Perfil do docente · EACH

Adriano Schwartz.

Curso de Têxtil e Moda

Lattes
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Teoria LiteráriaLiteratura ComparadaTeoria do RomanceLiteratura BrasileiraJornalismo Cultural

Cita-se como: SCHWARTZ, Adriano;SCHWARTZ, ADRIANO

9 seções

Resumo biográfico

Possui graduação em Jornalismo pela Universidade de São Paulo (1993) e doutorado em Letras (Teoria Literária e Literatura Comparada) pela Universidade de São Paulo (2003). Foi pesquisador visitante junto ao departamento de espanhol e português da Princeton University (2011). Livre-docente em Teoria Literária e Ficção Contemporânea (EACH, USP, 2023), é professor de literatura contemporânea na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP e orientador no programa de pós-graduação em Teoria Literária e Literatura Comparada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em teoria literária e literatura comparada, atuando principalmente nos seguintes temas: teorias da ficção; ficção contemporânea; transfigurações do autor na ficção contemporânea, transformações das formas breves na ficção contemporânea. No momento, trabalha principalmente com as obras de Ricardo Piglia. J.M. Coetzee, Lydia Davis e Alice Munro.

Indicadores

Áreas de atuação

05 registros
  • Linguistica Letras E Artes
    Letras
    Teoria Literária
  • Linguistica Letras E Artes
    Letras
    Literatura Comparada
  • Linguistica Letras E Artes
    Letras
    Literatura Comparada › Teoria do Romance
  • Linguistica Letras E Artes
    Letras
    Literatura Brasileira
  • Ciencias Sociais Aplicadas
    Comunicação
    Jornalismo e Editoração › Jornalismo Cultural

Formação acadêmica

04 registros
  1. 2011 – 2011Pós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · Princeton University
    Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
  2. 1996 – 2003DoutoradoConcluído
    Letras (Teoria Literária e Literatura Comparada) · Universidade de São Paulo
    O Abismo invertido - Pessoa, Borges e a Inquietude do Romance em O Ano da Morte de Ricardo Reis, de José Saramago
  3. 1990 – 1993GraduaçãoConcluído
    Jornalismo · Universidade de São Paulo
  4. Livre-docênciaConcluído
    Livre-docência · Universidade de São Paulo

Idiomas

03 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemBemBemBem
EspanholBemRazoávelRazoávelBem
ItalianoRazoávelRazoávelPoucoRazoável

Atuação profissional

05 registros
  1. 2025 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    LivreLivre
  2. 2016 – presenteVínculo atual
    peixe-elétrico ensaios
    LivreLivre
  3. 2013 – 2015
    Celeuma
    LivreLivre
  4. 2005 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    LivreServidor Publico40h/sem
  5. 1993 – 2004
    Folha de S Paulo
    LivreCeletista40h/sem

Projetos

06 registros
  • 2024 – presentePesquisaPesquisa

    Ricardo Piglia e uma história de um escritor imaginário

    Em andamento

    O personagem Emilio Renzi é considerado de modo quase universal por críticos, leitores e muitas vezes pelo próprio criador como uma espécie de alter ego do escritor argentino Ricardo Piglia (1941-2017). Esta pesquisa discorda dessa premissa e tentará fundamentar essa discordância. Também se concebe aqui uma aparente contradição entre a imensa visibilidade do escritor e desse personagem com quem ele compartilha a existência desde o início da carreira e a reflexão recorrente que, com variações, é afirmada ao longo de toda a sua produção, de que um artista revolucionário, de vanguarda, um conspirador, precisa apagar seus rastros, se transformar em ninguém. Para lidar com a discordância e a aparente contradição, será investigada a hipótese de que Ricardo Piglia estabeleceu, muito precocemente, um programa artístico e ético baseado na criação formal/ ficcional de figurações autorais instáveis e na necessidade de permanente validação de seu ofício. Surgiria então um escritor imaginário que não tem nem o seu nome nem o de Emilio Renzi. Esta pesquisa se propõe a narrar uma história desse outro, quieto e discreto, que teria sido concebido na juventude e, desde ali, reconfigurado de modo permanente.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Adriano Schwartz (Responsável)

  • 2023 – presentePesquisaPesquisa

    As formas breves na ficção contemporânea

    Em andamento

    No primeiro texto de seu Essays one, de 2019, a norte-americana Lydia Davis fala sobre formas literárias menos tradicionais, que os escritores adotaram ao longo das décadas e dos séculos, formas mais difíceis de definir e menos frequentemente encontradas, e aí menciona variações sobre o conto muito curto e também o que chama de texto intergenérico, narrativas que ficam entre a poesia e a prosa, a fábula ou o relato realista, o ensaio e a ficção. Naquele capítulo e no restante do livro, Davis vai discutir exemplos dessa produção excêntrica e de suas próprias narrativas, que não por acaso se localizam exatamente nos dois casos propostos e que, em seu conjunto, são quase sempre formas breves. Esse, Formas breves, foi o título de um livro publicado 20 anos antes por um autor intensamente intergenérico, o argentino Ricardo Piglia. Nesse volume, também apareciam bastante embaralhados os lugares do escritor e do leitor, de modos ao mesmo tempo mais e menos excêntricos que os presentes em Davis (e é também nele que Piglia, herdeiro de Edgard Allan Poe e de Jorge Luis Borges, coloca as suas tão incessantemente citadas Teses sobre o conto e Novas teses sobre o conto). A proposta desta pesquisa é refletir sobre alguns dos diferentes tipos de formas breves na literatura das últimas décadas, tendo como eixos centrais as produções criativas e reflexivas (em variadas combinações e configurações) de Davis e de Piglia, mas também J.M. Coetzee, Alice Munro e Anne Carson.

    Equipe

    Adriano Schwartz (Responsável)

  • 2018 – 2023PesquisaPesquisa

    As vidas ficcionais de Kafka na literatura contemporânea

    Concluído

    É bastante frequente a apropriação da biografia de escritores pela literatura contemporânea: uma crítica chega a dizer que não é um exagero pensar que postmodernisms stock character is an author (FOKKEMA, 1999, p. 41). A presença de Franz Kafka como o autor escolhido, contudo, parece muito mais recorrente do que o usual e precisa ser investigada. Este projeto buscará estudar e depois confrontar essas aparições de Kafka a partir de três categorias: obras da ficção contemporânea que inventam momentos da biografia de Kafka dentro de seu período de vida real; obras de ficção contemporânea em que a vida de Kafka é prolongada além de sua morte em 1924 e obras da ficção contemporânea que recriam o seu texto mais conhecido, A metamorfose, figurativamente reencenando as transformações e implicações das duas categorias prévias.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Adriano Schwartz (Responsável)

  • 2015 – 2023PesquisaPesquisa

    Os fins da ficção em Philip Roth e J.M. Coetzee

    Concluído

    Na minha pesquisa anterior, produzida com apoio da Fapesp, estudei as relações entre ficção e autobiografia no romance contemporâneo. Busco agora retomar uma das mais relevantes conclusões ali obtidas, a de que, por meio de um instrumento improvável, o recurso autobiográfico, e de uma exaustiva e minuciosa autoavaliação, está em curso uma tentativa de reinvenção do ficcional, de validação do ficcional em um ambiente pouco propício. Este projeto parte daí, transformando esta conclusão provisória em uma nova hipótese, a de que a produção não-ficcional de autores específicos pode ajudar a compreender esse processo de reinvenção. Para lidar com ela, escolheu-se trabalhar com dois autores centrais, Philip Roth e J.M. Coetzee, e buscar extrair do confronto entre a análise textual de obras literárias de ambos e as suas reflexões ensaísticas e correspondência uma compreensão do alcance e dos limites do romance contemporâneo, tentando apreender como esse conjunto de textos enxerga, discute e principalmente valida as condições do fazer artístico e a própria existência da ficção nestes tempos que um personagem de Coetzee chamou de nova idade das trevas.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Adriano Schwartz (Responsável)

  • 2010 – 2014PesquisaPesquisa

    A tendência autobiográfica do romance contemporâneo

    Concluído

    Thomas Bernard, W.G. Sebald, Georges Perec, J.M. Coetzee, Ricardo Piglia, Philip Roth, Bernardo Carvalho e um número considerável de escritores centrais das últimas décadas transfiguram, explicitamente ou não, a própria "vida" em literatura em seus romances. Assumindo como hipótese que esta é uma das mais importantes linhas de força da narrativa ficcional a partir do final da Segunda Guerra Mundial e que ela possui especificidades em relação a casos semelhantes ocorridos anteriormente, esta pesquisa buscará delimitar melhor o seu alcance e suas implicações. Para tanto, tomará como casos paradigmáticos textos de três escritores mencionados acima de duas distintas gerações: o primeiro ciclo Zuckerman (a trilogia Zuckerman bound) e The plot against América, de Roth, Respiración artificial e Nombre falso, de Piglia, e Nove noites e Mongólia, de Carvalho

    Financiadores
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Adriano Schwartz (Responsável)

  • 2006 – 2008PesquisaPesquisa

    O tema do enigma nas artes

    Concluído
    Equipe

    Adriano Schwartz (Responsável)

Produção bibliográfica

111 registros
1 de 1 item
  • 2006
    As distorções do espelho
    Adriano Schwartz · 10 Congresso Internacional da Abralic · Rio de Janeiro

Produção técnica

12 registros
10 de 10 itens
  • 2024
    Parecer para a revista Aletria
    Adriano Schwartz
  • 2023
    Parecer Edições EACH
    Adriano Schwartz
  • 2022
    parecer para a revista Estudos Culturais
    Adriano Schwartz
  • 2020
    parecer para a revista Perífrasis. Revista de Literatura, Teoría y Crítica
    Adriano Schwartz
  • 2020
    parecer para a revista Literatura: Teoria, historia, critica
    Adriano Schwartz
  • 2020
    parecer para a revista Opiniães
    Adriano Schwartz
  • 2020
    parecer para a revista Ilha do Desterro
    Adriano Schwartz
  • 2014
    parecer ad hoc para a revista História da historiografia
    Adriano Schwartz
  • 2008
    Parecer ad hoc para a Revista do GEL (Grupo de Estudos Linguísticos)
    Adriano Schwartz
  • 2008
    Palestra "Maus e os dilemas da representação"
    Adriano Schwartz · palestra para alunos do curso de história da PUC-SP
Fonte dos dadosCurrículo Lattes · CNPqCurrículo atualizado em 02092025Ver no Lattes