Perfil do docente · EACH

Andrea Lopes.

Curso de Gerontologia

Lattes
1418645481026778
Antropologia UrbanagerontologiaTêxtil e Moda

Cita-se como: Lopes, Andrea;LOPES, ANDREA

10 seções

Resumo biográfico

Andrea Lopes é professora Livre-Docente na área Ciências Humanas e Artes (EACH/USP), doutora em Educação na área de concentração Gerontologia (FE/Unicamp), com bolsa sanduíche (CAPES) nos Estados Unidos, quando atuou como pesquisadora visitante na University of Southern California e no Center for Healthy Aging. O Mestrado é em Gerontologia (FE/Unicamp), com bolsa FAPESP. O Bacharelado e Licenciatura são em Ciências Sociais (FFLCH/FE/USP), realizando iniciação científica com o auxílio da FAPESP. Atualmente, Andrea Lopes é professora e pesquisadora na Universidade de São Paulo, na Escola de Artes, Ciências e Humanidades, no curso de Graduação em Gerontologia e nas Graduação e Pós-Graduação em Têxtil e Moda. Atuou por duas vezes como pesquisadora visitante bolsista no Max Planck Institute for Human Development (Alemanha). Também foi pesquisadora visitante bolsista no Institute for Developing Economies/JETRO (Japão), além de realizar parceria financiada de pesquisa com a mesma instituição em projeto desenvolvido na cidade de São Paulo. Foi professora visitante da Escola Superior de Educação de Coimbra, Portugal. Colaborou no Projeto Rede Fibra, Pólo Unicamp, que desenvolve pesquisa sobre Fragilidade em idosos brasileiros, do ponto de vista biopsicosocial, com apoio CNPq. Colaborou na pesquisa sobre Educação Permanente entre Idosos da UnATI EACH USP, financiada pelo INEP-MEC. Coordenou por 15 anos o grupo de pesquisa, ensino e extensão Envelhecimento, Aparência e Significado, o EAPS (www.sites.usp.br/grupoeaps). Tem experiência em Antropologia e dedica-se à temática Aspectos Socioculturais da Aparência.

Indicadores

Áreas de atuação

03 registros
  • Ciencias Humanas
    Antropologia
    Antropologia Urbana
  • Ciencias Humanas
    Antropologia
    gerontologia
  • Ciencias Humanas
    Antropologia
    Têxtil e Moda

Formação acadêmica

03 registros
  1. 2002 – 2006DoutoradoConcluído
    Educação · Universidade Estadual de Campinas
    Trabalho voluntário e envelhecimento: um estudo comparativo entre idosos americanos e brasileiros
    Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  2. 1997 – 2000MestradoConcluído
    Gerontologia · Universidade Estadual de Campinas
    Os Desafios da Gerontologia no Brasil
    Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
  3. 1992 – 1996GraduaçãoConcluído
    Ciências Sociais · Universidade de São Paulo
    Orientação: Prof.a. Dr.a. Maria Aracy de Pádua Lopes da SilvaBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo

Idiomas

02 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemBemBemBem
EspanholBemPoucoPoucoBem

Atuação profissional

27 registros
  1. 2019 – presenteVínculo atual
    Estudos Japoneses
    LivreLivre
  2. 2018 – presenteVínculo atual
    Revista dObra[s] ? Revista da Associação Brasileira de Estudos de Pesquisas
    LivreLivre
  3. 2017 – 2017
    REVISTA ESTUDOS FEMINISTAS
    LivreLivre
  4. 2016 – presenteVínculo atual
    Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    LivreLivre
  5. 2015 – presenteVínculo atual
    Educação & Sociedade (Impresso)
    LivreLivre
  6. 2015 – presenteVínculo atual
    Paidéia (USP. Online)
    LivreLivre
  7. 2015 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos RBEP-INEP
    LivreLivre
  8. 2015 – presenteVínculo atual
    Revista de Epidemiologia e Controle de Infecção
    LivreLivre
  9. 2015 – presenteVínculo atual
    Revista Educação & Realidade
    LivreLivre
  10. 2013 – presenteVínculo atual
    Revista de Antropologia (USP. Impresso)
    LivreLivre
  11. 2013 – presenteVínculo atual
    Interface - Comunicação, Saúde, Educação
    LivreLivre
  12. 2013 – presenteVínculo atual
    Revista Angelus Novus
    LivreLivre
  13. 2013 – presenteVínculo atual
    Interface: comunicação, saúde e educação
    LivreLivre
  14. 2012 – presenteVínculo atual
    Revista Baiana de Saúde Publica
    LivreLivre
  15. 2012 – presenteVínculo atual
    Revista Kairós
    LivreLivre
  16. 2011 – presenteVínculo atual
    Revista Pandéia
    LivreLivre
  17. 2011 – presenteVínculo atual
    Revista Textos e Contextos
    LivreLivre
  18. 2011 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia (UnATI. Impresso)
    LivreLivre
  19. 2009 – presenteVínculo atual
    Cadernos de Campo (USP)
    LivreLivre
  20. 2008 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Ciências Sociais
    LivreLivre
  21. 2008 – 2010
    Universidade Estadual de Campinas
    LivreColaborador
  22. 2008 – presenteVínculo atual
    (FAPESQ) Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba
    LivreLivre
  23. 2008 – presenteVínculo atual
    (CNPq) Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    LivreLivre
  24. 2008 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    LivreLivre
  25. 2007 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    LivreServidor Publico40h/sem
  26. 2002 – 2002
    Centro Interdisciplinar de Assistência e Pesquisa e Envelhecimento
    LivreProfessor Visitante
  27. 2001 – 2005
    Universidade Paulista
    LivreLivre

Projetos

22 registros
  • 2023 – presentePesquisaPesquisa

    Moda, aparência e velhice: uma revisão narrativa

    Em andamento

    A moda está relacionada a um conjunto de valores, hierarquias, percepções, conceitos e sentimentos que se relacionam com a dinâmica social. Assim, a moda contribui para a construção das aparências e, consequentemente, para a criação de diferentes significados identitários. Neste contexto, entende-se que o curso da vida é composto por etapas etárias socioculturalmente construídas. Dentre elas, pode-se dizer que as percepções de velhice também são fruto da moda do seu tempo. Pouca tem sido a produção científica a respeito do tema moda e aparência na velhice, apesar das diversas iniciativas e espaços que esse segmento vem ocupando neste campo na contemporaneidade. Objetivos: Mapear, caracterizar e analisar a produção nacional e internacional a respeito da relação entre moda, aparência e velhice. Método: Será realizada uma revisão narrativa na literatura em língua portuguesa, inglesa e espanhola, em um total de 16 bases multidisciplinares e da área das humanidades, além de quatro periódicos brasileiros de moda não indexados. Os critérios de inclusão serão: artigos originais em PDF, revisados por pares, publicados até abril de 2024 e com acesso gratuito através das bases USP. Os descritores são moda, aparência, velhice e derivações. A análise temática de Braun e Clarke será utilizada na composição dos dados. O projeto será desenvolvido no período de abril de 2024 a abril de 2025, cumprindo o prazo estipulado pelo Programa.

    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Gabriela Neves, Brenda Carvalho de Andrade

  • 2023 – presentePesquisaPesquisa

    Moda, construção da aparência e educação no contexto do isolamento social por Covid-19: uma etnografia digital no Instagram da Revista Vogue Brasil

    Em andamento

    Nos últimos anos, o mundo experimentou importantes transformações em decorrência da pandemia de Covid-19, considerada por estudiosos um dos marcos do encerramento do século XX. O século XXI, por sua vez, surge como a era digital, estando a tecnologia e a comunicação no centro das atividades econômicas e culturais. Nesse cenário, grande parte das interações sociais acontecem on-line, e o isolamento social, como recurso de contenção do avanço da Covid-19, estabeleceu o trabalho e o ensino remotos como prática social. Para o jornalismo de moda, tais mudanças aproximam as revistas de moda e seus consumidores, em especial através das redes sociais. Considerando esse contexto, a partir de uma perspectiva interdisciplinar, propõe-se um estudo de caso exploratório do perfil da revista Vogue Brasil no Instagram. Os objetivos são caracterizar e analisar a possível relação educativa que os conteúdos das postagens textuais do Instagram da revista Vogue Brasil estabeleceram entre isolamento social e construção da aparência no contexto da pandemia por Covid-19. No que tange à metodologia, optou-se pela realização de uma revisão narrativa e etnografia digital. Na revisão serão feitas buscas em livros, artigos científicos, anais de congressos, revistas científicas, artigos de mídia e em materiais jornalísticos dentro da temática pelos descritores educação informal, moda, rede social e aparência. A etnografia digital será realizada através da análise do conteúdo textual publicado no Instagram da Revista Vogue Brasil. Serão consideradas as postagens feitas de março de 2020 a março de 2022, considerado pelas autoridades como período pandêmico. As buscas serão mediadas por dois grupos de descritores: 1) Covid-19, isolamento social e pandemia; e 2) aparência, beleza e moda. Pretende-se executar o cronograma de atividades entre abril de 2024 e março de 2025.

    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Luana Ferrari dos Santos

  • 2023 – presentePesquisaPesquisa

    Aparência Humana: uma revisão narrativa e atualização conceitual

    Em andamento

    O termo aparência tem sido compreendido de diversas maneiras, por diferentes campos de pesquisa, envolvendo múltiplos objetivos. No âmbito da pesquisa com humanos, destaca-se sua importância na compreensão dos modos de vida, organização social, constituição identitária e corporal. No entanto, uma revisão de literatura realizada nas Ciências Humanas pelo grupo Envelhecimento, Aparência e Significado (EAPS), financiada pela FAPESP, apontou a ausência de uma definição clara, abrangente e integrada do seu significado nos diversos usos do termo, pulverizado em termos correlatos. A revisão culminou na publicação de uma proposta conceitual de aparência, de natureza biopsicosociocultural. A aplicação do conceito na análise de estudos empíricos realizados pelo grupo ocasionaram a edificação de três domínios e respectivos atributos, que se retroalimentam. Com o intuito de atualizar a proposta conceitual, objetiva-se identificar, correlacionar e sintetizar significados, usos e resultados envolvendo o termo aparência presentes na literatura nacional e internacional, proveniente de diferentes campos de pesquisa que estudam humanos. A técnica revisão de escopo de literatura será aplicada nas bases de dados do acervo digital da Universidade de São Paulo com o descritor aparência, no inglês, espanhol e português, presente simultaneamente no título, resumo e palavras-chave. O período consultado foi de 2010 a 2022. Incluirá artigos revisados por pares, fruto de pesquisas com humanos interessadas nos diferentes aspectos envolvidos na construção pessoal e coletiva da aparência, no âmbito das relações psicossociais. A pesquisa está prevista para acontecer em três anos. Espera-se apresentar um construto conceitual multidimensional da noção de aparência humana, de natureza biopsicosociocultural, relevante para compreender a heterogeneidade e os significados construídos no contexto do processo de envelhecimento na interface, especialmente, com o campo da Moda.

    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Santos, Suzanne Tanoue, Brenda Carvalho de Andrade

  • 2023 – 2024PesquisaPesquisa

    Aparência e mito da velhice assexual: uma revisão de escopo

    Concluído

    Apesar da velhice ser vivenciada de maneiras distintas, comumente observamos uma série de mitos associados a ela, dentre os quais destaca-se a assexualidade. Este contexto traz uma série de prejuízos ao segmento. Objetivo: mapear, caracterizar e analisar a literatura144internacional no que se refere a relação entre aparência e mito da velhice assexual. Método: revisão de escopo, com base em artigos em língua inglesa, revisados por pares, levantados até 2022. Utilizou-se cinco bases multidisciplinares, a partir dos descritores aparência e sexualidade, bem como derivações. Foram encontrados apenas oito artigos que tangenciam o assunto. Resultados: os dados indicam que o mito da velhice assexual e a relação que ele estabelece com as concepções em torno da aparência interfere no modo como as pessoas idosas percebem essa etapa da vida, se apresentam socialmente e se relacionam com outras pessoas. Conclusão: a crença generalizada de que na velhice somos incapazes de expressar e vivenciar a sexualidade afeta a subjetividade, a noção de identidade, a participação social, a visibilidade e, assim, o bem-estar dos mais velhos.

    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Cristiano de Assis, Gabriela Neves, Brenda Carvalho de Andrade, Gabriella Dias

  • 2023 – 2023PesquisaPesquisa

    Sexualidade e aparência no contexto das ILPIs: uma revisão narrativa

    Concluído

    Este estudo investiga a relação entre sexualidade e aparência em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs). Para alcançar esse propósito, foi conduzida uma revisão narrativa de literatura em língua portuguesa, utilizando fontes disponíveis no Google Acadêmico e no Portal de Busca Integrada da Universidade de São Paulo. Os termos utilizados na busca foram sexualidade e ILPIs. A análise literária revelou que a temática carece de consolidação, apresentando lacunas a serem preenchidas. Observa-se que persistem concepções entre idosos e profissionais da área do cuidado que limitam a compreensão da sexualidade ao mero ato sexual. Ademais, foi constatado que existem diversas barreiras que dificultam a expressão da sexualidade, destacando-se o mito da velhice assexual, o qual se relaciona com a aparência e a abordagem cisheteronormativa da velhice. Esses resultados evidenciam a relevância do aprofundamento no entendimento da temática, a fim de promover uma abordagem mais abrangente e inclusiva, bem como garantir direitos humanos inalienáveis.

    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Gabriela Neves, Gabriella Dias

  • 2022 – presentePesquisaExtensao

    Organização, catalogação e gestão do acervo EAPS

    Em andamento

    O grupo de pesquisa, ensino e extensão Envelhecimento, Aparência e Significado (EAPS), criado e vinculado à Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH/USP), é pioneiro na proposição e investigação da temática envelhecimento e aparência no Brasil e no mundo. Dentre as contribuições do grupo, destacam-se pesquisas e publicações sobre a temática, inclusive com financiamento; proposição do conceito de aparência; oficinas de extensão e disciplinas universitárias envolvendo alunos de graduação, pós-graduação e idosos do Programa USP 60+; exposições e publicações artísticas; palestras e um seminário de pesquisa; vinculação ao diretório de grupos de pesquisa do CNPq; e site institucional. Destacam-se, ainda, parcerias institucionais diversas, de âmbito nacional e internacional. Prezando pela abordagem interdisciplinar, o grupo trabalha na interface dos campos da Moda, Antropologia, Gerontologia e Fotografia. Ao longo dos seus 13 anos de existência, acumulou um volumoso acervo que conta com artigos, livros, revistas, documentos, obras de arte, indumentárias, produção acadêmica, vídeos, fotografias, materiais de comunicação e referências bibliográficas diversas. No entanto, devido a falta de suporte, a gestão do acervo é realizada de tempos em tempos apenas através de colaborações pontuais e voluntárias dos seus membros. Assim, identifica-se a necessidade de uma organização eficiente e completa, visando ampliar o uso e acesso dos materiais disponíveis, seja para membros do grupo, seja para estudantes, profissionais, pesquisadores, mídias e público leigo. A forma de disponibilização será uma plataforma gratuita denominada Internet Archive.

    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Cristiano de Assis, Brenda Carvalho de Andrade, Gabriella Dias

  • 2021 – 2022PesquisaPesquisa

    Programa Acompanhante de Idosos: uma revisão de escopo

    Concluído

    O atendimento à pessoa idosa requer atenção integral e especializada, frente a um contexto da heterogeneidade das experiências do envelhecer. Compreender os avanços e lacunas dos serviços disponíveis no Brasil, especialmente mediante o cenário da pandemia por COVID-19 e posteriores desfechos a essa população, pode colaborar no direcionamento das ações e utilização dos recursos. O presente projeto teve como objetivo realizar uma revisão de escopo envolvendo aspectos que constituam a gestão gerontológica no âmbito da execução do Programa Acompanhante de Idosos (PAI), parte da Atenção Primária em Saúde do município de São Paulo. Foco será dado nas ações envolvendo a construção da aparência, em especial, o autocuidado, previsto nas normativas legais. A pesquisa será realizada junto à produção científica sobre o PAI presente nas seguintes bases de dados brasileiras e latinoamericanas: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS); Portal de Periódicos Capes e Scientific Electronic Library Online (SciELO). Revistas científicas brasileiras especializadas em velhice e envelhecimento, que não estiverem indexadas nas respectivas bases, serão igualmente consultadas. O período investigado será de 2008 a 2021, utilizando o termo ?programa de acompanhante de idosos?. Dessa forma, pretendeu-se contribuir para a síntese do conhecimento já gerado sobre o PAI. Ainda, contribuir para a capacitação dos envolvidos e a promoção da sua expansão na rede de atendimento nacional em saúde, uma vez que trata- se de iniciativa apenas presente no Estado de São Paulo. Por fim, espera-se que a pesquisa contribua com futuras propostas de intervenção no PAI por parte do grupo de ensino, pesquisa e extensão Envelhecimento, Aparência e Significado (EAPS) da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da Universidade de São Paulo (USP), proponente do projeto. O período de execução foi de 12 meses.

    Financiadores
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Suzanne Tanoue, Mateus Barbosa de Araujo Lopes

  • 2021 – 2023PesquisaPesquisa

    Moda, aparência e revolução grisalha: revisão narrativa e etnografia na revista Elle Brasil

    Concluído

    A moda, por meio da construção da aparência e seus significados ao longo do processo de envelhecimento, relaciona-se com as diversas modalidades de organização e funcionamento social. Reflete a cultura e as relações que constituem a sociedade de um povo, bem como a própria identidade dos sujeitos que a integram, de forma interdependente. Ao longo do curso da vida cultural e individual, igualmente dinâmicos, a aparência experimenta diversas transformações, sejam orgânicas, estéticas ou simbólicas, muitas vezes concomitantes. Na contemporaneidade, o movimento social denominado Revolução Grisalha vem debatendo, nos âmbitos nacional e internacional, as percepções e os significados tradicionalmente atribuídos aos cabelos brancos e grisalhos, em especial, para as mulheres. Neste âmbito, observa-se que a relativização das noções de desleixo ou decadência, inerentes até muito recentemente à adoção dos cabelos brancos/grisalhos, dialoga com o surgimento de novas narrativas, atitudes e significados, que vem rompendo padrões estéticos e o uso político da aparência pelas mulheres. Apesar do avanço e fortalecimento desse movimento em diversos domínios da vida social e da construção das aparências, verificou-se produção escassa sobre esta realidade social, especialmente proveniente do campo da moda. Objetivos: investigar o movimento Revolução Grisalha e o seu possível alcance no âmbito da moda brasileira por meio da revista Elle Brasil.

    Financiadores
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Bárbara Santos Aires

  • 2021 – 2021PesquisaPesquisa

    Velhice, aparência e cosplay: estudo de caso exploratório sobre o alcance na internet da cosplayer brasileira Tia Sol

    Concluído

    O presente estudo investiga a relação entre velhice, aparência e Cosplay. O Cosplay trata-se de um hobby de caráter lúdico, de âmbito nacional e internacional, fortemente presente na cultura pop juvenil, cujas características o tornam heterogêneo, complexo e artístico. Sua expressão se dá, especialmente, por intervenções na aparência. Uma das problemáticas presentes na comunidade cosplayer é o preconceito etário, em especial, no que tange a participação de pessoas mais velhas. No entanto, o envolvimento de pessoas a partir de 50 anos é perceptível nas redes sociais, inclusive no Brasil, com inúmeros seguidores em suas páginas, aparições em eventos e participação em premiações. Observa-se que a orientação da percepção desses integrantes como idosos não é propriamente a idade, mas a performance de personagens idosos, organizando outros critérios de classificação da velhice, que não o cronológico. Objetivos: Levantamento literário sobre a temática velhice, aparência e cosplay, seguido de estudo de caso preliminar sobre o conteúdo disponível na internet sobre a cosplayer de 55 anos conhecida como Tia Sol, considerada idosa dentro e fora da comunidade cosplayer nacional e internacional. Método: Estudo de rastreio, composto por revisão narrativa e etnografia digital, ancorada nos documentos e informações disponíveis em meio digital. Resultados: Não foi observado artigo sobre a temática de interesse nos periódicos nacionais provenientes dos campos da Gerontologia e Moda, ao longo de toda a existência investigada dessas publicações. A produção de material sobre a Tia Sol nos meios digitais apontou que a143amazonense está envolvida com o hobby há seis anos, já elaborou e performou 33 personagens. A maioria são mulheres mais velhas, cuja elaboração da aparência implica diversos investimentos e recursos, assim como marca comportamentos e atitudes presentes no imaginário em torno dos idosos. A cosplayers possui perfil em diversas redes sociais e milhares de seguidores, ultrapassando cosplayers jovens e com mais tempo de envolvimento. Ainda, notou-se sua participação em programas, entrevistas e eventos diversos. A cosplayer relata em diversas fontes que a participação no hobby traz bem-estar, o que a motiva a continuar investindo nessa iniciativa, apesar dos preconceitos vivenciados, fruto especialmente do idadismo. Conclusão: Novas pesquisas devem ser realizadas sobre a temática, buscando investigar e registrar a participação do segmento mais velho nesta comunidade específica, ainda comumente associada apenas ao universo juvenil. Os dados devem colaborar no combate ao preconceito etário e legitimar formas de participação social dos mais velhos visando produzir engajamento social, bem-estar e propósito de vida.

    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Giovana Kobayashi

  • 2020 – 2023PesquisaExtensao

    Mitos e estereótipos sobre a velhice e envelhecimento

    Concluído

    Produção de livro didático virtual em três línguas, divulgando os resultados obtidos com revisão narrativa sobre os mitos e os estereótipos do envelhecimento e da velhice

    Financiadores
    • Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Patrícia Yokomizo, Cristiano de Assis, Suzanne Tanoue

  • 2020 – 2024PesquisaPesquisa

    Mitos e estereótipos sobre a velhice e o envelhecimento: uma revisão de escopo

    Concluído

    A gerontologia entende que a heterogeneidade da condição humana nem sempre é considerada nas representações da velhice. Desenvolvimento de duas revisões de escopo. A primeira caracterizou a produção científica gerontológica em periódicos brasileiros especializados sobre mitos e estereótipos da velhice e do envelhecimento, em língua portuguesa, publicados até 2021. Obteve-se que as noções de velhice assexuada e o envelhecimento como processo degenerativo destacam-se na literatura analisada. Concluiu- se que os mitos e estereótipos interferem negativamente no envelhecimento e, em especial, na velhice. A pesquisa ocasionou a produção de um livro virtual paradidático, de divulgação científica, cujo formato valeu-se de linguagem artística. Obra destinada a estudantes, profissionais e leigos. A segunda revisão de escopo teve como objetivo mapear, caracterizar e analisar a produção científica internacional em língua inglesa relacionada aos estereótipos da velhice e do envelhecimento. A revisão abrangeu artigos originais e de revisão, publicados até 2022, com avaliação por pares. As bases de dados consultadas foram BVS, EBSCO, EMBASE, ScienceDirect e SciELO. Os termos utilizados foram "aging" OR "ageing" OR "old age" OR "60+" OR "older adults" OR "senior" AND "stereotype" OR "stereotypes". A análise do conjunto dos estereótipos identificados nas pesquisas aponta que estes são predominantemente negativos, descrevendo o envelhecimento como um processo de perdas e as pessoas idosas como incompetentes e frágeis. Tais representações generalizadas podem se materializar em ameaças de estereótipos e profecias autorrealizadoras, impactando diversas faixas etárias e desencorajando práticas de promoção de saúde ao longo da vida. A revisão reforçou a compreensão sobre estereótipos enquanto um fenômeno complexo, moldado conforme os domínios e moderado por aspectos específicos do contexto e dos indivíduos.

    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Ruth Caldeira de Melo, Cristiano de Assis, Suzanne Tanoue, Gabriela Neves, Brenda Carvalho de Andrade

  • 2020 – 2021PesquisaPesquisa

    Aparência, familismo e ryosai kenbo: relato de intervenção junto a mulheres nipo-brasileiras durante pandemia de Covid-19

    Concluído

    Relato de experiência com o objetivo de descrever intervenção gerontológica realizada entre abril e junho de 2020 no âmbito da convivência mútua de cinco mulheres provenientes de três gerações de família nipo-brasileira, frente ao isolamento social por COVID- 19. Elaboração de dois ensaios fotográficos, rodas de conversa e intervenções na aparência. A ação suscitou reflexões e discussões acerca da noção de familismo e do papel de boa esposa e mãe sábia (Ry#333;sai Kenbo), aspectos formativos da sociedade japonesa do início do século 20. Ambos os valores estiveram presentes ao longo do envelhecimento e ainda estão fortemente associados à construção identitária das participantes. A experiência demonstrou que intervenções extensna aparência, combinando conceitos teóricos aplicados por meio da arte, podem promover ressignificação do curso da vida e bem-estar.

    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Suzanne Tanoue

  • 2018 – 2018PesquisaExtensao

    Envelhecimento e Aparência: Com que roupa eu vou?

    Concluído

    Oficina piloto de extensão oferecida na Universidade Aberta a Terceira Idade da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo, realizada no primeiro semestre de 2018. Envolveu nove idosas e sete monitores de Gerontologia, sendo dois da Pós-Graduação. Um monitor era da Graduação em Têxtil e Moda. Outros dois monitores eram convidados externos. O objetivo foi discutir os últimos estudos envolvendo a temática, levantar a história da aparência das idosas envolvidas e propor, a partir disso, formas de apresentação social das participantes que promovessem consumo sustentável, engajamento social, bem-estar e significados positivos de velhice e envelhecimento. Não houveram desistências. A avaliação final foi positiva, com relatos de superação de estados emocionais depreciativos, auto-imagem negativa e sentimentos de isolamento social. Houve destaque aos benefícios da convivência intergeracional. Um dos monitores candidatou-se à realização do trabalho de conclusão de curso em 2019 sobre o tema. Uma publicação, modelo relato de experiência, está sendo preparada. A oficina ocasionou em exposição na biblioteca da EACH USP no mês de novembro de 2018, compondo parte das atividades do V Congresso Internacional de Carreiras em Gerontologia, realizado na mesma instituição. No mesmo evento realizou-se um desfile dos participantes com as vestimentas criadas pelas duplas/trios.

    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável)

  • 2018 – 2019PesquisaPesquisa

    Envelhecimento e aparência - Com que roupa eu vou?

    Concluído

    A pesquisa envolveu a avaliação do impacto da participação em oficina piloto de extensão por parte dos idosos, assim como a ação proposta como caminho pedagógico de gestão e educação em Gerontologia.

    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Renan Rodrigues Almeida, Mariana Oliveira

  • 2017 – 2018PesquisaPesquisa

    Velhice e vestimenta: mudanças, motivos, estratégias e significados para mulheres e homens idosos

    Concluído

    A investigação sobre a aparência, apesar de pouco presente na literatura gerontológica brasileira, tem apontado sua relevância para a compreensão dos aspectos socioculturais da velhice. Um dos elementos que compõe a aparência é a vestimenta, fortemente marcada pelas questões de gênero no que tange às atuais gerações de idosos. Objetivo: Caracterizar as mudanças, motivos e estratégias da vestimenta para mulheres e homens na velhice. Método: Método etnográfico, realização de observação livre e participante, conversas informais e entrevistas com roteiro semiestruturado. Os participantes foram nove homens e sete mulheres com 60 anos e mais de idade, matriculados nas oficinas de teatro da UnATI-EACH USP, localizada na cidade de São Paulo. Aprovação do Comitê de Ética. Resultados: A composição da aparência se mostrou relevante para os idosos investigados, independentemente do gênero, sendo expressa de maneiras distintas, no entanto, para cada grupo. Identificou-se que motivos, estratégias e mudanças quanto à construção da aparência na velhice investigada organizam-se de forma integrada em três categorias: papéis sociais de gênero; corpo; e, negação da velhice e inadequação etária. A UnATI, como espaço de socialização, aparece como contexto importante na construção da aparência dos participantes. Conclusão: Tratar o tema da aparência em espaços de socialização de idosos pode combater mitos e preconceitos, gerando respeito à heterogeneidade na velhice, reflexão e visibilidade identitária na velhice.

    Financiadores
    • Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Mariana de Oliveira, Leônidas Silva Ramos

  • 2016 – 2017PesquisaPesquisa

    Envelhecimento, aparência e significados entre idosas do Brasil e da Espanha

    Concluído

    Nas últimas décadas, tem vigorado o discurso sobre a velhice como sinônimo de decadência, havendo ampla promoção de formas para combater o envelhecimento por meio do consumo de produtos e serviços que prometem juventude eterna, em especial, às mulheres. Nesse cenário, a aparência é colocada por diferentes educadores informais, principalmente as mídias e publicidade, como um recurso importante para envolvimento na vida social. Objetivos: investigar, caracterizar e comparar, no contexto da educação informal e do engajamento social, como idosas brasileiras e espanholas, de baixas renda e escolaridade, constroem suas aparências. Justificativa: possibilidade de analisar o potencial da aparência para a gestão do envelhecimento feminino em âmbito transcultural e, ainda, de elaborar um registro sobre os modos de compor o aspecto pessoal entre um público menos investigado em relação à temática. Método: pesquisa qualitativa, do tipo exploratória e descritiva, baseada em método etnográfico. Utilização das técnicas de observação livre e participante, conversas informais, entrevistas em profundidade, documentação e registro fotográfico. Uso de roteiro semiestruturado e caderno de campo. As participantes foram: 1) nove mulheres brasileiras e 11 espanholas de 80 anos ou mais; 2) moradoras a maior parte da vida, respectivamente, nas cidades de São Paulo e Madrid; 3) participantes da vida comunitária; 4) donas de casa na velhice; 5) de baixas renda e escolaridade; 6) sem comprometimento cognitivo. Aplicação de Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Resultados: constatou-se que a construção da aparência é realizada ao longo de toda vida. Tanto para brasileiras como para espanholas, os modos de compor e significar a apresentação pessoal relacionam-se com sua educação informal e seu envolvimento social. Os educadores informais mais presentes são, em especial, familiares, amigos e profissionais dos núcleos de convivência para idosos. Dentre os significados transmitidos através da aparência, para ambos grupos de participantes, os principais foram decência, naturalidade e feminilidade. Em geral, não foram notadas diferenças transculturais muito expressivas, quando se considera as variáveis idade, gênero, renda e escolaridade. Considerações finais: entende-se que a aparência é uma variável interessante aos estudos e ações em torno dos modos de envelhecer e envolver-se em diferentes contextos sociais. Sugere-se prosseguir com investigações sobre a temática, relacionando-a com outras variáveis não exploradas neste estudo, como estado civil e geração, que também se mostraram pertinentes.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · BOLSA
    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Patrícia Yokomizo

  • 2016 – 2019PesquisaPesquisa

    Aparência e significados na velhice masculina: a experiencia dos finalistas do Concurso Mister IPGG.

    Concluído

    O envelhecimento humano é um processo que ocorre ao longo da vida e que compreende transformações biopsicossociais. Atualmente, boa parte da humanidade vem vivenciando o aumento da expectativa de vida, especialmente as mulheres. Infelizmente, ainda pouco sabemos sobre o universo simbólico masculino na velhice. Comparativamente às mulheres, as pesquisas existentes são mais focadas em aspectos do âmbito da saúde. Os poucos estudos sobre aparência entre mulheres idosas apontam que essa variável é complexa e central na construção do curso de vida. Questiona-se se o mesmo ocorre entre homens idosos. Objetivos: Investigar a construção e os significados da aparência na experiência de participação de homens idosos no Concurso Mister IPGG. Justificativa: promover a heterogeneidade na velhice, discutindo mitos e estereótipos. Compreender e estimular a visibilidade de um segmento ainda pouco estudado e com tímidas ofertas de envolvimento social. Método: pesquisa qualitativa, exploratória e descritiva, orientada pelo método etnográfico. Uso de observação livre e participante, conversas informais, registro fotográfico e entrevista em profundidade. A pesquisa será realizada no Instituto Paulista de Geriatria e Gerontologia (IPGG), situado na cidade de São Paulo. Participação de idosos finalistas do concurso de Mister IPGG. Aplicação do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Aprovação do Comitê de Ética em Humanos da Escola de Artes, Ciências e Humanidades, da Universidade de São Paulo. Os dados provenientes das perguntas fechadas serão submetidos a tratamento e análise da estatística descritiva, com o auxílio do Programa Microsoft Excel. Os dados provenientes das técnicas etnográficas serão tratados e categorizados conforme as semelhanças e diferenças, visando caracterizar a experiência dos participantes quanto aos objetivos da pesquisa. Ao final, pretende-se compor uma etnografia. O prazo para defesa é fevereiro de 2019.

    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Silvana Bassi

  • 2012 – 2019PesquisaExtensao

    Divulga EACH

    Concluído

    Coordenação das atividades de divulgação dos cursos de Graduação e Pós-Graduação em Gerontologia da EACH USP em feiras de profissões, palestras e cursinhos pré-vestibulares

    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável)

  • 2010 – 2011PesquisaPesquisa

    Volunteer work and aging: a comparative study among American, Brazilian, and Japanese seniors

    Concluído

    Assessing meanings, motivations, perceived benefits, subjective well-being, psychological adjustment, and attitudes toward community among American, Brazilian, and Japanese seniors that do volunteer work. Participants: 49 American, 54 Brazilian, and 47 Japanese people 60 years and older, mostly women. Instruments and techniques: questionnaires and scales gathering the following data: sociodemographic, nature of institutional ties, lifestyle, motivations, meanings, perceived benefits, subjective well-being, psychological adjustment, and attitudes regarding community; free and participant observation, photo registration. Data analysis: content analysis, descriptive statistics, ethnographic analysis. Results: strong similarity between the three groups, although Americans and Brazilians reported highest involvement with volunteer work and Japanese reported more moderate relations. Everyone valued reciprocity, opportunity for self-development, and generativity brought by the volunteer work; Americans emphasized gains in generativity, and Brazilians and Japanese personal growth. Satisfaction and positive affects were high in all samples. There were differences between meanings and the initial motivations, focused on other people and social values for American and Brazilian, and Japanese more oriented to others and self for meanings and focused on the self for motivations to start volunteering. However, all groups report that the permanent motivations were focused on the self; satisfaction with volunteer work was associated with training and supervision; and the participants reported that this social engagement improved life satisfaction, planning for long-term volunteer work; all groups were connected with world issues; interdependent relationships in institutional environment were identified. Conclusion: formal volunteer work among seniors promotes processes of socialization and self-knowledge.

    Financiadores
    • Institute of Developing Economies · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável)

  • 2009 – 2011PesquisaPesquisa

    Educação permanente: benefícios da Universidade Aberta a Terceira Idade EACH-USP

    Concluído

    O objetivo da pesquisa é avaliar aspectos biopsicosociais relacionados ao envolvimento dos idosos participantes da UnATI EACH-USP, benefícios percebidos, bem como estilos de aprendizagem e estratégias pedagógicas desenvolvida pelos docentes.

    Financiadores
    • Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Andrea Lopes, Meire Cachioni (Responsável), Monica Sanches Yassuda, Deusivânia Falcão, Samila Batistoni, Marisa Accioly, Ruth Caldeira de Melo, Vanessa Guimarães

  • 2009 – 2010PesquisaPesquisa

    Idosos de baixa renda em São Paulo, Brasil

    Concluído

    Pesquisar o curso de vida de idosos de baixa renda residentes no condomínio Vila dos Idoso, São Paulo, Brasil, no que tange `as variáveis de aparência.

    Financiadores
    • Institute of Developing Economies · COOPERACAO
    Equipe

    Andrea Lopes (Responsável), Ryohei Konta, Patrício Yokomizo, Thaís Fernanda Luz Yoshioka

  • 2008 – 2011PesquisaPesquisa

    Rede Fibra

    Concluído

    Pesquisa multicêntrica que visa investigar o tema da Fragilidade entre idosos brasileiros, do ponto de vista biopsicosocial. Trata-se de uma amostra nacional de 8000 idosos, a maior já investigada no país. Uma parte da coleta do Pólo Unicamp esta sendo realizada no bairro de Ermelino Matarazzo, coordenada pela EACH/USP, na pessoa da Profa. Dra. Mônica Sanches Yassuda, e uma equipe de docentes e alunos. Todos são voluntários.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Andrea Lopes, Anita L. Neri (Responsável), Meire Cachioni, Monica Sanches Yassuda, Deusivânia Falcão, Samila Batistoni

Produção bibliográfica

95 registros
16 de 16 itens
  • 2019
    ENVELHECIMENTO, APARÊNCIA E SIGNIFICADOS ENTRE IDOSAS DO BRASIL E DA ESPANHA
    Patrícia Yokomizo; Andrea Lopes · II Workshop do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia · Escola de Artes, Ciências e Humanidades/ USP · ISBN 9788564842564 · São Paulo
  • 2019
    ENVELHECIMENTO MASCULINO: CONSTRUÇÃO DA APARÊNCIA E SEUS SIGNIFICADOS PARA OS VENCEDORES DO MISTER IPGG 2017
    Silvana Bassi Ramos; Andrea Lopes · II Workshop do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia · Escola de Artes, Ciências e Humanidades/ USP · ISBN 9788564842564 · São Paulo
  • 2019
    ENVELHECIMENTO MASCULINO, APARÊNCIA E SIGNIFICADOS: A RELEVÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO NO CONCURSO MISTER IPGG 2017 NA PERCEPÇÃO DOS VENCEDORES
    Silvana Bassi Ramos; Andrea Lopes · II Workshop do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia · Escola de Artes, Ciências e Humanidades/USP · ISBN 9788564842564 · São Paulo
  • 2018
    SIGNIFICADOS DE APOSENTADORIA E PERFIL SOCIOECONÔMICO DE IDOSOS APOSENTADOS ASSOCIADOS AO SINDNAPI
    Silvana Bassi; Andrea Lopes · V Congresso Latino-Americano de Universidades com Carreira em Gerontologia · Revista Kairós Gerontologia · ISBN 2176-901X · São Paulo
  • 2018
    Velhice feminina e vestimenta: importância, mudanças, motivos e estratégias
    Mariana Olveira; Andrea Lopes · V Congresso Latino-Americano de Universidades com Carreira em Gerontologia · Revista Kairós Gerontologia · ISBN 2176-901X · São Paulo
  • 2018
    Velhice masculina: construção e significados da aparência
    Leônidas Ramos; Andrea Lopes · V Congresso Latino-Americano de Universidades com Carreira em Gerontologia · Revista Kairós Gerontologia · ISBN 2176-901X · São Paulo
  • 2018
    Velhice e Calçados: importância e significados para idosas
    Natália Tezoto; Andrea Lopes · Andrea Lopes · Revista Kairós Gerontologia · ISBN 2176-901X · São Paulo
  • 2012
    Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais do município de São Paulo: uma caracterização dos serviços de atendimento a pessoa com deficiência intelectual
    Cipolli, Mariana; Andrea Lopes · V Jornada de Gerontologia da EACH USP · ISBN 1516-2567 · São Paulo
  • 2012
    Velhice, Imagem e Aparência: a experiência de idosos de Programa de Universidade Aberta à Terceira Idade, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades-Universidade de São Paulo
    Silva, Natália; Cachioni, Meire; Andrea Lopes · V Jornada de Gerontologia da EACH USP · ISBN 1516-2567 · São Paulo
  • 2012
    Envelhecimento, Engajamento e Aparência: percepções de idosas participantes do Núcleo de Convivência de Idosos Idade Dourada de Pinheiros
    Plens, Joyce; Andrea Lopes · V Jornada de Gerontologia da EACH USP · ISBN 1516-2567 · São Paulo
  • 2012
    Envelhecimento e Aparência: a experiência de indianos imigrantes na cidade de São Paulo (SP), Brasil
    Caio, Carolina; Andrea Lopes · V Jornada de Gerontologia da EACH USP · ISBN 1516-2567 · São Paulo
  • 2011
    Frailty criteria and cognitive performance are related: data from the FIBRA study in Ermelino Matarazzo, São Paulo, Brazil
    Monica Sanches Yassuda; Andrea Lopes; Cachioni, Meire; Deusivânia Falcão; Batistoni, Samila Satler Tavares; Vanessa Guimarães +1 autores · Reunião de Pesquisadores da Doença de Alzheimer RPDA · São Paulo
  • 2000
    A SBGG e os Desafios da Gerontologia no Brasil
    Andrea Lopes · I Seminário de Pesquisa em Gerontologia do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da FE/Unicamp · Campinas
  • 2000
    A SBGG E A ARTICULAÇÃO DOS SABERES
    Andrea Lopes; GUITA GRIN DEBERT · XII Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia · BRASILIA
  • 2000
    PESQUISA QUALITATIVA: O MÉTODO ETNOGRÁFICO
    Andrea Lopes · XII Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia · BRASILIA
  • 1997
    Novas Formas de Sociabilidade e Diferenciação na Experiência do Envelhecimento
    Andrea Lopes · XI Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia · RJ

Produção técnica

203 registros
2 de 2 itens
  • 2000
    A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia e os desafios da Gerontologia no Brasil
    Andrea Lopes · Projeto de mestrado
  • 2000
    I SEMINÁRIO DE PESQUISA EM GERONTOLOGIA DO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM GERONTOLOGIA
    Andrea Lopes · ORGANIZAÇÃO DO EVENTO

Prêmios e títulos

24 registros
  • 2024
    Homenagem como pessoa notável em Gerontologia
    ABG e Câmara Municipal de São Paulo
  • 2024
    Professora Paraninfa em Gerontologia
    EACH USP
  • 2022
    Professora Paraninfa graduação em Gerontologia - formandos 2022
    EACH - USP
  • 2021
    Egressa Destaque na Sociedade para a mestre Patrícia Yokomizo, ex-orientanda, para o período 2017-2020
    Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da EACH-USP
  • 2021
    Grupo EAPS - Produto Destaque na Sociedade na categoria Produto de Comunicação, referente ao período de 2017-2020, coordenadora
    Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da EACH-USP
  • 2019
    Professora Paraninfa da 11a. Turma de Gerontologia EACH USP (Oficial)
    EACH USP
  • 2018
    Professora Paraninfa da 11a. Turma de Gerontologia EACH USP (Festiva)
    Turma 11 de Gerontologia e Comissão ACH 01511
  • 2017
    Professora Paraninfa - 9a. Turma da Graduação em Gerontologia EACH USP
    EACH USP
  • 2016
    Concurso Cultural e Recreativo "Fotografe a EACH"
    EACH USP
  • 2015
    Professora Paraninfa da 7a. Turma - Curso de Graduação em Gerontologia
    Graduação em Gerontologia EACH USP
  • 2014
    VI Simpósio de Geriatria e Gerontologia - 1o. Lugar Apresentação Oral: Relações entre queixas de memória, sintomas depressivos e desempenho cognitivo em idosos residentes na comunidade
    Instituto Paulista de Geriatria e Gerontologia José Ermírio de Moraes
  • 2013
    Professora Paraninfa 6a. Turma - Curso de Graduação em Gerontologia
    EACH USP
  • 2013
    II Congresso Municipal de Envelhecimento Ativo, Cidade Amiga do Idoso, Pôster Primeiro Colocado: Envelhecimento, engajamento e aparência: significados e percepções de idosas participantes de um núcleo
    Câmara Municipal de São Paulo
  • 2013
    Menção honrosa ao pôster Envelhecimento e aparência: a experiência de indianos imigrantes da cidade de São Paulo, Brasil
    Institutos de Estudos Avançados e Faculdade de Medicina da USP, ambos da USP Ribeirão Preto
  • 2012
    V Jornada de Gerontologia, Pôster Primeiro Colocado: "APAE de São Paulo: uma caracterização dos serviços de atendimento a pessoa com deficiência intelectual"
    Graduação em Gerontologia EACH USP
  • 2012
    Professora Paraninfa 5a. Turma - Curso de Graduação em Gerontologia
    EACH USP
  • 2012
    V Jornada de Gerontologia, Pôster Segundo Colocado: Envelhecimento e Aparência: a experiência de indianos imigrantes da cidade de São Paulo, Brasil
    Graduação em Gerontologia EACH USP
  • 2012
    V Jornada de Gerontologia, PôsterTerceiro Colocado: "Envelhecimento, Engajamento e Aparência: percepções de idosas participantes do Núcleo de Convivência de Idosos Idade Dourada de Pinheiros"
    Graduação em Gerontologia EACH USP
  • 2011
    Prêmio Jabuti - Categoria Psicologia e Psicanálise, Livro: A Família e o Idoso
    Câmera Brasileira do Livro
  • 2011
    Prêmio Profa. Dra. Valdemarina Bidone de Azevedo Souza, Pôster Segundo Colocado: ?Sintomas depressivos e fragilidade em idosos residentes no Distrito de Ermelino Matarazzo: dados do FIBRA?
    Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da Faculdade de Medicina da Unicamp e SESC Campinas
  • 2011
    IV Jornada de Gerontologia - Pôster Primeiro Colocado:?Sintomas depressivos e fragilidade em idosos residentes no Distrito de Ermelino Matarazzo: dados do FIBRA?
    Graduação em Gerontologia EACH USP
  • 2011
    IV Jornada de Gerontologia - Pôster Segundo Colocado: ?Encontro de gerações e informática: adolescentes e idosos na Unati EACH-USP?
    Graduação em Gerontologia EACH USP
  • 2009
    Prêmio de Honra ao Mérito
    Instituto Paulista de Geriatria e Gerontologia
  • 2008
    Professora Homenageada - Curso de Graduação em Têxtil e Moda
    EACH USP
Fonte dos dadosCurrículo Lattes · CNPqCurrículo atualizado em 17072025Ver no Lattes