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Perfil do docente · FFLCH

Patricia de Jesus Carvalhinhos.

Livre · Letras Clássicas e Vernáculas

Currículo atualizado em 14/04/2025

OnomásticaToponímiaAntroponímiaLexicologiaSociolingüística e Dialetologia

Cita-se como: CARVALHINHOS, P. J.;CARVALHINHOS, P.;CARVALHINHOS, PATRICIA;CARVALHINHOS, PATRÍCIA;CARVALHINHOS, PATRICIA DE JESUS

17 seções

Resumo biográfico

Orientadora de Mestrado; Orientadora de Doutorado

Possui graduação em Letras pela Universidade de São Paulo (1994), mestrado em Linguística pela Universidade de São Paulo (1998) e doutorado em Linguística (nota 7 em 2005, ano da titulação) pela Universidade de São Paulo. Atualmente é professor doutor II ref. MS-3 Nível 2 da Universidade de São Paulo. Sua produção e experiência, ainda que fortemente pautada nas ciências da linguagem, é marcadamente interdisciplinar pela própria essência de sua área de atuação: Onomástica. A ciência dos nomes, desdobrada entre o estudo de nomes de lugares e nomes de pessoas (além de nomes em geral), só pode ser estudada sob a perspectiva da interdisciplinaridade. Sua produção dialoga com várias disciplinas: linguística, história, geografia, cartografia, urbanismo, antropologia, psicologia, religião. Desde 2015, sua produção tem-se voltado sobretudo à compreensão dos fenômenos relacionados aos mecanismos de produção de nomes nos meios urbanos (toponímia crítica).

Indicadores

Áreas de atuação

05 registros
  • Linguistica Letras E Artes
    Lingüística
    Sociolingüística e Dialetologia › Onomástica
  • Linguistica Letras E Artes
    Lingüística
    Sociolingüística e Dialetologia › Toponímia
  • Linguistica Letras E Artes
    Lingüística
    Sociolingüística e Dialetologia › Antroponímia
  • Linguistica Letras E Artes
    Lingüística
    Lexicologia
  • Linguistica Letras E Artes
    Lingüística
    Sociolingüística e Dialetologia

Formação acadêmica

03 registros
  1. 2000 – 2005DoutoradoConcluído
    Lingüística · Universidade de São Paulo
    “Hierotoponímia portuguesa. De Leite de Vasconcelos às atuais teorias onomásticas. Estudo de caso: as Nossas Senhoras.”
    Orientação: Maria Vicentina de Paula do Amaral Dick
  2. 1995 – 1998MestradoConcluído
    Lingüística · Universidade de São Paulo
    “A toponímia portuguesa: um recorte lingüístico do Douro ao Tejo”
    Orientação: Profª Drª Maria Vicentina de Paula do Amaral DickBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
  3. 1989 – 1994GraduaçãoConcluído
    Letras · Universidade de São Paulo

Idiomas

06 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
EspanholBemBemBemBem
InglêsBemBemBemBem
GalegoRazoável——Razoável
FrancêsRazoável——Razoável
ItalianoRazoável——Razoável
CatalãoPouco———

Atuação profissional

12 registros
  1. 2021 – presenteVínculo atual
    American Name Society
    Associada1h/sem
  2. 2020 – presenteVínculo atual
    Onomástica desde América Latina
    Membro de corpo editorial
  3. 2017 – 2021
    Associação Internacional de Linguística do Português
    Delegada AMÉRICA CENTRAL E DO SULOutros - Membro da 6ª Direção2h/sem
  4. 2017 – presenteVínculo atual
    International Council of Onomastic Sciences
    Membro do IBOSOutro - Membro Associado2h/sem
  5. 2013 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor Doutor ref. MS-3 nível 2Servidor Publico40h/sem
  6. 2013 – 2015
    Língua e Literatura (USP)
    Membro de corpo editorial
  7. 2009 – 2012
    Língua e Literatura (USP)
    Membro de corpo editorial
  8. 2007 – presenteVínculo atual
    Domínios de Lingu@gem - Revista de Lingüística
    Membro de corpo editorial
  9. 2005 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor Doutor ref. MS-340h/sem
  10. 1999 – 2005
    Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado
    Professor assistente mestreCeletista18h/sem
  11. 1999 – 2000
    Universidade São Marcos
    Prof. MestreCeletista13h/sem
  12. 1999 – 2000
    Universidade São Marcos
    Professor de Curso LivreAutônomo4h/sem

Produção bibliográfica

83 registros
42 de 42 itens
Por página
  • 2017
    Lo sagrado que se convirtió en profano en la toponimia de São Paulo, Brasil
    Patricia de Jesus Carvalhinhos; LIMA-HERNANDES, MARIA CÉLIA; LIMA, ADRIANA · The Fourth International Conference on Onomastics ¿Name and Naming¿, Sacred and Profane in Onomastics · Editura Mega e Editura Argonaut · ISBN 2501-0727 · Baia Mare
  • 2014
    As águas na toponímia portuguesa. Variantes lexicais.
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · V Semana de Filologia na USP · Gráfica FFLCH · ISBN 9788575062258 · São Paulo
  • 2014
    Variaciones lexicales en la hidrotoponimia portuguesa: el genérico
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · XXIV Congrés Internacional d?ICOS sobre Ciències Onomàstiques · Generalitat de Catalunya | Departament de Cultura | Direcció General de Política Lingüística · ISBN 978-84-393-9 · Barcelona
  • 2014
    Memoria toponomástica de São Paulo: el barrio Tatuapé
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · XXIV Congrés Internacional d?ICOS sobre Ciències Onomàstiques · Generalitat de Catalunya | Departament de Cultura | Direcció General de Política Lingüística · ISBN 978-84-393-9 · Barcelona
  • 2013
    Names in Brazilian Public Spaces: a few words about São Paulo
    Patricia de Jesus Carvalhinhos; LIMA, Adriana Tavares · Second Internacional Conference on Onomastics 'Name and Naming - Onomastics in Contemporary Public Space' · Argonaut · ISBN 9789731094229 · Baia Mare
  • 2013
    Los pueblos de Portugal y el modelo denominativo medieval
    Patricia de Jesus Carvalhinhos; LIMA, Adriana Tavares · Second Internacional Conference on Onomastics 'Name and Naming - Onomastics in Contemporary Public Space' · Argonaut · ISBN 9789731094229 · Baia Mare
  • 2012
    Póvoa, casal, freguesia e outros: reflexão sobre os genéricos relativos a aglomerados humanos em Portugal
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · II Congresso Internacional de Linguística Histórica · São Paulo
  • 2011
    Memoria toponomástica de São Paulo: el barrio Tatuapé
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · XXIV ICOS International Congress of Onomastic Science · Barcelona
  • 2011
    Variaciones lexicales en la hidrotoponimia portuguesa: el genérico
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · XXIV ICOS International Congress of Onomastic Science · Barcelona
  • 2010
    Aspectos gerais de toponímia na Península Ibérica: a toponímia como instrumento de investigação filológica e a filologia como ferramenta de investigação e recuperação toponímica
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · III Semana de Filologia na USP · Serviço de Comunicação Social- Gráfica FFLCH · ISBN 9788575061763 · São Paulo
  • 2009
    Etnotoponímia comparada e antroponímia: sistemas de nomeação e fundamentos do nome próprio
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · XII Congresso Nacional de Linguistica e Filologia · Cifefil · Rio de Janeiro
  • 2009
    Interface onomástica/literatura: a toponímia, o espaço e o resgate de memória na obra Memórias da Rua do Ouvidor, de Joaquim Manuel de Macedo.
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · XII Congresso Nacional de Linguistica e Filologia · Cifefil · Rio de Janeiro
  • 2009
    Variantes lexicais na toponímia portuguesa: os elementos genéricos (entidades geográficas) denominados - estudo de caso: diferenças terminológicas entre português do brasil e português europeu
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · XI Congresso Nacional de Linguistica e Filologia · Cifefil · Rio de Janeiro
  • 2009
    Memória toponímica do Tatuapé (SP): diversidade e identidade
    Patrícia Andréa Borges; Patricia de Jesus Carvalhinhos · Simpósio de Estudos Linguísticos e Literários · Ed. da Universidade Federal do Triângulo Mineiro · Uberaba - MG
  • 2009
    Projeto Atlas Toponímico de Portugal: informes iniciais, critérios, recorte. As variantes lexicais na toponímia portuguesa
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · XII SILEL - Simpósio Nacional de Letras e. Lingüística / II Simpósio Internacional de Letras e Linguística · Uberlândia
  • 2008
    Estudos de Onomástica em língua portuguesa no Brasil: perspectivas para inserção mundial
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · I Simpósio Mundial de Estudos de Língua Portuguesa - SIMELP · São Paulo
  • 2008
    Etnotoponímia comparada e antroponímia: sistemas de nomeação e fundamentos do nome próprio
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Congresso Nacional de Linguistica e Filologia · Rio de Janeiro
  • 2008
    Interface onomástica/literatura a toponímia, o espaço e o resgate de memória na obra Memórias da Rua do Ouvidor, de Joaquim Manuel de Macedo
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Congresso Nacional de Linguistica e Filologia · Cifefil · Rio de Janeiro
  • 2007
    Arcaísmos morfológicos na toponímia de Portugal
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · XI Congresso Nacional de Lingüística e Filologia · Cifefil · Rio de Janeiro
  • 2007
    Variantes lexicais na toponímia portuguesa: os elementos genéricos (entidades geográficas) denominados. Estudo de caso: diferenças terminológicas entre português do Brasil e português europeu
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · XI Congresso Nacional de Lingüística e Filologia · CIFEFIL · Rio de Janeiro
  • 2007
    Princípios teóricos de Onomástica: Toponímia e Antroponímia. O nome próprio.
    Patricia de Jesus Carvalhinhos; Alessandra Martins Antunes · XI Congresso Nacional de Lingüística e Filologia · CIFEFIL · Rio de Janeiro
  • 2007
    Toponímia brasileira. Origens históricas
    Patricia de Jesus Carvalhinhos; Alessandra Martins Antunes · XI Congresso Nacional de Lingüística e Filologia · CIFEFIL · Rio de Janeiro
  • 2007
    Arcaísmos morfológicos na toponímia de Portugal
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · XI Congresso Nacional de Linguistica e Filologia · Cifefil · Rio de Janeiro
  • 2007
    Princípios teóricos de Onomástica. Toponímia e Antroponímia. O nome próprio
    Patricia de Jesus Carvalhinhos; Alessandra Martins Antunes · XI Congresso Nacional de Linguistica e Filologia · Cifefil · Rio de Janeiro
  • 2007
    Toponímia brasileira. Origens históricas
    Patricia de Jesus Carvalhinhos; Alessandra Martins Antunes · XI Congresso Nacional de Linguistica e Filologia · Cifefil · Rio de Janeiro

Produção técnica

83 registros
40 de 40 itens
Por página
  • 2025
    Parecer emitido a texto científico enviado pela Revista GTLex
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para a Revista GTLex
  • 2025
    Parecer emitido a texto científico submetido à revista Landscape Research
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para o periódico Lanscape Research
  • 2024
    Parecer emitido a texto científico enviado pelo Periódico Filologia e Linguística Portuguesa
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para o periódico Filologia e Linguística Portuguesa
  • 2024
    Parecer emitido a texto científico (port.) enviado pelo periódico Onomástica Desde América Latina
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para o periódico Onomástica Desde América Latina
  • 2024
    Parecer emitido a texto científico enviado pelo Periódico Onomástica Desde América Latina
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para o periódico Onomástica Desde América Latina
  • 2023
    Parecer (01) emitido a texto científico enviado pelo Periódico Linha D'Água
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para o periódico Linha D'Água
  • 2023
    Parecer (02) emitido a texto científico enviado pelo Periódico Linha D'Água
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para o periódico Linha D'Água
  • 2023
    Parecer (03) emitido a texto científico enviado pelo Periódico Linha D'Água
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para o periódico Linha D'Água
  • 2023
    Parecer (04) emitido a texto científico enviado pelo Periódico Linha D'Água
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para o periódico Linha D'Água
  • 2023
    Parecer (01) emitido a texto científico enviado pelo Periódico Revista GTLex
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para o Periódico Revista GTLex
  • 2023
    Parecer (02) emitido a texto científico enviado pelo Periódico Revista GTLex
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para a Revista GTLex
  • 2023
    Parecer (03) emitido a texto científico enviado pelo Periódico Revista GTLex
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para o Periódico Revista GTLex
  • 2022
    Parecer emitido a texto científico enviado pela Revista Domínios de Lingu@gem
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para a Revista Domínios de Lingu@gem
  • 2021
    Parecer emitido a texto científico (espanhol) enviado pela Revista Domínios de Lingu@gem
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para a Revista Domínios de Lingu@gem
  • 2021
    Parecer emitido a texto científico (port.) enviado pela Revista Domínios de Lingu@gem
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para a Revista Domínios de Lingu@gem
  • 2021
    Parecer emitido a texto científico (inglês) enviado pela Revista Domínios de Lingu@gem
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para a Revista Domínios de Lingu@gem
  • 2021
    Parecer emitido a texto científico enviado pelo Periódico Filologia e Linguística Portuguesa
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para o periódico Filologia e Linguística Portuguesa
  • 2021
    Parecer emitido a texto científico enviado pelo Periódico Onomástica Desde América Latina
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Emissão de Parecer para o periódico Onomástica Desde América Latina
  • 2015
    Denominação de estações de Metrô - Prolongamento da Linha 2-Verde - Lote 1
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Estudo de nomenclatura de estações -DUTRA-ORFANATO estações 1 a 3
  • 2015
    Denominação de estações do Metrô - Linha 4-Amarela
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Estudo de nomenclatura de estações - JARDIM ÂNGELA? CAPÃO REDONDO
  • 2015
    Denominação de estações do Metrô -Prolongamento da Linha 2-Verde Lote 2
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Estudo de nomenclatura de estações - DUTRA? ORFANATO est 4, 5 e 7
  • 2015
    Denominação de estações de Metrô - Linha 17-Ouro (Monotrilho) - Lote 1
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Estudo de nomenclatura de estações HOSPITAL SABÓIA-ESTÁDIO DO MORUMBI - Estações 2, 3,4
  • 2015
    Denominação de estações de Metrô - Linha 17-Ouro (Monotrilho) - Lote 2
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Estudo de nomenclatura de estações HOSPITAL SABÓIA-ESTÁDIO DO MORUMBI - Estações 5, 6, 7
  • 2015
    Denominação de estações de Metrô - Linha 17-Ouro (Monotrilho) - Lote 3
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Estudo de nomenclatura de estações HOSPITAL SABÓIA-ESTÁDIO DO MORUMBI - Estações 8, 9, 11
  • 2015
    Denominação de estações de Metrô - Linha 17-Ouro (Monotrilho) - Lote 4
    Patricia de Jesus Carvalhinhos · Estudo de nomenclatura de estações HOSPITAL SABÓIA-ESTÁDIO DO MORUMBI - Estações 12, 14, 15

Projetos de extensão

02 registros

Projetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.

2 de 2 projetos
Por página
  • 2024 – presenteExtensão

    Memória Toponímica de São Paulo e de outros espaços: divulgando as ciências onomásticas - podcast NomeAr, O Nome está no Ar (Temporada 1)

    Em andamento

    Objetivo geral: Divulgar as ciências onomásticas por meio de um podcast (via agregadores, sites institucionais, canais do YouTube, etc.). Serão divulgados temas de interesse supervisionados e analisados sob a ótica de pesquisadores abalizados com linguagem simples e clara, fazendo o programa acessível tanto a interessados de dentro da academia, na figura de estudantes de graduação e pós-graduação de outras universidades, quanto externos ao mundo acadêmico. Objetivos específicos: roteirizar, selecionar matérias, pesquisar conteúdos, gravar, editar e disponibilizar ao público 12 edições do podcast Nomear.Um dos grandes desafios da Universidade é, sem dúvida, comunicar-se com a comunidade externa de modo eficaz. O uso de recursos midiáticos intensificou-se por causa da pandemia de SARS-COV-2 e proporcionou, em alguns sentidos, campos propícios à experimentação de novas ferramentas de comunicação dentro da comunidade acadêmica. Esses elementos são potencialmente válidos no concernente à difusão cultural fora do ambiente universitário. A ideia de um podcast para a divulgação das ciências onomásticas (ainda pouco estudadas no Brasil) surgiu em 2020, justamente durante a pandemia e o uso intensivo de ferramentas ligadas ao Ensino Remoto Emergencial. A partir da ideia inicial, foram realizadas pesquisas pontuais sobre alguns tópicos de interesse em onomástica, tanto ligados aos nomes de pessoas quanto a nomes de lugares. Atividades avaliativas em disciplinas de graduação usando a linguagem das mídias digitais no período 2020-2023 se revelaram muito férteis, evidenciando que é possível criar conteúdo digital de qualidade com ações simples, como a produção de pequenos vídeos de divulgação. Assumindo a característica de um programa científico de divulgação, o principal objetivo do projeto é transformar resultados de pesquisas de graduação e de pós-graduação em linguagem simples e acessível pelo público comum, além de divulgar notícias relativas às ciências onomásticas e entrevistar pesquisadores de relevo, por exemplo. Este podcast, Nomear, programa a ser disponibilizado em áudio e também em vídeo é a primeira das ações que visam a aumentar a visibilidade da área e disseminar o conhecimento acadêmico produzido em ciências onomásticas na USP, ação que deverá ser expandida e fortalecida em futuro próximo com a alimentação regular de uma página web (ainda não disponibilizada, mas solicitada e criada pela Incubadora de Sites da USP no endereço https://sites.usp.br/toponimia/), bem como uniformizar e aumentar a divulgação e o diálogo com a sociedade, iniciados por perfis no Meta (Facebook e Instagram). Além disso, pretende-se analisar o impacto social por meio da contagem de seguidores do podcast e das mídias já utilizadas.O projeto justifica-se dentro e fora do Brasil, inclusive, podendo abranger países da CPLP interessados em onomástica, nomeadamente Moçambique, Angola e Guiné-Bissau. Irradiados a partir da USP, os estudos onomásticos iniciaram-se de modo consolidado no Brasil em 1935, dentro da Cátedra de Etnografia e Língua Tupi-Guarani, na extinta FFCL. Sua expansão pelo Brasil foi lenta e intensificou-se após os anos 1990 (Carvalhinhos, P.; Santos, C., 2021). Outra justificativa de âmbito mais global diz respeito à presença maciça das mídias digitais na sociedade atual, sendo que a qualidade não é uma obrigatoriedade, bem como o senso ético deixa, muitas vezes, de figurar nessas mídias. É papel cidadão oferecer à população em geral conteúdo formativo e informativo baseado em pesquisas realizadas na Universidade.O projeto ganhou uma bolsa do edital Programa Unificado de Bolsas (24/25) na vertente extensão. Foi aprovado como projeto de curricularização, será assim oferecido e ao longo de 2025 integrará até 30 estudantes de graduação para a produção dos programas.

    Financiadores
    • Programa Unificado de Bolsas da Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos (Responsável), Bruno Brunelli Franco, Adriana Tavares Lima, Virgílio Antiqueira, Sofia Camargo Castello Pereira, Vitor Antonio Matos dos Santos, Amanda Rodriguez Valera, Cecília Isadora Paz de Oliveira Rodrigues +10 integrantes

  • 2024 – 2024Extensão

    De volta à escola: Eu na USP - Letras e História

    Concluído

    Atividade extensionista (AEX) oferecida como parte de programa proposto pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da USP (AEX-FFLCH-00037.01). Foram oferecidas 20 vagas e a atividade realizou-se entre 16/09/2024 e 30/09/2024Descrição: Os ingressantes USP 2024 oriundos de escolas públicas do Estado de São Paulo, de São Paulo (USP) farão, como representantes da comunidade USP, visita à escola onde cursaram o ensino médio. O intuito dessa visita é falar da USP e, também, de sua experiência como ingressantes nessa Universidade. No âmbito da atividade, propomos: a) realizar formação específica relativa à atividade, como, por exemplo, orientação sobre a composição dos slides (forma e conteúdo); b) falar sobre a postura e a linguagem adequados para a situação de comunicação; c) confirmar com o aluno visitante o cronograma da visita, o qual já deve ter sido, antes, combinado entre os técnicos da Divisão de Ação Cultural e os/as coordenadores(as) pedagógicos das escolas a serem visitadas; d) apresentar ao aluno o KIT com materiais informativos sobre a USP, a ser doado, pelo aluno, ao docente da sala visitada; e) dar outras providências necessárias à formação do aluno e à preparação de todo o processo dessa atividade.Grupo social alvo da atividade:Alunos do ensino médio de escolas públicas do estado de São Paulo.Carga horária da atividade (em horas): 20Carga horária do docente responsável (em horas): 10Objetivos, metas e resultados esperados:O objetivo principal da AEX é possibilitar que o aluno USP se encontre com seus ex-colegas do ensino médio, a fim de com eles falar sobre a USP e relatar aspectos de sua experiência nessa Universidade. A meta é colocar os estudantes USP em contato com os do ensino médio público para que esses se sintam motivados a tornarem-se também uspianos. Espera-se que com essa ação os alunos das escolas públicas passem a conhecer melhor a USP e se sintam atraídos para nela ingressar.Indicadores de avaliação da atividade:Consideraremos indicadores de avaliação: - número de escolas visitadas; - número de alunos beneficiados pela atividade, ou seja, estudantes participantes da apresentação feita dos ingressantes USP; - número de alunos USP que efetivamente realizaram a visita.Indicadores de avaliação dos alunos USP:- Engajamento com a atividade; - Responsabilidade com o compromisso assumido; - Adequação da apresentação ao projeto; - Postura e comunicação; - Entrega de relatório circunstanciado com fotos.Pré-requisito (se houver):Ser ingressante USP 2024, ex-aluno de escolas públicas e estar inscrito no Programa "De volta à escola: Eu na USP".Adequação à estratégia ODS: Educação de Qualidade.Metodologia, metas, ações e resultados esperados com os objetivos ODS indicados:O programa de formação do estudante será realizado por meio de técnicas de comunicação e de metodologia científica a serem empregadas para orientação do estudante durante a preparação de toda a atividade (ODS 4). Além disso, outros objetivos ODS que dizem respeito a formação cidadã do ser humano devem ser contemplados.

    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos (Responsável), Katharinna Simonetti da Silva Lima, Lorrane Maduro Araujo, Luana Aparecida Goncalves Rodrigue, Luana Duarte da Silva, Miguel Jose Rodrigues da Silva, Mikaelly Alvino Barreiro, Milena Gomes Barbosa +9 integrantes

Projetos

15 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

15 de 15 projetos
Por página
  • 2025 – presentePesquisa

    Memória Toponímica de São Paulo e de outros espaços - fase 2

    Em andamento

    As cidades brasileiras, bem como as cidades em geral, foram compelidas a adotar um modelo de denominação para seus logradouros públicos vinculado quase exclusivamente à homenagem. Fica evidente, pois, que um logradouro fora do centro ou centro expandido de uma cidade possui um grande potencial de ter recebido uma denominação completamente desvinculada de sua formação espontânea, motivo pelo qual o nome cumpre a função denotativa. É de se ressaltar que, com o passar do tempo, a ligação denominação/genérico denominado se intensifica e cria efeitos nos habitantes, mas prevalece a função de identificação. O método tradicional de análise taxonômica dificilmente irá revelar algum dado consistente além da biografia do homenageado. Na cidade, pois, deve-se usar de uma abordagem teórica e metodológica mista: tratar segundo o método tradicional todos os elementos físicos (rios, córregos, depressões, vales, enfim, toda sua paisagem natural) e buscar com o auxílio da Toponímia Crítica os motivos para o processo de denominação, quase sempre de ordem política.Fontes: São Paulo e cidades da região metropolitana: Para a cidade de São Paulo, diacronicamente, utilizaremos a Coleção Sara Brasil, as cartas Gegran e outras, entre as décadas de 1930 e 1950 (e ocasionalmente anteriores). Sincronicamente, os mapas base disponibilizados pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU), além da Plataforma GeoSampa podem auxiliar no cruzamento de dados. Cidades paulistas e de outros estados: base cartográfica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Exército do Brasil. O IBGE disponibiliza inúmeras plantas e cartas com escala variada (1:25.000 até 1:500.000; as mais adequadas são as que possuem escala entre 1:50.000 e 1:100.000) em seu canal Geociências.Outras fontes primárias: diários de viagem, borradores, listas de nomes, crônicas; ou ficção. A coleta é realizada mediante leitura, manualmente.Resultados. Espera-se obter um estudo interpretativo que ponha em relevância os principais motivos das denominações paulistanas, bem como apurar antigos nomes e referenciais desaparecidos com as transformações naturais e com os processos de renovação urbana. Os resultados apontarão possíveis padrões denominativos convergindo para a recuperação de nomes desaparecidos da toponímia da cidade mas ainda presentes na memória dos moradores. Dessa maneira, também aspectos da paisagem urbana modificada poderão ser recuperados pelos nomes de lugar. A cada novo bairro estudado, será possível agregar novos elementos e expressões que, eventualmente, poderão complementar material iconográfico, inclusive fotográfico ou seja, elementos encontrados neste tipo de registro, outrora ignorados por registros cartográficos oficiais, mas que poderão ainda permanecer na memória do grupo. Tal resgate objetiva, sem dúvida, auxiliar na reconstrução da história recente dos bairros (pelo menos cem anos, haja vista a idade dos informantes); além disto, o material coletado nas entrevistas poderá ser publicado, a fim de, além de constituir relato de cunho histórico, servir de fontes primárias para outros tipos de pesquisadores, por exemplo, em análise do discurso, análise sincrônica da língua portuguesa, etc.

    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos (Responsável), Bruno Brunelli Franco, Adriana Tavares Lima, Arlete Aparecida Nestlehner Cardoso de Almeida, Baticã Braima Ença Mané, Virgílio Antiqueira, Sofia Camargo Castello Pereira

  • 2024 – presentePesquisa

    Antroponímia paulista: os nomes de nossos antepassados presentes nos Maços de População - Fase 2: Século XVIII- 1765-1767

    Em andamento

    Este projeto propõe a continuação dos estudos iniciados em sua primeira proposição, Antroponímia Paulistana: os nomes de nossos antepassados presentes nos Maços de População. Fase 1: Século XVIII. Sua continuação objetiva avançar cronologicamente pelo elenco de nomes de paulistas no século XVIII, o que se justificará no item 4 deste projeto.Conforme já se pontuou na versão inicial lançada em 2022, a Antroponímia, disciplina onomástica que direciona este estudo, possui perfil interdisciplinar. Parte integrante dos estudos do léxico, as ciências onomásticas, cujo principal objeto de estudo é o nome próprio, possuem interface com várias ciências e disciplinas. O estudo do nome próprio revela dados não apenas sobre a língua de um povo ou grupo, mas sobre a cosmovisão, os valores, estrutura social, crenças, entre outros. Um projeto que tem como objeto o nome próprio de pessoa busca, então, muito mais que compreender seu significado linguístico, e, neste sentido, a etimologia é apenas uma das vertentes em questão e nem sempre a mais representativa.Em se tratando de um elenco de antropônimos, há, como se detalhou, várias abordagens possíveis além da linguística. Considerando essa pluralidade, o projeto objetiva a) identificar um sistema de transmissão de nomes no Brasil; b) detectar questões políticas e religiosas relacionadas aos nomes de pessoas; c) revelar padrões motivadores mais frequentes. Para tanto, a fonte primária será um conjunto de documentos censitários identificados como Maços de População. O Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP) oferece algumas informações sobre a coleção em sua página web:Os "Maços de População" são estruturados como listas nominativas anuais, que relacionam informações detalhadas sobre cada indivíduo, livre ou escravo, por domicílio: nome, idade, grau de parentesco ou de relação com o chefe do domicílio, estado conjugal, cor, naturalidade e ocupação, além dos dados sobre a atividade econômica do domicílio. Os domicílios de cada vila eram reunidos por Companhia de Ordenança, em maior ou menor número, dependendo das dimensões da população. Ao final, tabelas ("mapas") resumiam as informações demográficas e econômicas por vila, permitindo a tabulação final dos dados referentes a todo o território paulista. A série "Maços de População" pertence ao fundo Secretaria de Governo por acumulação e é composta por arrolamentos da população produzidos pelas Companhias de Ordenanças (1765-1831) e pelo Juízo Municipal distrital (1831-1850). (APESP, http://www.arquivoestado.sp.gov.br/web/digitalizado/textual/macos_populacao)Considerando esses Maços de População (da Província de São Paulo durante o século XVIII (1765-1800), a primeira versão do projeto propunha-se a avançar, de modo significativo e global, coletando e analisando todo o acervo do século XVIII. Contudo, a tarefa revelou-se tão rica que se fez necessário ralentar o ritmo e deter-se ainda nesse século, mormente no ano de 1765. Na primeira fase, transcreveu-se e analisou-se a vila de Guaratinguetá, além de iniciar-se o levantamento do elenco de nomes relativo a algumas freguesias da cidade de São Paulo. O título original do projeto em sua primeira fase fazia referência à antroponímia paulistana, mas a riqueza dos dados levantados inicialmente conduziu à adequação do título (antroponímia paulista).As fontes primárias para levantamento estão disponíveis no acervo digitalizado do Arquivo do Estado de São Paulo, mas, como já se destacou, eventualmente serão necessárias visitas ao acervo físico. A análise abrange prenomes e sobrenomes de moradores de várias faixas etárias e também de pessoas em situação de escravidão.

    Financiadores
    • Programa Unificado de Bolsas da Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos (Responsável), Rafael de Albuquerque Cavalcanti Cordani

  • 2022 – 2024Pesquisa

    A cidade neoliberal e os nomes de suas estações férreas sob a perspectiva da Toponímia Crítica

    Desativado

    Este projeto é um braço do projeto " Memória Toponímica de São Paulo e de outros espaços", contemplando uma vertente que tem ganhado bastante visibilidade no mundo, a Toponímia Crítica. Sendo a língua e, por extensão, o nome de lugar elemento que propicia a expressão de poder de um grupo dominante e denominador em uma cidade, a Toponímia Crítica vem, desde o final do século XX, articulando ferramentas de análise linguística com outras, típicas de diversas ciências humanas e evidenciando poderes constituídos nas bases denominativas de espaços. No caso de estações férreas, seja as do sistema de trens metropolitanos vinculadas à Companhia do Metropolitano de São Paulo-METRO ou da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos-CPTM, suas denominações obedecem a padrões determinados pelas empresas. Nos últimos anos, contudo, alterações nos nomes de estações estão vinculadas à venda dos direitos de nomeação desses espaços para o setor privado, configurando o que a literatura intitula commodification ou comercialização da denominação. Trata-se de um procedimento relativamente comum em cidades com perfil neoliberal, o que justifica a escolha do título.O projeto foi desativado com esse nome, mas passa a integrar, após 2024, o escopo do projeto guarda-chuva Memória Toponímica de São Paulo e de outros espaços, fase 2.

    Financiadores
    • Pró-Reitoria de Graduação da Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos (Responsável), Beatriz Mendes Rijo

  • 2022 – 2024Pesquisa

    Antroponímia Paulistana: os nomes de nossos antepassados presentes nos Maços de População. Fase 1: Século XVIII.

    Concluído

    A Antroponímia é uma disciplina onomástica que, por seu perfil interdisciplinar, não se limita a averiguar a origem etimológica dos nomes de pessoas, ou sua estrutura, composição, e formação, mas também se estende a áreas não linguísticas. Desse modo, inúmeros dados podem ser verificados a partir de um estudo antroponímico, como a) sistema de transmissão de nomes no Brasil; b) questões políticas e religiosas relacionadas aos nomes de pessoas; c) padrões motivadores mais frequentes. O Arquivo Público do Estado de São Paulo (APESP) oferece algumas informações sobre a coleção em sua página web:Os "Maços de População" são estruturados como listas nominativas anuais, que relacionam informações detalhadas sobre cada indivíduo, livre ou escravo, por domicílio: nome, idade, grau de parentesco ou de relação com o chefe do domicílio, estado conjugal, cor, naturalidade e ocupação, além dos dados sobre a atividade econômica do domicílio. Os domicílios de cada vila eram reunidos por Companhia de Ordenança, em maior ou menor número, dependendo das dimensões da população. Ao final, tabelas ("mapas") resumiam as informações demográficas e econômicas por vila, permitindo a tabulação final dos dados referentes a todo o território paulista. A série "Maços de População" pertence ao fundo Secretaria de Governo por acumulação e é composta por arrolamentos da população produzidos pelas Companhias de Ordenanças (1765-1831) e pelo Juízo Municipal distrital (1831-1850). (APESP, http://www.arquivoestado.sp.gov.br/web/digitalizado/textual/macos_populacao)Considerando esses Maços de População (antigo censo) da Província de São Paulo durante o século XVIII (1765-1800), o projeto deverá coletar e fazer uma primeira análise sobre os nomes dos moradores de algumas freguesias do Estado de São Paulo. Eventualmente, serão necessárias visitas ao acervo físico. A análise poderá abranger prenomes e sobrenomes de moradores de várias faixas etárias e também de pessoas em situação de escravidão.

    Financiadores
    • Programa Unificado de Bolsas da Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos (Responsável), Ana Carollina Rocha de Moura

  • 2020 – 2024Pesquisa

    Memória Toponímica de São Paulo e de outros espaços

    Concluído

    Ementa. Este projeto objetiva ampliar o escopo e o alcance do projeto inicial Memória Toponímica de São Paulo, de bairro a bairro, que concluiu sua quinta fase em 2020. Pela diversificação dos interesses e locus para pesquisa, houve a necessidade de se redefinir sobretudo o espaço físico a ser estudado. Assim, ainda que seu foco principal seja a cidade de São Paulo e a região metropolitana, o projeto prevê projetos a ele vinculados tematicamente, seja em cidades paulistas, em outros estados ou mesmo em outros tipos de lugares, como o lugar dentro da ficção.Histórico. O projeto Memória toponímica de São Paulo, bairro a bairro surgiu, em 2008, vinculado à resolução de algumas necessidades em pesquisa toponímica no Brasil. Naquele momento, fez-se necessário pensar em soluções teórico-metodológicas que enfocassem com mais atenção o ambiente urbano, pois a pesquisa tradicionalmente desenvolvida no Brasil ainda muito incipiente e não organizada em um projeto nacional, ainda que esforços para tanto já tenham sido envidados acaba por focar, em grande parte, micro e macrorregiões dos estados federativos. No decorrer dos anos, fez-se claro que o método de estudo semântico composto por taxonomias toponímicas é muito útil em certos espaços. Contudo, não se aplicava à dinâmica urbana em nível sincrônico. A Toponímia Crítica, se conjugada ao tradicional estudo semântico, busca sinergia para subjugar essas lacunas e auxilia na visão interdisciplinar tão cara à toponímia em específico e à onomástica em geral, uma vez que busca analisar as relações de poder, responsáveis pelo desenho do xadrez urbano, por meio das substituições em nomes de lugares. Em sua última etapa, o projeto Memória toponímica de São Paulo, bairro a bairro analisou alguns bairros da zona leste paulistana, de formação urbana recente. Da articulação da análise semântica tradicional com os postulados da Toponímia Crítica foram surgindo projetos de estudantes de pós-graduação, todos ligados entre si apesar das temáticas bem distintas. Desse modo, fez-se necessário retirar a trava imposta pelo título Memória Toponímica de São Paulo, substituindo-o por outro mais abrangente.Neste sentido, o Projeto Memória Toponímica de São Paulo e de outros espaços, ainda que foque São Paulo e sua realidade metropolitana, abre caminho para abrigar o estudo de outros espaços. Assim, o escopo do projeto permite, por seus pressupostos teóricos e metodológicos, albergar estudos de qualquer parte do território nacional. Além disso, a ampliação dos conceitos de espaço e lugar aplicados a outras realidades (literária, mental, ex.) possibilita o enriquecimento do projeto, já que dificilmente é possível dissociar esses diferentes aspectos.Justificativa. Ampliar os estudos de toponímia urbana e abrir caminho para estudos que com ela se relacionem temática, metodológica ou teoricamente.Objetivos. Dada a carência de estudos toponímicos sobre as cidades brasileiras, sobretudo do ponto de vista dos mecanismos e dispositivos legais de nomeação de logradouros, este projeto visa a suprir uma lacuna de relevo. O principal objetivo, pois, é recuperar a memória toponímica de São Paulo, em primeira instância. Outras regiões da área metropolitana ou do estado poderão ser analisadas pontualmente. As fases do projeto articularão paulatinamente a cidade de São Paulo, compondo um mosaico da cidade e revelando não apenas dados referentes à toponímia, mas também à cultura de cada uma das zonas. Essa articulação se dá, também, com cidades da área metropolitana que eventualmente sejam analisadas sob essa perspectiva.(Continua)

    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos (Responsável), Bruno Brunelli Franco, Adriana Tavares Lima, Arlete Aparecida Nestlehner Cardoso de Almeida, Amelina Pedrali de Aquino, Baticã Braima Ença Mané, Virgílio Antiqueira, Arianne Reis Matos +1 integrantes

  • 2018 – 2019Pesquisa

    Para uma historiografia dos Estudos Onomásticos no Brasil - fase 2

    Concluído

    Trata-se de um projeto de pesquisa, ainda que revele um forte apelo à Extensão. É de grande relevância para a área no Brasil, pois os dados levantados vêm sendo inseridos na base de dados do International Council of Onomastic Sciences (ICOS), órgão que trabalha conjuntamente com a Organização das Nações Unidas (ONU). Além disso, há carência de material bibliográfico em muitas regiões do país e uma base de dados concentrada em um único site irá auxiliar a direcionar as buscas por tema/autor/título/ano ou ISSN/ISBN, bem como suprir eventuais carências de acesso a material ? sobretudo na indicação de localização de determinados títulos disponibilizados em bibliotecas físicas (neste caso, imagens com o índice de obras são oferecidas, sobretudo no caso de obras físicas que ainda não estão digitalizadas e nem domínio público).Além disso, interessa-nos observar como se comporta o pesquisador brasileiro, suas preferências temáticas, acertos e deficiências teórico-metodológicas, a fim de direcionar futuras pesquisas e produções.

    Financiadores
    • Programa Unificado de Bolsas da Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos (Responsável), Tamilyn Miura, Jeferson Santiago França

  • 2018 – 2019Pesquisa

    Memória Toponímica de São Paulo, bairro a bairro: fase 5.

    Concluído

    Para esta etapa será possível prescindir das entrevistas com moradores, já que a Companhia do Metropolitano de São Paulo (METRÔ) cedeu-me o direito de uso acadêmico. As entrevistas foram realizadas sob minha supervisão em 2014/2015 com vistas à pesquisa histórica e toponímica para o estabelecimento da nomenclatura de novas estações das Linhas 15-Prata (recentemente inaugurada, 2018), 2-Verde (prolongamento), 4-Amarela, 5-Lilás e 17-Ouro. Já estão transcritas e adequadas às normas éticas sob a responsabilidade do Metrô. Para as próximas fases e com o objetivo de realizar e transcrever novas entrevistas pretende-se submeter o projeto à Plataforma Brasil e à Comissão de Ética da FFLCH. Vale salientar, ainda, que o projeto Memória Toponímica apresenta vários resultados de pesquisas realizadas em fases anteriores, seja na forma de pôsteres apresentados por alunos de IC, uma dissertação de mestrado e comunicações, palestras, artigos e capítulos de livro da orientadora produzidos e divulgados entre 2008 e 2017.

    Financiadores
    • Programa Unificado de Bolsas da Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos (Responsável), Gabriel Hessel

  • 2016 – 2017Pesquisa

    Para uma historiografia dos Estudos Onomásticos no Brasil - fase 1

    Concluído

    Os estudos onomásticos iniciaram-se no Brasil a partir da necessidade de se recuperar as etimologias tupis, em específico, e indígenas, em geral, desde os fins do século XIX. No início, nomes de lugares e de pessoas eram apenas um meio auxiliar para os estudos que hoje conhecemos como antropológicos, etnológicos e etnográficos. Com o fluir do tempo, de ferramenta o nome passou a adquirir outra importância e tornou-se objeto de estudo tanto no campo das ciências da linguagem quando em outros saberes.
Ainda que os estudos onomásticos venham sendo realizados no Brasil há mais de oitenta anos, não se pode afirmar que haja uma tradição no assunto. Há vários grupos organizados, mas não existe um projeto nacional de fato (ainda que a proposta exista no papel). Nomes de lugares (topônimos) e nomes pessoais (antropônimos), além de nomes próprios em geral, são objeto de estudo em vários níveis, inclusive em graduação e pós-graduação. A bibliografia básica para um panorama geral da toponímia brasileira consiste na obra de Dick (1980; 1990; 1997).
Objetivos. Este projeto objetiva realizar um levantamento inédito de todas as pesquisas realizadas no Brasil desde o fim do século XIX. Com o término deste levantamento, que deverá ocorrer de forma diacrônica, será possível determinar tendências regionais de estudos, quais os principais interesses tanto em Toponímia quanto em Antroponímia, bem como averiguar o suporte financeiro às pesquisas. 
Ações e detalhamento das atividades a serem desenvolvidas pelo(s) bolsista(s): Pesquisa em acervos físicos e virtuais, em órgãos oficiais e universidades públicas e privadas. Preenchimento de planilhas com os dados levantados e interpretação dos resultados.
Resultados esperados e indicadores de acompanhamento. Espera-se, como resultado final, uma relação bibliográfica pormenorizada, organizada por décadas, com palavras-chave, e uma análise e interpretação do material (qualitativa e quantitativa), em formato de relatório, que poderá indicar aos pesquisadores brasileiros possíveis rotas de pesquisa em futuro próximo, apontando as demandas e as carências de estudos. O acompanhamento se dará por reuniões presenciais, verificação on-line de preenchimento de planilhas e relatórios.

    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos (Responsável), Tamilyn Miura, Rogério da Silva Carlos

  • 2015 – 2017Pesquisa

    MEMÓRIA TOPONÍMICA DE SÃO PAULO, BAIRRO A BAIRRO. (fase 4)

    Concluído

    A quarta fase do projeto Memória Toponímica de São Paulo, bairro a bairro volta-se para a região leste de São Paulo. Trata-se de uma área de formação urbana mais recente. Em fase piloto, o projeto já realizou estudos preliminares na região do Tatuapé, mas a atual fase pretende cobrir outras regiões mais a leste.

    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos (Responsável), Adriana Tavares Lima, Renato da Silva Fonseca

  • 2012 – 2014Pesquisa

    MEMÓRIA TOPONÍMICA DE SÃO PAULO, BAIRRO A BAIRRO. (fase 3)

    Concluído

    Fase 3 (Instituto Previdência/Jardim Adhemar de Barros, Caxingui, Butantã)
Em uma cidade do porte de São Paulo, é muito comum que a paisagem urbana mude de modo rápido, transformando a relação das pessoas com o espaço que as circunda. A maneira de referencializar este espaço na oralidade, no sentido de particularizá-lo, não acompanha a velocidade das mudanças e, por isso, essas denominações paralelas permanecem mesmo que o espaço não apresente mais nenhum traço real da antiga denominação. Este processo pode assegurar na memória do falante a permanência de nomes e de elementos de referencialização espacial que já tenham sido substituídos por outros (ou mesmo desaparecido), constituindo, deste modo, instrumento precioso para a reconstituição da memória toponímica dos espaços. O outro ponto diz respeito às próprias denominações espontâneas, nunca oficializadas. Surgidas naturalmente durante o processo de referencialização espacial no discurso dos falantes, essas expressões são importantes para que se possam analisar os processos de formação do nome. Além disso, dificilmente ficam registradas em documentação oficial, cartográfica ou não.
O principal objetivo é resgatar a memória toponímica de São Paulo, sobretudo em zonas não centrais, a partir dos nomes de lugares (sobretudo vias públicas). O projeto foi iniciado em modo piloto no distrito do Tatuapé, zona Leste. Dada a complexidade e da problemática envolvida, tal como a questão do limite territorial do bairro nas cidades grandes brasileiras, optou-se por zonas menores. Na segunda fase, iniciada em 2009 e concluída em 2012, estudou-se um bairro do distrito do Butantã, o Instituto Previdência (Jardim Adhemar de Barros). Vários pesquisadores de Iniciação Científica estiveram envolvidos.
Nesta terceira fase, que se inicia em 2013, o projeto deverá divulgar resultados finais sobre o bairro Instituto Previdência, expandindo o levantamento (em curso) e a análise para dois bairros vizinhos, Butantã e Caxingui.

    Financiadores
    • Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos, Carvalhinhos, P.J. (Responsável), Bruno Oliveira Freitas., Mylliane Magna Moura

  • 2012 – 2014Pesquisa

    Atlas Toponímico de Portugal. Fase 2: Variantes lexicais na toponímia portuguesa. A questão do genérico. (aglomerados humanos)

    Concluído

    Coleta de dados e sistematização de critérios. Esta fase ainda inicial, identificada como um subprojeto intitulado "Variantes lexicais na toponímia portuguesa: a questão do genérico" vem analisando os termos genéricos vinculados aos topônimos, com o objetivo principal de delimitar os critérios para a confecção do Atlas. A primeira fase, concluída em 2011, estudou as variantes lexicais relativas a água em geral, com alguns trabalhos publicados. A fase 2 iniciou-se em 2012 com o estudo das variantes lexicais relativas a aglomerados humanos, produzindo também resultados de divulgação.

    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos, LIMA, Adriana Tavares, Carvalhinhos, P.J. (Responsável)

  • 2011 – 2012Pesquisa

    Criação de um banco de topônimos paralelos na cidade de São Paulo. Fase um: Instituto de Previdência, Butantã, Zona Oeste.

    Concluído

    São Paulo caracteriza-se, em termos de nomenclatura de vias públicas, praças, viadutos e pontes, por uma massificação denominativa antropotoponímica agravada pela quantidade de projetos de lei propostos pela Câmara Municipal (em pesquisa informal de alunos de graduação, aproximadamente sessenta por cento dos projetos de lei da Câmara Municipal de São Paulo são referentes a criação, alteração ou substituição de nomes de ruas e vias em geral no município). Essa massificação antropotoponímica, ou a grande quantidade de nomes de ruas referentes a pessoas e personalidades, cria uma descaracterização da função precípua do topônimo: individualizar, particularizar, identificar um lugar ou espaço.
	Assim, para assegurar a comunicação e a função de topônimo criam-se recursos linguísticos espontâneos gerando, assim, o que se denomina ?toponímia espontânea paralela?. Por exemplo, o Elevado Presidente Artur da Costa e Silva, que domina a paisagem central de São Paulo, é o ?Minhocão? ? clássico exemplo de topônimo paralelo espontâneo que se sobrepõe ao nome oficial.
	Existe, pois, um mecanismo linguístico que preside essa gênese toponímica. Regrado pelas normas do universo de discurso ao qual pertence, esse mecanismo marca o que se chama a sincronia na toponímia e revela a visão etnolinguística presente nas denominações, por meio das escolhas realizadas em determinado paradigma lexical.
	O que se pretende com o presente projeto, pois, é coletar topônimos paralelos espontâneos na cidade de São Paulo, por meio de entrevistas com moradores e usuários do sistema viário paulistano. O projeto pretende formar um banco de nomes paralelos para que, posteriormente, mecanismos e modalizações possam ser detectados a partir dos nomes. Os nomes paralelos poderão caracterizar-se como denominações espontâneas ou topônimos que foram substituídos, mas que permanecem na memória do falante. Também visa a oferecer subsídios complementares para o projeto Memória Toponímica de São Paulo.

    Financiadores
    • Pró-Reitoria de Graduação da Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos (Responsável), Renan Andrade Holanda, Bruno Brunelli Franco

  • 2011 – 2012Pesquisa

    MEMÓRIA TOPONÍMICA DE SÃO PAULO, BAIRRO A BAIRRO. Fase 2: Instituto Previdência ? Butantã (Zona Oeste)

    Concluído

    Em uma cidade do porte de São Paulo, é muito comum que a paisagem urbana mude de modo rápido, transformando a relação das pessoas com o espaço que as circunda. A maneira de referencializar este espaço na oralidade, no sentido de particularizá-lo, não acompanha a velocidade das mudanças e, por isso, essas denominações paralelas permanecem mesmo que o espaço não apresente mais nenhum traço real da antiga denominação. Este processo pode assegurar na memória do falante a permanência de nomes e de elementos de referencialização espacial que já tenham sido substituídos por outros (ou mesmo desaparecido), constituindo, deste modo, instrumento precioso para a reconstituição da memória toponímica dos espaços.O outro ponto diz respeito às próprias denominações espontâneas, nunca oficializadas. Surgidas naturalmente durante o processo de referencialização espacial no discurso dos falantes, essas expressões são importantes para que se possam analisar os processos de formação do nome. Além disso, dificilmente ficam registradas em documentação oficial, cartográfica ou não.
O principal objetivo é resgatar a memória toponímica de São Paulo, sobretudo em zonas não centrais, a partir dos nomes de lugares (sobretudo vias públicas). O projeto foi iniciado, em edição anterior, pelo bairro do Tatuapé.

    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos (Responsável), Bruno Oliveira Freitas., Mylliane Magna Moura, Amanda Pelizer, Bruno Silva, Vinicius Tubino

  • 2008 – 2009Pesquisa

    Memória toponímica de São Paulo, bairro a bairro. Fase inicial concluída: TATUAPÉ (SP)

    Concluído

    Está em desenvolvimento a primeira fase deste projeto, que objetiva resgatar junto a antigos moradores elementos da toponímia e do espaço que não estejam registrados de outra forma que não na memória. 
Projeto ligado ao Programa Ensinar com Pesquisa, promovido e fomentado pela Pró-Reitoria de Graduação da USP. O financiamento caracteriza-se por bolsa aos alunos de IC ligados ao projeto, no valor de R$300,00.
Foi concluído o primeiro projeto derivado deste, o "Descobrindo a memória toponímca do Tatuapé", apresentado pela aluna Patrícia A.Borges.

    Financiadores
    • Universidade de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos (Responsável), Patrícia Andréa Borges

  • 2008 – 2012Pesquisa

    Atlas Toponímico de Portugal. Fase 1: Variantes lexicais na toponímia portuguesa. A questão do genérico.

    Concluído

    Coleta de dados e sistematização de critérios. Paralelamente, o subprojeto Variantes lexicais na toponímia portuguesa: a questão do genérico vem analisando os termos genéricos vinculados aos topônimos, com o objetivo principal de delimitar os critérios para a confecção do Atlas. A primeira fase, concluída em 2011, estuda as variantes lexicais relativas a água em geral, com alguns trabalhos publicados. A fase 2 inicia-se em 2012 com o estudo das variantes lexicais relativas a aglomerados humanos.

    Financiadores
    • Universidade de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Patricia de Jesus Carvalhinhos (Responsável), LIMA, Adriana Tavares

Orientações

7 de 7 orientações
Por página
  • Doutorado
    desde 2024
    ANTIQUEIRA, Virgílio · Orientação
    Toponímia urbana de São Caetano do Sul · Filologia e Língua Portuguesa · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2024
    FRANCO, Bruno Brunelli Ferreira · Orientação
    Toponímia e educação (título provisório) · Filologia e Língua Portuguesa · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2024
    Arlete Aparecida Nestlehner Cardoso de Almeida · Orientação
    Toponímia do Vale do Ribeira (provisório) · Filologia e Língua Portuguesa · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP
    Em andamento
  • Iniciação Científica
    desde 2024
    CORDANI, Rafael de Albuquerque Cavalcanti · Orientação
    Provisório: Antroponímia paulista: os nomes de nossos antepassados presentes nos Maços de População - Fase 2: Século XVIII- 1765-1767 - Guaratinguetá e Cananéia · História · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP · Bolsa USP Bolsa PUB
    Em andamento
  • Iniciação Científica
    desde 2024
    PEREIRA, Sofia Camargo Castello · Orientação
    Provisório: Memória Toponímica de São Paulo e de outros espaços: divulgando as ciências onomásticas - podcast NomeAr, ?O Nome está no Ar? · Ciências Sociais · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP · Bolsa USP Bolsa PUB
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2023
    MANÉ, Baticã Braima Ença · Orientação
    Descrição e análise da toponímia da cidade de Bissau (provisório) · Filologia e Língua Portuguesa · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2019
    LIMA, Adriana Tavares · Orientação
    A toponímia de Guarulhos (provisório) · Filologia e Língua Portuguesa · Universidade de São Paulo
    Em andamento

Bancas julgadoras

40 registros
40 de 40 bancas
Por página
  • 2025
    Milena Guirelli Trindade
    O gênero morfológico em substantivos próprios da língua portuguesa: os nomes de marcas · Filologia e Língua Portuguesa · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USPBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Mário Eduardo Viaro, Paulo Chagas de Souza
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Baticã Braima Ença Mané
    Descrição e análise da toponímia de Bissau · Filologia e Língua Portuguesa · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USPBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Karylleila Santos Andrade, Prof. Dr. Gabriel Antunes de Araújo
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    Diego Vasconcellos Vargas
    Ernani Silva Bruno: trajetória intelectual e modo(s) de escrever o passado de São Paulo · Ciências - Mudança Social e Participação Política · Universidade de São PauloBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Martin Jayo, Jose Carlos Vaz, Renato Alencar Dotta, Soraia Ansara
    Doutorado
  • 2024
    Welber Nobre dos Santos
    Um estudo sócio-onomástico de nomes de urna no português brasileiro · Estudos Lingüísticos · Universidade Federal de Minas GeraisBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Eduardo Tadeu Roque Amaral, Sandro Marcío Drumond Alves Marengo, Jessica Paula Vescovi
    Doutorado
  • 2024
    Letícia Santos Rodrigues
    Caminhos da imigração: os sobrenomes que contam histórias · Filologia e Língua Portuguesa · Universidade de São PauloBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Mário Eduardo Viaro, Juliana Soledade Barbosa Coelho, Graça Maria Rio-torto
    Doutorado
  • 2024
    Premio ?Gutierre Tibón? 2022-2023
    · Seminario Interinstitucional de OnomásticaBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Yolanda G. López Franco, Francisco J. Peral Rabasa
    Outra
  • 2023
    Arlete Aparecida Nestlehner Cardoso de Almeida
    Memórias da Paisagem: cotidiano e espacialidade dos comerciantes de tropas do rio Ribeira de Iguape por meio da recuperação toponímica · Filologia e Língua Portuguesa · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USPBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Karylleila Santos Andrade, Eduardo de Almeida Navarro, Mário Eduardo Viaro
    Mestrado
  • 2023
    SILVA, Antonio Rafael Marçal da
    Onomástica literária e representação espacial como ancoragem de memória: topônimos na obra Baú de ossos, de Pedro Nava · Filologia e Língua Portuguesa · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USPBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Martin Jayo, André Luís Rodrigues, Márcia Sipavicius Seide
    Mestrado
  • 2023
    HAAG, Clara Beatriz
    As mudanças nos topônimos amazônicos na Era Pombalina: um olhar para além da motivação saudosa · Filologia e Língua Portuguesa · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USPBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Waldemar Ferreira Neto, Mona Suhrbier, Florêncio Almeida Vaz Filho
    Mestrado
  • 2023
    Kumatsu, Patrícia Elisa Kuniko Kondo
    Migração circular como fator de manutenção das línguas de herança entre descendentes de japoneses · Filologia e Língua Portuguesa · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USPBanca: LIMA-HERNANDES, MARIA CÉLIA, Patricia de Jesus Carvalhinhos, Martin Jayo, Renata Barbosa Vicente
    Doutorado
  • 2023
    AQUINO, Amelina Pedrali de
    "NOVO OESTE PAULISTA? Um Estudo Onomástico de Topônimos Indígenas · Filologia e Língua Portuguesa · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USPBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Karylleila Santos Andrade, Mário Eduardo Viaro
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2022
    Tereza Tayná Coutinho Lopes
    Toponímia parkatêjê (timbira): um estudo linguístico e cultural sobre os nomes próprios de lugar · Letras: Lingüística e Teoria Literária · Universidade Federal do ParáBanca: Marília de Nazaré de Oliveira Ferreira, Patricia de Jesus Carvalhinhos, Karylleila Santos Andrade, FACUNDES, Sidney da Silva, Nayara da Silva Camargo
    Doutorado
  • 2022
    LIMA, Adriana Tavares
    A toponímia de Guarulhos · Filologia e Língua Portuguesa · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USPBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Martin Jayo, Cézar Alexandre Néri Santos
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2021
    Arlete Aparecida Nestlehner Cardoso de Almeida
    Memórias da paisagem: cotidiano e espacialidade dos comerciantes de tropas do Rio Ribeira de Iguape por meio da recuperação toponímica · Filologia e Língua Portuguesa · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USPBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Mário Eduardo Viaro, Júlio César Suzuki
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2021
    HAAG, Clara Beatriz
    As mudanças nos topônimos amazônicos na era pombalina: um olhar para além da motivação saudosa · Filologia e Língua Portuguesa · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USPBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Waldemar Ferreira Netto, Florêncio Almeida Vaz Filho
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2021
    SILVA, Antonio Rafael Marçal da
    Topônimos e representação espacial como ancoragem memorialística na obra Baú de ossos, de Pedro Nava · Filologia e Língua Portuguesa · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USPBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Marilza de Oliveira, Martin Jayo
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2020
    Tereza Tayná Coutinho Lopes
    Toponímia parkatêjê (timbira): um estudo linguístico e cultural sobre os nomes próprios de lugar · Letras: Lingüística e Teoria Literária · Universidade Federal do ParáBanca: Marília de Nazaré de Oliveira Ferreira, Patricia de Jesus Carvalhinhos, FACUNDES, Sidney da Silva, Karylleila Santos Andrade, CHAGAS, A. F. A
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2020
    Comissão Especial de Avaliação para a Carreira de Professor Titular de Cristina Lapomo
    · Instituto Federal de São PauloBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, . Eliana Maria Azevedo Roda Pessoa Ferreira, LIMA-HERNANDES, MARIA CÉLIA, Maria Lucia Marcondes Carvalho Vasconcelos
    Professor titular
  • 2019
    Marcel Twardowsky Ávila
    Dicionário nheengatu-português: nheenga rirú nheengatu-kariwa nheenga · ESTUDOS DA TRADUÇÃO · Universidade de São PauloBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Thomas Daniel Finbow, Eduardo de Almeida Navarro
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2016
    Lídia Spaziani
    A estigmatização em relação aos ciganos: as construções avaliativas por não-ciganos · Filologia e Língua Portuguesa · Universidade de São PauloBanca: LIMA-HERNANDES, M.C., Violeta Virgínia Rodrigues, Patricia de Jesus Carvalhinhos, Elaine dos Santos Silva, Elisângela Baptista de Godoy Sartin
    Doutorado
  • 2015
    Tang Sijuan
    Aspirações e dificuldades: livros didáticos como instrumentos de interação professor-aluno. · Filologia e Língua Portuguesa · Universidade de São PauloBanca: Cristina Lapomo Defendi, Fraulein Vidigal de Paula, Patricia de Jesus Carvalhinhos
    Mestrado
  • 2015
    Antônio Fernandes Góes Neto
    O Novo Testamento em nyengatu (1973): um capítulo na história das traduções bíblicas para línguas indígenas. · Mestrado em Estudos da Tradução · Universidade de São PauloBanca: Rafael Ruiz González, Eduardo de Almeida Navarro, Patricia de Jesus Carvalhinhos
    Mestrado
  • 2013
    Elaine Cristina Silva Santos
    ?Às vezes nem é preguiça e sim falta de conhecimento??: O processo de gramaticalização da dúvida e a abordagem pedagógica. · Filologia e Língua Portuguesa · Universidade de São PauloBanca: Denise Porto Cardoso, Vânia Cristina Casseb Galvão, Patricia de Jesus Carvalhinhos, Cristina Lopomo Defendi
    Doutorado
  • 2012
    Adriana Tavares Lima
    De Bracara Augusta a Braga: análise toponímica de um concelho português · Filologia e Língua Portuguesa · Universidade de São PauloBanca: Patricia de Jesus Carvalhinhos, Erasmo D'Almeida Magalhães, Carmem Maria Faggion
    Mestrado
  • 2011
    Júlio Cézar Ferreira
    As fontes culturais elaboradas sincreticamente no teatro anchietano · Letras · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USPBanca: Eduardo de Almeida Navarro, Patricia de Jesus Carvalhinhos
    Mestrado

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15 registros
  1. 2025 – 2025
    REVISTA GTLEX
    Revisor de periódico
  2. 2025 – 2025
    Landscape Research
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  3. 2024 – 2024
    Onomástica Desde América Latina
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  4. 2024 – 2024
    Onomástica Desde América Latina
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  5. 2024 – 2024
    Onomástica Desde América Latina
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  6. 2024 – 2024
    REVISTA GTLEX
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  7. 2023 – 2024
    Filologia e Linguística Portuguesa (Online)
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  8. 2023 – 2023
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  10. 2022 – 2023
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  11. 2021 – 2021
    Filologia e Linguística Portuguesa (Online)
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    DOMÍNIOS DE LINGU@GEM
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  13. 2020 – 2021
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  14. 2020 – 2021
    DOMÍNIOS DE LINGU@GEM
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  15. 2020 – 2021
    Onomástica Desde América Latina
    Revisor de periódico

Prêmios e títulos

03 registros
3 de 3 prêmios
Por página
  • 2021
    Prêmio Vídeo de Pós-Graduação USP TV Cultura 2021 Orientadora de estudante premiado (Antonio Rafael Marçal da SIlva)
    USP- TV Cultura
  • 2004
    Professora Homenageada - Curso de Secretariado Executivo Trlingue
    Centro Universitário Álvares Penteado
  • 2002
    Professora Homenageada - Curso de Secretariado Executivo Trlíngue
    Centro Univbersitário Álvares Penteado

Participação em eventos

45 registros
45 de 45 participações
Por página
  • 2024
    Onomástica paulista no século XVIII: os Maços de População
    Simpósio do Projeto História do Português Paulista · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2023
    Antropônimos contidos nos Maços de População (1765, antiga Província de São Paulo), um primeiro olhar
    V Jornadas Antroponomásticas · Conferencista · Convidado · Colima
  • 2022
    Topônimo-monumento como patrimônio imaterial
    XV Semana de Filologia na USP · Conferencista · Convidado · SÃO PAULO
  • 2022
    Revisitando Dick e discutindo alguns conceitos de relevo para a Toponímia
    VIII Simpósio Mundial de Estudos de Língua Portuguesa · Conferencista · Convidado · SÃO PAULO
  • 2021
    Onomástica desde América Latina (ODAL)-la revista. Algunas palabras
    III Jornadas Antroponomásticas · Conferencista · Convidado · Querérato
  • 2021
    Qual é o seu nome? Nomes e identidade na sociedade brasileira contemporânea
    Espaço Vivo Língua e Literatura - Centro Cultural Brasil-Finlândia · Conferencista · Convidado · Helsinki
  • 2021
    Na vida real: ações de impacto social. "Uma experiência de consultoria junto à Companhia do Metropolitano de São Paulo, METRÕ"
    FLP50 · Simposista · Convidado · SÃO PAULO
  • 2021
    Titulados recentes no Brasil e no mundo
    FLP50 · Moderador · Convidado · SÃO PAULO
  • 2018
    Toponímia e Turismo, língua, cultura e economia caminhando de mãos dadas
    II Seminário da Rede de Pesquisa Geografia, Turismo e Literatura · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2017
    Toponymic Inflation: When the Politics Dilates Names. The Bridges of São Paulo (São Paulo, Brazil)
    XXVI International Congress of Onomastic Sciences · Apresentação Oral · Participante · Debrecen
  • 2017
    El antropónimo Cícero en Brasil: ¿sagrado o profano?
    ICONN4 - The Fourth International Conference on Onomastics ?Name and Naming? - Sacred and Profane in Onomastics · Apresentação Oral · Participante · Baia Mare
  • 2017
    Lo sagrado que se convirtió en profano en la toponimia de São Paulo, Brasil
    ICONN4 - The Fourth International Conference on Onomastics ?Name and Naming? - Sacred and Profane in Onomastics · Conferencista · Convidado · Baia Mare
  • 2017
    The ideological function in names of public spaces in the city of São Paulo, Brazil
    XXVI International Congress of Onomastic Sciences · Apresentação oral · Participante · Debrecen
  • 2017
    Os nomes como elementos de construção espacial e discursiva
    VIII Seminário do PHPP · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2017
    Histórico de um sonho interdisciplinar
    I Simpósio Internacional sobre Linguagem e Cognição: fMRI aplicada a pesquisas em Linguística Cognitiva · Moderador · Convidado · São Paulo
  • 2016
    Escrevendo nos anos 50: a cidade, a Universidade e a língua. Tudo mudou e nada mudou.
    VII Seminário do PHPP · Apresentação Oral · Participante · São Paulo
  • 2015
    Memória Toponímica de São Paulo: (re)construindo a cidade a partir da memória.
    Imagens e Discursos sobre a cidade. Construção e Mobilização · Simposista · Convidado · São Paulo
  • 2014
    Antroponímia: o sistema de nomeação e fundamentos do nome próprio
    I Simpósio Interdisciplinar de Geografia e Letras · Conferencista · Convidado · Pires do Rio - Goiás
  • 2014
    Aspectos Cognitivos na Toponímia
    I SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE LINGUAGEM E COGNIÇÃO (I LINCOG), · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2013
    Denominaciones en el espacio público brasileño: algunas palabras sobre São Paulo
    The Second International Conference on Onomastics ?Name and Naming? ICONN2: Onomastics in Contemporary Public Space · Conferencista · Convidado · Baia Mare
  • 2013
    Los pueblos de Portugal y el modelo denominativo medieval
    The Second International Conference on Onomastics ?Name and Naming? ICONN2: Onomastics in Contemporary Public Space · Apresentação oral · Participante · Baia Mare
  • 2012
    Póvoa, casal, freguesia e outros: reflexão sobre os genéricos relativos a aglomerados humanos em Portugal
    II Congresso Internacional de Linguística Histórica · Apresentação Oral · Participante · São Paulo
  • 2012
    Quintas, casais, póvoas, aldeias. Aglomerados humanos portugueses, suas variantes lexicais e seus
    VII Semana de Filologia na USP · Apresentação Oral · Participante · São Paulo
  • 2012
    Instituto Previdência, São Paulo: memória(s) e topônimos
    X Celsul - Círculo de Estudos Linguísticos do Sul · Apresentação oral · Participante · Cascavel - PR
  • 2011
    Memoria toponomástica de São Paulo: el barrio Tatuapé
    XXIV ICOS International Congress of Onomastic Sciences · Apresentação Oral · Participante · Barcelona

Formação complementar

07 registros

Coautorias

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Na imprensa

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