Carolina Fu.
Livre · Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional
- Unidade
- Faculdade de Medicina
Currículo atualizado em 14/11/2025
Cita-se como: FU, C.;FU, CAROLINA;CAROLINA FU
Resumo biográfico
Possui mestrado em Ciências (Fisiopatologia Experimental) pela Universidade de São Paulo (2000) e doutorado em Ciências (Fisiopatologia Experimental) pela Universidade de São Paulo (2005). Tem experiência na área de Fisioterapia em Terapia Intensiva, atuando principalmente nos seguintes temas: insuficiência respiratória, fisioterapia, ventilação mecânica e reabilitação em paciente pós crítico.Atualmente é docente respnsável pela área de Fisioterapia em Terapia Intensiva do Curso de Fisioterapia do Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da FMUSP. Coordenadora do Programa de Residência Multiprofissional em atenção ao paciente critico e da Especialização em Fisioterapia em Terapia Intensiva do Hospital das Clínicas da FMUSP. Orienta nos programas de mestrado e doutorado no Programa de Ciencias da Reabilitação do Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da FMUSP.
Indicadores
Áreas de atuação
01 registro- Ciencias Da SaudeFisioterapia e Terapia OcupacionalFisioterapia › Terapia Intensiva
Formação acadêmica
02 registros- 2002 – 2005DoutoradoConcluídoCiências (Fisiopatologia Experimental) · Universidade de São Paulo“Comparação entre dois geradores de fluxo e um ventilador específico para ventilação não invasiva no modo CPAP”Orientação: Carlos Roberto Ribeiro de Carvalho
- 1997 – 2000MestradoConcluídoCiências (Fisiopatologia Experimental) · Universidade de São Paulo“Análise crítica de simuladores mecãnicos de pulmão e sua aplicação na ventilação não invasiva com CPAP”Orientação: Carlos Roberto Ribeiro de Carvalho
Idiomas
01 registro| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Inglês | Razoável | Razoável | Razoável | Razoável |
Atuação profissional
08 registros- 2023 – presenteVínculo atualINSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA
- 2023 – presenteVínculo atualHospital das Clínicas - FMUSP
- 2019 – 2020Universidade de São Paulo
- 2009 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado da BahiaRevisor de projeto de fomento
- 2008 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloRevisor de projeto de fomento
- 2008 – presenteVínculo atualFundação de Apoio à Pesquisa do Estado da ParaíbaRevisor de projeto de fomento
- 2000 – presenteVínculo atualRevista de Fisioterapia da Universidade de São Paulo (1413-7879)Membro de corpo editorial
- 1996 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloDocenteServidor Publico40h/sem
Produção bibliográfica
170 registros- 2023Previous physical activity level and the functional and physical performance at ICU discharge in COVID-19 patients: an observational studyCarolina Fu; PREREIRA DOS SANTOS, DANILO; TOMIKO YAMADA DA SILVEIRA, LEDA; FRANCELIN, HELOISA; STRIPARI SCHUJMANN NOGUEIRA, DEBORA · ERS International Congress 2023 abstracts · European Respiratory Society · Milão
- 2022Physical Function Trajectories in of Critically Ill Patients by COVID- 19 and Risk Factors: From ICU to Hospital DischargeCarolina Fu; LUNARDI, A.C.; PESO, C.N.; POMPEO, J.E.; CARVALHO, C.R.F.; SCHMITT, A.C.B. +3 autores · American Thoracic Society 2022 International Conference, May 1318, 2022 San Francisco, CA · São Francisco
- 2022Association Between Days of Start Rehabilitation and Development of ICU-Acquired Weakness in Critical Ill Patients with COVID-19FRANCELIN, H.; SANTOS, D.P.; LUNARDI, A.C.; PESO, C.N.; SCHUJMANN, D.S.; Carolina Fu · American Thoracic Society 2022 International Conference, May 1318, 2022 San Francisco, CA · American Thoracic Society · São Francisco
- 2022Intensive Care Unit Physiotherapy Session Length Is Associated with the Number of Patients Requiring Care: A Longitudinal Panel StudyCarolina Fu; SILVEIRA, L.T.Y.; POLITI, M.T.; COLOMBO, A.S. · American Thoracic Society 2022 International Conference, May 1318, 2022 San Francisco, CA · American Thoracic Society · São Francisco
- 2019Correlation Among Electrical Activity of the Respiratory and Accessory Muscles with Pulmonary Function, RespiratoryAretha Scapin Fragoso; Débora Stripari Schujmann; Carolina Fu · American Thoracic Society Congress · ISBN 1073-449X · Dallas
- 2019Main Therapeutic Goals of Physical Function Defined by Physical Therapy Professionals During the ICU Period: A Qualitative Analysis and How to Use this InformationCarolina Fu; Débora Stripari Schujmann · American Thoracic Society Congress · ISBN 1073-449X · Dallas
- 2019Evaluation of Physical Function and Physical Complaints of Clinical Patients of High Complexity Hospital After Discharge from the ICUCarolina Fu; Débora Stripari Schujmann · American Thoracic Society Congress · ISBN 1073-449X · Dallas
- 2019Recruitment Maneuver During Non-Invasive Ventilation in Coronary Artery Bypass Grafting Patients: Effect on Cost of Oxygen SupplementationClaudia Miura; Leda Tomiko Yamada da Silveira; Marisa Moraes Regenga; DAMIANI, LUCAS PETRI; Carlos R R Carvalho; Carolina Fu · American Thoracic Society Congress · ISBN 1073-449X · Dallas
- 2019Physical Activity Level Ideal for Independent Functional Status at Discharge in Intensive Care PatientsCarolina Fu; Débora Stripari Schujmann · American Thoracic Society Congress · ISBN 1073-449X · Dallas
- 2017Virtual reality as mobilization in intensive care unit: level of activity, feasibility and satisfactionDébora Stripari Schujmann; Tamires Gomes; Adriana Cláudia Lunardi; Claudia Nery Peso; Murilo Zoccoler Lamano; Carolina Fu · 5th European Conference on Weaning & Rehabilitation in Critically Ill Patients · Londres
- 2017INCREASE IN PHYSICAL ACTIVITY LEVELS IN INTENSIVE CARE UNIT PATIENTS USING AN EARLY AND PROGRESSIVE MOBILITY PROGRAM AND FUNCTIONALITY AFTER DISCHARGE: RANDOMIZED CONTROLLED TRIALDébora Stripari Schujmann; Adriana Cláudia Lunardi; Tamires Gomes; Murilo Zoccoler Lamano; Claudia Nery Peso; Aretha Scapin Fragoso +1 autores · 5th European Conference on Weaning and Rehabilitation in Critically Ill Patients · Londres
- 2017TIME IN DIFFERENT POSTURES IS CORRELATED TO PERFORMANCE IN MOBILITY TESTS AFTER HOSPITALIZATION IN THE INTENSIVE CARE UNITClaudia Nery Peso; Débora Stripari Schujmann; Murilo Zoccoler Lamano; Aretha Scapin Fragoso; Mayara Pimentel; Carolina Fu · 5th European Conference on Weaning and Rehabilitation in Critically Ill Patients · Londres
- 2017CORRELATION BETWEEN MUSCLE ANALYSIS AND STATUS FUNCTIONAL IN PATIENTS ADMITTED IN INTENSIVE CARE UNITMurilo Zoccoler Lamano; Débora Stripari Schujmann; Tamires Gomes; Aretha Scapin Fragoso; Mayara Pimentel; Carolina Fu · 5th European Conference on Weaning and Rehabilitation in Critically Ill Patients · Londres
- 2017CORRELATION BETWEEN RESPIRATORY CHANGES AND LEVEL OF ACTIVITY IN PATIENTS IN THE INTENSIVE CARE UNITAretha Scapin Fragoso; Débora Stripari Schujmann; Murilo Zoccoler Lamano; Claudia Nery Peso; Mayara Pimentel; Carolina Fu · 5th European Conference on Weaning and Rehabilitation in Critically Ill Patients · Londres
- 2017Eficácia e segurança do uso da ventilação não invasiva associada à manobra de recrutamento alveolar no pós-operatório de revascularização do miocárdio: ensaio clínico randomizadoClaudia Miura; Marisa Moraes Regenga; Luzia Noriko Takahashi Taniguchi; Edson Romano; Carlos R R Carvalho; Carolina Fu · XIII World Congress of Intensive and Critical Care Medicine and XXII Brazilian Congress of Intensive Care Medicine - CBMI. · Rio de Janeiro
- 2017O CURSO DE FISIOTERAPIA DA USP ESTÁ PREPARADO PARA RECEBER UM ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL?Beatriz Duarte de Araújo; Bruno Costa Silva; Natali Vaz Pituba; Rafael Corrêa Fantato; Leonardo Goes Shibata; Carolina Fu +1 autores · XXVII Fórum Nacional de Ensino em Fisioterapia e IV Congresso Brasileiro de Educação em Fisioterapia · João Pessoa -PB
- 2016Mobility And Clinical Characteristics As Predictor And Protective Factors Of Functional Decline In The Intensive Care UnitDébora Stripari Schujmann; Tamires Gomes; Adriana Cláudia Lunardi; Carolina Fu · American Thoracic Society Congress · ISBN 1535-4970 · San Francisco
- 2016Prospective Analysis Of Levels Of Activity And Functional Decline In Intensive Care UnitTamires Gomes; Débora Stripari Schujmann; Adriana Cláudia Lunardi; Carolina Fu · American Thoracic Society Congress · ISBN 1535-4970 · San Francicsco
- 2015Quantifying physical activity levels of patients in intensive care: an objective measurementCarolina Fu; Débora Stripari Schujmann; SILVEIRA, LEDA TOMIKO YAMADA DA; Tamires Gomes · World Confederation of physical Therapy · Elsevier · ISBN 0031-9406 · Singapure
- 2015Correlation between different levels of activity during the stay in ICU and functional decline in dischargeDébora Stripari Schujmann; SILVEIRA, LEDA TOMIKO YAMADA DA; Tamires Gomes; Carolina Fu · World Confederation for Physical Therapy · Elsevier · ISBN 0031-9406 · Singapure
- 2013Acute renal failure and hemodialysis increases the length of invasive mechanical ventilation, hospital stay and hospital costs in severe polytrauma patientCaue Padovani; Bruna Peruzzo Rotta; Janete Maria da Silva; Carolina Fu; TANAKA, CLARICE · European Respiratory society congress · Barcelona
- 2013Functional status of patients readmitted to ICULeda Tomiko Yamada da Silveira; Janete Maria da Silva; José Marcelo e Souza Mafra; Michele de Cássia Santos Ramos; Clarice Tanaka; Carolina Fu · European Respiratory Society Congress · Barcelona
- 201324-hour of physiotherapy assistance does not reduce frequency of postoperative pulmonary complicationsJanete Maria da Silva; Bruna Peruzzo Rotta; Caue Padovani; Michele de Cássia Santos Ramos; Carolina Fu; Clarice Tanaka · European Respiratory Society Congress · Barcelona
- 2013Postoperative pulmonary complications are associated to higher ICU costBruna Peruzzo Rotta; Janete Maria da Silva; Caue Padovani; Leda Tomiko Yamada da Silveira; José Marcelo e Souza Mafra; Carolina Fu +1 autores · European Respiratory Society Congress · Barcelona
- 2013Correlation between vitamin D, parathormone, creatinine and functional capacity of patients with end stage renal diseaseAmérica Cristina Fracini; Hugo Abensur; Renata Hydee Hasue; Silvia Maria Amado João; Carolina Fu · European Respiratory Society Congress · Barcelona
Produção técnica
25 registros- 2017Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde.Carolina Fu; Murillo Santucci Cesár de Assunção; Pedro Caruso; Raquel Caserta Eid; Renato Satovschi Grinbaum; Antônio Tadeu Fernandes +7 autores · Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde
- 2006Saúde do idoso-perfil de morbidade e mortalidade dos idosos e Avaliação da quali dos cuidados promovidos pelo SUSCarolina Fu · Programa de pesquisa para o SUS
- 2006Pressão positiva contínua nas vias aéreas na insuficiência respiratória aguda: Relato de casoCarolina Fu · parecer para publicação de artigo científico
- 2006Mobilidade torácica: confiabilidade da cirtometriaCarolina Fu · Parecer técnico para publicação de artigo científico
Projetos de extensão
01 registroProjetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.
- Concluído2018 – 2018Extensão
Movimente sua UTI
Programa de extensão e difusão de conhecimentos e estratégias sobre reabilitação e fisioterapia na Unidade de Terapia Intensiva para aumento do envolvimento na gestão e cuidados de saúde de pacientes críticos com o objetivo final de melhora da função física na alta da UTI
Financiadores- Banco Santander · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeCarolina Fu (Responsável), Débora Stripari Schujmann
Projetos
42 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2024 – presentePesquisa
Processo de desospitalização, evolução física e funcional de pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva: estudo multicêntrico longitudinal prospectivo
"A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é destinada a pacientes graves que necessitam de suporte para manter a estabilidade clínica. O aumento da sobrevida desses pacientes traz novos desafios, pois estão susceptíveis ao desenvolvimento de alterações crônicas, além do desenvolvimento de fraqueza muscular generalizada, declínio funcional e redução do nível de mobilidade. No momento da alta hospitalar, é importante que esses pacientes sejam reconhecidos e, de alguma forma, encaminhados para outros serviços para melhor delineamento do processo de reabilitação. Esse processo contínuo que se inicia na admissão até a pós alta hospitalar, é conhecido como desospitalização, que segundo o Ministério da Saúde, deve ser abordado desde o primeiro contato do paciente com o sistema de saúde até a sua transição entre os diferentes pontos de atenção à saúde, devendo ser realizada de modo responsável, seguro, humanizado e com atuação multidisciplinar. Desta forma, de acordo com o Ministério da Saúde, a desospitalização deixou de ser o simples ato de transferir o cuidado do hospital para o domicílio e passou a se organizar de maneira integrada, multidisciplinar e coordenada em rede, do momento da admissão hospitalar até os cuidados de fim da vida, bem como ser vista como estratégia de cuidado, em que o paciente está no centro da atenção, variando apenas os níveis e o cenário da intervenção. É urgente a necessidade de estudos que acompanhem esse processo e as variáveis que podem impactar nos desfechos dos pacientes. Embora exista uma diversidade de abordagens e estratégias para a integração de sistemas, ainda existem lacunas na linha de cuidado. O estudo, ao acompanhar, no âmbito da reabilitação, pacientes admitidos em UTI de hospitais representantes de cada região do Brasil, irá gerar resultados que poderão subsidiar a tomada de decisão por parte das instituições e gestores na linha de cuidado dessa população.Objetivo geralAnalisar o processo de desospitalização de pessoas admitidas em Unidades de Terapia Intensiva e os fatores sociodemográficos, clínicos, assistenciais e funcionais envolvidos na evolução funcional e disfunções crônicas durante e após a internação em hospitais das cinco regiões brasileiras.Objetivos específicosAnalisar as evoluções física e funcional durante a internação na Unidade de Terapia Intensiva, enfermaria e após a alta hospitalar; identificar a existência de fluxo institucional no processo de desospitalização para a reabilitação; analisar a necessidade e acesso de assistência fisioterapêutica durante a internação na Unidade de Terapia Intensiva, na enfermaria e após a alta hospitalar; analisar a influência dos fatores sociodemográficos, clínicos, assistenciais e funcionais na evolução física, funcional e assistencial fisioterapêutica na Unidade de Terapia Intensiva, enfermaria e após a alta hospitalar."
EquipeCarolina Fu (Responsável), Leda Tomiko Yamada da Silveira, Ana Carolina Basso Schmitt, Clarice Tanaka, NOGUEIRA, DÉBORA S.S.
- Em andamento2023 – presentePesquisa
Fatores associados a recuperação da mobilidade em pacientes oncológicos sobreviventes da Unidade de Terapia Intensiva
Introdução: As neoplasias malignas são uma questão de saúde pública em todos os continentes. No Brasil, para o triênio 2020-2022 são esperados 625 mil casos novos de câncer. De acordo com a GLOBOCAN, ocorreram cerca de 10 milhões de mortes relacionadas ao câncer em 2020. Durante internação na unidade de terapia intensiva (UTI) os pacientes com câncer apresentam maior risco de morte em comparação aos pacientes sem câncer, apesar disso, entre 40 e 70 dos pacientes críticos oncológicos recebem alta da UTI para enfermaria e são considerados sobreviventes de seu estado crítico. Durante o processo de reabilitação desses pacientes há estímulos a recuperação da mobilidade, como ficar sentado, atingir o ortostatismo e alcançar à deambulação. Estudos já demonstraram que a mobilidade de pacientes com câncer pode melhorar entre a admissão do UTI e alta hospitalar, porém é do nosso conhecimento, que os fatores associados a recuperação funcional na população oncológica não são bem documentados. Objetivo: Analisar os fatores associados a melhora da mobilidade de pacientes com câncer após alta da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital do Câncer I do Instituto nacional de Câncer (HCI/INCA). Metodologia: Estudo de coorte prospectiva. A população será identificada à partir dos registros do serviço de Fisioterapia do HCI/INCA. Será estudada a população total de pacientes com câncer que receberam alta da UTI do HCI entre 1 de janeiro de 2023 e 31 de dezembro de 2023. O nível de mobilidade será avaliado à beira do leito através da ICU Mobility Scale, índice de Barthel e do teste de sentar e levantar de 30 segundos. As variáveis clínico-patológicas, sociodemográficas, dados sobre a internação serão coletadas de informações disponíveis no prontuário eletrônico (INTRANET) ou no prontuário físico hospitalar, para preenchimento de ficha de coleta elaborada pela equipe de pesquisa. As informações coletadas serão alocadas em uma planilha eletrônica (Microsoft Excel). Será realizada análise descritiva por meio das medidas de tendência central e de dispersão e frequência absoluta e relativa. Para as associações, será utilizado regressão logística e regressão de Cox univariada e múltipla. Os cálculos serão realizados por meio do software SPSS versão 23.0.
EquipeCarolina Fu (Responsável), GUSTAVO TELLES
- Em andamento2023 – presentePesquisa
Avaliação respiratória por ultrassonografia em indivíduos portadores de doença neuromuscular em insuficiência respiratória: desfecho de intubação na unidade de emergência
Introdução: A utilização da ultrassonografia para inúmeros diagnósticos é uma realidade frequente, porém para avaliar a condição respiratória é pouco utilizado devido à complexidade da musculatura envolvida. O acometimento da musculatura respiratória é frequente em pacientes com doenças neuromusculares, podendo causar dispneia e intolerância aos esforços, porém o diagnóstico costuma ser tardio. As doenças neuromusculares acometem cerca de 1 em cada 3.000 pessoas, e seu diagnóstico inclui testes com baixa sensibilidade e especificidade. O ultrassom para avaliação respiratória mostrou-se uma ferramenta útil, com taxas de sensibilidade e especificidade altas. Neste contexto, estudos sobre a aplicabilidade da ultrassonografia tornam-se importantes, podendo ser uma alternativa de avaliação respiratória. Objetivos: Analisar a avaliação respiratória por ultrassom em pacientes com diagnóstico de doença neuromuscular em Insuficiência Respiratória admitidos no Pronto Socorro. Métodos: Será realizado um estudo transversal prospectivo em indivíduos com diagnóstico ou hipótese diagnóstica de doença neuromuscular admitidos no PS por exacerbação ou piora da doença. Os pacientes serão indicados a realizar a medida de manovacuometria por indicação médica e em seguida será realizado a avaliação respiratória por ultrassonografia, a análise dos dados será realizada a partir do desfecho dos pacientes, os que foram intubados e os que não foram, seguindo a indicação clínica da equipe assistente. Os valores ultrassonográficos e de manovacuometria encontrados serão comparados entre si.
EquipeCarolina Fu (Responsável), FERNANDA GRECCO, CATHERINE CELY OLIVEIRA
- Em andamento2023 – presentePesquisa
Segurança e viabilidade de saídas terapêuticas para ambientes externos durante a reabilitação de pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva
"Pacientes hospitalizados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) são expostos a condutas que podem predispor a disfunções que compõem a Síndrome Pós Terapia Intensiva (PICS). A PICS se caracteriza por alterações físicas, cognitivas e mentais, a curto e longo prazo. A reabilitação na UTI tem sido descrita como benéfica para melhores desfechos funcionais e cognitivos. Porém, barreiras como a privação do ambiente externo e da luz natural podem acarretar em estresse, delirium e menor adesão e desempenho durante as sessões de fisioterapia.. Prezando a busca pela humanização e melhores desfechos da reabilitação, tem sido proposto o uso de espaços externos, como jardins e corredores, como ferramenta terapêutica. Esses espaços podem oferecer estímulo sensorial, auto percepção de bem-estar e promover um processo de recuperação com menor sofrimento. No entanto, a retirada temporária de pacientes da UTI para ambientes externos no processo de reabilitação ainda precisa ser melhor investigada.ObjetivoAvaliar a segurança e viabilidade de saídas terapêuticas para ambientes externos no hospital durante o processo de reabilitação de pacientes internados na UTI. MétodosEstudo de coorte retrospectivo, de Junho a Dezembro de 2023, em duas UTIs [CEGO]. "
EquipeCarolina Fu (Responsável), Heloisa Francelin, Fernando Felix da Silva, NOGUEIRA, DÉBORA S.S.
- Em andamento2022 – presentePesquisa
DESMAME ABRUPTO DE C NULA NASAL DE ALTO FLUXO EM CRIANÇAS COM BRONQUIOLITE NA ENFERMARIA: UM ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO
INTRODUÇÃO: Com início de seu uso na síndrome do desconforto respiratório do neonatal, a cânula nasal de alto fluxo (CNAF) vem sendo cada vez mais utilizada em diversas idades, a qual inclui o manejo para bronquiolite (MIKALSEN, 2016). Por ser uma terapia relativamente nova, apesar de muitos estudos abordarem a segurança e eficácia do uso do CNAF, há uma escassez de trabalhos que investiguem estratégias de desmame, principalmente em crianças (MORRIS et al., 2020). JUSTIFICATIVA: Fomos incentivados a realizar um estudo para verificar o poder de um protocolo de desmame abrupto do CNAF. OBJETIVO: Verificar se há diferença no tempo de uso de CNAF entre o grupo de desmame abrupto e grupo de desmame gradual do CNAF, sem diferença na taxa de falha no desmame. METODOLOGIA: Serão elegíveis para o estudo 122 pacientes com diagnóstico de bronquiolite que utilizarem o CNAF durante passagem/internação no pronto socorro ou enfermaria do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo.
EquipeCarolina Fu (Responsável), SILVEIRA, LEDA TOMIKO YAMADA DA, Dumara Nascimento de Oliveira, Laura Carolina Santos
- Em andamento2021 – presentePesquisa
DE ATIVIDADE FÍSICA PRÉVIO NA GRAVIDADE DE PACIENTES ADMITIDOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA (UTI) POR COVID-19 E NA CAPACIDADE FUNCIONAL E PERFORMANCE FÍSICA PÓS ALTA DA UTI ? UM ESTUDO OBSERVACIONAL
A COVID-19 é uma doença viral que se surgiu na cidade de Wuhan, na China em 2019 e que se tornou uma pandemia no ano de 2020. Sua principal consequência é um quadro de pneumonia com insuficiência respiratória, levando cerca de 5% infectados dos pacientes a necessidade de internação em unidades de terapia intensiva (UTI). As consequências da COVID-19 associadas a internação em Terapia Intensiva podem gerar comprometimentos crônicos na vida desses pacientes. O objetivo desse estudo de caráter observacional é avaliar a relação entre o nível de atividade física prévio a internação com a gravidade do quadro na UTI, com a capacidade funcional e performance física (força, função muscular, aptidão cardiorrespiratória) após alta da UTI. A amostra será recrutada de setembro de 2021 até janeiro de 2022, e o critério de inclusão é ter sido internado em UTI por no mínimo 4 dias com sintoma principal de COVID-19 com teste comprobatório, e ter boa funcionalidade prévia à internação, sendo confirmado por Índice de Barthel > 85. Os sujeitos serão avaliados após a alta da UTI. As avaliações incluem Índice de Barthel, Escala de Mobilidade em UTI, Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ), Teste de sentar e levantar de 1 minuto, Medical Research Council (MRC), Dinamometria de preensão manual (Handgrip) e Teste do Degrau de 6 minutos. São hipóteses deste estudo que pacientes internados em terapia intensiva por COVID-19 que possuem maior nível de atividade física apresentarão melhores resultados na aptidão cardiorrespiratória, na resistência e força muscular e possuindo um maior desfecho funcional e um quadro menos grave da doença.
EquipeCarolina Fu (Responsável), Débora Stripari Schujmann, Danilo Pereira dos Santos
- Em andamento2020 – presentePesquisa
Prognóstico Funcional em Adultos e Idosos Acometidos pela COVID-19: Estudo de Coorte
A síndrome dos sintomas clínicos causados pela (SARS-CoV-2) foi denominada "Doença do Coronavírus (COVID-19) 1 e classificada como uma infecção grave, de alto contágio 2 , e fácil disseminação 3,4. .Os indivíduos hospitalizados pelo agravamento da COVID-19, possuem média de permanência hospitalar de 10 dias 5 , apresentam sintomas como contagem normal ou reduzida de leucócitos 6 , hemoptise, pneumonia grave 7,8 , outras complicações como disfunções orgânicas como choque, síndrome do desconforto respiratório agudo, lesão cardíaca aguda e lesão renal aguda 2 com variação de 5 6 a 32% necessitando de admissão em unidade de tratamento intensivo (UTI) para suporte respiratório . Grande parte dos sobreviventes da fase de internação em UTI num momento pós agudo de estabilização do quadro, pode desenvolver a Síndrome Pós Terapia Intensiva (SPTI). Esse termo descreve novas deficiências ou piora no estado de saúde física, cognitiva ou mental decorrentes de uma doença crítica somadas a terapias específicas 1 . Assim, o tratamento da COVID-19 pode ocasionar a SPTI e agravar as perdas funcionais 7,8 . O uso de antibióticos, sedativos e bloqueadores neuromusculares, corticoides, ventilação mecânica e imobilidade 1,9 podem levar a perda de massa, força e função musculares o que prejudica a capacidade física e a função respiratória. Essas terapias somadas a outras condições como posição prona, sepse, internação prolongada e hipoxemia podem levar a um aumento do tempo em imobilismo no período de internação que agravam as alterações musculares, respiratórias e cardiovasculares 10 . Assim, a COVID-19 somada aos efeitos da SPTI podem trazer prejuízos em diversas estruturas e funções do corpo fundamentais para a funcionalidade (habilidade para a realização de atividades que permitem ao indivíduo cuidar de si próprio e viver de forma independente) 1 . Por fim, a COVID-19 afeta principalmente a população idosa que já carrega as alterações nas estruturas e funções do corpo decorrentes do processo de envelhecimento associadas aos efeitos deletérios de doenças crônicas. Os pacientes que necessitam de cuidados intensivos tendem a ser mais velhos e 40% apresentam comorbidades, como diabetes e doenças cardíacas, que podem agravar as consequências pós internação 11 . Assim, os sobreviventes da COVID-19, podem sofrer profundas mudanças em suas vidas como resultado da doença e de sua experiência hospitalar, evoluindo com algum déficit em um ou mais domínios da função física 12 . De fato, indivíduos com mais de 70 anos, apresentam 30% de declínio funcional e 65% sofreram perda da mobilidade de base com um risco aumentado em 60 vezes de serem irreversíveis 4 . A justificativa mais provável é o baixo nível de atividade física durante o período de internação, o que reflete no aumento: do risco de quedas, da necessidade de cuidados prolongados, das chances de uma nova hospitalização e do risco de morte em até 30 dias após a alta hospitalar 13,14,15 . As alterações da capacidade física e funcional podem permanecer até cinco anos após alta hospitalar 16,17,18 . Após a alta da UTI, a porcentagem de pacientes incapazes de desempenhar algumas tarefas funcionais chegou a 88,3% dos pacientes 34 . ente 77% desses sujeitos estavam trabalhando 16 . Por se tratar de uma doença relativamente nova, poucos estudos analisaram o impacto da COVID-19 somados aos efeitos deletérios da internação hospitalar na funcionalidade pós alta. Neste sentido, os resultados do presente estudo poderão contribuir para: (1) a análise das estratégias de tratamento; (caracterização da evolução clínica na fase aguda; (3) avaliação do prognóstico funcional pós alta e (4) elucidar os fatores prognósticos de pacientes pós COVID-19.
EquipeCarolina Fu (Responsável), Celso Ricardo Fernandes de Carvalho, Ana Carolina Basso Schmitt, jose eduardo pompeu
- Em andamento2020 – presentePesquisa
Análise comparativa dos efeitos das manobras de higiene brônquica na mecânica ventilatória: ensaio clínico randomizado.
Em pacientes acamados, a integridade nesse sistema pode estar alterada, comprometendo o clearance fisiológico das vias aéreas, aumentando a secreção nos pulmões e vias aéreas de condução ventilatória. Estas obstruções podem acarretar atelectasias, comprometer a ventilação, aumentar o trabalho respiratório e levar a um desequilíbrio da relação ventilação/perfusão além de prolongar o tempo de internação e piorar o prognóstico do paciente, por esta razão busca-se otimizar a remoção desta secreção, e as manobras de higiene brônquica são utilizadas há anos para este fim, mas muitos efeitos destas ainda são desconhecidos, por isso é necessário responder a pergunta : Qual(s) manobras de higiene brônquica promove(m) alteração (ões) na mecânica ventilatória em indivíduos submetidos à ventilação mecânica invasiva? Portanto o objetivo deste estudo foi realizar uma análise comparativa entre as manobras de percussão, vibrocompressão, Bagsqueezing, e empilhamento de ar e descrever os efeitos sobre a mecânica ventilatória. Para atingir a esse objetivo foi desenvolvido um ensaio clínico randomizado controlado, cujos avaliadores e terapeutas eram cegados, e neste foram avaliados 40 indivíduos adultos e alocados em 5 grupos distintos, sendo 09 no GI (percussão torácica), 11 no GII (vibrocompressão), 4 no GIII (bagsqueezing), 5 no GIV (empilhamento de ar) e 11 no GV (controle), os quais foram avaliados os itens de mecânica ventilatória: Complacência, Resistência, pressão de pico, e como desfecho secundário as variáveis: frequência cardíaca, pressão arterial e saturação periférica de oxigênio. Todas as variáveis foram registradas antes, imediatamente após e 1 hora após a execução da manobra de alocação. A secreção aspirada foi coletada e mensurada. Os desfechos avaliados foram analisados através de uma análise multivariada para comparação intra e inter grupos, para avaliar a quantidade de secreção removida foi utilizada ANOVA de uma via. Os resultados demonstram que pacientes que receberam a manobra de empilhamento apresentaram maiores níveis de Resistência das vias aéreas (Raw) logo após a realização da manobra do que pacientes no grupo controle (p = 0,046). Em relação à Saturação de Oxigênio (SpO2), pacientes que 4 receberam a manobra de vibrocompressão apresentaram níveis maiores logo após a realização da manobra do que pacientes no grupo controle (p = 0,044). Nas demais variáveis de desfechos não foram observadas diferenças estatísticas relevantes tanto em relação ao tempo intergrupos, quanto em relação ao grupo controle. Porém em detrimento de serem resultados parciais, esses achados devem ser analisados com cautela, já que a continuidade do estudo é imperiosa afim de atingir o cálculo amostral e tornar a amostra mais homogênea com quantidades de participantes uniformes em cada grupo, possibilitando uma comparação mais acurada das variáveis. Este estudo demonstrou que os efeitos das manobras de higiene brônquica são semelhantes entre si e que não representam benefícios na mecânica ventilatória no entanto não representam riscos à hemodinâmica do paciente.
EquipeCarolina Fu (Responsável), SAMANTHA DE FREITAS CAMPOS
- Em andamento2020 – presentePesquisa
Função física de pacientes pós terapia intensiva com COVID19: caracterização, impactos a curto e longo prazo e necessidade de rede de atenção pós hospital, um estudo observacional prospectivo multicêntrico
A COVID-19 é uma doença que se apresenta, como uma nova pneumonia por coronavírus (2019-nCoV) levando a insuficiência respiratória (1). Estudos iniciais sugerem que 5 % dos pacientes acometidos por essa doença irão necessitar de internação na Unidade de Terapia Intensiva (1), principalmente por disfunções orgânicas como choque, síndrome do desconforto respiratório agudo, lesão cardíaca aguda e lesão renal aguda(2). O tratamento agudo da COVID 19 traz uma combinação de fatores já descritos na literatura como fatores associados a alterações físicas da Síndrome Pós UTI. Assim, os sobreviventes da COVID-19, podem sofrer profundas mudanças em suas vidas como resultado da doença e de sua experiência hospitalar, evoluindo com algum déficit em um ou mais domínios da função física. Estudos têm apontado que após internação por diversas causas na UTI, o paciente pode apresentar redução da capacidade funcional, tendo uma variação de pacientes que conseguem sair independentes após a alta, pacientes que saem dependentes parcialmente e aqueles que saem totalmente dependentes. Outro ponto importante é a alteração da capacidade para atividades laborais desses pacientes. Portanto, o objetivo do estudo é avaliar a perda da função física a curto e longo prazo de pacientes pós internação na terapia intensiva por COVID-19, bem como o processo de cuidado dessas alterações após alta hospitalar no sistema de saúde. Será realizado um estudo observacional prospectivo, multicêntrico. Os sujeitos serão avaliados na Etapa I do estudo em dois momentos: alta da terapia intensiva e alta da enfermaria e na Etapa II: três meses após alta hospitalar. A avaliação física será feita através de: avaliação funcional, avaliação da capacidade física, avaliação muscular e avaliação respiratória. No seguimento após alta será realizada novamente a avalição funcional e somada a avaliação de retorno ao trabalho e seguimento fisioterapêutico no sistema de saúde. Os dados serão analisados através de programa estatístico, com testes específicos para cada variável e análise proposta. A avaliação da atenção à saúde física nos diferentes níveis de complexidade frente aos pacientes com COVID-19 e o entendimento do curso das alterações físicas desses pacientes irão colaborar para a identificação de estratégias para melhorar o processo de cuidado e reabilitação dos pacientes acometidos pela epidemia atual e casos futuros.
EquipeCarolina Fu (Responsável), Sabrina Aguera, Débora Stripari Schujmann, Claudia Miura, Wellington Pereira dos Santos Yamaguti, Claudia Nery Peso, raquel annoni, viviane camargo +3 integrantes
- Concluído2020 – 2021Pesquisa
Desmame de cânula nasal de alto fluxo em pediatria: um estudo retrospectivo
OBJETIVOS: O objetivo principal deste estudo foi descrever como ocorre o desmame da CNAF, verificar a taxa de falha e quais os fatores preditores para a falha da terapia com CNAF. MÉTODOS: Trata-se de um estudo de coorte retrospectivo. Foram incluídas todas as crianças de 28 dias de vida até sete anos de idade internadas na UTIP que fizeram uso de CNAF como primeira escolha para oxigenoterapia, categorizadas em grupo sucesso ou falha da terapia de CNAF. RESULTADOS: No período do estudo 39 crianças utilizaram a CNAF como oxigenoterapia inicial, desses 26 obtiveram sucesso e 13 falharam. Houve uma regularidade referente ao fluxo inicial. No entanto, o processo de desmame com CNAF foi realizado de maneiras distintas. Não houve também uma conformidade do valor de remoção da CNAF da criança. A taxa de falha no uso da CNAF foi de 33%, sendo que o peso e a presença de comorbidade ou de internação prévia se caracterizaram como risco cinco vezes maior de apresentar falha na terapia com CNAF. CONCLUSÃO: Não há um protocolo para realizar o desmame da CNAF, e nem uma concordância de parâmetro seguro para retirada da mesma. Crianças com comorbidade ou internação prévia apresentaram maior risco de falha. PALAVRAS?CHAVE: Insuficiência respiratória TH; Pediatria; Oxigenoterapi
EquipeCarolina Fu (Responsável), Leda Tomiko Yamada da Silveira, Marilia Carvalho Borges, Dumara Nascimento de Oliveira
- Em andamento2020 – presentePesquisa
Fatores associados com a duração da sessão fisioterapêutica aplicada a pacientes de Unidade de Terapia Intensiva e sua aplicação no planejamento e alocação de recursos humanos em serviços de saúde.
Introdução: A alocação de recursos humanos em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é essencial para a segurança e a qualidade do cuidado ao paciente. Fatores como a gravidade da doença, o número de procedimentos para suporte de vida e a taxa de ocupação de leitos podem interferir na demanda para o cuidado. O planejamento e a organização estão entre os instrumentos mais eficientes para o gerenciamento da assistência à saúde, porém, a alocação de recursos humanos geralmente é arbitrária e baseada na opinião de especialistas. Objetivos: O objetivo principal deste estudo é identificar quais fatores relacionados ao paciente e ao fisioterapeuta estão associados com a duração da sessão fisioterapêutica aplicada a pacientes de UTI adulto de um hospital universitário. Os objetivos secundários são descrever a duração média e a frequência de realização de procedimentos fisioterapêuticos e descrever a porcentagem de tempo gasto com assistência direta ao paciente, atividades burocráticas e de ensino. Método: Estudo observacional transversal prospectivo, realizado na UTI do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (HUUSP). Este estudo faz parte de um estudo maior, já aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do HUUSP (CAAE: 68346017.1.0000.0076). A unidade de análise do estudo será a sessão fisioterapêutica. As coletas ocorrerão em dias não consecutivos (amostra não probabilística) e em dias de semana e dias de fim de semana ou feriado. Serão incluídas todas as sessões fisioterapêuticas aplicadas a pacientes clínicos ou cirúrgicos da UTI adulto. Serão excluídas as sessões interrompidas abruptamente de modo que nenhum procedimento fisioterapêutico tenha sido realizado. O investigador irá acompanhar os atendimentos realizados por um fisioterapeuta durante uma jornada de trabalho e irá mensurar o tempo gasto com cada atividade utilizando um cronômetro. Os fisioterapeutas observados serão parte da equipe do hospital e não envolvidos diretamente no estudo e deverão assinar o termo de consenti mento livre e esclarecido. As variáveis de exposição para o objetivo primário do estudo serão fatores relacionadas ao paciente (idade, causa de admissão na UTI, pontuação do Sequential organ failure assessment [SOFA] no dia da observação, tempo de internação na UTI até o dia da observação, tempo de uso de ventilação mecânica invasiva, pontuação na Escala de Mobilidade em UTI, contraindicação para mobilização fora do leito) e fatores relacionados ao fisioterapeuta (idade, tempo de experiência atuando em UTI adulto, número de pacientes atendidos no período). O desfecho principal do estudo é a duração da sessão fisioterapêutica aplicada a pacientes de UTI adulto. Para os objetivos secundários, as variáveis de desfecho serão a duração dos procedimentos fisioterapêuticos e os tempos totais gastos com atendimento a pacientes, atividades burocráticas e de ensino. O tamanho amostral para este estudo foi estimado em 20 observações por preditor. Considerando-se 10 variáveis candidatas a preditoras, estimamos uma amostra de pelo menos 200 sessões fisioterapêuticas. O plano estatístico inclui análise descritiva para as características das sessões fisioterapêuticas, dos pacientes e dos procedimentos e atividades realizadas, e um modelo de regressão linear misto com dois níveis (nível do paciente e nível do fisioterapeuta) para identificar preditores individuais para a duração da sessão fisioterapêutica. Será considerado o valor de significância de 0,05.
EquipeCarolina Fu (Responsável), Leda Tomiko Yamada da Silveira, Alexandra Siqueira Colombo
- Em andamento2019 – presentePesquisa
Associação entre o uso de sonda vesical de demora e incontinência urinária (IU) em mulheres internadas em unidade de terapia intensiva (UTI): fatores de risco, impacto sobre a qualidade de vida, correlação entre a função muscular global e funcionalidade d
Verificar se o uso de sonda vesical de demora por mulheres durante o período de internação na unidade de terapia intensiva (UTI) está associado a redução de força muscular do assoalho pélvico e consequente incontinência urinária (IU)
EquipeCarolina Fu (Responsável), Leda Tomiko Yamada da Silveira, Elizabeth Alves Gonçalves Ferreira, Rafaela Bruna de Oliveira Uras, Regiane Silva de Miranda
- Em andamento2019 – presentePesquisa
Efeitos da massagem terapêutica e audição musical no estado de ansiedade em pacientes de uma unidade de terapia intensiva, um estudo clínico randomizado
Este estudo trata-se de um ensaio clínico randomizado que tem por objetivo avaliar o efeito de sessões de massagem terapêutica e de audição musical no estado de ansiedade em pacientes de uma unidade de terapia intensiva. A população estudada será de pacientes entre 18 e 50 anos, com estabilidade respiratória, hemodinâmica, que não estejam em VMI, contactuantes e colaborativos. Serão excluídos pacientes alérgicos a óleo de massagem, em pós-operatórios de cirurgia vascular e ortopédica, que apresentem lesão de pele, ferida aberta, coágulos de sangue, fratura e dor severa de artrite, sedados, demenciados, intubados ou instáveis do ponto de vista hemodinâmico e respiratório.
EquipeCarolina Fu (Responsável), Mayara Assis Kovachich de Oliveira, Felipe Rizzo Assumpção
- Concluído2019 – 2020Pesquisa
PRÁTICAS DE DESMAME E EXTUBAÇÃO DA VENTILAÇÃO MECÂNICA EM UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL
Introdução: A ventilação mecânica (VM) em prematuros tem sido associada a desfechos adversos, incluindo displasia broncopulmonar, comprometimento neurológico e morte. Para reduzir esses riscos é desejável a extubação precoce, mas a capacidade de prever o momento ideal permanece limitada nessa população. Objetivo: Verificar as práticas de desmame e extubação da ventilação mecânica nas unidades de terapia intensiva neonatal (UTIN) do município de São Paulo. Método: Trata-se de um estudo transversal e descritivo, consistindo de um questionário relacionado ao processo de descontinuação da VM, enviado eletronicamente a médicos e fisioterapeutas de UTINs de São Paulo. Resultados: Participaram 48 profissionais de 25 hospitais, 50% relataram não ter um protocolo para o desmame ventilatório. A prontidão para extubação foi avaliada com base em parâmetros ventilatórios (85%), gasometria arterial (81%) e presença de estabilidade clínica (94%). 44% realizaram a extubação sistematicamente após passar no teste respiração espontânea (TRE). O CPAP foi o tipo de suporte respiratório mais utilizado (79%), seguido por VPPIN (63%) e Cânula Nasal de Alto Fluxo (10%). Houve falta de consenso sobre o prazo para a definição de falha de extubação, a maioria propondo um período entre 24 e 72h, e 77% acreditavam que a falha é um fator de risco para aumento da morbimortalidade. A reintubação foi baseada principalmente no julgamento clínico do médico responsável (88%). Conclusão: As práticas de desmame variam consideravelmente, inclusive entre profissionais da mesma unidade. As decisões são frequentemente dependentes do médico e não baseadas em evidências. Novos estudos são necessários para informar diretrizes e padronizar as práticas de pré-extubação.
EquipeCarolina Fu (Responsável), Lilian Aparecida Yoshimura Fernandes, NATHÁLIA RAISSA SILVA RODRIGUES
- Concluído2018 – 2021Pesquisa
Utilização do FES na prevenção da perda de massa muscular em pacientes críticos
Introdução: Anualmente muitos pacientes são admitidos para tratamento em unidade de terapia intensiva (UTI), e devido aos avanços médicos - tecnológicos mais pessoas estão sobrevivendo à doença crítica. A maioria dos pacientes internados em UTI após fase aguda de uma doença crítica apresenta alterações na força muscular e esquelética. Estas são caracterizadas pela fraqueza ou perda acentuada de massa muscular, estimada em cerca de 5% ao dia (durante a primeira semana de permanência em UTI), podendo ser associada com o desmame tardio da ventilação mecânica estando relacionados ao aumento da taxa de mortalidade e dos custos hospitalares, sendo assim, a estimulação elétrica neuromuscular (EENM) tem sido vista como uma possível alternativa para manutenção do trofismo no processo de intervenção em reabilitação para estes indivíduos. Entretanto na literatura os parâmetros utilizados nos estudos para EENM nos doentes críticos são variáveis e não há consenso sobre como utilizá-los. Desta forma, para estimular eletricamente as fibras do tipo I em indivíduos saudáveis seriam necessários impulsos com frequência de 20 a 50 Hz e para o tipo IIa e IIb as frequências utilizadas variam de 50 a 120 Hz. Frequências entre 30 e 80 Hz são descritas como ideais para a eletroestimulação neuromuscular, além disso, as fibras rápidas e lentas possuem diferentes respostas ao estímulo elétrico, sendo assim, as fibras lentas respondem ao tempo de pulso superior a 300ms e as fibras rápidas a tempo de pulso inferior a 300ms. Objetivo: avaliar se a utilização do FES auxilia na prevenção da perda de massa muscular em pacientes críticos sob VMI e qual dosimetria dentre as propostas seria a mais adequada para isto. Métodos: Será um ensaio clínico randomizado e controlado, com avaliador cego, que consistirá de três grupos: Grupo I: Indivíduos que receberão FES, frequência: 35 Hz, duração do pulso 300 ms, tempo on-off: 4-6s, Intensidade: Limite motor, tempo 30 minutos, associada a fisioterapia convencional, Grupo II: Indivíduos que receberão FES, frequência: 50 Hz, duração do pulso: 350 ms, tempo on-off: 8-24s, Intensidade: Limite motor, tempo: 30 minutos associada a fisioterapia convencional, Grupo III: Indivíduos que receberão FES frequência: 100 Hz, duração do pulso: 300 ms, tempo on-off: 2-4s, Intensidade: Limite motor, tempo: 30 minutos associada a fisioterapia convencional.
EquipeCarolina Fu (Responsável), André José Fruchi
- Em andamento2018 – presentePesquisa
Avaliação da taxa de falha de extubação em pacientes sob ventilação mecânica no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
A permanência e prolongamento da ventilação mecânica (VM) trazem riscos e complicações, além do aumento da morbimortalidade. Com intuito de diminuir a incidência dessas complicações, cerca de 40% do tempo total de VM é utilizado buscando sua interrupção. Por outro lado, a interrupção prematura também pode ser prejudicial, por dificultar o restabelecimento das vias aéreas artificiais e comprometer as trocas gasosas, além de aumentar o risco de complicações associadas à necessidade de reintubação. É considerada falha de extubação quando a reintubação acontece em 48 horas e é associada com prolongamento do tempo de internação na unidade de terapia intensiva (UTI) e no hospital, com risco aumentado de mortalidade e maior frequência de traqueostomia. O objetivo deste estudo é determinar a taxa de falha de extubação no Complexo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), considerando o seu perfil abrangente de pacientes. Dessa forma pode ser possível identificar os fatores de risco para falha de extubação e estabelecer as indicações, que contribuam de forma a melhorar o desmame e a retirada da VM.
EquipeCarolina Fu (Responsável), Carlos Roberto Ribeiro de Carvalho, Liria Y Yamauchi, Daniele Robira, Larissa Padrão Insensee, Marina Lavezzo dos Santos Vilar, Camila Pal, José Otavio Costa Auler Jr
- Em andamento2018 – presentePesquisa
Análise da sobrevida de pacientes em ventilação mecânica protetora
As lesões pulmonares induzidas pelo respirador mecânico e as estratégias de ventilação mecânica (VM) vem sendo mais estudadas nas últimas décadas, com isso novas tendências começaram a norteá-las. A estratégia ventilatória protetora é a principal intervenção que determina uma redução importante da mortalidade em pacientes com síndrome do desconforto respiratório agudo. Os principais parâmetros protetores são: volume corrente (Vt) de 6 a 8 ml/kg por peso ideal, pressão de platô (P plat) abaixo de 30 e driving pressure (ΔP) menor que 15 cmH20. O objetivo desse estudo é analisar a sobrevida dos pacientes em VM, definindo como ventilação protetora a driving pressure menor ou igual a 15 cmH20. Espera-se ser possível relacionar a driving pressure com o tempo de livre de VM desses pacientes e analisar a ΔP, o Vt e a P platô no primeiro dia de diagnóstico de SDRA. Trata-se de um estudo de coorte prospectivo com início de seguimento indivíduos submetidos a VM na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por mais de 24 horas e finalização na data da alta hospitalar, com reavaliação da sobrevida em 60 dias após a alta. Serão incluídos pacientes adultos, internados nas UTIs do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, no primeiro evento de VM invasiva por um período superior a 24 horas e excluídos os pacientes que foram a óbito em menos de 24 horas, ou transferidos dentro de 24 horas e o segundo evento de VM em paciente já incluído na pesquisa. A coleta dos dados ocorrerá a partir da aprovação do projeto pelo Comitê de ética, até atingir o cálculo de amostra. Serão coletadas variáveis preditoras (data de nascimento, sexo, altura; SAPS III; tipo de admissão na UTI: clínica, pós- operatório de cirurgia eletiva ou de urgência; comorbidades; uso de sedação, drogas vasoativas e bloqueador neuromuscular; complicações; dados da intubação; parâmetros ventilatórios e gasométricos; tipo de aparelho de VM; complicações em VM; tempo de VM, de internação hospitalar e UTI) e variáveis de desfecho (sobrevida, tempo livre de VM, sobrevida em 60 dias pós alta hospitalar). Será realizada análise de sobrevida, regressão logística multivariada e/ou univariada de Cox
EquipeCarolina Fu (Responsável), Carlos Roberto Ribeiro de Carvalho, Liria Y Yamauchi, Daniele Robira, Larissa Padrão Insensee, Marina Lavezzo dos Santos Vilar, Camila Pal, José Otavio Costa Auler Jr
- Em andamento2018 – presentePesquisa
Características, desfecho e impacto econômico dos Doentes Cronicamente Críticos internados no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
Os Doentes Cronicamente Críticos (DCC) necessitam de cuidados intensivos uma vez que são pacientes extremamente complexos, requerendo assim uma atenção maior da equipe multiprofissional além de tecnológicas avançadas e custosas para seu tratamento. Com o uso cada vez mais frequente de tratamentos avançados como por exemplo, Ventilação Mecânica Invasiva (VMI), Ventilação Mecânica Não Invasiva (VNI), ventilação extracorpórea e hemodiálise, associado ao melhor conhecimento da equipe multidisciplinar sobre o comportamento da patologia e fisiologia destes pacientes, têm resultado numa redução da mortalidade nas últimas décadas. Apesar desta diminuição, os que sobrevivem a internações prolongadas desenvolvem alto grau de dependência nas atividades de vida diária além de intenso sofrimento o que pode impactar negativamente em suas famílias, modificando a rotina e a economia. Os gastos para estes doentes superam em mais da metade se comparados com os outros doentes internados em uma UTI. Estima-se que 60% do custo de uma UTI seja destinado aos DCC o que gera um impacto considerável uma vez que estes pacientes tendem a ficar por longos períodos internados, são readmitidos frequentemente e podem apresentar diversas disfunções necessitando de mais medicamentos e/ou equipamentos médicos. Desta forma, é de suma importância que seja dedicado a esta população uma análise rigorosa sobre as suas características, desfechos e impactos tanto econômicos quanto sociais que esta população pode trazer aos hospitais brasileiros. Objetivo: Avaliar as características, desfecho e impacto da hospitalização dos DCC no HC.Estudo de coorte prospectivo e será realizado nas UTIs do Complexo HCFMUSP: Instituto Central (ICHC), Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP), Instituto do Coração (InCor) e Instituto de Ortopedia e Traumatologia (IOT). Serão incluídos no estudo pacientes adultos internados nas UTIs dos institutos do Complexo HCFMUSP, que estiverem em VMI por mais de 14 dias, tanto em IOT quanto em TQT. Serão excluídos pacientes que tiverem sido extubados ou forem a óbito em menos de 14 dias. Os pacientes serão acompanhados durante o período de internação na UTI e até 60 dias após alta hospitalar. A coleta dos dados terá duração de um ano a partir da aprovação do projeto. Os dados prospectivos serão obtidos diariamente nas UTIs em horários pré-estabelecidos de prontuários e diretamente com as equipes multiprofissionais das unidades, por pesquisadores treinados e serão armazenados em software REDCap (Research Electronic Data Capture) para posterior análise estatística
EquipeCarolina Fu (Responsável), Carlos R R Carvalho, Liria Y Yamauchi, Daniele Robira, Larissa Padrão Insensee, Marina Lavezzo dos Santos Vilar, Camila Pal, José Otavio Costa Auler Jr
- Em andamento2016 – presentePesquisa
Análise da função muscular e atividade elétrica com o uso do EMG em pacientes internados na UTI e correlação com a funcionalidade: Estudo observacional, longitudinal
O declínio funcional pós internação hospitalar, tem sido descrito como uma das principais comorbidades no momento da alta, entre as alterações físicas que podem ser encontradas é a fraqueza muscular que pode ocorrer por diversos motivos, entre eles, destaca-se os efeitos deletérios ocasionados pelo imobilismo adotado durante a internação. Estudos mostram que pacientes críticos podem ter uma diminuição na força e na massa muscular com variações de 1 a 1,5% por dia e até 50% do total da massa muscular em duas semanas. Embora exista o conhecimento da pré-disposição a disfunções musculoesqueléticas durante a internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), poucas são as evidências claras e consistentes que analisem quais disfunções musculares específicas, além da fraqueza, podem acometer pacientes na UTI e como essas alterações na função muscular estão correlacionadas com a perda funcional desses pacientes. Já são descritos e validados na literatura métodos para avaliação de força muscular, função muscular e ativação muscular. Um deles é a Eletromiografia (EMG) que verifica a função e ativação muscular através dos sinais elétricos gerados, oferecendo dados quantitativos e qualitativos da ativação muscular. Assim estes podem ser uma alternativa para verificar os efeitos deletérios musculares da internação e relacionar o nível de declínio funcional com as mudanças na musculatura do doente. Portanto o objetivo deste trabalho será avaliar de forma global as alterações musculares apresentadas por pacientes críticos no momento da alta da UTI, analisando a atividade elétrica muscular pelo EMG e a função muscular através de diversos testes musculares. Bem como, correlacionar essas alterações musculares apresentadas pelos pacientes com perda funcional no momento da alta da UTI. Trata-se de um estudo observacional, longitudinal.
EquipeCarolina Fu (Responsável), Débora Stripari Schujmann, Tamires Gomes, SILVEIRA, LEDA TOMIKO YAMADA DA, Murilo Zoccoler Lamano, Aretha Scapin Fragoso
- Em andamento2016 – presentePesquisa
Uso de tecnologia através da realidade virtual como reabilitação precoce e aumento do nível de atividade física em pacientes internados na unidade de terapia intensiva
A inatividade física em pessoas saudáveis pode predispor desenvolvimento de algumas doenças, em pacientes internados na UTI, que normalmente são acometidos pela síndrome do imobilismo, ou seja ficam na maior parte do tempo em inatividade física também predispõe a diversas alterações nos sistemas respiratório, cardiovascular, renal, endócrino, gastrointestinal, problemas de equlibrio, coordenação e delirium e também no sistema musculoesquelético, que apresenta uma perda de 1% a 1,5% de força muscular por dia após sua internação. Todos esses fatores levam a uma redução da capacidade funcional, na qual antes do paciente ser internado ele era funcionalmente independente, e após a sua alta, acaba se tornando parcialmente ou totalmente dependente, o que reduz a sua qualidade de vida, já que ele necessita da ajuda de um terceiro para realizar suas atividades básicas e instrumentais de vida diária. A partir desse cenário, muitas pesquisas estão sendo publicadas em relação a mobilização precoce, porém são escassos os trabalhos que abordam estudos de equipamentos tecnológicos específicos para aumentar o nível de atividade desses pacientes. Uma ferramenta que esta disponível é o uso de realidade virtual (videogame), Nintendo Wii®, que é muito utilizado em reabilitação com pacientes com acometimentos neurológicos. No entanto, existem muito poucos estudos que avaliam o uso desse equipamento dentro da UTI. Nosso objetivo é utilizar o Nintendo Wii com pacientes internados na UTI avaliando se há um aumento do nível de atividade física, sua segurança e factibilidade. Além disso avaliar a satisfação dos pacientes ao usar esse equipamento.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeCarolina Fu (Responsável), Débora Stripari Schujmann, Tamires Gomes, SILVEIRA, LEDA TOMIKO YAMADA DA, Murilo Zoccoler Lamano, Aretha Scapin Fragoso
- Em andamento2015 – presentePesquisa
Uso de um programa de mobilidade progressiva e tecnologia para aumento do nível de atividade física e seus benefícios no sistema respiratório, muscular e funcionalidade de pacientes em UTI: um ensaio clínico randomizado
Pacientes considerados críticos necessitam de internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para cuidados e terapias específicas, com a evolução dos tratamentos, tem aumentado a sobrevida e a morbidade pós internação. Evidências mostram que o maior resultado negativo a longo prazo da estadia na UTI é o impacto na qualidade de vida e o declínio funcional (Hopkins RO, 2005). A persistente incapacidade funcional nos pacientes pós críticos pode ter seu principal fator nas alterações musculares e condicionamento física, sendo essas as maiores complicações reportadas por esses pacientes (P Kortebein, 2007; W Gruther, 2008; WD Schweickert and J Hall, 2007). Isso porque durante o período de internação, os pacientes experimentam um período de inatividade e repouso prolongado, que está relacionado a perdas e alterações em diversos sistemas do corpo. Diante desses fatos, se tornam necessárias intervenções que encorajem uma maior mobilidade no leito e fora dele durante a hospitalização. Programas de mobilização precoce tem mostrado trazer muitos benefícios, porém, como em outros tipos de reabilitação, os exercícios devem ser prescritos com suas características específicas, incluindo a intensidade e pouco se tem descrito na literatura sobre nível de atividade física na UTI. Uma forma objetiva de se medir as variáveis dos exercícios, incluindo a intensidade, é o uso de acelerômetros. Apesar dos benefícios dos programas de mobilização, sabe-se que o número de profissionais e a falta de equipamentos pode ser um impedimento para tal, e o uso de tecnologias parece facilitar o oferecimento desse tipo de terapia. Diante da escassez de estudos controlados e randomizados para investigar esses fatores, o objetivo desse estudo é verificar se o uso de um programa de mobilidade precoce e progressiva com uso de tecnologia é capaz de aumentar o nível de atividade física e quais os benefícios para o sistema respiratório, muscular e funcionalidade para pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI)
Financiadores- Fundação Amparo à Pesquisa do Estadode São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeCarolina Fu (Responsável), Leda Tomiko Yamada da Silveira, Débora Stripari Schujmann, Tamires Gomes, Murilo Zoccoler Lamano
- Em andamento2013 – presentePesquisa
Impacto de um protocolo de mobilidade progressiva na funcionalidade de pacientes na Unidade de Terapia Intensiva
Pacientes críticos internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) apresentam altas taxas de mortalidade e morbidade (Douglas SL , 2002; Martin UJ , 2002). Mesmo após o controle da doença e suas comorbidades, esses experimentam baixa mobilidade nesse período hospitalar, o que tem sido associado a resultados adversos como o declínio funcional (Brown CJ, 2004). A diminuição no nível de atividade física, caracterizada pela baixa mobilidade hospitalar, ficando o paciente restrito ao leito, resulta em perdas em vários sistemas, principalmente na capacidade funcional do sistema cardiovascular e musculoesquelético. Sendo esse dois sistemas fundamentais para a manutenção da independência funcional, as perdas de capacidades desses durante a internação leva a grande morbidade (Topp R, 2002; King L, 2012). A longo prazo, a maior morbidade depois de um episódio de doença crítica é a piora na qualidade de vida depois da alta, principalmente devido a diminuição dos domínios físicos nos questionários de qualidade de vida. Isso se dá devido a falta de condicionamento físico, disfunções musculares e nervosas, levando a um declínio do estado funcional(Hopkins RO, 2005; Dowdy DW, 2006). Portanto, o principal desafio a ser encarado é reverter o estado de imobilidade que esses pacientes podem experimentar durante a internação na unidade terapia intensiva, que irá levar a curto e longo prazo a um declínio funcional. Recentes estudos têm indicado que atividade precoce e progressiva para pacientes em UTI é segura e barata, resultando em diminuição das complicações relacionadas a imobilidade (Bailey P, 2007; Morris PE, 2008; Schweickert WD, 2009; Winkelman C,2009) Visto que estudos sugerem que pacientes em UTI tem atividade terapêutica infrequente e de curta duração (C. Winkelman, 2007; Bernhardt J, 2004; Brown JC, 2009; Callen BL, 2004), o uso de protocolos de mobilidade pode ser uma opção para que uma atividade adequada seja ofertada para esse tipo de paciente. Portanto, o objetivo primário deste estudo é comparar o nível de atividade física realizada por pacientes em UTI sem e com o uso de um protocolo de mobilidade e verificar o impacto na funcionalidade pós alta. Como objetivos secundários comparar o impacto na força muscular e nos dias de internação na UTI dos pacientes com e sem o uso do protocolo de mobilidade. E avaliar se o nível de atividade física que os pacientes sem protocolo são submetidos é adequado levando em consideração o grau de força muscular.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeCarolina Fu (Responsável), Leda Tomiko Yamada da Silveira, Débora Stripari Schujmann, Tamires Gomes, Kevin Tai
- Em andamento2013 – presentePesquisa
IMPACTO DO NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA NA FUNCIONALIDADE DE PACIENTES NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
guarda-chuva com dois projetos: Pacientes críticos internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) experimentam baixa mobilidade nesse período hospitalar, o que tem sido associado a resultados adversos como o declínio funcional (Brown CJ, 2004; Douglas SL , 2002). A diminuição no nível de atividade física, ficando o paciente restrito ao leito, resulta em perdas principalmente na capacidade funcional do sistema cardiovascular e musculoesquelético (Topp R, 2002; King L, 2012). O principal desafio a ser encarado é reverter o estado de imobilidade durante a internação e que irá levar a um declínio funcional. Estudos têm indicado que atividade precoce e progressiva para pacientes em UTI é segura e barata, resultando em diminuição das complicações relacionadas a imobilidade (Bailey P, 2007; Morris PE, 2008; Schweickert WD, 2009; Winkelman C,2009). Portanto, o objetivo primário deste estudo é comparar o nível de atividade física realizada por pacientes em UTI e o impacto na funcionalidade pós alta. Como objetivos secundários comparar o impacto na força muscular e nos dias de internação na UTI; e avaliar se o nível de atividade física é adequado aos pacientes. UTILIZAÇÃO DO FES NA PREVENÇÃO DA PERDA DE MASSA MUSCULAR EM PACIENTES CRÍTICOS Introdução: Anualmente muitos pacientes são admitidos para tratamento em unidade de terapia intensiva (UTI), e devido aos avanços médicos - tecnológicos mais pessoas estão sobrevivendo à doença crítica. A maioria dos pacientes internados em UTI após fase aguda de uma doença crítica apresenta alterações na força muscular e esquelética. Estas são caracterizadas pela fraqueza ou perda acentuada de massa muscular, estimada em cerca de 5% ao dia (durante a primeira semana de permanência em UTI), podendo ser associada com o desmame tardio da ventilação mecânica estando relacionados ao aumento da taxa de mortalidade e dos custos hospitalares, sendo assim, a estimulação elétrica neuromuscular (EENM) tem sido vista como uma possível alternativa para manutenção do trofismo no processo de intervenção em reabilitação para estes indivíduos. Entretanto na literatura os parâmetros utilizados nos estudos para EENM nos doentes críticos são variáveis e não há consenso sobre como utilizá-los. Desta forma, para estimular eletricamente as fibras do tipo I em indivíduos saudáveis seriam necessários impulsos com frequência de 20 a 50 Hz e para o tipo IIa e IIb as frequências utilizadas variam de 50 a 120 Hz. Frequências entre 30 e 80 Hz são descritas como ideais para a eletroestimulação neuromuscular, além disso, as fibras rápidas e lentas possuem diferentes respostas ao estímulo elétrico, sendo assim, as fibras lentas respondem ao tempo de pulso superior a 300ms e as fibras rápidas a tempo de pulso inferior a 300ms. Objetivo: avaliar se a utilização do FES auxilia na prevenção da perda de massa muscular em pacientes críticos sob VMI e qual dosimetria dentre as propostas seria a mais adequada para isto. Métodos: Será um ensaio clínico randomizado e controlado, com avaliador cego, que consistirá de três grupos: Grupo I: Indivíduos que receberão FES, frequência: 35 Hz, duração do pulso 300 ms, tempo on-off: 4-6s, Intensidade: Limite motor, tempo 30 minutos, associada a fisioterapia convencional, Grupo II: Indivíduos que receberão FES, frequência: 50 Hz, duração do pulso: 350 ms, tempo on-off: 8-24s, Intensidade: Limite motor, tempo: 30 minutos associada a fisioterapia convencional, Grupo III: Indivíduos que receberão FES frequência: 100 Hz, duração do pulso: 300 ms, tempo on-off: 2-4s, Intensidade: Limite motor, tempo: 30 minutos associada a fisioterapia convencional.
EquipeCarolina Fu (Responsável), Leda Tomiko Yamada da Silveira, Débora Stripari Schujmann, André José Fruchi
- Em andamento2013 – presentePesquisa
Avaliar a eficácia e segurança do uso da Ventilação Não Invasiva no Pós-Operatório de Revascularização do Miocárdio com Manobra de Recrutamento Alveolar: Ensaio Clínico Randomizado
As cirurgias cardíacas são intervenções de grande porte que levam a alterações fisiopatológicas e evoluem com complicações no pós-operatório, principalmente de natureza respiratória. Atelectasia e hipoxemia estão entre as principais disfunções pulmonares no pós-operatório de cirurgia cardíaca e podem levar a um aumento no tempo de hospitalização destes pacientes. A Ventilação não Invasiva (VNI) tem sido usada com grande sucesso na reversão da disfunção pulmonar e na prevenção de complicações, além de reduzir a taxa de reintubação, facilitar o desmame difícil dos pacientes de alto risco e abreviar o tempo de internação na unidade de terapia intensiva (UTI). Em consequência, reduz a morbidade e a mortalidade de pacientes que desenvolvem quadro de insuficiência respiratória aguda no pós-operatório desses pacientes. A utilização da pressão expiratória final positiva (PEEP) já é amplamente difundida nas UTIs, sendo usada em pacientes sob VMI, VNI e exercícios com pressão positiva intermitente. Nos últimos anos o incremento da aplicação da PEEP em pacientes cardiopatas sob VMI tem mostrado grandes benefícios e a utilização da VNI para melhorar oxigenação pela reversão de atelectasias já é amplamente utilizada e recomendada na rotina hospitalar. Apesar da VNI ser usada em grande proporção a literatura é escassa em mostrar estudos com VNI e manobra de recrutamento alveolar (MRA) associados em cirurgia cardíaca. Através deste estudo será avaliada a eficácia e segurança da VNI associada à MRA nos pacientes pós operatório de revascularização do miocárdio com circulação extra corpórea, assim como suas implicações no desfecho (alta ou óbito) .
EquipeCarolina Fu (Responsável), Claudia Miura
- Concluído2010 – 2011Pesquisa
Análise do Processo de Extubação Orotraqueal nos pacientes submetidos à Ventilação Mecânica Invasiva nas Unidades de Terapia Intensiva do Instituto Central (HC-FMUSP
A ventilação mecânica (VM) é um método de suporte para o tratamento de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada. O desmame ventilatório é definido como um processo de transição da ventilação mecânica para a ventilação espontânea, e é responsável por cerca de 40% do tempo total de ventilação mecânica. Um dos principais objetivos com o paciente em ventilação mecânica é o de reconhecer o momento propício para a extubação, para assim, diminuir a incidência de auto-extubação, traqueostomia, óbitos e custos na UTI. Para isso é necessário a aplicação de protocolos de desmame com rigor científico, os quais trazem inúmeras vantagens em relação ao desmame empírico. A inclusão de profissionais da saúde não-médicos é recomendada no desenvolvimento e na utilização dos protocolos de desmame devido à rápida avaliação clínica respiratória e melhora dos resultados no desmame, além de diminuir o tempo de VM e tempo de permanência na UTI. Estudos mostram que o desmame protocolado e guiado por fisiote¬rapeutas reduz a duração da VM e aumenta a taxa de sucesso no desmame. Diante dos dados encontrados na literatura, torna-se evidente a importância de estudos nesta área que objetivem analisar o processo de extubação orotraqueal nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI). O objetivo do estudo é analisar o processo de extubação orotraqueal nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital universitário de alta complexidade. Através de visitas diárias, serão aplicados dois questionários ao fisioterapeuta responsável pela UTI, sendo o primeiro com questões objetivas, relacionadas ao perfil da UTI, e o segundo dividido em três fases. A fase inicial verificará os aspectos observados pré extubação pelo fisioterapeuta e pelas informações anotadas nos prontuários e as fases seguintes, será o acompanhamento dos acontecimentos nas 24 e 48 horas após o evento da extubação, respectivamente, através das informações contidas nos prontuários e opinião do fisioterapeuta. Os da
EquipeCarolina Fu (Responsável), Caroline da Luz Nascimento, Mariana Mazzuca Reimberg, Tatiane Szmuszkowicz
Orientações
Bancas julgadoras
50 registros- 2016Michele Lisidati FranchiniEfeitos do oxigênio umidificado e não umidificado via cateter nasal sobre o transporte mucociliar e muco nasalBanca: Carolina Fu, Iracema Ioco KiKuchi UmedaMestrado
- 2016Patricia Gonçalves Leite RoccoComparação dos treinamentos físico contínuo e intervalado na percepção de esforço, nos fatores relacionados à qualidade de vida e no nível de atividade física em pacientes asmáticos · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina da USPBanca: Celso Ricardo Fernandes de Carvalho, Carolina Fu, João Marcos Salge, Simone Dal CorsoMestrado
- 2016Priscila Santos AlbuquerqueResponsividade do domínio subir e descer escada da Escala de Avaliação Funcional para pessoas com Distrofia Muscular de Duchenne, no período de um ano · Ciências da Reabilitação · Universidade de São PauloBanca: Carolina Fu, Fátima Aparecida Caromano, Carlos Bandeira de Mello Monteiro, Silvana Blascovi de Assis, FAVERO, FRANCIS MEIREDoutorado
- 2016Priscila Santos AlbuquerqueResponsividade do domínio subir e descer escada da escala de avaliação funcional para pessoas com distrofia muscular de Duchenne, no período de um ano · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina da USPBanca: Fátima Aparecida Caromano, Carolina Fu, Silvana Blascovi de Assis, Carlos Bandeira de Mello Monteiro, FAVERO, FRANCIS MEIREDoutorado
- 2016Tômas de Santana VarvalhoEfeitos agudos da CPAP com máscara nasal e oronasal sobre o transporte mucociliar nasal, o pH e as citocinas em lavado nasal e pH do condensado do ar exalado de indivíduos com apnéia obstrutiva do sono · Ciências da Reabilitação · Universidade de São PauloBanca: Carolina FuExame de qualificação de mestrado
- 2016Juliana Araújo NascimentoAnálise da via respiratória preferencial na vigília e durante o sono em indivíduos saudáveis e com apneia obstrutiva do sono · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina da USPBanca: Naomi Kondo Nakagawa, Carolina Fu, Pedro GentaExame de qualificação de doutorado
- 2016Tomas de Santana CarvalhoEfeitos agudos da CPAP com máscara nasal e orofacial sobre transporte mucociliar nasal, propriedades físicas do muco nasal, o ph e as citocinas em lavado nasal e ph do condensado do ar exalado de indivíduos com apneia obstrutiva do sono · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina da USPBanca: Naomi Kondo Nakagawa, Carolina FuExame de qualificação de mestrado
- 2015Michele Emy HukudaResponsividade da escala de avaliação funcional do sentar e levantar da cadeira para pacientes com distrofia muscular de Duchenne(FES-DMD-D1), no período de um ano. · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina da USPBanca: Carolina Fu, Fatima Caromano, Carla Mazzitelli, Elizabeth Alves Gonçalves Ferreira, Silvana Blascovi de AssisDoutorado
- 2015Tânia RonezzerUso da estimulação elétrica transcutânez-tens para redução dos sintomas de neuropatia periférica induzida por quimioterapia antineoplásica · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina da USPBanca: Carolina Fu, Amélia Pasqual Marques, Maria Tereza Pace do AmaralExame de qualificação de mestrado
- 2015Débora Martins MeiraImpacto da hospitalização na capacidade funcional e força muscular de pacientes adultos e idosos num hospitaç público de nível terciário: é possível predizer estas alterçaões? · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina da USPBanca: Carolina Fu, Ruy de Camargo Pires Neto, Luciana Dias ChiavegatoExame de qualificação de mestrado
- 2015Patrícia Gonçalves Leita RoccoComparação dos treinamentos físico contínuo e intervalado na percepção de esforço, nos fatores relacionados à qualidade de vida e no nível de atividade física em pacientes asmáticos · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina da USPBanca: Carolina Fu, Amélia Pasqual Marques, Felipe Augusto Rodrigues MendesExame de qualificação de mestrado
- 2014Leonardo Penteado NascimentoDesenvolvimento do teste de sensibilidade tátil da mão · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina da USPBanca: Carolina Fu, CAROMANO, FÁTIMA APARECIDA, Silvana Blascovi de AssisMestrado
- 2014Priscila Santos AlbuquerqueDesenvolvimento de software para aplicação de escala de avaliação funcional de pessoas com distrofia muscular de Duchenne e testagem de usabilidade · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina da USPBanca: Carolina Fu, Fatima Caromano, Silvana Blascovi de AssisMestrado
- 2014Aline Patrícia Bonato MirandaAvaliação da Função pulmonar, da capacidade funcional, da mobilidade de ombros e das complicações pulmonares pós-operatórias em pacientes submetidos a cirurgia pulmonar aberta · Pós Graduação em Reabilitação e Desempenho Funcion · Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USPBanca: Carolina Fu, Aníbal Basile Filho, José Antônio Baddini Martinez, Eliane Maria de Carvalho, Ada Clarice GastaldiDoutorado
- 2014Juliana Fernanda Canhadas BelliEfeito da terapêutica com beta bloqueador na resposta dos quimiorreflexos e ergorreflexo em pacientes em pacientes com insuficiência cardíaca · Cardiologia · Faculdade de Medicina da USPBanca: Carolina Fu, Guilherme Veiga Guimarâes, Ada Clarice Gastaldi, Cassiano Merussi Neiva, Emmanuel Gomes CiolacDoutorado
- 2014Ana Lúcia LahózImpacto da aplicação de um programa educacional para equipe multidisciplinar na prevenção de pneumonia associada a ventilação mecânica de terapia intensiva pediátrica de um hospital universtário · Pediatria · Faculdade de Medicina da USPBanca: Carolina Fu, Alexandre Archanjo Ferraro, Heloísa Helena de Sousa MarquesExame de qualificação de mestrado
- 2014Cauê PadovaniAssistência Fisioterapêutica ao paciente crítico da UTI ao ambulatório em um hospital público de grande porte · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina da USPBanca: Carolina Fu, CAMARGO PIRES-NETO, RUY, Celso Ricardo Fernandes de CarvalhoExame de qualificação de mestrado
- 2014Juliano Takashi WadaEfeito do alongamento da musculatura respiratória com a técnica de alongamento passivo e de contração-relaxamento, na cinemática ventilatória e na capacidade funcional em pacientes com a doença pulmonar obstrutiva crônica · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina da USPBanca: Carolina Fu, Wellington Pereira dos Santos Yamaguti, Amélia Pasqual MarquesExame de qualificação de mestrado
- 2014Michele Emy HukudaAvaliação da responsividade da escala de avaliação funcional para pessoas com distrofia muscular de Duchenne(FES-DMD), no período de um ano.e análise de escores e tempos dos domínios para determinação de indicadores de evolução funcional · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina da USPBanca: Carolina Fu, Renata Hydee Hasue, Silvana Blascovi de AssisExame de qualificação de mestrado
- 2013Adriane Sayuri Nakashima FernandesEfeito hemodinâmico da manobra de air stacking em pacientes com distrofia muscular. · Neurologia · Faculdade de Medicina da USPBanca: Carolina Fu, Vera SalemiExame de qualificação de doutorado
- 2013Desidério Cano PorrasComparação da assincronia toracoabdominal ao repouso e ao exercício em pacientes com DPOC utilizando diferentes metodologias · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina da USPBanca: Carolina Fu, Marcelo Amato, Isabel de Camargo Neves SaccoExame de qualificação de mestrado
- 2012José Marcelo Souza MafraCaracterização funcional e da qualidade de vida do paciente pós crítico pós alta hospitalar · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina- USPBanca: Clarice Tanaka, Liria Y YamauchiMestrado
- 2011Renata Cleia Claudino BarbosaEstudo comparativo entre dois métodos de calibração da pletismografia respiratória por indutância em indivíduos saudáveis · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina- USPBanca: Celso Ricardo Fernandes de CarvalhoMestrado
- 2011Maise Cala FigueiroaVentilação Não invasiva pós extubação na prática clínica de um hospital terciário: um estudo de coorte · Ciências da Reabilitação · Faculdade de Medicina- USPBanca: Liria Y Yamauchi, Raquel CasarottoMestrado
- 2011Daniele Miyuki GotoEfeitos da queimada de cana-de-açúcar sobre o clearance nasal, propriedades físicas do muco nasal, celularidade e citocinas em lavado nasal de trabalhadores cortadores de cana-de-açúcar queimada no Estado de São Paulo · Fisiopatologia Experimental · Faculdade de Medicina da USPBanca: Emilia Nozawa, Iolanda de Fátima Lopes Calvo TibérioExame de qualificação de doutorado
Revisor de periódico
02 registros- 2010 – presenteVínculo atualJornal Brasileiro de Pneumologia (Impresso)Revisor de periódico
- 2005 – presenteVínculo atualRevista Brasileira de Fisioterapia (1413-3555)Revisor de periódico
Prêmios e títulos
06 registros- 2010Prêmio de apresentação de trabalhoCARE IV Non-pharmacological care for people with arthritis
- 2007Prêmio PrataEuropean Respiratory Society
- 2007Prêmio Jovem pesquisadorEuropean Respiratory Society
- 20073º colocadoIV Jornada Acadêmica do Depto de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional
- 2006Prêmio Odete de Fátima Salas Durigon mellhor monografiaIII Jornada Acadêmica do Depto de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional
- 1999ParaninfaCurso de Fisioterapia USP
Participação em eventos
70 registros- 2010Reforma Curricular do Curso de Fisioterapia da FMUSP: construção coletiva faciliatada por workshopsXX Fórum Nacional de Ensino em Fisioterapia · Apresentação Oral · Participante · Belo Horizonte
- 2010Avaliadores dos Trabalhos CientíficosXX Fórum Nacional de Ensino em Fisioterapia · Avaliador · Convidado · Belo Horizonte
- 2009VNI indicações e controvérsias13º CONGRESSO PAULISTA DE PNEUMOLOGIA E TISIOLOGIA · Conferencista · Convidado · São Paulo-SP
- 2009Reabilitação precoce na UTIXI CONGRESO PAULISTA DE TERAPIA INTENSIVA · Conferencista · Convidado · Campos do Jordão -SP
- 2009O que há de novo em: fortalecimento muscular, ventilação mecânica e higiene brônquica-ventilação mecânica6º CONGRESSO PAULISTA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA · Conferencista · Convidado · São Paulo - SP
- 2008Ventilaçao Não invasiva com CPAP e gerador de fluxo e suas aplicações na rotina clínica14º SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA, VI CONGRESSO BRASILEIRO DEFIISOTERAPIA CARDIORRESPIRATÓRIA, V CONGRESSO BRASILEIRO DE FISIOTERAPIA EM TERAPIA INTENSIVA · Conferencista · Convidado · Recife-PE
- 2008Pacientes em uso de ventilação não invasiva : a manutenção de cuidados fisioterapeuticos no domicílio33.	7º CONGRESSO INTERDISCIPLINAR DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR-SP 2008, realizado em São Paulo-SP · Conferencista · Convidado · São Paulo-SP
- 2008Mostra temática comentada34.	XVIII FÓRUM NACIONAL DE ENSINO EM FISIOTERAPIA, XII ENCONTRO DE COORDENADORES DE CURSOS DE FISIOTERAPIA, II ENCONTRO DE DISCENTES DE FISIOTERAPIA NA ABENFISIO, I ENCONTRO NACIONAL DE AVALIADORES DE CURSOS DE GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA · Moderador · Convidado · Recife-PE
- 2008Abordagem da VNI na Asma e DPOCTópicos Avançados em Fisioterapia Respiratória · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 200712° Congresso Paulista de Pneumologia e TisiologiaOuvinte · São Paulo
- 2007Aplicação da ventilação mecânica não invasiva na asma e DPOC12° Congresso Paulista de Pneumologia e Tisiologia · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2007FISIOTERAPIA NO PACIENTE PÓS CRÍTICO - ATUAÇÃO AMBULATORIAL DO PACIENTE PÓS CRÍTICOIII SIMPÓSIO DE FISIOTERAPIA DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS E XII JORNADA DE FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA DO INCOR · Simposiasta · Convidado · SÃO PAULO
- 2007SISTEMATIZAÇÃO DA ROTINA: IMPORTÂNCIA DOS PROTOCOLOSVI Congresso Norte-Nordeste de Medicina Intensiva, I Simpósio Paraibano de Neurointensivismo, IV Simpósio Paraibano de Neurointensivismo, IV Simpósio SOPAMI · Conferencista · Convidado · João Pessoa
- 2007FISIOTERAPIA NA PREVENÇÃO DE PNEUMONIA NOSOCOMIALIII SIMPÓSIO DE FISIOTERAPIA DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS E XII JORNADA DE FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA DO INCOR · Moderador · Convidado · SÃO PAULO
- 2007II INTERNATIONAL SYMPOSIUM ON MECHANICAL VENTILATIONOuvinte · São Paulo
- 2007COMO É TRABALHAR EM HOSPITAIS?I Semana de Especialidades · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2007Ventilação Não InvasivaVI Curso Introdutório à Liga de Fisioterapia em Terapia Intensiva · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2006Comparação entre dois geradores de fluxo e um ventilador específico para ventilação não invasiva no modo CPAP13º Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva · Poster / Painel · Participante · Curitiba
- 2006Uso da Ventilação Mecânica nas Unidades de Terapia Intensiva Do Instituto central do Hospital das Clínicas da FMUSP: um estudo transversal13º Simpósio Internacional de Fisioterapia Respiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva · Poster / Painel · Participante · Curitiba
- 2006Oficina preparatória das oficinas regionais para implementação das diretrizes curriculares nacionais dos cursos de fisioterapiaOuvinte · Brasília
- 2006Pressão Intra-abdominalI Colóquio Multidisciplinar de Fundamentos da Postura e Equilíbrio · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2006Ventilação Mecânica Não InvasivaReunião Científico-didática do Depto e Divisão de Clínica de Moléstias Infecciosas e Parasitárias do HC FMUSP · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2006Paciente terminal: mudanças e paradigmas4º Fórum de debates da Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba · Conferencista · Convidado · João Pessoa
- 2006Fisioterapia na UTIVIII Curso de Atualização e Introdutório à de Liga de Terapia Intensiva do Hospital das Clínicas da FMUSP · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2006Ventilação Mecânica: princípios fisiológicosCurso de ventilação mecânica Socesp · Conferencista · Convidado · São Paulo
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