Eduardo Magalhães Rego.
Livre · Clínica Médica
- Unidade
- Faculdade de Medicina
- Departamento
- Clínica Médica
Currículo atualizado em 05/12/2024
Cita-se como: REGO, EM;REGO, E.M.;Rego, E;Rego, E.;Eduardo M.;Rego, Eduardo;REGO, E. M.;Rego E;Rego, E.M.;Rego, Eduardo Magalhães;Magalhães Rego, Eduardo;Rego, Eduardo Magalhaes;REGO, EDUARDO M.;REGO, EDUARDO M;Eduardo Magalhães Rego;REGO, EDUARDO MAGALH'ES;REGO, EDUARDO MAGALH&ATILDE'ES;REGO, EDUARDO
Resumo biográfico
O Dr. Eduardo Rego se formou em Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) em 1988 e obteve seu doutorado pela mesma Instituição em 1997. A seguir fez seu pós-doutorado no Memorial Sloan Kettering Cancer Center de Nova York (1998-2001) no laboratório do Dr. Pier Paolo Pandolfi e publicou diversos trabalhos sobre as bases moleculares da leucemia promielocícitica aguda, com destaque para seus artigos nos periódicos PNAS (2000); J Exp Med (2001), Science (2003) e Nature (2008). Foi aprovado no concurso para Professor Titular da FMRP-USP em 2010, onde trabalhou até 2018. Atualmente, é Professor Titular da Faculdade de Medicina da USP (FM-USP), Coordenador do Serviço de Leucemias Agudas do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) e dos Serviços de Hematologia da Rede D'Or e Pesquisador do Instituto DOr de Pesquisa e Ensino (IDOR). Suas áreas de interesse são as neoplasias hematológicas, com ênfase especial no estudo da fisiopatologia e no desenvolvimento de novas estratégias de tratamento para leucemias agudas.Foi um dos membros fundadores do Consórcio Internacional de Leucemias Agudas (ICAL) da Sociedade Americana de Hematologia que desenvolve estudos clínicos e translacionais sobre leucemias agudas. O Prof. Rego foi o Presidente do Comitê de Membros Internacionais da Sociedade Americana de Hematologia (2020-2024) e é o Vice-Presidente da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia. Ele é o Editor Sênior do periódico Brazilian Journal of Medical and Biological Research e Editor do Hematology, Transfusion and Cell Therapy Journal (HTCT) e Editor Associado dos Annals of Hematology.
Indicadores
Áreas de atuação
05 registros- Ciencias Da SaudeMedicinaClínica Médica › Hematologia
- Ciencias Da SaudeMedicinaClínica Médica
- Ciencias Da SaudeMedicinaClínica Médica › Cancerologia
- Ciencias BiologicasGenéticaGenética Humana e Médica
- Ciencias BiologicasImunologiaImunologia Celular
Formação acadêmica
07 registros- 2005 – 2005Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Fox Chase Cancer CenterBolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
- 1998 – 2000Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Memorial Sloan Kettering Cancer CenterBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 1992 – 1997DoutoradoConcluídoMedicina (Clínica Médica) · Universidade de São Paulo“SUBPOPULAÇÕES LINFOCITÁRIAS NA MEDULA ÓSSEA NORMAL DE CRIANÇAS E ADULTOS. SIGNIFICADO CLÍNICO DA HETEROGENEIDADE DA INTENSIDADE DE EXPRESSÃO DO ANTÍGENO CD10 NA LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA DO SUBTIPO COMUM”Orientação: Roberto Passetto FalcãoBolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
- 1990 – 1992Residencia-medicaConcluídoResidencia-medica · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloBolsa Fundação do Desenvolvimento Administrativo
- 1989 – 1990Residencia-medicaConcluídoResidencia-medica · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloBolsa Fundação do Desenvolvimento Administrativo
- 1983 – 1988GraduaçãoConcluídoMedicina · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP
- Livre-docênciaConcluídoLivre-docência · Universidade de São Paulo
Idiomas
02 registros| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Inglês | Bem | Bem | Bem | Bem |
| Espanhol | Bem | Bem | Bem | Bem |
Atuação profissional
24 registros- 2018 – presenteVínculo atualAssociação Brasileira de Hematologia e HemoterapiaVice-Diretor Científico
- 2018 – presenteVínculo atualFaculdade de Medicina da Universidade de São PauloProfessor Titular (MS-6)Servidor Publico24h/sem
- 2016 – 2017Associação Brasileira de Hematologia e HemoterapiaDiretor AdministrativoDiretor
- 2016 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Medical and Biological Research (Impresso)Membro de corpo editorial
- 2014 – 2015Associação Brasileira de Hematologia e HemoterapiaVice-Diretor FinanceiroDiretor
- 2013 – 2016Blood (Philadelphia, PA)Membro de corpo editorial
- 2013 – presenteVínculo atualAnnals of Hematology (Print)Membro de corpo editorial
- 2013 – 2016Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoMembro de comitê assessor
- 2012 – 2018Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoCoordenadorChefe da Divisão d Hematologia
- 2012 – 2018Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoCoordenadorChefe da Divisão de Oncologia
- 2011 – presenteVínculo atualCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorMembro de comitê assessor
- 2010 – 2018Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoMembro Comissão Multidisciplinar de OncologiaColaborador2h/sem
- 2010 – 2015Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (Impresso)Membro de corpo editorial
- 2010 – 2018Dedicação exclusivaFaculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPDocente - Professor TitularServidor Publico
- 2009 – 2012Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorMembro do Comite Medicina IColaborador
- 2008 – presenteVínculo atualConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoRevisor de projeto de fomento
- 2007 – 2018Fundação Hemocentro de Ribeirão PretoDiretor CientíficoColaborador12h/sem
- 2007 – 2019Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloCoordenadoria da Area de SaúdeColaborador12h/sem
- 2007 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloMembro de comitê assessor
- 2007 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloRevisor de projeto de fomento
- 2002 – 2010Dedicação exclusivaFaculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPDocente - Professor AssociadoServidor Publico
- 1998 – 2002Dedicação exclusivaFundação Hemocentro de Ribeirão PretoPesquisador Científico-tecnológicoCeletista
- 1993 – 1998Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoMédico HematologistaCeletista20h/sem
- 1992 – 1995Fundação Hemocentro de Ribeirão PretoMédico Hematologista E HemoterapeutaCeletista20h/sem
Produção bibliográfica
596 registros- 2020Autophagy inhibition potentiates ruxolitinib-induced apoptosis in JAK2(V617F) cellsEduardo Magalhães Rego; MACHADO-NETO, JOÃO AGOSTINHO · Investigational New Drugs
- 2020Integrating clinical features with genetic factors enhances survival prediction for adults with acute myeloid leukemiaEduardo Magalhães Rego; DA SILVA, WELLINGTON F. · ASH
- 2020Outcomes of HIV-associated Burkitt Lymphoma in Brazil: High treatment toxicity and refractoriness rates - A multicenter cohort studyEduardo Magalhães Rego · Outcomes of HIV-associated Burkitt Lymphoma in Brazil: High treatment toxicity and refractoriness rates - A multicenter cohort study
- 2018Identificação dos mecanismos de regulação das células natural Killer pelo fator de transcrição C/EBPG (CCAAT?Enhancer binding protein gamma)Lopes IA; Rocha AQA; Bianco TM; Scheucher PS; Daniel G Tenen; Alberich-Jorda, M. +2 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018Desfechos em longo prazo e fatores associados à resposta completa em pacientes com Leucemia de células pilosas: 30 anos de experiência de um único centroNeto AC; Junior WFS; Rosa LI; Siqueira IA; Amarante GBD; Velloso ED +3 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018Leucemia mielóide aguda e suas complicações infecciosas: análise de dados secundáriosFF Mello; Eduardo Magalhães Rego · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018Avaliação do perfil de toxicidade da L-asparaginase em neoplasias linfóides - experiência no ouso de formulações distintasRosa LI; SILVA-JÚNIOR, WILSON A; Amarante GBD; BUCCHERI, VALERIA; Pereira J; ROCHA, VANDERSON +2 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018A Leucemia Mielóide Aguda de 'risco favorável pela classificação elnet' se traduz em bom prognóstico em análise retrospectiva unicêntricaFonseca GSVC; Junior WFS; Rosa LI; BUCCHERI, VALERIA; Eduardo Magalhães Rego; ROCHA, VANDERSON +1 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018Classificação OMS-2016 em LLA por citogenética, fish e biologia molecular - experiência de um laboratório de referênciaFonseca GSVC; ROCHA, VANDERSON; VELLOSO, ELVIRA D.R.P.; Junior WFS; Rosa LI; BENDIT, ISRAEL +5 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018Philadelphia-positive acute lymphoblastic leukemia - lessons from the last years in an academic centerJunior WFS; Rosa LI; Duffles GB; BUCCHERI, VALERIA; BENDIT, ISRAEL; Eduardo Magalhães Rego +2 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018Real-life outcomes on acute promyelocytic leukemia in an academic center in Brazil - a retrospective analysisSilva-Junior WF; Rosa LI; MARQUEZ, GABRIEL LACERDA; SILVEIRA, DOUGLAS RAFAELE ALMEIDA; BUCCHERI, VALERIA; BENDIT, ISRAEL +3 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018EGCG induces apoptosis and differentiation of leukemic cells in acute myeloid leukemia mice by modulation of BCL-2 family proteins and PIN-1Via FID; Torello CO; SHIRAISHI, RODRIGO NAOTO; Roversi FM; Alvarez M; Eduardo Magalhães Rego +1 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018The brazilian model: acute lymphocytic leukemia in the latin american populationQUIROZ, ELISA; Nelson R; ALDOSS, IBRAHIM; PULLARKAT, VINOD; Eduardo Magalhães Rego; MARCUCCI, GUIDO +1 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018Sarcoma mieloide em mamas em paciente com Leucemia Mieloide Aguda e translocação (8:21)Maia ACA; Saraiva-Filho JCP; Lage LAPC; Silva-Junior WF; Pereira J; VELLOSO, ELVIRA D.R.P. +2 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018Análise da expressão de amphiregulin na Leucemia Promielocítica AgudaAlmeida LY; Eduardo Magalhães Rego; PEREIRA-MARTINS, DIEGO A.; Weinhauser I; Rojas CAO; Nascimento DCB +4 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018Modelo experimental de Leucemia Promielocítica aguda (PML-RAR) em camundongos imunocompetentes BALBC/JShiraishi RN; Torello CO; CASTRO, TAMARA CRISTINA LOPES DE; Martins F; Via FID; SANTOS, IRENE +3 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018IGFIR and IGF2R expression predicts outcomes and represents a target therapy in acute promyelocytic LeukemiaCOELHO-SILVA, J. L.; FAGUNDES, EVANDRO M; CHAUFFAILLE, M. D. L.; CHIATTONE, C. S.; Eduardo Magalhães Rego; Fabíola Traina +8 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018Função clínica e terapêutica de IRS1/2 em Leucemia Mieloide AgudaCOELHO-SILVA, JUAN L.; PEREIRA-MARTINS, DIEGO A.; Josiane Lilian dos Santos Schiavinato; Eduardo Magalhães Rego; MACHADO-NETO, JOÃO AGOSTINHO; Fabíola Traina · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018Atualização dos dados da estratificação de risco integrada para pacientes com Leucemia Mielóide Aguda em laboratório de referência em um estudo multicêntrico brasileiroSilva FB; PAGNANO, KATIA; R Bendlin; Oltramari MRP; Higashi M; Pallota R +15 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018SLIT-ROBO pathway is clinically relevant and represents a potential target in acute promyelocytic leukemiaWeinhauser I; Eduardo Magalhães Rego; PEREIRA-MARTINS, DIEGO A.; Ortiz C; KOURY, LUISA C.; Virginia Mara de Deus Wagatsuma +4 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018BMSCS mitochondrial transfer to AML cells reestablishes normal MTROS levels and increases the proliferation using co-culture modelsNascimento MCD; PEREIRA-MARTINS, DIEGO A.; Virginia Mara de Deus Wagatsuma; MACHADO-NETO, JOÃO AGOSTINHO; Eduardo Magalhães Rego · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018NP73 had no impact in ato-induced apoptosis in APL cell linesOrtiz C; PEREIRA-MARTINS, DIEGO A.; Weinhauser I; Luciana Yamamoto; Josiane Lilian dos Santos Schiavinato; Virginia Mara de Deus Wagatsuma +1 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018FOXO3A is downregulated in acute promyelocytic leukemia and metformin treatment is effective against atra-rresistant APL cellsPEREIRA-MARTINS, DIEGO A.; Eduardo Magalhães Rego; Rojas CAO; Neto PLF; Weinhauser I; KOURY, LUISA C. +4 autores · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018Nuclear set domain (NSD) genes are highly expressed and are associated with favrorable risk markers in acute myeloid leukemia: evaluation of the cancer genome atlas (TCGA) and Amazonia! CohortsDE DEUS WAGATSUMA, V. M.; PEREIRA-MARTINS, DIEGO A.; Eduardo Magalhães Rego · HEMO 2018 · São Paulo
- 2018ATRA potentiates cell death induced by FLT3 tyrosine kinase inhibitors in FLT-ITD+acute myeloid Leukemia cell lineagesMENDOZA, SILVIA ELENA SÁNCHEZ; DE DEUS WAGATSUMA, V. M.; Djavaheri-Mergny M; Eduardo Magalhães Rego · HEMO 2018 · São Paulo
Produção técnica
88 registros- 2010Análise dos efeitos antiangiogênicos e antiproliferativos da halofunginona na leucemia promielocítica agudaEduardo Magalhães Rego; Patrícia Aparecida Assis · Projeto de investigação e colaboração nas atividades das Reuniões Científicas-Clinica Médica e Disciplina de Pós-Graduação RCM-5828
- 2005Revisor do Brazilian Journal of Medical and Biological ResearchEduardo Magalhães Rego
- 2005Coordenador da Disciplina RCG-448 - HematologiaEduardo Magalhães Rego
- 2004Revisor do Brazilian Journal of Medical and Biological ResearchEduardo Magalhães Rego
- 2004Assessor AD-Hoc para o programa de pós-graduação da FCFRP-USPEduardo Magalhães Rego
- 2003Assessor AD-Hoc para o programa de pós-graduação da FCFRP-USPEduardo Magalhães Rego
- 2002Assessor AD-Hoc para o programa de pós-graduação da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto -USPEduardo Magalhães Rego · Avaliação de Projeto de Pesquisa
- 2002Assessor AD-Hoc para o programa de pós-graduação da FCFRP-USPEduardo Magalhães Rego · Avaliação de projeto de pesquisa
- 2002Revisor do Brazilian Journal of Medical and Biological ResearchEduardo Magalhães Rego · Revisor de artigo científico
- 2002Revisor da Revista Brasileira de Ginecologia e ObstetríciaEduardo Magalhães Rego · Revisor de artigo científico
Projetos
40 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2021 – presentePesquisa
Fapesp - Impacto da ancestralidade genética no desenvolvimento, características moleculares e desfecho clínico em pacientes adultos com leucemia linfoblástica aguda
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), LIMA, KELI
- Em andamento2021 – presentePesquisa
Fafesp - Repolarização de Macrófagos Associados ao Tumor (TAMs) para Macrófagos Anti-Tumorais M1 em Leucemia Mieloide Aguda: um Modelo Murino
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Lucio Henrique Sousa Pinheiro
- Em andamento2019 – presentePesquisa
Fapesp - Avaliação da via TP53/TP73 na enxertia de células de leucemia promielocítica aguda em modelo de xenotransplante
Os atuais modelos murinos de xenotransplante utilizados como modelos de estudo in vivo dos processos leucêmicos humanos tem falhado na reconstrução dos processos fisiopatológicos relacionados a doença devido a não similaridade com o nicho medular humano. Deste modo, a avaliação dos processos de alto-renovação, diferenciação e transformação das células tronco hematopoiéticas humanas (HSCs) e leucêmicas (LSCs), bem como sua avaliação quanto a eficácia de novas modalidades de tratamento, devem ser realizadas em microambientes espécie-específicos. Isto é suportado pelo fato de alguns subtipos leucêmicos (presentes no grupo de prognóstico favorável da doença), como a leucemia promielocítica humana (LPA), apresentam recorrente falha de enxertia em modelos de xenotransplante, e apesar do seu prognóstico favorável frente a outros subtipos de leucemias agudas, estes subtipos ainda apresentam altas taxas de mortalidade e risco de recaída. Neste sentido, acredita-se que variações genéticas que confiram maior resistência ao clone leucêmico podem influenciar na capacidade de enxertia destas células, favorecendo sua avaliação in vivo. Estudos prévios do nosso grupo demonstraram que uma maior relação de expressão ?Np73/TAp73 está associada com pior prognóstico na LPA (menor sobrevida global e sobrevida livre de doença) e resistência à apoptose induzida por citarabina. O ?Np73, forma truncada do gene TP73, atua como um potente inibidor da atividade transcripcional das proteínas TP53 e TAp73, desempenhando, desta forma, um importante papel na proliferação e morte celular. Assim, a atividade oncogênica do gene TP73 é determinada pelo balanço entre suas isoformas transcricionalmente ativa (TAp73) e inativa (?Np73), e essa relação correlaciona-se com o prognóstico clínico e falha no tratamento em diversas neoplasias humanas. Desta forma, o presente trabalho tem como objetivo determinar se alterações na via do TP53/TP73 estão associadas com uma maior capacidade de enxertia em células CD34+ induzidas e de pacientes com LPA em modelos de xenotransplante humanizados. Subjacente a isto, investigaremos os mecanismos pelos quais a via TP53/TP73 podem conferir às células PML-RARa+ vantagens de enxertia, tais como modificações na proliferação, viabilidade, ciclo celular, apoptose e capacidade clonogênica. Ademais, avaliaremos o transcriptoma de pacientes com LPA que obtiveram e que falharam na enxertia em modelos de xenotransplante, afim de identificar possíveis alvos de regulação do TP53/TP73. A expressão dos alvos da via TP53/T73 será investigada por PCR em tempo real e Western blotting.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Diego Antonio Pereira Martins
- Em andamento2019 – presentePesquisa
Fapesp - Leucemia Mieloide Aguda e suas complicações infecciosas: análise de dados secundários
O presente estudo tem por objetivos caracterizar e analisar os episódios de neutropenia febril, agentes infecciosos, fase do tratamento, profilaxia, mortalidade e as causas de óbito após a primeira indução de remissão, em pacientes acometidos por leucemia mielóide aguda, a partir de dados secundários de prontuários do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, no período de 2012 a 2017. Trata-se de estudo retrospectivo e descritivo, em que a coleta de dados será baseada em um levantamento de informações dos pacientes, de acordo com dados de diagnóstico, tratamento, complicações, evolução, resposta ao tratamento, profilaxia e mortalidade. Os critérios de inclusão serão: pacientes adultos, diagnóstico de leucemia mielóide aguda ou síndrome mielodisplásica e tratamento com quimioterapia mielossupressora; e os critérios de exclusão serão: pacientes menores de 18 anos de idade e tratamento com quimioterapia não mielossupressora. A análise dos dados realizará um mapeamento da frequência das complicações infecciosas pelo tratamento proposto, fase do tratamento, seus ciclos e a mortalidade. As variáveis contínuas serão descritas por meio do valor mediano e a sua variância pelos intervalos interquartis. As variáveis categóricas serão descritas por frequência. A avaliação das variáveis: idade, gênero, glóbulos brancos no momento do diagnóstico, grupo de risco segundo a ELN, número absoluto de neutrófilos no momento do diagnóstico e o risco de desenvolver episódios de neutropenia febril, será realizada através do modelo de regressão por Poisson.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Francisco Falleiros de Mello
- Em andamento2019 – presentePesquisa
Fapesp - Investigação do papel da proteína SLIT2 em células tronco estromais e a sua influência no microambiente medular na leucemia mieloide aguda
A proposta de continuidade do Centro de Terapia Celular - CTC concentra nossos esforços de pesquisa nos próximos seis anos em três tipos de células principais: células-tronco mesenquimais; linfócitos geneticamente modificados (incluindo células CAR-T) e células-tronco hematopoéticas. A pesquisa é delineada de acordo com o estágio de desenvolvimento: pré-clínica, clínica e transferência de tecnologia. O estágio pré-clínico também envolve a patogênese de doenças hematológicas candidatas que são para terapia celular, bem como o estudo do nicho da medula óssea e o desenvolvimento de modelos in vitro e in vivo para a terapia celular.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), luise de albuquerque simoes
- Concluído2018 – 2019Pesquisa
Fapesp BEPE - Detecção e analise funcional de macrófagos associados ao tumor em um modelo murino transgênico de leucemia promielocítica aguda
Macrófagos associados ao tumor (do inglês: Tumor associated macrophages - TAM) são macrófagos classificados como subtipo M2 e encontrados habitualmente em tumores sólidos. Os estudos científicos demonstraram que a presença dos TAM´s auxiliam os diferentes tipos de tumores, possibilitando sua proliferação, migração e escape do sistema imunológico. Até o momento os trabalhos avaliando o papel dos TAM´s eram limitados apenas aos tumores sólidos e pouco se sabe até então sobre o papel do sistema imune na fisiopatologia da leucemia mieloide aguda (LMA). Em nosso estudo nós escolhemos investigar a presença e função dos TAM´s na leucemia promielocitica aguda (LPA), que é caracterizada como um subtipo de LMA com prognóstico favorável. Recentemente, nós conseguimos identificar e caracterizar os TAM´s na medula óssea dos pacientes com LPA e observamos através de experimentos funcionais (in vitro) que a presença dos blastos da LPA é capaz de induzir a polarização de monócitos provenientes do sangue periférico (obtidos de um doador saudável) para o subtipo M2, bem como, os mesmos achados foram encontrados em macrófagos murinos provenientes da medula óssea de camundongos wild-type para a mutação do PML-RARA. Baseado nos nossos resultados in vitro, nós queremos estudar a função e o impacto dos TAM´s no desenvolvimento da LPA in vivo. Contudo, até o momento, os estudos de xenotransplante com células primárias de LPA mostraram resultados insatisfatórios devido a falha de enxertia deste subtipo leucêmico (de bom prognóstico). Deste modo, utilizaremos a estratégia de modelo murino humanizado (do inglês - humanized xenograft mouse model - disponível na Universidade de Groningen), que reproduz o microambiente medular humano, aumentando a probabilidade de enxertia da LPA. Deste modo, nosso primeiro objetivo é avaliar a enxertia de células primárias de LPA utilizando o modelo proposto. Subjacente a isto, nos planejamos transplantar células primarias de LPA juntamente com os diferentes subtipos de macrófagos (M0, M1 e M2) para avaliar o impacto destes diferentes subtipos na capacidade de enxertia e desenvolvimento da LPA. Ademais, utilizando uma estratégia de larga escala, analisaremos as diferenças transcricionais e funcionais dos macrófagos sorteados para CD163+/CD206+ dos pacientes com LPA comparados com os doadores saudáveis. Por fim, investigaremos o efeito do tratamento com ATRA na modulação do perfil de macrófagos nos pacientes com LPA, bem como, no modelo murino utilizado.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Isabel Weinhauser
- Desativado2017 – 2021Pesquisa
Fapesp - Deteção dos transcritos do gene TP73 na Leucemia Promielocítica Aguda e seu impacto no prognóstico e resposta terapêutica
A leucemia promielocítica aguda (LPA) é uma neoplasia hematológica caracterizada em 95% dos casos pela translocação entre os cromossomos 15 e 17, resultando na fusão entre os genes da proteína da leucemia promielocítica (PML) e do receptor ± do ácido retinóico (RARa). O gene PML-RARa é traduzido numa proteína quimérica que previne a diferenciação granulocítica. Hoje em dia, a LPA é tratada com ATRA (ácido trans retinoico total), uma terapia alvo que permite a maturação de promielócitos para granulócitos; no entanto, alguns pacientes recaem ou nunca respondem a este tratamento. Devido a isso, alguns biomarcadores estão sendo estudados para encontrar seu papel na patogênese do LPA e seu impacto no prognóstico e resposta ao tratamento. Neste contexto, o gene TP73 é um marcador prognóstico e preditivo promissor em LPA. Nosso laboratório demonstrou que a expressão de ?Np73, variante de TP73, está relacionada ao mau prognóstico, mas não há estudos sobre o impacto de outras variantes nem sua relevância no tratamento. Aqui nós pretendemos explorar amostras de pacientes de LPA para determinar quais variantes de TP73 são diferencialmente expressas em LPA e, em seguida, desenvolver um modelo animal de LPA para explorar o valor prognóstico e preditivo destas variantes de TP73. Este modelo animal expressará o gene PML-RARa e as variantes de TP73 expressas diferencialmente em amostras de pacientes. O desenvolvimento deste modelo será feito pela infecção de células de medula óssea de camundongos hCG-PML/RAR± com o sistema lentivírus recombinado com a variante TP73 expressa diferencialmente. Nestes ratos será analisada a evolução da doença através do teste de hemograma, imunofenótipo, níveis de transcritos PML-RARa, expressão de variantes de TP73, sobrevida global, sobrevida livre de doença e outros aspectos no modelo animal de APL desenvolvido. Além disso, avaliaremos o sucesso da terapia com ATRA neste modelo animal, utilizando os mesmos testes mencionados anteriormente e também os eventos de recaída. Finalmente, estudaremos a expressão gênica de alguns genes do eixo TP73 para tentar explicar quais das funções de TP73 são relevantes no progresso da doença. Os resultados deste estudo nos permitirão abordar o conhecimento do impacto do gene TP73 no prognóstico e na resposta ao tratamento em APL, e quais as variantes de TP73 relevantes nesse contexto.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Cesar Alexandre Ortiz Rojas
- Concluído2017 – 2018Pesquisa
Fapesp - Análise da ação mitocondrial do mitocan alfa-tocoferol em células MV4,11 (modelo celular para leucemia mieloide aguda portadora da mutação FLT3 - ITD)
A leucemia mieloide aguda (LMA) pode ser definida, na maior parte das vezes, como um conjunto de doenças de caráter esporádico e que representa a falência na maturação de células mieloides, com expansão da forma imatura da linhagem no sangue, medula e outros tecidos. Das diversas alterações genéticas que podem resultar na doença, a mutação no gene FLT3 na forma de duplicações internas em tandem (do inglês, ITD, Internal Tandem Duplicação) aparece em cerca de 30% dos casos e é ligada a um prognóstico pobre, com menores chances de remissão e maiores taxas de recaída. Dentre as novas drogas pesquisadas para o tratamento da LMA com FLT3-ITD, os inibidores de tirosina quinase de destacam. Quisartinib e midostaurin, por exemplo, mostraram ação anti-tumoral substancial com resultados clínicos significativos. Porém, os mesmos também demonstraram que quando usadas como monoterapia, essas drogas são incapazes de manter ou mesmo alcançar a remissão completa. Assim, pesquisas de novas classes de drogas, possivelmente usadas em terapia combinada com quimioterápicos clássicos ou com inibidores de tirosina quinase apresentam alta relevância. Uma dessas novas classes é a dos mitocans, um grupo de drogas capazes de agir na mitocôndria interrompendo a produção de energia pela célula, aumentando a produção de espécies reativas de oxigênio e ativando a cadeia intrínseca de apoptose. Nesse estudo, o mitocan alfa-tocoferol é usado no tratamento de células MV4;11, linhagem modelo para LMA com FLT3-ITD, no intuito de demonstrar sua ação mitocondrial em células leucêmicas, potencializando sua chance de futuro uso no tratamento da doença em questão. Assim os objetivos principais do projeto são: 1)Encontrar a dose efetiva (ED 50) do mitocan alfa-tocoferol na apoptose de células MV4,11. 2)Analisar o potencial de membrana mitocontrial de células MV4,11 tratadas com mitocan alfa-tocoferol para avaliar hipótese de que o efeito pró-apoptótico do alfa-tocoferol em células tumorais da linhagem MV4,11 se dá pela despolarização da membrana mitocondrial. 3) Analisar ativação de caspases 3 e 9 através do método Western Blot em células MV4,11 tratadas com alfa-tocoferol. 4) Analisar fosforilação do receptor tirosina quinase FLT3 em células MV4,11 tratadas com alfa-tocoferol
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Adriane Souza Lima
- Concluído2017 – 2018Pesquisa
Fapesp - Estudo de células mesenquimais da medula óssea de pacientes com leucemia mieloide aguda e de indivíduos saudáveis em um ensaio de cocultivo com células leucêmicas
A MO possui microambiente essencial para a manutenção das propriedades de autorrenovação e diferenciação das HSCs e dos progenitores diferenciados. Um dos componentes desse microambiente são as MSCs, estas compõem o estroma medular, se destacando em relevância na hemotopoiese normal e na regulação imunológica. A literatura descreveu três populações distintas de HSCs no cocultivo com as MSCs: as células sobrenadantes (Fração A), as células aderentes à superfície das MSCs (Fração B) e as células que se localizavam abaixo da camada de MSCs (Fração C). Também foi visto que as MSCs realizam transferência de ROS através de gap junctions para as HSCs de indivíduos saudáveis. O ROS nas HSCs está associado ao aumento na sua mobilização e motilidade. A produção de ROS foi associada à taxa de recidiva de doença em pacientes com LMA, sugerindo ser um importante fator prognóstico. Descreveu-se ainda que mutações no gene Ras associadas à ativação constitutiva da proteína aumentam a ativação de NOX2 e, consequentemente, a produção de ROS em células CD34+ contribuindo para o fenótipo leucêmico. Observou-se da mesma forma a produção de PGE2 pela COX2 das MSCs, quando secretada no meio extracelular contíguo ás HSCs, estas reduzem os níveis intracelulares de ROS. Nossa tese, é que as MSC possam favorecer a sobrevivência das células malignas através da diminuição dos danos celulares e/ou indução de quiescência e/ou diminuição da apoptose induzidos por ROS.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Mariane Cristina do Nascimento
- Concluído2017 – 2018Pesquisa
Fapesp - Análise da ação mitocondrial do mitocan alfa-tocoferol em células MV4,11 (modelo celular para leucemia mieloide aguda portadora da mutação FLT3 - ITD)
A leucemia mieloide aguda (LMA) pode ser definida, na maior parte das vezes, como um conjunto de doenças de caráter esporádico e que representa a falência na maturação de células mieloides, com expansão da forma imatura da linhagem no sangue, medula e outros tecidos. Das diversas alterações genéticas que podem resultar na doença, a mutação no gene FLT3 na forma de duplicações internas em tandem (do inglês, ITD, Internal Tandem Duplicação) aparece em cerca de 30% dos casos e é ligada a um prognóstico pobre, com menores chances de remissão e maiores taxas de recaída. Dentre as novas drogas pesquisadas para o tratamento da LMA com FLT3-ITD, os inibidores de tirosina quinase de destacam. Quisartinib e midostaurin, por exemplo, mostraram ação anti-tumoral substancial com resultados clínicos significativos. Porém, os mesmos também demonstraram que quando usadas como monoterapia, essas drogas são incapazes de manter ou mesmo alcançar a remissão completa. Assim, pesquisas de novas classes de drogas, possivelmente usadas em terapia combinada com quimioterápicos clássicos ou com inibidores de tirosina quinase apresentam alta relevância. Uma dessas novas classes é a dos mitocans, um grupo de drogas capazes de agir na mitocôndria interrompendo a produção de energia pela célula, aumentando a produção de espécies reativas de oxigênio e ativando a cadeia intrínseca de apoptose. Nesse estudo, o mitocan alfa-tocoferol é usado no tratamento de células MV4;11, linhagem modelo para LMA com FLT3-ITD, no intuito de demonstrar sua ação mitocondrial em células leucêmicas, potencializando sua chance de futuro uso no tratamento da doença em questão. Assim os objetivos principais do projeto são: 1)Encontrar a dose efetiva (ED 50) do mitocan alfa-tocoferol na apoptose de células MV4,11. 2)Analisar o potencial de membrana mitocontrial de células MV4,11 tratadas com mitocan alfa-tocoferol para avaliar hipótese de que o efeito pró-apoptótico do alfa-tocoferol em células tumorais da linhagem MV4,11 se dá pela despolarização da membrana mitocondrial. 3) Analisar ativação de caspases 3 e 9 através do método Western Blot em células MV4,11 tratadas com alfa-tocoferol. 4) Analisar fosforilação do receptor tirosina quinase FLT3 em células MV4,11 tratadas com alfa-tocoferol.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Adriane Souza Lima
- Concluído2017 – 2018Pesquisa
Fapesp - Estudo de células mesenquimais da medula óssea de pacientes com leucemia mieloide aguda e de indivíduos saudáveis em um ensaio de cocultivo com células leucêmicas
A MO possui microambiente essencial para a manutenção das propriedades de autorrenovação e diferenciação das HSCs e dos progenitores diferenciados. Um dos componentes desse microambiente são as MSCs, estas compõem o estroma medular, se destacando em relevância na hemotopoiese normal e na regulação imunológica. A literatura descreveu três populações distintas de HSCs no cocultivo com as MSCs: as células sobrenadantes (Fração A), as células aderentes à superfície das MSCs (Fração B) e as células que se localizavam abaixo da camada de MSCs (Fração C). Também foi visto que as MSCs realizam transferência de ROS através de gap junctions para as HSCs de indivíduos saudáveis. O ROS nas HSCs está associado ao aumento na sua mobilização e motilidade. A produção de ROS foi associada à taxa de recidiva de doença em pacientes com LMA, sugerindo ser um importante fator prognóstico. Descreveu-se ainda que mutações no gene Ras associadas à ativação constitutiva da proteína aumentam a ativação de NOX2 e, consequentemente, a produção de ROS em células CD34+ contribuindo para o fenótipo leucêmico. Observou-se da mesma forma a produção de PGE2 pela COX2 das MSCs, quando secretada no meio extracelular contíguo ás HSCs, estas reduzem os níveis intracelulares de ROS. Nossa tese, é que as MSC possam favorecer a sobrevivência das células malignas através da diminuição dos danos celulares e/ou indução de quiescência e/ou diminuição da apoptose induzidos por ROS.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Mariane Cristina do Nascimento
- Concluído2017 – 2018Pesquisa
Fapesp - Modelos animais transgênicos gerados e usados para estudos básicos e pre-clinicos
Dentre os diversos projetos de pesquisa vinculados ao Projeto "Centro de Terapia Celular (CTC) ", que tem como objetivo geral estudar aspectos moleculares, celulares e biológicos de células-tronco, encontram-se em andamento estudos básicos e pré-clínicos de doenças, como a Leucemia Promielocítica, a Disceratose Congênita, a Hemofilia A e a Anemia de Falconi, que utilizam modelos animais transgênicos e diversas outras linhagens de camundongos, sendo que dentre as linhagens utilizadas estão: Tg (CTSG-PML/RARA)6179Ppp; CEBPalfa KO; Pep Boy; Dkc1tm1Ppp; knockin JAK2; CEBPg Kiko condicional; vav-cre, NOD.Cg-PRKDCscid; KO-F8; KO-F9; Tph2 KO; TPH1 KO; C57BL/6N; FVB/N; Tg CALM/AF10. Tais linhagens são mantidas no Laboratório de Estudos Experimentais em Animais (Biotério), localizado na Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto. Visto a necessidade de uma manutenção adequada destas colônias, para a realização dos estudos científicos, que conjugue técnicas de produção e cuidados adequados, o objetivo principal do projeto "Modelos animais transgênicos gerados e usados para estudos básicos e pré-clínicos" é preparar profissionais que sejam aptos para atuar tanto na área da Ciência em Animais de Laboratório quanto na área de Bioterismo. Deste modo, buscaremos preparar os profissionais para: desenvolver atividades relacionadas ao manejo das colônias de camundongos, que vão desde a realização dos processos de dimensionamento da colônia, higienização e esterilização de materiais, até a genotipagem de animais transgênicos; promover o desenvolvimento de atividades relacionadas ao acompanhamento de protocolos experimentais; desenvolver atividades relacionadas à conscientização sobre ética e normativas e desenvolver atividades relacionadas à gestão de um Biotério. Proporcionaremos, desta maneira, a difusão do conhecimento e o treinamento, mostrando as diretivas do manejo adequado de animas utilizados em experimentação científica.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Thamires Ongilio
- Concluído2016 – 2019Pesquisa
Fapesp - Efeitos da terapia com erlotinib e gefitinib em associação ao ácido all-trans retinóico e trióxido de arsênico na leucemia promielocítica aguda: estudo in vitro, ex vivo e em modelo experimental murino
O receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) é um regulador importante da proliferação e diferenciação celular. Alterações na expressão de EGFR estão associadas ao crescimento tumoral e metástase em tumores sólidos. Por outro lado, há escassa informação na literatura sobre a participação da via do EGFR em malignidades hematológicas, incluindo a Leucemia Mielóide Aguda (LMA). Um estudo prévio realizado em nosso laboratório revelou que o EGF (fator do crescimento epidérmico), ligante do EGFR, apresentou valor prognóstico em pacientes com Leucemia Promielocítica Aguda (LPA), subtipo M3 da LMA, tratados segundo o protocolo do Consórcio Internacional em LPA (CI-LPA). Interessantemente, pacientes portadores de carcinoma de pulmão do tipo não-pequenas células (CPNPC) e LMA sincrônicos tratados com erlotinib, inibidor de EGFR utilizado no tratamento do CPNPC, apresentaram regressão de ambas as neoplasias. Contudo, é importante salientar que os mieloblastos destes pacientes não expressavam EGFR. De acordo, outro estudo demonstrou que gefitinib, também inibidor de EGFR, atuou de forma sinérgica quando associado ao ácido all-trans retinóico (ATRA) e trióxido de arsênico (ATO) na diferenciação mielóide de linhagens celulares da LPA negativas para EGFR. Até o momento, o mecanismo pelo qual erlotinib e gefitinib interagem com os progenitores hematopoiéticos não são bem conhecidos. Ademais, é necessário determinar se estas drogas induzem diferenciação das células derivadas da LPA in vivo. Portanto, no presente trabalho, pretendemos avaliar os efeitos de erlotinib e gefitinib isolados ou em associação a ATRA ou ATO em células de linhagem, blastos primários e modelo experimental murino da LPA, bem como elucidar os alvos moleculares destas drogas.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Luciana Yamamoto de Almeida
- Concluído2015 – 2015Pesquisa
Fapesp BEPE - Pesquisa de mutações adicionais ao rearranjo PML/RARa por meio da análise do transcriptoma, genoma completo e metiloma de pacientes com Leucemia Promielocítica Aguda em três momentos distintos: diagnóstico, remissão molecular e recaída.
A translocação t(15;17)(q24;q21) dá origem ao gene híbrido PML/RARa, que é a principal característica genética da Leucemia Promielocítica Aguda (LPA), caracterizada pela presença de infiltrado de células leucêmicas na medula óssea (MO) e sangue periférico, semelhantes à promielócitos. A associação da patogênese dessa leucemia com o gene PML/RARa foi demonstrada em modelos murinos transgênicos, uma vez que os animais apresentam uma doença com características clínicas e morfológicas semelhantes à LPA em humanos. No entanto, a latência prolongada e a baixa penetrância da doença sugere que a presença do gene PML/RARa não é suficiente para desencadear a transformação maligna completa e que fatores genéticos adicionais são necessários para a progressão da doença. A LPA é o primeiro exemplo de terapia de indução da diferenciação em casos de câncer e é considerada a leucemia com maiores chances de cura. Entretanto, aproximadamente 20-30% dos pacientes tratados evoluem para a recaída da doença. A presença de mutações em genes como o FLT3 e a desregulação na via de sinalização do CEBP/A têm sido descritos como fatores adicionais na leucemogênese induzida pelo rearranjo PML/RARa. Diferentes estudos correlacionaram padrões de mutações que se repetem com elevada frequência com a ocorrência de diversos tipos de câncer, sendo denominadas driver mutations. Além das mutações genéticas, alterações epigenéticas como os padrões aberrantes de metilação de DNA foram associadas a oncogênese. Padrões específicos de metilação do DNA foram identificados e associados a fatores de transcrição mutados como o PML/RARa em pacientes com LMA. Sendo assim, a questão é determinar se a transformação maligna do câncer está diretamente associada a um padrão aberrante de metilação de DNA ou se a metilação anômala do DNA ocorre em um estágio mais tardio da doença, como contribuição secundária. Estudos mais recentes buscam a identificação não apenas das driver mutations, mas também das vias e mecanismos de progressão da doença, os quais elas estejam envolvidas. A tecnologia de next generation sequencing (NGS) é uma ferramenta útil na identificação de alterações genéticas e padrões oncogênicos em alta resolução. Desta forma, este trabalho visa a análise comparativa do transcriptoma, do genoma completo e dos padrões de metilação ao longo do DNA de pacientes com LPA no momento do diagnóstico, em remissão completa e na recidiva da doença pela metodologia de NGS, de forma a contribuir para o esclarecimento sobre o papel das mutações adicionais e das alterações epigenéticas associadas à progressão desta leucemia
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Virginia Mara de Deus Wagatsuma
- Concluído2015 – 2015Pesquisa
Fapesp BEPE - Comparação entre os mapeamentos de metilação do DNA genômico de células CD34+CD38-ALDHhigh e CD34+CD38-ALDHint isoladas de pacientes com leucemia mieloide aguda
Comparison of Genome-wide DNA methylation mapping between CD34+CD38-ALDHhigh and CD34+CD38-ALDHint cell subsets isolated from acute myeloid leukemia patients
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Mariana Tereza de Lira Benicio
- Em andamento2015 – presentePesquisa
Fapesp - 	Detecção e analise funcional de macrófagos associados ao tumor em um modelo murino transgênico de leucemia promielocítica aguda
Macrófagos associados ao tumor (do inglês: Tumor associated macrophages - TAM) são macrófagos classificados como subtipo M2 e encontrados habitualmente em tumores sólidos. Os estudos científicos demonstraram que a presença dos TAM´s auxiliam os diferentes tipos de tumores, possibilitando sua proliferação, migração e escape do sistema imunológico. Até o momento os trabalhos avaliando o papel dos TAM´s eram limitados apenas aos tumores sólidos e pouco se sabe até então sobre o papel do sistema imune na fisiopatologia da leucemia mieloide aguda (LMA). Em nosso estudo nós escolhemos investigar a presença e função dos TAM´s na leucemia promielocitica aguda (LPA), que é caracterizada como um subtipo de LMA com prognóstico favorável. Recentemente, nós conseguimos identificar e caracterizar os TAM´s na medula óssea dos pacientes com LPA e observamos através de experimentos funcionais (in vitro) que a presença dos blastos da LPA é capaz de induzir a polarização de monócitos provenientes do sangue periférico (obtidos de um doador saudável) para o subtipo M2, bem como, os mesmos achados foram encontrados em macrófagos murinos provenientes da medula óssea de camundongos wild-type para a mutação do PML-RARA. Baseado nos nossos resultados in vitro, nós queremos estudar a função e o impacto dos TAM´s no desenvolvimento da LPA in vivo. Contudo, até o momento, os estudos de xenotransplante com células primárias de LPA mostraram resultados insatisfatórios devido a falha de enxertia deste subtipo leucêmico (de bom prognóstico). Deste modo, utilizaremos a estratégia de modelo murino humanizado (do inglês - humanized xenograft mouse model - disponível na Universidade de Groningen), que reproduz o microambiente medular humano, aumentando a probabilidade de enxertia da LPA. Deste modo, nosso primeiro objetivo é avaliar a enxertia de células primárias de LPA utilizando o modelo proposto. Subjacente a isto, nos planejamos transplantar células primarias de LPA juntamente com os diferentes subtipos de macrófagos (M0, M1 e M2) para avaliar o impacto destes diferentes subtipos na capacidade de enxertia e desenvolvimento da LPA. Ademais, utilizando uma estratégia de larga escala, analisaremos as diferenças transcricionais e funcionais dos macrófagos sorteados para CD163+/CD206+ dos pacientes com LPA comparados com os doadores saudáveis. Por fim, investigaremos o efeito do tratamento com ATRA na modulação do perfil de macrófagos nos pacientes com LPA, bem como, no modelo murino utilizado.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Isabel Weinhauser
- Concluído2014 – 2014Pesquisa
Fapesp - Escola São Paulo de Ciências Avançadas em Oncogênese e Medicina Translacional para o Tratamento do Câncer
A "Escola São Paulo de Ciências Avançadas em Oncogênese e Medicina Translacional para o Tratamento do Câncer" tem por objetivo oferecer treinamento a estudantes de pós-graduação na área de bioinformática aplicada à pesquisa do câncer através de um curso teórico-prático ministrado por pesquisadores brasileiros e americanos com expressiva produção científica na área. Além deste treinamento, o evento contará com palestras sobre epidemiologia, biologia celular e molecular da oncogênese, interação do microambiente com as células tumorais, poluição e câncer, e mesas redondas sobre novas estratégias terapêuticas. A presente proposta foi organizada de maneira a permitir a interação entre os alunos e pesquisadores de diferentes áreas, reforçando o aspecto multidisciplinar da medicina translacional para o tratamento do câncer. O desenvolvimento de novas tecnologias baseadas na obtenção e análise em larga escala de dados gênomicos e protêomicos exige ferramentas de informática sofisticadas e que não são rotineiramente ensinadas nos cursos de pós-graduação do país. Há uma carência de profissionais especializados na área e ao mesmo tempo há a necessidade da incorporação destas tecnologias às pesquisas conduzidas no país de maneira a torná-las mais competitivas internacionalmente. Além disto, o caráter multidisciplinar da pesquisa do câncer exige a interação de pesquisadores com diferentes expertises. A resolução de problemas científicos e clínicos passa pela convergência de tecnologias, e este evento permitirá que projetos em desenvolvimento pelos alunos sejam discutidos sob a ótica de pesquisadores de diferentes áreas e espera-se que resulte no expansão da malha de interações dentro do estado de São Paulo, bem como entre pesquisadores paulistas e estrangeiros.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Rodrigo Tocantins Calado, Wilson Araújo da Silva Junior, Roger Chammas, Houtan Noushmehr
- Concluído2014 – 2014Pesquisa
Fapesp - 		Sinalização mediada pelo Insulin-like Growth Factor em células mesenquimais e leucêmicas na Leucemia Mielóide Aguda
A Leucemia Mielóide Aguda (LMA) é uma neoplasia que se caracteriza pela proliferação de células progenitoras hematopoéticas que apresentam bloqueio da diferenciação mielóide, resistência à apoptose e desregulação do ciclo celular e senescência. Dentre as alterações genéticas descritas na LMA, algumas são translocações cromossômicas que resultam na formação de genes de fusão que tem relevância na fisiopatogênese e como marcadores prognósticos. No entanto, cerca de 40% a 50% das LMAs apresentam cariótipo normal. Estudos recentes identificaram mutações em aproximadamente 60% destes casos. Além das alterações genéticas na célula leucêmica, a contribuição do microambiente da medula óssea na leucemogênese foi postulada, porém ainda é controversa. Sabe-se por exemplo que as células mesenquimais (MSCs) tem um importante papel na progressão tumoral por meio da secreção de fatores de crescimento que atuam sobre receptores que sinalizam vias de proliferação e sobrevivência celular, especialmente de PI3K/Akt e RAF/MEK/ERK. Um dos sistemas hormonais que atua nas vias acima citadas é o IGF, cujo alguns componentes são sabidamente secretados por MSCs. Há algumas evidências de alteração de IGF em LMA. A perda de imprinting genômico de IGF2 foi descrita em pacientes com a doença e associou-se ao aumento da expressão gênica e da secreção autócrina de IGF2. Do ponto de vista clínico, o aumento de expressão gênica e de níveis plasmáticos de IGFBP-2 foi relacionado com resistência à quimioterapia convencional de pacientes com LMA. Corroborando estes resultados, Kühnla e cols. (2011) reportaram que o aumento de expressão de IGFBP-2 foi relacionado a pior prognóstico em LMA. Chapuis e cols. (2010) sugeriram que há uma ativação contínua da via PI3K/Akt por uma regulação autócrina por IGF-1 em células leucêmicas isoladas de medula óssea de pacientes recém-diagnosticados para LMA. No entanto, não foi realmente comprovado que as células leucêmicas secretam IGF-1. Desse modo, acreditamos que, além de uma atividade autócrina da célula leucêmica, há também a participação da secreção parácrina de IGF pelas células mesenquimais presentes na medula óssea.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Noemi Yasuko Otsuka
- Em andamento2013 – presentePesquisa
CTC - Centro de Terapia Celular
O projeto do Centro de Terapia Celular (CTC) tem como foco a realização de pesquisas avançadas, básicas e aplicada s.com células-tronco (CT). O CTC congrega 9 pesquisadores principais (Pls) com reconhecida liderança nesta área no Bra sil. equipe se complementa com a participação de 20 pesquisadores associados e 10 colaboradores estrangeiros. A atual proposta continua e expande a experiência adquirida pelo grupo no projeto CEPID em vigor, tanto no aspecto cientifico: como nos aspectos de disseminação do conhecimento e de transferência tecnológica para a sociedade, como pode ser verificado no sítio: http://ctc.fmrp.usp.br . O projeto científico compreende um ambicioso programa de pesquisa multidisciplinar * que objetiva estudar aspectos moleculares, celulares e biológicos das CT normais e patológicas e avaliar, criticamente e. o seu papel terapêutico. Os estudos serão conduzidos com CT pluripotentes (CT Embrionária e CT de pluripotência induzida) e C i somáticas (CT Hematopoética, CT Mesenquimal e CP Endoteliai). No território das CTE pretendemos a geração de linhagens : brasileiras que possam ser expandidas e usadas em protocolos pré-clínicos e clínicos, bem como contribuir par a o , entendimento dos mecanismos da pluripotência. Serão geradas iPSCs derivadas de doentes com Disceratose Congênita: Anemia de Fanconi, Hemofilia A e Doença de Parkinson com o objetivo de entender mecanismos envolvidos na patologia. na 1 manutenção da pluripotência e no processo de diferenciação celular. CT Hematopoéticas serão derivadas de CTEs e de iPSCs i e estabelecidas linhagens celulares tanto de CT normais como leucêmicas para os estudos dos mecanismos envolvidos no i controle da hematopoese normal e neoplásica. Modelos animais transgênicos de leucemia promielocítica aguda serão gerados e usados para estudos básicos e pré-clínicos. CT do Câncer serão estudadas tendo como foco os mecanismos de trans1 cá o Epitélio-Mesenquimal e Endotélio-Mesenquimal (EMT e EndMT) . Estes mecanismos também serão estudados no contex to d2. . reprogramação celular e na geração de CT.Na arena clínica serão realizados ensaios clínicos usando CT mesenquimais no tratamento do diabetes insulino-dependente dos tipos 1 e 2, da Anemia Aplástica grave adquirida refratária, na prevenção da Doença do Enxerto contra o Hospedeiro (DECH) aguda e crônica e da falha de enxertia no transplante alogênico haploident ico Por fim serão desenvolvidos processos de produção de CT em grande escala em condições GMP para permitir o seu uso.
EquipeEduardo Magalhães Rego, Roberto Passetto Falcão, Dimas Tadeu Covas, Rodrigo Tocantins Calado, Marco Antônio Zago (Responsável), Flávio Vieira Meirelles, Lewis Joel Greene, Wilson Araújo da Silva Junior
- Em andamento2013 – presentePesquisa
Melanoma B16F10 em camundongos sobreviventes à sepse: papel de macrófagos associados ao tumor
O reconhecimento de que pacientes desenvolvem imunossupressão no pós-sepse tem elevado o interesse acerca desse fenômeno. Recentemente, foi demonstrado o papel crucial de linfócitos T reguladores (Tregs), assim como de citocinas antiinflamatórias e ativação alternativa de macrófagos. Nessa fase pode ocorrer expansão de tumores, possivelmente piorando o desfecho de pacientes com câncer que desenvolvem sepse. Macrófagos associados ao tumor (TAM) são peças-chave na orquestração de escapes imunológicos e promoção de crescimento tumoral, sendo preditor de mau prognóstico em muitos tipos de câncer. Nossa hipótese é de que pode haver expansão tumoral no pós-sepse por mecanismo dependente de maior infiltração por TAM. Para testar essa hipótese, induziremos sepse através de modelo de ligadura e punção cecal em camundongos C57. No 15º dia após o procedimento, animais sobreviventes ou naïve serão inoculados por via subcutânea com inóculos de melanoma B16- F10-luc. O crescimento tumoral será avaliado por medição do volume tumoral e bioluminescência. No D21 após a inoculação em animais pós-sepse ou naïve, macrófagos tumorais serão isolados para extração de RNA e análise de expressão gênica por microarranjo. Genes representativos diferencialmente expressos serão confirmados por RT-PCR. Adicionalmente, realizaremos co-inoculação de macrófagos indiferenciados derivados de medula óssea de animais pós-sepse ou naïve com células tumorais para avaliar a participação de macrófagos do pós-sepse na possível expansão tumoral.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), José Maurício Segundo Correia Mota, Fernando de Queiroz Cunha, José Carlos Farias Alves Filho, Raphael Gomes Ferreira, Virgínia Mara de Deus Wagatsuma
- Em andamento2013 – presentePesquisa
Fapesp - Pesquisa de mutações adicionais ao rearranjo PML/RARa por meio da análise do transcriptoma, exoma completo e metiloma em amostras de Leucemia Promielocítica Aguda no diagnóstico, remissão molecular e recaída.
A leucemia promielocítica aguda (LPA) é um subtipo de leucemia mielóide aguda (LMA), caracterizada pela presença de infiltrado de células leucêmicas na medula óssea (MO) e sangue periférico, semelhantes à promielócitos. Em mais de 98% dos casos a LPA está associada à translocação t(15;17)(q22;q21), envolvendo o gene receptor α do acido retinóico (RARA) no cromossomo 17, translocado e fundido com o gene da leucemia promielocítica (PML) no cromossomo 15. A associação da patogênese dessa leucemia com o gene PML/RARa foi demonstrada em modelos murinos, uma vez que 10% dos animais que expressam a proteína de fusão desenvolvem doença semelhante à LPA em humanos. No entanto, a latência prolongada da doença sugere que a presença do gene PML/RARa não é suficiente para desencadear a transformação maligna completa e que fatores genéticos adicionais são necessários para a progressão da doença. O principal avanço no tratamento da LPA foi a demonstração de que o ATRA promove a diferenciação celular, sendo este o primeiro exemplo de terapia de indução da diferenciação em casos de câncer, com elevada taxa de cura. Entretanto, aproximadamente 20-30% dos pacientes tratados evoluem para a recaída da doença. A presença de mutações em genes como o FLT3 e a desregulação na via de sinalização do CEBP/A têm sido descritos como fatores adicionais na leucemogênese induzida pelo rearranjo PML/RARa. Diferentes estudos correlacionaram padrões de mutações que se repetem com elevada frequência com a ocorrência de diversos tipos de câncer, sendo denominadas driver mutations. Além das mutações genéticas, alterações epigenéticas como os padrões aberrantes de metilação de DNA foram associadas a oncogênese. Padrões específicos de metilação do DNA foram identificados e associados a fatores de transcrição mutados como o PML/RARa em pacientes com LMA. Sendo assim, a questão é determinar se a transformação maligna do câncer está diretamente associada a um padrão aberrante de metilação de DNA ou se a metilação anômala do DNA ocorre em um estágio mais tardio da doença, como contribuição secundária. Estudos mais recentes buscam a identificação não apenas das driver mutations, mas também das vias e mecanismos de progressão da doença, os quais elas estejam envolvidas. A tecnologia de next generation sequencing (NGS) ou sequenciamento de alto desempenho tem contribuído de forma expressiva para a identificação de padrões oncogênicos. Desta forma, este trabalho visa a análise comparativa do transcriptoma, do exoma completo e dos padrões de metilação ao longo do DNA de pacientes com LPA no momento do diagnóstico, em remissão completa e na recidiva da doença pela metodologia de NGS, de forma a contribuir para o esclarecimento sobre o papel das mutações adicionais e das alterações epigenéticas associadas à progressão desta leucemia.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Virginia Mara de Deus Wagatsuma, Houtan Noushmehr
- Concluído2013 – 2015Pesquisa
Fapesp - 	Melanoma B16F10 em camundongos sobreviventes à sepse: papel de macrófagos associados ao tumor
O reconhecimento de que pacientes desenvolvem imunossupressão no pós-sepse tem elevado o interesse acerca desse fenômeno. Recentemente, foi demonstrado o papel crucial de linfócitos T reguladores (Tregs), assim como de citocinas antiinflamatórias e ativação alternativa de macrófagos. Nessa fase pode ocorrer expansão de tumores, possivelmente piorando o desfecho de pacientes com câncer que desenvolvem sepse. Macrófagos associados ao tumor (TAM) são peças-chave na orquestração de escapes imunológicos e promoção de crescimento tumoral, sendo preditor de mau prognóstico em muitos tipos de câncer. Nossa hipótese é de que pode haver expansão tumoral no pós-sepse por mecanismo dependente de maior infiltração por TAM. Para testar essa hipótese, induziremos sepse através de modelo de ligadura e punção cecal em camundongos C57. No 15º dia após o procedimento, animais sobreviventes ou naïve serão inoculados por via subcutânea com inóculos de melanoma B16- F10-luc. O crescimento tumoral será avaliado por medição do volume tumoral e bioluminescência. No D21 após a inoculação em animais pós-sepse ou naïve, macrófagos tumorais serão isolados para extração de RNA e análise de expressão gênica por microarranjo. Genes representativos diferencialmente expressos serão confirmados por RT-PCR. Adicionalmente, realizaremos co-inoculação de macrófagos indiferenciados derivados de medula óssea de animais pós-sepse ou naïve com células tumorais para avaliar a participação de macrófagos do pós-sepse na possível expansão tumoral. Os dados serão analisados no programa GraphPad Prism 3.0. Serão consideradas estatisticamente significantes diferenças de P<0,05
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável)
- Concluído2013 – 2018Pesquisa
Fapesp - Pesquisa de mutações adicionais ao rearranjo PML/RARa por meio da análise do transcriptoma, exoma completo e metiloma em amostras de Leucemia Promielocítica Aguda no diagnóstico, remissão molecular e recaída
A leucemia promielocítica aguda (LPA) é um subtipo de leucemia mielóide aguda (LMA), caracterizada pela presença de infiltrado de células leucêmicas na medula óssea (MO) e sangue periférico, semelhantes à promielócitos. Em mais de 98% dos casos a LPA está associada à translocação t(15;17)(q22;q21), envolvendo o gene receptor ± do acido retinóico (RARA) no cromossomo 17, translocado e fundido com o gene da leucemia promielocítica (PML) no cromossomo 15. A associação da patogênese dessa leucemia com o gene PML/RARa foi demonstrada em modelos murinos, uma vez que 10% dos animais que expressam a proteína de fusão desenvolvem doença semelhante à LPA em humanos. No entanto, a latência prolongada da doença sugere que a presença do gene PML/RARa não é suficiente para desencadear a transformação maligna completa e que fatores genéticos adicionais são necessários para a progressão da doença. O principal avanço no tratamento da LPA foi a demonstração de que o ATRA promove a diferenciação celular, sendo este o primeiro exemplo de terapia de indução da diferenciação em casos de câncer, com elevada taxa de cura. Entretanto, aproximadamente 20-30% dos pacientes tratados evoluem para a recaída da doença. A presença de mutações em genes como o FLT3 e a desregulação na via de sinalização do CEBP/A têm sido descritos como fatores adicionais na leucemogênese induzida pelo rearranjo PML/RARa. Diferentes estudos correlacionaram padrões de mutações que se repetem com elevada frequência com a ocorrência de diversos tipos de câncer, sendo denominadas driver mutations. Além das mutações genéticas, alterações epigenéticas como os padrões aberrantes de metilação de DNA foram associadas a oncogênese. Padrões específicos de metilação do DNA foram identificados e associados a fatores de transcrição mutados como o PML/RARa em pacientes com LMA. Sendo assim, a questão é determinar se a transformação maligna do câncer está diretamente associada a um padrão aberrante de metilação de DNA ou se a metilação anômala do DNA ocorre em um estágio mais tardio da doença, como contribuição secundária. Estudos mais recentes buscam a identificação não apenas das driver mutations, mas também das vias e mecanismos de progressão da doença, os quais elas estejam envolvidas. A tecnologia de next generation sequencing (NGS) ou sequenciamento de alto desempenho tem contribuído de forma expressiva para a identificação de padrões oncogênicos. Desta forma, este trabalho visa a análise comparativa do transcriptoma, do exoma completo e dos padrões de metilação ao longo do DNA de pacientes com LPA no momento do diagnóstico, em remissão completa e na recidiva da doença pela metodologia de NGS, de forma a contribuir para o esclarecimento sobre o papel das mutações adicionais e das alterações epigenéticas associadas à progressão desta leucemia.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Virginia Mara de Deus Wagatsuma
- Concluído2013 – 2014Pesquisa
Fapesp - 	Análise funcional e proteômica das células progenitoras hematopoiéticas do modelo animal de disceratose congênita
A disceratose congênita (DC) é uma síndrome hereditária rara, caracterizada por manifestações mucocutâneas, insuficiência medular e uma maior predisposição a tumores. A DC ligada ao X (DC-X) é a principal forma de apresentação desta síndrome e encontra-se invariavelmente associada com mutações pontuais no gene DKC1, o qual codifica para discerina; esta pode atuar como uma pseudouridina sintetase, responsável por modificações pós-transcricionais dos RNA ribossômicos (rRNA), por meio da conversão catalítica de uridina (U) em pseudouridina (¨). Estudos recentes mostraram que defeitos na pseudouridilação de RNA ribossomais podem comprometer a tradução IRES dependente de RNAm específicos, levando a uma expressão desbalanceada de proteínas responsáveis por processos celulares distintos como apoptose, quiescência e diferenciação celular. Ruggero et al. demonstraram que camundongos hipomórficos para o gene Dkc1 desenvolvem pancitopenia associada com uma hipoceluridade da medula óssea e predisposição ao câncer. Contudo, os mecanismos celulares e moleculares envolvidos na falha na hematopoiese ainda não estão totalmente esclarecidos. Por meio de análise proteômica quantitativa in vivo utilizando marcação isotópica de aminoácidos específicos (SILAC) e ensaios competitivos de transplante de progenitores hematopoiéticos, o presente trabalho tem como objetivo identificar proteínas envolvidas no processo de falência medular e cuja expressão/função estejam alteradas em consequência da hipoexpressão da discerina.
EquipeEduardo Magalhães Rego (Responsável), Antonio Roberto Lucena de Araújo
- Em andamento2012 – presentePesquisa
Efeitos da inibição de anidrases carbônicas 9 e 12 pelo E7070: Implicações na progressão e na terapêutica dos glioblastomas.
Glioblastoma é o mais comum e agressivo dos tumores encefálicos primários. Apesar dos avanços tecnológicos no procedimento cirúrgico, seguidos por tratamentos de radio e quimioterapia a média de sobrevida dos pacientes é de 12 a 15 meses. Este tipo de tumor exibe elevada heterogeneidade celular, com alterações genéticas complexas que refletem em alta instabilidade genômica e apresentam implacável progressão maligna, caracterizada por difusão e invasão através do cérebro, resistência aos tradicionais e aos novos alvos terapêuticos e destruição do tecido encefálico normal. Um fator importante para a progressão tumoral é a acidificação do ambiente que é promovida pelas anidrases carbônicas (CAs) 9 e 12, que direcionam para a aquisição de fenótipo metastático e de quimioresistência a drogas anticâncer. Esses processos podem ser revertidos por inibidores específicos de CAs. E7070, uma sulfonamida impermeável à membrana, é uma nova droga para o tratamento de câncer, com potente inibição destas enzimas. Exibe atividade in vitro e in vivo e impede a progressão do ciclo celular em células tumorais. Um melhor entendimento dos complexos mecanismos, moleculares e celulares, que direcionam para a progressão tumoral é importante pré-requisito para a identificação de novas e mais efetivas estratégias terapêuticas, com intuito de melhorar a sobrevida dos pacientes. Desse modo, no presente projeto propomos estudar a expressão e os efeitos in vitro da inibição da via das CAs 9/12 pelo E7070 (isoladamente ou em combinação com os tratamentos atualmente utilizados) na quimioresistência, invasão, proliferação e apoptose de linhagens celulares e células tronco SSEA-1+ submetidas à hipóxia.
EquipeEduardo Magalhães Rego, Luiz G Tone, Carlos Alberto Scrideli (Responsável), Carlos Gilberto Carlotti Junior
Orientações
- Doutorado
desde 2021Lucio Henrique Sousa Pinheiro · OrientaçãoRepolarização de Macrófagos Associados ao Tumor (TAMs) para Macrófagos Anti-Tumorais M1 em Leucemia Mieloide Aguda: um Modelo Murino · Oncologia · Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2021Josana de Moraes Coelho Cabral · OrientaçãoCARACTERIZAÇÃO DA SECREÇÃO DE VESÍCULAS EXTRACELULARES RICAS EM FATOR TECIDUAL EM LINHAGENS DE LEUCEMIA MIELÓIDE AGUDA MEDIADAS POR FILAMINA-A · Oncologia · Faculdade de Medicina do Estado de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2019Luíse Araújo de Albuquerque Simões · OrientaçãoInvestigação do papel da proteína SLIT2 em células tronco estromais e a sua influência no microambiente medular na leucemia mieloide aguda · Pós-Graduação em Ciências Médicas · Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2019Sitania Chiesa · OrientaçãoAVALIAÇÃO FARMACOECONOMICA DO TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA AUTÓLOGO E DA QUIMIOTERAPIA NO SEGUNDO CICLO DE CONSOLIDAÇÃO EM PACIENTES COM LEUCEMIA MIELÓIDE AGUDA DE RISCO FAVORÁVEL OU INTERMEDIÁRIO · Oncologia · Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2019Keli Cristina de Lima · OrientaçãoImpacto da ancestralidade genética no desenvolvimento, características moleculares e desfecho clínico em pacientes adultos com leucemia linfoblástica aguda · Pós-Graduação em Ciências Médicas · Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2019Mariane Cristina do Nascimento · OrientaçãoCaracterização fenótipica e funcional de microvesiculas nas Leucemias Mieloides Agudas · Oncologia · Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2017Cesar Alexander Ortiz Rojas · OrientaçãoDeteção dos transcritos do gene TP73 na Leucemia Promielocítica Aguda e seu impacto no prognóstico e resposta terapêutica · Oncologia Clínica, Células Tronco, Terapia Celular · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - FMRP · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento
Bancas julgadoras
206 registros- 2023Comissão Julgadora da Tese de Doutorado Giancarlo Fatobene· Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USPBanca: Eduardo Magalhães Rego, Afonso Vigorito, Carmem Bonfim, Vanderson RochaProfessor titular
- 2023Comissão Julgadora da Tese de Doutorado Livia Caroline Mariano Compte· Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USPBanca: Eduardo Magalhães Rego, Lucila Nassif Kerbauy, Alberto Cardoso Martins LimaProfessor titular
- 2023Concurso de Professor Titular em Oncologia e Radiologia· Faculdade de Ciências Médicas-UNICAMPBanca: Angélica de Fátima de Assunção Braga, Simone Appenzeller, Eduardo Magalhães Rego, Margareth M de Castro, Victor Wunsch FilhoProfessor titular
- 2022Diego Antonio Pereira MartinsAvaliação da via TP53/TP73 na enxertia de células de leucemia promielocítica aguda em modelo de xenotransplante · Pós grarduação · Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USPBanca: Eduardo Magalhães Rego, TRAINA, FABIOLA, Griessinger, Emmanuel, José Barreto Campello CarvalheiraDoutorado
- 2022César Alexandre Ortiz RojasQuantificação dos trasncritos do gene TP73 na leucemia promielocítica aguda e seu impacto no prognóstico e resposta à terapia. · Oncologia Clínica, Células Tronco e Terapia Celula · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - FMRPBanca: Eduardo Magalhães Rego, Fabíola Traina, Bryan Staruss, RAMOS, RODRIGO NALIODoutorado
- 2022Beatriz Araújo de OliveiraDoenças Infecciosas e Parasitarias da FMUSP · Pós grarduação · Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USPBanca: Belisário, André Rolim, Sheila de Oliveira Garcia, Beatriz Araujo Oliveira, Eduardo Magalhães RegoExame de qualificação de doutorado
- 2022Gilmar de Andrade FrançaDistúrbios do crescimento celular, hemodinâmicos e da hemostasia. · Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USPBanca: Eduardo Magalhães Rego, José Orlando Bordin, walkyria siglerExame de qualificação de mestrado
- 2022Concurso Público de títulos e provas para provimento de 1 cargo de Professor Doutor, referencia MS-3, em regime de dedicação integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP), junto ao depto de Clinica Medica da FMUSPBanca: Eduardo Magalhães Rego, Esper Geroges Kallás, Paulo Francisco Rafael Martins Laurindo, Joao Carlos Setubal, Luiz Vicente RizzoConcurso público
- 2022Banca de seleção para inscrição da Candidata - Maria Cecilia Mathias Machado Jorge· Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USPBanca: Eduardo Magalhães RegoAvaliação de cursos
- 2022Avaliação da atividade anti-neoplásica de compostos anti-inflamatórios em leucêmia mileloide aguda· Albert Einstein Instituto Israelita de Pesquisa e CulturaBanca: Fabíola Traina, ricardo weinlinch, Leandro Machado Colli, Eduardo Magalhães RegoOutra
- 2022Avaliador de manuscrito apresentado por Anselmo Dantes Lopes na XIII jornada de Pós -graduação em Oncologia do HCFMUSP/ICESP· Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USPBanca: Eduardo Magalhães RegoOutra
- 2021Giancarlo FatobeneÁrea de concentração Disturbios do Crescimento Celular, Hemodinâmico e da Hemostasia · Faculdade de Medicina do Estado de São PauloBanca: Eduardo Magalhães Rego, Carmem Bonfim, Nelson HamerschlakExame de qualificação de doutorado
- 2021Marcelo Junqueira AtanazioÁrea de concentração Disturbios do Crescimento Celular, Hemodinâmico e da Hemostasia · Faculdade de Medicina do Estado de São PauloBanca: Eduardo Magalhães Rego, Gracia Aparecida Martinez, SANTOS, ITAMAR S.Exame de qualificação de mestrado
- 2021Pedro Luiz de França NetoAnálise Funcional do Gene Baalc em Linhagem Celular de Leucemia Promielocítica Aguda · Ciências Biológicas · Universidade Federal de PernambucoBanca: Eduardo Magalhães Rego, Pedro Luiz de França NetoExame de qualificação de doutorado
- 2020Jean Carlos dos Santos da LuzÁrea de concentração - Distúrbios do Crescimento Celular, Hemodinâmico e da Hemostasia. · Pós graduação Ciências Médicas · Faculdade de Medicina do Estado de São PauloBanca: Cristina de Oliveira Massoco Salles Gomes, Eduardo Magalhães Rego, fabiana Pinheiro da SilvaMestrado
- 2020Marcos Roberto Pedron OltramariEfeito do derivativo de purina SR1 e do derivativo pirimidoindólico UM171 na expansão de células-tronco hematopoéticas na anemia aplástica adquirida · Clínica Médica · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloBanca: Eduardo Magalhães Rego, Philip Scheinberg, Rodrigo do Tocantins Calado de Saloma Rodrigues, Fabiano PieroniDoutorado
- 2020Ilana de França AzevedoAvaliação da Expressão e Polimorfismos rs4644(+191c>A) Ers4652(+292A>C) do Gene LGALS3 com Fatores Prognósticos, ao Tratamento e Sobrevida em Pacientes com Leucemia Promielocítica Aguda · Medicina · Universidade de PernambucoBanca: Eduardo Magalhães RegoDoutorado
- 2020Tábata Renée DoratiotoEstudos estruturais da interação entre RAR e correpressores em condição normal e patológicaBanca: Eduardo Magalhães RegoDoutorado
- 2020Douglas Rafaele Almeida SilveiraEstudo multicêntrico retrospectivo em leucemia mieloide aguda · Medicina · Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloBanca: Eduardo Magalhães Rego, SILVEIRA, DOUGLAS R.Doutorado
- 2020Luciana Barros Quintão LaresSobrevida de pacientes adultos com L. A no Brasil: um estudo de coorte a partir da análise integrada dos dados de autorização de procedimentos de alta complexidade, do sistema de informações em mortalidade e de internações hospitalares e de internações hospitalares. · Pós Graduação em Ciências Aplicadas à saúde do adulto · Universidade Federal de Minas GeraisBanca: Miriam Carvalho de souza, Daniel Dias Ribeiro, Ana Flávia Leonardi Tiburcio Ribeiro, Suely Meireles Rezende, Mariangela Leal Cherchiglia, Eduardo Magalhães RegoCurso de aperfeiçoamento/especialização
- 2020Titular da Comissão Julgadora - Estudo Molecular e Citogenético de Síndromes Mielodisplásicas /Leucemia aguda· Faculdade de Medicina do Estado de São PauloBanca: Eduardo Magalhães Rego, Marcela Cavalcante de Andrade SilvaAvaliação de cursos
- 2020Titular da Comissão Julgadora de Tese de Doutorado - Meta-análise de dados sequenciamento completo de exoma em pacientes com neoplasias mieloproliferativas e mielodisplásicas/mieloproliferativas Filadélfia-negativo· Faculdade de Medicina do Estado de São PauloBanca: Eduardo Magalhães Rego, SANTOS, FÁBIO PIRES DE SOUZAOutra
- 2020Avaliação expressão de genes e miRNAS relacionadas aos mecanismos de reparo ao dano do DNA em pacientes com leucemia mieloide crônica· Faculdade de Medicina do Estado de São PauloBanca: Luciana Nardinelli, Eduardo Magalhães RegoOutra
- 2018Paula Renata Machado PassosPresidente de Mesa - Associação entre os níveis citoplasmáticos de enzimas desidrogenase (ALDH) e a capacidade proliferativa "in vitro" das células progenitoras hematopoéticas de sangue de cordão umbilical e placentário · Hematologia · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - FMRPBanca: Eduardo Magalhães RegoMestrado
- 2018Membro da Comissão Especial da Avaliação de Desempenho para a Classe E, Professor Titular· Escola Paulista de MedicinaBanca: José Orlando Bordin, Eduardo Magalhães RegoProfessor titular
Revisor de periódico
14 registros- 2013 – presenteVínculo atualMediterranean Journal of Hematology and Infectious DiseasesRevisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualAnnals of Hematology (Print)Revisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualJournal of HematopathologyRevisor de periódico
- 2012 – presenteVínculo atualBone Marrow Transplantation (Basingstoke)Revisor de periódico
- 2012 – presenteVínculo atualLeukemiaRevisor de periódico
- 2012 – presenteVínculo atualActa HaematologicaRevisor de periódico
- 2010 – presenteVínculo atualPlos OneRevisor de periódico
- 2009 – presenteVínculo atualCurrent Cancer Drug TargetsRevisor de periódico
- 2009 – presenteVínculo atualExpert Opnion in Drug DiscoveryRevisor de periódico
- 2008 – presenteVínculo atualLeukemia ResearchRevisor de periódico
- 2007 – presenteVínculo atualRevista Brasileira de Hematologia e HemoterapiaRevisor de periódico
- 2007 – presenteVínculo atualBlood (Philadelphia)Revisor de periódico
- 2005 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Medical and Biological ResearchRevisor de periódico
- 2005 – presenteVínculo atualBritish Journal of HaematologyRevisor de periódico
Prêmios e títulos
15 registros- 2013Melhor Trabalho em Hematologia Apresentado no Congresso Brasileiro de Hematologia e HemoterapiaAssociação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia
- 2012Sessão Plenária do American Society of Hematology MeetingAmerican Society of Hematology
- 2010Melhor Trabalho em Hematologia do Congresso Brasileiro de Hematologia (HEMO) 2010Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia
- 2010Prêmio Científico no 4th Latin American Novartis OncologyNovartis Oncology
- 2009Premio Michel JamraAssociação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia
- 20072nd Latin America Novartis Oncology Scientific AwardNovartis
- 2006Prêmio Estácio Gonzaga - Melhor Trabalho em Hematologia Geral do Congresso Brasileiro de Hematologia 2006Colégio Brasileiro de Hematologia e Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia
- 2005Prêmio Estácio GonzagaColégio Brasileiro de Hematologia/Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia
- 2005Prêmio José ÓriaColégio Brasileiro de Hematologia/ Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia
- 2005Prêmio Jovem CientistaCNPQ
- 2003Prêmio Michel JamraColégio Brasileiro de Hematologia / Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia
- 2002Travel Award ASH Meeting 2002American Society of Hematology
- 2001Prémio Jovene HematologoInternational Society of Hematology
- 2001Prêmio José OriaColégio Brasileiro de Hematologia
- 1993Melhor Trabalho Científico de Aplicação LaboratorialSociedade Brasileira de Análises Clínicas
Participação em eventos
206 registros- 2023Encontro das Ligas Acadêmicas de Hematologia e Hemoterapia - Sangue JovemHemo 2023 Congresso Brasileiro de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular · Apresentação oral · Participante · São Paulo
- 2023Hemo 2023Hemo2023 Congresso Brasileiro de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular · Apresentação oral · Participante · São Paulo
- 2023Preceptorship em leucemia Promielocítica AgudaEEP Escola de Eduacação Permanente · Apresentação oral · Participante · São Paulo
- 2023VIII Simposio Internacional de Hematologia da Oncologia D'ORVIII Simposio Internacional de Hematologia da Oncologia D'OR · Apresentação oral · Participante · São Paulo
- 2023LMA - PROGRESSO NO TRATAMENTO E PAPEL DAS TERAPIAS ALVOSI Simpósio de Hemato - Oncologia - Educação e Ciência · Apresentação oral · Participante · Campinas
- 2023Considerações sobre Estratificação de Risco e Acesso a Exames no SUSEncontro Regional SBTMO- Edição Conexão Caipira SP · Apresentação oral · Participante · São Paulo
- 2023The PIP4K2 inhibitor THZ-P1-2 exhibits antileukemia activity by disruption of mitochondrial homeostasis and autophagyInstituto do Cancer do Estado de São Paulo - XIV PRÊMIO 2023 OCTAVIO FRIAS DE OLIVEIRA · Apresentação oral · Participante · São Paulo
- 2022XIII Eurasian Hematology Oncology CongressOuvinte · Istambul - virtual
- 2022Loyal Study Ines EDC CompletionOuvinte
- 2022Abbvie - Atualização no tratamento de Leucemia Mieloide Aguda em paciente não elegível à QT intensivaII Congresso do Cepon · Simposista · Convidado · Florianópolis
- 2020Participante do congresso EHOGEurasian Hematology Oncology Group Congress - EHOG · Outras formas · Participante · Virtual
- 2020O desafio do tratamento da LMA no SUS no módulo : Leucemia Mieloide Aguda no AdultoSBTMO: Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea: · Poster / Painel · Participante · Virtual
- 2020ParticipanteHemo Play - Congresso Brasileiro de Hematologia, Hemoterapia e Teraprapia Celular · Poster / Painel · Participante · Virtual
- 2020Palestrou no programa Young HematologistsYoung Hemato Logists · Apresentação oral · Participante · São Paulo
- 2020Avaliador dos Manuscritos apresentados durante a XII JornadaICESP - XII Jornada da Pós Graduação em Oncologia · Poster / Painel · Participante · São Paulo
- 2020Aula: Estudos de superioridade, não inferioridade e equivalência.ICESP - Instituto do Cancer do Estado de São Paulo · Apresentação oral · Participante · São Paulo
- 2019Participante61st ASH Annual Meeting & Exposition · Poster / Painel · Participante · Orlando
- 2019ParticipanteHemo - Congresso Brasileiro de Hematologia, Hemoterapia e Teraprapia Celular · Outras Formas · Participante · Rio de Janeiro
- 2019Participante24th Congress of EHA · Poster / Painel · Participante · The Netherlands
- 2019ParticipanteABHH - Terapias Avançadas: Células e Genes · Poster / Painel · Participante · São Paulo
- 2019Medical Education Program: DLBCL and Indolent NHLOuvinte · Southampton
- 2019ParticipanteGetting Ready · Poster / Painel · Participante · São Paulo
- 2019Tratamento LMA em elegíveis a quimioterapiaI Congresso do CEPON · Apresentação oral · Participante · Florianópolis
- 2019O Diagnóstico das neoplasias hematológicas no século XXI - A hematopoiese e sua transformação malignaAcademia Nacional de Medicina - Onco-Hematologia, Módulo Tratamento · Apresentação oral · Participante · Rio de Janeiro
- 2019Os Novos Anticoagulantes Orais na Prática ClínicaInstituto D'Or - Reunião Clínica de Praticas Médicas · Apresentação oral · Participante · são Paulo
Formação complementar
05 registrosCoautorias
56 coautores- 177 obras
- 111 obras
- 59 obras
- 29 obras
- 16 obras
- 9 obras
- 9 obras
- 8 obras
- 7 obras
- 5 obras
Na imprensa
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