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Perfil do docente · FMUSP

Cláudia Pellegrini Braga.

Livre · Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Currículo atualizado em 08/12/2025

Saúde MentalSaúde PúblicaFisioterapia e Terapia OcupacionalFilosofia

Cita-se como: BRAGA, C. P.;BRAGA, CLÁUDIA PELLEGRINI;BRAGA, CLAUDIA PELLEGRINI

17 seções

Resumo biográfico

Professora Doutora do Curso de Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Vice-Coordenadora e Orientadora do Programa de Mestrado Profissional em Terapia Ocupacional e Processos de Inclusão Social da Universidade de São Paulo. Presidente do mandato 2025-2027 World Health Organization Strategic and Technical Advisory Group on Mental Health, Brain Health and Substance Use (STAG-MNS). Coordenadora do Grupo de Trabalho de Saúde Mental da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa em Terapia Ocupacional (RENETO) desde 2025. É membra da diretoria do capítulo brasileiro da World Association for Psychosocial Rehabilitation (WAPR-Brasil). É membra do Grupo de Pesquisa Interdisciplinar em Políticas Públicas de Saúde Mental (GPIPPSAM) do Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA/USP). Integra a Comissão Intersetorial de Saúde Mental do Conselho Nacional de Saúde. Colaborou com a unidade de Políticas, Legislações e Direitos Humanos do Departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias da Organização Mundial de Saúde (OMS), enquanto consultora e expert em saúde mental no apoio à pesquisa, escrita e revisão técnica de documentos da unidade, capacitação de pessoas em direitos humanos e saúde mental, e discussão de implementação de políticas públicas e serviços de saúde mental junto aos Estados membros da OMS. Foi coordenadora da Câmara Técnica de Terapia Ocupacional do CREFITO-3. Tem experiência em: legislações, políticas e serviços de saúde mental e drogas nos cenários internacional e nacional; práticas de cuidado e atenção psicossocial junto a pessoas com problemas de saúde mental e com necessidades relacionadas ao uso de drogas; pesquisa e formação em políticas de saúde mental e drogas, alinhadas aos direitos humanos. Atua principalmente nos seguintes temas: saúde mental, drogas, direitos humanos, desinstitucionalização, e sistemas, políticas públicas e serviços de saúde mental.

Indicadores

Áreas de atuação

04 registros
  • Ciencias Da Saude
    Fisioterapia e Terapia Ocupacional
    Saúde Mental
  • Ciencias Da Saude
    Saúde Coletiva
    Saúde Pública
  • Ciencias Da Saude
    Fisioterapia e Terapia Ocupacional
  • Ciencias Humanas
    Filosofia

Formação acadêmica

06 registros
  1. 2017 – 2022DoutoradoConcluído
    Filosofia · Universidade de São Paulo
    “Autonomia da multidão”
    Orientação: Homero Santiago
  2. 2015 – 2018MestradoConcluído
    International Master in Mental Health Policy and Services · Universidade Nova de Lisboa
    “A qualidade e o respeito aos direitos humanos em serviços de saúde mental infanto-juvenis: temas para avaliação e para a construção de uma cultura de defesa de direitos”
    Orientação: Benedetto Saraceno
  3. 2012 – 2015GraduaçãoConcluído
    Filosofia · Universidade de São Paulo
  4. 2012 – 2015MestradoConcluído
    Medicina (Medicina Preventiva) · Universidade de São Paulo
    “A permanência da prática de internação de crianças e adolescentes em instituição psiquiátrica em um cenário de avanços da reforma psiquiátrica: o circuito do controle”
    Orientação: Prof. Dra. Ana Flávia Pires Lucas d'Oliveira
  5. 2011 – 2014AperfeicoamentoConcluído
    Formação em Psicanálise · Centro de Estudos Psicanalíticos
  6. 2005 – 2009GraduaçãoConcluído
    Terapia Ocupacional · Universidade de São Paulo
    Orientação: Prof. Dr. Fernanda Nicácio

Idiomas

05 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemBemBemBem
EspanholBemRazoávelRazoávelBem
ItalianoBemBemBemBem
FrancêsBemRazoávelPoucoRazoável
PortuguêsBemBemBemBem

Atuação profissional

10 registros
  1. 2024 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professora DoutoraServidor Publico
  2. 2023 – 2024
    Organizacão Pan-Americana da Saude/Organizacão Mundial da Saude
    Consulta Nacional de Saúde Mental da OPAS/OMSServidor Publico40h/sem
  3. 2022 – presenteVínculo atual
    Universidade de São Paulo
    Pesquisadora
  4. 2022 – 2022
    Organização Mundial de Saúde
    Consultora
  5. 2018 – 2023
    Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro
    Analista de políticas públicasServidor Publico40h/sem
  6. 2016 – 2024
    Organização Mundial de Saúde
    Colaboradora
  7. 2015 – 2018
    Universidade NOVA de Lisboa
    Estudante de pós graduação stricto sensuEstudante
  8. 2012 – 2022
    Universidade de São Paulo
    Estudante de pós graduação stricto sensoEstudante10h/sem
  9. 2010 – 2018
    Universidade de São Paulo
    Terapeuta OcupacionalServidor Publico30h/sem
  10. 2009 – 2010
    Centro de Atenção Psicossocial III - Alvorecer
    Terapeuta OcupacionalCeletista30h/sem

Produção bibliográfica

66 registros
16 de 16 itens
Por página
  • 2016
    REFERENCIAIS HISTÓRICOS DA TERAPIA OCUPACIONAL NO BRASIL: MARCOS E TENDÊNCIAS EM UMA LINHA DO TEMPO
    Sandra Maria Galheigo; Cláudia Pellegrini Braga · XV Encontro Nacional de Docentes de Terapia Ocupacional e IV Seminário Nacional de Pesquisa em Terapia Ocupacional · Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional · ISBN 0104-4931 · Vitória
  • 2013
    iálogos de una comunidad de práctica:evaluando las necesidades de ninõs y adolescentes hospitalizados
    Cláudia Pellegrini Braga; Sandra Maria Galheigo; Fernanda Vioti Parreira; Walkiria A Santos; Margareth Motta; Priscila Spinolla +2 autores · I Congresso Chileno de Terapia Ocupacional y VII Jornadas Nacionales de Terapia Ocupacional · Colegio de terapeutas ocupacionais de Chile A.G. · Viña del mar
  • 2013
    Evaluating the dialogical and participatory process within a community of practice in occupational therapy
    Sandra Maria Galheigo; Cláudia Pellegrini Braga · 16º International Congress of the World Federation of Occupational Therapists in collaboration with the 48º Japanese Occupational Therapy Congress · 16º International Congress of the World Federation of Occupational Therapists in collaboration with · Yokahama
  • 2012
    Assessing the needs of hospitalized children and adolescents: Dialogues within a community of practice.
    Sandra Maria Galheigo; Cláudia Pellegrini Braga; Rosa Maria A Mitre; Walkiria A Santos; Raquel Lima; Priscila Spinolla +2 autores · 9th COTEC Congress Of Occupational Therapy · COTEC/Swedish Association of Occupational Therapists · Estocolmo
  • 2012
    Similarities and diversities in occupational therapy assessment of hospitalized children and adolescents
    Cláudia Pellegrini Braga; Sandra Maria Galheigo; Mirella Santos; Gabriela Q Sarmento; Fernanda Mieto; T Oliveira +2 autores · 9th COTEC Congress Of Occupational Therapy · COTEC/Swedish Association of Occupational Therapists · Estocolmo
  • 2012
    Creating a community of practice: Preliminary findings of an innovative approach
    Sandra Maria Galheigo; Cláudia Pellegrini Braga · 9th COTEC Congress Of Occupational Therapy · COTEC/Swedish Association of Occupational Therapists · Estocolmo
  • 2012
    Three clinical stories, different strategies: diversity in occupational therapy intervention in a pediatric ward
    Cláudia Pellegrini Braga; Sandra Maria Galheigo · 9th COTEC Congress Of Occupational Therapy · COTEC/Swedish Association of Occupational Therapists · Estocolmo
  • 2012
    Estratégias de cuidado na atenção a crianças e adolescentes em situação de adoecimento, hospitalização e vulnerabilidade
    Sandra Maria Galheigo; Cláudia Pellegrini Braga · IX Congresso Norte-Nordeste de Terapia Ocupacional · IX Congresso Norte-Nordeste de Terapia Ocupacional:programação e resumo de eventos. · Natal
  • 2012
    Sobre a importância da prosa e da contação de histórias em uma comunidade de práticas
    Cláudia Pellegrini Braga; Sandra Maria Galheigo · IX Congresso Norte-Nordeste de Terapia Ocupacional · Associação de Terapeutas Ocupacionais do Rio Grande do Norte · Natal
  • 2012
    GRUPO 'ATIVIDADE, COTIDIANO E CUIDADO: TERAPIA OCUPACIONAL E OS PROCESSOS DE ADOECIMENTO, HOSPITALIZAÇÃO E VULNERABILIZAÇÃO NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA
    Sandra Maria Galheigo; Rosa Maria A Mitre; Rose C Toldra; Andrea A Ac Angelini; Beatriz A Takeiti; Marilia B Othero +3 autores · II Seminário Nacional de Pesquisa em Terapia Ocupacional · Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar - Suplemento Especial · Rio de Janeiro
  • 2012
    IMPLEMENTAÇÃO DE UMA COMUNIDADE DE PRÁTICA EM TERAPIA OCUPACIONAL COMO ESTRATÉGIA PARA O DESENVOLVIMENTO DE REFLEXIVIDADE PROFISSIONAL
    Sandra Maria Galheigo; Cláudia Pellegrini Braga · II Seminário Nacional de Pesquisa em Terapia Ocupacional · Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar - Suplemento Especial · Rio de Janeiro
  • 2012
    ENSINO PRÁTICO NO CURSO DE TERAPIA OCUPACIONAL DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
    Rose C Toldra; Maria Ines Brito Brunello; Marta Carvalho Almeida; Elizabeth Araújo Lima; Sandra Maria Galheigo; Denise Dias Barros +3 autores · II Seminário Nacional de Pesquisa em Terapia Ocupacional · Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar - Suplemento Especial · Rio de Janeiro
  • 2011
    Experiências no Bar BibiTantã e repercussões na vida cotidiana: percepções de usuários-trabalhadores
    Cláudia Pellegrini Braga; Fernanda Nicácio · XII Congresso Brasileiro de Terapia Ocupacional e IX Congresso Latino Americano de Terapia Ocupacional · São Paulo
  • 2011
    Comunidade de Prática em terapia Ocupacional: estratégia para aprimoramento da produção do cuidado?
    Cláudia Pellegrini Braga; Sandra Maria Galheigo · XII Congresso Brasileiro de Terapia Ocupacional e IX Congresso Latino Americano de Terapia Ocupacional · São Paulo
  • 2011
    Tessituras do contar estórias em uma enfermaria pediátrica
    Cláudia Pellegrini Braga; Andrea A Ac Angelini; Natalia Luvizaro; Larissa Oyama; Sandra Maria Galheigo · II Congresso Brasileiro e IX Congresso Latino Americano de Terapia Ocupacional. · UFSCar - ATOESP - ABRATO - CLATO · São Paulo
  • 2011
    Comunidade de Prática em Terapia Ocupacional: estratégia para aprimoramento da produção de cuidado?
    Cláudia Pellegrini Braga; Sandra Maria Galheigo · XII Congresso Brasileiro e IX Congresso Latino Americano de Terapia Ocupacional · Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar - Suplemento Especial · São Paulo

Produção técnica

116 registros
46 de 46 itens
Por página
  • 2025
    Relatório Final - Seminário Internacional ? Crianças, Adolescentes e Jovens: Saúde Mental, Redes e Desafios Atuais
    Sonia Barros; Cláudia Pellegrini Braga; Akemi Kamimura; Marden Marques Soares Filho; Gabriella de Andrade Boska; Luisete Moraes Bandeira +2 autores
  • 2025
    Guidance on mental health policy and strategic action plans. Module 2. Key reform areas, directives, strategies, and actions for mental health policy and strategic action plans
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2025
    Guidance on mental health policy and strategic action plans: Module 3. Process for developing, implementing, and evaluating mental health policy and strategic action plans
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2025
    Guidance on mental health policy and strategic action plans: Module 4. Country case scenarios
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2025
    Guidance on mental health policy and strategic action plans: Module 5. Comprehensive directory of policy areas, directives, strategies and actions for mental health
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2025
    Guidance on policy and strategic actions to protect and promote mental health and well-being across government sectors
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2025
    Guidance on mental health policy and strategic action plans. Module 1. Introduction, purpose and use of the guidance
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2024
    Revisão de tradução - Viver a Vida, OPAS/OMS
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2024
    Relatório Final - Oficina Internacional: Política de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas Antirracista
    Sonia Barros; Cláudia Pellegrini Braga; Akemi Kamimura; Marden Marques Soares Filho
  • 2022
    Diretriz Técnica: Fiscalização de comunidades terapêuticas pelo Ministério Público
    Cláudia Pellegrini Braga; Moema Belloni Schmidt; Renata de Araújo Rios; Helena Ferreira de Lima
  • 2022
    WHO Country Office in Estonia/ WHO Regional Office Europe ? Training on WHO QualityRights
    Cláudia Pellegrini Braga · Liderar e preparar capacitação em promoção de direitos em serviços de saúde mental e em melhoria e transformação de serviços de saúde mental
  • 2022
    Meeting report - Training workshop on WHO QualityRights toolkit and meeting at the Ministry of Social Affairs
    Cláudia Pellegrini Braga · Relatório de atividades
  • 2022
    Nota Técnica e de Orientação do CREFITO-3 - Nota sobre o disposto na lei ordinária nº 6654 do Município de Limeira, São Paulo, de 10 de dezembro e 2021, que institui ?Política Pública para Internação Involuntária de Dependentes Químicos, nos termos da Lei 13.840/2019, de 5 de junho de 2019, e dá outras providências? e sobre projetos de lei de mesmo teor.
    Cláudia Pellegrini Braga; Fernanda Pimentel; Marina Fernandes
  • 2021
    Guidance and technical packages on community mental health services: promoting person-centred and rights-based approaches
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2021
    Guidance and technical packages on community mental health services: promoting person-centred and rights-based approaches
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2021
    Mental health crisis services: promoting person-centred and rights-based approaches
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2021
    Hospital-based mental health services: Promoting person-centred and rights-based approaches
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2021
    Community mental health centres: Promoting person-centred and rights-based approaches
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2021
    Peer support mental health services: Promoting person-centred and rights-based approaches
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2021
    Community outreach mental health services: Promoting person-centred and rights-based approaches
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2021
    Supported living services for mental health: Promoting person-centred and rights-based approaches
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2021
    Comprehensive mental health service networks: Promoting person-centred and rights-based approaches
    Cláudia Pellegrini Braga
  • 2021
    Nota Técnica do CREFITO-3 - Nota técnica sobre a Rede de Atenção Psicossocial com foco na organização e nas práticas previstas em componentes e pontos de atenção de base comunitária e territorial com funcionamento 24/7, excluindo os de caráter residencial, para esclarecimento de previsões normativas e técnicas para os pontos de atenção e orientação de atuação
    Cláudia Pellegrini Braga; Fernanda Pimentel; Marina Fernandes
  • 2021
    Ação CREFITO 3 - Organização e funcionamento da Atenção Psicossocial Estratégica; Ponto de atenção: Centros de Atenção Psicossocial III
    Cláudia Pellegrini Braga; Fernanda Pimentel; Marina Fernandes
  • 2020
    Roteiro de Atuação: fiscalização em unidades de acolhimento para pessoas com deficiência
    Cláudia Pellegrini Braga; Itamar Costa Kalil; Elisângela Mariano Braga; Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro; Cristiane Branquinho Lucas; Renata Scharfstein +6 autores · Roteiro de atuação do Ministério Público

Projetos de extensão

03 registros

Projetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.

3 de 3 projetos
Por página
  • 2024 – presenteExtensão

    A qualidade de direitos vivenciados por pessoas com problemas de saúde mental: formando agentes de promoção de cidadania

    Em andamento

    Com a expectativa de transformar o cenário de violação de direitos das pessoas comproblemas de saúde mental, a Organização Mundial de Saúde lançou um kit deferramentas para avaliação e melhoria da qualidade dos direitos nos serviços, baseado naConvenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD). Este material oportunizaprocessos formativos em direitos humanos e saúde mental, fomentando uma cultura dedireitos. Este projeto tem como objetivo elaborar e desenvolver um percurso formativosobre direitos das pessoas com problemas de saúde mental para pessoas interessadasdiretamente na agenda com base neste kit e na CDPD. Prevê-se desenvolvimento deestudo sobre o tema, elaboração de conteúdo programático de percurso formativo edesenvolvimento de percurso formativo, abrangendo até 20 pessoas entre estudantes degraduação e pós-graduação da USP, além de trabalhadores, pessoas usuárias e familiaresda rede de saúde mental

    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga (Responsável), Milene Aparecida dos Santos

  • 2010 – 2018Extensão

    Teias: terapia ocupacional, cotidianidade e humanização do cuidado à criança e ao adolescente hospitalizado

    Concluído

    Esse projeto é desenvolvido na enfermaria do Hospital Universitário da USP, no âmbito das atividades de extensão do Laboratório ACCALANTO e tem recebido bolsa do Programa Aprender com Cultura e Extensão da PRCEU/USP desde 2010. O projeto TEIAS que tem como proposta promover uma cotidianidade diferenciada na enfermaria, a ludicidade infanto-juvenil, possibilitando o desenvolvimento da convivência e de uma rede de sustentabilidade relacional durante a internação. Assim, a proposta é desenvolvida nas áreas de convivência e nos leitos a depender das necessidades e possibilidades das crianças e adolescentes internados. Tendo como recurso a atividade lúdica, os demais atores que transitam na enfermaria (pais, familiares e profissionais) são convidados a participar conforme disponibilidade e interesse. O eixo Teias tem como objetivos: a. identificar as necessidades e condições de saúde-doença das crianças/adolescentes hospitalizados; b. desenvolver oficinas grupais de atividades para as crianças e adolescentes sem restrição ao leito, com a participação de outros atores que transitam pela enfermaria; c. desenvolver atenção para crianças e adolescentes com restrição ao leito (mas sem demanda de atendimento focalizado de maior com

    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga, Sandra Maria Galheigo (Responsável)

  • 2007 – 2018Extensão

    Projeto ACCALANTO

    Concluído

    O Projeto de extensão ACCALANTO é realizado no âmbito do Laboratório ACCALANTO - Atividade, cotidiano e cuidado: terapia ocupacional e saúde integral da criança e do adolescente em situação de hospitalização e vulnerabilidade. Seu objetivo geral é prover atendimento de terapia ocupacional a crianças e adolescentes sob cuidados clínicos e cirúrgicos, a partir da perspectiva da humanização e integralidade das ações de saúde. Busca resgatar a cotidianidade e atividade geral da criança e do adolescente e reduzir os efeitos adversos da hospitalização. O projeto de extensão se desenvolve a partir de três eixos: NINAR ? Eixo de atenção focalizada ao bebê hospitalizado; AQUARELA ? Eixo de atenção focalizada à criança e ao adolescente hospitalizado e TEIAS ? Eixo cotidiano, convivência e atividade lúdica no hospital.

    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga, GALHEIGO, SANDRA MARIA (Responsável)

Projetos

14 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

14 de 14 projetos
Por página
  • 2025 – presentePesquisa

    A North-South Atlantic partnership to remove barriers to Transnational Education and build capability for integrated care for adults with complex needs

    Em andamento

    The project aims to develop an innovative interdisciplinary postgraduate curriculum that integrates mental health, aging, and frailty, delivered through an integrated health and social care lens. The partnership between the University of the West of Scotland (UWS), Scotland and the University of São Paulo (USP), Brazil, will leverage the expertise of both institutions to address critical global challenges in health and social care education, research and practice.Project objectives:1.Curriculum Development: Jointly create a contemporary postgraduate curriculum focusing on mental health, aging, and frailty that builds upon the existing integrated care and wider mental healthprogramme portfolio by UWS, the programme portfolio of USP, and the continuing professional development work of IFIC Scotland.2.Transnational Collaboration: Establish a sustainable partnership between UWS and USP to promote knowledge exchange, capacity building, and research collaboration that addresses the complexities incontemporary mental health, aging and frailty through an integrated lens.3. Interdisciplinary Education: Develop an interdisciplinary approach to health and social care education, integrating perspectives from multiple disciplines to enhance the quality of healthcare delivery, systems resilience while meeting many of the UNs Sustainable Development Goals.4.Strengthening Health Systems: Seek to influence and enhance the capacity of health systems in Scotland and Brazil by producing graduates equipped to address complex health challenges throughintegrated, people-centred care.5.Inclusion and Resilience: Ensure the project promotes inclusion and resilience by supporting opportunities for widening access to post graduate study that addresses the needs of vulnerablepopulations, particularly older people and people experiencing poor mental health.

    Financiadores
    • British Council · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga (Responsável), Rodrigo Bonicenha, James Taylor, Anne Hendry, Melissa Tieko Muramoto

  • 2025 – presentePesquisa

    Ruas, quilombos, aldeias e fronteiras: o impacto das políticas sobre drogas em mulheres vulnerabilizadas e as estratégias de cuidado

    Em andamento

    Pesquisa multicêntrica de caráter qualitativo, participativo e avaliativo (AKERMAN, FURTADO, 2016), realizada em 2 municípios de cada região (Norte, Nordeste, Sul, Sudeste, incluindo municípios PRONASCI-2), valorizando saberes e experiências territoriais. Envolve quatro etapas: 1) estudo documental sobre Diretrizes Internacionais de Direitos Humanos e Políticas sobre Drogas, com foco em mulheres; 2) estudo de campo com participação observante, rodas de conversa dialogicamente sistematizadas e grupos focais (registrados em diário de campo) com mulheres quilombolas, indígenas, em situação de rua e ou fronteira sobre impactos das políticas sobre drogas, direitos e cuidados; 3) análise temática para diagnóstico situacional e desenvolvimento de estratégias de cuidado e cidadania; 4) elaboração e validação participativa de materiais formativos para as redes assistenciais.

    Financiadores
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga, TADEU DE PAULA SOUZA, ANA CAROLINA RIOS SIMONI, MARIA LUCIA OLIVEIRA DE SOUZA FORMIGONI, CLAUDIA HENSCHEL DE LIMA, MARCIO MARIATH BELLOC, MARIA ROSSI IDARRAGA, KAROL VEIGA CABRAL +8 integrantes

  • 2025 – presenteEnsino

    Narrativas de liberdade: Ensino, Saúde Mental e as Trilhas de Basaglia

    Em andamento

    A experiência da reforma psiquiátrica em Trieste, Itália, liderada por Franco Basaglia apartir dos anos 1970, representa um marco ao propor novas formas de cuidado emliberdade e inclusão social, com impactos para a saúde mental no mundo em suasdiferentes dimensões, incluindo práticas assistenciais e ensino. Tamanha é a expressão ea atualidade da, assim chamada, experiência triestina de saúde mental, que a OrganizaçãoMundial de Saúde, em 2021, reconheceu essas práticas como modelo de atenção em saúdemental. Isso posto, para a formação de novos trabalhadores em saúde mental é relevanteconhecer as bases teóricas-conceituas deste modelo. Ainda que a produção escrita deFranco Basaglia e colaboradores seja extensa, o que se observa em sala de aula é anecessidade de materiais didáticos em outros formatos, como audiovisuais. Isso posto, opresente projeto tem como objetivo produzir materiais didáticos audiovisuais a partir daidentificação e levantamento de registros documentais da experiência triestinadisponíveis em domínios públicos e acervo pessoal de docente, visando à sua utilizaçãodireta em disciplinas de ensino de graduação e em grupos de estudo. O projetofundamenta-se na articulação entre ensino, memória crítica e práticas pedagógicasinovadoras e tem como foco a formação cidadã de estudantes por meio do diálogo comexperiências internacionais. A proposta organiza-se em dois eixos principais: (1)produção de materiais didáticos do tipo audiovisual, roteirizados com base em registroshistóricos disponíveis em acervos virtuais de domínio público, além de registros deacervos pessoais de docentes realizados em Trieste; como parte de um pacote de materiaisdidáticos, serão selecionadas bibliografias de autoria de Franco Basaglia paraacompanhar os materiais audiovisuais produzidos; o conjunto de materiais didáticos seráorganizado em uma trilha de aprendizagem que será utilizada em sala de aula e grupos deestudos, além de disponibilizada em sítio eletrônico para amplo uso didático; (2) criaçãode espaços formativos (grupos de estudo, rodas de conversa, intervenções em sala de aula)voltados à discussão crítica dos materiais, conectando-os com o contexto brasileiro e compráticas de cuidado em saúde mental no Brasil. Espera-se que o projeto contribua parafortalecer as práticas de ensino em saúde mental com apresentação de materiais didáticosinovadores e criação de trilhas formativas, com base nos pensamentos e práticasformulados por Franco Basaglia. Por fim, a proposta busca ampliar o repertório didáticodisponível para docentes e estudantes, promovendo a escuta, a crítica e a construçãocoletiva de saberes em saúde mental.

    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga (Responsável)

  • 2024 – presentePesquisa

    Saúde mental na América Latina: qualidade dos direitos nos serviços de saúde mental e contribuições de terapeutas ocupacionais

    Em andamento

    Introdução: No cenário mundial a situação dos direitos das pessoas com problemas de saúde mental e que com necessidades relacionadas ao uso prejudicial de drogas é de violação de direitos, resultando em institucionalização. Há, no entanto, registros de experiências no mundo que buscam defender os direitos das pessoas, incluindo em países da América Latina, como Argentina, República Dominicana, Brasil, Peru e Chile, em que os três primeiros têm em comum a influência da perspectiva teórico-prática da desinstitucionalização e os dois últimos a da atuação da Organização Mundial de Saúde. Estes países contam, em maior ou menor número, com serviços de saúde mental abertos e de base comunitária, que contam com equipes multiprofissionais; entre os profissionais que tradicionalmente atuam na saúde mental e nessa modalidade de serviço estão os terapeutas ocupacionais profissão que tem compromisso pela sua ética com a garantia de direitos de pessoas vulnerabilizadas, o que incluem as pessoas com problemas de saúde mental. Ocorre que, mesmo nessas experiências orientadas pela defesa de direitos, são observados desafios para promoção de direitos e mesmo violações de direitos, incluindo nos próprios serviços de saúde mental daí a pertinência de investigar essas experiências e a situação de direitos nos serviços de saúde mental. Objetivos: Esta pesquisa tem por objetivo geral identificar e analisar a qualidade dos direitos em serviços de saúde mental de países da América Latina. Método: Estudo qualitativo, de referencial teórico a perspectiva dos direitos humanos da CDPD articulada à da desinstitucionalização e de duas fases, sendo: (i) análise documental da organização de serviços de saúde mental na Argentina, República Dominicana, Brasil, Peru e Chile; (ii) entrevistas semi-estruturadas com terapeutas ocupacionais da Argentina, República Dominicana, Brasil, Peru e Chile sobre a qualidade dos direitos nos serviços de saúde mental de cada país. Resultados esperados: Espera-se contribuir com a construção de uma cultura de direitos em saúde mental; fortalecer as práticas de saúde mental alinhadas à perspectiva dos direitos humanos; contribuir para o debate e para a formulação de proposições de avanço na agenda da saúde mental alinhada aos direitos humanos em países da América Latina; e contribuir para a construção e fortalecimento de redes entre terapeutas ocupacionais em países da América Latina.

    Financiadores
    • Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da Universidade de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga (Responsável)

  • 2024 – presentePesquisa

    Mapa do território: recursos para ampliação da cidadania

    Em andamento

    O exercício da cidadania envolve relação com os recursos dos territórios, possibilitando oportunidades de trocas sociais, acesso a serviços e participação em espaços da vida comum. Para tanto é preciso conhecer recursos e saber como acessá-los, o que coloca a relevância de haver um mapa de recursos territoriais. Mapas do tipo não estão dados e o que se observa é que, apesar de existentes, osrecursos de um território - que vão de serviços governamentais à pontos de cultura comunitários, de entidades beneficentes à cursos populares não estão sistematicamente identificados. Para além disso, ampliar cidadania e promover o direito à cidade para todos envolve reconhecer que o acesso aos recursos é mediado pelas experiências de vida e de relação social, havendo mais barreiras para pessoas mais estigmatizadas socialmente, como as pessoas com problemas de saúde mental. Nesses casos torna-se ainda mais relevante constituir processos ativos de envolvimento das pessoas na identificação e reconhecimento de recursos de uma região, ampliando no processo o valor social das pessoas, promovendo diálogos sobre cidadania e direito à cidade, e co-criando um mapa reconhecível de recursos do território. No campo da saúde mental a discussão sobre direitos e participação social é inerente à Política de Saúde Mental e ao cotidiano dos serviços de saúde mental. No âmbito da política pública isso é expresso no Consenso de Brasília (Brasil/OPAS, 2013, nos documentos de Conferências Nacionais de Saúde Mental (Brasil, 1987, 1993, 2001, 2011, 2023) e nos documentos da política pública, que estabelecem para os serviços diretrizes de atuação baseada em direitos. Por isso, é parte do cotidiano dos serviços do tipo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) as ações para fortalecimento de direitos e ampliação de cidadania nos territórios, sendo as assembleias de serviços, que contam com a participação de pessoas usuárias, seus familiares, os trabalhadores e a comunidade que circunda o serviço, um espaço para isso (Brasil, 2015). Ora, posto que haver um mapa de recursos de um território é útil para os cidadãos de uma região e que desenvolver tal mapa em co-criação com pessoas usuárias de CAPS, seus familiares, trabalhadores e comunidade ainda gera processos de valorização social e participação cidadã, interessa promover processo em parceria com a sociedade para elaboração de um mapa de recursos do território, buscando fomentar diálogos sobre direitos e ampliar cidadania de todos. O projeto tem como objetivo Co-criar mapa dos recursos da região da Brasilândia/Freguesia do Ó para amplo acesso à direitos e fortalecimento da cidadania, promovendo: .Fomento de diálogos sobre direito à cidade; .Co-elaboração de guia de identificação de recursos; .Participação de pessoas vinculadas a serviços de saúde mental da Brasilândia/Freguesia do Ó na identificação de recursos na região; .Registro e sistematização de recursos territoriais; .Publicização das atividades para multiplicação da experiência.

    Financiadores
    • Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da Universidade de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga (Responsável), Caroline Ballan, Fabiane Valmore

  • 2021 – 2023Pesquisa

    Avaliação e promoção da cultura de direitos humanos em Centros de Atenção Psicossocial: potencialidades e desafios do QualityRights

    Concluído

    Introdução: A violação dos direitos humanos das pessoas com problemas de saúde mental é uma realidade, ainda hoje, presente no cenário mundial. Estudos indicam que as violações ocorrem em diferentes cenários de vida, seja em locais diversos da vida cotidiana e em contextos familiares, seja em hospitais psiquiátricos e serviços de saúde mental de base comunitária. Em 2012, a Organização Mundial de Saúde lançou a Iniciativa QualityRights e, desenvolveu, com base na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, o QualityRights tool kit (QR). No cenário nacional, em 2015, o Ministério da Saúde apresentou a tradução oficial para o português do kit de ferramentas, com a denominação de "Direito é Qualidade". No entanto, a revisão de literatura indica que é ainda recente e restrito o desenvolvimento de estudos, avaliações e análises que referem ou adotam o QR no cenário nacional. Objetivo geral: Identificar e analisar as potencialidades e os desafios do QR na perspectiva da avaliação de serviços e de promoção e fortalecimento da cultura de direitos humanos nas práticas dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Objetivos Específicos: (i) avaliar a qualidade de CAPS III e CAPSad III na perspectiva de promoção e fortalecimento dos direitos humanos, por meio do QR; (ii) analisar a percepção de pessoas com problemas de saúde mental, familiares e profissionais de CAPS III Adulto e CAPSad III em relação às temáticas de Direitos Humano (DH), cidadania, violação de direitos e experiência do QR; (iii) analisar as potencialidades e os desafios do QR em CAPS III Adulto e CAPSad III visando ao aprimoramento de práticas de CAPS orientadas para a promoção de direitos humanos e para o fortalecimento de poder de contratualidade das pessoas com problemas de saúde mental; (iv) desenvolver processo formativo sobre saúde mental e DH para os participantes da pesquisa; (v) contribuir para o debate e a formulação de proposições para a promoção de direitos humanos nos CAPS na perspectiva do aprimoramento dos serviços substitutivos e territoriais no contexto do Sistema Único de Saúde. Metodologia: Trata-se de estudo exploratório, descritivo, de abordagem qualiquantitativa e para seu desenvolvimento serão adotados distintos procedimentos de coleta e análise de dados. O estudo será desenvolvido nos cenários dos Centros de Atenção Psicossocial III Adulto e Centro de Atenção Psicossocial III Álcool e Drogas em duas etapas. Na primeira, está prevista a avaliação dos serviços, nos 5 temas indicados pelo QR e conforme as principais orientações do kit de ferramentas serão realizadas: análise de documentação, observação, e entrevistas com usuários, familiares e profissionais dos serviços. Os dados serão analisados de acordo com as orientações do QR. Na segunda Etapa Fase A, está previsto o desenvolvimento de grupos focais, com usuários, familiares e profissionais dos serviços, sendo dois encontros por grupo. Na Fase B pretende-se desenvolver dois processos formativos, sendo um para usuários e familiares e o outro para profissionais, dos dois serviços, totalizando 40 horas. Resultados Esperados: fortalecer as práticas de cuidado em liberdade na perspectiva dos Direitos Humanos, na visão das pessoas com problemas de saúde mental e dos profissionais de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS); contribuir para a formulação de proposições de promoção de Direitos Humanos nos CAPS na perspectiva do aprimoramento dos serviços substitutivos e territoriais no contexto do Sistema Único de Saúde, contribuir para o desenvolvimento de Políticas Públicas de Saúde Mental pautadas na perspectiva de Direitos Humanos e contribuir para o desenvolvimento da cultura de avaliação dos serviços de saúde mental. Palavras-Chave: Saúde Mental; Direitos Humanos; Desinstitucionalização; Serviços Comunitários de Saúde Mental; Centros de Atenção Psicossocial.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga, Fernanda Nicácio, Sonia Barros, Marcia Aparecida Ferreira de Oliveira (Responsável), Fernando Kinker, Leon de Souza Lobo Garcia, Caroline Ballan

  • 2017 – 2022Pesquisa

    Autonomia da multidão

    Concluído

    Atenta ao quadro filosófico de Espinosa com suas proposições éticas e políticas e ao quadro conceitual formulado por Negri, e considerando a compreensão de ambos os autores acerca do conceito de multidão, essa pesquisa parte do problema sobre como pensar o conceito de uma autonomia da multidão. A hipótese inicial dessa pesquisa é que as condições de possibilidade de tal conceito estão colocadas no quadro filosófico de Espinosa, em particular em suas proposições éticas e políticas. Para além disso, considerando a ontologia da ética espinosana, assume-se a hipótese de que, se é que é possível, tal conceito de autonomia da multidão se colocaria em uma perspectiva do relacional, possível em um entrecruzamento de afetos. Diante disso, coloca-se o problema conceitual de se é possível e em que termos é possível a autonomia da multidão. Mas, ainda tendo em vista a reativação por Negri do conceito de multidão de Espinosa, o quadro filosófico que oferece para pensar movimentos sociais atuais e a chave de leitura que essa compreensão proporciona para pensar em um sujeito coletivo, considera-se relevante investigar como tal conceito, desde que possível, se colocaria para Negri. É a partir da leitura desse autor, em particular, que se coloca a questão de se tal autonomia da multidão, se é que possível, precisaria ser compreendida em termos de algo como uma autonomia coletiva. Nessa linha, esse projeto de pesquisa se propõe a compreender as condições de possibilidade adequadas para afirmação de um conceito de autonomia da multidão a partir da obra de Espinosa. Ainda, se propõe a investigar como esse conceito, desde que possível, poderia ser pensado na obra de Negri, tendo em vista a releitura feita por esse autor da obra de Espinosa.

    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga (Responsável)

  • 2016 – 2018Pesquisa

    A construção do pensamento crítico e da práxis emancipatória da terapia ocupacional no brasil: movimentos, perspectivas, norteadores e tendências

    Concluído

    Objetivo geral: Compreender e analisar a construção do pensamento crítico e de práticas emancipatórias na terapia ocupacional brasileira. A pesquisa será desenvolvida em duas fases: 1ª Fase: Objetivos específicos: 1.	Identificar os marcos sociais e históricos, as perspectivas teóricas e práticas, os norteadores teórico-conceituais, e os movimentos e as tendências expressas na produção do conhecimento em terapia ocupacional em suas seis décadas no Brasil; 2.	Descrever as referências, as perspectivas, as noções e os conceitos norteadores das tendências identificadas na produção da terapia ocupacional, com ênfase no pensamento crítico; Método Estudo histórico, teórico e conceitual a partir de revisão de literatura e análise documental. 2ª Fase: Objetivos específicos: 3.	Aprofundar a compreensão das características singulares, os consensos e os dissensos de saberes e práticas orientados pelo pensamento crítico a partir das perspectivas de docentes pesquisadores que expressam esse pensamento na terapia ocupacional no Brasil; 4.	Elaborar e propor norteadores e princípios para práticas emancipatórias em terapia ocupacional no contemporâneo com docentes pesquisadores de distintos campos de práticas que expressam esse pensamento na terapia ocupacional no Brasil; 5.	Aprofundar as bases teórico-conceituais para uma terapia ocupacional crítica a partir dos conceitos de autonomia, práxis, cotidiano e participação social. 6.	Registrar e publicar um documento da história de construção dos saberes e práticas orientados pelo pensamento crítico e dos norteadores, princípios e horizontes para práticas em terapia ocupacional. Método Estudo histórico, teórico e conceitual a partir de revisão da literatura e pesquisa qualitativa, com entrevistas em profundidade e grupo focal. Serão selecionados de 10 a 15 docentes pesquisadores com produção crítica em Terapia Ocupacional relevante no campo, no período compreendido entre 1978 e 2002. A partir da análise das entrevistas em profundidade e da manifestação de interesse, serão selecionados de 5 a 8 docentes pesquisadores entrevistados para composição de grupo focal. Os resultados serão transcritos e analisados a partir de uma leitura crítica. Os resultados serão publicados na forma de um registro histórico do pensamento crítico da profissão.

    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga, Sandra Maria Galheigo (Responsável)

  • 2015 – 2018Pesquisa

    A qualidade e o respeito aos direitos humanos em serviços de saúde mental infantojuvenis

    Concluído

    A negação e a violação de direitos de pessoas com experiência de sofrimento psíquico é
recorrente em diferentes países e contextos, incluindo os próprios serviços de saúde mental.
Considerando isso, um importante marco para a transformação desse cenário e construção de uma cultura de respeito, promoção e garantia de direitos é a Convenção internacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD). Nesse contexto se insere a proposição do QualityRights tool kit produzido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para avaliação e melhoria da qualidade e do respeito aos direitos humanos em serviços de saúde mental e de assistência social; esse kit tem como base a CDPD. Tendo em vista que esse kit pode apresentar desafios em seu uso em serviços de saúde mental infantojuvenis considerando as singularidades desses serviços e dessa população, esse estudo teve como objetivo investigar, analisar e definir os temas e aspectos mais relevantes para avaliar a qualidade e o respeito aos direitos humanos especificamente em serviços de saúde mental infantojuvenis. Para tanto, foi realizada análise temática de Artigos da CDPD, de documentos relevantes sobre a saúde mental infantojuvenil e, considerando a necessidade de dialogar com cenários de práticas reais, a partir da realização de grupo focal foi analisado o ponto de vista de usuários, familiares e trabalhadores de três serviços de saúde mental infantojuvenis brasileiros. Os resultados e a análise de Artigos da CDPD e de documentos indicaram um conjunto de Artigos relevantes para avaliar e melhorar a qualidade e o respeito aos direitos humanos em serviços de saúde mental infantojuvenis, e os resultados e a análise dos grupos focais indicaram um conjunto de temas relevantes para o mesmo propósito. Esses resultados foram considerados em conjunto e, a partir disso, foram definidos quatro temas, correspondentes a Artigos da CDPD. O primeiro tema, ?o direito à liberdade e ao reconhecimento da cidadania?, tem como base o Artigo 7 e como referência os Artigos 12 e 14, e consiste na afirmação da liberdade e do direito de crianças e adolescentes participarem das escolhas da própria vida. O segundo tema, ?o direito à prevenção contra tortura, tratamentos cruéis e desumanos, maus tratos e outras violências?, está baseado nos Artigos 15 e 16 e coloca a inaceitabilidade dessas práticas. O terceiro tema, ?o direito a uma vida compartilhada em um território e à participação nos múltiplos cenários em que a vida acontece? está baseado no Artigo 19, e conta com referências dos Artigos 23, 24 e 28; diz respeito ao direito de crianças e adolescentes de viverem em comunidade, em ambiente familiar, com um padrão de vida adequado e com participação nos cenários de vida, incluindo a escola. O quarto tema, ?o direito ao cuidado singular?, tem como base os Artigos 25 e 23 e se refere ao direito de acessar uma rede de serviços de saúde com oferta de cuidados de qualidade e usufruir de cuidados, bem como o direito de seus familiares responsáveis pelo cuidado participarem desses cuidados e serem cuidados. Além disso, considerando especificamente a ferramenta de entrevista do kit de ferramentas, os resultados e a análise indicaram que seria importante construir outras formas de comunicação com as crianças e adolescentes, diferentes de uma entrevista, investindo em recursos lúdicos. Por fim, vale ressaltar a importância do próprio processo de utilização do kit de ferramentas em um serviço de saúde mental, que pode significar a construção de uma cultura de defesa dos direitos das pessoas com experiência de sofrimento psíquico.

    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga (Responsável), Benedetto Saraceno, Pedro Gabriel Godinho Delgado

  • 2013 – 2015Pesquisa

    A permanência da prática de internação de crianças e adolescentes em instituição psiquiátrica em um cenário de avanços da reforma psiquiátrica: o circuito do controle

    Concluído

    A reforma psiquiátrica brasileira, na qualidade de um processo social e crítico, vem transformando o cenário da atenção psicossocial, tendo como norte a constituição de direitos das pessoas com sofrimento psíquico. A perspectiva da desinstitucionalização, alicerce desse processo, configura-se como um campo de saberes e práticas, comprometido com a criação de serviços e de novas formas de relação com a experiência do sofrimento psíquico. A constituição de um campo de atenção específico para crianças e adolescentes, alinhado a essa perspectiva, está em curso e é recente, sendo a criação de serviços e a promoção de debates para a formulação de políticas públicas marcos importantes. Contudo, mesmo com esses avanços significativos, há movimentos contrarreformistas em curso, expressos, por exemplo, na permanência da prática de internação de crianças e adolescentes em instituições psiquiátricas de caráter asilar. Em um horizonte que visa à transformação dessa situação é preciso compreender as premissas e as justificativas para essas internações. Assim, esse estudo objetivou identificar e analisar os motivos de internação de crianças e adolescentes em uma instituição psiquiátrica de caráter asilar do Estado de São Paulo segundo as perspectivas da instituição e, também, das crianças e dos adolescentes internados. No âmbito da pesquisa qualitativa, a partir da Hermenêutica Dialética enquanto norteador metodológico e abordagem de dados, foi realizada observação participante em uma instituição psiquiátrica durante um período de quatro meses. Ainda, foi feito o estudo de 45 documentos institucionais referentes aos sujeitos internados nesse período e foram feitas entrevistas abertas com oito adolescentes internados na instituição. Para a análise, foi determinado como Categoria Analítica o conjunto de conceitos e práticas da perspectiva da desinstitucionalização e, a partir do material de campo, foram eleitas Categorias Empíricas e Operacionais. Após a leitura transversal dessas categorias, foram constituídos quatro temas de discussão. O primeiro, relativo ao perfil das 45 crianças e dos adolescentes internados no período do estudo, indicou que são características centrais: situações de vulnerabilidade diversas, frágil rede social, de suporte e de serviços, baixo grau de escolarização, passagens por outras instituições, e atribuição de um conjunto de traços que definem os sujeitos como sendo desviantes em relação a uma norma; assim, pode-se afirmar que há uma carreira de internação e psiquiatrização da vida, que diz respeito às vicissitudes da vida e a uma série de passagens institucionais. O segundo tema, compreendeu a psiquiatria enquanto uma prática ideológica sustentada por dois mecanismos principais: a produção de um curto-circuito simplificador da vida, no qual a expressão de relações de agressividade determina a internação; e a atribuição de um diagnóstico psiquiátrico abrangente, o F.29, que ocupa a função de justificar e legitimar a internação. O terceiro tema apontou que a instituição tem um claro esquema institucionalizante, baseado em um princípio autoritário-hierárquico e determinado pelo regramento do cotidiano. O quarto tema assinalou que, nas diferentes situações de internação, há uma mesma lógica operando: o circuito do controle, constituído por meio de dependências recíprocas de aparatos institucionais, dentre os quais o que sustenta efetivamente esse circuito é a instituição psiquiátrica. Conclui-se que, mesmo em um cenário de avanços da reforma psiquiátrica, lógicas segregatórias e asilares permanecem nas relações entre sujeitos e entre instituições, o que coloca a necessidade de continuidade da luta pela efetivação da reforma psiquiátrica.

    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga (Responsável), Ana Flávia Pires Luca d'Oliveira

  • 2012 – 2014Pesquisa

    Community of practice: A methodology to improve occupational therapy practice?

    Concluído

    Trata-se de uma cooperação científica entre pesquisadores da Universidade de São Paulo e da Universidade of Western Ontario, Canada, apoiada pelo Acordo de cooperação entre a FAPESP e universidades de Toronto e Western Ontario Seus objetivos são:: a. Produzir conhecimento sobre epistemologias da prática e no campo dos fundamentos teórico-metodológicos da Terapia Ocupacional. b. Produzir conhecimento no uso das comunidades de prática para o desenvolvimento de práticas reflexivas e reflexividade epistêmica em Terapia Ocupacional, e em particular, em práticas em contextos hospitalares. c. Refletir sobre as as semelhanças e diferenças na aplicação destes construtos no contexto brasileiro (comparado ao Canadense). d. Refletir sobre desafios e oportunidades na aplicação destes construtos no contexto brasileiro (comparado ao Canadense)

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga, Sandra Maria Galheigo (Responsável), Lilian Vieira Magalhães, Elisabeth Anne Kinsella

  • 2012 – 2018Pesquisa

    Terapia Ocupacional, práxis profissional, cidadania e produção de cuidado e de vida

    Concluído

    A presente pesquisa dedica-se a estudar a temática da prática profissional do terapeuta ocupacional nos processos de produção de cuidado e de vida e, de promoção do acesso a direitos e da participação social, a partir de aportes sócio históricos, críticos e, da integralidade e da ética do cuidado. Seu objetivo geral é investigar sobre a prática do terapeuta ocupacional em seu diálogo com o cotidiano, as trajetórias e, as necessidades de cuidado e de sustentação de projetos de vida. Com foco nos sujeitos e coletivos sob condições de vulnerabilidade social, adoecimento, hospitalização, e/ou fragilização das redes sociais de suporte, os objetivos específicos da pesquisa são os de conhecer e refletir sobre: (i) seu cotidiano e trajetórias de vida; (ii) suas necessidades de cuidado e de sustentação de projetos de vida; (iii) seus itinerários terapêuticos e de acompanhamento social; (iv) as oportunidades e obstáculos para o exercício de direitos e da participação social. Os objetivos específicos da pesquisa, cujo foco é a práxis profissional do terapeuta ocupacional, são os de conhecer e refletir sobre: (i) a prática da Terapia Ocupacional em serviços sociais e de saúde, a partir de aportes sócio históricos, críticos e, da integralidade e da ética do cuidado; (ii) o exercício da reflexão crítica sobre a prática profissional com vistas à sustentação de um compromisso ético-político da Terapia Ocupacional com os sujeitos e coletivos; (iii) a educação profissional e interprofissional com vistas à produção de trabalhadores sociais e de saúde com uma formação crítica, comprometida com o exercício da cidadania e a produção de cuidado e de vida. Para fundamentar as proposições de uma terapia ocupacional reflexiva e crítica, os objetivos específicos da pesquisa são: (i) estudar a produção filosófica e sociológica crítica sobre os conceitos de cotidiano, práxis, vida ativa, trabalho, labor, emancipação e transformação social; (ii) estudar a literatura crítica sobre práxis profissional e reflexividade epistemológica. Tendo em vista esses objetivos, pretende-se realizar estudos teóricos e de caráter qualitativo por meio de abordagens sócio históricas e hermenêutico-críticas, com vistas a compreender os processos vividos por profissionais e usuários de serviços sociais e de saúde, a partir de suas percepções e reflexões. As contribuições esperadas da pesquisa é que esta produza subsídios para o fomento da práxis do terapeuta ocupacional pautada na integralidade e na humanização do cuidado e, em um compromisso ético-político com vistas ao exercício de direitos e a participação social dos sujeitos e coletivos.

    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga, Sandra Maria Galheigo (Responsável)

  • 2011 – 2013Pesquisa

    Comunidades de prática em Terapia Ocupacional

    Concluído

    As práticas hospitalares em terapia ocupacional vêm apresentando um crescimento recente em produções científicas e expansão da assistência, mas ainda é um campo em consolidação. Os profissionais ainda se deparam com dificuldades teórico-metodológicas, o que aponta para a necessidade de construção de estratégias que fomentem a reflexão epistêmica do campo. A criação de comunidades de práticas tem sido estratégia utilizada em países como o Canadá e a Austrália para fomentar a reflexão epistêmica e o desenvolvimento de tecnologias de cuidado. Este projeto de pesquisa visa a desenvolver estudo exploratório para verificar a exequibilidade e o impacto da criação de comunidades de prática para o fomento da reflexividade epistemológica e o aprimoramento da produção de cuidado oferecido pela terapia ocupacional para crianças e adolescentes em condições de adoecimento, hospitalização e vulnerabilidade. Os participantes da pesquisa serão terapeutas ocupacionais que trabalham em enfermarias ou hospitais pediátricos na cidade de São Paulo, compreendendo de 6 a 12 participantes. O estudo, de caráter qualitativo, utilizará como norteador metodológico o referencial hermenêutico-crítico. Consistirá na implementação de uma comunidade de prática por meio da pesquisa-ação, utilizando grupos focais, oficinas disparadoras e oficinas Moodle como recursos coadjuvantes. Será realizada a análise de conteúdo dos grupos focais e dos materiais disponibilizados no Moodle com o auxílio do software NVivo. Pelo processo interpretativo, buscar-se-á-se aprender o significado dos discursos dos participantes e o processo de intersubjetividade estabelecido na comunidade de prática; por meio da perspectica dialética, buscar-se-á compreender criticamente o dissenso e a influência dos macro-processos na constituição das práticas hospitalares em terapia ocupacional.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga, Sandra Maria Galheigo (Responsável)

  • 2008 – 2009Pesquisa

    O Projeto de Geração de Trabalho e Renda O Bar BibiTantã: a perspectiva de usuários

    Concluído

    A criação de programas de inserção no trabalho vem se apresentando como um dos desafios no processo de reforma psiquiátrica no Brasil. No cenário nacional, teve início, em 2004, a sistematização de proposições para o campo e a escolha de articulação com a perspectiva da economia solidária, através de parceria com a Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego. Essa parceria é ainda recente e coloca diversas questões, como a necessidade de compreender a inserção no trabalho como exercício de direitos, e de considerar que constitui uma das estratégias fundamentais nos projetos e processos de produção de autonomia e de fortalecimento do
poder contratual das pessoas com a experiência do sofrimento psíquico. Nessa perspectiva, torna-se fundamental o desenvolvimento de estudos que visem a compreender e refletir sobre a construção desse campo, as experiências em curso, e as percepções de usuários de serviços de saúde mental envolvidos em programas de inserção no trabalho. O presente estudo realizado como parte integrante da disciplina ?Iniciação à Pesquisa II - Campo: Terapia Ocupacional em Saúde Mental? do Curso de
Terapia Ocupacional do Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, objetivou conhecer, compreender, e analisar o ponto de vista de usuários-trabalhadores do Projeto de Geração de Trabalho e Renda O Bar BibiTanTã sobre: inserção no projeto; cotidiano de trabalho; e as repercussões na vida cotidiana com a participação no projeto. Trata-se de estudo qualitativo e foram realizados levantamento documental e entrevistas semiestruturadas com seis participantes do referido projeto. As entrevistas foram realizadas
com o consentimento pós-esclarecido dos participantes e foram gravadas, transcritas, e apresentadas aos entrevistados para a realização de alterações. Foi realizada análise temática e a discussão foi desenvolvida em diálogo com a perspectiva teórica da reabilitação como cidadania. A análise das entrevistas indicou que: a motivação de inserção no projeto está articulada aos desejos e necessidades dos entrevistados; que o cotidiano de trabalho do Bar BibiTanTã possibilita a construção de processos de novas ?identidades? e novos lugares sociais; e que as repercussões na vida cotidiana referem-se:
às trocas sociais, à ampliação da circulação social, e à possibilidade de trabalhar e de ter renda. Os resultados apontam que, para os entrevistados, a inserção no Bar BibiTanTã tem se constituído como possibilidade de ampliação do poder de contratualidade.

    Equipe

    Cláudia Pellegrini Braga (Responsável), Fernanda Nicácio

Orientações

8 de 8 orientações
Por página
  • Mestrado
    desde 2025
    Rhayane do Nascimento Silva · Orientação
    Arte, Cultura, Loucura, Cuidado em Liberdade e Atenção Psicossocial: Encruzilhadas de Encontro e Possibilidades · TERAPIA OCUPACIONAL E PROCESSOS DE INCLUSÃO SOCIAL · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Graduação
    desde 2025
    Isabela Oliveira Lima · Orientação
    Retratos de um cotidiano em carnaval: vozes e olhares de integrantes da Ala Loucos pela X · Terapia Ocupacional · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Iniciação Científica
    desde 2025
    Thaina de Andrade dos Santos · Orientação
    ireitos humanos, Políticas sobre Drogas e gênero: análise das diretrizes internacionais à luz da realidade brasileira · Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional FMUSP · Bolsa Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento da Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Iniciação Científica
    desde 2025
    Camilla Tres · Orientação
    O ponto de vista de familiares de pessoas com problemas de saúde mental sobre o cuidado de si e a qualidade do cuidado em um CAPS III · Terapia Ocupacional · Universidade de São Paulo · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Isabel Agostinha Salles Lopes · Orientação
    Construção do cuidado em saúde mental: o ponto de vista de trabalhadores de Centros de Atenção Psicossocial sobre práticas corporais, expressivas e comunicativas · Programa de Mestrado Profissional Terapia Ocupacional e Processos de Inclus · Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional FMUSP
    Em andamento
  • Iniciação Científica
    desde 2024
    Bruna Pereira Vieira · Orientação
    O samba como dispositivo de aquilombamento no território da cracolândia ? São Paulo · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Outro
    desde 2024
    Gabriela Lino de Araújo · Orientação
    A qualidade de direitos vivenciados por pessoas com problemas de saúde mental: formando agentes de promoção de cidadania · Terapia Ocupacional · Universidade de São Paulo · Bolsa Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento da Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Outro
    desde 2024
    Mileni Aparecida dos Santos · Orientação
    A qualidade de direitos vivenciados por pessoas com problemas de saúde mental: formando agentes de promoção de cidadania · Terapia Ocupacional · Universidade de São Paulo · Bolsa Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento da Universidade de São Paulo
    Em andamento

Bancas julgadoras

04 registros
4 de 4 bancas
Por página
  • 2025
    Mirella Ferreira Santos
    CAPS infantojuvenil e o acompanhamento de jovens em medidas socioeducativas: o desafio da inclusão social. · TERAPIA OCUPACIONAL E PROCESSOS DE INCLUSÃO SOCIAL · Universidade de São PauloBanca: Sandra Maria Galheigo, Cláudia Pellegrini Braga, Maria Fernanda Barboza Cid, Luciana Togni de Lima Silva e Surjurs
    Mestrado
  • 2025
    Juliana Romero Scharra
    Residência Inclusiva e os caminhos possíveis para a garantia do direito à uma moradia digna para pessoas com deficiência · Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional FMUSPBanca: Cláudia Pellegrini Braga, Marta Carvalho Almeida, Carla regina Silva Soares, Ana Carolina de Souza Basso
    Mestrado
  • 2025
    Caroline Ballan
    Garantir direitos é qualidade no Centro De Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas III: pesquisa avaliativa de método misto · Programa de Pós-Graduação Interunidades EEUSP-EERP da Escola de Enfermagem · Universidade de São PauloBanca: Marcia Aparecida Ferreira de Oliveira, Sonia Barros, Cláudia Pellegrini Braga, Paula Pinho
    Doutorado
  • 2025
    Concurso público para o provimento de um (01) cargo de Professor Doutor junto ao Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da FMUSP, com base no programa da Área de Terapia Ocupacional e Saúde Mental
    · Universidade de São PauloBanca: Cláudia Pellegrini Braga, Eliane Dias Castro, Lilian Vieira Magalhães, Andrea Perosa Saigh Jurdi, Luciana Togni de Lima e Silva Surjus
    Concurso público

Revisor de periódico

15 registros
  1. 2025 – presenteVínculo atual
    ESTUDOS DE PSICOLOGIA (NATAL. ONLINE)
    Revisor de periódico
  2. 2025 – presenteVínculo atual
    RBPG - REVISTA BRASILEIRA DA PÓS-GRADUAÇÃO
    Revisor de periódico
  3. 2024 – presenteVínculo atual
    Revista de Terapia Ocupacional da USP
    Revisor de periódico
  4. 2024 – presenteVínculo atual
    Revista de Terapia Ocupacional da USP
    Revisor de periódico
  5. 2024 – presenteVínculo atual
    Health Policy Open
    Revisor de periódico
  6. 2023 – presenteVínculo atual
    BMJ Global Health (2059--790)
    Revisor de periódico
  7. 2021 – presenteVínculo atual
    CADERNOS SAÚDE COLETIVA (UFRJ)
    Revisor de periódico
  8. 2020 – presenteVínculo atual
    PHYSIS. REVISTA DE SAÚDE COLETIVA (ONLINE)
    Revisor de periódico
  9. 2019 – presenteVínculo atual
    Cadernos Espinosanos
    Revisor de periódico
  10. 2018 – presenteVínculo atual
    Revista Ciência & Saúde Coletiva
    Revisor de periódico
  11. 2017 – presenteVínculo atual
    Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional
    Revisor de periódico
  12. 2017 – 2017
    TRÁGICA: ESTUDOS SOBRE NIETZSCHE
    Revisor de periódico
  13. 2016 – presenteVínculo atual
    Saude e Sociedade
    Revisor de periódico
  14. 2015 – presenteVínculo atual
    Interface (Botucatu. Online)
    Revisor de periódico
  15. 2015 – 2015
    Teoria & Sociedade (UFMG)
    Revisor de periódico

Prêmios e títulos

01 registro
1 de 1 prêmio
Por página
  • 2018
    Best presentation XIII WAPR World Congress ?Recovery, Citizenship, Human Rights; Reviewing consensus
    World Association for Psychosocial Rehabilitation (WAPR)

Participação em eventos

88 registros
88 de 88 participações
Por página
  • 2025
    Desafios para uma Política Antimanicomial
    7º Fórum de Direitos Humanos e Saúde Mental · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2025
    Salud Mental y seguridad social
    Primer Congreso Internacional de Seguridad Social · Moderador · Convidado · Ciudad del Mexico
  • 2025
    Comentários sobre CAIS
    1º Encontro Formativo dos Centros de Acesso a Direitos e Inclusão Social · Avaliador · Convidado · Brasilia
  • 2025
    Delegação Brasileira
    Session 68º of the Convention on Narcotic Drugs · Outras formas · Participante · Viena
  • 2025
    Temas de investigação e trabalho do Laboratório Saúde Mental Global, Terapia Ocupacional/FMUSP
    Reunião Clínica Instituto Perdizes do HCFMUSP · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2024
    Terapia Ocupacional em Saúde Mental
    CONFITO24 · Moderador · Convidado · São Paulo
  • 2024
    Grande Debate - Continuamos inventivos? Desafios da Reforma Psiquiátrica
    9º Congresso Brasileiro de Saúde Mental · Moderador · Convidado · Belém, Pará
  • 2024
    XIV Congreso LatinoAmerciano y del Caribe de Terapia Ocupacional y II Congreso Peruano de Terapia Ocupacional
    Ouvinte · Lima
  • 2024
    Seminário Internacional de Redução de Danos: Evidências Científicas, Tecnologias e Participação
    Ouvinte · Santos
  • 2024
    Traduções entre práticas de saúde mental
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