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Perfil do docente · FFCLRP

Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli.

Livre · Departamento de Psicologia

Currículo atualizado em 09/05/2025

Políticas Públicas em SaúdeSaúde PúblicaPsicologiaCuidadores DomésticosProgramas de Atendimento ComunitárioHiv Aids

Cita-se como: FERREIRA, M.S.F.;FERREIRA BERTAGNOLI, M.S.F.;BERTAGNOLI, Marina Simões Flório Ferreira

17 seções

Resumo biográfico

Docente do Departamento de Psicologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP-USP) e coordenadora do Laboratório de Pesquisa em Políticas Públicas em Saúde (LAPEPPS). Realiza pesquisa e intervenção nas áreas de gestão e assistência pública em saúde, com investigações acerca das possibilidades de atuação de profissionais da Psicologia neste contexto. Atuou como Secretária Municipal de Saúde de Jardinópolis-SP, tendo ainda integrado a equipe de gestão desta mesma Secretaria, atuando como Superintendente de Saúde e Psicóloga da rede municipal de saúde.Tem experiência nas áreas de Saúde, Educação e no Terceiro Setor, com ênfase em Psicologia. Atua principalmente nos seguintes segmentos: gestão e políticas públicas de saúde; práticas interprofissionais em saúde; educação permanente em saúde; e coordenação de projetos sociais.

Indicadores

Áreas de atuação

06 registros
  • Ciencias Da Saude
    Saúde Coletiva
    Políticas Públicas em Saúde
  • Ciencias Da Saude
    Saúde Coletiva
    Saúde Pública
  • Ciencias Humanas
    Psicologia
  • Ciencias Humanas
    Psicologia
    Psicologia Social › Cuidadores Domésticos
  • Ciencias Humanas
    Psicologia
    Tratamento e Prevenção Psicológica › Programas de Atendimento Comunitário
  • Ciencias Humanas
    Psicologia
    Tratamento e Prevenção Psicológica › Hiv Aids

Formação acadêmica

05 registros
  1. 2008 – 2012DoutoradoConcluído
    Psicologia · Universidade de São Paulo
    “Gestantes soropositivas ao HIV: histórias sobre ser mulher e mãe.”
    Orientação: Marco Antonio de Castro Figueiredo
  2. 2004 – 2007MestradoConcluído
    Psicologia · Universidade de São Paulo
    “Cuidadores domésticos de pessoas com HIV/Aids: representações sobre a doença e o cuidado”
    Orientação: Marco Antonio de Castro FigueiredoBolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  3. 1999 – 2003GraduaçãoConcluído
    Psicologia · Universidade de São Paulo
    Orientação: Marisa JapurBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
  4. 1996 – 1998Ensino-medio-segundo-grauConcluído
    Ensino-medio-segundo-grau · Colégio Nossa Senhora Auxiliadora
  5. 1988 – 1995Ensino-fundamental-primeiro-grauConcluído
    Ensino-fundamental-primeiro-grau · Colégio Nossa Senhora Auxiliadora

Idiomas

03 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
EspanholBemPoucoPoucoBem
InglêsBemPoucoBemBem
FrancêsBemPoucoBemRazoável

Atuação profissional

08 registros
  1. 2020 – presenteVínculo atual
    Paideia
    Membro de corpo editorial
  2. 2015 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor DoutorServidor Publico
  3. 2014 – 2015Dedicação exclusiva
    Secretaria Municipal de Saúde de Jardinópolis
    Secretária Municipal de SaúdeServidor Publico
  4. 2011 – 2014
    Secretaria Municipal de Saúde de Jardinópolis
    PsicólogaServidor Publico40h/sem
  5. 2010 – 2014
    Secretaria Municipal de Saúde de Jardinópolis
    Superintendente de SaúdeCargo comissionado40h/sem
  6. 2009 – 2012
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP
    PsicólogaPsicóloga Voluntária4h/sem
  7. 2006 – 2008
    Fundação Palavra Mágica
    Coordenador de ProjetosColaborador40h/sem
  8. 2004 – 2006
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP
    PsicólogaPsicóloga voluntária8h/sem

Produção bibliográfica

29 registros
19 de 19 itens
Por página
  • 2021
    A PSICOLOGIA NA SAÚDE PÚBLICA E SUA RELAÇÃO COM O CONCEITO AMPLIADO DE SAÚDE: DESAFIO PARA SERVIÇOS E PROFISSIONAIS
    Ingrid Ignes Battisti; Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli · 4º Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde - ABRASCO · Galoá · ISBN 978-65-89463- · Evento On-line
  • 2021
    ESSENCIAIS: A NECESSIDADE DE CUIDADO AMPLIADO E O LUGAR DOS SERVIÇOS DE SAÚDE MENTAL NA PANDEMIA
    Ingrid Ignes Battisti; Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli · XVII CONGRESSO PAULISTA DE SAÚDE PÚBLICA / III CONGRESSO DOS NÚCLEOS REGIONAIS · Associação Paulista de Saúde Pública · ISBN 978-65-86901- · Evento On-line
  • 2021
    Psicologia na saúde pública: há possibilidades de ir além?
    Ingrid Ignes Battisti; Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli · 51ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Sociedade Brasileira de Psicologia · ISBN 2176-5243 · Evento On-line
  • 2018
    INTEGRAÇÃO DAS REGULAMENTAÇÕES OFICIAIS E PERSPECTIVAS LOCAIS ACERCA DO TRABALHO DE AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE
    Camila Danielle Garcia Gonçalves; Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli · 1º Congresso de Saúde Pública do Núcleo Ribeirão Preto da Associação Paulista de Saúde Pública · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP · Ribeirão Preto-SP
  • 2018
    APOIO À CO-GESTÃO EM SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE MENTAL: (RE)PENSANDO O TRABALHO E O CUIDADO NA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL
    Ana Luzia Lemes Pinto; Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli · 1º Congresso de Saúde Pública do Núcleo Ribeirão Preto da Associação Paulista de Saúde Pública · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP · Ribeirão Preto-SP
  • 2018
    ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NA RAPS E AS EXPECTATIVAS DAS EQUIPES DE ESF
    Ingrid Ignes Battisti; Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli · 1º Congresso de Saúde Pública do Núcleo Ribeirão Preto da Associação Paulista de Saúde Pública · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP · Ribeirão Preto-SP
  • 2018
    SERVIÇO DE ATENÇÃO DOMICILIAR (SAD): ESTRATÉGIAS PARA A GESTÃO COMPARTILHADA DO PROCESSO DE CUIDADO
    Ricardo Akio Kimura; Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli · 1º Congresso de Saúde Pública do Núcleo Ribeirão Preto da Associação Paulista de Saúde Pública · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP · Ribeirão Preto-SP
  • 2018
    DESCOBRINDO-SE PSICÓLOGOS: A PROPOSIÇÃO DE PRÁTICAS DE CO-GESTÃO JUNTO A UMA EQUIPE DE SAÚDE
    Ana Luiza Mendonça; Beatriz Souza Cruz; Caio César Carvalho; Letícia Cavalieri; Marco Ricardi de Abreu; Licia Barcelos de Souza +1 autores · 1º Congresso de Saúde Pública do Núcleo Ribeirão Preto da Associação Paulista de Saúde Pública · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP · Ribeirão Preto-SP
  • 2009
    Cuidadores domésticos: integração ciência/comunidade nas ações em HIV/Aids
    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli; Marco Antonio de Castro Figueiredo; Licia Barcelo de Souza · I Congresso Luso-Brasileiro de Psicologia da Saúde · Faro
  • 2006
    Processos de negociação e auto-gestão em uma equipe do Programa Saúde da Família (PSF): relato de uma experiência de trabalho com grupo de discussão
    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli; Marco Antonio de Castro Figueiredo · III Congresso da SPAGESP · Ribeirão Preto
  • 2006
    Estratégias Informais para troca de experiências sobre a atençãoa pessoas soropositivas ao HIV em grupos de cuidadores domésticos
    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli; Marco Antonio de Castro Figueiredo · III Congresso da SPAGESP · Ribeirão Preto
  • 2006
    Cuidadores domésticos de pessoas com HIV/Aids: representações sobre o adoecimento e o processo de cuidado
    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli; Marco Antonio de Castro Figueiredo · IX Seminário de Pesquisa da PPG da FFCLRP-USP · Legis Summa · Ribeirão Preto
  • 2005
    Cuidadores Informais: Sentidos de Cuidado atribuídos a Serviços de Saúde em HIV/Aids.
    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli; Marco Antonio de Castro Figueiredo · VIII Seminário de Pesquisa · Legis Summa Ltda · Ribeirão Preto
  • 2005
    Cuidando de quem cuida:relato de experiência de negociação e alto gestão de uma equipe do progrma saúde da família em Ribeirão Preto
    Alex Souza Bertoldi; Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli; Licia Barcelos de Souza · 13º Encontro Nacional da Associação Brasileira de Psicologia Social · Belo Horizonte
  • 2004
    Sentido sobre Grupo na Biblioteca Virtual em Saúde - Psicologia (BVS PSI)1980-2000
    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli · II Congresso SPAGESP · SPAGESP · Ribeirão Preto
  • 2004
    Orientação Profissional e Promoção de Saúde: Relato de Experiência em Grupo com Pré-Vestibulandos
    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli; Karina Elisa da Costa; Lucy Leal de Melo Silva · II Congresso SPAGESP · SPAGESP · Ribeirão Preto
  • 2004
    Projeto de Trabalho e Projeto de Vida: O Grupo de Orientação Profissional para Adultos enquanto recurso para integração de demandas.
    Adriana Ricci dos Santos; Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli; Licia Barcelos de Souza; Alex Souza Bertoldi; Rosana Carvalho Mumic Ferreira; Alessandro Antonio Scaduto +1 autores · XXXIV Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Ethica Assessoria · Ribeirão Preto
  • 2004
    Determinantes de Conflitos na re-orientação de carreira para mulheres
    Licia Barcelos de Souza; Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli; Alex Souza Bertoldi; Adriana Ricci dos Santos; Alessandro Antonio Scaduto; Mariana Visconte Escrivão +1 autores · XXXIV Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Ethica Assessoria · Ribeirão Preto
  • 2004
    Aplicação de critérios para a formação de grupos: uma experiência com adultos inscritos para reorientação profissional
    Licia Barcelos de Souza; Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli; Adriana Ricci dos Santos; Alex Souza Bertoldi; Alessandro Antonio Scaduto; Rosana Carvalho Mumic Ferreira · 12º Encontro Estadual de Clínicas-Escolas de Psicologia do Estado de São Paulo · Ethica Assessoria · Ribeirão Preto

Produção técnica

13 registros
11 de 11 itens
Por página
  • 2021
    Psicologia na saúde pública: há possibilidades de ir além?
    Ingrid Ignes Battisti; Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Outra
  • 2021
    ESSENCIAIS: A NECESSIDADE DE CUIDADO AMPLIADO E O LUGAR DOS SERVIÇOS DE SAÚDE MENTAL NA PANDEMIA
    Ingrid Ignes Battisti; Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Comunicacao
  • 2021
    A PSICOLOGIA NA SAÚDE PÚBLICA E SUA RELAÇÃO COM O CONCEITO AMPLIADO DE SAÚDE: DESAFIO PARA SERVIÇOS E PROFISSIONAIS
    Ingrid Ignes Battisti; Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Comunicacao
  • 2016
    Contribuições da Psicologia para o desenvolvimento da co-gestão em uma equipe de atenção domiciliar
    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli; Licia Barcelos de Souza; Gustavo Henrique Rossato Francisco; Ricardo Akio Kimura; Stephano Simonassi Arantes de Souza
    Comunicacao
  • 2016
    A integralidade da assistência em saude
    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Conferencia
  • 2016
    Precarização do Trabalho e a Saúde dos Trabalhadores: o desmantelamento do SUS
    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Conferencia
  • 2016
    Psicologia e Políticas Públicas em Saúde
    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Conferencia
  • 2016
    Políticas Públicas e a garantia de direitos para pessoas com deficiências
    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Conferencia
  • 2015
    Ações Humanas na Saúde
    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Conferencia
  • 2015
    Psicologia e Políticas Públicas em Saúde
    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Conferencia
  • 2009
    Cuidadores domésticos: integração ciência/comunidade nas ações em HIV/Aids
    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli; Marco Antonio de Castro Figueiredo; Licia Barcelo de Souza
    Comunicacao

Projetos de extensão

02 registros

Projetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.

2 de 2 projetos
Por página
  • 2019 – 2021Extensão

    Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde - Interprofissionalidade (PET Saúde-IP)

    Concluído

    O PET-Saúde/Interprofissionalidade aplica bases teóricas e metodológicas da EIP - estilo educacional que tem como finalidade formar profissionais mais aptos para o trabalho colaborativo em saúde - para promover mudanças curriculares alinhadas às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para todos os cursos de graduação na área da saúde, além das iniciativas que utilizam práticas de Educação Permanente.O Projeto realizado em parceria entre o campus da USP de Ribeirão Preto e a Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto-SP é um dos 120 aprovados para execução no período 2019-2021 e envolve docentes e alunos de 09 cursos de graduação da área de saúde da USP Ribeirão (Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fonoaudiologia, Medicina, Nutrição, Odontologia, Psicologia e Terapia Ocupacional), além de preceptores que atuam como profissionais de assistência em 05 unidades de saúde da rede municipal.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Vânia dos Santos, Aldaísa Cassanho Forster, Regina Yoneko Dakuzaku Carretta (Responsável), Janise Braga Barros Ferreira, Tatiane Martins Jorge, cinira magali fortuna, Camila de Moraes +4 integrantes

  • 2016 – presenteExtensão

    Apoio à co-gestão em serviços da rede municipal de saúde

    Em andamento

    Projeto, a ser desenvolvido com equipes de serviços da rede municipal de saúde, que busca:
?	Facilitar os processos de comunicação entre profissionais da rede municipal de saúde e representantes da equipe municipal e/ou local de gestão em saúde para fortalecer a co-gestão dos serviços e do sistema;
?	Identificar, junto aos profissionais e gestores de saúde:
?	pontos críticos que promovem a descontinuidade ou que dificultam a integração entre processos de trabalho e trazem prejuízos às relações de trabalho;
?	situações em que o acesso e/ou o compartilhamento de informações pertinentes ao processo de trabalho estão dificultados ou comprometidos;
?	Construir estratégias, junto aos profissionais e gestores de saúde, para apresentação e discussão dos pontos críticos identificados, com posterior encaminhamento de estratégias para integração de perspectivas;
?	Participação em atividades coletivas para elaboração do Projeto Compartilhado de Trabalho.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Licia Barcelos de Souza, Ana Luzia Lemes Pinto, Camila Danielle Garcia Gonçalves, Ricardo Akio Kimura, Caio César Carvalho, Gustavo Henrique Rossato Francisco, Stephano Simonassi de Souza +9 integrantes

Projetos

23 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

23 de 23 projetos
Por página
  • 2024 – presentePesquisa

    Promoção de Saúde Mental na Educação Básica a partir de práticas intersetoriais

    Em andamento

    Este projeto adota pressupostos da Psicologia Comunitária e do Desenvolvimento, propondo uma análise em interface com elementos do campo das Políticas Públicas em Saúde. Compreende-se o conceito de saúde enquanto direito e, a partir da Psicologia Comunitária, defende-se que tal conceito tem significativa relação com o território em que o sujeito está inserido. A partir da Teoria Ecológica de Bronfenbrenner, observam-se as relações diádicas do microssistema dos sujeitos e como estas estão imbricadas no desenvolvimento humano, bem como suas relações com características do macrossistema, como aspectos culturais e políticas públicas vigentes em contexto mais amplo. Estas políticas, e as dinâmicas culturais que as sustentam, podem ser interpretadas como fatores protetivos, que se propõem a influenciar o desenvolvimento saudável, reverberando suas especificidades e necessidades, sobretudo no que tange à população infanto-juvenil, marco de importante atenção. O planejamento e a implementação cuidadosos de políticas voltadas à população infantojuvenil têm, portanto, papel importante na mitigação de situações de risco e preparação dos sujeitos para vivências mais complexas ao longo da vida. O Programa Saúde na Escola (PSE) se coloca, neste sentido, como um política pública que se propõe ao cuidado integral de estudantes da educação básica, promovendo ações em saúde que preconizam cuidados de ordem biopsicossocial. Neste projeto, o desenvolvimento biopsicossocial saudável é interpretado a partir das múltiplas instâncias que compõem o sujeito, buscando compreender estratégias que colaborem com este processo. A partir disso, defende-se a colaboração entre setores, em especial, educação e saúde, como fundamental para o empreendimento de políticas que colaborem para o desenvolvimento e bem-estar físico e mental dos estudantes. Sinaliza-se a importância do trabalho intersetorial, em especial ações voltadas à saúde mental, com abordagens contínuas e engajadas, a fim de que estas propostas tenham impacto significativo no desenvolvimento. O PSE se coloca como marco importante para o incentivo ao desenvolvimento a partir da articulação entre os setores; sua operacionalização, entretanto, pode encontrar desafios a partir das variáveis que influenciam o trabalho intersetorial. O presente estudo propõe a exploração das práticas intersetoriais de profissionais implicados no PSE que atuam em escolas públicas de Ensino Fundamental I e II, a partir de entrevistas semi-estruturadas.

    Financiadores
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Júlia Teodoro da Silva

  • 2023 – presentePesquisa

    Capital Social e exercício do Controle Social na Saúde: estudo em município do interior paulista

    Em andamento

    O trabalho se assenta na interface entre Psicologia Social Comunitária e Políticas Públicas em Saúde, compreende indivíduos como agentes de transformação e ressalta a importância da participação social no ciclo de políticas públicas, definido como Controle Social. Seu exercício ganhou especial relevância na saúde pública a partir das proposições do Movimento Sanitário, que compreendia a aproximação entre profissionais e população como forma de qualificar o cuidado. Os conselhos locais de saúde foram pensados como instrumentos privilegiados de exercício do Controle Social. No entanto, determinantes macro políticos como a ideologia neoliberal, pressões internacionais e a repressão política durante a ditadura militar fragilizam a noção de coletividade e a mobilização. O Capital Social - recurso estabelecido a partir de redes de relações sociais pautadas em confiança e colaboração - tem sido entendido como alternativa para o fortalecimento do Controle Social. O objetivo do estudo é compreender a inter-relação entre Capital Social e o exercício de Controle Social no contexto da saúde pública em um território de uma periferia urbana. A investigação tem delineamento qualitativo, caráter exploratório e descritivo, com recorte transversal. Propõe a construção de Avaliação Participativa, que engloba os níveis de Diagnóstico Inicial, Construção da Demanda e Devolutiva junto à comunidade, parcela inicial do Modelo UFRO de Investigação Ação Participativa. Será realizado em um território localizado na periferia de uma grande cidade no interior do estado de São Paulo (Brasil), no qual foram identificadas, por estudos anteriores, tensões importantes nas dinâmicas relacionais internas do conselho local de saúde

    Financiadores
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Poliane Ester Inácio Borges

  • 2023 – presentePesquisa

    Sinais: a experiência de usuários surdos em serviços de saúde pública

    Em andamento

    A efetivação de direitos das pessoas com deficiência no Brasil enfrenta dificuldades,inclusive nos serviços ligados ao Sistema Único de Saúde. Embora exista previsão legal de quepessoas surdas devem ser atendidas por profissionais que conheçam a Língua Brasileira deSinais (LIBRAS) ou com medição de um intérprete para comunicação e facilitação do acesso,não há registros oficiais da presença e ação destes profissionais. Esta situação impõe impactospara interlocução e expressão subjetiva de usuários dos serviços de saúde. Dessa forma, oestudo pretende compreender como se dá, na perspectiva dos usuários surdos do SUS, o acessoaos serviços assistenciais, com ênfase nos atendimentos psicológicos, contribuindo naelaboração de políticas públicas voltadas à acessibilidade e à saúde da comunidade surda e nosubsídio de um maior embasamento teórico sobre o assunto.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Igor Belfort Cabreira

  • 2022 – presentePesquisa

    Itinerário terapêutico e vivências em serviços de saúde mental: perspectiva de usuários e seus familiares

    Em andamento

    A análise de Itinerários Terapêuticos (IT) e da vivência do usuário nos serviços de saúde, com base nos relatos deles próprios e de seus familiares, pode revelar contradições existentes dentro da própria rede de saúde e os fatores que interferem nas possibilidades de escolha e adesão ao cuidado. O IT envolve o processo de procura e escolhas do indivíduo diante do adoecimento, tendo como fim aliviar o seu sofrimento, e inclui escolhas além das disponíveis nos serviços de saúde. Assim, este estudo busca compreender a percepção dos usuários da RAPS e de seus familiares sobre o IT, a fim de conhecer os obstáculos e possibilidades percebidas nessa trajetória, bem como as condições de autonomia e participação social possíveis na definição de seu projeto terapêutico. Trata-se de estudo qualitativo, de caráter exploratório, compreensivo e retrospectivo.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Beatriz Lie Miyazaki

  • 2022 – 2024Pesquisa

    Agente Comunitário de Saúde: percepções sobre a valorização do/no trabalho

    Concluído

    O projeto tem como objetivo compreender o modo como Agentes Comunitários de Saúde enxergam sua atuação no território de saúde e nas unidades de saúde em que atuam, para identificar como eles avaliam o impacto de suas ações nesses ambientes.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Douglas Dias Pacheco

  • 2022 – 2024Pesquisa

    Interprofissionalidade, gestão compartilhada e integralidade: análise dos processos de trabalho, estratégias de cuidado e participação social nas Redes de Atenção à Saúde

    Concluído

    A formalização do Sistema Único de Saúde como política norteadora da saúde pública no Brasil é produto de um amplo processo de redemocratização social e política e de reestruturação econômica ocorrido no país entre as décadas de 1970 e 1990. Apesar de propor a saúde como direito social, o projeto emergiu em um contexto marcado pelo avanço neoliberal, que impôs profundas mudanças na realidade dos países latino-americanos, promovendo o que Ortiz (2014) entende como uma cultura de hiper individualização, alimentando a competitividade e, consequentemente, a desconfiança entre pares. A progressiva mercantilização dos espaços e relações, fragmenta a ocupação dos territórios (Carlos, 2015) o que afeta diretamente a localização e utilização de serviços públicos de saúde, entendidos popularmente como destinados a uma camada empobrecida da população e sendo mais presentes em regiões periféricas e vulneráveis (Campos, 2018). Este estudo busca problematizar este contexto com base na escuta de gestores, profissionais de saúde e cidadãos que utilizam os serviços públicos de saúde a fim de investigar as condições em que o cuidado vem sendo produzido no campo da saúde pública, na perspectiva de cada um destes atores. Além disso, esta proposta pretende identificar estratégias, já utilizadas nos processos de trabalho e assistência em saúde, que sejam úteis ao empoderamento de gestores, profissionais e usuários do sistema. Seus objetivos estão organizados em três eixos, que incluem: a) diagnosticar as características dos territórios em que atuam equipes do SUS, as condições de implementação das redes de saúde e as perspectivas para o trabalho em rede; b) sistematizar os critérios para avaliação e planejamento de ações em saúde, considerando as ações assistenciais, o modelo de inserção e atuação dos serviços de saúde no sistema público e, ainda, o contexto social em que estão situados; e c) propor modelos de intervenção capazes de induzir a gestão compartilhada em equipes de saúde, a interprofissionalidade como elemento facilitador da integralidade e a ativação do capital social como elemento de empoderamento para o exercício do controle social. Para tanto utiliza aplicação de entrevistas individuais (estruturadas, semi-estruturadas ou temáticas) e a realização de sessões de grupo focal para realização das coletas de dados, elegendo a estratégia mais adequada sempre de modo alinhado aos objetivos, possibilidades e limitações do campo e do contexto específico de investigação. A análise dos dados é orientada pela abordagem qualitativa e inclui como base mais ampla a perspectiva hermenêutica-dialética e modos de análise e discussão dos dados vinculadas a ela. Espera-se que os resultados decorrentes deste estudo possam: subsidiar intervenções voltadas para a democratização das relações de trabalho, com maior autonomia entre os profissionais, interação efetiva e colaborativa entre eles para a implementação de práticas interprofissionais; promover ações integradas de assistência, que impactem positivamente na integralidade do cuidado oferecido à população e, por fim; promover o empoderamento dos usuários por meio da mobilização de Capital Social, com efeitos igualmente positivos sobre a participação social e o exercício ativo do controle social no âmbito das políticas públicas para garantia de direitos sociais.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Ingrid Ignes Battisti, Giulia Peruzzo

  • 2021 – 2024Pesquisa

    Desafios para a garantia da interprofissionalidade em saúde mental: matriciamento na Atenção Básica

    Concluído

    O Sistema Único de Saúde (SUS) é estruturado em três princípios doutrinários fundamentais: universalidade, equidade e integralidade. A fim de garantir esses princípios, foram implementadas Redes de Atenção à Saúde (RAS), em diferentes níveis de atenção. A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) implementada em 2006, orienta as ações assistenciais desenvolvidas em serviços de saúde considerados "porta de entrada" na Saúde Pública brasileira. Nestes serviços, são ofertadas ações de cuidado que respondem a necessidades imediatas e mais gerais da população, além de iniciativas para promoção de saúde. Considerando o cuidado aos usuários como elemento central das ações, os serviços da Atenção Básica (AB) e em especial aqueles orientados pela Estratégia Saúde da Família (ESF) são importantes para operacionalização do princípio de universalidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Para ampliação da oferta de cuidado e observando o princípio de integralidade na atenção à saúde, foram instituídos os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) no ano de 2008, que se configuram como equipamentos estratégicos para a atuação interprofissional e Apoio Matricial das equipes de ESF. O Apoio Matricial, juntamente com a política de Educação Permanente em Saúde, é objeto deste estudo, que busca investigar potencialidades e desafios para a ação interprofissional como estratégia para a integralidade em saúde na AB a partir da perspectiva de profissionais que atuam em NASF e CAPS,e gestores municipais da AB e Saúde Mental, em cidade de grande porte no interior do estado de São Paulo. Trata-se de pesquisa qualitativa, estruturada como um estudo exploratório, descritivo e transversal orientado pela abordagem compreensiva da hermenêutica-dialética para a análise de dados. Serão realizadas entrevistas semi-estruturadas com coordenadores da AB e da Saúde Mental e grupos focais com os profissionais responsáveis pelo matriciamento em uma cidade de grande porte no interior do Estado de São Paulo, esperando contribuir para o fortalecimento das práticas interprofissionais na Atenção Básica à Saúde e oferecendo subsídios para decisões do planejamento local de saúde no município.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Giulia Peruzzo

  • 2021 – 2024Pesquisa

    Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência em município do interior paulista: pactos e ações

    Concluído

    A Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência foi instituída pala Portaria Ministerial GM/MS n 793/2012 (Brasil, 2012), prevendo a criação, ampliação e articulação de pontos de atenção à saúde para pessoas com deficiência temporária ou permanente; progressiva, regressiva, ou estável; intermitente ou contínua, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Como política pública específica para o campo da deficiência, representa importante avanço para a composição do processo de cuidados voltados às pessoas com deficiência, contribuindo substancialmente para a qualificação e ampliação do acesso e da assistência prestada a estes usuários. Este estudo busca analisar o processo de implantação da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência (RCPCD) no município de Ribeirão Preto-SP, avaliando sua adequação ao que dispõe as políticas públicas vigentes. Participam do estudo 08 profissionais, todos gestores de serviços de reabilitação ou coordenadores da referida Rede na esfera Estadual (pessoal técnico da RCPCD que atua junto no Departamento Regional de Saúde - XIII) e Municipal (Coordenador de Área Técnica de Saúde da Pessoa com Deficiência e Coordenadores Técnicos do Serviço). Espera-se que os resultados produzidos pelo estudo permitam compreender os desafios técnicos e gerenciais enfrentados pelos serviços de saúde pública e instituições articuladas em torno do processo de cuidado voltado às pessoas com deficiência, orientando a eventual adequação dos equipamentos de saúde que atendem pessoas com deficiência e permitindo a qualificação, ampliação e o fortalecimento da Rede.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Maria Rita Galhardo Batista

  • 2020 – 2023Pesquisa

    Projeto assistencial nos serviços de Saúde Mental: Rede de atenção e prática profissional

    Concluído

    Comprometido com a investigação das propostas assistenciais e gerenciais que sustentam as práticas de trabalho desenvolvidas em serviços de saúde mental, este estudo se apoia em um conjunto de conhecimentos em que convergem elementos da Psicologia, da Saúde e das Políticas Públicas. Orientado pelo conceito de saúde como direito e atentando para o compromisso da integralidade e para o esforço que vem sendo implementado para o fortalecimento das práticas interprofissionais em saúde, compreende que o trabalho em saúde mental é parte de um processo contínuo, no qual se deve considerar os indivíduos, pessoas que procuram cuidado em saúde, profissionais de saúde e gestores, como sujeitos imersos em relações. Seus objetivos são compreender o projeto de trabalho que sustenta as práticas assistenciais dos serviços do componente especializado da Rede de Atenção Psicossocial de um município de grande porte do interior do Estado de São Paulo, procurando compreender de que forma os serviços, profissionais e gestores têm operado arranjos específicos de cuidado em resposta às necessidades locais de saúde; para atingi-los, foi realizado mapeamento da composição da rede de serviços públicos de saúde voltados à atenção em saúde mental neste município, buscando-se explicitar a articulação desta rede de serviços e ações assistenciais com a macroestrutura das políticas públicas de saúde no município, bem como investigar a compreensão que os gestores destes serviços têm sobre as práticas de cuidado desenvolvidas nas unidades sob sua supervisão. A análise de dados relacionou informações documentais derivadas das políticas locais de saúde, o material empírico produzido por entrevistas individuais com gestores ligados à área de Saúde Mental e o aporte teórico que embasa o estudo. Ressalta-se que em todas as etapas de execução do estudo foram assegurados os devidos cuidados éticos. Os resultados apontam para o Caráter Performático do Trabalho, no qual aspectos subjetivos do trabalhador e processos de trabalho se retroalimentam, afetando diretamente o modo como esse profissional atua. Além disso, foi identificada intenção, restrita ao campo do discurso, de implementação da Rede de Atenção Psicossocial no município, uma vez que as práticas efetivamente realizadas de fato distanciam-se desse objetivo. Dificuldade de diálogo e integração encontrada na relação entre os diferentes pontos de atenção da rede pública do município e uso do poder da especialidade como recurso de controle dos equipamentos da rede evidenciam esta questão. Importa a reflexão e discussão em espaços coletivos do município acerca das dissonâncias existentes entre as ações implementadas e o objetivo manifesto, assim como das consequências dessas ações no processo de cuidado integral.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Ingrid Ignes Battisti

  • 2020 – presenteEnsino

    Formação interprofissional sobre segurança do paciente na graduação e sua interface com o Plano de Ação 2021-2030 da Organização Mundial de Saúde

    Em andamento

    O projeto foi submetido ao Edital CAEG 2020-2021 e contemplado, prevendo a composição e implementação de uma disciplina interunidades no campus da USP de Ribeirão Preto, com participação de docentes de 6 cursos da saúde (Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Medicina, Odontologia e Psicologia).
O ensino de graduação é objeto de preocupação permanente para o corpo docente da USP. Particularmente, o ensino sobre segurança do paciente tem se tornado importante inquietação, frente aos desafios impostos pela pandemia da COVID-19. Acredita-se que este cenário impactou sobremaneira a segurança dos pacientes e a qualidade dos cuidados prestados em todos os níveis de atenção porque, para responder à crise, os Sistemas de Assistência à Saúde tiveram que se reorganizar instantaneamente. Ainda, a escassez de pessoal qualificado para tratar pacientes gravemente enfermos tem sido um desafio no mundo. Estudiosos também afirmaram que, apesar de anos de investimento e pesquisa, a qualidade da assistência é muito pior do que deveria ser, em todos os países. Nesse contexto, muitas pessoas terão acesso a cuidados que não os ajudarão e que poderão ser prejudiciais, caso os problemas que impactam a qualidade da assistência não sejam identificados e corrigidos. Logo, a meta da cobertura universal de saúde, que é um componente-chave dos objetivos de Desenvolvimento Sustentável, pode não ser atingida. Segundo a OMS, existe forte relação entre qualidade da formação dos profissionais e taxas menores de eventos adversos e óbitos, sendo a educação em saúde um dos grandes pilares da melhoria da qualidade. Ainda, em variadas doenças crônicas de prevalência crescente no Brasil e no mundo, a atuação sinérgica de múltiplos profissionais representa a melhor estratégia terapêutica e de prevenção. Diante do exposto, docentes das áreas da saúde do Campus Ribeirão Preto propõem o presente projeto de inovação e integração docente no Ensino de Graduação com os objetivos de melhorar a formação de recursos humanos e promover futura força de trabalho com habilidade para atuação interprofissional. Para o alcance de tal objetivo, diferentes metodologias de ensino serão empregadas.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Carmen Silvia gabriel, Soraya Fernandes Mestriner, Eucia Beatriz Lopes Petean, Fernanda Raphael Escobar Gimenes de Sousa, Maria Helena Palucci Marziale, Pedro Fredemir Palha, Sueli Aparecida Frari Galera +8 integrantes

  • 2020 – presenteEnsino

    Formação interprofissional na atenção primária à saúde: inovação e integração entre universidade, serviço e comunidade

    Em andamento

    O projeto foi submetido ao Edital CAEG 2020-2021 e contemplado, prevendo a composição e implementação de uma disciplina interunidades no campus da USP de Ribeirão Preto, com participação de docentes de 9 cursos da saúde (Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fonoaudiologia, Medicina, Nutrição, Odontologia, Psicologia e Terapia Ocupaconal).
Tem como referência a experiência acumulada pelo grupo
de trabalho com o PET-Saúde Interprofissionalidade do campus da USP de
Ribeirão Preto em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde do município
(2019 a 2021), bem como em PETs anteriores, e com fomento do Ministério
da Saúde. Foi evidenciada a necessidade de ampliar a discussão do conceito
da interprofissionalidade na formação dos estudantes de graduação em saúde
e de implementar estratégias de reestruturação curricular a fim de integrar os
cursos. A aposta na interprofissionalidade como um processo inovador exige

mudanças de paradigmas, uma vez que a formação inicial é marcada pela
fragmentação e isolamento profissional e considera central a integração de
estudantes de diferentes profissões com vistas ao cuidado interprofissional. O
objetivo desta proposta é desenvolver estratégias e práticas de integração
entre diferentes áreas de saúde, serviços e comunidade, tendo em vista o
desenvolvimento de competências colaborativas e práticas interprofissionais de
promoção de saúde na comunidade e ações de educação permanente, em um
distrito do município. Assim, faz-se necessário criar oportunidades de
integração nos currículos dos cursos de graduação em saúde para fomentar
experiências da prática interprofissional colaborativa, planejamento e tomada
de decisões mais efetivas diante da complexidade da atenção primária à
saúde. Esta integração se dará principalmente por meio de uma disciplina
optativa que envolve nove cursos do campus da USP Ribeirão Preto, em
formato de ensino híbrido e com uso de metodologias ativas. Terá foco na
promoção de saúde à população em situação de vulnerabilidade social em
equipamentos sociais, e a produção conjunta de ações com serviços e
comunidade. Espera-se aprimorar o uso de ferramentas digitais no ensino de
graduação e implementar mudanças curriculares para a integração entre
docentes e estudantes para qualificar o cuidado em saúde.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Vânia dos Santos, Aldaísa Cassanho Forster, Regina Yoneko Dakuzaku Carretta, Janise Braga Barros Ferreira, Tatiane Martins Jorge, cinira magali fortuna, Camila de Moraes +4 integrantes

  • 2020 – 2022Pesquisa

    Exercício de Controle Social e acúmulo de Capital Social: estudo em bairro de Ribeirão Preto (SP)

    Concluído

    A eficiência e legitimação das políticas públicas podem ser relacionadas ao controle social, caracterizado pela participação ativa dos cidadãos no seu ciclo de construção, implementação e avaliação. O exercício do controle social precisa ser fomentado, partindo do fortalecimento e mobilização comunitários. O estabelecimento de relações sociais pautadas na confiança e reciprocidade, agregadas sob o conceito de Capital Social (CS) tem sido relacionado à facilitação da organização coletiva local, que assume especial importância em comunidades vulneráveis. Considerando-se essas questões, o objetivo do estudo é identificar movimentos de controle social realizados por membros de uma comunidade em situação de vulnerabilidade social e como esse exercício se relaciona com o acúmulo de CS. Trata-se de estudo de delineamento qualitativo, em que foram entrevistados 6 moradores de um bairro de Ribeirão Preto-SP; destes, 3 ocupam posição de liderança comunitária local. Utilizou-se roteiro de entrevista semiestruturada com questões referentes à história do bairro, dinâmica relacional, organização comunitária, relações estabelecidas com o poder público e características socioambientais. A análise temática foi utilizada para tratamento dos dados, por ser teoricamente flexível e preservar a sistematização de procedimentos. A partir do tratamento da entrevista com uma das lideranças, foram construídas 4 categorias temáticas: Fatores que influenciam a participação, Vivendo políticas públicas, Feixe de relações e nível de acúmulo do CS, Disputa, apropriação e acúmulos. Evidencia-se como o CS, quando atrelado a conhecimentos sobre relevância e formas de se mobilizar coletivamente, promove senso de unidade e persistência no exercício de controle social e na busca por melhorias.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Poliane Ester Inácio Borges

  • 2019 – 2022Pesquisa

    Dinâmicas psicossociais comunitárias no Chile e Brasil: análise de divergências e convergências em bairros em condições de vulnerabilidade social

    Concluído

    No contexto de implementação do modelo neoliberal no Chile e Brasil, observam-se importantes transformações sociais que dificultam o vínculo social e a ação coletiva. Isso tem importantes consequências no desenvolvimento das pessoas e nas comunidades em que elas fazem parte, especialmente se vivem em condições de pobreza. No marco das políticas públicas, que geralmente de maneira focada buscam abordar com a pobreza e seus efeitos, se observa uma limitada consideração das comunidades e suas dinâmicas para fortalecer de modo preponderante os recursos que elas possuem, e mobilizar recursos em sintonia com as necessidades e interesses daqueles que fazem parte delas. A dinâmica psicossocial comuntária pode ser um recurso, mas também um obstáculo para que as comunidades avancem na capacidade para defender seus direitos e trabalhar pelo bem estar comum. Se bem que a literatura que relata o estudo de diversas dimentões desta dinâmica, tem uma abordagem parcial, sem dar conta de sua complexidade. Reconhecendo então que Chile e Brasil compartilham algumas questões fundamentais, porém também enfrentam realidades particulares, este estudo tem como objetivo comprender as particularidades locais e aspectos comuns das dinâmicas psicossociais comunitárias de distintos territórios do Chile e Brasil, nos que habitualmente se desenvolvem políticas sociais orientadas para abordar problemas associados à vulnerabilidade social ou pobreza. Para tanto se propõe uma metodolgia de investigação mista, na lógica da avaliação participativa em dois bairros de Chile e dois no Brasil.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Ana Paula Soares da Silva, Tatiana Noronha de Souza, Karine Regina Dourado, Alba Ximena Zambrano Constanzo (Responsável), Poliane Ester Inácio Borges

  • 2019 – 2021Pesquisa

    Reflexões sobre implementação de Centros de Atenção Psicossocial I em municípios brasileiros com até 50 mil habitantes

    Concluído

    A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) em alternativa ao modelo curativista e hospitalocêntrico, destaca os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) como serviços estratégicos de articulação, tanto na assistência direta aos usuários quanto na regulação e trabalho conjunto com os demais serviços de saúde. A transição de Ambulatório de Saúde Mental para CAPS representa transformação na lógica de cuidado em saúde mental e pode constituir momento desafiador para as equipes de saúde envolvidas. O estudo acompanhou processo essa transição em dois municípios de pequeno porte do interior paulista, analisando relatos de três sessões de grupo focal, nas quais participaram 15 profissionais de saúde. A análise de conteúdo temática possibilitou discussões sobre as condições em que se deram os processos, considerando: necessidade de adequações estruturais para transição; familiaridade e compreensão da equipe com a proposta do CAPS; necessidade de adaptação de práticas assistenciais; potencialidades, receios e expectativas dos profissionais. Considerando o dinamismo das políticas públicas, o estudo buscou contribuir no diálogo entre ações ministeriais e os possíveis impactos na implementação de CAPS em municípios de menor porte.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Laura Resende Gual, Ingrid Ignes Battisti, Isabela Gonçalves Lemes

  • 2019 – 2022Pesquisa

    Integração das Ações do Serviço de Atenção Domiciliar e Estratégia Saúde da Família

    Concluído

    A demanda por cuidados intensivos e contínuos no contexto da saúde pública nacional vem crescendo, pressionada por dois fatores principais: de um lado, o incremento da expectativa de vida da população brasileira ao longo das últimas décadas levou ao consequente envelhecimento da população e fez crescer a prevalência de doenças crônico-degenerativas; ao mesmo tempo, houve aumento dos casos de lesões permanentes por causas externas, notadamente acidentes de trânsito. A Atenção Domiciliar (AD), uma das principais alternativas de atenção aos indivíduos que se enquadram nas condições de saúde descritas, foi formalmente inserida no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2011, como estratégia para promoção de atendimento domiciliar por equipes multiprofissionais, comprometidas com o cuidado integral do indivíduo, considerando suas relações pessoais e familiares. A AD tornou-se importante recurso para processos de desospitalização, permitindo continuidade de cuidados especializados em ambiente seguro e humanizado. A integração entre o Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) e a Estratégia Saúde da Família (ESF) propõe trabalho integrado e compartilhado, com aporte de atenção especializada pelo SAD e acompanhamento geral das condições de saúde pelas equipes de ESF, serviço integrado à Atenção Primária em Saúde (APS). Considerando conflitos e desafios que podem emergir nesta proposta de trabalho compartilhado, o presente estudo investigou a percepção que profissionais do SAD têm do processo de cuidado de pacientes seguidos pelo serviço, com ênfase na avaliação sobre a parceria com a ESF. Foram realizados dois grupos focais com a equipe do SAD, um antes do início da pandemia de COVID-19 e outro, dois anos após, quando as condições sanitárias permitiram o retorno presencial dos pesquisadores ao serviço de saúde. Participaram 5 profissionais no primeiro grupo e outros 6 no segundo. A Análise de Conteúdo Temática permitiu criação de 5 categorias que destacam o distanciamento da relação entre as equipes, promovido por percepção do não cumprimento de responsabilidades técnico-assistenciais, o que dificulta o trabalho integrado no cuidado aos pacientes. Além disso, os dados indicam que a equipe do SAD avalia sua conduta de modo positivo, percebendo-a como mais adequada quando comparada à da equipe parceira (ESF), dificultando a aproximação no trabalho. O estudo apresenta limitação decorrente da impossibilidade de ampliar a coleta de dados para inclusão de profissionais da ESF em função do agravamento das condições sanitárias ao longo da pandemia de COVID-19. Assim, o estudo indica a importância de uma intervenção gerencial, promovida por equipe local de gestão em saúde, com função de mediação e organização das questões práticas do trabalho, além de instituição de espaço supervisionado para planejamento e integração das ações.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Matheus Issa Melchior

  • 2018 – 2021Pesquisa

    A construção de um Sentimento Psicológico de Comunidade e seus efeitos sobre as ações do Agente Comunitário de Saúde

    Concluído

    Associado ao fortalecimento da oferta de cuidado integral em saúde, o trabalho do Agente Comunitário de Saúde (ACS) tem sido afetado por mudanças normativas na Atenção Básica, dentre as quais a não obrigatoriedade de residir no mesmo bairro em que trabalha. A alteração dessa exigência, antes central para a atuação do ACS, vem fomentando debates acerca dos efeitos que a falta de proximidade física e identificação com a comunidade poderiam ter sobre as ações da Estratégia Saúde da Família (ESF). Dentre as discussões sobre possibilidades de construção de vínculos nas práticas do ACS, o conceito de Sentimento Psicológico de Comunidade emerge, sinalizando a relevância de aspectos que podem ou não estar associados à proximidade residencial de ACS e usuários, tais como: pertencimento, influência, compartilhamento de experiências e a satisfação mútua de necessidades. Este estudo se propõe a compreender como experiências vividas por ACS em comunidades se relacionam com a construção do Sentimento Psicológico de Comunidade que vincula profissionais e usuários, e quais seus efeitos nas atividades desenvolvidas pelos ACS. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com ACS formalmente vinculadas à uma unidade orientada pela ESF em Ribeirão Preto-SP, residentes e não residentes no bairro atendido pelas equipes de saúde em que atuam. Notou-se a mobilização da construção de um vínculo com os moradores baseado na disponibilidade e confiança, mais do que no local de residência em questão, trazendo para o campo de exercício profissional uma percepção da função de ACS como receptáculo das necessidades dos usuários. Na comunicação de questões dos usuários para os demais profissionais da equipe, entretanto, vê-se um esvaziamento do poder político de ação comunitária do ACS, que é frequentemente demandado pelo registro de informações em bases de dados e outras atividades administrativas, fundamentais para o conhecimento da região de cobertura da ESF, mas que, priorizados em detrimento das demais atividades do ACS, impossibilitam uma maior aproximação da comunidade. Chama-se a atenção para a necessidade de construção de espaços de acolhimento e transformação política pela validação dos saberes do ACS no serviço de saúde, valorizando seu olhar e escuta sobre as particularidades da vivência do usuário na comunidade e no serviço de saúde.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Maria Alice Pereira Arriel

  • 2018 – 2020Pesquisa

    A contribuição do psicólogo no trabalho orientado pela Rede de Atenção Psicossocial sob a perspectiva de profissionais da Atenção Básica em Saúde

    Concluído

    O estudo teve como objetivo identificar as principais expectativas e conhecimentos que profissionais da Atenção Básica em Saúde tem em relação à atuação do psicólogo neste contexto. Participaram do estudo profissionais de equipes da Atenção Básica. Foram realizados grupos focais, um com profissionais de nível universitário e outro com profissionais de nível técnico. Os dados foram analisados através da Análise Temática.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Laura Resende Gual, Ingrid Ignes Battisti, Isabela Gonçalves Lemes

  • 2016 – 2018Pesquisa

    Expectativas de profissionais da Estratégia Saúde da Família em relação às contribuições do psicólogo no trabalho orientado pela Rede de Atenção Psicossocial

    Concluído

    Projeto busca mapear as expectativas e os conhecimentos da equipe de Saúde da Família em relação à atuação do psicólogo junto à Estratégia Saúde da Família (ESF), avaliando sua adequação ao que dispõe os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), ESF e Rede de Apoio Psicossocial.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Ingrid Ignes Battisti, Isabela Gonçalves Lemes

  • 2016 – 2017Pesquisa

    Apoio à co-gestão em serviços públicos de saúde mental: (re)pensando o trabalho e o cuidado na Rede de Atenção Psicossocial

    Concluído

    Projeto busca mapear o processo de implantação dos Centros de Atenção Psicossocial nos municípios da região de abrangência do Departamento Regional de Saúde-XIII (DRS-XIII Ribeirão Preto -SP), avaliando sua adequação ao que dispõe as políticas públicas vigentes para a implantação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) no Sistema Único de Saúde (SUS).

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Ana Luzia Lemes Pinto, Laura Resende Gual

  • 2016 – 2017Pesquisa

    Integração das regulamentações oficiais e perspectivas locais acerca do trabalho de agentes comunitários de saúde

    Concluído

    Projeto identificou elementos de convergência entre o trabalho de Agentes Comunitários de Saúde e dos demais profissionais que compõem as equipes de Estratégia Saúde da Família, promovendo condições para a gestão compartilhada dos processos de trabalho.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Camila Danielle Garcia Gonçalves

  • 2016 – 2017Pesquisa

    Serviço de Atenção Domiciliar (SAD): estratégias para a gestão compartilhada do processo de cuidado

    Concluído

    Projeto analisou a interface equipe-cuidadores e seus efeitos em relação às estratégias de planejamento e gestão do processo de cuidado dos usuários do Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), subsidiando intervenção posterior para desenvolvimento da gestão compartilhada do projeto de cuidado destes usuários.

    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável), Ricardo Akio Kimura

  • 2007 – 2012Pesquisa

    Gestantes soropositivas; direitos reprodutivos e relações de apoio na família e em serviços de saúde

    Concluído
    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável)

  • 2004 – 2007Pesquisa

    Cuidadores domésticos de pessoas com HIV/Aids: sentidos sobre a doença e o cuidado

    Concluído
    Equipe

    Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli (Responsável)

Orientações

5 de 5 orientações
Por página
  • Outro
    desde 2025
    Mayara Gomes Gagliardi · Orientação
    Apoio à co-gestão de serviços na Rede Municipal de Saúde I e II · Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Júlia Teodoro da Silva · Orientação
    Promoção de Saúde Mental na Educação Básica a partir de práticas intersetoriais · Programa de Pós Graduação em Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2023
    Poliane Ester Inácio Borges · Orientação
    Capital Social e exercício do Controle Social na Saúde: estudo em município do interior paulista · Programa de Pós Graduação em Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP) · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Iniciação Científica
    desde 2023
    Igor Belfort Cabreira · Orientação
    Sinais: a experiência de usuários surdos em serviços de saúde pública · Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2022
    Beatriz Lie Miyazaki · Orientação
    Itinerário terapêutico e vivências em serviços de saúde mental: perspectiva de usuários e seus familiares · Programa de Pós-Graduação em Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)
    Em andamento

Bancas julgadoras

49 registros
49 de 49 bancas
Por página
  • 2025
    Concurso de Professor Doutor - Terapia Ocupacional (Departamento de Ciências da Saúde - FMRP-USP)
    · Universidade de São PauloBanca: Carla da Silva Santana Castro, Patrícia Leila dos Santos, Alexandre Cardoso da Cunha, Danielle dos Santos Cutrim Garros, Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Concurso público
  • 2025
    Comissão de avaliação do processo seletivo para doutorado do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da FFCLRP-USP - Abril 2022
    · Universidade de São PauloBanca: Vera Lúcia Navarro, Sônia Regina Pasian, Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Outra
  • 2024
    Processo Seletivo para Contratação de docente temporário - Terapia Ocupacional (Departamento de Ciências da Saúde - FMRP-USP)
    · Universidade de São PauloBanca: Carla da Silva Santana Castro, Leonardo Martins Kebbe, Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Outra
  • 2023
    Ingrid Ignes Battisti
    Projeto assistencial nos serviços de Saúde Mental: rede de atenção e prática profissional · Programa de Pós Graduação em Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)Banca: Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Bruno Ferrari Emerich, cinira magali fortuna
    Mestrado
  • 2023
    Concurso de Professor Doutor - Atendimento Psicológico Infantil e Orientação de Pais (Departamento de Psicologia - FFCLRP-USP)
    · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)Banca: Ana Paula Soares da Silva, Jorge Luís Ferreira Abrão, Karin Aparecida Casarini, Luciane Sá de Andrade, Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Concurso público
  • 2022
    Ingrid Ignes Battisti
    Projeto assistencial nos serviços de Saúde Mental: rede de atenção e prática profissional · Programa de Pós Graduação em Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)Banca: Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, cinira magali fortuna, Bruno Ferrari Emerich
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2022
    Larissa Lorenzini da Costa
    Síndrome de burnout e comportamentos de enfrentamento ao estresse ocupacional em profissionais da atenção primária à saúde · Residência Multiprofissional em Atenção Integral à Saúde · Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoBanca: Renata Tamiê Nakao, Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Adriane Jacinto Salustiano
    Curso de aperfeiçoamento/especialização
  • 2022
    Poliane Ester Inácio Borges
    Exercício de Controle Social e acúmulo de Capital Social: estudo em bairro de Ribeirão Preto (SP) · Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)Banca: Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Ana Paula Soares da Silva, Maurício Osvaldo Garcia Ojeda
    Graduação
  • 2022
    Matheus Issa Melchior
    Integração das Ações do Serviço de Atenção Domiciliar e da Estratégia Saúde da Família · Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)Banca: Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Licia Barcelos de Souza, Érika Arantes de Oliveira Cardoso
    Graduação
  • 2022
    Comissão Avaliadora do Concurso Público - Edital 023/22.12, do Departamento de Psicologia - Área: Psicologia, Subárea: Políticas Pública.
    · Universidade Federal de São CarlosBanca: Alex Sandro Gomes Pessoa, Ilana Lemos de Paiva, Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Concurso público
  • 2022
    Comissão Julgadora do Processo Seletivo Simplificado para a contratação de 01 (um) Docente, na categoria de Professor Contratado, junto ao Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento, área de Psicologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP,
    · Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoBanca: Patrícia Leila dos Santos, Fábio Scorsolini-Comin, Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Outra
  • 2022
    30º Simpósio Internacional de Iniciação Científica (30º SIICUSP)
    · Universidade de São PauloBanca: Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Letícia Trombini Vidotto, Carolina de Souza, Adriana Sicuto de Oliveira Ueno
    Outra
  • 2022
    Comissão de avaliação do processo seletivo para doutorado do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da FFCLRP-USP - Abril 2022
    · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)Banca: Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Sylvia Domingos Barrera, Kátia de Souza Amorim
    Outra
  • 2021
    João Maurício Gimenes Pedroso
    Compreensão do trabalho de redução de danos junto à população em vulnerabilidade social: desafios, dificuldades e potenciais do trabalho · Programa de Pós Graduação em Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)Banca: Clarissa Mendonça Corradi-Webster, Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Luciane Marques Raupp, Rafaela de Quadros Rigoni
    Mestrado
  • 2021
    Laura Resende Gual
    Reflexões sobre implementação de Centros de Atenção Psicossocial I em municípios brasileiros com até 50 mil habitantes · Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)Banca: Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Carmen Lúcia Cardoso, Marcus Vinícius Santos
    Graduação
  • 2021
    Maria Alice Pereira Arriel
    A construção de um Sentimento Psicológico de Comunidade e seus efeitos sobre as ações do Agente Comunitário de Saúde · Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)Banca: Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Maria José Bistafa Pereira, Ana Paula Raizaro
    Graduação
  • 2021
    Joice Silva Neves
    Fatores comportamentais no envelhecimento ativo: uma abordagem analítico-comportamental · Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)Banca: Andréia Schmidt, Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Márcio Borges Moreira
    Graduação
  • 2021
    Comissão de avaliação do processo seletivo para doutorado do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da FFCLRP-USP - Março 2021
    · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)Banca: Sylvia Domingos Barrera, Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Marina Greghi Sticca
    Outra
  • 2021
    Comissão de avaliação do processo seletivo para doutorado do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da FFCLRP-USP - Novembro 2021
    · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)Banca: Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Carmen Lúcia Cardoso, Marina Rezende Bazon
    Outra
  • 2020
    Stella Crivelenti Vilar
    Tecendo tapetes, redes e subjetividades: processos de re(des)(co)construção de vínculos em idosos · Programa de Pós Graduação em Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)Banca: Kátia de Souza Amorim, Maria Clotilde Terezinha Rossetti-Ferreira, Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Geraldo Romanelli, Adriana de Oliveira Alcântara, Natália Alves Barbieri
    Doutorado
  • 2020
    Vinícius Contin Carabolante
    Passado que é presente, presente que é futuro nas subjetividades de jovens soropositivos ao HIV · Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)Banca: Licia Barcelos de Souza, Maria Rosa Rodrigues Rissi, Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Graduação
  • 2020
    Isabela Gonçalves Lemes
    A contribuição do psicólogo no trabalho orientado pela Rede de Atenção Psicossocial sob a perspectiva de profissionais da Atenção Básica em Saúde · Psicologia · Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (USP)Banca: Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli, Licia Barcelos de Souza, Marcus Vinícius dos Santos
    Graduação
  • 2020
    28º Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP (28º SIICUSP)
    · Universidade de São PauloBanca: Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Outra
  • 2020
    Coordenadoria de Programas de Iniciação Científica e Tecnológica (CoPICT)
    · Universidade Federal de São CarlosBanca: Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Outra
  • 2020
    Processo de Avaliação do Programa de Iniciação Científica/Tecnológica da PUC-Campinas
    · Pontifícia Universidade Católica de CampinasBanca: Marina Simões Flório Ferreira Bertagnoli
    Outra

Revisor de periódico

03 registros
  1. 2020 – presenteVínculo atual
    Revista Psicologia & Sociedade
    Revisor de periódico
  2. 2018 – 2018
    GERAIS: REVISTA INTERINSTITUCIONAL DE PSICOLOGIA
    Revisor de periódico
  3. 2018 – presenteVínculo atual
    REVISTA DA SPAGESP
    Revisor de periódico

Prêmios e títulos

01 registro
1 de 1 prêmio
Por página
  • 2007
    Prêmio Cultura Viva
    Ministério da Cultura

Participação em eventos

50 registros
50 de 50 participações
Por página
  • 2021
    A PSICOLOGIA NA SAÚDE PÚBLICA E SUA RELAÇÃO COM O CONCEITO AMPLIADO DE SAÚDE: DESAFIO PARA SERVIÇOS E PROFISSIONAIS
    4º Congresso Brasileiro de Política, Planejamento e Gestão em Saúde - ABRASCO · Apresentação oral · Participante · Evento on-line
  • 2021
    Psicologia na saúde pública: há possibilidades de ir além?
    51ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia · Poster / Painel · Participante · Evento on-line
  • 2021
    ESSENCIAIS: A NECESSIDADE DE CUIDADO AMPLIADO E O LUGAR DOS SERVIÇOS DE SAÚDE MENTAL NA PANDEMIA
    XVII CONGRESSO PAULISTA DE SAÚDE PÚBLICA / III CONGRESSO DOS NÚCLEOS REGIONAIS · Apresentação oral · Participante · Evento on-line
  • 2020
    A CONTRIBUIÇÃO DO PSICÓLOGO NO TRABALHO ORIENTADO PELA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL SOB A PERSPECTIVA DE PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE
    28º Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP · Outras formas · Participante · Ribeirão Preto
  • 2020
    I Simpósio Estadual Paulista PETSaúde/Interprofissionalidade
    Ouvinte · Ribeirão Preto
  • 2020
    SUS EM DEBATE Impactos das atuais Políticas de Gestão e Financiamento para a Atenção à Saúde no contexto da Pandemia
    Ouvinte
  • 2019
    Interprofissionalidade e o currículo da saúde
    Ouvinte · Ribeirão Preto
  • 2018
    Expectativa de equipes de Estratégia Saúde da Família em relação ao trabalho do psicólogo na rede de atenção psicossocial
    12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva · Apresentação oral · Participante · Rio de Janeiro - RJ
  • 2018
    PROCESSOS DE COGESTÃO EM SAÚDE COMO ESPAÇO POTENCIAL PARA A FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA
    V Congresso Brasileiro Psicologia: Ciência e Profissão · Apresentação oral · Participante · São Paulo - SP
  • 2018
    Trabalho em Rede, Interprofissionalidade e os lugares da Psicologia
    XIV Seminário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da FFCLRP/USP · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto - SP
  • 2018
    EXPECTATIVAS DE PROFISSIONAIS DE ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM RELAÇÃO ÀS CONTRIBUIÇÕES DO PSICÓLOGO NO TRABALHO ORIENTADO PELA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL
    26º Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP · Poster / Painel · Participante · Ribeirão Preto - SP
  • 2018
    APOIO À CO-GESTÃO EM SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE MENTAL: (RE)PENSANDO O TRABALHO E O CUIDADO NA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL
    26º Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP · Poster / Painel · Participante · Ribeirão Preto - SP
  • 2018
    Avaliação de Projetos
    26º Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP · Avaliador · Convidado · Ribeirão Preto - SP
  • 2018
    Resolução 510/2016 - Normas aplicáveis a pesquisas em ciências humanas e sociais
    Formação CEP-CONEP sobre a Resolução 510/2016 - normas aplicáveis a pesquisa em Ciências Humanas e Sociais · Outras formas · Participante · Ribeirão Preto - SP
  • 2018
    Metodologia qualitativa em psicologia
    Seminários de Pesquisa I · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto - SP
  • 2018
    Os desafios da Saúde Pública brasileira em contexto de desconstrução do SUS e o lugar da Psicologia
    XV Semana da Psicologi da UFSCar · Conferencista · Convidado · São Carlos - SP
  • 2018
    Psicologia e Políticas Públicas em Saúde: implantação das redes de cuidado e desenvolvimento da co-gestão em serviços
    Seminários de Pesquisa I · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto - SP
  • 2017
    Psicologia e Políticas Públicas em Saúde
    1º Congresso Regional da Associação Paulista de Saúde Pública - Núcleo Ribeirão Preto · Avaliador · Convidado · RIBEIRAO PRETO
  • 2017
    Agentes Comunitários de Saúde: regulamentações e perspectivas locais da atuação profissional
    47ª Reunião da Sociedade Brasileira de Psicologia · Poster / Painel · Participante · São Paulo - SP
  • 2017
    ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NA RAPS E AS EXPECTATIVAS DAS EQUIPES DE ESF
    1º Congresso Regional da Associação Paulista de Saúde Pública - Núcleo Ribeirão Preto · Poster / Painel · Participante · RIBEIRAO PRETO
  • 2017
    Gestão compartilhada do processo de cuidado em um Serviço de Atenção Domiciliar
    47ª Reunião da Sociedade Brasileira de Psicologia · Poster / Painel · Participante · São Paulo - SP
  • 2017
    A atuação do psicólogo na RAPS e as expectativas dos profissionais da ESF
    47ª Reunião da Sociedade Brasileira de Psicologia · Poster / Painel · Participante · São Paulo - SP
  • 2017
    APOIO À CO-GESTÃO EM SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE MENTAL: (RE)PENSANDO O TRABALHO E O CUIDADO NA REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL
    1º Congresso Regional da Associação Paulista de Saúde Pública - Núcleo Ribeirão Preto · Poster / Painel · Participante · RIBEIRAO PRETO
  • 2017
    Serviço de Atenção Domiciliar (SAD): estratégias para a gestão compartilhada do processo de cuidado
    1º Congresso Regional da Associação Paulista de Saúde Pública - Núcleo Ribeirão Preto · Poster / Painel · Participante · RIBEIRAO PRETO
  • 2017
    DESCOBRINDO-SE PSICÓLOGOS: A PROPOSIÇÃO DE PRÁTICAS DE CO-GESTÃO JUNTO A UMA EQUIPE DE SAÚDE
    1º Congresso Regional da Associação Paulista de Saúde Pública - Núcleo Ribeirão Preto · Poster / Painel · Participante · RIBEIRAO PRETO

Formação complementar

05 registros

Coautorias

03 coautores

Na imprensa

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