Damião Esdras Araujo Arraes.
Livre · Departamento de História e Estética do Projeto
- Departamento
- Departamento de História e Estética do Projeto
Currículo atualizado em 02/06/2023
Cita-se como: ARRAES, Esdras;ARRAES, ESDRAS;Arraes, Esdras Araujo;ARRAES, Damião Esdras Araujo
Resumo biográfico
Professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA). Lidera o grupo de pesquisa Cnpq "Sertões-amõaé". Integrante dos grupos "Paisagens Híbridas" (EBA/UFRJ); "Memórias do sertão: estudo arquitetônico do sertão nordestino" (Cnpq-UFERSA); e "Arqueologia da Paisagem"(Cnpq-FAUUSP). Foi pesquisador de pós-doutorado em Filosofia (na área de Estética), com bolsa FAPESP, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Entre junho/2019 e maio/2020, realizou estágio de pós-doutorado na Freie Universität Berlin (Peter Szondi-Institut für AVL), também com bolsa FAPESP, e supervisão do Prof. Dr. Michael Gamper. Tem doutorado em Ciências pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU USP, 2017), na área de História e Fundamentos da Arquitetura e Urbanismo, e orientação da Profa. Dra. Beatriz P. Siqueira Bueno. Em 2016 concluiu pesquisa de estágio doutoral no exterior (BEPE/FAPESP, processo 2015/07757-5), na Universidade do Algarve (UAlg), com supervisão da Profa. Dra. Renata Malcher de Araujo. De outubro/2015 a abril/2016 foi pesquisador visitante no CHAM (Centro de Humanidades) da Universidade Nova de Lisboa. Em 2012, obteve o título de mestre em Arquitetura e Urbanismo na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, na área de História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo. Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE, 2006). Atua principalmente nos seguintes temas: teoria e história da arquitetura, do urbanismo e do jardim, estética, estética e filosofia da paisagem, patrimônio dos sertões do Nordeste e decolonialidade.
Indicadores
Áreas de atuação
06 registros- Ciencias HumanasFilosofiaEstética da paisagem
- Ciencias HumanasFilosofiaPaisagem
- Ciencias HumanasFilosofiaEstética
- Ciencias HumanasFilosofiaHistória da Arquitetura
- Ciencias HumanasFilosofiaHistória da Arte
- Ciencias HumanasFilosofiaHistória da urbanização
Formação acadêmica
07 registros- 2019 – 2020Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Freie Universität BerlinBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 2017 – 2021Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Universidade de São PauloBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 2013 – 2017DoutoradoConcluídoArquitetura e Urbanismo · Universidade de São Paulo“Ecos de um suposto silêncio: paisagem e urbanização dos "certoens" do Norte, c.1666-1820”Orientação: Beatriz Piccolotto Siqueira BuenoBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 2009 – 2012MestradoConcluídoArquitetura e Urbanismo · Universidade de São Paulo“Curral de reses, Curral de almas: urbanização do sertão nordestino entre os séculos XVII e XIX”Orientação: Luciano MigliaccioBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 2001 – 2006GraduaçãoConcluídoArquitetura e Urbanismo · Universidade Federal de PernambucoOrientação: Cláudio Manguinho
- 1997 – 1999Ensino-medio-segundo-grauConcluídoEnsino-medio-segundo-grau · Escola de Aplicação Profa. Raimunda Reis de Alencar
- 1993 – 1996Ensino-fundamental-primeiro-grauConcluídoEnsino-fundamental-primeiro-grau · Centro de Educação Rural Luiz Gonzaga Duarte
Idiomas
05 registros| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Inglês | Bem | Bem | Bem | Bem |
| Espanhol | Bem | Bem | Bem | Bem |
| Alemão | Bem | Razoável | Bem | Bem |
| Francês | Bem | — | — | — |
| Italiano | Bem | — | — | — |
Atuação profissional
10 registros- 2022 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade Federal Rural do Semi-ÁridoProfessor Adjunto classe A - nível 1Servidor Publico
- 2022 – 2022Cultura del paisaje de Latinoamerica: sociedad proyecto y devenir (2 vols)Membro de corpo editorial
- 2022 – 2022El paisaje del borde urbano-rural parte alta de la Comuna 8 de MedellínMembro de corpo editorial
- 2022 – 2022Historia urbana, biodiversidad y ancestralidade en ChileMembro de corpo editorial
- 2019 – 2020Dedicação exclusivaFreie Universität BerlinEstágio de pesquisa de pós-doutoradoBolsista40h/sem
- 2017 – 2021Dedicação exclusivaFaculdade de Filosofia, Letras e Ciências HumanasPesquisador de pós-doutoradoBolsista
- 2015 – 2016Dedicação exclusivaUniversidade do AlgarvePesquisador - bolsista FAPESP (BEPE)Bolsista
- 2015 – 2016Centro de HumanidadesPesquisador visitante
- 2013 – 2017Dedicação exclusivaFaculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São PauloPesquisador de doutoradoBolsista
- 2009 – 2012Dedicação exclusivaFaculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São PauloPesquisador de mestradoBolsista
Produção bibliográfica
45 registros- 2023Cartografia de conflitos: territórios, fronteiras e hierarquias em disputa nos sertões do Norte (séculos XVIII-XIX)Damião Esdras Araujo Arraes · XX ENANPUR · PPGAU-UFPA/ANPUR · Belém
- 2022Solidão e Stimmung. A paisagem de solitários, de Werther a AlbertusDamião Esdras Araujo Arraes · NÓS: I Congresso Internacional Estudos da Paisagem · Edufal · ISBN 9786556240947 · Maceió
- 2021Landscape in letters: Carus and the aesthetics of natureDamião Esdras Araujo Arraes · 2º Congresso Ibero-americano em Estudos da Paisagem · HTC - História, Território e Comunidades · ISBN 978-989-53106 · Lisboa
- 2021Goethe sobre a poética do estilo gótico: as catedrais de Estrasburgo e ColôniaDamião Esdras Araujo Arraes · VI Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo · FAU-UnB · ISBN 2358-6214 · Brasília
- 2020Locus terribilis: la ciudad y su dimensión negativa en el Werther de GoetheDamião Esdras Araujo Arraes · IX Jornadas Arte y Ciudad (VI Encuentros Internacionales) · Grupo de Investigación Arte, Arquitectura y Comunicación · Madrid
- 2019Nature and art: Goethe on ArchitectureDamião Esdras Araujo Arraes · 21st International Congress of Aesthetics · University of Belgrad - Faculty of Architecture · ISBN 978-86-7924-2 · Belgrado
- 2019Levar 'obediência' aos sertões do Norte em três escalas: capitanias do Norte, Piauí e vilas de índiosDamião Esdras Araujo Arraes · 2º Congresso Ibero-americano de História Urbana · Facultad de Arquitectura UNAM · ISBN 2674-6808 · Cidade do México
- 2019A paisagem como quadro da natureza: Goethe, Humboldt e CarusDamião Esdras Araujo Arraes · Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (ANPOF) · Anpof · ISBN 97885880725 · Vitória
- 2019Nature and art: Goethe on architectureDamião Esdras Araujo Arraes · 21st International Congress of Aesthetics · University of Belgrad - Faculty of Architecture · ISBN 9788679242 · Belgrado
- 2018Além de nuvens e montes: a paisagem de Goethe antes da ItáliaDamião Esdras Araujo Arraes · 9º Encontro Nacional do GT de estética da Anpof · PUC-Rio · Rio de Janeiro
- 2018Natureza, paisagem e cidade nos escritos de GoetheDamião Esdras Araujo Arraes · XV Seminário de História da Cidade e do Urbanismo · Even3 · ISBN 978-85-5722-0 · Rio de Janeiro
- 2018'O mundo do olho': natureza e paisagem em Goethe e HumboldtDamião Esdras Araujo Arraes · 1 Congresso Ibero Americano em estudos de paisagem · Instituto de História Contemporânea da FCSH da Universidade Nova de Lisboa · ISBN 9789899838871 · Sintra
- 2016Pensar con los ojos sertões, cartografar territórios e representar paisagensDamião Esdras Araujo Arraes · VI Encontro Internacional de História Colonial · EDUNEB · ISBN 978-85-85813 · Salvador
- 2014The souls' corral: urbanization, architecture and art of Jesuit missions in the hinterlands of the Northern Provinces of Brazil.Damião Esdras Araujo Arraes · 12th Internacional Conference on Urban History · Lisboa
- 2013Reses, fazendas, feiras e a urbanização dos 'Certoens' das Capitanias do Norte.Damião Esdras Araujo Arraes · X Congresso da Associação Brasileira de Pesquisadores em História Econômica · Juiz de Fora
- 2012Três caminhos, uma cidade: notas sobre a urbanização de Oeiras do Piauí entre os séculos XVII e XVIIIDamião Esdras Araujo Arraes · I Encontro Nacional de Geografia Histórica · Rio de Janeiro
- 2012'Ao primeiro olhar': o sertão nordestino na narrativa dos viajantes estrangeirosDamião Esdras Araujo Arraes · Espaços Narrados - A construção dos múltiplos territórios da língua portuguesa. · ISBN 9788580890228 · São Paulo
- 2012'As chaves do sertão': freguesias e o fenômeno urbano do sertão nordestino.Damião Esdras Araujo Arraes · IV Encontro Internacional de História Colonial · Açai · ISBN 9788561586539 · Belém
- 2010Caminhos do gado: paisagem cultural e urbanização de cidades do sertão nordestino dos séculos XVII e XVIIIDamião Esdras Araujo Arraes · 1 Colóquio Ibero-Americano Paisagem Cultural, Patrimônio e Projeto · Belo Horizonte
Produção técnica
37 registros- 2023Sertões-Amõaé: pessoas, saberes, arquitetura e paisagem em perspectiva histórica e decolonialDamião Esdras Araujo ArraesConferencia
- 2022Jesuit and capuchin missions in Northern Brazilian 'Sertões': pre-existences, architecture and space beyond the coastDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2022A paisagem de Goethe a Carus: entre a matematização e a aparência sensível da naturezaDamião Esdras Araujo ArraesConferencia
- 2022A urbanização da América portuguesa: um estudo em humanidades digitaisDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2022Os sertões do Nordeste: poiésis de paisagem e de simplicidadeDamião Esdras Araujo ArraesConferencia
- 2021Goethe sobre a poética do estilo gótico: as catedrais de Estrasburgo e ColôniaDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2021Paisagem em cartas: Carus e a estética da naturezaDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2021A viagem à Itália de Goethe: formação, arte e naturezaDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2021Solidão e Stimmung. A paisagem de solitários, de Werther a AlbertusDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2020A alma dos jardins: estética, utopia e sociedade no Rio de Janeiro da belle époqueDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2020Locus terribilis: la ciudad y su dimensión negativa en el Werther de GoetheDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2020A rede de povoações das capitanias do Norte (1549-1820): um estudo em humanidades digitaisDamião Esdras Araujo ArraesConferencia
- 2020El jardín y el parque de 'Las afinidades electivas' de Goethe: representación de la naturaleza entre la ciencia y la sensibilidadDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2020A aparência sensível da natureza, de Goethe a CarusDamião Esdras Araujo ArraesConferencia
- 2020As vilas dos sertões do Norte e as preexistências ameríndias: urbanismo, arqueologia e encontro cultural no século XVIIIDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2019Nos jardins de Lotte e o jardim da casa de Schiller: a jardinagem entre a literatura de Goethe e a filosofia de seu tempoDamião Esdras Araujo ArraesSimposio
- 2019As nuvens de Goethe: entre a meteorologia e a poesiaDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2019Entre brejos, mandacarus e buritis: arquitetura e urbanismo que (de)cifram os Sertões do NorteDamião Esdras Araujo ArraesConferencia
- 2019Deconstructing voids, recreating colonial settlements: the Northern Brazilian 'Sertões' and their territoriesDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2019Nature and art: Goethe on ArchitectureDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2019Letters to Ernst: the Carus' Erdlebenbildkunst and the landscape aestheticsDamião Esdras Araujo ArraesConferencia
- 2019Levar 'obediência' aos sertões do Norte em três escalas: capitanias do Norte, Piauí e vilas de índiosDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2018Além de nuvens e montes: a paisagem de Goethe antes da ItáliaDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2018A paisagem como quadro da natureza: Goethe, Humboldt e CarusDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
- 2018'O mundo do olho': natureza e paisagem em Goethe e HumboldtDamião Esdras Araujo ArraesComunicacao
Projetos de extensão
01 registroProjetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.
- Em andamento2023 – presenteExtensão
Fim de semana nos Sertões
Os estudos voltados à construção do território do Brasil continuam sendo um desafio constante no campo das Ciências Sociais Aplicadas, sobretudo quanto ao dimensionamento da história do urbanismo e da urbanização de nossas cidades. Nesse tempo, também temos nos deparado com outras epistemologias para pensar a formação de tessituras sociais e urbanas, sejam elas pautadas por relações socioambientais, constituídas por heranças culturais, ou mesmo engendradas a partir das ancestralidades que ecoam desse ambiente. Entre os estudos que despontam como instrumentos potentes que garantem o entendimento das partes e do todo do processo de formação do território dos sertões da região Nordeste brasileira, é possível destacar os estudos decoloniais, marcadores relevantes para refletir, em particular, os discursos que inventaram as paisagens dos sertões. Os estudos decoloniais buscam desconstruir as narrativas hegemônicas que foram impostas durante séculos no processo de colonização do Brasil e que ainda estão presentes nas práticas e discursos da sociedade contemporânea. Tais narrativas legitimaram o processo de exploração e submissão dos povos e territórios colonizados, implicando em uma lógica de dominação e imposição de modelos culturais e socioespaciais relativos à construção de nossas cidades, levando em consideração a subtração de saberes e marcos na paisagem que, em certa medida, afirmou apagamentos significativos no ambiente. No Nordeste brasileiro, portanto, as epistemologias decoloniais são pautas centrais para compreender a formação dos sertões e a produção das paisagens que os constituem. A partir da perspectiva de que os sertões não são uma região vazia e desabitada, morosa e rústica, mas sim construídos e habitados por diversas comunidades e povos, os estudos decoloniais nos ajudam a perceber as relações sociais e as práticas culturais que moldaram esses espaços ao longo do tempo. Ademais, esses estudos permitem identificar as dinâmicas de poder que ainda operam no Nordeste e, muitas vezes, invisibilizam as populações e seus saberes. É possível perceber como em particular os processos de urbanização e as políticas públicas são atravessados por essas relações de poder e como as mesmas interferem na construção e invenção dessas paisagens. A partir desses marcadores, surge o Projeto de Extensão Fim de Semana nos Sertões, uma ação da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), organizada pelo pelo Grupo de Pesquisa Sertões-Amõaé (GPSA-UFERSA/Cnpq), que tem como objetivo discutir a construção e percepção das paisagem dos sertões no Brasil, considerando aspectos relativos à história, à formação da sua sociedade, às relações firmadas entre seus distintos grupos sociais, ao entendimento dos saberes, ao ambiente e, por fim, às múltipla práticas culturais que envolvem as tradições locais sertanejas e os choques e tensões gerados entra as ancestralidades e o tempo contemporâneo. Diante de tais perspectivas, as narrativas e contra-narrativas que emergirão dos diálogos realizados nessa ação de extensão, cuja perspectiva possui um viés transnacional como matriz metodológica, aparecem como instrumentos significativos para entendermos a formação dos territórios dos sertões do Nordeste brasileiro (e do Nordeste em si), de forma mais abrangente e crítica, a fim de dar visibilidade às múltiplas relações que os constituem, contribuindo para a construção de um processo de urbanização mais justo e inclusivo. Igualmente, o projeto busca fundamentar arcos analíticos e pontes reflexivas que pretendem explorar os sertões a partir de perspectiva interdisciplinar. Tal visão é uma garantia de reconhecimento da forma e do conteúdo que estruturam as paisagens. Importa frisar que essa proposta será reformulada conforme um conjunto de narrativas de distintos pesquisadores comprometidos em aprofundar os estudos dessa região brasileira (bem como de
EquipeDamião Esdras Araujo Arraes (Responsável)
Projetos
06 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2023 – presentePesquisa
"Pensar con los ojos" sertões: saberes, arquitetura e cidade em perspectiva histórica e decolonial
O projeto decorre do interesse de apresentar os saberes, as arquiteturas e as cidades dos sertões do Nordeste brasileiro para além das representações costumeiras formuladas a partir de "fora", isto é, os discursos que se impuseram como verdade cujas formulações heurísticas circunscrevem os sertões nas imagens do "vazio", do "inerte", do "moroso", do "decadente", do "rústico" e da "morte". É imperativo a reconstituição de espistemologias afastada da normativa eurocentrada, que celebrem a vitalidade humana presente na construção material da arquitetura, das cidades e na ecologia dos saberes. Por outro lado, a "diversidade" mostra-se como aspecto nuclear de leitura, especialmente por ressignificar a vitalidade dos sertões mediante as maneiras de as pessoas construírem suas moradas e cidades e apreenderem sensivelmente as paisagens. Propõe-se a construção narrativa em perspectiva histórica não linear, com o intuito de frisar a complexidade da vida dos sertões em momentos cronológicos específicos. A abordagem teórica é interdisciplinar, sintonizando-se com a história da arquitetura e da cidade, antropologia, sociologia, estética e história da arte. Afina-se, ainda, ao pensamento decolonial de reconstituição das epistememologias dos povos proposto por Aníbal Quijano e Boaventura de Sousa Santos e ao "perspectivismo" fundamentado pelo antropólogo Eduardo Viveiros de Castro. O título do projeto é retirado do inspirador trabalho de Damián Bayón ("Pensar con los ojos"), historiador de arte argentino que nos incentivou a ler a forma artística como expressão de sensibilidades.
EquipeDamião Esdras Araujo Arraes (Responsável), Anna Cristina Andrade Ferreira, Cayo Ravel Rodrigues Alves, Lucas Gabriel Ferreira dos Santos, Maria Izabela Morais da Silva
- Em andamento2022 – presenteOutra
Grupo de pesquisa: Sertões-amõaé: arquitetura, cidade e paisagem em perspectiva histórica e decolonial
O grupo de pesquisa nasce de inquietações a respeito do tratamento heurístico, histórico e discursivo destinado à arquitetura, cidade e paisagem dos sertões do Nordeste brasileiro. Com efeito, a historiografia clássica circunscreveu os sertões numa aura carregada de negatividade, isto é, boa parte da expressão material e sensível ali produzida foi classificada como "rústica", "pobre em seus aspectos formais", na melhor das hipóteses, "pitoresca". Os parâmetros da análise comparativa se afinavam aos objetos materiais da cultura produzidos nos principais centros urbanos, como Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo... Em poucos estudos há a problematização do saber local, da memória, da circulação de técnicas e modelos como categorias essenciais à leitura da arquitetura, cidade e paisagem. Por esse motivo, a abordagem decolonial (ou descolonizal) se ajusta ao aporte teórico-metodológico proposto pelo grupo. É preciso lançar luz nos agentes construtores dos espaços a fim de reelaborar as narrativas estéticas e históricas dos sertões. Como bem refletiu Fernando Luiz Lara (2021) em artigo luminoso - "Five radical frameworks for decolonizing the spatial history os Americas" -, a perspectiva europeia é necessária, mas não a única possibilidade de elaboração da história. A decolonialidade do saber urbano, paisagístico e arquitetônico reposiciona a cultura dos povos periferizados no mesmo nível do conhecimento científico. Talvez esse seja o principal desafio das pesquisas que o grupo propõe a elaborar: como historicizar os espaços a partir dos sertões, sem esquecer os diferentes agentes envolvidos nesse processo - povos indígenas, pessoas que foram escravizadas, corpos racializados, mulheres e homens. Os estudos de Boaventura de Sousa Santos (2021, 2022), Ailton Krenak (2020, 2021, 2022), Lara (2021), Malcom Ferdinand (2022), Damián Bayón (1993) e Aníbal Quijano (2019) são as bases metodológicas e teóricas do grupo. Some-se, ainda, a perspectiva interdisciplinar da proposta, em que os componentes serão estimulados a interpretar os fenômenos arquitetônico, urbanístico e paisagísticos dos sertões a partir do questionamento da História Social, História da Arquitetura e do Urbanismo, Arte, Antropologia e Sociologia. Nesse sentido, procura-se divulgar a diversidade arquitetônica, urbanística e paisagística dos sertões do Nordeste brasileiro em perspectiva histórica e decolonial. A diversidade (amõaé, palavra do tupi antigo que dá nome ao grupo) converte-se numa chave de leitura fundamental para traçar novos caminhos de pesquisa e trabalhos acadêmicos dedicados aos sertões e ao Nordeste brasileiro como um todo. As atividades do grupo mostram-se a um só tempo prospectivas e propositivas: tanto recorrem à reconstituição de epistemologias (Santos, 2022), enfocando saberes, memórias e narrativas não circunscritos à exclusividade do universo acadêmico, como também estabelecem a instrumentalização dessas epistemologias na escrita de políticas públicas mais inclusivas e aderentes ao contexto social em questão, gerando, de fato, memória e pertencimento. Como resultados esperados, a equipe se estimula em publicar artigos, cartilhas e livros; além de propor a elaboração de encontros e projetos de extensão no intuito de dar visibilidade aos saberes locais na construção espacial e paisagística dos sertões.
EquipeDamião Esdras Araujo Arraes (Responsável), Nádia Mendes de Moura, Beatriz Piccolotto Siqueira Bueno, Anna Cristina Andrade Ferreira, Isabelle Mendonça de Carvalho, Renata Maria de Almeida Martins, Valci Rubens Oliveira de Andrade
- Concluído2019 – 2020Pesquisa
Entre o ornamento e a ordem: natureza, paisagem e jardim na Época de Goethe
Esse projeto de pós-doutorado busca compreender a ideia de natureza, paisagem e jardim que circulava no universo filosófico, literário e pictórico da Alemanha na época de Goethe (1749-1832). Com foco nas obras de Johann Wolfgang von Goethe, Alexander von Humboldt, Carl Gustav Carus, Friedrich Schiller e August Schlegel, pretende-se estudar as articulações entre o ornamento e a ordem da natureza e sua repercussão na elaboração de pinturas de paisagens e criação de jardins. Com efeito, os escritos de Goethe e Humboldt são pródigos em abordar aquelas categorias segundo a sensibilidade e a empiria. Ambos expressam a paisagem e o jardim como "quadros da natureza", isto é, uma forma viva que comunica em sua composição o diálogo harmonioso entre a subjetividade e a objetividade do homem. Por sua vez, Schiller e Carus perceberam o domínio da ideia sobre as experiências visuais, empíricas. Já Schlegel relacionou a jardinagem à pintura, ao domínio estético da visão e ao embelezamento da natureza que nos circunda. Como metodologia, a pesquisa procura desenvolver um discurso filosófico-literário da paisagem e do jardim circunscrito na conjugação da arte com ciência
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeDamião Esdras Araujo Arraes (Responsável), Marco Aurélio Werle, Michael Gamper
- Concluído2017 – 2021Pesquisa
A apreensão sensível da paisagem de Goethe aos naturalistas estrangeiros
Natureza e paisagem são as duas categorias que este projeto de pós-doutorado busca compreender, tomando como fundamento empírico as afinidades conceituais (e em certa medida algumas contradições) que há nas obras de Goethe e Humboldt, assim como sua recepção na literatura e pintura dos naturalistas estrangeiros que percorreram o Brasil depois de 1808. Com efeito, a apreensão da natureza, tanto em Goethe como em Humboldt, aparece como experiência estética e científica, isto é, o estudo da natureza e da paisagem envolveria uma dimensão subjetiva pela qual a liberdade de apreciar paisagens confere ao inquérito científico a sua completude. Em Goethe, a natureza seria a totalidade dos fenômenos, enquanto que a paisagem conotaria uma fração dessa totalidade enquadrada por um olhar constantemente treinado. Humboldt compartilha dessa ideia, atribuindo à paisagem (a fisionomia ou o quadro da natureza) a representação sintética da natureza. O legado das percepções de Goethe e Humboldt circularam pela Europa atraindo artistas e cientistas interessados em representar a paisagem e analisar os fenômenos da natureza revelados em lugares distantes, como o Brasil de princípios do século XIX. Assim, a apreensão da paisagem modifica no Brasil com o movimento das ideias dos naturalistas estrangeiros, e sua presença trouxe a percepção sensível da natureza, poética e contemplativa. Nesse respeito, o projeto divide-se em três partes: a primeira dedica-se a verificar como a natureza e a paisagem são reveladas nos escritos de Goethe; a segunda busca interpretar a maneira de Humboldt descrever a natureza e seus quadros; finalmente, a última parte pretende demonstrar a sintonia conceitual entre Goethe e Humboldt e como essa afinidade transparece nos discursos dos naturalistas estrangeiros
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeDamião Esdras Araujo Arraes (Responsável), Marco Aurélio Werle
- Concluído2015 – 2016Pesquisa
Ecos de um suposto silêncio: paisagem e urbanização dos "certoens" das capitanias do Norte e do estado do Maranhão (1675-1822)
Ecos de um suposto silêncio: paisagem e urbanização dos "Certoens" das capitanias do Norte e do Estado do Maranhão, 1671-1821 busca complementar os estudos de doutoramento que atualmente realizamos na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU USP), com foco nas zonas interiorizadas das capitanias da Bahia, Pernambuco (e suas anexas) e Maranhão.Propomos descortinar as especificidades da construção da paisagem e dos processos de urbanização dos sertões do Norte a partir da leitura da documentação primária (manuscrita e cartográfica) coletada nos principais arquivos portugueses, interpretando à luz dessas informações as políticas emanadas da Coroa lusa com incidência direta sobre o território interiorizado, as dinâmicas socioeconômicas internas aos sertões e suas trocas culturais e comerciais com outras zonas da Colônia, tais como Minas Gerais, Goiás e Pará.Com efeito, pretendemos demonstrar que se tratam de "certoens" ativos e partícipes na formação urbano-territorial do Brasil, tema pouco divulgado pela historiografia que os retrata como vazios, estagnados e inertes. Por isso, daremos foco à estrutura e hierarquias da rede urbana composta de "nós" de variados níveis e perfis. Pousos, registros, passagens, capelas, freguesias, julgados, vilas e cidades, metaforicamente, são os nossos ecos expressos no título desta pesquisa.Em paralelo, contemplamos a cultura material, a multidisciplinaridade e os jogos de escalas geográficas como hermenêutica da paisagem e da urbanização forjadas nos sertões, um território que até recentemente foi considerado "periférico" aos interesses do Império Português.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeDamião Esdras Araujo Arraes, Renata Klautau Malcher de Araújo, Beatriz P. Siqueira Bueno (Responsável)
- Concluído2009 – 2011Pesquisa
Das trilhas do gado ao trilho da máquina: estudo morfológico de cidades do sertão pernambucano/cearense dos séculos XVIII e XIX
Este trabalho pretende investigar a origem e evolução de três cidades do sertão pernambucano/cearense (Araripina, Triunfo e Crato) surgidas ao longo dos séculos XVIII e XIX, período onde se destacou o fenômeno social e econômico denominado Ciclo do Couro e das quais até o momendo não se tem notícia de qualquer estudo mais aprofundado sobre suas origens, história, memória e filiação morfológica. Este fato se dá, porque, ou se estudam as principais cidades do início da da república no Brasil (aquelas de maior interesse político e econômico) ou se estudam, à exaustão, as metrópoles caóticas e insustentáveis dos nossos dias, criando inúmeros hiatos que, se preenchidos, poderiam compor um panorama mais completo do urbanismo brasileiro. Este estudo ainda se dedica em analisar como o processo de interiorização do Nordeste brasileiro, nos séculos supracitados, foi iniciado pelo ciclo do gado (que favoreceu a origem dos núcleos urbanos) e consolidado com a introdução da máquina a vapor como um elemento vinculado à Revolução Industrial e de grande importância para a configuração da morfologia urbana das cidades em estudo
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeDamião Esdras Araujo Arraes (Responsável)
Bancas julgadoras
12 registros- 2023Andréia Luciane de Oliveira DuavyPaisagens e territorialidades (in)visíveis no sertão do Cariri, CE · Prog. de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial e Políticas Públicas · Universidade Federal Rural do Rio de JaneiroBanca: Denise de Alcantara Pereira, Damião Esdras Araujo Arraes, Clovis Ramiro Jucá Neto, Lucia Helena Pereira da SilvaMestrado
- 2023Heloise Almeida MaiaA orla, o hotel e o vazio: proposta de requalificação urbana da orla da lagoa da Salina e requalificação arquitetônica do antigo Hotel Municipal no centro de Morada Nova/CE · Arquitetura e Urbanismo · Universidade Federal Rural do Semi-ÁridoBanca: Damião Esdras Araujo Arraes, Anna Cristina Andrade Ferreira, Tamms Maria da Conceição Morais CamposGraduação
- 2023Karine Ellen Almeida de FreitasNo rastro das memórias: um estudo sobre a preservação do patrimônio histórico rural da microrregião do Catolé do Rocha-PB · Arquitetura e Urbanismo · Universidade Federal Rural do Semi-ÁridoBanca: Damião Esdras Araujo Arraes, Anna Cristina Andrade Ferreira, Gabriel Leopoldino Paulo de MedeirosGraduação
- 2023Vitória Raíssa Ferreira MangueiraElo calon: proposta de um espaço público como oportunidade de melhoria da vida urbana na comunidade tradicional cigana de Sousa/PB · Arquitetura e Urbanismo · Universidade Federal Rural do Semi-ÁridoBanca: Damião Esdras Araujo Arraes, Tamms Maria da Conceição Morais Campos, Anna Cristina Andrade FerreiraGraduação
- 2023Maria Eduarda Ferreira de MeloCidade de memórias: estratégias para salvaguarda da paisagem urbana de Alexandria/RN · Arquitetura e Urbanismo · Universidade Federal Rural do Semi-ÁridoBanca: Damião Esdras Araujo Arraes, Monique Lessa Vieira, Anna Cristina Andrade FerreiraGraduação
- 2022Andréia Luciane de Oliveira DuavyCenários invisíveis: paisagens e territorialidades no sertão do Cariri · Desenvolvimento Territorial e Políticas Públicas · Universidade Federal Rural do Rio de JaneiroBanca: Damião Esdras Araujo Arraes, Clovis Ramiro Jucá Neto, Denise de Alcantara Pereira, Lucia Helena Pereira da SilvaExame de qualificação de mestrado
- 2021André Alves de CarvalhoO Meister de Goethe entre a educação estética, a Bildung e a crítica · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Damião Esdras Araujo Arraes, Marco Aurélio Werle, Pedro Augusto da Costa Franceschini, Vladimir Menezes VieiraMestrado
- 2021Nicolau SpadoniVisões do passado: sobre o caráter grego da arte e do ideal na filosofia de Hegel · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Damião Esdras Araujo Arraes, Marco Aurélio Werle, Pedro Augusto da Costa Franceschini, Mario Rodrigues Videira JuniorMestrado
- 2021Nicolau SpadoniVisões do passado: sobre o caráter grego da arte e do ideal na filosofia de Hegel · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Damião Esdras Araujo Arraes, Marco Aurélio Werle, Pedro FranceschiniExame de qualificação de mestrado
- 2021Larissa Junqueira GomesA vivência da casa e sua relação com o contexto pandêmico da COVID-19 · Arquitetura e Urbanismo · Universidade Federal de São João Del-ReiBanca: Damião Esdras Araujo Arraes, Luciana Massami Inoue, Gedley Belchior BragaGraduação
- 2019Reberth E. R. AlmeiraCaracterização da produção espacial missioneira itinerante dos frades Capuchinhos da Prefeitura da Penha do Recife (1841-1889) · Dinâmica do Espaço Habitado · Universidade Federal de AlagoasBanca: Damião Esdras Araujo Arraes, Juliana Michaello Macedo Dias, Maria Angélica da Silva, Walter Matias LimaMestrado
- 2018Roberth Emannuel Rocha AlmeidaCaracterização da produção espacial missioneira itinerante dos frades Capuchinhos da Prefeitura da Penha do Recife (1840-1889) · Dinâmica do Espaço Habitado · Universidade Federal de AlagoasBanca: Damião Esdras Araujo Arraes, Juliana Michaello Macedo Dias, Maria Angélica da Silva, Walter Matias LimaExame de qualificação de mestrado
Revisor de periódico
05 registros- 2023 – presenteVínculo atualRisco: Revista de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo (on line)Revisor de periódico
- 2023 – presenteVínculo atualOCULUM ENSAIOS (PUCCAMP)Revisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualARQUITEXTOS (SÃO PAULO)Revisor de periódico
- 2019 – 2019REVISTA ELETRÔNICA DA ANPHLACRevisor de periódico
- 2017 – 2017ANAIS DO MUSEU PAULISTARevisor de periódico
Prêmios e títulos
05 registros- 20221º lugar do concurso público para professor efetivo. Edital nº 10/2022, homologado no DOU de 28/06/2022. Área: História e teoria da Arquitetura e do Urbanismo. Estudos e projetos urbanos e regionaisUniversidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA)
- 2021Aprovado no concurso público para provimento do cargo de professor substituto. Edital nº 034/2021. Disciplina: Fundamentos de Arquitetura e UrbanismoUniversidade Federal de Santa Maria (UFSM)
- 20201º lugar do concurso público para provimento do cargo de professor substituto. Edital nº 72/2020. Disciplina: Teoria em Arquitetura e UrbanismoUniversidade Estadual de Maringá (UEM)
- 2017Recomendação para publicação da tese de doutoradoFaculdade de Arquitetura da Universidade de São Paulo - FAU USP
- 2012Recomendação para publicação da dissertação de mestradoFaculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo
Participação em eventos
51 registros- 2023Cartorafia de conflitos: territórios, fronteiras e hierarquias em disputa nos sertões do Norte (séculos XVIII-XIX)XX ENANPUR · Apresentação oral · Participante · Belém-PA
- 2022O lugar e a vila: povoações "para o bem comum e felicidade dos índios" ou o conflito entre utopia e utilidadeIII Congreso de la Asociación Iberoamericana de Historia Urbana: repensar la ciudad iberoamericana, construir el pasado y deseñar el futuro · Apresentação oral · Participante · Madri
- 2022Jesuit and capuchin missions in Northern Brazilian "Sertões": pre-existences, architecture and space beyond the coast35th CIHA World Congress · Apresentação oral · Participante · São Paulo
- 2022El jardín Hispano-mulsumánOuvinte · Bauru
- 2021Paisagem em cartas: Carus e a estética da natureza2º Congresso Ibero-americano em Estudos da Paisagem · Apresentação Oral · Participante · Lisboa
- 2021Solidão e Stimmung. A paisagem de solitários, de Werther a AlbertusNÓS - I Congresso Internacional Estudos da Paisagem · Apresentação oral · Participante · Maceió
- 2021Oeiras do Piauí em texto e imagem: arqueologia da paisagem de uma cidade dos sertões do NorteXVI Seminário de História da Cidade e do Urbanismo · Apresentação Oral · Participante · Salvador
- 2021Jesuítas en la Chiquitanía boliviana: arquitectura y urbanismoOuvinte · Córdoba
- 2021Goethe sobre a poética do estilo gótico: as catedrais de Estrasburgo e ColôniaVI Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo · Apresentação Oral · Participante · Brasília
- 2021Uma cidade entre diversos sertões: Oeiras do Piauí na urbanização das capitanias do NorteVIII Encontro Internacional de História Colonial · Apresentação oral · Participante · Recife
- 2021Medievalismo no século XIXOuvinte · São Paulo
- 2021A morfologia da viagem à Itália de GoetheIV Colóquio Internacional Estética no Centro · Apresentação oral · Participante · Brasília
- 2020El jardín y el parque de "Las afinidades electivas" de Goethe: representación de la naturaleza entre la ciencia y la sensibilidadI Seminario Internacional y III Seminario Colombiano sobre Imaginario y Representaciones · Apresentação oral · Participante · Bogotá
- 2020As vilas dos sertões do Norte e as preexistências ameríndias: urbanismo, arqueologia e encontro cultural no século XVIIIXII SIIU - Seminário Internacional de Investigação em Urbanismo · Apresentação Oral · Participante · São Paulo/Lisboa
- 2020A alma dos jardins: estética, utopia e sociedade no Rio de Janeiro da belle époqueVII Encontro de Jardins Históricos: políticas públicas, iniciativas privadas e estratégias comunitárias · Apresentação oral · Participante · Rio de Janeiro
- 2020Locus terribilis: la ciudad y su dimensión negativa en el Werther de GoetheIX Jornadas Arte y Ciudad (VI Encuentros Internacionales) · Apresentação oral · Participante · Madrid
- 2020Um clássico além-fronteiras: traduções e recepções de "Casa grande & senzala" no exteriorOuvinte · São Paulo
- 2020A rede de povoações das capitanias do Norte (1549-1820): um estudo em humanidades digitaisTechNetEmpire: redes, pessoas e instituições · Apresentação oral · Participante · Lisboa
- 2019Nature and art: Goethe on Architecture21st International Congress of Aesthetics · Apresentação Oral · Participante · Belgrado
- 2019Levar "obediência" aos sertões do Norte em três escalas: capitanias do Norte, Piauí e vilas de índios2º Congresso Ibero-americano de História Urbana · Apresentação Oral · Participante · Cidade do México
- 2019Deconstructing voids, recreating colonial settlements: the Northern Brazilian "sertões" and their territoriesTime in space: Geohistorial applications, methods and theories in GIScience · Apresentação Oral · Participante · Pisa - Itália
- 2019As nuvens de Goethe: entre a meteorologia e a poesia2º Congresso de História da Ciência e da Técnica: desafios contemporâneos · Apresentação oral · Participante · São Paulo
- 2019Der unbekannte HumboldtOuvinte · Berlin
- 2019Nos jardins de Lotte e o jardim da casa de Schiller: a jardinagem entre a literatura de Goethe e a filosofia de seu tempoColóquio Goethe e Schiller · Apresentação Oral · Participante · Santa Catarina
- 2019Diálogos BEPEDiálogos BEPE-FAPESP · Apresentação oral · Participante · São Paulo
Formação complementar
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