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Perfil do docente · FMUSP

Alicia Matijasevich Manitto.

Medicina Preventiva

Currículo atualizado em 19/11/2025

EpidemiologiaSaúde ColetivaMedicinaPerinatologia

Cita-se como: MATIJASEVICH, A.;Matijasevich, Alícia M;Matijasevich, AM;Matijasevich, A. M.;Matisajevich, Alicia;MATIJASEVICH, ALÍCIA;Matijasevich, Alícia Manitto;MATIJASEVICH, ALICIA MANITTO;MANITTO, AM;MANITTO, ALICIA MATIJASEVICH;MATIJASEVICH;MATIJASEVICH, M

15 seções

Resumo biográfico

Graduada em Medicina pela Universidade de la República, Uruguai, em 1992, com especialização em Pediatria e Neonatologia. Tem mestrado (2000) e doutorado em Epidemiologia (2005) pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). No ano 2007 realizou estágio pós-doutoral no Departamento de Medicina Social da Universidade de Bristol, Inglaterra. Professora Associada do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e Professora Colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Epidemologia da UFPel. Membro do Comitê Científico do Núcleo de Ciência pela infância (NCPI). Tem experiência na área de Saúde Coletiva, com ênfase em Epidemiologia, atuando principalmente nos seguintes temas: saúde materna e da criança, desigualdades em saúde e estudos do ciclo vital. Líder do Grupo de Pesquisa do CNPq intitulado Investigações em Saúde Coletiva: Abordagens Epidemiológicas e Genéticas ao Longo do Ciclo Vital (EpiGenVital). Pesquisadora Bolsista do CNPq PQ 1B.

Indicadores

Áreas de atuação

04 registros
  • Ciencias Da Saude
    Saúde Coletiva
    Epidemiologia
  • Ciencias Da Saude
    Medicina
    Saúde Coletiva
  • Ciencias Da Saude
    Medicina
    Medicina
  • Ciencias Da Saude
    Medicina
    Perinatologia

Formação acadêmica

08 registros
  1. 2007 – 2007Pós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · University of Bristol
    Bolsa Wellcome Trust
  2. 2001 – 2005DoutoradoConcluído
    Epidemiologia · Universidade Federal de Pelotas
    Fatores de risco de morte fetal: estudo de casos e controles populacional em Montevidéu, Uruguai.
    Orientação: Fernando Celso BarrosBolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  3. 1999 – 2002EspecializaçãoConcluído
    Neonatologia · Facultad de Medicina Universidad de La República
  4. 1999 – 2000MestradoConcluído
    Epidemiologia · Universidade Federal de Pelotas
    Factores de riesgo maternos para MBPN y atención de salud en el Sector Público de Montevideo-Uruguay
    Orientação: Fernando Celso BarrosBolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  5. 1998 – 1999Residencia-medicaConcluído
    Residencia-medica · Centro Uruguaio de Perinatologia
    Bolsa Centro Uruguaio de Perinatologia
  6. 1994 – 1997Residencia-medicaConcluído
    Residencia-medica · Centro Hospitalar Pereira Rossell
    Bolsa Ministério de Saúde Pública
  7. 1984 – 1992GraduaçãoConcluído
    Doctor en Medicina · Universidad de la ROU - Facultad de Medicina
  8. Livre-docênciaConcluído
    Livre-docência · Universidade de São Paulo

Idiomas

03 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
EspanholBemBemBemBem
PortuguêsBemRazoávelRazoávelBem
InglêsBemBemBemBem

Atuação profissional

28 registros
  1. 2024 – presenteVínculo atual
    REVISTA DE SAÚDE PUBLICA
    Membro de corpo editorial
  2. 2020 – presenteVínculo atual
    Universidad Miguel Hernández
    Professor Honorário
  3. 2018 – 2019
    University of Toronto
    Colaborador HonorárioColaborador
  4. 2018 – 2020
    Ciencia & Saude Coletiva
    Membro de corpo editorial
  5. 2018 – presenteVínculo atual
    European Research Council
    Revisor de projeto de fomento
  6. 2018 – 2018
    The London School of Economics and Political Science
    Colaborador HonorárioColaborador
  7. 2017 – presenteVínculo atual
    Medical Research Council
    Revisor de projeto de fomento
  8. 2016 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor AssociadoServidor Publico
  9. 2016 – presenteVínculo atual
    Agencia Nacional de Investigación e Innovación
    Revisor de projeto de fomento
  10. 2015 – presenteVínculo atual
    Epidemiologia e Serviços de Saúde
    Membro de corpo editorial
  11. 2014 – presenteVínculo atual
    Universidade Federal de Pelotas
    Professor colaborador do Programa de PPGEColaborador4h/sem
  12. 2014 – presenteVínculo atual
    Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Revisor de projeto de fomento
  13. 2014 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  14. 2013 – 2016Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor DoutorServidor Publico
  15. 2013 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
    Revisor de projeto de fomento
  16. 2012 – presenteVínculo atual
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Revisor de projeto de fomento
  17. 2011 – 2013Dedicação exclusiva
    Universidade Federal de Pelotas
    Professor AdjuntoServidor Publico
  18. 2008 – 2010Dedicação exclusiva
    Universidade Federal de Pelotas
    Professor visitante estrangeiroProfessor Visitante
  19. 2007 – 2007Dedicação exclusiva
    University of Bristol
    Pesquisador associado40h/sem
  20. 2004 – 2008
    Universidade Federal de Pelotas
    Pesquisador associadopesquisa e desenvolvimento40h/sem
  21. 2004 – 2005
    Organizacion Panamericana de la Salud/ Organizacion Mundial de la Salud
    PesquisadorColaborador
  22. 2002 – 2002
    Centro Hospitalar Pereira Rossell
    Coordenadora da Área PediátricaColaborador
  23. 2002 – 2004
    Facultad de Medicina Universidad de La República
    Professor assistenteColaborador20h/sem
  24. 2001 – 2006
    Circulo Catolico de Obreros
    Especialista em NeonatologiaColaborador
  25. 1999 – 2004
    Hospital Militar
    Especialista em NeonatologiaColaborador
  26. 1999 – 2002
    Facultad de Medicina Universidad de La República
    Professor asistenteColaborador40h/sem
  27. 1998 – 1999
    Centro Hospitalar Pereira Rossell
    Professor TitularColaborador40h/sem
  28. 1997 – 2000
    Cima Espana
    Especialista em PediatriaColaborador

Produção bibliográfica

471 registros
54 de 54 itens
Por página
  • 2021
    Trajetórias de depressão materna e comportamentos de risco na adolescência
    Ana Beatriz Bozzini; Jessica M. Maruyama; Tiago N. Munhoz; Iná S. Santos; Aluísio J D Barros; Fernando C. Barros +1 autores · Congresso Brasileiro de Epidemiologia · Galoá · ISBN 2594-6293 · Fortaleza
  • 2021
    Depressão materna e regulação emocional dos adolescentes: efeito mediador dos maus-tratos
    Jessica M. Maruyama; Luciana Tovo Rodrigues; Tiago N. Munhoz; Aluísio J D Barros; Matijasevich, Alicia; Alicia Matijasevich Manitto +1 autores · Congresso Brasileiro de Epidemiologia · Galoá · ISBN 2594-6293 · Fortaleza
  • 2021
    Trajetórias de depressão materna e maus-tratos nos filhos: Coorte de Pelotas de 2004
    Matijasevich, Alicia; Alicia Matijasevich Manitto; Jessica M. Maruyama; Catarine Conti; Tiago N. Munhoz; Aluísio Barros +1 autores · Congresso Brasileiro de Epidemiologia · Galoá · ISBN 2594-6293 · Fortaleza
  • 2021
    Associação entre depressão pós-parto e desenvolvimento infantil na Amazônica Ocidental
    Danilo Dias Santana; Marly Augusto Cardoso; ZIEBOLD, CAROLINA; Matijasevich, Alicia; Alicia Matijasevich Manitto · Congresso Brasileiro de Epidemiologia · Galoá · ISBN 2594-6293 · Fortaleza
  • 2021
    Concordãncia entre informações registradas no cartão pré-natal e no estudo Mina-Brasil
    Ana Alice de Araújo Damasceno; Paola Soledad Mosquera; MALTA, MAÍRA BARRETO; Alicia Matijasevich Manitto; Marly Augusto Cardoso · Congresso Brasileiro de Epidemiologia · Galoá · ISBN 2594-6293 · Fortaleza
  • 2021
    Excesso de exames como base em triagem entre jovens: o caso da mamografia no Brasil
    Wolney Lisboa Conde; PASTOR'VALERO, MARIA; Alicia Matijasevich Manitto; Isabela Venancio da Silva; Fabiana Ribeiro Ferraz; Larissa Novais da Silva Lopes · Congresso Brasileiro de Epidemiologia · Galoá · ISBN 2594-6293 · Fortaleza
  • 2021
    Gut Microbiota of 13 years old children is associated with BMI and height-for-age growth patterns since birth
    Lorena Lopez Dominguez; Celine Bourdon; Maria Carolina Borges; Luciana Tovo Rodrigues; Iná S Santos; Matijasevich, Alicia +4 autores · American Society for Nutrition - Nutrition 2021 · Oxford University Press · Online
  • 2017
    Maternal depression trajectories in adolescent mothers living in a poor urban area and their association with parental stress, infant behavioral problems and psychological violence
    Fatori, D; Guilherme Vanoni Polanczyk; Euripedes Constantino Miguel Filho; Alicia Matijasevich Manitto · AACAP's 64th Annual Meeting · Elsevier Inc · ISBN 0890-8567 · Washington DC
  • 2015
    Uso de álcool, tabaco e outras drogas em escolares de duas regiões do Brasil
    Tiago N. Munhoz; Ana Luiza G. Soares; Alicia Matijasevich Manitto · II Congreso Iberoamericano de Epidemiología y Salud Pública · Elsevier · ISBN 0213-9111 · Santiago de Compostela
  • 2015
    Comportamento sexual em escolares residentes na região Sul do Brasil
    Tiago N. Munhoz; Ana Luiza G. Soares; Alicia Matijasevich Manitto · II Congreso Iberoamericano de Epidemiología y Salud Pública · Elservier · ISBN 0213-9111 · Santiago de Compostela
  • 2015
    Vitimização e prática de Bullying em escolares brasileiros: estudo transversal de base populacional
    Tiago N. Munhoz; Ana Luiza G. Soares; Alicia Matijasevich Manitto · II Congreso Iberoamericano de Epidemiología y Salud Pública · Elsevier · ISBN 0213-9111 · Santiago de Compostela
  • 2014
    Time spent using computer or playing video games and child obesity at 4 years - 2004 Pelotas Cohort Study
    Mariana Otero Xavier; Roberta Vargas Zanini; Iná da Silva dos Santos; Aluísio J D Barros; Alicia Matijasevich Manitto · 5th International Congress on Physical Activity and Public Health · Rio de Janeiro
  • 2014
    Physical activity as a predictor of medicine use in adolescence: prospective study
    Andrea D. Bertoldi; Gabriel Bergmann; Gregore Mielke; Aline Lins Camargo; Alicia Matijasevich Manitto; Pedro Curi Hallal · 5th International Congress on Physical Activity and Public Health · Rio de Janeiro
  • 2013
    Associação entre prática de atividade física no lazer e hipertensão gestacional: evidências a partir da coorte de nascimentos de 2004, Pelotas, RS
    Shana Ginar da Silva; Pedro Curi Hallal; Marlos R. Domingues; Letícia Schwerz Weinert; Alicia Matijasevich Manitto; Iná da Silva dos Santos · IX Congresso Brasileiro de Atividade Física e Saúde · ISBN 2317-1634 · Curitiba
  • 2013
    Comportamentos favoráveis à prática de atividade física ou ao sedentarismo e obesidade aos 4 anos: Coorte de Nascimentos de 2004, Pelotas-RS
    Mariana Otero Xavier; Roberta Vargas Zanini; Iná da Silva dos Santos; Aluísio Jardim Dornellas de Barros; Brunna Roberta Vitoria; Alicia Matijasevich Manitto · XXII Congresso de Iniciação Científica · Pelotas-RS
  • 2013
    Ocorrência de acidentes domésticos nas crianças da coorte de nascimentos de 2004 de Pelotas, RS
    Brunna Roberta Vitoria; Roberta Vargas Zanini; Iná da Silva dos Santos; Aluísio J D Barros; Mariana Otero Xavier; Alicia Matijasevich Manitto · XXII Congresso de Iniciação Científica · Pelotas-RS
  • 2013
    Consumo de salgadinho e refrigerante entre crianças participantes da coorte de 2004 de Pelotas, RS
    Milena Behling Oliveira; Roberta Vargas Zanini; Alicia Matijasevich Manitto; Aluísio J D Barros; Mariana Otero Xavier; Iná da Silva dos Santos · XXII Congresso de Iniciação Científica · Pelotas-RS
  • 2013
    Depressão em idosos: estudo transversal de base populacional
    Tiago Neuenfeld Munhoz; Iná da Silva dos Santos; Bruno Pereira Nunes; Alicia Matijasevich Manitto · XV Encontro de Pós-Graduação · Pelotas-RS
  • 2013
    Consumo de doces por crianças de 4 anos de idade: coorte de nascimentos de 2004, Pelotas, RS
    Janaína Armendaris Cruz; Roberta Vargas Zanini; Alicia Matijasevich Manitto; Barros, A. J. D.; Mariana Otero Xavier; Iná da Silva dos Santos · XXII Congresso de Iniciação Científica · Pelotas-RS
  • 2012
    Episódio depressivo maior e fatores associados em adultos: estudo de base populacional
    Tiago Neuenfeld Munhoz; Iná da Silva dos Santos; Alicia Matijasevich Manitto · XIV ENPOS - Encontro da Pós-graduação UFPel · Pelotas
  • 2012
    Influência do aleitamento materno por dois anos ou mais no crescimento e saúde mental infantil
    Carlos Delgado Bocanegra; Alicia Matijasevich Manitto · XIV ENPOS - Encontro da Pós-graduação UFPel · Pelotas
  • 2012
    Prevalência de sobrepeso e de obesidade em crianças de uma escola privada no município de Pelotas, RS
    Darlise Rodrigues dos Passos; Denise Petrucci Gigante; Francine Vilella Maciel; Alicia Matijasevich Manitto · XIV ENPOS - Encontro da Pós-graduação UFPel · Pelotas
  • 2012
    Avaliação do excesso de peso e do percentual de gordura corporal em crianças de escola privada de Pelotas, RS
    Darlise Rodrigues dos Passos; Alicia Matijasevich Manitto; Denise Petrucci Gigante; Francine Vilella Maciel · XXIV Jornada de Nutrição do Hospital de Clínicas de Porto Alegre · Porto Alegre
  • 2012
    Prevalência e fatores associados à depressão em adultos: estudo de base populacional
    Tiago Neuenfeld Munhoz; Santos, Ina S; Matijasevich, Alicia; Alicia Matijasevich Manitto · 10º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva · Porto Alegre
  • 2012
    Estado nutricional associado à hospitalização no primeiro ano de vida: coorte de nascidos vivos de 2004, Pelotas, RS
    Thaynã Ramos Flores; Bruno Pereira Nunes; Mariana Otero Xavier; Iná da Silva dos Santos; Aluísio Jardim Dornellas de Barros; Patrícia Alfonso +2 autores · 21º Congresso de Iniciação Científica da UFPel

Produção técnica

113 registros
3 de 3 itens
Por página
  • 2024
    Propostas de Cursos Novos na área de Saúde Coletiva
    Aylene Emília Moraes Bousquat; Bernardo L. Horta; Alicia Matijasevich Manitto; BARATA, RITA B. · Avaliação de propostas de cursos novos da área de Saúde Coletiva da CAPES
  • 2020
    Repercussões da pandemia de COVID-19 no desenvolvimento infantil
    Alicia Matijasevich Manitto; Fernando Mazzili Louzada; Guilherme Vanoni Polanczyk; Helena Brentani; Joana Simões de Melo Costa; Lino de Macedo +15 autores · Working Paper
  • 2011
    Informe Técnico da Mortalidade Infantil no período 2005 - 2009, Pelotas, RS
    Vera Lucia Schmidt da Silva; Alicia Matijasevich Manitto; Iná da Silva dos Santos; Fernando C Barros; Milton Ceia; Cesar Gomes Victora · Divulgar a situação da mortalidade infantil no período de 2005 a 2009, no município de Pelotas, RS, aos gestores em saúde da Prefeitura Municipal de Pelotas

Projetos

54 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

54 de 54 projetos
Por página
  • 2025 – presentePesquisa

    Geração Crise Climática: Eco-ansiedade e Saúde Mental Juvenil no Contexto das Mudanças Climáticas Globais

    Em andamento

    O Acordo de Paris estabeleceu como meta limitar o aumento da temperatura global a 1,5C até o final do século XXI. No entanto, em 2024, a temperatura já subiu 1,6C em relação aos níveis pré-industriais, intensificando eventos climáticos extremos e afetando desproporcionalmente populações vulneráveis. Jovens, em particular, são mais suscetíveis à eco-ansiedade, uma resposta emocional caracterizada por medo, impotência e desespero, devido à exposição intensificada à mídia e à percepção de inação governamental. Meninas e mulheres são particularmente vulneráveis a esses efeitos, com a eco-ansiedade também associada a experiências pessoais de impactos diretos das mudanças climáticas. Embora a eco-ansiedade possa, em alguns casos, ser uma resposta adaptativa que promove comportamentos pró-ambientais, quando intensa e prolongada, ela pode prejudicar a saúde mental, levando a transtornos de ansiedade, depressão e disfunções diárias. A eficácia de ações sustentáveis para aliviar a eco-ansiedade é limitada entre grupos vulneráveis, que têm acesso restrito a recursos. A pesquisa sobre os impactos psicológicos diretos das mudanças climáticas ainda é incipiente, com foco predominante em estratégias educacionais em vez de impactos psicológicos diretos. No Brasil e na Espanha, os aumentos projetados nas temperaturas médias são superiores à média global e devem intensificar eventos climáticos extremos, como ondas de calor, secas e incêndios florestais. Estudos indicam que jovens, especialmente aqueles diretamente afetados por eventos climáticos, apresentam elevados níveis de eco-ansiedade. Em resposta a essa crescente preocupação, a colaboração internacional entre as universidades de São Paulo (USP) e da Universidade Miguel Hernández (UMH) busca investigar a prevalência e os fatores contribuintes da eco-ansiedade entre os jovens desses dois países. A pesquisa também avaliará como comportamentos ambientais proativos podem mitigar os efeitos adversos da eco-ansiedade, e será criado um espaço colaborativo, o "Citizen Lab", para co-criação de soluções práticas para mitigar os impactos das mudanças climáticas na saúde mental dos jovens. O projeto visa promover uma colaboração científica e acadêmica entre as duas universidades, por meio de seminários, cursos e workshops, e buscar financiamento conjunto para garantir a continuidade da pesquisa sobre vulnerabilidade climática e saúde mental. Os resultados esperados incluem a geração de dados inovadores que informarão políticas públicas e práticas de saúde mental adaptativas para jovens vulneráveis, além da publicação de artigos científicos em periódicos relevantes.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), Jessica M. Maruyama, Maria Pastor

  • 2025 – presentePesquisa

    Efeitos das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul sobre a saúde mental e a eco- ansiedade de jovens adultos de uma coorte de nascimento

    Em andamento

    As alterações climáticas e os desastres naturais representam desafios críticos para asociedade, afetando a saúde mental de milhões de pessoas. Esses eventos podem causartranstorno de estresse pós-traumático, depressão e ansiedade, além de sintomatologia deeco-ansiedade, entendida como uma preocupação crescente com o futuro ambiental e acapacidade de lidar com as mudanças climáticas. Populações vulneráveis, como indivíduoscom transtornos mentais pré-existentes, crianças e residentes de países de baixa e médiarenda, são especialmente afetadas. Em maio de 2024, um desastre climático ocorreu nacidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, onde um terço da população foi evacuada devidoàs enchentes, cerca de 15.000 casas foram afetadas, escolas fecharam e atividadescomerciais sofreram prejuízos. Este estudo visa avaliar o impacto das enchentes na asaúde mental e eco-ansiedade de jovens adultos pertencentes à Coorte de Pelotas de2004, identificar fatores psicológicos e familiares de risco e resiliência e examinar asconsequências da exposição às enchentes sobre atitudes pró-ambientais ecomportamentos individuais. O último acompanhamento da coorte foi realizado aos 18anos, quando foram coletadas informações sobre saúde mental e eco-ansiedade, ecaracterísticas individuais e ambientais. Neste projeto, pretende-se reavaliar a saúdemental e eco-ansiedade dos 3500 jovens após as enchentes. Serão produzidos dadosinéditos e valiosos para orientar estratégias preventivas e políticas públicas, que ajudarãoa mitigar os efeitos das enchentes em longo prazo e melhorar a qualidade de vida dosjovens em situações de crise climática.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), Aluísio Barros, Iná S. Santos, Luciana Tovo Rodrigues, Jessica M. Maruyama

  • 2024 – presentePesquisa

    Compreendendo as vias que ligam o trauma na infância ao risco cardiometabólico em jovens de baixa e média renda: uma investigação de métodos mistos

    Em andamento

    Pessoas que foram expostas a traumas na infância apresentam um risco aumentado de desenvolver doenças cardiometabólicas (DCM) na vida adulta. O desenvolvimento dessas doenças está intimamente relacionado ao estilo de vida, com certos "comportamentos de risco à saúde" desempenhando um papel importante em sua origem, como o tabagismo, dieta inadequada, sono insuficiente e falta de exercício. Os mecanismos pelos quais o trauma na infância leva a comportamentos de risco à saúde e DCM ainda não são totalmente compreendidos. A exposição ao trauma na infância também contribui para o risco de vários transtornos de saúde mental, sendo responsável por quase metade de todos os transtornos mentais que se iniciam na infância e um quarto daqueles que surgem na idade adulta. O projeto possui dois componentes: 1) um componente quantitativo que visa examinar os caminhos pelos quais a exposição ao trauma na infância leva a comportamentos de risco e DCM, aprofundando-se no potencial papel mediador dos transtornos mentais nessas associações; e 2) um componente qualitativo que pretende auxiliar na interpretação dos resultados quantitativos e obter perspectivas diversas sobre as possíveis vias do trauma para a saúde mental e comportamentos de risco cardiometabólicos nesta população. Serão avaliados jovens que fazem parte de uma coorte brasileira de base populacional, que possui medidas detalhadas de exposição ao trauma, saúde mental, principais comportamentos de risco cardiometabólicos e indicadores de saúde cardiometabólica, todos registrados repetidamente ao longo do desenvolvimento até os 18 anos. Os resultados do presente projeto contribuirão para a formulação de recomendações e o desenvolvimento de estratégias preventivas destinadas a reduzir as consequências médicas e sociais dos maus tratos na infância na vida adulta.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), Aluísio Barros, Iná S. Santos, Luciana Tovo Rodrigues, Marcia Thereza Couto Falcão, FAIRCHILD, GRAEME, Sarah Halligan

  • 2022 – presentePesquisa

    O efeito da crise climática na saúde mental da população da periferia da cidade de São Paulo

    Em andamento

    A crise climática produz impactos negativos nos determinantes sociais e ambientais da saúde no nível mundial. As pessoas que sentem a sua saúde mais prejudicada são aquelas que menos contribuem a suas causas e as que menos conseguem se proteger a sim mesmas e as suas famílias: pessoas de países mais desfavorecidos, mais vulneráveis e pertencentes a comunidades de baixa posição socioeconômica. Os objetivos do presente projeto são: 1) avaliar o conhecimento sobre as mudanças climáticas; 2) investigar se os indivíduos participantes têm sofrido diretamente o impacto de fenômenos meteorológicos agudos e como eles têm afetado a vida; 3) examinar nos participantes os níveis de eco-ansiedade e saúde mental associados as mudanças climáticas e 4) conhecer as necessidades e explorar formas de aumentar a capacidade de adaptação e resiliência da população à crise climática. Serão selecionados para o estudo indivíduos que proveem de dois segmentos: o primeiro corresponderá a pessoas de segmentos vulneráveis que vivem em áreas de exclusão social e alta vulnerabilidade ambiental, e o segundo corresponderá a segmento de alta renda e escolaridade. No segmento de alta vulnerabilidade social, serão selecionadas áreas/comunidades de periferia das regiões da cidade de São Paulo. No segmento de alta renda e escolaridade, serão convidados a participar indivíduos residentes em áreas urbanizadas e com facilidade de acesso a ampla gama de equipamentos sociais. Especificamente, este segmento será composto por universitários jovens. Trata-se de pesquisa de abordagem qualitativa, fundamentada na perspectiva interseccional que compreende a abordagem das articulações complexas (níveis individual, comunitário e societal) dos marcadores sociais, como gênero, raça-cor, classe, geração, etc., na produção de vulnerabilidades em saúde e no seu enfrentamento por indivíduos e grupos sociais. Serão realizados grupos focais como técnica fundamental de produção de dados da pesquisa de campo. Como técnica complementar, serão realizadas observações de tipo etnográfico com anotações em diário de campo do processo de condução dos grupos focais.

    Financiadores
    • Universidad Miguel Hernández · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto, Marcia Thereza Couto Falcão (Responsável), Maria Pastor-Valero, Nelson Gouveia

  • 2021 – presentePesquisa

    Impacto das medidas de distanciamento social durante a pandemia por Covid-19 na saúde mental de adolescentes pertencentes a uma coorte de nascimentos

    Em andamento

    O surgimento do novo coronavírus SARS-CoV-2 representa um desafio para a saúde pública global e o Brasil é considerado o novo epicentro mundial da pandemia. Ainda sem tratamentos e vacina disponíveis, as únicas medidas existentes para contenção da disseminação da doença adotadas por vários estados brasileiros são o distanciamento social ou bloqueio da circulação de pessoas. Somado às tensões inerentes da pandemia e à preocupação com a própria saúde e a de entes queridos, o confinamento em casa pode ter impactos severos na saúde mental dos indivíduos pela diminuição das interações sociais e a preocupação com a redução da renda familiar. As crianças e adolescentes representam um grupo particularmente vulnerável às consequências negativas da pandemia e do isolamento social, e as escassas evidências sugerem riscos aumentados de desenvolvimento de sintomas depressivos e ansiosos, além de estresse pós-traumático. O presente projeto visa avaliar o impacto das medidas de distanciamento social durante a pandemia por Covid-19 na saúde mental de adolescentes de 15 anos pertencentes à Coorte de Pelotas de 2004. Em novembro de 2019 foi iniciado o 7º acompanhamento da coorte, porém, em 23/03/2020, decretaram-se medidas de distanciamento social no estado de Rio Grande do Sul e o acompanhamento foi suspenso, quando tinham sido completadas 1950 entrevistas. Neste projeto, pretende-se reavaliar a saúde mental dos 1950 adolescentes após finalizado o período de distanciamento social e comparar frequências de desfechos relacionados à saúde mental antes e depois destas medidas. Assim, serão produzidos dados inéditos acerca dos impactos das medidas de distanciamento social na saúde mental de adolescentes, os que subsidiarão ações para diminuir suas consequências nas fases posteriores da vida.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), Aluísio J D Barros, Iná S. Santos, Luciana Tovo Rodrigues, Jessica M. Maruyama

  • 2021 – presentePesquisa

    Pesquisa para estimar o impacto da pandemia Covid-19 na saúde de mães e crianças nos primeiros 1000 dias de vida

    Em andamento

    O projeto pretende aprofundar a investigação do impacto da pandemia Covid-19 no Brasil, em diversos indicadores de saúde materno-infantil e de atenção à saúde de mães e crianças nos primeiros 1000 dias de vida.

    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), XAVIER, MARIANA O.

  • 2021 – presentePesquisa

    Consequências dos maus-tratos durante a infância na saúde física e mental ao final da adolescência: Coorte de nascimentos de Pelotas de 2004

    Em andamento

    Os maus-tratos na infância afetam até 36% da população mundial. Eles contribuem substancialmente para a mortalidade e morbidade infantil e impactam negativamente a saúde mental e física dos indivíduos ao longo da vida. 
O projeto pretende: 1) investigar a associação entre maus-tratos na infância e saúde mental e cardiometabólica aos 18 anos; 2) analisar se a associação entre maus-tratos infantis e saúde cardiometabólica é mediada pela presença de transtornos psiquiátricos; 3) Testar a causalidade das associações dos itens 1 e 2 por meio de análise de randomização mendeliana, empregando como variável instrumental para maus-tratos, polimorfismos genéticos recentemente identificados. 
Postula-se que as interações gene x ambiente poderiam explicar que portadores de determinados polimorfismos genéticos, na presença de maus-tratos na infância, apresentem maior susceptibilidade ou proteção a desenvolver desfechos negativos na vida adulta. Na literatura atual, têm se relatado efeito causal da associação entre maus-tratos na infância e alguns transtornos psiquiátricos, assim como descrito o papel mediador da depressão na associação entre experiências adversas na infância e diabetes mellitus na vida adulta. No entanto, são ainda escassas as evidências provenientes de estudos longitudinais e de países de renda média/baixa.
A pesquisa será inserida na coorte de nascimentos de Pelotas de 2004, estudo que conta com informação genética de todos seus integrantes (~11 milhões de polimorfismos genéticos) e avaliou exposição aos maus-tratos, presença de transtornos psiquiátricos e uma diversidade de fatores de risco cardiometabólicos em vários pontos do tempo durante a infância e adolescência. Além dos transtornos psiquiátricos, os desfechos incluirão múltiplos comportamentos de risco cardiometabólico (inatividade física, consumo de tabaco/álcool/drogas e problemas do sono) e indicadores de saúde cardiometabólica (obesidade/adiposidade, pressão arterial e frequência cardíaca).

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), Aluísio Barros, Christian Loret de Mola, Iná S. Santos, Luciana Tovo Rodrigues, Cristiane de Paula, BONILLA, CAROLINA, GENRO, JULIA P.

  • 2019 – presentePesquisa

    Avaliação do impacto do Programa Criança Feliz no Estado de São Paulo - Linha de base

    Em andamento

    Apesar de já ser de largo conhecimento científico que a primeira infância é um período crítico para o desenvolvimento cognitivo, social e psicológico, muitos adultos não atingem seu potencial devido à falta de estímulos durante essa fase da vida.
Nas últimas décadas foram publicadas inúmeras evidências científicas de que programas sociais com foco no desenvolvimento na primeira infância podem ser uma estratégia eficaz de superação da pobreza, com efeitos de longo prazo em renda e desigualdade.
Em 2016, a atenção à primeira infância ganhou um reforço importante no Brasil dado pela Lei nº 13.257/2016 – o Marco Legal da Primeira Infância, que destaca a necessidade de integração de esforços das três esferas de governo e da sociedade na promoção dos direitos das crianças e ampliação das políticas que promovam o desenvolvimento integral da primeira infância.
Sabendo da importância de estimular o desenvolvimento na primeira infância e da ausência de programas nacionais com este objetivo, o Governo Federal lançou também em 2016 o Programa Criança Feliz, com a cooperação de estados e municípios.
O projeto faz parte de um projeto maior que objetiva fazer a avaliação de impacto do PCF e seguir o desenvolvimento das crianças beneficiárias por 3 anos nos estados da Bahia, Ceará, Pernambuco, Pará e São Paulo. No estado de SP foram selecionados cinco municípios: Francisco Morato, Taboão da Serra, Sumaré, Limeira e Piracicaba.

    Financiadores
    • MINISTERIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL · OUTRO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável)

  • 2019 – presentePesquisa

    Práticas de alimentação infantil e marketing da indústria de substitutos do leite materno nas perspectivas de mães, profissionais de saúde, decisores politícos e activistas

    Em andamento

    O presente estudo será desenvolvido com o objetivo de explorar as perspectivas de mães, profissionais de saúde, decisores políticos e activistas sobre a influência do marketing da indústria de substitutos de leite materno nas práticas de alimentação dos bebês. 
Compreender os fatores estruturais que influenciam o aleitamento é crucial para desenvolver políticas e promover intervenções de saúde pública conducentes a práticas saudáveis de alimentação infantil.

    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), LISI, COSIMA

  • 2019 – presentePesquisa

    Poverty reduction, mental health and the chances of young people: understanding mechanisms through analyses from 6 low- and middle-income countries (CHANCES-6)

    Em andamento

    Mental health is inextricably linked to both poverty and future life chances. Young people from economically deprived backgrounds face multiple forms of cumulative disadvantage, limiting their future life chances and placing them at greater risk of mental health problems. A vicious cycle occurs because individuals with mental illness may face disability, exclusion and high health care expenditure, which can precipitate or maintain poverty.Cash transfers have become the most popular targeted antipoverty policy in low- and middle- income countries (LMICs). Evaluations of these antipoverty interventions have found promising effects on socioeconomic outcomes, but few have considered the impact on mental health. Bringing together previously disparate fields of research, this project seeks to understand the dynamics between poverty and mental health by examining the impact of antipoverty policies on mental health among young people in LMICs, as well as impact of mental health interventions on life chances and future risk of poverty.Innovative analyses and stakeholder engagement, across different populations and contexts in six Latin American and African countries, will generate critical new knowledge to inform policy approaches that consider mental health when seeking to optimise investment and break this vicious cycle.

    Financiadores
    • Economic and Social Research Council · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto, Ricardo Araya, Sara Evans-Lacko (Responsável), Crick Lund, Cristiane de Paula, Mauricio Avendano, Philipp Hessel

  • 2018 – presentePesquisa

    Intervenções na primeira infância e trajetórias de desenvolvimento cognitivo, social e emocional

    Em andamento

    O objetivo principal deste Projeto Temático é aprofundar os conhecimentos sobre intervenções na primeira infância e os seus efeitos sobre as trajetórias de desenvolvimento cognitivo, social e emocional infantil até a idade escolar. Especial ênfase é dada ao surgimento de transtornos mentais como desfecho fenotípico primário. Para tanto, iremos testar três programas de intervenção em primeira infância com diferentes características: um currículo pré-escolar para promoção de habilidades socioemocionais e prevenção de problemas de comportamento, um programa de visitação domiciliar para gestantes adolescentes em alta vulnerabilidade e seus filhos durante os primeiros dois anos de vida com objetivo de desenvolver habilidades parentais, e duas modalidades terapêuticas para a intervenção precoce do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade. Iremos investigar os efeitos destes programas sobre o substrato biológico subjacente às trajetórias desenvolvimentais, especificamente sobre os padrões eletroneurofisiológicos, de estrutura e atividade cerebral. Assim, iremos gerar dados inéditos sobre como programas de intervenção na primeira infância impactam o desenvolvimento cognitivo, social e emocional e quais são os seus efeitos sobre a prevenção de transtornos mentais ao longo da infância. Por meio destes objetivos, iremos consolidar uma plataforma para realização de ensaios controlados randomizados em saúde mental infantil em nosso meio e estabelecer um laboratório de neurociência desenvolvimental para a caracterização das trajetórias do desenvolvimento cerebral e dos efeitos de intervenções na primeira infância.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto, Alexandre Archanjo Ferraro, Euripedes Constantino Miguel Filho, Anna Maria Chiesa, Helena Brentani, POLANCZYK, GUILHERME V. (Responsável), ROHDE, LUIS AUGUSTO, Lisliane Fracolli

  • 2018 – presentePesquisa

    Comportamentos de risco na asolescência: fatores determinantes maternos e infantis numa coorte de nascimento brasileira

    Em andamento

    Os comportamentos de risco na adolescência afetam o estado de saúde e o desenvolvimento saudável do indivíduo. Entender os determinantes de tais comportamentos é de extrema importância para prevenção e diminuição da morbimortalidade associada. Objetivos: descrever a prevalência e os fatores associados a comportamentos de risco na adolescência inicial bem como a prevalência, incidência cumulativa e persistência de alguns comportamentos de risco na adolescência tardia. Os objetivos específicos são: (i) realizar uma revisão sistemática sobre os determinantes de: uso de álcool, uso de cigarro, comportamento sexual de risco, comportamento agressivo/violento, episódio depressivo, comportamento suicida e múltiplos comportamentos de risco; (ii) descrever a prevalência e fatores associados (maternos e infantis precoces) a envolvimento em brigas, experimentação de tabaco, experimentação de álcool, sedentarismo e múltiplos comportamentos de risco aos 11 anos; (iii) descrever o impacto das trajetórias da sintomatologia depressiva materna (dos 3 meses aos 11 anos) no uso de álcool e envolvimento em brigas aos 11 anos; (iv) descrever a prevalência de comportamento delinquente, experimentação de substâncias, álcool, cigarro, cigarro eletrônico e experimentação sexual aos 15 anos de idade; (v) descrever a incidência cumulativa e a persistência da experimentação de cigarro e álcool dos 11 aos 15 anos de idade.

    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), Ana Beatriz Bozzini

  • 2017 – presentePesquisa

    Prevalência e fatores associados ao atraso no desenvolvimento neuropsicomotor em crianças de uma coorte na região Amazônica

    Em andamento

    Condições adversas durante o período pré-natal, ao nascimento e na primeira infância podem levar a déficits no aprendizado, comportamento e na saúde física e mental ao longo da vida. Os estudos de coorte de nascimento se destacam nesse cenário por permitir a análise dos efeitos de exposições precoces sobre a saúde e desenvolvimento ao longo da vida. Os objetivos do projeto são (i) realizar uma síntese de evidências sobre as principais características dos estudos de coorte iniciados no período pré-natal e no nascimento no mundo e no Brasil, e (ii) determinar a frequência e os fatores associados ao atraso no desenvolvimento neuropsicomotor aos dois anos de idade em uma coorte de nascimentos localizada na Amazônia brasileira.

    Financiadores
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), ARAUJO, WALESKA REGINA MACHADO

  • 2017 – presentePesquisa

    Depressão materna e competências socioemocionais no início da adolescência: Coorte de Nascimentos de Pelotas do ano de 2004, Brasil

    Em andamento

    Pesquisas conduzidas nas últimas décadas revelam que as competências socioemocionais são tão importantes quanto às habilidades cognitivas para a obtenção de bons resultados em diversas esferas do bem-estar individual e coletivo. Integram as competências socioemocionais, entre outras, a autonomia, sociabilidade, responsabilização, esforço, disciplina, abertura a novas experiências, extroversão, amabilidade, estabilidade emocional, autoestima/autoconceito e motivação, atributos importantes para o relacionamento saudável entre as pessoas e para a execução adequada de projetos de vida. O desenvolvimento das competências socioemocionais é um processo dinâmico e continuo que ocorre ao longo da vida do indivíduo. Dentre os fatores que podem afetar o desenvolvimento dessas competências destaca-se a saúde mental dos pais. A depressão materna exerce uma potente influência ambiental na vida familiar e afeta negativamente as relações familiares. Estudos de países de renda alta relataram que filhos de mães deprimidas apresentaram com maior frequência pobre controle emocional, menor autoconceito, maiores problemas para manter interações sociais amigáveis com colegas e grande dificuldade para modular impulsos hostis, resultando numa maior frequência de episódios de agressão aos colegas e às pessoas adultas. O projeto tem como objetivo geral investigar a associação entre depressão materna ao longo da vida do adolescente e competências socioemocionais (autoestima, controle emocional e lócus de controle) avaliadas aos 12 anos. Será estudada uma amostra de aproximadamente 1300 adolescentes pertencentes a uma coorte brasileira de base populacional e que vêm sendo acompanhados, sempre com altas taxas de resposta, em intervalos regulares desde o nascimento (Coorte de Nascimentos de Pelotas de 2004). Os resultados do presente projeto permitirão delinear recomendações e descobrir janelas de oportunidades onde desenvolver estratégias preventivas e de intervenção para atuar sobre a depressão materna, diminuir suas consequências nos filhos e promover o desenvolvimento das competências socioemocionais, o que contribuirá a melhorar a qualidade de vida e o futuro dos adolescentes brasileiros.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), Aluísio J D Barros, Iná S Santos

  • 2016 – presentePesquisa

    Estudo MINA - Materno Infantil no Acre: Coorte de nascimentos da Amazônia Ocidental Brasileira

    Em andamento

    Projeto de Pesquisa Temático - FAPESP (processo 2016/00270-6)
Pesquisadora responsável: Marly Augusto Cardoso.
Participação como Pesquisador Principal.

Resumo: 
O presente projeto temático integra um programa de pesquisas epidemiológicas sobre condições de saúde e nutrição materno-infantil em Cruzeiro do Sul, Acre, Amazônia Ocidental Brasileira. Trata-se do primeiro estudo de coorte de nascimentos Materno-INfantil no Acre (MINA), em município de área endêmica para malária. A hipótese central de investigação é que exposições em esferas socioeconômicas, intergeracionais, nutricionais e de morbidades materno-infantis se relacionam ao perfil de saúde observado durante a infância. Especula-se que tais associações englobem um panorama de carga dupla de doença que pode afetar o desenvolvimento desde estágios iniciais da vida. O objetivo geral visa identificar determinantes precoces para promoção de crescimento e desenvolvimento adequados com prevenção de morbidades e deficiências nutricionais sem produzir ganho de peso excessivo e adiposidade na primeira infância. As linhas de investigação principais são: a) Anemia, estado nutricional e deficiência de micronutrientes; b) Malária e outras infecções; c) Estilo de vida materno (consumo alimentar, atividade física, tabagismo, consumo de álcool e drogas ilícitas); d) Ganho de peso, fatores genéticos e distúrbios metabólicos materno-infantis; e) Saúde mental materna e desenvolvimento infantil; e f) Microbiota intestinal e consumo alimentar infantil. O delineamento do estudo será do tipo coorte de nascimentos de base populacional. Serão coletados dados obstétricos, da assistência ao pré-natal e de morbidades, características socioeconômicas, consumo alimentar e indicadores bioquímicos maternos e de seus bebês durante todo seguimento. Os resultados desta pesquisa contribuirão para o avanço do conhecimento sobre mecanismos e impacto de fatores biológicos e psicossociais dos determinantes de saúde e nutrição materno-infantil, colaborando também para o planejamento de ações de intervenção visando à redução do risco associado a morbidades e distúrbios nutricionais e suas consequências na saúde materno-infantil.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto, Marly Augusto Cardoso (Responsável), Suely Godoy Agostino Gimeno

  • 2016 – presentePesquisa

    Mortalidade no primeiro dia de vida no Brasil: causas e prevenção

    Em andamento

    Introdução: analisar a mortalidade no primeiro dia de vida representa um passo importante para o diagnóstico da saúde infantil, bem como para definição das políticas públicas no país. A maioria das mortes de recém-nascidos poderia ser evitada desde que as mães tenham acesso a intervenções de baixo custo que salvam vidas. Objetivo: fazer um diagnóstico da mortalidade no primeiro dia de vida no Brasil no período 2010-2015. Métodos: estudo transversal descritivo utilizando dados secundários provenientes do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM). Serão calculadas as taxas de mortalidade no primeiro dia de vida para o Brasil e macrorregiões; descritos os óbitos infantis no primeiro dia de vida conforme características dos recém-nascidos e do parto (sexo, peso ao nascimento, tipo de parto, raça/cor, idade gestacional) e segundo algumas características maternas (idade, escolaridade, número de filho vivos e número de filhos mortos). Serão analisadas as causas básicas de óbito para recém-nascidos que morreram com menos de uma hora de vida, para aqueles que morreram entre 1 hora e menos de 24 horas de vida e para os recém-nascidos que morreram no primeiro dia de vida. O documento base para a obtenção dos dados sobre causa básica de óbito foi a Declaração de Óbito (DO), padronizado em todo o território nacional, e fornecida pelo Ministério da Saúde. Tomando como base a lista de causas de mortes evitáveis por intervenções do Sistema único de Saúde do Brasil, proposta por Malta e cols. será possível avaliar a evitabilidade das causas de morte no primeiro dia de vida.

    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), João Alexandre Mendes Teixeira, Leandro Fórnias Machado de Rezende

  • 2016 – presentePesquisa

    Microbiome patterns associated with specific growth trajectories in school age children: interactive effects of diet and social determinants of health

    Em andamento

    Both under- and overnutrition are highly prevalent worldwide and strongly influence childhood growth. Gut-microorganisms metabolically interact with their host by extracting energy and providing or not additional nutrients. Microbiome composition in early life may influence later pathologies such as atopy and obesity. We aim to assess whether microbiome is associated with specific growth trajectories across childhood and puberty in children from different socioeconomic settings (i.e. Canada and Brazil). We will capitalize on two ongoing successful cohorts that have been collecting longitudinal anthropometrics with socio-economic and dietary data. This study will use both mixed modeling and unsupervised machine learning approaches to identify biologically relevant clusters of children and select the clinically relevant features that underlie the different clusters. We expect the microbiome diversity and community structure to differ between countries, growth trajectories, dietary patterns as well as with sex, ethnicity and socio-economic background. We also aim to define beneficial dietary patterns, that could help a child maintain healthy gut microbial communities and to evaluate whether diet can be modified for positive outcomes.

    Financiadores
    • University of Toronto · COOPERACAO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto, Iná S Santos, Aluísio Barros, Diego G. Bassani, Elena Comelli (Responsável), Robert Bandsma, Catherine Birken, Maria Carolina Borges +7 integrantes

  • 2015 – 2020Pesquisa

    Infant sleep hygiene counseling: a randomized controlled trial

    Concluído

    The development of adequate sleep patterns is paramount to the optimal neurodevelopment, as well as to promote proper learning, develop memory and preserve cerebral plasticity. Factors that hinder sleep patterns can negatively influence the child’s growth, neurological and motor development. This study will evaluate the efficacy of an intervention to improve quality and duration of self-regulated nighttime sleep (the amount of time the child maintains a combination of uninterrupted sleep, quiet wakefulness, and re-initiation of sleep without parental intervention). We will conduct a randomized controlled trial within the 2015 Pelotas Birth Cohort. At the 3-month follow-up, children who sleep less than 13 hours per 24 hours (nighttime sleep and daytime naps) will be eligible for the study. The sample size was estimated at 276 children per arm. Nighttime self-regulated sleep duration will be evaluated at baseline (age 3 months) and at 6, 12 and 24 months using actigraphy and via a sleep diary completed by the mother. Following block randomization, mothers from the intervention group will be visited by a trained fieldworker who will deliver counseling on age-appropriate normal sleep behaviors, how to facilitate sleep onset and how to manage night awakenings.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · COOPERACAO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto, Elaine Albernaz, Pedro Curi Hallal, Mariângela F Silveira, Luciana Anselmi, Iná S. Santos (Responsável), Camila dos Santos El Halal, Diego G. Bassani +1 integrantes

  • 2015 – presentePesquisa

    Prevalência, continuidade e fatores de risco dos transtornos psiquiátricos na adolescência

    Em andamento

    Os transtornos mentais frequentemente tem início na infância e adolescência, podendo persistir até a idade adulta. O objetivo da pesquisa será estudar a prevalência, continuidade e fatores de risco dos transtornos mentais no início da adolescência (11 anos) na Coorte de Nascimentos do município de Pelotas-RS de 2004. Métodos: Estudo 1: Será estimada a prevalência de transtornos mentais e avaliada a ocorrência de comorbidades psiquiátricas em adolescentes na coorte de Pelotas-RS, 2004. Para tanto, será utilizado os dados proveniente do sexto acompanhamento da coorte. Os transtornos psiquiátricos serão avaliados usando o instrumento Development and Well-Being Assessment (DAWBA). Estudo 2: Será avaliado a continuidade dos transtornos mentais entre os 6 e 11 anos, agrupados em em quatro grandes grupos de diagnóstico: transtornos de ansiedade, transtornos depressivos, TDHA, transtorno desafiador opositivo/conduta. Serão investigados fatores preditores da continuidade dos transtornos psiquiátricos no período do estudo. Estudo 3: Será realizado uma revisão sistemática da literatura sobre os principais fatores de risco precoces dos transtornos mentais na adolescência. A revisão será realizada em todas as bases de dados disponíveis com descritores pré definidos. Cada artigo incluído na revisão, será avaliado quanto à adequação metodológica empregada na seleção da amostra, coleta e análise dos dados, de acordo com o recomendado na literatura.

    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), Aluísio J D Barros, Tiago N. Munhoz, Iná S. Santos, Carolina La Maison

  • 2015 – presentePesquisa

    O efeito do Programa de Visitação para Jovens Gestantes sobre o desenvolvimento infantil: um estudo piloto

    Em andamento

    Introdução. Programas de visitas domiciliares para gestantes com foco no aprimoramento das relações
mãe-bebê têm recebido grande atenção nos últimos 30 anos em todo o mundo. Estes programas são considerados uma estratégia importante para melhorar a saúde da mãe no pré-natal, as condições de nascimento da criança e as ferramentas que os pais possuem para cuidar e estimular seu bebê adequadamentea, desta forma promovendo a saúde e o desenvolvimento inicial da criança que influenciará de forma importante o seu desenvolvimento físico, emocional e cognitivo futuro. 
Objetivos. O “Programa de Visitação para Jovens Gestantes” tem como objetivo promover o desenvolvimento saudável intra-uterino e do bebê nos primeiros meses de vida em uma população de alto risco. 
Métodos. Sessenta gestantes jovens com idade entre 14 e 20 anos, serão aleatoriamente alocadas para o grupo de visitação ou para acompanhamento pré-natal e de puericultura habitual. O Programa de visitação foi desenvolvido a partir das teorias da auto-eficácia (baseada na teoria de Albert Bandura); bioecológica de Urie Brofenbrenner, que reconhece a importância da inserção dos indivíduos e das famílias nos diversos contextos da vida em sociedade; do apego (baseada nas teorias de John Bowlby e Mary Ainsworth), com os princípios de que os enfermeiros irão abordar aspectos relacionados ao cuidado da saúde, saúde ambiental, desenvolvimento do curso de vida e da parentalidade, vínculo mãe-bebê e desenvolvimento social e cognitivo da criança. As visitas ocorrerão a partir da identificação da gestação até até o 6o mês de vida da criança. Avaliações de características emocionais, cognitivas, comportamentais das gestantes e da criança, medidas hormonais e genéticas da mãe, pai, placenta e sangue do cordão umbilical e avaliação eletroencefalográfica das crianças serão realizadas. Perspectivas. Como uma proposta de intervenção que testa pela primeira vez no Brasil uma estratégia de prevenção comprovadamente eficaz em outros contextos, ele pode pavimentar o caminho para a implementação do programa em larga escala no Brasil. Ao mesmo tempo, o projeto tem como objetivo a descoberta de processos subjacentes aos estímulos ambientais e sociais positivos promovidos pela intervenção, esclarecendo assim os mecanismos envolvidos no neurodesenvolvimento saudável.

    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto, Bacy Fleitlich-Bilyk, Alexandre Archanjo Ferraro, Euripedes Constantino Miguel Filho (Responsável), Anna Maria Chiesa, Guilherme Vanoni Polanczyk, Helena Brentani, Kette Dualibi Valente +2 integrantes

  • 2014 – presentePesquisa

    Transtornos mentais, consumo de substâncias e funções executivas no início da adolescência em uma coorte de nascimentos

    Em andamento

    Os transtornos mentais e o consumo de substâncias estão entre as principais causas de anos perdidos por incapacidade. Esses problemas frequentemente iniciam na adolescência, persistem durante todo o ciclo vital, estão associados a uma ampla gama de desfechos adversos na vida adulta e podem até colocar em risco o bem-estar das gerações futuras. Determinantes ambientais, genéticos, biológicos e comportamentais têm sido investigados com a finalidade de entender a etiologia e a história natural dos transtornos mentais e do consumo de substâncias em grupos populacionais de países de renda alta, mas poucas pesquisas foram realizadas em países de renda média e baixa. O projeto aqui descrito tem como objetivos principais: (1) determinar a frequência e os fatores de risco dos transtornos mentais e do consumo de tabaco e álcool no início da adolescência (11 anos de idade); (2) avaliar o comprometimento das funções executivas nos indivíduos com transtornos mentais e em aqueles que referem consumo de tabaco e álcool e (3) elucidar o papel mediador das funções executivas nas associações entre os determinantes precoces e os transtornos mencionados. Serão avaliados aproximadamente 3600 adolescentes que pertencem a uma coorte brasileira de base populacional e que vêm sendo acompanhados, sempre com altas taxas de resposta, em intervalos regulares desde o nascimento. Os resultados do presente projeto contribuirão para delinear recomendações e desenvolver estratégias preventivas para reduzir os problemas de saúde mental na adolescência e suas consequências médicas e sociais na vida adulta.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), Barros, A. J., SANTOS, I S

  • 2013 – 2016Pesquisa

    Avaliação da adesão dos profissionais de saúde e das gestantes às recomendações do Comitê Municipal de Mortalidade Infantil e Materna (COMAI) para diminuir a mortalidade infantil na cidade de Pelotas, RS, Brasil

    Concluído

    O Coeficiente de Mortalidade Infantil (CMI) é um importante indicador de saúde, utilizado universalmente para medir o nível de saúde de uma população e, indiretamente, seu desenvolvimento e qualidade de vida. No Brasil em 1980 o CMI era de 82,8 por mil nascidos vivos e foi reduzido em 2010 para 15,6 por mil nascidos vivos. A queda deste indicador ainda continua a ser um grande desafio, pois existem grandes desigualdades entre as regiões.
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, a mortalidade infantil no estado apresentou uma importante queda de 48,4 óbitos por mil nascidos vivos em 1970, para 11,2 em 2010, porém esse coeficiente não apresentou uma redução uniforme nos diferentes municípios, assim como aconteceu no restante do país. Os piores CMI são os da região sul do estado, da qual Pelotas faz parte com 13,6 óbitos por mil e a fronteira noroeste, com 16,9 óbitos por mil. Os gestores, preocupados com os altos índices da cidade de Pelotas, comparados com outras regiões do estado, implantaram no final do ano de 2004 o Comitê Municipal de Investigação de Óbitos Infantis, Fetais e de Morte Materna (COMAI), firmando parcerias com diversos segmentos da saúde do município e do estado para tentar reduzir a mortalidade infantil na cidade de Pelotas. O COMAI é composto por gestores da Secretaria Municipal e Estadual de Saúde, pesquisadores do Centro de Pesquisas Epidemiológicas da Universidade Federal de Pelotas e profissionais do Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e do Hospital Universitário São Francisco de Paula da Universidade Católica de Pelotas (UCPel). Os membros deste comitê realizam encontros mensais para avaliar os óbitos infantis, com o objetivo de implantar estratégias e práticas de assistência, para qualificar o atendimento pré-natal e atendimento ao recém-nascido na cidade de Pelotas.
O presente estudo tem como objetivo geral, avaliar a adesão dos profissionais de saúde e das gestantes às seguintes recomendações do Comitê Municipal de Investigação de Óbitos Infantis, Fetais e de Morte Materna (COMAI) realizadas no ano de 2005 para diminuir a mortalidade infantil na cidade de Pelotas –RS : o uso de corticoide pré-natal e do surfactante, combate ao fumo na gestação e a promoção de um atendimento adequado ao recém-nascido na sala de parto, especialmente a prevenção da hipotermia e o atendimento de recém nascido por pediatra na sala de parto

    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), Flávio S. Chiuchetta, Renata Jacottet

  • 2013 – 2019Pesquisa

    Efeito do aconselhamento nutricional realizado na infância sobre os transtornos mentais e a inteligência na adolescência: estudo de intervenção

    Concluído

    Objetivo: Avaliar os efeitos de uma intervenção de aconselhamento nutricional na infância sobre os transtornos mentais e a inteligência na adolescência. 
Metodologia: No ano de 1998, todas as 24 unidades básicas do município de Pelotas foram aleatoriamente selecionadas para a realização de um ensaio clínico randomizado em clusters. Destas, 14 unidades foram selecionadas para o grupo de intervenção (aconselhamento nutricional) e 14 unidades foram selecionadas para o grupo controle (cuidado habitual). Participaram deste estudo 424 crianças com idade inferior a dois anos. No ano de 2013 foi realizado o quinto acompanhamento das crianças pertencentes ao estudo original. Neste último acompanhamento, 339 jovens (80% da amostra) com idade média de 15,4 (0,5) anos responderam ao questionário que avaliou, entre outros desfechos, os transtornos mentais e também o quociente intelectual (QI). 
Resultados da revisão bibliográfica: Em relação à cognição e inteligência, foram identificados 31 ensaios clínicos randomizados (ECR) e cinco revisões sistemáticas ou meta-análises que avaliaram os efeitos de intervenções nutricionais (ferro, zinco, ácidos graxos e outros micronutrientes ou macronutrientes) no desenvolvimento cognitivo de indivíduos com idade igual ou inferior a 18 anos. Nestes estudos, nenhum observou diferenças no desenvolvimento cognitivo no grupo intervenção em comparação ao grupo controle ao avaliar os escores globais dos instrumentos utilizados. Em relação aos transtornos mentais, foram identificados sete ECR e quatro revisões sistemáticas ou meta-análises que avaliaram os efeitos de intervenções nutricionais (ferro, zinco, ácidos graxos e outros micronutrientes ou macronutrientes) na melhoria de sintomas de Transtornos do Espectro Autista e Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. Destes estudos, somente dois estudos observaram diminuição nos sintomas dos transtornos mentais ao comparar o grupo de intervenção ao grupo controle.
Conclusões: A revisão sistemática sugere que as intervenções nutricionais estudadas não produziram melhoria do desempenho cognitivo e diminuição dos sintomas de transtornos mentais nos indivíduos que receberam a intervenção em comparação àqueles pertencentes ao grupo controle.  

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), Tiago N. Munhoz, Iná S. Santos

  • 2013 – 2015Pesquisa

    Suporte ventilatório ao nascer e associação com doenças respiratórias aos seis anos: coorte de nascimentos 2004, Pelotas, RS

    Concluído

    A unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) surgiu aproximadamente há quatro décadas com a finalidade de assistência ao recém-nascido (RN) prematuro ou doente. Com a evolução das pesquisas iniciou o uso de medicamentos como o corticoide no pré-natal e o surfactante no período neonatal, ocasionando a diminuição da taxa de mortalidade destes RN. E com o avanço tecnológico, houve o desenvolvimento de melhores aparelhos de ventilação mecânica e sua monitorização junto a estes recém-nascidos, levando ao aumento da sobrevida.
Foi no fim da década de 1980 que começaram a surgir os primeiros estudos com esta população de RN, que usaram suporte ventilatório ao nascimento associando a possíveis alterações na função pulmonar e com doenças e sintomas respiratórios durante a infância. Contudo, só a partir do ano de 2000 é que começaram a haver uma maior produção de estudos de coortes para avaliar esta associação de suporte ventilatório ao nascimento e doenças respiratórias na vida futura. No entanto são poucos estes estudos, sendo necessárias mais pesquisas para poder concluir sobre os efeitos a médio e longo prazo do uso de suporte ventilatório ao nascimento e problemas respiratórios futuros. Assim, o objetivo deste estudo será avaliar a associação entre suporte ventilatório ao nascimento e doenças respiratórias aos seis anos de idade nas crianças pertencentes á Coorte de Nascimentos de 2004, Pelotas, Rio Grande do Sul.

    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto (Responsável), Tiago Neuenfeld Munhoz, Flávio S. Chiuchetta

  • 2013 – 2019Pesquisa

    Aconselhamento nutricional da estratégia de Atenção Integral às Doenças Prevalentes na Infância (AIDPI): efeito a longo prazo da intervenção de Pelotas, RS, Brasil.

    Concluído

    O capital humano consiste no conjunto de conhecimento, habilidades, competências e outras características, que promovem o bem-estar pessoal, social e econômico dos indivíduos. Há uma crescente evidência, a partir de estudos do ciclo vital com coortes de nascimento, de que fatores precoces na vida influenciam o capital humano avaliado anos mais tarde. A nutrição adequada no início da vida está diretamente associada à altura corporal, escolaridade, renda e posição social alcançadas na vida adulta, bem como ao peso ao nascer da geração seguinte, mesmo após ajuste para fatores de confusão. Tal evidência tem colocado as intervenções nutricionais durante a infância em um papel central para o desenvolvimento social e econômico de longo prazo.
Todos os 28 postos de saúde da Secretaria Municipal de Saúde Pelotas localizados na zona urbana do município foram emparelhados conforme indicadores nutricionais e econômicos de linha de base. Um posto de saúde de cada um dos 14 pares foi aleatoriamente selecionado para o grupo intervenção (GI). Todos os médicos que atendiam crianças nos postos do GI receberam treinamento de 20 horas em aconselhamento nutricional, de acordo com uma adaptação local das diretrizes do AIDPI, enquanto que os médicos dos postos controle (grupo controle – GC) seguiram a rotina habitual. Trinta e três médicos foram incluídos no estudo (17 do GI e 16 do GC) e 13 pacientes menores de 18 meses de idade, de cada médico, foram recrutados. O estudo incluiu avaliação do conhecimento dos médicos, observação de consultas logo após o treinamento e seis meses após, e acompanhamento domiciliar das crianças 8, 45 e 180 dias após a consulta inicial. Mais de 94% dessas crianças foram acompanhadas até o terceiro acompanhamento (180 dias após a consulta inicial). Durante as visitas domiciliares, foram avaliados o conhecimento, as práticas e a adesão maternas às recomendações nutricionais e medidas antropométricas das crianças foram tomadas. O consumo alimentar foi avaliado em uma subamostra de crianças através de observações de dia inteiro e o consumo de leite materno foi validado através de método isotópico (diluição de deutério). Um estudo etnográfico conduzido em paralelo avaliou fatores que contribuíam e que limitavam a adesão às recomendações nutricionais dadas pelo médico. O estudo resultou em várias publicações em revistas científicas de circulação internacional.
Os resultados claramente mostraram que o aconselhamento nutricional melhorou o desempenho dos médicos, as práticas maternas, a alimentação e o crescimento das crianças. A randomização dos postos de saúde e a avaliação cega dos desfechos respaldaram o pressuposto de ligação causal entre a intervenção e os desfechos. Uma vez que o estado nutricional e o crescimento adequados no início da infância (primeiros dois anos de idade) promovem o capital humano, a hipótese a ser testada no atual acompanhamento é de que com aproximadamente 15 anos de idade, os adolescentes que, quando crianças, estiveram expostos à intervenção apresentam melhores escores em indicadores de capital humano do que os do GC. 
Os objetivos do estudo são avaliar o impacto, cerca de 15 anos após a intervenção, do aconselhamento nutricional dado às mães de crianças com 0-18 meses de idade, no contexto da consulta médica, em postos de saúde, sobre:
1) o capital humano dos adolescentes (inteligência, nível de escolaridade, desempenho escolar, saúde mental, bem-estar e felicidade); 
2) a antropometria (peso, altura, circunferência abdominal, pregas cutâneas), volume corporal e composição corporal dos adolescentes (massa magra, massa gorda, massa óssea e densidade mineral óssea); 
3) saúde física (hipertensão arterial, asma, colesterol plasmático e frações, triglicerídeos, proteína C-reativa) e comportamentos de saúde dos adolescentes (tabagismo; atividade física; hábitos alimentares; consumo de álcool ...)

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Alicia Matijasevich Manitto, Iná da Silva dos Santos (Responsável), Tiago Neuenfeld Munhoz

Orientações

13 de 13 orientações
Por página
  • Pós-doutorado
    desde 2025
    Mariana Otero Xavier · Orientação
    · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Maria Madalena Gamba Baptista Carlos · Orientação
    Perfil das crianças com desnutrição aguda severa internadas no hospital geral de Luanda em 2022 · Saúde Coletiva · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Nathalia de Oliveira Silva · Orientação
    Multimorbidade física e mental entre adolescentes e sua associação com competências socioemocionais aos 18 anos: Coorte de Nascimentos de Pelotas de 2004 · Saúde Coletiva · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2024
    Regina Hobus · Co-orientação
    Suscetibilidade genética a doenças psiquiátricas, inflamatórias e neurodegenerativas e desempenho em testes de função executiva na adolescência · Epidemiologia · Universidade Federal de Pelotas · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2024
    Nara Jesus Brito · Orientação
    Ideação suicida e autolesião em adolescentes aos 18 anos: Coorte de Nascimentos de Pelotas de 2004 · Saúde Coletiva · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Pós-doutorado
    desde 2024
    Ana Beatriz Bozzini · Orientação
    · Universidade de São Paulo · Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Em andamento
  • Pós-doutorado
    desde 2024
    Thais Martins da Silva · Orientação
    · Universidade de São Paulo · Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2023
    Igor Oliveira Trindade · Orientação
    Transtornos alimentares em adultos jovens pertencentes a Coorte de Pelotas de 2004: prevalência e fatores associados · Saúde Coletiva · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2023
    Megan Bayley · Co-orientação
    Maltreatment in childhood and mental disorders at age 18: Pelotas 2004 cohort study · Psychology · University of Bath · Bolsa Economic and Social Research Council (ESRC)
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2023
    Romênia Vidal de Freitas Estrela · Orientação
    Consequências dos maus-tratos na infância no estado nutricional de adolescentes: Coorte de nascimentos de Pelotas de 2004 · Saúde Coletiva · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Pós-doutorado
    desde 2023
    Paola Soledad Mosquera · Orientação
    · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Outro
    desde 2023
    Laísa Camerini da Rosa · Orientação
    Maus tratos na infância e consequencias na saúde mental dos jovens · Universidade de São Paulo · Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2021
    Isabel Giacomini Marques · Co-orientação
    Trajetórias do perímetro cefálico na primeira infância em Cruzeiro do Sul, Acre: fatores associados e relação com desenvolvimento infantil · Programa de Pós-Graduação em Nutrição em Saúde Pública · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento

Bancas julgadoras

116 registros
116 de 116 bancas
Por página
  • 2025
    Analin Ono Baraniuk
    Irritabilidade em crianças pré-escolares com Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade: análise de fatores ambientais familiares · Psiquiatria · Universidade de São PauloBanca: Alicia Matijasevich Manitto, Ana Soledade Graeff Martins, Cristiana Castanho de Almeida Rocca
    Mestrado
  • 2025
    VANESSA BARBOSA DA CONCEIÇÃO
    Status social subjetivo na adolescência e crime violento na transição para a idade adulta: um estudo de coorte de nascimentos brasileiro · Epidemiologia · Universidade Federal de PelotasBanca: Alicia Matijasevich Manitto, Joseph Murray, MARINA REZENDE BAZON
    Mestrado
  • 2025
    de Bruna Carolina de Castro Saturnino
    Avaliação da ingestão de ácido fólico durante o período gestacional: um estudo epidemiológico com vistas ao impacto sobre o neurodesenvolvimento · Programa de Pós-Graduação em Neurociências · Universidade Federal do Rio Grande do SulBanca: Cristiane Matté, Charles Francisco Ferreira, Alicia Matijasevich Manitto
    Mestrado
  • 2025
    André de Oliveira Werneck
    Relação do consumo de alimentos ultraprocessados e atividade física com a incidência de sintomas de transtornos mentais comuns · Programa de Pós-Graduação em Nutrição em Saúde Pública · Universidade de São PauloBanca: Carlos Monteiro, Raphael Mendes Ritti Dias, Marilia Correia, Alicia Matijasevich Manitto
    Doutorado
  • 2025
    Wagner de Sousa
    Caracterização do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade em crianças pré-escolares: análise de fatores preditores e trajetórias de desenvolvimento · Psiquiatria · Universidade de São PauloBanca: Guilherme Vanoni Polanczyk, Alicia Matijasevich Manitto, Fábio Gomes de Matos e Souza, Pedro Mario Pan Neto
    Doutorado
  • 2025
    Bárbara Peter Gonçalves
    Associação entre o estado nutricional, consumo alimentar e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade na infância · Epidemiologia · Universidade Federal de PelotasBanca: Alicia Matijasevich Manitto, Joseph Murray, Romina Buffarini
    Doutorado
  • 2025
    Pedro Mário Lemos da Silva
    Avaliação da efetividade de intervenção psicoeducativa no tratamento de disfunções sexuais em mulheres: ensaio clínico piloto randomizado · Saúde Coletiva · Universidade de São PauloBanca: Alicia Matijasevich Manitto, Maria Teresa Seabra Soares de Britto e Alves, Ana Maria Fonseca Zampieri
    Doutorado
  • 2025
    Estefany Alves de Oliveira
    Asociação da exposição solar com transtornos de saúde mental na coorte Avon Longitudinal Study of Parents and Children (ALSPAC) do Reino Unido: um estudo de epidemiologia genética · Saúde Coletiva · Universidade de São PauloBanca: Alicia Matijasevich Manitto, Bernardo Rómulo Bertoni, Danieli Castro Oliveira de Andrade
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2024
    Ana Elise Machado Ribeiro
    Eficácia da acupuntura auricular na qualidade do sono em indivíduos com sintomas depressivos: ensaio clínico randomizado. · Saúde Coletiva · Universidade de São PauloBanca: FAISAL-CURY A, Alicia Matijasevich Manitto, Fernando Hellmann, Arthur de Sá Ferreira
    Mestrado
  • 2024
    Beatriz Menezes de Alburquerque Torquato
    Consumo de alimentos ultraprocessados em vegetarianos britânicos (Pesquisa Nacional do Reino Unido) · Saúde Coletiva · Universidade de São PauloBanca: Alicia Matijasevich Manitto, Paula dos Santos Leffa, Renata Costa de Miranda
    Mestrado
  • 2024
    Camila Corvalán Aguilar
    Influencia de los alimentos ultraprocesados y sus aditivos en la salud de niños Chilenos · Programa de Doctorado en Salud Pública · Universidad de ChileBanca: Alicia Matijasevich Manitto, Paulina Pino Zúñiga, Jay Kaufman
    Doutorado
  • 2024
    Lucinda Panashe Tsunga
    Mental health and cognitive outcomes associated with early childhood violence exposure: a focus on children in low middle income countries (LMICs) · PhD Population Health Sciences · University of BristolBanca: Alicia Matijasevich Manitto, Duleeka Knipe, Sarah Skeen
    Doutorado
  • 2024
    Marcos Oliveira Carvalho Alves
    Saúde mental de profissionais e resposta à crisis da COVID 19 no HC FMUSP: um estudo observacional e prospectivo · Psicologia · Universidade de São PauloBanca: Alexandre Loch, Alicia Matijasevich Manitto, Alessandra Goulart, Bruno Coelho, Felipe Corchs
    Doutorado
  • 2024
    Leticia Aparecida da Silva
    Avaliação da efetividade de um programa de visitação na qualidade da estimulação cognitiva e no suporte emocional fornecido pela família à criança · Programa de Pós-Graduação em Enfermagem · Universidade de São PauloBanca: Alicia Matijasevich Manitto, FRACOLLI, LISLAINE, Marina de Goes Salvetti, Monica Wernet
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    Mayra Figuereido Barata
    Consumo de alimentos ultraprocessados e sua associação com obesidade, hipertensão arterial e asma na população de crianças e adolescentes alemães: um estudo longitudinal · Saúde Coletiva · Universidade de São PauloBanca: Alicia Matijasevich Manitto, Euridice Martinez Steele, Sandhi Maria Barreto
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    Processo seletivo para contratação de um docente por prazo determinado como professor contratado
    · Universidade de São PauloBanca: Alicia Matijasevich Manitto, Alexandre Archanjo Ferraro, Maria Laura da Costa Louzada
    Concurso público
  • 2024
    Banca de seleção para ingresso no mestrado e doutorado do Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva
    · Universidade de São PauloBanca: Alicia Matijasevich Manitto, Maria Fernanda Tourinho Peres
    Outra
  • 2023
    Alexandra Caires Rocha
    Prevalência de violência no trabalho e fatores ocupacionais ambientais associados na Pesquisa Nacional de Saúde de 2019 · Saúde Coletiva · Universidade de São PauloBanca: Alexandre Faisal-Cury, Alicia Matijasevich Manitto, Tania Maria de Araujo, Joao Silvestre da Silva Junior
    Mestrado
  • 2023
    Raquel Mara Teixeira
    Assessing and improving retention in very preterm birth cohorts: a demanding challenge · Programa Doutoral em Saúde Pública · Universidade do PortoBanca: Henrique Barros, Carla Maria de Moura Lopes, Lorenzo Richiardi, Alicia Matijasevich Manitto, Rui Carlos Camacho, Susana Moreira da Silva Santos
    Doutorado
  • 2023
    Anaclara Pincelli Cintra
    Malária nos primeiros dois anos de vida pós-natal de crianças na Amazônia Brasileira: fatores associados e risco de anemia aos dois anos de idade · Programa de Pós-Graduação em Biologia da Relação Patógeno-Hospedeiro · Universidade de São PauloBanca: Guilherme Loureiro Werneck, Erika Martins Braga, Alicia Matijasevich Manitto
    Doutorado
  • 2023
    Zélia Maria Araújo da Silva Muggli
    Impacto da imigração no perfil de saúde das crianças do concelho da Amadora · Instituto de Higiene e Medicina Tropical · Universidade Nova de LisboaBanca: Maria do Rosário Fraga Oliveira Martins, Marly Augusto Cardoso, Jose Calheiros, Luis Varandas, Alicia Matijasevich Manitto
    Doutorado
  • 2023
    Luis Carlos Fathat
    Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade ao longo do desenvolvimento: epidemiologia, etiologia e terapêutica · Programa de Pós-Graduação em Psiquiatria · Universidade de São PauloBanca: SHAW, PHILIP, Alicia Matijasevich Manitto, ROHDE, LUIS A
    Doutorado
  • 2023
    Pedro Mário Lemos da Silva
    Avaliação da efetividade de intervenção psicoeducativa no tratamento de disfunções sexuais em mulheres: ensaio clínico randomizado · Saúde Coletiva · Universidade de São PauloBanca: Maria Teresa Seabra Soares de Britto e Alves, Ana Maria Fonseca Zampieri, Alicia Matijasevich Manitto
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2023
    Wagner de Sousa Gurgel
    Caracterização do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade em crianças pré-escolares: análise de fatores preditores e trajetórias de desenvolvimento · Programa de Pós-Graduação em Psiquiatria · Universidade de São PauloBanca: Wang Yuan Pang, Luisa Shiguemi Sugaya, Alicia Matijasevich Manitto
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2023
    Luis Carlos Farhat
    Perspectiva transdiagnóstica dos transtornos do neurodesenvolvimento · Programa de Pós-Graduação em Psiquiatria · Universidade de São PauloBanca: André Russowsky Brunoni, Daniel Graça Fatori de Sá, Alicia Matijasevich Manitto
    Exame de qualificação de doutorado

Revisor de periódico

17 registros
  1. 2022 – presenteVínculo atual
    Anales de la Facultad de Medicina
    Revisor de periódico
  2. 2016 – presenteVínculo atual
    OSTEOPOROSIS INTERNATIONAL
    Revisor de periódico
  3. 2015 – presenteVínculo atual
    Pediatrics (Evanston)
    Revisor de periódico
  4. 2015 – presenteVínculo atual
    Journal of Affective Disorders (Print)
    Revisor de periódico
  5. 2014 – presenteVínculo atual
    General Hospital Psychiatry
    Revisor de periódico
  6. 2014 – presenteVínculo atual
    Revista de Psiquiatria Clínica (São Paulo. Impresso)
    Revisor de periódico
  7. 2013 – presenteVínculo atual
    European child and adolescent psychiatry (ECAP)
    Revisor de periódico
  8. 2012 – presenteVínculo atual
    Journal of Developmental Origins of Health and Disease (Print)
    Revisor de periódico
  9. 2012 – presenteVínculo atual
    Journal of Adolescent Health
    Revisor de periódico
  10. 2009 – presenteVínculo atual
    Bulletin of WHO
    Revisor de periódico
  11. 2009 – presenteVínculo atual
    Paediatric and Perinatal Epidemiology (Print)
    Revisor de periódico
  12. 2008 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Epidemiologia
    Revisor de periódico
  13. 2007 – presenteVínculo atual
    Epidemiologia e Serviços de Saúde
    Revisor de periódico
  14. 2006 – presenteVínculo atual
    Revista de Saúde Pública / Journal of Public Health
    Revisor de periódico
  15. 2006 – presenteVínculo atual
    Cadernos de Saúde Pública (FIOCRUZ)
    Revisor de periódico
  16. 2006 – presenteVínculo atual
    Health Policy and Planning (Oxford)
    Revisor de periódico
  17. 2006 – presenteVínculo atual
    Journal of Health Population and Nutrition
    Revisor de periódico

Prêmios e títulos

19 registros
19 de 19 prêmios
Por página
  • 2020
    Prêmio Inovação Docente CEDEM/FMUSP 2020
    CEDEM - Faculdade de Medicina USP
  • 2020
    2a edição do prêmio vídeo pós-graduação USP - Área de Ciências da Saúde I
    Pós-Graduação USP
  • 2020
    Prêmio a um dos três melhores trabalhos apresentados no congresso
    VI Congresso Clínica Psiquiátrica 2020 - Inovação, pesquisa e humanização
  • 2019
    Prêmio CCM de Incentivo à Pesquisa
    Congress on Brain, Behavior and Emotions
  • 2018
    Inovação em Medicina Social - Primeiros Laços: um programa de visitação domiciliar para jovens mães e seus filhos vivendo em condições adversas
    Premio Abril & Dasa de Inovação Médica
  • 2016
    Prêmio Melhor Pôster
    IV Congresso Clínica Psiquiátrica
  • 2014
    2º lugar na mostra competitiva: Prêmio RESS Evidência
    Revista de Epidemiologia e Serviços de Saúde - 14a EXPO-Epi
  • 2013
    Prêmio Destaque de Trabalhos Científicos ao trabalho: "Comportamentos favoráveis à prática de atividade física ou ao sedentarismo e obesidade aos 4 anos: Coorte de Nascimentos de 2004, Pelotas-RS"
    apresentado no XXII CIC Universidade Federal de Pelotas
  • 2012
    Menção honrosa ao trabalho "Prevalência de sobrepeso e de obesidade em crianças de uma escola privada no município de Pelotas, RS", apresentado no XIV Encontro da Pós-graduação da UFPel
    Universidade Federal de Pelotas
  • 2012
    Prêmio Destaque de Trabalhos Científicos ao trabalho: "Prevalência de déficits nutricionais e obesidade em crianças e associação com características da alimentação: Coorte de Nascimentos de 2004"
    apresentado no XXI CIC Universidade Federal do Rio Grande
  • 2011
    Prêmio Destaque de Trabalhos Científicos ao trabalho "Hábitos intestinais na infância"
    II Simpósio Sul Americano de Pediatria e IV Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria - SPRS
  • 2011
    Recognized Health Educator Award
    International Society for Developmental Origins of Health and Disease
  • 2009
    Young Investigator Award
    Developmental Origins of Health and Disease Society
  • 2009
    Fellowship
    Developmental Origins of Health and Disease Society
  • 2007
    Prêmio Saúde é Vital - Saúde da Mulher
    Editora Abril
  • 2006
    Fellowship
    Wellcome Trust
  • 2005
    Training Grant in Perinatal Epidemiology
    Canadian Institutes of Health Research
  • 2003
    Research Training Grant in Public Health
    Pan American Health Organization
  • 2000
    Prêmio honorífico da Academia Nacional de Ingenieria
    Academia Nacional de Ingenieria e Ministerio de Educación - Uruguay

Participação em eventos

67 registros
67 de 67 participações
Por página
  • 2024
    Randomização Mendeliana: Uma Ferramenta para Avaliação da Inferência Causal em Epidemiologia
    12º Congresso Brasileiro de Epidemiologia · Apresentação oral · Participante · Rio de Janeiro
  • 2024
    Ecoansiedade e saúde mental em adolescentes: resultados da Coorte de Nascimentos de Pelotas de 2004
    CBPP-V Congresso Brasileiro de Psicologia Positiva · Simposista · Convidado · São Paulo
  • 2023
    Modelos conceituais em epidemiologia do ciclo vital
    XXXVII Reunião Anual da FeSBE - II Congresso DOHAD Brasil · Conferencista · Convidado · Búzios, RJ
  • 2023
    Eco-anxiety and mental health among adolescents: 2004 Pelotas population-based Cohort Study
    XLI Reunião da Sociedade Espanhola de Epidemiologia (SEE) e do XVIII Congresso da Associação Portuguesa de Epidemiologia (APE), · Apresentação oral · Participante · Porto
  • 2023
    Práctica de intercambio virtual: globalización y medicalización de la vida
    INNTED Congreso Internacional de Innovación y tendencias educativas · Apresentação oral · Participante · Virtual
  • 2021
    Trajectories of maternal depression and offspring maltreatment at age 11: The 2004 Pelotas Birth Cohort study
    Longitudinal Studies · Poster / Painel · Participante · London
  • 2021
    Early child development: findings and perspectives from birth cohorts in Brazil
    ICHG Virtual Winter Meeting Early Child Development: Silent Emergency or Unique Opportunity? · Conferencista · Convidado · Conferência virtual
  • 2019
    WS 11 - How can Health Insurance Schemes Help to Develop Sustainable Health Systems in the BRICS countries?
    World Health Summit 2019 · Simposista · Convidado · Berlin
  • 2017
    Condições sociais no início da vida e desenvolvimento cognitivo
    X Congresso Brasileiro de Epidemiologia · Conferencista · Convidado · Florianópolis
  • 2016
    Maternal pre-pregnancy body mass index and mental disorders at 11 years of age: 2004 Pelotas birth cohort study
    Life History Research Society · Apresentação oral · Participante · Amsterdam
  • 2016
    Improving the lives of children: a UNL-Brazil collaborative on early childhood research and practice
    Ouvinte · São Paulo
  • 2015
    1) Transición nutricional y conducta obstétrica no Brasil y 2) Cohorte de nacimientos de Pelotas de 2004, RS, Brasil
    Seminario internacional Bienestar infantil, prácticas de crianza y arreglos familiares · Apresentação oral · Participante · Montevideo
  • 2015
    Workshop Comunicação e Pesquisa
    Ouvinte · São Paulo
  • 2014
    Increase in child behaviour problems among urban Brazilian four-year-olds: 1993 & 2004 Pelotas birth cohort studies
    World Health Summit Regional Meeting 2014 · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2014
    Strategies to assess causality in observational studies
    4th International Symposium on Metabolic Programming and Stress and 1st Meeting of Ibero-American DOHaD Chapter · Simposista · Convidado · Ponta Grossa
  • 2013
    Increase in child behaviour problems among Brazilian preschoolers: A comparison of the 1993 and 2004 Pelotas birth cohorts
    15th International ESCAP Congress 2013 · Apresentação Oral · Participante · Dublin
  • 2013
    Associação entre prática de atividade física no lazer e hipertensão gestacional: evidências a partir da Coorte de Nascimentos de 2004, Pelotas, RS.
    IX Congresso Brasileiro de Atividade Física e Saúde · Poster / Painel · Participante · Curitiba
  • 2013
    Depressão em adolescentes: estudo transversal de base populacional
    I Fórum Brasileiro de Direitos Humanos e Saúde Mental · Poster / Painel · Participante · São Paulo
  • 2012
    Hospitalização no primeiro ano de vida e consequências nutricionais em crianças - Coorte de 2004, Pelotas, RS
    XI Mostra da Produção Universitária - FURG · Poster / Painel · Participante · Rio Grande
  • 2012
    Prevalência e fatores associados à depressão em adultos: estudo de base populacional
    10º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva · Poster / Painel · Participante · Porto Alegre
  • 2012
    Estado nutricional associado à hospitalização no primeiro ano de vida: coorte de nascidos vivos de 2004, Pelotas, RS
    21º Congresso de Iniciação Científica da UFPel · Apresentação oral · Participante · Pelotas
  • 2012
    Episódio depressivo maior e fatores associados em adultos: estudo de base populacional
    XIV ENPOS - Encontro da Pós-graduação UFPel · Apresentação Oral · Participante · Pelotas
  • 2012
    ALSPAC - the first 21 years conference
    Ouvinte · Bristol
  • 2012
    Psychosocial determinants of behaviour problems among pre-school children from Brazil: data from the 2004 Pelotas cohort study
    History Research Society Conference · Apresentação Oral · Participante · Londres
  • 2012
    Maternal education inequalities in height growth trajectories in childhood:2004 Pelotas birth cohort study
    SLLS - Society for Longitudinal and Life Course Studies Conference, Childhood and beyond: tracing cohorts across the lifecourse · Apresentação Oral · Participante · Paris

Formação complementar

19 registros

Fonte dos dadosCurrículo Lattes · CNPqCurrículo atualizado em 19/11/2025Ver no Lattes
Alicia Matijasevich Manitto | USP Aberta