemberProfessor Visitante
  18. 2020 – 2021
    Association of Professors in Gynecology and Obstetrics
    International MemberProfessor Visitante
  19. 2020 – 2021
    KU Leuven BZAPS
    Revisor de projeto de fomento
  20. 2020 – 2025
    REAL E BENEMERITA ASSOCIACAO PORTUGUESA DE BENEFICENCIA - SP
    Consultor de UroginecologiaColaborador8h/sem
  21. 2020 – presenteVínculo atual
    WOMEN & HEALTH
    Membro de corpo editorial
  22. 2019 – 2020
    International Urogynecological Association
    Chair of the Program SubcommitteeColaborador
  23. 2019 – 2022
    American Association of Gynecologic Laparoscopists
    Publication Committee ChairColaborador
  24. 2018 – presenteVínculo atual
    International Urogynecological Association
    Social Media Editor, Int Urogynecology JournaColaborador
  25. 2018 – 2019
    American Association of Gynecologic Laparoscopists
    Board Member of the Urogynecology SIGColaborador
  26. 2018 – 2020
    Associação Brasileira de Uroginecologia e Assoalho Pélvico
    Diretor CientíficoMembro e Diretor Científico2h/sem
  27. 2018 – presenteVínculo atual
    Associação Brasileira de Uroginecologia e Assoalho Pélvico
    Socio MembroSòcio
  28. 2018 – 2020
    BMC Womens Health
    Membro de corpo editorial
  29. 2017 – 2019
    Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia - SP
    Vice-Presidente, CNE UroginecologiaColaborador
  30. 2017 – presenteVínculo atual
    Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia - SP
    Editor Associado da RBGOColaborador
  31. 2017 – 2018
    American Association of Gynecologic Laparoscopists
    Publication Committee MemberColaborador
  32. 2017 – 2017
    Universidade Federal de São Carlos
    Professor ConvidadoProfessor Visitante
  33. 2016 – presenteVínculo atual
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Bolsista de Produtividade em Pesquisa Cl.2Bolsista10h/sem
  34. 2016 – presenteVínculo atual
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Revisor de projeto de fomento
  35. 2016 – 2022Dedicação exclusiva
    Universidade Estadual de Campinas
    Professor Doutor MS 3.1Servidor Publico
  36. 2016 – 2020
    Centro de Pesquisas em Saúde Reprodutiva de Campinas
    Sócio-Membro
  37. 2016 – 2019
    Associação Brasileira de Continência Berta Stuart
    Comitê CientíficoMembro Voluntário
  38. 2016 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Impresso)
    Membro de corpo editorial
  39. 2015 – presenteVínculo atual
    International Urogynecological Association
    Member of the Editorial Board - Int Urogyn JColaborador
  40. 2015 – 2018
    International Urogynecological Association
    Member of the Education CommitteeColaborador2h/sem
  41. 2015 – 2016
    International Urogynecological Association
    Member of the International DatabaseColaborador2h/sem
  42. 2015 – 2016
    Universidade de Ribeirão Preto
    Professor20h/sem
  43. 2015 – 2016
    Universidade de Ribeirão Preto
    Plantonista da MaternidadeColaborador
  44. 2015 – 2023
    International Urogynecology Journal (Print)
    Membro de corpo editorial
  45. 2014 – 2014
    Universidade de Ribeirão Preto
    Plantonista da MaternidadePlantonista da Obstetrícia12h/sem
  46. 2014 – 2015Dedicação exclusiva
    Harvard Medical School - Brigham and Womens´ Hospital
    Post-Doctoral Research FellowBolsista40h/sem
  47. 2014 – 2016
    American Society for Reproductive Medicine
    Member
  48. 2014 – presenteVínculo atual
    American Association of Gynecologic Laparoscopists
    Member
  49. 2014 – 2015
    Harvard Medical School - Massachussets General Hospital
    Guest VisitorVisiting Physician3h/sem
  50. 2013 – 2014
    Universidade de Ribeirão Preto
    Professor Adjunto40h/sem
  51. 2013 – presenteVínculo atual
    The Cochrane Collaboration Group
    MembroColaborador
  52. 2013 – presenteVínculo atual
    Sociedade Brasileira de Endometriose e Cirurgia Minimamente Invasiva
    Sócio
  53. 2012 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Assessor Ad-hocAssessor
  54. 2012 – presenteVínculo atual
    Femina (Rio de Janeiro)
    Membro de corpo editorial
  55. 2012 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  56. 2012 – presenteVínculo atual
    The Cochrane Collaboration Group
    MembroPesquisador Voluntário
  57. 2011 – 2012
    Universidade de Ribeirão Preto
    ProfessorCeletista formal15h/sem
  58. 2011 – 2011
    World Journal of Obstetrics and Gynecology
    Membro de corpo editorial
  59. 2009 – presenteVínculo atual
    International Urogynecological Association
    MembroColaborador
  60. 2009 – 2012
    Sociedade Brasileira de Mastologia
    SócioColaborador
  61. 2009 – 2010
    Hospital do Cancer de Ribeirao Preto
    Medico AssistenteContratado4h/sem
  62. 2009 – 2016
    Associação dos Médicos Assistentes do Hospital das Clínicas - RP
    MembroColaborador
  63. 2009 – 2011
    Associação dos Pós-Graduandos da USP - RP
    MembroColaborador
  64. 2008 – 2009
    Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto
    CeletistaServidor Publico20h/sem
  65. 2008 – 2011
    Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do HCFMRP
    MédicoCeletista formal24h/sem
  66. 2008 – 2016
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP
    Médico Assistente24h/sem
  67. 2007 – 2009
    Hospital Municipal de Bebedouro
    Obstetra da Maternidade do HMBPlantonista12h/sem
  68. 2007 – 2010
    Associação Brasileira de Genitoscopia
    SócioColaborador
  69. 2005 – 2019
    Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo
    PesquisadorColaborador
  70. 2005 – presenteVínculo atual
    Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia - SP
    SócioColaborador
  71. 2005 – 2007
    Prefeitura Municipal de Altinópolis
    Médico Plantonista da Urgência do HMAHospital Municipal
  72. 2005 – 2009
    Associação dos Médicos Residentes de Ribeirão Preto
    MembroColaborador
  73. 2005 – presenteVínculo atual
    Associação de Obstetrícia e Ginecologia de SP
    Membro
  74. 2003 – 2004
    Universidade Federal do Maranhão
    Departamento de Medicina IIIColaborador2h/sem
  75. 2003 – 2004
    Universidade Federal do Maranhão
    Departamento de Medicina IIIColaborador10h/sem
  76. 2002 – 2003
    Universidade Federal do Maranhão
    Departamento de Medicina IIIColaborador12h/sem
  77. 2001 – 2001
    Universidade Federal do Maranhão
    Departamento de Clínica MédicaColaborador2h/sem
  78. 2001 – 2002
    Sociedade Brasileira de Fisiologia
    Membro AspiranteColaborador
  79. 2000 – 2004
    Universidade Federal do Maranhão
    Departamento de Saúde Pública / Medicina IIIBolsista PIBIC-CNPq10h/sem
  80. 2000 – 2002
    Universidade Federal do Maranhão
    Departamento de Ciências FisiológicasMonitor de Fisiologia10h/sem
  81. 1999 – 2000
    Universidade Federal do Maranhão
    Departamento de PatologiaBolsista de extensão PREXAE10h/sem

Produção bibliográfica

518 registros
173 de 173 itens
Por página
  • 2025
    ERITROCITOSE EM HOMENS TRANS: SUSPENDER OU FRACIONAR A DOSE DE TESTOSTERONA?
    Sergio Henrique Pires Okano; FRANCESCHINI, SILVIO ANTONIO; debora cantelli; Ana Carolina Japur de Sá Rosa e Silva; Rui Alberto Ferriani; Luiz Gustavo Oliveira Brito +1 autores · 62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Rio de Janeiro
  • 2025
    INFLUÊNCIA DA MULTIPARIDADE E DA SENESCÊNCIA NA CÉRVICE UTERINA E NO PROLAPSO DE ÓRGÃOS PÉLVICOS
    rafaela dias neves; lizandra maia souza; silvio consomni; Luiz Gustavo Oliveira Brito · 62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Rio de Janeiro
  • 2025
    EFEITO DO FRACIONAMENTO DA DOSE DE CIPIONATO DE TESTOSTERONA EM HOMENS TRANS COM ERITROCITOSE
    Sergio Henrique Pires Okano; Silvio Franceschini; Luiz Gustavo Oliveira Brito; Ana Carolina Japur de Sá Rosa e Silva; Rui Alberto Ferriani; Lucia Alves da Silva Lara · 62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Rio de Janeiro
  • 2025
    PREVALÊNCIA DE DISFUNÇÃO DE ASSOALHO PÉLVICO EM PESSOAS TRANSGÊNERO
    Livia Maria de Souza Santos Hatanaka; Luiz Gustavo Oliveira Brito; Glaucia Miranda Varella Pereira; Sergio Henrique Pires Okano; Lucia Alves da Silva Lara; leticia quintana herren · 62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Rio de Janeiro
  • 2025
    DETRANSIÇÃO HORMONAL EM POPULAÇÃO TRANSGÊNERO ADULTA ? REVISÃO SISTEMÁTICA
    lara mundim alves de oliveira; wallace rafael barbosa de lima; Lucia Alves da Silva Lara; Rose Luce Gomes do Amaral; Luiz Gustavo Oliveira Brito · 62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Rio de Janeiro
  • 2024
    INSIGHTS INTO THE NITRIC OXIDE SIGNALING PATHWAY AND OXIDATIVE STRESS IN INTERSTITIAL CYSTITIS/BLADDER PAIN SYNDROME: A MOLECULAR ANALYSIS STUDY
    Luiz Gustavo Oliveira Brito; M Oliveira; G Passos; Carlos D´Ancona; Fabiola Monica; Edson Antunes · ICS 2024 · Madrid
  • 2022
    Poster 495 - How do you do it? Heterogeneity in technique for uterosacral ligament suspension for apical prolapse
    johnny yi; Tanaka Dune; Luiz Gustavo Oliveira Brito · AUGS & IUGA Joint Meeting · Wolters Kluver · ISBN 2151-8378 · Austin
  • 2022
    P 107 - Comparison of the vaginal thickness measured by abdominal and vaginal ultrasound techniques of women with vaginal laxity: a cross-sectional study
    Glaucia Miranda Varella Pereira; Cassia Raquel Teatin Juliato; Cristiane Martins de Almeida; Isabella Valente; DE ANDRADE, KLEBER CURSINO; Luiz Gustavo Oliveira Brito · 46th IUGA Virtual Meeting · Springer · Virtual
  • 2022
    Uterosacral ligament suspension - is there heterogeneity among surgical techniques? - a systematic review
    Luiz Gustavo Oliveira Brito; fernando gesteira; mariana makishi; Mauricio Simoes Abrao; thais regina lourenço; marina de paula andres +1 autores · 46th IUGA VIrtual Meeting · Virtual
  • 2022
    Laparoscopic high uterosacral ligament suspension and Burch colposuspenion - a step-by-step approach
    Luiz Gustavo Oliveira Brito; marina villaescusa; marina marani; beatriz evangelista; Mauricio Simoes Abrao · 46th IUGA Virtual Meeting · Virtual
  • 2022
    8097 How do you do it? a Survey on the Preferences of Surgeons Regarding Uterosacral Ligament Suspension (USLS) technique
    Luiz Gustavo Oliveira Brito; Mauricio Simoes Abrao; Tanaka Dune; johnny yi · Anual Meeting of the AAGL · Elsevier · Denver
  • 2022
    425 LAPAROSCOPIC APPROACH OF RECURRENT CIRCUMFERENTIAL URETHRAL DIVERTICULU
    N Avilez; cristiano trindade; F de Oliveira Junior; lucas gon; Luiz Gustavo Oliveira Brito; J Ibrahim de Oliveira +3 autores · ICS 2022 Abstracts · Vienna
  • 2021
    P0253 - Pain management during labor and delivery of high-risk pregnant women at a tertiary, academic hospital
    Marcela Carniello; Luiz Gustavo Oliveira Brito; Giuliane Jesus Lajos; Paulo Marcelino Figueira · FIGO 2021 World Congress
  • 2021
    P0665 - Impact of the COVID-19 pandemic on adolescent family planning and rescue through telecontraception
    Leonardo Flud Ideal; Joao Bosco Ramos Borges; Daniela Angerame Yela Gomes; Luiz Gustavo Oliveira Brito; Rose Luce Gomes do Amaral · 2021 FIGO World Congress
  • 2020
    ESTROgen use on complications for women treating pelvic organ prolapse with vaginal PESSaries (ESTRO-PESS) ? a randomized clinical trial
    Suelene Costa de Albuquerque Coelho; GIRALDO, PAULO CÉSAR; Luiz Gustavo Oliveira Brito; Cassia Raquel Teatin Juliato · 45th IUGA Virtual Event
  • 2020
    Vaginal stenosis in women with treated cervical and endometrial cancer: cross-sectional study of vaginal measurements, sexual function and quality of life
    thais siqueira; PINTO E SILVA, MARCELA P.; Sophie Francoise Mauricette Derchain; Luiz Gustavo Oliveira Brito · 45th IUGA Virtual Event
  • 2020
    Total versus subtotal hysterectomy for benign gynecological disorders: an update of a Cochrane review
    Luiz Gustavo Oliveira Brito; FABER, MARCELO DE ARRUDA; R Naik; Cassia Raquel Teatin Juliato; Anne Lethaby · 45th IUGA Virtual Event
  • 2020
    Preliminary safety analyzed of fractional CO2 laser on stress urinary incontinence in women
    Samantha Conde Rocha; Luiz Gustavo Oliveira Brito; JULIATO, CASSIA R. T.; Glaucia Varella · 45th IUGA Virtual Event
  • 2020
    The role of physiotherapy after gender-affirming vaginoplasty: a case report
    Elizabeth Ferreira; D porto; Mara Etienne; A Dellaquila; F Giarreta; Luiz Gustavo Oliveira Brito +1 autores · 45th IUGA Virtual Event
  • 2019
    Urinary incontinence in women with depressive symptoms: a case-control study of middle-aged Brazliian Northeastern women
    Clice P C Sousa; Leonardo Galvão-Moreira; Luiz Gustavo Oliveira Brito; Haissa Oliveira Brito; Rodrigo Barroqueiro; Lucia Helena Simoes da Costa Paiva +1 autores · AUGS and IUGA Joint Meeting (PFD Week) · Lippincott Williamsn & Wilkins · ISBN 2151-8378 · Nashville
  • 2019
    Perineal trauma is more related with an existential change than a physical modification itself: a qualitative study with women experiencing humanized birth
    Raquel Bosquim Zavanella Vivancos; Pedro Henrique Valerio; Aline F P Almeida; Fabiana Villela Mamede; Alessandra Cristina Marcolin; Luiz Gustavo Oliveira Brito · AUGS and IUGA Joint Meeting (PFD Week) · Lippincott Williamsn & Wilkins · ISBN 2151-8378 · Nashville
  • 2019
    Pelvic floor dysfunctions in women with premature ovarian insufficiency: a cross-setional study
    Julia Ferreira Fante; Cristina Laguna Benetti-Pinto; Cassia Raquel Teatin Juliato; Helymar Costa Machado; Luiz Gustavo Oliveira Brito · AUGS and IUGA Joint Meeting (PFD Week) · Lippincott Williams & Wilkins · ISBN 2151-8378 · Nashville
  • 2019
    Selective episiotomy versus no episiotomy for perineal trauma: a systematic review with metanalysis
    Glaucia Varella; Renato Hosoume; Cassia Raquel Teatin Juliato; Luiz Gustavo Oliveira Brito · AUGS and IUGA Joint Meeting (PFD Week) · Lippincott Williams & Wilkins · ISBN 2151-8378 · Nashville
  • 2019
    Prevalence of female urinary incontinence in Crossfit practittioners and associaited factors: an Internet population-based survey
    Maita Poli de Araujo; Luiz Gustavo Oliveira Brito; Fabiana Rossi; Fabiana Villela Mamede; Maria Luisa Garbiere; Maria Eduarda Vilela +1 autores · AUGS and IUGA Joint Meeting (PFD Week) · Lippincott Williams & Wilkins · ISBN 2151-8378 · Nashville
  • 2019
    Assessing the impact of urogynecology research in social media: are we being read outside the
    Glaucia Varella; Cassia Raquel Teatin Juliato; Luiz Gustavo Oliveira Brito · AUGS and IUGA Joint Meeting (PFD Week) · Lippincott Williams & Wilkins · ISBN 2151-8378 · Nashville

Produção técnica

326 registros
263 de 263 itens
Por página
  • 2025
    Parecer Manuscrito IUJO-D-25-00627
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2025
    Parecer CNPq processo 306012/2025-1
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2025
    Parecer CNPq processo 151920/2025-7
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2025
    Parecer CNPq processo 308420/2025-0
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2025
    Parecer CNPq processo 421681/2025-0
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2024
    Parecer ManuscritoIUJO-D-24-00043
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2024
    Parecer Manuscrito IUJO-D-24-00413
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2024
    Parecer Manuscrito IUJO-D-24-00872
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2024
    Parecer CNPq processo 305405/2024-1
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2024
    Parecer CNPq processo 303266/2024-4
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2023
    Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00022
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2023
    Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00276
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2023
    Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00330
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2023
    Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00425
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2023
    Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00509
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2023
    Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00470
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2023
    Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00470R1
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2023
    Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00846
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2023
    Parecer CNPq processo 314358/2023-4
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2022
    Parecer Manuscrito IUJO-D-22-00057
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2022
    Parecer Manuscrito IUJO-D-22-00136
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2022
    Parecer Manuscrito IUJO-D-22-00268
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2022
    Parecer Manuscrito IUJO-D-22-00373
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2022
    Parecer Manuscrito IUJO-D-22-00404
    Luiz Gustavo Oliveira Brito
  • 2022
    Parecer Manuscrito IUJO-D-22-00404R1
    Luiz Gustavo Oliveira Brito

Projetos de extensão

01 registro

Projetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.

1 de 1 projeto
Por página
  • 1999 – 2001Extensão

    Ambulatório e Laboratório de Imunologia Básica

    Concluído

    Projeto de Extensão da UFMA

    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito, Maria do Desterro S B Nascimento (Responsável), Geusa Felipa de Barros Bezerra, Walbert Edson Muniz Filho, Ivone Garros Rosa

Projetos

56 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

56 de 56 projetos
Por página
  • 2024 – presentePesquisa

    Desenvolvimento e Validação do Questionário sobre Frouxidão Vaginal Vaginal Laxity Scale (VLS)

    Em andamento
    Financiadores
    • Universidade Estadual de Campinas · BOLSA
    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Glaucia Miranda Varella Pereira

  • 2024 – presentePesquisa

    Frequencia de sintomas urinários em mulheres com leiomioma uterino

    Em andamento

    O leiomioma uterino é o tumor ginecológico mais frequente na população feminina, e seus sintomas mais comuns são o sangramento uterino anormal e a dor pélvica. Questiona-se se o tamanho e a posição do leiomioma podem influenciar no surgimento de sintomas urinários, pois existem poucos estudos com baixo tamanho amostral avaliando a frequência de sintomas urinários em mulheres com esta neoplasia. O objetivo deste estudo é conhecer a frequência de queixas urinárias relacionadas a leiomiomas uterinos, e buscar se há associação entre as características do leiomioma de acordo com a classificação FIGO e a presença de sintomas urinários. Para cumprir estes objetivos será realizado um estudo transversal no período de fevereiro a dezembro de 2025 avaliando 152 mulheres com diagnóstico ultrassonográfico (US) e/ou por ressonância nuclear magnética (RNM) de leiomioma uterino. As participantes serão selecionadas no Ambulatório de Ginecologia Cirúrgica do CAISM (Hospital da Mulher) e responderão uma ficha-protocolo com variáveis sociodemográficas e clínicas, sintomas urinários e a três questionários específicos: um direcionado ao leiomioma (UFS-QOL) e outros dois para disfunção de assoalho pélvico (PFIQ-7 e PFDI-20). Em caso de tratamento clínico e/ou cirúrgico, os questionários serão respondidos após três meses de intervenção para avaliar responsividade do tratamento. A análise estatística será realizada pelo programa estatístico Intercooled Stata versão 16.1 (College Station, Texas 77845 USA).

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), leticia quintana herren

  • 2024 – presentePesquisa

    PREVALÊNCIA DE DISFUNÇÃO DE ASSOALHO PÉLVICO EM PACIENTES COM INCONGRUÊNCIA DE GÊNERO

    Em andamento

    Introdução: incongruência de gênero é a discordância entre o sexo anatômico, designado ao nascimento, e o gênero vivenciado pelo indivíduo. Pessoas frequentemente estigmatizadas e discriminadas, vivem à margem da sociedade, com necessidade de buscar formas alternativas de sobrevivência, como prostituição. O uso de drogas, o preconceito, a violência e o abuso, seja físico, e/ou sexual é altíssimo. No Brasil há cerca de 1 milhão de transgêneros, o equivalente a 0,69 da população, e é o país mais violento contra transgêneros no mundo. Atualmente há poucos estudos que caracterizam o assoalho pélvico de transgêneros masculinos ou femininos, não se sabendo quais influências ou fatores de risco atuam na pelve e na origem de sintomas urinários, anorretais, de prolapsos de órgãos pélvicos e sexuais. Objetivos: avaliar a presença de disfunção de assoalho pélvico em transgêneros masculinos e femininos, com e sem hormonioterapia, e/ou com e sem cirurgia de afirmação de gênero, com descrição de sintomas associados a incontinência urinária, fecal e/ou prolapso de órgãos pélvicos e disfunções sexuais nestas pessoas, bem como buscar se há a presença de alguma variável associada a tais disfunções nesta população. Metodologia: será realizado estudo transversal com amostragem não-probabilística, com seleção de 131 pacientes transgêneros masculinos e femininos em seguimento nos ambulatórios do CAISM/Unicamp, HCRP-FMRP-USP e HU-UFSCar, com aplicação de Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, seguido de questionário confeccionado pelo REDCap, autorrespondido, dividido em 6 setores: 1) Sociodemográfico; 2) Médico; 3) Antropométrico; 4) Sexual e obstétrico; 5) Avaliação de sintomas urinários, intestinais, sexuais e prolapso de órgãos pélvicos; 6) Questionários traduzidos (PFDI-20 e FSFI). Será fornecido um QR CODE para que o questionário seja respondido no momento em que pessoa julgar mais apropriado, uma vez que demora em torno de 15 minutos. Análise estatística: com os dados obtidos haverá confecção de planilhas do Excel analisadas pelo Epi Info (CDC), através de frequências e porcentagens, médias e desvio-padrão, por meio de gráficos, tabelas e/ou outros formatos. Para comparação das variáveis serão utilizados os testes de Qui-quadrado para variáveis categóricas e de Mann-Whitney para variáveis numéricas, com ca#769;lculo de razão de risco (odds ratios) com intervalo de confiança de 95 e ni#769;vel de significa#770;ncia de 5 para os testes estati#769;sticos. Resultados esperados: espera-se avaliar a prevalência de disfunção de assoalho pélvico em pessoas transgêneras masculinas e femininas, associação com sintomas urinários, anorretais, de prolapso de órgãos pélvicos e sexuais e relação de possíveis fatores predisponentes com os mesmos nesta população

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Lucia Alves da Silva Lara, Rose Luce Gomes do Amaral, Livia Maria de Souza Santos Hatanaka

  • 2024 – presentePesquisa

    VALIDAÇÃO CULTURAL E TRADUÇÃO DO QUESTIONÁRIO POST-AFFIRMING SURGERY FORM AND FUNCTION INDIVIDUAL REPORTING MEASURE (AFFIRM) PARA A LÍNGUA PORTUGUESA

    Em andamento

    Introdução: A transgeneridade é conceituada como o amplo espectro de indivíduos que transitoriamente ou persistentemente não se identificam com o seu sexo e/ou gênero de nascimento, e essa condição pode vir acompanhada ou não de disforia de gênero, que seria a angústia gerada pela incongruência entre o gênero identificado ao nascimento e o como ele é percebido e notado pelo próprio indivíduo. Mulheres trans e travestis são todas as pessoas que não se reconhecem com o gênero atribuído ao nascimento, podendo ser intersexuais ou de gênero masculino, que tendem a uma construção de gênero mais feminina. Comumente se diferenciam esses dois grupos pelo fato da identidade de gênero travesti ser predominantemente latino-americana e que no Brasil tem um forte cunho político de resistência contra opressão e marginalização. No entanto, essas identidades são autorreferidas e devem assim ser respeitadas. Dentro do grupo de pessoas trans, muitas têm o desejo de realizar alterações corporais com a hormonização, mas muitas desejam complementar as mudanças com procedimentos cirúrgicos, entre eles a cirurgia genital de afirmação de gênero. O processo transexualizador é um momento de muitas mudanças físicas e emocionais e a cirurgia de afirmação de gênero vem associada a alterações de alguns aspectos na vida dessas pessoas. Quando ela é realizada em mulheres trans ou travestis, isso pode ter implicações em diversos aspectos, como percepções acerca da aparência, sexualidade, aspectos urológicos, ginecológicos, além de atingir aspectos emocionais e psicológicos, ainda mais em pacientes que muitas vezes têm ou já tiveram algum transtorno psiquiátrico em algum momento de suas vidas. O questionário "POST-AFFIRMING SURGERY FORM AND FUNCTION INDIVIDUALREPORTING MEASURE (AFFIRM)" visa avaliar a sua percepção em relação à suaaparência genital, alterações urológicas e ginecológicas. Ele é composto por 46 questões e foi traduzido para o português brasileiro para que mulheres trans tenham possibilidade de preenchê-lo, uma vez que não há na língua portuguesa instrumentos consistentes de avaliação pós-cirúrgicos nessas pacientes. Objetivo: Traduzir e validar culturalmente o questionário "POST-AFFIRMING SURGERY FORM AND FUNCTION INDIVIDUAL REPORTING MEASURE (AFFIRM)" para a línguaportuguesa. Participantes e métodos: Estudo transversal com mulheres trans e travestis com mais de 18 anos, com cirurgia prévia de afirmação de gênero. Esperamos ter um número mínimo de 50 participantes, recrutadas através de pesquisa online a ser divulgada nas redes sociais. Elas responderão o questionário AFFIRM, validado em português discutido com linguista e pré-testado em pessoas trans, além de um formulário sobre dados sociodemográficos e de saúde. As variáveis psicométricas a serem analisadas, com seus tamanhos amostrais entre parênteses, são: consistência interna (n=50), teste-reteste (n=30), validação de construto (n=50). Algumas mulheres, via sorteio, serão reconvocadas por contato telefônico ou e-mail para responder novamente ao questionário (teste-reteste). Análise dos dados: Variáveis contínuas serão descritas em média e desvio-padrão ou mediana/valor mínimo e máximo. Para variáveis binomiais, o teste qui-quadrado será utilizado e para as contínuas o teste t de Student. Para a consistência interna, será calculado alfa de Cronbach e o coeficiente de correlação, teste-reteste será utilizado o coeficiente de correlação intraclasse e teste t pareado. Os dados serão tabulados no Microsoft Excel através de uma planilha e depois analisados através do programa Intercooled Stata 16.0. Ao final, a coleta será interpretada, relacionada e discutida em vista da literatura existente sobre o assunto.

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), claudia milan, thiago caetano

  • 2024 – 2025Pesquisa

    VALIDAÇÃO CULTURAL E TRADUÇÃO DO QUESTIONÁRIO VALUS PARA A LÍNGUA PORTUGUESA

    Concluído

    Introdução: A histerectomia que consiste na retirada cirúrgica do útero, é um dos procedimentos mais realizados em mulheres no mundo todo. Entretanto, o número de pacientes que deseja manter o órgão tem crescido nas últimas décadas. Nesse contexto é de extrema importância avaliar o valor do útero para cada paciente e um questionário autoaplicável e de fácil compreensão, pode auxiliar o médico na tomada de decisão de cada caso, além de nos ajudar a compreender os motivos que levam as pacientes a querer manter seu útero. Objetivos: Traduzir e validar culturalmente o questionário The Value of Uterus - VALUS - O valor do útero para a língua portuguesa no Brasil. Sujeitos e métodos: Estudo transversal com 100 mulheres com sangramento uterino anormal de causa estrutural, refratário a tratamento clínico, em que geralmente são encaminhadas para tratamento cirúrgico. Tais pacientes são atendidas no Ambulatório de Ginecologia Cirúrgica. As mulheres que aceitarem participar do estudo responderão o questionário sobre a importância do útero para ela e sobre os impactos de sua retirada. Serão excluídas mulheres com transtorno de comportamento que não esteja em tratamento ou que possa influenciar no processo de tomada de decisão cirúrgica ou que não apresentem condições cognitivas de compreensão do questionário, mulheres com nenhuma escolaridade ou que não saibam ler/escrever. O questionário será traduzido por uma tradutora juramentada, e editado por um grupo de três ginecologistas. Após, o mesmo será testado de forma pilota com 10 pacientes sobre qualquer dúvida. As variáveis psicométricas a serem analisadas neste estudo serão: consistência interna, correlação item-teste do questionário VALUS, validação de discriminante entre o grupo histerectomia e o grupo não-histerectomia. Após 2-4 semanas, o teste-reteste será feito em 40 mulheres que apresentem retorno no ambulatório. Para avaliar a responsividade ao tratamento, serão entrevistadas 40 mulheres que se submeterão ao tratamento cirúrgico, independente de qual seja, 30-40 dias após o mesmo. Análise dos dados: Variáveis contínuas serão descritas em média e desvio-padrão ou mediana/valor mínimo e máximo. Para variáveis binomiais, o teste qui-quadrado será utilizado e para as contínuas o teste t de Student. Para a consistência interna, será calculado alfa de Cronbach e o coeficiente de correlação, teste-reteste será utilizado o coeficiente de correlação intraclasse. A responsividade será analisada pelo teste t pareado, a depender da distribuição da amostra. Os dados serão tabulados no Microsoft Excel através de uma planilha e depois analisados através do programa Intercooled Stata 16.0.

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), fernanda rios valvano

  • 2023 – 2025Pesquisa

    Segundo período prolongado e disfunções de assoalho pélvico - uma revisão sistemática

    Concluído
    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Andrea Marchetti Silveira

  • 2022 – presentePesquisa

    Morfina versus metadona como analgesia no pós-operatório de mulheres submetidas a cirurgia laparoscópica: um ensaio clínico, randomizado, duplo-cego

    Em andamento
    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), idelberto ribeiro-junior, vanessa henriques carvalho

  • 2022 – presentePesquisa

    Survey on the Preferences of Surgeons Regarding Uterosacral Ligament Suspension (USLS) Technique

    Em andamento

    USLS is performed to correct apical pelvic organ prolapse, however, the way in which this procedure is executed can vary. This survey aims to describe these variations among pelvic surgeons and understand surgeons preferences regarding this surgery.

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), johnny yi, Tanaka Dune, guilherme henrique zanluchi

  • 2022 – presentePesquisa

    Sintomas urinários e achados urodinâmicos de mulheres com endometriose profunda: estudo de coorte

    Em andamento

    Será realizado um estudo de coorte prospectivo, incluindo mulheres no menacme, de 18 a 50 anos, comdiagnóstico de endometriose através de ultrassonografia transvaginal com preparo de intestinal ouressonância magnética de abdome e pelve, realizados no próprio serviço, com imagem sugestiva deendometriose profunda, submetidas a cirurgia laparoscópica de endometriose. Tais pacientes serãoconvidadas no Ambulatório de Ginecologia Cirúrgica do Hospital Beneficência Portuguesa, e uma vezaceitando participar da pesquisa, após leitura do termo de consentimento e assinatura do mesmo, serãoincluídas na pesquisa e responderão as questionários e realizarão estudo urodinâmicos antes e 6 meses após cirurgia. Uma vez incluídas, as pacientes responderão a um questionário padronizado contendo perguntas sócio-demográficas e clínicas, assim como aos questionários ICIQ-SF, QUID, PFIQ-7, (anexos I,II, III) validados em língua portuguesa no Brasil. O exame urodinâmico será agendado e realizado no Laboratório de Urodinâmica da BP com urologista responsável

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito, Mauricio Simoes Abrao (Responsável), marina de paula andres, guilherme henrique zanluchi

  • 2021 – presentePesquisa

    Expressão do Gene HOXA 11 em Mulheres com Prolapso de Órgãos Pélvicos

    Em andamento

    Justificativa: O prolapso genital é uma patologia de incidência crescente e vários são os fatores envolvidos na sua gênese. Geneticamente, é uma doença causada por alteração do colágeno e elastina, porém não se conhecem todos os fatores envolvidos na sua causa. Alguns genes implicados na formação do colágeno são importantes, como o HOXA11.Objetivos: Conhecer a expressão do gene HOXA11 envolvido na gênese dos prolapsos genitais.Metodologia: Um estudo prospectivo, com amostragem consecutiva, será realizado em 50 mulheres com prolapso genital (grupo caso POP-Q categoria 3 e 4) e 50 mulheres do grupo controle (POP-Q categoria 0 e 1) no CAISM no ano de 2016 e 2017 com análise de espécimes do ligamento uterossacro e parede vaginal imbutidas no material durante cirurgia eletiva e enviadas para extração proteica através de reação em cadeia de polimerase (PCR) em tempo real, western blot e imunohistoquímica para identificação alterações proteicas e imunohistoquímicas associadas ao gene HOXA11.Resultados esperados: Acredita-se que através da identificação da expressão proteica, o gene HOXA11 possa servir de preditor de prolapso genital dessas pacientes. Orçamento proposto: Vide anexo ao projeto. Este projeto já foi aprovado como Bolsa de Produtividade em Pesquisa do Prof. Dr. Luiz Gustavo Oliveira Brito. Pretendemos enviar a órgãos de fomento à pesquisa (FAPESP) para solicitação de compra de material. Cronograma de execução: 15 meses de coleta e armazenamento de amostras; 6 meses de análise de resultados e preparação de artigos para publicação em periódicos.Periódicos-alvo: Neurourology Urodynamics; International Urogynecology Journal

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Cassia Raquel Teatin Juliato, silvio consomni

  • 2021 – 2023Pesquisa

    TRADUÇÃO E VALIDAÇÃO DO QUESTIONÁRIO VAGINAL CHANGES SEXUAL AND BODY ESTEEM (VSBE) SCALE PARA A LÍNGUA PORTUGUESA

    Concluído
    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Renata Stefania Olah de Souza

  • 2019 – 2020Pesquisa

    International Consultation Group - ?Pathophysiology of pelvic organ prolapse: Risk Factors, Family History, Genetic Mutations?

    Concluído

    Overarching purpose of the IUC: To select and bring the world's most renowned experts together to produce best
practice documents and consensus papers concerning Pelvic Organ Prolapse (POP) based on a selection of (review)
articles containing the most up-to-date scientific evidence. This is very much in analogy to the International
Consultations on Incontinence (link to last publication). It goes in three rounds, of which the first one will touch on
epidemiology, pathophysiology (this group) and definition of Pelvic Organ Prolapse. Later assessment and therapy
follow. All documents will be revised every three years.
Task of the group on ?pathophysiology of POP?: To draft report discussing how the mechanisms of vaginal birth
and age predispose women to develop pelvic organ prolapse. The impact of pregnancy, the mechanics of the
delivery process and enzymatic and protein alterations or deficiencies will be reviewed and their contribution to
the process of developing pelvic organ prolapse will be discussed. What is known about how genetics and family
history contribute to these processes will be discussed looking for potential risk factors for developing pelvic organ
prolapse.
Individual responsibilities: The committee chairs will be responsible for ensuring that the assigned task is completed
on time, eventually for the completed manuscript and summary manuscript for publication in the IUJ. The IUC
steering committee member and the IUC Co-Chairs will be responsible for assisting the chairs in completing their
chapters in a timely fashion. The committee members will be responsible for researching and writing each assigned
topic area and presenting supporting data to the group. All members are responsible for actively participating in all
phone calls and completing their assigned responsibilities in a timely fashion.
Later addendum (from: Committee Member final): This report will focus on the how many women are affected with
pelvic organ prolapse, the lifetime risk of developing pelvic organ prolapse and how untreated pelvic organ prolapse
progresses or regresses. This will set the tone going forward by giving the overall impact of pelvic organ prolapse as a
disease in women. There should be discussion of the future need for services, particularly surgical care of prolapse as
the population ages. This reports can touch on definitions (symptomatic definitions vs physical exam definitions)
and how this relates to the various reports on incidence, prevalence and natural history, but should not express
opinions on which definition is most appropriate (that will precede this report in the chapter on the definition). The
committee chairs will coordinate their writing so that terminology in this report is consistent with the report on the
Definition of Pelvic Organ Prolapse.

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito, Maria Augusta Tezelli Bortolini (Responsável)

  • 2019 – 2020Pesquisa

    American Urogynecological Association (AUGS)/International Urogynecological Association (IUGA) Surgical Procedures to Treat Pelvic Organ Prolapse Terminology Working Group

    Concluído

    Our aim is to establish standardized terminology for commonly accepted surgeries for pelvic organ prolapseutilizing a collaboration of experts from two professional societies. The resulting document will address voidsin clinical practice and research and allow surgeons and scientists to better advance the field of FPMRS.

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), MINASSIAN, V.A., Rebecca G Rogers, Kate Meriwether, Renaud de Tayrac, Cara Grimes, Cassandra Carberry, Sara Cichowsky +4 integrantes

  • 2019 – 2023Pesquisa

    Efeito da radiofrequência microablativa fracionada e do treinamento dos músculos do assoalho pélvico no tratamento de mulheres com queixa de frouxidão vaginal: ensaio clínico randomizado

    Concluído

    Introdução: A frouxidão vaginal, condição raramente discutida entre as pacientes e médicos, é definida como queixa de excesso de flacidez vaginal. Apresenta prevalência de 24 e parece estar associada à idade jovem, partos vaginais, sintomas de prolapso e prolapso objetivo, sendo, portanto, uma disfunção somática e não psicogênica. Um estudo recente mostrou associações entre as áreas hiatal, hiato genital e corpo perineal, sugerindo que a frouxidão vaginal é uma manifestação da hiperdistensibilidade do levantador do ânus. Mulheres com flacidez vaginal podem ser representativas de um estágio inicial no desenvolvimento de prolapso de órgão pélvico; no entanto, isso não foi avaliado anteriormente. Uma definição padronizada e meios para consultar pacientes em relação a tais sintomas ainda não existe. Procedimentos cirúrgicos para frouxidão vaginal com reparo posterior/perineoplastia são mais comumente recomendados, todavia, há riscos de dispareunia. Opções não cirúrgicas e com custo mais baixo podem contribuir para o tratamento da frouxidão vaginal. Entre elas destacam-se o treinamento dos músculos do assoalho pélvico e a radiofrequência. Até o momento, nenhum ensaio clínico foi desenvolvido para avaliar o papel do treinamento dos músculos do assoalho pélvico e da radiofrequência na frouxidão vaginal.Objetivos: Comparar o efeito da radiofrequência microablativa fracionada isolada e do treinamento dos músculos do assoalho pélvico isolado em mulheres com queixa de frouxidão vaginal.Metodologia: Trata-se de um estudo clínico, randomizado, prospectivo, controlado, paralelo e não cego. A pesquisa será desenvolvida no ambulatório de ginecologia cirúrgica da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP/SP. Para o estudo serão incluídas mulheres na pré-menopausa com idade #8805; 18 anos, parto vaginal, com queixa de frouxidão vaginal avaliada por pergunta direta (sim/não) e pelo Vaginal Laxity Questionnaire e com disponibilidade para frequentar as terapias na data e locais agendados para a realização do tratamento proposto. Os critérios de exclusão são: uso de marcapasso; doenças cardíacas descompensadas; déficit cognitivo; afecções neurológicas periféricas ou centrais; presença de qualquer tipo de câncer; presença de displasia cervical; história de infecção urinária ou vaginal ativa; doenças metabólicas descompensadas; tratamento fisioterapêutico com treinamento do assoalho pélvico prévio nos últimos 12 meses; uso de estrógeno via vaginal ou terapia hormonal oral nos últimos 6 meses, pacientes já submetidas a cirurgias de correção de prolapso ou de slings; presença de prolapso de órgão pélvico estadio 2 em diante. As participantes selecionadas serão divididas em 2 grupos de protocolos de tratamento: grupo 1 radiofrequência e grupo 2 treinamento dos músculos do assoalho pélvico. Após o período de intervenção, os grupos serão reavaliados em 30 e 90 dias. Para o cálculo amostral utilizamos valores da função sexual avaliada por meio do questionário Female Sexual Function Index. Ao se considerar um poder de estudo de 80, um alfa de 0,05 com teste bicaudal, foi verificado que o número de participantes mínimo necessário em cada grupo será somado a um percentual de 30 de perda na amostra, totalizando 68 mulheres, sendo 34 em cada grupo (radiofrequência isolada e treinamento dos músculos do assoalho pélvico isolado). Será realizada uma análise descritiva dos dados para caracterização das participantes da pesquisa, na forma de valores de frequência absoluta e percentual (relativa) para variáveis categóricas e valores de média e desvio padrão para as variáveis numéricas. Em seguida, será realizada análise estatística de comparação e correlação dos dados obtidos a partir dos seguintes testes estatísticos: Kolmogorov-Smirnov para avaliação da normalidade da amostra.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Glaucia Miranda Varella Pereira

  • 2019 – 2021Pesquisa

    Conhecimento, atitude e prática dos profissionais de saúde sobre o(a) paciente transexual no âmbito da Unidade Básica de Saúde e suas implicações bioéticas

    Concluído

    Introdução: A diversidade sexual e de gênero é uma realidade, assim como a escassez do assunto dentro do Brasil é frequente. Não temos informação sobre o conhecimento, atitude e prática sobre os profissionais de saúde frente a população transexual que procura a Unidade Básica de Saúde, nem sabemos o que o (des)conhecimento sobre essa realidade tem como consequências no campo da Bioética. Objetivo: Verificar o conhecimento, atitude e prática de profissionais de saúde (médico(a)s, enfermeiro(a)s, auxiliares de enfermagem, farmacêuticos e agentes comunitários de saúde) sobre a transexualidade, a sua atitude e práticas de saúde frente a essa população. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo misto, com uma fase descritiva, quantitativa, aplicando um questionário anônimo contendo perguntas de múltipla escolha com dados sócio-demográficos, em perguntas em formato KAP (knowledge, atitude and practice) de múltipla escolha. Todos os profissionais que tiverem interesse em participar serão convidados, e os que concordarem com os termos da pesquisa participarão após leitura e assinatura de Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Análise dos Dados: As variáveis contínuas serão descritas por meio de média/desvio padrão ou mediana/percentis e comparadas pelo teste t de Student. As variáveis categóricas serão exibidas por porcentagens e comparadas pelo teste de qui-quadrado ou teste de Fisher. Um nível de significância de 5 é calculado. Os dados serão armazenados em uma planilha do Microsoft Excel e serão analisados em um pacote estatístico (Intercooled Stata 13.0).

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Lucia Alves da Silva Lara

  • 2019 – 2023Pesquisa

    Laser de CO2 versus fisioterapia uroginecológica em IUE: estudo prospectivo randomizado de não inferioridade

    Concluído

    Introdução: Apesar de tratamento cirúrgico ser considerado como padrão ouro para a Incontinência Urinária de Esforço (IUE) existem necessidades de oferecermos tratamentos não invasivos para mulheres com esta condição. O treinamento muscular do assoalho pélvico (fisioterapia uroginecológica) é uma modalidade com eficácia comprovada para IUE. O laser de gás carbônico (CO2) é uma nova ferramenta que vem sido oferecida para mulheres com atrofia urogenital porém ainda não se conhece a sua eficácia para IUE. Objetivo: Comparar a eficácia e a segurança do tratamento de laser de CO2versus o protocolo de treinamento muscular do assoalho pélvico (TMAP) em mulheres com IUE. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo prospectivo, randomizado, paralelo, de não-inferioridade. Serão convidadas a participar mulheres que sejam encaminhadas para o ambulatório de Uroginecologia de uma clínica privada no Rio de Janeiro RJ (Clínica Condé), desde que tenham 18 anos completos ou mais, com queixa de IUE e que tenham sido submetidas a teste de esforço positivo ou achados positivos de IUE em estudo urodinâmico (UDS),desde que resíduo pós-micção <100 ml ou menos 20 do volume urinário total, quando mais de 300 ml. Serão excluídas do estudo mulheres com sintomas associados de bexiga hiperativa, ou diagnóstico urodinâmico de hiperatividade do detrusor. Também serão excluídas mulheres com quadro de Infecção do Trato Urinário (ITU) de repetição, história de cirurgias uroginecológicas prévias, submetidas a radioterapia pélvica ou que apresentem prolapso de órgãos pélvicos (POP) há mais de 2 anos, com histórico recente de litíase vesical, fístula urinária de trato genital inferior ou divertículo. Será aplicado Termo de consentimento livre e esclarecido. As mulheres serão submetidas a exame ginecológico e serão randomizadas nos dois tipos de tratamento: TMAP ou laser de CO2.As mulheres deverão retornar com 3, 6 meses para avaliação de cura objetiva e subjetiva através de questionários específicos.Análise Estatística: As variáveis contínuas serão descritas por meio de média/desvio padrão ou mediana/percentis e comparadas pelo teste t de Student. As variáveis categóricas serão exibidas por porcentagens e comparadas pelo teste de qui-quadrado ou teste de Fisher. As taxas de cura subjetiva e objetiva aos 3, 6 meses serão comparadas, respectivamente, pelos testes de Cochrans Q e pela análise de variância (ANOVA) de medidas repetidas. A análise dos resultados será realizada tanto por intenção de tratar (ITT) quanto por análise de protocolo. Um nível de significância de 5 é calculado. Os dados serão armazenados em uma planilha do Microsoft Excel e serão analisados em um pacote estatístico (Intercooled Stata 13.0)

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Cassia Raquel Teatin Juliato, Samantha Conde Rocha

  • 2019 – 2022Pesquisa

    Istmocele: avliaçao da prevalencia, fatores de risco e implementaçao do diagnostico por histeroscopia

    Concluído

    Nos últimos dez anos a taxa de parto por via cesariana vem crescendocontinuamente e mais recentemente tem se percebido a associação de múltiplas cesáreas como surgimento de istmocele, ou seja, deiscência da cicatriz da cesariana. Tal ocorrência podeestar ligada a sintomas como sangramento uterino anormal, dismenorreia, dor pélvica e atéinfertilidade, porém, tanto a relação desses sintomas quanto os fatores de risco predisponentesainda não estão formalmente estabelecidos, assim também como a prevalência de istmocele,que varia de 19 a 84 dependendo do método de diagnóstico utilizado, comoultrassonografia, histerossonografia, ressonância magnética entre outros. Devido à dificuldadede se estabelecer claro diagnóstico ainda não há classificação estabelecida, o que tambémdificulta implementação de tratamento eficaz, apesar de ser consenso a abordagem porendoscopia ginecológica ser o mais recomendado.Objetivo:Determinar a prevalência e osfatores de risco associados à ocorrência de istmocele eimplementar o diagnóstico porhisteroscopia.Métodos:Estudo de coorte prospectivo com 292 mulheres com antecedente departo cesárea. As participantes serão submetidas a histeroscopia,segundo técnica descrita porBettocchi, para estabelecer o diagnostico e prevalência de istmocele. Os dados dahisteroscopia serão comparados com achados em ultrassom transvaginal e ressonânciamagnética, exames com boa acurácia para diagnostico. Também serão avaliadas quanto aossintomas relacionados ao ciclo menstrual e dor pélvica com o intuito de estabelecer relaçãoentre a deiscência de cesárea e tais queixas, além de estabelecer fatores de risco associados aodesenvolvimento de istmocele

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito, Daniela Yela Angerame Gomes (Responsável), joão paulo leonardo pinto

  • 2018 – 2020Pesquisa

    Avaliação da musculatura do assoalho pélvico em mulheres com estenose vaginal tratadas de câncer de colo e endométrio por dois métodos: estudo transversal

    Concluído

    Introdução: Os cânceres ginecológicos com maior incidência são os de colo uterino&#10;e de endométrio. A radioterapia pélvica é uma das opções de tratamento sistêmico&#10;que aumenta o risco de complicações, como a estenose vaginal, definida como&#10;estreitamento ou encurtamento do canal vaginal que gera prejuízo na qualidade de&#10;vida da mulher. No entanto, esta possuí frequência variável na literatura, pois os&#10;recursos existentes de avaliação são, em sua maioria, subjetivos e não há&#10;padronização de um método diagnóstico. O assoalho pélvico também pode sofrer&#10;efeitos da radioterapia, apresentando disfunções, tanto em seus músculos, como em&#10;seus órgãos, e consequentemente podem surgir queixas de sintomas urogenitais,&#10;como dispareunia, disúria, secura e corrimento vaginal. Objetivo: Identificar a&#10;prevalência da estenose vaginal, disfunções nos músculos do assoalho pélvico e&#10;sintomas urogenitais em mulheres com câncer de endométrio e colo do útero&#10;tratadas com radioterapia pélvica e comparar os métodos utilizados para avaliar a&#10;estenose vaginal (exame ginecológico com classificação CTCAE e ultrassonografia&#10;transperineal). Sujeitos e métodos: Estudo de corte transversal, sendo um piloto&#10;que inicialmente avaliará 20 mulheres com diagnóstico de câncer de colo ou de&#10;endométrio tratadas com radioterapia pélvica no Hospital da Mulher ?Prof. Dr. José&#10;Aristodemo Pinotti? do CAISM ? UNICAMP. Serão avaliadas por uma ficha de coleta&#10;de dados desenvolvida pela pesquisadora contendo os dados pertinentes ao estudo;&#10;exame físico ginecológico para graduação da força dos músculos do assoalho&#10;pélvico (Escala de Oxford Modificada) e da estenose vaginal (escala validada&#10;CTCAE, versão 5.0 de 2017); e ultrassonografia translabial 2D, 3D/4D para&#10;avaliação do assoalho pélvico e da estenose vaginal. Os dados serão descritos&#10;através de média, mediana, desvio-padrão e frequências. A avaliação das variáveis&#10;em relação aos casos será realizada pelo teste T de Student ou Mann-Whitney para&#10;variáveis contínuas e Qui-quadrado ou Fisher para variáveis dicotômicas, bem como&#10;valores da razão de prevalência e seus respectivos intervalos de confiança de 95%.&#10;Os dados serão tabulados no Microsoft Excel através de uma planilha e depois&#10;analisados no software SAS versão 9.4.

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Sophie Francoise Mauricette Derchain, thais siqueira

  • 2018 – 2019Pesquisa

    Trauma perineal durante parto vaginal: avaliação de fatores associados

    Concluído

    Introdução: No Brasil a maioria das mulheres que tiveram parto vaginal adquirem algum tipo de lesão perineal por lacerações espontâneas ou episiotomia, logo, estão susceptíveis às consequências desse trauma. Mais estudos na literatura que correlacionem a morbidade materna com as lesões perineais obstétricas são necessários, visto que possibilitam que medidas e condutas adequadas sejam tomadas, prevenindo futuras disfunções do assoalho pélvico para as parturientes. Objetivos: determinar a prevalência de trauma perineal em partos vaginais no CAISM no período de dois anos, identificar fatores de risco maternos, fetais e obstétricos associados com lesões perineais durante o parto vaginal e relacionar a ocorrência dos diferentes graus de lacerações perineais com os fatores de risco mais prevalentes em cada um deles. Sujeitos e métodos: estudo transversal sobre as lacerações perineais após parto vaginal, que avaliará os prontuários das mulheres que tiveram parto vaginal no CAISM (hospital universitário de referência terciária), no período de dois anos (Janeiro de 2016 a Dezembro de 2017), realizado a partir do Banco de Dados existente na Instituição. Estima-se cerca de 3000 partos vaginais nesse período. Inicialmente será realizada uma análise descritiva da população estudada. As variáveis independentes serão comparadas com a variável dependente (trauma perineal) e o cálculo de Odds ratio com intervalos de confiança de 95% será estabelecido de forma bruta.

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Giuliane Jesus Lajos, Adriana Gomes Luz, Marina Nobrega Augusto

  • 2017 – 2023Pesquisa

    Randomized clinical trial comparing minisling (Solyx) vs transobturator sling (Obtryx II) in stress urinary incontinent (SUI) women

    Concluído

    Patient profile and sample size (eg. Inclusion and exclusion criteria): Womenwith 18 years and/or older. Inclusion criteria: women with positive cough stresstest for SUI or positive findings of SUI at urodynamic study (UDS), post-voidingresidue < 100 ml or less 20 of total urinary volume, MBC over 300 ml will beinvited and enrolled if they agree to participate after signing an informed consent.Exclusion criteria: women with overactive bladder or recurrent UTI or previousurogynecological surgeries, that underwent pelvic radiotherapy or present pelvicorgan prolapse (POP) stage 2 and over, with past or recent history of bladderlithiasis, inferior urinary fistula or diverticulum, with use of anticoagulants, or witha surgical history foreign-body reaction like (eg. history of surgery with prostheticcomplications). Power calculation: given that the objective cure of a TOT slingcould be around 85-90, a non-inferiority margin of 15 (it was considered tworecent RCTs comparing minisling vs. sling and most of RCTs are using this value) astudy power of 80, an alpha of 5 and a 10 of follow-up loss, each groupwould comprise 50 women.III. Products to be used: Solyx minisling and Obtryx II slingIV. Institution: Department of Gynecology and Obstetrics, State University ofCampinas (UNICAMP) Principal investigator: Luiz Gustavo O. Brito, MD, MsC, PhD.Co-investigators: Cássia Teatin Juliato, MD, MsC, PhD; Edilson Benedito Castro,MD, MsC; Tiago Augusto Gomes, MDV. Duration of study: 23 months. Our expected timeframe is as follows: JanuaryDecember 2017: patient enrollment, data collection for baseline variables andpost-op visits. January-December: Data collection for 6-12 month post-op visits.Publication: abstract in late 2018 and manuscript early 2019.VI. Project objectives or hypothesis: We aim to analyze if Solyx minisling is non-inferior to Obtryx II, a transobturator sling. Our null hypothesis is that there is nostatistical difference with regard to the subjective cure between both arms andour alternative hypothesis is that there is a statistical significant differencebetween them.

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Cassia Raquel Teatin Juliato, Edilson Benedito de Castro

  • 2017 – 2018Pesquisa

    Incontinência Urinária e Disfunções do Assoalho Pélvico em Mulheres com Insuficiência Ovariana Prematura: um estudo transversal

    Concluído

    Introdução: Idade e hipoestrogenismo são fatores relacionados a incontinência urinária&#10;(IU) e outras disfunções do assoalho pélvico como prolapso genital (POP) e&#10;incontinência fecal (IF), mas o impacto isolado de cada uma delas, assim como o&#10;conhecimento de qual dessas variáveis tenha maior influência sobre a outra é&#10;desconhecido. Mulheres com insuficiência ovariana prematura (IOP) podem vir a ser&#10;um modelo ideal de análise das disfunções do assoalho pélvico feminino. Objetivos:&#10;Pretendemos conhecer a prevalência autorelatada de IU, POP e IF em mulheres com&#10;IOP comparado a um grupo controle, a presença de fatores de risco associados e o&#10;impacto dos sintomas urinários na qualidade de vida dessa população. Paciente e&#10;métodos: um estudo transversal com 113 mulheres com IOP será realizado no&#10;Ambulatório de Ginecologia Endócrina do CAISM-UNICAMP e uma população&#10;controle para mesma idade e peso (n=110) será entrevistada no Ambulatório de&#10;Planejamento Familiar do CEMICAMP. Ambas serão submetidas após aceite e&#10;assinatura do TCLE a três questionários: um sóciodemográfico e clínico, outro contendo&#10;perguntas sobre IU (Kings Health Questionnaire) e outro sobre as demais disfunções do&#10;assoalho pélvico (Pelvic Floor Disease Inventory ? 20), como POP e IF. Iremos excluir&#10;mulheres que tem ou tiveram câncer, radioterapia prévia, cirurgia uroginecológica&#10;prévia. Os dados serão tabulados em Microsoft Excel e analisados no programa&#10;Intercooled Stata 13.0. Será estipulado um nível de significância de 5%. As variáveis&#10;contínuas serão analisadas com média/mediana e pelo teste t de Student; as dicotômicas&#10;ou binomiais serão avaliadas com proporção e teste de qui-quadrado ou Fisher.

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Cassia Raquel Teatin Juliato, Cristina Laguna Benetti-Pinto

  • 2017 – 2018Pesquisa

    Incontinência urinária em mulheres praticantes de Crossfit. Criação de Centros de Referencia de Continencia Atlética (Projeto CrossContinenceBrasil - CCB)

    Concluído

    O CrossFit é um conjunto de exercicios de alta intensidade e alto impacto que tem se popularizado no Brasil. O método inclui movimentos que aumentam a pressao intra abdominal podendo levar a perda involuntaria de urina. Embora existam beneficios para a saúde, as mulheres que praticam CrossFit devem ser orientadas para os riscos de incontinencia atletica e ter acesso a profissionais da saude capacitados em prevenção, diagnostico e tratamento desta afecção. Objetivos: O objetivo deste estudo é criar Centros de Referencia em Continencia Atlética no Brasil (Projeto Cross Continence Brazil) capaz de determinar a prevalencia de incontinencia urinaria em mulheres praticantes de CrossFit, realizar avaliação clinica e funcional do assoalho pélvico e trata-las por metodos não invasivos. Métodos: Trata-se de um estudo multicentrico para quantificar a ocorrencia de incontinencia urinaria em mulheres que praticam CrossFit e capacitar Instituições de Ensino no diagnostico, tratamento e prevenção da incontinencia atlética. Incialmente será criado um site com informações sobre os beneficios e riscos do CrossFit para a saúde da mulher (www.crosscontinecebrasil.com.br). No site, estará disponivel um questionario online com perguntas sobre dados demograficos (idade, estado civil, paridade), dados antropometricos (peso, altura e indice de massa corporea), status hormonal (ciclo menstrual, uso de contraceptivo hormonal), status nutricional (uso de suplementos, dietas, tipo de alimentação) e queixa de perda involuntaria de urina em algum dos exercicios basicos do CrossFit (12 exercicios). Seráo incluidas somente mulheres, com idades entre 18 e 40 anos, praticantes de CrossFit há no mínimo há um ano, em academias cadastradas no sistema CrossFit, e que assinem o termo de consentimento livre e esclarecido. Em um segundo momento, as praticantes de CrossFit serão convidadas a realizarem avaliação clinica e funcional do assoalho pélvico nas Instituições de Ensino cadastradas no site. A avaliação clinica será constituida pelo exame ginecologico e quantificação do prolapso genital. A avaliação funcional por meio da manobra digital, perineometria e ultrasonografia translabial com reconstrução tridimensional. As atletas com incontinencia urinaria será tratadas por meio da fisioterapia assoaiada ou não ao uso de dispositivos vaginais (pessario). Os dados coletados serão exportados para uma planilha Excel. As variáveis quantitativas serão analisadas por meio de média e desvio padrão. As varáveis quantitativas por porcentagens.A comparação das variáveis continuas com distribuição normal será feita pelo teste t. Já a comparação das variáveis qualitativas será feita por meio do teste do qui-quadrado ou teste exato de Fisher.Será fixado em 5% a hipótese de nulidade (p < 0,05).

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Cassia Raquel Teatin Juliato, Maita Poli de Araujo

  • 2016 – 2018Pesquisa

    Auto imagem corporal em mulheres com prolapso de órgãos pélvicos ? validação e adaptação do instrumento Body Image in the Pelvic Organ Prolapse Questionnaire (BIPOP) para a língua portuguesa

    Concluído

    Introdução / Justificativa: as distopias genitais femininas são um conjunto heterogêneo de distúrbios do assoalho pélvico, que podem ter impacto significativo sobre diversos aspectos da vida mulher. Um desses aspectos é a auto-imagem corporal, ou o conjunto de percepções e atitudes do indivíduo em relação ao próprio corpo. Estima-se que as distopias afetem negativamente a auto-imagem corporal da mulher. O questionário BIPOP, disponível em língua inglesa, é o único adequado para a avaliação da auto-imagem especificamente em mulheres com prolapso. Não há um instrumento equivalente validado para o português, e consequentemente, pouco se sabe sobre o impacto que tal patologia tem sobre tal variável entre as mulheres brasileiras. &#10;Objetivos: traduzir e adaptar culturalmente para o português o questionário Body Image in the Pelvic Organ Prolapse Questionnaire (BIPOP). Secundariamente, determinar a existência de diferenças na imagem corporal entre mulheres com e sem prolapso genital.&#10;Metodologia: estudo prospectivo observacional que visa incluir 100 mulheres com prolapso genital sintomático, que estejam buscando assistência nos ambulatórios de uroginecologia e de ginecologia geral de um hospital universitário, e 50 mulheres sem prolapso genital. Será aplicada uma versão do questionário BIPOP adaptada para o português após tradução por dois tradutores juramentados e análise por um grupo de pesquisadores da área. A versão adaptada do questionário será inicialmente testada em um piloto aplicado a uma pequena amostra inicial de participantes. &#10;Cronograma de Execução: coleta de dados (março/16 ? novembro/16); análise e discussão dos dados (novembro/16 ? março/17).&#10;Aspectos Éticos: as participantes assinarão o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para participar da pesquisa.

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Antonio Alberto Nogueira, Omero Benedicto P Neto, Rafael Mendes Moroni, Lucia Alves da Silva Lara

  • 2016 – 2018Pesquisa

    Analysis of the surgical technique during sacrocolpopexy: do they follow a pattern? A literature review

    Concluído

    Our main question do surgical techniques (eg. type of suture technique, type of suture material, number/location of sutures over the promontory) differ among abdominal and/or laparoscopic sacrocolpopexy?&#10;All observational and randomized controlled studies regarding sacrocolpopexy will be searched from inception to this moment from MEDLINE/PubMED, SCOPUS, EMBASE, LILACS and CENTRAL databases. No restriction will be given with regard to the language. Grey literature will be also investigated by the conference and/or abstracts books from the International Urogynecological Association, International Continence Society and American Urogynecology Society. Search strategy will be further published in this protocol.&#10;Variables to be considered in this review: &#10;1 - Type of suture material - prolene, mersilene, nylon, non-absorbable &#10;2 - Number and location of sutures &#10;3 - Type of mesh material - polypropylene, marlex, animal origin &#10;4 - Suture types (interrupted, continuous) &#10;5 - Materials used to fix the suture in the promontory (eg. staples)&#10;Operation time will be important, despite it won´t be specific to the intra-operative time of the suture, which is the most important part of this review.&#10;Data extraction with regard to this systematic review will be particularly difficult because not all writers are concerned with the quality of their description of the surgical technique. If this is not found, two review authors (Pedro Moreira and Laissa Wane) will independently assess the material by contacting all authors to extract missing variables. Titles and/or abstracts of studies retrieved using the search strategy and those from additional sources will be screened independently by two review authors to identify studies that potentially meet the inclusion criteria outlined above. The full text of these potentially eligible studies will be retrieved and independently assessed for eligibility by two review team members (Pedro Moreira and Laissa Wane). Any disagreement between them over the eligibility of particular studies will be resolved through discussion with a third reviewer (Luiz Gustavo Brito/Cassia Juliato) .&#10;Discussion of the data and editing/revising the manuscript ? Prof. Cosson + Dr. Giraudet

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Michel Cosson, Geraldine Giraudet, Cassia Raquel Teatin Juliato, Pedro Lavigne Moreira, Laissa Wane

  • 2016 – 2018Pesquisa

    Existe influência do modo de nascer no trauma perineal leve e severo ? Uma abordagem qualitativa por fenomenologia da perspectiva de mulheres que vivenciaram o parto humanizado

    Concluído

    Introdução/Justificativa: O trauma perineal apresenta elevada prevalência e pode impactar em inúmeros aspectos a vida da mulher. O modo de percepção sobre a ocorrência deste evento pode ser influenciado provavelmente pela via e processo de parturição. Não se sabe se o processo de humanização do parto poderia influenciar nessa análise.&#10;Objetivos: Compreender a percepção da mulher submetida a parto humanizado (hospitalar ou domiciliar) sobre a presença do trauma perineal e como isso influenciou toda a vivência do processo.&#10;Metodologia: Um estudo misto (quali e quantitativo) por triangulação de métodos com aproximadamente 100 mulheres será realizado dentro e fora do município de Ribeirão Preto, com análise de conteúdo das entrevistas individuais e utilização de teoria fenomenológica sobre a apreensão das categorias acerca do tema.&#10;Resultados esperados: Acredita-se que a humanização do parto influencie de forma positiva a vivência do trauma perineal. Porém, não sabemos em que nível de satisfação ou de aceitação a mulher que apresenta a experiência se encontra.&#10;Cronograma de execução: Pretende-se começar as entrevistas em julho de 2016, com finalização em janeiro de 2017. A análise ocorrerá em paralelo. A revisão de prontuários para a fase quanti do trabalho será realizada antes ou depois das entrevistas.

    Equipe

    Luiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Antonio Alberto Nogueira, Ricardo de Carvalho Cavalli, Geraldo Duarte, Alessandra Cristina Marcolin, Raquel Bosquim Zavanella Vivancos, Ana Cynthia Baraldi

Orientações

9 de 9 orientações
Por página
  • Doutorado
    desde 2025
    Ingrid Antunes · Orientação
    Radiofrequência em mulheres com prolapso genital sintomático não-avançado: ensaio clinico · Tocoginecologia · Universidade Estadual de Campinas
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2025
    Lizandra Maia de Sousa · Co-orientação
    Alterações da parede vaginal e do ligamento uterossacro de mulheres com prolapso de orgaos pelvicos severo uma abordagem morfologica e molecular das fibras elasticas · Biologia Molecular e Morfofuncional · Universidade Estadual de Campinas · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Em andamento
  • Iniciação Científica
    desde 2025
    Gabriela Tesch Toledo Cornelio · Orientação
    Tradução e Validação do Questionário sobre Frouxidão Vaginal - Vaginal Laxity Scale (VLS) - para a Língua Portuguesa do Brasil · Medicina · Universidade Estadual de Campinas · Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Em andamento
  • Iniciação Científica
    desde 2025
    Luana Nunes Guimarães de Carvalho · Orientação
    Prevalência de disfunção de assoalho pélvico em pacientes com incongruência de gênero · Medicina · Universidade Estadual de Campinas · Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Juliana do Carmo Fazzolari · Orientação
    Expressão do gene HOXA 11 em mulheres com prolapso genital · Tocoginecologia · Universidade Estadual de Campinas
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Claudia Ruana Milan · Orientação
    VALIDAÇÃO CULTURAL E TRADUÇÃO DO QUESTIONÁRIO POST-AFFIRMING SURGERY FORM AND FUNCTION INDIVIDUAL REPORTING MEASURE (AFFIRM) PARA A LÍNGUA PORTUGUESA · Tocoginecologia · Universidade Estadual de Campinas
    Em andamento
  • Pós-doutorado
    desde 2024
    Glaucia Miranda Varella Pereira · Orientação
    · Universidade Estadual de Campinas · Bolsa Faculdade de Ciências Médicas - UNICAMP
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2022
    Idelberto do Val Ribeiro Junior · Orientação
    Morfina versus metadona como analgesia no pós-operatório de mulheres submetidas a cirurgia laparoscópica: um ensaio clínico randomizado, duplo-cego · Tocoginecologia · Universidade Estadual de Campinas
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2020
    Sarah Olivi Chaim · Orientação
    Overview de revisões sistemáticas da Cochrane sobre leiomioma uterino · Tocoginecologia · Universidade Estadual de Campinas
    Em andamento

Bancas julgadoras

229 registros
229 de 229 bancas
Por página
  • 2025
    Arissa Onishi
    ENDOMETRIOSE: ELABORAÇÃO DE UM PROTOCOLO ASSISTENCIAL E REVISÃO DA LITERATURA · Ciência Aplicada à Qualificação Médica · Universidade Estadual de CampinasBanca: Luiz Gustavo Oliveira Brito, Daniela Angerame Yela Gomes, Júlio César Rosa-e-Silva
    Mestrado
  • 2025
    Flávia Moro Ferrari
    Concordância por Compartimentos entre a Ultrassonografia Transvaginal e a Ressonância Magnética no Diagnóstico de Endometriose Pélvica Profunda: Estudo Prospectivo · Ciências da Reabilitação · Universidade Federal de AlfenasBanca: Rodrigo Menezes Jales, Sergio Sanjuan Dertkigil, Sophie Francoise Mauricette Derchain, Luiz Gustavo Oliveira Brito
    Mestrado
  • 2025
    Andrea Marchetti Silveira
    Segundo expulsivo prolongado e disfunções do assoalho pélvico: uma revisão sistemática · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Luiz Gustavo Oliveira Brito, Glaucia Miranda Varella Pereira, Gabriela Pravata Rezende, Adriana Gomes Luz, patricia moretti rehder
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Thais de Castro Santos
    EFEITO DA FOTOBIOMODULAÇÃO NA DOR E CICATRIZAÇÃO EM MULHERES NO PUERPÉRIO IMEDIATO COM LACERAÇÕES PERINEAI: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO · Ciências da Reabilitação · Universidade Federal de AlfenasBanca: Lígia de Sousa Marino, Fernanda Rossi Paolillo, Luiz Gustavo Oliveira Brito
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2024
    Arissa Onishi
    Tratamento hormonal e complementar da endometriose · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Daniela Yela Angerame Gomes, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Luiz Francisco Cintra Baccaro
    Mestrado
  • 2024
    Fernanda de Almeida Andriotti
    Atendimento Integral à saúde da mulher ? sexualidade e planejamento reprodutivo de mulheres atendidas na Atenção Primária em Ribeirão Preto - SP · Saúde Pública · Universidade de São PauloBanca: Giordana Campos Braga, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Mariane Nunes de Nadai
    Mestrado
  • 2024
    Gabriela Pravatta Rezende Antoniassi
    Sangramento uterino anormal em mulheres brasileiras: um estudo multicêntrico · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Cristina Laguna Benetti-Pinto, Luiz Francisco Cintra Baccaro, Luiz Gustavo Oliveira Brito, José Maria Soares-Júnior, Rosana Maria dos Reis, Rose Luce Gomes do Amaral
    Doutorado
  • 2024
    Nelio Neves Veiga Junior
    Cuidado integral ao aborto: tipos de manejo, análise de complicações e experiência do cuidado · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Luiz Francisco Cintra Baccaro, Luiz Gustavo Oliveira Brito, jose paulo de siqueira guida, Olimpio Barbosa de Moraes Filho, Armando Antunes Junior
    Doutorado
  • 2024
    Helena Slongo
    TRATAMENTOS COM ENERGIA PARA SÍNDROME GENITOURINÁRIA DA MENOPAUSA E DA BEXIGA HIPERATIVA ? RESULTADOS DE DOIS ESTUDOS CLÍNICOS RANDOMIZADOS · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Cassia Raquel Teatin Juliato, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Luiz Francisco Cintra Baccaro, Jorge Milhem Haddad, Marair Gracio Ferreira Sartori
    Doutorado
  • 2024
    Leonardo Vieira Elias
    Curva de aprendizado para cirurgia de colposacrofixaçao laparoscópica e resultados · Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Daniel Spadotto Dias, marta maria kemp, Luiz Gustavo Oliveira Brito, waldir pereira modotti, Nilton Jose Leite
    Doutorado
  • 2024
    Leonardo Vieira Elias
    Curva de aprendizado para cirurgia de colposacrofixaçao laparoscópica e resultados · Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Daniel Spadotto Dias, Nilton Jose Leite, Luiz Gustavo Oliveira Brito
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    Isabela Corte Archangelo
    Conhecimento da prática clínica de ginecologistas e urologistas que atuam nas disfunçoes do assoalho pélvico: estudo observacional · Ciências da Cirurgia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Simone Botelho Pereira, Luiz Gustavo Oliveira Brito, evelise aline soares
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2024
    Helena Slongo
    Tratamentos com energia para síndrome genitourinaria da menopausa e síndrome da bexiga hiperativa - resultados de dois estudos clínicos randomizados · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Cassia Raquel Teatin Juliato, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Luiz Francisco Cintra Baccaro, Daniela Yela Angerame Gomes
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    Marina de Paula Andres
    Modelo preditivo para o diagnóstico clínico de endometriose através de Machine Learning · Ginecologia e Obstetrícia · Universidade de São PauloBanca: Gustavo Arantes Rosa Maciel, Sergio Podgaec, Luiz Gustavo Oliveira Brito
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    Entrevistador para o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Medicina Pélvica e Cirurgia Reconstrutiva
    · Faculdade de Ciências Médicas - UNICAMPBanca: Cassia Raquel Teatin Juliato, Edilson Benedito de Castro, juliana do carmo fazzolari, Luiz Gustavo Oliveira Brito
    Avaliação de cursos
  • 2023
    Leticia Ferracini Lenharo Hayashi
    Adaptação e validação do questionário de qualidade de vida da International Pelvic Pain Society na língua portuguesa · PESQUISA EM CIRURGIA · Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São PauloBanca: RIBEIRO, HELIZABET SALOMÃO ABDALLA AYROZA, Júlio César Rosa-e-Silva, Luiz Gustavo Oliveira Brito, paulo ayrosa ribeiro, Luciano Gibran
    Mestrado
  • 2023
    Thays Marina Roncato Barcelos
    Avaliação da função sexual de pessoas com incongruência de gênero · Ginecologia e Obstetrícia · Universidade de São PauloBanca: Lucia Alves da Silva Lara, Cristine Homsi Jorge Ferreira, Luiz Gustavo Oliveira Brito
    Mestrado
  • 2023
    Rodrigo Bartilotti Barachisio Lisboa
    Sling transobturatório versus sling de incisão única para incontinência urinária de esforços: estudo randomizado controlado multicêntrico · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Luiz Gustavo Oliveira Brito, Emerson de Oliveira, Daniela Angerame Yela Gomes, marcio augusto averbeck
    Mestrado
  • 2023
    Belisa Franco de Campos
    Acolhimento do enfermeiro para controle da dor e da ansiedade em mulheres submetidas a histeroscopia diagnostica: ensaio clinico randomizado · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Daniela Yela Angerame Gomes, Elenice Valentim Carmona, Armando Antunes Junior, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Flavia Neves Bueloni Dias
    Mestrado
  • 2023
    Bruna Holanda Luz do Nascimento
    Efeito da abordagem do Desejo Sexual Hipoativo feminino pelo Ginecologista em um serviço especializado de cuidado à saúde sexual da mulher · Ginecologia e Obstetrícia · Universidade de São PauloBanca: Flavia Osorio, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Lucia Alves da Silva Lara
    Mestrado
  • 2023
    Renata Stefania Olah de Souza
    TRADUÇÃO E VALIDAÇÃO DO QUESTIONÁRIO ?VAGINAL CHANGES SEXUAL AND BODY ESTEEM (VSBE) SCALE? PARA A LÍNGUA PORTUGUESA · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Luiz Gustavo Oliveira Brito, rossana pulcinelli vieira francisco, jose paulo de siqueira guida, daniela anderson, YELA-GOMES, D.A.
    Mestrado
  • 2023
    Jordana Barbosa da Silva
    Instrumentos de medida para a área de Saúde da Mulher: significância clínica de questionários e diagnóstico de acurácia da função dos músculos do assoalho pélvico · Fisioterapia · Universidade Federal de São CarlosBanca: Patricia Driusso, luiz fernando approbato selistre, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Elizabeth Ferreira, paula regina M da silva serrao
    Doutorado
  • 2023
    Maria Riselda Vinhote da Silva
    Prevalência dos sintomas do trato urinário inferior e seu impacto na qualidade de vida das mulheres indígenas e não indígenas no Estado do Amazonas, Brasil · Medicina (Ginecologia) · Universidade Federal de São PauloBanca: Zsuzsanna Jarmy-di-Bella, adriana tavora de albuquerque taveira, Aparecida Maria Pacetta, Leticia Maria de Oliveira, MAGNANI, PEDRO SERGIO, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Marair Gracio Ferreira Sartori
    Doutorado
  • 2023
    Gláucia Miranda Varella Pereira
    Frouxidão vaginal - da invisibilidade ao diagnóstico e tratamento · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Luiz Gustavo Oliveira Brito, Zilma Silveira Nogueira Reis, Elizabeth Ferreira, Maria Laura Costa do Nascimento, Rodolfo de Carvalho Pacagnella
    Doutorado
  • 2023
    Anna Valeria Gueldini de Moraes
    Efeito da radiofrequencia não ablativa, do estrogenio topico e do hidratante vaginal no tratamento da sindrome geniturinária da menopausa sobre parametros clinicos e histopatológicos: ensaio clínio randomizado · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Adriana Orcesi Pedro Campana, Cristina Laguna Benetti-Pinto, Paulo Cesar Giraldo, José Maria Soares-Júnior, Rogerio Bonassi Machado, Luiz Gustavo Oliveira Brito
    Doutorado

Revisor de periódico

70 registros
  1. 2023 – presenteVínculo atual
    LANCET (0140--673)
    Revisor de periódico
  2. 2022 – presenteVínculo atual
    PLoS One
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  3. 2021 – presenteVínculo atual
    INTERNATIONAL JOURNAL OF GYNECOLOGY & OBSTETRICS
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  4. 2021 – presenteVínculo atual
    Journal of Sexual Medicine
    Revisor de periódico
  5. 2020 – presenteVínculo atual
    Human Fertility
    Revisor de periódico
  6. 2020 – presenteVínculo atual
    Techniques in Coloproctology
    Revisor de periódico
  7. 2020 – presenteVínculo atual
    CLIMACTERIC (CARNFORTH. ONLINE)
    Revisor de periódico
  8. 2020 – presenteVínculo atual
    Scientific Reports
    Revisor de periódico
  9. 2020 – presenteVínculo atual
    The European Journal of Contraception and Reproductive Health Care
    Revisor de periódico
  10. 2020 – presenteVínculo atual
    UROLOGY
    Revisor de periódico
  11. 2020 – presenteVínculo atual
    Journal of Endometriosis and Pelvic Pain Disorders
    Revisor de periódico
  12. 2019 – presenteVínculo atual
    Revista da Associacao Medica Brasileira
    Revisor de periódico
  13. 2019 – presenteVínculo atual
    TRANSLATIONAL ANDROLOGY AND UROLOGY
    Revisor de periódico
  14. 2019 – presenteVínculo atual
    Journal of Medicine and Life
    Revisor de periódico
  15. 2019 – presenteVínculo atual
    MEDICINA (USP.FMRP)
    Revisor de periódico
  16. 2019 – presenteVínculo atual
    Revista da Escola de Enfermagem da USP (Impresso)
    Revisor de periódico
  17. 2019 – presenteVínculo atual
    Revista da Escola de Enfermagem da USP (Impresso)
    Revisor de periódico
  18. 2019 – presenteVínculo atual
    BMJ Open
    Revisor de periódico
  19. 2019 – presenteVínculo atual
    CLINICS
    Revisor de periódico
  20. 2019 – presenteVínculo atual
    PHYSIOTHERAPY THEORY AND PRACTICE
    Revisor de periódico
  21. 2019 – presenteVínculo atual
    JOURNAL OF THE AMERICAN GERIATRICS SOCIETY
    Revisor de periódico
  22. 2019 – presenteVínculo atual
    NEUROUROLOGY AND URODYNAMICS
    Revisor de periódico
  23. 2018 – presenteVínculo atual
    BMC Pregnancy and Childbirth
    Revisor de periódico
  24. 2018 – presenteVínculo atual
    BMJ CASE REPORTS
    Revisor de periódico
  25. 2018 – presenteVínculo atual
    ABCS HEALTH SCIENCES
    Revisor de periódico
  26. 2018 – presenteVínculo atual
    BRAZILIAN JOURNAL OF UROLOGY
    Revisor de periódico
  27. 2018 – presenteVínculo atual
    BMC Womens Health
    Revisor de periódico
  28. 2018 – presenteVínculo atual
    INTERNATIONAL JOURNAL OF ADOLESCENT MEDICINE AND HEALTH
    Revisor de periódico
  29. 2018 – presenteVínculo atual
    Expert Opinion On Drug Metabolism and Toxicology
    Revisor de periódico
  30. 2017 – presenteVínculo atual
    Female Pelvic Medicine & Reconstructive Surgery
    Revisor de periódico
  31. 2017 – presenteVínculo atual
    Archives of Women's Mental Health
    Revisor de periódico
  32. 2017 – presenteVínculo atual
    Reproductive Biomedicine Online (Online)
    Revisor de periódico
  33. 2017 – presenteVínculo atual
    Case Reports in Obstetrics and Gynecology
    Revisor de periódico
  34. 2017 – presenteVínculo atual
    BIOMED RESEARCH INTERNATIONAL
    Revisor de periódico
  35. 2017 – presenteVínculo atual
    Brazilian Journal of Physical Therapy
    Revisor de periódico
  36. 2017 – presenteVínculo atual
    BJOG-AN INTERNATIONAL JOURNAL OF OBSTETRICS AND GYNAECOLOGY
    Revisor de periódico
  37. 2017 – presenteVínculo atual
    PHYSICAL THERAPY
    Revisor de periódico
  38. 2016 – presenteVínculo atual
    Brazilian Journal of Medical and Biological Research
    Revisor de periódico
  39. 2016 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Impresso)
    Revisor de periódico
  40. 2016 – presenteVínculo atual
    American Journal of Obstetrics and Gynecology (Print)
    Revisor de periódico
  41. 2016 – presenteVínculo atual
    BMC Medicine
    Revisor de periódico
  42. 2016 – presenteVínculo atual
    Cancer Biology & Medicine
    Revisor de periódico
  43. 2016 – presenteVínculo atual
    Journal of Obstetrics and Gynaecology (Online)
    Revisor de periódico
  44. 2015 – presenteVínculo atual
    Ultrasound in Obstetrics & Gynecology
    Revisor de periódico
  45. 2015 – presenteVínculo atual
    Cadernos de Saúde Pública (ENSP. Impresso)
    Revisor de periódico
  46. 2015 – presenteVínculo atual
    Journal of Women's Health (Larchmont, N.Y. 2002)
    Revisor de periódico
  47. 2015 – presenteVínculo atual
    Journal of Psychosomatic Obstetrics & Gynecology
    Revisor de periódico
  48. 2015 – presenteVínculo atual
    MedicalExpress
    Revisor de periódico
  49. 2015 – presenteVínculo atual
    Journal of Minimally Invasive Gynecology
    Revisor de periódico
  50. 2014 – presenteVínculo atual
    The American Journal of Case Reports
    Revisor de periódico
  51. 2014 – presenteVínculo atual
    Gynecology & Obstetrics
    Revisor de periódico
  52. 2014 – presenteVínculo atual
    Ciência e Saúde Coletiva (Impresso)
    Revisor de periódico
  53. 2013 – presenteVínculo atual
    Journal of Biomedical Research
    Revisor de periódico
  54. 2013 – presenteVínculo atual
    British Journal of Medicine and Medical Research
    Revisor de periódico
  55. 2013 – presenteVínculo atual
    Journal of Pediatric and Adolescent Gynecology
    Revisor de periódico
  56. 2013 – presenteVínculo atual
    Reproductive Sciences (Thousand Oaks. Online)
    Revisor de periódico
  57. 2013 – presenteVínculo atual
    European Journal of Obstetrics, Gynecology, and Reproductive Biology
    Revisor de periódico
  58. 2012 – presenteVínculo atual
    Femina (Rio de Janeiro)
    Revisor de periódico
  59. 2012 – presenteVínculo atual
    International Urogynecology Journal (Print)
    Revisor de periódico
  60. 2012 – presenteVínculo atual
    Revista de Pesquisa em Saúde
    Revisor de periódico
  61. 2012 – presenteVínculo atual
    The Journal of Obstetrics and Gynecology of India
    Revisor de periódico
  62. 2011 – presenteVínculo atual
    Breast Cancer: Targets and Therapy
    Revisor de periódico
  63. 2011 – presenteVínculo atual
    International Journal of Women's Health
    Revisor de periódico
  64. 2011 – presenteVínculo atual
    UroToday International Journal
    Revisor de periódico
  65. 2011 – presenteVínculo atual
    Urology Annals
    Revisor de periódico
  66. 2011 – presenteVínculo atual
    Clinics (USP. Impresso)
    Revisor de periódico
  67. 2011 – presenteVínculo atual
    Urogynaecologia
    Revisor de periódico
  68. 2011 – presenteVínculo atual
    World Journal of Surgical Oncology
    Revisor de periódico
  69. 2010 – presenteVínculo atual
    The Journal of Reproductive Medicine
    Revisor de periódico
  70. 2010 – presenteVínculo atual
    International Journal of Clinical Oncology
    Revisor de periódico

Prêmios e títulos

58 registros
58 de 58 prêmios
Por página
  • 2025
    5o lugar - Ginecologia - Estudo original - Eritrocitose em homens trans: suspender ou fracionar a dose de testosterona ?
    Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetricia (FEBRASGO)
  • 2025
    Best Paper in Locoregional Treatment - Omission of Axillary surgery in early breast cancer with negative lymph nodes: a systematic review and meta-analysis of randomized clinical trials
    Brazilian Breast Cancer Symposium
  • 2025
    International Specialist and IUGA Recognized Expert in Pelvic Floor Dysfunction (INSPIRE)
    International Urogynecological. Association (IUGA)
  • 2025
    Destaque entre os Editores Associados
    Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (RBGO)
  • 2024
    1o lugar - Ginecologia - Complicações relacionadas à frequencia de higienização dos pessários vaginais em mulheres com prolapso genital: ensaio clínico randomizado
    SOGESP
  • 2024
    4o lugar - Ginecologia - Comparação da eletroestimulação do nervo tibial unilateral versus bilateral em mulheres com síndrome da bexiga hiperativa: ensaio clínico randomizado
    SOGESP
  • 2024
    Best Category Transgender - Pelvic floor disorders among transgender patients: a scoping review
    International Continence Society
  • 2023
    2o Lugar - Ginecologia - Melhores Trabalhos - Uso de um aplicato móvel para treinamento dos músculos do assoalho pélvico em mulheres com incontinência urinária, ensaio clinico randomizado
    SOGESP (Associação de Obstetrícia e Ginecologia de Sâo Paulo)
  • 2023
    1o lugar - Melhor Revisão Sistematizada em GInecologia - 61 CBGO - Tratamento da frouxidão vaginal: revisão sistemática e metanálise
    FEBRASGO
  • 2023
    Avaliação da função sexual em pessoas transgênero - Trabalhos Orais Premiados - COBRAFISM (Congresso Brasileiro de Fisioterapia em Saúde da Mulher)
    ABRAFISM
  • 2022
    2o lugar - Ginecologia - Efeito da Radiofrequencia versus Treinamento Muscular do Assoalho Pélvico no Tratamento de Mulheres com Frouxidão Vaginal
    SOGESP
  • 2022
    2o lugar - Estudo Original - Ginecologia - Radiofrequencia e Treinamento Muscular do Assoalho Pélvico em Mulheres com Frouxidao Vaginal - resultados de 6 meses para estudo randomizado
    FEBRASGO, durante 60o Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetricia
  • 2021
    Título em Área de Atuação em Endoscopia Ginecológica
    FEBRASGO
  • 2021
    2o lugar - Prêmio de Melhores Trabalhos em Ginecologia, &quot;Endometriose profunda e sintomas álgicos: uma associação ligada às disfunções dos músculos do assoalho pélvco&quot;
    SOGESP
  • 2021
    2o lugar, Estudo Original, Ginecologia, &quot;Alongamento vaginal e laser na função sexual de mulheres com dor miofascial do assoalho pélvico&quot;
    FEBRASGO, durante 59o Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia
  • 2021
    3o lugar, Ginecologia, Estudo Original, &quot;Laser de CO2 fracionado versus treinamento muscular do assoalho pélvico para incontinência urinária de esforço: ensaio clínico randomizado&quot;
    FEBRASGO, durante 59o Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia
  • 2021
    1o lugar, Ginecologia, Revisão Sistematizada, &quot;Elastografia ultrassonográfica no diagnóstico de endometriose: revisão sistemática com metanálise
    FEBRASGO, durante 59o Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia
  • 2020
    Golden Hysteroscope Award
    American Association for Gynecological Laparoscopists - AAGL Foundation
  • 2019
    5o Lugar - Melhor Trabalho de Ginecologia - Disfunção de assoalho pélvico em mulheres com insuficiência ovariana prematura
    SOGESP
  • 2019
    4o Lugar - Melhor Trabalho de Obstetrícia - Diagnóstico ultrassonográfico de microcefalia - comparação de três curvas de crescimento fetal
    SOGESP
  • 2019
    3o lugar - Categoria Tempo de avaliação de manuscritos submetidos a RBGO de 2016 a 2019 - Mérito RBGO Gynecology & Obstetrics
    FEBRASGO
  • 2019
    Step 2 CK - 236 - Pass - United States Medical License Examination
    Education Committee for Foreign Medical Graduates (ECFMG)
  • 2019
    USMLE Board Certification - M.D - United States of America
    ECFMG
  • 2018
    2017 Publons Peer Review Award
    Publons
  • 2018
    4th Top Peer Reviewers, Editoral Board Member
    International Urogynecology Journal

Participação em eventos

522 registros
522 de 522 participações
Por página
  • 2025
    Comentários sobre a aula Síndrome Genito urinária da Menopausa: Insights dos novos guidelines da AUA
    Summit em Disfunções Miccionais · Conferencista · Convidado · Porto Alegre
  • 2025
    Panelista de Ginecologia do FEBRAQUIZ SOGESP para residentes - segundo dia
    30 Congresso Paulista de Obstetricia e Ginecologia · Moderador · Convidado · São Paulo
  • 2025
    TT12 - Cirurgias em Uroginecologia: dicas ilustradas - Sling Transobsturatório e Sling Retropúbico
    30 Congresso Paulista de Obstetricia e Ginecologia · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2025
    Urologia feminina discutida em profundidade - Casos clínicos
    Summit em Disfunções Miccionais · Conferencista · Convidado · Porto Alegre
  • 2025
    Discussão ? CASOS CLÍNICOS - Apresentação de casos de prolapso com e sem incontinência
    Summit em Disfunções Miccionais · Conferencista · Convidado · Porto Alegre
  • 2025
    DBI 11 - Ginecologia Moderna: Discussão sobre Novos Procedimentos
    30 Congresso Paulista de Obstetricia e Ginecologia · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2025
    Correção de fistula urogenital: qual a melhor via cirúrgica?
    6 Encontro de Videolaparoscopia e Robótica em Ginecologia · Conferencista · Convidado · Brasilia
  • 2025
    Acolhimento e atendimento - cuidados em saúde com as pessoas LGBTQIA+
    62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
  • 2025
    Correção de prolapso via videolaparoscopica: tips and tricks
    6 Encontro de Videolaparoscopia e Robótica em Ginecologia · Conferencista · Convidado · Brasilia
  • 2025
    Frouxidão vaginal: o que fazer? na Mesa Redonda Disfunções de Assoalho Pèlvico
    62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
  • 2025
    Coordenador da Mesa Episiotomia
    62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Moderador · Convidado · Rio de Janeiro
  • 2025
    Sacrocolpopexia e defeito posterior
    International Congress of Minimally Invasive Gynecology and Endometriosis · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2025
    Complicaciones de la cirugias uroginecologicas - como tratar
    35 Congreso Mexicano de Urologia Ginecologica · Conferencista · Convidado · Querretaro
  • 2025
    Atrofia, frouxidão e outras disfunções uroginecológicas
    CERVICOLP 2025 · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2025
    Vídeo: Sling retropúbico: dicas e cuidados cirúrgicos
    62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
  • 2025
    33 Congresso de Ginecologia e Obstetricia de Ribeirão Preto
    Ouvinte · Ribeirão Preto
  • 2025
    MODERADOR do DEBATE INFORMAL &quot;UROGINECOLOGIA&quot;
    33 Congresso de Ginecologia e Obstetricia de Ribeirão Preto · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2025
    ABORDAGEM CLÍNICA DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA (BEXIGA HIPERATIVA)
    Salvata Experience 5a edição · Conferencista · Convidado · Fortaleza
  • 2025
    ABORDAGEM DE PROLAPSO DE ÓRGÃOS PÉLVICOS
    Salvata Experience 5a edição · Moderador · Convidado · Fortaleza
  • 2025
    Incontinência urinária: quando a cirurgia é a opção?
    33 Congresso de Ginecologia e Obstetricia de Ribeirão Preto · Moderador · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2025
    TT66 - Trauma Perineal no Parto - Episiotomia: quando, como e porque?
    30 Congresso Paulista de Obstetricia e Ginecologia · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2025
    Coordenação do Curso Prático em Ginecologia 3 - Aspectos práticos da rotura perineal
    30 Congresso Paulista de Obstetricia e Ginecologia · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2025
    Coordenador do Curso Prático de G&O - Inovações em Ginecologia
    30 Congresso Paulista de Obstetricia e Ginecologia · Moderador · Convidado · São Paulo
  • 2025
    Sacrocolpopexia: passo a passo da técnica cirúrgica
    Summit em Disfunções Miccionais · Conferencista · Convidado · Porto Alegre
  • 2024
    Tratamento da incontinencia urinária e do prolapso genital no consultório
    17 Jornada de Ginecologia e Obstetricia do Tocantins · Conferencista · Convidado · Palmas

Formação complementar

29 registros

Coautorias

33 coautores

Na imprensa

beta

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As notícias são ligadas ao docente automaticamente, pelas etiquetas do Jornal ou pelo nome no texto (o nome abreviado só conta quando vem depois de um título como “professora”). Homônimos ficam de fora; ainda pode haver falsos positivos e omissões.