Perfil do docente · FCF

Ana Campa.

Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas

Lattes
1891164895185158
ANALISES CLÍNICASBioquímicaFarmáciaAvaliação e analises toxicológicasImunologia Celular

Cita-se como: CAMPA, A.;Campa, A;Campa A;Ana Campa;A. Campa;A Campa;CAMPA, ANA

9 seções

Resumo biográfico

Professora titular da Universidade de São Paulo, na Faculdade de Ciências Farmacêuticas e membro da Academia de Ciências do Estado de São Paulo. Graduou-se em Farmácia-Bioquímica pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto-USP e doutorado em Bioquímica no Instituto de Química USP. Teve atuação nas Comissões de Pesquisa, Graduação e Pós-Graduação e Comissões Assessoras da FCF e na Chefia do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas e de Comissões da CAPES, CNPq e MEC. Orientou mais de 45 dissertações e teses. Seu interesse é entender como metabólitos do triptofano influenciam células do sistema imune e células tumorais.

Indicadores

Áreas de atuação

05 registros
  • Ciencias Da Saude
    Farmácia
    ANALISES CLÍNICAS
  • Ciencias Biologicas
    Bioquímica
  • Ciencias Da Saude
    Farmácia
  • Ciencias Da Saude
    Farmácia
    Avaliação e analises toxicológicas
  • Ciencias Biologicas
    Imunologia
    Imunologia Celular

Formação acadêmica

05 registros
  1. 1987 – 1987Pós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · Tufts University
    Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
  2. 1984 – 1988Pós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · Universidade de São Paulo
    Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
  3. 1980 – 1984DoutoradoConcluído
    BIOQUÍMICA · Universidade de São Paulo
    Aldeídos alifáticos lineares triplete
    Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
  4. 1976 – 1979GraduaçãoConcluído
    Farmácia e Bioquímica · Universidade de São Paulo
  5. Livre-docênciaConcluído
    Livre-docência · Universidade de São Paulo

Idiomas

04 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemBemBemBem
EspanholRazoávelBemPoucoBem
ItalianoBemBemBemBem
PortuguêsBemBemBemBem

Atuação profissional

04 registros
  1. 2012 – presenteVínculo atual
    Faculdade de Ciências Farmacêuticas - USP
    LivreLivre
  2. 2003 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor TitularLivre40h/sem
  3. 1997 – 2003Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    LivreServidor Publico40h/sem
  4. 1988 – 1997Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    LivreServidor Publico40h/sem

Projetos

12 registros
  • 2022 – presentePesquisaPesquisa

    Incidência de cetoacidose diabética, hipertrigliceridemia, pancreatite e desequilíbrio hidroeletrolítico em pacientes adultos diabéticos hospitalizados no Hospital Universitário da Universidade de São Paulo, no período de 2015 a 2019

    Em andamento
    Equipe

    Ana Campa (Responsável), Guilherme Cezar Ambrosio

  • 2022 – presentePesquisaPesquisa

    Comparação da modelagem de farmacocinética versus o modelo farmacocinético e farmacodinâmica de vancomicina na individualização de dose em pacientes neonatos e pediátricos de um Hospital Universitário de São Paulo

    Em andamento
    Equipe

    Ana Campa (Responsável), Guilherme Cezar Ambrosio, Wemerson Lourenço da Silva

  • 2022 – presentePesquisaPesquisa

    Hypertriglyceridemia associated to diabetic ketoacidosis - Case study

    Em andamento
    Equipe

    Ana Campa (Responsável), Guilherme Cezar Ambrosio

  • 2022 – presentePesquisaPesquisa

    Impact of COVID-19 pandemic on pharmaceutical interventions: A retrospective study with inpatients of a University Hospital in São Paulo- Brazil

    Em andamento
    Equipe

    Ana Campa (Responsável), Guilherme Cezar Ambrosio

  • 2012 – 2022PesquisaPesquisa

    A inflamação aguda na gênese da obesidade: modelo experimental com foco na proteína amilóide sérica A (SAA) como marcador inflamatório e de hipertrofia do tecido adiposo

    Concluído

    Apesar da inflamação resultante da obesidade estar bem caracterizada, tem-se discutido mais recentemente se a obesidade poderia ser uma das consequências do processo inflamatório. É conhecido que lipopolissacarídeo (LPS), administrado em doses muito baixas por infusão contínua (mimetizando a condição de endotoxemia provocada pela microbiota intestinal), induz a resistência à insulina, obesidade e diabetes em modelo experimental murino. Neste estudo pretendemos avaliar se a inflamação aguda é capaz de induzir a obesidade. Esta hipótese será testada pela indução seriada de eventos inflamatórios agudos, provocados por administração intra-peritoneal de altas doses de LPS, em camundongos swiss webster. Serão feitas análises no soro, carcaça, tecido adiposo e adipócitos isolados. Dentre os eventos sistêmicos marcantes do quadro agudo, está a síntese da proteína amilóide sérica A (SAA). Nosso interesse pela SAA é fruto de resultados do laboratório, que mostram uma ação na proliferação, diferenciação e lipólise de pré-adipócitos 3T3-L1. Sendo assim, nosso interesse é avaliar se há relação entre os mediadores gerados na inflamação aguda e a gênese da obesidade, através do efeito do soro oriundo de animais inflamados sobre a proliferação, diferenciação e lipólise de pré-adipócitos 3T3-L1. Como conseqüência dos efeitos que descrevemos para a SAA em relação à adipogênese, avaliaremos a contribuição da SAA como um elo entre a inflamação e a obesidade através da superexpressão de SAA em células 3T3-L1.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Ana Campa (Responsável), Edson Mendes de Oliveira

  • 2012 – 2022PesquisaPesquisa

    Amilóide sérica A e melanomas: receptores, metaloproteinases de matriz e interação com células do sistema imune

    Concluído

    Para alguns tipos de tumores foi evidenciada uma correlação positiva entre a produção da proteína amilóide sérica A (SAA) e sua malignidade. Nosso grupo tem descrito o papel da SAA como um fator de crescimento estimulando a proliferação de diferentes tipos celulares. Em duas linhagens de glioma, além do efeito na proliferação, a SAA modifica a migração e invasão dependentemente de metaloproteinases de matriz (MMPs). Curiosamente, para uma das linhagens a SAA provocou um decréscimo de atividade das MMPs e conseqüente inibição da migração e invasão, enquanto que para a outra linhagem foi observado o inverso. Este resultado nos leva à este projeto que visa avaliar o efeito de SAA num conjunto maior de linhagens de tumores para melhor definir sua contribuição na malignidade. Melanomas foram escolhidos por serem agressivos, estudados por grupos competentes em São Paulo e para o qual a SAA tem sido proposta como fator prognóstico. Serão utilizados um banco de células com padrões distintos de mutações, cultivados tanto em monocamadas como em modelos tridimensionais imunocompetentes (colaboração Profa. Silvya Stuchi - FCF/USP) e amostras clínicas (colaboração Prof. Gilles Landman- UNIFESP). Resultados preliminares com duas linhagens de melanoma mostraram um perfil diferenciado na expressão gênica de SAA e na invasão e migração. Outra questão importante é a definição do(s) receptor(s) da SAA na célula tumoral. Neste sentido, também em estudo preliminar, identificamos que a expressão de Toll-like receptors (um dos receptores identificados para SAA) é maior na linhagem mais responsiva.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Ana Campa (Responsável), Luziane Potrich Bellé

  • 2011 – 2022PesquisaPesquisa

    Amiloide sérica a (SAA) e câncer: efeitos biológicos e mecanismos de ação em glioblastomas multiformes.

    Concluído

    A proteína de fase aguda Amilóide sérica A (SAA) é conhecida por modular processos inflamatórios e foi descrita como o mais novo marcador de progressão tumoral. Isto porque trabalhos demonstram aumento sérico de SAA em neoplasias humanas. Esta constatação é suportada ainda pelo fato de SAA ser produzida de forma constante e tênue em processos crônicos e estes contribuírem na gênese e progressão de tumores. Numa abordagem inédita nosso objetivo tem sido avaliar o efeito direto de SAA sobre duas linhagens de glioblastomas humanos (projeto de mestrado FAPESP nº07/56864-2). Trabalhando com as linhagens A172 e T98G, mostramos que SAA afeta a produção de citocinas e outros fatores relacionados ao crescimento e disseminação de tumores (MMPs e RECK). Nossas investigações também permitiram verificar que glioblastomas são capazes de expressar e produzir a proteína SAA. Os efeitos de SAA sobre o crescimento, migração e invasão dependeram da linhagem e da concentração da proteína e sugerem que SAA seja importante para a biologia dos tumores, exercendo tanto efeitos pró quanto anti-neoplásicos. Assim sendo, neste projeto nos propomos a analisar o efeito da SAA sobre o citoesqueleto da célula e adesões focais, atividade enzimática das MMPs, ciclo celular, apoptose e necrose, vias de sinalização, receptores, produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Também avaliaremos o efeito da hipóxia sobre a produção de SAA pelas células tumorais. Também pretendemos identificar indutores de SAA em tumores e ainda, avaliar o impacto da superexpressão e supressão de SAA nos mesmos. Este estudo permitirá reconhecer os mecanismos pelos quais SAA age sobre células tumorais e uma ação autócrina para esta proteína e contribuirá com a compreensão de como os processos inflamatórios interferem na progressão tumoral.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Ana Campa (Responsável), Franciele Hinterholz Knebel

  • 2010 – 2012PesquisaPesquisa

    Via das quinureninas versus via serotonérgica: participação na comunicação entre células do sistema imune e no imune escape de tumores

    Concluído

    O metabolismo do triptofano (TRP) se dá pela via das quinureninas (via QUIN) e pela via serotonérgica (via SER). A primeira gera quinurenina (QUIN) e uma gama de produtos secundários e, quando conduzida pela enzima indolamina 2,3 dioxigenase (IDO), contribui para os fenômenos de tolerância e o imune escape de células tumorais. A via SER leva à produção de serotonina (5-HT), que pode gerar melatonina (MLT) e outros metabólitos. Os produtos da via SER, assim como MLT e metabólitos, possuem efeitos imunomodulatórios e, no que concerne ao câncer, há evidências de que estes compostos podem controlar o crescimento tumoral. Visto que diferentes tipos de tumores e células do sistema imune expressam IDO e dada a importância desta via na avaliação de severidade e no desenvolvimento de estratégias da terapia anti-neoplásica, o objetivo do presente projeto é identificar qual a importância das vias QUIN e SER no metabolismo de TRP em monócitos, macrófagos, células dendríticas, linfócitos e algumas linhagens tumorais humanas. Estas rotas serão avaliadas também após tratamento das células mantidas em cultura com IFN-g. Apesar do IFN-g ser um indutor clássico da via QUIN, não se conhece seu efeito sobre a via SER. A partir da tabulação das vias QUIN e SER nas diferentes células estudadas neste projeto, saberemos se as vias de degradação de TRP são ativadas concomitantemente ou se elas competem entre si. Alguns estudos nossos feitos em sistema livre de células amparam a participação de metabólitos de ambas as vias na regulação destas. Nossas hipóteses são de que a via QUIN e SER exerçam controle uma sobre a outra, que os produtos gerados pela via SER modulam a resposta imune e que, além da via QUIN, a via SER também definiria o rumo da progressão tumoral. Com ensaios de co-cultura avaliaremos o impacto das vias de metabolização do TRP na comunicação celular entre células imunológicas e tumorais.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Ana Campa (Responsável), Ana Carolina Ramos Moreno

  • 2009 – 2011PesquisaPesquisa

    Avaliação da amilóide sérica A (SAA) em processos associados à implantação embrionária e efeitos sobre o citotrofoblasto humano

    Concluído

    Nos últimos anos nosso grupo de pesquisa tem reconhecido várias atividades da amilóide sérica A (SAA) sobre leucócitos humanos no que diz respeito à liberação de citocinas pró-inflamatórias, produção de espécies reativas de oxigênio e óxido nítrico (NO). Com isso houve uma contribuição na definição da SAA como um potente agente imunorregulador que deve contribuir para a gênese e progressão da doença inflamatória. Apesar dos esforços no reconhecimento das ações da SAA, há ainda muitos questionamentos relacionados às ações desta sobre outros tipos celulares. Recentemente, foi descrito que a SAA é expressa por células trofoblásticas entre a 10a e 12a semanas de gravidez, porém o seu papel na interface materno-fetal permanece desconhecido. Assim, com este trabalho, fruto de uma colaboração com a Profa. Estela Bevilacqua (ICB-USP), pretendemos, em um primeiro momento, avaliar a presença da SAA em trofoblasto humano do vilo placentário durante os processos associados à implantação embrionária como a diferenciação e a invasão in vitro. Havendo a detecção da SAA durante os processos acima citados é de nosso interesse silenciar o gene da SAA e monitorar o efeito do silenciamento sobre estes mesmos processos. Para isso, pretendemos padronizar todas as condições de silenciamento gênico da SAA na linhagem de coriocarcinoma (JAR), que mimetiza a célula trofoblástica primária e expressa SAA de forma constitutiva, para depois estender para o citotrofoblasto humano. Em um segundo momento, verificaremos os efeitos da SAA sobre o citotrofoblasto extraviloso no que se refere à proliferação, a diferenciação e invasão, expressão e atividade de metaloproteinases (MMP-2 e MMP-9), liberação de citocinas e produção de NO. Além disso, avaliaremos se na ação da SAA sobre o citrofoblasto há a ativação de receptores Toll-like 2 e 4, para os quais a SAA é um dos ligantes. Portanto, com este estudo será possível verificar a participação da SAA em processos protetores e/ou deletérios para o desenv

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Ana Campa (Responsável), Silvana Sandri

  • 2008 – 2010PesquisaPesquisa

    Efeitos da proteína amilóide sérica A (SAA) sobre a adipogênese e produção de fatores inflamatórios por adipócitos

    Concluído

    Nos últimos anos surgiu o conceito geral de que uma inflamação sutil e crônica acompanha o desenvolvimento excessivo de tecido adiposo. Os elementos que associam a obesidade com a inflamação são: (i) o aumento tênue de fatores inflamatórios no soro de indivíduos obesos, (ii) a expressão de genes inflamatórios pelo adipócito e (iii) a infiltração de macrófagos no tecido adiposo e sua relação com o crescimento do tecido. Estas observações fizeram surgir a hipótese de que o desenvolvimento de um processo inflamatório no tecido adiposo em crescimento é o evento primário na gênese das alterações metabólicas e vasculares e podem ser a condição que associa a obesidade com doenças como a diabetes tipo II e aterosclerose. Há 2 anos iniciamos um projeto cujo objetivo foi o de avaliar o efeito da proteína amilóide sérica A (SAA), uma proteína de fase aguda, sobre adipócitos humanos. As justificativas para este estudo foram que, na mesma época, havia sido mostrado que adipócitos expressavam SAA e que havia uma proporcionalidade entre a concentração sérica de SAA e índice de massa corpórea (IMC), sendo que indivíduos obesos que perdiam peso tinham uma redução na concentração desta proteína no soro. Vimos com bastante interesse estes estudos uma vez que estudávamos o efeito de SAA sobre células do sistema imune. Em macrófagos, neutrófilos e PBMC, a SAA induzia respostas inerentes à ativação celular e inflamação, ou seja, SAA era capaz de induzir a expressão e liberação de uma gama de citocinas, aumentar a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS) e espécies reativas de nitrogênio (RNS). Inicialmente tínhamos como objetivo avaliar se SAA também era capaz de induzir ROS e RNS e a síntese de citocinas por adipócitos e também se teria um papel na diferenciação de pré-adipócitos. Resultados de amostras de adipócitos humanos obtidos de tecido subcutâneo retirado de cirurgias plasticas estéticas e mantidos em cultura mostraram que estas respondiam à incubação com SAA aumentando a

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Ana Campa (Responsável), Filippin-Monteiro, F B, Edson Mendes de Oliveira

  • 2008 – 2010PesquisaPesquisa

    Ação da Amilóide Sérica A em Linhagens Celulares de Glioma Humano

    Concluído

    Tumores malignos são acompanhados de inflamação crônica e aumento de proteínas de fase aguda. Neste contexto, está inserida a amilóide sérica A (SAA), uma proteína que apresenta atividade imunomodulatória por promover a expressão e liberação de citocinas pró-inflamatórias e espécies reativas de oxigênio por leucócitos. Até o momento, a relação estabelecida entre a SAA e neoplasias se restringe a trabalhos clínicos que descrevem a SAA como um marcador diagnóstico. Todavia, a existência de relação da SAA com a proliferação celular ainda não foi investigada. Assim sendo, nos propomos a analisar o efeito direto da SAA nas linhagens celulares de glioma humano - A172 e T98G - a fim de investigar a ação desta proteína na proliferação celular. Caso a SAA afete o crescimento dos gliomas, caracterizaremos os marcadores envolvidos na proliferação ou regressão celular, a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS) e de óxido nítrico (NO), assim como, a expressão de metaloproteinases de matriz (MMP-2 e MMP-9), expressão de mTOR (molécula alvo da rifampicina) e os marcadores de apoptose e necrose. Caso um efeito direto sobre a proliferação não seja evidenciado, estudaremos estes parâmetros em co-culturas destas duas linhagens tumorais com células mononucleares de sangue periférico humano (PBMC). Também avaliaremos se SAA é expressa nas linhagens A172 e T98G. Este estudo proverá um maior conhecimento acerca da ação da SAA em células tumorais e elucidará possíveis mecanismos imunológicos envolvidos na proliferação ou regressão do tumor.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Ana Campa (Responsável), Franciele Hinterholz Knebel

  • 2005 – 2007PesquisaPesquisa

    Elucidação Estrutural de Compostos Presentes em Sistemas Biológicos, Plantas eAlgas, e Alimentos por LC-MS (ion-trap)

    Concluído

    Este é um projeto multiusuário da FAPESP para aquisição e instalação de espectrometro de massas (ion-trap) para a FCFUSP cuja coordenação geral é da Profa. Ana Campa. O número de alunos refere-se a todos os pesquisadores envolvidos (coordenação geral, dois coordenadores, 12 docentes de diferentes insitutos da USP).

    Equipe

    Ana Campa (Responsável)

Produção bibliográfica

158 registros
39 de 39 itens
  • 2002
    Interferon-gamma independent oxidation of melatonin by macrophages
    Ana Campa; Maria Rita Rodrigues; Dunia Rodriguez; M Russo · XVII Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental · Salvador
  • 2002
    Myeloperoxidase activity in macrophage-primed by concanavalin-A
    Ana Campa; M R Rodrigues; D Rodriguez; M Russo; L H Catalani · XXXI Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular · Caxambú
  • 2002
    Killing of C.albicans during oxidation of melatonin by horseradish peroxidase plus hydrogen peroxidase
    Ana Campa; S O Silva; S S Okada; M R Rodrigues; V F Ximenes · XXXI Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Bologia Molecular · Caxambú
  • 2002
    Effect of wortmanin, PD 98059 and SB 203580 on SAA-induced IL-8 and TNF release in neutrophils
    Ana Campa; S O Silva; M R Rodrigues · Effect of melatonin and N-acetyl-N-formyl-5-methoxykynurenine (AFMK) on the release of pro-inflammatory cytokines from neutrophils and mononuclear cells · Caxanbú
  • 2002
    Oxidation of tryptophan residues in apolipoproteins from high density lipoproteins by the peroxidase/H2O2 system and peroxynitrite
    Ana Campa; C Burger · XXXI Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular · Caxambú
  • 2002
    Effect of melatonin and N-acetyl-N-formyl-5-methoxykynuramine (AFMK) on the release of proinflammatory cytokines from neutrophils and mononuclear cells
    Ana Campa; M R Rodrigues; S O Silva · XXXI Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Bioogia Molecular · Caxambú
  • 2001
    Melatonin abolishes hypochlorous acid formation from neutrophils without affecting its microbicide activity
    Ana Campa; S O Silva; V F Ximenes; M R Rodrigues; S S Okada · Oxygen Society Meeting · Triangle prak
  • 2001
    Dioxygenase activity of myeloperoxidase compound III
    Ana Campa; V F Ximenes; S O Silva; M R Rodrigues; P Mascio; L H Catalani · Oxygen Society Meeting · Triangle Park
  • 2001
    Oxidation of melatonin and tryptophan by an HRP cycle involving compound III
    Ana Campa; V F Ximenes; L H Catalani · Oxygen Society Meeting · Triangle Park
  • 2001
    Melatonin reduces the amount of hypochlorous acid in PMA-activated human blood neutrophils
    Ana Campa; S O Silva; L H Catalani; A Campa · XXX Reunião Anual da Socieddae Brasileia de Bioquímica e Biologia Molecular · Caxambú
  • 1993
    Monitoracao do Processo de Fagocitose Atraves da Utilizacao da Bacteria Bioluminescente Vibrio Fischeri
    Ana Campa · VIII REUNIAO ANUAL DA FEDERACAO DE SOCIEADES DE BIOLOGIA EXPERIMENTAL
  • 1993
    Intensificacao da Bioluminescencia da Bacteria Vibrio Choleare Var Albensis Por Leucocitos Polimorfonucleares
    Ana Campa · VIII REUNIAO ANUAL DA FEDERACAO DE SOCIEDADES DE BIOLOGIA EXPERIMENTAL
  • 1993
    Efeito da Lipoproteina de Alta Densidade Sobre O 'Burst'Respiratorio de Leucocitos Polimorfonucleares
    Ana Campa · VIII REUNAO ANUAL DA FEDERACAO DE SOCIEDADES DE BIOLOGIA EXPERIMENTAL
  • 1993
    Associacao do Antifungico Anfotericina B A Componentes do Plasma
    Ana Campa · VIII REUNIAO ANUAL DA FEDERACAO DE SOCIEDADES DE BIOLOGIA EXPERIMENTAL
  • 1993
    Estudo Por Dicroismo Circular da Associacao do Antibiotico Polienico Ab Com Emulsoes Lipidicas
    Ana Campa · VIII REUNIAO ANUAL DA FEDERACAO DE SOCIEDADES DE BIOLOGIA EXPERIMENTAL
  • 1993
    Determinacao da Dose Letal Mediana Para Anfotericina B Associada A Emulsao Lipidica
    Ana Campa · VIII REUNIAO ANUAL DA FEDERACAO DE SOCIEADDES DE BIOLOGIA EXPERIMENTAL
  • 1992
    Estudo Histopatologico dos Efeitos do Antibiotico Polienico Anfotericina B
    Ana Campa · VII REUNIAO ANUAL DA FEDERACAO DE SOCIEADDES DE BIOLOGIA EXPERIMENTAL
  • 1991
    Toxicity Of Amphotericin B Associated Triglyceride-Rich Emulsions Uponred Blood Cells
    Ana Campa · VI CONGRESSO DA ASSOCIACAO PAN AMERICANA DAS SOCIEDADES DE BIOQUIMICA
  • 1991
    Superoxide Dismutase Activity In The Pineal Gland: Circadian And Ultrs
    Ana Campa · VI CONGRESSO DA ASSOCIACAO PAN AMERICANA DAS SOCIEDADES DE BIOQUIMICA
  • 1991
    Oxidation Of Ldl By Stimulated Neutrophils And Ferritin:Effect Of Antioxidants
    Ana Campa · KEYSTONE SYMPOSIA ON MOLECULAR AND CELLULAR BIOLOGY
  • 1991
    Toxicidade In Vivo de Anfotericina B Em Emulsoes Lipidicas
    Ana Campa · VI REUNIAO ANUAL DE SOCIEDADE DE BIOLOGIA EXPERIMENTAL
  • 1991
    Low Density Lipoprotein Oxidation By Ferritin-Iron Released By Stimulated Neutrophils
    Ana Campa · 5TH INTERNATIONAL CONGRESS OF OXYGEN RADICALS
  • 1991
    Oxidacao da Lipoproteina de Baixa Densidade Por Neutrofilos Estimulados e Ferritina
    Ana Campa · VI REUNIAO ANUAL DA SOCIEDADE DE BIOLOGIA EXPERIMENTAL
  • 1990
    Circadian Rhythms Of Superoxide Dismutase And Gluthatione Peroxidase Nn Rat Liver
    Ana Campa · XI INTERNATIONAL CONGRESS OF PHARMACOLOGY
  • 1990
    Temporal Profile Of Superoxide Dismutase Activity In The Pineal Gland And Liver Of Rats
    Ana Campa · 3RD WORKSHOP ON: ROLE OF MELATONIN AND PINEAL PEPTIDES IN NEUROIMMUNOMODULATION
  • 1990
    Veiculacao de Anfotericina B Em Emulsoes Lipidicas: Implicacoes Na Toxicidade da Droga
    Ana Campa · V REUNIAO ANUAL DA FEDERACAO DE SOCIEDADES DE BIOLOGIA EXPERIMENTAL
  • 1990
    Oxidation Of Ldl By Ferritin And Stimulated Neutrophils
    Ana Campa · 5TH BIENNIAL MEETING OF THE INTERNATIONAL SOCIETY FOR FREE RADICAL REH
  • 1990
    Variacao Diaria da Atividade da Superoxido Dismutase Na Glandula Pineal
    Ana Campa · V REUNIAO ANUAL DA FEDERACAO DE SOCIEADADES DE BIOLOGIA EXPERIMENTAL
  • 1990
    Ritmicidade Circadiana da Atividade das Enzimas Superoxido Dismutase Eglutationa Peroxidase Em Figado de Ratos Albinos
    Ana Campa · V REUNIAO ANUAL DA FEDERACAO DE SOCIEDADES DE BIOLOGIA EXPERIMENTAL
  • 1988
    Tetrametyldioxetane-Genarated Triplet Acetone Induces Lipid Peroxidation.
    Ana Campa · II ENCONTRO LATINO AMERICANO DE FOTOQUIMICA E FOTOBIOLOGIA
  • 1988
    Formacao de Estados Eletronicamente Excitados Em Sistemas de Alpha- Oxidacao de Plantas.
    Ana Campa · REUNIAO DE TRABALHO DE QUIMICA BIOORGANICA BRASIL-CHILE
  • 1988
    Triplet Acetone Can Initiate Lipid Peroxidation.
    Ana Campa · 4 TH BIENNAL GENERAL MEETING SOC. FREE RADICAL RESEARCH
  • 1988
    Peroxidacao Lipidica Iniciada Por Acetona Triplete.
    Ana Campa · CIENCIA E CULTURA
  • 1987
    Excited States Formation In The Alpha - Oxidase System Of 'Pisum Sativum'.
    Ana Campa · PAN-AMERICAN ASSOCIATION OF BIOCHEMICAL SOCIETES - V PAABS
  • 1986
    Biological Generation Of Electronically Excited States.Possible Roles.
    Ana Campa · PROCEEDING INTERNATIONAL SEMINAR IN LIVING STATES III
  • 1986
    Bio Photoenergized Molecules Interaction Luith Microsome: Lipid Peroxidation.
    Ana Campa · ARQUIVOS DE BIOLOGIA E TECNOLOGIA
  • 1985
    The Effect Of Enzyme-Generate Triplet Species Upon Vitamin D And Related Compounds.
    Ana Campa · XIV REUNIAO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE BIOQUIMICA
  • 1985
    Microsomal Luminescence Promoted By Triplet Species.
    Ana Campa · ARQUIVOS DE BIOLOGIA E TECNOLOGIA
  • 1984
    Triplet Energy Transfer From Peroxidase-Generated Excited Aliphatic Aldehydes To Chloroplasts
    Ana Campa · XIII REUNIAO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE BIOQUIMICA

Prêmios e títulos

02 registros
  • 2016
    Menção Honrosa do Prêmio Capes de Tese 2016 da área de FARMÁCIA pela tese ?Novas perspectivas para o papel de amilóide sérica A (SAA) na obesidade e resistência à insulina?, defendida no ano de 2015
    Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
  • 2008
    Membro da Acadêmia de Ciênias do Estado de São Paulo - ACIESP
Fonte dos dadosCurrículo Lattes · CNPqCurrículo atualizado em 10042023Ver no Lattes