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Perfil do docente · ECA

Eugênio Bucci.

Livre · Departamento de Informação e Cultura

Currículo atualizado em 08/12/2025

Jornalismo e EditoraçãoRádio e TelevisãoTeoria da Comunicação

Cita-se como: BUCCI, E.;BUCCI, EUGÊNIO;BUCCI, EUGENIO

15 seções

Resumo biográfico

Professor Titular da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Superintendente de Comunicação Social da USP, é membro da Academia Paulista de Letras, do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta, do Conselho Deliberativo do Instituto Vladimir Herzog e do Conselho Editorial da revista Interesse Nacional (ISSN 1982-8497), entre outros. Escreve quinzenalmente na seção Espaço Aberto do jornal "O Estado de S. Paulo". Foi Coordenador Acadêmico da Cátedra Oscar Sala (IEA-USP) entre 2020 e 2023. Em 2024, ganhou o Prêmio Jabuti Acadêmico ( Eixo "Ciência e Cultura", categoria "Informação e Comunicação"), pelo livro Incerteza, um Ensaio (Editora Autêntica, 2023). Foi professor da ESPM entre 2010 e 2014, onde dirigiu o curso de Pós-Graduação em Jornalismo com Ênfase em Direção Editorial, de 2011 a 2013. Foi presidente da Radiobras de 2003 a 2007. Na Editora Abril, foi diretor de redação das revistas Superinteressante e Quatro Rodas e Secretário Editorial. Ganhou o prêmio Luiz Beltrão de Ciências de Comunicação, na categoria Liderança Emergente (2011), o Prêmio Excelência Jornalística 2011, da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), o Prêmio Esso de Melhor Contribuição à Imprensa (2013) pela Revista de Jornalismo ESPM, o Prêmio Tese Destaque USP (2017) como orientador da melhor tese de doutorado em Ciências Sociais Aplicadas (O príncipe digital: estruturas de poder, liderança e hegemonia nas Redes Sociais, de Maíra Carneiro Bittencourt Maia). Pesquisa e estuda os seguintes temas: ética e imprensa, comunicação pública, superindústria do imaginário, informação e cultura democrática. Escreveu, entre outros livros, "O Estado de Narciso" (Companhia das Letras, 2015) e "A forma bruta dos protestos" (Companhia das Letras, 2016), "Existe democracia sem verdade factual?" (Estação das Letras e Cores, 2019, finalista do Prêmio Jabuti), "A superindústria do imaginário" (Autêntica, 2021, finalista do Prêmio Jabuti) e "Incerteza, um ensaio" (Autêntica, 2023, ganhador do Prêmio Jabuti Acadêmico). Seu trabalho recebeu um longo ensaio publicado na Alemanha, escrito por Thomás Zicman de Barros, com o título de "'It's All a Matter of Image!': Aesthetics and Radical Democracy in the Yellow Vests Movement, or in Praise of Eugênio Bucci". (DOI: 10.5771/9783748931669-71, ou https://www.researchgate.net/publication/363417880)

Indicadores

Áreas de atuação

03 registros
  • Ciencias Sociais Aplicadas
    Comunicação
    Jornalismo e Editoração
  • Ciencias Sociais Aplicadas
    Comunicação
    Rádio e Televisão
  • Ciencias Sociais Aplicadas
    Comunicação
    Teoria da Comunicação

Formação acadêmica

04 registros
  1. 1997 – 2002DoutoradoConcluído
    Ciências da Comunicação · Universidade de São Paulo
    “Televisão objeto: a crítica e suas questões de método”
    Orientação: Profa. Dra. Dulcília Helena S. Buitoni
  2. 1985 – 1988GraduaçãoConcluído
    Direito · Universidade de São Paulo
  3. 1979 – 1982GraduaçãoConcluído
    Jornalismo · Universidade de São Paulo
  4. Livre-docênciaConcluído
    Livre-docência · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo

Idiomas

03 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemBemRazoávelBem
FrancêsRazoávelRazoávelRazoávelPouco
EspanholBemBemRazoávelBem

Atuação profissional

64 registros
  1. 2024 – presenteVínculo atual
    Academia Paulista de Letras
    Membro
  2. 2022 – presenteVínculo atual
    Universidade de São Paulo
    Superintendente de Comunicação SocialSuperintendente
  3. 2022 – 2022
    Serviço Social do Comércio - SP
  4. 2020 – 2022
    Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
    Membro Conselho Técnico CientíficoColaborador
  5. 2018 – 2018
    Fundação Casa de Rui Barbosa
  6. 2017 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor TitularServidor Publico
  7. 2017 – 2017
    BDMG Cultural
  8. 2015 – 2018
    Universidade de São Paulo
    Superintendente da SCSSuperintendente
  9. 2015 – 2015
    Universidade de São Paulo
    Assessor Senior do Reitor da USPColaborador
  10. 2014 – 2017
    Universidade de São Paulo
    Professor Livre-Docente
  11. 2014 – 2014
    Serviço Social do Comércio
  12. 2013 – 2015
    Prefeitura Municipal de São Paulo
    ConselheiroColaborador
  13. 2013 – 2013
    SERVICO SOCIAL DO COMERCIO SESC
  14. 2012 – 2015
    Revista Científica de Comunicação Social da FIAM-FAAM
    Membro de corpo editorial
  15. 2012 – presenteVínculo atual
    REVISTA DE JORNALISMO DA ESPM
    Membro de corpo editorial
  16. 2011 – 2018
    Revista Época
    ColunistaColaborador
  17. 2011 – 2020
    Pesquisa FAPESP (Impresso)
    Membro de corpo editorial
  18. 2011 – 2014
    Escola Superior de Propaganda e Marketing
    DiretorCeletista
  19. 2011 – 2016
    Fundação Roberto Marinho
    ConsultorColaborador
  20. 2010 – 2014
    Escola Superior de Propaganda e Marketing
    Professor de Pós-graduaçãoCeletista16h/sem
  21. 2008 – presenteVínculo atual
    O Estado de São Paulo
    Colunista quinzenalColaborador
  22. 2008 – presenteVínculo atual
    Interesse Nacional
    Membro de corpo editorial
  23. 2008 – 2014
    Universidade de São Paulo
    Professor Doutor 224h/sem
  24. 2007 – presenteVínculo atual
    Universidade de São Paulo
    Instituto de Estudos Avançados da USPProfessor Visitante
  25. 2003 – 2007Dedicação exclusiva
    Empresa Brasil de Comunicação
    PresidenteCeletista
  26. 2001 – 2002
    Faculdade Cásper Líbero
    ProfessorCeletista
  27. 2001 – 2003
    Folha de S. Paulo
    ColaboradorColunista semanal
  28. 2001 – 2003
    Jornal do Brasil
    ColaboradorColunista semanal
  29. 2001 – 2001
    Nova Escola
    ColaboradorColunista
  30. 2001 – presenteVínculo atual
    Líbero (FACASPER)
    Membro de corpo editorial
  31. 1999 – presenteVínculo atual
    Revista de Direito Sanitário
    Membro de corpo editorial
  32. 1997 – presenteVínculo atual
    Editora Fundação Perseu Abramo
    Membro de corpo editorial
  33. 1996 – 2001
    Editora Abril
    Secretário EditorialCeletista
  34. 1996 – 1998
    Editora Abril
    ColaboradorColunista quinzenal
  35. 1995 – 1996
    Rádio Eldorado
    ColaboradorColunista semanal
  36. 1994 – 1999
    Editora Abril
    Diretor de RedaçãoCeletista
  37. 1994 – 1996
    O Estado de São Paulo
    ColaboradorColunista
  38. 1994 – 1999
    Imagens (Campinas)
    Membro de corpo editorial
  39. 1991 – 1994
    Editora Abril
    Editor SêniorCeletista
  40. 1991 – 1991
    Editora Azul
    Diretor de RedaçãoCeletista
  41. 1990 – 1991
    Editora Azul
    Responsável pelos Serviços EditoriaisCeletista
  42. 1989 – 1994
    Folha de S. Paulo
    ColaboradorArticulista
  43. 1989 – 1991
    Editora Azul
    Diretor de RedaçãoCeletista
  44. 1987 – 1989
    Editora Azul
    EditorCeletista
  45. 1987 – 1988
    O Estado de São Paulo
    Colaborador
  46. 1987 – 1991
    Revista Teoria e Debate
    ColaboradorEditor
  47. 1987 – presenteVínculo atual
    TD. Teoria e Debate
    Membro de corpo editorial
  48. 1986 – 1987
    Editora Brasiliense
    EditorCeletista
  49. 1984 – 1986
    Editora Abril
    RepórterCeletista
  50. 1982 – 1983
    Flash Editora
    RevisorCeletista
  51. Vínculo atual
    Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo
  52. Vínculo atual
    Instituto Vladimir Herzog
  53. Vínculo atual
    Fundação Padre Anchieta
  54. Vínculo atual
    Associação Brasileira de Comunicação Empresarial
  55. Vínculo atual
    Associação de Comunicação Educativa Roquette-Pinto
  56. Vínculo atual
    Fundação Konrad Adenauer
  57. Vínculo atual
    Instituto Palavra Aberta
  58. Vínculo atual
    Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo
  59. Vínculo atual
    Universidade Estadual de Campinas
  60. Vínculo atual
    Agência Pública
  61. Vínculo atual
    Associação Brasileira das Agências de Comunicão
  62. Vínculo atual
    Colégio Santa Cruz
  63. Vínculo atual
    Insper Instituto de Ensino e Pesquisa
  64. Vínculo atual
    Agência Lupa

Produção bibliográfica

1459 registros
1 de 1 item
Por página
  • 2019
    Segura o fascio
    Eugênio Bucci · Ciclo Mutações: Ainda sob a tempestade · Artepensamento · São Paulo e Rio de Janeiro

Produção técnica

218 registros
37 de 37 itens
Por página
  • 2024
    Parecer para a revista Matrizes
    Eugênio Bucci
  • 2022
    Parecer para a revista Matrizes
    Eugênio Bucci · Parecer para a revista Matrizes
  • 2021
    Parecer para periódico científico 'Liinc em Revista (Ibict)', número 1, volume 17
    Eugênio Bucci · Parecer
  • 2021
    Parecer para a revista 'Novos Estudos' (Cebrap)
    Eugênio Bucci · Parecer
  • 2021
    4.	Parecer sobre o Assédio Judicial encomendado pela Abraji e enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF)
    Eugênio Bucci
  • 2020
    Parecer para a Fapesp, processo 2020/10116-0
    Eugênio Bucci · Parecer
  • 2020
    Parecer feito sobre credenciamento na CERT de Brasilina Passarelli na Plataforma da CERT
    Eugênio Bucci · Credenciamento na plataforma CERT
  • 2020
    Parecer para a Fapesp, processo 2020/10116-0
    Eugênio Bucci · Parecer
  • 2019
    Parecer sobre relatório acadêmico do Curso de Extensão Universitária Especialização
    Eugênio Bucci
  • 2019
    Parecer acerca de pedido de renovação do Credenciamento CERT
    Eugênio Bucci
  • 2019
    Parecer sobre o Projeto Acadêmico
    Eugênio Bucci
  • 2019
    Parecer para Revista da ALAIC
    Eugênio Bucci
  • 2019
    Parecer sobre o relatório de viagem internacional
    Eugênio Bucci
  • 2019
    Parecer acerca do Relatório para solicitação de credenciamento
    Eugênio Bucci
  • 2019
    Parecer sobre reconhecimento de título de doutoramento
    Eugênio Bucci
  • 2018
    Parecer referente a relatório final de projeto - ECA/USP
    Eugênio Bucci
  • 2018
    Parecer sobre projeto de pós-doutorado - ECA/USP
    Eugênio Bucci
  • 2018
    Parecer sobre renovação do Credenciamento CERT - ECA/USP
    Eugênio Bucci
  • 2018
    Parecer sobre renovação do Credenciamento CERT - ECA/USP
    Eugênio Bucci
  • 2018
    Parecer referente a publicação de livro emitido para a Editora UFPR
    Eugênio Bucci
  • 2017
    Parecer para oferecimento de bolsa de mestrado - FAPESP
    Eugênio Bucci
  • 2017
    Parecer sobre projeto de pós-doutorado - ECA/USP
    Eugênio Bucci
  • 2016
    Parecer sobre recredenciamento de disciplina PPGCOM (ECA-USP)
    Eugênio Bucci · a ser oferecida em pós-graduação do PPGCOM
  • 2016
    Pareceres sobre projetos de pesquisa apresentados à FAPESP
    Eugênio Bucci
  • 2016
    Parecer para revista GIS ? Gesto, imagem e som ? revista acadêmica da USP
    Eugênio Bucci · Parecer para a revista Estudos Avaçados

Produção artística

02 registros
2 de 2 itens
Por página
  • 2011
    Observatório da Imprensa - princípios Globo
    Eugênio Bucci
  • 2011
    Salto para o futuro - Cultura Visual e Escola
    Eugênio Bucci

Projetos

15 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

15 de 15 projetos
Por página
  • 2024 – 2025Pesquisa

    Qual o estágio atual de consciência democrática nas emissoras públicas do Brasil, América do Sul, Estados Unidos, Europa e África?

    Concluído

    O 1 Congresso Internacional de Emissoras Públicas reuniu especialistas de 12 países da América, Europa e África, além de uma representante da Unesco, para dois dias de discussões presenciais na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, no campus da USP no Butantã. Os debates em 5 painéis e 2 colóquios trataram de temas como a contribuição das emissoras públicas para a democracia, os desafios das rádios e TVs públicas diante das novas tecnologias de comunicação digital e o formato de financiamento como forma de preservar a independência dessas emissoras. Além disso, pesquisadores apresentaram 33 trabalhos em formato de resumos expandidos em 5 grupos de trabalho que trataram sobre questões nas áreas de comunicação pública, ética, inteligência artificial, plataformas digitais e combate à desinformação. Participaram do encontro mais de 200 pessoas entre elas, profissionais vinculados a órgãos públicos de comunicação de diferentes regiões do Brasil.

    Financiadores
    • ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO · BOLSA
    Equipe

    Eugênio Bucci (Responsável), Luciano Victor Barros Maluly, Vítor Souza Lima Blotta, Gislene Nogueira Lima, Verônica Poli, Márcia Blasques, Eneas Carlos Pereira, Norma Meireles

  • 2022 – 2022Pesquisa

    O vazio da coragem

    Concluído

    Este projeto de pesquisa, bastante específico, sintetiza um pequeno plano de estudos para a elaboração de uma conferência para o Ciclo Mutações 2022, concebido e organizado por Adauto Novaes, sobre o tema geral da Coragem. Minha conferência terá o título de Para que a coragem honre o desejo. O estudo, com pesquisas em obras a serem citadas na conferência e revisão de textos de minha autoria, partirá da irrelevância do ser humano diante das novas engrenagens do capital, irrelevância que ficou bem patente durante a pandemia. Tratarei da coragem como virtude do corpo, virtude também física, e, num segundo momento, como virtude do espírito.

    Equipe

    Eugênio Bucci (Responsável)

  • 2019 – 2019Pesquisa

    Segura o fascio!

    Concluído

    Este projeto de pesquisa se destina a elaborar uma conferência, intitulada Segura o fascio! para o Ciclo Mutações, organizado por Adauto Novaes, no ano de 2019. A conferência será apresentada no Rio e em São Paulo e, em seguida, será transformada em ensaio que futuramente será publicada em livro com a coletânea das conferências. Na nova caverna de Platão de que somos prisioneiros, a argamassa é forjada em dados e imagens eletrônicas. A espessura das paredes é tamanha que as representações digitais, entre a big data e a inteligência artificial, lograram interditar o conhece-te a ti mesmo. Interditaram também o acesso ao corpo. Interditaram o conhecimento do que seria vivido coletivamente. A tecnologia, assim disposta, fornece o caldo de (in)cultura para o autoritarismo fascistizante que eclode em países diversos. Fornece-lhe ainda as ferramentas. A ordem democrática, as instituições encarregadas de assegurar as garantias individuais e os direitos de minoria resultam ameaçados. A essência da liberdade humana está emparedada. Pensar o fascismo hoje implica uma crítica dos dados e das imagens. É preciso desmontar com o pensamento a triangulação material entre capital, tecnologia e poder -- ou a masmorra digital. Dois planos se conjugam aí. No primeiro plano, o que se tem é a emergência de personagens de traços mussolinescos, ainda que caricatos e de mau gosto, fraudados. Eles parecem rezar pela cartilha híbrida entre o totalitarismo e o autoritarismo de perfil bonapartista que grassou nos anos 40 do século passado. Notam-se, em todos, a tendência de (1) evocar um passado de glórias militares que, não obstante, é um passado inexistente, (2) adorar as armas e outros instrumentos de consagração da violência, (3) promover cruzadas moralizantes no campo dos costumes, com separações obscurantistas entre os papéis sexuais masculino e feminino, (4) inflar delírios nacionalistas e xenófobos como questão de Estado, (5) estetizar o Estado segundo matrizes da caserna ou de milícias paramilitares, (6) alinhar-se, em âmbito internacional, a potências capitalistas de discursos e modos truculentos, (7) declarar guerra contra comunistas, gays, jornalistas, militantes de movimentos sociais de defesa de minorias, ambientalistas, professores e intelectuais, tratados como inimigos da pátria, e (8) invocar Deus e a Pátria como senha de opressão. Todas essas características, muito presentes, fazem lembrar o repertório fascista do passado. Mas é preciso também considerar um segundo. Nesse, a cena (neo)fascista se move segundo determinações frias e desumanizadas, mais profundas e mais altas, que atravessam pessoas, personagens e gerações. O segundo plano sugere que o autoritarismo presente teria a função de assegurar um padrão específico de dominação de classe, assim como teria a finalidade inconsciente de desmontar os mecanismos que, na democracia, impediriam o triunfo completo de um capitalismo ordenado pela técnica, num grau de acumulação impensável. Mais que monopolista, esse capitalismo de algoritmos promove uma exclusão devastadora e estabelece um sinal de igualdade entre os modelos americano e chinês. O fascismo de nossos dias parece ser o leão de chácara na porta da festa distópica do capital, em que a política é o inimigo derradeiro. É assim que, no primeiro e no segundo plano do nosso retrato apressado, a democracia, antes apontada como o patamar racional para o futuro da civilização, assume ares de efemeridade, como se não passasse de um idílio que se perde à luz das telas luminescentes. Eis aí o fascio do nosso tempo, esse breve adeus ao encontro que não houve.

    Equipe

    Eugênio Bucci (Responsável)

  • 2018 – presentePesquisa

    Informação e Cultura Democrática

    Em andamento

    Ligado ao grupo de pesquisa ?Jornalismo, Direito e Liberdade? ? que funciona em regime de dupla vinculação, tanto com a Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) quanto com o Instituto de Estudos Avançados da mesma universidade (IEA-USP) ?, o projeto ?Informação e Cultura Democrática? se beneficia de dois projetos anteriores (?A instância da imagem ao vivo, o telespaço público e a fabricação de valor na indústria do imaginário? e ?Comunicação Pública no Brasil?, desenvolvidos no âmbito do PPGCOM da ECA-USP), agora com o objetivo de estudar o fluxo de informação na democracia, seja nos meios jornalísticos, seja nas redes sociais e na internet, seja nos acervos de informação eletrônicos, virtuais ou físicos, a exemplo dos bancos de dados e bibliotecas públicas. A crítica da indústria do imaginário, cujas estruturas inconscientes interpelam o desejo em lugar da razão, inspira o repertório teórico e metodológico do presente projeto, que pretende produzir pensamento crítico sobre a comunicação social. Embora se valha do emprego de metodologias de pesquisa empírica (quantitativa e qualitativa) sobre discursos e mediações, sobre públicos e audiências, sobre recepção e, também, sobre o funcionamento das instituições mediáticas no mercado, na sociedade e no Estado, este projeto empreenderá um esforço teórico e conceitual com vistas a compreender a sociedade contemporânea a partir das contradições postas por processos comunicacionais e informacionais. Como hipótese de fundo, toma-se a ideia de que a qualidade da democracia ? sua cultura, seus valores e suas práticas ? decorre da e concorre para a qualidade da informação (qualidade que supõe correspondências entre fato empiricamente verificável e relato confiável). Os referenciais teóricos conjugam, entre outros, conceitos como ?esfera pública?, ?sociedade do espetáculo?, ?sujeito do inconsciente?, ?verdade factual?, ?cidadania?, ?sociedade da informação?, ?cultura? e ?democracia?. Como tópicos empíricos, podem-se listar os seguintes: Comunicação pública, Direito à informação, Direito à comunicação, Fabricação do valor na indústria do imaginário, Fake news e pós-verdade, Função emancipadora das bibliotecas públicas, Verdade factual, Mediações no debate político, Ética de imprensa. Os integrantes do projeto produzirão artigos, teses, dissertações e debates acadêmicos.

    Equipe

    Eugênio Bucci (Responsável), Eduaro Yoshio Nunomura, Camilo Vannuchi, Karina Leal Yamamoto, Nadini de Almeida Lopes, Melissa Thereza Cerozzi, Ricardo Gandour, João Gabriel de Lima

  • 2018 – 2018Pesquisa

    Uma defesa da verdade factual: entre a pós-verdade excêntrica e a democracia improvável

    Concluído

    O presente projeto de pesquisa, especificamente voltado para a elaboração da conferência Uma defesa da verdade factual: entre a pós-verdade excêntrica e a democracia improvável, a ser ministrada no Ciclo Mutações de 2018, cujo tema geral é A outra margem da política, avançará a partir da minha pesquisa no Ciclo Mutações do ano anterior, quando estudei, com base em Hannah Arendt, o lugar epistêmico da verdade factual na comunicação política dos nossos dias. Trabalharei, nessa nova pesquisa, os mecanismos de negação dos fatos, que pretendo designar como apagões de real e suicídio de consciência.

    Equipe

    Eugênio Bucci (Responsável)

  • 2017 – 2017Pesquisa

    Muito Além do Espetáculo

    Concluído

    Este projeto de pesquisa se destina a elaborar uma conferência, intitulada Muito Além do Espetáculo, para o Ciclo Mutações, organizado por Adauto Novaes, no ano de 2017. A conferência será apresentada no em São Paulo e, em seguida, será transformada em ensaio que futuramente será publicada em livro com a coletânea das conferências. Entendido por Guy Débord como nada menos que o modo de produção capitalista em outra potência é o capital em tal grau de acumulação que se torna imagem, o espetáculo põe em cena o olhar como dispositivo mestre. Não poderia ser diferente, pois o espetáculo não é meramente o império das imagens. O espetáculo imagem, um conjunto de imagens, mas uma relação social entre pessoas, mediada por imagens, escreve Débord no ensaio A sociedade do espetáculo, publicado originalmente na França, em maio de 1967. Ou seja, se é que você me entende, sem o olhar, nada feito. A que olhar eu me refiro? O interessante é que parece não fazer muita diferença. Pode ser o olhar como essa faculdade de ver as coisas as coisas visíveis, claro e por elas se guiar. É um bom ponto de partida. Pode ser também o olhar como pulsão escópica não nos esqueçamos desse aí. Pode ser o olhar como a tela maleável, meio líquida, meio etérea, irreversivelmente material e luminescente que recobre o imaginário. Você não consegue tocá-la, mas não consegue passar ser vê-la e sem ser visto nela e por ela. É ali que tomam forma fugidia as imagens que vemos. Uma nota adicional: diante dessa tela, os olhos não funcionam bem como câmeras que captam a paisagem à sua volta, mas como projetores: olhar é lançar no espaço público os signos visuais ancorados em sentidos sociais. O olhar, então, seria o olhar social no tempo do capitalismo transbordado em espetáculo. O olhar seria o móvel dispositivo do acervo imagético instável e transitório de um tempo mutante. O olhar é tudo isso e muito mais: é trabalho. Olhar é trabalhar. O trabalho do olhar fabrica o imaginário superindustrial, fabrica valor de troca na imagem (imagem com valor de troca), exatamente como quem trabalha com as mãos, ou com o corpo inteiro, fabrica valor de troca na coisa corpórea. Ainda que Debord não tenha previsto a categoria do olhar-como-trabalho, não é difícil demonstrar que sem o olhar uma forma nova de trabalho, nada feito. Sem o olhar, não haveria o espetáculo como modo de produção.O ciclo Muito Além do Espetáculo, organizado por Adauto Novaes, data de 2003. O livro com as conferências foi publicado pela Editora Senac em 2005. Quando levamos em conta o arco temporal dos 30 anos decorridos desde o primeiro seminário do Adauto, notamos que o espetáculo fica mais ou menos no meio do caminho. Desse ponto equidistante, podemos olhar o que foi, o que veio então e o que está por vir (e, também, o que não mais está para vir). Guy Debord também caiu num meio de caminho. Anteviu muita coisa (muito mais do que maio de 1968) em sombras resplandecentes. De outra parte, tinha um pé no passado (outubro de 1917), um pé de chumbo. Ao final de suas teses aforísticas, sem saber a que conclusão chegar, sai-se com um anacrônico todo o poder aos soviets. Sentiu arder nos olhos o hálito do demônio, mas não lhe foi dado ver a dissolução do ser que queimava o sujeito numa ordem a que a humanidade se pendurou pelas retinas. Em tudo que muda e se transmuta, o espetáculo permanece e olha para nós com seus olhos de fogo gelado.

    Equipe

    Eugênio Bucci (Responsável)

  • 2017 – 2017Pesquisa

    Pós-fatos, pós-imprensa, pós-política: a democracia e a corrosão da verdade

    Concluído

    O presente projeto de pesquisa se destina à elaboração da conferência Pós-fatos, pós-imprensa, pós-política: a democracia e a corrosão da verdade, a ser ministrada no Ciclo Mutações, organizado por Adauto Novaes, no ano de 2017, com o tema geral de Dissonâncias do progresso. A conferência deverá tomar por base o ensaio Verdade e Política, de Hannah Arendt, e investigará o modo como a profusão de fake news e a chamada pós-verdade corroem as bases do diálogo com base nos fatos, indispensável para a democracia. Serão levados em conta, também, estudos anteriores deste pesquisador.

    Equipe

    Eugênio Bucci (Responsável)

  • 2015 – 2015Pesquisa

    Gerenciamento de Empresas Jornalísticas -- Um manual para estudantes

    Concluído

    Preparar um livro didático com as noções essenciais de gestão de negócios e de projetos (em empresas comerciais e também em órgãos públicos) em empreendimentos cuja finalidade seja o jornalismo. Escrito em linguagem simples e acessível, uma vez que se destina a estudantes de comunicação, que não têm familiaridade com o linguajar de economistas e administradores, o livro pretende apresentar ao aluno os conceitos essenciais para a gerência e a governança de equipes e planos no mundo editorial.

    Equipe

    Eugênio Bucci (Responsável), Hamilton dos Santos

  • 2015 – 2015Pesquisa

    Ladrões da Utopia

    Concluído

    Este projeto de pesquisa se destina a elaborar a conferência Ladrões da Utopia, para o Ciclo Mutações, organizado por Adauto Novaes, em 2017. A conferência será apresentada em Belo Horizonte e em São Paulo, em seguida, será transformada em ensaio que futuramente será publicada em livro. A palavra utopia caiu em desuso. Não foi por posmodernice ou modernagem, mas por desgosto e gatunagem. Quando a gente teima em falar nela, não dá para disfarçar. Muitos de nós sofremos um revés. Não há como fingir que não é com a gente. A corrupção presente hoje no Brasil, especialmente aquela que se imiscuiu (ou se abrigou) na esfera federal (na administração direta ou indireta), é o pior negativo que poderia haver de uma utopia. O termo roubalheira, que por sinal é de mau gosto, raivoso, virou notícia mundial. O Guardian, que está longe de ser um expoente da tal imprensa de direita, ou mídia conservadora (como se mídia e imprensa pudessem ser lidas como sinônimos), fala do pior escândalo de todos os tempos. O Supremo Tribunal Federal autorizou a investigação de diversos políticos experientes, incluindo um ex-presidente da República, por supostas ligações com o que os promotores dizem ser o maior escândalo de corrupção da história do Brasil. The Guardian, 7 de março de 2015.O noticiário incomoda, aborrece, mesmo quando o coração enrijece e não sente. O que lhe sobrevém é uma decepção ética e essa decepção ética é pura desencanto da utopia. É mais ou menos como se um sonho que um dia virou projeto de emancipação tivesse se transformado num sapo depois de ser beijado pela boca da cobiça, do ressentimento e da inveja. Vai ver que é por isso que a palavra utopia caiu em desuso enquanto a palavra ética vem sendo renegada como se não passasse de histeria udenista. Utopia e ética são paragens próximas uma da outra. Toda utopia propõe uma fórmula de viver e conviver bem, o que significa que toda utopia pretende ser a realização da (ou de uma) ética. Daí que uma utopia, por mais que tope ser flexível em termos de justiça, supõe-se portadora da ética. Então, quando nos damos conta que a nossa utopia pretérita, qualquer que seja ela, foi de repente convertida num feixe inesgotável de ilicitudes sortidas ou industrializadas, no atacado ou no varejo, dispersas ou concentradas, não temos como evitar a sensação de que isso atenta contra a lógica, mais do que contra a moral. Uma utopia antiética seria apenas um oximoro. Se uma utopia é roubada de nós, não é apenas o dinheiro público que se perde. Isso é o de menos. O pior são as identidades que se despedaçam. A alma do militante experimenta uma cisão: ele quer condenar os que o trocaram por dinheiro e, ao mesmo tempo, quer proteger a crença que lhe resta, para não se perder de seu passado. Aferrando-se ao fio de sua crença agonizante, protege o ladrão. E o faz por amor à própria história, que se derrama em amor pelo ladrão. Não diga que se trata de um absurdo teórico: as utopias podem, sim, ser simplesmente afanadas, surrupiadas, tungadas, numa abdução que não se esgota na mera apropriação indébita da esperança alheia. O roubo da utopia se prolonga na (falta de) atitude daquele que se recusa de ver o crime mais óbvio que o Sol e se expande na renúncia dos que negam o vínculo necessário entre corrupção econômica, tráfico de influência e traição política. O roubo da utopia se espraia pela vastidão da mediocridade dos ultraconservadores que agora elevam a voz para acusar a esquerda de ser a mãe de toda corrupção, sem notar que em cinco séculos de história do Brasil a esquerda só figurou, quando figurou, como vítima nos crimes da política (a roubalheira entre eles). Aí, o roubo da utopia se consuma na paralisia dos que, entre pragmáticos e resignados, acham que é tarde demais para recomeçar, e se eterniza no fanatismo mórbido de proclamar a vida de um projeto pela adoração de seu cadáver.

    Equipe

    Eugênio Bucci (Responsável)

  • 2014 – 2014Pesquisa

    A Forma Bruta dos Protestos

    Concluído

    Este projeto de pesquisa se destina a elaborar uma conferência, intitulada A forma bruta dos protestos, para o Ciclo Mutações, organizado por Adauto Novaes, no ano de 2014. A conferência será apresentada no Rio e em São Paulo e, em seguida, será transformada em ensaio que futuramente será publicada em livro com a coletânea das conferências. O projeto pretende se realizar numa conferência que refletirá sobre a esfera pública e as manifestações de rua, interpretando-as como linguagem e estética articuladas. Na "sociedade do espetáculo", a cidade é percebida como uma cristalização linguística e as manifestações como a difusão de mensagens por meio de signos que combinam palavras, imagens, teatralizações e coreografias. A partir disso, pretende-se pensar a estética para além do "belo", englobando tudo que apela aos sentidos (o gozo sensorial, prazeroso ou repulsivo). Pretende-se, também, pensar além da noção comum da linguagem como única salvaguarda contra a violência. Postula-se que a linguagem é, em si, pode funcionar como um abrigo e uma incubadora de violência, visto que a fala pode ser agressiva e levar à agressividade. O ato de falar é um gesto de demarcação, um vetor que rompe o curso natural dos eventos e, no mínimo, "mata o silêncio". Embora a palavra seja capaz de sublimar pulsões destrutivas, ela simultaneamente, ao ordenar e dar curso à criatura, sintetiza e propaga a violência simbólica. Qualquer ato de violência física (tortura, estupro, homicídio) encontra seu lugar primordial na linguagem a qual abrange o próprio pensamento. A conferência estabelecerá uma relação não linear, mas fundamental, entre a violência linguística e a violência física. Contrariando a ideia de que a agressão física é um resíduo da desordem selvagem, vai-se tentar demonstrar que ela é, na verdade, a encenação e o prolongamento daquilo que foi definido pela e na linguagem. As ações "físicas" humanas (construir, explodir, assaltar) são traduções corpóreas de representações linguísticas. A violência não se restringe ao dano físico, mas se manifesta como uma representação da superioridade simbólica do opressor (ou a contestação dela pelo rebelde). Em essência, a violência será definida como linguagem coreografada que se vale das coisas do mundo como signos. A violência nos protestos será analisada sob este prisma: ela não apenas causa danos, mas atua como propaganda política e procedimento linguístico. O ato de depredar agências bancárias, por exemplo, será lido como uma tentativa de suprimir um símbolo do capital, ou seja, desativar um signo, num levante discursivo cujo desejo é atropelar os portões simbólicos do poder. A estética da manifestação (cartazes, indumentária, gestual, performance para câmeras) será abordada como o elemento catalisador da adesão, especialmente da juventude. A violência, em conclusão, deverá ser entendida, ao fim das pesquisas bibliográficas e das elaborações daí resultantes, como um prolongamento da linguagem que se traduz na forma bruta dos protestos.

    Equipe

    Eugênio Bucci (Responsável)

  • 2013 – 2013Pesquisa

    O Rumor da Mídia

    Concluído

    O zumbido nas profundezas do canal auricular é algo que não cessa. Talvez durante o sono, talvez. No estado de vigília, a estridulação é contínua, admitindo, no entanto, oscilações temperamentais. Pode elevar-se, estabilizando-se num volume um tanto mais alto. Outras horas, quase sai de cena, ocultando-se, imperceptível, aos pés do tímpano. Não é todo mudo que padece desse apito constante. Quem sabe o tem, jamais saberá o que é silêncio. O meu zumbido é do tipo hiperagudo, como aquele que as pessoas ditas normais experimentam quando deixam uma boate, um baile de carnaval, ou quando se afastam da bateria de uma escola de samba, depois de horas dentro dela, sob a massa compacta de surdos, treme terras, agogôs e cuícas. O que existe nas minhas reentrâncias auriculares, mais na esquerda do que na direita, é um barulhinho desse tipo, como se eu tivesse saído de uma noitada de música eletrônica. O detalhe é que esse negócio nunca mais foi embora. Eu me dei conta dele quando, habitante da Asa Sul, em Brasília, voltava para o meu apartamento funcional depois de caminhar pelas superquadras arborizadas e amplas, cheias, abarrotadas de cigarras enlouquecidamente barulhentas. Em casa, tomando banho, já bem distante das alamedas sombreadas e empesteadas de cicadídeos estridentes, notei que as cigarras não paravam mais de buzinar dentro da minha cabeça. Pois elas estão aqui até hoje. Por elas, graças a elas, em homenagem a elas, devo falar sobre o rumor da mídia. A primeira observação a ser feita sobre isso, o rumor da mídia, é que se trata de uma espessa muralha vibrátil como a casca das cigarras a impedir que ouçamos o silêncio e, portanto, que vislumbremos o sentido das coisas. Fica insinuado, então, que o sentido se revelaria apenas num plano além da fala e mesmo da linguagem, vale dizer, além dos ruídos sonoros e visuais da assim chamada mídia. Tal formulação, entretanto, traz um incômodo. Não sei se podemos tomar a totalidade da indústria do entretenimento e da informação (concedamos a essa maçaroca o precário nome de mídia) apenas como um bloqueio de natureza ideológica, no sentido primitivo do termo entre sujeito e consciência, ou entre o sujeito e a razão. Se o significado não pode ser contido pelo significante, também não se chega ao primeiro a não ser por meio do segundo. Logo, sem prejuízo de sua função de muralha, o rumor da mídia também cumpre o papel de circuito, de canal de acesso. O rumor da mídia é o rumor da língua elevado à condição de imagem (há que se evitar apressamentos nessa fase). Não está sob controle de ninguém nem de uma classe social, por favor, nem de burocratas, de CEOs, ou, se quiserem, de tecnologias. Apenas ronca feito o inconsciente, de tal modo que sem o seu barulho não nos localizamos nem nos debatemos. Tende a soterrar o pensar, mas também dele o pensar se abastece. Não haverá como desativá-lo, mas há como transitar por ele. Às vezes desconfio que a meditação profunda poderia dissolver o zumbido no meu ouvido. Outras vezes dou a ele o nome de pensamento.

    Equipe

    Eugênio Bucci (Responsável)

  • 2012 – 2014Pesquisa

    Comunicação pública no Brasil

    Concluído

    Pesquisa individual sobre a comunicação pública no Estado brasileiro em suas diversas dimensões. O projeto resulta também dos temas abordados no livro "Em Brasília, 19 horas" (Editora Record, 2008), que gerou outras dezenas de publicações em livros, jornais e revistas.

    Equipe

    Eugênio Bucci (Responsável)

  • 2011 – 2011Pesquisa

    Jornalismo em classe: um dossiê do ensino de jornalismo no Brasil e no mundo

    Concluído

    Planejamento e desenvolvimento de um site sobre pesquisa e ensino em jornalismo no Brasil e no mundo. O projeto, realizado em conjunto com os alunos do curso de "Jornalismo Online" da Escola de Comunicações e Artes durante o primeiro e segundo semestres de 2011, dividiu-se em duas etapas: elaboração de plano editorial para criação de um site para o Departamento de Jornalismo e Editoração; criação e manutenção de um site baseado em uma parte do plano anterior, tratando da realidade e circunstâncias do ensino do jornalismo no Brasil e no mundo. A pesquisa inclui o monitoramento de centros de pesquisa e ensino nas Américas e Europa, para elaboração das matérias jornalísticas disponíveis para consulta em rede. Além de ser parte do programa da disciplina "Jornalismo Online", o desenvolvimento do site integrou a pesquisa "O ensino do jornalismo com os olhos no futuro". O resultado do trabalho está disponível em: www.eca.usp.br/jornalismoemclasse/

    Equipe

    Eugênio Bucci (Responsável)

  • 2010 – 2010Pesquisa

    Eleição Conectada: Como a Internet se comportou na corrida presidencial de 2010

    Concluído

    Criação de um site com a cobertura jornalística em profundidade do modo como a internet foi usada durante as eleições presidenciais de 2010. Projeto de pesquisa em forma de grande reportagem realizado com os alunos da disciplina de jornalismo online da Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP, segundo semestre de 2010. Os resultados do projeto - matérias produzidas pelos alunos de gradaução sob orientação do docente - permanecem disponíveis para consulta na rede. http://www.eca.usp.br/eleicaoconectada/

    Equipe

    Eugênio Bucci (Responsável), André Deak

  • 2009 – 2014Pesquisa

    A instância da imagem ao vivo, o telespaço público e a fabricação de valor na indústria do imaginário

    Concluído

    Prorrogação de trabalho anteriormente proposto para o professor, o presente projeto tem por objetivo prosseguir a pesquisa realizada entre 2008 e 2010, que resultou na publicação de oito artigos, buscando um formato final para o texto, com base no roteiro das aulas ministradas pelo docente na pós-graduação da Escola de Comunicações e Artes.

    Equipe

    Eugênio Bucci (Responsável)

Orientações

6 de 6 orientações
Por página
  • Mestrado
    desde 2024
    Fabio Portela Savietto · Orientação
    Ciências da Comunicação · PPGCOM · Escola de Comunicações e Artes - USP
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Maria Eugênya P. Gomes · Orientação
    Ciências da Comunicação · PPGCOM · Escola de Comunicações e Artes - USP
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2024
    José Agnaldo M. Júnior · Orientação
    Ciências da Comunicação · Ciências da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes - USP
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2023
    Ana Paula Cardoso · Orientação
    Ciências da Comunicação · Ciências da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2022
    Gislene Nogueira Lima · Orientação
    Ciências da Comunicação · Ciências da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2022
    Mariane R. Bonvicini · Orientação
    Ciências da Comunicação · Ciências da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes - USP
    Em andamento

Bancas julgadoras

234 registros
234 de 234 bancas
Por página
  • 2025
    Renata Vicentini Mielli
    Plataformas sociodigitais e a virada emotiva da comunicação ? Como a disseminação de conteúdos de caráter moral-emocional está esfacelando a esfera pública e comprometendo a democracia · Ciências da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São PauloBanca: Eugênio Bucci, Anderson Vinícius Romanini, Mariana Claudia Broens, Paulo Roberto Gonçalves Segundo, Felipe Maia Guimarães da Silva
    Doutorado
  • 2025
    Maria Eugênya Pacioni Gomes
    A morte da espera e os fins da comunicação: as implicações da aceleração capitalista nas gramáticas do consumo · Ciências da Comunicação · Universidade de São PauloBanca: Eugênio Bucci, Christian Ingo Lenz Dunker, Vladimir Pinheiro Safatle
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Membro da banca de Concurso internacional para ocupação de 1 (um) posto de trabalho da carreira docente universitária, para Professor Catedrático, para a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em regime de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, para a área disciplinar de Ciências da Comunicação ? Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, publicado em Diári
    · Faculdade de Letras da Universidade de CoimbraBanca: Eugênio Bucci
    Outra
  • 2025
    Membro do Juri do Prêmio de Cultura da Fundação Conrado Wessel, que será concedido à área de Literatura, juntamente com representantes de instituições e de pesquisadores notórios
    · Fundação Conrado WesselBanca: Eugênio Bucci
    Outra
  • 2024
    Bárbara Muniz Vieira
    A cobertura do jornal O Estado de S. Paulo sobre desmatamento na Amazônia entre 2012 e 2019: uma análise de dados na linguagem R com o software Iramuteq · Ciência Ambiental · Instituto de Energia e Ambiente- USPBanca: Eugênio Bucci
    Mestrado
  • 2024
    Carla de Oliveira Tozo
    A práxis do jornalismo científico: a experiência do Jornal da USP e de universidades públicas brasileiras no período pandêmico · Ciências da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São PauloBanca: Eugênio Bucci
    Doutorado
  • 2024
    Maria Jaciara de Azeredo Oliveira
    A questão da recepção nas histórias em quadrinhos: a construção do leitorpesquisador da série Fábulas · Interfaces Sociais da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São PauloBanca: Eugênio Bucci
    Doutorado
  • 2024
    Carolina Pedrosa Cardoso Itocazo
    As mulheres livres e seus retratos roubados: como as imagens do movimento "#elenão", de 2018, foram deturpadas pela vingança ressentida · Ciências da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São PauloBanca: Eugênio Bucci
    Doutorado
  • 2024
    Marcel Antonio Verrumo
    Uma Nação Sob Pressão: Séries Audiovisuais Como Narrativas Promotoras da Educação Cidadã em Saúde e Ciência no Brasil · Ciências da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes - USPBanca: Eugênio Bucci, Maria Immacolata Vassallo de Lopes, Igor Pinto Sacramento
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    Gislene Nogueira Lima
    As emissoras públicas lá e cá: um estudo da experiência e dos marcos regulatórios de emissoras públicas de comunicação em países democráticos em busca de uma proposta para o modelo brasileiro · Ciências da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São PauloBanca: Eugênio Bucci
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    João Batista Gonçalves de Souza Junior
    Crianças webcelebridades ? As características e pilares comunicacionais de um fenômeno da economia da atenção · Comunicação e Semiótica · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São PaulBanca: Eugênio Bucci
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2024
    Presidente da banca de livre-docência de Marivalde Moacir Francelin
    · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São PauloBanca: Eugênio Bucci, Marisa Midori Deaecto, Artur Simões Rozestraten, Helen de Castro Silva Casarin, Mariângela Spotti Lopes Fujita.
    Livre-docência
  • 2023
    Eliana Sanches de Frias
    Imprensa refletida: Como a interação virtual entre repórteres, leitoras e leitores transformou a práxis jornalística na versão digital da revista ELLE · Ciências da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São PauloBanca: Eugênio Bucci, Dulcilia Helena Schroeder Buitoni, Caio Túlio Costa
    Mestrado
  • 2023
    Artur Machioni
    A Responsabilização das Plataformas Sociais sobre o conteúdo postado por terceiros · Direito · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Eugênio Bucci
    Mestrado
  • 2023
    Bernardo Jardim Ribeiro
    O desordenamento do olhar e o sublime negativo · Programa Meios e Processos Audiovisuais · ESCOLA DE COMUNICAÇÕES E ARTES DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Eugênio Bucci, Eduardo Vicente, Norval Baitello Junior
    Mestrado
  • 2023
    Sergio Robinson Quintanilha
    O Automóvel como Signo: fetichismo da mercadoria e desejo no jornalismo automotivo · Ciências da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São PauloBanca: Eugênio Bucci, Maria Elisabete Antonioli, Luciano Victor Barros Maluly, Janine Marques Passini Lucht, Maíra Carneiro Bittencourt Maia
    Doutorado
  • 2023
    Ana Claudia Fernandes Gomes
    Ecossistema transmídia de conteúdo infanto-juvenil do SBT: um estudo de caso sobre a multiplataformização no Sistema Brasileiro de Televisão · Interfaces Sociais da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São PauloBanca: Eugênio Bucci
    Doutorado
  • 2023
    Alex Sander Alcântara Lopes de Santana
    De passagem: A etnografia como método de observação para contextos socioculturais na reportagem (Uma experiência etnográfica no Elevado João Goulart, o Minhocão, em São Paulo) · Ciências da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São PauloBanca: Eugênio Bucci, Karina Leal Yamamoto, José Guilherme Magnani, Cremilda Celeste de Araújo Medina, Bruno Paes Manso
    Doutorado
  • 2023
    Odhara Caroline de Paula Rodrigues
    Girlpower? A subjetivação da mulher feminista empreendedora · Psicologia Social · Instituto de Psicologia da Universidade de São PauloBanca: Nelson da Silva Junior, Eugênio Bucci, Eduardo Altehman Camargo Santos
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2023
    André Romani Pinto
    Em busca do outro lado: como o UOL ouviu os empresários investigados pela Polícia Federal de defender um Golpe de Estado · jornalismo · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São PauloBanca: Eugênio Bucci
    Graduação
  • 2023
    Gabrielle Abreu de Oliveira
    A mulher da casa abandonada: uma discussão sobre o papel do narrador em podcasts narrativos de true crime · jornalismo · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São PauloBanca: Eduardo Vicente, Eugênio Bucci
    Graduação
  • 2023
    Adriana Maria Souza Teixeira
    Linha direta: um estudo sobre o docudrama e true crime ao longo das temporadas do programa · Jornalismo · Escola de Comunicações e Artes - USPBanca: Eugênio Bucci
    Graduação
  • 2022
    Giuliano Galli
    Quem fala de mim sou eu · Ciências da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São PauloBanca: Eugênio Bucci, Camilo Vannuchi, Bianca Santana
    Mestrado
  • 2022
    Lana Karine Prieto Canepa Mundim
    Comunicação autoritária: elementos discursivos da tipologia do fascismo segundo Umberto Eco nas falas do presidente Jair Bolsonaro · Ciências da Comunicação · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São PauloBanca: Eugênio Bucci
    Mestrado
  • 2022
    Thomas Edson de Jesus Theodoro Amorin
    Fredric Jameson: a dialética após o fim da história · Sociologia · Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências HumanasBanca: Eugênio Bucci
    Doutorado

Prêmios e títulos

35 registros
35 de 35 prêmios
Por página
  • 2024
    Prêmio Jabuti Acadêmico
    Câmara Brasileira do Livro
  • 2022
    Finalista Prêmio Jabuti - Categoria Ciências Sociais. A superindústria do imaginário
    Câmara Brasileira do Livro
  • 2020
    Finalista Prêmio Jabuti - Ciências Sociais. Existe democracia sem verdade factual?
    Câmara Brasileira do Livro
  • 2017
    Prêmio Tese Destaque USP - orientação no trabalho "O príncipe digital: estruturas de poder, liderança e hegemonia nas redes sociais" da Dra. Maíra Carneiro Bittencourt Maia
    Universidade de São Paulo
  • 2017
    Prêmio Especialistas - Jornalista Homenageado
    CECOM/Negócios da Comunicação
  • 2016
    Patrono das Cerimônias de Colação de Grau Institucional 1º sem 2016 Escolas de Arquitetura e Design, Politécnica, Comunicação e Artes e Negócios, Ciências da Vida, Medicina, Direito e Educação e Human
    Pontifícia Universidade do Paraná - PUCPR
  • 2016
    Prêmio Jabuti - publicação em NOVAES, Adauto (org). Mutações: fontes passionais da violência
    Câmara Brasileira do Livro
  • 2016
    Finalista Prêmio Jabuti - Comunicação. O estado de Narciso
    Câmara Brasileira do Livro
  • 2014
    Professor homenageado
    Turma de formandos de 2014 em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo - ECA/USP
  • 2014
    Jornalista Admirado do Ano
    Jornalistas & Cia; Maxpress
  • 2014
    Finalista Prêmio Jabuti - Categoria Ciências Humanas. Publicação em GOMES, Marcos Emílio (org). A Constituição de 1988, 25 anos
    Câmara Brasileira do Livro
  • 2013
    Patrono da Turma de Jornalismo 2012 (ECA-USP)
    Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
  • 2013
    Professor Homenageado
    Turma de formandos em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo da ECA-USP
  • 2013
    Prêmio Esso "Melhor Contribuição à Imprensa"
    Exxon Mobil
  • 2013
    Professor homenageado de turma do Curso de Pós-Graduação em Jornalismo com Ênfase em Direção Editorial
    ESPM
  • 2012
    Prêmio "Excelência Jornalística 2011"
    Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP)
  • 2012
    Professor homenageado
    Formandos de 2011 da ECA - USP
  • 2012
    Patrono de turma do Curso de Pós-Graduação em Jornalismo com Ênfase em Direção Editorial
    ESPM
  • 2012
    Finalista Prêmio Jabuti - Categoria Ciências Humanas. Publicação em NOVAES, Adauto (Org). Mutações: a invenção das crenças
    Câmara Brasileira do Livro
  • 2011
    Prêmio Luiz Beltrão de Ciências da Comunicação - categoria Liderança Emergente
    INTERCOM - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação
  • 2010
    Finalista Prêmio Jabuti - Categoria Reportagem. Imprensa e o dever da liberdade
    Câmara Brasileira do Livro
  • 2007
    Personalidade da Comunicação
    Prêmio Engenho de Comunicação
  • 2006
    Prêmio ABERJE - Comunicador do ano
    ABERJE - Associação Brasileira Comunicação Empresarial
  • 2006
    Mérito Dom João VI - Grau Comendador
    IBEG (Inst. Bras. de Estudos Governamentais), IBEM Nacional (Inst. Bras. de Estudos Monárquicos), Fe
  • 2005
    IX Prêmio Cidadania Mundial 2005 - A importância da Mídia Cidadã
    Comunidade Bahá'í

Participação em eventos

331 registros
331 de 331 participações
Por página
  • 2025
    mediador do painel 2: Financiamento, um pilar da independência: o cenário e as dificuldades para garantir recursos para as emissoras públicas
    1º Congresso Internacional de Emissoras Públicas · Poster / Painel · Participante · São Paulo
  • 2024
    Moderador de mesa com Walter Hugo Mãe e Teresa Cardenas
    Flitabira- Feira Literária em Itabira · Poster / Painel · Participante · Itabira
  • 2024
    Palestra no lançamento do livro Sobre a coragem e outras virtudes, de Adauto Novaes
    Feira Literária de Paraty- Flip · Apresentação oral · Participante · Paraty
  • 2024
    Benefícios e riscos da IA
    Evento de Inteligência Artificial · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2024
    O Sensual e o Sensível
    Ciclo Mutações 2024: A Sensibilidade e a construção do mundo · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2024
    Verdade factual e democracia: uma interdependência positiva
    XIV Encontro de Pós-Graduandos em Estudos Discursivos da USP (EPED) · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2024
    Equipe no singular: o declínio dos grandes veículos é reversível?
    Forum de Jornalismo Regional e Comunitário · Apresentação oral · Participante
  • 2023
    Violência, protestos e redes sociais
    21. Festival da Feiticeira · Apresentação oral · Participante · Ilhabela
  • 2022
    Direito e Liberdade de Expressão
    I Congresso Brasileiro sobre Democracia e Direito · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2022
    As Ciências da Comunicação contra a Desinformação
    45 Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação · Apresentação oral · Participante · João Pessoa
  • 2022
    Discurso de ódio e seus impactos na agenda política e social brasileira
    Media and Information Literacy Week 2022 · Apresentação oral · Participante · Campinas
  • 2022
    Moderador da mesa "Os impasses da Democracia"
    Seminário USP Pensa Brasil · Apresentação Oral · Participante · São Paulo
  • 2022
    Moderador da mesa "Inteligência Artificial e Mídias Sociais: Psicologia Social, Fake News e Implicações Éticas"
    Seminário USP Pensa Brasil · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2022
    Opening
    The Geopolitics of Disinformation: Reports on the Summer Academy in Bonn, Germany · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2022
    Democracia, Guerra Cultural e Disputa de Valores
    Seminários Cultura E Democracia · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2022
    Abertura e Encerramento
    Seminário "Existe ética na inteligência artificial?" · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2022
    Assédio da mercadoria em publicidade
    Workshop De Comunicação Visual Para Os Espaços Comuns Do Campus Butantã · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2022
    Existe democracia sem verdade factual?
    7° Encontro Nacional Do Cogecom · Apresentação Oral · Participante · Sergipe
  • 2021
    Crise e democracia
    Congresso Virtual da UFBA · Poster / Painel · Participante
  • 2021
    O Papel da Comunicação Pública na Democracia
    I Congresso Brasileiro de Comunicação Pública, Cidadania e Informação · Apresentação oral · Participante · Goiânia
  • 2021
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