Luiz Gustavo Brito.
Livre · Departamento de Ginecologia e Obstetrícia
- Departamento
- Departamento de Ginecologia e Obstetrícia
Currículo atualizado em 19/11/2025
Cita-se como: BRITO, LG;Brito LG;BRITO, LUIZ GUSTAVO OLIVEIRA;BRITO LUÍS GUSTAVO OLIVEIRA;BRITO, LUIZ GUSTAVO DE OLIVEIRA;Brito, Luiz Gustavo;Oliveira Brito, Luiz Gustavo;Brito, L.G.;BRITO, L.G.O.;BRITO, L. G. O.;Oliveira Brito, LG;BRITO, LUIZ;BRITTO, L.G.O.;BRITTO, LUIZ GUSTAVO OLIVEIRA;OLIVEIRA BRITO, L.G.;BRITO PHD, LUIZ GUSTAVO DE OLIVEIRA;BRITO, LUIZ GUSTAVO OLIVERIA;OLIVEIRA BRITO, L.;BRITO, LUIZ G. O.;Developed by the Joint Writing Group of the American Urogynecologic Society and the International Urogynecological Association;BRITO, LUIZ GUSTAVO O;BRITO, LUIZ G.O.;BRITO, LUIZ GUSTAVO O.;BRITO, LUIZ GO;BRITO, LUIZ G. OLIVEIRA;OLIVIERA BRITO, LUIZ G;OLIVIERA BRITO, L.G.;NIHR Global Health Unit on Global Surgery;COVIDSurg Collaborative;BRITO, L;BRITO, LGO;Brito, Luiz Gustavo Olivera;de Oliveira Brito, Luiz Gustavo
Resumo biográfico
Luiz Gustavo Oliveira Brito é atualmente Professor Associado do Departamento de Gineclogia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de são Paulo. Ele foi professor Associado do Departamento de Tocoginecologia (DTG) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e Orientador Pleno do Programa de PG (nota 7 pela CAPES-Medicina III) . Foi também Professor do Curso de Medicina da Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP). Apresenta Pós-Doutorado na Harvard Medical School no Brigham and Womens Hospital. Realizou sua residência em Ginecologia e Obstetrícia e completou Mestrado, Doutorado e Livre-Docência na FMRP-USP, onde foi Orientador Pleno do Programa de PG em GO (nota 7 pela CAPES-Medicina III) de 2012 a 2019. Ex-Presidente da Associação Brasileira de Uroginecologia e Assoalho Pélvico (UROGINAP-BR) para o biênio 2021-2023. Foi presidente do Comitê de Publicações e Chair do Special Interest Group de Uroginecologia e Cirurgia Vaginal da American Association for Gynecological Laparoscopists (AAGL). Ex-International Advisory Board (IAB) da América Latina e Caribe da International Urogynecological Association (IUGA). Atual Vice-Presidente da CNE de Uroginecologia e Cirurgia Vaginal da FEBRASGO. Ex-Membro da Junta Diretiva da ALAPP (Asociacion Latino Americana de Piso Pelvico). Publicou 241 artigos (140 desses depois da Livre-Docencia), 250 resumos, 18 capítulos de livros e 3 livros. Editor Associado da Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (RBGO). Editorial Board Member do Journal of Sexual Medicine. Revisor de mais de 60 periódicos nacionais e internacionais (IUJO, AJOG, BJOG, EJOGRB, UOG, Reproductive Sciences, J Womens Health, FPMRS) com 310 revisões cadastradas na Web of Science e de projetos de agências nacionais de fomento à pesquisa (FAPESP, CNPq) com minimo de 40 pareceres. Participou de mais de 150 bancas de pós-graduação latu e stricto sensu até o momento. Suas linhas de pesquisa versam atualmente sobre o diagnóstico/tratamento do Sangramento Uterino Anormal associado ao Leiomioma Uterino, Cirurgia Ginecológica e das Disfunções em Uroginecologia.
Indicadores
Áreas de atuação
01 registro- Ciencias Da SaudeMedicinaGinecologia
Formação acadêmica
14 registros- 2014 – 2015Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Harvard Medical School - Brigham and Womens´ HospitalBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 2013 – 2013AperfeicoamentoConcluídoObservership - Laparoscopie en Urogynecologie · Université Lille 2 - Droit et SantéOrientação: Michel CossonBolsa International Urogynecological Association
- 2010 – 2011DoutoradoConcluídoGinecologia e Obstetrícia · Universidade de São Paulo“Fatores motivacionais da mulher portadora de leiomioma uterino para a realização da histerectomia”Orientação: Francisco José Candido dos Reis
- 2009 – 2010MestradoConcluídoGinecologia e Obstetrícia · Universidade de São Paulo“Expressão imunohistoquímica do fator indutor de hipóxia 1-alpha em pacientes com câncer de mama localmente avançado e metastático”Orientação: Heitor Ricardo Cosiski Marana
- 2007 – 2009EspecializaçãoConcluídoOncologia Ginecológica · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloOrientação: Não houve
- 2007 – 2009Residencia-medicaConcluídoResidencia-medica · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBolsa Fundação do Desenvolvimento Administrativo
- 2005 – 2007Residencia-medicaConcluídoResidencia-medica · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloBolsa Fundação do Desenvolvimento Administrativo
- 2003 – 2003AperfeicoamentoConcluídoObstetrics and Gynecology - St Mary´s Hospital · McGill UniversityOrientação: Isabelle Girard
- 2002 – 2002AperfeicoamentoConcluídoAcademia Brasileira de Ciências - PALEVC · Instituto do Coração Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da UspOrientação: Prof Dr. Eduardo Moacyr KriegerBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
- 1998 – 2004GraduaçãoConcluídoMedicina · Universidade Federal do MaranhãoOrientação: Antonio Augusto Moura da SilvaBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
- 1995 – 1997Ensino-medio-segundo-grauConcluídoEnsino-medio-segundo-grau · Colégio Pitágoras
- 1993 – 1994Ensino-fundamental-primeiro-grauConcluídoEnsino-fundamental-primeiro-grau · Colégio Pitágoras
- 1983 – 1992Ensino-fundamental-primeiro-grauConcluídoEnsino-fundamental-primeiro-grau · Centro Educacional Montessoriano Reino Infantil
- Livre-docênciaConcluídoLivre-docência · Universidade de São Paulo
Idiomas
04 registros| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Inglês | Bem | Bem | Bem | Bem |
| Espanhol | Bem | Pouco | Razoável | Razoável |
| Francês | Bem | Razoável | Razoável | Bem |
| Italiano | Razoável | Pouco | Pouco | Razoável |
Atuação profissional
81 registros- 2025 – presenteVínculo atualFaculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloProfessor Associado MS 5.1Servidor Publico
- 2025 – presenteVínculo atualNetherlands Organization for Health Research and DevelopmentRevisor de projeto de fomento
- 2024 – presenteVínculo atualJournal of Sexual MedicineMembro de corpo editorial
- 2024 – presenteVínculo atualFundacio MaratoRevisor de projeto de fomento
- 2024 – presenteVínculo atualInternational Continence SocietyMembro
- 2023 – presenteVínculo atualFederação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia - SPVice-Presidente CNE UroginecologiaColaborador
- 2023 – 2024Associação de Obstetrícia e Ginecologia de SPCoordenador da Comissão EditorialProfessor Visitante1h/sem
- 2023 – 2023Health Research Council of New ZealandRevisor de projeto de fomento
- 2023 – 2024Asociacion Latinoamericana para el Piso PelvicoMembro
- 2022 – 2025Dedicação exclusivaUniversidade Estadual de CampinasProfessor Associado MS 5.1Servidor Publico
- 2022 – presenteVínculo atualAssociação de Obstetrícia e Ginecologia de SPMembro da Comissão de Cursos PráticosColaborador
- 2021 – presenteVínculo atualInternational Urogynecological AssociationInternational Advisory Board, LATAMProfessor Visitante2h/sem
- 2021 – 2021American Association of Gynecologic LaparoscopistsChair, Urogynecology SIGProfessor Visitante
- 2021 – 2023Associação Brasileira de Uroginecologia e Assoalho PélvicoPresidenteColaborador
- 2021 – 2023Associação de Obstetrícia e Ginecologia de SPMembro da Comissão Editorial Rev SOGESPProfessor Visitante
- 2020 – 2020American Association of Gynecologic LaparoscopistsVice-Chair, Urogynecology Vag Group SIGColaborador
- 2020 – 2025American Urogynecological AssociationInternational MemberProfessor Visitante
- 2020 – 2021Association of Professors in Gynecology and ObstetricsInternational MemberProfessor Visitante
- 2020 – 2021KU Leuven BZAPSRevisor de projeto de fomento
- 2020 – 2025REAL E BENEMERITA ASSOCIACAO PORTUGUESA DE BENEFICENCIA - SPConsultor de UroginecologiaColaborador8h/sem
- 2020 – presenteVínculo atualWOMEN & HEALTHMembro de corpo editorial
- 2019 – 2020International Urogynecological AssociationChair of the Program SubcommitteeColaborador
- 2019 – 2022American Association of Gynecologic LaparoscopistsPublication Committee ChairColaborador
- 2018 – presenteVínculo atualInternational Urogynecological AssociationSocial Media Editor, Int Urogynecology JournaColaborador
- 2018 – 2019American Association of Gynecologic LaparoscopistsBoard Member of the Urogynecology SIGColaborador
- 2018 – 2020Associação Brasileira de Uroginecologia e Assoalho PélvicoDiretor CientíficoMembro e Diretor Científico2h/sem
- 2018 – presenteVínculo atualAssociação Brasileira de Uroginecologia e Assoalho PélvicoSocio MembroSòcio
- 2018 – 2020BMC Womens HealthMembro de corpo editorial
- 2017 – 2019Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia - SPVice-Presidente, CNE UroginecologiaColaborador
- 2017 – presenteVínculo atualFederação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia - SPEditor Associado da RBGOColaborador
- 2017 – 2018American Association of Gynecologic LaparoscopistsPublication Committee MemberColaborador
- 2017 – 2017Universidade Federal de São CarlosProfessor ConvidadoProfessor Visitante
- 2016 – presenteVínculo atualConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoBolsista de Produtividade em Pesquisa Cl.2Bolsista10h/sem
- 2016 – presenteVínculo atualConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoRevisor de projeto de fomento
- 2016 – 2022Dedicação exclusivaUniversidade Estadual de CampinasProfessor Doutor MS 3.1Servidor Publico
- 2016 – 2020Centro de Pesquisas em Saúde Reprodutiva de CampinasSócio-Membro
- 2016 – 2019Associação Brasileira de Continência Berta StuartComitê CientíficoMembro Voluntário
- 2016 – presenteVínculo atualRevista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Impresso)Membro de corpo editorial
- 2015 – presenteVínculo atualInternational Urogynecological AssociationMember of the Editorial Board - Int Urogyn JColaborador
- 2015 – 2018International Urogynecological AssociationMember of the Education CommitteeColaborador2h/sem
- 2015 – 2016International Urogynecological AssociationMember of the International DatabaseColaborador2h/sem
- 2015 – 2016Universidade de Ribeirão PretoProfessor20h/sem
- 2015 – 2016Universidade de Ribeirão PretoPlantonista da MaternidadeColaborador
- 2015 – 2023International Urogynecology Journal (Print)Membro de corpo editorial
- 2014 – 2014Universidade de Ribeirão PretoPlantonista da MaternidadePlantonista da Obstetrícia12h/sem
- 2014 – 2015Dedicação exclusivaHarvard Medical School - Brigham and Womens´ HospitalPost-Doctoral Research FellowBolsista40h/sem
- 2014 – 2016American Society for Reproductive MedicineMember
- 2014 – presenteVínculo atualAmerican Association of Gynecologic LaparoscopistsMember
- 2014 – 2015Harvard Medical School - Massachussets General HospitalGuest VisitorVisiting Physician3h/sem
- 2013 – 2014Universidade de Ribeirão PretoProfessor Adjunto40h/sem
- 2013 – presenteVínculo atualThe Cochrane Collaboration GroupMembroColaborador
- 2013 – presenteVínculo atualSociedade Brasileira de Endometriose e Cirurgia Minimamente InvasivaSócio
- 2012 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloAssessor Ad-hocAssessor
- 2012 – presenteVínculo atualFemina (Rio de Janeiro)Membro de corpo editorial
- 2012 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloRevisor de projeto de fomento
- 2012 – presenteVínculo atualThe Cochrane Collaboration GroupMembroPesquisador Voluntário
- 2011 – 2012Universidade de Ribeirão PretoProfessorCeletista formal15h/sem
- 2011 – 2011World Journal of Obstetrics and GynecologyMembro de corpo editorial
- 2009 – presenteVínculo atualInternational Urogynecological AssociationMembroColaborador
- 2009 – 2012Sociedade Brasileira de MastologiaSócioColaborador
- 2009 – 2010Hospital do Cancer de Ribeirao PretoMedico AssistenteContratado4h/sem
- 2009 – 2016Associação dos Médicos Assistentes do Hospital das Clínicas - RPMembroColaborador
- 2009 – 2011Associação dos Pós-Graduandos da USP - RPMembroColaborador
- 2008 – 2009Prefeitura Municipal de Ribeirão PretoCeletistaServidor Publico20h/sem
- 2008 – 2011Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do HCFMRPMédicoCeletista formal24h/sem
- 2008 – 2016Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPMédico Assistente24h/sem
- 2007 – 2009Hospital Municipal de BebedouroObstetra da Maternidade do HMBPlantonista12h/sem
- 2007 – 2010Associação Brasileira de GenitoscopiaSócioColaborador
- 2005 – 2019Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloPesquisadorColaborador
- 2005 – presenteVínculo atualFederação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia - SPSócioColaborador
- 2005 – 2007Prefeitura Municipal de AltinópolisMédico Plantonista da Urgência do HMAHospital Municipal
- 2005 – 2009Associação dos Médicos Residentes de Ribeirão PretoMembroColaborador
- 2005 – presenteVínculo atualAssociação de Obstetrícia e Ginecologia de SPMembro
- 2003 – 2004Universidade Federal do MaranhãoDepartamento de Medicina IIIColaborador2h/sem
- 2003 – 2004Universidade Federal do MaranhãoDepartamento de Medicina IIIColaborador10h/sem
- 2002 – 2003Universidade Federal do MaranhãoDepartamento de Medicina IIIColaborador12h/sem
- 2001 – 2001Universidade Federal do MaranhãoDepartamento de Clínica MédicaColaborador2h/sem
- 2001 – 2002Sociedade Brasileira de FisiologiaMembro AspiranteColaborador
- 2000 – 2004Universidade Federal do MaranhãoDepartamento de Saúde Pública / Medicina IIIBolsista PIBIC-CNPq10h/sem
- 2000 – 2002Universidade Federal do MaranhãoDepartamento de Ciências FisiológicasMonitor de Fisiologia10h/sem
- 1999 – 2000Universidade Federal do MaranhãoDepartamento de PatologiaBolsista de extensão PREXAE10h/sem
Produção bibliográfica
518 registros- 2025ERITROCITOSE EM HOMENS TRANS: SUSPENDER OU FRACIONAR A DOSE DE TESTOSTERONA?Sergio Henrique Pires Okano; FRANCESCHINI, SILVIO ANTONIO; debora cantelli; Ana Carolina Japur de Sá Rosa e Silva; Rui Alberto Ferriani; Luiz Gustavo Oliveira Brito +1 autores · 62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Rio de Janeiro
- 2025INFLUÊNCIA DA MULTIPARIDADE E DA SENESCÊNCIA NA CÉRVICE UTERINA E NO PROLAPSO DE ÓRGÃOS PÉLVICOSrafaela dias neves; lizandra maia souza; silvio consomni; Luiz Gustavo Oliveira Brito · 62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Rio de Janeiro
- 2025EFEITO DO FRACIONAMENTO DA DOSE DE CIPIONATO DE TESTOSTERONA EM HOMENS TRANS COM ERITROCITOSESergio Henrique Pires Okano; Silvio Franceschini; Luiz Gustavo Oliveira Brito; Ana Carolina Japur de Sá Rosa e Silva; Rui Alberto Ferriani; Lucia Alves da Silva Lara · 62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Rio de Janeiro
- 2025PREVALÊNCIA DE DISFUNÇÃO DE ASSOALHO PÉLVICO EM PESSOAS TRANSGÊNEROLivia Maria de Souza Santos Hatanaka; Luiz Gustavo Oliveira Brito; Glaucia Miranda Varella Pereira; Sergio Henrique Pires Okano; Lucia Alves da Silva Lara; leticia quintana herren · 62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Rio de Janeiro
- 2025DETRANSIÇÃO HORMONAL EM POPULAÇÃO TRANSGÊNERO ADULTA ? REVISÃO SISTEMÁTICAlara mundim alves de oliveira; wallace rafael barbosa de lima; Lucia Alves da Silva Lara; Rose Luce Gomes do Amaral; Luiz Gustavo Oliveira Brito · 62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Rio de Janeiro
- 2024INSIGHTS INTO THE NITRIC OXIDE SIGNALING PATHWAY AND OXIDATIVE STRESS IN INTERSTITIAL CYSTITIS/BLADDER PAIN SYNDROME: A MOLECULAR ANALYSIS STUDYLuiz Gustavo Oliveira Brito; M Oliveira; G Passos; Carlos D´Ancona; Fabiola Monica; Edson Antunes · ICS 2024 · Madrid
- 2022Poster 495 - How do you do it? Heterogeneity in technique for uterosacral ligament suspension for apical prolapsejohnny yi; Tanaka Dune; Luiz Gustavo Oliveira Brito · AUGS & IUGA Joint Meeting · Wolters Kluver · ISBN 2151-8378 · Austin
- 2022P 107 - Comparison of the vaginal thickness measured by abdominal and vaginal ultrasound techniques of women with vaginal laxity: a cross-sectional studyGlaucia Miranda Varella Pereira; Cassia Raquel Teatin Juliato; Cristiane Martins de Almeida; Isabella Valente; DE ANDRADE, KLEBER CURSINO; Luiz Gustavo Oliveira Brito · 46th IUGA Virtual Meeting · Springer · Virtual
- 2022Uterosacral ligament suspension - is there heterogeneity among surgical techniques? - a systematic reviewLuiz Gustavo Oliveira Brito; fernando gesteira; mariana makishi; Mauricio Simoes Abrao; thais regina lourenço; marina de paula andres +1 autores · 46th IUGA VIrtual Meeting · Virtual
- 2022Laparoscopic high uterosacral ligament suspension and Burch colposuspenion - a step-by-step approachLuiz Gustavo Oliveira Brito; marina villaescusa; marina marani; beatriz evangelista; Mauricio Simoes Abrao · 46th IUGA Virtual Meeting · Virtual
- 20228097 How do you do it? a Survey on the Preferences of Surgeons Regarding Uterosacral Ligament Suspension (USLS) techniqueLuiz Gustavo Oliveira Brito; Mauricio Simoes Abrao; Tanaka Dune; johnny yi · Anual Meeting of the AAGL · Elsevier · Denver
- 2022425 LAPAROSCOPIC APPROACH OF RECURRENT CIRCUMFERENTIAL URETHRAL DIVERTICULUN Avilez; cristiano trindade; F de Oliveira Junior; lucas gon; Luiz Gustavo Oliveira Brito; J Ibrahim de Oliveira +3 autores · ICS 2022 Abstracts · Vienna
- 2021P0253 - Pain management during labor and delivery of high-risk pregnant women at a tertiary, academic hospitalMarcela Carniello; Luiz Gustavo Oliveira Brito; Giuliane Jesus Lajos; Paulo Marcelino Figueira · FIGO 2021 World Congress
- 2021P0665 - Impact of the COVID-19 pandemic on adolescent family planning and rescue through telecontraceptionLeonardo Flud Ideal; Joao Bosco Ramos Borges; Daniela Angerame Yela Gomes; Luiz Gustavo Oliveira Brito; Rose Luce Gomes do Amaral · 2021 FIGO World Congress
- 2020ESTROgen use on complications for women treating pelvic organ prolapse with vaginal PESSaries (ESTRO-PESS) ? a randomized clinical trialSuelene Costa de Albuquerque Coelho; GIRALDO, PAULO CÉSAR; Luiz Gustavo Oliveira Brito; Cassia Raquel Teatin Juliato · 45th IUGA Virtual Event
- 2020Vaginal stenosis in women with treated cervical and endometrial cancer: cross-sectional study of vaginal measurements, sexual function and quality of lifethais siqueira; PINTO E SILVA, MARCELA P.; Sophie Francoise Mauricette Derchain; Luiz Gustavo Oliveira Brito · 45th IUGA Virtual Event
- 2020Total versus subtotal hysterectomy for benign gynecological disorders: an update of a Cochrane reviewLuiz Gustavo Oliveira Brito; FABER, MARCELO DE ARRUDA; R Naik; Cassia Raquel Teatin Juliato; Anne Lethaby · 45th IUGA Virtual Event
- 2020Preliminary safety analyzed of fractional CO2 laser on stress urinary incontinence in womenSamantha Conde Rocha; Luiz Gustavo Oliveira Brito; JULIATO, CASSIA R. T.; Glaucia Varella · 45th IUGA Virtual Event
- 2020The role of physiotherapy after gender-affirming vaginoplasty: a case reportElizabeth Ferreira; D porto; Mara Etienne; A Dellaquila; F Giarreta; Luiz Gustavo Oliveira Brito +1 autores · 45th IUGA Virtual Event
- 2019Urinary incontinence in women with depressive symptoms: a case-control study of middle-aged Brazliian Northeastern womenClice P C Sousa; Leonardo Galvão-Moreira; Luiz Gustavo Oliveira Brito; Haissa Oliveira Brito; Rodrigo Barroqueiro; Lucia Helena Simoes da Costa Paiva +1 autores · AUGS and IUGA Joint Meeting (PFD Week) · Lippincott Williamsn & Wilkins · ISBN 2151-8378 · Nashville
- 2019Perineal trauma is more related with an existential change than a physical modification itself: a qualitative study with women experiencing humanized birthRaquel Bosquim Zavanella Vivancos; Pedro Henrique Valerio; Aline F P Almeida; Fabiana Villela Mamede; Alessandra Cristina Marcolin; Luiz Gustavo Oliveira Brito · AUGS and IUGA Joint Meeting (PFD Week) · Lippincott Williamsn & Wilkins · ISBN 2151-8378 · Nashville
- 2019Pelvic floor dysfunctions in women with premature ovarian insufficiency: a cross-setional studyJulia Ferreira Fante; Cristina Laguna Benetti-Pinto; Cassia Raquel Teatin Juliato; Helymar Costa Machado; Luiz Gustavo Oliveira Brito · AUGS and IUGA Joint Meeting (PFD Week) · Lippincott Williams & Wilkins · ISBN 2151-8378 · Nashville
- 2019Selective episiotomy versus no episiotomy for perineal trauma: a systematic review with metanalysisGlaucia Varella; Renato Hosoume; Cassia Raquel Teatin Juliato; Luiz Gustavo Oliveira Brito · AUGS and IUGA Joint Meeting (PFD Week) · Lippincott Williams & Wilkins · ISBN 2151-8378 · Nashville
- 2019Prevalence of female urinary incontinence in Crossfit practittioners and associaited factors: an Internet population-based surveyMaita Poli de Araujo; Luiz Gustavo Oliveira Brito; Fabiana Rossi; Fabiana Villela Mamede; Maria Luisa Garbiere; Maria Eduarda Vilela +1 autores · AUGS and IUGA Joint Meeting (PFD Week) · Lippincott Williams & Wilkins · ISBN 2151-8378 · Nashville
- 2019Assessing the impact of urogynecology research in social media: are we being read outside theGlaucia Varella; Cassia Raquel Teatin Juliato; Luiz Gustavo Oliveira Brito · AUGS and IUGA Joint Meeting (PFD Week) · Lippincott Williams & Wilkins · ISBN 2151-8378 · Nashville
Produção técnica
326 registros- 2025Parecer Manuscrito IUJO-D-25-00627Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2025Parecer CNPq processo 306012/2025-1Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2025Parecer CNPq processo 151920/2025-7Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2025Parecer CNPq processo 308420/2025-0Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2025Parecer CNPq processo 421681/2025-0Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2024Parecer ManuscritoIUJO-D-24-00043Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2024Parecer Manuscrito IUJO-D-24-00413Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2024Parecer Manuscrito IUJO-D-24-00872Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2024Parecer CNPq processo 305405/2024-1Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2024Parecer CNPq processo 303266/2024-4Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2023Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00022Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2023Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00276Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2023Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00330Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2023Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00425Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2023Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00509Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2023Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00470Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2023Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00470R1Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2023Parecer Manuscrito IUJO-D-23-00846Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2023Parecer CNPq processo 314358/2023-4Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2022Parecer Manuscrito IUJO-D-22-00057Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2022Parecer Manuscrito IUJO-D-22-00136Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2022Parecer Manuscrito IUJO-D-22-00268Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2022Parecer Manuscrito IUJO-D-22-00373Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2022Parecer Manuscrito IUJO-D-22-00404Luiz Gustavo Oliveira Brito
- 2022Parecer Manuscrito IUJO-D-22-00404R1Luiz Gustavo Oliveira Brito
Projetos de extensão
01 registroProjetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.
- Concluído1999 – 2001Extensão
Ambulatório e Laboratório de Imunologia Básica
Projeto de Extensão da UFMA
Financiadores- · NAO_INFORMADO
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito, Maria do Desterro S B Nascimento (Responsável), Geusa Felipa de Barros Bezerra, Walbert Edson Muniz Filho, Ivone Garros Rosa
Projetos
56 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2024 – presentePesquisa
Desenvolvimento e Validação do Questionário sobre Frouxidão Vaginal Vaginal Laxity Scale (VLS)
Financiadores- Universidade Estadual de Campinas · BOLSA
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Glaucia Miranda Varella Pereira
- Em andamento2024 – presentePesquisa
Frequencia de sintomas urinários em mulheres com leiomioma uterino
O leiomioma uterino é o tumor ginecológico mais frequente na população feminina, e seus sintomas mais comuns são o sangramento uterino anormal e a dor pélvica. Questiona-se se o tamanho e a posição do leiomioma podem influenciar no surgimento de sintomas urinários, pois existem poucos estudos com baixo tamanho amostral avaliando a frequência de sintomas urinários em mulheres com esta neoplasia. O objetivo deste estudo é conhecer a frequência de queixas urinárias relacionadas a leiomiomas uterinos, e buscar se há associação entre as características do leiomioma de acordo com a classificação FIGO e a presença de sintomas urinários. Para cumprir estes objetivos será realizado um estudo transversal no período de fevereiro a dezembro de 2025 avaliando 152 mulheres com diagnóstico ultrassonográfico (US) e/ou por ressonância nuclear magnética (RNM) de leiomioma uterino. As participantes serão selecionadas no Ambulatório de Ginecologia Cirúrgica do CAISM (Hospital da Mulher) e responderão uma ficha-protocolo com variáveis sociodemográficas e clínicas, sintomas urinários e a três questionários específicos: um direcionado ao leiomioma (UFS-QOL) e outros dois para disfunção de assoalho pélvico (PFIQ-7 e PFDI-20). Em caso de tratamento clínico e/ou cirúrgico, os questionários serão respondidos após três meses de intervenção para avaliar responsividade do tratamento. A análise estatística será realizada pelo programa estatístico Intercooled Stata versão 16.1 (College Station, Texas 77845 USA).
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), leticia quintana herren
- Em andamento2024 – presentePesquisa
PREVALÊNCIA DE DISFUNÇÃO DE ASSOALHO PÉLVICO EM PACIENTES COM INCONGRUÊNCIA DE GÊNERO
Introdução: incongruência de gênero é a discordância entre o sexo anatômico, designado ao nascimento, e o gênero vivenciado pelo indivíduo. Pessoas frequentemente estigmatizadas e discriminadas, vivem à margem da sociedade, com necessidade de buscar formas alternativas de sobrevivência, como prostituição. O uso de drogas, o preconceito, a violência e o abuso, seja físico, e/ou sexual é altíssimo. No Brasil há cerca de 1 milhão de transgêneros, o equivalente a 0,69 da população, e é o país mais violento contra transgêneros no mundo. Atualmente há poucos estudos que caracterizam o assoalho pélvico de transgêneros masculinos ou femininos, não se sabendo quais influências ou fatores de risco atuam na pelve e na origem de sintomas urinários, anorretais, de prolapsos de órgãos pélvicos e sexuais. Objetivos: avaliar a presença de disfunção de assoalho pélvico em transgêneros masculinos e femininos, com e sem hormonioterapia, e/ou com e sem cirurgia de afirmação de gênero, com descrição de sintomas associados a incontinência urinária, fecal e/ou prolapso de órgãos pélvicos e disfunções sexuais nestas pessoas, bem como buscar se há a presença de alguma variável associada a tais disfunções nesta população. Metodologia: será realizado estudo transversal com amostragem não-probabilística, com seleção de 131 pacientes transgêneros masculinos e femininos em seguimento nos ambulatórios do CAISM/Unicamp, HCRP-FMRP-USP e HU-UFSCar, com aplicação de Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, seguido de questionário confeccionado pelo REDCap, autorrespondido, dividido em 6 setores: 1) Sociodemográfico; 2) Médico; 3) Antropométrico; 4) Sexual e obstétrico; 5) Avaliação de sintomas urinários, intestinais, sexuais e prolapso de órgãos pélvicos; 6) Questionários traduzidos (PFDI-20 e FSFI). Será fornecido um QR CODE para que o questionário seja respondido no momento em que pessoa julgar mais apropriado, uma vez que demora em torno de 15 minutos. Análise estatística: com os dados obtidos haverá confecção de planilhas do Excel analisadas pelo Epi Info (CDC), através de frequências e porcentagens, médias e desvio-padrão, por meio de gráficos, tabelas e/ou outros formatos. Para comparação das variáveis serão utilizados os testes de Qui-quadrado para variáveis categóricas e de Mann-Whitney para variáveis numéricas, com ca#769;lculo de razão de risco (odds ratios) com intervalo de confiança de 95 e ni#769;vel de significa#770;ncia de 5 para os testes estati#769;sticos. Resultados esperados: espera-se avaliar a prevalência de disfunção de assoalho pélvico em pessoas transgêneras masculinas e femininas, associação com sintomas urinários, anorretais, de prolapso de órgãos pélvicos e sexuais e relação de possíveis fatores predisponentes com os mesmos nesta população
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Lucia Alves da Silva Lara, Rose Luce Gomes do Amaral, Livia Maria de Souza Santos Hatanaka
- Em andamento2024 – presentePesquisa
VALIDAÇÃO CULTURAL E TRADUÇÃO DO QUESTIONÁRIO POST-AFFIRMING SURGERY FORM AND FUNCTION INDIVIDUAL REPORTING MEASURE (AFFIRM) PARA A LÍNGUA PORTUGUESA
Introdução: A transgeneridade é conceituada como o amplo espectro de indivíduos que transitoriamente ou persistentemente não se identificam com o seu sexo e/ou gênero de nascimento, e essa condição pode vir acompanhada ou não de disforia de gênero, que seria a angústia gerada pela incongruência entre o gênero identificado ao nascimento e o como ele é percebido e notado pelo próprio indivíduo. Mulheres trans e travestis são todas as pessoas que não se reconhecem com o gênero atribuído ao nascimento, podendo ser intersexuais ou de gênero masculino, que tendem a uma construção de gênero mais feminina. Comumente se diferenciam esses dois grupos pelo fato da identidade de gênero travesti ser predominantemente latino-americana e que no Brasil tem um forte cunho político de resistência contra opressão e marginalização. No entanto, essas identidades são autorreferidas e devem assim ser respeitadas. Dentro do grupo de pessoas trans, muitas têm o desejo de realizar alterações corporais com a hormonização, mas muitas desejam complementar as mudanças com procedimentos cirúrgicos, entre eles a cirurgia genital de afirmação de gênero. O processo transexualizador é um momento de muitas mudanças físicas e emocionais e a cirurgia de afirmação de gênero vem associada a alterações de alguns aspectos na vida dessas pessoas. Quando ela é realizada em mulheres trans ou travestis, isso pode ter implicações em diversos aspectos, como percepções acerca da aparência, sexualidade, aspectos urológicos, ginecológicos, além de atingir aspectos emocionais e psicológicos, ainda mais em pacientes que muitas vezes têm ou já tiveram algum transtorno psiquiátrico em algum momento de suas vidas. O questionário "POST-AFFIRMING SURGERY FORM AND FUNCTION INDIVIDUALREPORTING MEASURE (AFFIRM)" visa avaliar a sua percepção em relação à suaaparência genital, alterações urológicas e ginecológicas. Ele é composto por 46 questões e foi traduzido para o português brasileiro para que mulheres trans tenham possibilidade de preenchê-lo, uma vez que não há na língua portuguesa instrumentos consistentes de avaliação pós-cirúrgicos nessas pacientes. Objetivo: Traduzir e validar culturalmente o questionário "POST-AFFIRMING SURGERY FORM AND FUNCTION INDIVIDUAL REPORTING MEASURE (AFFIRM)" para a línguaportuguesa. Participantes e métodos: Estudo transversal com mulheres trans e travestis com mais de 18 anos, com cirurgia prévia de afirmação de gênero. Esperamos ter um número mínimo de 50 participantes, recrutadas através de pesquisa online a ser divulgada nas redes sociais. Elas responderão o questionário AFFIRM, validado em português discutido com linguista e pré-testado em pessoas trans, além de um formulário sobre dados sociodemográficos e de saúde. As variáveis psicométricas a serem analisadas, com seus tamanhos amostrais entre parênteses, são: consistência interna (n=50), teste-reteste (n=30), validação de construto (n=50). Algumas mulheres, via sorteio, serão reconvocadas por contato telefônico ou e-mail para responder novamente ao questionário (teste-reteste). Análise dos dados: Variáveis contínuas serão descritas em média e desvio-padrão ou mediana/valor mínimo e máximo. Para variáveis binomiais, o teste qui-quadrado será utilizado e para as contínuas o teste t de Student. Para a consistência interna, será calculado alfa de Cronbach e o coeficiente de correlação, teste-reteste será utilizado o coeficiente de correlação intraclasse e teste t pareado. Os dados serão tabulados no Microsoft Excel através de uma planilha e depois analisados através do programa Intercooled Stata 16.0. Ao final, a coleta será interpretada, relacionada e discutida em vista da literatura existente sobre o assunto.
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), claudia milan, thiago caetano
- Concluído2024 – 2025Pesquisa
VALIDAÇÃO CULTURAL E TRADUÇÃO DO QUESTIONÁRIO VALUS PARA A LÍNGUA PORTUGUESA
Introdução: A histerectomia que consiste na retirada cirúrgica do útero, é um dos procedimentos mais realizados em mulheres no mundo todo. Entretanto, o número de pacientes que deseja manter o órgão tem crescido nas últimas décadas. Nesse contexto é de extrema importância avaliar o valor do útero para cada paciente e um questionário autoaplicável e de fácil compreensão, pode auxiliar o médico na tomada de decisão de cada caso, além de nos ajudar a compreender os motivos que levam as pacientes a querer manter seu útero. Objetivos: Traduzir e validar culturalmente o questionário The Value of Uterus - VALUS - O valor do útero para a língua portuguesa no Brasil. Sujeitos e métodos: Estudo transversal com 100 mulheres com sangramento uterino anormal de causa estrutural, refratário a tratamento clínico, em que geralmente são encaminhadas para tratamento cirúrgico. Tais pacientes são atendidas no Ambulatório de Ginecologia Cirúrgica. As mulheres que aceitarem participar do estudo responderão o questionário sobre a importância do útero para ela e sobre os impactos de sua retirada. Serão excluídas mulheres com transtorno de comportamento que não esteja em tratamento ou que possa influenciar no processo de tomada de decisão cirúrgica ou que não apresentem condições cognitivas de compreensão do questionário, mulheres com nenhuma escolaridade ou que não saibam ler/escrever. O questionário será traduzido por uma tradutora juramentada, e editado por um grupo de três ginecologistas. Após, o mesmo será testado de forma pilota com 10 pacientes sobre qualquer dúvida. As variáveis psicométricas a serem analisadas neste estudo serão: consistência interna, correlação item-teste do questionário VALUS, validação de discriminante entre o grupo histerectomia e o grupo não-histerectomia. Após 2-4 semanas, o teste-reteste será feito em 40 mulheres que apresentem retorno no ambulatório. Para avaliar a responsividade ao tratamento, serão entrevistadas 40 mulheres que se submeterão ao tratamento cirúrgico, independente de qual seja, 30-40 dias após o mesmo. Análise dos dados: Variáveis contínuas serão descritas em média e desvio-padrão ou mediana/valor mínimo e máximo. Para variáveis binomiais, o teste qui-quadrado será utilizado e para as contínuas o teste t de Student. Para a consistência interna, será calculado alfa de Cronbach e o coeficiente de correlação, teste-reteste será utilizado o coeficiente de correlação intraclasse. A responsividade será analisada pelo teste t pareado, a depender da distribuição da amostra. Os dados serão tabulados no Microsoft Excel através de uma planilha e depois analisados através do programa Intercooled Stata 16.0.
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), fernanda rios valvano
- Concluído2023 – 2025Pesquisa
Segundo período prolongado e disfunções de assoalho pélvico - uma revisão sistemática
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Andrea Marchetti Silveira
- Em andamento2022 – presentePesquisa
Morfina versus metadona como analgesia no pós-operatório de mulheres submetidas a cirurgia laparoscópica: um ensaio clínico, randomizado, duplo-cego
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), idelberto ribeiro-junior, vanessa henriques carvalho
- Em andamento2022 – presentePesquisa
Survey on the Preferences of Surgeons Regarding Uterosacral Ligament Suspension (USLS) Technique
USLS is performed to correct apical pelvic organ prolapse, however, the way in which this procedure is executed can vary. This survey aims to describe these variations among pelvic surgeons and understand surgeons preferences regarding this surgery.
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), johnny yi, Tanaka Dune, guilherme henrique zanluchi
- Em andamento2022 – presentePesquisa
Sintomas urinários e achados urodinâmicos de mulheres com endometriose profunda: estudo de coorte
Será realizado um estudo de coorte prospectivo, incluindo mulheres no menacme, de 18 a 50 anos, comdiagnóstico de endometriose através de ultrassonografia transvaginal com preparo de intestinal ouressonância magnética de abdome e pelve, realizados no próprio serviço, com imagem sugestiva deendometriose profunda, submetidas a cirurgia laparoscópica de endometriose. Tais pacientes serãoconvidadas no Ambulatório de Ginecologia Cirúrgica do Hospital Beneficência Portuguesa, e uma vezaceitando participar da pesquisa, após leitura do termo de consentimento e assinatura do mesmo, serãoincluídas na pesquisa e responderão as questionários e realizarão estudo urodinâmicos antes e 6 meses após cirurgia. Uma vez incluídas, as pacientes responderão a um questionário padronizado contendo perguntas sócio-demográficas e clínicas, assim como aos questionários ICIQ-SF, QUID, PFIQ-7, (anexos I,II, III) validados em língua portuguesa no Brasil. O exame urodinâmico será agendado e realizado no Laboratório de Urodinâmica da BP com urologista responsável
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito, Mauricio Simoes Abrao (Responsável), marina de paula andres, guilherme henrique zanluchi
- Em andamento2021 – presentePesquisa
Expressão do Gene HOXA 11 em Mulheres com Prolapso de Órgãos Pélvicos
Justificativa: O prolapso genital é uma patologia de incidência crescente e vários são os fatores envolvidos na sua gênese. Geneticamente, é uma doença causada por alteração do colágeno e elastina, porém não se conhecem todos os fatores envolvidos na sua causa. Alguns genes implicados na formação do colágeno são importantes, como o HOXA11.Objetivos: Conhecer a expressão do gene HOXA11 envolvido na gênese dos prolapsos genitais.Metodologia: Um estudo prospectivo, com amostragem consecutiva, será realizado em 50 mulheres com prolapso genital (grupo caso POP-Q categoria 3 e 4) e 50 mulheres do grupo controle (POP-Q categoria 0 e 1) no CAISM no ano de 2016 e 2017 com análise de espécimes do ligamento uterossacro e parede vaginal imbutidas no material durante cirurgia eletiva e enviadas para extração proteica através de reação em cadeia de polimerase (PCR) em tempo real, western blot e imunohistoquímica para identificação alterações proteicas e imunohistoquímicas associadas ao gene HOXA11.Resultados esperados: Acredita-se que através da identificação da expressão proteica, o gene HOXA11 possa servir de preditor de prolapso genital dessas pacientes. Orçamento proposto: Vide anexo ao projeto. Este projeto já foi aprovado como Bolsa de Produtividade em Pesquisa do Prof. Dr. Luiz Gustavo Oliveira Brito. Pretendemos enviar a órgãos de fomento à pesquisa (FAPESP) para solicitação de compra de material. Cronograma de execução: 15 meses de coleta e armazenamento de amostras; 6 meses de análise de resultados e preparação de artigos para publicação em periódicos.Periódicos-alvo: Neurourology Urodynamics; International Urogynecology Journal
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Cassia Raquel Teatin Juliato, silvio consomni
- Concluído2021 – 2023Pesquisa
TRADUÇÃO E VALIDAÇÃO DO QUESTIONÁRIO VAGINAL CHANGES SEXUAL AND BODY ESTEEM (VSBE) SCALE PARA A LÍNGUA PORTUGUESA
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Renata Stefania Olah de Souza
- Concluído2019 – 2020Pesquisa
International Consultation Group - ?Pathophysiology of pelvic organ prolapse: Risk Factors, Family History, Genetic Mutations?
Overarching purpose of the IUC: To select and bring the world's most renowned experts together to produce best practice documents and consensus papers concerning Pelvic Organ Prolapse (POP) based on a selection of (review) articles containing the most up-to-date scientific evidence. This is very much in analogy to the International Consultations on Incontinence (link to last publication). It goes in three rounds, of which the first one will touch on epidemiology, pathophysiology (this group) and definition of Pelvic Organ Prolapse. Later assessment and therapy follow. All documents will be revised every three years. Task of the group on ?pathophysiology of POP?: To draft report discussing how the mechanisms of vaginal birth and age predispose women to develop pelvic organ prolapse. The impact of pregnancy, the mechanics of the delivery process and enzymatic and protein alterations or deficiencies will be reviewed and their contribution to the process of developing pelvic organ prolapse will be discussed. What is known about how genetics and family history contribute to these processes will be discussed looking for potential risk factors for developing pelvic organ prolapse. Individual responsibilities: The committee chairs will be responsible for ensuring that the assigned task is completed on time, eventually for the completed manuscript and summary manuscript for publication in the IUJ. The IUC steering committee member and the IUC Co-Chairs will be responsible for assisting the chairs in completing their chapters in a timely fashion. The committee members will be responsible for researching and writing each assigned topic area and presenting supporting data to the group. All members are responsible for actively participating in all phone calls and completing their assigned responsibilities in a timely fashion. Later addendum (from: Committee Member final): This report will focus on the how many women are affected with pelvic organ prolapse, the lifetime risk of developing pelvic organ prolapse and how untreated pelvic organ prolapse progresses or regresses. This will set the tone going forward by giving the overall impact of pelvic organ prolapse as a disease in women. There should be discussion of the future need for services, particularly surgical care of prolapse as the population ages. This reports can touch on definitions (symptomatic definitions vs physical exam definitions) and how this relates to the various reports on incidence, prevalence and natural history, but should not express opinions on which definition is most appropriate (that will precede this report in the chapter on the definition). The committee chairs will coordinate their writing so that terminology in this report is consistent with the report on the Definition of Pelvic Organ Prolapse.
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito, Maria Augusta Tezelli Bortolini (Responsável)
- Concluído2019 – 2020Pesquisa
American Urogynecological Association (AUGS)/International Urogynecological Association (IUGA) Surgical Procedures to Treat Pelvic Organ Prolapse Terminology Working Group
Our aim is to establish standardized terminology for commonly accepted surgeries for pelvic organ prolapseutilizing a collaboration of experts from two professional societies. The resulting document will address voidsin clinical practice and research and allow surgeons and scientists to better advance the field of FPMRS.
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), MINASSIAN, V.A., Rebecca G Rogers, Kate Meriwether, Renaud de Tayrac, Cara Grimes, Cassandra Carberry, Sara Cichowsky +4 integrantes
- Concluído2019 – 2023Pesquisa
Efeito da radiofrequência microablativa fracionada e do treinamento dos músculos do assoalho pélvico no tratamento de mulheres com queixa de frouxidão vaginal: ensaio clínico randomizado
Introdução: A frouxidão vaginal, condição raramente discutida entre as pacientes e médicos, é definida como queixa de excesso de flacidez vaginal. Apresenta prevalência de 24 e parece estar associada à idade jovem, partos vaginais, sintomas de prolapso e prolapso objetivo, sendo, portanto, uma disfunção somática e não psicogênica. Um estudo recente mostrou associações entre as áreas hiatal, hiato genital e corpo perineal, sugerindo que a frouxidão vaginal é uma manifestação da hiperdistensibilidade do levantador do ânus. Mulheres com flacidez vaginal podem ser representativas de um estágio inicial no desenvolvimento de prolapso de órgão pélvico; no entanto, isso não foi avaliado anteriormente. Uma definição padronizada e meios para consultar pacientes em relação a tais sintomas ainda não existe. Procedimentos cirúrgicos para frouxidão vaginal com reparo posterior/perineoplastia são mais comumente recomendados, todavia, há riscos de dispareunia. Opções não cirúrgicas e com custo mais baixo podem contribuir para o tratamento da frouxidão vaginal. Entre elas destacam-se o treinamento dos músculos do assoalho pélvico e a radiofrequência. Até o momento, nenhum ensaio clínico foi desenvolvido para avaliar o papel do treinamento dos músculos do assoalho pélvico e da radiofrequência na frouxidão vaginal.Objetivos: Comparar o efeito da radiofrequência microablativa fracionada isolada e do treinamento dos músculos do assoalho pélvico isolado em mulheres com queixa de frouxidão vaginal.Metodologia: Trata-se de um estudo clínico, randomizado, prospectivo, controlado, paralelo e não cego. A pesquisa será desenvolvida no ambulatório de ginecologia cirúrgica da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP/SP. Para o estudo serão incluídas mulheres na pré-menopausa com idade #8805; 18 anos, parto vaginal, com queixa de frouxidão vaginal avaliada por pergunta direta (sim/não) e pelo Vaginal Laxity Questionnaire e com disponibilidade para frequentar as terapias na data e locais agendados para a realização do tratamento proposto. Os critérios de exclusão são: uso de marcapasso; doenças cardíacas descompensadas; déficit cognitivo; afecções neurológicas periféricas ou centrais; presença de qualquer tipo de câncer; presença de displasia cervical; história de infecção urinária ou vaginal ativa; doenças metabólicas descompensadas; tratamento fisioterapêutico com treinamento do assoalho pélvico prévio nos últimos 12 meses; uso de estrógeno via vaginal ou terapia hormonal oral nos últimos 6 meses, pacientes já submetidas a cirurgias de correção de prolapso ou de slings; presença de prolapso de órgão pélvico estadio 2 em diante. As participantes selecionadas serão divididas em 2 grupos de protocolos de tratamento: grupo 1 radiofrequência e grupo 2 treinamento dos músculos do assoalho pélvico. Após o período de intervenção, os grupos serão reavaliados em 30 e 90 dias. Para o cálculo amostral utilizamos valores da função sexual avaliada por meio do questionário Female Sexual Function Index. Ao se considerar um poder de estudo de 80, um alfa de 0,05 com teste bicaudal, foi verificado que o número de participantes mínimo necessário em cada grupo será somado a um percentual de 30 de perda na amostra, totalizando 68 mulheres, sendo 34 em cada grupo (radiofrequência isolada e treinamento dos músculos do assoalho pélvico isolado). Será realizada uma análise descritiva dos dados para caracterização das participantes da pesquisa, na forma de valores de frequência absoluta e percentual (relativa) para variáveis categóricas e valores de média e desvio padrão para as variáveis numéricas. Em seguida, será realizada análise estatística de comparação e correlação dos dados obtidos a partir dos seguintes testes estatísticos: Kolmogorov-Smirnov para avaliação da normalidade da amostra.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Glaucia Miranda Varella Pereira
- Concluído2019 – 2021Pesquisa
Conhecimento, atitude e prática dos profissionais de saúde sobre o(a) paciente transexual no âmbito da Unidade Básica de Saúde e suas implicações bioéticas
Introdução: A diversidade sexual e de gênero é uma realidade, assim como a escassez do assunto dentro do Brasil é frequente. Não temos informação sobre o conhecimento, atitude e prática sobre os profissionais de saúde frente a população transexual que procura a Unidade Básica de Saúde, nem sabemos o que o (des)conhecimento sobre essa realidade tem como consequências no campo da Bioética. Objetivo: Verificar o conhecimento, atitude e prática de profissionais de saúde (médico(a)s, enfermeiro(a)s, auxiliares de enfermagem, farmacêuticos e agentes comunitários de saúde) sobre a transexualidade, a sua atitude e práticas de saúde frente a essa população. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo misto, com uma fase descritiva, quantitativa, aplicando um questionário anônimo contendo perguntas de múltipla escolha com dados sócio-demográficos, em perguntas em formato KAP (knowledge, atitude and practice) de múltipla escolha. Todos os profissionais que tiverem interesse em participar serão convidados, e os que concordarem com os termos da pesquisa participarão após leitura e assinatura de Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Análise dos Dados: As variáveis contínuas serão descritas por meio de média/desvio padrão ou mediana/percentis e comparadas pelo teste t de Student. As variáveis categóricas serão exibidas por porcentagens e comparadas pelo teste de qui-quadrado ou teste de Fisher. Um nível de significância de 5 é calculado. Os dados serão armazenados em uma planilha do Microsoft Excel e serão analisados em um pacote estatístico (Intercooled Stata 13.0).
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Lucia Alves da Silva Lara
- Concluído2019 – 2023Pesquisa
Laser de CO2 versus fisioterapia uroginecológica em IUE: estudo prospectivo randomizado de não inferioridade
Introdução: Apesar de tratamento cirúrgico ser considerado como padrão ouro para a Incontinência Urinária de Esforço (IUE) existem necessidades de oferecermos tratamentos não invasivos para mulheres com esta condição. O treinamento muscular do assoalho pélvico (fisioterapia uroginecológica) é uma modalidade com eficácia comprovada para IUE. O laser de gás carbônico (CO2) é uma nova ferramenta que vem sido oferecida para mulheres com atrofia urogenital porém ainda não se conhece a sua eficácia para IUE. Objetivo: Comparar a eficácia e a segurança do tratamento de laser de CO2versus o protocolo de treinamento muscular do assoalho pélvico (TMAP) em mulheres com IUE. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo prospectivo, randomizado, paralelo, de não-inferioridade. Serão convidadas a participar mulheres que sejam encaminhadas para o ambulatório de Uroginecologia de uma clínica privada no Rio de Janeiro RJ (Clínica Condé), desde que tenham 18 anos completos ou mais, com queixa de IUE e que tenham sido submetidas a teste de esforço positivo ou achados positivos de IUE em estudo urodinâmico (UDS),desde que resíduo pós-micção <100 ml ou menos 20 do volume urinário total, quando mais de 300 ml. Serão excluídas do estudo mulheres com sintomas associados de bexiga hiperativa, ou diagnóstico urodinâmico de hiperatividade do detrusor. Também serão excluídas mulheres com quadro de Infecção do Trato Urinário (ITU) de repetição, história de cirurgias uroginecológicas prévias, submetidas a radioterapia pélvica ou que apresentem prolapso de órgãos pélvicos (POP) há mais de 2 anos, com histórico recente de litíase vesical, fístula urinária de trato genital inferior ou divertículo. Será aplicado Termo de consentimento livre e esclarecido. As mulheres serão submetidas a exame ginecológico e serão randomizadas nos dois tipos de tratamento: TMAP ou laser de CO2.As mulheres deverão retornar com 3, 6 meses para avaliação de cura objetiva e subjetiva através de questionários específicos.Análise Estatística: As variáveis contínuas serão descritas por meio de média/desvio padrão ou mediana/percentis e comparadas pelo teste t de Student. As variáveis categóricas serão exibidas por porcentagens e comparadas pelo teste de qui-quadrado ou teste de Fisher. As taxas de cura subjetiva e objetiva aos 3, 6 meses serão comparadas, respectivamente, pelos testes de Cochrans Q e pela análise de variância (ANOVA) de medidas repetidas. A análise dos resultados será realizada tanto por intenção de tratar (ITT) quanto por análise de protocolo. Um nível de significância de 5 é calculado. Os dados serão armazenados em uma planilha do Microsoft Excel e serão analisados em um pacote estatístico (Intercooled Stata 13.0)
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Cassia Raquel Teatin Juliato, Samantha Conde Rocha
- Concluído2019 – 2022Pesquisa
Istmocele: avliaçao da prevalencia, fatores de risco e implementaçao do diagnostico por histeroscopia
Nos últimos dez anos a taxa de parto por via cesariana vem crescendocontinuamente e mais recentemente tem se percebido a associação de múltiplas cesáreas como surgimento de istmocele, ou seja, deiscência da cicatriz da cesariana. Tal ocorrência podeestar ligada a sintomas como sangramento uterino anormal, dismenorreia, dor pélvica e atéinfertilidade, porém, tanto a relação desses sintomas quanto os fatores de risco predisponentesainda não estão formalmente estabelecidos, assim também como a prevalência de istmocele,que varia de 19 a 84 dependendo do método de diagnóstico utilizado, comoultrassonografia, histerossonografia, ressonância magnética entre outros. Devido à dificuldadede se estabelecer claro diagnóstico ainda não há classificação estabelecida, o que tambémdificulta implementação de tratamento eficaz, apesar de ser consenso a abordagem porendoscopia ginecológica ser o mais recomendado.Objetivo:Determinar a prevalência e osfatores de risco associados à ocorrência de istmocele eimplementar o diagnóstico porhisteroscopia.Métodos:Estudo de coorte prospectivo com 292 mulheres com antecedente departo cesárea. As participantes serão submetidas a histeroscopia,segundo técnica descrita porBettocchi, para estabelecer o diagnostico e prevalência de istmocele. Os dados dahisteroscopia serão comparados com achados em ultrassom transvaginal e ressonânciamagnética, exames com boa acurácia para diagnostico. Também serão avaliadas quanto aossintomas relacionados ao ciclo menstrual e dor pélvica com o intuito de estabelecer relaçãoentre a deiscência de cesárea e tais queixas, além de estabelecer fatores de risco associados aodesenvolvimento de istmocele
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito, Daniela Yela Angerame Gomes (Responsável), joão paulo leonardo pinto
- Concluído2018 – 2020Pesquisa
Avaliação da musculatura do assoalho pélvico em mulheres com estenose vaginal tratadas de câncer de colo e endométrio por dois métodos: estudo transversal
Introdução: Os cânceres ginecológicos com maior incidência são os de colo uterino e de endométrio. A radioterapia pélvica é uma das opções de tratamento sistêmico que aumenta o risco de complicações, como a estenose vaginal, definida como estreitamento ou encurtamento do canal vaginal que gera prejuízo na qualidade de vida da mulher. No entanto, esta possuí frequência variável na literatura, pois os recursos existentes de avaliação são, em sua maioria, subjetivos e não há padronização de um método diagnóstico. O assoalho pélvico também pode sofrer efeitos da radioterapia, apresentando disfunções, tanto em seus músculos, como em seus órgãos, e consequentemente podem surgir queixas de sintomas urogenitais, como dispareunia, disúria, secura e corrimento vaginal. Objetivo: Identificar a prevalência da estenose vaginal, disfunções nos músculos do assoalho pélvico e sintomas urogenitais em mulheres com câncer de endométrio e colo do útero tratadas com radioterapia pélvica e comparar os métodos utilizados para avaliar a estenose vaginal (exame ginecológico com classificação CTCAE e ultrassonografia transperineal). Sujeitos e métodos: Estudo de corte transversal, sendo um piloto que inicialmente avaliará 20 mulheres com diagnóstico de câncer de colo ou de endométrio tratadas com radioterapia pélvica no Hospital da Mulher ?Prof. Dr. José Aristodemo Pinotti? do CAISM ? UNICAMP. Serão avaliadas por uma ficha de coleta de dados desenvolvida pela pesquisadora contendo os dados pertinentes ao estudo; exame físico ginecológico para graduação da força dos músculos do assoalho pélvico (Escala de Oxford Modificada) e da estenose vaginal (escala validada CTCAE, versão 5.0 de 2017); e ultrassonografia translabial 2D, 3D/4D para avaliação do assoalho pélvico e da estenose vaginal. Os dados serão descritos através de média, mediana, desvio-padrão e frequências. A avaliação das variáveis em relação aos casos será realizada pelo teste T de Student ou Mann-Whitney para variáveis contínuas e Qui-quadrado ou Fisher para variáveis dicotômicas, bem como valores da razão de prevalência e seus respectivos intervalos de confiança de 95%. Os dados serão tabulados no Microsoft Excel através de uma planilha e depois analisados no software SAS versão 9.4.
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Sophie Francoise Mauricette Derchain, thais siqueira
- Concluído2018 – 2019Pesquisa
Trauma perineal durante parto vaginal: avaliação de fatores associados
Introdução: No Brasil a maioria das mulheres que tiveram parto vaginal adquirem algum tipo de lesão perineal por lacerações espontâneas ou episiotomia, logo, estão susceptíveis às consequências desse trauma. Mais estudos na literatura que correlacionem a morbidade materna com as lesões perineais obstétricas são necessários, visto que possibilitam que medidas e condutas adequadas sejam tomadas, prevenindo futuras disfunções do assoalho pélvico para as parturientes. Objetivos: determinar a prevalência de trauma perineal em partos vaginais no CAISM no período de dois anos, identificar fatores de risco maternos, fetais e obstétricos associados com lesões perineais durante o parto vaginal e relacionar a ocorrência dos diferentes graus de lacerações perineais com os fatores de risco mais prevalentes em cada um deles. Sujeitos e métodos: estudo transversal sobre as lacerações perineais após parto vaginal, que avaliará os prontuários das mulheres que tiveram parto vaginal no CAISM (hospital universitário de referência terciária), no período de dois anos (Janeiro de 2016 a Dezembro de 2017), realizado a partir do Banco de Dados existente na Instituição. Estima-se cerca de 3000 partos vaginais nesse período. Inicialmente será realizada uma análise descritiva da população estudada. As variáveis independentes serão comparadas com a variável dependente (trauma perineal) e o cálculo de Odds ratio com intervalos de confiança de 95% será estabelecido de forma bruta.
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Giuliane Jesus Lajos, Adriana Gomes Luz, Marina Nobrega Augusto
- Concluído2017 – 2023Pesquisa
Randomized clinical trial comparing minisling (Solyx) vs transobturator sling (Obtryx II) in stress urinary incontinent (SUI) women
Patient profile and sample size (eg. Inclusion and exclusion criteria): Womenwith 18 years and/or older. Inclusion criteria: women with positive cough stresstest for SUI or positive findings of SUI at urodynamic study (UDS), post-voidingresidue < 100 ml or less 20 of total urinary volume, MBC over 300 ml will beinvited and enrolled if they agree to participate after signing an informed consent.Exclusion criteria: women with overactive bladder or recurrent UTI or previousurogynecological surgeries, that underwent pelvic radiotherapy or present pelvicorgan prolapse (POP) stage 2 and over, with past or recent history of bladderlithiasis, inferior urinary fistula or diverticulum, with use of anticoagulants, or witha surgical history foreign-body reaction like (eg. history of surgery with prostheticcomplications). Power calculation: given that the objective cure of a TOT slingcould be around 85-90, a non-inferiority margin of 15 (it was considered tworecent RCTs comparing minisling vs. sling and most of RCTs are using this value) astudy power of 80, an alpha of 5 and a 10 of follow-up loss, each groupwould comprise 50 women.III. Products to be used: Solyx minisling and Obtryx II slingIV. Institution: Department of Gynecology and Obstetrics, State University ofCampinas (UNICAMP) Principal investigator: Luiz Gustavo O. Brito, MD, MsC, PhD.Co-investigators: Cássia Teatin Juliato, MD, MsC, PhD; Edilson Benedito Castro,MD, MsC; Tiago Augusto Gomes, MDV. Duration of study: 23 months. Our expected timeframe is as follows: JanuaryDecember 2017: patient enrollment, data collection for baseline variables andpost-op visits. January-December: Data collection for 6-12 month post-op visits.Publication: abstract in late 2018 and manuscript early 2019.VI. Project objectives or hypothesis: We aim to analyze if Solyx minisling is non-inferior to Obtryx II, a transobturator sling. Our null hypothesis is that there is nostatistical difference with regard to the subjective cure between both arms andour alternative hypothesis is that there is a statistical significant differencebetween them.
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Cassia Raquel Teatin Juliato, Edilson Benedito de Castro
- Concluído2017 – 2018Pesquisa
Incontinência Urinária e Disfunções do Assoalho Pélvico em Mulheres com Insuficiência Ovariana Prematura: um estudo transversal
Introdução: Idade e hipoestrogenismo são fatores relacionados a incontinência urinária (IU) e outras disfunções do assoalho pélvico como prolapso genital (POP) e incontinência fecal (IF), mas o impacto isolado de cada uma delas, assim como o conhecimento de qual dessas variáveis tenha maior influência sobre a outra é desconhecido. Mulheres com insuficiência ovariana prematura (IOP) podem vir a ser um modelo ideal de análise das disfunções do assoalho pélvico feminino. Objetivos: Pretendemos conhecer a prevalência autorelatada de IU, POP e IF em mulheres com IOP comparado a um grupo controle, a presença de fatores de risco associados e o impacto dos sintomas urinários na qualidade de vida dessa população. Paciente e métodos: um estudo transversal com 113 mulheres com IOP será realizado no Ambulatório de Ginecologia Endócrina do CAISM-UNICAMP e uma população controle para mesma idade e peso (n=110) será entrevistada no Ambulatório de Planejamento Familiar do CEMICAMP. Ambas serão submetidas após aceite e assinatura do TCLE a três questionários: um sóciodemográfico e clínico, outro contendo perguntas sobre IU (Kings Health Questionnaire) e outro sobre as demais disfunções do assoalho pélvico (Pelvic Floor Disease Inventory ? 20), como POP e IF. Iremos excluir mulheres que tem ou tiveram câncer, radioterapia prévia, cirurgia uroginecológica prévia. Os dados serão tabulados em Microsoft Excel e analisados no programa Intercooled Stata 13.0. Será estipulado um nível de significância de 5%. As variáveis contínuas serão analisadas com média/mediana e pelo teste t de Student; as dicotômicas ou binomiais serão avaliadas com proporção e teste de qui-quadrado ou Fisher.
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Cassia Raquel Teatin Juliato, Cristina Laguna Benetti-Pinto
- Concluído2017 – 2018Pesquisa
Incontinência urinária em mulheres praticantes de Crossfit. Criação de Centros de Referencia de Continencia Atlética (Projeto CrossContinenceBrasil - CCB)
O CrossFit é um conjunto de exercicios de alta intensidade e alto impacto que tem se popularizado no Brasil. O método inclui movimentos que aumentam a pressao intra abdominal podendo levar a perda involuntaria de urina. Embora existam beneficios para a saúde, as mulheres que praticam CrossFit devem ser orientadas para os riscos de incontinencia atletica e ter acesso a profissionais da saude capacitados em prevenção, diagnostico e tratamento desta afecção. Objetivos: O objetivo deste estudo é criar Centros de Referencia em Continencia Atlética no Brasil (Projeto Cross Continence Brazil) capaz de determinar a prevalencia de incontinencia urinaria em mulheres praticantes de CrossFit, realizar avaliação clinica e funcional do assoalho pélvico e trata-las por metodos não invasivos. Métodos: Trata-se de um estudo multicentrico para quantificar a ocorrencia de incontinencia urinaria em mulheres que praticam CrossFit e capacitar Instituições de Ensino no diagnostico, tratamento e prevenção da incontinencia atlética. Incialmente será criado um site com informações sobre os beneficios e riscos do CrossFit para a saúde da mulher (www.crosscontinecebrasil.com.br). No site, estará disponivel um questionario online com perguntas sobre dados demograficos (idade, estado civil, paridade), dados antropometricos (peso, altura e indice de massa corporea), status hormonal (ciclo menstrual, uso de contraceptivo hormonal), status nutricional (uso de suplementos, dietas, tipo de alimentação) e queixa de perda involuntaria de urina em algum dos exercicios basicos do CrossFit (12 exercicios). Seráo incluidas somente mulheres, com idades entre 18 e 40 anos, praticantes de CrossFit há no mínimo há um ano, em academias cadastradas no sistema CrossFit, e que assinem o termo de consentimento livre e esclarecido. Em um segundo momento, as praticantes de CrossFit serão convidadas a realizarem avaliação clinica e funcional do assoalho pélvico nas Instituições de Ensino cadastradas no site. A avaliação clinica será constituida pelo exame ginecologico e quantificação do prolapso genital. A avaliação funcional por meio da manobra digital, perineometria e ultrasonografia translabial com reconstrução tridimensional. As atletas com incontinencia urinaria será tratadas por meio da fisioterapia assoaiada ou não ao uso de dispositivos vaginais (pessario). Os dados coletados serão exportados para uma planilha Excel. As variáveis quantitativas serão analisadas por meio de média e desvio padrão. As varáveis quantitativas por porcentagens.A comparação das variáveis continuas com distribuição normal será feita pelo teste t. Já a comparação das variáveis qualitativas será feita por meio do teste do qui-quadrado ou teste exato de Fisher.Será fixado em 5% a hipótese de nulidade (p < 0,05).
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Cassia Raquel Teatin Juliato, Maita Poli de Araujo
- Concluído2016 – 2018Pesquisa
Auto imagem corporal em mulheres com prolapso de órgãos pélvicos ? validação e adaptação do instrumento Body Image in the Pelvic Organ Prolapse Questionnaire (BIPOP) para a língua portuguesa
Introdução / Justificativa: as distopias genitais femininas são um conjunto heterogêneo de distúrbios do assoalho pélvico, que podem ter impacto significativo sobre diversos aspectos da vida mulher. Um desses aspectos é a auto-imagem corporal, ou o conjunto de percepções e atitudes do indivíduo em relação ao próprio corpo. Estima-se que as distopias afetem negativamente a auto-imagem corporal da mulher. O questionário BIPOP, disponível em língua inglesa, é o único adequado para a avaliação da auto-imagem especificamente em mulheres com prolapso. Não há um instrumento equivalente validado para o português, e consequentemente, pouco se sabe sobre o impacto que tal patologia tem sobre tal variável entre as mulheres brasileiras. Objetivos: traduzir e adaptar culturalmente para o português o questionário Body Image in the Pelvic Organ Prolapse Questionnaire (BIPOP). Secundariamente, determinar a existência de diferenças na imagem corporal entre mulheres com e sem prolapso genital. Metodologia: estudo prospectivo observacional que visa incluir 100 mulheres com prolapso genital sintomático, que estejam buscando assistência nos ambulatórios de uroginecologia e de ginecologia geral de um hospital universitário, e 50 mulheres sem prolapso genital. Será aplicada uma versão do questionário BIPOP adaptada para o português após tradução por dois tradutores juramentados e análise por um grupo de pesquisadores da área. A versão adaptada do questionário será inicialmente testada em um piloto aplicado a uma pequena amostra inicial de participantes. Cronograma de Execução: coleta de dados (março/16 ? novembro/16); análise e discussão dos dados (novembro/16 ? março/17). Aspectos Éticos: as participantes assinarão o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para participar da pesquisa.
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Antonio Alberto Nogueira, Omero Benedicto P Neto, Rafael Mendes Moroni, Lucia Alves da Silva Lara
- Concluído2016 – 2018Pesquisa
Analysis of the surgical technique during sacrocolpopexy: do they follow a pattern? A literature review
Our main question do surgical techniques (eg. type of suture technique, type of suture material, number/location of sutures over the promontory) differ among abdominal and/or laparoscopic sacrocolpopexy? All observational and randomized controlled studies regarding sacrocolpopexy will be searched from inception to this moment from MEDLINE/PubMED, SCOPUS, EMBASE, LILACS and CENTRAL databases. No restriction will be given with regard to the language. Grey literature will be also investigated by the conference and/or abstracts books from the International Urogynecological Association, International Continence Society and American Urogynecology Society. Search strategy will be further published in this protocol. Variables to be considered in this review: 1 - Type of suture material - prolene, mersilene, nylon, non-absorbable 2 - Number and location of sutures 3 - Type of mesh material - polypropylene, marlex, animal origin 4 - Suture types (interrupted, continuous) 5 - Materials used to fix the suture in the promontory (eg. staples) Operation time will be important, despite it won´t be specific to the intra-operative time of the suture, which is the most important part of this review. Data extraction with regard to this systematic review will be particularly difficult because not all writers are concerned with the quality of their description of the surgical technique. If this is not found, two review authors (Pedro Moreira and Laissa Wane) will independently assess the material by contacting all authors to extract missing variables. Titles and/or abstracts of studies retrieved using the search strategy and those from additional sources will be screened independently by two review authors to identify studies that potentially meet the inclusion criteria outlined above. The full text of these potentially eligible studies will be retrieved and independently assessed for eligibility by two review team members (Pedro Moreira and Laissa Wane). Any disagreement between them over the eligibility of particular studies will be resolved through discussion with a third reviewer (Luiz Gustavo Brito/Cassia Juliato) . Discussion of the data and editing/revising the manuscript ? Prof. Cosson + Dr. Giraudet
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Michel Cosson, Geraldine Giraudet, Cassia Raquel Teatin Juliato, Pedro Lavigne Moreira, Laissa Wane
- Concluído2016 – 2018Pesquisa
Existe influência do modo de nascer no trauma perineal leve e severo ? Uma abordagem qualitativa por fenomenologia da perspectiva de mulheres que vivenciaram o parto humanizado
Introdução/Justificativa: O trauma perineal apresenta elevada prevalência e pode impactar em inúmeros aspectos a vida da mulher. O modo de percepção sobre a ocorrência deste evento pode ser influenciado provavelmente pela via e processo de parturição. Não se sabe se o processo de humanização do parto poderia influenciar nessa análise. Objetivos: Compreender a percepção da mulher submetida a parto humanizado (hospitalar ou domiciliar) sobre a presença do trauma perineal e como isso influenciou toda a vivência do processo. Metodologia: Um estudo misto (quali e quantitativo) por triangulação de métodos com aproximadamente 100 mulheres será realizado dentro e fora do município de Ribeirão Preto, com análise de conteúdo das entrevistas individuais e utilização de teoria fenomenológica sobre a apreensão das categorias acerca do tema. Resultados esperados: Acredita-se que a humanização do parto influencie de forma positiva a vivência do trauma perineal. Porém, não sabemos em que nível de satisfação ou de aceitação a mulher que apresenta a experiência se encontra. Cronograma de execução: Pretende-se começar as entrevistas em julho de 2016, com finalização em janeiro de 2017. A análise ocorrerá em paralelo. A revisão de prontuários para a fase quanti do trabalho será realizada antes ou depois das entrevistas.
EquipeLuiz Gustavo Oliveira Brito (Responsável), Antonio Alberto Nogueira, Ricardo de Carvalho Cavalli, Geraldo Duarte, Alessandra Cristina Marcolin, Raquel Bosquim Zavanella Vivancos, Ana Cynthia Baraldi
Orientações
- Doutorado
desde 2025Ingrid Antunes · OrientaçãoRadiofrequência em mulheres com prolapso genital sintomático não-avançado: ensaio clinico · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasEm andamento - Doutorado
desde 2025Lizandra Maia de Sousa · Co-orientaçãoAlterações da parede vaginal e do ligamento uterossacro de mulheres com prolapso de orgaos pelvicos severo uma abordagem morfologica e molecular das fibras elasticas · Biologia Molecular e Morfofuncional · Universidade Estadual de Campinas · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento - Iniciação Científica
desde 2025Gabriela Tesch Toledo Cornelio · OrientaçãoTradução e Validação do Questionário sobre Frouxidão Vaginal - Vaginal Laxity Scale (VLS) - para a Língua Portuguesa do Brasil · Medicina · Universidade Estadual de Campinas · Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoEm andamento - Iniciação Científica
desde 2025Luana Nunes Guimarães de Carvalho · OrientaçãoPrevalência de disfunção de assoalho pélvico em pacientes com incongruência de gênero · Medicina · Universidade Estadual de Campinas · Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoEm andamento - Mestrado
desde 2024Juliana do Carmo Fazzolari · OrientaçãoExpressão do gene HOXA 11 em mulheres com prolapso genital · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasEm andamento - Mestrado
desde 2024Claudia Ruana Milan · OrientaçãoVALIDAÇÃO CULTURAL E TRADUÇÃO DO QUESTIONÁRIO POST-AFFIRMING SURGERY FORM AND FUNCTION INDIVIDUAL REPORTING MEASURE (AFFIRM) PARA A LÍNGUA PORTUGUESA · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasEm andamento - Pós-doutorado
desde 2024Glaucia Miranda Varella Pereira · Orientação· Universidade Estadual de Campinas · Bolsa Faculdade de Ciências Médicas - UNICAMPEm andamento - Doutorado
desde 2022Idelberto do Val Ribeiro Junior · OrientaçãoMorfina versus metadona como analgesia no pós-operatório de mulheres submetidas a cirurgia laparoscópica: um ensaio clínico randomizado, duplo-cego · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasEm andamento - Mestrado
desde 2020Sarah Olivi Chaim · OrientaçãoOverview de revisões sistemáticas da Cochrane sobre leiomioma uterino · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasEm andamento
Bancas julgadoras
229 registros- 2025Arissa OnishiENDOMETRIOSE: ELABORAÇÃO DE UM PROTOCOLO ASSISTENCIAL E REVISÃO DA LITERATURA · Ciência Aplicada à Qualificação Médica · Universidade Estadual de CampinasBanca: Luiz Gustavo Oliveira Brito, Daniela Angerame Yela Gomes, Júlio César Rosa-e-SilvaMestrado
- 2025Flávia Moro FerrariConcordância por Compartimentos entre a Ultrassonografia Transvaginal e a Ressonância Magnética no Diagnóstico de Endometriose Pélvica Profunda: Estudo Prospectivo · Ciências da Reabilitação · Universidade Federal de AlfenasBanca: Rodrigo Menezes Jales, Sergio Sanjuan Dertkigil, Sophie Francoise Mauricette Derchain, Luiz Gustavo Oliveira BritoMestrado
- 2025Andrea Marchetti SilveiraSegundo expulsivo prolongado e disfunções do assoalho pélvico: uma revisão sistemática · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Luiz Gustavo Oliveira Brito, Glaucia Miranda Varella Pereira, Gabriela Pravata Rezende, Adriana Gomes Luz, patricia moretti rehderExame de qualificação de mestrado
- 2025Thais de Castro SantosEFEITO DA FOTOBIOMODULAÇÃO NA DOR E CICATRIZAÇÃO EM MULHERES NO PUERPÉRIO IMEDIATO COM LACERAÇÕES PERINEAI: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO · Ciências da Reabilitação · Universidade Federal de AlfenasBanca: Lígia de Sousa Marino, Fernanda Rossi Paolillo, Luiz Gustavo Oliveira BritoExame de qualificação de mestrado
- 2024Arissa OnishiTratamento hormonal e complementar da endometriose · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Daniela Yela Angerame Gomes, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Luiz Francisco Cintra BaccaroMestrado
- 2024Fernanda de Almeida AndriottiAtendimento Integral à saúde da mulher ? sexualidade e planejamento reprodutivo de mulheres atendidas na Atenção Primária em Ribeirão Preto - SP · Saúde Pública · Universidade de São PauloBanca: Giordana Campos Braga, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Mariane Nunes de NadaiMestrado
- 2024Gabriela Pravatta Rezende AntoniassiSangramento uterino anormal em mulheres brasileiras: um estudo multicêntrico · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Cristina Laguna Benetti-Pinto, Luiz Francisco Cintra Baccaro, Luiz Gustavo Oliveira Brito, José Maria Soares-Júnior, Rosana Maria dos Reis, Rose Luce Gomes do AmaralDoutorado
- 2024Nelio Neves Veiga JuniorCuidado integral ao aborto: tipos de manejo, análise de complicações e experiência do cuidado · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Luiz Francisco Cintra Baccaro, Luiz Gustavo Oliveira Brito, jose paulo de siqueira guida, Olimpio Barbosa de Moraes Filho, Armando Antunes JuniorDoutorado
- 2024Helena SlongoTRATAMENTOS COM ENERGIA PARA SÍNDROME GENITOURINÁRIA DA MENOPAUSA E DA BEXIGA HIPERATIVA ? RESULTADOS DE DOIS ESTUDOS CLÍNICOS RANDOMIZADOS · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Cassia Raquel Teatin Juliato, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Luiz Francisco Cintra Baccaro, Jorge Milhem Haddad, Marair Gracio Ferreira SartoriDoutorado
- 2024Leonardo Vieira EliasCurva de aprendizado para cirurgia de colposacrofixaçao laparoscópica e resultados · Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Daniel Spadotto Dias, marta maria kemp, Luiz Gustavo Oliveira Brito, waldir pereira modotti, Nilton Jose LeiteDoutorado
- 2024Leonardo Vieira EliasCurva de aprendizado para cirurgia de colposacrofixaçao laparoscópica e resultados · Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Daniel Spadotto Dias, Nilton Jose Leite, Luiz Gustavo Oliveira BritoExame de qualificação de doutorado
- 2024Isabela Corte ArchangeloConhecimento da prática clínica de ginecologistas e urologistas que atuam nas disfunçoes do assoalho pélvico: estudo observacional · Ciências da Cirurgia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Simone Botelho Pereira, Luiz Gustavo Oliveira Brito, evelise aline soaresExame de qualificação de mestrado
- 2024Helena SlongoTratamentos com energia para síndrome genitourinaria da menopausa e síndrome da bexiga hiperativa - resultados de dois estudos clínicos randomizados · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Cassia Raquel Teatin Juliato, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Luiz Francisco Cintra Baccaro, Daniela Yela Angerame GomesExame de qualificação de doutorado
- 2024Marina de Paula AndresModelo preditivo para o diagnóstico clínico de endometriose através de Machine Learning · Ginecologia e Obstetrícia · Universidade de São PauloBanca: Gustavo Arantes Rosa Maciel, Sergio Podgaec, Luiz Gustavo Oliveira BritoExame de qualificação de doutorado
- 2024Entrevistador para o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Medicina Pélvica e Cirurgia Reconstrutiva· Faculdade de Ciências Médicas - UNICAMPBanca: Cassia Raquel Teatin Juliato, Edilson Benedito de Castro, juliana do carmo fazzolari, Luiz Gustavo Oliveira BritoAvaliação de cursos
- 2023Leticia Ferracini Lenharo HayashiAdaptação e validação do questionário de qualidade de vida da International Pelvic Pain Society na língua portuguesa · PESQUISA EM CIRURGIA · Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São PauloBanca: RIBEIRO, HELIZABET SALOMÃO ABDALLA AYROZA, Júlio César Rosa-e-Silva, Luiz Gustavo Oliveira Brito, paulo ayrosa ribeiro, Luciano GibranMestrado
- 2023Thays Marina Roncato BarcelosAvaliação da função sexual de pessoas com incongruência de gênero · Ginecologia e Obstetrícia · Universidade de São PauloBanca: Lucia Alves da Silva Lara, Cristine Homsi Jorge Ferreira, Luiz Gustavo Oliveira BritoMestrado
- 2023Rodrigo Bartilotti Barachisio LisboaSling transobturatório versus sling de incisão única para incontinência urinária de esforços: estudo randomizado controlado multicêntrico · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Luiz Gustavo Oliveira Brito, Emerson de Oliveira, Daniela Angerame Yela Gomes, marcio augusto averbeckMestrado
- 2023Belisa Franco de CamposAcolhimento do enfermeiro para controle da dor e da ansiedade em mulheres submetidas a histeroscopia diagnostica: ensaio clinico randomizado · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Daniela Yela Angerame Gomes, Elenice Valentim Carmona, Armando Antunes Junior, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Flavia Neves Bueloni DiasMestrado
- 2023Bruna Holanda Luz do NascimentoEfeito da abordagem do Desejo Sexual Hipoativo feminino pelo Ginecologista em um serviço especializado de cuidado à saúde sexual da mulher · Ginecologia e Obstetrícia · Universidade de São PauloBanca: Flavia Osorio, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Lucia Alves da Silva LaraMestrado
- 2023Renata Stefania Olah de SouzaTRADUÇÃO E VALIDAÇÃO DO QUESTIONÁRIO ?VAGINAL CHANGES SEXUAL AND BODY ESTEEM (VSBE) SCALE? PARA A LÍNGUA PORTUGUESA · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Luiz Gustavo Oliveira Brito, rossana pulcinelli vieira francisco, jose paulo de siqueira guida, daniela anderson, YELA-GOMES, D.A.Mestrado
- 2023Jordana Barbosa da SilvaInstrumentos de medida para a área de Saúde da Mulher: significância clínica de questionários e diagnóstico de acurácia da função dos músculos do assoalho pélvico · Fisioterapia · Universidade Federal de São CarlosBanca: Patricia Driusso, luiz fernando approbato selistre, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Elizabeth Ferreira, paula regina M da silva serraoDoutorado
- 2023Maria Riselda Vinhote da SilvaPrevalência dos sintomas do trato urinário inferior e seu impacto na qualidade de vida das mulheres indígenas e não indígenas no Estado do Amazonas, Brasil · Medicina (Ginecologia) · Universidade Federal de São PauloBanca: Zsuzsanna Jarmy-di-Bella, adriana tavora de albuquerque taveira, Aparecida Maria Pacetta, Leticia Maria de Oliveira, MAGNANI, PEDRO SERGIO, Luiz Gustavo Oliveira Brito, Marair Gracio Ferreira SartoriDoutorado
- 2023Gláucia Miranda Varella PereiraFrouxidão vaginal - da invisibilidade ao diagnóstico e tratamento · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Luiz Gustavo Oliveira Brito, Zilma Silveira Nogueira Reis, Elizabeth Ferreira, Maria Laura Costa do Nascimento, Rodolfo de Carvalho PacagnellaDoutorado
- 2023Anna Valeria Gueldini de MoraesEfeito da radiofrequencia não ablativa, do estrogenio topico e do hidratante vaginal no tratamento da sindrome geniturinária da menopausa sobre parametros clinicos e histopatológicos: ensaio clínio randomizado · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Adriana Orcesi Pedro Campana, Cristina Laguna Benetti-Pinto, Paulo Cesar Giraldo, José Maria Soares-Júnior, Rogerio Bonassi Machado, Luiz Gustavo Oliveira BritoDoutorado
Revisor de periódico
70 registros- 2023 – presenteVínculo atualLANCET (0140--673)Revisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualPLoS OneRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualINTERNATIONAL JOURNAL OF GYNECOLOGY & OBSTETRICSRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualJournal of Sexual MedicineRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualHuman FertilityRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualTechniques in ColoproctologyRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualCLIMACTERIC (CARNFORTH. ONLINE)Revisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualScientific ReportsRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualThe European Journal of Contraception and Reproductive Health CareRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualUROLOGYRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualJournal of Endometriosis and Pelvic Pain DisordersRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualRevista da Associacao Medica BrasileiraRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualTRANSLATIONAL ANDROLOGY AND UROLOGYRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualJournal of Medicine and LifeRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualMEDICINA (USP.FMRP)Revisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualRevista da Escola de Enfermagem da USP (Impresso)Revisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualRevista da Escola de Enfermagem da USP (Impresso)Revisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualBMJ OpenRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualCLINICSRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualPHYSIOTHERAPY THEORY AND PRACTICERevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualJOURNAL OF THE AMERICAN GERIATRICS SOCIETYRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualNEUROUROLOGY AND URODYNAMICSRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualBMC Pregnancy and ChildbirthRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualBMJ CASE REPORTSRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualABCS HEALTH SCIENCESRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualBRAZILIAN JOURNAL OF UROLOGYRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualBMC Womens HealthRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualINTERNATIONAL JOURNAL OF ADOLESCENT MEDICINE AND HEALTHRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualExpert Opinion On Drug Metabolism and ToxicologyRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualFemale Pelvic Medicine & Reconstructive SurgeryRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualArchives of Women's Mental HealthRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualReproductive Biomedicine Online (Online)Revisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualCase Reports in Obstetrics and GynecologyRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualBIOMED RESEARCH INTERNATIONALRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Physical TherapyRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualBJOG-AN INTERNATIONAL JOURNAL OF OBSTETRICS AND GYNAECOLOGYRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualPHYSICAL THERAPYRevisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Medical and Biological ResearchRevisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualRevista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Impresso)Revisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualAmerican Journal of Obstetrics and Gynecology (Print)Revisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualBMC MedicineRevisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualCancer Biology & MedicineRevisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualJournal of Obstetrics and Gynaecology (Online)Revisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualUltrasound in Obstetrics & GynecologyRevisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualCadernos de Saúde Pública (ENSP. Impresso)Revisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualJournal of Women's Health (Larchmont, N.Y. 2002)Revisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualJournal of Psychosomatic Obstetrics & GynecologyRevisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualMedicalExpressRevisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualJournal of Minimally Invasive GynecologyRevisor de periódico
- 2014 – presenteVínculo atualThe American Journal of Case ReportsRevisor de periódico
- 2014 – presenteVínculo atualGynecology & ObstetricsRevisor de periódico
- 2014 – presenteVínculo atualCiência e Saúde Coletiva (Impresso)Revisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualJournal of Biomedical ResearchRevisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualBritish Journal of Medicine and Medical ResearchRevisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualJournal of Pediatric and Adolescent GynecologyRevisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualReproductive Sciences (Thousand Oaks. Online)Revisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualEuropean Journal of Obstetrics, Gynecology, and Reproductive BiologyRevisor de periódico
- 2012 – presenteVínculo atualFemina (Rio de Janeiro)Revisor de periódico
- 2012 – presenteVínculo atualInternational Urogynecology Journal (Print)Revisor de periódico
- 2012 – presenteVínculo atualRevista de Pesquisa em SaúdeRevisor de periódico
- 2012 – presenteVínculo atualThe Journal of Obstetrics and Gynecology of IndiaRevisor de periódico
- 2011 – presenteVínculo atualBreast Cancer: Targets and TherapyRevisor de periódico
- 2011 – presenteVínculo atualInternational Journal of Women's HealthRevisor de periódico
- 2011 – presenteVínculo atualUroToday International JournalRevisor de periódico
- 2011 – presenteVínculo atualUrology AnnalsRevisor de periódico
- 2011 – presenteVínculo atualClinics (USP. Impresso)Revisor de periódico
- 2011 – presenteVínculo atualUrogynaecologiaRevisor de periódico
- 2011 – presenteVínculo atualWorld Journal of Surgical OncologyRevisor de periódico
- 2010 – presenteVínculo atualThe Journal of Reproductive MedicineRevisor de periódico
- 2010 – presenteVínculo atualInternational Journal of Clinical OncologyRevisor de periódico
Prêmios e títulos
58 registros- 20255o lugar - Ginecologia - Estudo original - Eritrocitose em homens trans: suspender ou fracionar a dose de testosterona ?Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetricia (FEBRASGO)
- 2025Best Paper in Locoregional Treatment - Omission of Axillary surgery in early breast cancer with negative lymph nodes: a systematic review and meta-analysis of randomized clinical trialsBrazilian Breast Cancer Symposium
- 2025International Specialist and IUGA Recognized Expert in Pelvic Floor Dysfunction (INSPIRE)International Urogynecological. Association (IUGA)
- 2025Destaque entre os Editores AssociadosRevista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (RBGO)
- 20241o lugar - Ginecologia - Complicações relacionadas à frequencia de higienização dos pessários vaginais em mulheres com prolapso genital: ensaio clínico randomizadoSOGESP
- 20244o lugar - Ginecologia - Comparação da eletroestimulação do nervo tibial unilateral versus bilateral em mulheres com síndrome da bexiga hiperativa: ensaio clínico randomizadoSOGESP
- 2024Best Category Transgender - Pelvic floor disorders among transgender patients: a scoping reviewInternational Continence Society
- 20232o Lugar - Ginecologia - Melhores Trabalhos - Uso de um aplicato móvel para treinamento dos músculos do assoalho pélvico em mulheres com incontinência urinária, ensaio clinico randomizadoSOGESP (Associação de Obstetrícia e Ginecologia de Sâo Paulo)
- 20231o lugar - Melhor Revisão Sistematizada em GInecologia - 61 CBGO - Tratamento da frouxidão vaginal: revisão sistemática e metanáliseFEBRASGO
- 2023Avaliação da função sexual em pessoas transgênero - Trabalhos Orais Premiados - COBRAFISM (Congresso Brasileiro de Fisioterapia em Saúde da Mulher)ABRAFISM
- 20222o lugar - Ginecologia - Efeito da Radiofrequencia versus Treinamento Muscular do Assoalho Pélvico no Tratamento de Mulheres com Frouxidão VaginalSOGESP
- 20222o lugar - Estudo Original - Ginecologia - Radiofrequencia e Treinamento Muscular do Assoalho Pélvico em Mulheres com Frouxidao Vaginal - resultados de 6 meses para estudo randomizadoFEBRASGO, durante 60o Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetricia
- 2021Título em Área de Atuação em Endoscopia GinecológicaFEBRASGO
- 20212o lugar - Prêmio de Melhores Trabalhos em Ginecologia, "Endometriose profunda e sintomas álgicos: uma associação ligada às disfunções dos músculos do assoalho pélvco"SOGESP
- 20212o lugar, Estudo Original, Ginecologia, "Alongamento vaginal e laser na função sexual de mulheres com dor miofascial do assoalho pélvico"FEBRASGO, durante 59o Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia
- 20213o lugar, Ginecologia, Estudo Original, "Laser de CO2 fracionado versus treinamento muscular do assoalho pélvico para incontinência urinária de esforço: ensaio clínico randomizado"FEBRASGO, durante 59o Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia
- 20211o lugar, Ginecologia, Revisão Sistematizada, "Elastografia ultrassonográfica no diagnóstico de endometriose: revisão sistemática com metanáliseFEBRASGO, durante 59o Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia
- 2020Golden Hysteroscope AwardAmerican Association for Gynecological Laparoscopists - AAGL Foundation
- 20195o Lugar - Melhor Trabalho de Ginecologia - Disfunção de assoalho pélvico em mulheres com insuficiência ovariana prematuraSOGESP
- 20194o Lugar - Melhor Trabalho de Obstetrícia - Diagnóstico ultrassonográfico de microcefalia - comparação de três curvas de crescimento fetalSOGESP
- 20193o lugar - Categoria Tempo de avaliação de manuscritos submetidos a RBGO de 2016 a 2019 - Mérito RBGO Gynecology & ObstetricsFEBRASGO
- 2019Step 2 CK - 236 - Pass - United States Medical License ExaminationEducation Committee for Foreign Medical Graduates (ECFMG)
- 2019USMLE Board Certification - M.D - United States of AmericaECFMG
- 20182017 Publons Peer Review AwardPublons
- 20184th Top Peer Reviewers, Editoral Board MemberInternational Urogynecology Journal
Participação em eventos
522 registros- 2025Comentários sobre a aula Síndrome Genito urinária da Menopausa: Insights dos novos guidelines da AUASummit em Disfunções Miccionais · Conferencista · Convidado · Porto Alegre
- 2025Panelista de Ginecologia do FEBRAQUIZ SOGESP para residentes - segundo dia30 Congresso Paulista de Obstetricia e Ginecologia · Moderador · Convidado · São Paulo
- 2025TT12 - Cirurgias em Uroginecologia: dicas ilustradas - Sling Transobsturatório e Sling Retropúbico30 Congresso Paulista de Obstetricia e Ginecologia · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2025Urologia feminina discutida em profundidade - Casos clínicosSummit em Disfunções Miccionais · Conferencista · Convidado · Porto Alegre
- 2025Discussão ? CASOS CLÍNICOS - Apresentação de casos de prolapso com e sem incontinênciaSummit em Disfunções Miccionais · Conferencista · Convidado · Porto Alegre
- 2025DBI 11 - Ginecologia Moderna: Discussão sobre Novos Procedimentos30 Congresso Paulista de Obstetricia e Ginecologia · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2025Correção de fistula urogenital: qual a melhor via cirúrgica?6 Encontro de Videolaparoscopia e Robótica em Ginecologia · Conferencista · Convidado · Brasilia
- 2025Acolhimento e atendimento - cuidados em saúde com as pessoas LGBTQIA+62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
- 2025Correção de prolapso via videolaparoscopica: tips and tricks6 Encontro de Videolaparoscopia e Robótica em Ginecologia · Conferencista · Convidado · Brasilia
- 2025Frouxidão vaginal: o que fazer? na Mesa Redonda Disfunções de Assoalho Pèlvico62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
- 2025Coordenador da Mesa Episiotomia62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Moderador · Convidado · Rio de Janeiro
- 2025Sacrocolpopexia e defeito posteriorInternational Congress of Minimally Invasive Gynecology and Endometriosis · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2025Complicaciones de la cirugias uroginecologicas - como tratar35 Congreso Mexicano de Urologia Ginecologica · Conferencista · Convidado · Querretaro
- 2025Atrofia, frouxidão e outras disfunções uroginecológicasCERVICOLP 2025 · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2025Vídeo: Sling retropúbico: dicas e cuidados cirúrgicos62 Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
- 202533 Congresso de Ginecologia e Obstetricia de Ribeirão PretoOuvinte · Ribeirão Preto
- 2025MODERADOR do DEBATE INFORMAL "UROGINECOLOGIA"33 Congresso de Ginecologia e Obstetricia de Ribeirão Preto · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2025ABORDAGEM CLÍNICA DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA (BEXIGA HIPERATIVA)Salvata Experience 5a edição · Conferencista · Convidado · Fortaleza
- 2025ABORDAGEM DE PROLAPSO DE ÓRGÃOS PÉLVICOSSalvata Experience 5a edição · Moderador · Convidado · Fortaleza
- 2025Incontinência urinária: quando a cirurgia é a opção?33 Congresso de Ginecologia e Obstetricia de Ribeirão Preto · Moderador · Convidado · Ribeirão Preto
- 2025TT66 - Trauma Perineal no Parto - Episiotomia: quando, como e porque?30 Congresso Paulista de Obstetricia e Ginecologia · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2025Coordenação do Curso Prático em Ginecologia 3 - Aspectos práticos da rotura perineal30 Congresso Paulista de Obstetricia e Ginecologia · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2025Coordenador do Curso Prático de G&O - Inovações em Ginecologia30 Congresso Paulista de Obstetricia e Ginecologia · Moderador · Convidado · São Paulo
- 2025Sacrocolpopexia: passo a passo da técnica cirúrgicaSummit em Disfunções Miccionais · Conferencista · Convidado · Porto Alegre
- 2024Tratamento da incontinencia urinária e do prolapso genital no consultório17 Jornada de Ginecologia e Obstetricia do Tocantins · Conferencista · Convidado · Palmas
Formação complementar
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