Resumo biográfico
Médico Veterinário formado pela FCAV-UNESP, Jaboticabal (1997). Possui Residência em Anestesiologia Veterinária pela FMVZ-UNESP, Botucatu (2000), Mestrado em Medicina Veterinária pela FCAV-UNESP, Jaboticabal (2002), Doutorado em Anestesiologia pela FM-UNESP, Botucatu (2005), Livre-docente em Anestesiologia Veterinária pela FZEA-USP, Pirassununga, 2012 e Pós-doutoramento em Anestesiologia Veterinária pela University of Nottingham - Reino Unido (2018-2019). Realizou estágio na University of Kentucky-USA - Farmacologia Veterinária e Universidad Complutense de Madrid-Espanha - Anestesiologia Veterinária. Atualmente é Professor Associado da Universidade de São Paulo (USP), Campus de Pirassununga e responsável pela área de Anestesiologia Veterinária. É orientador permanente no Programa de Pós-graduação em Biociência Animal (FZEA-USP). Como principais cargos destaca-se Chefe do Departamento de Clínica de Pequenos Animais da UFSM (2008-2009), Coordenador Substituto do Programa de Pós-graduação em Medicina Veterinária da UFSM (2008-2009), Coordenador do Programa de Pós-graduação em Biociência Animal da FZEA-USP (2013 - 2017), Vice-presidente do Colégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária (2014 - 2016), Presidente do Colégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária (2017 - 2018 / 2019 - 2020). É autor do livro Anestesia e Analgesia em Equídeos, Ruminantes e Suínos - Luna SPL; Carregaro AB. É editor de área do periódico Ciência Rural desde 2009. Especialista em Anestesiologia Veterinária - Diplomado pelo Colégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária.
Indicadores
Áreas de atuação
03 registros- Ciencias AgrariasMedicina VeterináriaAnestesiologia Veterinária
- Ciencias AgrariasMedicina VeterináriaAnimais Selvagens
- Ciencias AgrariasMedicina VeterináriaClínica e Cirurgia Animal › Farmacologia e Terapêutica Animal
Formação acadêmica
06 registros- 2018 – 2019Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · University of NottinghamBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 2002 – 2005DoutoradoConcluídoAnestesiologia · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho“Estudo Farmacodinâmico da Buprenorfina em Eqüinos”Orientação: Prof Dr. Stélio Pacca Loureiro Luna
- 2000 – 2002MestradoConcluídoCiências Veterinárias · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho“Estudo farmacocinético da cafeína em eqüinos submetidos à acidificação urinária. Comparação entre cromatografia a gás e teste ELISA”Orientação: Prof Dr. Antonio de Queiroz Neto
- 1998 – 2000EspecializaçãoConcluídoResidência Anestesiologia Veterinária [Botucatu] · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoOrientação: Prof Dr. Stélio Pacca Loureiro LunaBolsa Fundação do Desenvolvimento Administrativo
- 1993 – 1997GraduaçãoConcluídoMedicina Veterinária · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoOrientação: Antonio de Queiroz Neto
- Livre-docênciaConcluídoLivre-docência · Universidade de São Paulo
Idiomas
02 registros| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Inglês | Bem | Bem | Bem | Bem |
| Espanhol | Bem | Razoável | Razoável | Bem |
Atuação profissional
19 registros- 2021 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor Associado 3Servidor Publico40h/sem
- 2020 – presenteVínculo atualInternational Veterinary Academy of Pain ManagementStudent advisorColaborador2h/sem
- 2019 – 2020Colegio Brasileiro de Anestesiologia VeterinariaPresidenteVoluntário
- 2018 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado do PiauíRevisor de projeto de fomento
- 2017 – 2018Colegio Brasileiro de Anestesiologia VeterinariaPresidenteVoluntário
- 2016 – presenteVínculo atualConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoRevisor de projeto de fomento
- 2015 – 2016Colegio Brasileiro de Anestesiologia VeterinariaVice-presidenteVoluntário
- 2013 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloRevisor de projeto de fomento
- 2013 – 2014Colegio Brasileiro de Anestesiologia VeterinariaMembro titular do Conselho DeliberativoVoluntário
- 2012 – 2021Dedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor Associado 1Servidor Publico40h/sem
- 2012 – presenteVínculo atualCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorRevisor de projeto de fomento
- 2010 – 2012Dedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor Doutor nível 1Servidor Publico40h/sem
- 2009 – 2010Dedicação exclusivaUniversidade Federal de Santa MariaProfessor Adjunto - Nível 3Servidor Publico40h/sem
- 2009 – presenteVínculo atualCiência Rural (UFSM. Impresso)Membro de corpo editorial
- 2007 – 2009Dedicação exclusivaUniversidade Federal de Santa MariaProfessor Adjunto - Nível 2Servidor Publico40h/sem
- 2006 – 2010Criadouro Conservacionista São BrazMédico veterinárioColaborador4h/sem
- 2005 – 2007Dedicação exclusivaUniversidade Federal de Santa MariaProfessor Adjunto - Nível 1Servidor Publico40h/sem
- 2001 – 2005Dedicação exclusivaUniversidade de FrancaProfessor TitularCeletista40h/sem
- 2000 – 2001Centro Integrado de Ensino SuperiorProfessor TitularCeletista4h/sem
Produção bibliográfica
232 registros- 2025Eficácia do doxapram no desmame ventilatório de um equino em apneia prolongada sob anestesia geral inalátoriaAyanne Walchhutter; Alline Morgana Silva Leite; André Augusto Justo; M A A D Henriques; Adriano Bonfim Carregaro · XXXII Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Brazilian Veterinary Anesthesiology · Santos
- 2025Eficácia Ansiolítica da pregabalina em gatosIsabella Galdi Nogueira; M A A D Henriques; Ayanne Walchhutter; Alline Morgana Silva Leite; Adriano Bonfim Carregaro · XXXII Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Brazilian Veterinary Anesthesiology · Santos
- 2025Análise crítica do design em bracketing na determinação da concentração anestésica mínima do sevoflurano de iguanas-verdesCarolina da Silva Braga; André Augusto Justo; Geovanna Salvador Cardoso; Lídia Ruivo Santos; SANCHES, MARIANA C; Cleo Alcantara Costa Leite +2 autores · XXXII Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Brazilian Veterinary Anesthesiology · Santos
- 2025Estudo clínico do bloqueio ecoguiado do plano transverso do abdômen com bupivacaína 0,5% pela técnica subcostal modificada em equinosM A A D Henriques; André Augusto Justo; Francisco Antonio Rodrigues Macieira-Filho; Renata G S Dória; M A Ferreira; Juan Carlos Duque Moreno +1 autores · XXXI Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Brazilian Veterinary Anesthesiology · Santos
- 2025Intercorrências trans-anestésicas em relação a técnicas de anestesia para mastectomia em cadelas - estudo retrospectivo multicêntricoG Serighelli-Junior; L B Iepsen; M Bezerra; H G Cardozo; GEHRCKE, MARTIELO I; Adriano Bonfim Carregaro +2 autores · XXXII Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Brazilian Veterinary Anesthesiology · Santos
- 2024Avaliação da infusão de lidocaína como adjuvante na sedação com detomidina e morfina para cirurgias de exodontia em equinosFelipe A Costa; R P Mendes; M A A D Henriques; RR Correa; Adriano Bonfim Carregaro; Vanessa Sasso Padilha · XXXI Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Londrina
- 2024Avaliação da concordância do escore de classificação ASA na Medicina VeterináriaGG Marques; Marilda O Taffarel; Adriano Bonfim Carregaro; G M Pivato; P H E Trindade · XXXI Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Londrina
- 2024Impacto da dexmedetomidina na concentração anestésica mínima de sevoflurano em iguanas-verdesMariana Cardoso Sanchees; André Augusto Justo; G S Cardoso; Carolina da Silva Braga; Silvia Renata Gaido Cortopassi; Adriano Bonfim Carregaro · XXXI Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Londrina
- 2023Impacto da morfina na imunomodulação de equinos ? Estudo in vitroElidiane Rusch; G Trindade; M Mello; M A Ferreira; P H S Brito; Renata G S Dória +2 autores · XXX Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Vitória
- 2023Comparação entre eletroestimulação e pinçamento de cauda na determinação da concentração anestésica mínima de sevoflurano em iguanas-verdesLaura R Ghussn; JUSTO, ANDRÉ A.; SANCHES, MARIANA C.; CORTOPASSI, SILVIA R. G.; Adriano Bonfim Carregaro · XXX Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Vitória
- 2023Impacto da suplementação de oxigênio em suínos anestesiados com cetamina, dexmedetomidina e diazepamAmanda Nunes Reis; SANCHES, MARIANA C.; M A A D Henriques; J N Pizzaia; RUSCH, ELIDIANE; Carolina A Ferruccio +2 autores · XXX Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Vitória
- 2023Complicações perianestésicas associadas aos opioides na anestesia de equídeos ? estudo retrospectivoG S Cardoso; Elidiane Rusch; SANCHES, MARIANA C.; F A Batistella; Renata G S Dória; Adriano Bonfim Carregaro · XXX Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Vitória
- 2022Efeitos da dexmedetomidina na anestesia total intravenosa com propofol em gatas submetidas à ovariosalpingohisterectomiaSANCHES, MARIANA C; BESSI, WELLINGTON H; RUSCH, ELIDIANE; SCHAFFHAUSSER, MARIANNA B; CASSOLI, ANA A; FREITAS, SILVIO H +2 autores · XV Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Águas de Lindoia
- 2022Efeitos do midazolam intranasal em iguanas verdes (Iguana iguana)Bruna Maria Sarri; Laura R Ghussn; Carolina A Ferruccio; SANCHES, MARIANA C; Adriano Bonfim Carregaro · XV Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Águas de Lindoia
- 2022Efeitos da fase gestacional sobre variáveis hemodinâmicas e hemogasométricas em éguas sob anestesia geral inalatóriaP H S Brito; M A Ferreira; RUSCH, ELIDIANE; Julia A Arantes; SANCHES, MARIANA C; Carlos Augusto Araújo Valadão +2 autores · XV Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Águas de Lindoia
- 2022Contenção química reversível com dexmedetomidina, midazolam e butorfanol ou metadona em capivaras (Hydrochoerus hydrochaeris) de vida livreJefferson F Cordeiro; Elidiane Rusch; Thais Feres Bressan; Milena Facina Bovi; Roberto Romano do Prado Filho; Wellington Henrique Bessi +2 autores · XV Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Águas de Lindoia
- 2022Efeitos de duas frações inspiradas de oxigênio na recuperação da anestesia com sevofluorano em tartarugas-verdes (Chelonia mydas)André Augusto Justo; Gustavo Henrique Pereira Dutra; Adriano Bonfim Carregaro; Silvia Renata Gaido Cortopassi · XV Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Águas de Lindoia
- 2022Influência da morfina ou metadona sobre o crescimento do carcinoma de Ehrlich em camundongosElidiane Rusch; Milena Facina Bovi; LE Raspantini; ECL Martinelli; Heidge Fukumasu; Adriano Bonfim Carregaro · XV Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Águas de Lindoia
- 2022Avaliação e manejo da dor aguda em aves por médicos veterinários no BrasilAndré Augusto Justo; R H Pinho; Adriano Bonfim Carregaro; P H E Trindade; Stélio Pacca Loureiro Luna; Silvia Renata Gaido Cortopassi · XV Congresso Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Águas de Lindoia
- 2019Analgesia by pharmacopuncture with flunixin meglumine into the acupoint GV1 (Ho Hai) in horses undergoing elective orchiectomyGustavo Morandini Reginato; Nathalia Villaça Xavier; Bruna B Alonso; Daniela Pereira Lima; Talita Sirqueira; Adriano Bonfim Carregaro · AVA spring Meeting - Association of Veterinary Anaesthetists · Bristol
- 2019Influência da morfina e metadona na nocicepção e comportamento de camundongos com carcinoma ascítico de EhrlichElidiane Rusch; Milena Facina Bovi; Daniele dos Santos Martins; CMC Mori; ECL Martinelli; LE Raspantini +1 autores · XIV Encontro Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Foz do Iguaçu
- 2018In vitro antimicrobial activity of essential oils against Pasteurella spp. isolated from the oral cavity of healthy domestic cats and with gengivitisCamila Aparecida Crus Reis; Natália Bertini Contieri; Mariel Dalmedico Policano; Silvana Marina Piccolli Pugini; Mariza Pires de Melo; Adriano Bonfim Carregaro +2 autores · 16th International Pharmaceutical Microbiology and Biotechnology Conference · ISBN 1948-5948 · Viena
- 2018Oral microbiome in domestic cats with feline chronic gingivitisValéria Maria Lara; Mariel Dalmedico Policano; Camila Aparecida Crus Reis; Márcia de Oliveira Sampaio Gomes; Aline Rodrigues Hoffman; Raquel Silveira Pedreira +2 autores · 16th International pharmaceutical microbiology and biotechnology conference · ISBN 1948-5948 · Viena
- 2018Antimicrobial susceptibility of Staphylococcus spp. strains isolated from domestic cats oral cavity to essential oilsMariel Dalmedico Policano; Natália Bertini Contieri; Camila Aparecida Crus Reis; Andreia Cristina Nakashima Vaz; Ana Maria Centola Vidal; Adriano Bonfim Carregaro +2 autores · 16th International pharmaceutical microbiology and biotechnology conference · Viena
- 2018Estudo de colocação de cateter totalmente implantado em veia cefálica de equinosA F S Garcia; Gesiane Ribeiro; Julia A Arantes; Gustavo Morandini Reginato; Nathalia Villaça Xavier; Adriano Bonfim Carregaro +3 autores · XIX Conferência Anual da ABRAVEq · Campos do Jordão
Produção técnica
122 registros- 2009Participante - Mesa redonda sobre Anestesia Epidural (Animais Selvagens)Adriano Bonfim Carregaro; Nilson Oleskovicz; Paulo Sérgio Patto dos Santos · IX Encontro Brasileiro de Anestesiologia Veterinária
- 2008Consultor AD HOC - Projetos de pesquisa do PIBIC - CNPq e Probic - UDESCAdriano Bonfim Carregaro · Consultor ad hoc - projetos encaminhados ao CAV UDESC para bolsa PIBIC e PROBIC
- 200818. Seminário de Iniciação Científica da UDESCAdriano Bonfim Carregaro · Avaliador do CNPq
- 2008Moderador - Mesa redonda sobre Anestesia em Programas de CastraçãoAdriano Bonfim Carregaro · Moderador
- 2005Moderador do grupo de discussões na área de Anestesiologia, do Colégio Brasileiro de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária desde 2005Adriano Bonfim Carregaro
- 2005Moderador das salas de discussões do site www.anestesia.vet.brAdriano Bonfim Carregaro
Projetos
16 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2020 – presentePesquisa
Avanços no uso da dexmedetomidina em iguanas-verdes (Iguana iguana)
O estudo tem como objetivo avaliar a viabilidade clínica da dexmedetomidina em iguanas-verdes (Iguana iguana), seja como sedativo, analgésico e agente poupador de anestésico inalatório. Em todas as fases do projeto serão utilizadas sete iguanas-verdes, com idade aproximada de 5 anos, 4 fêmeas e 3 machos, com peso entre 600 e 1100 gramas. Para a validação da escala de sedação em iguanas, os animais receberão 2 mg/kg de midazolam IM e serão obtidos vídeos no momento basal (0 min) e aos 15, 30, 90, 180 e 300 minutos pós-administração. Três observadores experientes no manejo de lagartos pontuarão os vídeos, de acordo com as características de uma escala já utilizada pelo grupo. Serão avaliadas a confiabilidade intra-observador, inter-observador, especificidade e sensibilidade na detecção de sedação em iguanas. Para a avaliação dos efeitos sedativo e antinociceptivo da dexmedetomidina, os animais serão submetidos a cinco tratamentos: midazolam 2 mg/kg (MID), dexmedetomidina 100 µg/kg (D100), dexmedetomidina 200 µg/kg (D200), dexmedetomidina 400 µg/kg (D400) e 0,8 mL/kg de NaCl 0,9% (Controle), todos administrados por via IM. O efeito sedativo da dexmedetomidina será determinado utilizando-se a escala validada na fase anterior. O efeito antinociceptivo será avaliado pela latência do reflexo de retirada do membro frente a um estímulo térmico, técnica que já vem sendo utilizada em outros estudos do grupo. Por fim, será avaliado o efeito poupador de sevofluorano nas iguanas. Em um primeiro momento será determinada a concentração anestésica mínima (CAM) de cada iguana, seguindo o método bracketing. Em um momento posterior, os animais receberão dexmedetomidina, 30 minutos antes da indução anestésica, e a CAM será novamente determinada, pelo mesmo método. Espera-se que o estudo possa fornecer dados consistentes para o uso da dexmedetomidina como analgésico, sedativo e também como parte de protocolos de anestesia geral inalatória, contribuindo com o avanço da anestesia e analgesia nesta espécie.
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), Mariana Cardoso Sanchees
- Concluído2018 – 2020Pesquisa
Desenvolvimento de biocompósito polimérico à base de ácido polilático e nanopartículas para liberação controlada de metadona
O controle da dor severa em animais é muitas vezes insatisfatório, principalmente devido o controle rigoroso de alguns medicamentos e à dificuldade do tratamento analgésico realizado pelo proprietário, exigindo regime de internação. Nesse sentido, a via transdérmica pode ser uma alternativa para a administração de opioides, uma vez que é de simples aplicação e possui potencial para promover analgesia prolongada. O presente estudo objetiva a obtenção e caracterização de um compósito polimérico baseado em fibras de ácido polilático (PLA) como suporte de nanopartículas cerâmicas para o desenvolvimento da base de um dispositivo transdérmico para liberação controlada de metadona. A obtenção dos compósitos terá início com a síntese de nanopartículas de sílica pelo método sol-gel e de hidroxiapatita pelo método de coprecipitação. Estas serão caracterizadas quanto à cristalinidade, pureza, carga de superfície, porosidade, forma e tamanho e comparadas quanto à capacidade de adsorção do fármaco. A metadona será então incorporada às nanopartículas, que por sua vez serão imobilizadas em fibras de PLA pelo processo de eletrofiação, formando compósitos de PLA:metadona, PLA:sílica:metadona e PLA:hidroxiapatita:metadona. Os compósitos assim obtidos serão caracterizados quanto à distribuição e homogeneidade das nanopartículas nas fibras, comportamento térmico e propriedades mecânicas. O estudo de liberação in vitro da metadona será realizado em solução tamponada com temperatura e pH semelhantes aos da superfície da pele, com o intuito de avaliar e comparar a capacidade de liberação do fármaco por cada material em função do tempo. Dessa maneira, pretende-se obter um material biodegradável, biocompatível e com potencial efetivo para liberação transdérmica controlada de metadona, que poderá encontrar aplicação como método alternativo no manejo prolongado da dor moderada e severa.
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), CENSONI, JULIA BARRIONUEVO, Elaine Cristina Paris
- Em andamento2018 – presentePesquisa
Influência da morfina e metadona sobre o crescimento do tumor ascítico de Ehrlich em camundongos
Os fármacos opioides, especialmente a morfina e a metadona, são recomendados para o tratamento da dor oncológica, caracterizada como moderada a grave. A morfina e a metadona demonstraram efeitos tanto pró quanto antitumorais em condições experimentais, a depender do tipo de tumor, dose e período de administração dos fármacos, tanto in vivo quanto in vitro. O objetivo do presente estudo consiste em verificar a influência de tratamentos com morfina ou metadona no ciclo celular de camundongos Balb/c fêmeas com tumor ascítico de Ehrlich. Para isso, os animais receberão células do tumor ascítico de Ehrlich via intraperitoneal e, após 24 horas, serão distribuídos em sete grupos, a saber: 5, 7,5 e 10 mg/kg de morfina (Mo5, Mo7,5 e Mo10, respectivamente), 2,85, 4,3 e 5,7 mg/kg de metadona (Me2,85, Me4,3 e Me5,7, respectivamente) e o grupo controle, o qual receberá 0,3 mL de NaCl 0,9%. Os tratamentos serão administrados por via subcutânea a cada 6 horas, durante 7 dias. Diariamente os animais serão avaliados quanto ao peso e circunferência abdominal. No oitavo os animais serão submetidos à eutanásia em câmara de CO2. O líquido ascítico será coletado e avaliado quanto ao volume, número de células tumorais, por meio de contagem microscópica, e ciclo celular por citometria de fluxo. Essas análises permitirão verificar o quanto a morfina e a metadona, administradas de forma prolongada, podem influenciar na redução da carga tumoral de maneira dose dependente em camundongos fêmeas com tumor ascítico de Ehrlich.
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), Heidge Fukumasu, Daniele dos Santos Martins, Milena Facina Bovi, CMC Mori, ECL Martinelli, LE Raspantini
- Concluído2018 – 2021Pesquisa
Influência do decúbito na ocorrência de shunt pulmonar em ovinos mantidos em anestesia inalatória
Modelos experimentais animais são amplamente utilizados na pesquisa científica. Dentre esses, a espécie ovina é uma das mais utilizadas em pesquisas biomédicas e no teste de biomateriais, visto que mimetiza condições clínicas semelhantes à de humanos. Durante anestesia geral inalatória, estes animais estão sujeitos à hipoventilação e hipóxia, uma vez que os órgãos da cavidade abdominal exercem pressão sobre o diafragma, resultando em shunt pulmonar. Esta condição ocorre quando não há correta oxigenação dos alvéolos pulmonares, embora possam estar corretamente perfundidos. O presente estudo visa determinar o impacto de diferentes decúbitos durante a anestesia inalatória em ovinos, priorizando o estudo das alterações ventilatórias e de shunt pulmonar. Para esse fim, 7 ovinos hígidos, entre machos e fêmeas, serão mantidos em anestesia inalatória com 1,3 CAM de isofluorano e submetidos à ventilação mecânica controlada por pressão (10 mmHg), com f fixada em 12 mpm e pressão positiva ao final da expiração em 0 mmHg (ZEEP). Imediatamente após indução anestésica, os animais serão submetidos a um de três diferentes tratamentos, a saber: decúbitos dorsal, lateral esquerdo ou lateral direito. A definição da ordem dos tratamentos será determinada de forma randomizada, sendo que todos os animais serão submetidos a todos os tratamentos, com duração de 120 minutos cada. O intervalo entre os tratamentos será de no mínimo 15 dias. Serão coletadas amostras de sangue arterial e venoso para análises de gases sanguíneos imediatamente após indução anestésica, 60 minutos após a indução e após 120 minutos de indução. Os resultados obtidos serão utilizados para se calcular a fração de shunt pulmonar, por meio de modelo matemático preestabelecido. Espera-se determinar um decúbito que favoreça mínimas intercorrências durante avaliações ventilatórias.
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), Mariana Cardoso Sanchees, Roberto Romano do Prado Filho
- Concluído2018 – 2020Pesquisa
Influência da detomidina ou romifidina na manutenção e recuperação anestésica em equinos submetidos à anestesia por isofluorano
O objetivo desse estudo foi comparar o efeito redutor de requerimento de isofluorano durante infusão continua com 0,08 μg/kg/min de detomidina ou 0,66 μg/kg/min de romifidina, e de dois diferentes bolus de detomidina (2.5 μg/kg e 5 μg/kg) ou romifidina (20 μg/kg) na qualidade da recuperação não assistida. Foram utilizados 63 equinos hígidos submetidos a anestesia inalatória com isofluorano para realização de procedimento cirúrgico eletivo. Os animais foram alocados aleatoriamente em três grupos de 21 animais em cada. Os animais do grupo D5 foram tratados com infusão contínua de 0,08 μg/kg/min de detomidina e receberam bolus de 5 μg/kg de detomidina ao final do procedimento anestésico. Os do grupo D2.5 receberam infusão contínua de 0,08 μg/kg/min de detomidina e bolus de 2.5 μg/kg de detomidina ao final do procedimento anestésico. Os do grupo R foram tratados com infusão contínua de 0,66 μg/kg/min de romifidina e bolus de 20 μg/kg de romifidina ao final do procedimento anestésico. Foram comparados os parâmetros cardiovasculares e hemogasométricos, a fração expirada de isofluorano (FE?ISO) para manutenção anestésica entre os grupos, assim como a qualidade de recuperação. A recuperação anestésica foi avaliada de forma objetiva, por comparação do tempo de duração das diferentes fases da recuperação, desde o fim da anestesia até posição quadrupedal definitiva, e de forma subjetiva por escores qualitativos para coordenação e ataxia durante transição do decúbito lateral até posição quadrupedal. Não foram observadas diferenças significativas nos parâmetros cardiovasculares entre os grupos. O grupo D5 apresentou valores significativamente menores de pressão parcial de oxigênio em comparação ao grupo R aos 5 minutos (D5 82 [68-122]; D2.5 93 [82-140]; R 140 [80-261]) e aos 60 minutos (D5 68 [61-103]; D2.5 77 [56-124]; R 111 [93-195]) de anestesia. Não foram observadas diferenças na FE?ISO entre os grupos (D5 1,1 [1-1,1]; D2.5 1 [1-1,2]; R 1 [0,95-1,1]). Não foram observadas diferenças nos tempos médios de recuperação entre os grupos (D5 42 ± 16,7; D2.5 42 ± 14; R 44 ± 15 minutos), sendo que o grupo romifidina apresentou escores finais significativamente melhores em comparação aos grupos tratados com detomidina (D5 2 [2?5]; D2.5 2 [2?2]; R 1.5 [1?3.5]; escore variou de 1 [melhor] a 6 [pior]). O grupo D5 apresentou pior qualidade de recuperação anestésica em comparação aos grupos D2.5 e R.
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), Bruna B Alonso, Frank Gasthuys, Stijn Schauvliege
- Concluído2017 – 2021Pesquisa
Impacto do bloqueio de plexo braquial em tartarugas verdes (Chelonia mydas) anestesiadas com sevofluorano para exérese de fibropapiloma
O objetivo do estudo é adaptar a técnica do bloqueio de plexo braquial em tartarugas verdes para exérese de fibropapilomas, diminuindo o requerimento de anestésico inalatório. Assim, numa primeira etapa, serão utilizadas três carcaças de tartarugas verdes para identificar os principais nervos do plexo braquial num estudo anátomo-topográfico. Na segunda etapa, doze animais com fibropapilomatose serão sedados, induzidos com propofol e intubados. Os animais serão mantidos sob anestesia geral inalatória e ventilação artificial. Inicialmente, receberão uma fração expirada de 2,5V% de sevofluorano, serão monitorados por traçado eletrocardiográfico a fim de detectar a frequência cardíaca (FC) e ritmo cardíaco; concentração de CO2 no final da expiração (ETCO2); fração inspirada e expirada de sevofluorano (FI?Sevo e FE?Sevo), pressão arterial não invasiva, reflexos palpebral, corneal, cloacal e reflexos de pinçamento digital e tônus muscular. Após estabilização (FE?Sevo entre 2,0 e 2,5V%), animais do grupo controle, receberão apenas anestesia inalatória (n = 6) e animais do grupo bloqueio receberão a associação das técnicas locorregional e inalatória (n = 6). Os nervos do plexo braquial serão localizados com o uso de um neurolocalizador e bloqueados com lidocaína 2%. Os animais serão monitorados a cada cinco minutos (5 min) em relação à FC, ritmo cardíaco, ETCO2, FI?Sevo, FE?Sevo, PAS, PAM, PAD bem como quanto à profundidade anestésica (determinada de acordo com os reflexos palpebral, corneal, cloacal, pinçamento e tônus muscular). Caso o animal apresente reflexo palpebral ou relaxamento muscular inadequado, a FI?Sevo será elevada em 10% e será aguardado 5 min para o retorno da exérese. Caso o reflexo corneal ou cloacal, ou mesmo ambos, estejam ausentes a FE?Sevo será diminuída em 10%. As variáveis aferidas entre os dois grupos serão comparadas para verificar se haverá diminuição de FI Sevo ou FE Sevo após uso do bloqueio de plexo braquial.
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), Gustavo Henrique Pereira Dutra
- Concluído2017 – 2021Pesquisa
Protocolos reversíveis de contenção química em capivaras (Hydrochoerus hydrochaeris) de vida livre
A Febre Maculosa Brasileira (FMB) pode causar infecção com quadro clínico severo e levar a morte se não for tratada corretamente. A capivara (Hydrochoerus hydrochaeris) é considerada uma importante amplificadora da doença na natureza, o que torna necessário seu controle populacional e a técnica da deferentectomia tem se mostrado a mais indicada. Para tanto, os animais devem ser contidos quimicamente e o uso de anestésicos dissociativos, amplamente utilizados, tem mostrado uma série de limitações e contraindicações. O presente projeto visa comparar diferentes protocolos de contenção química e a reversão total e parcial dos mesmos. Espera-se que um ou mais protocolos sejam eficazes na contenção de capivaras de vida livre para realização de procedimentos rápidos e que sua reversão promova um retorno mais rápido ao seu ambiente, o que possibilitará o manejo de uma maior quantidade de animais e de forma mais segura. Serão utilizados 56 animais, os quais serão divididos em dois grupos (n = 28) e submetidos a um dos protocolos a saber: dexmedetomidina (0,02mg/kg) + midazolam (0,5mg/kg) + butorfanol (0,1mg/kg) (DMB) ou metadona (0,3mg/kg) (DMM), IM. Cada grupo passará por duas subdivisões. Na primeira, 50% dos animais receberão suplementação de 100% de O2 e os outros 50% receberão ar ambiente. Na segunda, após 40 minutos de contenção, 50% de cada subgrupo receberá flumazenil (0,02 mg/kg) + atipamezole (0,1 mg/kg) + naloxona (0,04 mg/kg) para reversão completa do protocolo e os outros animais receberão apenas flumazenil e atipamezole. Assim, serão formados oito subgrupos (DMB-O2-Completo, DMB-O2-Parcial, DMB-Ar-Completo, DMB-Ar-Parcial, DMM-O2-Completo, DMM-O2-Parcial, DMM-Ar- Completo e DMM-Ar-Parcial) com sete capivaras em cada. Durante a contenção serão monitoradas as frequências cardíaca e respiratória, temperatura, pressão não invasiva, bem como gases sanguíneos e eletrólitos. A duração e a qualidade das fases de contenção serão avaliadas baseada em escalas comportamentais. O protocolo mais eficiente e seguro será utilizado, em associação à técnicas de bloqueio local, para realização de deferentectomia.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), Nathalia Villaça Xavier, Jefferson F Cordeiro, Milena Facina Bovi, Elidiane Rusch, Mariana Cardoso Sanchees
- Concluído2014 – 2020Pesquisa
Caracterização dos receptores opioides no Sistema Nervoso Central e avaliação dos efeitos analgésico e sedativo dos opioides em teiús (Salvator merianae) e iguanas-verdes (Iguana iguana)
O estudo tem como objetivos caracterizar e localizar os receptores opioides (OR) no Sistema Nervoso Central (SNC) de tieús (Salvator merianae) e iguanas-verdes (Iguana iguana), avaliar o efeito sedativo e analgésico da morfina e do butorfanol nesses animais, além de avaliar a influência da sazonalidade frente a esses testes. Para a caracterização e localização dos OR no SNC, serão realizadas as amplificações dos cDNAs referentes aos OR utilizando a técnica de 3` e 5` RACE PCR e imunohistoquímica. Para realização da segunda e terceira fases os animais serão submetidos a tratamentos com doses de morfina, butorfanol e solução salina 0,9%. Será avaliada a atividade locomotora dos animais, por meio de teste de campo aberto e analgesia, por meio de teste de termoestimulação. Espera-se que o estudo permita caracterizar e localizar os MOR e KOR no SNC de teiús e iguanas, bem como esclarecer os efeitos sedativos e analgésicos da morfina e do butorfanol nessas espécies. Ademais, espera-se determinar as doses mais adequadas dos opioides testados para os teiús e as iguanas.
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), Shayne Pedrozo Bisetto, Augusto Shinya Abe, Heidge Fukumasu, Thais Feres Bressan, William Petroni Leal
- Concluído2014 – 2016Pesquisa
Sedação parcialmente reversível em Veado-mateiro (Mazama americana) em cativeiro
O estudo objetiva avaliar um protocolo parcialmente reversível para sedação de veados-mateiro (Mazama americana), que permita procedimentos comumente utilizados no manejo dessa espécie em cativeiro. Serão utilizados animais adultos, saudáveis pertencentes ao Núcleo de Pesquisa e Conservação de Cervídeos (NUPECCE), UNESP-Jaboticabal. Os animais serão submetidos a dois tratamentos realizados de forma aleatória e por sorteio, a saber: Contenção sem Reversão (SR), que receberá a associação de xilazina e azaperone pela via intramuscular e Contenção com Reversão (RP), que receberá o tratamento do SR e, após 60 minutos, receberá ioimbina pela via intravenosa. O tempo de latência será determinado e a qualidade da contenção química será avaliada por meio de filmagem dos animais em baia comportamental, bem como será realizada sua pontuação por meio de escalas descritivas pré-estabelecidas, durante 60 minutos a partir do basal. A qualidade da recuperação de ambos os grupos também será avaliada conforme descrito anteriormente, e o tempo de recuperação será mensurado. Pretende-se definir um protocolo que seja efetivo e seguro para contenção química desses animais, bem como parcialmente reversível.
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), André Nicolai Elias da Silva, Bárbara Giacomini Ferrari, José Maurício Barbanti Duarte
- Concluído2013 – 2017Pesquisa
Determinação da concentração anestésica mínima do sevofluorano em pinguins de Magalhães (Spheniscus magellanicus) e avaliação dessa anestesia sob diferentes frações inspiradas de oxigênio
O estudo objetiva estabelecer a concentração anestésica mínima (CAM) do sevofluorano em pinguins de Magalhães (Spheniscus magellanicus), por meio de desafio de estimulação elétrica. Ainda, será avaliada a influência de diferentes concentrações nas frações inspiradas de O2 nessa anestesia. Serão utilizados animais adultos, saudáveis e sem distinção quanto ao sexo. Em uma primeira etapa, em que o foco será o estabelecimento da CAM, os animais serão submetidos à anestesia por sevofluorano e isofluorano, com auxílio de máscara facial e circuito avalvular. A determinação da CAM será realizada de acordo com o delineamento ?quantal study design?; desta forma cada animal será exposto uma única vez a uma concentração anestésica pré-determinada por estudo piloto, por um período definido, seguido da aplicação de um estímulo elétrico. Para realização da segunda etapa, todos os animais serão submetidos à anestesia com 1,5 CAM correspondente à primeira fase, sendo que os agentes anestésicos serão diluídos em diferentes frações de O2. Acredita-se que com os resultados obtidos neste estudo, poderão ser estabelecido padrões de sevofluorano nessa espécie, bem como correlacionar a capacidade pulmonar e resistência desses animais frente a diferentes frações inspiradas de O2.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), André Nicolai Elias da Silva, William Petroni Leal, Giuliano Souza Mendonça de Araújo, Gustavo Henrique Pereira Dutra
- Concluído2012 – 2014Pesquisa
Analgesia por infusão intravenosa contínua de opioides em equinos submetidos à sinovite carpal com lipopolissacarídeo
O estudo objetiva avaliar a eficácia da infusão intravenosa contínua de morfina, burtofanol, metadona ou tramadol no controle da dor em equinos com sinovite carpal aguda, induzida por lipopolissacarídeo (LPS). Serão utilizados doze equinos adultos e hígidos, os quais serão submetidos ao modelo de sinovite, administrando-se 0,5ng de LPS na articulação radiocarpiana direita ou esquerda e, 3 horas pós-LPS, serão submetidos a dois dos quatro tratamentos propostos, a saber: Grupo morfina (Mo), consistindo em um bolus IV de 0,15mg/kg de morfina seguido de infusão contínua de 0,1mg/kg/h; Grupo butorfanol (B), com bolus inicial de 25μg/kg de butorfanol seguido de infusão contínua de 25μg/kg/h; Grupo metadona (Me), com bolus inicial de 0,5mg/kg de metadona seguido de infusão contínua de 0,5mg/kg/h, e grupo tramadol (T), com bolus inicial de 1,5mg/kg de tramadol seguido de infusão contínua de 1mg/kg/h. Todas as infusões serão mantidas por um período de três horas. Serão avaliados grau de claudicação, frequência cardíaca, pressão arterial sistólica, temperatura e motilidade intestinal antes do LPS (basal), em 90 min, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 12, 14, 16 e 24 h pós-LPS. Espera-se que um ou mais tratamentos sejam eficazes no controle da dor articular naqueles equinos e que, em decorrência da dose e modo de administração, acredita-se que os efeitos adversos do uso de opioides em equinos seja minimizado, o que garantirá analgesia considerável e estabilidade fisiológica.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), Gabrielle Coelho Freitas, Nathalia Villaça Xavier, Martina H Ribeiro, Renata G S Dória
- Concluído2012 – 2013Pesquisa
Determinação das doses de cetamina e xilazina, por alometria, em três espécies de felídeos selvagens
O estudo objetiva correlacionar parâmetros fisiológicos da associação entre cetamina e xilazina, determinada por alometria, entre um animal-referência e três felídeos selvagens. Serão utilizados quatro grupos: o grupo-referência (GR) formado por seis gatos domésticos com peso médio de 4 kg; o grupo-alvo 1 (GA1), formado por seis jaguatiricas (10 a 15 kg), o grupo-alvo 2 (GA2), formado por seis suçuaranas (60 a 80 kg) e os grupos-alvo 3 (GA3), formado por seis leões (150 a 250 kg). Os animais receberão a associação de cetamina e xilazina IM, sendo que o GR receberá doses pré-estabelecidas em literatura e nos GAs as doses serão calculadas por extrapolação alométrica baseando-se no GR. Serão avaliados período de latência, qualidade de indução, recuperação e tempo hábil de anestesia, frequência cardíaca, pressões arteriais, frequência respiratória, temperatura corporal, pH, gases sanguíneos e eletrólitos. Espera-se que a extrapolação alométrica seja eficiente na determinação de doses de cetamina e xilazina nos GAs.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), Gabrielle Coelho Freitas, Shayne Pedrozo Bisetto, Nathalia Villaça Xavier, Elton V Sterzo
- Concluído2010 – 2013Pesquisa
Toxicidade renal e hepática da tepoxalina em cães e gatos submetidos à hipotensão com isofluorano
O estudo objetiva investigar as possíveis toxicidades renal e hepática, aguda e subaguda, da administração de tepoxalina em cães e gatos submetidos à hipotensão por isofluorano. O estudo seguirá a mesma metodologia para as duas espécies. Assim, os animais serão divididos em três grupos, os quais receberão tepoxalina VO duas horas antes do procedimento anestésico (PRÉ), ou a mesma dose 30 minutos após a anestesia (PÓS), além de um grupo controle, que serão apenas anestesiados. Para o estudo subagudo, os animais do PRÉ e PÓS também receberão doses de tepoxalina, administradas a cada 24 horas durante cinco dias. Os animais serão induzidos e mantidos com isofluorano, em vaporização variável para que a PAM seja mantida entre 50?60mmHg, caracterizando um quadro de hipotensão moderada. Para a avaliação renal e hepática determinar-se-á os níveis séricos de uréia, creatinina (Cr), alanina amino transferase, fosfatase alcalina, ɣ-glutamiltransferase (GGT), proteínas plasmáticas e os níveis urinários de GGT, Cr e a proporção GGT:Cr em 12h, 24h e sete dias após o procedimento. Acredita-se que com isso seja possível atestar a segurança da tepoxalina em animais hipotensos e evidenciar se haverá possíveis efeitos deletérios subagudos associados ao uso durante cinco dias.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), Sônia Terezinha dos Anjos Lopes, Gabrielle Coelho Freitas, Carlize Lopes, Franciele C Paim, Shayne Pedrozo Bisetto, Nathalia Villaça Xavier, Aline S Barbosa +2 integrantes
- Concluído2008 – 2010Pesquisa
Anestesia epidural com agonistas alfa-2 adrenérgicos e lidocaína para ovariohisterectomia eletiva em cadelas.
Objetivou-se determinar a viabilidade e efeitos cardiorrespiratórios da associação entre diferentes agonistas α2-adrenérgicos e lidocaína via epidural para realização de ovariossalpingohisterectomia (OSH) em cadelas. Foram castradas 42 cadelas, as quais eram mantidas sob anestesia epidural lombossacral com lidocaína 1% com vasoconstrictor (CON) ou em associação com 0,25 mg/kg de xilazina (XIL), 2 μg/kg de dexmedetomidina (DEX), 5 μg/kg de clonidina (CLO), 10 μg/kg de romifidina (ROM), ou 30 μg/kg de detomidina (DET), perfazendo um volume final de 1ml/4kg. Avaliou-se FC, f, PAS, PAM e PAD. Caso necessário, os animais eram submetidos à anestesia inalatória com isofluorano. Avaliou-se o tempo de bloqueio anestésico e analgesia pós-operatória. Todos os animais do CON e DEX, cinco animais do ROM e CLO, quatro animais do XIL e três do DET necessitaram de complementação com isofluorano. Todos os grupos, exceto CLO, apresentaram diminuição da FC após a epidural. Houve aumento das pressões arteriais em todos os grupos, observando-se hipertensão acentuada no DET. Os valores de f, gases sanguíneos e tempo de bloqueio anestésico não diferiram entre grupos. A analgesia pós-operatória foi mais duradoura no XIL, persistindo por até quatro horas. Nenhum dos protocolos foi totalmente eficiente para a realização do procedimento, porém a xilazina produziu analgesia pós-operatória mais duradoura. A EVA revelou-se a escala mais sensível. A EVA e a escala de Melbourne determinaram boa correlação, sugerindo que se considere uma pontuação menor na escala de Melbourne como critério para administração de analgesia resgate.
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), Carlize Lopes, daniel curvello de mendonça muller, Martielo Ivan Gehrcke, Virgínia Heinze Pohl, Clarissa
- Concluído2006 – 2008Pesquisa
Analgesia epidural com morfina ou buprenorfina em pôneis submetidos à sinovite carpal com lipopolissacarídeo
O estudo objetivou avaliar os efeitos fisiológicos e analgésicos da administração epidural de 0,1 mg/kg de morfina ou 5 μg/kg de buprenorfina em pôneis submetidos à sinovite induzida com lipopolissacarídeo (LPS) de E. coli na articulação radiocarpiana. Foram utilizados seis pôneis hígidos, divididos em 3 grupos autocontrole e dispostos em um Quadrado Latino. O controle (GC) recebeu 0,15 mL/kg de solução de NaCl 0,9%, o grupo morfina (GM) recebeu 0,1 mg/kg de morfina e o grupo buprenorfina (GB) 5 μg/kg de buprenorfina, ambos pela via epidural e diluídos em solução de NaCl 0,9%, padronizando-se um volume final de 0,15 mL/kg e tempo de administração de 10 segundos/mL. Os animais foram sedados e submetidos ao modelo de indução da sinovite, administrando-se 0,5 ng de LPS na articulação radiocarpiana. Foram avaliados a FC, f, PAS, TPC, coloração das mucosas, TC, motilidade intestinal, dor à palpação, ângulo de flexão máxima do carpo, dor à flexão máxima, grau de movimentação da articulação, comprimento do passo e grau de claudicação. O modelo de indução da sinovite produziu alterações no grau de claudicação, dor à palpação e ângulo de flexão, mantendo presentes dor à flexão máxima e reduzido grau de movimentação da articulação, mas não causou alterações nos parâmetros fisiológicos. O GC apresentou diferença na análise da claudicação em relação aos parâmetros basais até 12 horas. GM e GB apresentaram redução de claudicação entre 30 minutos e 12 horas, e 6 e 12 horas, respectivamente. Concluiu-se que a morfina proporcionou analgesia entre 30 minutos e 12 horas após a sua administração, enquanto que a buprenorfina apresentou esse efeito somente após 6 horas, permanecendo por mais 6 horas.
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), Flávio Desessards de La Corte, Gabrielle Coelho Freitas, Lara, V.M., Martielo Ivan Gehrcke, Ricardo Pozzobon
- Concluído2006 – 2008Pesquisa
Efeitos fisiológicos e sedativo da associação de buprenorfina e xilazina em equinos
O estudo teve como objetivo investigar o efeito sedativo e as alterações hemodinâmicas, pulmonares e digestória decorrentes da utilização da associação neuroleptoanalgésica entre a buprenorfina e diferentes doses de xilazina. Os animais foram divididos em quatro grupos autocontrole, sendo grupo controle, e outros três grupos, com a associação de buprenorfina 10 μg/kg associada a diferentes doses de xilazina, 0,25 mg/kg (BX25), 0,5 mg/kg (BX50) e 0,75 mg/kg (BX75) IV. Avaliou- se a atividade sedativa, motilidade intestinal, FC, f, P AS, P AM, P AD, parâmetros hemogasométricos e temperatura corpórea. Foi observado efeito sedativo significante nos três grupos com a associação neuroleptoanalgésica, perdurando por até 45 min no BX75 com severa ataxia. Observou-se hipomotilidade 5 minutos após a administração perdurando por 480 min. Os parâmetros hemodinâmicos elevaram-se após os 45 min, não sendo observadas alterações na frequência respiratória e nos parâmetros hemogasométricos, ocorrendo aumento somente no HCO3-. Conclui-se que houve efeito sinérgico entre os dois fármacos, mantendo estabilidade hemodinâmica, com mínimas alterações pulmonares. A hipomotilidade promovida pela associação deve ser considerada quando usada em equinos com distúrbios gastrintestinais.
EquipeAdriano Bonfim Carregaro (Responsável), Rômulo Rotilli Antonow, Melissa MACHADO, Cruz, Fernando Silvério Ferreira da
Orientações
- Mestrado
desde 2025Alline Morgana Silva Leite · OrientaçãoImpacto do modo de suplementação de oxigênio na recuperação anestésica de equinos submetidos à laparotomia por síndrome cólica · Biociência Animal · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2025Isabela Maciel Soriano · OrientaçãoEfeito sedativo e analgésico da dexmedetomidina em cascavéis · Biociência Animal · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2025Ayanne Walchhutter · OrientaçãoAvaliação analgésica da pregabalina em gatas submetidas à ovariohisterectomia eletiva · Biociência Animal · Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2025Gustavo Antonio Boff · OrientaçãoEfeito poupador da dexmedetomidina na CAM e CAM-BAR do isoflurano e sevoflurano em cascavéis · Biociência Animal · Universidade de São PauloEm andamento - Iniciação Científica
desde 2025Lidia Ruivo Santos · OrientaçãoPotencial antinociceptivo da temperatura corporal em iguanas-verdes: Revisitando a ectotermia por meio do teste plantar · Medicina Veterinária · Universidade de São Paulo · Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoEm andamento - Doutorado
desde 2024Luiza Guimarães Peruchi · OrientaçãoEfeito da farmacupuntura e metadona nos biomarcadores inflamatórios de equinos submetidos à orquiectomia · Biociência Animal · Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2024Isabela Torquato de Lima · OrientaçãoDesenvolvimento de sistemas transdérmicos para liberação controlada de metadona · Biociência Animal · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2023Mariana Ambroso Adib Donato Henriques · OrientaçãoAplicação clínica do bloqueio ecoguiado do plano transverso do abdome (TAP) em equinos submetidos à anestesia inalatória. · Biociência Animal · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorEm andamento - Doutorado
desde 2023André Augusto Justo · OrientaçãoInfluência da sazonalidade na anestesia inalatória de iguanas · Biociência Animal · Universidade de São Paulo · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento
Bancas julgadoras
152 registros- 2025Stefani Maria FerreiraCaracterização farmacocinética e do perfil de metabólitos plasmáticos do fipronil de uso tópico em bovinos · Patologia Experimental e Comparada · Universidade de São PauloBanca: André Tadeu Gotardo, Maria Claudia Araripe Sucupira, Adriano Bonfim CarregaroMestrado
- 2025Anestesiologia Veterinária· Universidade Federal de LavrasBanca: Rogério Magno do Vale Barroso, Marcos Ferrante, André Luis Corrêa, Adriano Bonfim Carregaro, Ticiana Meireles SousaConcurso público
- 2024Ivy Silva de La Rocque PinhoInfluência de uma dose subanestésica de cetamina sobre o grau de sedação, variáveis fisiológicas e dose de propofol em gatos premedicados com dexmedetomidina e metadona: estudo clínico, prospectivo e randomizado · Ciências Veterinárias · Universidade Federal do Rio Grande do SulBanca: Eduardo Raposo Monteiro, Adriano Bonfim Carregaro, Fabíola Bono Fukushima, Juan Carlos Duque MorenoMestrado
- 2024Isabela Peixoto RabeloAdministração intranasal vs intramuscular de azaperone, midazolam e cetamina em suínos · Cirurgia Veterinária · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Carlos Augusto Araújo Valadão, Adriano Bonfim Carregaro, Nilson Oleskovicz, Annelise Carla Camplesi dos Santos, Paulo Aléscio CanolaDoutorado
- 2024Elidiane RuschInfluência da morfina sobre a produção de citocinas por células mononucleares de equinos in vitro · Biociência Animal · Universidade de São PauloBanca: Adriano Bonfim Carregaro, Ricardo Miyasaka de Almeida, Renata G S Dória, Gabrielle Coelho Freitas, Paulo Sérgio Patto dos SantosDoutorado
- 2024Mariana Cardoso SanchesEfeito sedativo e antinociceptivo da dexmedetomidina e sua influência sobre a concentração anestésica mínima de sevoflurano em iguanas-verdes · Biociência Animal · Universidade de São PauloBanca: Adriano Bonfim Carregaro, Silvia Renata Gaido Cortopassi, André Nicolai Elias da Silva, André Escobar, Roberto ThiesenDoutorado
- 2024Samara Oliveira PieritzScaffolds porosos de alumina-zircônia revestidos com fosfato de cálcio em defeitos ósseos de coelhos · Biociência Animal · Universidade de São PauloBanca: Adriano Bonfim Carregaro, Eliana Cristina da Silva Rigo, FELICIANO M A RExame de qualificação de mestrado
- 2024Julia Belotto GuaranáAvaliação posoperatória prolongada de suínos submetidos à técnica de autotransplante anorretal · Biociência Animal · Universidade de São PauloBanca: Adriano Bonfim Carregaro, Carlos Frederico Sparapan Marques, Patricia CastelucciExame de qualificação de mestrado
- 2023João Victor Barbieri FerronattoInfluência da gabapentina sobre o grau de sedação, variáveis fisiológicas e dose de propofol em gatos premedicados com acepromazina e metadona: estudo clínico, prospectivo e randomizado · Ciências Veterinárias · Universidade Federal do Rio Grande do SulBanca: Eduardo Raposo Monteiro, Martielo Ivan Gehrcke, Adriano Bonfim Carregaro, Vanessa Sasso PadilhaMestrado
- 2023Lucimara StrugavaDescrição da técnica de injeção ecoguiada para bloqueio do nervo tibial por abordagem lateral proximal e estudo de dispersão de corante em equinos: Estudo cadavérico. · Ciências Veterinárias · Universidade Federal do ParanáBanca: Juan Carlos Duque Moreno, Marcello Machado, Adriano Bonfim CarregaroMestrado
- 2023Carolina Hagy GirottoComparação da ventilação do eespaço morto em gatos e cães de pequeno porte recebendo ventilação controlada com volume corrente de 12 ml/kg · Biotecnologia Animal · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Francisco José Teixeira Neto, Antonio José de Araújjo Aguiar, Adriano Bonfim Carregaro, Guillermo Carlos Veiga de Oliveira, Soares, João FabioDoutorado
- 2022Bruna Stanigher BarbosaRecuperação clínica e resposta à dor em bezerros descornados com ferro quente: influência do estresse pré-natal · Clínica Veterinária · Universidade de São PauloBanca: Fabio Celidonio Pogliani, camila squarzoni dale, Thiago santin, Maria José Hotzel, Adriano Bonfim CarregaroDoutorado
- 2022Alois Foltran MullerEmprego da técnica de TightRope modificada associada ou não à fáscia lata autógena no tratamento de cães com insuficiência do ligamento cruzado cranial · Biociência Animal · Universidade de São PauloBanca: Heidge Fukumasu, Adriano Bonfim Carregaro, Bruno Watanabe MintoExame de qualificação de doutorado
- 2022Progressão para Professora Associada - Marilda Onghero Taffarel· Universidade Estadual de MaringáBanca: Maria José Baptista Barbosa, Max Gimenez Ribeiro, Adriano Bonfim CarregaroOutra
- 2022Progressão para Professor Associado - Juliano Bortolo de Conti· Universidade Estadual de MaringáBanca: Maria José Baptista Barbosa, Max Gimenez Ribeiro, Adriano Bonfim CarregaroOutra
- 2021Roberto Romano do Prado FilhoInfluência do decúbito na ocorrência de shunt pulmonar em ovinos mantidos em anestesia inalatória · Biociência Animal · Universidade de São PauloBanca: Adriano Bonfim Carregaro, Paulo Sérgio Patto dos Santos, Eduardo Raposo MonteiroMestrado
- 2021Éder Juvenardi MarquesUso de infusões de fentanil ou fentanil-lidocaína-cetamina em cadelas submetidas à mastectomia: avaliação transoperatória e pós-operatória · Ciências Veterinárias · Universidade Federal do Rio Grande do SulBanca: Eduardo Raposo Monteiro, Adriano Bonfim Carregaro, Luciana Branquinho Queiroga, Juan Carlos Duque MorenoMestrado
- 2021Gustavo Henrique Pereira DutraAspectos anatomotopográficos e anestesia com sevofluorano para exérese de fibropapilomas em tartarugas verdes (Chelonia mydas) · Biociência Animal · Universidade de São PauloBanca: Adriano Bonfim Carregaro, Silvia Renata Gaido Cortopassi, Líria Queiroz Luz Hirano, Carlos Roberto Teixeira, Carlos Eduardo AmbrósioDoutorado
- 2021Mario Antonio Ferraro RegoAvaliação cardiorrespiratória dos efeitos da anestesia inalatória em capivaras (Hydrocoareus hydrochaeris) submetidas à cirurgia contraceptiva pela técnica convencional e videocirurgia · Clínica Cirúrgica Veterinária · Universidade de São PauloBanca: Silvia Renata Gaido Cortopassi, Luis Claudio Lopes Correia da Silva, Rogério Loesch Zacariotti, Adriano Bonfim Carregaro, Fabricio Braga RassyDoutorado
- 2021Driele TavaresAjustes cardiovasculares em modelo experimental descerebrado, cascavel sulamericana (Crotalus durissus) · Ciências Fisiológicas · Universidade Federal de São CarlosBanca: Cleo Alcantara Costa Leite, Adriano Bonfim Carregaro, Luciano Rivaroli, André Luis da Cruz, Luiz Henrique FlorindoDoutorado
- 2020Bruna Bodini AlonsoInfluência da detomidina ou romifidina na manutenção e recuperação anestésica em equinos submetidos à anestesia por isofluoranoBanca: Adriano Bonfim Carregaro, Juan Carlos Duque Moreno, Rodrigo Romero CorreaMestrado
- 2020André SaldanhaTópicos de atualização em anestesia de roedores e lagomorfos · Ciências Veterinárias · Universidade Federal do ParanáBanca: Rogerio Ribas Lange, Adriano Bonfim Carregaro, José Ricardo PachalyMestrado
- 2020Julia Barrionuevo CensoniDesenvolvimento de biocompósito polimérico à base de ácido polilático e nanopartículas para liberação controlada de metadona · Biociência Animal · Universidade de São PauloBanca: Adriano Bonfim Carregaro, Marilda Onghero Taffarel, Antonio José de Araújjo Aguiar, Silvio Henrique de FreitasMestrado
- 2020Elidiane RuschEfeitos da morfina e metadona sobre o comportamento e crescimento tumoral de camundongos com tumor de Ehrlich · Biociência Animal · Universidade de São PauloBanca: Adriano Bonfim Carregaro, Leandro Guimarães Franco, Maria Lucia Zaidan DagliMestrado
- 2020Mariana Cardoso SanchesDexmedetomidina como adjuvante na anestesia intravenosa total com propofol em gatas submetidas à ovariohisterectomia · Biociência Animal · Universidade de São PauloBanca: Adriano Bonfim Carregaro, Silvia Renata Gaido Cortopassi, Deise C A Leite-Dellova, Suzane Lilian BeierMestrado
Revisor de periódico
27 registros- 2022 – presenteVínculo atualEvidence-based Complementary and Alternative MedicineRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualAnnals of the Brazilian Academy of SciencesRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualANIMALSRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualJournal of the American Association for Laboratory Animal ScienceRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualJournal of Equine Veterinary ScienceRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualNEW ZEALAND VETERINARY JOURNALRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualDrug Design Development and TherapyRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualJOURNAL OF WILDLIFE DISEASESRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualVETERINARSKI ARHIVRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualVeterinary Record Case ReportsRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualARQUIVO BRASILEIRO DE MEDICINA VETERINARIA E ZOOTECNIARevisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualActa Cirúrgica Brasileira (Online)Revisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualAmerican Journal of Veterinary ResearchRevisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualRevue de Médecine VétérinaireRevisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualBritish Journal of Pharmaceutical ResearchRevisor de periódico
- 2014 – presenteVínculo atualPlos OneRevisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualCanadian Journal of Veterinary ResearchRevisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualVeterinary Anaesthesia and Analgesia (Online)Revisor de periódico
- 2012 – presenteVínculo atualLaboratory Animals (London)Revisor de periódico
- 2012 – presenteVínculo atualBMC Veterinary ResearchRevisor de periódico
- 2009 – presenteVínculo atualPesquisa Veterinária BrasileiraRevisor de periódico
- 2009 – presenteVínculo atualARS VeterináriaRevisor de periódico
- 2007 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Veterinary Research and Animal ScienceRevisor de periódico
- 2007 – presenteVínculo atualRevista CeresRevisor de periódico
- 2006 – presenteVínculo atualMEDVEP. Revista Cientifica de Medicina VeterinariaRevisor de periódico
- 2004 – presenteVínculo atualClínica Veterinária (São Paulo)Revisor de periódico
- 2002 – presenteVínculo atualCiência RuralRevisor de periódico
Prêmios e títulos
25 registros- 2025Terceiro lugar - Apresentação oral - Estudo clínico do bloqueio ecoguiado do plano transverso do abdômen com bupivacaína 0,5% pela técnica subcostal modificada em equinos, no XXXII CBAV.Colégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária
- 2025Primeiro lugar - Apresentação oral - Análise crítica do design em bracketing na determinação da concentração alveolar mínima do sevoflurano de iguanas-verdes, no XXXII CBAV.Colégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária
- 2025Primeiro lugar - Apresentação poster - Intercorrências trans-anestésicas em relação a técnicas de anestesia para mastectomia em cadelas - estudo retrospectivo multicêntrico, no XXXII CBAV.Colégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária
- 2023Primeiro lugar - Apresentação oral - Comparação entre eletroestimulação e pinçamento de cauda na determinação da concentração anestésica mínima do sevoflurano em iguanas, no XXX CBAV.Colégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária
- 2023Segundo lugar - Apresentação oral - Impacto da morfina na imunomodulação de equinos, no XXX CBAV.Colégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária
- 2022Terceiro lugar - Apresentação oral - Contenção química reversível com dexmedetomidina, midazolam e butorfanol ou metadona em capivaras (Hydrochoerus hydrochaeris) de vida livre, no XV CBAVColégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária
- 2022Primeiro lugar - Apresentação poster - Influência da morfina e metadona na nocicepção e comportamento de camundongos com carcinoma ascítico de Ehrlich, no XV CBAVColégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária
- 2022Terceiro lugar - Apresentação poster - Avaliação e manejo da dor aguda em aves por médicos veterinários no Brasil, no XV CBAVColégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária
- 2021Especialista em Anestesiologia VeterináriaColégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária
- 2017Segundo lugar - Apresentação oral - Efeitos do midazolam e flumazenil em iguanas verdes (iguana iguana), no XIII EBAVColégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária
- 2016Terceiro lugar - apresentação oral - Efeito antinociceptivo da morfina e butorfanol em teiús (Salvator merianae), no XII CBAV.Colégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária
- 2016Segundo lugar - apresentação poster - Efeitos sedativo e antinociceptivo da morfina e do butorfanol em iguanas-verdes (Iguana iguana), no XII CBAV.Colégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária
- 2016Terceiro lugar - apresentação poster - Efeitos sedativos e antinociceptivos da dexmedetomidina, midazolam e da combinação dexmedetominina-midazolam em teiús (Salvator merianae), no XII CBAV.Colégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária
- 2015Honra ao mérito - Avaliações Sedativa e Analgésica da morfina em Teiús (Salvator merinae) - PosterII Simpósio de Pós-graduação em Biociência Animal
- 2015Segundo lugar - Mestrado - Influência da hialuronidase na anestesia dissociativa de suínos, utilizados como modelo experimental para megavertebradosII Simpósio de Pós-graduação em Biociência Animal
- 2015Segundo lugar - Doutorado - Pressão de Perfusão Intracelomática em Teiús (Salvator merinae)II Simpósio de Pós-graduação em Biociência Animal
- 2014Honra ao mérito - Determinação das concentrações anestésicas mínimas da isofluorano e sevofluorano em pinguins de MagalhãesI Simpósio em Biociência Animal - USP
- 2014Honra ao mérito - Sedação parcialmente reversível em Veado-Mateiro em cativeiroI Simpósio em Biociência Animal - USP
- 2013Segundo lugar - apresentação oral: Inconsistência da extrapolação alométrica para a anestesia dissociativa em felídeos, no XI EAV.Colégio Brasileiro de Anestesiologia Veterinária
- 2010Professor Homenageado da 80ª Turma de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Santa MariaUniversidade Federal de Santa Maria
- 2009Professor Homenageado da 78ª Turma de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Santa MariaUniversidade Federal de Santa Maria
- 2009Terceiro lugar, ao poster Avaliação da fluidoterapia intraóssea em pombos (Columba livia) submetidos à osteossíntese de úmero, no IX EBAV.Colégio Brasileiro de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária
- 2007Segundo lugar, ao poster Contenção química em tamanduás bandeira (Myrmecophaga tridactyla) por extrapolação alométrica, associada à anestesia inalatória, no VIII EBAVColégio Brasileiro de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária
- 2004Quinto lugar, na área de anestesiologia, ao trabalho Padronização invasiva da pressão arterial auricular caudal em cães submetidos à anestesia inalatória, no VI CBCAVColégio Brasileiro de Anestesiologia e Cirurgia Veterinária
- 2002Diploma de Honra ao MéritoRotary Club de Franca
Participação em eventos
50 registros- 2020Anestesia em pets não convencionaisCongresso Beneficente online · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2019Analgesia by pharmacopuncture with flunixin meglumine into the acupoint GV1 (Ho Hai) in horses undergoing elective orchiectomyAVA spring Meeting - Association of Veterinary Anaesthetists · Poster / Painel · Participante · Bristol
- 2019Dor, analgesia e anestesia na instrumentação de animais54 Congresso Anual da SBFis · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2019XIV Encontro Brasileiro de Anestesiologia VeterináriaOuvinte · Foz do Iguaçu
- 2018XIII Congresso Brasileiro de Anestesiologia VeterináriaOuvinte · Brasília
- 2017XIII Encontro Brasileiro de Anestesiologia VeterináriaOuvinte · Rio de Janeiro
- 2016Effects of azaperone and xylazine combination in captive red brockets (Mazama americana)AVA Autumn Meeting · Apresentação oral · Participante · Praga
- 2016XII Congresso Brasileiro de Anestesiologia VeterináriaOuvinte · Curitiba
- 2016I Simpósio de Graduação da FZEAOuvinte · Pirassununga
- 2016I Oficina sobre avaliação de aprendizagemOuvinte · Pirassununga
- 2015Antimicrobial susceptibility of Escherichia coli strains isolated from Alouatta spp. feces to essential oilsInternational Conference on Diseases of Zoo and Wild Animals · Outras formas · Participante · Barcelona
- 2015Veterinary Anesthesia - An essential tool for wildlife support7th International Global Challenges University Alliance Workshop - WhWhy Wildlife? · Apresentação oral · Participante · Uppsala
- 2014XI Congresso Brasileiro de Anestesiologia VeterináriaOuvinte · Águas de Lindóia
- 2013Anestesia em Felídeos SelvagensXI Encontro de Anestesiologia Veterinária · Conferencista · Convidado · Araçatuba - SP
- 2013Effects of morphine, butorphanol or tramadol by continuous rate infusion in horses with lipopolysaccaride (LPS)-induced carpal synovitisAVA Autumn Meeting · Poster / Painel · Participante · Moscou
- 2013Allometric scaling for ketamine-xylazine anaesthesia in wild felidsAVA Autumn Meeting · Poster / Painel · Participante · Moscou
- 2013Fármacos Vasoativos em EquinosXI Encontro de Anestesiologia Veterinária · Conferencista · Convidado · Araçatuba - SP
- 2013XI Encontro de Anestesiologia VeterináriaOuvinte · Araçatuba - SP
- 2013Workshop APG/FZEAOuvinte · Pirassununga
- 2012Safety of tepoxalin on renal functions in dogs exposed to hypotension with isoflurane11th World Congress of Veterinary Anaesthesiology · Apresentação oral · Participante · Cape Town
- 2011Simpósio de Analgesia e Controle da Dor em Pequenos AnimaisOuvinte · Porto Alegre
- 2011Uso de opioides em equinos - Prós e contrasX Encontro Brasileiro de Anestesiologia Veterinária · Conferencista · Convidado · Campos do Jordão
- 2010IX Congresso Brasileiro de Cirurgia e Anestesiologia VeterináriaOuvinte · Buzios - RJ
- 200924a. Jornada Acadêmica IntegradaOuvinte · Santa Maria - RS
- 2009IX Encontro Brasileiro de Anestesiologia VeterináriaOuvinte · Goiânia - GO
