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Perfil do docente · ESALQ

Jorge Alberto Marques Rezende.

Livre · Departamento de Fitopatologia e Nematologia

Currículo atualizado em 01/12/2025

FitopatologiaVirologia Vegetal

Cita-se como: REZENDE, J. A. M.;Rezende, J. A. M.;Rezende, Jorge Alberto Marques;REZENDE, JORGE A. M.;REZENDE, JORGE ALBERTO M.;Marques Rezende, J A;MARQUES REZENDE, J. A.;REZENDE  , J.A.M.;REZENDE, J.A.M.;REZENDE, JORGE A.M.;MARQUES REZENDE, JORGE ALBERTO

16 seções

Resumo biográfico

Possui graduação em Agronomia pela Universidade de São Paulo (1977), mestrado em Fitopatologia pela Universidade de São Paulo (1985) e doutorado em Plant Pathology - Oklahoma State University (1990), Livre Docente pela Universidade de São Paulo (1996), Pós Doutorado pela Texas AM University (1998). Prof. Titular, MS-6 da Universidade de São Paulo desde 2003. Chefe do Departamento de Fitopatologia e Nematologia, ESALQ, USP no período de junho de 2009 a maio e 2013. Chefe suplente do mesmo departamento de junho de 2015 a maio de 2019. Editor Chefe da Scientia Agricola dezembro de 2022 a novembro 2025. Chefe do Departamento de Fitopatologia e Nematologia desde junho de 2023. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Fitopatologia, atuando principalmente na área de Virologia Vegetal com ênfase em viroses de cucurbitáceas, maracujazeiro e algumas solanáceas, onde aborda aspectos de diagnose, epidemiologia e controle.

Indicadores

Áreas de atuação

02 registros
  • Ciencias Agrarias
    Agronomia
    Fitossanidade › Fitopatologia
  • Ciencias Agrarias
    Agronomia
    Fitossanidade › Virologia Vegetal

Formação acadêmica

05 registros
  1. 1997 – 1998Pós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · Texas A&M University
    Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
  2. 1987 – 1990DoutoradoConcluído
    Plant Pathology · Oklahoma State University
    “SUPERINFECTION BETWEEN STRAINS OF TOBACCO MOSAIC VIRUS”
    Orientação: JOHN L. SHERWOODBolsa Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
  3. 1981 – 1985MestradoConcluído
    Fitopatologia · Universidade de São Paulo
    “TENTATIVAS DE PREMUNIZACAO PARA O CONTROLE DO MOSAICO DO MAMOEIRO”
    Orientação: ALVARO SANTOS COSTA
  4. 1973 – 1977GraduaçãoConcluído
    Agronomia · Universidade de São Paulo
  5. Livre-docênciaConcluído
    Livre-docência · Universidade de São Paulo

Idiomas

02 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemRazoávelRazoável—
EspanholRazoável———

Atuação profissional

07 registros
  1. 2021 – presenteVínculo atual
    SCIENTIA AGRICOLA
    Membro de corpo editorial
  2. 2012 – 2017
    Tropical Plant Pathology (Impresso)
    Membro de corpo editorial
  3. 2003 – 2010
    Scientia Agricola
    Membro de corpo editorial
  4. 1993 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Prof. Titular, Ms-6Servidor Publico40h/sem
  5. 1993 – presenteVínculo atual
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Revisor de projeto de fomento
  6. 1993 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  7. 1978 – 1993Dedicação exclusiva
    Instituto Agronômico de Campinas
    Pesquisador CientíficoServidor Publico

Produção bibliográfica

555 registros
275 de 275 itens
Por página
  • 2018
    Concentration of Tomato severe rugose virus and Tomato chlorosis virus intomato and potato plants affects the transmission by Bemisa tabaci MEAM1
    Daiana Bampi; Heron D. Kraide; Gabriel Madoglio Favara; Jorge Alberto Marques Rezende · Advances in Plant Virology · Association of Applied Biologists · Birmingham
  • 2018
    Characterization of a Brazilian isolate of Beet necrotic yellow vein virus and reaction of two commercial cultivars of red table beet to rhizomania disease
    Viviana Marcela Camelo García; Tatsuya Nagata; ? Sonia Cristina da Silva Andrade; Jorge Alberto Marques Rezende · Advances in Plant Virology · Association of Applied Biologists · Birmingham
  • 2018
    Begomoviruses and crinivirus in tomato plants in the major growing regions of Brazil
    Tatiana Mituti; Monica A Macedo; Talita Nicola Zocca Silva; Helcio Costa; Tadeu Araujo Souza; Inoue-Nagata, Alice K. +1 autores · Advances in Plant Virology · Association of Applied Biologists · Birmingham
  • 2018
    Amplifier hosts as main inoculum sources of primary infection for tomato begomovirus epidemics in Brazil
    Bergamin Filho, Armando; Gabriel Madoglio Favara; Jorge Alberto Marques Rezende · 12th International Epidemiology Workshop · NIBIO · Lillehammer
  • 2018
    Latent and incubation periods of Cowpea aphid-borne mosaic virus in passionflower
    SPADOTTI, DAVID MARQUES DE ALMEIDA; Gabriel Madoglio Favara; Jorge Alberto Marques Rezende · 11th International Congress of Plant Pathology · International Society for Plant Pathology · Boston
  • 2017
    Effect of single and mixed infection of Tomato severe rugose virus (ToSRV) and Tomato chlorosis virus (ToCV) on plant development and virus titer
    Daiana Bampi; Gabriel Madoglio Favara; Jorge Alberto Marques Rezende · American Phytopathological Society Annual Meeting · American Phytopathological Society · San Antonio, Texas
  • 2017
    Species of plant source of Tomato chlorosis virus influences the transmission rate of the virus by Bemisia tabaci MEAM1
    Arnaldo Esquivel Fariña; Jorge Alberto Marques Rezende · 3rd Hemipteran-Plant Interactions Symposium · CSIC · Madri
  • 2017
    Cinética de la invasión sistémica del virus de la clorosis del tomate en tomate
    Gabriel Madoglio Favara; Daiana Bampi; Jorge Alberto Marques Rezende · : XXV Congreso de la Sociedad Chilena de Fitopatología. XIX Congreso Latino Americano de Fitopatología. LVII APS Caribbean Division Meeting · Universidad de Concepción · Termas de Chillán
  • 2017
    Bemisia tabaci MEAM1 can acquire Tomato severe rugose virus (ToSRV) during a probe lasting only one minute
    Tatiana Mituti; Rodrigo S Toloy; FAO Tanaka; Nathalie K P Maluta; João Roberto Spotti Lopes; Alberto Fereres +1 autores · 3rd Hemipteran-Plant Interactions Symposium · CSIC · Madri
  • 2017
    Reaction of potato genotypes to infection with Tomato chlorosis virus (ToCV)
    Luis Rafael Pinto; Daiana Bampi; Jorge Alberto Marques Rezende · American Phytopathological Society Annual Meeting · American Phytopathological Society · San Antonio, Texas
  • 2017
    Interação entre o Tomato chlorosis virus (ToCV) e o Tomato severe rugose virus (ToSRV) na transmissão por Bemisia tabaci biótipo B
    Vanessa Cícera dos Santos-Ramos; Jorge Alberto Marques Rezende; André Luis Lourenção · Congresso de Fitopatologia · Universidad de Concepción · Termas de Chillán
  • 2017
    Período de Incubação e Latência do Tomato severe rugose virus e o Tomato chlorosis virus em tomateiro
    Gabriel Madoglio Favara; Daiana Bampi; Karen M A Komada; Talita Nicola Zocca Silva; Jorge Alberto Marques Rezende · 50 Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Sociedade Brasileira de Fitopatologia · Uberlândia
  • 2017
    Loop-mediated isothermal amplification (LAMP) para detecção do Tomato severe rugose virus
    Tatiana Mituti; Daiana Bampi; Vanessa Cícera dos Santos-Ramos; Jorge Alberto Marques Rezende · 40 Congresso Paulista de Fitopatologia · Associação Paulista de Fitopatologia · Campinas
  • 2017
    Interação entre a batateira, o tomateiro e o pimentão na aquisição/transmissão do Tomato chlorosis virus
    Tatiana Mituti; Jorge Alberto Marques Rezende · 40º Congresso Paulista de Fitopatologia · Associação Paulista de Fitopatologia · Campinas
  • 2017
    Efeito de três inseticidas no controle das transmissões primária e secundária do Tomato chlorosis virus (ToCV) para tomateiro por Bemisia tabaci biótipo B
    Talita Nicola Zocca Silva; Gabriel Madoglio Favara; Jorge Alberto Marques Rezende · 50 Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Sociedade Brasileira de Fitopatologia · Uberlândia
  • 2017
    Detecção do Cowpea aphid-borne mosaic virus (CABMV) em seis cultivares de maracujá amarelo na região de Campo Grande e Três Lagoas, Mato Grosso do Sul
    Olita S Stangarlin; SPADOTTI, DAVID M. A.; Jorge Alberto Marques Rezende · 50 Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Sociedade Brasileira de Fitopatologia · Uberlândia
  • 2017
    New cultivar of squash (Cucurbita pepo) tolerant to Papaya ringspot virus ? type W
    Ludiana Canton; SPADOTTI, DAVID M A; Jorge Alberto Marques Rezende; Robson Marcelo Di Piero · 50 Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Sociedade Brasileira de Fitopatologia · Uberlândia
  • 2017
    Efficiency of systematic roguing of diseased plants for the management of Cowpea aphid-borne mosaic virus on passionflower orchards
    SPADOTTI, DAVID M. A.; Ana Paula de O Amaral Mello; Debora Maria S Freitas; Quelmo Silva de Novaes; Jorge Alberto Marques Rezende · : XXV Congreso de la Sociedad Chilena de Fitopatología. XIX Congreso Latino Americano de Fitopatología. LVII APS Caribbean Division Meeting · Termas de Chillan
  • 2016
    Lacunas epidemiológicas que dificultam a elaboração de estratégias de manejo de begomoviroses e crinivirose em solanáceas
    Jorge Alberto Marques Rezende · XXXIX Congresso Paulista de Fitopatologia · Associação Paulista de Fitopatologia · ISBN 1983-2729 · Piracicaba
  • 2016
    Ocorrência do Passionfruit severe leaf distortion virus em maracujazais no sudoeste da Bahia
    Gisele B Rodrigues; G G Rocha Sobrinho; Rodrigo S Toloy; Jorge Alberto Marques Rezende; Quelmo Silva de Novaes · XXXIX Congresso Paulista de Fitopatologia · Associaçao Paulista de Fitopatologia · ISBN 1983-2729 · Piracicaba
  • 2016
    Solanaceae: the main familý of alternative hosts for Tomato chlorosis virus in Brazil
    Arnaldo Esquivel Fariña; Jorge Alberto Marques Rezende · 13th International Plant Virus Epidemiology Symposium · University of Avignon · Avignon
  • 2015
    Detecção de um Tobamovirus em Hibiscus rosa sinensis no Estado de São Paulo
    Pedro M Alves; Buriolla, J. E.; Jorge Alberto Marques Rezende; S M Wong; KITAJIMA, ELLIOT W. · XXXVIII Congresso Paulista de Fitopatologia · Associação Paulista de Fitopatologia · ISBN 1983-2729 · Araras
  • 2015
    Avaliação de inseticidas no controle da transmissão do Tomato severe rugose virus por Bemiisia tabaci
    Marina M Gouvêa; Débora Maria Sansini Freitas; Luiz Fernando M Watanabe; Jorge Alberto Marques Rezende; André Luis Lourenção · 48 Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Sociedade Brasileira de Fitopatologia · São Pedro
  • 2015
    Efeito do acibenzolar-S-methil no controle do amarelão do tomateiro e em parâmetros biológicos de Bemisia tabaci biótipo B
    Michel R I Vargas; Jorge Alberto Marques Rezende; Sérgio Florentino Pascholati · 48 Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Sociedade Brasileira de Fitopatologia · São Pedro
  • 2015
    Hibridização in situ por fluorescência para localização do Tomato severe rugose virus em tomateiro
    Tatiana Mituti; Rodrigo S Toloy; FAO Tanaka; Jorge Alberto Marques Rezende · 48 Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Sociedade Brasileira de Fitopatologia · São Pedro

Produção técnica

70 registros
65 de 65 itens
Por página
  • 2024
    VARIABILIDADE DO VÍRUS DO MOSAICO DO MAMOEIRO E SEUS IMPACTOS NO MANEJO DA DOENÇA
    Jorge Alberto Marques Rezende
    Simposio
  • 2023
    Epidemiological lessons from a three-year scenario of tomato severe rugose virus and tomato chlorosis virus in the tomato-producing region of Sumaré, São Paulo, Brazil
    Jorge Alberto Marques Rezende
    Congresso
  • 2016
    LACUNAS EPIDEMIOLÓGICAS QUE DIFICULTAM A ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE MANEJO DE BEGOMOVIROSES E CRINIVIROSE EM SOLANÁCEAS
    Jorge Alberto Marques Rezende
    Congresso
  • 2015
    Mosaico do mamoeiro - epidemiologia e manejo
    Jorge Alberto Marques Rezende; José Aires Ventura
    Simposio
  • 2014
    Epidemiology and management of viruses transmitted by Bemisia tabaci in solanaceous crops
    Jorge Alberto Marques Rezende
    Congresso
  • 2013
    Tomato chlorosis virus em solanáceas no Brasil: ocorrência, epidemiologia e manejo
    Jorge Alberto Marques Rezende; Julio C Barbosa; Pedro Javier Córdoba Mansilla
    Seminario
  • 2013
    Algumas espécies vegetais suscetíveis ao Tomato chlorosis virus
    Julio C Barbosa; Bergamin Filho, Armando; Jorge Alberto Marques Rezende; Helcio Costa
    Congresso
  • 2013
    Proteção entre vírus de Plantas: mecanismos de ação e aplicações
    Jorge Alberto Marques Rezende
    Conferencia
  • 2013
    CONTROLE DE FITOVIROSES POR MEIO DO CONTROLE QUÍMICO DOS VETORES
    Jorge Alberto Marques Rezende
    Conferencia
  • 2013
    Tomato chlorosis virus em solanáceas no Brasil: ocorrência, epidemiologia e manejo
    Jorge Alberto Marques Rezende; Julio C Barbosa; Pedro Javier Córdoba Mansilla
    Congresso
  • 2011
    Bemisia tabaci biotype B acquires, but does not transmit a passiflora isolate of Sida mottle virus
    Ana Carolina Christino de Negreiros Alves; Jorge Alberto Marques Rezende; Inoue-Nagata, Alice K.
    Simposio
  • 2010
    Comparative epidemiology among three viruses of zucchini squash under field conditions
    Alécio S Moreira; Bergamin Filho, Armando; Jorge Alberto Marques Rezende
    Outra
  • 2010
    Evidência premilinares apontam baixa eficiência do roguing no manejo da clorose letal em Cucurbita pepo var. Caserta
    Caroline R. Costa; Bergamin Filho, Armando; Jorge Alberto Marques Rezende
    Outra
  • 2010
    Spatial and temporal dynamics of lethal chlorosis of cucurbits and population fluctuation of thrips vector
    Alécio S Moreira; Bergamin Filho, Armando; Jorge Alberto Marques Rezende
    Congresso
  • 2009
    Controle de fitoviroses por meio do combate aos vetores
    Jorge Alberto Marques Rezende
    Conferencia
  • 2009
    Doenças de plantas diagnosticadas na Clínica Fitopatológica Prof. Hiroshi Kimati em 2007
    Liliane D D Teixeira; N Diehl; A R Vergani; Ivan H Sendo; Jorge Alberto Marques Rezende
    Comunicacao
  • 2008
    Progresso na transformação genética do maracujazeiro para resistência ao Cowpea aphid-borne mosaic virus
    Jorge Alberto Marques Rezende; Alessandra C B Monteiro-Hara; Ana Paula C. Pinto; Adriana Salomão Jadão; Ricardo Harakava; Beatriz M J Mendes +1 autores
    Conferencia
  • 2007
    Proteção entre vírus de plantas: mecanismos de ação e aplicações
    Jorge Alberto Marques Rezende
    Conferencia
  • 2004
    Especulações sobre a origem das fitoviroses no Brasil
    Jorge Alberto Marques Rezende; E W Kitajima
    Conferencia
  • 2004
    Epidemiologia e Controle de Fitoviroses
    Jorge Alberto Marques Rezende
    Outra
  • 2003
    Control of Plant virus disease by preimmunization and biological control of vectors
    Jorge Alberto Marques Rezende
    Conferencia
  • 2002
    Linhas de pesquisa em Virologia Vegetal, ESALQ/USP
    Jorge Alberto Marques Rezende
    Seminario
  • 2001
    Controle de viroses através da pre-imunização
    Jorge Alberto Marques Rezende
    Outra
  • 2001
    Perspectiva da premunização no controle de fitoviroses no Brasil
    Jorge Alberto Marques Rezende
    Conferencia
  • 2001
    Diseases on vegetable crops in Brazil
    Jorge Alberto Marques Rezende; H Kimati
    Conferencia

Projetos de extensão

01 registro

Projetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.

1 de 1 projeto
Por página
  • 1994 – 2000Extensão

    Estudo da aplicação prática da premunização para o controle do mosaico da abobrinha de moita

    Em andamento
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável)

Projetos

54 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

54 de 54 projetos
Por página
  • 2020 – presentePesquisa

    ?ROGUING? SISTEMÁTICO DE PLANTAS DOENTES: TECNOLOGIA INOVADORA PARA O MANEJO REGIONAL SUSTENTÁVEL DO ENDURECIMENTO DOS FRUTOS DO MARACUJAZEIRO

    Em andamento

    O Brasil cultiva maracujazeiro praticamente em toda a sua extensão territorial, e a doença predominante em quase todas as regiões produtoras é denominada endurecimento dos frutos, causada pelo potyvirus cowpea aphid-borne mosaic virus (CABMV). A sua ocorrência reduz a vida útil da cultura de 36 meses para aproximadamente 18 meses. A disseminação do vírus no campo ocorre principalmente por afídeos, sendo a relação vírus-vetor do tipo não persistente. O controle do endurecimento dos frutos é difícil, sobretudo porque as espécies de Passiflora exploradas comercialmente não são resistentes ao vírus ou tolerantes à doença. Acrescenta-se que o controle químico do inseto vetor não é eficiente. As alternativas de manejo hoje disponíveis geralmente são insuficientes, e apenas diminuem parcialmente os danos provocados pelo CABMV em maracujazeiro. Diante deste cenário, este trabalho propõe a implantação de plantios pilotos de maracujazeiros em pequena escala na região de Piracicaba, SP, para validar a estratégia da erradicação sistemática de plantas doentes (roguing) através de inspeções semanais, como forma eficiente, sustentável e economicamente viável para o manejo da doença no campo. Em dois plantios, as plantas serão individualizadas nas espaldeiras e todas aquelas infectadas serão imediatamente erradicadas e substituídas por mudas sadias. O terceiro plantio, conduzido sem individualização e erradicação de plantas doentes será o controle. A produção quantitativa e qualitativa será avaliada e comparada. Ao final do segundo ano pretende-se realizar um dia de campo para divulgação dos resultados aos produtores de maracujá. O objetivo final desse projeto é contribuir para a melhoria do sistema de produção do maracujá, que envolve pequenos e médios produtores, através do manejo adequado do endurecimento dos frutos. Espera-se aumentar a longevidade das plantações com consequentes ganhos quantitativos e qualitativos na produção de maracujá.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável), Gabriel Madoglio Favara

  • 2018 – presentePesquisa

    Efeito da espécie hospedeira e da concentração do Tomato severe rugose virus na aquisição do vírus por Bemisia tabaci MEAM1 durante prova de alimentação de um minuto

    Em andamento

    O tomateiro é uma hortaliça de grande importância econômica para o Brasil e para o mundo. A planta pode ser afetada por doenças viróticas causadas por espécies do gênero Begomovirus. Nas regiões produtoras de tomate no Brasil predomina o Tomato severe rugose virus (ToSRV). Este vírus é transmitido pelas moscas branca Bemisia tabaci MEAM1 e MED, de maneira persistente circulativa. O período mínimo de acesso à aquisição (PAA) e inoculação (PAI) dos begomovírus por B. tabaci pode ser variável entre os vírus. Recentemente, foi evidenciado que B. tabaci MEAM1 pode adquirir o ToSRV durante um minuto de alimentação em tomateiros infectados. Este curto período de alimentação para a aquisição do vírus sugere que o ToSRV tem a capacidade de colonizar, além dos vasos do floema, células mais superficiais do hospedeiro, como por exemplo, as células da epiderme e do parênquima foliar. O ToSRV tem uma ampla gama de hospedeiros, que tem importância epidemiológica. No entanto, não há o conhecimento se B. tabaci é capaz de adquirir o ToSRV durante um minuto de alimentação em outros hospedeiros, que podem influenciar parâmetros epidemiológicos da doença no campo e o manejo com base na remoção de fontes de inóculo. Assim os objetivos do trabalho serão analisar a aquisição do ToSRV por B. tabaci MEAM1 durante um minuto de alimentação em tomateiro (Solanum lycopersicum) (controle), Nicandra physaloides, pimentão (Capsicum annuum), feijoeiro (Phaseolus vulgaris), soja (Glycine max) e maria pretinha (Solanum americanum). Será também avaliada a concentração do ToSRV por q-PCR, para posterior correlação com os processos de aquisição e a posterior transmissão para tomateiro e a preferência de B. tabaci à oviposição nesses hospedeiros.

    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável), Gressa Amanda Chinelato

  • 2018 – presentePesquisa

    BEGOMOVIRUS E CRINIVIRUS EM SOLANÁCEAS: EPIDEMIOLOGIA MOLECULAR REGIONAL E ALTERNATIVAS SUSTENTÁVEIS DE MANEJO

    Em andamento

    O projeto de pesquisa propõe dar continuidade aos estudos epidemiológicos, desta feita a nível regional, para identificar hospedeiros amplificadores (amplifier hosts) responsáveis por frequentes epidemias das doenças causadas por tomato severe rugose virus (ToSRV) e tomato chlorosis virus (ToCV) em cultivos de solanáceas em diferentes regiões produtoras do pais. Estudos básicos das características moleculares de begomovirus e crinivirus, bem como das interações vírus/vetores/plantas serão continuados, para ampliar a compreensão dos patossistemas. Ao final pretende-se estabelecer alternativas sustentáveis para o manejo dessas doenças principalmente em plantações de tomateiro, batateira e pimenteira. Para atingir esse objetivo a proposta é apresentada em cinco módulos com os seguintes objetivos específicos: (1) Biologia molecular ? detecção, caracterização molecular de begomovirus e fluxo gênico em Bemisa tabaci MEAM1; (2) Relações vírus-vetor-planta ? estudos populacionais e comportamentais de B. tabaci MEAM 1 e MED e relaçoes com vírus/plantas; (3) Epidemiologia regional? identificar a presença e atuação de hospedeiros amplificadores nas epidemias; (4) Fontes de inóculo: identificar a importancia de hospedeiros alternativos na epidemiologia das doenças; (5) O vetor ? estudar parâmetros biológicos; (6) Manejo ? estudar diferentes alternativas de manejo, tais como controle biológico do vetor, indição de resitência, resistencia genética, premunziação e manejo cultural.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável), Inoue-Nagata, Alice K., Bergamin Filho, Armando, André Luis Lourenção, João Roberto Spotti Lopes, Mirtes Freitas Lima, Miguel Michereff Filho, Alberto Fereres +6 integrantes

  • 2018 – presentePesquisa

    Tomato severe rugose virus: potencial de espécies suscetíveis como fonte de inóculo do vírus, transmissão vertical e horizontal por B. tabaci MEAM1 e seleção de estirpes fracas para pré-imunização em tomateiro

    Em andamento

    O tomateiro no Brasil é suscetível a diversas espécies de vírus do gênero Begomovirus. O Tomato severe rugose virus (ToSRV) destaca-se por predominar nos cultivos das principais regiões produtoras desta hortaliça no país e causar danos econômicos à produção. O ToSRV é transmitido de maneira persistente circulativa pela mosca-branca Bemisia tabaci MEAM1. Além do tomateiro, o ToSRV possui uma ampla gama de hospedeiros, entre plantas cultivadas e daninhas. Estes hospedeiros alternativos podem atuar como reservatórios do vírus no campo. Embora não muito frequente, há begomovírus que pode ser transmitido para a progênie de B. tabaci, por via transovariana e também entre adultos, via acasalamento, como demonstrado para o Tomato yellow leaf curl virus. Isto pode ter importância na epidemiologia da doença, uma vez que o inóculo viral se mantém no vetor, mesmo na ausência de plantas hospedeiras do vírus. Apesar do uso de cultivares resistentes e da aplicação constante de inseticidas para o controle do vetor, a doença associada ao ToSRV ocorre em altas incidências em cultivos de tomateiro. Esses fatos justificam a busca por mais conhecimento sobre a epidemiologia da doença e das relações vírus-vetor para permitir o desenvolvimento de medidas alternativas de manejo dessa begomovirose. Os objetivos deste trabalho serão: avaliar o potencial de espécies suscetíveis ao ToSRV como fonte de inóculo do vírus; verificar a transmissão transovariana e via acasalamento do ToSRV por B. tabaci MEAM1; procurar por estirpes fracas do ToSRV e realizar testes de pré-imunização em tomateiro. Os resultados obtidos fornecerão informações importantes que poderão ser utilizadas para o manejo mais eficaz dessa begomovirose na tomaticultura.

    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável), Gabriel Madoglio Favara

  • 2017 – presentePesquisa

    Características e implicações epidemiológicas de algumas hospedeiras alternativas do Tomato chlorosis virus e seu vetor Bemisia tabaci biótipo B

    Em andamento

    O tomateiro (Solanum lycopersicum L.) é uma das hortaliças mais cultivadas no mundo e apresenta uma grande importância econômica e social no Brasil. Entre as diferentes viroses que ataca a cultura nos principais estados produtores dessa hortaliça no país, o crinivirus Tomato clorosis virus (ToCV) tem ganhado maior atenção na ultima década. O controle do vetor, o aleyrodideos Bemisia tabaci MEAM1 não tem sido eficiente para o controle da incidência de vírus. Tampouco existem variedades/híbridos resistentes a esse crinivirus. Alternativas de controle com enfoque nas fontes de inoculo são necessárias, para isto, precisa-se um melhor entendimento do papel das fontes de inoculo no desarrolho da virose causada pelo ToCV. Os objetivos deste trabalho são: a) avaliar diferentes espécies hospedeiras alternativas do ToCV como potenciais fontes de inoculo do vírus mediante a quantificação do título viral no tecido vegetal e em insetos aleyrodideos após aquisição em elas: b) avaliar a eficiência de transmissão e persistência do vírus no vetor após aquisição nas diferentes espécies suscetíveis; c) avaliar a suscetibilidade das diferentes espécies hospedeiras em condições de campo; d) avaliar a preferência das espécies suscetíveis a oviposição de Bemisia tabaci; e) avaliar a eficiência das espécies suscetíveis como fontes de inoculo em condições de campo; f) coletar e identificar plantas daninhas infectadas com o ToCV em cultivos de tomateiro na região de Sumaré, SP. Esses conhecimentos poderiam dar aos produtores de tomate mais ferramentas para o manejo da doença no campo, com uma redução significativa no uso de inseticidas, o que beneficiaria tanto aos produtores quanto aos consumidores e ao ambiente.

    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável), Arnaldo Esquivel Fariña

  • 2014 – presentePesquisa

    RIZOMANIA DA BETERRABA EM SÃO PAULO: OCORRÊNCIA, GAMA PARCIAL DE HOSPEDEIROS, REAÇÃO DE GENÓTIPOS COMERCIAIS DE BETERRABA E VARIABILIDADE GENÉTICA DOS ISOLADOS DO VÍRUS

    Em andamento

    A beterraba (Beta vulgaris L.) é uma das principais hortaliças cultivadas no Brasil, sendo o estado de São Paulo uns dos principais produtores com 7.148,37 hectares. O Beet necrotic yellow vein virus (BNYVV) é um patógeno economicamente importante de beterraba, é transmitido pelo protozoário habitante do solo Polymyxa betae e causa a doença denominada rizomania. Em 2014, o BNYVV foi detectado pela primeira vez no Brasil em amostras de beterraba de mesa provenientes da região de São José do Rio Pardo, SP. Devido a que o vetor infectivo sobrevive no solo por muitos anos, a principal medida de controle é evitar a entrada do patógeno em áreas ainda livres do vírus e limitar sua disseminação em áreas já infestadas. Diante disso, o principal objetivo deste trabalho será o mapeamento da ocorrência do BNYVV nas áreas cultivadas com beterraba no estado de São Paulo, para fornecer subsídios para prevenir a disseminação do patógeno para áreas indenes. Além disso, pretende-se identificar a gama parcial de hospedeiros e avaliar a reação de diferentes genótipos comerciais de beterraba à infecção com BNYVV. As inoculações serão feitas usando solo seco e peneirado e mecanicamente. As avaliações das plantas inoculadas serão feitas mediante a observação de sintomas, e nested-RT-PCR. Também será determinada a variabilidade genética dos isolados de BNYVV infectando beterraba no estado de São Paulo.

    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável), CAMELO GARCIA, VIVIANA MARCELA

  • 2013 – 2016Pesquisa

    Efeito de inseticidas no controle das transmissões primária e secundária do Tomato severe rugose virus (ToSRV) para tomateiro pela Bemisia tabaci biótipo B

    Concluído
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável)

  • 2013 – 2018Pesquisa

    BEGOMOVIRUS E CRINIVIRUS EM SOLANÁCEAS: EPIDEMIOLOGIA MOLECULAR E ESTRATÉGIAS DE MANEJO

    Concluído

    O projeto de pesquisa ora proposto compreende sete módulos que possibilitarão uma melhor compreensão da estrutura e do comportamento de fitoviroses causadas por begomovirus e crinivirus em solanáceas no Brasil, condição sine qua non para a elaboração de sistemas mais racionais de manejo integrado dessas doenças. Os módulos têm os títulos e objetivos seguintes: (1) Biologia molecular ? detecção e caracterização de begomovirus e crinivirus em solanáceas em importantes áreas de produção no Brasil; (2) Relações vírus-vetor-planta ? determinação dos períodos de aquisição, inoculação e retenção dos vírus e efeitos dos vírus sobre os parâmetros biológicos do vetor; (3) Epidemiologia espacial e temporal ? compreender a estrutura e o comportamento de epidemias de fitoviroses que têm Bemisia tabaci como vetor; (4) Fontes de inóculo: primária e secundária ? quantificar a importância relativa das infecções primária e secundária e o papel de hospedeiros secundários na epidemiologia das fitoviroses; (5) Danos ? quantificar os danos à produção causados por begomovirus e crinivirus em condições brasileiras; (6) O vetor ? monitorar a dinâmica populacional de B. tabaci em condições de campo e quantificar sua influência na incidência das doenças; (7) Manejo ? determinar o efeito de inseticidas na transmissão de begomovirus e crinivirus e avaliar bancos de germoplasma de solanáceas para identificar fontes de resistência aos vírus e ao vetor. O objetivo geral deste projeto é controlar racionalmente as doenças causadas por begomovirus e crinivirus por meio de táticas combinadas, tendo como base conceitual o manejo integrado de pragas e doenças.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável), Lilian Amorim, Renate Krauze, Helcio Costa, Julio C Barbosa, Inoue-Nagata, Alice K., Bergamin Filho, Armando, André Luis Lourenção +6 integrantes

  • 2013 – 2016Pesquisa

    Estudos complementares da interação do Tomato severe rugose virus e a Bemisia tabaci biótipo B

    Concluído
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável)

  • 2012 – 2015Pesquisa

    Avaliação da resistência e/ou tolerância de tomateiro ao Tomato chlorosis virus (ToCV) transmitido por Bemisia tabaci biótipo B

    Concluído

    O Tomato chlorosis virus (ToCV, gênero Crinivirus, família Closteroviridae) é constituído por RNA de fita simples, senso positivo, transmitido de maneira semi-persistente por pelo menos três espécies de mosca-branca (família Aleyrodidae). Possui ampla gama de hospedeiros que inclui plantas domesticadas e ervas daninhas das famílias Solanaceae, Amaranthaceae, Apiaceae, Asteraceae, entre outras. No estado de São Paulo, Brasil, foi descrito pela primeira vez por Barbosa et al. (2008), causando clorose internerval nas folhas do terço inferior das plantas e perda de vigor dos tomateiros. A importância desta doença emergente tem incrementado nos últimos anos e, no entanto, até o momento não existem estimativas do dano causado nem conhecimento sobre variedades resistentes ou tolerantes à doença. Por tudo isso, foi proposto o presente trabalho para (i) avaliar a resistência de genótipos de tomateiro à infecção com o ToCV em casa de vegetação, (ii) avaliar a tolerância dos mesmos genótipos à doença e (iii) estimar o dano produzido, em campo protegido. Para atingir o primeiro objetivo mais de 30 genótipos de espécies selvagens, híbridos e cultivares comerciais de tomateiros disponíveis serão produzidos em bandejas de isopor para obter mudas distribuídas ao acaso, visando obter 10 repetições por genótipo. As mudas produzidas serão devidamente etiquetadas e mantidas numa estrutura protegida com tecido a prova de insetos. Entre 30 e 40 dias após a semeadura ou quando a maioria das mudas apresentarem as primeiras folhas verdadeiras serão realizadas liberações massais diárias de aleirodídeos virulíferos. No décimo dia, quando tenham sido liberadas em media 15 aleirodídeos por muda, serão suspendidas as inoculações e 24 horas depois as plantas serão tratadas com inseticida e transplantadas em vasos de alumínio com substrato de terra, areia e matéria orgânica (2:1:1) esterilizada. A partir de 30 dias após a última liberação de insetos virulíferos será determinado o número de planta

    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável)

  • 2011 – 2013Pesquisa

    Caracterização biológica, sorológica e molecular de isolados brasileiros do vírus do mosaico amarelo da abobrinha de moita

    Concluído

    O vírus do mosaico amarelo da abobrinha (Zucchini yellow mosaic virus -ZYMV) é provavelmente um dos mais dinâmicos e prejudiciais vírus emergentes de plantas. Desde sua primeira detecção na Itália e na França em 1973 e 1979, respectivamente, o ZYMV tem sido reportado em mais de 50 países variando de condições climáticas tropicais a temperadas em todos os continentes, exceto na Antártida. No Brasil esse potyvirus foi constatado primeiramente nos Estados de São Paulo e Santa Catarina, no início da década de 90 e posteriormente nos Estados do Ceará, da Bahia, do Rio Grande do Norte, do Pará, do Mato Grosso do Sul e do Maranhão. É provável que atualmente ocorra em todos os estados brasileiros onde se cultivam cucurbitáceas. Embora ocorra no Brasil há quase 20 anos, pouco se conhece sobre as características biológicas, sorológicas e moleculares dos isolados até então encontrados no país. Conhecimentos sobre a variabilidade de isolados de um vírus são fundamentais para o estabelecimento de estratégias duradouras de controle, particularmente nos trabalhos de melhoramento genético para desenvolvimento de variedades resistentes ou de premunização com estirpes fracas do vírus. Esse projeto de pesquisa tem por objetivo cobrir parcialmente essa lacuna para fornecer subsídios para programas de melhoramento genético e de premunização. Pretende-se ainda avaliar a interação entre uma estirpe fraca e outras severas do vírus na transmissão por afídeos Myzus persicae e Aphis gossypii.

    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável)

  • 2011 – 2014Pesquisa

    Identificação de hospedeiros alternativos do Zucchini lethal chlorosis virus e interação vírus/vetor

    Concluído

    Zucchini lethal chlorosis virus (ZLCV) é um vírus do gênero Tospovirus, causador da clorose letal da abobrinha de moita (Cucurbita pepo L. cv. Caserta). O vírus é transmitido pelo tripes Frankliniella zucchini. O desenvolvimento de um programa de manejo integrado para a clorose letal requer a compreensão de informações epidemiológicas básicas sobre o patossistema. Isso inclui conhecimento das fontes de infecção primária, os mecanismos de como o vírus é transmitido de planta para planta, como o vírus é introduzido para novos locais, como o vírus sobrevive entre estações de culturas, e identificação de fatores que favorecem a epidemia. Algumas destas informações são conhecidas para os tospovírus em geral, embora as informações existentes até o momento sobre o ZCLV são poucas e fragmentadas e não permitem estabelecer estratégias de manejo da doença. Diante disso, os principais objetivos deste trabalho são identificar os hospedeiros alternativos do ZCLV mediante testes sorológicos (PTA-ELISA, DOT-BOLT, tissue printing), biológicos (inoculação mecânica, exposição de plantas a infecção natural no campo) e moleculares (RT-PCR), e confirmar sua identidade mediante sequenciamento; e estabelecer a criação de Frankliniella zucchini para posterior estudo das relações vírus/vetor. As plantas que fossem identificadas como hospedeiras alternativas do ZLCV serão usadas para fazer ensaios de transmissão usando o tripes vetor.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável)

  • 2010 – 2011Pesquisa

    Caracterização biológica e molecular de isolados do Sugarcane mosaic virus (SCMV) e transmissão pelos afídeos Rhopalosiphum maidis e Melanaphys saccharis

    Concluído

    Os vírus pertencentes ao subgrupo do Sugarcane mosaic virus (SCMV, gênero Potyvirus, família Potyviridae infectam e causam mosaico em diferentes espécies botânicas da família Poaceae, como milho e sorgo, porém apenas o SCMV e o Sorghum mosaic virus (SrMV) infectam naturalmente a cana-de-açúcar. A doença causada pelo SCMV resulta em grandes perdas econômicas na produtividade de cana-de-açúcar e no desenvolvimento genético de novos clones. As perdas atingem de 30-40%, e em alguns casos, há perdas de 60-80%.
No Brasil, SCMV parece ser a única espécie causal da doença, e vem sendo controlada pela substituição das variedades suscetíveis por híbridos resistentes. Porém, embora a maioria das variedades comerciais de cana-de-açúcar seja considerada resistentes ou tolerante ao SCMV, há relatos de incidência de mosaico em tais variedades no campo, e os sintomas variam de forma a sugerir diferentes estirpes do SCMV.
Amostras com sintomas fraco, intermediário e severo de diversos clones e variedades, serão coletadas em campos experimentais de Assis, Piracicaba e Ribeirão Preto, SP, a fim de avaliar biológica e molecularmente os diferentes isolados do SCMV. Também será avaliada a transmissão desses isolados através dos afídeos Rhopalosiphum maidis e Melanaphys sacchari
.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável)

  • 2009 – presentePesquisa

    Estratégias para o controle do endurecimento dos frutos do maracujazeiro causado pelo Cowpea aphid borne mosaic virus (CABMV)

    Em andamento

    A família Passifloraceae encontra-se largamente distribuída pelos trópicos, com mais de 580 espécies. Dentre as comestíveis do gênero Passiflora, encontram-se Passiflora edulis, P. edulis f. flavicarpa e P. alata como as mais cultivadas no Brasil. O país é o principal produtor mundial de maracujá azedo e recentemente, a espécie P. alata (maracujá-doce) vem ganhando destaque no mercado de frutas frescas. Com o aumento da área cultivada, uma série de problemas fitossanitários tem prejudicado produção e qualidade dos frutos de maracujá. Dentre eles, o Cowpea aphid borne mosaic virus (CABMV), agente causal da doença denominada endurecimento dos frutos do maracujazeiro, tem se destacado, pois está disseminado por todas as áreas produtoras de maracujá no país. Esse vírus reduz a longevidade das plantas e provoca danos quantitativos e qualitativos na produção. Até o momento não se dispõe de alternativas duradouras e eficazes para o controle da doença. Diante disso, este projeto tem como objetivos estudar alternativas para o controle da doença: i) uma primeira proposta, com resultados a médio e longo prazo, propõe a continuidade dos estudos com as linhagens transgênicas, expressando o gene da proteína capsidial do vírus e que se revelaram resistentes ao patógeno. Nesse caso pretende-se avaliar as progênies R2 em casa de vegetação e futuramente em campo. Nessa mesma linha pretende-se avaliar novas linhagens transgênicas de maracujás azedo e doce recentemente obtidas com as construções antisense e hairpin do gene da proteína capsidial do CABMV; ii) uma segunda proposta, com o objetivo de proporcionar uma alternativa de controle da doença em um prazo mais curto, pretende-se estudar a viabilidade prática e econômica de uma nova prática de condução e manejo do plantio de maracujazeiro, associada com a erradicação sistemática das plantas com mosaico; iii) terceiro, reavaliar as possibilidades de seleção de estirpes fracas com maior poder invasivo e estáveis que possam ser utiliza

    Financiadores
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável), Quelmo Silva de Novaes, David Marques de Almeida Spadotti

  • 2009 – 2011Pesquisa

    Tentativa de isolamento do vírus associado à morte súbita dos citros para análise do seu envolvimento na morte das plantas

    Concluído

    A Morte Súbita dos Citros (MSC) foi identificada em 2001, no município de Comendador Gomes, Minas Gerais, e desde então, foi responsável pela perda de 4 milhões de plantas na região sul do Triângulo Mineiro, e no norte e noroeste do estado de São Paulo. É uma doença de combinação copa/porta-enxerto afetando principalmente laranjeira doce sobre limoeiro ?cravo?, e que culmina na morte das plantas. Apresenta como principal sintoma o amarelecimento dos tecidos internos da casca do porta-enxerto, na região do floema funcional. Passados oito anos do seu relato, até hoje não se tem conhecimento exato do agente causal e dos possíveis vetores. Sugere-se que, pela forma de distribuição das plantas doentes nos pomares, pelos sintomas da doença e pela associação constante nas plantas afetadas, os possíveis agentes patogênicos sejam o vírus da tristeza dos citros (Citrus tristeza virus - CTV) e um vírus da família Tymoviridae, denominado Citrus Sudden Death associated Virus (CSDaV). Como os dois vírus ocorrem simultaneamente em todas as plantas afetadas, há a necessidade de separá-los para a comprovação dos postulados de Koch. A presente proposta de pesquisa visa a separação desses vírus, por meio de inoculações em plantas indicadoras e a subseqüente reintrodução do CSDaV em plantas cítricas. A disponibilidade do CSDaV isolado, livre de CTV, é essencial para os testes de patogenicidade que indicarão se a doença é causada por esse vírus ou pela ação sinérgica entre ele e o CTV. Também será útil análise de possíveis vetores bem como purificação do vírus e conseqüente produção de anti-soro específico para diagnose da doença.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável), Nelson Arno Wulff

  • 2009 – 2011Pesquisa

    Análises epidemiológicas para o controle do vírus da clorose letal das cucurbitáceas (Zucchini lethal chlorosis virus - ZLCV)

    Concluído

    Diversas espécies de cucurbitáceas exploradas economicamente no Brasil são afetadas por diferentes vírus, que causam danos quantitativos e qualitativos na produção. Nos últimos anos tem chamado a atenção uma espécie do gênero Tospovirus, denominada Zucchini lethal chlorosis virus (ZLCV) pela alta incidência e danos severos a produção, especialmente de abobrinha de moita que é altamente susceptível ao patógeno. Avaliações de danos nessa espécie revelaram que plantas que exibiram sintomas até os 23 dias após a emergência (DAE) não produziram frutos. Plantas infectadas mais velhas produziram frutos comerciais, porém com redução de 78,5% na produção. Há evidência de que esse vírus é transmitido pelo tripes Frankliniella zucchini. Como se pode notar as informações existentes até o momento sobre o ZLCV são poucas e fragmentadas e não permitem estabelecer estratégias de manejo da doença. Diante disso, os principais objetivos dessa proposta são: a) estudar a distribuição temporal e espacial da doença em campo e identificar a importância das disseminações primária e secundária na epidemiologia da doença em campo; b) identificar hospedeiros naturais do vírus e c) estabelecer a criação de Frankliniella zucchini para posterior estudo das relações vírus/vetor. Além disso, propõe-se identificar o tipo de resistência encontrada na moranga var. Exposição de tal sorte a fornecer subsídios para futuros trabalhos de melhoramento.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável), Lilian Amorim, Bergamin Filho, Armando

  • 2009 – 2011Pesquisa

    Identificação do tipo de resistência da moranga (Cucurbita máxima) cv. Exposição ao Zucchini lethal chlorosis virus (ZLCV) e da possível interferência de dois potyvirus (PRSV-W e ZYMV) na resistência das plantas

    Concluído

    Nos últimos anos a incidência da clorose letal, causada pelo Zucchini lethal chlorosis virus (ZLCV), vem aumentando em plantios de cucurbitáceas e preocupando produtores pelos danos causados na produção. O ZLCV pertence ao gênero Tospovirus, família Bunyaviridade, e tem como vetor o tripes Frankliniella zucchini (Thysanoptera: Thripidae). Devido a poucas informações sobre esta virose em cucurbitáceas, somente algumas medidas profiláticas de controle têm sido recomendadas para minimizar a incidência da doença. A resistência genética, seja da forma tradicional ou por meio da transgenia, é considerada a melhor e mais eficiente forma de controle de viroses em geral. Para isto fontes de resistência ou tolerância são necessárias. Estudos recentes sobre a reação de espécies de curcubitáceas ao ZLCV indicaram que a moranga (Curcubita maxima) cv. Exposição foi altamente resistente à infecção natural e a inoculação mecânica com o ZLCV. Observações complementares a este estudo indicaram que a infecção com o PRSV-W parece quebrar a resistência da moranga cv. Exposição ao tospovírus. Essa proposta de pesquisa visa realizar análises complementares para melhor caracterizar a resistência da moranga cv. Exposição ao ZLCV, para que esta variedade seja utilizada em programas de melhoramento vegetal e estudar a interferência do Papaya ringspot virus ?type W (PRSV-W) e do Zucchini yellow mosaic virus (ZYMV) na resistência dessa cucurbitácea ao ZLCV.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável)

  • 2009 – 2010Pesquisa

    Avaliação da infecção natural e experimental de cucurbitáceas com o vírus do mosaico do mamoeiro ? estirpe mamoeiro

    Concluído

    Entre as hospedeiras de invasão sistêmica do vírus do mosaico do mamoeiro ? estirpe mamoeiro (PRSV-P) encontram-se espécies de cucurbitáceas, cuja suscetibilidade à transmissão experimental, mecânica e com afídeos, é variável. A literatura nacional e internacional apresenta resultados distintos quanto à recuperação do PRSV-P a partir de cucurbitáceas presentes próximas ou no interior de plantios de mamoeiros infectados com esse vírus. O presente projeto tem como objetivo estudar a infecção natural em campo de abobrinha de moita (Cucurbita pepo cv. Caserta), moranga (Cucurbita maxima cv. Exposição), pepino (Cucumis sativus) e melancia (Citrullus lanatus) com o PRSV-P presente em plantas de mamoeiro, com a finalidade de esclarecer o papel dessas espécies na epidemiologia do mosaico. Visa também avaliar em casa de vegetação a suscetibilidade das mesmas espécies de cucurbitáceas a seis isolados do PRSV-P obtidos de diferentes regiões do Brasil, em testes de transmissão mecânica e por afídeos. Para o desenvolvimento do trabalho em campo se realizará um total de três plantios contínuos das cucurbitáceas, nas regiões de Piracicaba, Rinópolis - São Paulo e Linhares ? Espírito Santo, nas entrelinhas de parcelas de mamoeiros já infetados com o PRSV-P. A partir dos 50 dias depois da semeadura se coletará amostras compostas dos ponteiros das folhas das plantas, que serão avaliadas segundo a sintomatologia. Em seguida se realizará o teste de recuperação biológica do PRSV-P, inoculando mudas de mamoeiro em casa de vegetação com macerados das amostras compostas. Os mamoeiros inoculados serão avaliados com base nos sintomas e testados pelo PTA-ELISA. No ensaio em casa de vegetação se avaliará sintomatologicamente e por PTA-ELISA a transmissão mecânica e por afídeos dos diferentes isolados do PRSV-P nas quatro espécies de cucurbitáceas. Também será feita a recuperação biológica dos isolados em plantas de mamoeiro, a partir dos cotilédones inoculados e dos ponteiros das cucurbitáceas

    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável)

  • 2007 – 2012Pesquisa

    Caracterização biológica, sorológica e molecular de um begomovírus que infecta o maracujazeiro (Passiflora edulis f. flavicarpa)

    Concluído
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável)

  • 2006 – 2007Pesquisa

    Estudo da interação do Tomato yellow vein streak virus (ToYVSV) com a Bemisia tabaci biótipo B e identificação de hospedeiras alternativas do vírus

    Concluído
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável)

  • 2006 – 2007Pesquisa

    Caracterização de um novo potyvirus causador de mosaico foliar e variegação floral em vinca (Catharanthus roseus) no Brasil

    Concluído
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável)

  • 2006 – 2007Pesquisa

    Reação de algumas espécies silvestres de Passiflora ao Cucumber mosaic virus (CMV) e avaliação do movimento sistêmico do vírus em Passiflora foetida

    Concluído
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável)

  • 2006 – 2009Pesquisa

    Caracterização biológica, sorológica e molecular de isolados fracos do vírus do mosaico do mamoeiro (Papaya ringspot virus ? type P) ocorrendo naturalmente em pomares no estado do Espírito Santo

    Concluído
    Financiadores
    • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável), José Aires Ventura, Helcio Costa

  • 2006 – 2009Pesquisa

    Transformação genética de maracujazeiro FB -100 para resistência ao PWV e análises complementares de transformantes IAC -275 e IAC -277 resistentes a este vírus

    Concluído

    O endurecimento dos frutos do maracujazeiro, causado pelo Passionfruit woodiness virus (PWV), é responsável por reduções significativas na produção quantitativa e qualitativa dessa frutífera. Até o momento não se dispõe de medidas permanentes de controle dessa doença, apesar dos esforços empreendidos. Mais recentemente, todavia, estudos realizados por um grupo de pesquisa do estado de São Paulo na tentativa de obter plantas das variedades comerciais FB-100 (Maguary), IAC-275 e IAC-277 trangênicas resistentes ao PWV, obtiveram resultados parciais bastante satisfatórios e promissores. Os transformantes primários T2 (IAC-277) e T8 (IAC-275) obtidos com a inserção do gene da proteína capsidial do PWV, apresentaram resistência a este vírus. Assim sendo, este trabalho propõe: i) a obtenção de clones de maracujazeiros FB-100 resistentes ao PWV, transformados via Agrobacterium, já que FB-100 é uma variedade elite de grande importância comercial e os ensaios de transformação desta variedade por biobalística e agro-biobalística não apresentaram resultados satisfatórios; ii) multiplicação e auto-fecundação dos transformantes primários T2 e T8, obtidos com a inserção do gene da proteína capsidial do PWV para avaliação das gerações futuras para seleção de plantas homozigóticas e 100% resistentes, que poderão posteriormente ser utilizadas para a reconstituição da variedade comercial, portando o transgene para resistência ao PWV; iii) avaliar se o alto nível de resistência constatada no transformante primário T2 é devida a resistência à infecção ou imunidade ao vírus; iv) avaliação da resposta do transformante primário T2 à infecção pelo Cucumber mosaic virus (CMV), já que normalmente em plantas não transformadas de maracujazeiro, este vírus fica restrito a porções sintomáticas dos ramos, não sendo considerado um problema para a cultura; v) análise da expressão do gene de resistência no transformante T2, ao antibiótico canamicina, já que a expressão de um gene de resistência a ant

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável), Beatriz M J Mendes, Adriana Salomão Jadão

  • 2005 – 2010Pesquisa

    Caracterizacão biológica, sorológica e molecular de isolados fracos do vírus do mosaico do mamoeiro presentes no Estado do Espírito Santo

    Concluído
    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Jorge Alberto Marques Rezende (Responsável)

Orientações

2 de 2 orientações
Por página
  • Pós-doutorado
    desde 2024
    Camila Geovana Ferro · Orientação
    · Universidade de São Paulo · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2023
    Matheus Rodrigues Magalhães Albuquerque · Orientação
    NOVA ABORDAGEM DE PREMUNIZAÇÃO PARA TENTATIVA DE CONTROLE DO ENDURECIMENTO DOS FRUTOS DO MARACUJAZEIRO · Agronomia (Fitopatologia) · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento

Bancas julgadoras

200 registros
200 de 200 bancas
Por página
  • 2023
    Caroline Ferreira Freire
    Características da transmissão de maize yellow mosaic virus (gênero Polerovirus) por afídeos (Hemiptera: Aphididae) em milho (Zea mays L.) · Entomologia · Universidade de São PauloBanca: João Roberto Spotti Lopes, Marcos Cesar Gonçalves, Jorge Alberto Marques Rezende
    Mestrado
  • 2022
    Gressa Amanda Chinelato
    Passionfruit severe leaf distortion virus (PSLDV): gama parcial de hospedeiros, reação de plantas de Passiflora spp. à infecção e relação virus-Bemisia tabaci MEAM1 · Agronomia (Fitopatologia) · Universidade de São PauloBanca: Jorge Alberto Marques Rezende, Quelmo Silva de Novaes, SPADOTTI, DAVID M A, Tatiana Mituti
    Doutorado
  • 2022
    Thiago Marques Costa
    Cucurbit whitefly-borne yellows virus, um recombinante de cucurbit aphid-borne yellows virus: estudos de transmissão e interação com o hospedeiro · Fitopatologia · Universidade de BrasíliaBanca: Tatsuya Nagata, Bergamann Moraes Ribeiro, Erich Yukio Tempel Nakasu, Renato de Oliveira Resende, Jorge Alberto Marques Rezende
    Doutorado
  • 2021
    EDUARDO VICENTIN
    Transmissão do tomato chlorosis virus pelas espécies crípticas Bemisia tabaci Mediterranean e Middle East-Asia Minor 1 e diversidade genética de isolados de pimentão, tomate e pepino · Agronomia (Proteção de Plantas) · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: KRAUSE-SAKATE, RENATE, Marcelo Agenor Pavan, Jorge Alberto Marques Rezende
    Mestrado
  • 2021
    Jorge Massaki Hasegawa
    Prevalência de espécies de orthotospovirus infectando tomateiros portadores do gene Sw5 e efeito do crinivirus tomato chlorosis virus na infecção com orthotospovirus · Agronomia (Fitopatologia) · Universidade de São PauloBanca: Bergamin Filho, Armando, Jorge Alberto Marques Rezende, Tatiana Mituti, Daiana Bampi
    Doutorado
  • 2021
    Eike Yudi Nishimura Carmo
    Trabalho de Conclusão de Curso · Ciências dos Alimentos · Universidade de São PauloBanca: Jorge Alberto Marques Rezende, Paula Porrelli Moreira da Silva, Aline Silva Mello Cesar
    Graduação
  • 2020
    Luis Fernando Maranhão Watanabe
    Biologia das espécies de mosca branca: performance e competitividade e a incidência e variabilidade do cassava common mosaic virus em mandioca no estado de São Paulo · Agronomia (Protecao de Plantas) · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: KRAUSE-SAKATE, RENATE, Regiane Bueno, Julio M Marubayashi, ROSSITTO DE MARCHI, BRUNO, Cristiane Muller, Jorge Alberto Marques Rezende
    Doutorado
  • 2020
    Vinicius Henrique Bello
    Dispersão de Bemisia tabaci mediterranean e virus associados no Brasil e transmissão de polerovirus por afídeos e mosca-branca em Israel. · Agronomia (Protecao de Plantas) · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: KRAUSE-SAKATE, RENATE, Marcelo Agenor Pavan, Julio M Marubayashi, ROSSITTO DE MARCHI, BRUNO, Jorge Alberto Marques Rezende
    Doutorado
  • 2019
    Felipe Barreto da Silva
    Efeitos do carlavirus Cowpea mild mottle virus em cultivares de seoja · Agronomia (Protecao de Plantas) · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: KRAUSE-SAKATE, RENATE, Marcelo Agenor Pavan, Jorge Alberto Marques Rezende
    Mestrado
  • 2019
    Leilane Karam Rodrigues
    Turnip mosaic virus: levantamento, identificação, caracterização biológica e molecular e aspéctos epidemiológicos dos isolados brasileiros que infectam brássicas · Sanidade,Segurança Alimentar e Ambiental no Agronegócio · Instituto BiológicoBanca: Marcelo Eiras, Juliana Freitas Astua, Kátia Regiane Brunelli, Renata Faier Calegario, DA SILVA, FABIO NASCIMENTO, Jorge Alberto Marques Rezende
    Doutorado
  • 2019
    Comissão avaliadora para promoção para a Classe E, Professor Titular, área Fitopatologia, UFMG
    · Universidade Federal de LavrasBanca: Edson Ampélio Pozza, Fernando César Juliatti, Sérgio Florentino Pascholati, Jorge Alberto Marques Rezende
    Professor titular
  • 2019
    Banca examinadora do Exame de qualificação de mestrado de Marina S. G. Saito
    · Universidade de São PauloBanca: Jorge Alberto Marques Rezende, José Belasque Júnior, Daiana Bampi
    Outra
  • 2018
    Ludiana Canton
    Alterações na atividade de enzimas antioxidantes e quantificação viral por RT-qPCR em cultivares de abobrinha infectadas por PRSV · Recursos Genéticos Vegetais · Universidade Federal de Santa CatarinaBanca: Robson Marcelo Di Piero, Jorge Alberto Marques Rezende, Ana Carolina Maisonnave Arisi, Marciel João Stadnik
    Mestrado
  • 2018
    Talita Nicola Zocca Silva
    Efeito de inseticidas no controle das transmissões primária e secundária do Tomato chlorosis virus (ToCV) para tomateiro por Bemisia tabaci MEAM1 · Agronomia (Fitopatologia) · Universidade de São PauloBanca: André Luis Lourenção, Tatiana Mituti, Valdir A Yuki, Jorge Alberto Marques Rezende
    Mestrado
  • 2018
    Karen Missy Aki Komada
    Efeitos de tomato chlorosis virus (ToCV) na seleção de plantas hospedeiras por Bemisa tabaci (Gennadius) (Hemiptera: Aleyrodidade) · Entomologia · Universidade de São PauloBanca: João Roberto Spotti Lopes, Jorge Alberto Marques Rezende, Edson Luiz Lopes Baldin, KRAUSE-SAKATE, RENATE
    Mestrado
  • 2018
    Vanessa Cícera dos Santos Ramos
    Interferência do Tomato severe rugose virus (ToRSV) na transmissão do Tomato chlorosis virus (ToCV) por Bemisia tabaci em tomateiro e o efeito de inseticidas no controle da transmissão simultânea dos dois vírus por esse inseto · Agronomia (Fitopatologia) · Universidade de São PauloBanca: SPADOTTI, DAVID M A, Lillian Silveira Pereira, Renate Krauze, Valdir A Yuki, Jorge Alberto Marques Rezende
    Doutorado
  • 2018
    Aline Daniele Tassi
    Diversidade morfológica e genética de diferentes espécies de Brevipalpus (Acari: Tenuipalpidae) e suas competências como vetores de vírus, · Agronomia (Fitopatologia) · Universidade de São PauloBanca: Elliot W Kitajima, Denise Návia Magalhães Ferreira, Juliana Freitas Astua, Valdenice Moreira Novelli, Gilberto José de Moraes, Jorge Alberto Marques Rezende
    Doutorado
  • 2018
    Bruno Rossitto de Marchi
    Análise de transcriptomas de mosca-branca (Bemisia tabaci) e diversidade genética em cloroplastos de mandiocas (Manihot esculenta) infectadas com o vírus · Agronomia (Proteção de Plantas) · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: KRAUSE-SAKATE, RENATE, Jayme Augusto de Souza Neto, Julio M Marubayashi, Valdir A Yuki, Monika Fecury Moura, Jorge Alberto Marques Rezende
    Doutorado
  • 2018
    Banca examinadora do Exame de qualificação de mestrado de Daniel Baumgartner Mendes Grossi
    · Universidade de São PauloBanca: Marcel Bellato Sposito, SPADOTTI, DAVID M A, Jorge Alberto Marques Rezende
    Outra
  • 2017
    Gabriel Madoglio Favara
    Cinética da invasão sistêmica e períodos de latência e de incubação do Tomato severe rugose virus e do Tomato chlorosis virus, em infecções simples e mista, em tomateiro · Agronomia (Fitopatologia) · Universidade de São PauloBanca: Jorge Alberto Marques Rezende, Bergamin Filho, Armando, João Roberto Spotti Lopes, KRAUSE-SAKATE, RENATE
    Mestrado
  • 2017
    Nathalie Kristine Prado Maluta
    Respostas biológicas e comportamentais de Bemisia tabaci (Genn.) (Hemiptera: Aleyrodidae) a plantas de tomate infectadas por Tomato chlorosis virus (ToCV) e Tomato severe rugose virus (ToSRV) e atividades estiletares associadas à inoculação de ToCV · Entomologia · Universidade de São PauloBanca: João Roberto Spotti Lopes, André Luis Lourenção, Jorge Alberto Marques Rezende, José Mauricio Simões Bento, Alberto Fereres
    Doutorado
  • 2017
    Gisele Brito Rodrigues
    Etiologia, ocorrência e epidemiologia de uma begomovirose do maracujazeiro na região Sudoeste da Bahia · Agronomia (Fitotecnia) · Universidade Estadual do Sudoeste da BahiaBanca: Quelmo Silva de Novaes, Abel Rebouças São José, Maria Aparecida Castellani, Jorge Alberto Marques Rezende, Bergamin Filho, Armando
    Doutorado
  • 2017
    Luiz Rafael Pinto
    Tomato chlorosis virus: purificação, produção de antissor, reação de genótipos e avaliação de danos em batateira · Agronomia (Fitopatologia) · Universidade de São PauloBanca: Bergamin Filho, Armando, Valdir A Yuki, Jorge Alberto Marques Rezende, Lillian Silveira Pereira, Daiana Bampi
    Doutorado
  • 2016
    Líllian Beatriz Januario Bibiano
    Analise de ligação do gene Zym-2 com microsatélites e reação de acessos de meloeiro os zucchini yellow mosaic virus (ZYMV) · Agronomia (Fitopatologia) · Universidade de São PauloBanca: Luis E A Camargo, Jorge Alberto Marques Rezende, Glauber Henrique de Sousa Nunes
    Mestrado
  • 2016
    Lillian Silveira Pereira
    Interações Bemisia tabaci biótipo B e Tomato chlorosis virus em clones de batata · Agricultura Tropical e Subtropical · Instituto Agronômico de CampinasBanca: André Luis Lourenção, Jorge Alberto Marques Rezende, Luiz Garrigós Leite, Arlete Marchi Tavares de Melo, Walter José Siqueira
    Doutorado

Revisor de periódico

16 registros
  1. 2018 – presenteVínculo atual
    JOURNAL OF VIROLOGICAL METHODS
    Revisor de periódico
  2. 2016 – presenteVínculo atual
    JOURNAL OF PLANT PATHOLOGY
    Revisor de periódico
  3. 2012 – presenteVínculo atual
    PLANT PATHOLOGY
    Revisor de periódico
  4. 2012 – presenteVínculo atual
    PLANT DISEASE
    Revisor de periódico
  5. 2007 – presenteVínculo atual
    Horticultura Brasileira
    Revisor de periódico
  6. 2006 – presenteVínculo atual
    Ciência e Agrotecnologia (1413-7054)
    Revisor de periódico
  7. 2005 – presenteVínculo atual
    Acta Scientiarum (UEM)
    Revisor de periódico
  8. 2005 – presenteVínculo atual
    Neotropical Entomology
    Revisor de periódico
  9. 2005 – presenteVínculo atual
    Revista Ciência Agronômica
    Revisor de periódico
  10. 2004 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Fruticultura
    Revisor de periódico
  11. 2003 – presenteVínculo atual
    Bragantia (São Paulo)
    Revisor de periódico
  12. 2003 – 2003
    Phytopathology
    Revisor de periódico
  13. 2001 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Horticultura Ornamental
    Revisor de periódico
  14. 2000 – presenteVínculo atual
    Scientia Agricola
    Revisor de periódico
  15. 1981 – presenteVínculo atual
    Summa Phytopathologica
    Revisor de periódico
  16. 1981 – presenteVínculo atual
    Fitopatologia Brasileira
    Revisor de periódico

Prêmios e títulos

07 registros
7 de 7 prêmios
Por página
  • 2015
    Prêmio Paulista de Fitopatologia
    Associação Paulista de Fitopatologia
  • 2015
    Troféu Bota Dr. Álvaro Santos Costa
    Sociedade Brasileira de Fitopatologia
  • 2006
    Prêmio Vitoria Rosseti
    Grupo Paulista de Fitopatologia
  • 2006
    Prêmio Summa Phytopathologica
    Grupo Paulista de Fitopatologia
  • 2001
    Prêmio Summa Phytopathologica
    Grupo Paulista de Fitopatologia
  • 2001
    Prêmio SBF de Pós-Graduação
    Sociedade Brasileira de Fitopatologia
  • 1982
    PREMIO DR. ARNALDO GOMES MEDEIROS
    ROHM AND HAAS BRASIL LTDA

Participação em eventos

99 registros
99 de 99 participações
Por página
  • 2025
    Identificação e impacto da rhizomania na produção de beterraba no Brasil
    Primeiro Seminário Nacional da Beterraba · Conferencista · Convidado · São José do Rio Pardo, SP
  • 2024
    43º Congresso Paulista de Fitopatologia
    Ouvinte · Botucatu
  • 2024
    Fitossanidade - Viroses do mamoeiro
    IX Simpósio Papaya Brasileiro · Simposista · Convidado · Linhares
  • 2023
    12 th International Congress of Plant Pathology
    Ouvinte · Lyon
  • 2023
    Epidemiological lessons from a three-year scenario of tomato severe rugose virus and tomato chlorosis virus in the tomato-producing region of Sumaré, São Paulo, Brazil
    53 Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Conferencista · Convidado · Brasília
  • 2021
    52 Congresso Brasileiro de Fitopatologia
    Ouvinte · Viçosa
  • 2020
    Viroses do maracujazeiro
    V Encontro de Produtores de Maracujá · Apresentação oral · Participante · Unaí
    Divulgação científica
  • 2019
    9th International Geminivirus Symposium and 7th International ssDNA Comparative Virology Workshop.
    Ouvinte · Davis
  • 2018
    XXIX Congresso Brasileiro de Virologia e VIII Encontro de Virologia do Mercosul
    Ouvinte · Gramado
  • 2017
    40 Congresso Paulista de Fitopatologia
    Ouvinte · Campinas
  • 2017
    3rd Hemipteran-Plant Interactions Symposium
    Ouvinte · Madrid
  • 2016
    LACUNAS EPIDEMIOLÓGICAS QUE DIFICULTAM A ELABORAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE MANEJO DE BEGOMOVIROSES E CRINIVIROSE EM SOLANÁCEAS
    XXXIX Congresso Paulista de Fitopatologia · Apresentação oral · Participante · Piracicaba
  • 2016
    13 International Plant Virus Epidemiology Symposium
    Ouvinte · Avignon
  • 2015
    48 Congresso Brasileiro de Fitopatologia
    Ouvinte · São Pedro
  • 2015
    XXXVIII Congresso Paulista de Fitopatologia
    Ouvinte · Araras
  • 2015
    Mosaico do mamoeiro - Epidemiologia e manejo
    VI Simpósio do Papaya Brasileiro · Conferencista · Convidado · Vitória
  • 2015
    5th Conference of the International Working Group on Legume and Vegetable Viruses
    Ouvinte · Haarlem
  • 2014
    Plant and Invertabrate Virology
    XXVCongresso Brasileiro de Virologia e IX Encontro de Virologia do Mercosul · Simposista · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2014
    XXXVII Congresso Paulista de Fitopatologia
    Ouvinte · Botucatu
  • 2014
    Simultaneous transmission of Tomato severe rugose virus and Tomato chlorosis virus by Bemisia tabaci biotype B
    2nd International Hemipteran-Plant Interactions Symposium · Poster / Painel · Participante · Riverside
  • 2014
    Rizomania? (Beet necrotic yellow vein virus) ? uma nova doença no Brasil
    I Encontro Técnico de Beterrabas: Desafios e Oportunidades · Conferencista · Convidado · São José do Rio Pardo, SP
  • 2013
    Tomato chlorosis virus em solanáceas no Brasil: ocorrência, epidemiologia e manejo
    46 Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Conferencista · Convidado · Ouro Preto
  • 2013
    XXXVI Congresso Paulista de Fitopatologia
    Ouvinte · São Paulo
  • 2013
    Tomato chlorosis virus em solanáceas no Brasil: ocorrência, epidemiologia e manejo
    Seminário Mosca Branca · Conferencista · Convidado · Uberlândia
  • 2012
    XXXV Congresso Paulista de Fitopatologia
    Ouvinte · Jaguariuna

Coautorias

21 coautores

Na imprensa

beta

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