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Perfil do docente · FMRP

Maria Paula Panúncio Pinto.

Livre · Departamento de Ciências da Saúde

Currículo atualizado em 14/08/2025

Fisioterapia e Terapia OcupacionalPsicologiaEducação

Cita-se como: PANÚNCIO PINTO, Maria Paula;Panúncio-Pinto, Maria Paula;PINTO, MARIA PAULA PANUNCIO;PINTO, MARIA PAULA PANÚNCIO;PANUNCIO-PINTO, MP;PINTO, MPP;PANUNCIO-PINTO, MARIA PAULA

15 seções

Resumo biográfico

Docente do Departamento de Ciências da Saúde da FMRP-USP, Divisão de Terapia Ocupacional. Orientadora no Programa de Mestrado Profissional Terapia Ocupacional e Processos de Inclusão Social ( FM-USP), orientadora no Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública/FMRP e colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Clínica Médica FMRP (Linha de Pesquisa Educação). Pesquisadora do Laboratório de Ensino e Pesquisa de Terapia Ocupacional na Infância e Adolescência - LEPTOI, desenvolvendo estudos sobre o desempenho ocupacional de crianças e adolescentes em contextos diversos. Tem experiência na área de crianças e adolescentes em situação de risco pessoal e social (pobreza, violência doméstica, exclusão aos direitos, adoecimento e hospitalização),seu desenvolvimento e envolvimento em ocupações. Também estuda a formação profissional em cursos de graduação na área da saúde, com ênfase no apoio ao estudante, violência interpessoal e violência baseada em gênero na universidade. Membro do Núcleo Docente Estruturante do Centro de Desenvolvimento Docente para o Ensino (CDDE - FMRP), foi membro de seu primeiro Conselho Gestor (2018-2021). Representa a Universidade de São Paulo - Campus RP no Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) e na Comissão Municipal para Erradicação do Trabalho Infantil (COMPETI). Bacharel em Terapia Ocupacional (UFSCar, 1987), Mestre em Psicologia da Educação FE - UNICAMP, 1995) Doutora em Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem (IP-USP, 2006).

Indicadores

Áreas de atuação

03 registros
  • Ciencias Da Saude
    Fisioterapia e Terapia Ocupacional
  • Ciencias Humanas
    Psicologia
  • Ciencias Humanas
    Educação

Formação acadêmica

04 registros
  1. 2001 – 2006DoutoradoConcluído
    Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem · Universidade de São Paulo
    “O sentido do silêncio dos professores diante da violência doméstica sofrida por seus alunos: uma análise do discurso”
    Orientação: Profa Dra Maria Isabel da Silva Leme
  2. 1996 – 1996EspecializaçãoConcluído
    Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes · Universidade de São Paulo
  3. 1992 – 1995MestradoConcluído
    Psicologia da Educação · Universidade Estadual de Campinas
    “Crianças e adolescentes em situação de risco: entendendo a opção pela vida de rua”
    Orientação: Prof Dra. Anita Liberalesso NeriBolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  4. 1984 – 1987GraduaçãoConcluído
    Terapia Ocupacional · Universidade Federal de São Carlos

Idiomas

02 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemRazoávelRazoávelBem
FrancêsBemRazoávelRazoávelRazoável

Atuação profissional

24 registros
  1. 2022 – 2022
    Universidade do Algarve
    Professor Visitante8h/sem
  2. 2022 – 2022
    Universidade do Minho
    Professor Visitante4h/sem
  3. 2022 – 2022
    Universidade do Minho
    Professor Visitante40h/sem
  4. 2020 – presenteVínculo atual
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP
  5. 2019 – presenteVínculo atual
    Faculdade de Medicina de Sao Paulo
    professora orientadora MPTOServidor Publico2h/sem
  6. 2008 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP
    Professor doutor RDIDPServidor Publico40h/sem
  7. 2000 – 2007
    Universidade de Uberaba
    professor tempo contínuoCeletista20h/sem
  8. 1998 – 1998
    Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
    professor convidadoColaborador
  9. 1998 – 1998
    Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
    professor convidadoColaborador
  10. 1998 – 1999
    Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
    Professor convidado
  11. 1997 – 1997
    Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Bebedouro
    professor convidadoColaborador
  12. 1997 – 1997
    Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
    professor convidadoColaborador
  13. 1997 – 1997
    Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
    professor convidadoColaborador
  14. 1997 – 1997
    Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
    professor convidadoColaborador
  15. 1997 – 1997
    Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
    professor convidadoColaborador
  16. 1997 – 1997
    Universidade de Ribeirão Preto
    Professor convidadoColaborador
  17. 1997 – 1998
    Centro Brasileiro de Infância e Juventude
    Terapeuta OcupacionalCeletista20h/sem
  18. 1996 – 1996
    Faculdade de Psicologia Usp Rp
    Professor convidado
  19. 1996 – 1996
    Université de Montréal - Centre de Psycho-Éducacion du Québec
    estagiário30h/sem
  20. 1994 – 1994
    Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
    professor convidadoColaborador
  21. 1989 – 1989
    Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Ribeirão Preto
    Terapeuta OcupacionalCeletista20h/sem
  22. 1988 – 2000
    Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto Sp
    terapeuta ocupacionalServidor Publico20h/sem
  23. 1987 – 1988
    Sorri Rp
    Terapeuta OcupacionalCeletista20h/sem
  24. Vínculo atual
    Universidade de São Paulo

Produção bibliográfica

230 registros
160 de 160 itens
Por página
  • 2024
    Direitos humanos no contexto da educação universitária: a experiência de uma escola da área da saúde no Brasil
    Maria Paula Panúncio Pinto · IV COLÓQUIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS SOCIAIS DA EDUCAÇÃO · Instituto de Educação da Universidade do Minho · ISBN 978-989-53545 · Braga, Portugal
  • 2022
    Direitos humanos no contexto da educação universitária: a experiência de uma escola da área da saúde no Brasil
    Maria Paula Panúncio Pinto · IV Colóquio Internacional de Ciências Sociais da Educação · U-Minho · Braga, Portugal
  • 2022
    Percepções de participantes de Oficinas de Desenvolvimento Docente sobre avaliação do estudante quanto à qualidade das intervenções
    Rodrigo Humberto Flauzino; Maria Paula Panúncio Pinto; Luiz Ernesto de Almeida Troncon · 60o Congresso Brasileiro de Educação Médica · ABEM · ISBN 2675-5378 · Foz do Iguaçu
  • 2021
    Percepções da Comunidade Universitária Sobre Tipos de Violência no Ambiente Acadêmico.
    Deíse Camargo Maito; Maria Paula Panúncio Pinto; VIEIRA, ELISABETH MELONI · Congresso Paulista em Saúde Pública · Realize · Campina Grande
  • 2021
    Violência Sexual na Universidade: um Problema a Ser Enfrentado
    MAITO, DEÍSE CAMARGO; Maria Paula Panúncio Pinto; VIEIRA, ELISABETH MELONI · Congresso Paulista em Saúde Pública · Realize · Campina Grande
  • 2021
    MEDIDA SOCIOEDUCATIVA DE LIBERDADE ASSISTIDA EM CONTEXTO PANDÊMICO: A EXPERIÊNCIA DA CULINÁRIA COMO ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO GRUPAL REMOTA
    Alessandra de Moura; Rebecca Maris de Souza; Maria Paula Panúncio Pinto · III Simpósio Nacional em Sócio Educação · Faculdade UnB-Planaltina/UnB · ISBN 978-65-86503- · Brasília-DF
  • 2021
    PERCEPÇÕES DA COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA SOBRE TIPOS DE VIOLÊNCIA NO AMBIENTE ACADÊMICO
    MAITO, DEÍSE CAMARGO; VIEIRA, ELISABETH MELONI; Maria Paula Panúncio Pinto · XVII Congresso Paulista de Saúde Pública · Realize Eventos Científicos e Editora Ltda · on line
  • 2021
    O enfrentamento à violência sexual e violência de gênero no campus de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e o exercício da autonomia universitária
    MAITO, DEÍSE CAMARGO; Maria Paula Panúncio Pinto; VIEIRA, ELISABETH MELONI · Fazendo Gênero 12 Lugares de Fala, Direitos, Diversidades, Afetos - Seminário Internacional UFSC · UFSC · ISBN 2179510 · Florianópolis-SC
  • 2021
    O enfrentamento à violência sexual e violência de gênero no campus de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e o exercício da autonomia universitária
    MAITO, DEÍSE CAMARGO; Maria Paula Panúncio Pinto; VIEIRA, ELISABETH MELONI · Fazendo Gênero 12 -0 Lugares de Fala, Direitos, Diversidades, Afetos - Seminário Internacional UFSC · UFSC · ISBN 2179510 · Florianópolis-SC
  • 2021
    PROTAGONISMO ESTUDANTIL NO ENFRENTAMENTO AOS DESAFIOS IMPOSTOS PELA PANDEMIA DE COVID-19 NO ENSINO SUPERIOR
    Gisele Curi de Barros; Maria Paula Panúncio Pinto; Rodrigo Humberto Flauzino; Victor Evangelista Ferraz · 59o Congresso Brasileiro de Educação Médica · ABEM · ISBN 2675-5378 · on line
  • 2021
    ESTUDANTES DE MEDICINA E DE OUTROS CURSOS DA ÁREA DA SAÚDE EM RELAÇÃO AO ESTRESSE: O CUIDADO COM A SAÚDE MENTAL DOS PROFISSIONAIS QUE FORMAMOS
    MURAKAMI, KAROLINA; Maria Paula Panúncio Pinto; Rodrigo Humberto Flauzino; Luiz Ernesto de Almeida Troncon · 59o Congresso Brasileiro de Educação Médica · ABEM · ISBN 2675-5378 · on line
  • 2021
    PERCEPÇÕES DE PARTICIPANTES DE ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DOCENTE (DD) SOBRE A AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE DAS PROFISSÕES DA SAÚDE: VISÃO DOS GESTORES
    Rodrigo Humberto Flauzino; Maria Paula Panúncio Pinto; MURAKAMI, KAROLINA; Valdes Roberto Bollela; Luiz Ernesto de Almeida Troncon · 59o Congresso Brasileiro de Educação Médica · ABEM · ISBN 2675-5378 · on line
  • 2021
    VIOLÊNCIA SEXUAL NA UNIVERSIDADE: UM PROBLEMA A SER ENFRENTADO
    MAITO, DEÍSE CAMARGO; VIEIRA, ELISABETH MELONI; Maria Paula Panúncio Pinto · XVII Congresso Paulista de Saúde Pública · Realize Eventos Científicos e Editora Ltda · on line
  • 2019
    EQUITY AND DIVERSITY: WAYS TO PREVENT VIOLENCE AMONG COLLEGE STUDENTS
    Maria Paula Panúncio Pinto; Giovanna Singh Gasperini; Grazielle Keile Xavier · AMEE Anual Conference · AMEE · Viena
  • 2019
    Anxiety among health professions undergraduate students: experience report from a center for psychological and educational support
    Rodrigo Humberto Flauzino; MURAKAMI, KAROLINA; Maria Paula Panúncio Pinto; Victor Evangelista Ferraz · AMEE Anual Conference · AMEE · Viena
  • 2019
    OPPORTUNITIES OF INTERPROFESSIONAL TRAINING IN UNDERGRADUATE HEALTH COURSES: the students' point of view
    Ana Carolina Bonetti Alves; Maria Paula Panúncio Pinto; BORGES, MARCOS DE CARVALHO · AMEE Annual Conference · AMEE · Viena
  • 2019
    Estratégias de coping (enfrentamento de dificuldades) utilizadas por graduandos da área da saúde com e sem presença de estresse
    MURAKAMI, KAROLINA; Maria Paula Panúncio Pinto; Jair Lício Ferreira dos Santos; Luiz Ernesto de Almeida Troncon · 57o Congresso Brasileiro de Educação Médica · ABEM · ISBN 2675-5378 · Belém (PA)
  • 2018
    Development and content validationof a structured scale for mesuring interpersonal violence and bullying among students from health professions undergraduate programs
    Matheus Francoy Alpes; Maria Paula Panúncio Pinto; TRONCON, LUIZ ERNESTO DE ALMEIDA · AMEE 2018 Annual Conference · AMEE · Basel
  • 2018
    Human rights issues and undergraduate health courses curricula
    Maria Paula Panúncio Pinto; Bruna Ulhoa de Carvalho; Gabriely Martins Silva; Cristine Homsi Jorge Ferreira · AMEE 2018 Annual Conference · AMEE · Basel
  • 2018
    EXPLORANDO O UNIVERSO OCUPACIONAL DE PROFESSORES DA REDE PRIVADA
    Maria Luiza Rodrigues dos Santos; Maria Paula Panúncio Pinto · Congresso Norte-Nordeste de Terapia Ocupacional · Revista Insterinstitucional Brasileira de Terapia Ocupacional · ISBN 9788565118071 · Aracaju - Sergipe
  • 2017
    Interpersonal violence (IPV) among undergraduate students: implications to students? adjustment
    Maria Paula Panúncio Pinto; Matheus Francoy Alpes; Laís Bernardes Garcia; Gabriel Morais Xavier dos Santos · AMEE 2017 · AMEE · Helsinki
  • 2016
    A PRODUÇÃO DE DADOS PARA GESTÃO EDUCACIONAL EM CURSOS DE GRADUAÇÃO NA ÁREA DA SAÚDE
    Maria Paula Panúncio Pinto; Victor Evangelista Ferraz; Luiz Ernesto de Almeida Troncon · XV Encontro Nacional de Docentes de Terapia Ocupacional · Universidade Federal de São Carlos · ISBN 0104-4931 · Vitória - ES
  • 2016
    ATO INFRACIONAL NA ADOLESCÊNCIA E POLITICAS PUBLICAS ? UMA REVISÃO DE LITERATURA
    Marina Gonçalves Nasralla; Maria Paula Panúncio Pinto · XV Encontro Nacional de Docentes de Terapia Ocupacional · Universidade Federal de São Carlos · ISBN 0104-4931 · Vitória - ES
  • 2016
    A PRESENÇA DE VIOLÊNCIA INTERPESSOAL/BULLYING NO CONTEXTO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO NA ÁREA DA SAÚDE
    Maria Paula Panúncio Pinto; Matheus Francoy Alpes; Laís Bernardes Garcia; Gabriel Morais Xavier dos Santos · XV Encontro Nacional de Docentes de Terapia Ocupacional · Universidade Federal de São Carlos · ISBN 0104-4391 · Vitória - ES
  • 2016
    Acompanhamento longitudinal de características sócio demográficas e psicológicas de estudantes e a produção de dados para o planejamento educacional em cursos de graduação da área da saúde: a experiência da FMRP-USP.
    Maria Paula Panúncio Pinto; Victor Evangelista Ferraz; Luiz Ernesto de Almeida Troncon · 2o Congresso de Graduação da Universidade de São Paulo · Piracicaba

Produção técnica

67 registros
5 de 5 itens
Por página
  • 2003
    Identificando a violência doméstica como fator de risco ao desenvolvimento infantil
    Maria Paula Panúncio Pinto · Projeto de Iniciação Científica
  • 2001
    Prevenção À Violência Doméstica: Intervenção Breve Com Adolescentes e Pais
    Maria Paula Panúncio Pinto · Projeto de Iniciação Científica
  • 2001
    O Papel do Professor na Notificação de Casos de Violência Doméstica Física: Compreendendo a Construção Histórico-Cultural da Omissão Através do Discurso
    Maria Paula Panúncio Pinto · Projeto de Doutorado
  • 1995
    Crianças e Adolescentes em Situação de Risco: Entendendo a Opção Pela Vida de Rua
    Maria Paula Panúncio Pinto · Projeto de Mestrado
  • 1986
    Visão Atual Acerca da Terapia Ocupacional no Estado de São Paulo
    Maria Paula Panúncio Pinto · Projeto de Iniciação Científica

Projetos de extensão

31 registros

Projetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.

31 de 31 projetos
Por página
  • 2024 – presenteExtensão

    nclusão Escolar na Educação Infantil: uma abordagem interprofissional na intervenção com crianças e educadores

    Em andamento

    A inclusão escolar de crianças com alterações no desenvolvimento global (cognitivo, motor,sensorial e social) tem se mostrado um grande desafio para educadores e profissionais da saúde envolvidos em seu atendimento clínico/acolhimento escolar. Nesse sentido, cumprindo os pressupostos da Curricularização na USP, e visando ofertar atenção especializada a essas crianças e aos educadores no contexto escolar, esta proposta prevê a atuação interprofissional (terapia ocupacional e pedagogia,inicialmente) em duas frentes no contexto da educação infantil: (1) atuação direta com as crianças em sala de aula e em atendimentos individuais visando ofertar apoio, identificar as principais necessidades da criança e dos educadores (atuar estimulando o desenvolvimento e o aprimoramento de habilidades/competências específicas) e (2) Capacitação e desenvolvimento profissional dos educadores da escola. Tanto a atuação direta com as crianças, quanto a atuação com educadores (atividades formativas regulares - capacitações) serão realizadas sob supervisão com membros da equipe do projeto (USP eescola),após capacitação inicial de 10 horas (curso de difusão gratuito devidamente cadastrado no sistema Apolo), pelos estudantes que se inscreverem na respectiva AEX. A atuação interprofissional permitirá juntar os conhecimentos da clínica em saúde e das práticas em educação, na tradução das linguagens, visando a inclusão efetiva, orquestrada inicialmente por terapeutas ocupacionais, pedagogos (da USP) e profissionais da escola (gestores, educadores, professores, terapeuta ocupacional), e por estudantes de graduação da USP que se inscreverem na AEX (o pré-requisito é a partir do 5 semestre de curso); estudantes de todas as áreas do conhecimento são bem vindos na AEX correspondente, é assim que seconstrói a transdisciplinaridade e a formação cidadã com base na integralidade.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Beatriz Silva Santoro, Karoline Kazue Yabuch, Jéssica Camila Ferreira, Ananda Luzia Teixeira Agostinho, Sofia de Souza Falcuci

  • 2019 – 2020Extensão

    Desenvolvimento profissional de educadores sociais e intervenção terapêutico-ocupacional com crianças e adolescentes em vulnerabilidade social ? Ano 3

    Concluído

    A vulnerabilidade social pode ser entendida como sendo a exposição de pessoas ou populações a determinadas situações que as colocam em risco para seu desenvolvimento integral. Crianças e adolescentes tornam-se especialmente vulneráveis devido a sua condição de pessoa em desenvolvimento que as torna dependentes da relação com um adulto para ter garantidos seus direitos. O Governo Federal através do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome tem desenvolvido ações de prevenção de situações de risco através do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Estas ações destinam-se à população em situação de fragilidade decorrente da pobreza, ausência de renda, acesso precário ou nulo aos serviços públicos ou fragilização de vínculos afetivos. Em Ribeirão Preto existem 14 Núcleos de Atenção à Criança e ao Adolescente, constituídos como Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos - SCFV ligados à Secretaria Municipal da Assistência Social, que atendem a 800 crianças e adolescentes, e contam com 80 educadores sociais. Este projeto de extensão universitária, em execução desde 2017, acontece através de parceria entre os cursos de Terapia Ocupacional e Fonoaudiologia- FMRP-USP e Psicologia-FFCLRP-USP e se desenvolve em duas etapas, (1) desenvolvimento de atividades visando a capacitação de educadores sociais dos SCVF para a prática com crianças e adolescentes em vulnerabilidade social e (2) fortalecer as ações dos SVCF na atenção a crianças a adolescentes, através da presença de alunos bolsistas nos 14 Núcleos da Criança e do Adolescentes numa ação complementar à capacitação dos educadores para atuar junto às crianças e adolescentes. São duas etapas interligadas e integradas, sendo que as supervisões, o planejamento e o desenvolvimento das sessões de capacitação aos educadores (2 vezes ao mês) e a intervenção direta com crianças e adolescentes nos SCFV (5 vezes por semana) são realizadas em conjunto e de forma complementar.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Aline Epiphanio Wolf, Gabriely Martins Silva, Beatriz Silva Santoro, Eduarda Gomides de Souza, Maria Isabel Bueno, Priscilla Lemes Gomes da Silva, Maria Clara Zordan Fernandes +4 integrantes

  • 2019 – presenteExtensão

    Desenvolvimento profissional de educadores sociais/professores e intervenção interprofissional com crianças e adolescentes de territórios pouco assistidos: desenvolvendo habilidades para aprender e conviver

    Em andamento

    Este grande projeto extensão está inserido em 3 Programas/Editais da Universidade de São Paulo : (1) Programa Unificado de Bolsas (PRG) edições 2019 e 2020 (02 projetos envolvendo escola e SCFV); (2) Programa Aprender na Comunidade, edições 2018 e 2020 e Edital PRCEU- ODS 2020. Integra também ações de pesquisa (Projetos em escola pública e em SCFV) e ensino (recebe estudantes de graduação em terapia ocupacional em atividades curriculares).
Crianças e adolescentes expostos à vulnerabilidade social estão em risco para seu desenvolvimento integral, e podem apresentar defasagens na aquisição de habilidades para participação na escola e convivência social. Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos ? SCFV são parte de políticas públicas de prevenção à situações de risco, com atendimentos no contraturno escolar visando atender crianças e adolescentes de famílias em situação de fragilidade decorrente da pobreza. Em Ribeirão Preto existem 14 SCFV ligados à Secretaria Municipal da Assistência Social- SEMAS, com 1200 crianças e adolescentes atendidas/ano, por 88 educadores sociais. Na área de abrangência da FMRP (Distrito Oeste), não existem SCFV e isso repercute no desempenho escolar, que se manifesta como problemas de aprendizagem e participação social, especialmente em adolescentes. Este projeto de extensão integra ações desenvolvidas através do Programa Unificado de Bolsas, do Programa Aprender na Comunidade e do Edital PRCEU-ODS 2020, estendendo as ações desenvolvidas com educadores sociais e crianças e adolescentes e dos SCFV para escola pública, adolescentes escolares (40) e seus professores (12). A ações desenvolvidas em escola pública do distrito oeste visam responder ao risco de evasão ou expulsão dos adolescentes, oferecendo atendimento paraque desenvolvam habilidades para aprender e conviver, e capacitar os professores para acolher as dificuldades dos estudantes, e apoiá-los em sua permanência na escola. Seu desenvolvimento como projeto de extensão envolve estudantes de terapia ocupacional e também dos cursos de Direito, Enfermagem, Fonoaudiologia, Odontologia e Psicologia, e, atividades extracurriculares e curriculares extramuros, integrando ações de extensão, de ensino e de pesquisa

    Financiadores
    • Pró Reitoria de Graduação - USP (Programa Unificado de Bolsas) · BOLSA
    • Pró Reitoria de Graduação (Programa Aprender na Comunidade) · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Pró Reitoria de Graduação (Programa Aprender na Comunidade) · BOLSA
    • Pró Reitoria de Cultura e Extensão - USP · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Sérgio Kodato, Aline Epiphanio Wolf, Gabriely Martins Silva, MAITO, DEÍSE CAMARGO, Beatriz Silva Santoro, Eduarda Gomides de Souza, Priscilla Lemes Gomes da Silva +16 integrantes

  • 2018 – 2019Extensão

    Equidade e diversidade: caminhos para prevenir a violência universitária

    Concluído

    A violência interpessoal no contexto da Universidade assume várias formas e tem se tornado um desafio cada vez maior enfrenta-la e desenvolver estratégias para prevenir sua ocorrência, através da sensibilização e educação, visando à tolerância, o respeito à diversidade, em busca de real equidade. Nesse sentido, este projeto de extensão propõe a realização de oficinas com 4 horas de duração, para estudantes, professores, funcionários e gestores do Campus USP Ribeirão Preto, uma vez ao mês durante a vigência do projeto, com 45 vagas por oferta (setembro de 2018 a agosto 2019). A oferta das oficinas será feita em parceria com o DCE e com os Centros Acadêmicos e Atléticas do Campus USP Ribeirão. No período de 4 horas de sua duração a oficina vai (1) discutir aspectos da violência no ambiente universitário a partir da experiência cotidiana dos participantes da oficina; (2) propor ações para sensibilizar e educar a comunidade universitária bem como para prevenir e remediar situações de violência já ocorridas. As propostas construídas em cada oficina serão apresentadas às Unidades do Campus. O Programa envolve mini aulas sobre os temas da violência universitária, da justiça restaurativa e da mediação de conflitos e momentos de atividades participativas utilizando e arte (música e vídeo); brain storming; think-pair-share: individualmente e em duplas (situação de violência; ações para prevenir; ações para remediar), com construção de painel e atividades em pequenos grupos pra discussão e apresentação de sugestões de estratégias para lidar com a violência no cotidiano acadêmico, também com construção de painel. O registro do produto das oficinas oferecerá material para ampliar a compreensão sobre a violência universitária, além de favorecer o diálogo, sensibilizar, educar e tornar possível à comunidade universitária pensar soluções para o problema. Projeto homologado pelo Programa Unificado de Bolsas da Pró Reitoria de Graduação da USP

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Grazielle Keile Xavier, Giovanna Singh Gasperini

  • 2018 – 2019Extensão

    Desenvolvimento profissional de educadores sociais e intervenção terapêutico-ocupacional com crianças e adolescentes dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos ? Ano 2

    Concluído

    A vulnerabilidade social pode ser entendida como sendo a exposição de pessoas ou populações a determinadas situações que as colocam em risco para seu desenvolvimento integral. Crianças e adolescentes tornam-se especialmente vulneráveis devido a sua condição de pessoa em desenvolvimento que as torna dependentes da relação com um adulto para ter garantidos seus direitos. O Governo Federal através do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome tem desenvolvido ações de prevenção de situações de risco através do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Estas ações destinam-se à população em situação de fragilidade decorrente da pobreza, ausência de renda, acesso precário ou nulo aos serviços públicos ou fragilização de vínculos afetivos. Em Ribeirão Preto existem 14 Núcleos de Atenção à Criança e ao Adolescente, constituídos como Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos - SVFV ligados à Secretaria Municipal da Assistência Social, que atendem a 800 crianças e adolescentes, e contam com 80 educadores sociais. Este projeto de extensão universitária está sendo proposto através de uma parceria entre os cursos de Terapia Ocupacional- FMRP-USP e Psicologia-FFCLRP-USP e se desenvolve em duas etapas, (1) desenvolvimento de atividades visando a capacitação de educadores sociais dos SCVF para a prática com crianças e adolescentes em vulnerabilidade social e (2) fortalecer as ações dos SVCF na atenção a crianças a adolescentes, através da presença de alunos bolsistas nos 14 Núcleos da Criança e do Adolescentes numa ação complementar à capacitação dos educadores para atuar junto às crianças e adolescentes. São duas etapas interligadas e integradas, sendo que as supervisões, o planejamento e o desenvolvimento das sessões de capacitação aos educadores (2 vezes ao mês) e a intervenção direta com crianças e adolescentes nos SCFV (5 vezes por semana) são realizadas em conjunto e de forma complementar.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Gabriely Martins Silva, Lorrany Alfieri Francisco, Maria Isabel Bueno, Rhayane do Nascimento Silva, Gabriela Zimmermann Silva, Priscilla Lemes Gomes da Silva, Mariana Grecco Faro +1 integrantes

  • 2018 – 2020Extensão

    Desenvolvimento Docente para a Avaliação Programática do Estudante em Cursos de Graduação da Área da Saúde no Brasil

    Concluído

    Este projeto contempla ações de capacitação e treinamento de lideranças e professores de 16 cursos de graduação da área da saúde de sete universidades e instituições de ensino superior brasileiras visando a implantação futura de sistemas estruturados de avaliação programática do estudante.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto, Valdes Roberto Bollela, TRONCON, LUIZ ERNESTO DE ALMEIDA (Responsável), BORGES, MARCOS DE CARVALHO, anamaria siriani de oliveira, jorge elias junior

  • 2017 – 2018Extensão

    A intervenção terapêutico-ocupacional com crianças e adolescentes dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Ano I

    Concluído

    A vulnerabilidade social pode ser entendida como sendo a exposição de pessoas ou populações a determinadas situações que as colocam em risco para seu desenvolvimento integral. Crianças e adolescentes tornam-se especialmente vulneráveis devido a sua condição de pessoa em desenvolvimento que as torna dependentes da relação com um adulto para ter garantidos seus direitos. O Governo Federal através do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome tem desenvolvido ações de prevenção de situações de risco através do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Estas ações destinam-se à população em situação de fragilidade decorrente da pobreza, ausência de renda, acesso precário ou nulo aos serviços públicos ou fragilização de vínculos afetivos. Em Ribeirão Preto existem 14 Núcleos de Atenção à Criança e ao Adolescente, constituídos como Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos ligados à Secretaria Municipal da Assistência Social. O SCFV é um serviço da Proteção Social Básica do SUAS que é ofertado de forma complementar ao trabalho social com famílias realizado por meio do Serviço de Proteção e Atendimento Integral às Famílias (PAIF) e do Serviço de Proteção e Atendimento Especializado às Famílias e Indivíduos (PAEFI). O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) realiza atendimentos em grupo. São atividades artísticas, culturais, de lazer e esportivas, dentre outras, de acordo com a idade e necessidade dos usuários. É uma forma de intervenção social planejada que cria situações desafiadoras, estimula e orienta os usuários na construção e reconstrução de suas histórias e vivências individuais, coletivas e familiares. Este projeto está sendo proposto através de uma parceria entre os cursos de Terapia Ocupacional- FMRP-USP e Psicologia-FFCLRP-USP .

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Grazielle Keile Xavier, Giovanna Singh Gasperini, Lorrany Alfieri Francisco

  • 2017 – 2018Extensão

    Capacitação e desenvolvimento profissional de educadores sociais Ano 1

    Concluído

    A vulnerabilidade social pode ser entendida como sendo a exposição de pessoas ou populações a determinadas situações que as colocam em risco para seu desenvolvimento integral. Crianças e adolescentes tornam-se especialmente vulneráveis devido a sua condição de pessoa em desenvolvimento que as torna dependentes da relação com um adulto para ter garantidos seus direitos. O Governo Federal através do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome tem desenvolvido ações de prevenção de situações de risco através do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Estas ações destinam-se à população em situação de fragilidade decorrente da pobreza, ausência de renda, acesso precário ou nulo aos serviços públicos ou fragilização de vínculos afetivos. Em Ribeirão Preto existem 14 Núcleos de Atenção à Criança e ao Adolescente, constituídos como Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos - SVFV ligados à Secretaria Municipal da Assistência Social. O SCFV é um serviço da Proteção Social Básica do SUAS, ofertado de forma complementar ao trabalho social com famílias realizado por meio do Serviço de Proteção e Atendimento Integral às Famílias (PAIF) e do Serviço de Proteção e Atendimento Especializado às Famílias e Indivíduos (PAEFI). O SCFV realiza atendimentos em grupo. São atividades artísticas, culturais, de lazer e esportivas, dentre outras, de acordo com a idade e necessidade dos usuários, atendendo ao público alvo no contra turno escolar. É uma forma de intervenção social planejada que cria situações desafiadoras, estimula e orienta os usuários na construção e reconstrução de suas histórias e vivências individuais, coletivas e familiares. Este projeto está sendo proposto através de uma parceria entre os cursos de Terapia Ocupacional- FMRP-USP e Psicologia-FFCLRP-USP e envolve o desenvolvimento de atividades visando a capacitação de educadores sociais dos SCVF para a prática com crianças e adolescentes em vulnerabilidade social. Consiste na realização de Oficinas de Desenvolvimento Profissional, realizadas por estudantes de terapia ocupacional e psicologia, com supervisão e acompanhamento dos docentes responsáveis, abordando temas relativos à população-alvo da atuação dos educadores: desenvolvimento infanto-juvenil; aspectos do desenvolvimento moral; brincar e aprender; relações interpessoais saudáveis; desenvolvimento de estratégias de mediação e negociação; cidadania e direitos; saúde (drogas, sexualidade, gravidez na adolescência, violência); projeto de vida (profissão, estudos); intergeracionalidade.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), LUIZ FELIPE DA SILVA, Bárbara Vencel Paulino de Aguiar, Catarina Stevanato Soares

  • 2017 – 2018Extensão

    Atividades lúdicas e de contação de histórias em instituição de acolhimento à crianças e adolescentes - Ano III

    Concluído

    O ?Projeto Caixa de Histórias?, como ação de cultura e extensão universitária vem sendo desenvolvido desde 2005, inicialmente com atividades nas enfermarias pediátricas do HCFMRP Campus e Unidade de Emergência. Desde 2015 a realização de ações em abrigo na comunidade para acolhimento a crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica, abandono e negligência levou a esta iniciativa de reformulação e reapresentação do mesmo. Nesta edição, sua finalidade principal é envolver acadêmicos do curso de Terapia Ocupacional em atividades voltadas para o atendimento de crianças e adolescentes institucionalizadas, e desta forma propiciar uma integração universidade-comunidade que responda de um lado, às demandas de formação profissional na área de Terapia Ocupacional na Infância e Adolescência, e, de outro, ás necessidades das crianças e adolescentes alvos de políticas de proteção especial, que por questões sociais e pessoais estão abrigadas temporariamente em instituição de acolhimento. As ações propostas para crianças, adolescentes e educadores de instituições de acolhimento objetivam possibilitar o contato com histórias infanto-juvenis, como recurso facilitador do desenvolvimento cognitivo e sócio-afetivo de crianças e adolescentes institucionalizados, oferecendo alternativas de enfrentamento do cotidiano gerado pela situação de institucionalização; criar condições para elaboração e resignificação do cotidiano transformado pelos eventos de vida adversos que antecederam a institucionalização, além de capacitar a equipe para contar histórias e desenvolver atividades lúdicas diversas, estimulando e oportunizando o desempenho do principal papel ocupacional na infância, o brincar (brincar livre, brincar dirigido, atividades de faz de conta, histórias infantis, etc). Outras atividades podem ser propostas visando o desenvolvimento de habilidades para enfrentar o cotidiano (atividades de vida diária; atividades expressivas; atividades artesanais).

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Beatriz Santoro, Lorena Gabriela Freitas Lima

  • 2017 – 2018Extensão

    Brinquedoteca e Sucatoteca: espaço lúdico para o desenvolvimento de crianças, adolescentes, pais e cuidadores (CIR-HERibeirão e UETDI-HC-FMRP)- Ano VII

    Concluído

    O Projeto ?Brinquedoteca e Sucatoteca? está sendo desenvolvido desde agosto de 2011, no contexto da sala de espera do CIR-HERibeirão, e desde março de 2013 na UETDI-HC-FMRP oferecendo às crianças atendidas nos ambulatórios um espaço para o desempenho de seu papel de ?brincante?, através (1) da exploração orientada de livros infantis, materiais lúdicos; (2) da interação com diversas crianças, com ou sem alterações de desenvolvimento, enquanto aguardam o atendimento no referido serviço. Sua finalidade principal é envolver acadêmicos do curso de TO em atividades de sala de espera, ligadas ao brincar das crianças atendidas no CIR e UETDI, e à orientação aos seus pais/cuidadores sobre a importância do brincar para o seu desenvolvimento pleno, através da oferta de espaço orientado para o desempenho do papel de brincar ás crianças atendidas no ambulatório de reabilitação CIR e no ambulatório da Unidade de Tratamento de Doenças Infectocontagiosas - UETDI.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Juliana de Melo Gomes Forcenette, Laura Diniz Vieira

  • 2016 – 2017Extensão

    Brinquedoteca e Sucatoteca espaço lúdico para o desenvolvimento de crianças, adolescentes, pais e cuidadores (CIR-HERibeirão e UETDI-HC-FMRP)- Ano VI

    Concluído

    O Projeto ?Brinquedoteca e Sucatoteca? está sendo desenvolvido desde agosto de 2011, no contexto da sala de espera do CIR-HERibeirão, e desde março de 2013 na UETDI-HC-FMRP oferecendo às crianças atendidas nos ambulatórios um espaço para o desempenho de seu papel de ?brincante?, através (1) da exploração orientada de livros infantis, materiais lúdicos; (2) da interação com diversas crianças, com ou sem alterações de desenvolvimento, enquanto aguardam o atendimento no referido serviço. Sua finalidade principal é envolver acadêmicos do curso de TO em atividades de sala de espera, ligadas ao brincar das crianças atendidas no CIR e UETDI, e à orientação aos seus pais/cuidadores sobre a importância do brincar para o seu desenvolvimento pleno.Através da oferta de espaço orientado para o desempenho do papel de brincar ás crianças atendidas no ambulatório de reabilitação CIR e no ambulatório da Unidade de Tratamento de Doenças Infectocontagiosas - UETDI.Ações desenvolvidas, envolvem: Capacitação inicial: os graduandos inscritos passam por um processo de capacitação pontual (30 horas: aulas teóricas e oficinas). O conteúdo programático envolve temas como: desenvolvimento infanto-juvenil; terapia ocupacional e áreas de ocupação na infância e adolescência; o brincar e sua importância para o desenvolvimento; adaptações do brincar para crianças com alterações no desenvolvimento (síndromes genéticas, problemas de aprendizagem, atraso no desenvolvimento neuro-psico-motor, TDAH, déficit em habilidades sociais, alterações sensoriais e neurológicas), facilitação do brincar para ser executado pelos pais; contos de fadas, histórias infantis e seu potencial terapêutico; dinâmica e atividade grupal; atividades e recursos terapêuticos; oficinas sobre brincar, musicalização. Desenvolvimento de práticas junto a crianças, pais e cuidadores no espaço da brinquedoteca do CIR e UETDI: em dias e horários pré-definidos e fixos o estudante/bolsista se responsabiliza por abrir a sala e convidar as crianças e os pais para participarem de atividades lúdicas, contribuindo assim com a melhora do desempenho nesta área de ocupação, promovendo a aproximação entre pais e filhos, criando oportunidade de uma interação saudável, e possibilitando uma orientação aos pais quanto ao como brincar com o filho. Cada acadêmico terá a responsabilidade, em seu dia e horário, de abrir a sala e administrar os materiais ali disponibilizados, sendo também responsável pelo registro da freqüência das crianças em formulário próprio. As atividades em grupo devem ser estimuladas, bem com a participação dos pais. A utilização de histórias infantis, teatro de fantoches, jogos, brincadeiras, instrumentos musicais, atividades temáticas de acordo com datas festivas/comemorativas são possibilidades a serem exploradas pelos acadêmicos. Capacitação continuada/tutorias: durante todo o desenvolvimento do projeto são ofertadas supervisões semanais, com todos os participantes e os coordenadores para troca de informações, leituras e discussões das vivências. Os graduandos são levados a refletir sobre a ação, pois durante as práticas na brinquedoteca podem ocorrer situações inesperadas e, diante disto, tornam-se importantes a resolução de problemas, a troca de informações e as discussões das vivências. Pretende-se capacitar alunos de graduação em terapia ocupacional para (1) utilizar o brincar como promotor do desenvolvimento de habilidades infantis em diversas áreas; (2) atuar como facilitadores na mediação da relação entre pais e filhos, através do universo lúdico; (3) oferecer aos pais e cuidadores orientações sobre o brincar de seu filho e sua importância para seu desenvolvimento; (4) atuar em equipes multi e inter-profissionais; (5) utilizar instrumental específico da terapia ocupacional.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Carolina Romeiro Pereira, Aline Harume Suzuki Damasceno

  • 2016 – 2017Extensão

    Atividades lúdicas e de contação de histórias em instituição de acolhimento à crianças e adolescentes- Ano II

    Concluído

    O ?Projeto Caixa de Histórias?, como ação de cultura e extensão universitária vem sendo desenvolvido desde 2005, inicialmente com atividades nas enfermarias pediátricas do HCFMRP Campus e Unidade de Emergência. Recentemente a realização de ações em abrigo na comunidade para acolhimento a crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica, abandono e negligência levou a esta iniciativa de reformulação e reapresentação do mesmo. Nesta edição, sua finalidade principal é envolver acadêmicos do curso de Terapia Ocupacional em atividades voltadas para o atendimento de crianças e adolescentes institucionalizadas, e desta forma propiciar uma integração universidade-comunidade que responda de um lado, às demandas de formação profissional na área de Terapia Ocupacional na Infância e Adolescência, e, de outro, ás necessidades das crianças e adolescentes alvos de políticas de proteção especial, que por questões sociais e pessoais estão acolhidas em instituição de abrigamento. As ações propostas para crianças, adolescentes e educadores de instituições de acolhimento objetivam possibilitar o contato com histórias infanto-juvenis, como recurso facilitador do desenvolvimento cognitivo e sócio-afetivo de crianças e adolescentes institucionalizados, oferecendo alternativas de enfrentamento do cotidiano gerado pela situação de institucionalização; criar condições para elaboração e resignificação do cotidiano transformado pelos eventos de vida adversos que antecederam a institucionalização, além de capacitar a equipe para contar histórias e desenvolver atividades lúdicas diversas, estimulando e oportunizando o desempenho do principal papel ocupacional na infância, o brincar (brincar livre, brincar dirigido, atividades de faz de conta, histórias infantis, etc.). As atividades desenvolvidas envolvem: 1. Capacitação: Os graduandos inscritos devem passar por capacitação pontual (30 horas: aulas teóricas e oficinas: desenvolvimento infantil típico e em condições adversas, terapia ocupacional e áreas de ocupação; o brincar; histórias infanto-juvenis, contos de fadas e seu potencial ?terapêutico ocupacional?; caixa histórias: escolha e recursos de construção; oficinas artesanais; práticas de construção e apresentação das caixas ) e capacitação continuada (sessões de tutoria). Para as atividades de extensão junto à população-alvo são configuradas duplas que escolhem uma história infanto-juvenil por vez, a partir da qual é construída a caixa de história contendo os personagens e elementos que ilustram o ato de contar. 2. Contação de histórias nos locais definidos: ao final da capacitação as caixas de histórias estão prontas e têm início as atividades de contação da histórias nos respectivos locais. As histórias são contadas com personagens e elementos concretos confeccionados através de materiais de baixo custo, os quais são guardados nas ? caixas de histórias? , e posteriormente manuseados pelos participantes que exploram e/ou recontam a história de acordo com o potencial e necessidade de cada um, possibilitando também a interação social entre eles. Após as histórias serem contadas, as crianças e adolescentes manipulam os personagens e os elementos, por isso estes precisam ser seguros e de fácil higienização, em atividades lúdicas programadas. 3. Capacitação continuada de educadores do abrigo: ao envolver educadores nas atividades de contação de histórias e nas atividades lúdicas, ocorrerá capacitação continuada para que as ações propostas possam ser executadas no cotidiano do abrigo. Além disso, serão ofertados pelas docentes envolvidas módulos de capacitação específica com os mesmo temas da capacitação dos bolsistas. 4. Capacitação continuada/tutorias para graduandos envolvidos: durante todo o desenvolvimento do projeto são ofertadas supervisões semanais, com todos os participantes e os coordenadores para troca de informações e discussões.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Beatriz Santoro, Ricardo Pereira da Silva Monteiro

  • 2016 – 2017Extensão

    A intervenção terapêutico-ocupacional com crianças em vulnerabilidade social: promoção de saúde e cidadania em ações intersetoriais- Ano V

    Concluído

    A Estratégia Saúde da Família considera questões de saúde contextualizadas na realidade de sua área de abrangência, tendo como premissa as condições sócio-econômico-culturais presentes. No Núcleo de Saúde da Familia 5 (NSF5) do Distrito Oeste de Ribeirão Preto, observam-se crianças que se encontram em situação de risco ou vulnerabilidade (precariedade na moradia; questões sócio-econômicas das famílias, ausência de espaços para o desenvolvimento de brincadeiras e de convivência). Levantamento sobre as carências desse território apontou a necessidade de espaços que favoreçam o brincar, a convivência e o desenvolvimento de habilidades para ocupações cotidianas de crianças. Pensando na necessidade de ampliar e consolidar espaços dessa natureza na comunidade, está sendo proposta a reedição deste projeto, vinculando-o também ao Laboratório de Ensino e Pesquisa em Terapia Ocupacional, infância e adolescência ? LEPTOI, mantendo a estratégia intersetorial e atuação no território através da ONG Projeto Mãos Estendidas, local onde funciona grupo de crianças no contraturno escolar. Para fortalecer essas ações na atenção a crianças, este projeto objetiva através da presença de alunos bolsistas, voluntários, e residentes: - possibilitar o desempenho da principal ocupação na infância, o brincar utilizando-o como recurso para promover o desenvolvimento cognitivo e sócio-afetivo crianças envolvidas; - através de recursos próprios à Terapia Ocupacional (atividades lúdicas, faz de conta, histórias infantis, atividades expressivas e artesanais; atividades de vida diária) desenvolver ações de promoção de saúde e cidadania; estimular o desenvolvimento de habilidades sociais, para conviver , cooperar e comunicar-se; favorecer o reconhecimento, atribuição de sentido e elaboração do cotidiano adverso vivenciado pelas crianças; - desenvolver ações envolvendo a família das crianças atendidas para identificar demandas para outros recursos da comunidade, e favorecer seu desenvolvimento global. Atividades incluem:1.	Capacitação inicial: os graduandos inscritos passam por um processo de capacitação pontual (30 horas: aulas teóricas e oficinas). O conteúdo programático envolve temas como: desenvolvimento infanto-juvenil; terapia ocupacional e áreas de ocupação na infância e adolescência; o brincar e sua importância para o desenvolvimento; adaptações do brincar; facilitação do brincar para ser executado pelos pais; contos de fadas, histórias infantis e seu potencial terapêutico; dinâmica e atividade grupal; atividades e recursos terapêuticos (oficinas). 2.	Planejamento e organização das atividades: esta etapa envolve a integração com a equipe fixa da Unidade e demais estudantes das áreas de saúde; o planejamento das atividades a partir das demandas identificadas no grupo de crianças, seguindo roteiro próprio (objetivos, estratégias, materiais e recursos). 3.	Desenvolvimento de atividades junto ao grupo de crianças: uma vez por semana, em horário definido desenvolver atividades planejadas, a partir dos objetivos definidos para as ações do projeto, incluindo o levantamento das histórias de vida das crianças e identificação de situações de risco. 4.	Desenvolvimento de ações de integração Grupo de Crianças ? ONG e território: reuniões com equipe da ONG; discussão das situações de risco vivenciadas pelas crianças e desenvolvimento de estratégias de enfrentamento juntamente com a equipe da unidade de saúde; apoio ao desenvolvimento de ações articuladas com os equipamentos sociais do território. 5.	Capacitação continuada/tutorias: durante todo o desenvolvimento do projeto são ofertadas supervisões semanais, com todos os participantes e os coordenadores para troca de informações, leituras e discussões das vivências. Os graduandos são levados a refletir sobre a ação, trocar de informações e discutir a prática.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Rafaela da Silva Roberto, Adriellli Fernanda de Oliveira e Silva

  • 2016 – 2017Extensão

    Promoção de saúde, cultura de paz e cidadania na escola - ano III

    Concluído

    O Projeto ?Promoção de Saúde, Cultura de Paz e Cidadania na Escola? está sendo proposto através de uma parceria entre os cursos de Terapia Ocupacional- FMRP-USP e Psicologia-FFCLRP-USP, integrando as ações do Projeto RAFI (Ribeirão Acolhe seus Filhos), coordenado pelo Juizado da Infância e Juventude de Ribeirão Preto, cuja missão é ?Mobilização social através de ações contínuas no fortalecimento de uma cultura de paz?. Envolve o desenvolvimento de atividades com adolescentes escolares, educadores e famílias. Consiste na realização de Oficinas de Expressão e Criação, desenvolvidas por estudantes de terapia ocupacional e psicologia, com supervisão e acompanhamento dos docentes responsáveis, abordando temas de interesse da adolescência e da escola.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), LUIZ FELIPE DA SILVA, Aline Paula Delarissa Secone ( acadêmica)

  • 2015 – 2016Extensão

    Atividades lúdicas e de contação de histórias em instituição de acolhimento à crianças e adolescentes

    Concluído

    O ?Projeto Caixa de Histórias?, como ação de cultura e extensão universitária vem sendo desenvolvido desde 2005, inicialmente com atividades nas enfermarias pediátricas do HCFMRP Campus e Unidade de Emergência. Recentemente a realização de ações em abrigo na comunidade para acolhimento a crianças e adolescentes vítimas de violência doméstica, abandono e negligência levou a esta iniciativa de reformulação e reapresentação do mesmo. Nesta edição, sua finalidade principal é envolver acadêmicos do curso de Terapia Ocupacional em atividades voltadas para o atendimento de crianças e adolescentes institucionalizadas, e desta forma propiciar uma integração universidade-comunidade que responda de um lado, às demandas de formação profissional na área de Terapia Ocupacional na Infância e Adolescência, e, de outro, ás necessidades das crianças e adolescentes alvos de políticas de proteção especial, que por questões sociais e pessoais estão acolhidas em instituição de abrigamento. As ações propostas para crianças, adolescentes e educadores de instituições de acolhimento objetivam possibilitar o contato com histórias infanto-juvenis, como recurso facilitador do desenvolvimento cognitivo e sócio-afetivo de crianças e adolescentes institucionalizados, oferecendo alternativas de enfrentamento do cotidiano gerado pela situação de institucionalização; criar condições para elaboração e resignificação do cotidiano transformado pelos eventos de vida adversos que antecederam a institucionalização, além de capacitar a equipe para contar histórias e desenvolver atividades lúdicas diversas, estimulando e oportunizando o desempenho do principal papel ocupacional na infância, o brincar (brincar livre, brincar dirigido, atividades de faz de conta, histórias infantis, etc.). As atividades desenvolvidas envolvem: 1. Capacitação: Os graduandos inscritos devem passar por capacitação pontual (30 horas: aulas teóricas e oficinas: desenvolvimento infantil típico e em condições adversas, terapia ocupacional e áreas de ocupação; o brincar; histórias infanto-juvenis, contos de fadas e seu potencial ?terapêutico ocupacional?; caixa histórias: escolha e recursos de construção; oficinas artesanais; práticas de construção e apresentação das caixas ) e capacitação continuada (sessões de tutoria). Para as atividades de extensão junto à população-alvo são configuradas duplas que escolhem uma história infanto-juvenil por vez, a partir da qual é construída a caixa de história contendo os personagens e elementos que ilustram o ato de contar. 2. Contação de histórias nos locais definidos: ao final da capacitação as caixas de histórias estão prontas e têm início as atividades de contação da histórias nos respectivos locais. As histórias são contadas com personagens e elementos concretos confeccionados através de materiais de baixo custo, os quais são guardados nas ? caixas de histórias? , e posteriormente manuseados pelos participantes que exploram e/ou recontam a história de acordo com o potencial e necessidade de cada um, possibilitando também a interação social entre eles. Após as histórias serem contadas, as crianças e adolescentes manipulam os personagens e os elementos, por isso estes precisam ser seguros e de fácil higienização, em atividades lúdicas programadas. 3. Capacitação continuada de educadores do abrigo: ao envolver educadores nas atividades de contação de histórias e nas atividades lúdicas, ocorrerá capacitação continuada para que as ações propostas possam ser executadas no cotidiano do abrigo. Além disso, serão ofertados pelas docentes envolvidas módulos de capacitação específica com os mesmo temas da capacitação dos bolsistas. 4. Capacitação continuada/tutorias para graduandos envolvidos: durante todo o desenvolvimento do projeto são ofertadas supervisões semanais, com todos os participantes e os coordenadores para troca de informações e discussões.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Beatriz Santoro, Rafaela da Silva Roberto, LUIZ FELIPE DA SILVA

  • 2015 – 2016Extensão

    Promoção de Saúde, Cultura de Paz e Cidadania na Escola (ano II)

    Concluído

    O Projeto ?Promoção de Saúde, Cultura de Paz e Cidadania na Escola? foi homologado pelo Programa Aprender com Cultura e Extensão desde agosto de 2014, e foi proposto através de uma parceria entre os cursos de Terapia Ocupacional- FMRP-USP e Psicologia-FFCLRP-USP . Envolve o desenvolvimento de atividades com adolescentes escolares, educadorese famílias. Consiste na realização de Oficinas de Expressão e Criação, desenvolvidas por estudantes de terapia ocupacional e psicologia, com supervisão e acompanhamento dos docentes responsáveis, abordando temas de interesse da adolescência e da escola, ligados à: desenvolvimento de estratégias de mediação e negociação; cidadania e direitos; saúde (drogas, sexualidade, gravidez na adolescência, violência; projeto de vida (profissão, estudos); intergeracionalidade e atribuição de sentido às atividades realizadas na escola Equipes formadas por estudantes de Terapia Ocupacional e Psicologia, irão semanalmente as escolas de ensino fundamental e/ou médio e oferecerão oficinas para adolescentes, durante o turno escolar. Os temas serão debatidos a partir da proposta de atividades expressivas envolvendo recursos multimídia e arte; grupos de discussão; teatro-forum, entre outros recursos próprios a terapia ocupacional e à psicologia. As atividades propostas, por um lado enriquecem a formação dos graduandos (através da cultura extensionista e da posição de responsabilidade da Universidade em relação à comunidade onde está inserida) e por outro, respondem a uma necessidade/demanda da comunidade. São objetivos: (1) favorecer junto aos adolescentes o desenvolvimento de uma cultura de paz, direitos e cidadania; (2) permitir a expressão de necessidades cotidianas diante das peculiaridades do período de desenvolvimento que é a adolescência e o enfrentamento da situação de estudar em escola;(3) favorecer o desenvolvimento e a descoberta de habilidades para o enfrentamento do cotidiano do adolescente na escola pública;(4) favorecer a discussão e a abordagem criativa de temas de interesse do adolescente, da escola e da família. As atividades desenvolvidas pelos bolsistas envolvem: 1. Capacitação inicial (10 horas): conteúdo programático envolvendo os temas: (1) desenvolvimento na adolescência; (2) o adolescente e a escola pública; (3) adolescência e a escolha profissional; (4) direitos do adolescente; Promoção e educação em saúde; (4) terapia ocupacional, grupos e recursos terapêuticos, raciocínio clínico em terapia ocupacional; (5) interface entre terapia ocupacional e psicologia: recursos terapêuticos, arte e multimeios. 2. Realização de grupos com adolescentes escolares durante o turno escolar: bolsistas realizarão grupos semanais com adolescentes em escolas públicas previamente identificadas. Os grupos devem abordar temas de interesse da adolescência através da oferta de oficinas de expressão e criação para adolescentes e educadores (equipe da escola). 3. Registro das atividades: as atividades dos encontros/ grupos realizados com adolescentes e equipe da escola deverão ser planejadas a partir de roteiro próprio, e os grupos registrados em relatórios, também de acordo com roteiro. Os acadêmicos devem postar na plataforma virtual de ensino aprendizagem Moodle Stoa seus planejamentos e relatos dos grupos realizados para que todos os envolvidos tenham acesso, garantindo assim o registro formal e sistemático das atividades. 4. Capacitação continuada/supervisões: durante todo o desenvolvimento do projeto serão ofertadas supervisões semanais, com alunos bolsistas e os coordenadores para troca de informações e discussões das vivencias. Os graduandos serão levados a refletir sobre as ações, além de discutir textos, temas e planejamento para encontros futuros. As supervisões também visam realizar um acompanhamento próximo dessas práticas, favorecendo a troca de informações e as discussões das vivências.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Maria Luiza Rodrigues dos Santos, Fernanda Zaviolo de Morais

  • 2015 – 2016Extensão

    Vem comigo que eu te explico : investindo na humanização do cuidado a crianças em processo de cirurgia pediátrica e seus familiares-Ano I

    Concluído

    O Projeto ?Vem comigo que eu te explico? está em funcionamento desde julho de 2014 e pretende oferecer a crianças eleitas para cirurgia de baixa complexidade e seus familiares acolhimento e apoio desde o momento da consulta com anestesista (pré-cirúrgico) até o dia da cirurgia ( indução, cirurgia e recuperação). Foi proposto baseado na compreensão de que para uma criança e seus familiares pode ser assustador entrar no ambiente hospitalar para passar por cirurgia, mesmo que de baixa complexidade e com entrada e saída do hospital no mesmo dia: o jejum pré cirúrgico, o ambiente do centro cirúrgico, os procedimentos de punção e indução anestésica podem ser ameaçadores e causadores de estresse e sofrimento para a crianças e familares. Muitas vezes, a criança, inserida nesta situação, pode sentir-se desprotegida por estar em um local desconhecido, separada de seus familiares e diante de procedimentos invasivos, podendo apresentar sensações de medo, culpa, angústia, dor e sofrimento. O processo doloroso experimentado pelas crianças durante a hospitalização torna-se menos sofrido quando elas brincam e dramatizam as situações vivenciadas. Além disso, crianças e familiares sentem-se menos ameaçados se forem esclarecidos, em linguagem que permita sua compreensão, sobre quais são os procedimentos e o que é esperado para antes, durante e depois da cirurgia. Assim, considerando que as crianças em qualquer contexto ou situação vivida manifestam seus potenciais, e aprendem, os objetivos deste projeto são: acolher as crianças e seus familiares no contexto pré-cirúrgico; possibilitar a expressão de sentimentos (apoio emocional e afetivo) frente aos processos cirúrgicos; preparar as crianças para a cirurgia ? conhecimento do centro cirúrgico, retirada de dúvidas dos procedimentos; avaliar possíveis demandas que a criança possua e encaminhar para serviços ambulatoriais (Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Fisioterapia, Psicologia, etc); abordar com familiares/ responsável a compreensão dos procedimentos realizados, o pós-operatório e o retorno para a casa; melhorar a comunicação entre os familiares e a equipe com relação à duvidas advindas do procedimento a ser realizado. A finalidade principal deste projeto é envolver acadêmicos do curso de Terapia Ocupacional em atividades voltadas para a intervenção com crianças triadas para cirurgia pediátrica e seus familiares, propiciando o envolvimento com demandas da comunidade. Pretende-se capacitá-los para (1) através da utilização do brincar e de recursos lúdicos acolher e apoiar crianças em processo de cirurgia pediátrica; (2) oferecer aos pais e cuidadores orientações e esclarecimentos sobre o processo de cirurgia minimizando através de recursos próprios do Terapeuta Ocupacional sua ansiedade e sofrimento; (3) utilizar instrumental específico da terapia ocupacional; (4) atuar em equipes multiprofissionais e desenvolver habilidades de comunicação e cooperação. Espera-se que o graduando adquira as habilidades de interação ? comunicação; autocrítica; desenvolvimento de raciocínio clínico; reflexão na e sobre ação; iniciativa e autonomia, bem como o envolvimento e comprometimento com problemas da comunidade.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Monise Sanches Rodrigues, Leticia Fernandes de Andrade

  • 2015 – 2016Extensão

    Brinquedoteca e Sucatoteca: espaço lúdico para o desenvolvimento de crianças, adolescentes, pais e cuidadores (CIR-HERibeirão e UETDI-HC-FMRP) Ano IV

    Concluído

    O Projeto ?Brinquedoteca e Sucatoteca? está sendo desenvolvido desde agosto de 2011, no contexto da sala de espera do CIR-HERibeirão, e desde março de 2013 na UETDI-HC-FMRP oferecendo às crianças atendidas nos ambulatórios um espaço para o desempenho de seu papel de ?brincante?, através (1) da exploração orientada de livros infantis, materiais lúdicos; (2) da interação com diversas crianças, com ou sem alterações de desenvolvimento, enquanto aguardam o atendimento no referido serviço. Sua finalidade principal é envolver acadêmicos do curso de TO em atividades de sala de espera, ligadas ao brincar das crianças atendidas no CIR e UETDI, e à orientação aos seus pais/cuidadores sobre a importância do brincar para o seu desenvolvimento pleno, através da oferta de espaço orientado para o desempenho do papel de brincar ás crianças atendidas no ambulatório de reabilitação CIR e no ambulatório da Unidade de Tratamento de Doenças Infectocontagiosas - UETDI. As ações e atividades desenvolvidas incluem: . Capacitação inicial: os graduandos inscritos passam por um processo de capacitação pontual (30 horas: aulas teóricas e oficinas). O conteúdo programático envolve temas como: desenvolvimento infanto-juvenil; terapia ocupacional e áreas de ocupação na infância e adolescência; o brincar e sua importância para o desenvolvimento; adaptações do brincar para crianças com alterações no desenvolvimento (síndromes genéticas, problemas de aprendizagem, atraso no desenvolvimento neuro-psico-motor, TDAH, déficit em habilidades sociais, alterações sensoriais e neurológicas), facilitação do brincar para ser executado pelos pais; contos de fadas, histórias infantis e seu potencial terapêutico; dinâmica e atividade grupal; atividades e recursos terapêuticos; oficinas sobre brincar, musicalização. 2. Desenvolvimento de práticas junto a crianças, pais e cuidadores no espaço da brinquedoteca do CIR e UETDI: em dias e horários pré-definidos e fixos o estudante/bolsista se responsabiliza por abrir a sala e convidar as crianças e os pais para participarem de atividades lúdicas, contribuindo assim com a melhora do desempenho nesta área de ocupação, promovendo a aproximação entre pais e filhos, criando oportunidade de uma interação saudável, e possibilitando uma orientação aos pais quanto a como brincar com o filho. Cada acadêmico terá a responsabilidade, em seu dia e horário, de abrir a sala e administrar os materiais ali disponibilizados, sendo também responsável pelo registro da frequência das crianças em formulário próprio. As atividades em grupo devem ser estimuladas, bem com a participação dos pais. A utilização de histórias infantis, teatro de fantoches, jogos, brincadeiras, instrumentos musicais, atividades temáticas de acordo com datas festivas/comemorativas são possibilidades a serem exploradas pelos acadêmicos. Também são realizadas oficinas de brinquedos de sucata. 3. Capacitação continuada/tutorias: durante todo o desenvolvimento do projeto são ofertadas supervisões semanais, com todos os participantes e os coordenadores para troca de informações, leituras e discussões das vivências. Os graduandos são levados a refletir sobre a ação, pois durante as práticas na brinquedoteca podem ocorrer situações inesperadas e, diante disto, tornam-se importantes a resolução de problemas, a troca de informações e as discussões das vivências. 4. Registro das atividades: as atividades do grupo de atenção ao cuidador são planejadas a partir de roteiro próprio, e os grupos registrados em relatórios, também de acordo com roteiro. Planejamentos e relatos dos grupos realizados são postados em plataforma virtual de ensino-aprendizagem para que todos os envolvidos tenham acesso, garantindo assim o registro formal e sistemático das atividades.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Gabriela Fernanda Faustino, VINICIUS NUNES MENEZES

  • 2015 – 2016Extensão

    A intervenção terapêutico-ocupacional com crianças em vulnerabilidade social: promoção de saúde e cidadania em ações intersetoriais( ano IV)

    Concluído

    A Estratégia Saúde da Família considera questões de saúde contextualizadas na realidade de sua área de abrangência, tendo como premissa as condições sócio-econômico-culturais presentes. No Núcleo de Saúde da Familia 5 (NSF5) do Distrito Oeste de Ribeirão Preto, observam-se crianças que se encontram em situação de risco ou vulnerabilidade (precariedade na moradia; questões sócio-econômicas das famílias, ausência de espaços para o desenvolvimento de brincadeiras e de convivência). Levantamento sobre as carências desse território apontou a necessidade de espaços que favoreçam o brincar, a convivência e o desenvolvimento de habilidades para ocupações cotidianas de crianças. Pensando na necessidade de ampliar e consolidar espaços dessa natureza na comunidade, está sendo proposta a reedição deste projeto, vinculando-o também ao Laboratório de Ensino e Pesquisa em Terapia Ocupacional, infância e adolescência ? LEPTOI, mantendo a estratégia intersetorial e atuação no território através da ONG Projeto Mãos Estendidas, local onde funciona grupo de crianças no contraturno escolar. Para fortalecer essas ações na atenção a crianças, este projeto objetiva através da presença de alunos bolsistas, voluntários, e residentes: - possibilitar o desempenho da principal ocupação na infância, o brincar utilizando-o como recurso para promover o desenvolvimento cognitivo e sócio-afetivo crianças envolvidas; - através de recursos próprios à Terapia Ocupacional (atividades lúdicas, faz de conta, histórias infantis, atividades expressivas e artesanais; atividades de vida diária) desenvolver ações de promoção de saúde e cidadania; estimular o desenvolvimento de habilidades sociais, para conviver , cooperar e comunicar-se; favorecer o reconhecimento, atribuição de sentido e elaboração do cotidiano adverso vivenciado pelas crianças; - desenvolver ações envolvendo a família das crianças atendidas para identificar demandas para outros recursos da comunidade, e favorecer seu desenvolvimento global. Atividades incluem:1.	Capacitação inicial: os graduandos inscritos passam por um processo de capacitação pontual (30 horas: aulas teóricas e oficinas). O conteúdo programático envolve temas como: desenvolvimento infanto-juvenil; terapia ocupacional e áreas de ocupação na infância e adolescência; o brincar e sua importância para o desenvolvimento; adaptações do brincar; facilitação do brincar para ser executado pelos pais; contos de fadas, histórias infantis e seu potencial terapêutico; dinâmica e atividade grupal; atividades e recursos terapêuticos (oficinas). 2.	Planejamento e organização das atividades: esta etapa envolve a integração com a equipe fixa da Unidade e demais estudantes das áreas de saúde; o planejamento das atividades a partir das demandas identificadas no grupo de crianças, seguindo roteiro próprio (objetivos, estratégias, materiais e recursos). 3.	Desenvolvimento de atividades junto ao grupo de crianças: uma vez por semana, em horário definido desenvolver atividades planejadas, a partir dos objetivos definidos para as ações do projeto, incluindo o levantamento das histórias de vida das crianças e identificação de situações de risco. 4.	Desenvolvimento de ações de integração Grupo de Crianças ? ONG e território: reuniões com equipe da ONG; discussão das situações de risco vivenciadas pelas crianças e desenvolvimento de estratégias de enfrentamento juntamente com a equipe da unidade de saúde; apoio ao desenvolvimento de ações articuladas com os equipamentos sociais do território. 5.	Capacitação continuada/tutorias: durante todo o desenvolvimento do projeto são ofertadas supervisões semanais, com todos os participantes e os coordenadores para troca de informações, leituras e discussões das vivências. Os graduandos são levados a refletir sobre a ação, trocar de informações e discutir a prática.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Regina Yoneko Dakuzaku Carreta, Beatriz Santoro, LUIZ FELIPE DA SILVA

  • 2015 – 2016Extensão

    Divulgação das atividades da FMRP-USP em escolas do ensino médio

    Concluído
    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Maria de Lourdes Veronese Rodrigues, Carlos Gilberto Carlotti Junior

  • 2015 – 2016Extensão

    APROXIMAÇÃO DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO COM A SOCIEDADE: DIVULGAÇÃO DE CURSOS E PROFISSÕES

    Concluído
    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto, Maria de Lourdes Veronese Rodrigues (Responsável), Frederico Facco, Lucas Henrique Rodrigues de Almeida

  • 2014 – 2015Extensão

    Ano IV - Brinquedoteca e Sucatoteca: espaço lúdico para o desenvolvimento de crianças, adolescentes, pais e cuidadores (CIR-HERibeirão e UETDI-HC-FMRP) ano IV

    Concluído

    O Projeto ?Brinquedoteca e Sucatoteca? está sendo desenvolvido desde agosto de 2011, no contexto da sala de espera do CIR-HERibeirão, e desde março de 2013 na UETDI-HC-FMRP oferecendo às crianças atendidas nos ambulatórios um espaço para o desempenho de seu papel de ?brincante?, através (1) da exploração orientada de livros infantis, materiais lúdicos; (2) da interação com diversas crianças, com ou sem alterações de desenvolvimento, enquanto aguardam o atendimento no referido serviço. Sua finalidade principal é envolver acadêmicos do curso de TO em atividades de sala de espera, ligadas ao brincar das crianças atendidas no CIR e UETDI, e à orientação aos seus pais/cuidadores sobre a importância do brincar para o seu desenvolvimento pleno.Através da oferta de espaço orientado para o desempenho do papel de brincar ás crianças atendidas no ambulatório de reabilitação CIR e no ambulatório da Unidade de Tratamento de Doenças Infectocontagiosas - UETDI.Ações desenvolvidas, envolvem: Capacitação inicial: os graduandos inscritos passam por um processo de capacitação pontual (30 horas: aulas teóricas e oficinas). O conteúdo programático envolve temas como: desenvolvimento infanto-juvenil; terapia ocupacional e áreas de ocupação na infância e adolescência; o brincar e sua importância para o desenvolvimento; adaptações do brincar para crianças com alterações no desenvolvimento (síndromes genéticas, problemas de aprendizagem, atraso no desenvolvimento neuro-psico-motor, TDAH, déficit em habilidades sociais, alterações sensoriais e neurológicas), facilitação do brincar para ser executado pelos pais; contos de fadas, histórias infantis e seu potencial terapêutico; dinâmica e atividade grupal; atividades e recursos terapêuticos; oficinas sobre brincar, musicalização. Desenvolvimento de práticas junto a crianças, pais e cuidadores no espaço da brinquedoteca do CIR e UETDI: em dias e horários pré-definidos e fixos o estudante/bolsista se responsabiliza por abrir a sala e convidar as crianças e os pais para participarem de atividades lúdicas, contribuindo assim com a melhora do desempenho nesta área de ocupação, promovendo a aproximação entre pais e filhos, criando oportunidade de uma interação saudável, e possibilitando uma orientação aos pais quanto ao como brincar com o filho. Cada acadêmico terá a responsabilidade, em seu dia e horário, de abrir a sala e administrar os materiais ali disponibilizados, sendo também responsável pelo registro da freqüência das crianças em formulário próprio. As atividades em grupo devem ser estimuladas, bem com a participação dos pais. A utilização de histórias infantis, teatro de fantoches, jogos, brincadeiras, instrumentos musicais, atividades temáticas de acordo com datas festivas/comemorativas são possibilidades a serem exploradas pelos acadêmicos. Capacitação continuada/tutorias: durante todo o desenvolvimento do projeto são ofertadas supervisões semanais, com todos os participantes e os coordenadores para troca de informações, leituras e discussões das vivências. Os graduandos são levados a refletir sobre a ação, pois durante as práticas na brinquedoteca podem ocorrer situações inesperadas e, diante disto, tornam-se importantes a resolução de problemas, a troca de informações e as discussões das vivências. Pretende-se capacitar alunos de graduação em terapia ocupacional para (1) utilizar o brincar como promotor do desenvolvimento de habilidades infantis em diversas áreas; (2) atuar como facilitadores na mediação da relação entre pais e filhos, através do universo lúdico; (3) oferecer aos pais e cuidadores orientações sobre o brincar de seu filho e sua importância para seu desenvolvimento; (4) atuar em equipes multi e inter-profissionais; (5) utilizar instrumental específico da terapia ocupacional.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Mônica Marinho de Mello, Fernanda Zaviolo de Morais, Karine Pereira Joaquim, Francisco Ribeiro Tavares Neto

  • 2014 – 2015Extensão

    Tutoria: acompanhamento e integração de alunos ingressantes

    Concluído

    Este projeto, como ação de cultura e extensão universitária vem sendo desenvolvido desde 2008 pelo curso de Terapia Ocupacional, quando este ingressou no Programa de Tutoria Institucional desenvolvido pelo Centro de Apoio Educacional e Psicológico ? CAEP com o apoio da Comissão de Graduação da FMRP-USP. O Programa de Tutoria tem como pressupostos básicos o apoio e acompanhamento de grupos de alunos frente a questões de origem: acadêmica, pessoal e profissional. Desenvolve-se a partir do Modelo de Tutoria Mentoring e visa estabelecer uma relação de confiança, suporte e acompanhamento pessoal e profissional entre os tutores (mentores) e os estudantes. Propõe-se a acompanhar alunos ingressantes dos cursos de Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Nutrição e Terapia Ocupacional durante seu primeiro ano na universidade e se operacionaliza através de encontros com periodicidade variada, centrados na presença do professor tutor, e na presença voluntária de veteranos A proposta aqui apresentada pretende sistematizar o acompanhamento aos calouros do curso de graduação em terapia ocupacional, através do investimento na tutoria de pares, utilizando-se para isso da prática de extensão, com um aluno bolsista supervisionado e acompanhado pelo professor-tutor (coordenador do projeto) e demais docentes e equipe técnica do CAEP envolvidos no Programa de Tutoria, para garantir a oferta semanal de encontros grupais com os calouros, além de outras ações voltadas para o acolhimento e integração do calouro ao curso, à unidade e á comunidade universitária. Espera-se que o graduando adquira as habilidades de interação ? comunicação; iniciativa; autocrítica; desenvolvimento de raciocínio clínico (ao identificar situações problema e planejar atividades e estratégias para discuti-las no grupo de calouros); reflexão na e sobre ação; bem como o envolvimento e comprometimento com problemas da comunidade. Atividades incluem:1. Capacitação inicial (10 horas): conteúdo programático envolve os temas (1) o programa de tutoria institucional no contexto da FMRP: histórico, filosofia e estratégias; (2) informações relevantes aos calouros e formas de acesso; (3) adolescência e a escolha profissional; (4) terapia ocupacional, grupos e recursos terapêuticos, raciocínio clínico em terapia ocupacional. 2. Realização de plantões semanais e outras atividades (culturais, de lazer): considerando-se que à chegada dos bolsistas em agosto de 2014 os calouros estarão em seu segundo semestre letivo, propõe se a realização de plantões semanais para atender aqueles estudantes que necessitem de alguma orientação específica, a realização de 1 reunião/encontro de tutoria por mês (grupo de discussão, grupo de atividade, atividade cultural ou de lazer). 3. Planejamento das atividades de recepção e grupos de tutoria aos calouros no primeiro semestre letivo de 2015: considerando a chegada de novos estudantes, ao longo do segundo semestre deste ano o bolsista e demais estudantes envolvidos devem realizar, sob supervisão, o planejamento de atividades para a tutoria em 2015. 4. Realização de grupos semanais de tutoria (primeiro semestre letivo): em dia e horário definidos junto aos alunos ingressantes realizar encontro semanal, com duração de duas horas. Tratam-se de grupos abertos no formato de grupos de discussão e/ou grupos de atividades, tendo como tema os assuntos levantados pelos calouros além daqueles que já são parte do temário do programa institucional de tutoria. 5. Registro das atividades: as atividades dos encontros, plantões e outras atividades culturais e de lazer deverão ser planejadas a partir de roteiro próprio, e os grupos registrados em relatórios, também de acordo com roteiro. Os acadêmicos devem postar na plataforma virtual de ensino aprendizagem Moodle Stoa seus planejamentos e relatos dos grupos realizados para que todos os envolvidos tenham acesso.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Marta Neves Campanelli Marçal Vieira, Monise Sanches Rodrigues, José Guilherme Oliver, Aline Epiphanio Wolf

  • 2014 – 2015Extensão

    Ano V - Cuidando do Cuidador

    Concluído

    O Projeto ?Cuidando do Cuidador?, como ação de extensão universitária vem sendo desenvolvido desde abril de 2009, envolvendo alunos voluntários e bolsistas (2010-2011, 2011-2012, 2012-2013), com atividades voltadas inicialmente aos cuidadores de crianças e adolescentes atendidos no Centro de Reabilitação do HC-FMRP-USP(CER), integrando as demais ações de extensão desenvolvidas a partir pela Área de Infância e Adolescência do Curso de Graduação em Terapia Ocupacional - TO. Baseia-se em extensa literatura que discute o grande impacto causado numa família pela presença de uma criança com deficiência, a qual vai exigir atenção e cuidados específicos, por período de tempo indeterminado. As ações foram ampliadas com a garantia da presença de estudantes capacitados também no contexto da sala de espera do CIR (Centro Integrado de Reabilitação do Hospital Estadual de Ribeirão Preto). Temos oferecido intervenção (apoio e cuidado) aos cuidadores das crianças e adolescentes atendidos nos três espaços citados, ampliando para a participação de cuidadores de pacientes em outras situações (adultos, idosos) por um lado enriquecendo a formação dos graduandos (através da cultura extensionista e da posição de responsabilidade da Universidade em relação à comunidade onde está inserida) e por outro, respondendo a uma necessidade/demanda da comunidade. São objetivos: (1) favorecer o reconhecimento de outros papéis além do papel de ?cuidador?; (2) permitir a expressão de necessidades cotidianas diante do enfrentamento da tarefa de cuidar de pessoa com deficiência/necessidades especiais; (3) favorecer o desenvolvimento de habilidades para o enfrentamento do cotidiano alterado pela presença de pessoa que requer atenção diferenciada e especial; (4) a reestruturação de rotina, com diversificação de atividades e descoberta de habilidades.Atividades envolvem: Capacitação inicial: os graduandos inscritos passam por um processo de capacitação pontual (30 horas: aulas teóricas e oficinas). O conteúdo programático da capacitação inicial envolve temas como: desenvolvimento humano; terapia ocupacional e áreas de ocupação; o papel de cuidador; dinâmica de grupos, grupos de discussão e grupos de atividades; atividades e recursos terapêuticos; Realização de grupos de atenção aos cuidadores: Para as atividades de extensão junto à população-alvo são configuradas duplas que se responsabilizam pela oferta de grupos, no período da manhã no CER e nos períodos da manhã e tarde no CIR. Os alunos envolvidos, sob orientação de profissional do serviço e das docentes responsáveis, elaboram planejamento de atividades voltadas aos objetivos do atendimento dos cuidadores. O grupo tem caráter de grupo aberto, de discussão e atividades. Registro das atividades: as atividades do grupo de atenção ao cuidador são planejadas a partir de roteiro próprio, e os grupos registrados em relatórios, também de acordo com roteiro. Os acadêmicos devem postar no ambiente virtual de ensino aprendizagem TelEduc seus planejamentos e relatos dos grupos realizados para que todos os envolvidos tenham acesso, garantindo assim o registro formal e sistemático das atividades. Capacitação continuada/tutorias: durante todo o desenvolvimento do projeto são ofertadas supervisões semanais, com todos os participantes e os coordenadores para troca de informações e discussões das atividades assistenciais ofertadas aos cuidadores. Os graduandos são levados a refletir sobre a ação, pois durante a realização dos grupos diversas situações problemáticas emergem e, diante disto, torna-se importante a resolução de problemas, a troca de informações e as discussões das vivências. A finalidade principal deste projeto é envolver acadêmicos do curso de Terapia Ocupacional em atividades voltadas para a intervenção com cuidadores de crianças e adolescentes, e outros pacientes, atendidas no CER, no CIR

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Paola Cunha, Francisco Ribeiro Tavares Neto, Jussara Pereira, Maria Leticia de Callis Izar

  • 2014 – 2015Extensão

    Ano I - Promoção de Saúde, Cultura de Paz e Cidadania na Escola

    Concluído

    O Projeto ?Promoção de Saúde, Cultura de Paz e Cidadania na Escola? está sendo proposto através de uma parceria entre os cursos de Terapia Ocupacional- FMRP-USP e Psicologia-FFCLRP-USP, integrando as ações do Projeto RAFI (Ribeirão Acolhe seus Filhos), coordenado pelo Juizado da Infância e Juventude de Ribeirão Preto, cuja missão é ?Mobilização social através de ações contínuas no fortalecimento de uma cultura de paz?. Envolve o desenvolvimento de atividades com adolescentes escolares, educadores e famílias. Consiste na realização de Oficinas de Expressão e Criação, desenvolvidas por estudantes de terapia ocupacional e psicologia, com supervisão e acompanhamento dos docentes responsáveis, abordando temas de interesse da adolescência e da escola.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Maria Luiza Rodrigues dos Santos, Mariana Magalhães

Projetos

44 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

44 de 44 projetos
Por página
  • 2020 – presentePesquisa

    Crianças e adolescentes em vulnerabilidade social atendidas em um hospital de urgência e emergência: identificação de demandas para a Terapia Ocupacional

    Em andamento

    Introdução:Trata-se de trabalho final de conclusão de Residência Multiprofissional em Urgência e Emergência do HC-FMRP> As iniquidades sociais marcam o cotidiano de várias famílias brasileiras que vivenciam situações de violência, desemprego, uso de drogas, entre outros fatores que em conjunto com a condição de pobreza extrema, limitam a garantia de sobrevivência e proteção de crianças e adolescentes dando origem à vulnerabilidade social. Essas condições e os contextos de vida de muitas crianças e adolescentes brasileiros podem impactar negativamente no seu desenvolvimento, bem-estar e qualidade de vida. Objetivo: O objetivo deste estudo é identificar as principais demandas terapêutico-ocupacionais de crianças e adolescentes em vulnerabilidade social atendidas no setor de pediatria da Unidade de Emergência do HCFMRP-USP (enfermaria e ambulatório). Método: Trata-se de um estudo descritivo exploratório, de abordagem quanti-qualitativa, operacionalizado através da (1) aplicação de um questionário sociodemográfico realizado por meio de entrevistas com os familiares das crianças e adolescentes atendidos para identificar aquelas que estão em vulnerabilidade social; (2) análise de prontuário para identificar através dos registros demandas terapêutico-ocupacionais em ocupações fundamentais. Resultados: Esperamos contribuir para um melhor entendimento acerca de como a vulnerabilidade social impacta o enfrentamento da hospitalização, bem como na compreensão de como a vulnerabilidade impacta a saúde de crianças e adolescentes, permitindo definir contribuições do terapeuta ocupacional na equipe interprofissional, nesse contexto.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Grazielle Keile Xavier, Victoria Godoy Zambrano, Juliana Carla Delsim

  • 2019 – 2020Ensino

    Capacitação e desenvolvimento profissional de educadores sociais e intervenção interprofissional com crianças e adolescentes dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos

    Concluído

    Projeto homologado pelo Programa Aprender na Comunidade, da Pró Reitoria de Graduação da USP.A vulnerabilidade social pode ser entendida como sendo a exposição de pessoas ou populações a determinadas situações que as colocam em risco para seu desenvolvimento integral. Crianças e adolescentes tornam-se especialmente vulneráveis devido a sua condição de pessoa em desenvolvimento, por sua dependência da relação com um adulto para ter garantidos seus direitos. O Governo Federal através do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome tem desenvolvido ações de prevenção à situações de risco através do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Estas ações destinam-se à população em situação de fragilidade decorrente da pobreza, ausência de renda, acesso precário ou nulo aos serviços públicos ou fragilização de vínculos afetivos. Em Ribeirão Preto existem 14 Núcleos de Atenção à Criança e ao Adolescente, constituídos como Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos - SVFV ligados à Secretaria Municipal da Assistência Social, que atendem a 1 200 crianças e adolescentes, e contam com 80 educadores sociais. Na vigência 2017-2018 do Programa Unificado de Bolsas de Estudos ? Modalidade Cultura e Extensão foram homologados 2 projetos, resultado da parceria entre a FMRP e a FFCLRP (dois projetos em cada Unidade), através dos cursos de graduação em Terapia Ocupacional e Psicologia: um projeto voltado a capacitação dos educadores e um projeto voltado à intervenção com crianças e adolescentes dos SCFV. As atividades desenvolvidas no período de agosto de 2017 a setembro 2018 proporcionaram o envolvimento de 80 educadores/mês e de 800 crianças e adolescentes da comunidade, a cada mês. A proposta nasceu de demanda originada na Secretaria Municipal de Assistência Social, a partir de convênio celebrado entre a SEMAS e a FMRP, para o desenvolvimento de estágio profissionalizante para os estudantes da Unidade. O projeto proposto aqui se constitui como uma ampliação da primeira experiência, e pretende envolver estudantes bolsistas de Direito, Fonoaudiologia, Nutrição e Metabolismo, Odontologia, Psicologia e Terapia Ocupacional além de estudantes dos cinco anos do curso de graduação em terapia ocupacional em atividades curriculares (disciplinas de graduação), e reflete uma parceria interprofissional e inter unidades. O projeto deve se desenvolver em duas etapas concomitantes, (1) desenvolvimento de atividades visando a capacitação de educadores sociais dos SCVF para a prática com crianças e adolescentes em vulnerabilidade social e (2) fortalecimento das ações dos SVCF na atenção a crianças a adolescentes, através da presença de alunos bolsistas e estudantes de terapia ocupacional, fonoaudiologia, nutrição e metabolismo, direito e psicologia, nos 14 Núcleos da Criança e do Adolescentes, numa ação complementar à capacitação dos educadores para atuar junto às crianças e adolescentes. São duas etapas interligadas, integradas e concomitantes, sendo que as supervisões, o planejamento e o desenvolvimento das sessões de capacitação aos educadores (2 vezes ao mês) e a intervenção direta com crianças e adolescentes nos SCFV (5 vezes por semana) são realizadas em conjunto e de forma complementar, proporcionando aos estudantes oportunidade de aprendizagem e prática interprofissional. A Secretaria Municipal de Assistência Social é parceira no projeto, e o projeto é executado em seus 14 Núcleos da Criança e do Adolescente

    Financiadores
    • Pro Reitoria de Graduação da USP · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), CARRETTA, REGINA YONEKO DAKUZAKU, Aline Epiphanio Wolf, Deíse Camargo Maito, Andrea Chrischner Ferrari, Fabricio Oliveira Costa de Carvalho, Raisa Rastelli Nascimento, Joana Dalva Sabino Vieira Semprini +1 integrantes

  • 2019 – presentePesquisa

    Percepções sobre violência de gênero no ambiente universitário

    Em andamento

    Resumo: Este projeto tem como objetivo compreender a percepção que os agentes institucionais da universidade responsáveis pela política universitária têm da violência em função de gênero. Para tal, propõe realizar uma revisão bibliográfica sobre gênero; violência de gênero; violência contra a mulher; violência sexual na universidade; Auferir o conhecimento que os gestores universitários têm sobre os procedimentos existentes em relação à violência sexual e violência em função de gênero; Compreender as concepções e percepções sobre gênero; violência sexual; violência em função de gênero dos gestores universitários; Compreender a responsabilidade das universidades para enfrentar a violência sexual e violência em função de gênero. Para atingir esses objetivos, a pesquisa terá dois componentes: um qualitativo exploratório, com entrevistas semiestruturadas com informantes chaves que trará subsídios para elaboração de um questionário a ser aplicado junto aos gestores universitários, ou seja, diretores e coordenadores de cursos das unidades do campus de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Por fim, os dados serão organizados e analisados utilizando metodologia qualitativa e quantitativa. Os dados servirão para subsidiar trabalhos acadêmicos de mestrado e doutorado. O propósito deste estudo é fornecer subsídios para políticas que fortaleçam a prevenção da violência e que fomentem relações saudáveis entre os participantes da vida universitária, em particular as mulheres.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto, Elisabeth Meloni Vieira (Responsável), MAITO, DEÍSE CAMARGO

  • 2019 – presentePesquisa

    Capacitação de educadores sociais e intervenção terapêutico- ocupacional com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social: envolvimento em ocupações, desenvolvimento de habilidades e representações sociais

    Em andamento

    Este projeto de pesquisa se desenvolve de forma integrada ao Projeto 17 "A escola pública e o envolvimento em ocupações".
Introdução: A vulnerabilidade social pode ser entendida como sendo a exposição de pessoas ou populações a determinadas situações que as colocam em risco para seu desenvolvimento integral. Crianças e adolescentes tornam-se especialmente vulneráveis devido a sua condição de pessoa em desenvolvimento. O Governo Federal através do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome tem desenvolvido ações de prevenção à situações de risco através do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Os Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos ? SCFV são parte dessas ações. Em Ribeirão Preto existem 14 Núcleos de Atenção à Criança e ao Adolescente, constituídos como SCFV. Este trabalho se insere no campo da Terapia Ocupacional Social. Objetivos: produzir conhecimentos a partir da sistematização da experiência do projeto de extensão comunitária ?Desenvolvimento profissional de educadores sociais e intervenção terapêutico-ocupacional com crianças e adolescentes dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos?, através da abordagem aos educadores sociais e às crianças e adolescentes atendidos nos SCFV. Em termos específicos pretende-se identificar as representações sociais dos educadores sobre as crianças e adolescentes atendidos nos SCFV; identificar a perspectiva dos educadores sobre as contribuições da capacitação oferecida pelo para seu desenvolvimento profissional; explorar os projetos de vida e perspectivas de futuro de adolescentes com idade entre 12 e 17 anos, buscando a identificação de fatores de risco e fatores protetivos ao seu desenvolvimento e identificar as principais demandas terapêutico-ocupacionais apresentadas pelas crianças e adolescentes atendidos nos SCVF. Materiais e métodos: abordagem qualitativa, descritivo-exploratória de acordo com seus objetivos específicos:
(1) com educadores sociais a entrevista semiestruturada para a identificação das representações sociais, a entrevista aberta (relato oral) e relatos escritos (narrativas reflexivas) para abordar a perspectiva do educador sobre as contribuições das atividades de capacitação para sua prática; (2) com crianças e adolescentes atendidas nos SCFV para a identificação de demandas terapêutico-ocupacionais: a observação participante; (3) com adolescentes para abordar aspectos relacionados à educação, trabalho, projetos de vida e perspectivas de futuro e seus significados, identificando fatores de risco e fatores protetivos: grupos focais e mapas corporais narrados. Espera-se ampliar os conhecimentos sobre esta realidade e desta forma contribuir para o planejamento de intervenções efetivas neste campo.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Elisabeth Meloni Vieira, Gabriely Martins Silva, Beatriz Silva Santoro, Eduarda Gomides de Souza, Maria Isabel Bueno, Priscilla Lemes Gomes, Aline Paula Delarissa Secone

  • 2019 – 2020Pesquisa

    Vulnerabilidade social e educação formal: possibilidades de intervenção do terapeuta ocupacional com adolescentes escolares

    Concluído

    A vulnerabilidade social pode ser entendida como sendo a exposição de pessoas ou populações a determinadas situações que as colocam em risco para seu desenvolvimento integral. Muitas famílias têm encontrado dificuldades para cumprir tarefas básicas de proteção e suporte social aos seus membros mais frágeis e dependentes: crianças e adolescentes tornam-se especialmente vulneráveis devido a sua condição de pessoa em desenvolvimento. Nesse sentido, compreender em que contexto se dá o envolvimento em ocupações e a aquisição e aprimoramento de habilidades para participação no cotidiano é importante para se planejar e intervir com adolescentes escolares de comunidades periféricas que tem apresentado dificuldades escolares (aprendizagem e participação social na escola) .São objetivos deste estudo identificar possibilidades de intervenção do terapeuta ocupacional com adolescentes escolares, que se encontram em situação de vulnerabilidade social, em escola pública situada na periferia; identificar as principais defasagens nas habilidades para exercer a ocupação educação e possibilidades e estratégias de atuação do terapeuta ocupacional nessa realidade. Método envolve a observação participante no contexto da escola, com produção de diário de campo e a realização de grupos focais com adolescentes de uma escola pública situada na periferia. Dados serão analisados através de análise temática de conteúdo. Trata-se de pesquisa aplicada, não experimental, transversal, de caráter descritivo exploratório, com amostra não probabilística e fechamento amostral por saturação teórica. Projeto homologado no Programa Unificado de Bolsas da Pro Reitoria de Graduação da USP.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Laura Feio Pereira, Lorena Gastaldo Garpelli, Karoline Kazue Yabuch

  • 2017 – 2018Pesquisa

    Violência interpessoal no contexto da Universidade: explorando as implicações para o processo de ensino-aprendizagem (Curso de Fonoaudiologia)

    Concluído

    Bullying compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas (de maneira insistente e perturbadora) que ocorrem sem motivação evidente e de forma velada, sendo adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), dentro de uma relação desigual de poder. Este fenômeno se manifesta, sutilmente, sob a forma de brincadeiras, apelidos, trotes, gozações e agressões físicas. É possível identificar extensa literatura sobre as consequências do bullying para o desempenho escolar e participação em contextos de vida para crianças e adolescentes, mas ainda são poucos os estudos sobre o fenômeno no contexto da universidade. Este estudo objetiva identificar a percepção de graduandos do curso de Fonoaudiologia de uma Universidade pública sobre o bullying e possíveis implicações para o processo de ensino-aprendizagem na graduação. Estudo descritivo-exploratório, no qual sujeitos serão abordados através de questionário semi- estruturado.Dados serão analisados quali-quantitativamente, através de análise de conteúdo (categorias empíricas para questões abertas) e frequência simples para ocorrência de categorias para as questões fechadas (SIM/NÃO).

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Matheus Francoy Alpes, Julia Helena Ferreira dos Santos

  • 2017 – 2018Pesquisa

    A formação interdisciplinar no curso de Terapia Ocupacional da FMRP: o ponto de vista de estudantes (etapa 2)

    Concluído

    Introdução. A necessidade de ampliar os cenários de ensino para a formação de profissionais da saúde é reconhecida a partir de movimentos internacionais que problematizaram o conceito de saúde, seus determinantes e a melhor forma de alcançá-la. Assim, a educação e a prática interprofissional ganham destaque como temas emergentes do campo da saúde, com estudos realizados em nível global. Os projetos político-pedagógicos (PPP) dos cursos de graduação da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) afirmam que a interdisciplinaridade é estimulada e que há oportunidades e cenários para o seu exercício ao longo da formação na graduação. Objetivos. Geral - identificar como a questão do trabalho em equipe é abordado na formação de profissionais da saúde no contexto do curso de Terapia Ocupacional da FMRPUSP. Específicos - identificar a percepção dos estudantes de graduação do curso de Terapia Ocupacional sobre a presença de atividades teóricas e práticas envolvendo temas ligados a multidisciplinaridade e/ou interdisciplinaridade e identificar a percepção de professores de graduação sobre a presença e efetividade de atividades teóricas e/ou práticas envolvendo temas ligados a multidisciplinaridade e/ou interdisciplinaridade. Materiais e método: estudo descritivo-exploratório, adotando abordagem predominantemente qualitativa. Os participantes serão estudantes de graduação de Terapia Ocupacional (FMRP-USP), abordados através de entrevista e grupo foca.l As entrevistas e grupos focais serão gravados e transcritos na íntegra para identificação de categorias empíricas e registro da frequência de sua ocorrência. Os resultados podem contribuir para identificar lacunas de oportunidades para aprendizagem de práticas interprofissionais, favorecendo um melhor planejamento para atingir as competências e habilidades fundamentais ao profissional de saúde.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Ana Carolina Bonetti Alves, Monise Sanches Rodrigues, Julia Nalin

  • 2017 – 2018Pesquisa

    TEMAS RELACIONADOS AOS DIREITOS HUMANOS E OS CURRÍCULOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO - etapa documental

    Concluído

    Os direitos humanos são considerados direitos de todas as pessoas independentemente de cor, raça, sexo, religião ou nacionalidade. Apesar das Nações Unidas recomendarem que os profissionais da saúde recebam treinamento em direitos humanos, pouco se conhece a respeito do quanto isso vem sendo feito nos diversos cursos de graduação na área da saúde no Brasil. Em 2016, a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto instituiu uma Comissão de Direitos Humanos e dentre as sub comissões existentes, destaca-se a que pretende investir em estratégias de educação, sensibilização e promoção de relações saudáveis, solidárias e cooperativas. Sendo assim, entende-se que investigar os conteúdos de disciplinas na formação em saúde referente ao tema de Direitos Humanos, torna-se fundamental para a compreensão sobre a presença desses conteúdos nos currículos. Dessa forma o objetivo desta pesquisa é identificar e analisar o conteúdo curricular relacionado ao tema dos direitos humanos nos sete cursos da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Trata-se de um estudo descritivo-exploratório, com abordagem predominantemente quantitativa, com alguns procedimentos qualitativos. Será realizado um levantamento geral sobre a presença de conteúdos relativos aos direitos humanos (gênero, raça, classe social e idade) nas disciplinas de graduação dos sete cursos da FMRP-USP, em duas etapas concomitantes: (1) estudo documental das ementas e roteiros das disciplinas (Sistema Júpiter); (2) abordagem aos coordenadores de disciplinas de todos os 7 cursos da FMRP-USP que responderão a um questionário através do Google Docs sobre quais as disciplinas que coordena e se as mesmas possuem algum tema relacionado a Direitos Humanos. Os resultados desse estudo poderão subsidiar estratégias futuras relativas a capacitação docente sobre o tema, bem como a atualização dos currículos.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Gabriely Martins Silva, Bruna Ulhoa de Carvalho, Mariana Barbosa Buzato

  • 2017 – 2018Pesquisa

    Aprendizagem como ocupação: aquisição de habilidades e envolvimento em ocupações entre estudantes universitários

    Concluído

    Introdução: Durante a formação profissional do curso de Terapia Ocupacional, espera-se que o aluno alcance um perfil profissional e desenvolva habilidades e competências gerais e específicas. A ciência ocupacional, nesse sentido, ajuda a despertar e favorecer o desenvolvimento dessas habilidades e competências, através de sua essência. Objetivos: explorar a percepção de alunos de terapia ocupacional sobre a aquisição e desenvolvimento de habilidades e competências esperadas durante a graduação; identificar aspectos ligados à aprendizagem e sua compreensão como ocupação; identificar a percepção dos estudantes sobre a importância dessas características para a prática; analisar e discutir de acordo com a literatura a influência e relevância da ciência ocupacional no processo de formação profissional. Método: estudo descritivo exploratório com abordagem predominantemente qualitativa. Sujeitos: estudantes do curso de graduação em Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Procedimentos: grupos focais com os estudantes de cada ano; mapas corporais; Conclusão: Os resultados dessa pesquisa podem contribuir para dar um feedback aos estudantes de terapia ocupacional sobre seu desenvolvimento versus a expectativa, identificar possíveis lacunas, e descrever o processo de aquisição dessas características a partir do ponto de vista dos estudantes.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Aline Paula Delarissa Secone ( acadêmica)

  • 2017 – 2018Pesquisa

    TERAPIA OCUPACIONAL NA ESCOLA: ouvindo professores de escola particular (ano 2)

    Concluído

    Introdução: A Terapia Ocupacional visa capacitar os sujeitos para realizar suas atividades, independentemente de qualquer lesão, doença, condição, deficiência, estilo de vida, ou ambiente que esteja inserido. O trabalho como ocupação fundamental pode trazer benefícios e malefícios quanto ao seu ambiente e valorização por parte do profissional, pensando no professor. Objetivos: explorar o envolvimento em ocupações de professores no cenário de uma escola particular, identificando aspectos ligados à aprendizagem e sua compreensão como ocupação, além de explorar aspectos da atribuição de sentido à elas. Método: estudo descritivo exploratório com abordagem predominantemente qualitativa. Sujeitos: professores de uma escola particular. Procedimentos: grupos focais e mapas corporais com professores. Pretende-se realizar dois grupos focais com 8 a 10 participantes cada um. A abordagem dos mapas corporais será realizada com os sujeitos que aceitarem participar do procedimento, com previsão média de 06 professores. Projeto iniciado em 2016, em andamenbto. Grupos focais foram substituídos por entrevista em profundidade. Conclusão: Os resultados dessa pesquisa podem contribuir para dar subsídios a futuros estudos nessa temática e auxiliar no planejamento de ações futuras que visem às demandas dos professores que atuam com adolescentes

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Maria Luiza Rodrigues dos Santos, LUIZ FELIPE DA SILVA

  • 2016 – 2017Pesquisa

    Criação e validação de questionário para estudantes sobre a presença de Bullying no contexto da graduaçãO em cursos da área da saúde

    Concluído

    Este estudo é parte de um Projeto de Pesquisa que está sendo preparado para concorrer no Programa de Pós Graduação em Clínica Médica da FMRP-USP(Linha de Ensino na Saúde) que é decorrente de abordagens anteriores de pesquisa (PEP 2014-2015, Edital Unificado ? Modalidade Pesquisa 2015-2016), desenvolvidas no contexto do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Terapia Ocupacional, Infância e Adolescência ? LEPTOI1, e do Centro de Apoio Educacional e Psicológico (CAEP). No LEPTOI, etapas anteriores foram desenvolvidas na linha de pesquisa ?Formação Profissional?, na qual recentemente, iniciamos ações exploratórias sobre a presença de violência interpessoal no contexto da universidade e suas repercussões para a formação em nível de graduação. Em relação ao CAEP, as pesquisas constituíram-se dentro de ações previstas neste Centro no que diz respeito a estudos e projetos na área do Ensino Superior em Saúde. Pretendeu-se nas abordagens anteriores conhecer as percepções da população universitária sobre o tema visando com isso possíveis estratégias futuras de ações preventivas sobre a questão no cotidiano acadêmico (Anexo 1 ? Questionário semi-estruturado utilizado nos estudos anteriores). Foram identificadas situações em que o bullying ocorreu e possíveis relações entre sofrer e/ou presenciar bullying e o desempenho acadêmico.
Bullying compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas (de maneira insistente e perturbadora) que ocorrem sem motivação evidente e de forma velada, sendo adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), dentro de uma relação desigual de poder. Este fenômeno se manifesta, sutilmente, sob a forma de brincadeiras, apelidos, trotes, gozações e agressões físicas. É possível identificar extensa literatura sobre as consequências do bullying para o desempenho escolar e participação em contextos de vida para crianças e adolescentes, mas ainda são poucos os estudos sobre o fenômeno no contexto da Universidade. Este estudo objetiva desenvolver e validar questionário estruturado destinado a estudantes de graduação de cursos da área da saúde, sobre a presença de violência interpessoal (bullying) no contexto da graduação.Para tanto irá partir de resultados de dois anos de pesquisa que utilizou questionário semi estruturado, com objetivo de explorar a presensa do fenômeno da perspectiva dos estudantes. A partir dos resultados obtidos anteriormente, que permitiram a identificação de categorias que podem constituir as alternativas de instrumento estuturado, este estudo irá percorrer as etapas indicadas na literatura para a construção e validação de um questionário sobre a percepção de estudantes de graduação sobre a presença de Violência Interpessoal ? Bullying no contexto da graduação universitária.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Matheus Francoy Alpes, Camila Furukawa Kira

  • 2016 – 2017Pesquisa

    IC-PEP Ano II Crianças em situação de risco pessoal e social: explorando as consequências para o desempenho em ocupações

    Concluído

    Introdução: A vulnerabilidade social pode ser entendida como sendo a exposição de pessoas ou populações a determinadas situações, sendo que a capacidade de superação depende de um conjunto de diversos fatores como o nível socioeconômico, a nacionalidade e ocupação que influenciam diretamente no acesso a informação e a bens e serviços que podem facilitar ou dificultar a superação das situações presentes. Crianças e adolescentes tornam-se especialmente vulneráveis devido a sua condição de pessoa em desenvolvimento que a torna dependente da relação com um adulto para ter garantido seus direitos. No Brasil o Governo Federal através do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome busca criar ações de prevenção de situações de risco através do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Estas ações destina-se à população em situação de fragilidade decorrente da pobreza, ausência de renda, acesso precário ou nulo aos serviços públicos ou fragilização de vínculos afetivos. Objetivo: O presente estudo pretende identificar alterações de desempenho ocupacional em crianças em condições de risco pessoal e social. Método: A pesquisa´será realizada duas etapas: (1) Aplicação de protocolo PAD-CJ para avaliação o desempenho ocupacional de crianças nas áreas do brincar, avd, educação. (2) utilização de mapas corporais como forma de facilitar a descrição dos acontecimentos experenciados pelos sujeitos. Dados obtidos serão analisados qualitativamente através da análise de conteúdo temática com constituição de categorias empíricas e descrição da frequência de sua ocorrência no caso dos mapas corporais, análise estatística através da comparação dos grupos em cada área por técnica não paramétrica através do teste de sinais para populações correlatas para avaliações feitas com PAD-CJ análise do score obtido na aplicação do protocolo.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Maraisa Cristina Gabriel

  • 2016 – 2017Pesquisa

    TERAPIA OCUPACIONAL NA ESCOLA: ouvindo professores de escola particular

    Concluído

    Introdução: A Terapia Ocupacional visa capacitar os sujeitos para realizar suas atividades, independentemente de qualquer lesão, doença, condição, deficiência, estilo de vida, ou ambiente que esteja inserido. O trabalho como ocupação fundamental pode trazer benefícios e malefícios quanto ao seu ambiente e valorização por parte do profissional, pensando no professor. Objetivos: explorar o envolvimento em ocupações de professores no cenário de uma escola particular, identificando aspectos ligados à aprendizagem e sua compreensão como ocupação, além de explorar aspectos da atribuição de sentido à elas. Método: estudo descritivo exploratório com abordagem predominantemente qualitativa. Sujeitos: professores de uma escola particular. Procedimentos: grupos focais e mapas corporais com professores. Pretende-se realizar dois grupos focais com 8 a 10 participantes cada um. A abordagem dos mapas corporais será realizada com os sujeitos que aceitarem participar do procedimento, com previsão média de 06 professores. Conclusão: Os resultados dessa pesquisa podem contribuir para dar subsídios a futuros estudos nessa temática e auxiliar no planejamento de ações futuras que visem às demandas dos professores que atuam com adolescentes

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Maria Luiza Rodrigues dos Santos, Fernanda Zaviolo de Morais

  • 2016 – 2017Pesquisa

    IC - PEP/PUB PERCEPÇÕES DE PROFESSORES DE TERAPIA OCUPACIONAL SOBRE OS ATRIBUTOS QUE CARACTERIZAM UM BOM MODELO PROFISSIONAL

    Concluído

    Este estudo é um recorte de projeto de pesquisa de doutorado que está em desenvolvimento. O grande estudo visa abordar estudantes de terapia através de questionário utilizando a tecnologia Google docs + grupos focais e professores através de entrevistas, em duas IES: a FMRP e a UFSCar. A abordagem prevista aqui refere-se aos professores da FMRP.
Os estudantes desenvolvem suas atividades em diferentes ambientes educacionais, internalizando modelos de atuação profissional e espelhando-se nas experiências profissionais de seus professores e profissionais não docentes. Este estudo visa identificar a percepção de professores Terapia Ocupacional sobre os atributos mais importantes em bons modelos de profissional. A investigação será do tipo descritivo-exploratório, com enfoques quantitativo e qualitativo. A percepção dos profissionais/professores e preceptores será caracterizada por meio de entrevista individual semi-estruturada. As entrevistas serão gravadas e transcritas na íntegra, analisadas em seu conteúdo, para identificação de categorias empíricas, que serão também quantificadas quanto à freqüência de sua ocorrência. Os dados obtidos neste estudo os atributos de um bom modelo na formação do terapeuta ocupacional poderão ser aplicados em programas nacionais de capacitação e desenvolvimento docente.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), luciana costa silva, Monise Sanches Rodrigues

  • 2016 – 2017Pesquisa

    Multidisciplinaridade e interdisciplinaridade na formação de profissionais da saúde: a realidade dos cursos de graduação da FMRP-USP

    Concluído

    Os projetos político-pedagógicos (PPP) dos cursos sete cursos de graduação da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) afirmam que a interdisciplinaridade é estimulada e que há oportunidades e cenários para o seu exercício ao longo da formação na graduação. O objetivo deste estudo é verificar de que forma as experiências de interação multiprofissional e interdisciplinaridade são oferecidas para os estudantes de graduação da FMRP. Todas as ementas e roteiros didáticos das disciplinas dos sete cursos serão avaliados para identificação de ocorrência de cenários e contextos de interdisciplinaridade. Além disso, estudantes de graduação dos sete cursos da Unidade, serão abordados através de questionários semiestruturados (tecnologia Google docs) sobre a compreensão e percepção de oportunidades de interdisciplinaridade em sua experiência nos cursos da FMRP.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Ana Carolina Bonetti Alves, Leticia Fernandes de Andrade

  • 2016 – presentePesquisa

    Desempenho Ocupacional dos cuidadores informais de crianças atendidas em Oncologia Pediátrica: um estudo exploratório

    Em andamento

    Quando uma criança/adolescente recebe o diagnóstico de câncer toda a rotina da família se vê alterada diante da necessidade de acompanhar seu tratamento, que pode passar por períodos de hospitalização, entre outras situações do tratamento. Nessa perspectiva, cuidadores informais podem ter seu cotidiano alterado/afetado por sua prática em condições tão peculiares. Do ponto de vista da Terapia Ocupacional interessa-nos como seu desempenho em atividades cotidianas pode ser afetado por sua nova rotina. Este estudo foi realizado com o objetivo de ampliar a compreensão sobre a influência da rotina dos cuidadores e o desempenho ocupacional dos mesmos nas áreas do lazer e da participação social. Trata-se de pesquisa aplicada, não experimental, transversal, de caráter descritivo-exploratório, quanti-qualitativo, através de dois procedimentos: entrevista em profundidade sobre o significado e o impacto no cotidiano de ser cuidador de uma criança/adolescente com câncer, e avaliação do desempenho ocupacional de cuidadores informais envolvidos no cuidado e acompanhamento do tratamento desses, nas áreas do lazer e da participação social (Protocolo de Avaliação de Desempenho Ocupacional ? PAD-CJ adaptado para população adulta). Foram abordados os cuidadores informais (familiares, responsáveis e afins) que cuidam de crianças com câncer em acompanhamento no HCFMRP-USP ? ambulatório, Casa de Apoio e enfermaria. Entrevistas foram gravadas e transcritas na íntegra para análise de conteúdo. Dados obtidos pela aplicação do PAD-CJ foram analisados através da média de score para cada componente do protocolo, por estatística descritiva. Para inserção no universo da pesquisa, as pesquisadoras participaram de 12 reuniões de equipe, onde eram discutidos os casos das crianças e adolescentes internados no serviço de oncologia do hospital. Após a aprovação do projeto pelo CEP-HCFMRP foram realizadas 19 entrevistas, dentre elas 18 mulheres e 1 homem, incluindo 16 mães,1 avó,1 sogra, 1 noiva e 1 pai. Durante a entrevista, foi preenchido o Formulário de Identificação do Cuidador, um Protocolo de Avaliação de Desempenho Ocupacional Adaptado para a População Adulta, assim como o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) que foi lido, compreendido e assinado, pelas (o) cuidadoras (or). Os dados foram armazenados, e a análise de conteúdo teve início em agosto 2016. A coleta de dados foi estendida até dezembro de 2017.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Ana Carolina Bonetti Alves, Grazielle Keile Xavier, Giovanna Singh Gasperini, Amanda Mota Pacciulio Sposito

  • 2016 – presentePesquisa

    Educação nas profissões da saúde: competências, profissionalismo e bem-estar do estudante

    Em andamento

    A formação de profissionais da saúde em nível de graduação universitária envolve uma série de peculiaridades que vão desde os currículos e o planejamento educacional visando a aquisição de competências e o desenvolvimento de atitudes próprias ao profissionalismo, passando por estratégias de ensino-aprendizagem e avaliação, até os aspectos de bem estar do estudante, o relacionamento interpessoal no contexto universitário, o manejo de ansiedade e estresse decorrentes do próprio desenvolvimento do estudante ao longo da graduação. Através da utilização de estratégias de pesquisa qualitativa e quantitativa este projeto engloba uma série de investigações voltadas à compreensão da formação de profissionais de saúde em nível de graduação e do desenvolvimento docente. Os temas investigados abrangem (1) oportunidades de educação e prática interprofissional, (2) estratégias de ensino e avaliação; (3) desenvolvimento docente para atuar em cursos de graduação na área da saúde; (4) saúde e bem-estar do estudante (manejo de estresse, ansiedade e estratégias de coping, violência interpessoal e violência baseada em gênero).

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável)

  • 2016 – presentePesquisa

    A ESCOLA PÚBLICA, O ENVOLVIMENTO EM OCUPAÇÕES E A PARTICIPAÇÃO EM CONTEXTOS DE VIDA - ESTUDO EXPLORATÓRIO COM CRIANÇAS, ADOLESCENTES E PROFESSORES

    Em andamento

    * Este grande projeto de pesquisa envolve também ações de extensão, e foi expandido do contexto da escola para o contexto dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos a partir de 2019, passando a incluir também educadores sociais (além de professores). Considerando que crianças e adolescentes frequentam os SCFV no contra turno escolar. 
 A Terapia Ocupacional pode ser definida como uma profissão que visa capacitar as pessoas a viver em sua plenitude. Da perspectiva ocupacional, uma vida plena significa a oportunidade de envolver-se em atividades que a pessoa quer e precisa fazer, não importando sua condição de saúde, social, seu estilo de vida, ou o contexto em que se encontre. As atividades humanas desenvolvidas no dia-a-dia são o que chamamos de ocupações, e elas são os blocos de construção da nossa saúde física, psicológica, emocional e espiritual . Crianças e adolescentes de comunidades pouco assistidas são mais vulneráveis a determinados riscos, pois as iniquidades sociais acabam influenciando suas ocupações, consequentemente prejudicando seu bem-estar e participação social. Ao longo da infância e da adolescência, a escola pode ser o local da transformação da realidade social e das oportunidades de construir um projeto de vida que altere a história das famílias, sua trajetória de pobreza e exclusão social. Objetivos: Nesse contexto, o objetivo geral desta pesquisa é investigar o envolvimento em ocupações de crianças, adolescentes e professores no cenário de escolas públicas. Em relação a crianças e adolescentes, são objetivos específicos: identificar quais ocupações são desenvolvidas na escola; explorar aspectos da atribuição de sentido às ocupações cotidianas; identificar a percepção das crianças e dos adolescentes sobre a importância da escola para o seu futuro/projeto de vida; identificar as ocupações significativas do ponto de vista dos sujeitos (na escola, na família e na comunidade); identificar as influências das iniquidades sociais sobre as ocupações da educação, participação social e do lazer. Em relação aos professores são objetivos específicos: identificar quais ocupações são desenvolvidas na escola; explorar aspectos da atribuição de sentido às ocupações cotidianas (na escola, em casa e na comunidade. Materiais e método: Estudo descritivo exploratório com abordagem predominantemente qualitativa, com crianças, adolescentes e professores de escolas públicas de regiões periféricas. Os procedimentos podem envolver diversas estratégias de pesquisa qualitativa, tais como: mapas corporais - que tem o potencial de envolver os participantes de forma criativa, através de um processo mais reflexivo que permite aos sujeitos a revelar suas histórias de vida (imagem do tamanho real do corpo humano, enquanto mapeamento corporal é o processo de criação, através de utilização de desenho, pintura ou outras técnicas baseadas em arte que representam visualmente os aspectos de vida das pessoas, seus corpos e do mundo em que vivem) , grupos focais, observação participante, entrevista em profundidade. Em termos quantitativos a estatística descritiva identifica e categoriza variáveis ligadas às iniquidades sociais (questionário sócio demográfico), descrevendo a frequência simples e relativa com que aparecem. Este estudo com crianças, adolescentes e educadores poderá identificar o significado atribuído às ocupações desenvolvidas no cenário escolar, seu envolvimento nessas ocupações e a influência das mesmas nas relações interpessoais e bem estar desses sujeitos. Conhecer o universo ocupacional de estudantes e professores e compreender como significam a escola deve subsidiar futuros estudos nessa temática, bem como orientar o planejamento de ações visando empoderar educadores e estudantes contribuindo para a transformação, e para a construção de uma cultura de paz, saúde e cidadania na escola e para a vida.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Regina Célia Fiorati, Aline Paula Delarissa Secone ( acadêmica), Laura Feio Pereira, Lorena Gastaldo Garpelli, Karoline Kazue Yabuch, Patricia Aline de Souza Alves

  • 2015 – 2016Pesquisa

    IC-PEP BULLYING NO CONTEXTO DA UNIVERSIDADE: AMPLIANDO A COMPREENSÃO SOBRE AS IMPLICAÇÕES PARA O PROCESSO DE ENSINO ? APRENDIZAGEM

    Concluído

    Este projeto é continuação de investigação sobre a presença de violência interpessoal no contexto da graduação e será desenvolvido à partir do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Terapia Ocupacional, Infância e Adolescência ? LEPTOI , e do Centro de Apoio Educacional e Psicológico (CAEP). A abordagem inicial, da qual participaram 73 estudantes e 18 docentes, dos 07 cursos de graduação da FMRP, foi obtido que entre os estudantes 59% identificam a presença de bullying no contexto da graduação.Embora a primeira abordagem desta pesquisa tenha levado a resultados interessantes e que corroboram outros achados de pesquisa sobre o tema, é possível considerar, diante do universo de pesquisa ( 340 docentes e 1300 estudantes), que a adesão foi baixa e que é necessário continuar investigando, dando continuidade à pesquisa, com algumas alterações no método (revisão de formulário Google docs a partir da primeira experiência).

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Matheus Francoy Alpes, Júlia Stucchi e Barros, Gabriel Morais Xavier dos Santos

  • 2015 – 2016Pesquisa

    IC-PEP Crianças em situação de risco pessoal e social: explorando as consequências para o desempenho em ocupações

    Concluído

    Introdução: A vulnerabilidade social pode ser entendida como sendo a exposição de pessoas ou populações a determinadas situações, sendo que a capacidade de superação depende de um conjunto de diversos fatores como o nível socioeconômico, a nacionalidade e ocupação que influenciam diretamente no acesso a informação e a bens e serviços que podem facilitar ou dificultar a superação das situações presentes. Crianças e adolescentes tornam-se especialmente vulneráveis devido a sua condição de pessoa em desenvolvimento que a torna dependente da relação com um adulto para ter garantido seus direitos. No Brasil o Governo Federal através do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome busca criar ações de prevenção de situações de risco através do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Estas ações destina-se à população em situação de fragilidade decorrente da pobreza, ausência de renda, acesso precário ou nulo aos serviços públicos ou fragilização de vínculos afetivos. Objetivo: O presente estudo pretende identificar alterações de desempenho ocupacional em crianças em condições de risco pessoal e social. Método: A pesquisa´será realizada duas etapas: (1) Aplicação de protocolo PAD-CJ para avaliação o desempenho ocupacional de crianças nas áreas do brincar, avd, educação. (2) utilização de mapas corporais como forma de facilitar a descrição dos acontecimentos experenciados pelos sujeitos. Dados obtidos serão analisados qualitativamente através da análise de conteúdo temática com constituição de categorias empíricas e descrição da frequência de sua ocorrência no caso dos mapas corporais, análise estatística através da comparação dos grupos em cada área por técnica não paramétrica através do teste de sinais para populações correlatas para avaliações feitas com PAD-CJ análise do score obtido na aplicação do protocolo.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Maraisa Cristina Gabriel, Gabriella Neves Cury

  • 2015 – 2016Pesquisa

    TERAPIA OCUPACIONAL NA ESCOLA: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO COM ADOLESCENTES E PROFESSORES

    Concluído

    Introdução: A Terapia Ocupacional visa capacitar os sujeitos para realizar suas atividades, independentemente de qualquer lesão, doença, condição, deficiência, estilo de vida, ou ambiente que esteja inserido. A adolescência é uma fase do desenvolvimento marcada por profundas mudanças anatômicas, psicológicas e sociais, sendo que essas transformações são influenciadas pelo ambiente familiar, cultural e social. Os adolescentes de comunidades menos favorecidas são mais vulneráveis a determinados riscos, ou seja, as iniquidades sociais acabam influenciando suas ocupações, consequentemente prejudicando seu bem-estar e participação social. Ao longo da adolescência, a escola pode ser o local da transformação da realidade social e das oportunidades de construir um projeto de vida que altere a história das famílias, sua trajetória de pobreza e exclusão social. Objetivos: explorar o envolvimento em ocupações de adolescentes e professores no cenário de uma escola pública, identificando aspectos ligados à aprendizagem e sua compreensão como ocupação; explorar aspectos da atribuição de sentido às ocupações exercidas na escola por educadores e adolescentes; identificar a percepção dos adolescentes sobre a importância da escola para o seu futuro/projeto de vida; identificar as influências das iniquidades sociais sobre as ocupações da educação, participação social e do lazer; Método: estudo descritivo exploratório com abordagem predominantemente qualitativa. Sujeitos: 120 adolescentes e 20 professores de escola pública de periferia. Procedimentos: grupos focais com adolescentes e professores; mapas corporais com adolescentes e professores. Pretende-se realizar ao menos um grupo focal com estudantes de cada série, do sétimo ano do Ensino Fundamental ao terceiro ano do Ensino Médio, totalizando 8 grupos com mínimo de 05 e máximo de 10 participantes.Em relação aos professores, dois grupos focais com 8 a 10 participantes cada um. A abordagem dos mapas corporais será realizada com os sujeitos que aceitarem participar do procedimento, com previsão média de 06 por categoria de sujeitos. Conclusão: Os resultados dessa pesquisa podem contribuir para dar subsídios a futuros estudos nessa temática e auxiliar no planejamento de ações futuras que visem às demandas dos adolescentes em situação de vulnerabilidade social e dos professores que atuam com os mesmos.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Regina Célia Fiorati, Arieli Milani, Thais Bertoni Galbiatti

  • 2015 – 2016Pesquisa

    IC-PEP Desempenho Ocupacional dos cuidadores informais de crianças atendidas em Oncologia Pediátrica: um estudo exploratório

    Concluído

    Este projeto está em desenvolvimento no contexto do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Terapia Ocupacional, Infância e Adolescência ? LEPTOI.Este estudo é a continuação de abordagem de pesquisa que foi finalizada em agosto/2015 com equipe de cuidados paliativos da enfermaria de oncologia pediátrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP-USP), para avaliar o desempenho ocupacional dos cuidadores/familiares de pacientes assistidos na mesma unidade, nas áreas de lazer e participação social. A partir do olhar da Terapia Ocupacional, poderemos identificar as influências na rotina de cuidadores/familiares de pacientes pediátricos em cuidados paliativos no que diz respeito a lazer e participação e a partir disso colaborar para o planejamento das intervenções que minimizem os efeitos destas possíveis influências no cotidiano principalmente do familiar que fica responsável pelo cuidado da criança acompanhando-a em sua hospitalização. São objetivos: ampliar a compreensão sobre as influências na rotina e desempenho ocupacional de cuidadores/familiares de pacientes pediátricos em cuidados paliativos no que diz respeito a lazer e participação social; explorar os significados do que é ser um cuidador junto a crianças hospitalizadas com câncer; avaliar o desempenho ocupacional de cuidadores/familiares responsáveis por pacientes assistidos pelos cuidados paliativos pediátricos. Trata-se de pesquisa aplicada, não experimental, transversal, de caráter descritivo-exploratório, quanti-qualitativo. Consiste na realização de entrevista em profundidade sobre o significado e o impacto no cotidiano e desempenho ocupacional de cuidadores responsáveis por pacientes assistidos pelos cuidados paliativos pediátricos, nas áreas do lazer e da participação social, para a identificação de alterações de desempenho ligadas as peculiaridades de sua rotina junto à crianças e adolescentes com câncer, em estado terminal.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Ana Carolina Bonetti Alves, Grazielle Keile Xavier, Giovanna Singh Gasperini

  • 2014 – 2015Pesquisa

    IC-PEP USP BULLYING NO CONTEXTO DA UNIVERSIDADE: EXPLORANDO AS IMPLICAÇÕES PARA O PROCESSO DE ENSINO ? APRENDIZAGEM

    Concluído

    Bullying compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas (de maneira insistente e perturbadora) que ocorrem sem motivação evidente e de forma velada, sendo adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), dentro de uma relação desigual de poder. Este fenômeno se manifesta, sutilmente, sob a forma de brincadeiras, apelidos, trotes, gozações e agressões físicas. É possível identificar extensa literatura sobre as consequências do bullying para o desempenho escolar e participação em contextos de vida para crianças e adolescentes, mas ainda são poucos os estudos sobre o fenômeno no contexto da universidade. Este estudo objetivou identificar a percepção de docentes e discentes de uma universidade pública sobre o bullying e possíveis implicações para o processo de ensino-aprendizagem na graduação. Estudo descritivo-exploratório, no qual sujeitos foram abordados através de questionário semi- estruturado, utilizando a tecnologia Google docs. Dados foram analisados quali- quantitativamente, através de análise de conteúdo (categorias empíricas para questões abertas) e frequência simples para ocorrência de categorias para as questões fechadas (SIM/NÃO). Participaram deste estudo 73 estudantes e 18 docentes, dos 07 cursos de graduação da FMRP. Entre os estudantes 59% identificam a presença de bullying no contexto da graduação. Sobre as situações presenciadas as categorias mais frequentes foram ?violência interpessoal e bulliyng na relação veterano-calouro? (9 referências); ?brincadeiras, discriminação e apelidos pejorativos devido à características pessoais? (9 referências); ?brincadeiras, discriminação, apelidos pejorativos e violência física devido à orientação sexual? (homofobia/5 referências); ?violência na relação professor-aluno? (5 referências). Em relação a bullying e desempenho acadêmico, 75% dos estudantes consideram que vítimas têm seu desempenho afetado e as categorias mais frequentes que justificam esta compreensão são ?bullying promove sofrimento psíquico e desgaste emocional? ( 37 referências); ?bullying gera desmotivação e desinteresse pela faculdade? (21 referências); ?bullying promove isolamento social e reprime a expressão? (18 referências). Entre os professores, 67% identificam a presença de bullying, gerando três categorias de exemplos de situações relatadas:?brincadeiras, discriminação, apelidos pejorativos devido às características pessoais? ( 08 referências); ?violência na relação professor-aluno? ( 04 referências); ?violência na relação veterano-calouro? (02 referências). Sobre bullying e desempenho acadêmico, 94% consideram que as vítimas têm seu desempenho comprometido, pois ?bullying promove sofrimento psíquico e desgaste emocional? (08 referências); ?bullying promove isolamento social e reprime a expressão? (08 referências) e ?bullying afeta o desempenho no cotidiano? (03 referências).

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Luciana Oliveira, Maria de Fátima Aveiro Colares, Matheus Francoy Alpes, Ana Carolina Cunha

  • 2014 – 2015Pesquisa

    IC -RUSP Desempenho Ocupacional de profissionais da equipe pediátrica de cuidados paliativos: um estudo exploratório

    Concluído

    Ao se inserir na área de Cuidados Paliativos, o profissional passa a lidar diariamente com a dor, vivenciando de maneira mais próxima e direta o sofrimento e consequentemente a morte. Os membros desta equipe terão que enfrentar o término da existência diariamente e gradativamente aprenderem a conviver e lidar com este fato. Do ponto de vista da Terapia Ocupacional interessa como seu desempenho em atividades cotidianas pode ser afetado por sua rotina de trabalho. Este estudo foi realizado com o objetivo de ampliar a compreensão sobre a influência da rotina de trabalho em equipe de cuidados paliativos pediátricos e o desempenho ocupacional de profissionais da saúde nas áreas do lazer e da participação social. Trata-se de pesquisa aplicada, não experimental, transversal, de caráter descritivo-exploratório, quanti-qualitativo, através de dois procedimentos: entrevista em profundidade sobre o significado e o impacto no cotidiano de fazer parte de uma equipe de cuidados paliativos pediátricos, e avaliação do desempenho ocupacional de profissionais da saúde envolvidos em cuidados paliativos pediátricos, nas áreas do lazer e da participação social (Protocolo de Avaliação de Desempenho Ocupacional ? PAD-CJ adaptado para população adulta). Entrevistas foram gravadas e transcritas na íntegra, analisadas em seu conteúdo. Dados obtidos pela aplicação do PAD-CJ foram analisados através da média de score geral para habilidade e frequência de realização de atividades de lazer e participação social. Participaram deste estudo 07 profissionais que atuam no contexto da Oncologia pediátrica sendo 1 homem e 6 mulheres, com idade média de 43,3 e tempo médio de trabalho na área de 15,5 anos. A exploração do significado de trabalhar nessa área levou à identificação de 03 categorias temáticas: ?O trabalho é intenso, ?pesado? e provoca sofrimento? ?O trabalho é intenso mas gratificante? e ?Envolver-se ou não envolver-se...eis a questão?. Em todas as categorias é possível identificar contradições e as referências discursivas revelam o lado bom e o lado difícil dessa atividade profissional. Em relação ao desempenho nas ocupações de lazer e participação social, a análise de conteúdo revela impacto importante no cotidiano de forma geral, pelo cansaço, tristeza, falta de energia e situações ?pesadas? enfrentadas. Os resultados da aplicação do PAD- CJ adaptado para população adulta revelam um score médio relativamente baixo para itens que avaliam a frequência com que atividades de lazer e participação social são exercidas. É necessário considerar que além de ser uma amostra pequena, muitos fatores podem influenciar na baixa frequência na realização desse tipo de atividade (estilo de vida, idade, acesso ao lazer, gestão do tempo, valor atribuído ao trabalho X valor atribuído à atividades de livre escolha, entre outras.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Ana Carolina Bonetti Alves

  • 2013 – 2014Pesquisa

    INTERVENÇÕES EM TERAPIA OCUPACIONAL COM ADOLESCENTES EM ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL

    Concluído

    A violência doméstica é um fenômeno complexo que atinge crianças e adolescentes, afetando seu desenvolvimento global, sendo esta a maior causa de acolhimento institucional. A Lei Federal 8069/90 prevê o abrigo como medida de proteção excepcional e provisória nos casos de abuso, omissão ou impossibilidade da família de cuidar de seus filhos. O abrigo recebe crianças e adolescentes quando foram esgotadas todas as possibilidades de assegurar os seus direitos. O termo acolhimento refere-se às experiências de cuidados prestados a esses sujeitos fora de sua casa, que devem se constituir em um espaço de proteção e de desenvolvimento .Foram objetivos deste estudo: identificar e discutir aspectos das intervenções terapêuticas ocupacionais com adolescentes em acolhimento institucional, realizadas durante Estágio Profissional na Área de Infância e Adolescência. Estudo descritivo-exploratório por meio da abordagem documental investigou através de relatórios (em arquivo digital) as intervenções de terapia ocupacional realizadas em grupo, com adolescentes de 12 a 18 anos, entre Fevereiro/2012 e Outubro/2013, desenvolvidas em Instituição de Acolhimento do Município de Ribeirão Preto. A análise quali-quantitativa dos relatórios teve como foco identificar: as atividades, os objetivos, estratégias e principais demandas dos adolescentes em acolhimento institucional.Ao longo do período, participaram 48 adolescentes em 59 intervenções. As atividades foram categorizadas em: artesanato, lazer e participação social, atividades audiovisuais, culinária e atividades expressivas, utilizadas com objetivo de trabalhar habilidades cognitivas, de regulação emocional, social e de comunicação; criar acolhimento, estimular a criatividade, promover a independência, a construção da individualidade e a expressão sobre o cotidiano na instituição. Foram abordados 34 temas, entre eles: violência, escola, desvinculação e despedida, drogas e familiares. As demandas identificadas referem-se às diversas formas de violência, a dificuldade de participação social, de trabalhar em grupo, de realizar escolhas, em acreditar no potencial individual, com discurso de incapacidade e dificuldade no estabelecimento de relações saudáveis com comunicação apropriada. Propuseram-se estratégias para favorecer a participação social, com redução de comportamentos violentos, a partir da escuta e respeito, promovendo motivação e estimulando o senso de auto eficácia.

    Equipe

    Maria Paula Panúncio Pinto (Responsável), Flavia Meirelles Israel

Orientações

12 de 12 orientações
Por página
  • Mestrado
    desde 2023
    Flávia Meirelles Israel · Orientação
    A gestão da clínica em Centros de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil · Mestrado Profissional Terapia Ocupacional e Processos de Inclusão Social · Faculdade de Medicina de Sao Paulo
    Em andamento
  • Iniciação Científica
    desde 2023
    Julia Caparelli Strafacci · Orientação
    Abordagens do terapeuta ocupacional na perspectiva da redução de danos com adolescentes em situação de rua. · Terapia Ocupacional · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2022
    Grazielle Keile Xavier · Orientação
    As dificuldades nos cuidados da criança com paralisia cerebral em contextos de vulnerabilidade socia · Mestrado Profissional Terapia Ocupacional e Processos de Inclusão Social · Faculdade de Medicina de Sao Paulo
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2022
    Mariana Oliveira Leite Silva · Orientação
    PROMOÇÃO DO BRINCAR DE CRIANÇAS HOSPITALIZADAS EM TRATAMENTO ONCOLÓGICO NA PRIMEIRA INFÂNCIA: COMPREENDENDO O PAPEL DOS PAIS · Mestrado Profissional Terapia Ocupacional e Processos de Inclusão Social · Faculdade de Medicina de Sao Paulo
    Em andamento
  • Graduação
    desde 2022
    Maria Luísa Dutra de Souza · Orientação
    POSSIBILIDADES DE INTERVENÇÃO DO TERAPEUTA OCUPACIONAL COM CRIANÇAS, ADOLESCENTES E JOVENS QUE SE DESENVOLVEM EM TERRITÓRIOS VULNERÁVEIS · Terapia Ocupacional · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP
    Em andamento
  • Graduação
    desde 2022
    Michelle Patricia de Mello · Orientação
    O Papel de mãe/cuidadora de crianças com TDAH: Impacto no cotidiano e participação em ocupações · Terapia Ocupacional · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP
    Em andamento
  • Iniciação Científica
    desde 2022
    Ana Victoria Tognetti Santos · Orientação
    Maternidade e cotidiano: o impacto do papel de mãe nas ocupações de mulheres com filhos entre 0 e 4 anos · Terapia Ocupacional · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2021
    Bruna Nascimento Silva · Co-orientação
    Violência contra pessoas trans em serviços de saúde · Programa de Pós Graduação em Saúde Pública · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2021
    Tharsila Pandelo de Oliveira · Orientação
    O papel do terapeuta ocupacional no contexto escolar inclusivo com crianças com Transtorno do Espectro Autista · Mestrado Profissional Terapia Ocupacional e Processos de Inclusão Social · Faculdade de Medicina de Sao Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2021
    Karolina Murakami · Co-orientação
    Relações entre estresse e qualidade de vida em graduandos da área da saúde: da caracterização à intervenção com pesquisa-ação · Programa de Pós Graduação em Clínica Médica · Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2020
    Pátia de Souza Alves · Orientação
    Inclusão Escolar, práticas colaborativas e equipes interprofissionais: construindo a integração da perspectiva da terapia ocupacional · Mestrado Profissional Terapia Ocupacional e Processos de Inclusão Social · Faculdade de Medicina de Sao Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2018
    Matheus Francoy Apes · Co-orientação
    DETERMINAÇÃO DAS PROPRIEDADES PSICOMÉTRICAS DE ESCALA PARA ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO SOBRE A OCORRÊNCIA DE VIOLÊNCIA INTERPESSOAL (?BULLYING?) · Programa de Pós Graduação em Clínica Médica · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP · Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Em andamento

Bancas julgadoras

133 registros
133 de 133 bancas
Por página
  • 2024
    Bento Miguel Machado
    Experiências ocupacionais e fatores associados à intensidade de dor por pessoas portadoras de dor crônica em um serviço de reabilitação: um estudo de corte transversal · Programa de Pós Graduação em Saúde Pública · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: João Paulo Dias de Souza, Maria Paula Panúncio Pinto, Debora Couto de Melo Carrijo, Daniela Nakandakari Goia
    Doutorado
  • 2022
    Beatriz Silva Santoro
    Adolescentes em situação de vulnerabilidade social: explorando suas perspectivas de futuro e projeto de vida · Programa de Pós Graduação em Saúde Pública · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Maria Paula Panúncio Pinto, Carla Regina da Silva, FIORATI, REGINA CÉLIA
    Mestrado
  • 2022
    MARY CARMEM FRÓES RIBEIRO
    IMPLEMENTAÇÃO DE PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: BARREIRAS E FACILITADORES · Programa de Pós Graduação em Saúde Pública · Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoBanca: João Paulo Dias de Souza, Maria Paula Panúncio Pinto, Edilaine C. Silva Gherardi Donato, Ana Tereza Gomes Guerrero (
    Doutorado
  • 2022
    Alba Yolanda Riera Recalde
    Violencia de género contra mujeres con educación superior: estudio ecológico a partir de las Encuestas Nacionales sobre Relaciones Familiares y Violencia de Género contra las Mujeres en Ecuador · Programa de Pós Graduação em Saúde Pública · Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoBanca: Maria Paula Panúncio Pinto, Ana Flavia Pires Lucas D Oliveira, Regina Célia Fiorati
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2022
    Valéria Pacheco Dias
    Determinantes sociais da saúde mental entre mulheres malucas de estrada. · Programa de Pós Graduação em Enfermagem Psiquiatrica · Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto - USPBanca: Regina Célia Fiorati, Massimiliano Minelli, Maria Paula Panúncio Pinto
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2022
    Bento Miguel Machado
    Caracterização epidemiológica, clínica e percepções de pessoas portadoras der dor crônica em um serviço de reabilitação: estudo observacional descritivo · Programa de Pós Graduação em Saúde Pública · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Maria Paula Panúncio Pinto, Tatiana Maria Coelho Veloso, anamaria siriani de oliveira
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2022
    Mariana Passos de Souza
    Avaliação de Estratégias em Educação Médica: Ensino Interprofissional e Desempenho Longitudinal do Estudante · Programa de Pós Graduação em Ciências da Saúde Aplicadas ao Aparelho Locomo · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Rodrigo Salim, Maria Paula Panúncio Pinto, Pedro Tadao Hamamoto Filho
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2022
    Giovana Alessandra Poiani
    Terapia Ocupacional, Migrantes e/ou Refugiados e a Justiça Ocupacional · Terapia Ocupacional · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Regina Célia Fiorati, Maria Paula Panúncio Pinto, José Henrique da Silva Cunha
    Graduação
  • 2022
    Naayne Amorim Silva
    O acesso à ocupação trabalho da população adulta afrodescendente e sua relação com a injustiça ocupacional · Terapia Ocupacional · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Regina Célia Fiorati, Maria Paula Panúncio Pinto, Beatriz Silva Santoro
    Graduação
  • 2022
    Paula Sizenando Sanches
    Aplicação piloto de escala sobre a ocorrência de violência interpessoal (?bullying?) com estudantes do Curso de Fonoaudiologia · Fonoaudiologia · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Maria Paula Panúncio Pinto, Matheus Francoy Alpes, luciana costa silva
    Graduação
  • 2022
    Eduarda Gomides de Souza
    AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DOS EDUCADORES SOBRE AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES ATENDIDOS NOS SERVIÇOS DE CONVIVÊNCIA E FORTALECIMENTO DE VÍNCULOS (SCFV) · Terapia Ocupacional · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Maria Paula Panúncio Pinto, Regina Célia Fiorati, Elke Tiegui Baldo
    Graduação
  • 2022
    Victoria Godoy Zambrano
    Crianças e adolescentes em vulnerabilidade social atendidas em um hospital de urgência e emergência: condições de vida e demandas terapêutico-ocupacionais · Terapia Ocupacional · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Maria Paula Panúncio Pinto, Amanda Mota Pacciulio Sposito, Juliana Carla Delsim
    Graduação
  • 2022
    Gabriela Zimmermann Silva
    Abordagens do Terapeuta Ocupacional na Perspectiva da Redução de Danos com Adolescentes Acolhidos Institucionalmente · Terapia Ocupacional · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Maria Paula Panúncio Pinto, Elke Tiegui Baldo, Beatriz Silva Santoro
    Graduação
  • 2022
    Gabriely Martins Silva
    Adolescentes em situação de vulnerabilidade social, suas perspectivas de futuro e projeto de vida: fatores protetivos e de risco · Terapia Ocupacional · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Maria Paula Panúncio Pinto, Elke Tiegui Baldo, Leonardo Martins Kebbe
    Graduação
  • 2022
    Concurso de Títulos e Provas para o Provimento de um Cargo de Professor Doutor, referência MS-3 em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (R.D.I.D.P.), junto ao Departamento de Ciências da Saúde - Curso de Nutrição e Metabolismo da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP
    · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Luciana Cisoto Ribeiro, Maria Paula Panúncio Pinto, Simone de Fátima Viana da Cunha, Raquel de Andrade Cardoso Santiago, Luiz Carlos Carvalho Navegantes
    Concurso público
  • 2021
    Mary Carmem Fróes Ribeiro
    A implementação de práticas integrativas e complementares na atenção primária à saúde de Ribeirão Preto: características, barreiras e facilitadores · Programa de Pós Graduação em Saúde Pública · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Antonio Ruffino Netto, Maria Paula Panúncio Pinto, Ana Tereza Gomes Guerrero (
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2021
    Vania da Conceição António Ferrão
    Conhecimentos e práticas sobre a Prevenção do Diabetes Mellitus do tipo 2 entre os escolares adolescentes na cidade do Chimoio, Moçambique · Programa de Pós Graduação em Saúde Pública · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Antonio Ruffino Netto, Edson Zangiacomi Martinez, Maria Paula Panúncio Pinto
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2021
    Renata Bombine Pimentel
    Pandemia e o distanciamento social: os dizeres dos adolescentes e o seu sofrimento psíquico · Programa de Pós Graduação em Saúde Pública · Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São PauloBanca: Fabiola Zioni, Maria Paula Panúncio Pinto, Albertoo Olavo Advincuila Reis
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2021
    Beatriz Cardoso Lobato
    Desafios da inclusão no ensino público superior na perspectiva de docentes universitários · Curso de Pós Graduação Lato Senso em Pedagogia Universitária · Universidade Federal do Triângulo MineiroBanca: Alessandra Cavalcanti, Maria Paula Panúncio Pinto, Daniel Fernando Bovolenta Ovigli
    Curso de aperfeiçoamento/especialização
  • 2021
    Andréa Chrishner Ferrari
    DEMANDAS FONOAUDIOLÓGICAS DE CRIANÇAS EM VULNERABILIDADE PSICOSSOCIAL: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA · Fonoaudiologia · Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USPBanca: Maria Paula Panúncio Pinto, Aline Epiphanio Wolf, Matheus Francoy Alpes
    Graduação
  • 2021
    Laura Feio Pereira Santos
    Vulnerabilidade Social e educação formal:possibilidades de intervenção do terapeuta ocupacional com adolescentes escolares · Terapia Ocupacional · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Maria Paula Panúncio Pinto, Beatriz Silva Santoro, SOUZA, LARISSA BARROS DE
    Graduação
  • 2021
    Mariana Grecco Faro
    Influência da gravidade motora no desempenho no autocuidado de crianças e adolescentes com paralisia cerebral · Terapia Ocupacional · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Luzia Iara Pfeifer, Maria Paula Panúncio Pinto, Thamires Máximo Neves
    Graduação
  • 2021
    Nathalia Souza de João
    Escala Lúdica Pré-escolar de Knox: uma revisão de escopo · Terapia Ocupacional · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Luzia Iara Pfeifer, Maria Paula Panúncio Pinto, Amanda Mota Pacciulio Sposito
    Graduação
  • 2021
    Maria Caroline da Silva
    Influência do gênero na função manual de crianças de 3 e 4 anos de idade · Terapia Ocupacional · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Luzia Iara Pfeifer, Maria Paula Panúncio Pinto, Leticia Akemi de A. Sakamoto Sabino
    Graduação
  • 2021
    Maria Isabel Bueno
    A percepção de educadores sociais sobre ações realizadas em capacitações propostas na perspectiva da Terapia Ocupacional · Terapia Ocupacional · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USPBanca: Maria Paula Panúncio Pinto, Regina Yoneko Dakuzaku Carreta, Beatriz Silva Santoro
    Graduação

Participação em eventos

71 registros
71 de 71 participações
Por página
  • 2023
    Os processos educacionais na interrupção dos assédios e Violência Contra a Mulher na Universidade
    IV Seminário de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e IV Encontro Gênero, Saúde e Direitos Humanos, r · Conferencista · Convidado · São João del Rei (MG)
  • 2023
    Assédio moral e sexual na Universidade: como enfrentar
    Sala Aberta (formação de professores) · Conferencista · Convidado · Ouro Preto-MG
  • 2023
    O cuidado com a saúde mental do estudante em nível Institucional e seus diferentes atores
    Forum de Ensino do CARL (Medicina USP RP) · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2022
    Social Vulnerability and Occupational Injustice: repercussions on children and adolescents lives
    18o WFOT Congress- Occupational R-Evolution · Poster / Painel · Participante · Paris / on line
  • 2022
    A importância da cultura universitária e seu papel no processo de permanência e pertencimento dos estudantes de pós graduação: o reconhecimento da cultura como vetor de promoção do social e do humano
    28o Congresso Nacional de Pós Graduandos - Etapa Local Itinerante · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2022
    Atividade ou ocupação: superar a dicotomia para adotar uma perspectiva ocupacional complexa
    XVII Congresso Brasileiro de Terapia Ocupacional · Apresentação oral · Participante · Brasília DF
  • 2022
    Boas práticas na prevenção do(s) assédio(s) no ensino superior: percursos de trabalho na Universidade de São Paulo
    III Seminário Internacional Assédios no Ensino Superior: Políticas e Práticas de Intervenção nas Comunidades Educativas · Conferencista · Convidado · Coimbra/on line
  • 2022
    ODS 5 - Igualdade de Gênero
    Seminários Temáticos- Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS-ONU) · Simposista · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2022
    Direitos humanos no contexto da educação universitária: a experiência de uma escola da área da saúde no Brasil
    IV Colóquio Internacional de Ciências Sociais da Educação - A educação como um bem público · Apresentação oral · Participante · Braga, Portugal
  • 2021
    VIOLÊNCIA SEXUAL NA UNIVERSIDADE: UM PROBLEMA A SER ENFRENTADO
    XVII Congresso Paulista de Saúde Pública · Apresentação oral · Participante · on line
  • 2021
    Pós graduação e extensão: relações possíveis
    Ciclo de Seminários da Pró Reitoria de Pós Graduação · Conferencista · Convidado · São Paulo - SP
  • 2021
    O enfrentamento à violência sexual e violência de gênero no campus de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e o exercício da autonomia universitária
    Fazendo Gênero 12 -0 Lugares de Fala, Direitos, Diversidades, Afetos - Seminário Internacional UFSC · Apresentação oral · Participante · Florianópolis
  • 2021
    "Perspectivas Limites da Educação Interprofissional: como estamos nos relacionando?
    I Simpósio Interprofissional em Saúde: Liga Acadêmica Interprofissional de Atenção à Saúde - USP/RP de · Simposista · Convidado · Ribeirão Preto-SP
  • 2021
    MEDIDA SOCIOEDUCATIVA DE LIBERDADE ASSISTIDA EM CONTEXTO PANDÊMICO: A EXPERIÊNCIA DA CULINÁRIA COMO ESTRATÉGIA DE INTERVENÇÃO GRUPAL REMOTA
    III Simpósio Nacional em Sócio Educação · Poster / Painel · Participante · Brasília - DF
  • 2021
    Percepções sobre violência de gênero no ambiente universitário
    II Encontro de Pós Graduação da USP · Apresentação oral · Participante · on line
  • 2020
    Avaliação de desempenho em cenários de prática profissional (Workplace based assessment) - Oficina
    Conferência Internacional de Avaliação do Estudante e do Profissional em Formação na Área da Saúde (Assessment ConferenceRP) (CDDE) · Moderador · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2020
    Conferência Internacional de Avaliação do Estudante e do Profissional em Formação na Área da Saúde (Assessment ConferenceRP) (CDDE)
    Ouvinte · Ribeirão Preto
  • 2020
    Limites e perspectivas da pesquisa qualitativa em saúde
    4o Curso de Inverno em Saúde Pública · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2019
    Limites e perspectivas da educação interprofissional e da interdisciplinaridade
    Congresso Médico Acadêmico de Franca (UNIFACEF) · Conferencista · Convidado · Franca
  • 2019
    Equity and Diversity: ways to prevent violence among health professions undergraduate students
    AMEE Annual Conference · Apresentação Oral · Participante · Vienna
  • 2019
    Qualidade de Vida: da juventude à terceira Idade (Salão de Ideias) Tema 3: Saúde Ocupacional - a importância de manter o equilíbrio entre as ocupações cotidianas
    19a Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2019
    Cenários de aprendizagem em ambientes não escolarizados - Capacitação e desenvolvimento profissional de educadores sociais e intervenção interprofissional com crianças e adolescentes dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos
    VII Simpósio de Educação/ IV Encontro Internacional de Políticas Públicas em Educação · Simposista · Convidado · Franca - UNIFACEF
  • 2019
    Gestão Educacional e Apoio ao Estudante
    II Encontro do Núcleo de Estudos e Análises Desenvolvimento Docente para o Ensino na Área da Saúde · Conferencista · Convidado · Uberaba
  • 2019
    ?A experiência da FMRP no acolhimento e promoção de saúde mental do estudante? Mesa Redonda
    FEARP em Debate · Simposista · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2019
    Limites e perspectivas da educação interprofissional e interdisciplinaridade : como nos relacionamos?
    XIII Fórum de Estudos Multidisciplinares -UNIFACEF · Conferencista · Convidado · Franca

Formação complementar

26 registros

Coautorias

12 coautores

Na imprensa

beta

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As notícias são ligadas ao docente automaticamente, pelas etiquetas do Jornal ou pelo nome no texto (o nome abreviado só conta quando vem depois de um título como “professora”). Homônimos ficam de fora; ainda pode haver falsos positivos e omissões.