Marilene Hohmuth Lopes.
Livre · Departamento de Biologia Celular e do Desenvolvimento
Currículo atualizado em 28/10/2025
Cita-se como: LOPES, M. H.;Lopes, M. H.;Lopes, Marilene H.;LOPES, MARILENE HOHMUTH;HOHMUTH LOPES, MARILENE
Resumo biográfico
Professora Associada do Departamento de Biologia Celular e do Desenvolvimento do Instituto de Ciências Biomédicas da USP (desde 2011). Bacharelado e licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Bandeirante de São Paulo (1999) e doutorado em Oncologia pela Fundação Antônio Prudente (2004). Realizou pós-doutorado (2004-2008) no Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer, onde foi contratada por dois anos como pesquisadora (2008-2010). Pesquisadora Visitante no Robarts Research Institute/ University of Western Ontario - Canadá, para desenvolvimento de projeto de pesquisa na área de Biologia de Células-Tronco (2016-2017; 2019; 2022; 2023). Bolsista de Produtividade em Pesquisa (Nível 2). Membro da Diretoria da Sociedade Brasileira de Biologia Celular (2024-atual), coordenadora do Curso de Graduação Ciências Fundamentais para a Saúde (2021-2025) do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, Presidente da Comissão de Bioterismo do ICB-USP (2022-atual), Membro da Comissão de Pós-graduação em Biologia de Sistemas (2025-atual). Possui experiência na área de Biologia Molecular e Celular voltada para Neurociência, atuando principalmente nos seguintes temas: neurogênese, células-tronco embrionárias, neurais e tumorais e tumores cerebrais utilizando plataformas avançadas de cultura celulare 2D e 3D (organoides cerebrais, tumoroides, corpos embrióides e neuroesferas).
Indicadores
Áreas de atuação
05 registros- Ciencias BiologicasMorfologiaCitologia e Biologia Celular
- Ciencias BiologicasBiologia Geralneurociência
- Ciencias BiologicasMorfologiaCélulas-tronco embrionárias e tecido-específicas
- Ciencias BiologicasMorfologianeuro-oncologia
- Ciencias BiologicasBioquímicaBiologia Molecular
Formação acadêmica
04 registros- 2005 – 2008Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o CâncerBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 2000 – 2004DoutoradoConcluídoOncologia · Fundação Antônio Prudente“Importância biológica da interação PrPc-STI1 em modelos de plasticidade neural”Orientação: Vilma Regina MartinsBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 1996 – 1999GraduaçãoConcluídoCiências Biológicas · Universidade Bandeirante de São PauloOrientação: DR. Ricardo Giorgio
- Livre-docênciaConcluídoLivre-docência · Universidade de São Paulo
Idiomas
02 registros| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Inglês | Bem | Bem | Bem | Bem |
| Espanhol | Bem | Razoável | Pouco | Bem |
Atuação profissional
19 registros- 2024 – presenteVínculo atualUK Research and InnovationRevisor de projeto de fomento
- 2024 – presenteVínculo atualCroatian Science Foundation (HRZZ)Revisor de projeto de fomento
- 2021 – presenteVínculo atualCzech Science FoundationRevisor de projeto de fomento
- 2020 – presenteVínculo atualFrontiers in Oncology (2234--943)Membro de corpo editorial
- 2020 – presenteVínculo atualFrontiers in Cell and Developmental Biology (2296--634)Membro de corpo editorial
- 2016 – 2017The University of Western Ontario
- 2013 – presenteVínculo atualMedical Research CouncilRevisor de projeto de fomento
- 2012 – presenteVínculo atual(FTC) The Portuguese Foundation for Science and Technology (FCT)Revisor de projeto de fomento
- 2011 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessora AssociadaServidor Publico40h/sem
- 2010 – 2017AC Camargo Cancer Center
- 2009 – 2012Fundação Antônio Prudenteorientador
- 2008 – 2011Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o CâncerPesquisadoraCeletista formal40h/sem
- 2008 – presenteVínculo atual(CNPq) Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoRevisor de projeto de fomento
- 2008 – presenteVínculo atual(FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloRevisor de projeto de fomento
- 1999 – 2000DiagenixEstagiária20h/sem
- 1999 – 2000Fundação Pró-Sangue Hemocentro de São PauloEstagiária20h/sem
- 1999 – 1999Universidade de São PauloEstagiárioEstágio20h/sem
- 1997 – 1998Centro de Controle de ZoonosesEstagiária - laboratório diagnóstico de RaivaEstágio20h/sem
- 1996 – 1999Universidade Bandeirante de São PauloEstagiárioOutro20h/sem
Produção bibliográfica
202 registros- 2022Stress-inducible protein 1 regulates stemness and cell cycle in mouse embryonic stem cells.Marilene Hohmuth Lopes · XXI Congress of the Brazilian Society for Cell Biology, · Sao Paulo
- 2021Cellular Prion Protein as a Potential Modulator of Glioblastoma StemnessMarilene Hohmuth Lopes · XX Congress of Brazilian Society for Cell Biology · Virtual
- 2021In silico analysis of differential expression of PrPC and stemness markers in different tumor sub-regions in the glioblastoma contextMarilene Hohmuth Lopes · XX Congress of Brazilian Society for Cell Biology · virtual
- 2021PrPC loss of expression impact on CD44 trafficking in glioblastoma stem cellsMarilene Hohmuth Lopes · XX Congress of Brazilian Society for Cell Biology · virtual
- 2021Molecular characterization of glioblastoma stem cells knockout for prion proteinMarilene Hohmuth Lopes · SBBC2021: XX Congress of Brazilian Society for Cell Biology · Virtual
- 2021Investigation of the transcriptional landscape of pluripotent stem cells with differential expression of stress-inducible protein 1Marilene Hohmuth Lopes · SBBC2021: XX Congress of Brazilian Society for Cell Biology · virtual
- 2021Knockout of PrPC promotes differential expression and localization of CD44 and EGFR in glioblastoma stem-like cellsMarilene Hohmuth Lopes · XX Congress of Brazilian Society for Cell Biology · Virtual
- 2021WNT signaling is affected in prion protein-null glioblastoma cellsMarilene Hohmuth Lopes · XX Congress of Brazilian Society for Cell Biology
- 2021Isolation of Patient-derived xenograft glioblastoma cells with high and low cellular prion protein expression levelsMarilene Hohmuth Lopes · XX Congress of Brazilian Society for Cell Biology · Virtual
- 2021THE ROLE OF STI1 MODULATION IN THE PHENOTYPICAL MANIFESTATION OF DIFFERENT PLURIPOTENCY STATUSMarilene Hohmuth Lopes · 29° Simpósio Internacional de Iniciação Científica e Tecnológica da USP (SIICUSP). · Virtual
- 2021Evaluation of increased sti1 expression impacts on the murine embryo stem cells phenotype.Marilene Hohmuth Lopes · 29° Simpósio Internacional de Iniciação Científica e Tecnológica da USP (SIICUSP). · Virtual
- 2021STI1 modulates cell cycle and other pluripotency mechanisms in mouse embryonic stem cells.Marilene Hohmuth Lopes · II Simpósio da Pós-Graduação em Biologia de Sistemas · Virtual
- 2021Study of the expression of molecules involved in stemness in glioblastoma stem cells depleted for prion proteinMarilene Hohmuth Lopes · 29th Simpósio internacional de iniciação Científica e Tecnológica da Universidade de São Paulo · virtual
- 2021UNVEILING THE UNEXPLORED ROLE OF STI1 MODULATING STEMNESS IN MAMMALIAN EARLY DEVELOPMENT.Marilene Hohmuth Lopes · II Simpósio da Pós-graduação em Biologia de Sistemas · Virtual
- 2021Differential expression of stress-inducible protein 1 impacts stemness in pluripotent stem cellsMarilene Hohmuth Lopes · XX Congress of Brazilian Society for Cell Biology · Virtual
- 2020Loss of PrPC promotes mislocalization of glioblastoma stem-cells markersMarilene Hohmuth Lopes; Mariana B. Prado; Rebeca Piatniczka Iglesia; Tiago Goss dos Santos; Rodrigo Nunes Alves · I Simpósio de Câncer de São Paulo · São Paulo
- 2020PrPC depletion in Glioblastoma Patient Derived Xenograft cells by CRISPR/Cas9Marilene Hohmuth Lopes · AACR ? American Association for Cancer Research - Virtual · Virtual
- 2020Modulation of STI1 expression impacts stemness and proteostasis in mouse embryonic stem cellsMarilene Hohmuth Lopes · ISSCR ? International Society for Stem Cell Research 2020 ? Virtual · Virtual
- 2020Differential Levels of the HSP70/HSP90-organizing protein STI1Regulates Stemness and Proteostasis in Mouse Embryonic Stem CellsMarilene Hohmuth Lopes · American Society for Cell Biology · Virtual
- 2020Novel Insights into the Relationship between Cellular Prion Protein and Glioblastoma Stem Cells Maintenance and Resistance to TemozolomideMarilene Hohmuth Lopes · American Society for Cell Biology - Virtual · Virtual
- 2020Stemness and Proteostasis In Mouse Embryonic Stem CellsMarilene Hohmuth Lopes · International Society for Stem Cell Research (ISSCR) · virtual
- 2020Modulation of STI1 Expression Ipacts Stemness and Proteostasis in Mouse Embryonic Stem Cells.Marilene Hohmuth Lopes · International Society for Stem Cell Reasearch
- 2020Unveiling the role of the cochaperone stress inducible protein 1 in proteostasis of pluripotent stem cells.Marilene Hohmuth Lopes · Cold Spring Harbor Meeting: Protein Homeostasis in Health and Disease
- 2020Differential Levels of the HSP70/HSP90-organizing protein STI1 Regulates Stemness and Proteostasis in Mouse Embryonic Stem Cells.Marilene Hohmuth Lopes · Cell Bio Virtual 2020 - An Online ASCB | EMBO Meeting,
- 2019Impact of co-chaperone STI1 over expression in stemnessMarilene Hohmuth Lopes; Camila Félix de Lima Fernandes · Workshop ?New Insights of stress proteins in health and diseases: chaperones and beyond? · São Paulo
Produção técnica
56 registros- 2007Projetos de Pesquisa e Relatórios científicos enviados a agências Brasileiras de fomento a PesquisaMarilene Hohmuth Lopes
Projetos de extensão
02 registrosProjetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.
- Concluído2019 – 2019Extensão
Workshop: Molecular, Cellular and Behavioral Aspects of Neurological Disorders
FAPESP- Programa SPRINT e Instituto de Ciências Biomédicas -USP
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeMarilene Hohmuth Lopes (Responsável), BERALDO, FLAVIO H.
- Concluído2018 – 2018Extensão
Workhop: New insights of stress proteins in health and disease: chaperones and beyond
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeMarilene Hohmuth Lopes (Responsável), BERALDO, FLAVIO H.
Projetos
17 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2025 – presentePesquisa
Efeitos de miRNAs secretados por vesículas extracelulares na especificação de neurônios dopaminérgicos em modelos celulares (2D/3D) da doença de Parkinson
A Doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa progressiva mais prevalente no mundo, afetando cerca de 10 milhões de pessoas globalmente. Sem uma cura conhecida, o manejo da DP ainda enfrenta desafios substanciais tanto no diagnóstico quanto no tratamento. A doença é caracterizada pela morte dos neurônios dopaminérgicos no mesencéfalo, resultando em alterações motoras e cognitivas significativas. Embora a causa exata permaneça indefinida, a literatura sugere que a DP pode ser resultante de uma combinação de fatores genéticos e ambientais, que afetam a homeostase celular e aumentam o estresse oxidativo, neuroinflamação e o acúmulo inadequado de proteínas, como a alfa-sinucleína, nos neurônios dopaminérgicos. Apesar dos avanços, as vias moleculares envolvidas na DP ainda não são completamente compreendidas, e a identificação de moléculas-chave para diagnóstico e prognóstico continua sendo um desafio crucial. Nesse cenário, o estudo do perfil do secretoma das células afetadas tem se destacado. Em particular, os microRNAs (miRNAs), moléculas chave na regulação da expressão gênica pós-transcricional presentes em vesículas extracelulares (VEs), têm mostrado um papel crucial na comunicação intercelular durante a progressão da doença. Recentemente, nosso grupo identificou que miRNAs enriquecidos em VEs durante a diferenciação dopaminérgica de precursores neurais estão associados à biologia da DP. No entanto, o papel desses miRNAs em modelos robustos de origem dopaminérgica expostos a neurotoxinas in vitro, ainda não foi elucidado. Desta forma, este estudo visa investigar a função dos miRNAs derivados de VEs de neurônios dopaminérgicos, obtidos através da diferenciação da linhagem SH-SY5Y e de organoides mesencefálicos, em modelos in vitro da DP. Utilizaremos plataformas 2D e 3D, incluindo linhagens neuronais e organóides cerebrais derivados de células-tronco pluripotentes induzidas (iPSCs), que recapitulam as características estruturais da substância negra do mesencéfalo. Nosso objetivo é modular a expressão de miRNAs de interesse através de agomirs e antagomirs, que mimetizam e inibem miRNAs, respectivamente. Focaremos na análise do perfil de expressão desses miRNAs, seus mecanismos de ação e suas possíveis funções neuroprotetoras. Esta pesquisa tem o potencial de proporcionar novas perspectivas na identificação de biomarcadores que possam melhorar significativamente a predição, diagnóstico e tratamento da DP, com implicações importantes para a aplicação clínica futura.
EquipeMarilene Hohmuth Lopes (Responsável), Martha Liliana Medina Solano
- Em andamento2025 – presentePesquisa
Função da Co-chaperona STIP1 no Neurodesenvolvimento: Modelando o Transtorno do Espectro Autista utilizando Plataformas 3D
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) afeta aproximadamente 1 em cada 100 crianças em todo o mundo e engloba uma gama de condições do neurodesenvolvimento caracterizadas por prejuízos na interação social, déficits de comunicação e comportamentos estereotipados. A etiologia do TEA envolve uma complexa interação de fatores genéticos, epigenéticos, metabólicos, imunológicos e ambientais. Sua heterogeneidade apresenta desafios adicionais para o diagnóstico e tratamento, ressaltando a necessidade de biomarcadores confiáveis e de uma compreensão mais profunda de seus mecanismos subjacentes. Um subtipo específico de TEA, o TEA relacionado a autoanticorpos maternos (da sigla em inglês Maternal Autoantibodies-related autism, MAR-ASD), envolve autoanticorpos maternos (MAUAbs) que têm como alvo o tecido cerebral fetal. Esses autoanticorpos, incluindo aqueles contra a proteína Stress-inducible phosphoprotein 1 (STIP1), estão associados a formas mais graves de TEA. A STIP1, uma co-chaperona para as proteínas de choque-térmico HSP70 e HSP90, desempenha um papel crítico no neurodesenvolvimento através de sua interação com a proteína prion celular. Esse complexo é essencial para a homeostase proteica, neuritogênese, proteção neuronal e formação de memória. A deleção de STIP1 em camundongos resulta em letalidade embrionária precoce e deficiências na formação do tubo neural, destacando sua importância no desenvolvimento inicial. No entanto, os efeitos específicos da redução da expressão de STIP1 no neurodesenvolvimento humano e sua interação com autoanticorpos maternos no TEA não são bem compreendidos. Este projeto tem como objetivo investigar de forma abrangente as funções da STIP1 no neurodesenvolvimento e avaliar o impacto dos anti-STIP1, um tipo de MAUAbs, em modelos humanos, utilizando plataformas 3D para modelar o desenvolvimento neural e a função cerebral. Além disso, pretendemos iniciar o estudo de MAR-ASD no Brasil, testando a prevalência de MAUAbs em uma coorte de mães de crianças com TEA. Por meio deste projeto, elucidaremos as vias moleculares moduladas pela STIP1 e seus parceiros no contexto do neurodesenvolvimento e do TEA, fornecendo insights sobre potenciais biomarcadores e alvos terapêuticos para este transtorno.
EquipeMarilene Hohmuth Lopes (Responsável), Camila Félix de Lima Fernandes
- Em andamento2022 – presentePesquisa
Mini-cérebros como potencial plataforma pré-clinica para modelagem do perfil invasivo de células de glioblastoma
A sobrevida global média de pacientes com glioblastoma (GBM), a forma mais grave de gliomas, é de cerca de um ano. As células de GBM infiltrativas no tecido cerebral adjacente são intrinsecamente quimioresistentes e ultrapassam as margens cirúrgicas, contribuindo definitivamente para a recidiva do GBM e, portanto, para a alta letalidade da doença. Novas opções terapêuticas são necessárias, mas uma questão fundamental no desenvolvimento de novas propostas terapêuticas é se os modelos in vitro e pré-clínicos disponíveis são suficientemente translacionais, ou seja, se representam fielmente a doença em humanos. As culturas de organoides cerebrais tridimensionais (3D), ou mini-cérebros, derivados de células-tronco de pluripotência induzida humana (iPSC), oferecem uma representação mais acurada do cérebro humano, com um resultado mais rápido e robusto do que os modelos pré-clínicos disponíveis atualmente podem oferecer. Co-culturas de organoides cerebrais e células tumorais representam uma ferramenta valiosa para estudos futuros sobre a dinâmica da invasão de GBM e para desenvolver estratégias de tratamento de inibição da invasão cerebral. Neste projeto, utilizaremos linhagens celulares de GBM estabelecidas e células de GBM derivadas diretamente de pacientes para co-cultivá-las com os mini-cérebros. Estes modelos serão utilizados para quantificar o fenótipo infiltrativo destas células no ambiente dos mini-cérebros e estudar o papel de moléculas de superfície celular implicadas na modulação deste fenótipo. Finalmente, iremos avaliar a relevância dos mini-cérebros para estudar o papel da terapia combinada, uma modalidade terapêutica que visa combinar dois ou mais quimioterápicos com outras pequenas moléculas inibitórias que possam influenciar não somente o componente proliferativo, mas também o comportamento invasivo destes tumores. Recriar o ambiente do cérebro para estudar o GBM e testar os tratamentos de maneira eficiente talvez seja o melhor caminho para sobrepujar a incurabilidade da doença. Pesquisas futuras devem buscar elucidar novas estratégias para alvejar especificamente as células invasivas do tumor, reduzir as taxas de recorrência e melhorar a sobrevida global do paciente.
EquipeMarilene Hohmuth Lopes (Responsável), Tiago Goss dos Santos, Erico tosoni costa
- Concluído2019 – 2019Pesquisa
Insights of stress proteins in health and disease: chaperones and beyond
O proteoma celular é constantemente exposto a uma ampla variedade de condições de estresse proteotóxico, incluindo: radiação, estresse oxidativo, infecção, agentes farmacológicos, inflamação, entre outros. Em todos os organismos, a indução da resposta ao estresse é essencial para a manutenção da homeostase proteica. Uma marca registrada das células e organismos em condições de estresse é a síntese aumentada de chaperonas moleculares que controlam mecanismos de biogênese, dobramento, tráfego e degradação de proteínas nas células. O desbalanço da proteostase pode levar ao acúmulo de proteínas mal-enoveladas ou excessiva degradação proteica, que estão associados a diversas doenças neurodegenerativas e câncer. A modulação da resposta ao estresse celular também desempenha um papel crítico na regulação do tempo de vida e doenças relacionadas ao envelhecimento, como doença de Alzheimer, Parkinson, Huntington e prion. Inúmeras pesquisas utilizam diferentes organismos modelos (leveduras, invertebrados e mamíferos) para identificar os mecanismos que regulam a homeostasia proteica através de diferentes abordagens (genéticas, bioquímicas, biologia celular, etc). O principal objetivo desse Workshop é unir diferentes grupos de pesquisa para discutir recentes avanços na área com enfoque em chaperonas e controle de qualidade, regulação da proteostase, proteostase no estresse e biologia do desenvolvimento e proteostase em doenças neurodegenerativas e câncer
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeMarilene Hohmuth Lopes (Responsável)
- Em andamento2019 – presentePesquisa
Prion protein and its partners: emerging targets for glioblastoma stem cell based-therapy
Glioblastoma (GBM), the most aggressive and frequent form of brain malignant tumors in adults, contains a subpopulation of tumor cells called GBM stem cells (GSCs), essential for tumor maintenance, invasion and resistance to therapy. Functionally relevant GSCs plasma membrane markers present potential as a therapeutic target for the treatment of this aggressive disease. Our group has shown that the GPI-anchored membrane glycoprotein, prion protein (PrPC) is enriched in GSCs and is co-expressed with conventional GSC markers. The loss-of-function of PrPC in GSC results in the inhibition of self-renewal, proliferation and capacity for tumor formation. We have proposed that PrPC acts as a scaffold protein on the cell surface, recruiting and organizing molecules on signaling platforms with different biological consequences. In light of these findings, this study aims to investigate the role of PrPC as a key molecule in GSC biology, modulating pathway signaling platforms associated with stemness and differentiation processes and as a target for GBM therapy. We proposed to address this question by using four different paradigms: 1) in vitro assays using patient-derived GSCs cultures to assess the function of PrPC and partners in the biology of these cells; 2) Transcriptome profiling using Exon Microarray and RNA-seq to define the PrPC and partners expression pattern, to quantify PrPC targets and downstream signaling pathways up/downregulated according to PrPC expression; 3) in vivo assays using GSCs to target PrPC, its partners and/or intracellular signaling-related proteins in combination with temozolomide; 4) in vitro assays to test the effect of extracellular vesicles into directed specification of GSCs toward the neuronal lineage as alternative for anti-GBM therapy. Thus, this proposal will employ the scaffold concept for PrPC as an alternative for the development of new strategies for the treatment of GBM and to demonstrate that PrPC might act as a key regulator interconnecting functions related to GSCs stemness maintenance.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeMarilene Hohmuth Lopes (Responsável)
- Em andamento2019 – presentePesquisa
Regulation of proteostasis in pluripotent stem cells by the co-chaperone STIP1.
SPRINT - São Paulo Researchers in International Collaboration / SPRINT - Projeto de Pesquisa - Mobilidade - Edição 2018/04 - CALDO Consortium - University of Waterloo and Western University. Cellular resilience to stress depends in part on the concerted action of chaperones to control proper protein folding and function. Stress-inducible phosphoprotein 1 (STIP1, STI1, HOP for Hsp-organizing protein in humans) is a protein conserved from yeast to mammals that is thought to assist Hsp90 in regulating its client proteins by mediating their transfer from Hsp70. Our research program will allow for intensive HQP training in advanced cell and molecular biology, biochemistry and mouse genetics. Our experiments will delineate how STI1 levels influence chaperone activity and abundance and the consequences of altered levels of chaperones in embryonic stem cells. We expect to unveil the specific roles of STI1/Hsp70/Hsp90 machinery during development in controlling stem cell pluripotency.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeMarilene Hohmuth Lopes (Responsável), Marco Antonio Maximo Prado, PRADO, VANIA F.
- Concluído2017 – 2019Pesquisa
Estudo da proteína prion na dinâmica de módulos multiproteicos de sinalização associados a stemness de células de glioblastoma: seu papel como marcador funcional e potencial alvo terapêutico
Glioblastoma (GBM), a forma mais agressiva e frequente de tumores malignos cerebrais em adultos, contém uma subpopulação de células tumorais, denominadas células-tronco de GBM (CTG), essenciais para manutenção do tumor, metástase e resistência à terapia. Marcadores de membrana plasmática de CTG funcionalmente relevantes apresentam potencial como alvo terapêutico para tratamento dessa doença agressiva. Nosso grupo tem mostrado que a glicoproteína de membrana GPI-ancorada, proteína prion (PrPC) está enriquecida em CTG e é co-expressa com marcadores convencionais de CTG, como CD133. A perda-de-função de PrPC em CTG resulta na inibição da autorrenovação, proliferação e capacidade de formação de tumores. Vários ligantes já foram descritos para PrPC, incluindo proteínas da matriz extracelular e transmembrana, das quais algumas são funcionalmente relevantes para a biologia de CTG. Dos principais marcadores de CTG já descritos, CD133, CD44 e integrinas ±6 e ±7, interagem e/ou compartilham com PrPC o mesmo microdomínio de membrana, sendo preferencialmente localizados em lipid rafts. Propõe-se que PrPC atue como proteína scaffold na superfície celular, recrutando e organizando moléculas em plataformas de sinalização com diferentes consequências biológicas. Diante desses achados, este estudo visa investigar o papel de PrPC como molécula chave na manutenção do estado indiferenciado de CTG através da modulação de plataformas de sinalização de vias associadas ao stemness e como alvo para terapia de GBM. Para esse fim, estudos de perda-de-função de PrPC serão conduzidos pela técnica de CRISPR/Cas9 em CTG. A expressão, distribuição na superfície celular e tráfego intracelular de potenciais moléculas componentes da plataforma serão abordadas por imunofenotipagem, ensaios bioquímicos, microscopia confocal e ensaios funcionais de autorrenovação e proliferação. A participação de PrPC e seus parceiros, membros da plataforma de sinalização, também será avaliada em ensaios de resistência à quimioterápico (temozolomida). Dessa forma, pretende-se utilizar o conceito scaffold de PrPC como uma alternativa para o desenvolvimento de novas estratégias para o tratamento do glioblastoma, além de demonstrar que PrPC pode atuar como um regulador chave da manutenção de stemness de CTG.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeMarilene Hohmuth Lopes (Responsável)
- Concluído2016 – 2017Pesquisa
Impacto da expressão da co-chaperona STIP1 na aquisição de pluripotência induzida por Oct4 em fibroblastos murinos
Células pluripotentes tem o potencial de se diferenciar em todos os tipos celulares de um organismo. Este estado celular único é governado por uma rede de fatores de transcrição interconectados sendo Oct4 um fator central na manutenção e indução da pluripotência. Evidências apontam o envolvimento da maquinaria de proteostase regulada pela co-chaperona STIP1 (Stress Inducible Phosphoprotein 1) e seus ligantes, Hsp70 e Hsp90, na embriogênese e na manutenção da pluripotência de células-tronco embrionárias. Dados do nosso grupo apontam que o silenciamento de STIP1 afeta a manutenção do estado pluripotente de células-tronco embrionárias com a redução da expressão proteica de múltiplos fatores de transcrição, incluindo Oct4, Sox2, Nanog e STAT3. Interessantemente, dados da literatura mostram que Hsp90 é capaz de manter os níveis de fatores de pluripotência estáveis, particularmente de Oct4. De fato, um estudo aprofundado do papel de STIP1 e seus parceiros na regulação e manutenção da pluripotência de células-tronco é fundamental para a compreensão dos mecanismos básicos do controle da pluripotência de células-tronco. Assim, o principal objetivo desta proposta é avaliar o papel de STIP1 na regulação da expressão de Oct4 em fibroblastos murinos derivados de animais geneticamente modificados expressando diferentes níveis de STIP1 (níveis normais, haploinsuficiente e que superexpressa STIP1) e uma isoforma truncada (sem o domínio TPR1 de ligação a HSP70), e consequentemente avaliar seu envolvimento na indução do estado pluripotente. Portanto, dissecar a base molecular da pluripotência de células-tronco é fundamental para compreender a biologia de células-tronco, o desenvolvimento embrionário inicial e para aplicação clínica em medicina regenerativa.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · BOLSA
EquipeMarilene Hohmuth Lopes (Responsável)
- Concluído2015 – 2017Pesquisa
Papel da stress inducible protein 1 (STI1) no desenvolvimento vascular embrionário e na angiogênese tumoral
A proteína STI1 é um co-chaperonina que, juntamente com as proteínas de choque térmico Hsp90 e 70 formam um complexo proteico que auxilia no correto dobramento de uma série de proteínas clientes. STI1 pode ser secretada associada a vesículas endossomais e, uma vez no espaço extracelular, pode interagir com a proteína príon (PrPC) e desencadear diversos efeitos tróficos como proliferação, proteção contra morte celular, diferenciação e migração celular. Tais fenômenos foram observados em situações fisiológicas (desenvolvimento e plasticidade do sistema nervoso) e patológicas (câncer e isquemia cerebral). A deficiência de STI1 é letal, promovendo a morte de embriões de camundongos após o período de implantação. A haploinsuficiência (animais STI1+/-) está associada com uma maior vulnerabilidade a isquemia experimental. A secreção de STI1 (desencadeada pela hipóxia) promove sua interação com PrPC deflagrando sinais que estimulam a angiogênese e este fenômeno está associado ao mecanismo de recuperação pós-isquemia cerebral. Em conjunto, esses achados sugerem um envolvimento do complexo STI1-PrP com os mecanismos que governam a formação de vasos sanguíneos. Portanto, este projeto tem como objetivo estudar os processos envolvidos na angiogênese em duas situações: 1- durante o desenvolvimento de camundongo, associando à biologia de precursores vasculares; 2- em tumores cerebrais, onde a angiogênese representa um fenômeno fundamental para o crescimento e manutenção do tumor. Os achados deste trabalho contribuirão para um melhor entendimento das funções de STI1 e de seu receptor PrPC nos processos associados a angiogênese e, consequentemente, poderão ser utilizados para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas para patologias humanas.
Financiadores- (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeMarilene Hohmuth Lopes, Tiago Goss dos Santos (Responsável)
- Em andamento2014 – presentePesquisa
As doenças humanas por prions no Brasil e o entendimento dos mecanismos fisiopatológicos da proteína prion Subprojeto: Investigação do papel de STI1 e PrPc na neurogênese, do qual sou colaboradora e pesquisadora responsável
Financiadores- (CNPq) Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeMarilene Hohmuth Lopes, Vilma R Martins (Responsável), Cainã Max Couto da Silva
- Concluído2013 – 2015Pesquisa
Expressão de mutantes da proteína prion (PrPC) associados a doença priônica em células-tronco neurais como um modelo de estudo para compreender as consequências de perda-de-função de PrPC
A proteína prion de mamíferos (PrPC) tem sido intensivamente estudada devido seu papel crucial no desenvolvimento de encefalopatias espongiformes transmissíveis, as quais podem ser classificadas em três subtipos: formas infecciosa, esporádica ou familial. A conversão de PrPC em uma isoforma insolúvel (PrPSC), a qual acumula no cérebro causando morte neuronal, é o principal evento associado a TSEs1. Uma vez que as manifestações clínicas das doenças por prion ocorrem antes ou na ausência da formação de depósitos, acredita-se que a perda ou alteração da função normal de PrPC pode contribuir para a etiologia dessas doenças neurodegenerativas1,2. Vários achados da literatura revelam que PrPC é capaz de orquestrar diferentes processos neurotróficos relacionados ao desenvolvimento cerebral e plasticidade neural em encéfalo adulto, sendo considerada uma molécula fundamental para a atividade cerebral1,2. Interessantemente, evidências recentes mostram que PrPC apresenta um importante papel na neurogênese de encéfalo adulto, regulando positivamente a proliferação celular de células-tronco neurais (CTN), células multipotentes capazes de se auto-renovar e gerar os principais fenótipos cerebrais (células da glia e neurônios), sendo encontradas em sítios neurogênicos como por exemplo, zona subventricular (ZSV) e giro dentado (GD) do hipocampo 3,4. Adicionalmente, inúmeros estudos demonstram que os efeitos neurotróficos mediados por PrPC dependem de sua associação com diferentes moléculas na superfície celular e da ativação de vias de sinalização específicas como por exemplo, PKA, MAPK e mobilização de cálcio, indicando PrPC como uma molécula chave na formação de uma plataforma dinâmica contendo vários módulos sinalização1,5,6. Portanto, a elucidação das vias de sinalização deflagradas por PrPC na neurogênese, juntamente com o entendimento de vias envolvidas em outros processos celulares, proverá pistas de como a isoforma infecciosa de PrPC conduz esta devastadora doença neurodegenerativa. Portanto, o principal objetivo deste projeto será avaliar se a perda de função de PrPC em CTN pode contribuir para a etiologia de doenças priônicas. Desta forma, mutantes de PrPC carregando mutações associadas a doenças priônicas genéticas (tipo-selvagem ou mutações nos códons 101L, 104L, 116V, 177N, 179I, ou 199K) serão expressos em CTN derivadas da ZSV de animais deficientes para PrPC (Prnp0/0). As CTN expressando PrPC mutante ou selvagem serão cultivadas como neuroesferas para análise da auto-renovação, proliferação, sobrevivência, diferenciação e sinalização celulares. Finalmente, a capacidade de PrPC em modular a formação de complexos multi-protéicos na superfície de células neurais é provavelmente a base para sua propriedade neurotrófica e pode ser relevante para a perda de função de componentes de doenças priônicas, em particular aquelas associadas a morte neuronal.
Financiadores- Universidade de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeMarilene Hohmuth Lopes (Responsável), Celia Regina da Silva Garcia
- Em andamento2012 – presentePesquisa
Núcleo de Apoio à Pesquisa: NUSCEP Núcleo de Pesquisa em Sinalização Celular na Interação Patógeno-Hospedeiro.
O estudo da biologia de parasitas, vírus e príons e de sua interação com o hospedeiro é fundamental para o desenvolvimento de novas estratégias que resultem em avanços nas áreas da saúde pública, agricultura e economia. Embora atualmente ocorra um crescente progresso na elucidação de mecanismos pelos quais os patógenos desenvolvem-se, nosso completo entendimento sobre as bases moleculares e celulares do processo de patogenicidade ainda é escasso. Portanto, o objetivo de se formar o NUSCEP é promover a integração de esforços em três abordagens: 1) caracterização das vias de sinalização e validação de sua relevância no ciclo infeccioso de patógenos a fim de identificar novas estratégias de controle; 2) investigação dos mecanismos pelos quais a resposta imune é modulada pelo patógeno; 3) uso da bioinformática para integração funcional de redes de sinalização dos processos biológicos. A proposta engloba pesquisadores de diferentes áreas, tais como, bioquímica, biologia celular e molecular, imunologia e bioinformática. A integração dessas áreas em torno de questões relevantes aos diversos aspectos da patogenicidade é chave na identificação dos componentes envolvidos em vias de sinalização que regulam interação e desenvolvimento dos patógenos. Nesse sentido nossas pesquisas incluirão estudos com Plasmodium falciparum e Plasmodium vivax, agentes etiológicos da malária humana, HPV, vírus responsável pela progressão do câncer de colo uterino em 99% dos casos relatados e príon, que desempenha papel crucial em encefalopatias espongiformes transmissíveis. Outro aspecto abordado incluirá a modulação da resposta imune na infecção. Tendo-se em vista a complexidade dos problemas, o uso de modelos computacionais será uma ferramenta complementar importante na integração e formação de redes de sinalização. Portanto, o apoio ao NUSCEP trará enormes frutos na formação de recursos humanos, geração de novas ideias e integração de áreas distintas, porém complementares. Subprojeto: E
EquipeMarilene Hohmuth Lopes, Célila Regina da Silva Garcia (Responsável)
- Concluído2012 – 2016Pesquisa
Contribuição da co-chaperonina STI1 no desenvolvimento murino: células-tronco embrionárias como modelo de estudo.
Stress inducible protein 1 foi originalmente identificada como uma co-chaperonina capaz de modular a atividade de proteínas de choque térmico (Hsps) de 70 e 90 kDa. No entanto, um grande número de evidências sugere que STI1 não é apenas uma proteína adaptadora para manter Hsps unidas. A interação de STI1 com inúmeros parceiros como membros da família Hsps, fatores de transcrição, proteína prion (PrPC) entre outros, mostra sua versatilidade funcional. As diversas localizações subcelulares de STI1 indicam que essa proteína pode formar complexos multiprotéicos no núcleo, citoplasma e no meio extracelular, com diferentes atividades biológicas. Interessantemente, quando no espaço extracelular, a forma solúvel de STI1 é capaz de interagir com PrPC, uma glicoproteína de membrana plasmática, e orquestrar importantes fenômenos biológicos relacionados ao desenvolvimento do sistema nervoso e plasticidade neural, como auto-renovação de progenitores neurais, controle de diferenciação e sobrevivência neurais e consolidação da memória. Recentes achados mostram STI1 envolvida na regulação do status pluripotente de células-tronco embrionárias, sugerindo um papel para essa molécula na embriogênese. 	Diante desses dados que mostram inúmeras funções biológicas associadas a STI1, e na tentativa de explorar o papel de STI1 no desenvolvimento de mamíferos, um camundongo nocaute constitutivo, deficiente para o gene de STI1, foi gerado. Dados preliminares mostram que animais em homozigose a deleção de STI1 é letal e leva à má-formação embrionária que parece ocorrer entre o sexto e o décimo dia do desenvolvimento murino (E6.5 - E10.5), indicando assim que STI1 pode ser um fator indispensável no desenvolvimento de mamíferos. 	Desta forma, o cultivo de células-tronco embrionárias pluripotentes torna-se a abordagem mais adequada para estudarmos o mecanismo envolvido na letalidade de embriões deficientes para STI1 no período inicial do desenvolvimento, pois é o único modelo que mimetiza o desenvolvimento do epiblasto in vitro com capacidade de contribuir para todas as células do tecido fetal, incluindo linhagem germinativa. 	Considerando-se que pouco se conhece a respeito da contribuição de STI1 para a manutenção de células-tronco embrionárias e desenvolvimento embrionário, e baseando-se nos dados da literatura que mostram um papel central de STI1 em mecanismos que governam a plasticidade cerebral durante o desenvolvimento, o principal objetivo desta proposta é investigar a função de STI1 no desenvolvimento embrionário murino utilizando como modelo células-tronco embrionárias e avaliar a relevância do seu principal parceiro, PrPC, nestes processos. Portanto, esse estudo contribuirá para a elucidação das propriedades tróficas de STI1 sobre os mecanismos moleculares que regulam a proliferação e/ou a diferenciação de CTEs, acarretando na potencial aplicação desta molécula como uma ferramenta terapêutica na medicina regenerativa.
Financiadores- (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeMarilene Hohmuth Lopes (Responsável)
- Em andamento2011 – presentePesquisa
Efeito do peptídeo STI1/hop na proliferação de células-tronco tumorais derivadas de glioblastoma humano in vivo: possível determinante molecular para fins terapêuticos
Gliomas são tumores derivados de células da glia ou de seus precursores. Clinicamente, gliomas são classificados de acordo com sua agressividade em graus I a IV, sendo o grau IV o mais agressivo, invasivo e neurologicamente destrutivo. O astrocitoma grau IV, também conhecido como Glioblastoma Multiforme (GBM), é também o tumor cerebral mais comum em humanos. Apesar de inúmeros esforços para o tratamento, o tempo médio de sobrevida para pacientes diagnosticados com GBM varia de 9 a 12 meses, uma variação que quase não tem mudado ao longo das últimas décadas. Células-tronco de gliomas (CTG), uma pequena sub-população de células tumorais que exibem propriedades de células-tronco como auto-renovação e relativa quiescência, têm sido implicadas como um fator chave no insucesso do tratamento e recorrência devido suas propriedades de quimio e radio-resistência. Portanto, novas modalidades de tratamento direcionadas a redução da proliferação celular e aumento da morte de CTG são essenciais para a eficácia na terapia de glioblastomas. 	Nosso grupo tem caracterizado STI1/hop (Stress Inducible Protein 1/Hsp70-Hsp90 organizing protein) como um ligante específico da proteína prion (PrPC), uma glicoproteína de superfície celular. Além de exercer a atividade de co-chaperonina, STI1/hop é secretada por astrócitos e apresenta funções neurotróficas através de sua ligação com PrPC. O complexo PrPC-STI1/hop é capaz de modular mecanismos que governam a proliferação celular, diferenciação, sobrevivência, plasticidade neuronal e formação de memória. Interessantemente, nós temos demonstrado que a interação de PrPC com STI1/hop também participa da auto-renovação de células-tronco neurais de embrião e encéfalo adulto. 	Resultados recentes do nosso grupo mostraram que STI1/hop é mais expressa em GBM humano que em tecido cerebral normal. Nossos achados mostraram que a proteína STI1/hop é secretada por células de glioblastoma e funciona como um fator autócrino, promovendo a proliferação dest
Financiadores- (CNPq) Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeMarilene Hohmuth Lopes (Responsável)
- Concluído2010 – 2017Pesquisa
Mecanismos associados à função da proteína prion e seu ligante STI1/Hop:abordagens terapêuticas.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeMarilene Hohmuth Lopes, Vilma R Martins (Responsável)
- Concluído2008 – 2011Pesquisa
O uso do peptídeo STI1/Hop 230-245 para bloquear proliferação de gliomas dependente de STI1/Hop
Os gliomas são tumores originados de células gliais e são classificados de acordo com sua agressividade em graus I a IV. Este último, também chamado de glioblastoma multiforme tem o prognóstico associado à sua capacidade proliferativa sendo que sua resposta a qualquer terapia é pouco eficaz. Portanto, o estudo de proteínas associadas com processos proliferativos em células tumorais é bastante relevante. Nossos achados mostraram que a proteína STI1/Hop é secretada por células de glioblastoma e funciona como um fator autócrino, promovendo a proliferação destas células via ligação com a proteína prion celular (PrPC). Nosso grupo demonstrou que o peptídeo STI1/Hop230-245 , que representa o domínio de ligação de STI1/Hop à PrPC, compete pela ligação entre estas duas proteínas inibindo a proliferação de células de glioblastoma humano in vitro. Adicionalmente, dados recentes do nosso grupo apontam para um possível efeito do peptídeo STI1/Hop230-245 na regressão tumoral in vivo. Frente a estas evidências, o Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer depositou uma patente para o uso deste peptídeo no tratamento de tumores humanos, particularmente glioblastomas. Assim, o presente projeto tem como principal objetivo avaliar o efeito do peptídeo STI1/Hop230-245 na proliferação/crescimento de glioblastoma humano xenoenxertados intracranialmente em animais imunodeficientes. O entendimento dos efeitos associados ao peptídeo STI1/Hop230-245 sobre o crescimento tumoral in vivo permitirá a determinação de uma nova abordagem terapêutica para glioblastomas, uma vez que há poucas e limitadas alternativas para o tratamento destes tumores.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeMarilene Hohmuth Lopes (Responsável)
- Em andamento2008 – 2011Pesquisa
Papel da Interação STI1-PrPc na biologia de células tronco neurais nos contextos fisiológico e neoplásico
A co-chaperonina STI1 (?stress inducible protein one?) foi caracterizada pelo nosso grupo como ligante específico da proteína prion celular (PrPC), a isoforma normal da proteína relacionada à doenças neurodegenerativas. A interação ente PrPC e STI1 é capaz de modular a sobrevivência e diferenciação neuronais. Além disso, PrPC desempenha uma função importante na biologia de células tronco neurais (NSCs) e dados preliminares do nosso grupo mostram que sua interação com STI1 participa na auto-renovação (expansão e manutenção) destas células. As NSCs além de estarem envolvidas com a neurogênese do sistema nervoso central adulto, podem originar ou controlar neoplasias cerebrais, particularmente gliomas, meduloblastomas e ependimonas. Sabe-se que STI1 é secretada tanto por astrócitos normais quanto tumorais (linhagens de glioblastoma) e sua interação com PrPC modula a proliferação celular de glioblastoma humano. Interessantemente, estudos recentes in vivo mostram que as NSCs podem ser recrutadas para xenotransplantes de glioblastoma e que este evento está associado com redução do tamanho do tumor e ao aumento da sobrevida dos animais. Diante desses dados torna-se aparente um possível envolvimento de STI1 na biologia de tumores cerebrais, uma vez que o bloqueio de sua interação com PrPC e sua participação na auto-renovação de NSCs poderiam modular a progressão tumoral. Considerando-se que as NSCs constituem um modelo relevante para explorar a biologia de gliomas e para a triagem de novos agentes terapêuticos, esse projeto tem como objetivo investigar a participação de STI1 e PrPC na biologia de células tronco neurais de animais adultos e estudar uma possível relação entre essas células com neoplasias cerebrais. Finalmente, cabe ainda ressaltar que a concretização desse projeto implantaria novas linhas de pesquisa no grupo: neurogênese, estudos de neoplasias associadas ao SNC (i.e, glioblastomas) e a relação entre neurogênese e tumorigênese cerebral.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeMarilene Hohmuth Lopes (Responsável)
Orientações
- Doutorado
desde 2025Martha Liliana Medina Solano · OrientaçãoEfeitos de miRNAs secretados por vesículas extracelulares na especificação de neurônios dopaminérgicos em modelos celulares (2D/3D) da doença de Parkinson · BIOLOGIA DE SISTEMAS · Universidade de São Paulo · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2025Isabella de Sousa Nóbrega · OrientaçãoFunções de PrPC e seus ligantes na dinâmica de cílios primários em modelos celulares 2D e 3D de glioblastoma · BIOLOGIA DE SISTEMAS · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorEm andamento - Pós-doutorado
desde 2025Rodrigo Nunes Alves · Orientação· Universidade de São Paulo · Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoEm andamento - Iniciação Científica
desde 2025Bianca Ferreira Arruda · OrientaçãoAVALIAÇÃO DAS FUNÇÕES DA CO-CHAPERONA STRESS INDUCIBLE PHOSPHOPROTEIN 1 (STIP1) NA REDE DE PROTEOSTASE DE CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS MURINAS · Ciências Fundamentais Para A Saúde · Universidade de São PauloEm andamento - Iniciação Científica
desde 2025Bianca Castineiras Lopes · OrientaçãoPapel das células-tronco neurais na gliomagênese · Ciências Biomédicas · Universidade de São PauloEm andamento - Pós-doutorado
desde 2024CAMILA FELIX DE LIMA FERNANDES · Orientação· Instituto de Ciências Biomédicas/USP · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento - Iniciação Científica
desde 2024Lucas Prestes Helzel · OrientaçãoEstudo da função da STIP1 na regulação da proteostase e pluripotência em iPSCs humanas · Ciências Biomédicas · Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2022Maria Clara da Silva Souza · OrientaçãoO impacto da proteína prion na biologia do glioblastoma: desvendando vias moleculares em xenoenxertos derivados de pacientes. · Biologia Celular e Tecidual · Instituto de Ciências Biomédicas/USP · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2022Samuel Ribeiro Soares · OrientaçãoImpactos da modulação de STI1 na sinalização de Wnt e no status de pluripotência. · BIOLOGIA DE SISTEMAS · Universidade de São Paulo · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento
Bancas julgadoras
135 registros- 2025Sirlene da Silva RodriguesProdução biotecnológica e caracterização in vitro de cardiomiócitos em sistemas independentes de ancoragem a partir de células-tronco de pluripotência induzida para terapia celular · Biotecnologia · Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesMestrado
- 2025NICOLAS JONES VILLARINHOImpacto do estresse de cisalhamento na interação entre células endoteliais e vesículas extracelulares tumorais: abordagens in vitro e in silico · BIOLOGIA DE SISTEMAS · Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesDoutorado
- 2025Raisa Ferreira CostaEstabelecimento e caracterização de linhagens celulares e xenoenxertos derivados de tumores de glândula salivar. · Oncologia · Fundação Antônio PrudenteBanca: Marilene Hohmuth LopesDoutorado
- 2025Rodrigo Nunes AlvesModulação de PrPC e seu impacto no processamento e tráfego de CD44 em células-tronco de glioblastoma · BIOLOGIA DE SISTEMAS · Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesDoutorado
- 2025LUIZ HENRIQUE DE SANTANA MANIERO,O papel do complexo RNA exosomo na diferenciação de células tronco embrionárias de murinos em células precursoras neuronais · Ciências Biológicas (Bioquímica) · Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesDoutorado
- 2025Bruna Oliveira de AlmeidaInvestigação de vias de sinalização e processos biológicos associados à proteína ANKHD1 em câncer de estômago · Biologia Funcional e Molecular · Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesExame de qualificação de doutorado
- 2025GUILHERME NORBERTO DE ANDRADEEfeito biológico de fatores da família NeuroD no sistema nervoso embrionário e em glioblastomas · BIOLOGIA DE SISTEMAS · Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesExame de qualificação de mestrado
- 2025Merve ÇulhaThe Effects of Exercise-Induced miRNAs on Tumor and Anti Tumoral Immunity · Oncologia · Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesExame de qualificação de doutorado
- 2025Andrelissa Gorete CastanhaModelagem do impacto da Microglia e da neuroinflamação no Transtorno do Espectro do Autismo · Progrmana de Microbiologia · Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesExame de qualificação de doutorado
- 2025Mariana Gonçalves MacedoImpacto da expressão da proteína prion na ciliogênese de células-tronco de glioblastoma · Ciências Fundamentais Para A Saúde · Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesGraduação
- 2025Concurso Público para Professor do Magistério Superior· Universidade Federal de AlagoasBanca: Marilene Hohmuth LopesConcurso público
- 2025do Concurso para Provimento de 1 (um) Cargo de Professor Doutor para atuar no Departamento de Biologia Celular e do Desenvolvimento do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo,· Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesConcurso público
- 2025Processo Seletivo para exame de ingresso no Doutorado Regular do Programa de Biologia Funcional e Molecular do ICB-USP· Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesOutra
- 2025Comitê Externo de Avaliação PIBIC / V Jornada de Iniciação Científica (JIC) da FICSAE· Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert EinsteinBanca: Marilene Hohmuth LopesOutra
- 2024JOÃO PEDRO ALVES DE ARAUJOEfeitos de vesículas extracelulares derivadas de precursores neurais na biologia de células-tronco de glioblastoma: elucidando o papel da proteína prion celular nas interações celulares de tumores cerebrais · BIOLOGIA DE SISTEMAS · Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesMestrado
- 2024José Augusto Stinghen NetoEXPRESSÃO DE QUINASES POUCO ESTUDADAS E SUA RELAÇÃO COM ASPECTOS CLÍNICOS E HISTOPATOLÓGICOS EM TUMORES SÓLIDOS · Oncologia · Fundação Antônio PrudenteBanca: Marilene Hohmuth LopesMestrado
- 2024JOSÉ LEONEL LEMOS BUZZOAnálise de retrocópias não-fixadas em dados de Sequenciamento de Exomas Completos do TCGA · Ciências Biológicas (Bioquímica) · Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesDoutorado
- 2024LUIZ EDUARDO RODRIGUES FIRMINOIdentificação e análise de RNAs não codificantes longos (lncRNAs) expressos no epitélio olfatório de camundongos · Bioquímica · Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesDoutorado
- 2024CAMILA FELIX DE LIMA FERNANDESEstudo do papel da STIP1 e potenciais fatores associados à rede de proteostase na regulação da pluripotência · BIOLOGIA DE SISTEMAS · Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesDoutorado
- 2024Elisa Marozzi CruzAstrogliosis across models: 3D printing and in vivo implantation · Bioquímica · Universidade Federal de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesDoutorado
- 2024Cíntia Akemi FukudaValidação funcional de Variantes de Significado Incerto identificadas em portadores de Síndromes de Predisposição Hereditária ao Câncer · Doutorado · Fundação Antônio PrudenteBanca: Marilene Hohmuth LopesExame de qualificação de doutorado
- 2024VITÓRIA SAMARTIN BOTEZELLIExploração de redes gênicas na diferenciação de neurônios sensoriais e interneurônios medulares no embrião e em hiPSC. · BIOLOGIA DE SISTEMAS · Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesExame de qualificação de doutorado
- 2024MARINA RODRIGUES PIRESBioimpressão 3D de células neuroprogenitoras derivadas de hiPSCs como modelo para estudo da neurogênese? · Ciências Biológicas (Biologia Molecular) · Universidade Federal de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesExame de qualificação de mestrado
- 2024Stella Gonçalves CavalcanteCharacterization of the role of Mitochondrial Transcription Factor A (TFAM) in the tumor progression of astrocytomas · Neurologia · Faculdade de Medicina-USPBanca: Marilene Hohmuth LopesExame de qualificação de doutorado
- 2024Emily Vieira RamosO PAPEL DE STIP1 NA DIFERENCIAÇÃO DE CÉLULAS-TRONCO PLURIPOTENTES · Ciências Biomédicas · Universidade de São PauloBanca: Marilene Hohmuth LopesGraduação
Revisor de periódico
29 registros- 2025 – presenteVínculo atualCellular and Molecular NeurobiologyRevisor de periódico
- 2024 – presenteVínculo atualAutophagy (1554--862)Revisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualGENETICS AND MOLECULAR BIOLOGY (1415--475)Revisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualFEBS JournalRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualFRONTIERS IN ONCOLOGYRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualSEMINARS IN CELL & DEVELOPMENTAL BIOLOGYRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualScientific ReportsRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualCell Communication and SignalingRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Pharmaceutical SciencesRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Pharmaceutical SciencesRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualCancer ControlRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualJove-Journal of Visualized ExperimentsRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualCELLULAR PHYSIOLOGY AND BIOCHEMISTRYRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualStem Cells Reviews and ReportRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualBRAZILIAN JOURNAL OF PHARMACEUTICAL SCIENCES (ONLINE)Revisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualOncotargetRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualJournal of Cancer Research and TherapeuticsRevisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualStem Cells (Dayton, Ohio)Revisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualEmerging Microbes and InfectionsRevisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualCell and Tissue Research (Print)Revisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualJournal of Immunology ResearchRevisor de periódico
- 2014 – presenteVínculo atualCell Biology InternationalRevisor de periódico
- 2014 – presenteVínculo atualFrontiers Cell And Developmental BiologyRevisor de periódico
- 2014 – presenteVínculo atualStem cell research & therapyRevisor de periódico
- 2012 – presenteVínculo atualJournal of NeurochemistryRevisor de periódico
- 2011 – presenteVínculo atualNeuroscienceRevisor de periódico
- 2010 – presenteVínculo atualPlos OneRevisor de periódico
- 2010 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Medical and Biological Research (Impresso)Revisor de periódico
- 2007 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of BiologyRevisor de periódico
Prêmios e títulos
54 registros- 2025Honor Mention for my PhD student Samuel Soares for his poster presentation at the V Symposium of the Graduate Program in Life Systems Biology, Sao Paulo.V Symposium of the Graduate Program in Life Systems Biology
- 2024My PhD student, Camila Fernandes, received an Honorable Mention for Best Poster PresentationIV Symposium of the Graduate Program in Life Systems Biology
- 2024My Master?s student, Samuel Soares, achieved Second Place at the IV Symposium of the Graduate Program in Life Systems Biology, Sao Paulo.IV Symposium of the Graduate Program in Life Systems Biology
- 2024Honor Mention for my PhD student Samuel Soares for his oral presentation at the Congress of Institute of Biomedical Science, Sao Paulo.Congress of Institute of Biomedical Sciences
- 2023Travel award to attend Stem Cell Niche ? Novo Nordisk foundation Science Cluster at Denmark, May, 2023.Novo Nordisk foundation Science Cluster
- 2023Best Poster for my PhD student, Maria Clara da Silva Souza, at ?International Colloquium on Gap Junctions and Cancer?,Santos, Brazil
- 2023Bolsista de Produtividade 2, CNPqCNPq
- 2023Two PhD students, Maria Clara Souza e Camila Fernandes, selected to attend São Paulo School in Advanced Science in Stem Cell Biology, Ribeirão Preto, SP.FAPESP
- 2023Travel grant for my PhD Student, Maria Clara Souza, to attend the conference: Protein Signaling - in space and time by Novo Nordisk Foundation Science Cluster, Copenhagen, Denmark.Novo Nordisk Foundation Science Cluster
- 2022Prize AACR Global Scholar-in-Training Award (GISITA) for my pos-doc Bárbara Paranhos Coelho to present her findings and participates in workshops and educational activitiesAmerican Association for Cancer Research Annual Meeting.
- 2021Menção Honrosa no 28º SIICUSP para minha aluna Maria Clara da Silva Souza28º SIICUSP
- 2021Prêmio de melhor vídeo pela votação popular na área de Ciências Biológicas para minha aluna Maria Clara da Silva Souza28º SIICUSP
- 2021Minha aluna Maria Clara da Silva Souza foi selecionada para representar a USP na Jornada Nacional de Iniciação Científica73a. Reunião Anual Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)
- 2021The Sanger Prize Competition para minha aluna Jacqueline Boccacino para estágio de pesquisa no Sanger InstituteWellcome Sanger Institute
- 2021Um dos 5 trabalhos selecionados para apresentação oral pela aluna de IC Jacqueline Boccacino. STI1 modulates a specific stage of early embryonic development and is a master regulator of stemnessHCA Developmental and Pediatric Cell Atlas Meeting
- 2021Indicação da aluna de iniciação científica Ailine Fortes para representar o Departamento de Biologia Celular e do Desenvolvimento na etapa internacional do SIICUSP29 SIICUSP
- 2021Prêmio de Primeiro Lugar na categoria Iniciação Científica para minha aluna Maria Clara da SilvaII Simpósio do PPG em Biologia de Sistemas, ICB-USP
- 2021Best poster presentation (video) for my student Maria Clara da Silva Souza https://www.youtube.com/watch?v=5hEEJ_PFpoE&t=25sII Symposium of Graduate Program Life Systems Biology.
- 20212021 econd best poster presentation (video) for my student Mariana PradoII Symposium of Graduate Program Life Systems Biology.
- 2021Best video (popular vote) in the Biological Sciences area produced by my student Maria Isabel Melo Escobar https://www.youtube.com/watch?v=BACa0d6NGWEII Symposium of Graduate Program Life Systems Biology.
- 2021Honor Mention for my students Camila Felix Fernandes e Samuel Soares in the Development Biology areaII Symposium of Graduate Program Life Systems Biology.
- 2021Conference honorarium for my well-evaluated presentation: ?Signaling Hubs in glioblastoma biology: Prion Protein as Orchestrator?Global Cancer Consortium
- 2020Primeiro lugar (menção honrosa) para aluna Maria Clara Souza pela apresentação de seu trabalho de iniciação científica na Semana Temática da BiologiaInstituto de Biociências
- 2020Indicação da aluna de iniciação científica Maria Clara da Silva Souza para representar o Departamento de Biologia Celular e do Desenvolvimento na etapa internacional do SIICUSPSIICUSP28
- 2020Travel Award para aluna Camila Felix Fernandes para participar do International Society for Stem Cell Research, 2020.ISSCR
Participação em eventos
74 registros- 2025STIP1 orchestrates stemness and early development in mammals8th Annual Conference of the Canadian Society for Molecular Biosciences (CSMB) in conjunction with the 4th Biennial Conference for Proteostasis Researchers in Canada, Eh (PRinCE) · Conferencista · Convidado · Ottawa
- 2025Membro do Comitê Externo de AvaliaçãoV Jornada de Iniciação Científica (JIC) da FICSAE · Avaliador · Convidado · Sao Paulo
- 2024Prion Protein as a Regulator of Glioblastoma Cell InvasionAmerican Society for Cell Biology · Poster / Painel · Participante · San Diego, EUA
- 2024Prion-CD44 engagement in glioblastoma biologyNuclei Acid and Nanobiosystem for Cancer Theranostics · Poster / Painel · Participante · São Paulo
- 2024Prion protein: A key orchestrator of signaling hubs in glioblastoma stem cell dynamicsNext Frontiers to Cure Cancer · Conferencista · Convidado · Sao Paulo
- 2024Vesicle miRNA Signatures in human iPSC-Derived Neural Stem Cells and Dopaminergic SpecificationI LatinEV Workshop in Extracellular Vesicles · Conferencista · Convidado · Curitiba, Paraná
- 2023Intracellular and extracellular vesicles miRNA profiling in human iPSC-derived neural stem cells and floor plate progenitorsStem Cell Niche · Poster / Painel · Participante · Copenhagen, Dinamarca
- 2022Human Cell Atlas - General MeetingOuvinte · Virtual
- 2021Hubs for Controlling stemness: prion protein as orchestratorNext Frontiers to Cure Cancer 2021 · Conferencista · Convidado · Sao Paulo
- 2021Prion protein and its partners as signaling organizers in glioblastoma stem cellsXX Congress of the Brazilian Society for Cell Biology · Conferencista · Convidado · Sao Paulo
- 2021Human Cell Atlas - General MeetingOuvinte · Virtual
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Formação complementar
13 registrosCoautorias
06 coautores- 3 obras
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Na imprensa
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