Adalberto Pessoa Junior.
Livre · Departamento de Tecnologia Bioquímico-farmacêutica
Currículo atualizado em 05/12/2025
Cita-se como: Pessoa, A.;Pessoa Jr., Adalberto;Pessoa-Junior, A.;Junior, Adalberto Pessoa;Jr, Adalberto Pessoa;PESSOA, ADALBERTO;Adalberto Pessoa-Júnior;PESSOA-JÚNIOR, ADALBERTO;ADALBERTO, PESSOA JR;PESSOA JR, ADALBERTO;ADALBERTO PESSOA JÚNIOR;Adalberto Pessoa Júnior;Pessoa Júnior, Adalberto;Pessoa Júnior, A.;JÚNIOR, ADALBERTO PESSOA;Adalberto Pessoa;Pessoa Adalberto;Pessoa, Adalberto;Adalberto Pessoa Junior;PESSOA JUNIOR, ADALBERTO;PESSOA JR, A;PESSOA- JR, ADALBERTO;JUNIOR, AP;PESSOA-JUNIOR, A;PESSOA-, ADALBERTO;JUNIOR, ADALBERTO P.
Resumo biográfico
Adalberto Pessoa Jr é Docente da disciplina de Biotecnologia Farmacêutica na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (FCFUSP) desde 1998. Graduou-se em Engenharia de Alimentos pela Universidade Federal de Viçosa, cursou mestrado em Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica pela Universidade de São Paulo TBFUS, doutorado em TBFUSP (1995) - com doutorado-sanduíche na Alemanha (Gesellschaft fur Biotechnologische Forschung - GBF) e Pós-Doutorado no Massachusetts Institute of Technology (MIT), USA (em 2000). Obteve título de Livre-Docente em 2001; é Professor Titular (MS-6) desde 2006; foi vice-chefe do Departamento de TBFUSP da FCF/USP de 2021 a 2025; foi vice-Diretor da FCF/USP no período de 2014 a 2018; foi Coordenador do Programa de Pós-Graduação em TBF (2006 a 2014); foi Presidente da Comissão Coordenadora do Programa (2009 a 2014) e Comissão de Pós-Graduação da FCFUSP entre 2013-2014; foi Editor-Chefe do periódico Brazilian Journal of Microbiology, BJM de 2008 a 2014 e Editor Associado na área de Microbiologia Industrial de 2006 a 2021; foi Presidente da Sociedade Brasileira de Microbiologia de 2009 a 2013 e Vice-Presidente da Associação Latino Americana de Microbiologia de 2010-2014; foi Coordenador da Área de Microbiologia Industrial da SBMem diversos períodos nos últimos 25 anos; foi orientador dos cursos de Mestrado e Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia Industrial EEL/USP (1995 a 2000 e desde 2023), em TBFUSP (desde 1998), em Biotecnologia Interunidades ICB/USP (desde 2000) e do Mestrado Profissional entre ICB-FCF/USP em Inovaça#771;o em Diagno#769;stico e Desenvolvimento de Fa#769;rmacos e Medicamentos; foi Coordenador da Rede Brasileira de Biotecnologia Farmacêutica do INCT; é Docente do Doutorado em Engenharia Química da Università degli Studi di Genova (Itália) desde 2006; foi Professor Visitante do Mestrado em Energías Renovables da Universidad Autónoma de Guadalajara (México) de 2008 a 2013; do Doutorado em Biologia Molecular e Biotecnologia Aplicada da Universidad de La Frontera (Chile) desde 2011; Professor Visitante Senior no King's College London, Inglaterra desde 2020 e coordenador do Convênio de Duplo-Doutorado com o Institute of Pharmaceutical Sciences, King's College London, desde 2017. Atua nos seguintes temas: biotecnologia farmacêutica bioprocessos com ênfase na produção, purificação e aplicação de biomoléculas de interesse farmacêutico e alimentos. Possui 13 patentes depositadas na área de biotecnologia; mais de 318 Publicações indexadas na ISI Web of Science, com mais de 8800 citações e Índice H do ISI igual a 44 (em junho 2025). GoogleScholar: Índice H=53 e Número de citações: 12205 (jun 2025). Foi incluído na lista dos 2 de Cientistas mais Influentes do Mundo" referente ao ano de 2020, 2021, 2024 e 2025 publicado pela editora Elsevier por pesquisadores da University of Standford (em 2 categorias: carreira completa e no ano de 2020, 2021 e 2022). Possui, ainda, 6 livros publicados em 3 idiomas: Purificação de Produtos Biotecnológicos (Português: Primeira e Segunda Edições); Biotecnologia Farmacêutica (Primeira Edição) e "Pharmaceutical Biotechnology: A Focus on Industrial Application" (first Edition) e Purificadión de Productos Biotecnológicos (First Edition - Espanhol). Já formou 22 Mestres; 31 doutores e supervisionou 25 pós-doutorados. É consultor da Eurofarma S.A. na área de Biofármacos (Filgrastim). Sócio da empresa Biobreyer PD Ltda e da Bioinsumos Brasil Pesquisa e Comércio de Bioprodutos Ltda. Proprietário da empresa EngBiotec Consultoria em Biotecnologia Farmacêutica, Alimentos e Cosmética Ltda. Desenvolveu projetos de PD com a empresa Prozyn Ltda. É Perito Judicial da Justiça Federal brasileira.
Indicadores
Áreas de atuação
06 registros- Ciencias BiologicasBiologia GeralBiotecnologia
- Ciencias BiologicasMicrobiologiaMicrobiologia Aplicada › Microbiologia Industrial e de Fermentação
- EngenhariasEngenharia QuímicaProcessos Industriais de Engenharia Química › Processos Bioquímicos
- Ciencias BiologicasBioquímicaEnzimologia › Purificação de Enzimas
- Ciencias BiologicasBiologia GeralBiotecnologia › Biotecnologia Farmacêutica
- Ciencias BiologicasBiologia GeralBiotecnologia › Biotecnologia Industrial
Formação acadêmica
05 registros- 2000 – 2000Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Massachusetts Institute of TechnologyBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 1991 – 1995DoutoradoConcluídoTecnologia Bioquímico-Farmacêutica · Universidade de São Paulo“Obtenção de Inulinase: recuperação e ampliação de escala (doutorado Sanduíche - GBF/Alemanha)”Orientação: Michele VitoloBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
- 1989 – 1991MestradoConcluídoTecnologia Bioquímico-Farmacêutica · Universidade de São Paulo“Produção de Proteína Microbiana a Partir de hidrolisado hemicelulósico de bagaço de cana-de-açúcar”Orientação: Prof. Titular Sunao SatoBolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
- 1980 – 1984GraduaçãoConcluídoEngenharia de Alimentos · Universidade Federal de Viçosa
- Livre-docênciaConcluídoLivre-docência · Universidade de São Paulo
Idiomas
03 registros| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Alemão | Bem | Bem | Bem | Bem |
| Inglês | Bem | Bem | Bem | Bem |
| Espanhol | Bem | Bem | Razoável | Bem |
Atuação profissional
30 registros- 2025 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 2025 – presenteVínculo atualUniversidade Federal de Santa Catarina
- 2024 – presenteVínculo atualUniversidad de La Frontera
- 2023 – presenteVínculo atualBioinsumos Brasil LtdaConsultor FixoServidor Publico1h/sem
- 2021 – presenteVínculo atualAdalberto Pessoa Junior Ltda - EngbiotecConsultor FixoServidor Publico
- 2020 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaKing's College LondonStaffProfessor Visitante
- 2020 – presenteVínculo atualEurofarma Laboratórios - MatrizConsultor FixoConsultor5h/sem
- 2020 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Distrito FederalRevisor de projeto de fomento
- 2018 – presenteVínculo atualFondo Nacional de Desarrollo Científico y TecnológicoRevisor de projeto de fomento
- 2017 – 2021Universidade Federal de UberlândiaProfessor TitularColaborador
- 2017 – 2021Universidad Nacional Mayor de San MarcosProfessor TitularColaborador
- 2017 – presenteVínculo atualBioBreyer Pesquisa e Desenvolvimento Ciêntífico LTDA.Consultor1h/sem
- 2015 – presenteVínculo atualCONACYTRevisor de projeto de fomento
- 2012 – presenteVínculo atualUniversidad de La FronteraProfessor VisitanteProfessor vistante
- 2011 – presenteVínculo atualFundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do RJRevisor de projeto de fomento
- 2010 – 2013Brazilian Journal of MicrobiologyMembro de corpo editorial
- 2010 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de PernambucoRevisor de projeto de fomento
- 2010 – presenteVínculo atualFundação de Ciência e TecnologiaRevisor de projeto de fomento
- 2009 – 2014Universidad Autónoma de GuadalajaravisitanteProfessor vistante1h/sem
- 2007 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor titular (MS-6)
- 2007 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of MicrobiologyMembro de corpo editorial
- 2001 – 2007Dedicação exclusivaUniversidade de São PauloProf. Associado (Nível MS 5 - Livre Docente)Servidor Publico40h/sem
- 2001 – presenteVínculo atualCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorRevisor de projeto de fomento
- 1999 – presenteVínculo atualConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoRevisor de projeto de fomento
- 1998 – 2001Dedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor Doutor (Nível MS-3 - Doutor)Servidor Publico40h/sem
- 1989 – 1998Faculdade de Engenharia Química de LorenaProfessor DoutorCeletista40h/sem
- 1985 – 1989Usina Nova América S.AEngenheiroCeletista44h/sem
- 1984 – 1984Universidade de Caxias do SulEstagiarioBolsista40h/sem
- 1983 – 1984Universidade Federal de ViçosaEstagiarioBolsista20h/sem
- Vínculo atualUniversidade Federal Rural de Pernambuco
Produção bibliográfica
835 registros- 2024Production of l- asparaginse II ecap40s/s206c by lactose induction in DO-stat feedAdalberto Pessoa Junior; Flaviana Chaves; Larissa Brumano; Aldo Tonso · The 18th Congress of the International Union of Microbiological Societies (IUMS 2024) · Frontiers Media SA · ISBN 978-2-8325-51 · Florença, Itália
- 2024The production of hyaluronic acid by kluyveromyces lactis cultivation associated with the hyaluronidase enzymeAdalberto Pessoa Junior; Letícia Minervino Da Silva; Antonio Milton Vieira Gomes; Breyer, Carlos Alexandre; Renata Bannitz Fernandes · The 18th Congress of the International Union of Microbiological Societies (IUMS 2024) · Frontiers Media SA · Florença, Itália
- 2023HETEROLOGOUS EXPRESSION OF Peinicllium cerradense L- ASPARAGINASE INCLUSION BODIES IN Escherichia coli.Joel Antonio Cordeiro de Abreu; Kellen Cruvinel; Samuel Leite Cardoso; Paula M. Souza; Adalberto Pessoa Junior; Pérola de Oliveira e Magalhães · 32 Congresso Brasileiro de Microbiologia · Foz do Iguaçu
- 2023Optimization of culture conditions for recombinant L-asparaginase production and inclusion body solubilization.Ana Luisa Leoncio Rodrigues; Samuel Leite Cardoso; Kellen Cruvinel; Adalberto Pessoa Junior; Pérola de Oliveira e Magalhães · 32 Congresso Brasileiro de Microbiologia · foz do iguaçu
- 2023OTIMIZAÇÃO DO MEIO DE CULTURA PARA A PRODUÇÃO DE L-ASPARAGINASE EXTRACELULAR EM E. COLI BL21 (DE3).Javiera Miranda; Nicolás Lefin; Iris M. Costa; Gisele Monteiro; Mauricio Zamorano; Adalberto Pessoa Junior +1 autores · 32 Congresso Brasileiro de Microbiologia · foz do iguaçu
- 2023PRODUÇÃO RECOMBINANTE E OTIMIZAÇÃO DA EXPRESSÃO DE ASNASE_H_Q, UMA ASPARAGINASE QUIMÉRICA HUMANIZADA COM POTENCIAL BIOFARMACÊUTICOAlejandro Pedroso; Nicolás Lefin; Javiera Miranda; Gisele Monteiro; Adalberto Pessoa Junior · 32 Congresso Brasileiro de Microbiologia · Foz do Iguaçu
- 2023Screening of L-asparaginase extraction from Penicillium cerradense isolated from Brazilian Savannah.Kellen Cruvinel; Joel Antonio Cordeiro de Abreu; Paula M. Souza; Samuel Leite Cardoso; Edivaldo Ximenes Filho; Adalberto Pessoa Junior +1 autores · 32 Congresso Brasileiro de Microbiologia
- 2023SUPLEMENTAÇÃO DE AMINOÁCIDOS PARA A OBTENÇÃO DE UM MEIO QUIMICAMENTE DEFINIDO APRIMORADO PARA A PRODUÇÃO DE UMA L-ASPARAGINASE II DUPLA MUTANTE EXPRESSA POR ESCHERICHIA COLI BL21 (DE3)Nicolás Lefin; Javiera Miranda; Iris M. Costa; Gisele Monteiro; Mauricio Zamorano; Adalberto Pessoa Junior +1 autores · 32 Congresso Brasileiro de Microbiologia · Foz do Iguaçu
- 2023EXTRACTION AND ENCAPSULATION OF BIOACTIVE COMPOUNDS FROM RICE STRAW FOR POTENTIAL APPLICATIONS IN COSMETIC PRODUCTSAlana Mesquita Murça Maia; Adalberto Pessoa Junior; Inês Conceição Roberto · XXV SEMANA FARMACÊUTICA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA · São Paulo
- 2023AMINO ACID ADDITION TO IMPROVE CHEMICALLY DEFINED MEDIUM FOR PRODUCTION OF A DOUBLE MUTANT L-ASPARAGINASE II FROM ERWINIA CHRYSANTEMI EXPRESSED BY ESCHERICHIA COLI BL21 (DE3).Nicolás Lefin; Mauricio Zamorano; Gisele Monteiro; Adalberto Pessoa Junior; Jorge Farías Avendaño · Congreso Chileno de Microbiología · Pucón
- 2022In silico CHARACTERIZATION OF L-ASPARAGINASE OF A NEW Penicillium SPECIES ISOLATED FROM CERRADORildo Alexandre Fernandes Silva; Maurício Homem de Mello; Pérola de Oliveira e Magalhães; Paula M. Souza; Samuel Leite Cardoso; Joel Antonio Cordeiro de Abreu +5 autores · 6th Brazilian Association of Pharmaceutical Sciences Congress · Brasilia
- 2022Heterologous expression of Penicillium sizovae L-asparaginase in Escherichia coli BL21(DE3)Marina Borges Guimarães; Pérola de Oliveira e Magalhães; Joel Antonio Cordeiro de Abreu; Letícia Santos Abrunhosa; Ana Luisa Leoncio Rodrigues; Kellen Cruvinel +4 autores · 6th Brazilian Association of Pharmaceutical Sciences Congress · Brasília
- 2022PROTEIN ENGINEERING FOR IMPROVING BIOLOGICAL ACTIVITY OF NOVEL ANTI-LEUKEMIC L-ASPARAGINASE ENZYMEGrace Veronica Ruiz Lara; Tales Costa-Silva; Jorge Javier Muso; Carlota Oliveira Rangel Yagui; Adalberto Pessoa Junior; Gisele Monteiro · XXIII Simpósio Nacional de Bioprocessos / XIV Seminário de Hidrólise Enzimática de Biomassas / XIV Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática · Angra dos Reis
- 2022DEVELOPMENT OF L-ASPARAGINASE BIOBETTER FOR BLOOD CANCER TREATMENT: IMPROVEMENT OF SERUM HALF-LIFE AND IMMUNOLOGICAL PROFILETales Costa-Silva; Grace Veronica Ruiz Lara; Iris M. Costa; Carolina Silva,; Jorge Javier Muso; Carlota Oliveira Rangel Yagui +2 autores · XXIII Simpósio Nacional de Bioprocessos / XIV Seminário de Hidrólise Enzimática de Biomassas / XIV Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática · Angra dos Reis
- 2021THERMODYNAMIC STUDIES OF A ASPARAGINASE FROM Fusarium proliferatumPaula M. Souza; Samuel Leite Cardoso; Kellen Cruvinel; Adalberto Pessoa Junior; Pérola de Oliveira e Magalhães · XXV Congreso Latinoamericano de Microbiología · Assunção - Paraguai
- 2021Purificação de protease fúngica e aplicação na hidrólise de caseinato bovino para obtenção de peptídeos antimicrobianos e antioxidantesTalita Camila Evaristo da Silva Nascimento; Adalberto Pessoa Junior; José Erick Galindo Gomes; Keila A. Moreira · 5 Encontro de Ciência e Tecnologia de Alimentos · Garanhuns - PE
- 2020PRODUÇÃO DE L-ASPARAGINASE GLICOSILADA DE Erwinia chrysanthemi PARA NANOENCAPSULAÇÃO EM POLIMEROSSOMOS DE PLURONIC L-121Jorge Javier Muso; Gustavo Brandão; João Henrique Picado Madalena Santos; Aldo Tonso; Adalberto Pessoa Junior; Carlota Oliveira Rangel Yagui · I Congresso Digital de Nanobiotecnologia e Bioengenharia (I CDNB) · SÃO PAULO
- 2019Recombinant L-asparaginase induction process for pharmaceutical applicationLarissa Brumano; Flaviana Chaves; Gisele Monteiro; Solange Inês Mussatto Dragone; Adalberto Pessoa Junior · efb - european federation of biotechnology · Creta
- 2019Upstream and Downstream process of humanized L-asparaginase expressed by recombinant Pichia pastoris: a new biopharmaceutical against acute linphoblastic leukemiaEduardo Krebs Kleingesinds; Brian Effer Roldán; Letícia de Almeida Parizotto; Gisele Monteiro; Adalberto Pessoa Junior · efb - european federation of biotechnology · Creta
- 2019Fraction factgorial design used for screening of culture medium variables on L-asparaginase activity by Penicillium sp. isolated from Brazilian cerradoKellen Cruvinel; Marcela Freitas; Paula M. Souza; Thais Barros; Samuel Leite Cardoso; Adalberto Pessoa Junior +1 autores · XXII Sinaferm - Simpósio Nacional de Bioprocessos e XIII SHEB - Simpósio de Hidrólise Enzimática de Biomassas · Uberlândia
- 2019The study of culture media for Escherichia coli producing L-asparaginaseThais Barros; Kellen Cruvinel; Paula M. Souza; Larissa Brumano; Adalberto Pessoa Junior; Nadia Skorupa +1 autores · XXII Sinaferm - Simpósio Nacional de Bioprocessos e XIII SHEB - Simpósio de Hidrólise Enzimática de Biomassas · Uberlândia
- 2018Production And Purification Of L-Asparaginase I Small Of Saccharomyces cerevisiae.C. Silva; Iris Munhoz Costa; Adalberto Pessoa Junior; Gisele Monteiro · 47ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular · Joinville
- 2018Mutant L-asparaginase of Dickeya chrysanthemi (Erwinia chrysanthemi) with better biochemical parameters.Iris Munhoz Costa; Debora Custodio; Adalberto Pessoa Junior; Gisele Monteiro · 47ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular · joinville
- 2018Partial purification of a fungal l-asparaginase in aqueous two-phase micellar system.S. L. Cardoso; Paula M. Souza; Marcela Freitas; Edivaldo Ximenes Filho; Adalberto Pessoa Junior; Magalhães, Pérola O. · XIII ENZITEC - Seminário Brasileiro de Tecnologia Enzimática · Florianópolis
- 2018Statistical Screening Of Medium Components By Plackett-Burman Design For L-Asparaginase Production In Solid State Fermentation By Fungus Isolated From Brazilian CerradoVicelma Cardoso; SOUZA, PAULA MONTEIRO DE; FREITAS, MARCELA DE; Edivaldo Ximenes Filho; Adalberto Pessoa Junior; Pérola de Oliveira e Magalhães · Congresso Brasileiro de Microbiologia · foz do iguaçu
Produção técnica
47 registros- 2021DESENVOLVIMENTO DE MEIO DE CULTIVO PARA CRESCIMENTO DE BACILLUS Sp.Adalberto Pessoa Junior · Desenvolvimento de meio de cultivo de baixo custo para cultivo de bactérias do gênero Bacillus sp com objetivo de produzir biofertilizante
- 2020DESENVOLVIMENTO DE PROJETO DE OTIMIZAÇÃO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE BIOFÁRMACOAdalberto Pessoa Junior; Rodrigo Gabriel Simas · Contribuir para a melhoria da produtividade do processo de produção de um biofármaco
- 2019AUMENTO DA ESTABILIDADE TÉRMICA DE LACTASES (β -GALACTOSIDASES) PELA ADIÇÃO DE AGENTES TERMOPROTETORESAdalberto Pessoa Junior; Carlos Alexandre Breyer · Desenvolver tecnologia para aumentar a estabilidade térmica da enzima Beta-lactosidase
- 2017Separação das enzimas invertase e lactase de amostra comercialAdalberto Pessoa Junior; Karin Torres · Desenvolver processo de separação das enzimas invertase e lactase de amostra industrial
- 2002Purificação de glicose-oxidase por sistemas micelares reversosAdalberto Pessoa Junior; Michele Vitolo · Auxílio à pesquisa
- 2002FAPESP - Projetos de Auxílio a Pesquisa e de BolsasAdalberto Pessoa Junior
- 2002CNPq - Assessoria em processos de pedidos de bolsas e auxílios à pesquisaAdalberto Pessoa Junior
- 2000Purificação das Enzimas Glicose-6-Fosfato Desidrogenase, Xilose Redutase, Xilitol Desidrogenase por Extração Líquido-Líquido em Sistemas MicelaresAdalberto Pessoa Junior; Michele Vitolo; Inês Conceição Roberto · Auxílio Pesquisa Individual
- 1999Obtenção por Processo Fermentativo das Enzimas Hexoquinase e Glicose 6-Fosfato DesidrogenaseAdalberto Pessoa Junior; Michele Vitolo; Inês Conceição Roberto · Proposta para produção das enzimas hexoquinase e glicose 6-fosfato desidrogenase
- 1997FAPEMIG - pareceres em projetos de auxílio a pesquisaAdalberto Pessoa Junior
Projetos de extensão
04 registrosProjetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.
- Em andamento2025 – presenteExtensão
Aproveitamento de óleos de cozinha residuais em formulações de bioprodutos cosméticos
Para o desenvolvimento do projeto de PDI Aproveitamento de óleos de cozinha residuais em formulações de bioprodutos cosméticos, a ser executado em regime de cooperação científica e tecnológica entre pesquisadores e suas instituições, e traz benefícios mútuos, promovendo a integração de conhecimentos científicos e tecnológicos voltados à valorização de resíduos oleosos em produtos de aplicação cosmética e de higiene. Essa cooperação fortalece os programas de pesquisa aplicada em farmácia, biotecnologia e engenharia de bioprocessos da USP, ao mesmo tempo que potencializa a inovação tecnológica da ÓiaFia!, contribuindo para o desenvolvimento de soluções sustentáveis com impacto socioambientalpositivo. Além disso, fomenta a formação de redes de pesquisa, intercâmbio de metodologias ecapacitação técnica e científica.
EquipeAdalberto Pessoa Junior, Valker Araújo Feitosa (Responsável), Flávio Augusto Cardozo
- Em andamento2024 – presenteExtensão
Recomeçar: Capacitação em Produção de Alimentos Processados para Pessoas em Situação de Rua
Segundo a ONU, o Brasil enfrenta desafios significativos em relação à insegurançaalimentar e à desnutrição. Atualmente, 8,7 milhões de brasileiros passam fome, enquanto70,3 milhões experimentaram insegurança alimentar recentemente. Entre 2020 e 2022,10,1 milhões de pessoas foram afetadas pela desnutrição, que impacta principalmentecrianças, idosos e moradores de rua. A situação dos moradores de rua é crítica, com maisde 281 mil pessoas vivendo nessas condições em 2024, um número expressivo devido aproblemas familiares, desemprego, uso de substâncias e perda de moradia, exacerbadospela pandemia de COVID-19. O projeto "Recomeçar" visa capacitar moradores de ruaatravés de cursos em processamento de alimentos, educação nutricional, e práticas desimplificadas em gestão de negócios alimentares. A iniciativa não só combate ainsegurança alimentar, mas também promove a inclusão social e econômica, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. As atividades incluempalestras, minicursos, visitas técnicas e análises de alimentos, com foco na autonomia ebem-estar dos participantes. Três turmas de até 15 pessoas receberão formação em BoasPráticas de Fabricação e gestão de negócios alimentares, utilizando uma metodologia queabrange desde diagnósticos iniciais até aulas práticas e teóricas sobre fluxo de caixa ecustos de produção. O objetivo é fornecer ferramentas que permitam aos participantesmelhorar suas condições de vida e contribuir para a redução das desigualdades sociais eeconômicas.
Financiadores- Universidade de São Paulo · BOLSA
EquipeAdalberto Pessoa Junior (Responsável), Valker Araújo Feitosa
- Em andamento2024 – presenteExtensão
Banho de Cheiro: Produtos Aromáticos a Base de Plantas Medicinais para População em Vulnerabilidade Socioeconômica
Os óleos essenciais são metabólitos secundários extraídos dediversas partes de plantas medicinais e aromáticas. Uma mesma espéciebotânica pode ser afetada pelo local de cultivo, condições de coleta,estabilização e estocagem, além dos fatores ambientais. Diante da possibilidadede utilização dos óleos essenciais como aromatizantes, pretende-se por meioprojeto capacitar estudantes da graduação para o exercício da práticafarmacêutica e transmissão do conhecimento para a comunidade sobre produtosde origem vegetal, com enfoque no emprego de plantas medicinais na obtençãode produtos aromáticos e de higiene. Prestem-se, ainda, ofertar treinamentospara a comunidade sobre a produção de velas aromáticas e sabonetesmoldados, assim como, exercer o cuidado farmacêutico como a população emvulnerabilidade socioeconômica sobre o uso racional de produtos de higiene etécnicas de higienização, bem-estar e saúde.
EquipeAdalberto Pessoa Junior, FEITOSA, VALKER (Responsável)
- Concluído2010 – 2012Extensão
Desenvolvimento de processos de produção e purificação de pectinases utilizando sistemas de duas fases aquosas para aplicação no clareamento de suco de frutas
R$ 56.900,00 - custeio e capital
Financiadores- Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior, Tatiana Souza Porto (Responsável)
Projetos
52 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2025 – presentePesquisa
Desenvolvimento de um produto biotecnológico à base de hialuronidases utilizando um mesmo sistema de expressão: as classes II e III serão expressas em Kluyveromyces lactis e a classe III expressa em Escherichia coli
As Hialuronidases são uma classe de enzimas pertencentes às endoglucanases que clivam cadeias do biopolímero Ácido Hialurônico (AH). São empregadas pela indústria cosmética e, sobretudo, na área médica/farmacêutica, como auxiliares durante cirurgias e como medicamentos para reversão de procedimentos estéticos que envolvem a aplicação de AH. As hialuronidases, ainda hoje, são obtidas por extração de tecidos animais, principalmente bovinos e ovinos, em um processo caro e difícil de purificar para aplicação médica. Como alternativa, foram criados diversos sistemas de expressão das hialuronidases que usam células de bactérias, de leveduras, de mamíferos, de algas e de insetos. As hialuronidases são divididas em três diferentes classes e atuam de formas específicas, pois clivam as cadeias de AH em diferentes sítios. Algumas enzimas clivam as ligações #946;-1,3 do AH, enquanto outras clivam as ligações #946;-1,4. Ainda hoje, não existe nenhum produto ou processo que tenha simultaneamente unido duas classes diferentes de hialuronidases. Em função disto, este projeto possui como objetivo o desenvolvimento de um produto biotecnológico à base de hialuronidases mais eficiente que os já existentes por unir em um mesmo sistema de expressão as diferentes hialuronidases, em que as classes II e III serão expressas em levedura (Kluyveromyces lactis) e a classe III expressa em bactéria (Escherichia coli). Após selecionada a cepa de microrganismo (K. lactis ou E. coli) que proporcionar características mais adequadas para a produção de hialuronidase, será desenvolvido e otimizado um processo de produção da(s) enzima(s) em escala de shaker e, na sequência, em biorreator de 3 litros, em modo batelada, para levantamento dos dados cinéticos de crescimento celular, produção e produtividade da(s) enzima(s).
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior (Responsável), Paul Frederick Long, Carlos Alexandre Breyer, Renata Bannitz Fernandes, Letícia Minervino Da Silva, TANPIPAT, AMORNRID
- Em andamento2025 – presentePesquisa
PLATAFORMA BIOTECNOLÓGICA DE OBTENÇÃO SUSTENTÁVEL E INTEGRADA DE BIOMOLÉCULAS A PARTIR DA BIOMASSA DE CANA-DE-AÇÚCAR EXPLORANDO LEVEDURAS DA ANTÁRTICA
A contribuição da investigação científica para o alcance da urgente transição energética mundial é inquestionável e inseparável daquela que busca a ampliação do portifólio de produtos com tecnologias convergentes em um modelo de biorrefinaria do setor sucroalcooleiro em um contexto de bioeconomia. Dentro desta premissa objetiva-se com este projeto estabelecer uma plataforma bioquímica de produção de biomoléculas a partir do bagaço e palha de cana e da biodiversidade de leveduras da Antártica. A relevância da investigação é amparada pela contribuição com inovações e/ou avanços nas diferentes vertentes dentro do aproveitamento de biomassas vegetais de forma integral de suas 3 principais frações, a celulose, hemicelulose e a lignina. Os vastos e longos estudos para a obtenção de biomoléculas a partir da biomassa de cana ocorrem em grande parte com estas frações nem sempre em conjunto e ainda existem lacunas quanto ao aproveitamento biotecnológico de seus principais compostos constituintes carboidratos (C6 e C5) e não carboidratos (fenólicos) particularmente no que se refere a toxicidade natural dos hidrolisados lignocelulósicos. E ainda, o aproveitamento da biodiversidade de microrganismos extremófilos como as leveduras isoladas a partir de amostras de ambientes marinhos e terrestres da Antártica propicia inovações tecnológicas concomitante à exploração de novas abordagens da pesquisa de forma coesa contribuindo com o conhecimento do estado fisiológico destes microrganismos em meios complexos como os hidrolisados lignocelulósicos. Para tanto, a aplicação da principal técnica proposta nesta pesquisa, a de citometria de fluxo, vem a se somar a outras convencionalmente já estudadas em bioprocessos de utilização de biomassas vegetais os quais ocorrem em 3 etapas primordiais: desconstrução da parede celular vegetal, estabelecimento das condições de fermentação e separação das biomoléculas produzidas. Assim, visando contribuir para o estabelecimento de um modelo de biorrefinaria de cana-de-açúcar com a particularidade da heterogeneidade da matéria-prima, as metas prioritárias foram delineadas nas diferentes fases de obtenção e preparo dos hidrolisados celulósico, hemicelulósico e lignina solúvel; seleção das leveduras para obtenção das biomoléculas xilitol, biossurfactante, carotenoides e lipídeos; produção das biomoléculas para estudo cinético do processo; separação das biomoléculas produzidas; testes de aplicabilidade das biomoléculas; avaliação da viabilidade técnico econômica. A investigação do material microbiológico (leveduras de origem Antártica) e dados associados do Biobanco Central de Recursos Microbianos da UNESP-Rio Claro (CRM-UNESP) se alinha à concepção de biobancos microbianos como estrutura de base para o desenvolvimento sustentável e da bioeconomia, que juntamente com esta rede de pesquisadores especialistas nas diferentes áreas de conhecimento, se constitui em um forte indicador para a contribuição deste modelo de plataforma como uma diretriz para outras biomassas vegetais e biomoléculas.
EquipeAdalberto Pessoa Junior, Ismael Maciel de Mancilha, Maria das Graças A. Felipe (Responsável), Sílvio S. Silva, André Moreni Lopes, Julio Cesar dos Santos, Lara Durães Sette, Jorge Farías Avendaño +10 integrantes
- Em andamento2025 – presenteDesenvolvimento
INCT BIOFÁBRICAS - Rede Nacional de Biofábricas para o desenvolvimento sustentável
O Brasil possui 25 da biodiversidade mundial, dispersa em biomas únicos, com grande potencial para uma produção sustentável. Entretanto, é ainda dependente de insumos importados, o que encarece o sistema produtivo. Ao viabilizar a bioconversão de biomassa vegetal, algal e microbiana em ingredientes alimentícios, compostos bioativos, bioenergia e bioinsumos agrícolas, os bioprocessos estimulam as cadeias produtivas, seguindo as legislações ambientais e as políticas de prevenção ao desmatamento. Apesar dos benefícios associados ao uso sustentável da agrobiodiversidade em bioprocessos, a falta de processos escalonáveis representa uma barreira à aplicação de novas tecnologias, impedindo que protótipos saiam da escala laboratorial e sejam implementados industrialmente. Sem o escalonamento, o custo deprodução permanece elevado, inviabiliza a competitividade e desestimula os investimentos. O propósito deste projeto é desenvolver, escalonar e aplicar bioprodutos, por meio da criação de biofábricas, alinhadas aos conceitos de biorrefinaria e economia circular, em conformidade com os ODS para o desenvolvimento sustentável do país. O aumento de TRL em bioprocessos é fundamental para o posicionamento do Brasil no mercado. Neste contexto, propõe-se a criaçãodo INCT Biofábricas, por meio da integração de pessoal altamente qualificado e de infraestrutura física com histórico relevante na área e de um movimento crescente de startups e empresas de biofábricas. Os grupos de pesquisa que compõem o INCT Biofábricas possuem comprovada atuação na área, produzindo e disseminando conhecimento de impacto científico e tecnológico, desenvolvendo e transferindo tecnologias e formando recursos humanos qualificados. Provadessa liderança pode ser atestada pelas cartas de apoio à presente proposta, envolvendo empresas, cooperativas, fundações de apoio, instituições internacionais e associações (ABBI e Rede SulBiotec) com quem os pesquisadores da rede possuem vasto histórico de parcerias.
Financiadores- CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTIFICO E TECNOLOGICO-CNPQ · OUTRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior (Responsável), Aldo Tonso, Cleide Mara Faria Soares, Maria Alice Zarur Coelho, Debora de Oliveira
- Em andamento2024 – presentePesquisa
VERSATILE PLATFORM TO PRODUCE MONOCLONAL ANTIBODIES (MABS) AGAINST BIOMARKERS OVEREXPRESSED IN THE MOST LETHAL CANCERS: TOWARDS THE NATIONAL SUSTAINABLE PRODUCTION OF PROTEINS WITH BIOPHARMACEUTICAL AND BIOTECHNOLOGICAL PURPOSE.
O objetivo deste projeto é desenvolver um processo de produção de anticorpos monoclonais com potencial para tratamento de câncer de câncer
Financiadores- Fondo Nacional de Desarrollo Científico y Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior (Responsável), Gisele Monteiro, Brian Effer Roldán
- Em andamento2024 – presenteDesenvolvimento
PIPE 1 - FAPESP - Produção de proteínas elicitoras recombinantes para aplicação na agricultura - uma mudançade paradigma para a biotecnologia agrícola.
Projeto PIPE 1 - FAPESP 2024/09080-1 - A presente proposta tem por objetivo a produção recombinante das proteínas elicitoras Flagelina, Flg22, Harpin e Harpin Hpa10-47 em plataforma de Escherichia coli e Kluyveromyces lactis e, posterior, a sua avaliação ex vivo em modelo de Glycine max (soja). Trata-se de conceitos bem estabelecidos na área de proteção de plantas, os quais utilizam diferentes elicitores para a indução de resistência sistêmica. A novidade da presente proposta está na utilização de PAMPs expressos de forma heteróloga para a geração de um produto comercial para o uso em uma estratégia de controle integrado de doenças.
Financiadores- Bioinsumos Brasil Ltda · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior, Renata Bannitz Fernandes, Breyer, Carlos Alexandre (Responsável), Thamara Gonçalves Reis
- Em andamento2024 – presentePesquisa
Artificial intelligence aided cell-instructive biomaterial scaffolds for bone regeneration
Financiadores- Fondo Nacional de Desarrollo Científico y Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior, Jorge Farías Avendaño (Responsável), Paul Frederick Long, Yolanda Calle
- Em andamento2023 – presentePesquisa
Produção e caracterização das enzimas Hialuronidases de classes II e III em sistema eucarioto e classe III em sistema procarioto
As Hialuronidases são uma classe de enzimas pertencentes às endoglucanases que clivam cadeias do biopolímero Ácido Hialurônico (AH). São produzidas pela indústria cosmética e, sobretudo, na indústria médica/farmacêutica, usadas como auxiliadoras durante cirurgias e como medicamentos para reversão de procedimentos estéticos que envolvem a aplicação de AH. As hialuronidases, ainda hoje, são obtidas por extração de tecidos animais, principalmente bovinos, em um processo caro e difícil de purificação para aplicação médica. Como alternativa, foram criados diversos sistemas de expressão das hialuronidases que usam células de bactérias, de leveduras, de mamíferos, de algas e de insetos. As hialuronidases são divididas em 3 diferentes classes e atuam de formas específicas, pois clivam as cadeias de AH em diferentes sítios. Algumas enzimas clivam as ligações -1,3 do AH, enquanto outras clivam as ligações -1,4. Os sistemas de expressão envolvendo o uso de E. coli podem resultar em processos com baixa produtividade de Hialuronidases comparados com os sistemas envolvendo o uso de leveduras. Ainda hoje, não existe nenhum produto ou processo que tenha simultaneamente unido 2 classes diferentes de hialuronidases. Em função disto, este projeto possui como objetivo o desenvolvimento de um produto biotecnológico à base de hialuronidases mais eficiente que os já existentes por unir em um mesmo sistema de expressão as diferentes hialuronidases, em que as classes II e III serão expressas em levedura (Kluyveromyces lactis) e a classe III expressa em bactéria (Escherichia coli). Após selecionada a cepa de microrganismo (K. lactis ou E. coli) que proporcionar as características mais adequadas para a produção de hialuronidase, será desenvolvido e otimizado um processo de produção da(s) enzima(s) em escala de shaker e, na sequência, em biorreator de 3 litros, em modo batelada, para levantamento dos dados cinéticos de crescimento celular, produção e produtividade da(s) enzima(s).
EquipeAdalberto Pessoa Junior (Responsável)
- Em andamento2022 – presenteDesenvolvimento
PIPE 2 - Fapesp - Produção de Ácido Hialurônico para uso Terapêutico e Cosmético por Processo Biotecnológico Utilizando Levedura Kluyveromyces lactis recombinante
O Ácido Hialurônico (AH) é um biopolímero composto por repetições alternadas de ácido glucurônico (GlcUA) e N-acetil glucosamina (GlcNAc) e está presente em todos os vertebrados. Segundo projeções da empresa Grand View Research, o mercado global de AH foi avaliado em 10,80 bilhões de dólares em 2020 e projeta-se um crescimento anual composto de 8,1, além de atingir o valor de 14,48 bilhões de dólares em 2027. Devido às suas propriedades reológicas e físico-químicas, o AH encontra-se em frequente ascensão na utilização da formulação de diversos cosméticos, produtos associados a cirurgias médicas, suplementação alimentar, bem como nas áreas de medicamentos, oftalmologia, ortopedia, reumatologia e dermatologia. No Brasil, o AH utilizado em produtos é em sua grande maioria obtido por importação de outros países. O AH é produzido naturalmente por bactérias pertencentes ao gênero Streptococcus que são patogênicas e consequentemente dificultam a manipulação segura do microrganismo em laboratório e posterior cultivo em biorreatores. O processo de escalonamento das tecnologias usando estas células também é altamente custoso devido às altas exigências de biossegurança e purificação. Adicionalmente, o AH é extraído de tecidos animais como crista de galo e globo ocular de bovino, entretanto, as grandes companhias de fabricação de cosméticos, que são as principais interessadas na comercialização do AH, evitam a utilização de produtos de origem animal em suas formulações. Como alternativa a essas bactérias e tecidos animais, organismos geneticamente modificados (OGMs) vêm sendo desenvolvidos para sintetizar AH, alcançando valores de produção similares a bactérias do gênero Streptococcus. O objetivo deste trabalho é o desenvolvimento de um processo economicamente viável e escalonável para produção de AH vegano e cruelty-free de grau cosmético e médico utilizando K. lactis. Serão realizadas otimização de meios de cultura e determinadas condições de produção em biorreator de bancada. As técnicas de purificação também serão otimizadas a fim de obter AH de grau de pureza compatível com aplicações cosméticas e médicas. Durante todas essas etapas de desenvolvimento serão realizadas avaliações técnico-econômicas do processo objetivando diminuição de custo e eficiência de processo. Por fim, será realizada uma profunda caracterização do AH produzido por K. lactis seguindo padrões de qualidade estabelecidos pelas farmacopeias e agências regulatórias. Também serão realizados testes de segurança em culturas de células e tecidos. Concomitante ao processo de PD será realizado o desenvolvimento comercial do projeto. Inicialmente o objetivo é a comercialização do AH produzido por K. lactis como um produto destinado a pesquisa (Research Use Only). Posteriormente, com o avanço do desenvolvimento do processo, pretende-se buscar certificações de qualidade para alcançar o mercado cosmético, tais como empresas que utilizam AH nas formulações de cremes, shampoos e protetores solares. Por fim, o objetivo comercial a longo prazo e a produção do AH destinado a mercados nobres, tais como oftalmologia, ortopedia, reumatologia e dermatologia. No Brasil não existe atualmente nenhuma tecnologia de produção de AH por OGM e apenas poucos estudos são focados na caracterização do AH produzido por cepas patogênicas. Após o fim deste projeto, é esperada a obtenção do primeiro processo economicamente viável e escalonável para produção de AH utilizando uma cepa OGM no Brasil. Além disso, acreditamos que o desenvolvimento deste projeto contribuirá para o desenvolvimento de tecnologia nacional de produção de biopolímeros utilizando OGM a qual poderá ser empregada futuramente em outros produtos.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior, Carlota Oliveira Rangel Yagui, Carlos Alexandre Breyer, Renata Bannitz Fernandes, Nadia Parachin, Antonio Milton Vieira Gomes (Responsável)
- Em andamento2022 – presentePesquisa
OBTENÇÃO DE QUÍMICOS RENOVÁVEIS PELA VALORAÇÃO DO CARBONO SUSTENTÁVEL DE SABUGO DE MILHO
Resíduos agroindustriais, como sabugo de milho, possuem blocos de construção renováveis, como celulose, hemicelulose e lignina, que são muito atraentes para um amplo espectro de aplicações industriais e de consumo. No entanto, para o desenvolvimento viável de processos tecnológicos para obtenção de produtos sustentáveis, diferentes pré-tratamentos (termoquímicos, químicos e enzimáticos) devem ser realizados na biomassa. A tecnologia de extrusão dupla rosca pode ser um método de pré-tratamento viável devido à exposição simultânea da biomassa sob condições de cisalhamento em diferentes temperaturas em um processo de fluxo contínuo. Além disso, sua combinação com fracionamento por solvente (organosolv) pode separar as frações (celulose, hemicelulose e lignina) com alta pureza e baixa geração de efluentes. A pirólise rápida é uma tecnologia que converte a estrutura lignocelulósica em uma mistura líquida de moléculas de menor massa molecular, denominada bio-óleo, rica em monômeros e oligômeros aromáticos (lignina pirolítica). Este projeto propõe o uso do sabugo de milho em diferentes rotas de extração (pirólise, química e enzimática) para obter carbono sustentável a partir da despolimerização de diferentes ligninas (organosolv, enzimática e pirolítica) em que o maior desafio está na despolimerização da lignina pirolítica. Haverá monitorização e caracterização avançada dos produtos, ou seja, ao nível molecular, pois é fundamental conhecer em profundidade a composição química destes produtos. Os monômeros obtidos são uma fonte primária de hidrocarbonetos e compostos aromáticos contendo carbono renovável com um vasto potencial de aplicação industrial. O projeto também prevê como carbono sustentável, a obtenção de açúcares solúveis e nanolignina, e a utilização do biocarvão produzido no processo de pirólise para obtenção de nanobiocarvão funcional com potencial de uso na imobilização covalente de enzimas, criossorção e aplicação na descontaminação de líquidos e gases. Em etapas estratégicas será realizada uma avaliação ambiental do ciclo de vida para verificar os benefícios potenciais desta nova proposta. Com essa prerrogativa, espera-se buscar produtos de fontes renováveis a partir de biomassa residual abundante no Brasil com o apoio de parceiros de instituições brasileiras e alemã, visando estimular o desenvolvimento nacional de uma indústria que no Brasil ainda é incipiente, mas que na Europa já está prosperando, com várias startups de sucesso estabelecidas.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior, Rita de Cássia L. Brambilla Rodrigues (Responsável), Alberto Wisniewski Junior, Álvaro Henrique Mello José, Bruna Green Rodrigues, Caroline Carriel Schmitt, Durval Rodrigues Junior, Eliana Vieira Canettieri +6 integrantes
- Em andamento2022 – presentePesquisa
PIPE Fase 2 -FAPESP - Produção de ácido hialurônico para uso terapêutico e cosmético por processo biotecnológico utilizando levedura Kluyveromyces lactis recombinante
O Ácido Hialurônico (AH) é um biopolímero composto por repetições alternadas de ácido glucurônico (GlcUA) e N-acetil glucosamina (GlcNAc) e está presente em todos os vertebrados. Segundo projeções da empresa "Grand View Research", o mercado global de AH foi avaliado em 10,80 bilhões de dólares em 2020 e projeta-se um crescimento anual composto de 8,1, além de atingir o valor de 14,48 bilhões de dólares em 2027. Devido às suas propriedades reológicas e físico-químicas, o AH encontra-se em frequente ascensão na utilização da formulação de diversos cosméticos, produtos associados a cirurgias médicas, suplementação alimentar, bem como nas áreas de medicamentos, oftalmologia, ortopedia, reumatologia e dermatologia. No Brasil, o AH utilizado em produtos é em sua grande maioria obtido por importação de outros países. O AH é produzido naturalmente por bactérias pertencentes ao gênero Streptococcus que são patogênicas e consequentemente dificultam a manipulação segura do microrganismo em laboratório e posterior cultivo em biorreatores. O processo de escalonamento das tecnologias usando estas células também é atrasado devido aos custos de biossegurança e purificação. Como alternativa a essas bactérias, organismos geneticamente modificados (OGMs) vem sendo desenvolvidos para sintetizar AH, alcançando valores de produção similares a bactérias do gênero Streptococcus. No Brasil, uma cepa OGM da levedura Kluyveromyces lactis, chamada cepa BAP, foi previamente modificada para produzir AH. Este foi o primeiro estudo na literatura a usar K. lactis como plataforma para síntese de AH; a primeira levedura produtora de AH OGM criada no Brasil e a segunda no mundo. Cultivos em biorreator utilizando a cepa BAP apresentaram uma produtividade de 1,89 g/L de AH sem nenhuma otimização de meio de cultura e condição de fermentação. Neste contexto o objetivo deste trabalho é o desenvolvimento de um processo economicamente viável e escalonável para produção de AH de grau cosmético e médico utilizando K. lactis. Serão realizadas otimização de meios de cultura e determinadas condições de produção em biorreator de bancada. As técnicas de purificação também serão otimizadas a fim de obter AH de grau de pureza compatível com aplicações cosméticas e médicas. Durante todas essas etapas de desenvolvimento serão realizadas avaliações técnicos-econômicas do processo objetivando diminuição de custo e eficiência de processo. Por fim, será realizada uma profunda caracterização do AH produzido por K. lactis seguindo padrões qualidade estabelecidos pelas farmacopeias e agências regulatórias, e também serão realizados testes de segurança em culturas de células e tecidos. Concomitante ao processo de PD será realizado o desenvolvimento comercial do projeto. Inicialmente o objetivo é a comercialização do AH produzido por K. lactis como um produto destinado a pesquisa (Research Use Only). Posteriormente, com o avanço do desenvolvimento do processo, pretende-se buscar certificações de qualidade para alcançar o mercado cosmético, tais como empresas que utilizam AH nas formulações de cremes, shampoos e protetores solares. Por fim, o objetivo comercial a longo prazo e a produção do AH destinado a mercados nobres, tais como oftalmologia, ortopedia, reumatologia e dermatologia. No Brasil não existe atualmente nenhuma tecnologia de produção de AH por OGM e apenas poucos estudos são focados na caracterização do AH produzido por cepas patogênicas. Após o fim deste projeto, é esperada a criação da primeira cepa OGM brasileira produtora de AH com potencial de concorrência com as outras cepas existentes no mundo. Além disto, é esperada a criação da primeira tecnologia nacional utilizada para a produção de AH no Brasil.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior (Responsável), Carlota Oliveira Rangel Yagui, Carlos Alexandre Breyer, Renata Bannitz Fernandes, Antonio Milton Vieira Gomes, Otto Werner Heringer, Raquel Tayar Nogueira
- Em andamento2020 – presentePesquisa
Chimeric and pegylated L-asparaginases: study of the conditions of expression, production and purification of an innovative antileukemic biopharmaceutical with low immunogenic potential
Acute Lymphoblastic Leukemia (ALL) is the most common cancer in children worldwide and is characterized by the overproduction of undifferentiated lymphoblasts in bone marrow. The treatment of first choice is the enzyme L-asparaginase (ASNase) isolated from Escherichia coli or Erwinia chrysanthemi. Its mechanism of action is to hydrolyse plasma L-asparagine to aspartic acid and ammonia. Leukemic cells, unlike healthy cells, are unable to synthesize enough L-asparagine for their survival, due to a reduction in expression of the asparagine synthetase gene. These cells must rely on plasma L-asparagine for survival and hence, ASNase causes malignant cell death by starvation. ASNase formulations from E. coli and E. chrysanthemi can cause significant adverse side-effects, especially immunogenicity. PEGylation of E. coli ASNase is a post-translational modification strategy to minimize immunogenicity. PEGylatioon involves covalent attachment of polyethylene glycol (PEG) to camouflage epitopes on the enzyme. However, conformational restrictions imposed by covalent binding of PEG decreases enzyme activity and the immune system also raises antibodies against PEG. This project has the following goals: 1) to optimize culture conditions to produce a chimeric E. coli ASNase in a 3L bioreactor; 2) to purify and N-terminal PEGylate this ASNase; 3) to characterize the structure and function of the enzyme; 4) evaluate in vitro cytotoxicity of the enzyme against different leukaemic cell lines; and 5) evaluate in vivo asparagine and glutamine depletion, and immunogenicity of the PEGylated-chimeric enzyme in mouse models of ALL. These variants are expected to be active, physicochemically stable and less immunogenic than existing E. coli ASNase, providing a platform for future biopharmaceutical development.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior (Responsável), Carlota Oliveira Rangel Yagui, Jorge Farías Avendaño, Gisele Monteiro, Paul Frederick Long, Patricio Iturriaga, Primavera Borelli, Camila Manoel Crnkovic +7 integrantes
- Em andamento2020 – presentePesquisa
PRODUÇÃO DE L-ASPARAGINASE DE ORIGEM FÚNGICA EM FORMULAÇÃO ESTÁVEL PARA TRATAMENTO ANTILEUCÊMICO
L-asparaginase é um dos medicamentos de escolha para o tratamento da Leucemia Linfoblástica aguda, um câncer agressivo do sangue que apresenta maior incidência na infância entre o segundo e quito ano de vida, sendo considerada o tipo mais comum em crianças. Em escala industrial, a enzima L-asparaginase comercializada é de origem bacteriana, produzida a partir de Escherichia coli e Erwinia chrysanthemi.No entanto, observam-se reações adversas e toxicidade importantes associadas ao uso da enzima de origem procariota. Assim, revela-se importante os trabalhos de identificação de fungos filamentosos produtores de L-asparaginase com potencial aplicação farmacêutica. Neste contexto, encaixa-se o estudo de caracterização morfo-molecular do isolado DCFS6 do solo do Cerrado do Centro-Oeste brasileiro e o subsequente estudo da produção heteróloga da enzima L-asparaginase. Ademais, o estudo ?Biobetters?, ou seja, o melhoramento de fármacos através de modificações químicas ou moleculares no produto original, pode reduzir a toxicidade do produto final, reduzir a imunogenicidade e alterar a farmacocinética e a farmacodinâmica, o que é de interesse no caso em estudo.Desta forma esse projeto visa produzir, purificar, caracterizar, estabilizar e liofilizar, por meio do cultivo de E. coli recombinante, a enzima heteróloga, e biofármaco, L-asparaginase clonada do fungo isolado do solo do Cerrado Brasileiro.
Financiadores- Universidade de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior (Responsável), Pérola de Oliveira e Magalhães
- Em andamento2020 – presenteDesenvolvimento
PIPE 2 - Fapesp - Desenvolvimento de uma nova Asparaginase conjugada com PEG para o tratamento de neoplasias
Asparaginase (ASNase) é utilizada no tratamento de cânceres do sistema linfático, em especial Leucemia Linfoide Aguda (LLA). A administração de ASNase pode provocar diversos efeitos adversos aos pacientes, incluindo efeitos tóxicos e respostas imunológicas que podem levar a choques anafiláticos. Nestes casos é possível continuar o tratamento com outras formulações de ASNase, porém ainda ocorrem repostas adversas em muitos pacientes e a maioria dos países não disponibiliza todas as formulações para tratamentos pelo alto custo e falta de registro nas agências regulatórias. Portanto, a busca de novas fontes de ASNase e novas variantes das enzimas já utilizadas como medicamento é foco de inúmeras pesquisas em todo o mundo. Além dos problemas apresentados, crises de abastecimento com estes medicamentos têm sido frequentes em vários países do mundo, como é o caso do Brasil. O cenário apresentado demonstra claramente a necessidade de desenvolvimento de ASNases mais eficientes e que atendam mercados que sofrem com abastecimento. Neste projeto PIPE Fase 2 estamos propondo o desenvolvimento do processo produtivo da ASNase de Escherichia coli engenheirada (EcAMUT) conjugada com polietileno glicol (PEG), dando continuidade aos resultados obtidos no PIPE Fase 1. A proposta aqui apresentada terá cinco objetivos complementares: 1) Desenvolvimento de uma linhagem de E. coli para expressão heteróloga de EcAMUT visando a produção industrial da enzima (IP-free); 2) Determinação das condições de cultivo em escala de bancada e em biorreator por sistema descontínuo-alimentado para crescimento celular em alta densidade (>50 g massa seca/ L); 3) Estudos de clarificação e purificação da enzima antes e após a conjugação com PEG; 4) Realização de ensaios de citotoxicidade em linhagens de células leucêmicas e em modelo animal; 5) Análise técnico-econômica do processo de produção. Portanto, esse projeto pretende ao seu final apresentar um processo viável para a produção de PEG-EcAMUT, proporcionando condições para o escalonamento e realização de estudos pré-clínicos. Desta forma, o projeto resultará em uma ASNAse biossuperior para suprir a demanda nacional e representará uma inovação global, pois PEG-EcAMUT possui características diferentes e melhoradas em relação aos seus concorrentes. Adicionalmente, acreditamos que o desenvolvimento do processo de produção de PEG-EcAMUT será de grande importância para o desenvolvimento de processos de produção de biofármacos no Brasil, sobretudo porque é um medicamento biotecnológico injetável..
Financiadores- Universidade de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior, Carlota Oliveira Rangel Yagui, Gisele Monteiro, Carlos Alexandre Breyer (Responsável), Marcos Antonio de Oliveira, Renata Bannitz Fernandes
- Em andamento2019 – presenteDesenvolvimento
Modificação em enzimas objetivando aumento de atividades
Buscar processo utilizando agentes que proporcionem aumento de atividade de enzimas.
Financiadores- BioBreyer Pesquisa e Desenvolvimento Ciêntífico LTDA. · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior, Carlota Oliveira Rangel Yagui, Carlos Alexandre Breyer (Responsável), Renata Bannitz Fernandes
- Concluído2019 – 2022Pesquisa
PIPE Fase 2 -FAPESP - Desenvolvimento de uma nova Asparaginase conjugada com PEG para o tratamento de neoplasias
Asparaginase (ASNase) é utilizada no tratamento de cânceres do sistema linfático, em especial Leucemia Linfoide Aguda (LLA). A administração de ASNase pode provocar diversos efeitos adversos aos pacientes, incluindo efeitos tóxicos e respostas imunológicas que podem levar a choques anafiláticos. Nestes casos é possível continuar o tratamento com outras formulações de ASNase, porém ainda ocorrem repostas adversas em muitos pacientes e a maioria dos países não disponibiliza todas as formulações para tratamentos pelo alto custo e falta de registro nas agências regulatórias. Portanto, a busca de novas fontes de ASNase e novas variantes das enzimas já utilizadas como medicamento é foco de inúmeras pesquisas em todo o mundo. Além dos problemas apresentados, crises de abastecimento com estes medicamentos têm sido frequentes em vários países do mundo, como é o caso do Brasil. O cenário apresentado demonstra claramente a necessidade de desenvolvimento de ASNases mais eficientes e que atendam mercados que sofrem com abastecimento. Neste projeto PIPE Fase 2 estamos propondo o desenvolvimento do processo produtivo da ASNase de Escherichia coli engenheirada (EcAMUT) conjugada com polietileno glicol (PEG), dando continuidade aos resultados obtidos no PIPE Fase 1. A proposta aqui apresentada terá cinco objetivos complementares: 1) Desenvolvimento de uma linhagem de E. coli para expressão heteróloga de EcAMUT visando a produção industrial da enzima (IP-free); 2) Determinação das condições de cultivo em escala de bancada e em biorreator por sistema descontínuo-alimentado para crescimento celular em alta densidade (>50 g massa seca/ L); 3) Estudos de clarificação e purificação da enzima antes e após a conjugação com PEG; 4) Realização de ensaios de citotoxicidade em linhagens de células leucêmicas e em modelo animal; 5) Análise técnico-econômica do processo de produção. Portanto, esse projeto pretende ao seu final apresentar um processo viável para a produção de PEG-EcAMUT, proporcionando condições para o escalonamento e realização de estudos pré-clínicos. Desta forma, o projeto resultará em uma ASNAse biossuperior para suprir a demanda nacional e representará uma inovação global, pois PEG-EcAMUT possui características diferentes e melhoradas em relação aos seus concorrentes. Adicionalmente, acreditamos que o desenvolvimento do processo de produção de PEG-EcAMUT será de grande importância para o desenvolvimento de processos de produção de biofármacos no Brasil, sobretudo porque é um medicamento biotecnológico injetável.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior, Carlota Oliveira Rangel Yagui, Gisele Monteiro, Marcos Antonio de Oliveira, Renata Bannitz Fernandes, Breyer, Carlos Alexandre (Responsável)
- Em andamento2018 – presentePesquisa
Desenvolvimento de Processo Biotecnológico para Produção do Biofármaco Antileucêmico L-asparaginase Recombinante: Otimização e Estudo de Viabilidade Econômica
A L-asparaginase (ASNase) é um importante biofármaco utilizado no tratamento de neoplasias do sistema linfático, principalmente a leucemia linfoide aguda. No Brasil este medicamento, obtido por processo biotecnológico, é fornecido pelo SUS. Entretanto o País ainda não possui a tecnologia de produção, sendo totalmente dependente da oferta de empresas internacionais. A crise de desabastecimento da ASNase é discutida desde 2011, mas se agravou recentemente em função de questionamentos sobre o processo de compra e a qualidade da ASNase fornecida. Atualmente sua aquisição é tema de debate entre a sociedade, médicos, acadêmicos e governo, evidenciando a urgência da autonomia do Brasil na produção da ASNase para aplicação farmacêutica. O presente projeto busca o desenvolvimento de um processo nacional e industrialmente viável para produção biotecnológica da ASNase. Para tanto, será utilizada a bactéria E. coli BL21(DE3) capaz de superexpressar uma ASNase resistente a proteases plasmáticas. Serão estudados a os parâmetros nutricionais e operacionais para otimização do processo fermentativo em biorreatores em condições de serem utilizadas para produção em escala ampliada, por meio do cultivo em alta densidade celular, por processo descontinuo-alimentado, e a melhor estratégia de purificação afim de se obter alta produtividade de ASNase. Também serão estudadas as alterações a nível de membrana e pH intracelular durante o processo de produção, com objetivo de compreender mais profundamente os mecanismos de exportação da enzima e a influência das condições de cultivo na fisiologia celular de forma a facilitar e aumentar o rendimento das operações unitárias de purificação. Como suporte ao desenvolvimento do processo, serão realizadas análises proteômica e transcriptômica das células, a fim de monitorar alterações no genótipo e fenótipo celular como resposta às condições de estresse, sobretudo por causa das elevadas concentrações celulares, durante o cultivo em sistema descontínuo-alimentado. Outro parâmetro importante a ser estudado será a viabilidade técnico-econômica do processo a partir dos resultados experimentais de otimização do cultivo e purificação da enzima, cujo objetivo será auxiliar na busca da estratégia de produção do biofármaco com menor custo. Com este projeto espera-se obter resultados fundamentais para o estabelecimento de processo biotecnológico com geração de um biofármaco inovador (L-asparaginase de E. coli recombinante resistente a proteases plasmáticas, com maior meia vida sanguínea), com potencial para exportação (uma vez que apresenta características farmacocinéticas e farmacodinâmicas potencialmente superiores aos biofármacos encontrados no mercado), a ser transferido para produção em condições de desenvolvimento em BPL (Boas Práticas de Laboratório) e de BPF (Boas Práticas de Fabricação), que contribuirão fortemente para o desenvolvimento científico e tecnológico do País. O projeto contribuirá para a implementação de tecnologia nacional inovadora na produção de biofármaco antileucêmico, com potencial para ser transferido ao setor produtivo visando aos mercados nacional e internacional, e geração de importantes conhecimentos científicos e tecnológicos de forma a reduzir a dependência tecnológica do Brasil nesta área do conhecimento, com formação de recursos humanos de alto nível nas diferentes áreas da biotecnologia (do upstream ao downstream). Vale ressaltar que a produção de um biofármaco de grau farmacêutico e injetável pelo Brasil irá abrir caminhos para viabilizar o desenvolvimento e produção de novas biomoléculas de alto valor agregado pelo Brasil.
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior (Responsável), Attilio Converti, Aldo Tonso, Carlota Oliveira Rangel Yagui, Joaquin Cabrera-Crespo, Adriano Rodrigues Azzoni, Pérola de Oliveira e Magalhães, Elizabeth Angelica Leme Martins +18 integrantes
- Concluído2018 – 2019Desenvolvimento
PIPE 1 - FAPESP - Desenvolvimento de uma nova asparaginase conjugada com PEG para o tratamento de neoplasias
Biofármacos são medicamentos de origem biológica amplamente utilizados no tratamento de câncer, diabetes, doenças cardiovasculares, entre outras. No Brasil, existe grande carência na produção de biofármacos. De acordo com o Índex da Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos de 2016, cerca de 4% dos medicamentos adquiridos pelo ministério da saúde são biofármacos; porém, representam aproximadamente 51% dos gastos, provocando um déficit de 2 bilhões de reais na balança comercial do setor farmacêutico nacional. Dentre os biofármacos, grande destaque é dado à enzima Asparaginase (ASNase), amplamente utilizada no tratamento de cânceres do sistema linfático, em especial Leucemia Linfoide Aguda (LLA) desde a década de 70. Existem atualmente no mercado mundial três diferentes formulações de ASNase, produzida por Escherichia coli na forma nativa (EcA nativa) e conjugada com polietileno glicol (PEG-EcA) e produzida por Erwinia chrysanthemi (ErA). A administração de ASNase pode promover uma série de efeitos colaterais, incluindo respostas imunológicas e reações alérgicas que podem levar a choques anafiláticos. Dentre esses feitos, a produção de anticorpos anti-ASNase é diretamente associada ao decaimento da atividade antitumoral das ASNases, além disso, a atividade de proteases e peptidases pode levar a exposição adicional de epítopos, o que aumenta ainda mais a resposta imune. Nestes casos a intercambiabilidade de EcA por EcA peguilada ou ErA representa uma alternativa para esses casos, mas ainda ocorrem repostas adversas em muitos pacientes. Portanto a buscas de novas fontes de ASNase e novas variantes das enzimas já utilizadas como medicamentos é foco de inúmeras pesquisas em todo o mundo. Neste projeto PIPE fase 1 estamos propondo a peguilação da enzima EcAP40S/S206C, a qual possui resistência a degradação proteolítica, e foi obtida no âmbito do projeto Temático da FAPESP "Produção de L-asparaginase extracelular: da bioprospecção à engenharia de um biofármaco antileucêmico". Nossa prova de conceito será baseada no desenvolvimento de um processo eficiente de peguilação de EcAP40S/S206C. Para tanto serão realizados experimentos de peguilação de tióis e da região N-terminal, sendo selecionada assim a melhor estratégia de conjugação com PEG. Em seguida serão realizados ensaios cinéticos e de citotoxicidade para determinar o potencial de aplicação de PEG-EcAP40S/S206C em terapias. Acreditamos que a obtenção da enzima EcAP40S/S206C conjugada com PEG possui grande potencial para utilização como biofármaco, pois a resistência à proteólise somada a peguilação devem promover o aumento de sua meia vida da enzima na corrente sanguínea e diminuir a imunogenicidade.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior, Carlota Oliveira Rangel Yagui, Gisele Monteiro, Carlos Alexandre Breyer (Responsável), Marcos Antonio de Oliveira, Renata Bannitz Fernandes
- Concluído2018 – 2019Pesquisa
PIPE Fase 1 -FAPESP - Desenvolvimento de uma nova asparaginase conjugada com PEG para o tratamento de neoplasias
Biofármacos são medicamentos de origem biológica amplamente utilizados no tratamento de câncer, diabetes, doenças cardiovasculares, entre outras. No Brasil, existe grande carência na produção de biofármacos. De acordo com o Índex da Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumos Farmacêuticos de 2016, cerca de 4 dos medicamentos adquiridos pelo ministério da saúde são biofármacos; porém, representam aproximadamente 51 dos gastos, provocando um déficit de 2 bilhões de reais na balança comercial do setor farmacêutico nacional. Dentre os biofármacos, grande destaque é dado à enzima Asparaginase (ASNase), amplamente utilizada no tratamento de cânceres do sistema linfático, em especial Leucemia Linfoide Aguda (LLA) desde a década de 70. Existem atualmente no mercado mundial três diferentes formulações de ASNase, produzida por Escherichia coli na forma nativa (EcA nativa) e conjugada com polietileno glicol (PEG-EcA) e produzida por Erwinia chrysanthemi (ErA). A administração de ASNase pode promover uma série de efeitos colaterais, incluindo respostas imunológicas e reações alérgicas que podem levar a choques anafiláticos. Dentre esses feitos, a produção de anticorpos anti-ASNase é diretamente associada ao decaimento da atividade antitumoral das ASNases, além disso, a atividade de proteases e peptidases pode levar a exposição adicional de epítopos, o que aumenta ainda mais a resposta imune. Nestes casos a intercambiabilidade de EcA por EcA peguilada ou ErA representa uma alternativa para esses casos, mas ainda ocorrem repostas adversas em muitos pacientes. Portanto a buscas de novas fontes de ASNase e novas variantes das enzimas já utilizadas como medicamentos é foco de inúmeras pesquisas em todo o mundo. Neste projeto PIPE fase 1 estamos propondo a peguilação da enzima EcAP40S/S206C, a qual possui resistência a degradação proteolítica, e foi obtida no âmbito do projeto Temático da FAPESP "Produção de L-asparaginase extracelular: da bioprospecção à engenharia de um biofármaco antileucêmico". Nossa prova de conceito será baseada no desenvolvimento de um processo eficiente de peguilação de EcAP40S/S206C. Para tanto serão realizados experimentos de peguilação de tióis e da região N-terminal, sendo selecionada assim a melhor estratégia de conjugação com PEG. Em seguida serão realizados ensaios cinéticos e de citotoxicidade para determinar o potencial de aplicação de PEG-EcAP40S/S206C em terapias. Acreditamos que a obtenção da enzima EcAP40S/S206C conjugada com PEG possui grande potencial para utilização como biofármaco, pois a resistência à proteólise somada a peguilação devem promover o aumento de sua meia vida da enzima na corrente sanguínea e diminuir a imunogenicidade.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior, Carlota de Oliveira Rangel, Gisele Monteiro, Marcos Antonio de Oliveira, Renata Bannitz Fernandes, Breyer, Carlos Alexandre (Responsável)
- Concluído2017 – 2017Desenvolvimento
Separação de enzimas de interesse industrial para melhor adequação ao processamento de alimentos
- Definir metodologia confiável de determinação quantitativa de enzimas utilizadas em alimentos. Comparar as metodologias atualmente empregadas na empresa Prozyn com aquelas recomendadas pela IUPAC; Definir metodologia de análise de proteínas totais para auxiliar no cálculo de rendimentos e purezas das enzimas ao longo das avaliações das purificações utilizando metodologias reconhecidas atualmente; Definir metodologias de de qualidade para enzimas utilizadas em alimentos. Avaliar estabilidade de diferentes enzimas em função da temperatura e pH; Avaliar diferentes processos de separação de enzimas em função de suas características previamente determinadas, sobretudo de Tamanho e Estabilidade; avaliar processos de purificação utilizados industrialmente, como Ultrafiltração; Permeação em Gel; Cromatografia de Troca-Iônica; e Precipitação Fracionada. Avaliaremos as diferenças de solubilidade das enzimas.
Financiadores- Universidade de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior (Responsável), Karin Torres
- Em andamento2017 – presenteDesenvolvimento
Produção nacional de L-Asparaginase a partir de Streptomyces caatingaensis CMAA1322
Atualmente, existe uma alta demanda mundial na busca de alternativas para produção de princípios ativos por processos biotecnológicos. Assim como na pesquisa,a produção industrial de fármacosno Brasil apresenta fraca expressão no cenário mundial.Ainda, fornecedores internacionais de biofármacos estão perdendo o interesse no mercado brasileiroe descontinuando a produção de diversos desses, principalmente aqueles relacionados ao tratamento de doenças onco-hematológicasO presente projeto visa a produção nacional e em escala industrial de L-Asparaginase, um biofármaco amplamente utilizado no tratamento de leucemias, por um processo biotecnológico associando as competências científicas e tecnológicas estabelecidas por grupos de pesquisa brasileiros e utilizando recursos genéticos e biológicos nacionais.Em triagens previamente realizadas foram detectados o potencial da linhagem bacteriana Streptomyces caatingaensis CMAA1322 na produção de L-Asparaginase in vitro, assim como estudos dos grupos gênicos responsável por sua biossíntese. Nesse contexto, na fase inicial, as estratégias serão orquestradas em três diferentes frentes, utilizando como scaffold a L-Asparaginase de S. caatingaensis CMAA1322 Plataforma I (Avaliação do potencial de produção extracelular em meio líquido, e otimização da produção em larga escala); Plataforma II (Ensaios de pré-purificação enzimática dos extratos e frações); Plataforma III (Monitoramento da atividade anticancerígena das enzimas obtidos nas plataformas I e II). Ao final deste período, objetiva-se confirmar a viabilidade da tecnologia desenvolvida utilizando a linhagem microbiana na produção da L-Asparaginase, primeiro biofármaco nacional nesta categoria.Ressaltando que essa medida visa suprir a carência do mercado nacional para este principio ativo. Pretende-se criar condições de desenvolvimento de processos e de produção de asparaginases com qualidadeem escala piloto utilizando métodos simples, baratos e seguros. Espera-se obter resultados promissores do ponto de vista transferência de tecnologia para indústria e que estejam em consonância ao atendimento a demanda nacional desse biofármaco para tratamento do câncer
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior (Responsável), Suikinai Nobre Santos, Itamar Soares de Melo
- Concluído2017 – 2021Pesquisa
Produção de L-asparaginase por fermentação em estado sólido em diferentes escalas de reatores
Projetos de pesquisa 2017 - Atual Produção de L-asparaginase por fermentação em estado sólido em diferentes escalas de reatores Descrição: O uso de biotecnologia na produção de princípios ativos farmacêuticos representa uma indústria estratégica que merece especial destaque em diversos senários como no caso de pesquisas destinadas a produção de L-Asparaginase (ASNase) utilizada no tratamento onco-hematológico e que vem sendo motivo de preocupação pela perda de interesse do mercado internacional na continuidade de fornecimento deste biofármaco que tem importância vital no tratamento de Leucemia Linfóide/Linfoblástica Aguda (LLA) infantil. Uma das possibilidades de redução de custos ASNase representa o uso de fermentação em estado solido (FES) que o que representa uma forma inovadora tratar o problema, pois poucos trabalhos fazem o uso de FES associado a biofármacos e não foi observado literatura do uso especifico de FES associado a produção de ASNase com ênfase a produção econômica de ASNase. O presente projeto visa produzir ASNase de leveduras e fungosor FES utilizando resíduos agroindustriais sólidos e suportes inertes. Situação: Em andamento Natureza: Projetos de pesquisa Alunos envolvidos: Mestrado acadêmico (1); Doutorado (1); Integrantes: Ubirajara Coutinho Filho (Responsável); ; Tais Magalhães Abrantes Pinheiro; Edgar Silveira Campos; Vicelma Luiz Cardoso; Adalberto Pessoa Junior; William Fernando Vieira; Tales Alexandre Costa e Silva Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais-FAPEMIG
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais · AUXILIO_FINANCEIRO
- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais · BOLSA
EquipeAdalberto Pessoa Junior, Edgar Silveira, Ubirajara Coutinho-Filho (Responsável)
- Concluído2017 – 2021Pesquisa
Producción, purificación y caracterización bioquímica de L-asparaginasa de Bacillus sp. halotolerante
L-asparaginasa (EC 3.5.1.1) es utilizada en el tratamiento de leucemia linfoblástica aguda y enfermedades malignas del sistema linfoide y obtenida de bacterias de origen clínico y ambiental como las especies del género Bacillus, las cuales son muy versátiles y ubicuas. Por ello, el objetivo de la investigación es producir, purificar y caracterizar Lasparaginasa extracelular de una cepa de Bacillus sp halotolerante. En este contexto, primero se seleccionará una cepa de Bacillus sp. productora de L-asparaginasa a partir de un cepario de bacilos Gram positivos aislados de ambientes salinos peruanos. En seguida, los parámetros óptimos de producción de la enzima serán determinados evaluando independientemente cada factor y por la interacción de factores utilizando la metodología de superficie de respuesta, entre estos se incluyen temperatura, pH, agitación, fuentes de nitrógeno, carbono y tiempo de cultivo. Después, la L-asparaginasa se concentrará por precipitación salina y se purificará mediante cromatografía de intercambio iónico, cromatografía de exclusión por tamaños y ultrafiltración. Por último, la enzima se caracterizará por técnicas bioquímicas para determinar las condiciones óptimas de reacción y estabilidad, constantes cinéticas, termoestabilidad, citotoxicidad, entre otros. Se espera encontrar una L-asparaginasa extracelular sin actividad glutaminasa, con gran afinidad por L-asparagina que actué a pH 7,0; 37 °C, resistente a proteasas humanas. En Perú, la leucemia se presenta en aproximadamente el 30 % de casos reportados (1) siendo más frecuente la leucemia linfoblástica aguda en niños, para su tratamiento se usa L-asparaginasa (ASNasa) de Escherichia coli o Erwinia chrysanthemi, la cual a pesar de alcanzar respuesta en el 90 % de pacientes (2) presenta alta incidencia de efectos adversos tales como respuesta inmune por la producción de anticuerpos anti-ASNasa que conlleva a resistencia al medicamento (3-6). Asimismo, la actividad glutaminasa de la ASNasa causa neurotoxicidad e hiperamonemia en 25% de pacientes (3,4). En Perú, no existen investigaciones de nuevas fuentes alternativas de Lasparaginasa que disminuyan las reacciones adversas, mejoren su actividad enzimática y faciliten su producción y purificación; a pesar de ser un país megadiverso con nichos ecológicos como los ambientes salinos con gran diversidad bacteriana que es desaprovechada por falta de conocimiento, inversión y visión de los recursos naturales.
Financiadores- Universidad Nacional Mayor de San Marcos · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior, Omar Santiago Pillaca, Juan Carlos Flores, Amparo Zavaleta (Responsável)
- Concluído2015 – 2021Pesquisa
HPLC acoplado ao espectrômetro de massas - Produção de L-Asparaginase extracelular: da bioprospecção à engenharia de um biofármaco antileucêmico
Projeto Multiusuário aprovado pela FAPESP para uso compartilhado.
EquipeAdalberto Pessoa Junior (Responsável), Michele Vitolo, Carlota de Oliveira Rangel, Laura de Oliveira Nascimento, Attilio Converti, João Carlos Monteiro Carvalho, Pérola de Oliveira e Magalhães, Jorge Fernando Brandão Pereira +6 integrantes
- Concluído2014 – 2016Pesquisa
PURIFICAÇÃO DE ENZIMAS PROTEOLÍTICAS SECRETADAS PELA LEVEDURA PSICRÓTROFA Rhodoturola mucilagionosa POR SISTEMAS DE DUAS FASES AQUOSAS PEG/NAPA E PROCESSOS CROMATOGRÁFICOS
Proteases representam um dos três maiores grupos de enzimas industriais e são responsáveis por cerca de 60% das vendas mundiais de enzimas. Apesar das enzimas proteolíticas poderem ser obtidas a partir de animais e plantas, os micro-organismos são a fonte preferida para aplicações industriais em Página 1 de 4vista das vantagens econômicas e científicas. Entre os vários grupos de micro-organismos, os psicrófilos são os candidatos ideais para a produção de proteínas tendo em mente que suas enzimas são ativas a uma temperatura baixa e estáveis sob diferentes condições como em meios alcalinos e na presença de oxidantes e detergentes. Na atualidade, essas enzimas têm grandes demandas como aditivo de detergentes, e também são úteis na biorremediação ambiental, biologia molecular e engenheira dos alimentos. Por outro lado, o isolamento de produtos biológicos em grande escala necessita de técnicas eficientes que possam preservar as propriedades dos bioprodutos, a um custo relativamente baixo. O sistema de duas fases aquosas (SDFA) superou essas demandas e emergiu como um método poderoso para o processo de purificação de bioprodutos. Para os produtos que requerem elevado grau de pureza, a extração em SDFA não é suficiente e, nestes casos, será seguido por um ou mais passos de cromatografia. Este projeto visa à purificação da protease secretada pela levedura psicrotrófica Rhodoturola mucilagionosa por sistemas de duas fases aquosas PEG/NaPA e processos cromatográficos, para obter proteases mais robustas de importância industrial e biotecnológica. Proteases representam um dos três maiores grupos de enzimas industriais e são responsáveis por cerca de 60% das vendas mundiais de enzimas. Apesar das enzimas proteolíticas poderem ser obtidas a partir de animais e plantas, os micro-organismos são a fonte preferida para aplicações industriais em Página 1 de 4vista das vantagens econômicas e científicas. Entre os vários grupos de micro-organismos, os psicrófilos são os candidatos ideais para a produção de proteínas tendo em mente que suas enzimas são ativas a uma temperatura baixa e estáveis sob diferentes condições como em meios alcalinos e na presença de oxidantes e detergentes. Na atualidade, essas enzimas têm grandes demandas como aditivo de detergentes, e também são úteis na biorremediação ambiental, biologia molecular e engenheira dos alimentos. Por outro lado, o isolamento de produtos biológicos em grande escala necessita de técnicas eficientes que possam preservar as propriedades dos bioprodutos, a um custo relativamente baixo. O sistema de duas fases aquosas (SDFA) superou essas demandas e emergiu como um método poderoso para o processo de purificação de bioprodutos. Para os produtos que requerem elevado grau de pureza, a extração em SDFA não é suficiente e, nestes casos, será seguido por um ou mais passos de cromatografia. Este projeto visa à purificação da protease secretada pela levedura psicrotrófica Rhodoturola mucilagionosa por sistemas de duas fases aquosas PEG/NaPA e processos cromatográficos, para obter proteases mais robustas de importância industrial e
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdalberto Pessoa Junior (Responsável), Maria das Graças A. Felipe, Lara Durães Sette, Luciana Cristina Silveira Chaud, Luciana Daniela Lario
- Concluído2014 – 2016Pesquisa
Otimização de bioprocessos para a produção, purificação e aplicação de compostos de interesse farmacêutico e alimentar: enzimas, antimicrobianos e biossurfactantes
O presente projeto possui 2 (dois) principais objetivos, sendo que o primeiro pretende-se melhorar a qualidade dos vinhos elaborados, empregando enzimas endógenas que possam facilitar certas etapas da vinificação, além de revelar compostos aromáticos ou permitir uma maior extração de matéria colorante, no caso dos vinhos tintos. Enquanto o segundo, diz respeito à minimização do impacto ambiental e volume de resíduos gerados pelas indústrias vitivinícolas, utilizando tais resíduos para obtenção de tais enzimas que podem ser empregadas no próprio setor vitivinícolas durante a elaboração do vinho.
Financiadores- Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · COOPERACAO
EquipeAdalberto Pessoa Junior, Carlota Oliveira Rangel Yagui, Ricardo P. S. Oliveira (Responsável), Thereza Christina Vessoni Penna, José Manuel Domingues Gonzalex
Orientações
- Mestrado
desde 2025Lílian Chaves Pereira · OrientaçãoInvestigação e Controle de Burkholderia multivorans em Sistema de Água na Indústria Farmacêutica: Identificação da Origem e Proposta de Inativação · Inovação em Diagnóstico e Desenvolvimento de Fármacos · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2025Ana Carolina Gonçalves Soares de Campos · OrientaçãoEstudo da eficiência, precisão, confiabilidade e interpretação das metodologias analíticas utilizadas do Controle de Qualidade do Setor Biotecnologia da Empresa Eurofarma na produção do Biomedicamento Filgrastim · Inovação em Diagnóstico e Desenvolvimento de Fármacos · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2025Ana Luiza Ribeiro Aires · OrientaçãoDesenvolvimento e validação de Método de Titulação para Quantificação de Glicerina em Extratos Alergênicos Farmacêuticos · Inovação em Diagnóstico e Desenvolvimento de Fármacos · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2025Claudio Brandao · OrientaçãoOtimização do Sistemas Nacionais de Inovação e Produção de de Biofármacos: Análise Comparativa no Brasil e nos Países do BRICS+. Uma Abordagem Orientada por Missões. · Inovação em Diagnóstico e Desenvolvimento de Fármacos · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2023Leticia Minervino da Silva · OrientaçãoProdução e caracterização das enzimas Hialuronidases de classes II e III em sistema eucarioto e classe III em sistema procarioto · Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorEm andamento - Doutorado
desde 2023Amornrid Tanpipat · OrientaçãoOptimising production of hyaluronic acid by the recombinant yeast Kluyvrromyces lactis · Pharmaceutical Discovery, Development and Use with University of Sao Paulo · King's College London · Bolsa UK GovernmentEm andamento - Mestrado
desde 2020Lenise Cristina Battistelli · Co-orientaçãoProdução de L-asparaginase em hidrolisado de sabugo de milho · Biotecnologia · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorEm andamento - Doutorado
desde 2020Alana Mesquita Murça Maia · OrientaçãoExtração de ácidos hidroxicinâmicos da palha de arroz e sua encapsulação em nanopartículas de pluronic F-127 para aplicações nas indústrias farmacêutica e de cosméticos · Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica · Universidade de São Paulo · Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoEm andamento
Bancas julgadoras
326 registros- 2025Douglas Aparecido NogueiraDesenvolvimento de planta produtiva para L-asparaginase: Desafios de layout, fluxos e classificação ambiental · Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica · Universidade de São PauloBanca: Adalberto Pessoa Junior, Marco Antônio Stephano, Carlos Alexandre Breyer, Vitorio dos Santos Junior, Adalberto Pessoa, Adalberto Pessoa JuniorMestrado
- 2025Ana Carolina da MattaModulação da biossíntese de composto cicatrizante por espécie de fungo isolado do bioma CaatingaBanca: Felipe Santiago Chambergo Alcalde, Anelize Bauermeister, Adalberto Pessoa JuniorMestrado
- 2025Ygor Tadeu OrtenzioL-asparaginase de Erwinia chrysanthemi expressa em sistema Pichia pastoris: otimização de processo em biorreator · Engenharia Química · Universidade de São PauloBanca: Aldo Tonso, Viviane Maimoni Gonçalves, Adriano Rodrigues Azzoni, Adalberto Pessoa JuniorDoutorado
- 2025Gustavo Henrique Azevedo BrandãoPEGuilação sítio-dirigida de uma L-asparaginase glicosilada de Erwinia chrysanthemi · Engenharia Química · Universidade de São PauloBanca: Adalberto Pessoa Junior, Aldo Tonso, Thiago Basso, Valéria C. S. EbinumaDoutorado
- 2025Everton Monteiro SalgadoDesenvolvimento de extrato hipoalergênico (alergoide) de ácaro da espécie Dermatophagoides pteronyssinus para tratamento da asma alérgica · Alergia e Imunopatologia · Universidade de São PauloBanca: Adalberto Pessoa Junior, Keity Souza SantosDoutorado
- 2025Concurso Prof. Titular - UNIFAL - ERNANDES BENEDITO PEREIRA· Universidade Federal de AlfenasBanca: Adalberto Pessoa Junior, Maria Betania Tinti de AndradeProfessor titular
- 2025Simone Medeiros - Operações Unitárias· Universidade de São PauloBanca: Adalberto Pessoa Junior, Adriane Maria F. Milagres, Daniela Helena Pelegrine Guimarães,, José Luiz de Medeiros, Sávio Souza Venâncio Vianna,Livre-docência
- 2024Ryhára Dias Batista"Desenvolvimento do meio de cultura para produção da vacina recombinante BCG- pertussis e do imunoterápico onco-rBCG-pertussis · Biotecnologia · Universidade de São PauloBanca: Adalberto Pessoa Junior, Viviane Maimoni Gonçalves, Marilda Keico Taciro, Aldo Tonso, Alfredo Maiorano, Eutimio Gustavo Fernández NúñezDoutorado
- 2024Carlos Miguel Nóbrega Mendonça"A prevenção como abordagem de promoção da segurança sanitária e sustentabilidade na avicultura: ênfase na nutrição de precisão e saúde gastrointestinal animal · Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica · Universidade de São PauloBanca: Ricardo Oliveira, Jose Manuel Domingues Gonzalez, Terezinha Knöbl, Adalberto Pessoa JuniorDoutorado
- 2024Karina Mariana Torres ObrequeProdução e nanoencapsulação da fotoliase para aplicações tópicas · Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica · Universidade de São PauloBanca: Carlota Oliveira Rangel Yagui, Roberta Campardelli, COSTA-SILVA, TALES A., Adalberto Pessoa JuniorDoutorado
- 2024Maria Taciana de Holanda Cavalcanti· Universidade Federal Rural de PernambucoBanca: Adalberto Pessoa Junior, José Luis de Lima-Filho, Ana Lúcia Figueiredo Porto, Keila A. MoreiraProfessor titular
- 2024Fernando Dini Andreote - ESALQ-USP· Universidade de São PauloBanca: Adalberto Pessoa Junior, Fatima Moreira, Marcos GervásioProfessor titular
- 2024Flavia Vischi Winck - Livre Docência· Universidade de São PauloBanca: Adalberto Pessoa Junior, Pio Colepicolo, Carlos Hotta, Mariana Olibeira, Marie-Anne van SluysLivre-docência
- 2024Prêmio Tese Destaque UNICAMP· Universidade Estadual de CampinasBanca: Adalberto Pessoa Junior, Ana Lucia Brunialti Godard, Carla Denise Bonan, José Celso Rocha, Sílvia Regina SecoliOutra
- 2023Sildimar Rodrigues FerreiraMicroencapsulação de ferro por coacervação complexa para fortificação de bebida láctea fermentada · ALIMENTOS E SAÚDE · Universidade Federal de Minas GeraisBanca: Adalberto Pessoa Junior, Igor Viana Brandi, Gabriela da Rocha Lemos Mendes, Eliana Setsuko KamimuraMestrado
- 2023Paula Klotz Brandão RodriguesATIVIDADE ANTAGONISTA DE Bacillus bombysepticus JAB01 CONTRA Sclerotinia sclerotiorum · Programa de Pós-Graduação em Agronomia (Ciência do Solo) UNESP Jaboticabal · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Adalberto Pessoa Junior, Eliana Gertrudes de Macedo LemosDoutorado
- 2023Heidie da Silva TorresCaracterizaçao de cubossomos não-iônicos em presença de proteínas modelo: uma abordagem estrutural e funcional · Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica · Universidade de São PauloBanca: Adalberto Pessoa Junior, André Moreni Lopes, Leandro R. BarbosaExame de qualificação de mestrado
- 2023Javiera Miranda GeldesOptimización de la producción extracelular de una L-asparaginasa quimérica en Escherichia coli Rosetta (DE3) utilizando metodología superficie respuesta · Ciencias de La Ingeniería Mención Biotecnología · Universidad de La FronteraBanca: Adalberto Pessoa Junior, Jorge Farías Avendaño, Mauricio Zamorano, Edgar Uquiche, BELÉN, LISANDRA HERRERAExame de qualificação de mestrado
- 2023Nicolás Lefin HinojosaOptimización de condiciones de cultivo y producción en biorreactor de L-asparaginasa II quimérica con alta actividad hidrolítica en Escherichia coli Rosetta (DE3) · Ciencias de La Ingeniería Mención Biotecnología · Universidad de La FronteraBanca: Adalberto Pessoa Junior, Lisandra Belén, Jorge Farías Avendaño, Mauricio Zamorano, Edgar UquicheExame de qualificação de mestrado
- 2023Brenda Nunes CarraroPERFIL DE NOVOS MEDICAMENTOS SINTÉTICOS, SEMISSINTÉTICOS E BIOLÓGICOS APROVADOS NA ANVISA EM 2021-22 · Farmácia e Bioqímica · Universidade de São PauloBanca: Adalberto Pessoa Junior, Carolina Campolina Rebello Horta, Carine Cristiane DrewesGraduação
- 2023Prof. Jonas Contiero - UNESP - Rio Claro· Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Adalberto Pessoa Junior, Francisco Maugeri, Nelson Ramos Stradiotto, Tsai Siu Mui, Eliana Gertrudes Macedo LemosProfessor titular
- 2023Eleni Gomes - "Morfologia, Fisiologia e Genética de Microrganismos Eucarióticos· Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Adalberto Pessoa Junior, Maria José Mendes Gianini, Adriane Maria F. Milagres, Maria de Lourdes T. de Moraes PolizeliProfessor titular
- 2023Produção de enzimas lignocelulolíticas, etanol de segunda geração, bioemulsificante e lasiodiplodana: Aumentando a diversificação de produtos renováveis na biorrefinaria de lignocelulose· Escola de Engenharia de LorenaBanca: Adalberto Pessoa Junior, Eleni Gomes, Oliveira, Ricardo Pinheiro de Souza, Hugo Ricardo Zschommler Sandim,, Clodoaldo SaronLivre-docência
- 2022Lara Maria BianchetiProdução de vanilina por bactérias cultivadas em hidrolisados de bagaço de cana-de-açúcar pré tratados com ozonólise · Microbiologia · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: GOMES, ELENI, Adalberto Pessoa Junior, Andrea Carla da Silva BarrettoMestrado
- 2022Adamo Eduardo da Silva Ferreira"Simulação e avaliação técnico-econômica de processos de produção de L- Asparaginases de nova geração utilizando Escherichia coli e Pichia pastoris recombinantes · Engenharia Química · Universidade de São PauloBanca: Adalberto Pessoa Junior, Adriano Rodrigues Azzoni, Rafael GamaMestrado
Revisor de periódico
14 registros- 2007 – presenteVínculo atualFood and Bioprocess Technology: An International JournalRevisor de periódico
- 2006 – presenteVínculo atualJournal of Chemical Technology and BiotechnologyRevisor de periódico
- 2005 – presenteVínculo atualJournal of Food EngineeringRevisor de periódico
- 2002 – presenteVínculo atualBiotechnology ProgressRevisor de periódico
- 2002 – presenteVínculo atualBiotechnology and BioengineeringRevisor de periódico
- 2002 – presenteVínculo atualEnzyme and Microbial TechnologyRevisor de periódico
- 2002 – presenteVínculo atualCiência e Tecnologia de AlimentosRevisor de periódico
- 2000 – presenteVínculo atualProcess BiochemistryRevisor de periódico
- 2000 – presenteVínculo atualJournal of Chromatography BRevisor de periódico
- 2000 – presenteVínculo atualArquivos de Biologia e TecnologiaRevisor de periódico
- 1999 – presenteVínculo atualRBCF. Revista Brasileira de Ciências FarmacêuticasRevisor de periódico
- 1998 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Chemical EngineeringRevisor de periódico
- 1997 – presenteVínculo atualApplied Biochemistry and BiotechnologyRevisor de periódico
- 1996 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of MicrobiologyRevisor de periódico
Prêmios e títulos
25 registros- 2025Melhores Práticas de Atividade de Extensão (AEX) da USP referente ano 2024Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da USP
- 2025Certificate of Recognition - Best Poster AwardISEC - Instituto Superior de Educação e Ciências de Portugal
- 2024COBBIND - HomenageadoOrganização do I Congresso Brasileiro de Biotecnologia Industrial
- 2023Medalha da Ordem do Mérito do Ex-Aluno da UFV do ano de 2023Universidade Federal de Viçosa
- 2023Ganador de un POSTERXLV Congreso Chileno de Microbiología
- 2019Prêmio de reconhecimento (4a. Edição do Programa IPT Valoriza) na categoria Novas Ideias na modalidade Patentes e Software - pelo pedido de patente depositado em 2018Instituto de Pesquisas Tecnológicas - IPT - São Paulo
- 2019XXII SINAFERM 2019 - Melhor trabalho apresentado na forma de pôster no eixo temático Biotecnologia na Produção de FármacosABEQ - Associação Brasileira de Engenharia Química
- 2019Showcase Emerge Labs Eurofarma - Projeto Asparaginase InovadoraCubo Itaú - Associação Iniciativa Emerge
- 2019Vídeo Pós-Graduação USP 2019 - Elaborado pelo orientando Eduardo Krebs KleingesindsPrograma de Pós-Graduação em Tecnologia Bioquímico-Farmacêutica, FCF, USP.
- 2019Menção Honrosa no 4o. Encontro de Ciência e Tecnologia de AlimentosUFRPE - UAG - Garanhuns, PE
- 2017Honorable Mention for the Oral PresentationUFOP
- 2016Prêmio Reconhecimento Tese Santanderhttp://www.prpg.usp.br/index.php/pt-br/noticias/1800-contemplados-no-edital-02-2016-reconhecimento-d
- 2016Prêmio Jovem Micologista Maria Auxiliadora de Queiroz Cavalcanti, na modalidade pós-graduação. Trabalho: Estudo da produção de L-asparaginase utilizando o fungo filamentoso Aspergillus terreusUniversidade Federal de Pernambuco - Pós-Graduação em Biologia de Fungos
- 2012Mejor ProfesorUniversidad Autónoma de Guadalajara
- 2012Menção Honrosa - Apresentação OralXVII Semana Farmacêutica de Ciência e Tecnologia, XLVII Semana Universitária Paulista de Farmácia e
- 2011Menção Honrosa - Primeiro Prêmio Jovem MicrobiologiaSociedade Brasileira de Microbiologia - CBM 2011
- 2011Melhor trabalho de pós-doutorado - Semana Farmacêutica USPFaculdade de Ciências Farmacêuticas da USP
- 2008Melhor Trabalho de Iniciação Científica na XIII Semana Farmacêutica de Ciência e TecnologiaFaculdade de Ciências Farmacêuticas da USP
- 2007Melhor Trabalho de Iniciação Científica do Departamento de Tecnologia Bioquímico-FarmacêuticaFaculdade de Ciências Farmacêuticas da USP - XII Semana Farmacêutica de Ciência e Tecnologia
- 2005Melhor Trabalho da Área de Microbiologia Industrial do Congresso Brasileiro de MicrobiologiaSociedade Brasileira de Microbiologia
- 20021o. Lugar como melhor trabalho apresentado na forma de pôster na Área de Alimentos e Nutrição Experimental - Categoria Pós-GraduaçãoVII Semana de Ciência e Tecnologia da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP
- 20012o. Melhor Trabalho Apresentado na Modalidade Alimentos - Categoria: Pós-GraduaçãoFaculdade de Ciências Farmacêuticas - VI Semana Farmacêutica de Ciências e Tecnologia da FCF/USP
- 2001Prêmio pelo trabalho desenvolvido com a aluna de iniciação científica do Instituto de Química da USP, Sabrina Montero Pancera e com a Profa. Denise PetriCRQ - Conselho Regional de Química - Categoria Nível Superior
- 1998Honra ao MéritoXII SINAFERM
- 1996Menção Honrosa pela Qualidade de ApresentaçãoV SHEB
Participação em eventos
162 registros- 2025Empreendedorismo na Área FarmacêuticaXXIII Congresso Farmacêutico de São Paulo · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2025Produção de Biocosméticos: Da Universidade para o Mercado33o. CONGRESSO BRASILEIRO DE MICROBIOLOGIA 2025 · Conferencista · Convidado · Aracaju
- 2025Desenvolvimento de bioprodutos: da Universidade para o MercadoVI Simpósio de Microbiologia - "Biotecnologia Microbiana no Contexto Sustentável", · Conferencista · Convidado · São José do Rio Preto, SP
- 2024Desenvolvimento de Processos de Produção de Produtos Biofarmacêuticos, Biocosméticos e Bioinsumos Agrícolas- Upstream, Downstream e StartUp8° Simpósio Nacional de Biotecnologia Ambiental · Conferencista · Convidado · Maringá
- 2024Produção de Biodefensivos ou Biofertilizantes AgrícolasV Simpósio de Microbiologia da Unesp · Simposista · Convidado · São José do Rio Preto
- 2024Oficinas de capacitaçãoProjeto Rondon - Operação Velho Chico - Sertão de Pernambuco · Outras formas · Participante · Santa Cruz, PEDivulgação científica
- 2023?Biofármacos: Conexão entre Universidade e IndústriaWorkshop de Engenharia Química: Inovação, Pesquisa e Empreendedorismo, · Conferencista · Convidado · LorenaDivulgação científica
- 2023Produção de Biofármacos por Microrganismo32 Congresso Brasileiro de Microbiologia · Conferencista · Convidado · Foz do Iguaçu
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