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Perfil do docente · FMUSP

Mario Luiz Ribeiro Monteiro.

Livre · Oftalmologia e Otorrinolaringologia

Currículo atualizado em 31/08/2025

OftalmologiaNeuro-OftalmologiaCirurgia OftalmológicaDoenças da Órbita

Cita-se como: MONTEIRO, Mário Luiz Ribeiro;MONTEIRO, ML;Monteiro, M L R;MONTEIRO, M;Monteiro, M. L. R.;Monteiro, Mario L.R.;Monteiro, MarioL;Monteiro, Mário L.R.;Monteiro, Mário Luiz R.;Monteiro, Mario Luis R.;Monteiro, Mario Luiz R;MONTEIRO, MARIO;RIBEIRO MONTEIRO, MÁRIO LUIZ;MONTEIRO, MARIO L. R.;RIBEIRO MONTEIRO, MARIO LUIZ;MONTEIRO, MÁRIO LR;MONTEIRO, MÁRIO LUIZRIBEIRO;RIBEIRO MONTEIRO, M. L.;MONTEIRO, MÁRIO L R;MONTEIRO, MÁRIO LUIS RIBEIRO;MONTEIRO, MÁRIO LUIZ R;RIBEIRO MONTEIRO, M.L.

16 seções

Resumo biográfico

Graduado em Medicina pela Universidade de São Paulo (1979), fez residência em Oftalmologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (1980-1982), doutorado em Oftalmologia pela Universidade de São Paulo (1992) e Livre Docência em Oftalmologia pela Universidade de São Paullo (1997). Realizou um ano de Fellowship clínico em Neuro-oftalmologia na Universidade de Connecticut, em Farmington, USA (1982-1983) e outro na Universidade da California, em São Francisco, USA (1983-1984), neste último sob a orientação do Prof. William F. Hoyt. Atualmente é Professor Titular da Disciplina de Oftalmologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, chefe do serviço de Neuro-oftalmologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e vice-coordenador do programa de pós-graduação em Oftalmologia da Universidade de São Paulo. É também orientador do curso de pós-graduação em Oftalmologia da USP. Orientação concluída de 23 alunos de doutorado, 6 alunos de iniciação científica com bolsa de agências de fomento e 6 supervisões de pós-doutorado. Orienta atualmente 6 alunos de doutorado, 2 de iniciação científica e supervisiona dois pós doutorandos. Publicou 295 trabalhos científicos completos, 6 livros e 164 capítulos de livros. Os artigos publicados receberam 3882 citações no Institute for Scientific Information (índice H=33), 4891 citações no Scopus (índice h=37) e 7163 citações no Google Acadêmico (Índice h=44, Índice i10=154). É consultor das agências FAPESP, CNPq e CAPES, Editor Associado das Revistas Journal of Ophthalmology, Arquivos Brasileiros de Oftalmologia e Einstein e membro do conselho editorial da Revista Brasileira de Oftalmologia. Além disso atua como revisor ad-hoc de várias revistas científicas incluindo: Acta Ophthalmologica, American Journal of Ophthalmology, Archives of Clinical Psychiatry, Arquivos Brasileiros de Oftalmologia, BMC Neurology, BMC Ophthalmology, Brazilian Journal of Medical and Biological Research, British Journal of Ophthalmology, Clinics, Clinical Neurology and Neurosurgery, Eye, Graefes Archives for Clinical and Experimental Ophthalmology, Investigative Ophthalmology and Visual Science, Journal of Cataract and Refractive Surgery, Journal of Neurology Neurosurgery and Psychiatry, Journal of Ophthalmology, Journal of Refractive Surgery, Journal of Vision, Nature Review Neurology, Neuro-ophthalmology, New England Journal of Medicine, Ophthalmic Plastic and Reconstructive Surgery, Ophthalmology e PlosOne.Atividades educacionais incluem ensino a alunos de medicina, residentes em Oftalmologia e Neurologia e Estagiários dos serviços de Neuroftalmologia e de Doenças da Órbita do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP nos últimos 40 anos. Participação ativa no Conselho Brasileiro de Oftalmologia como secretário, secretário geral e membro das comissões de ensino (ex coordenador) e científica daquela entidade.Além da atuação como docente e pesquisador, atua como Oftalmologista, com ênfase em Neuroftalmologia e Doenças da Órbita, atuando principalmente nos seguintes temas: afecções dos nervos ópticos (em especial as neurites ópticas, a neuropatia óptica isquêmica e o papiledema e as neuropatias compressivas), afecções do quiasma óptico e via retroquiasmática, as paralisias oculomotoras, a Orbitopatia de Graves, os Tumores da Órbita, e os diagnósticos diferenciais em neuroftalmologia incluindo o da perda visual e diplopia a esclarecer atuando em consultório próprio e em vários Hospitais incluindo Hospital Sirio Libanez, Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital Nove de Julho e Hospital Santa Cruz de São Paulo.

Indicadores

Áreas de atuação

04 registros
  • Ciencias Da Saude
    Medicina
    Clínica Médica › Oftalmologia
  • Ciencias Da Saude
    Medicina
    Neuro-Oftalmologia
  • Ciencias Da Saude
    Medicina
    Cirurgia Oftalmológica
  • Ciencias Da Saude
    Medicina
    Doenças da Órbita

Formação acadêmica

10 registros
  1. 1984 – 1984EspecializaçãoConcluído
    Titulo de Especialista · Conselho Brasileiro de Oftalmologia
  2. 1984 – 1992DoutoradoConcluído
    Oftalmologia · Universidade de São Paulo
    “Contribuição ao estudo da sensibilidade ao contraste em portadores de defeitos campimétricos atribuídos a tumores hipofisáios”
    Orientação: Prof Dr. Carlos Alberto Rodrigues Alves
  3. 1983 – 1984EspecializaçãoConcluído
    Fellowship em Neuro-oftalmologia · University of California San Francisco
    Orientação: William Fletcher HoytBolsa Fundação Rotária do Rotary International
  4. 1982 – 1983EspecializaçãoConcluído
    Fellowship em Neuroftalmologia · University of Connecticut
    Orientação: James Robert CoppetoBolsa University of Connecticut
  5. 1980 – 1981Residencia-medicaConcluído
    Residencia-medica · Universidade de São Paulo
    Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa
  6. 1974 – 1979GraduaçãoConcluído
    Medicina · Universidade de São Paulo
  7. 1972 – 1973Ensino-medio-segundo-grauConcluído
    Ensino-medio-segundo-grau · Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, Ribeirão Preto, São Paulo
  8. 1967 – 1972Ensino-medio-segundo-grauConcluído
    Ensino-medio-segundo-grau · Instituto de Educação Estadual Manoel Bento da Cruz, Araçatuba, São Paulo
  9. 1963 – 1966Ensino-fundamental-primeiro-grauConcluído
    Ensino-fundamental-primeiro-grau · Instituto de Educação Estadual Manoel Bento da Cruz, Araçatuba, São Paulo
  10. Livre-docênciaConcluído
    Livre-docência · Universidade de São Paulo

Idiomas

03 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemBemBemBem
EspanholBemRazoávelRazoávelBem
ItalianoRazoávelPoucoPoucoRazoável

Atuação profissional

93 registros
  1. 2024 – presenteVínculo atual
    Universidade de São Paulo
    Professor TitularServidor Publico20h/sem
  2. 2023 – 2024
    Universidade de São Paulo
    Professor RegenteServidor Publico20h/sem
  3. 2019 – presenteVínculo atual
    Universidade de São Paulo
    Coordenador Do Programa De Pós GraduaçãoServidor Publico20h/sem
  4. 2018 – presenteVínculo atual
    Journal of Ophthalmology
    Membro de corpo editorial
  5. 2017 – 2019
    Universidade de São Paulo
    Vice Coordenador Programa De Pós GraduaçãoServidor Publico20h/sem
  6. 2017 – presenteVínculo atual
    Arquivos Brasileiros de Oftalmologia
    Membro de corpo editorial
  7. 2017 – 2021
    Universidade Federal de Juiz de Fora
  8. 2015 – 2017
    Universidade de São Paulo
    Representante Suplente Professores AssociadosServidor Publico
  9. 2015 – 2015
    Universidade de São Paulo
    Membro Do Programa PaeServidor Publico
  10. 2014 – 2016
    Neuro-Ophthalmology
    Membro de corpo editorial
  11. 2013 – 2016
    Universidade de São Paulo
    Membro Titular Comissão De PesquisaServidor Publico
  12. 2013 – presenteVínculo atual
    North American Neuro-Ophthalmology Society
    MembroColaborador
  13. 2013 – presenteVínculo atual
    Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Revisor de projeto de fomento
  14. 2013 – presenteVínculo atual
    Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Membro de comitê assessor
  15. 2012 – 2015
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
    Coordenador comissão de ensinoProfessor Visitante
  16. 2012 – 2012
    (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Membro de comitê assessor
  17. 2012 – 2012
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Revisor de projeto de fomento
  18. 2012 – 2012
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  19. 2012 – 2012
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  20. 2012 – 2012
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  21. 2012 – 2012
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  22. 2012 – 2012
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  23. 2011 – presenteVínculo atual
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
    Membro da Comissão CientíficaColaborador
  24. 2011 – 2011
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  25. 2011 – 2011
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  26. 2011 – 2011
    (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Membro de comitê assessor
  27. 2011 – 2011
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  28. 2011 – 2011
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  29. 2011 – 2011
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  30. 2010 – presenteVínculo atual
    Universidade de São Paulo
    Membro Da Comissão De Cultura E ExtensãoCeletista24h/sem
  31. 2010 – 2013
    Universidade de São Paulo
    Membro Suplente Comissão De PesquisaServidor Publico
  32. 2010 – 2010
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Revisor de projeto de fomento
  33. 2010 – 2010
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Revisor de projeto de fomento
  34. 2010 – 2011
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Revisor de projeto de fomento
  35. 2010 – 2010
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  36. 2010 – 2010
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  37. 2010 – 2010
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  38. 2010 – 2010
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  39. 2010 – 2010
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  40. 2010 – 2010
    (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Membro de comitê assessor
  41. 2010 – 2010
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  42. 2009 – presenteVínculo atual
    Universidade de São Paulo
    Professor Associado 3Servidor Publico20h/sem
  43. 2009 – 2018
    Journal of Neuro-Ophthalmology
    Membro de corpo editorial
  44. 2009 – presenteVínculo atual
    Faculdade de Medicina da USP, Laboratório de Oftalmologia
    Responsável pelo LaboratórioServidor Publico
  45. 2009 – 2009
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Revisor de projeto de fomento
  46. 2009 – presenteVínculo atual
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Membro de comitê assessor
  47. 2009 – 2009
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Revisor de projeto de fomento
  48. 2009 – 2009
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  49. 2009 – 2009
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  50. 2009 – 2009
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  51. 2009 – 2011
    Sociedade Brasileira de Oftalmologia
    Membro da Comissão CientíficaProfessor Visitante
  52. 2009 – presenteVínculo atual
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
    Responsável Pelo Serviço De Neuro-oftalmolgiaCeletista6h/sem
  53. 2009 – presenteVínculo atual
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
    Responsável Pelo Serviço De ÓrbitaCeletista6h/sem
  54. 2008 – 2010
    Universidade de São Paulo
    Vice-chefe Do DepartamentoServidor Publico
  55. 2008 – 2008
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Revisor de projeto de fomento
  56. 2008 – 2016
    Arquivos Brasileiros de Oftalmologia
    Membro de corpo editorial
  57. 2008 – 2011
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
    Membro Da Comissão De Ética Em Pesquisa Do HcServidor Publico
  58. 2007 – presenteVínculo atual
    Universidade de São Paulo
    Representante Conselho Do DepartamentoServidor Publico2h/sem
  59. 2007 – 2009
    Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular,
    Membromembro comissão honorários
  60. 2006 – presenteVínculo atual
    Universidade de São Paulo
    Coordenador Estágio Complementação Em ÓrbitaServidor Publico4h/sem
  61. 2006 – presenteVínculo atual
    Universidade de São Paulo
    Coordenador Estágio Em Neuro-oftalmologiaServidor Publico4h/sem
  62. 2006 – presenteVínculo atual
    Clinical Neurology and Neurosurgery
    Membro de corpo editorial
  63. 2005 – presenteVínculo atual
    Universidade de São Paulo
    Membro Comissão Pós Graduação Em OftalmologiaServidor Publico40h/sem
  64. 2005 – 2007
    Universidade de São Paulo
    Representante Suplente Conselho DepartamentoServidor Publico2h/sem
  65. 2005 – 2007
    Universidade de São Paulo
    Representante Suplente Professores AssociadosServidor Publico
  66. 2005 – 2007
    Universidade de São Paulo
    Representante SuplenteServidor Publico
  67. 2005 – 2017
    Universidade de São Paulo
    Coordenador Do Programa De Pós GraduaçãoServidor Publico20h/sem
  68. 2005 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Oftalmologia
    Membro de corpo editorial
  69. 2005 – presenteVínculo atual
    Pan-American Association of Ophthalmology
    membro
  70. 2005 – 2007
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
    Membro da Comissão Heitor MarbackColaborador
  71. 2005 – 2005
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
    Membro da Com. Ensino Pesquisa e Pós graduaçãColaborador
  72. 2004 – presenteVínculo atual
    North American Neuro-Ophthalmology Society
    Membro titularMembro
  73. 2003 – 2005
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
    Membro da Comissão de Prevenção da CegueiraColaborador
  74. 2003 – presenteVínculo atual
    Hospital Sírio-Libanês
    Médico OftalmologistaProfessor Visitante
  75. 2003 – presenteVínculo atual
    HOSPITAL SANTA CRUZ DE SÃO PAULO
    Médico Credenciado
  76. 2002 – presenteVínculo atual
    Universidade de São Paulo
    Professor Associado 3 (MS-5)Servidor Publico24h/sem
  77. 2001 – 2001
    Universidade de São Paulo
    Membro Da Comissão De Currículo ComplementarServidor Publico6h/sem
  78. 2001 – 2003
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
    Secretário GeralColaborador
  79. 2000 – 2002
    Universidade de São Paulo
    Professor ColaboradorCeletista20h/sem
  80. 1999 – 2001
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
    Primeiro SecretárioColaborador
  81. 1999 – 2001
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
    Assessor da diretoriaColaborador
  82. 1997 – 1999
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
    Membro da Comissão de EnsinoProfessor Visitante
  83. 1997 – 1997
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
    Coordenador comissão de ensinoProfessor Visitante
  84. 1996 – 2008
    Arquivos Brasileiros de Oftalmologia
    Membro de corpo editorial
  85. 1996 – 2005
    Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein
    Médico OftalmologistaCeletista4h/sem
  86. 1995 – 1997
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
    Membro Adjunto da Comissão de EnsinoProfessor Visitante
  87. 1991 – 2002
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
    Medico ChefeCeletista40h/sem
  88. 1990 – presenteVínculo atual
    HOSPITAL NOVE DE JULHO
    Médico CredenciadoMedico Credenciado
  89. 1987 – 1989
    Associação Paulista de Medicina
    Diretor de PromoçõesColaborador
  90. 1984 – presenteVínculo atual
    Associação Paulista de Medicina
    Membro
  91. 1984 – 1984
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
    Médico ColaboradorServidor Publico40h/sem
  92. 1984 – 2002
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
    Médico 1Servidor Publico40h/sem
  93. 1981 – 1981Dedicação exclusiva
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
    Residente ChefeBolsista50h/sem

Produção bibliográfica

647 registros
147 de 147 itens
Por página
  • 2014
    Relationship between Pattern electroretinogram, Frequency Domain‐ OCT and Automated perimetry in Chronic papilledema from Pseudotumor Cerebri Syndrome
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro · North American Neuro-Ophthalmology Society 40th Annual Meeting · ISBN 327 · San Juan, Porto Rico
  • 2014
    Role of Percentage of Tissue Altered (PTA) as a risk factor in eyes with Normal preoperative topography that developed Ectasia after LASIK
    Santhiago, Marcony R.; SMADJA, DAVID; Beatriz Gomes; Wilson, Steven E.; Mello, Glauco R.; Mário Luiz Ribeiro Monteiro +1 autores · Association for research in vision and ophthalmology meeting · Orlando
  • 2014
    Lacrimal cytokines assessment in subjects exposed to different levels of ambient air pollution in a large metropolitan area
    Matsuda, Monique; Rodolfo Bonatti; Monica Marquesini; Maria L Garcia; BRAGA, ALFÉSIO; Paloma G Krempel +2 autores · Association for research in vision and ophthalmology meeting · Orlando
  • 2014
    Pattern electroretinogram in pre-perimetric and hemifield loss glaucoma eyes and its correlation with Fourier Domain OCT macular thickness measurements
    André Carvalho Kreuz; Maria Kiyoko Oyamada; Mário Luiz Ribeiro Monteiro · Association for research in vision and ophthalmology meeting · Orlando
  • 2014
    Comparison Between Pre- and Postoperative Quantitative Analysis of Graves Upper Eyelid Retraction Using Margin Reflex Distance and a Digital Eyelid Image Processing Method
    Thiago Machado Nogueira; Allan Christian P. Gonçalves; Ana Carolina Gonçalves; Luzia Diegues Silva; Mário Luiz Ribeiro Monteiro · Association for research in vision and ophthalmology meeting · Orlando
  • 2014
    A RANDOMIZED COMPARATIVE STUDY OF SURGICAL CORRECTION OF GRAVES UPPER EYELID RETRACTION THROUGH CONJUNCTIVAL OR BLEPHAROTOMY APPROACH
    Allan Christian P. Gonçalves; Thiago Machado Nogueira; Ana Carolina Gonçalves; Luzia Diegues Silva; Mário Luiz Ribeiro Monteiro · Association for research in vision and ophthalmology meeting · Orlando
  • 2014
    Multifocal Visual Evoked Potential in Eyes with Temporal Hemianopia from Chiasmal Compression and Its Correlation with Standard Automated Perimetry
    Rafael Miranda Souza; Maria Kiyoko Oyamada; Mário Luiz Ribeiro Monteiro · Association for research in vision and ophthalmology Meeting · Orlando
  • 2014
    Contrast sensitivity evaluation in high-risk treatment-naïve proliferative diabetic retinopathy treated with panretinal photocoagulation with and without intravitreal Ranibizumab.
    Daniel Araújo Ferraz; Lisa Mariel Vasquez Ramirez; Augusto Motta; Preti, Rony Carlos; SOPHIE, RAAFAY; BITTENCOURT, MILLENA G. +2 autores · Association for research in vision and ophthalmology meeting · Orlando
  • 2014
    Relationship between Pattern electroretinogram, Frequency Domain-OCT and Automated perimetry in Chronic papilledema from Pseudotumor Cerebri Syndrome
    Clara Lima Afonso; Maria Kiyoko Oyamada; Mário Luiz Ribeiro Monteiro · Association for research in vision and ophthalmology meeting · Orlando
  • 2014
    Bevacizumab treatment reduces neurocan content and gene expression on newborn rat retinal extracellular matrix, in vitro
    Paloma G Krempel; Matsuda, Monique; Monica Marquizini; Alfred Sholl-Franco; Nádia Campos O Miguel; Mário Luiz Ribeiro Monteiro · Association for research in vision and ophthalmology Meeting · Orlando
  • 2014
    Infra-red photography retinal abnormalities and inner nuclear layer microcystic retinal degeneration in eyes with band atrophy of the optic nerve
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro; Rafael Miranda Souza; Daniel Araújo Ferraz; Nithya Rajagopalan; SEPAH, YASIR J.; NGUYEN, QUAN DONG +1 autores · Association for research in vision and ophthalmology Meeting · Orlando
  • 2013
    Pattern Electroretinogram for detecting retinal neural loss in neuromyelitis optica and multiple sclerosis patients with or without optic neuritis. Correlation with OCT and automated perimetry
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro; Kenzo Hokazono; Ali S Raza; Maria Kiyoko Oyamada; Donald C Hood · North American Neuro-Ophthalmology Society 39th Annual Meeting · Salt Lake City
  • 2013
    Influence of English language in the number of citations of articles published in Brazilian journals of Ophthalmology
    Kenzo Hokazono; Fernandes, Danilo B.; Mário Luiz Ribeiro Monteiro · XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia/XXXVI Congresso Brasileiro de Oftalmologia · Ipsis Gráfica e Editora SA · ISBN 0004-2749 · Rio de Janeiro
  • 2013
    Mucin MUC5AC gene expression on conjunctival goblet cells of individuals exposed to high levels of ambient air pollution
    Priscila Novaes; Alfésio Braga; André Augusto Miranda Torricelli; Danielle Francischetti; Mário Luiz Ribeiro Monteiro; Monique Matsuda +1 autores · XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia/XXXVI Congresso Brasileiro de Oftalmologia · Ipsis Gráfica e Editora SA · ISBN 0004-2749 · Rio de Janeiro
  • 2013
    Analises da expressão gênica de células da linhagem glial humana (MIO-M!) cultivadas e submetidas ao bevecizumab
    Paloma G Krempel; Mário Luiz Ribeiro Monteiro · XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia/XXXVI Congresso Brasileiro de Oftalmologia · Ipsis Gráfica e Editora SA · ISBN 0004-2749 · Rio de Janeiro
  • 2012
    Relationship Between Pattern Electroretinogram, Optical Coherence Tomography And Automated Perimetry In Multiple Sclerosis And Neuromyelitis Optica
    Hokazono, Kenzo; Mário Luiz Ribeiro Monteiro · 2012 Association for research in vision and ophthalmology meeting · Fort Lauderdale
  • 2012
    Proteoglycans Gene Expression Analysis In Developing Rat Retina Explants Sumitted Bevacizumab
    Paloma G Krempel; Monique Matsuda; Alfred Sholl-Franco; André Luis Portes; Monica V. Marquezini; Thiago Puntar +2 autores · 2012 Association for research in vision and ophthalmology meeting · Fort Lauderdale
  • 2012
    Predicting Dysthyroid Optic Neuropathy by Volumetric Image Analysis of Computed Tomography of the Orbits
    Allan Christian P. Gonçalves; Lucas N Silva; Eloisa Maria Mello Santiago Gebrin; Suzana Matayoshi; Mário Luiz Ribeiro Monteiro · 2012 Association for research in vision and ophthalmology meeting · Fort Lauderdale
  • 2012
    Optical Coherence Tomography and Pattern Electrorretinogram in Eyes With Acute and Chronic Papilledema from Pseudotumor Cerebri Syndrome
    Clara Lima Afonso; Carolina Figueira Falcochio; Maria Kiyoko Oyamada; Hokazono, Kenzo; Mário Luiz Ribeiro Monteiro · 2012 Association for research in vision and ophthalmology meeting · Fort Lauderdale
  • 2012
    Pattern Electroretinogram for the Detection of Retinal Neural Loss in Multiple Sclerosis and Neuromyelitis Optica
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro; Hokazone, Kenzo · 2012 Association for research in vision and ophthalmology meeting · Fort Lauderdale
  • 2012
    In Vitro Effect Of Bevacizumab Treatment On Cell Proliferation, Death And Differentiation In The Developing Retina Of Rats
    Monique Matsuda; Paloma G Krempel; Thiago Puntar; SHOLL-FRANCO, A.; André L Portes; Silvana Allodi +2 autores · 2012 Association for research in vision and ophthalmology meeting · Fort Lauderdale
  • 2012
    Correlation Between Clinical Signs And Symptoms Of Ocular Surface Dysfunction As Well As Tear Osmolarity Levels With Different Levels Of Ambient Air Pollution In Individuals From A Large Metropolitan Area
    André Augusto Miranda Torricelli; Priscila Novaes; Monique Matsuda; Rodolfo Bonatti; Paulo HIlário Saldiva; Milton Ruiz Alves +1 autores · 2012 Association for research in vision and ophthalmology meeting · Fort Lauderdale
  • 2012
    Evaluation of Inner Retinal Thicknesses in the Macula of Patients with Neuromyelitis Optica or Multiple Sclerosis Using Frequency Domain OCT
    Danilo Botelho Fernandes; Ali S Raza; Diane L Wang; Mário Luiz Ribeiro Monteiro; Donald C Hood · 2012 Association for research in vision and ophthalmology meeting · Fort Lauderdale
  • 2012
    Correlação entre o ERG de padrão reverso, o OCT e a perimetria na esclerose multipla e neuromielite óptica
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro; Hokazono, K. · XX Congresso Brasileiro de Prevenção da Cegueira e Reabilitação Visual · Ipsis Gráfica e Editora SA · São Paulo
  • 2012
    Quantificação da perda neural decorrente de papiledema através das medidas de espessura macular usando a tomografia de coerência óptica de domínio fourier
    Clara Lima Afonso; Carolina Figueira Falcochio; Maria Kiyoko Oyamada; Mário Luiz Ribeiro Monteiro · XX Congresso Brasileiro de Prevenção da Cegueira e Reabilitação Visual · ipsis Gráfica e Editora SA · são Paulo

Produção técnica

132 registros
51 de 51 itens
Por página
  • 2013
    Parecer número 201301O, re-credenciamento orientador, para Comissão de pós graduação da FMUSP
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2013
    Parecer número 201301CX, credenciamento orientador, para Comissão de pós graduação da FMUSP
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2013
    Parecer número 201301CX, credenciamento orientador, para Comissão de pós graduação da FMUSP
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2012
    Parecer número 201208HRX, credenciamento orientador, para Comissão de pós graduação da FMUSP
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro · credenciamento de orientador
  • 2012
    Parecer número 201201CO, re-credenciamento orientador, para Comissão de pós graduação da FMUSP
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro · re-credenciamento de orientador
  • 2012
    Parecer número 201203RL, credenciamento orientador, para Comissão de pós graduação da FMUSP
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro · credenciamento de orientador
  • 2012
    Parecer número 201206CTC, re-credenciamento orientador, para Comissão de pós graduação da FMUSP
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2012
    Parecer número 201209HES, re-credenciamento orientador, para Comissão de pós graduação da FMUSP
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2012
    Parecer número 201204CXS, credenciamento orientador, para Comissão de pós graduação da FMUSP
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2012
    Parecer referente a projeto cnpq iniciais 478... de 2012
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2012
    Parecer referente a projeto cnpq iniciais 474... de 2012
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2012
    Parecer FAPESP, referente a processo iniciais 2010/159....
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2012
    Parecer FAPESP, referente a processo iniciais 2010/155...
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro · parecer projeto fapesp
  • 2012
    Parecer FAPESP, referente a processo iniciais 2012/194...
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2012
    Parecer FAPESP, referente a processo iniciais 2012/098...
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2012
    Parecer FAPESP, referente a processo iniciais 2009/07....
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2012
    Parecer revista Journal of Vision JOV-03055-2012
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro · revisão de artigo científico
  • 2012
    Parecer revista Investigative Ophthalmology and visual sciences IOVS-12-9905
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro · revisão de artigo científico
  • 2012
    Parecer revista Investigative Ophthalmology and visual sciences. IOVS-12-11044
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro · parecer revisão de artigo científico
  • 2012
    Parecer para revista Neuro-ophthalmology em maio e junho de 2012
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro · parecer para revista
  • 2012
    Parecer para revista Neuro-ophthamology em junho de 2012
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2012
    Parecer para revista GRAEFES, D-12-00119
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2012
    Parecer número 2012ATC, credenciamento orientador, para Comissão de pós graduação da FMUSP
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2012
    Parecer número 201212ATX, credenciamento orientador, para Comissão de pós graduação da FMUSP
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro
  • 2012
    Parecer número 201211AHO, credenciamento orientador, para Comissão de pós graduação da FMUSP
    Mário Luiz Ribeiro Monteiro

Projetos

55 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

55 de 55 projetos
Por página
  • 2022 – 2022Pesquisa

    Anormalidades coriorretinianas na hipertensão intracraniana idiopática e revisão da literatura

    Concluído

    A hipertensão intracraniana idiopática é uma doença caracterizada por
sinais e sintomas secundários ao aumento da pressão intracraniana de causa
desconhecida. Fatores de risco como obesidade, sexo feminino, distúrbios
metabólicos e endócrinos podem estar associados. Os sintomas mais comuns
incluem cefaleia, obscurecimento visual transitório e zumbido pulsátil, ainda
que a apresentação clínica possa ser variável. Nos estágios iniciais da doença
a função visual geralmente encontra-se relativamente preservada, ainda que
seja observado edema do nervo óptico. Nos casos crônicos, ocorre atrofia
progressiva da camada de fibra nervosas da retina e das células ganglionares,
com potencial dano à visão. Dessa forma, o diagnóstico precoce é essencial
para evitar perda visual grave e permanente. Além das alterações nas células
ganglionares, a hipertensão intracraniana idiopática pode estar associada a
uma série de complicações da retina, como exsudatos maculares, hemorragias
retinianas, membrana neovascular sub-retiniana, oclusão da veia central da
retina e dobras da retina. Anormalidades da coroide também são encontradas e
podem variar de dobras a vasculopatia polipoidal de coroide, um achado
extremamente incomum. Quando tais complicações estão presentes, a
confusão diagnóstica pode levar a tratamentos errôneos que pioram o
prognóstico visual. O objetivo deste trabalho é revisar as alterações
coriorretinianas associadas à hipertensão intracraniana idiopática e relatar dois
casos de pacientes com anormalidades da coroide relacionadas a esta doença.

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Leonardo Eleotério Ariello

  • 2022 – presentePesquisa

    Avaliação do Exame de Retina utilizando a Câmera de Retina Hiperespectral Midriática (MHRC) da Optina Diagnostics para Detectar a Provável Condição Amiloide Cerebral Determinada por Imagens de PET

    Em andamento

    O objetivo geral é identificar características nas imagens hiperespectrais da retina
que se correlacionem fortemente com o status da placa Aβ cerebral (positivo ou
negativo) medido com imagens de PET amiloide. A abordagem atualmente
desenvolvida e avaliada consiste em treinar um classificador de ?machine learning?
para prever o status da imagem PET amiloide de cada participante que tenha obtido
imagens hiperespectrais da retina. Essa abordagem flexível permite a inclusão de
vários recursos com base em sua assinatura espacial/espectral da retina e a avaliação
de diferentes métodos de classificação. O projeto proposto visa, portanto, otimizar o
classificador com características robustas e validar seu desempenho para alcançar
altas (>;85%) sensibilidade e especificidade no desempenho da classificação em
relação ao estado amiloide cerebral determinado pelas imagens de PET, apesar da alta
variabilidade interindividual das imagens da retina devido à transmissão da lente ocular
e pigmentação.

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Leonardo Eleutério Ariello, Carlos Alberto Buchpiguel, Geraldo Busato

  • 2021 – presentePesquisa

    Análise da densidade capilar da retina na região macular, peripapilar e do disco óptico e quantificação da perda neural retiniana em olhos acometidos por neurite óptica secundária a esclerose múltipla ou neuromielite óptica pela angiotomografia e tomogra

    Em andamento

    Objetivos: Comparar as medidas de densidade capilar superficial da retina peripapilar bem como a densidade capilar superficial e profunda na região macular em olhos de pacientes com EM, NMO e de indivíduos normais. Comparar a espessura da CFNR peripapilar e as medidas de espessura das camadas da retina em olhos de pacientes com EM, NMO e controles normais. Estimar a correlação dos achados de densidade capilar obtidos com a Angio-TCO com aqueles de espessura da CFNR peripapilar e macular obtidos com a TCO-SS. Estimar a correlação dos achados de densidade capilar, da CFNR peripapilar e de espessura macular com o campo visual (CV) computadorizado.
Métodos: Será realizado um estudo de coorte transversal com 40 olhos de pacientes com EM, com ou sem história de neurite óptica (NO) e 40 olhos de pacientes com espectro da NMO (com NO prévia) e 40 olhos de controles normais. Os indivíduos serão submetidos a exame oftalmológico completo, CV automatizado, Angio-TCO e TCO-SS de alta resolução. Os dados da CFNR e da densidade capilar na área peripapilar serão divididos em quatro quadrantes: temporal, superior, nasal e inferior. A densidade capilar superficial e profunda bem como as diferentes camadas da retina na região macular e do disco óptico serão medidos, a partir de escaneamentos de 3 x 3 mm, 4,5 x 4,5 mm e 6 x 6 mm, e estimados em uma área circular de acordo com o mapa do ?Early Treatment Diabetic Retinopathy Study (ETDRS); registrando os parâmetros medidos nas espessuras de um círculo externo (dividido em superior, temporal, inferior e medial), um círculo interno (superior, temporal, inferior e medial). Serão também obtidas, com a TCO-SS, medidas da CFNR peripapilar, da espessura retina e da coroide em área de 12 x 9 mm do polo posterior englobando a macula e o disco óptico. Os resultados das medidas de TCO-SS e Angio-TCO serão comparados entre casos e controles e serão correlacionados entre si e com os achados da perimetria automatizada.

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Leandro Cabral Zacharias, Leonardo Provetti Cunha, Preti, Rony Carlos, ALMEIDA, GLAUCO BATISTA, Clarissa dos Reis Pereira

  • 2021 – presentePesquisa

    Comparação dos achados à tomografia de coerência óptica e ao eletrorretinograma em portadores de doenças autoimunes da via óptica anterior soronegativas associadas ao anticorpo anti-aquaporina 4 ou ao Anti-MOG

    Em andamento

    Introdução: As doenças inflamatórias autoimunes do sistema nervoso central (SNC) também acometem a via visual anterior com frequência, manifestando-se por neurite óptica (NO) e provocando déficit visual permanente em alguns casos. Nesse escopo de entidades, encontram-se a esclerose múltipla (EM); o espectro da neuromielite óptica (ENMO), que pode estar relacionado à presença do anticorpo anti-aquaporina 4 (AQ-4) ou não (soronegativo); e ainda a doença associada ao anticorpo contra a glicoproteína da mielina do oligodendrócito (anti-MOG). 
Objetivos: 
Comparar as medidas da LMRN, da CCG e da CFN pelo OCT Spectralis e os resultados dos estudos eletrofisiológicos em 4 grupos de pacientes que já apresentaram NO secundária a doenças inflamatórias autoimunes do SNC: portadores de EM, do ENMO (associado ou não a anti-AQP4) e da doença relacionada ao anti-MOG. Correlacionar esses resultados com outras avaliações oftalmológicas, como a acuidade visual e a perimetria computadorizada e buscar diferenças nos achados finais que sejam características de cada grupo entre si e em relação a controles normais. 
Métodos: Estudo de coorte transversal com pacientes portadores de doenças inflamatórias autoimunes da via óptica anterior divididos em 4 grupos: 30 olhos de pacientes portadores de EM; 30 olhos de portadores do ENMO com anti-AQP4 positivo; 30 olhos de portadores do ENMO soronegativos; 30 olhos de portadores de doença relacionada ao anti-MOG. Os indivíduos serão submetidos a exame oftalmológico completo, campo visual (CV) automatizado, TCO e estudo eletrofisiológico com ERG-ct (fotópico e escotópico) e PhNR. A TOC será realizada com o tomógrafo Spectralis usando-se o programa NSyte Analitic System, que permite a medição da CFNR, da CCG e da LMRN. A LMRN será mensurada com cortes radiais da TCO centrados no DO, como a menor distância entre o término da membrana de Bruch até a membrana limitante interna. Os resultados serão comparados entre os grupos e com olhos normais. Áreas sob a curva ROC serão calculadas e comparadas para diferentes medidas. A correlação entre os parâmetros de sensibilidade do CV, da CFNR, da CCG, da LMNR e os resultados do estudo eletrofisiológico serão avaliadas com testes de Spearman ou Pearson dependendo da aderência ou não à normalidade.

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Dagoberto Callegaro, Maria Kiyoko Oyamada, Samira Luisa Apóstolos Pereira, Clarissa dos Reis Pereira

  • 2021 – 2022Pesquisa

    Reversão completa de infiltrado leucêmico bilateral de nervos ópticos utilizando quimioterapia sem radioterapia adjuvante

    Concluído

    Envolvimento Leucemico dos olhos é raro, e sendo assim o tratamento se baseia em relatos de casos anteriores. O tratamento das complicações oculares traz dificuldades adicionais, uma vez que o olho é considerado um "santuário" farmacológico em pacientes com leucemia linfoblástica aguda. Assim, a radioterapia é a principal alteranativa terapêutica; contudo pode levar a efeitos colaterais importantes. O objetivo deste estudo foi de relatar o primeiro caso de infiltração leucêmica bilateral dos nervos ópticos que regrediu com quimioterapia sem radioterapia associada.

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), DA COSTA, DOUGLAS RODRIGUES

  • 2019 – presentePesquisa

    Avaliação morfológica e funcional da retina de pacientes com doença de Parkinson usando a tomografia de coerência óptica e o eletrorretinograma

    Em andamento

    A doença de Parkinson (DP) é a segunda enfermidade neurodegenerativa mais frequente. Apesar da sabida degeneração dos neurônios dopaminérgicos e do acúmulo da proteína alfa-sinucleína em diversos tecidos, a fisiopatologia da DP ainda não é completamente compreendida. Além do acometimento do sistema nervoso central e das manifestações motoras, há diversos outros órgãos e sintomas não-motores relacionados à DP. Estudos demonstram que na retina de indivíduos com a DP há acúmulo de agregados de alfa-sinucleína, níveis reduzidos de dopamina e redução de algumas camadas celulares. Acredita-se que as principais células dopaminérgicas retinianas envolvidas nos sintomas oculares de pacientes com a DP sejam as células amácrinas e as células ganglionares da retina (CGR). Assim, pode ocorrer uma importante disfunção visual, relacionada principalmente a distúrbios da sensibilidade visual ao contraste (SVC). O advento da tomografia de coerência óptica (OCT) e da angiografia por tomografia de coerência óptica (OCTA) tem permitido de forma não invasiva uma melhor avaliação anatômica da retina e coroide e de seus plexos vasculares. Vários estudos prévios demonstraram redução na espessura da camada de fibras nervosas peripapilar e das camadas internas da retina na região macular na DP. No entanto, até o presente momento, apenas um estudo investigou as alterações vasculares da retina em pacientes com a DP, evidenciando uma redução na densidade vascular em estágios precoces da doença. Quanto à avaliação da coroide com a OCT, os achados são poucos e inconclusivos: dois estudos demonstraram redução da espessura e dois demonstraram aumento. Estudos eletrofisiológicos da retina demonstraram alteração do potencial visual evocado (PVE), do eletrorretinograma de padrão reverso (pERG) e do ERG multifocal (mfERG) e observaram que essas alterações são reprodutíveis com o uso de inibidores da dopamina e reversíveis após uso de levodopa. Assim, verifica-se a participação direta da deficiência retiniana de dopamina nas alterações oftalmológicas em pacientes com a DP. O ERG de campo total (ffERG) permite uma avaliação eletrofisiológica global da retina a estímulos luminosos. Os potenciais oscilatórios (OPs) do eletrorretinograma são ondas presentes na fase ascendente da onda b, com origem provável da camada plexiforme interna (com participação importante das células amácrinas e bipolares). Até o momento, poucos estudos analisaram os OPs em pacientes com a DP. Dessa forma, o estudo do ffERG com estimativa dos OPs fotópicos é importante para o melhor entendimento das alterações retinianas na DP. Outro teste eletrofisiológico, a mensuração da resposta fotópica negativa (PhNR) do eletrorretinograma adaptado à luz, tem ganhado importância nos últimos anos por permitir a avaliação das CGR. Porém, até o momento não há pesquisas da PhNR em pacientes com DP. O presente estudo pretende: avaliar as alterações morfológicas nas camadas e na densidade vascular da retina e da coroide de pacientes com a DP por meio dos exames OCT e OCTA; avaliar as alterações funcionais eletrofisiológicas do ffERG fotópico, dos OPs fotópicos e da PhNR; e correlacionar os achados da OCT, da OCTA, do ffERG fotópico, dos OPs fotópicos e da PhNR, com a AV e a SVC. Espera-se uma redução da espessura da camada de células ganglionares da retina e da camada plexiforme interna vistos na OCT, redução da densidade dos plexos vasculares à OCTA, redução da amplitude do ffERG fotópico, dos OPs fotópicos e da PhNR, e redução da SVC. Esses achados ajudariam a entender melhor a fisiopatologia das alterações oftalmológicas na DP e reforçariam a hipótese de uma disfunção das CGR nessa doença.

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Egberto Reis Barbosa, Oyamada, Maria K., ANDRADE, THAIS S., Arthur do Nascimento Rocha, Luis Guilherme Marchesi Mello

  • 2019 – presentePesquisa

    Correlação entre a espessura da camada de células ganglionares maculares e de fibras nervosas peripapilar à tomografia de coerência óptica e a perimetria estática nos 10º (com miras tamanho I, II e III) e nos 24º (com mira III) centrais associada a peri

    Em andamento

    A mensuração da integridade da retina e do nervo óptico é importante elemento no estudo das afecções da via óptica e pode ser feito pela medida de alterações estruturais e funcionais. Para avaliação das alterações estruturais correspondentes à perda axonal retiniana são utilizadas sendo a principal delas a tomografia por coerência óptica (TCO). A TCO produz imagens bidimensionais de corte coronal da retina através das quais estima a espessura da camada de fibras nervosas retiniana (CFNR) e da mácula medidas que servem para quantificação da perda axonal nas afecções da via óptica anterior. Por outro lado, a avaliação funcional é feita essencialmente pela medida da acuidade visual (AV) e pela avaliação do campo visual (CV). É de grande importância a compreensão de como se correlacionam as medidas estruturais e funcionais, que tem sido investigada em diversas afecções do nervo óptico em especial no glaucoma. A maioria dos estudos investiga como se correlacionam as alterações à perimetria computadorizada, que avalia os 24 ou os 30 graus centrais do campo visual, com as medidas da CFNR peripapilar e da espessura da camada de células ganglionares (CCG) à TCO. No entanto, essa área utilizada para avaliação do CV pode não traduzir adequadamente a função visual. Estudos recentes mostram a importância de se incluir a análise mais detalhada dos 10 graus centrais do CV com mais dados do que aquele fornecido pela estratégia 24-2 usualmente empregada. Essa avaliação é particularmente útil quando se estuda a correlação do CV com as CCG da região macular medida pela TCO de alta resolução. Além disso, muitos estudos observam que pode haver perda de células ganglionares da região macular em pacientes com CV normal à perimetria computadorizada estratégia 24-2 usando a mira tamanho III (de Goldmann). Estudos recentes em pacientes com glaucoma sugerem que o uso de miras menores (tamanhos I e II de Goldmann) nos 10 graus centrais possam trazer uma maior sensibilidade para identificar a perda visual e melhor correlação com os achados da TCO. Nos pacientes com compressão quiasmática por tumores hipofisários ocorre perda de CV bitemporal que é característica da afecção e um padrão de perda neural peculiar caracterizada pela perda da CFNR predominantemente no setor nasal e temporal do disco óptico, um padrão de perda denominado atrofia em banda (AB) do nervo óptico. Nestes pacientes tem grande importância a avaliação não só do CV central como também do periférico. Até recentemente a avaliação do CV periférico só podia ser feita de forma adequada pela perimetria manual de Goldmann, o que dificultava sua quantificação em dados numéricos. A recente introdução de perímetro semi-automatizado que associa a perimetria cinética a recursos de computação facilitou a quantificação tanto da área do CV periférico. No entanto, nenhum estudo avaliou a correlação entre os achados da TCO e aqueles da perimetria computadorizada incluindo a avaliação da área central usando miras tamanho I e II e III e incluindo também o CV periférico. 
Objetivos: Estudar a correlação entre os achados ao CV, avaliando os 10 graus centrais do CV com miras tamanho I, II e III e a medida da espessura da CCG macular em olho com AB do nervo óptico. Nesses olhos, avaliar também a correlação entre a perda de CV nos 24 graus centrais (com a mira III) isoladamente ou associado à área do CV periférico com as medidas da CFNR peripapilar. Verificar como o tamanho da mira utilizada no teste dos 10 graus centrais influencia na correlação com a CCG da região macular e como a inclusão de dados do CV periférico interfere na correlação com a medida da CFNR peripapilar medida pela TCO. 
Métodos: Será realizado um estudo de coorte transversal com 30 pacientes com AB do nervo óptico por compressão quiasmática e defeito de CV sequelar e 30 controles normais. Os indivíduos serão submetidos a exame oftalmológic

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), ANDRADE, THAIS S., Arthur do Nascimento Rocha, Luis Guilherme Marchesi Mello

  • 2019 – presentePesquisa

    Avaliação da largura mínima da rima neural e do tamanho da escavação do disco óptico em olhos com neuropatia óptica compressiva por tumores hipofisários usando a tomografia de coerência óptica

    Em andamento

    Introdução: Avaliação de alterações estruturais do disco óptico (DO), incluindo a perda de fibras nervosas peripapilar, a palidez e a escavação do DO, é etapa extremamente importante no estudo das afecções da via óptica. Para tanto, várias tecnologias de medida destas estruturas existem incluindo a estereofotografia, a polarimetria de varredura a laser, o tomógrafo com laser confocal de varredura e a tomografia por coerência óptica (TCO) de alta resolução. A capacidade da TCO em quantificar a perda neural retiniana em afecções do nervo óptico já foi verificada por vários autores e em nossos estudos prévios, investigando pacientes com hemianopsia temporal por compressão quiasmática e atrofia em banda (AB) do nervo óptico e em outras neuropatias. No entanto, até recentemente a TCO não era considerada o melhor dispositivo para avaliar a escavação do nervo óptico e as alterações estruturais da rima neural do DO. O aumento da escavação do DO (EDO) e a redução da rima neural são consideradas alterações características do glaucoma mas sabemos que outras neuropatias ópticas podem também ocasioná-las levando a confusão diagnóstica. Dentre as neuropatias ópticas que podem cursar com aumento da EDO, tem grande importância as lesões compressivas da via óptica, que por terem evolução usualmente lenta e progressiva, tem maior possibilidade de levar a confusão com glaucoma particularmente nos pacientes com pressão ocular no limite superior da normalidade e/ou com defeitos de campo visual incaracterísticos. Desta forma, o conhecimento de peculiaridades da EDO em cada tipo de neuropatia é importante no diagnóstico diferencial com o glaucoma. Os principais métodos de avaliação da EDO e da espessura da rima neural são a estereofotografia do disco óptico e o tomógrafo retiniano com laser confocal. Avanços recentes na TCO de alta resolução permitiram, no entanto, melhorar significativamente o desempenho do equipamento nesse tipo de avaliação. A medida da abertura da membrana de Bruch (AMB) que representa o término do complexo membrana de Bruch/epitélio pigmentar no DO tem se mostrado um método com excelente reprodutibilidade e utilizado como um marcador anatômico na rima neural do disco óptico. O programa Nsite Axonal Analytics System do aparelho Spectralis fornece vários métodos de analise estrutural do DO incluindo software para análise da espessura da rima neuroretiniana da AMB até o ponto mais próximo da membrana limitante interna (MLI), denominado largura mínima da rima (LMR) na abertura da membrana de Bruch (LMR-AMB). O software do aparelho permite ainda se medir a profundidade da escavação do DO. O método é considerado altamente sensível para se estudar as alterações no DO no glaucoma, mas nenhum estudo avaliou de forma sistemática tal método em neuropatias compressivas.
Objetivos: Medir a LMR-AMB e a profundidade da escavação do DO com a TCO em olhos de pacientes com compressão quiasmática e atrofia em banda (AB) do nervo óptico e comparar com controles normais e olhos de portadores de glaucoma. Comparar a capacidade de discriminação (entre portadores de AB, de glaucoma e normais) do parâmetro LMR-AMB com a camada de fibras nervosas retiniana (CFNR) peripapilar e avaliar a correlação entre tais medidas entre si e com a perda visual estimada pela perimetria computadorizada.
Métodos: Estudo de coorte transversal com pelo menos 30 olhos pacientes com AB por compressão quiasmática e defeito de CV sequelar, 30 olhos controles normais e 30 olhos de pacientes com glaucoma. Todos os indivíduos terão disponíveis dados do exame oftalmológico completo, CV automatizado e TCO com o tomógrafo Spectralis usando-se o programa Nsite Analytics System, de tal forma a medir a CFNR, a LMR-AMB e a profundidade da escavação do DO. A LMR-AMB será medida a partir de dados dos cortes radiais da TCO centrados no DO, como a menor distância entre o término da membrana

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Rafael Barbosa de Araújo, ANDRADE, THAIS S., Arthur do Nascimento Rocha, Luis Guilherme Marchesi Mello

  • 2017 – presentePesquisa

    Correlação entre a densidade capilar da retina peripapilar e macular e as medidas de espessura retiniana, medidos com a angiotomografia e a tomografia de coerência óptica em ohos com atrofia em banda do nervo óptico.

    Em andamento

    Estudo transversal, com grupo controle , em que 30 sujeitos portadores de macroadenoma hipofisário e com evidências neuro-radiológicas de compressão da via óptica e 30 sujeitos normais (controle) serão submetidos ao exame oftalmológico completo, de campo visual, de tomografia e angiotomografia de coerência óptica

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Leandro Cabral Zacharias, Leonardo Provetti Cunha, Preti, Rony Carlos, SUZUKI, ANA CLÁUDIA DE FRANCO

  • 2017 – 2021Pesquisa

    Correlação entre o déficit cognitivo e a perda neural retiniana avaliada pela tomografia de coerência óptica de domínio Fourier em pacientes com Comprometimento Cognitivo Leve

    Concluído

    O projeto avalia queixa clínica de perda de memória

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Leonardo Provetti Cunha (Responsável), PIRES, LEOPOLDO ANTÔNIO, ALMEIDA, ANA LAURA MACIEL

  • 2015 – presentePesquisa

    Analise das alterações da motilidade ocular extrínseca comparando os resultados de duas técnicas cirúrgicas de descompressão orbitaria em pacientes com orbitopatia de Graves

    Em andamento

    A orbitopatia de Graves é a manifestação extratireoidiana de maior relevância da doenç
a de Graves. Seu quadro clínico é variável, desde alterações subclínicas a deformidades graves. Incluem-se no quadro clínico: retração palpebral, ex
oftalmo, estrabismo restritivo, quemose, lesões da superfície ocular e neuropatia óptica. São dois os estágios da doença. Existe uma fase ativa na qual o processo inflamatório está presente e as alterações orbitárias evoluem. A fase sequelar compreende um quadro clínico estável referente às sequelas da fase ativa. A cirurgia de descompressão orbitária é o principal procedimento de tratamento dessa
fase sequelar com fins reabilitativos funcionais e cosméticos. Nas últimas décadas observamos grandes avanços nas técnicas e na indicação
 dessa cirurgia. Entretanto um consenso sobre a técnica ideal ainda não existe. As técnicas mais utilizadas na atualidade são a descompressão denominada antro-etomidal e a descompressão da parede lateral isoladamente ou associada a outras paredes. O objetivo de nosso estudo visa de forma inédita comparar prospectivamente as 2 principais técnicas de descompressão orbitária através de 
uma análise detalhada dos resultados cirúrgicos a partir de imagens da tomografia computadorizada, imagens fotográficas digitais da fenda palpebral e do resultado de exame de motilidade ocular coletados no pré e pós-operatório. Investigaremos a preditividade de cada técnica frente ao potencial descompressivo calculado nas imagens tomográficas. Serão analisados também o efeito da descompressão na motilidade ocular, no posicionamento do bulbo ocular, na superfície ocular, na fenda palpebral, assim como na qualidade de vida do 
paciente. Os achados deste trabalho trarão importante contribuição para o aprimoramento desse procedimento cirúrgico de grande relevância na reabilitação dos pacientes com orbitopatia de Graves.

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Eloisa Maria Mello Santiago Gebrin, Allan Christian P. Gonçalves, Cristiane de Almeida Leite

  • 2015 – presentePesquisa

    Estudo morfométrico comparativo por meio de tomografia e fotografia entre duas técnicas cirúrgicas de descompressão orbitaria em pacientes com orbitopatia de Graves

    Em andamento

    A orbitopatia de Graves é a manifestação extratireoidiana de maior relevância da doença de Graves. Seu quadro clínico é variável, desde alterações subclínicas e deformidades graves. Incluem-se no quadro clínico: retração palpebral, exoftalmo, estrabismo restritivo, quemose

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Allan Christian Pieroni Gonçalves, Suzana Matayoshi, Eloisa Maria Mello Santiago Gebrin, Thais de Sousa Pereira

  • 2015 – 2019Pesquisa

    Avaliação estrutural e funcional das camadas internas da retina e da coróide em pacientes com atrofia em banda do nervo óptico, com a tomografia de coerência óptica, eletrorretinograma de campo total e multifocal e a perimetria automatizada

    Concluído

    O estudo da relação entre estrutura e função do nervo óptico e da retina faz parte atualmente da propedêutica oftalmológica para melhor entendimento das afecções das vias ópticas. Dentre as várias tecnologias disponíveis, a tomografia de coerência óptica (TCO) se destaca pela boa representação histopatológica e pela capacidade de quantificação das alterações estruturais do fundo do olho. Vários estudos prévios já evidenciaram alterações retinianas em doenças do nervo óptico, particularmente na camada de fibras nervosas retiniana (CFNR) peripapilar e na região macular e na camada de células ganglionares (CGL).No entanto, avanços na tecnologia da TCO nos últimos anos permitem analisar também camadas mais profundas da retina e também a coroide. Em pacientes com atrofia óptica foram descritas novas alterações na camada nuclear interna (CNI) da retina. Além disso, existe atualmente um grande interesse em investigar possíveis associações entre medidas de espessura de coroide (EC) e alterações da retina e do nervo óptico, particularmente no glaucoma. Além da possibilidade de existirem alterações ainda não investigadas nesta avaliação estrutural, é de fundamental importância correlacionar esses achados à função retiniana, principalmente com correspondência topográfica de cada alteração estrutural. Métodos eletrofisiológicos como o eletrorretinograma multifocal (ERG-mf) avaliam o potencial do impulso elétrico das células retinianas em várias pequenas áreas do polo poste-rior, possibilitando a correlação topográfica com alterações estruturais, sendo o seu traçado representante principalmente de células bipolares e cones maculares. Outro importante teste funcional é a perimetria automatizada padrão, que usualmente avalia 28 graus centrais do campo visual (CV), mas que pode também estimar mais detalhadamente os dez graus centrais do CV quando se utiliza a estratégia 10:2, medindo uma região que corresponde diretamente à área mensurada pela TCO. Este estudo se propõe a investigar as possíveis alterações estruturais retinianas e peripapilares em pacientes com atrofia em banda (AB) do nervo óptico e correlacionar estes achados com a função retiniana quantificada através da TCO e da perimetria automatizada. Objetivos:Comparar a CFNR peripapilar e as medidas de espessura macular total, bem como, na região macular, das camadas: CCG, CNI, plexiforme interna (CPI),nuclear externa (CNE), plexiforme externa (CPE), de fotor-receptores (CFR), além do epitélio pigmentado da retina (EPR) e da EC na hemirretina afetada de pacientes com AB do nervo óptico com a hemirretina sã desses pacientes e com valores de controles normais. Analisar a correlação dessas medidas com os achados topograficamente relacionados de ERG-mf, potenciais oscilatórios do ERG-ct e de perimetria automatizada 10:2. Métodos: Será realizado um estudo de coorte transversal com 40 pacientes com AB do nervo óptico por compressão quiasmática tratada com defeito de CV sequelar e 40 controles normais. Os indivíduos serão submetidos a exame oftalmológico completo, perimetria automatizada padrão 24:2 e 10:2, ERG-mf, ERG-ct e TCO com segmentação de camadas de retina e avaliação por quadrantes da mácula. Serão analisadas as seguintes camadas: CFNR, CCG, CNI, CPI, CNE, CPE, CFR, EPR e EC. A área peripapilar será dividida em quatro quadrantes: temporal, superior, nasal e inferior. Os resultados das medidas de TCO serão correlacionados com os dados do ERG-mf, do ERG-ct e da perimetria automatizada. A ocorrência de degeneração microcística da CNI será registrada e sua incidência comparada entre os grupos. Resultados esperados: Esperamos avaliar a habilidade diagnóstica da segmentação das diversas camadas da retina na detecção de alterações de espessura macular em olhos com AB do nervo óptico em relação aos normais. Esperamos também poder correlacionar as alterações encontradas em diferentes quadra

    Financiadores
    • (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Maria Kiyoko Oyamada, ARAÚJO, RAFAEL BARBOSA DE

  • 2015 – 2019Pesquisa

    Avaliação topográfica e estereofotográfica do nervo óptcio em pacientes com retinopatia diabética submetidos a panfotocoagulação a laser

    Concluído

    O objetivo do projeto é avaliar as alterações no disco óptico relacionadas à realização de panfotocoagulação a laser de argônio que possam ser mensuradas com análise topográfica com tomografia de coerência óptica (OCT), tomografia de varredura a laser (HRT) e polarimetria de varredura a laser (GDx) e análise fotográfica com estereofotografias seriadas (EF)

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Leandro Cabral Zacharias (Responsável), Rafael Barbosa de Araújo, AZEVEDO, BRENO M. S.

  • 2014 – 2018Pesquisa

    AVALIAÇÃO FUNCIONAL E ESTRUTURAL DA RETINA E CORÓIDE PELA TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA EM DIABÉTICOS COM OU SEM ACOMETIMENTO RENAL EM TRATAMENTO

    Concluído

    Introdução: O acometimento da retina pelo diabetes melitos (DM), denominado retinopatia diabética (RD), é uma das principais causas de cegueira no mundo causando diminuição tanto da acuidade visual (AV) quanto da sensibilidade ao contraste (SC). Nos últimos anos, houve grande progresso no diagnóstico e acompanhamento das alterações da retina nesta afecção com o surgimento da Tomografia de Coerência Óptica (OCT). Mais recentemente, devido ao avanço tecnológico este exame tornou possível estudar também a coróide, outro tecido que pode ser acometido na DM levando à coroidopatia diabética (CD). Atualmente, acredita-se que a coróide está relacionada com o desenvolvimento da RD por esta estrutura ser afetada antes mesmo da retina; entretanto poucos são os estudos controlados que avaliaram-na em diabéticos sem ou com doença renal crônica (DRC) em tratamento, correlacionado-a com a função visual. Além do olho, outro órgão comumento afetado pelo DM é o rim, levando à nefropatia diabética (ND) e por haver correlação entre a RD e a ND, o tratamento desta pode melhorar a espessura da retina e coróide e na classificação da RD.
Objetivos Avaliar a espessura da coróide (EC) e da retina, em diabéticos tipo 1 e 2, nos diferentes estádios da RD, em indivíduos portadores ou não de DRC; correlacionar a EC com a espessura macular da retina e com a AV e a SC; estudar o impacto do transplante renal, da hemodiálise e da diálise peritoneal, sobre a EC e da retina, o estadiamento da RD e a medida da função visual; e avaliar a morfologia da coróide pela OCT em diabéticos com ou sem DRC em tratamento com diálise ou transplante renal.
Métodos: Pacientes diabéticos tipo 1 e 2, em acompanhamento e/ou tratamento nos Ambulatórios de Oftalmologia e de Nefrologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, receberão avaliação oftalmológica completa e serão submetidos, por investigadores mascarados, aos exames de AV com a tabela Early Treatment Diabetic Retinopahy Study, SC com a tabela Visual Contrast Test Sensitivity 6500, retinografia, OCT, biometria, peso corporal e exames laboratoriais. A fim de se estudar a espessura e a forma da retina e da coróide, em pacientes diabéticos que não estejam em tratamento com diálise, haverá um grupo controle que será composto de indivíduos normais. Todos os exames citados acima serão realizados somente uma vez em ambos os grupos. Para investigar as possíveis alterações nos diabéticos que estão em tratamento com diálise e aqueles que foram submetidos a transplante renal os dados serão comparados com aqueles de um grupo controle constituído de pacientes diabéticos sem falência renal. Nestes casos, os pacientes terão seguimento de um ano com realização dos exames mencionados acima na visita de qualificação e em 4 e 12 meses. 
Resultados esperados: Este estudo possibilitará avaliar a alteração que o DM provoca na coróide nos diversos estádios da RD e se esta influencia na função visual e no desenvolvimento ou piora da RD. Além disto, a pesquisa permitirá analisar se a diálise ou o transplante renal, realmente, reduzem a EC, melhoram ou estabilizam a RD e tem influência na função visual, AV e SC. Em princípio esperamos observar redução da EC nos olhos de pacientes diabéticos, principalmente naqueles com RD avançada ou que apresentam EMD, que provavelmente se correlacionará com aumento da espessura da retina causando redução da função visual, AV e SC. Acreditamos que encontraremos diminuição da EC e retina com a realização da diálise e transplante renal proporcionando também melhora da funçao visual. Estabilização ou melhora da RD com a diálise e o transplante renal e consequente melhora da função visual. Alterações na morfologia da coróide, principalmente nos diabéticos com RD avançada.

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), PRETI, RONY C., TAKAHASHI, WALTER Y., Anibal Mutti

  • 2014 – 2020Pesquisa

    AVALIAÇÃO DA RETINA INTERNA COM O ELETRORRETINOGRAMA (DE CAMPO TOTAL E MULTIFOCAL) NA ESCLEROSE MÚLTIPLA E NA NEUROMIELITE ÓPTICA COM OU SEM NEURITE ÓPTICA: CORRELAÇÃO COM O POTENCIAL VISUAL EVOCADO E A TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA

    Concluído

    O acometimento da via visual pela esclerose múltipla (EM) é uma importante manifestação desta grave afecção. Este acometimento pode ser agudo, na forma de neurite óptica, ou ser um comprometimento insidioso dos nervos ópticos. Em ambos os casos pode haver recuperação da perda visual ou existir perda permanente dos axônios não mielinizados das células ganglionares da retina. A neuromielite óptica (NMO) por sua vez representa uma doença mais grave onde o comprometimento do nervo óptico se faz de uma forma aguda associada à mielite transversa. A descoberta de anticorpos anti-aquaporina 4 nesta doença permitiu, no entanto, identificar indivíduos candidatos a doença e sem o acometimento de um ou dos dois nervos ópticos.
A perda axonal das fibras retinianas pode ser quantificada pela tomografia de coerência óptica (TCO) através da diminuição da espessura da camada de fibras nervosas da retina (CFNR) e redução da espessura macular decorrente da perda de células ganglionares. Nos últimos anos vários estudos demonstraram a importância da mensuração da CFNR na quantificação da perda neural em pacientes com EM e com NMO, sugerindo que tal avaliação pode ser um importante indicador da evolução das doenças, um marcador biológico de gravidade da doença. Recentemente avaliamos a espessura macular como indicador de perda neural nestes pacientes e demonstramos a sua habilidade para tal. Além disso, realizamos estudo segmentando as medidas de espessura macular e observamos uma diferença significativa nos achados de pacientes com EM e NMO. Enquanto que ambos apresentam redução da espessura da camada de fibras nervosas e da camada de células ganglionares na região macular, observamos um aumento da espessura da camada nuclear interna na NMO comparado com normais e com pacientes com EM. Estes achados sugerem que possa existir alterações importantes na retina interna de pacientes com NMO, possivelmente relacionada à presença de aquaporina 4 na retina. Outros estudos recentes indicam que um subgrupo de pacientes com EM apresente alterações retinianas caracterizadas por redução das camadas mais internas da retina. Desta forma, novos estudos são necessários para melhor compreender as alterações na retina interna destas duas afecções, particularmente através da eletrofisiologia. O objetivo deste trabalho é, portanto, o de utilizar o eletrorretinograma de campo total e multifocal para avaliar a função retiniana em olhos com ou sem história de neurite óptica de pacientes com EM ou neuromielite óptica e compará-los com os de controles normais. Além disso, pretendemos correlacionar os tais achados com os achados obtidos no potencial visual evocado e à TCO em olhos de pacientes com EM, com e sem história de neurite óptica prévia. Por fim procuraremos verificar se existe correlação entre os achados do eletrorretinograma de campo total e multifocal com a função visual (avaliada pela acuidade visual, sensibilidade ao contraste e pelo campo visual) e também com os grau de incapacitação clínica da EM.

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Oyamada, M. K., Callegaro, D., Apóstolos-Pereira, Samira, Thiago Filgueiras

  • 2014 – 2018Pesquisa

    ASSOCIAÇÃO ENTRE O PERCENTUAL DE TECIDO ALTERADO E A ECTASIA PÓS-LASIK EM PACIENTES COM TOPOGRAFIA NORMAL

    Concluído

    Estudo retrospectivo caso controle. Serão incluídos olhos que desenvolveram ectasia pós LASIK para miopia ou astigmatismo miópico, com topografia pré-operatória bilateral normal (casos, grupo Ectasia) e uma população contemporânea composta por olhos que foram submetidos a LASIK para miopia ou astigmatismo miopico, também com topografia pré-operatória bilateral normal, e que não apresentarm complicações em pelo menos três anos de acompanhamento (grupo controle)

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Santhiago, Marcony R.

  • 2013 – 2018Pesquisa

    CORRELAÇÃO ENTRE O POTENCIAL EVOCADO VISUAL DE PADRÃO-REVERSO E MULTIFOCAL, A PERIMETRIA COMPUTADORIZADA E A TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA NA IDENTIFICAÇÃO DA PERDA VISUAL NAS COMPRESSÕES QUIASMÁTICAS.

    Concluído

    A mensuração da integridade da retina e do nervo óptico é importante no estudo de várias afecções da via óptica. Sendo assim, várias tecnologias de medida destas estruturas foram desenvolvidas incluindo a tomografia por coerência óptica (TCO), o potencial evocado visual de padrão-reverso (PEV-pr) e multifocal (PEV-mf). A TCO produz imagens bidimensionais de corte coronal da retina através das quais estima a espessura da camada de fibras nervosas retiniana (CFNR) e da mácula. O PEV-pr e o PEV-mf baseiam-se na mensuração objetiva da transmissão do impulso elétrico da retina até o córtex occipital, avaliando a integridade da via óptica. A capacidade destes métodos em avaliar tais estruturas já foi verificada por vários estudos clínicos anteriores. Estudos prévios avaliaram a correlação entre os achados da TCO e os defeitos de campo visual mensurados através da perimetria computadorizada padrão em pacientes portadores de compressão quiasmática. No entanto, a maioria dos estudos que avaliaram o PEV-pr e PEV-mf foi realizada em pacientes com glaucoma e esclerose múltipla, condições onde a perda neural não segue um padrão específico. O padrão de perda dos pacientes com compressão quiasmática é um modelo importante para avaliar a capacidade de mensuração de novas tecnologias desenvolvidas para análise da CFNR, espessura macular e integridade da via óptica. Nestes pacientes, portadores de hemianopsia temporal, ocorre perda da CFNR predominantemente no setor nasal e temporal do disco óptico, um padrão de perda denominado atrofia em banda (AB) do nervo óptico e perda neuronal na hemirretina nasal com preservação da hemirretina temporal. Poucos são, no entanto, os estudos que avaliam os métodos eletrofisiológicos para este fim. O objetivo deste trabalho é determinar se há correlação entre os achados da TCO, PEV-mf, PEV-pr e a perimetria computadorizada padrão em pacientes com AB e se estes testes eletrofisiológicos podem diferenciar tais pacientes de controles normais.

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Maria Kiyoko Oyamada, Rafael Miranda Souza

  • 2013 – 2020Pesquisa

    Detecção da degeneração microcística da retina pela tomografia de coerência óptica e a retinografia com luz infra-vermelha em olhos com atrofia em banda secundária à compressão quiasmática

    Concluído

    Correlacionar os achados da tomografia de coerência óptica (TCO) de domínio Fourier com os achados da perimetria convencional, da retinogafia com luz infravermelha e da retinografia colorida. Assim como avaliar a capacidade de detecção e correlação das alterações microcísticas da camada nuclear interna nos aparelhos de TCO de domínio Fourier com a severidade da perda visual nos pacientes portadores de lesões campimétricas secundárias a compressão quiasmática

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Leandro Cabral Zacharias, Leonardo Provetti Cunha, Preti, Rony Carlos, Rafael Miranda Souza, Daniel Araújo Ferraz

  • 2012 – 2018Pesquisa

    ELETRORRETINOGRAFIA DE PADRÃO REVERSO DE CAMPO TOTAL E MULTIFOCAL NA NEUROPATIA ÓPTICA GLAUCOMATOSA E NO PAPILEDEMA CRÔNICO

    Concluído

    A mensuração da integridade da retina e do nervo óptico é extremamente importante no estudo de várias afecções da via óptica. Sendo assim, várias tecnologias de medida destas estruturas foram desenvolvidas incluindo o eletrorretinograma de padrão reverso (PERG), a tomografia por coerência óptica (TCO) e o tomógrafo confocal de varredura. O PERG é uma técnica de estudo da integridade neural da retina que permite detectar disfunções nas células ganglionares da retina, e é subdividido em duas formas de exame: o campo total, que avalia a resposta retiniana como um todo, e o multifocal que avalia a resposta retiniana em diferentes áreas. A TCO produz imagens bidimensionais de corte coronal da retina através das quais estima a espessura da camada de fibras nervosas retiniana (CFNR) e da macula. O oftalmoscópio com laser confocal de varredura (tomógrafo retiniano de Heidelberg, HRT) também permite obter medidas da CFNR, área e escavação do disco óptico. A quantificação da perda neural é de fundamental importância no diagnóstico e no seguimento das afecções da via óptica, auxiliando no seu controle e seguimento. A capacidade destes métodos em avaliar tais estruturas já foi verificada por estudos de outros autores e também realizados em nosso serviço investigando a perda neural nos pacientes com hemianopsia temporal decorrente de compressão quiasmática e aquela relacionada à esclerose múltipla e à neuromielite óptica.
O objetivo deste estudo é prosseguir nesta linha de pesquisa para incluir a avaliação da disfunção do nervo óptico decorrente da neuropatia óptica glaucomatosa e do papiledema que ocorre na síndrome do pseudotumor cerebral, de tal forma a investigar a capacidade do PERG, da TCO e do HRT em quantificar a perda neural nestes pacientes, correlacionando com a perda de campo visual avalidos pela perimetria computadorizada

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Maria Kiyoko Oyamada, André Carvalho Kreuz

  • 2012 – 2020Pesquisa

    ESTUDO COMPARATIVO DE DUAS TÉCNICAS CIRÚRGICAS PARA O TRATAMENTO DA RETRAÇÃO PALPEBRAL SUPERIOR EM PACIENTES COM ORBITOPATIA DE GRAVES.

    Concluído

    O quadro clínico da Orbitopatia de Graves é variável desde alterações subclínicas a severas deformidades. Incluem-se no quadro clínico: retração palpebral, proptose, quemose, miopatia restritiva, ceratopatia de exposição e neuropatia óptica. São dois os estágios da doença: a fase ativa (inflamatória) e o estágio sequelar.
 A retração palpebral é o mais prevalente sinal da orbitopatia em qualquer uma das fases. É muito relevante no diagnóstico da doença e pode ser definido quando a pálpebra superior margeia ou está acima do limbo corneano na posição primaria do olhar. A retração palpebral pode causar deformidade cosmética severa e o aumento da exposição do bulbo ocular decorrente pode acarretar em doença da superfície ocular com lesão corneana e conjuntival
Quando comprovadamente estável, a cirurgia corretiva é o melhor e definitivo tratamento da retração palpebral da OG. A cirurgia de retração palpebral visa diminuir a aumentada fenda palpebral que causa olho seco além de conferir a reabilitação estética. O princípio da cirurgia de correção da retração palpebral é a debilitação dos músculos que elevam a pálpebra. Os procedimentos podem ter acesso anterior ou posterior, o primeiro permite via sulco palpebral uma visão direta das estruturas e de certa forma mais familiar e o segundo via conjuntival mais rápido, sem cicatriz visível.
A correção cirúrgica da retração palpebral pode apresentar hipocorreção, hipercorreção, alterações indesejáveis do contorno palpebral e olho seco dentre suas principais complicações. Frente às inúmeras técnicas na literatura não há um consenso a respeito de qual é a melhor.
Nosso objetivo é comparar os resultados obtidos na cirurgia por via conjuntival com àqueles obtidos pela via anterior (palpebral). avaliando a previsibilidade do resultado cirúrgico, o resultado cosmético obtido em cada uma das técnicas, eventuais complicações de cada uma das abordagens e seus efeitos sobre a superfície ocular.
Serão estudados pacientes do ambulató

    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Suzana Matayoshi, Allan Christian P. Gonçalves, Ana Carolina Gonçalves, Thiago Machado Nogueira

  • 2011 – 2015Pesquisa

    QUANTIFICAÇÃO DA PERDA NEURAL RETINIANA NO PAPILEDEMA PELA TOMOGRAFIA DE COERÊNCIA ÓPTICA, O TOMÓGRAFO RETINIANO DE HEIDELBERG E O ELETRORRETINOGRAMA DE PADRÃO REVERSO

    Concluído

    A mensuração da integridade da retina e do nervo óptico é extremamente importante no estudo de várias afecções da via óptica. Sendo assim, várias tecnologias de medida destas estruturas foram desenvolvidas incluindo a tomografia por coerência óptica (TCO), o eletrorretinograma de padrão reverso (PERG) e o tomógrafo confocal de varredura. A TCO produz imagens bidimensionais de corte coronal da retina através das quais estima a espessura da camada de fibras nervosas retiniana (CFNR) e da macula. O PERG é outra técnica de estudo da integridade neural da retina que permite detectar disfunções localizadas das células ganglionares da retina. O oftalmoscópio com laser confocal de varredura (tomógrafo retiniano de Heidelberg, HRT) também permite obter medidas da CFNR, área e escavação do disco óptico que podem também auxiliar na quantificação da perda neural retiniana. A quantificação da perda neural é de fundamental importância não só no diagnóstico como também seguimento das afecções da via óptica, auxiliando na seu controle e durante o tratamento. A capacidade destes métodos em avaliar tais estruturas já foi verificada por vários estudos clínicos e experimentais incluindo diversos trabalhos anteriores realizados na disciplina de Oftalmologia da Faculdade de Medicina da USP, investigando a perda neural nos pacientes com hemianopsia temporal decorrente de compressão quiasmática e de doenças desmielinizantes. O objetivo desse estudo é prosseguir nesta linha de pesquisa para incluir a avaliação da disfunção do nervo óptico decorrente do papiledema da hipertensão intracraniana que ocorre na sindrome do pseudotumor cerebral de tal forma a investigar a capacidade da TCO, do PERG e do HRT em quantificar a perda neural nestes pacientes. Além disso, tem o objetivo de avaliar a correlação entre os achados estruturais (TCO, PERG e HRT) entre si e com a perda de campo visual avalidos pela perimetria computadorizada.

    Financiadores
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Maria Kiyoko Oyamada, Carolina Figueira Falcochio, Clara Lima Afonso, andre carvalho kreuz

  • 2011 – 2014Pesquisa

    AVALIAÇÃO DOS EFEITOS DE DIFERENTES NÍVEIS DE POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA SOBRE A SUPERFÍCIE OCULAR DE CONTROLADORES DE TRÁFEGO E TAXISTAS NA CIDADE DE SÃO PAULO

    Concluído

    O objetivo deste estudo é investigar, em uma população de indivíduos expostos a diferentes níveis de poluição ambiental, os achados na superfície ocular, tanto clínicos quanto laboratoriais, em momentos diferentes de exposição ambiental de tal forma a verificar a correlação das alterações oculares com a exposição prévia ou não à poluição. O estudo tem ainda o objetivo de verificar a correlação das alterações sistêmicas com os achados oculares dos indivíduos. 
O estudo em questão se mostra importante devido à escassez de informações referentes aos danos oculares causados pela poluição. Além disso, trará dados relacionados à correlação entre alterações oculares e sistêmicas, ainda pouco descrito na literatura.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Milton Ruiz Alves, Paulo HIlário Saldiva, André Augusto Miranda Torricelli, Priscila Novaes, Monique Matsuda, Rodolfo Bonatti

  • 2010 – 2014Pesquisa

    QUANTIFICAÇÃO DA PERDA NEURAL RETINIANA ATRAVÉS DO ELETRORRETINOGRAMA DE PADRÃO REVERSO NAS DOENÇAS DESMIELINIZANTES E COMPRESSIVAS DA VIA ÓPTICA ANTERIOR

    Concluído

    A mensuração da integridade da retina e do nervo óptico é importante no estudo de várias afecções da via óptica. Sendo assim, várias tecnologias de medida destas estruturas foram desenvolvidas incluindo a tomografia por coerência óptica (TCO) e o eletrorretinograma de padrão reverso (PERG). A TCO produz imagens bidimensionais de corte coronal da retina através das quais estima a espessura da camada de fibras nervosas retiniana (CFNR) e da mácula. O eletrorretinograma de padrão reverso (PERG) é uma outra técnica de estudo da integridade neural da retina, que permite detectar disfunções localizadas das células ganglionares da retina. A capacidade destes métodos em avaliar tais estruturas já foi verificada por vários estudos clínicos e experimentais. O objetivo desse estudo é avaliar a capacidade do eletroretinograma de padrão reverso em diferenciar pacientes com doenças compressivas e desmielinizantes da via óptica anterior de controles normais. Além disso, verificar se há correlação entre o eletroretinograma de padrão reverso de campo total e multifocal e perda de campo visual e também com o grau de dano estrutural da camada de fibras nervosas da retina demonstrada pela tomografia de coerência óptica de alta resolução.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Leonardo Provetti Cunha, Maria Kiyoko Oyamada, Kenzo Hokazono

  • 2010 – 2015Pesquisa

    ANÁLISE IMUNOHISTOQUÍMICA E DE EXPRESSÃO GÊNICA DOS EFEITOS DO BEVACIZUMABE NA LINHAGEM CELULAR DE GLIA DE MULLER HUMANA

    Concluído

    As doenças retinianas associadas a neovascularização, tais como a degeneração macular relacionada à idade, a retinopatia diabética e a retinopatia da prematuridade são importantes causas da cegueira em todo o mundo. Nos últimos anos, injeções intravítreas de fármacos com ação antiangiogênica, como o bevacizumabe, tem sido de grande valia tanto em pacientes na fase adulta como nos recém-natos. Todavia, estudos experimentais in vitro e in vivo vêm demonstrando a sua capacidade de promover efeitos adversos sobre alguns processos celulares, interferindo nos mecanismos proliferativos e de diferenciação da retina. Com base no que se conhece a respeito da patogênese das doenças retinianas, este estudo tem o objetivo de investigar o efeito do bevacizumabe sobre mecanismos celulares e moleculares da retina, especialmente sobre os processos de diferenciação, sobre os fatores de crescimento e os proteoglicanos retinianos que fornecem suporte a esses eventos. Serão utilizadas técnicas bioquímicas e de biologia molecular para a análise quantitativa e de expressão gênica. Serão feitos ensaios imunocitoquímicos e imunoensaio por LUMINEX. A expressão de mRNA será analisada pela técnica da reação da transcriptase reversa, no qual será realizada a amplificação das seqüências de interesse pela reação em cadeia da polimerase em tempo real. Os achados deste trabalho serão subsídios para futuros estudos sobre a síntese dos marcadores e sobre o efeito dos antiangiogênicos na retina, bem como o conhecimento dos mecanismos de ação para o aprimoramento de novas condutas de tratamento.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Mário Luiz Ribeiro Monteiro (Responsável), Monique Matsuda, Nadia O C Miguel, Paloma G Krempel, Monica Marquizini

Orientações

Nenhuma orientação em andamento registrada.

Bancas julgadoras

136 registros
136 de 136 bancas
Por página
  • 2023
    Luiz Guilherme Marchesi Mello
    Avaliação morfológica e funcional da retina de pacientes com doença de Parkinson usando a tomografia de coerência óptica e o eletrorretinograma · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Leandro Cabral Zacharias, Ana Laura de Araújo Moura, Sung Eun Song Watanabe
    Doutorado
  • 2023
    Arthur Andrade do Nascimento Rocha
    Correlação entre as espessuras da camada de células ganglionares macular e da camada de fibras nervosas peripapilar com a perimetria automatizada central 10-2, com miras I, II e III, e a perimetria semiautomatizada cinética em olhos com atrofia em banda do nervo óptico · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Preti, Rony Carlos, MELLO, LUIZ GUILHERME MARCHESI, Fabio Ejenbaum
    Doutorado
  • 2023
    Thais de Souza Andrade Benassi
    Estudo comparativo da largura mínima da rima neural e da profundidade da escavação do disco óptico em olhos com neuropatia óptica compressiva, glaucoma e controles usando a tomografia de coerência óptica · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Marcelo Hatanaka, Maria Kiyoko Oyamada, Kenzo Hokazono
    Doutorado
  • 2022
    Ricardo Eustáchio de Miranda
    Uso de fotografia 3D na determinação do volume de ressecção de bolsas de gordura na blefaroplastia inferior · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Suzana Matayoshi, Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Ricardo Morschbacher, José Augusto Calil
    Doutorado
  • 2022
    Membro Suplente, Comissão Julgadora do concurso à LIvre-Docencia junto ao Departamento de Oftalm/Otorrrinolaringologia da Faculdade de Ciências Mèdicas da UNICAMP- candidato José Paulo Cabral de Vasconcelos
    · Universidade Estadual de CampinasBanca: Adamo Lui Neto, Silvana Artioli Schellini, Antonio Carlos Lotelli, Sandra Cecília Botelho Costa, Mário Luiz Ribeiro Monteiro
    Livre-docência
  • 2022
    Membro Suplente, Comissão Julgadora do concurso à LIvre-Docencia junto ao Departamento de Oftalm/Otorrrinolaringologia da Faculdade de Ciências Mèdicas da UNICAMP- candidata Monica de Cassia Alves de Paula
    · Universidade Estadual de CampinasBanca: Sandra Cecília Botelho Costa, Antonio Carlos Lotelli, Carlos Eduardo Leite Arieta, Silvana Artioli Schellini, Adamo Lui Neto, Mário Luiz Ribeiro Monteiro
    Livre-docência
  • 2021
    Ana Claudia de Franco Suzuki
    Correlação entre a densidade capilar da retina peripapilar e macular medidas com a angiotomografia de coerência óptica e as medidas de espessura retiniana e campimetria visual em olhos com atrofia em banda do nervo óptico · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Jayter Silva de Paula, Ivan Maynart Tavares, Alberto Diniz Filho
    Doutorado
  • 2021
    Ibraim Viana Vieira
    Avaliação da destreza inicial e índice de complicações em cirurgia de catarata por facoemulsificação durante o período de formação do médico oftalmologista · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Wallace Chamon, Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Maria Auxiliadora Monteiro Frazão, Bruno Machado Fontes
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2021
    Fernanda Maria Silveira Souto
    Impacto da função visual, da inflamação e do tratamento na qualidade de vida de pacientes com doença de Vogt-Koyanagi-Harada na fase não agurda · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, André Luiz Land Curi, Daniel Vitor de Vasconcelos Santos
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2020
    Ana Laura Maciel Almeida
    Correlação entre o déficit cognitivo e a perda neural retiniana avaliada pela tomografia de coerência óptica de domínio Fourier em pacientes com Comprometimento Cognitivo Leve · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Leonardo Provetti Cunha, Augusto Paranhos Júnior, ROBERTO MURAD VESSANI
    Doutorado
  • 2020
    Karlos ìtalo Souza Viana
    Estudo comparativo da vitrectomia posterior via pars plana associada ou não à cirurgia de facoemulsificação para o tratamento de membrana epirretiniana e buraco macular · Oftalmologia Otorrinolaringologia e Cir. de Cabeça e Pescoço · Universidade de São PauloBanca: Rodrigo Jorge, Mário Luiz Ribeiro Monteiro, João Marcelo Fórtes Furtado, Daniel da Rocha Lucena
    Doutorado
  • 2020
    Thais de Sousa Pereira
    Estudo comparativo dos resultados da descompressão orbitária inferomedial vs. balanceada em pacientes com Orbitopatia de Graves, por meio de análise tomográfica, fotográfica e clínica · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Allan Christian P. Gonçalves, Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Fernando Procianoy, Mariluze Maria dos Santos Sardinha
    Doutorado
  • 2020
    Cristiane de Almeida Leite
    Efeito da correção cirúrgica da exoftalmia na motilidade ocular extrínseca de pacientes com orbitopatia de Graves: comparação entre a descompressão orbitária inferomedial e a descompressão orbitária balanceada das paredes medial e lateral · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Allan Christian P. Gonçalves, Ronaldo Boaventura Barcellos, Márcia Keiko Uyeno Tabuse
    Doutorado
  • 2020
    Presidente da Comissão Julgadora para obtenção do título de Livre-Docente, Marcony Rodrigues de Santhiago
    · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Newton Kara José Jr., Haroldo Vieira de Moraes Junior, Carlos Eduardo Leite Arieta, Wallace Chamon
    Livre-docência
  • 2019
    Carlos Gustavo Vasconcelos de Moraes
    Progressão estrutural e funcional da lesão glaucomatosa na macula · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Remo Suzanna Junior, Ricardo Suzuki, Marcelo Hatanaka, Jayter Silva de Paula, Mário Luiz Ribeiro Monteiro
    Doutorado
  • 2018
    Ana Laura Maciel Almeida
    Correlação entre o déficit cognitivo e a perda neural retiniana avaliada pela tomografia de coerência óptica de domínio Fourier em pacientes com Comprometimento Cognitivo Leve · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Leandro Cabral Zacharias, Ivan Maynart Tavares
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2018
    Thais de Sousa Pereira
    Comparação das alterações da posição do globo ocular por meio de avaliação tomográfica e fotográfica entre duas técnicas cirúrgicas de descompressão orbitária em pacientes com Orbitopatia de GRaves · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Ivana Cardoso Pereira, Tammy Hentona Osaki
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2018
    Membro da Comissão Julgadora do Concurso de Títulos e Provas para Livre Docencia, And´re Márcio Vieira Messias
    · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Carlos Eduardo Leite Arieta, Augusto Paranhos Júnior, Wilma Terezinha Anselmo-Silva
    Livre-docência
  • 2017
    Rafael Miranda Sousa
    Potencial evocado visual multifocal em olhos com hemianopsia temporal por compressão quiasmática. Correlação com a perimetria computadorizada e a tomografia de coerência óptica · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Leandro Cabral Zacharias, Ralph Cohen, Kenzo Hokazono, Fábio Ezenbaum
    Doutorado
  • 2017
    Luciano de Sousa Pereira
    Eficácia da triancinolona intravítrea na preservação das células ganglionares da retina em um modelo animal de neuropatia óptica isquêmica · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Marcos P Avila, Ralph Cohen, Fabio Ejenbaum, Alexandre C. Taleb, Mário Luiz Ribeiro Monteiro, David Leonardo Cruvinel Isaac, Allan Ricardo Rassi
    Doutorado
  • 2017
    Carlos Gustavo Vasconcelos de Moraes
    Progressão estrutural e funcional do dano glaucomatoso na mácula · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Marcelo Hatanaka, Wilma Lelis Barbosa
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2016
    André Carvalho Kreuz
    Eletrorretinograma de padrão reverso macular e multifocal e tomografia de coerência óptica em olhos suspeitos de glaucoma e glaucomatosos com perda de hemicampo · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Leandro Cabral Zacharias, Maria Kiyoko Oyamada, Wilma Lelis Barbosa, Sung Eun Song Watanabe
    Doutorado
  • 2015
    Paloma Gava Krempel
    Análise imunocitoquímica e de expressão gênica dos efeitos do bevacizumabe em explanes de retina de ratos lister e linhagem celular de glia de Muller humana · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Ruth Miyuki Santo, Monica Marquesini, Odaly Toffoletto, Caio Vinicius Saito Regatieri
    Doutorado
  • 2015
    Clara Lima Afonso
    Quantificação da perda neural no papiledema crônico pela tomografia de coerência óptica e o eletrorretinograma de padrão reverso · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Joyce Hisae Yamamoto, Leonardo Provetti Cunha, Adriana Berezovsky, Preti, Rony Carlos
    Doutorado
  • 2015
    IVANA CARDOSO PEREIRA
    Comparação do teste de fenilefrina a 10% com o teste do levantamento manual da pálpebra ptótica em pacientes portadores de ptose palpebral involucional · Oftalmologia · Universidade de São PauloBanca: Suzana Matayoshi, Mário Luiz Ribeiro Monteiro, Antonio Augusto Velasco e Cruz, Silvana Artioli Schellini, Allan Christian P. Gonçalves
    Doutorado

Revisor de periódico

28 registros
  1. 2012 – 2012
    Journal of Vision (Charlottesville, Va.)
    Revisor de periódico
  2. 2012 – 2012
    Investigative Ophthalmology & Visual Science
    Revisor de periódico
  3. 2012 – 2012
    Investigative Ophthalmology & Visual Science
    Revisor de periódico
  4. 2012 – 2012
    Investigative Ophthalmology & Visual Science
    Revisor de periódico
  5. 2012 – 2012
    Investigative Ophthalmology & Visual Science
    Revisor de periódico
  6. 2012 – 2012
    Investigative Ophthalmology & Visual Science
    Revisor de periódico
  7. 2012 – 2012
    Neuro-Ophthalmology (Aeolus Press. 1980)
    Revisor de periódico
  8. 2012 – 2012
    Neuro-Ophthalmology (Aeolus Press. 1980)
    Revisor de periódico
  9. 2012 – 2012
    Graefe´s Archive for Clinical and Experimental Ophthalmology
    Revisor de periódico
  10. 2012 – 2012
    Journal of Neuro-Ophthalmology
    Revisor de periódico
  11. 2012 – 2012
    Clinical Neurology and Neurosurgery (Dutch-Flemish ed.)
    Revisor de periódico
  12. 2012 – 2012
    Clinical Neurology and Neurosurgery (Dutch-Flemish ed.)
    Revisor de periódico
  13. 2011 – 2011
    Investigative Ophthalmology & Visual Science
    Revisor de periódico
  14. 2011 – 2011
    Clinics (USP. Impresso)
    Revisor de periódico
  15. 2011 – 2011
    Journal of Neuro-Ophthalmology
    Revisor de periódico
  16. 2010 – 2010
    Ophthalmic Plastic and Reconstructive Surgery
    Revisor de periódico
  17. 2010 – 2010
    Neuro-Ophthalmology (Aeolus Press. 1980)
    Revisor de periódico
  18. 2010 – 2011
    Journal of Cataract and Refractive Surgery
    Revisor de periódico
  19. 2010 – 2010
    Ophthalmic Plastic and Reconstructive Surgery
    Revisor de periódico
  20. 2009 – 2009
    Nature Reviews Neurology
    Revisor de periódico
  21. 2009 – 2011
    Clinics (USP. Impresso)
    Revisor de periódico
  22. 2009 – 2009
    Neuro-Ophthalmology (Aeolus Press. 1980)
    Revisor de periódico
  23. 2009 – presenteVínculo atual
    Journal of Neuro-Ophthalmology
    Revisor de periódico
  24. 2009 – 2010
    Journal of Neuro-Ophthalmology
    Revisor de periódico
  25. 2005 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Oftalmologia
    Revisor de periódico
  26. 2003 – 2009
    British Journal of Ophthalmology
    Revisor de periódico
  27. 2000 – 2000
    Journal of Refractive Surgery (1995)
    Revisor de periódico
  28. 1996 – presenteVínculo atual
    Arquivos Brasileiros de Oftalmologia
    Revisor de periódico

Prêmios e títulos

45 registros
45 de 45 prêmios
Por página
  • 2022
    Prêmio Sudeste (referente ao trabalho "New Insights into Structural and Functional Evaluation of the Retina and Optic Nerve in Parkinson's Disease"região sudeste)
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
  • 2022
    Prêmio Centro Oeste
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
  • 2019
    Prêmio Oftalmologia Clínica, ref trabalho "Correlação entre o Déficit Cognitivo e a perda neural retiniana avaliada pela tomografia de coerência óptica em pacientes com comprometimento cognitivo leve"
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
  • 2019
    Prêmio Melhor Pôster Científico, ref. trabalho "Evaluation of inner and outer retinal layers and choroid thickness in patients with parkinson's disease with or without pramipexole treatment"
    22 Congresso de Oftalmologia da Universidade de São Paulo
  • 2017
    Certificado de "Exceptionally Good Review", realizada em março 2017
    Investigative Ophthalmology and Visual Science
  • 2017
    Certificado de "Exceptionally Good Review", realizada em junho 2017
    Investigative Ophthalmology and Visual Science
  • 2017
    Certificate of Outstanding Contribution in Reviewing
    American Academy of Ophthalmology
  • 2016
    Prêmio Conselho Brasileiro de Oftalmologia, ref. trabalho "A comparative study between full-thickness blepharotomy vs. transconnjunctival eyelid lengthening technique for correction..."
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
  • 2016
    Certificado de "Exceptionally Good Review"
    Investigative Ophthalmology and Visual Science
  • 2015
    Melhor e-poster científico na categoria Geral, no 18 Congresso de Oftalmologia e 17 Congresso de Auxiliar de Oftalmologia da USP
    Faculdade de Medicina da USP
  • 2015
    Achievement Award
    American Academy of Ophthalmology
  • 2015
    Prêmio CBO Ensino 2015, referente ao melhor Livro
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
  • 2013
    Travel Grant, referente ao trabalho "Evaluation of Inner Retinal Thicknesses in the Macula of Patients with Chronic Papilledema from Pseudotumor Cerebri Syndrome Using Frequency Domain-OCT"
    Association for Research in Vision and Ophthalmology
  • 2013
    Prêmio Região Sudeste - referente ao trabalho Avaliação de citocinas do fluido lacrimal em indivíduos expostos a diferentes níveis de poluição ambiental
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia, XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia
  • 2013
    Prêmio Análise Saúde 2013 (pela indicação como um dos mais admirados, pelos próprios médicos, na especialidade Oftalmologia)
    Análise Editorial
  • 2012
    Prêmio Oftalmologia Clínica, ref trabalho "Avaliação da espessura da retina interna na mácula de pacieentes com esclerose múltipla ou neuromielite óptica"
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia, XX Congresso Brasileiro de Prevenção da Cegueira em Oftalmologi
  • 2012
    Melhor poster da categoria geral, trabalho"Structural and functional assessment of the macula in patients with high riisk diabetic retinopathy submitted to panphotocoagulation associaated ..."
    15 Congresso de Oftalmologia da USP
  • 2012
    Certificado de "Exceptionally Good Review"
    Investigative Ophthalmology and Visual Science
  • 2012
    Professor Associado 3
    Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
  • 2011
    Melhor tema livre do VI Congresso Nacional da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, trabalho "Analise estrutural e molecular da ação do bevacizumabe intra-vítreo na neuoglia retiniana de coelhos.."
    Sociedade Brasileira de Oftalmologia
  • 2011
    Melhor poster do VI Congresso Nacional da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, Trabalho "Fatores Preditivos para formação de reação fibrinóide de câmara anterior após cirurgia vitreorretiniana"
    Sociedade Brasileira de Oftalmologia
  • 2011
    Prêmio Waldemar e Rubens Belfort Mattos, melhor trabalho publicado nos Arquivos Brasileiros de Oftalmologia em 2011
    Arquivos Brasileiros de Oftalmologia
  • 2009
    Prêmio Pesquisa Básica, ref. trabalho "Analise clinica e morfológica do bevacizumabe intravírteo na retina de coelhos recém-natos a termo"
    Conselho Brasileiro de Oftalmologia
  • 2009
    Travel Grant Award
    Association for Research in Vision and Ophthalmology
  • 2009
    Aprovado (nao indicado) em concurso publico para provimento de cargo de Professor Titular junto ao Departamento de Oftalmologia e Otorrinolaringologia
    Faculdade de Medicina da USP

Participação em eventos

510 registros
510 de 510 participações
Por página
  • 2013
    Discussão de perguntas e respostas em Neuroftalmologia
    VII Congresso Nacional da Sociedade Brasileira de Oftalmologia · Conferencista · Convidado · Foz do Iguaçu
  • 2013
    VII Congresso Nacional da Sociedade Brasileira de Oftalmologia
    Ouvinte · Foz do Iguaçu
  • 2013
    The system IGF-1/IGF-1 Receptor as a probable link between euthyroid Graves' ophthalmolpathy and papillary thyroid carcinoma
    XV Latin American Thyroid Congress · Poster / Painel · Participante · Florianópolis
  • 2013
    Curso Internacional de Neuroftalmologia
    XIX Congresso Norte Nordeste de Oftalmologia · Moderador · Convidado · Porto de Galinhas
  • 2013
    Apresentação do tema Oficial CBO - Farmacologia e Terapêutica Ocular, referente a área de Neuroftalmologia
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Apresentação Oral · Participante · Rio de Janeiro
  • 2013
    Patologias sistêmicas e neuroftalmologia
    XIX Congresso Norte Nordeste de Oftalmologia · Conferencista · Convidado · Porto de Galinhas
  • 2013
    Edema de Papila
    XIX Congresso Norte Nordeste de Oftalmologia · Conferencista · Convidado · Porto de Galinhas
  • 2013
    Síndrome do Pseudotumor Cerebral
    XIX Congresso Norte Nordeste de Oftalmologia · Conferencista · Convidado · Porto de Galinhas
  • 2013
    Mucin MUC5AC gene expression on conjunctival goblet cells of individuals exposed to high levels of ambient air pollution
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
  • 2013
    Perda visual aguda secundária a apoplexia de cisto de Rathke em paciente com Dengue
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
  • 2013
    Caso raro de acometimento orbitário por fístula arterio-venosa dural espontânea
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
  • 2013
    SYMP MAJOR NEURO OPHTHALMO III - ADVANCES IN NEURO-OPHTHALMOLOGY
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Moderador · Convidado · Rio de Janeiro
  • 2013
    OCT IN NEURO-OPHTHALMIC DIAGNOSIS
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
  • 2013
    PAINEL NEURO- DISCUSSÃO DE CASOS EM NEUROFTALMOLOGIA, COORDENADOR
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Moderador · Convidado · Rio de Janeiro
  • 2013
    Pseudotumor Cerebri Presenting with Severe Visual Loss
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
  • 2013
    Correlação entre o campo visual e a espessura da retina interna medida pelo FD-OCT em pacientes com síndrome quiasmática
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
  • 2013
    Análises da expressão gênica de células de linhagem glial humana (MIO-M1) cultivadas e submetidas ao bevacizumabe
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
  • 2013
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia
    Ouvinte · Rio de Janeiro
  • 2013
    Traumatic Optic Neuropathy
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
  • 2013
    Avaliação das citocinas do fluido lacrimal em indivíduos expostos a diferentes níveis de poluição ambiental
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
  • 2013
    Contrast sensitivity evaluation in high-risk proliferative diabetic retinopathy associated or not with bevacizumab
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
  • 2013
    Neuropatia tóxica retrobulbar aguda após inalação prolongada de solvente "Thinner"
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
  • 2013
    Isolated primary amyloidosis of the inferior rectus muscle mimicking Graves' Orbitopathy
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
  • 2013
    SYMP MAJOR NEURO OPHTHALMO II - TOP 10 NEURO-OPHTHALMIC EMERGENCIES
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Moderador · Convidado · Rio de Janeiro
  • 2013
    SYSTEMIC CONDITIONS THAT AFFECT THE ORBIT
    XXXVII Congresso Brasileiro de Oftalmologia e XXX Congresso Panamericano de Oftalmologia · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro

Formação complementar

116 registros

Coautorias

23 coautores

Na imprensa

beta

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