Carlos Henrique Miranda.
Livre · Departamento de Clínica Médica
- Departamento
- Departamento de Clínica Médica
Currículo atualizado em 09/12/2025
Cita-se como: MIRANDA, C. H.;Miranda, C. H;Carlos H. Miranda;MIRANDA, CARLOS HENRIQUE;MIRANDA, C.H.;MIRANDA, CH;MIRANDA, CARLOS H.;HENRIQUE MIRANDA, CARLOS;MIRANDA, CARLOS H;HENRIQUE MIRANDA1, CARLOS
Resumo biográfico
Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP). Concluiu residência médica em Clínica Médica e Cardiologia pelo Hospital das Clínicas da FMRP-USP. Possui título de Especialista em Cardiologia (SBC), Terapia Intensiva (AMIB) e Medicina de Emergência(ABRAMEDE). Realizou Doutorado, Pós-Doutorado e obteve o título de Livre-Docência em Cardiologia e Medicina de Emergência pela FMRP-USP. Atualmente, é Professor Associado da Divisão de Medicina de Emergência do Departamento de Clínica Médica da FMRP-USP, em regime de dedicação integral. É Membro Facultado da American Heart Association (AHA) e Coordenador do Centro de Treinamento em Emergências Cardiovasculares da AHA . Atua como Coordenador da Residência Médica de Medicina de Emergência do Hospital das Clínicas da FMRP-USP. Exerceu a função de Coordenador da Unidade de Emergência do HC-FMRP-USP no período de 2019 a 2022 e é Coordenador da Unidade Coronariana da Unidade de Emergência do HC-FMRP-USP desde 2008.Coordena o Laboratório Translacional de Biologia Vascular do Departamento de Clínica Médica da FMRP-USP. Sua principal linha de pesquisa envolve microcirculação e função endotelial, com ênfase no estudo do glicocálix endotelial em diferentes condições críticas, incluindo sepse, infarto agudo do miocárdio e parada cardiorrespiratória.
Indicadores
Áreas de atuação
02 registros- Ciencias Da SaudeMedicinaMedicina De Emergênca
- Ciencias Da SaudeMedicinaEmergências Cardiológicas
Formação acadêmica
11 registros- 2025 – presentePós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · University of South CarolinaBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 2013 – 2015Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo
- 2006 – 2007EspecializaçãoConcluídoArritmia Clinica · Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão - USP
- 2006 – 2008EspecializaçãoConcluídoDispositivos Cardíacos Implantáveis · Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão - USP
- 2006 – 2011DoutoradoConcluídoClínica Médica · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo“Estudo da associação entre a desnervação simpática miocárdica e arritmias ventriculares graves em pacientes com cardiopatia chagásica crônica mediante emprego da cintilografia miocárdica com iodo-123 metaiodobenzilguanidina”Orientação: Prof. Dr. Marcus Vinícius Simões
- 2004 – 2006Residencia-medicaConcluídoResidencia-medica · Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão - USPBolsa Fundação de Desenvolvimento Administrativo
- 2002 – 2004Residencia-medicaConcluídoResidencia-medica · Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão - USPBolsa Fundação de Desenvolvimento Administrativo
- 1996 – 2001GraduaçãoConcluídoMedicina · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo
- 1992 – 1994Ensino-medio-segundo-grauConcluídoEnsino-medio-segundo-grau · Colégio Objetivo São Domingos
- 1984 – 1991Ensino-fundamental-primeiro-grauConcluídoEnsino-fundamental-primeiro-grau · Colégio Cônego Artur
- Livre-docênciaConcluídoLivre-docência · Departamento de Clínica Médica - FMRP -USP
Idiomas
03 registros| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Inglês | Bem | Bem | Bem | Bem |
| Espanhol | Razoável | Razoável | Pouco | Razoável |
| Português | Bem | Bem | Bem | Bem |
Atuação profissional
08 registros- 2021 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloRevisor de projeto de fomento
- 2021 – presenteVínculo atualJORNAL BRASILEIRO DE MEDICINA DE EMERGÊNCIAMembro de corpo editorial
- 2020 – presenteVínculo atualFrench National Research Agency/ Agence Nationale de la RechercheRevisor de projeto de fomento
- 2018 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaDepartamento de Clínica Médica - FMRP -USPProfessor Associado MS5Servidor Publico
- 2018 – presenteVínculo atualAMERICAN JOURNAL OF EMERGENCY MEDICINEMembro de corpo editorial
- 2015 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaFaculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloProfessor Associado MS5Servidor Publico
- 2008 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaHospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão - USPMédico ResponsávelServidor Publico
- 2007 – 2015AMZ- Diagnósticos MédicosMédico30h/sem
Produção bibliográfica
168 registros- 2025Endothelial glycocalyx shedding and oxidative stress as prognostic biomarkers after cardiac arrestCarlos Henrique Miranda; Helton de Oliveira Couto · American College of Emergency Physicians (ACEP) - Research Forum · Salt Lake City
- 2025Paliative care in a Brazilian emergency department reduces futile resuscitation in poor-prognosis patientsCarlos Henrique Miranda; Antônio Pazin Filho; Thiago Silva Santos · American College of Emergency Physicians (ACEP)_Research Forum · Salt Lake City
- 2024Endothelial Glycocalyx shedding during ST-elevation acute myocardial infarctionCarlos Henrique Miranda · American Heart Association - Scientific Sessions · ISBN 0009-7322 · Chicago
- 2023External validation of the M-CARS score for mortality risk in coronary intensive care unitsCarlos Henrique Miranda; André Schmidt · ESC Congress 2023 · Amsterdam
- 2023Validação do escore M-CARS para risco de mortalidade em unidade cardiológica intensiva de hospital universitário brasileiroCarlos Henrique Miranda; André schmidt · Congresso da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) · São Paulo
- 2022Acidente Vascular Encefálico como manifestação inicial de mixoma de átrio esquerdoCarlos Henrique Miranda; Estevão Tavares de Figueiredo · 42 Congresso da SOCESP · ISBN 2595-4644 · São Paulo
- 2022Taquicardia Ventricular Polimórfica desencadeada por extrassístoles ventriculares com intervalo de acoplamento curto após infarto agudo do miocárdio: relato de casoCarlos Henrique Miranda; Paulo Henrique Munute Polegato · 42 Congresso da SOCESP · ISBN 2595-4644 · São Paulo
- 2022Variação da relação monócitos/HDL-colesterol é um preditor de eventos cardiovasculares maiores após síndrome coronariana agudaEstevão Tavares de Figueiredo; Carlos Henrique Miranda · 42 Congresso da SOCESP · São Paulo
- 2022Miocardite pós-COVID: relato de caso e achados diagnósticosCarlos Henrique Miranda; Estevão Tavares de Figueiredo · 42 Congresso da SOCESP · ISBN 2595-4644 · São Paulo
- 2020WhatsApp é Músculo: Uma rede de encaminhamento de pacientes com infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST através de plataforma de comunicação digital (Rede Supra)ALESSANDRA TEIXEIRA; Leonardo Zancaner; Fernando Ribeiro; André schmidt; José Antônio Marin Neto; José Paulo Pintya +2 autores · Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo · ISBN 0103-8559 · São Paulo
- 2018Lesão do Glicocálix Endotelial na fase precoce da Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo secundária a infecção por vírus respiratórioCarlos Henrique Miranda; Maira Nilson Benatti · VII Congresso de Clínica Médica FMRP-USP · Ribeirão Preto
- 2018Percepção do estudante de medicina sobre comunicação de más-notícias comparada à de oncologistasCarlos Henrique Miranda; Islã Ventura Dutra · VII Congresso de Clínica Médica da FMRP-USP · Ribeirão Preto
- 2018Volume de Obstrução Vascular Pulmonar obtido por software automatizado em angiotomografia como preditor de mortalidade após tromboembolismo pulmonar agudoCarlos Henrique Miranda; Kelvin Henrique Vilalva; Danilo Tadeu Wada; Marcel K Santos; Leonardo Soriano; Antônio Pazin Filho · VII Congresso de Clínica Médica · Ribeirão Preto
- 2018Evaluation of the medical student perception related to delivering bad news compared to expert doctorsCarlos Henrique Miranda; Islã Ventura Dutra; Antônio Pazin Filho · Annual Conference of Intenational Association for Medical Education- AMEE 2018 · Basel/ Suiçã
- 2017Validation of the PESI (Pulmonary embolism severity index) score for risk stratification after acute pulmonary embolism in a Brazilian retrospective cohortLeonardo Soriano; Talita Castro; Kelvin Vilalva; Antônio Pazin Filho; Marcos Carvalho Borges; Carlos Henrique Miranda · 9th International Symposium on Intensive Care and Emergency Medicine for Latin American · São Paulo
- 2017Troponin and NT-proBNP levels for prognostic stratification in normotensive patients with acute pulmonary embolism in a Brazilian cohortLeonardo Soriano; Talita Tavares Castro; Kelvin Vivalva; Antônio Pazin Filho; Marcos Carvalho Borges; Carlos Henrique Miranda · 9th International Symposium on Intensive Care and Emergency Medicine for Latin American · São Paulo
- 2016Evaluation of the complications and its clinical implication during interfacility pediatric transport in a Brazilian Medical CenterCarlos Henrique Miranda · 8th World Congress of the World Federation of Pediatric Intensive & Critical Care Societies · Toronto
- 2016Evaluation of the complications and its clinical implications during interfacility pediatric transport in a Brazilian Medical CenterCarlos Henrique Miranda; Tábata Luna Garavazzo Tavares; Antônio Pazin Filho · VI Congresso de Clínica Médica da FMRP-USP · ISBN 2176-7262 · Ribeirão Preto
- 2016Avaliação dos episódios de interrupção da monitorização eletrocardiográfica contínua em uma unidade de terapia intensiva cardiológicaCarlos Henrique Miranda; Antônio Pazin Filho; Marta Martins da Silva · VI Congresso de Clínica Médica da FMRP-USP · ISBN 2176-7262 · Ribeirão Preto
- 2016Extensão da desnervação simpática miocárdica detectada pelo SPECT 123I-MIBG correlaciona-se com a gravidade da arritmia ventricular na Cardiopatia Chagásica CrônicaCarlos Henrique Miranda; Leonardo Pippa Gadioli; Marcus Vinícius Simões · 71 Congresso Brasileiro de Cardiologia · ISBN 0066-782X · Fortaleza
- 2015Endothelial Glycocalyx damage in patients with acute coronary syndromeCarlos Henrique Miranda; André schmidt; Marcos Carvalho Borges; Antônio Pazin Filho · Eighth International Symposium on Intensive Care and Emergency Medicine for Latin American · ISBN 1364-8535 · São Paulo
- 2015Could saline instillation displace bacteria from the endotracheal tube biofilm to lower airways during suctioning procedure?Anália Cristina Franchi; Camila Bottura; Fernanda B Ferreira; Rodrigo de Carvalho Santana; Antônio Pazin Filho; Marcos Carvalho Borges +1 autores · Eighth International Symposium on Intensive Care and Emergency Medicine for Latin America · ISBN 1364-8535 · São Paulo
- 2015O papel da desnervação simpática miocárdica como preditor de morte cardiovascular na cardiopatia chagásica crônicaLeonardo Pippa Gadioli; Carlos Henrique Miranda; José Antônio Marin Neto; Marcus Vinícius Simões · SOCESP 2015 · ISBN 0103-8559 · São Paulo
- 2015A desnervação simpática miocárdica regional precede a disfunção ventricular esquerda na cardiopatia chagásica crônicaLeonardo Pippa Gadioli; Carlos Henrique Miranda; José Antônio Marin Neto; Marcus Vinícius Simões · Congresso da SOCESP · São Paulo
- 2015A gravidade da arritmia ventricular correlaciona-se com a extensão da desnervação simpática miocárdica mas não com a extensão da fibrose miocárdica na cardiopatia chagásica crônicaLeonardo Pippa Gadioli; Carlos Henrique Miranda; José Antônio Marin Neto; Marcus Vinícius Simões · Congresso da SOCESP · ISBN 0103-8559 · São Paulo
Produção técnica
71 registros- 2025Endothelial glycocalyx shedding and oxidative stress as prognostic biomarkers after cardiac arrestCarlos Henrique Miranda; HELTON DE OLIVERIA COUTOCongresso
- 2025O fucoidano diminui a obstrução microvascular após isqemia-reperfusão miocárdicaCarlos Henrique Miranda; Pedro Lucas Moreira Fernandes; André Timóteo SapaloCongresso
- 2019Vaga zero: perfil de um hospital terciário em Ribeirão PretoCarlos Henrique Miranda; Nazir Souhine Neto; Joyce Aparecida LiraCongresso
- 2019Você faz a diferença na vida de quem não escolheu estar aquiCarlos Henrique Miranda; Camila Roberta da Silva Souza; Francine de Castro Alves Victal; Giovanna Altero Arévalo; Maurício da Silva de AssisSeminario
- 2019Workshop: Eletrocardiograma na EmergênciaCarlos Henrique MirandaCongresso
- 2019Economic-clinical protocol: racional use of terlipressine in varicous digestive hemorrhageCarlos Henrique Miranda; Aline Araújo Lopes MoraisCongresso
- 2017Validation of the PESI (Pulmonary embolism severity index) score for risk stratification after acute pulmonary embolism in a Brazilian retrospective cohortCarlos Henrique MirandaSimposio
- 2017Troponin and NT-proBNP levels for prognostic stratification in normotensive patients with acute pulmonary embolism in a Brazilian cohortCarlos Henrique MirandaSimposio
- 2016Evaluation of the complications and its clinical implications during interfacility pediatric transport in a Brazilian Medical CenterTábata Luna Garavazzo Tavares; Carlos Henrique MirandaCongresso
- 2016Avaliação dos episódios de interrupção da monitorização eletrocardiográfica contínua em uma unidade de terapia intensiva cardiológicaCarlos Henrique Miranda; Antônio Pazin Filho; Marta Martins da SilvaCongresso
- 2015Endothelial Glycocalyx damage in patients with acute coronary syndromeAndré schmidt; Antônio Pazin Filho; Marcos Carvalho Borges; Carlos Henrique MirandaSimposio
- 2015Could saline instillation displace bacteria from the endotracheal tube biofilm to lower airways during suctioning procedure?Antônio Pazin Filho; Marcos Carvalho Borges; Carlos Henrique MirandaSimposio
- 2014Avaliação prognóstica de elevação de troponina I após múltiplos choques espontâneos do carioversor/desfibrilador implantávelCarlos Henrique MirandaCongresso
- 2014Efeito da temperatura na estabilidade do TSH em manchas de sangue coletadas sobre papel de filtroCarlos Henrique Miranda; FERNANDO CRIVELENTI VILAR; André schmidt; LEA MARIA ZANINI MACIELCongresso
- 2014Taquiarritmias do QRS estreitoCarlos Henrique MirandaConferencia
- 2014Síndromes Coronarianas AgudasCarlos Henrique MirandaConferencia
- 2013Taquicardia ventricular sustentada e choque cardiogênico secundário a acidente escorpiônico no adultoCarlos Henrique MirandaCongresso
- 2013Avaliação prognóstica da elevação de troponina após múltiplos choques do cardioversor desfibrilador implantávelCarlos Henrique MirandaCongresso
- 2013Método alternativo para nivelar os transdutores de pressão em uma unidade de terapia intensivaCarlos Henrique MirandaCongresso
- 2013Caracterização do perfil dos pacientes com cateter central de inserção periférica em um hospital terciário de emergênciaCarlos Henrique MirandaCongresso
- 2013Cateter central de inserção periférica: porcentagem e causas de perda antes do término de terapia intravenosaCarlos Henrique MirandaCongresso
- 2013Porcentagem de cateteres centrais de inserção periférica que de fato atingiram posição adequada em circulação centralCarlos Henrique MirandaCongresso
- 2013Reversão do padrão eletrocardiográfico de Wellens após revascularização de lesão coronariana graveCarlos Henrique MirandaCongresso
- 2013Causas não traumáticas de tamponamento cardíaco em uma unidade de emergênciaCarlos Henrique MirandaCongresso
- 2013Infarto Agudo do Miocárdio secundário a embolização coronariana em paciente com cardiopatia chagásicaCarlos Henrique MirandaCongresso
Projetos
26 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2019 – presentePesquisa
Evaluation of the endothelial glycocalyx damage in microcirculation alterations associated to the circulatory shock
Introduction: Endothelial glycocalyx is a layer consisting of a tangle of glycosaminoglycans adhered to membrane proteins that line the endothelial surface of the vessel. Some physiological functions have been indicated for this structure such as control of vascular permeability, participation in the adhesion of inflammatory and platelet cells, etc. Circulatory shock is a severe manifestation of different pathologies with high mortality. Microcirculation impairment appears to play a central role in the establishment and maintenance of shock contributing to poor tissue perfusion. Maintaining inadequate tissue perfusion leads to multiple organ dysfunctions. Endothelial glycocalyx impairment may have a major role in the establishment of microcirculatory dysfunction observed in the shock, such as, for example, contributing to the activation of coagulation and thrombosis of the microcirculation, reducing the gas exchange surface with the tissue, besides causing peridural edema which makes diffusion of oxygen to tissue difficult. Objective: To evaluate the role of endothelial glycocalyx injury in microcirculatory dysfunction stablishment associated with circulatory shock. Methodology: Sixty patients with circulatory shock (20 with septic shock, 20 with hemorrhagic shock, 20 with cardiogenic / obstructive shock) will be included. Endothelial glycocalyx injury will be assessed by serum dosage of syndecan-1, glypican-3, aggrecan and hyaluronic acid through commercial ELISA kits and sequential urinary dosage of glycosaminoglycan by DMMB assay. The evaluation of the microcirculation will be performed through sublingual capillaroscopic through CapiScope equipment (capillary density, length, diameter, the velocity of blood flow). The following clinical outcomes will also be assessed: development of acute renal injury (through cystatin-C dosing); need for renal replacement therapy (hemodialysis); multiple organ dysfunctions (SOFA score); disseminated intravascular coagulation (DIC score), general mortality that will be correlated with markers of endothelial glycocalyx injury.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Nazir Soubine Neto
- Em andamento2019 – presentePesquisa
Clinical impact of implementing a rapid-response team based on the Modified Early Warning Score in wards that offer emergency department support
Background: Emergency department (ED) crowding is a frequent situation. To decrease this overload, patients without a life-threating condition are transferred to wards that offer ED support. This study aimed to evaluate if implementing a rapid response team (RRT) triggered by the modified early warning score (MEWS) in high-risk wards offering ED support is associated with decreased in-hospital mortality rate. Methods: A before-and-after cross-sectional study compared in-hospital mortality rates before and after implementation of an RRT triggered by the MEWS ≥4 in two wards of a tertiary hospital that offer ED support. Results: We included 6863 patients hospitalized in these wards before RRT implementation from July 2015 through June 2017 and 6944 patients hospitalized in these same wards after RRT implementation from July 2018 through June 2020. We observed a statistically significant decrease in the in-hospital mortality rate after intervention, 449 deaths/6944 hospitalizations [6.47% (95% confidence interval (CI) 5.91%- 7.07%)] compared to 534 deaths/6863 hospitalizations [7.78% (95% CI 7.17-8.44)] before intervention; with an absolute risk reduction of -1.31% (95% CI -2.20 --0.50). Conclusion: RRT trigged by the MEWS≥4 in high-risk wards that offer ED support was found to be associated with a decreased in-hospital mortality rate. A further cluster-randomized trial should evaluate the impact of this intervention in this setting.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), LORENA MICHELINE ALVES SILVA
- Concluído2019 – 2021Pesquisa
Is the variation in monocyte to high-density lipoprotein cholesterol ratio a predictor of major cardiovascular events after acute coronary syndrome?
In clinical practice, we need to develop new tools to identify the residual cardiovascular risk after acute coronary syndrome (ACS). This study aimed to evaluate whether the monocyte to high-density lipoprotein cholesterol ratio (MHR) variation (ΔMHR) obtained during hospital admission (MHR1) and repeated in the first outpatient evaluation (MHR2) is a predictor of major adverse cardiovascular events (MACE) after ACS. One hundred ninety-one patients admitted for ACS were prospectively included. The ΔMHR was calculated by subtracting MHR1 from MHR2. Patients were followed for 166±38 days in which the occurrence of MACE was observed. The best cutoff for ΔMHR was zero (0), and individuals were divided into two groups: ΔMHR<0 (n=113) and ΔMHR≥0 (n=78). The presence of MACE was higher in the ΔMHR≥0 (22%) than in the ΔMHR<0 (7%), with a hazard ratio (HR) of 3.96 (95% confidence interval [CI]: 1.74-8.99; P=0.0004). After adjusting for confounders, ΔMHR≥0 remained an independent MACE predictor with an adjusted HR of 3.13 (95%CI: 1.35-7.26, P=0.008). In conclusion, our study showed that ΔMHR was an independent MACE predictor after ACS. Thus, ΔMHR is a potential marker of residual cardiovascular risk after ACS
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Estevão Tavares de Figueiredo
- Em andamento2019 – presentePesquisa
Estudo clínico, randomizado, duplo-cego do uso da doxiciclina para preservação do glicocálix endotelial no choque circulatório
Introdução: O choque circulatório é manifestação grave de diferentes patologias com alta mortalidade. O comprometimento do glicocálix endotelial parece ter uma importante participação no estabelecimento da disfunção microcirculatória observada no choque, como, por exemplo, contribuindo para a ativação da coagulação e trombose da microcirculação, diminuindo a superfície de troca gasosa com o tecido, além de acarretar edema perivascular que dificulta a difusão do oxigênio para o tecido. Vários mecanismos podem desencadear o desnudamento do glicocálix endotelial durante o choque circulatório, contudo, evidências recentes apontam que a ativação de metaloproteinases apresente um papel central. A doxiciclina, é um antibiótico antigo da classe das tetraciclinas, e é conhecidamente um potente inibidor não seletivo das metaloproteinases. A nossa hipótese é que o uso da tetracicilina pode preservar/restaurar o glicocálix endotelial diminuindo a disfunção microcirculatória e consequentemente melhorando a perfusão tecidual e reduzindo a disfunção orgânica associada ao choque circulatório. Metodologia: Estudo unicêntrico, prospectivo, randomizado, duplo-cego, controlado por placebo. O estudo será realizado na Unidade de Emergência do Hospital das Clinicas da FMRP-USP (UE-HCFMRP-USP). Serão incluídos 40 pacientes com diagnóstico de choque circulatório (séptico, cardiogênico, hemorrágico) sendo metade no grupo intervenção (doxiciclina 100 mg 12/12 hs por três dias consecutivos) e metade no grupo controle (placebo com o veículo de diluição da doxiciclina). Os pacientes serão avaliados na inclusão (D0) e após três dias de tratamento (D3). Nestes dois momentos será realizada a dosagem dos marcadores de lesão do glicocálix endotelial (sindecano-1, aggrecan , ácido hialurônico através de kits comerciais de ELISA e de glicosaminoglicana através do ensaio DMMB), assim como a avaliação da espessura do glicocálix endotelial através de microscopia sublingual através do software Glycocheck Nestes dois momentos também será avaliada a disfunção de múltiplos órgãos através do escore SOFA; a coagulação intravascular disseminada, através do escore DIC) e o estabelecimento de lesão renal aguda através da dosagem de cistatina-C, e o clerance de lactato arterial entre as dosagens de lactatos entre estes dois períodos.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), João Gabriel Craveiro Gonçalves de Oliveira
- Em andamento2019 – presentePesquisa
Participação da lesão do glicocálix endotelial no edema cerebral e comprometimento neurológico após parada cardiorrespiratória
Introdução: O glicocálix endotelial (GE) é uma camada constituída por um emaranhado de glicosaminoglicanas aderidas a proteínas de membrana revestindo a superfície endotelial do vaso. Algumas funções fisiológicas vêm sendo apontadas para esta estrutura tais como: controle da permeabilidade vascular, participação na adesão de células inflamatórias e plaquetárias, etc. A Parada Cardiorespiratória (PCR) é uma condição grave marcada pela cessação da atividade mecânica do coração que pode apresentar retorno da circulação espontânea (RCE) após a manobras de ressuscitação sendo o principal modelo de isquemia-reperfusão., que é um fator sabidamente lesivo do GE. Este desnudamento do glicocálix endotelial pode alterar a permeabilidade da barreira hematoencefálica (BHE) e contribuir para a ativação inflamatória contribuindo para o edema cerebral e lesão neurológica observada após uma PCR. Objetivo: Avaliar a participação da lesão do glicocálix endotelial no desencadeamento do edema cerebral e no comprometimento neurológico observado após uma PCR. Metodologia: Serão incluídos 60 pacientes com RCE após PCR. Após o RCE será coletada uma amostra de sangue e amostra de urina seriadas para dosagem dos biomarcadores de lesão do glicocálix (sindecano-1,hialuronan,trombomodulina, e glicosaminoglicanas) assim como das citocinas inflamatórias (TNF-alpha e IL-6). Será realizada mensuração da espessura do glicocálix endotelial através de imagem da microcirculação sublingual com quantificação automática através de sistema e software específico (Glycocheck). Para avaliação da intensidade do edema cerebral será realizado a mensuração do diâmetro da bainha do nervo óptico através de ultrasson do globo ocular no D1 (24hs), D2 (48 horas) e D3 (72 horas) após a PCR. Para avaliação do comprometimento neurológico será realizado a dosagem da enolase neuroespecífica, que é um marcador específico de dano neuronal. Estes pacientes também serão avaliados de acordo com as escalas: Cerebral Performance Categories (CPC) e escla de Rankin Modificada (MRS) nos dias 7 (D7) e 30 (D30) para avaliação clínica da dano neurológico.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Helton de Oliveira Couto
- Concluído2018 – 2021Pesquisa
Uso dos biomarcadores de lesão do glicocálix endotelial no diagnóstico diferencial entre síndrome aórtica e síndrome coronariana aguda no departamento de emergência
A Sídrome aAórtica Aguda (SAA) é uma emergência médica ameaçadora à vida que é classificada em três grupos: dissecção aórtica, hematoma intramural e úlcera aterosclerótica penetrante. Essa síndrome é pouco prevalente em comparação com o infarto agudo do miocárdio, porém apresenta elevada letalidade. A dor torácica é o principal sintoma da síndrome aórtica aguda e da síndrome coronariana aguda (SCA). O prognóstico na SAA depende principalmente do diagnóstico correto e precoce associado à intervenção também precoce e adequada. Porém, essa condição é muitas vezes subdiagnosticada ou até mesmo não diagnosticada, devido à sua semelhança à SCA e também devido à necessidade atual de exames de imagem onerosos e pouco disponíveis em muitas localidades. Neste cenário, a utilização de biomarcadores como os marcadores de degradação do glicocálix endotelial poderiam ser uma alternativa para ajudar no diagnóstico diferencial entre SAA e SCA. O objetivo deste trabalho foi avaliar se os níveis séricos dos biomarcadores da lesão do glicocálix endotelial poderiam ser úteis no diagnóstico diferencial entre SAA e SCA no departamento de emergência. Métodos:Foi realizada a dosagem de marcadores da lesão do glicocálix endotelial (sindecano-1, glipcano-3, sulfato de condroitina e ácido hialurônico), através de kits comerciais de ELISA em pacientes com diagnóstico definitivo de SAA confirmado por exame de imagem e comparados com pacientes com diagnóstico de SCA.O estudo foi realizado na Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas da FMRP-USP (UE-HCFMRP-USP). Foram incluídos pacientes com os seguintes critérios: ambos os sexos; idade ≥ 18 anos; sintoma de dor torácica com início menor que duas semanas; dissecção de aorta, úlcera de aorta ou hematoma intramural de aorta confirmado por angiotomografia de aorta; ausência de choque circulatório e parada cardiorrespiratória antes da coleta da amostra de sangue; assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido.Foram considerados como pacientes do grupo de SCA, aqueles pacientes hospitalizados com diagnóstico de IAM com supradesnível ou sem supradesnível do segmento ST, classificados de acordo com a III Definição Universal de IAM. As variáveis categóricas foram expressas em frequência e porcentagem. As variáveis quantitativas com distribuição normal foram expressas em média e desvio padrão e aqueles sem distribuição normal foram expressas em mediana e intervalo interquartil (IQR). Sendo utilizados testes de Shapiro-Wilk, t-student, Mann-Whitney e teste do qui-quadrado para análise e comparação das variáveis. Para avaliar a acurácia de cada biomarcador foi utilizada a área sob a curva (ASC) de característica de operação do receptor (ROC). Resultados: Foram incluídos 26 pacientes no grupo SAA e 127 pacientes no grupo SCA. Após a dosagem dos biomarcadores, observou-se níveis menores de sindecano-1 no grupo com SAA, em comparação com o grupo com SCA (p = 0,00001), sendo este também o melhor biomarcador em termos de acurácia diagnóstica quando analisado sob à área da curva ROC, com um ASC de 0,82 (IC95% 0,55 - 0,83). Também observamos níveis elevados de hialurano (p= 0,0008) e trombomodulina (p= 0,03) nos grupos com SAA, comparado ao grupo SCA. Porém, estes biomarcadores apresentaram uma acurácia diagnóstica inferior aquela observada com o sindecano-1. Conclusões: O sindecano-1 é uma biomarcador promissor para ajudar no diagnóstico diferencial entre SCA e SAA, mas para a sua aplicação clínica, é necessário a realização de estudos multicêntricos com um maior número de pacientes.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Murilo Lauria Freire Ribeiro
- Concluído2017 – 2019Pesquisa
Competência clínica no manejo do infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST por médico recém-formado candidato a residência médica
Fundamento: Houve importante redução da morbimortalidade do infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST (IAMCSST) com o desenvolvimento das terapias de reperfusão. Para garantir este benefício é importante o diagnóstico precoce e manejo inicial correto. No Brasil, recém-formados do curso de medicina são responsáveis por grande parte dos atendimentos iniciais a estes pacientes.Objetivo: Avaliar a competência clínica no reconhecimento e manejo inicial do IAMCSST por médico recém-formado candidato a residência médica. Métodos: Realizada análise do desempenho de 711 candidatos do concurso de acesso direto para residência médica do Hospital das Clínicas da FMRP-USP em estação prática de simulação de atendimento de paciente com IAMCSST com atores profissionais e avaliadores médicos com uma lista de checagem padronizada de acordo com recomendações da diretriz brasileira para manejo desta patologia. Resultados: O escore de desempenho geral apresentou mediana de 7 e intervalo interquartil de 5,5-8,0. Em relação aos itens avaliados: 83% solicitou monitorização eletrocardiográfica, 57% solicitou inserção de um acesso venoso periférico, 95% administrou ácido acetilsalicílico, 80% administrou segundo antiagregante (inibidor do P2Y12), 66% administrou nitrato, 71% administrou morfina, 69% reconheceu o diagnóstico de IAMCSST, 71% avaliou o tempo de duração da dor, 63% reconheceu a necessidade de transferência imediata, 34% apresentou habilidade de comunicação adequada e somente 25% insistiu na transferência mesmo na ausência de vaga. Conclusões: O reconhecimento e gerenciamento inicial do IAMCSST precisa ser aprimorado na graduação médica e inserido dentro da realidade da estrutura de rede hierarquizada do sistema de saúde público brasileiro.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Ugo Stocco Aimoli
- Concluído2017 – 2018Pesquisa
Evaluation of the medical student perception related to delivering bad news compared to experts doctors
Introduction: The need to trainee the medical students' skills for delivering bad news is recognized by medical education specialists. On the other hand, the medical students seem were not motivated by this thematic. The goal of this investigation was compared the perception of the medical students related to delivering bad news to experts doctors in this issue (clinical oncologists). Methods: During an interactive classroom about delivering bad news the medical students received a transponder allowing them to respond in ?real time? to question that was presented on a screen. These series of questions were formulated by several experts in teaching aspects of the doctor-patient relationship in oncology to evaluate the attitudes and practices regarding breaking bad news and applied to 500 oncologists during survey of participants at Breaking Bad News Symposium of the American Society of Clinical Oncology (Baile, Buckman, Lenzi et. al. The Oncologist 2000;5:302-311). Results: The answered of 111 medical students was compared to 500 clinical oncologists respectively (medical students vs. experts doctors). Have you had any specific teaching or training for breaking bad news: formal teaching (30% vs. 05%); sat in with clinicians interviews (05% vs. 39%); both (43% vs. 14%), neither (14% vs. 42%), p= 0,007. How do you fell about your own ability to break bad news: Very good (03% vs. 13%), Good (10% vs. 40%), Fair (44% vs. 39%), Poor (32% vs. 08%), Very poor (04% vs. 00%); p<0.0001. Have you had any training in the techniques of responding to patient?s emotion: formal teaching (41% vs. 08%); sat in with practicing clinician (03% vs. 34%), both (36% vs. 10%), neither (14 vs. 49%); P<00001. Did you find that the SPIKES protocol made sense to you: Yes (90% vs. 95%); p=0.30. Do you feel that the SPIKES protocol is practical and can be used in your clinical practice: Yes (84% vs. 88%), p=0.326. With element of the SPIKES protocol do you think you would find most easy: S-Setting (70% vs. 36%), P-Perception (05% vs. 14%), I-Invitation (05% vs. 11%), K-Knowledge (03% vs. 17%), E-Emotions (05% vs. 07%), S-Strategy (05% vs. 14%), p<0.0001. Which element of the SPIKES protocol do you think you would find most difficult: S (01% vs. 02%), P (02% vs. 16%), I (01% vs. 19%), K (10% vs. 07%), E (75% vs. 52%), S (02% vs. 03%), p<0.0001. Conclusion: These data suggested an improvement in training delivering bad news skills during medical course. The medical students recognize the useful of the protocols such as SPIKE for delivering bad news. The medical students considered addressing the patient?s emotions the most difficult task in this situation.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Islã Ventura Dutra
- Concluído2017 – 2019Pesquisa
Avaliação do impacto econômico e clínico de um protocolo para a utilização da terlipressina no tratamento da hemorragia digestiva alta varicosa
Introdução: A terlipressina é o vasoconstrictor esplâncnico de escolha para o tratamento da hemorragia digestiva alta varicosa e apresenta elevado custo financeiro. Atualmente, esta medicação é utilizada em combinação com a endoscopia digestiva. Contudo, não há uma padronização adequada em relação ao ajuste de dose e tempo de utilização neste tratamento combinado. Método: Estudo observacional, de coorte, realizado em duas etapas, sendo a primeira uma coorte retrospectiva antes da implantação do protocolo e a segunda etapa uma coorte prospectiva, após a implantação de um protocolo clínico para prescrição da terlipressina para o tratamento da hemorragia digestiva alta varicosa. Este protocolo incluía o ajuste da dose da terlipressina baseada no peso ideal estimado pela altura medida, uma duração de três dias de utilização e redução da dose após ligadura elástica com sucesso. Comparou-se a taxa de falha de controle de sangramento e de ressangramento utilizando-se a definição de Baveno V. Para análise fármaco-econômica considerou-se o preço médio da ampola de R$265,44 Resultados: Foram incluídos 73 pacientes na fase antes do protocolo e 107 pacientes na fase após o protocolo. Não foram observadas diferenças significativas em relação às características demográficas, clínicas, laboratoriais e do tipo de tratamento entre os grupos (p>0,05). Não foi observada diferença na taxa de falha de controle de sangramento: 22(30%) vs. 29(27%), p=0,66 e na taxa de ressangramento: 40 (56%) vs. 58(54%), p=0,86. Após o protocolo observou-se redução significativa no número médio de ampolas administradas por paciente (37±28 ampolas vs. 27±19 ampolas, p=0,005) levando a uma redução do gasto anual da instituição com esse medicamento ( R$796.316,00 para R$539.633,00; p=0,01). Conclusões: A utilização deste protocolo para guiar a prescrição de terlipressina apresentou importante impacto na economia de recursos financeiros sem apresentar repercussão clínica no tratamento.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Aline Araulo Lopes Morais
- Concluído2017 – 2019Pesquisa
Impacto emocional de atividade em grupo no acolhimento de acompanhantes de pacientes hospitalizados em situação de emergência
Introdução: A hospitalização em hospital de emergência geralmente desencadeia uma alta tensão emocional nos acompanhantes dos pacientes. Trabalho em grupo parece ser uma abordagem adequada para este cenário, pois permite que vários acompanhantes sejam reunidos em uma sala e receberam inúmeras informações a respeito das rotinas da unidade. O objetivo deste investigação foi determinar se uma intervenção através de um grupo de acolhimento a acompanhantes de pacientes hospitalizados em uma sala de urgência poderia reduzir a tensão emocional vivenciada por eles neste cenário. Métodos: Estudo analítico, experimental do tipo intervenção antes e depois. Aplicou-se uma escala analógica conhecida como termômetro das emoções que engloba a avaliação de 5 sentimentos (estresse, ansiedade, depressão, revolta, necessidade de ajuda) variando de 0-10 pontos antes e após uma intervenção em um grupo de acolhimento da sala de urgência. Avaliou-se cada parâmetro isolado assim como a soma dos cinco sentimentos. Através de uma amostra de conveniência, os acompanhantes foram selecionados para participar de um grupo realizado por um profissional da equipe multiprofissional que passou informações previamente padronizadas relacionadas as rotinas da unidade. Considerou-se como uma intervenção efetiva se houvesse um redução ≥ 5 pontos na escala após a intervenção. Considerou-se com significativo um p-valor<0,05. Resultados: Foram incluídos 178 acompanhantes no período de julho de 2018 à abril de 2019 com idade média 47±15 anos e predomínio do gênero feminino (74%). Comparando-se o escore total do termômetro das emoções, observou-se uma redução significativa do escore após a intervenção de 19 pontos (10-30) para 14 pontos (5-26), p=0,00001. Em relação a cada parâmetro isolado, observou-se redução significativa do estresse de 5 pontos (0-8) para 4 pontos (0-6), p=0,0002, da ansiedade de 7 pontos (3-10) para 5 pontos (2-8), p=0,00001, da depressão de 2 pontos (0-6) para 0 pontos (0-4), p=0,00001; da necessidade ajuda de 4 pontos (0-8) para 2 pontos (0-6), p=0,00001. Somente não foi observada redução significativa em relação ao parâmetro de revolta com uma mediana de 0 pontos (0-3) antes da intervenção para 0 pontos (0-3) após a intervenção, p=0,2385. A taxa de efetividade desta intervenção foi de 35%. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas em relação as características sociodemográficas e clínicas dos acompanhantes e dos pacientes entre os grupo no qual a intervenção foi efetiva (n=62) versus o grupo com intervenção inefetiva (n=116). Conclusão: Intervenção através de um grupo de acolhimento a acompanhantes de pacientes hospitalizados em uma sala de emergência parece ser efetiva para redução da tensão emocional desencadeada nos acompanhantes. Este tipo de intervenção apresentou uma taxa de efetividade de 35%. Não foi possível identificar um perfil de acompanhante mais suscetível a este tipo de intervenção.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Francine de Castro Alves Victal
- Concluído2017 – 2019Pesquisa
Impacto das novas definições (Sepsis-3) na linha de cuidado da sepse em um hospital privado
Introdução: A sepse é uma síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS), de caráter multifatorial e com consequências graves para sobrevida dos pacientes, gerando um alto custo hospitalar e um aumento no tempo de internação na UTI. Entretanto em 2016, o ultimo consenso de sepse (sepsis-3) traz alterações nas definições e nos conceitos quando comparado com o consenso de 2013 (sepsis-2) com adição de novos escores definidores do diagnostico baseando-se em exames laboratoriais e alterações fisiológicas. Para otimização dos recursos e garantir um tratamento mais adequado ao paciente com sepse recomenda-se a criação de uma linha de cuidado em sepse dentro dos ambientes hospitalares. Objetivos: Avaliação do perfil de pacientes incluídos dentro de uma linha de cuidado em sepse e avaliar o impacto institucional da utilização dos novos critérios de sepse (Sepse-3) nas taxa de hospitalização geral e ocupação de leitos de terapia intensiva. Métodos: Estudo prospectivo, unicêntrico, onde foram avaliados os pacientes incluídos em um protocolo institucional de sepse do Hospital São Lucas de Ribeirão Preto. Através da revisão deste protocolo e do prontuário médico foram adquiridos os dados demográficos, clínicos e a evolução intrahospitalar. Em todos os pacientes foi aplicado o critério antigo (sepsis-2) e o critério novo (sepsis-3). Foi obtido o número total de internações hospitalares e o número total de internações no Unidade de Terapia intensiva (UTI) no período do estudo. Resultados: Foram incluídos 525 pacientes no período de janeiro de 2017 a dezembro de 2017, sendo 49% do sexo masculino, com mediana de idade de 76 anos (62-86), sendo a maioria com infecção comunitária (72%) e pneumonia (58%) como o principal local de infecção. A taxa de mortalidade intrahospitalar foi de 35%. A sepse foi responsável por 4,4% do total de internações hospitalares e por 18% das internações em UTI. Utilizando-se a classificação atual se observou uma mortalidade intrahospitalar de 10% no grupo com infecção sem disfunção de órgãos, 33% no grupo com sepse e 73% no grupo com choque séptico. (p<0,0001). Na reavaliação em 48 horas dos 72 pacientes que não preencheram inicialmente os critérios de sepse foi observado que 18 pacientes (25%) passaram a preencher estes critérios e um paciente (01%) preencheu critérios de choque séptico. O quick-SOFA apresentou melhor acurácia para a triagem de sepse do que os critérios de SIRS (área sob a curva ROC (AUC-ROC) de 0,65 (IC95%: 0,59-0,71) vs. 0,53 (IC95% 0,47-0,59); p=0,001. O escore SOFA foi o que apresentou maior acurácia prognóstica para determinação da mortalidade intrahospitalar [AUC-ROC: 0,76; IC95%: 0,71-0,80], o quick-SOFA apresentou uma acurácia prognóstica intermediária [AUC: 0,65; IC:0,60-0,700] e o SIRS apresentou a menor acurácia prognóstica [AUC: 0,57; IC95%:0,51-0,610]; p<0,0001. Em relação ao cumprimento do bundle de primeira hora respectivamente no grupo com infecção sem disfunção de órgãos, sepse e choque séptico, foi 100%, 100% e 100%, p=1,0 para a coleta de lactato; foi 94%, 98% e 97%; p=0,159 para o início do antibiótico; foi 39%, 29% e 39%; p=0,08 para a expansão com cristalóide e foi 00%; 12% e 95%; p<0,0001 para o início do vasopressor Conclusões: A sepse representa importante causa de ocupação dos leitos de terapia intensiva. O quick SOFA foi mais adequado que o SIRS para triagem de pacientes com sepse. A classificação atual divide os pacientes em subgrupos (infecção sem disfunção de órgãos, sepse e choque séptico) com prognósticos distintos. O cumprimento do bundle da primeira hora é uma ferramenta que permite avaliar a qualidade assistencial prestada no contexto da sepse.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Aléx Júnior Ferreira
- Concluído2016 – 2018Pesquisa
Validação do escore de alerta precoce modificado (MEWS) em uma enfermaria geral de um hospital público de emergência brasileiro
Introdução: A deterioração clínica aguda de um paciente é precedida por alterações nos seus parâmetros vitais. De uma forma geral, esta piora clínica é reconhecida tardiamente nas enfermarias. O Modified Early Warning Score (MEWS) foi desenvolvido para ajudar na identificação precoce deste paciente e desencadear um fluxo de resposta adequado a esta condição clínica. O objetivo foi validar o escore de MEWS em uma enfermaria geral de retaguarda de um hospital público de emergência brasileiro e tentar determinar o valor de corte mais adequado para o acionamento do time de resposta rápida neste cenário. Método: Estudo transversal, analítico, quantitativo onde os parâmetros fisiológicos do MEWS (pressão arterial sistólica, frequência cardíaca, frequência respiratória, temperatura e nível de consciência simplificado) foram avaliados de 6/6 horas pela equipe de enfermagem de uma enfermaria geral de retaguarda de um hospital público de emergência brasileiro. Estes dados foram inseridos no prontuário eletrônico que gerou automaticamente o valor do escore. Nesta fase de validação, o valor do escore não desencadeou nenhuma resposta pela enfermagem. Durante a internação hospitalar foi avaliada a ocorrência combinada e isolada dos seguintes eventos: óbito não esperado, parada cardiorrespiratória e transferência para unidade de terapia intensiva. Os pacientes em cuidados paliativos e menores de 18 anos foram excluídos. Resultados: Foram incluídos 300 pacientes (idade média: 57±18 anos, sexo masculino:65%) no período de junho a dezembro de 2016 com um total de 1240 escores de MEWS avaliados. A duração da internação apresentou um mediana de 06 (03;11) dias com uma taxa de mortalidade hospitalar de 16%. Observou-se um número crescente de eventos combinados de acordo com o maior valor do escore de MEWS encontrado (00%;00%;01%;09%;19%;28%;89%, respectivamente para os MEWS 0;1;2;3;4;5 e 6; p<0,0001). O mesmo achado foi encontrado na análise de cada evento isolado. O MEWS≥4 mostrou-se como o ponto de corte mais adequado para a predição destes eventos com uma sensibilidade de 87% (intervalo de confiança (IC) 95%: 76-96%), especificidade de 85%(IC95%:80-89%) e uma acurácia avaliada pela área sob a curva ROC de 0,86 (IC95%:0,81-0,91). Para criação de fluxogramas de condutas justifica-se a estratificação em três grupos distintos: grupo de baixo risco de eventos (MEWS 0 e 1), grupo de risco intermediário de eventos (MEWS 3) e grupo de alto risco de eventos (MEWS 4;5 e 6) com 01%; 09% e 58% de eventos combinados respectivamente, com p<0,001 em todas as comparações. Conclusões: O escore de MEWS mensura adequadamente a ocorrência de eventos graves em pacientes hospitalizados em uma enfermaria geral de retaguarda de um hospital público de emergência brasileiro. O MEWS≥4 parece ser o ponto de corte mais adequado para predição destes eventos e, portanto, deveria ser utilizado para o acionamento do time de resposta rápida neste cenário.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), SAYANE MARLLA SILVA LEITE MONTENEGRO
- Concluído2016 – 2019Pesquisa
Glycocalyx endothelial damage in acute respiratory distress syndrome after virus infection
Background: Scientific evidence indicates that endothelial glycocalyx (EG) shedding contributes to the pathophysiological installation of acute respiratory distress syndrome (ARDS) after bacterial sepsis. The aim was to evaluate the EG shedding in ARDS installation after flu syndrome. Methods: This cross-sectional study included patients with flu syndrome during the influenza outbreak divided into two groups: patients with and without ARDS. Healthy subjects without flu syndrome were included in a control group. We measured EG damage biomarkers (hyaluronan, syndecan-1) and endothelial cell injury biomarker (soluble thrombomodulin) during the first medical evaluation. Histological assessment of the perimeter of the hyaline membrane and the number of neutrophils infiltrated in the alveolar septum was performed in patients who died. Results: ARDS group had 30 patients (44 ± 16 years old, 57% men), the non-ARDS group had 36 patients (39 ± 17 years old, 42% men), and the control group had 35 individuals (44 ± 9 years old, 51% men). Hyaluronan levels were significantly higher in the ARDS group than the two groups [31 ng/ml (interquartile range-IQR 12-56) vs. 5 ng/ml (IQR 3-10) vs. 5 ng/ml (IQR 2-8); p < 0.0001]. Hyaluronan levels above 19 ng/ml in patients with flu syndrome were associated with a significant increase in 28-day mortality rate: relative risk (RR): 6.95; (95% confidence interval 1.88-25.67); p = 0.0017. A positive correlation was observed between hyaline membrane perimeter and soluble thrombomodulin levels (r = 0.89; p = 0.05) as well as between the number of neutrophils in the alveolar septum and hyaluronan levels (r = 0.89; p = 0.05). Conclusions: Evidence of EG shedding was found in ARDS established after flu syndrome.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Marcos Carvalho Borges, Antônio Pazin Filho, BENATTI, MAIRA
- Concluído2016 – 2019Pesquisa
Validação do escore PESI (Pulmonary Embolism Severity Index) para estratificação de risco após tromboembolia pulmonar aguda em uma coorte brasileira
Objetivo: O escore PESI foi desenvolvido para estratificação de risco após tromboembolia pulmonar (TEP) aguda. O objetivo foi validar este escore numa coorte retrospectiva brasileira. Métodos: Foram incluídos pacientes admitidos no departamento de emergência com TEP confirmado por exame complementar de janeiro de 2009 a dezembro de 2015. O escore PESI (versão original e simplificada) foi calculado utilizando-se dados do prontuário na admissão hospitalar. O desfecho analisado foi a mortalidade geral em 30 dias. Resultados: Foram incluídos 123 pacientes com 57±17 anos e predomínio do sexo feminino (60%). No período de 30 dias, ocorreram vinte e oito óbitos (23%) que se distribuíram de acordo com a classe do PESI da seguinte forma: I(0,80%), II(1,70%), III(4,90%), IV(3,25%) e V(12,20%); p <0,0001. A mortalidade na análise agrupada foi I-II(2,40%) vs. III-IV-V (20,00%), risco relativo (RR): 5,9 [Intervalo de confiança (IC) de 95%: 1,88-18,51]; p=0,0002. A versão simplificada mostrou a seguinte mortalidade: 0 pontos (3,25%) vs. ≥1ponto (19,51%); RR:2,38 [IC95%:0,89-6,38]; p=0,06. Análise de sobrevida mostrou que classes I e II apresentaram curvas de Kaplan-Meier semelhantes (p=0,59), assim como as classe III-IV-V (p=0,25). Por outro lado a curva da versão original agrupada mostrou mortalidade significativamente maior no grupo III-IV-V vs. grupo I-II; RR:7,63[IC95%:2,29-25,21]; P=0,0001. Análise agrupada da versão original mostrou área sob a curva ROC maior que a versão simplificada 0,70 [IC95%: 0,62-0,77] vs. 0,60 [IC95%: 0,51-0,67]; p = 0,05. Conclusão: O escore PESI mensurou adequadamente o prognóstico após TEP aguda nesta amostra da população brasileira. A utilização da versão original agrupada foi a mais adequada neste cenário.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Kelvin Vivalva, Leonardo Soriano, Talita Tavares Castro
- Concluído2016 – 2021Pesquisa
o da terapia de reperfusão no infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST através de telemedicina baseada no WhatsApp®
Fundamento: Cerca de 40% dos pacientes com infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST (IAMCSST) no Brasil não recebem terapia de reperfusão. Objetivo: A utilização de uma rede de telemedicina baseada no WhatsApp® poderia aumentar a porcentagem de pacientes que recebe terapia de reperfusão. Métodos: Estudo transversal do tipo antes e depois da organização de uma rede de telemedicina para envio e análise do eletrocardiograma através do WhatsApp® dos pacientes suspeitos de IAMCSST oriundos dos 25 municípios integrantes do Departamento Regional de Saúde de Ribeirão Preto (DRS−XIII), para hospital terciário que poderia autorizar a transferência imediata do paciente utilizando o mesmo sistema. O desfechos analisados foram a porcentagem de pacientes que receberam terapia de reperfusão e a taxa de mortalidade intra-hospitalar. Considerou-se valor de p < 0,05 como estatisticamente significativo. Resultados: Foram comparados 82 pacientes antes desta rede (01 de fevereiro de 2016 a 31 de janeiro de 2018) com 196 pacientes depois da implantação da mesma (01 de fevereiro de 2018 a 31 de janeiro de 2020). Após a implantação da rede houve aumento significativo da proporção de pacientes que receberam terapia de reperfusão (60% vs. 92%), risco relativo (RR): 1,594 [intervalo de confiança (IC) 95% 1,331 ? 1,909], p < 0,0001 e redução da mortalidade intra-hospitalar (13,4% vs. 5,6%), RR: 0,418 [IC 95% 0,189 ? 0,927], p = 0,028. Conclusão: Rede de telemedicina baseada no WhatsApp® associou-se a aumento da porcentagem de pacientes com IAMCSST que receberam terapia de reperfusão e a redução na mortalidade intra-hospitalar.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), ALESSANDRA BATISTA TEIXEIRA
- Em andamento2015 – presentePesquisa
Instilação de soro fisiológico pode deslocar bactérias do biofilme do tubo orotraqueal para as vias áereas inferiores durante procedimento de aspiração?
A Pneumonia associada a ventilação mecânica (PAV) é uma complicação frequente nos pacientes hospitalizados na UTI. Estudos demostram a formação de um biofilme no interior do tubo orotraqueal contendo diversos microorganismos em sua superfície. A solução fisiológica 0,9% é usada de rotina no procedimento de aspiração do tubo orotraqueal, contudo faltam evidências se este procedimento pode deslocar bactérias do biofilme do tubo para as vias aéreas inferiores do paciente contribuindo para o desenvolvimento de PAV. Objetivos: Avaliar se a instilação de salina (SF0,9%) pode deslocar bacterías do biofilme do tubo orotraqueal para as vias aéreas inferiores e aumentar o risco de PAV. Métodos: O tubo orotraqueal será o objeto de estudo, imediatamente após a extubação do paciente através de técnica asséptica sera instilado 10 ml de SF0,9% na extremidade superior do tubo e será drenado o lavado do tubo na outra extremidade em tubo coletor estéril que será enviado para cultura microbiológica. Após este procedimento será coletado um swab estéril do interior do tubo que também será enviado para análise microbiológica. Estes dois materiais serão semeados nos meios de cultura agar chocoloate e MacConkey e se positiva a bactéria sera indetificada através de técnica automática através do equipamento VITEK®2 (Biomérieux, França). Considerar-se-a > 100.000 UFC como um número signiticativo de bactérias no lavado do tubo. Avaliar-se-a a taxa de positividade do lavado do tubo, assim como os microorganismos mais frequentes, assim como a concordância do crescimento da bacteria no lavado e no swab do tubo. Por fim, comparar-se-a características clinicas, demográficas, relacionadas ao suporte ventilatório e ao diagnóstico clínico de PAV entre os grupos com lavado positivo versus lavado negativo.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Camila Bottura
- Concluído2014 – 2016Pesquisa
Caracterização da frequência e do tipo de complicação relacionada ao tranporte interhospitalar de crianças gravemente enfermas e definição de potenciais fatores de risco
O transporte de crianças gravemente doentes envolve particularidades que aumentam o risco de complicações. O objetivo foi investigar a frequência e o impacto das complicações durante o transporte pré e inter-hospitalar na mortalidade e na alta hospitalar. Métodos: Estudo realizado em duas etapas: a primeira foi um estudo transversal, na qual, através de entrevista padronizada dirigida ao médico que admitiu estas crianças foram identificadas potenciais complicações. Três médicos independentes auditaram esses dados. A segunda etapa consistiu-se em coorte prospectiva, onde os pacientes divididos em dois grupos distintos (com e sem complicações no transporte) foram seguidos prospectivamente. Resultados: Cento e quarenta e três crianças foram incluídas no estudo. Pelo menos uma complicação durante o transporte foi observada em 74 pacientes (52%). A complicação mais frequente foi relacionada a falhas no monitoramento e dispositivos (42%). A ocorrência de complicações no transporte foi associada a maior mortalidade hospitalar (HR: 5,668; IC95%: 1,26-26,65; p = 0,0130) e a menor taxa de alta hospitalar (HR: 0,48; IC95%: 0,31; 0,74; p = 0,0007). Contudo, após a regressão de Cox para ajuste de fatores de confusão, a presença de complicações permaneceu associada à mortalidade hospitalar (HR: 6,74; IC 95%: 1,40-32,34; p = 0,017), porém deixou de se associar com a taxa de alta hospitalar (HR: 0,76; IC95%: 0,49-1,16; p = 0,213). Conclusões: Complicações durante o transporte pediátrico nesta região do Brasil foram frequentes, constituindo-se um preditor independente de mortalidade. Políticas públicas são necessárias para melhorar o transporte pediátrico nesta região do Brasil.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Antônio Pazin Filho, Tábata Luna Garavazzo Tavares
- Concluído2013 – 2015Pesquisa
Avaliação dos episódios de interrupção da monitorização eletrocardiográfica contínua em uma unidade de terapia intensiva
Monitorização eletrocardiográfica (ME) é fundamental na unidade de terapia intensiva, contudo, interrupções da ME são frequentes. O objetivo deste estudo foi avaliar a frequência e duração das interrupções da ME em uma unidade de terapia intensiva cardiológica, assim como, caracterizar a sua distribuição temporal e espacial. Métodos: Registros da ME foram exportados diariamente de monitor multiparamétrico. Diário de monitorização foi preenchido por enfermeiro, que registrava todo episódio de interrupção da ME. Considerou-se interrupção programada quando houve correspondência entre diário e registro do monitor, caso contrário, considerou-se interrupção não programada. Resultados foram expressos em mediana e percentis (P25 ; P75). Resultados: Analisado o registro de 100 pacientes. Interrupções não programadas foram mais frequentes que as programadas: 06 (03;09) vs. 03 (02; 05); p<0,0001, contudo, sem diferença em relação a duração desses dois tipos de interrupções: 90 (46;230) vs. 101 (47;287) minutos; p=0,31. Interrupções da ME corresponderam a 07% do tempo sem ME efetiva. O banho foi a principal causa das interrupções programadas (74%). O número e duração de ambas interrupções foram mais frequentes no período diurno (p<0,05). Não houve relação entre número (p=0,457) e duração (p=0,365) das interrupções não programadas com distribuição dos leitos. Conclusão: Interrupções da ME foram freqüentes, predominaram no período diurno e não tiveram relação com distribuição espacial dos leitos.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Antônio Pazin Filho, Marta Martins da Silva
- Concluído2013 – 2015Pesquisa
Evaluation of the endothelial glycocalyx damage in patients with acute coronary syndrome
Endothelial glycocalyx (EG) is sugar-based cell-bound surface molecules linked to transmembrane proteins observed on the endothelial surface of the vessels. Damage to this structure causes an increase in platelet and leucocyte adhesion and shear stress in the vessel. We hypothesized a possible link between EG damage and acute coronary syndrome (ACS). METHODS: We measured the syndecan-1 levels (a biomarker of EG damage) in 141 patients (99 men) with ACS and compared to those of 45 patients (24 men) with non-coronary chest pain (NCCP) and of 24 (14 men) healthy individuals (CONTROL). RESULTS: The baseline characteristics of the ACS and NCCP groups were similar. Syndecan-1 levels were significantly higher in the ACS group than in the NCCP (p = 0.01) and CONTROL (p = 0.001) groups but did not differ between the NCCP and CONTROL groups (p = 0.83). In analysis according to gender category, the difference among the groups remained significant only for men (p = 0.0009). A syndecan-1 level higher than 148 ng/ml was associated with ACS diagnosis with an odds ratio of 14 (95% confidence interval (CI): 1.8 to 102), p = 0.011. After adjusting for gender, age and current or past tobacco use, this syndecan-1 level remained positively associated with ACS diagnosis with an odds ratio of 12 (95% CI: 1.6 to 93), p = 0.016. CONCLUSION: Higher syndecan-1 levels were observed during ACS, mostly in men, suggesting that EG damage could participate in the atherosclerotic plaque vulnerability process in these patients.
EquipeCarlos Henrique Miranda, Antônio Pazin Filho (Responsável)
- Concluído2011 – 2014Pesquisa
Prognostic evaluation of the troponin I elevation after multiple spontaneous shocks of the implantable cardioverter/defibrillator
Multiple shocks of the implantable cardioverter/defibrillator (ICD) can cause myocardial injury, contributing to the progression of underlying heart disease. The aim was to evaluate if the elevation of troponin I after multiple ICD shocks has impact on the prognostic of these patients. Methods: We evaluated patients with multiple ICD shocks (N3 shocks) in the last 24 hours. Troponin I was measured around 12 hours after the last shock. After this episode, these patients were followed; and events of death or heart failure hospitalization were recorded. Results: Twenty-six patients were included in the study. Elevation of troponin I occurred in 16 patients (62%), who had received a higher number of shocks (14 ± 9 vs 7 ± 4, P = .03) and greater cumulative total voltage (455 ± 345 J vs 141 ± 62 J, P = .03) compared to the group without elevation of this biomarker. We observed a positive correlation between troponin I and number of shocks (r = 0.70; P = .0001). Patients with troponin I elevation after multiple ICD shocks had higher risk of death or heart failure hospitalization (hazard ratio, 7.0; 95% confidence interval, 1.2-16.0; P = .03) compared with the group without elevation of this biomarker. After adjustment for age, sex, and number of shocks, the elevation of this biomarker remained as predictor of these events (hazard ratio, 16.0; 95% confidence interval, 1.7-151.0; P = .02). Conclusion: A large proportion of patients with multiple ICD shocks have troponin I elevation, and these patients have a higher risk of death or hospitalization due to heart failure.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Antônio Pazin Filho, André schmidt
- Concluído2011 – 2014Pesquisa
Diagnostic accuracy of the P wave in the Lewis and Gallop leads for atrial enlargement detection
The diagnostic accuracy (DA) of the conventional electrocardiogram (ECG) for detecting atrial enlargement (AE) is low. Lewis (L) and Gallop (G) enable better viewing the P wave in the ECG. Objective: Checking whether the P wave parameters in the leads of Lewis and Gallop increase the diagnostic accuracy of the conventional ECG AE criteria. Methods: The P wave characteristics in the L and G leads were standardized in 27 healthy individuals. The percentile of 99 was considered as limit of normality for those parameters. These new criteria were evaluated in 117 patients through conventional ECG and the L and G leads. The atrial sizes under the echocardiogram were considered as golden standard for defining the AE. The area under the ROC (receiver operating characteristic) curve (AUC) was used for determining the DA of each parameter. Results: Conventional ECG presented low DA for detecting the AE. Morris index was the only showing significant DA: AUC 0.57 (95%CI: 0.48-0.66); p=0.03. The inclusion of the P wave >100 ms (L and G) has not increased the DA for detecting left AE compared to the traditional criteria: AUC 0.58 (95%CI: 0.50-0.65) vs. AUC 0.57 (95%CI:0.49-0.65); p=0.80. Including P wave with amplitude >2 mm (L) and/or >3 mm (G) has not increased DA for detecting right AE either: AUC 0.53 (95%CI: 0.46-0.61) vs. AUC 0.53 (95%CI: 0.45-0.60); p=0.31. Conclusion: Including the P wave in the accessory leads of L and G did not result in increment of DA for detecting AE.
EquipeCarlos Henrique Miranda (Responsável), Antônio Pazin Filho, Wallace Araujo Pinho
- Concluído2011 – 2013Pesquisa
Evaluation of Cardiac Involvement During Dengue Viral Infection
Dengue is a disease whose clinical manifestations range from asymptomatic infections to a severe disease. There have been some previous reports of myocardial involvement in dengue, but this association has not been completely established. Methods. From January to July of 2011, patients hospitalized with dengue, confirmed through dengue nonstructural protein 1 and/or immunoglobulin M detection, were included in this study and troponin I and N terminal fragment of B-type natriuretic peptide levels were determined. Patients with abnormal biomarkers underwent echocardiography and when any abnormality was detected, they underwent cardiac magnetic resonance imaging. Results. Eighty-one patients were evaluated and 12 patients (15%) presented with elevated biomarker levels. Compared to controls, they had higher leukocyte (P < .001) and platelet counts (P = .005); higher C-reactive protein (P = .02), and a lower viral load (P = .03). There was no difference according to clinical dengue classification; dengue hemorrhagic fever/dengue shock syndrome severity; duration of symptoms; or prevalence of secondary infection between the 2 groups. Two patients died secondary to cardiogenic shock before imaging studies. Necroscopic findings were compatible to myocarditis in both, and immunohistochemistry for dengue virus showed increased staining on mononuclear cells located in the myocardial tissue. Of the 10 patients who underwent echocardiography, depressed left ventricular ejection fraction (LVEF) was identified in 1, left ventricular segmental abnormalities with preserved LVEF in 2, and an important pericardial effusion with tamponade in another. Cardiac involvement was confirmed by CMR in these 4 patients. Conclusions. Dengue viruses were shown to cause cardiac disease with clinical manifestations ranging from mild elevation of biomarkers to myocarditis and/or pericarditis.
EquipeCarlos Henrique Miranda, Antônio Pazin Filho, André schmidt, Marcos Carvalho Borges, Benedito Antônio Lopes da Fonseca (Responsável)
- Concluído2007 – 2010Pesquisa
Sustained Ventricular Tachycardia is Related to Regional Myocardial Sympathetic Denervation in Chronic Chagas? Cardiomyopathy
This study aimed at evaluating the association between cardiac sympathetic denervation and severe ventricular arrhythmia (SVT) in patients with chronic Chagas? cardiomyopathy (CCC). Background: Cardiac sympathetic denervation is observed in CCC. Methods: We prospectively investigated patients with CCC and left ventricular ejection fraction (LVEF) > 35% with sustained ventricular tachycardia (SVT-Group, n=15, 61±8 years, LVEF: 51±8%) and patients without SVT or non-sustained ventricular tachycardia (NSVT) on 24-hour Holter monitoring (non-SVT-Group, n=11, 55±10 years, LVEF: 57 ±10%).Patients were submitted to myocardial scintigraphy with 123I-metaiodobenzylguanidine (MIBG) for the evaluation of sympathetic innervation and to resting perfusion with 99mTc-methoxyisobutylisonitrile (MIBI) for the evaluation of myocardial viability. A visual semi-quantitative score was attributed for regional uptake of each radiotracer using a 17-segment LV segmentation model (0 = normal, 4 = absence of uptake). Mismatch defect was defined by segments with MIBI uptake score of 0 or 1, and with MIBG score≥2. Results: The summed scores of the resting perfusion defects were similar for the SVT group (4.4 ± 5.2) and the non-SVT group (6.9 ± 7.5), p = 0.69. The summed score of MIBG defects was higher for the SVT group (22.4 ± 9.5) than for the non-SVT group (10.9 ± 7.8), p = 0.007. The presence of >3 mismatch defects was strongly associated with the presence of SVT (93% sensitivity, 82% specificity), p=0.0002. Conclusion: The amount of viable denervated myocardium is related to occurrence of SVT in CCC, suggesting that cardiac sympathetic denervation may participate in the mechanisms of STV in this disease.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeCarlos Henrique Miranda, Marcus Vinícius Simões (Responsável)
- Concluído2004 – 2006Pesquisa
The Occluded Artery Trial (OAT) Viability Ancillary Study (OAT-NUC): influence of infarct zone viability on left ventricular remodeling after percutaneous coronary intervention versus optimal medical therapy alone.
The Occluded Artery Trial (OAT) showed no difference in outcomes between percutaneous coronary intervention (PCI) versus optimal medical therapy (MED) in patients with persistent total occlusion of the infarct-related artery 3 to 28 days post-myocardial infarction. Whether PCI may benefit a subset of patients with preservation of infarct zone (IZ) viability is unknown. METHODS AND RESULTS: The OAT nuclear ancillary study hypothesized that (1) IZ viability influences left ventricular (LV) remodeling and that (2) PCI as compared with MED attenuates adverse remodeling in post-myocardial infarction patients with preserved viability. Enrolled were 124 OAT patients who underwent resting nitroglycerin-enhanced technetium-99m sestamibi single-photon emission computed tomography (SPECT) before OAT randomization, with repeat imaging at 1 year. All images were quantitatively analyzed for infarct size, IZ viability, LV volumes, and function in a core laboratory. At baseline, mean infarct size was 26% ± 18 of the LV, mean IZ viability was 43% ± 8 of peak uptake, and most patients (70%) had at least moderately retained IZ viability. There were no significant differences in 1-year end-diastolic or end-systolic volume change between those with severely reduced versus moderately retained IZ viability, or when compared by treatment assignment PCI versus MED. In multivariable models, increasing baseline viability independently predicted improvement in ejection fraction (P = .005). There was no interaction between IZ viability and treatment assignment for any measure of LV remodeling. CONCLUSIONS: In the contemporary era of MED, PCI of the infarct-related artery compared with MED alone does not impact LV remodeling irrespective of IZ viability.
Financiadores- National Heart Lung And Blood Institute · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeCarlos Henrique Miranda, José Antônio Marin Neto (Responsável)
- Concluído2004 – 2006Pesquisa
Electrophysiological Effects of Late Percutaneous Coronary Interventionfor Infarct-RelatedCoronaryArteryOcclusion TheOccludedArteryTrial?ElectrophysiologicalMechanisms(OAT-EP)
TheOccludedArteryTrial?ElectrophysiologicalMechanisms(OAT-EP tested the hypothesis that opening a persistently occluded infarct related artery by percutaneous coronary intervention and stenting(PCI) after the acute phase of myocardia infarction compared with optimal medical therapy alone reduces markers of vulnerability to ventricular arrhythmias. MethodsandResults?Between April 2003 and December 2005, 300 patients with an occluded native infarct-related artery 3 to 28 days (median,12days) after myocardial infarction were randomized to PCI or optimal medical therapy. Ten- minute digital Holter recordings were obtained before randomization ,at 30 days, and at 1year.Theprimary end pointwas the change in 1, a nonlinear heart rate variability parameter, between baseline and1year.Major secondary endpoints were the changes in thefiltered QRS duration on the signal-averaged ECG and variability inT-wave morphology (T-wave variability)between baseline and 1year.There were no significant differences in thechanges in 1 (0.04;95%CI, 0.12to0.04),filtered QRS(2.2ms;95%CI, 1.4to5.9ms), orT-wavevariability(3.0 V; 95%CI, 4.8to10.7 V) between the PCI and medical therapy group(medical therapy change minus PCIchange). Multivariable analysis revealed that the results were unchanged after adjustment for baseline clinical variables and medication treatments during the Holter recordings. Conclusions?PCI with stenting of a persistently occluded infarct-related artery during these acute phase after myocardial infarction compared with medical therapy alone had no significant effect on changes in heart rate variability,the time-domain signal-averaged ECG,orT-wave variability during the first year after myocardial infarction.These findings are consistent with the lack of clinical benefit, including no reduction in sudden death,with PCI for stable patients with persistently occluded infarct-related arteries afte rmyocardial infarction in the main OAT.
Financiadores- National Heart Lung And Blood Institute · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeCarlos Henrique Miranda, José Antônio Marin Neto (Responsável)
Orientações
- Pós-doutorado
desde 2025Andre Timóteo Sapalo · Orientação· Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloEm andamento - Iniciação Científica
desde 2025Marcos Paulo Damasceno Neroni · OrientaçãoPrevalência de síndrome coronariana aguda secundária ao uso da cocaina e seus desfechos clínicos em um hospital terciário de emergênci · Medicina · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloEm andamento - Iniciação Científica
desde 2025Gabriella Ferreira Marcucci da Silva · OrientaçãoPrevalência de síndrome coronariana aguda secundária ao uso da cocaina e seus desfechos clínicos em um hospital terciário de emergênci · Medicina · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloEm andamento - Iniciação Científica
desde 2025Gabriel Pereira da Silva · OrientaçãoPrevalência de síndrome coronariana aguda secundária ao uso da cocaina e seus desfechos clínicos em um hospital terciário de emergência · Medicina · Medicina (USP.FMRP)Em andamento - Iniciação Científica
desde 2025Pedro Henrique de Souza Pacheco · OrientaçãoPrevalência de síndrome coronariana aguda secundária ao uso da cocaina e seus desfechos clínicos em um hospital terciário de emergênci · Medicina · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloEm andamento - Iniciação Científica
desde 2024Pedro Lucas Moreira · OrientaçãoFucoidano para preservação do glicócalix endotelial na isquemia-reperfusão do miocárdio · Medicina · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2023Leonardo Jordan Hansen Vizzotto · OrientaçãoLesão do glicocálix endotelial pela hialuronidase do veneno escorpiônico no comprometimento cardiopulmonar observado durante o envenenamento · Pós-graduação em Ciências da Saúde · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2023Matheus de Oliveira Souza · OrientaçãoAssociação da lesão do glicocálix endotelial após infarto agudo do miocárdio com o fenômeno de no-reflow após angioplastia · Investigação em Clínica Médica · Departamento de Clínica Médica - FMRP -USPEm andamento - Doutorado
desde 2023Erick Sobral Porto · OrientaçãoEstudo clínico, randomizado, duplo-cego do uso da doxiciclina para preservação do glicocálix endotelial na sepse · Investigação em Clínica Médica · Departamento de Clínica Médica - FMRP -USPEm andamento - Doutorado
desde 2022Alex Júnior Ferreira · OrientaçãoPreditores de positividade da angiotomogragia pulmonar para embolia pulmonar aguda em uma série histórica no departamento de emergência · Pós-graduação da Clínica Médica - FMRP-USP · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2022Rubens Yoshinori Kai · OrientaçãoParticipação da lesão do glicocálix endotelial na instalação da miocardiopatia induzida pela sepse · Investigação em Clínica Médica · Departamento de Clínica Médica - FMRP -USPEm andamento - Doutorado
desde 2020João Gabriel Craveiro Gonçalves de Oliveira · OrientaçãoDoxycycline protects against sepsis-induced endothelial glycocalyx shedidng · Pós-graduação da Clínica Médica - FMRP-USP · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloEm andamento
Bancas julgadoras
106 registros- 2025Andre Timóteo SapaloAlterações geométricas e funcionais ventriculares em modelo translacional de insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICEFEp) · Pós-graduação da Clínica Médica - FMRP-USP · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloBanca: Carlos Henrique Miranda, Minna Moreira Dias Romano, Rubes Fazan Júnior, José Roberto Matos SouzaDoutorado
- 2025Helton de Oliveira CoutoParticipação da lesão do glicocálix endotelial e do estresse oxidativo no dano neuronal e comprometimento neurológico após o retorno da circulação espontânea na parada cardiorrespiratória · Investigação em Clínica Médica · Departamento de Clínica Médica - FMRP -USPBanca: Carlos Henrique Miranda, Minna Moreira Dias Romano, Júlio César Garcia de Alencar, Júlio Flávio Meirelles MarchiniDoutorado
- 2025Marcela Curci Vieira de AlmeidaContribuicao do desnudamento do glicocalix endotelial na disfuncao da barreira hematoencefalica e no dano neuronal apos traumatismo craniano · Investigação em Clínica Médica · Departamento de Clínica Médica - FMRP -USPBanca: Carlos Henrique Miranda, LUIZ EUGENIO ARAUJO DE MORAES MELLO, MARCELO VOLPON SANTOS, GUILHERME GOZZOLI PODOLSKY GONDIMDoutorado
- 2025Profissional estratégico para Neurointensivismo e Emergências Neurológicas· Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do HCFMRPBanca: Carlos Henrique Miranda, Otávio Marques Pontes Neto, Fabiola DachOutra
- 2024Lorena Micheline Alves SilvaImpacto clínico da implementação de uma equipe de resposta rápida com base no escore de alerta precoce modificado (MEWS) em enfermarias de retaguarda de um departamento de emergência · Mestrado em Gestão de Organizações de Saúde · Medicina (USP.FMRP)Banca: Carlos Henrique Miranda, ALESSANDRA MATSUNO, Maria Célia Barcellos DalriMestrado
- 2024Vitória Mota Oliveira Buckingham LyraAtriopatia: fator de risco para acidente vascular cerebral isquêmico embólico de origem indeterminada · Neurologia · Medicina (USP.FMRP)Banca: Carlos Henrique Miranda, Otávio Marques Pontes Neto, Jamary Oliveira FilhoMestrado
- 2024Cecília Soares GomesGestão Remota Digital de Pacientes com Câncer Renal Metastático em uso de Sunitinibe · Medicina (USP.FMRP)Banca: Carlos Henrique Miranda, Leandro Machado Colli, Mário Sérgio Adolfi JúniorMestrado
- 2024Fabricio Sarmento VassalloAblação de fibrilação atrial com cateter com sensor de força de contato associado a técnica de alta potência e curta duração: preditores de sucesso e recorrência em longo prazo · Departamento de Clínica Médica - FMRP -USPBanca: Carlos Henrique Miranda, André schmidt, José Carlos Pachón Mateos, Luiz Roberto Leite da SilvaDoutorado
- 2024Milene Clarindo Linares de SouzaAvalliação de arritmias no acidente escorpiônico · Departamento de Pediatria e Puericultura · Medicina (USP.FMRP)Banca: Carlos Henrique MirandaExame de qualificação de mestrado
- 2024Aline de Aguiar Gonzaga dos SantosAnálise da composição centesinal, da capacidade antioxidante e de compostos bioativos de frutos presentes na Universidade de São Paulo no campus de Ribeirão Preto · Pos-graduação do Departamento de Clínica Médica- FMRP/USP · Departamento de Clínica Médica - FMRP -USPBanca: Carlos Henrique MirandaExame de qualificação de mestrado
- 2024Camila Caetano de SouzaEfeitos de intervenção comportamentais na modulação de citocina inflamatória em pacientes com obesidade · Pos-graduação do Departamento de Clínica Médica- FMRP/USP · Departamento de Clínica Médica - FMRP -USPBanca: Carlos Henrique MirandaExame de qualificação de mestrado
- 2024Claúdia Dizioli Franco BuenoAvaliação do treinamento simulado ofertado por acadêmicos de medicina para pais e cuidadores de lactentes na retenção imediata e tardia de conceitos de suporte básico de vida · Pos-graduação do Departamento de Clínica Médica- FMRP/USP · Departamento de Clínica Médica - FMRP -USPBanca: Carlos Henrique MirandaExame de qualificação de mestrado
- 2024Gabriel Bordin MartinFatores preditores de gravidade em crianças internadas por acidente escorpiônico na Unidade de Emergência do HC-FMRP-USP · Departamento de Pediatria e Puericultura · Medicina (USP.FMRP)Banca: Carlos Henrique Miranda, ALESSANDRA MATSUNO, Ana Paula Panzeri CarlottiExame de qualificação de mestrado
- 2024Banca examinadora do Processo Seletivo para ingresso mestrado e doutorado no programa de pós-graduação em clínica médica· Departamento de Clínica Médica - FMRP -USPBanca: Carlos Henrique Miranda, Natália Aparecida de Paula, Camila Sanches MancaConcurso público
- 2024Processo Seletivo para ingresso nos cursos de mestrado e doutorado do Programa de Pós-graduação em Clínica Médica· Departamento de Clínica Médica - FMRP -USPBanca: Carlos Henrique Miranda, Roberta Chaves de Araújo, Leonardo La SerraOutra
- 2024Avaliador de Trabalhos Científicos na 30 edição do Prêmio Rocha Lima do Centro Acadêmico Rocha Lima - FMR-USP· Medicina (USP.FMRP)Banca: Carlos Henrique MirandaOutra
- 2023Javier Alejandro LeccaAvaliação dos achados abdominopélvicos em indivíduos com covid-19 · Mestrado em Medicina · Medicina (USP.FMRP)Banca: Carlos Henrique Miranda, Jorge Elias Júnior, Luís Roman Marquez Ferreira de SouzaMestrado
- 2023Fabricio Sarmento VassalloAblação de fibrilação atrial com cateter com sensor de força de contato associado a técnica de alta potência e curta duração - preditores de sucesso e recorrência em longo prazo · Investigação em Clínica Médica · Departamento de Clínica Médica - FMRP -USPBanca: Alfredo José Rodrigues, Carlos Henrique Miranda, Minna Dias RomanoExame de qualificação de doutorado
- 2023Concurso público para contratação de Professor Doutor Contratado III· Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloBanca: ALESSANDRA MATSUNO, Fábio Carmona, Carlos Henrique MirandaConcurso público
- 2023Processo Seletivo para ingresso nos cursos de mestrado e doutorado do Programa de Pós-graduação em Clínica Médica· Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloBanca: Carlos Henrique Miranda, Marcel Koenigkam Santos, Andreia de Cássia Vernier AntunesConcurso público
- 2023Prova de Habilidades práticas - Avaliação institucional do estudante RCG0517· Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloBanca: Carlos Henrique MirandaAvaliação de cursos
- 2023Banca de Avaliação do XXIX Prêmio Rocha Lima do Centro Acadêmico Rocha Lima da FMRP/USP· Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloBanca: Carlos Henrique MirandaOutra
- 2023Banca examinadora do Processo Seletivo do Programa de Pós-Graduação em Clínica Médica· Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloBanca: Carlos Henrique Miranda, Denise Mayumi Tanaka, Cinara Silva FelicianoOutra
- 2022Alessandra Batista TeixeiraOtimização da terapia de reperfusão no infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento St por meio de telemedicina baseada no What · Mestrado Profissional em Gestão de Org. de Saúde · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloBanca: Carlos Henrique Miranda, Marcos Carvalho Borges, Maria Célia Barcellos DalriMestrado
- 2022Vanessa de Arruda SantosValidação de um método automatizado de cálculo de escores preditores de mortalidade pediátrica PRISM IV (Pediatric Risk of Mortality) e PIM 3 (Pediatric Index of Mortality) em uma unidade de terapia intensiva pediátrica · Mestrado Profissional em Medicina · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São PauloBanca: Carlos Henrique Miranda, Fábio Carmona, Carolina Augusta Arantes PortugalMestrado
Revisor de periódico
10 registros- 2021 – presenteVínculo atualArquivos Brasileiros de CardiologiaRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualTHROMBOSIS RESEARCHRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualBRAZILIAN JOURNAL OF MEDICAL AND BIOLOGICAL RESEARCHRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualCLINICAL TOXICOLOGYRevisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualAtherosclerosis (Amsterdam)Revisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualRevista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (Impresso)Revisor de periódico
- 2014 – presenteVínculo atualThe American Journal of Emergency Medicine (Print)Revisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualMedicina (USP.FMRP)Revisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualHuman & Experimental ToxicologyRevisor de periódico
- 2011 – presenteVínculo atualBMC Cardiovascular Disorders (Online)Revisor de periódico
Prêmios e títulos
30 registros- 2023Homenagem aos Revisores Mais Atuantes do Arquivos Brasileiros de Cardiologia no ano 2023Sociedade Brasileira de Cardiologia
- 2022Finalista do Prêmio Jovem Investigador Prof. Dr. Josej FeherSociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP)
- 2020Melhor Artigo Original (2020) - Arquivos Brasileiros de Cardiologia - Prêmio SBC/Publicação científicaSociedade Brasileira de Cardiologia SBC/ ABC Cardiol
- 2020Docente HomenageadoSexágesima Quarta Turma da Medicina USP-Ribeirão (FMRP/USP)
- 2019XVI Prêmio Prof. Gutemberg de Melo Rocha como melhor disciplina do quinto ano (RCG513-Emergência e Traumatologia I)Centro Acadêmico Rocha Lima
- 2019Menção Honrosa no II Seminário de Valorização dos Trabalhadores da SaúdeCentro de Desenvolvimento e qualificação para o SUS/ Secretaria de Estado da Saúde/São Paulo
- 2018Melhor Trabalho na Sessão de Pôsteres no VII Congreso de Clínica Médica da FMRP-USP com o trabalhoDepartamento de Clínica Médica da FMRP/USP
- 2018XIV Prêmio Prof. Gutemberg de Melo Rocha como melhor Disciplina de Graduação para o 5 ano do Curso de Medicina da FMRP/USPCentro Acadêmico Rocha Lima
- 2018Três melhores trabalhos na Sessão de Temas Livres no 7 Congresso de Clínica Médica da FMRP-USPDepartamento de Clínica Médica da FMRP/USP
- 2017XIII Prêmio Prof. Gutemberg de Melo Rocha como melhor disciplina do quinto ano de graduação da FMRP-USPCentro Acadêmico Rocha Lima
- 2017XIII Prêmio Prof. Gutemberg de Melo Rocha como Melhor Professor do ensino de graduação para o sexto ano do curso de medicinaCentro Acadêmico Rocha Lima
- 2017Título de Especialista em Medicina de EmergênciaAssociação Brasileira de Medicina de Emergência (ABRAMEDE).
- 2017Docente HomenageadoLXI Turma dA Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto- FMRP/USP
- 2016Docente HomenageadoSexagéssima Turna da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo
- 2013Título de Especialista em Medicina IntensivaAMIB- Associação de Medicina Intensiva Brasileira
- 2012Prêmio de Melhor Trabalho Original - Avaliação do envolvimento cardíaco durante infecção pelo vírus dengueIV Congresso de Emergências em Saúde da Unidade Emergência do HC-FMRP- USP
- 2012Prêmio de Melhor Trabalho Original - Comparação entre dois métodos de mensuração do índice de respiração rápida e superficialI Jornada de Fisioterapia em Emergências da Unidade de Emergência do HC-FMRP-USP
- 2011Prêmio de Melhor Trabalho/ Relato de Caso - Alterações Eletrocardiográficas na Intoxicação Aguda por AnlodipinoIII Congresso de Emergências em Saúde da Unidade Emergência do HC-FMRP-USP
- 2011Prêmio de Melhor Trabalho Original - Lesão Miocárdica Avaliada pela Dosagem de Troponina I causada por múltiplos choques do desfibrilador implantávelIII Congresso de Emergências em Saúde da Unidade Emergência do HC-FMRP-USP
- 2010Medico Assistente Homenageado - Formatura da 54º Turma de MedicinaFaculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP
- 2009Membro Habilitado-Departamento de Estimulação Cardíaca ArtificialSociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
- 20091º Lugar na Premiação de Melhor Tema Livre Oral na Área de Métodos não InvasivosXXVI Congresso Brasileiro de Arritmias Cardíacas
- 20099º Prêmio Cardios de Eletrocardiologia Não InvasivaInstituto Cardios de Ensino e Pesquisa em Eletrocardiologia Não Invasiva
- 20083º Lugar na Premiação de Melhor Tema Livre Oral na Área de Arritmias Clínicas25ºCongresso Brasileiro de Arritmias Cardíacas - Salvador Bahia
- 2008Instrutor do Curso Advaced Cardiac Life Supporte (ACLS)SAVC - Suporte Avaçado de Vida / FMRP-USP
Participação em eventos
121 registros- 2025Endothelial glycocalyx damage and oxidative stress after return of spontaneous circulation in the cardiac arrestACEP_American College of Emergency Physicians · Apresentação oral · Participante · Salt Lake City
- 2025WhatsApp salvando vidasTópicos Avançados em Clínica Médica · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2024Congresso de Simulação Clínica SUN -Simulation User NetworkOuvinte · São Paulo
- 2024Endothelial Glycocalyx shedding during ST-elevation acute myocardial infarctionAmerican Heart Association - Scientifc Sessions 2024 · Poster / Painel · Participante · Chicago -USA
- 2024Endothelial glycocalyx role in vascular homeostasisSeminar Series Cardiovascular Translational Research Ceneter · Simposista · Convidado · Columbia
- 2024Quando solicitar coronariografia após uma parada cardíaca2 Simpósio Liga Acadêmica de Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular de Penapolis · Conferencista · Convidado · Penápolis
- 2024Quando solicitar coronariografia após uma parada cardíacaReuniões Clínicas Gerais do Departamento de Clínica Médica · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2024Síndrome coronariana agudaTópicos em Urgência e Emergência do Programa de Residência Multiprofissional · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2023Workshop Semiologia CardiovascularXXIC Congresso Médico Acadêmico da FMRP/USP · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2023Simpósio de Pós-Graduação do Departamento de Clínica MédicaOuvinte · Ribeirão Preto
- 2023II Simpósio de Graduação - Reforma CurricularOuvinte · Ribeirão Preto
- 2023Oficina de Regionalização da Saúde do Estado de São Paulo - Macroregional RRAS 13Ouvinte · Ribeirão Preto
- 2023Infarto Agudo do Miocárdio secundário a esteroides anabolizantesRCM-5768 Tópicas Avançados em Clínica Médica · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2022Simulação realística em cenários de emergênciaXXIII Congresso Médico Acadêmico da FMRP/USP · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2022O estágio de pre-hospitalar na residência de Medicina de Emergência7 Simpósio de Atendimento Pré-Hospitalar/NEU-SAMU · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2021Infarto Agudo do Miocárdio: Atendimento pré-hospitalar e terapia inicialVIII Congresso de Clínica Médica da FMRP-USP e V Simpósio de Pós-graduação em em Clínica Médica. · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2021Painel 13: Urgências em Clínica MédicaVIII Congresso de Clínica Médica da FMRP-USP e V Simpósio de Pós-graduação em em Clínica Médica. · Moderador · Convidado · Ribeirão Preto
- 2021VIII Congresso de Clínica Médica da FMRP-USP e V Simpósio de Pós-graduação em em Clínica Médica.Ouvinte · Ribeirão Preto
- 2021A experiência da Unidade de Emergência do HCFMRPUSP no enfrentamento da pandemia da COVID-1916 Semana da Qualidade e Segurança do Paciente · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2021Glicocálice endotelial: uma nova estrutura na fisiopatologia de diversas doençasConferência do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da UFRJ · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
- 2020Síndrome coronariana agudaI Simpósio LACardio Penápolis · Conferencista · Convidado · Penápolis
- 2020Infarto Agudo do Miocárdio5 Simpósio de Atendimento Pré-hospitalar do SAMU de Ribeirão Preto · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2020Anticoagulação no Paciente Crítico com COVID-19Série Desafios na Pandemia - SOPATI · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2019Workshop: Eletrocardiograma na emergênciaXX Congresso Médico Acadêmico da FMRP-USP · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2019Thrombosis Management Evolving Patient ProtectionOuvinte · São Paulo
Formação complementar
36 registrosCoautorias
45 coautores- 70 obras
- 32 obras
- 17 obras
- 14 obras
- 7 obras
- 5 obras
- 3 obras
- 3 obras
- 3 obras
- 3 obras
Na imprensa
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