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Perfil do docente · FFLCH

Oliver Tolle.

Livre · Filosofia

Departamento
Filosofia

Currículo atualizado em 23/11/2025

EstéticaHistória da FilosofiaMetafísicaFilosofia

Cita-se como: TOLLE, Oliver;TOLLE, OLIVER

14 seções

Resumo biográfico

Possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1999), mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2003) e doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2008). Atualmente é professor doutor da Universidade de São Paulo. As suas principais áreas de interesse são: Estética e Idealismo Alemão. É Bolsista Produtividade do CNPq desde 2023.

Indicadores

Áreas de atuação

04 registros
  • Ciencias Humanas
    Filosofia
    Estética
  • Ciencias Humanas
    Filosofia
    História da Filosofia
  • Ciencias Humanas
    Filosofia
    Metafísica
  • Ciencias Humanas
    Filosofia

Formação acadêmica

05 registros
  1. 2016 – 2016Pós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · Universidade Federal Fluminense
    Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  2. 2003 – 2008DoutoradoConcluído
    Filosofia · Universidade de São Paulo
    “Luz Estética: A Ciência do Sensível de Baumgarten entre a arte e a iluminação”
    Orientação: Victor KnollBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
  3. 2000 – 2003MestradoConcluído
    Filosofia · Universidade de São Paulo
    “Tradução, seguida de introdução e notas, do capítulo Arquitetura" dos Cursos de Estética de Hegel”
    Orientação: Victor KnollBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
  4. 1991 – 1999GraduaçãoConcluído
    Filosofia · Universidade de São Paulo
    Orientação: Márcio SuzukiBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
  5. Livre-docênciaConcluído
    Livre-docência · Universidade de São Paulo

Idiomas

06 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
AlemãoBemBemBemBem
InglêsBemPoucoPoucoRazoável
EspanholBemPoucoPoucoBem
ItalianoRazoável———
FrancêsRazoável———
LatimRazoável———

Atuação profissional

24 registros
  1. 2020 – 2022Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor Associado IServidor Publico40h/sem
  2. 2019 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor AssociadoServidor Publico40h/sem
  3. 2018 – 2019Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor AdjuntoServidor Publico40h/sem
  4. 2017 – 2018Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor AdjuntoServidor Publico40h/sem
  5. 2016 – 2016Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor AdjuntoServidor Publico40h/sem
  6. 2015 – 2015Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor AdjuntoServidor Publico40h/sem
  7. 2015 – presenteVínculo atual
    Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe
    Revisor de projeto de fomento
  8. 2014 – 2014Dedicação exclusiva
    Universidade Federal de Sergipe
    Professor AdjuntoServidor Publico40h/sem
  9. 2014 – 2014Dedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor Adjunto40h/sem
  10. 2014 – 2015
    Discurso - Departamento de Filosofia da FFLCH DA USP
    Membro de corpo editorial
  11. 2014 – presenteVínculo atual
    Rapsódia (USP)
    Membro de corpo editorial
  12. 2014 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  13. 2013 – 2013Dedicação exclusiva
    Universidade Federal de Sergipe
    Professor AdjuntoServidor Publico40h/sem
  14. 2012 – 2012Dedicação exclusiva
    Universidade Federal de Sergipe
    Professor Adjunto IServidor Publico40h/sem
  15. 2012 – 2012Dedicação exclusiva
    Universidade Federal de Sergipe
    Professor AdjuntoServidor Publico40h/sem
  16. 2011 – 2011Dedicação exclusiva
    Universidade Federal de Sergipe
    Professor Adjunto I40h/sem
  17. 2010 – 2010Dedicação exclusiva
    Universidade Federal de Sergipe
    Professor Adjunto I
  18. 2010 – 2010Dedicação exclusiva
    Universidade Federal de Sergipe
    Professor Adjunto I
  19. 2010 – presenteVínculo atual
    Perspectiva Filosofica (UFPE)
    Membro de corpo editorial
  20. 2009 – 2009Dedicação exclusiva
    Universidade Federal de Alagoas
    Professor Adjunto IServidor Publico
  21. 2009 – 2009Dedicação exclusiva
    Universidade Federal de Sergipe
    Professor Adjunto I
  22. 2008 – 2009Dedicação exclusiva
    Universidade Federal de Alagoas
    Professor Assistente IServidor Publico
  23. 2008 – presenteVínculo atual
    A PALO SECO: ESCRITOS DE FILOSOFIA E LITERATURA
    Membro de corpo editorial
  24. 2006 – 2009Dedicação exclusiva
    Universidade Federal de Alagoas
    Professor Assistente IServidor Publico

Produção bibliográfica

36 registros
12 de 12 itens
Por página
  • 2020
    Um remédio para os males da sensibilidade: a psicologia empírica de Sulzer
    Oliver Tolle · DOIS PONTOS (UFPR) DIGITAL · v. 17 · ISBN 21797412
  • 2020
    A inferência analógica: Um debate entre Christian Selle e Marcus Herz nas páginas do Mensário Berlinense
    Oliver Tolle · REVISTA SOFIA - VERSÃO ELETRÔNICA · v. 9 · ISBN 23172339
  • 2020
    Revista de Psicologia Empírica e A Miséria Humana; Moritz, Karl Philipp - Tradução, introdução e notas de Oliver Tolle
    Karl Philipp Moritz; Mario Spezzapria; Oliver Tolle · Cadernos de Tradução · v. 10 · ISBN 14148315
  • 2018
    Um herói da subjetividade
    Oliver Tolle · REVISTA DE FILOSOFIA MODERNA E CONTEMPORÂNEA · v. 5 · ISBN 23179570
  • 2017
    Fábula e Invenção
    Oliver Tolle · A PALO SECO: ESCRITOS DE FILOSOFIA E LITERATURA · v. 10 · ISBN 21763356
  • 2016
    O livro da alma
    Oliver Tolle · Viso : Cadernos de Estética Aplicada · v. 19 · ISBN 19814062
  • 2015
    Tradução de: Krubsacius, F.A. Breve investigação sobre a origem dos ornamentos, de sua modificação e expansão até o seu atual declínio, além de algumas propostas bem-intencionadas para o aperfeiçoamento e regramento de todos os tipos de adereço
    Oliver Tolle · RAPSÓDIA (USP) · v. 9 · ISBN 15196453
  • 2014
    Ideia sensível e imagem pictórica: a articulação dos gêneros artísticos na estética alemã
    Oliver Tolle · Dois Pontos (UFPR) · v. 11 · ISBN 18073883
  • 2012
    A religião como literatura
    Oliver Tolle · Rapsódia (USP) · v. 6 · ISBN 15196453
  • 2012
    Herder e a Metafísica
    Oliver Tolle · DISCURSO - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA DA FFLCH DA USP · v. 42 · ISBN 0103328X
  • 2011
    Perfeição e beleza como atributos da sabedoria universal
    Oliver Tolle · Viso : Cadernos de Estética Aplicada · v. 9 · ISBN 19814062
  • 2010
    Tradução e notas de: Herder, J.G. Monumento a Baumgarten
    Oliver Tolle · A PALO SECO: ESCRITOS DE FILOSOFIA E LITERATURA · v. 2 · ISBN 21763356

Produção técnica

09 registros
4 de 4 itens
Por página
  • 2023
    Misticismo na psicologia empírica do século XVIII: inconsciente e pressentimento obscuro em Baumgarten, Herder e Moritz
    Oliver Tolle
    Conferencia
  • 2019
    Mini-curso: Ornamento e arquitetura na Alemanha na passagem do século XVIII ao XIX
    Oliver Tolle; Rosana de Oliveira
    Outra
  • 2019
    Uma breve história do conceito de espírito no século XVIII
    Oliver Tolle
    Conferencia
  • 2014
    Filosofia da arte e retórica, uma convivência difícil
    Oliver Tolle
    Comunicacao

Projetos

10 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

10 de 10 projetos
Por página
  • 2023 – presentePesquisa

    Espiritualidade e Belo Artístico em Moses Mendelssohn

    Em andamento

    A obra estética de Moses Mendelssohn ainda não recebeu uma investigação sistemática no âmbito da academia brasileira. Há poucas dissertações que se dedicaram à sua obra, mas nenhuma ao seu pensamento sobre a obra de arte. Essa lacuna, dentre tantas outras, que caracterizam o atual estágio da pesquisa em filosofia no Brasil, tem sido recentemente superado com os estudos sobre autores como Baumgarten, Herder e Moritz, cujas obras tem sido investigadas em dissertações e teses, fomentando assim também a sua tradução e difusão no âmbito acadêmicoa possibilidade de acesso ao grande público. É preciso também observar que Mendelssohn é um dos pensadorescostuma denominar de filosofia popular, quer dizer, filósofos, teólogos, médicos etc. que, sem uma atuação acadêmica, foram capazes de se inserir e interferir na discussão teórica da segunda metade do século XVIIItornando a filosofia uma questão que transcendia o ambiente das academias e universidades. Do ponto de vista mais específico, demonstrar a importância da tese de Mendelssohn de que a obra de arte é um produto espiritual - o que em grande parte prenuncia consequências que se tornarão inteiramente visíveis apenas a partir do começo do XIX com as filosofias do espírito absoluto -, poderá abrir caminho para uma compreensão filosófica do objeto artístico mais vinculada ao repertório de obras literárias e à iconografia "limitada" que o pensador deste período tinha à sua disposição. Mendelssohn, pelo uso dos exemplos, pode auxiliar também no ensino de estética, fornecendo de maneira fundamentada ferramentas da retórica e da eloquência para a compreensão dos recursos disponíveis não só ao poeta, mas também à pintura e escultura, para não falar dos outros gêneros artísticos. É o caso dos artigos que deverão ser publicados sobre Shakespeare e sobre a recepção de Mendelssohn na obra de Herder, Kant e Moritz, sem deixar de lado o diálogo frutífero com Lessing e Schiller, por exemplo - quanto a esse último, não é necessário dizer, sobre os conceitos de sublime e ingênuo. Por fim, a tradução de escritos de Mendelssohn sobre a estética terá necessariamente consequências sobre o desenvolvimento da pesquisa nessa área no Brasil. A publicação dos textos de estética de Hegel na década de 2000 e a recente publicação de textos de estética de Herder motivou um grande número de dissertações e teses sobre esses autores. Pode-se verificar no passado o mesmo efeito com a tradução de textos de Schiller, Schelling, Schlegel etc. O argumento de que a pesquisa não precisa da tradução dos textos pesquisados para o vernáculo é válida apenas para situações muito específicas. De um modo geral, a oferta de traduções está intimamente ligada ao desenvolvimento da pesquisa e da abertura de novas frentes de investigação.

    Equipe

    Oliver Tolle (Responsável)

  • 2023 – presentePesquisa

    Espiritualidade e Belo Artístico em Moses Mendelssohn

    Em andamento

    A obra estética de Moses Mendelssohn ainda não recebeu uma investigação sistemática no âmbito da academia brasileira. Há poucas dissertações que se dedicaram à sua obra, mas nenhuma ao seu pensamento sobre a obra de arte. Essa lacuna, dentre tantas outras, que caracterizam o atual estágio da pesquisa em filosofia no Brasil, tem sido recentemente superado com os estudos sobre autores como Baumgarten, Herder e Moritz, cujas obras tem sido investigadas em dissertações e teses, fomentando assim também a sua tradução e difusão no âmbito acadêmicoa possibilidade de acesso ao grande público. É preciso também observar que Mendelssohn é um dos pensadorescostuma denominar de filosofia popular, quer dizer, filósofos, teólogos, médicos etc. que, sem uma atuação acadêmica, foram capazes de se inserir e interferir na discussão teórica da segunda metade do século XVIIItornando a filosofia uma questão que transcendia o ambiente das academias e universidades. Do ponto de vista mais específico, demonstrar a importância da tese de Mendelssohn de que a obra de arte é um produto espiritual - o que em grande parte prenuncia consequências que se tornarão inteiramente visíveis apenas a partir do começo do XIX com as filosofias do espírito absoluto -, poderá abrir caminho para uma compreensão filosófica do objeto artístico mais vinculada ao repertório de obras literárias e à iconografia "limitada" que o pensador deste período tinha à sua disposição. Mendelssohn, pelo uso dos exemplos, pode auxiliar também no ensino de estética, fornecendo de maneira fundamentada ferramentas da retórica e da eloquência para a compreensão dos recursos disponíveis não só ao poeta, mas também à pintura e escultura, para não falar dos outros gêneros artísticos. É o caso dos artigos que deverão ser publicados sobre Shakespeare e sobre a recepção de Mendelssohn na obra de Herder, Kant e Moritz, sem deixar de lado o diálogo frutífero com Lessing e Schiller, por exemplo - quanto a esse último, não é necessário dizer, sobre os conceitos de sublime e ingênuo. Por fim, a tradução de escritos de Mendelssohn sobre a estética terá necessariamente consequências sobre o desenvolvimento da pesquisa nessa área no Brasil. A publicação dos textos de estética de Hegel na década de 2000 e a recente publicação de textos de estética de Herder motivou um grande número de dissertações e teses sobre esses autores. Pode-se verificar no passado o mesmo efeito com a tradução de textos de Schiller, Schelling, Schlegel etc. O argumento de que a pesquisa não precisa da tradução dos textos pesquisados para o vernáculo é válida apenas para situações muito específicas. De um modo geral, a oferta de traduções está intimamente ligada ao desenvolvimento da pesquisa e da abertura de novas frentes de investigação.

    Equipe

    Oliver Tolle (Responsável)

  • 2021 – presentePesquisa

    Investigação, tradução e publicação das principais metafísicas da Escola de Wolff

    Em andamento

    Com a recente tradução inédita das obras latinas de Alexander Baumgarten (1714-1762) para línguas modernas nos últimos vinte anos (Ästhetik; Hamburg: Meiner, 2007. Metaphysik; Stuttgart: Frommann-Holzbog, 2010. Metaphysics; London: Bloomsbury, 2013. Principes de la philosophie pratique première; Paris: Vrin, 2015. Metáphysique; Paris: Vrin, 2019. Estetica; Sesto San Giovanni: Aesthetica, 2020), renovou-se nos últimos vinte anos o interesse pela Escola de Wolff e, em particular, pelo desenvolvimento ulterior da psicologia empírica e da estética moderna. De fato, é indissociável nesse contexto a associação entre epistemologia e ciência da sensibilidade (estética). Apenas a partir da caracterização precisa das faculdades cognitivas inferiores e superiores abriu-se a possibilidade da fundamentação de uma teoria da representação capaz de transitar consistentemente entre metafísica e arte. A obra de Baumgarten funciona assim como um ponto chave para a compreensão não só do declínio da metafísica na segunda metade do século XVIII, como também é reveladora das dificuldades que a psicologia enfrenta como ciência subjetiva que adota o corpo (órgãos sensíveis e faculdades cognitivas) como referência primeira. Mas os reflexos da psicologia empírica não se fizeram sentir
apenas no âmbito da estética. Não só a assim denominada virada crítica kantiana, como também o desenvolvimento da física teórica, da fisiologia, da medicina, da história natural foi moldado em parte pela investigação iniciada pela Escola de Wolff. Nesse sentido, o presente projeto tem como
objetivo traduzir para o vernáculo obras capitais da Escola de Wolff, a saber, a Metafísica Alemã (1713) de Christian Wolff, a parte teórica da Sabedoria Mundana (1733) de Johann Christoph Gottsched e o capítulo ?Psicologia? da Metafísica (1739) de Alexander Gottlieb Baumgarten, tornando assim acessível ao leitor de língua portuguesa obras desse período da filosofia moderna alemã.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · OUTRO
    Equipe

    Oliver Tolle (Responsável), Luís Fernando Santos Nascimento, Paulo Roberto Licht dos Santos, Mario Spezzapria, Juliana Ferraci Martone, Marcio Suzuki

  • 2019 – presentePesquisa

    Utopia e a arte de prever o futuro

    Em andamento

    Trata-se de investigar o lugar da arte como conjectura do futuro ou formulação de utopia na estética moderna (Baumgarten, Herder, Kant, Hegel) e na estética contemporânea (Ernst Bloch), tendo em vista a caracterização do alcance da faculdade da imaginação na pressuposição do novo nos diferentes gêneros artísticos.

    Equipe

    Oliver Tolle (Responsável)

  • 2018 – presentePesquisa

    Psicologia, estética e antropologia na filosofia alemã do sec. XVIII

    Em andamento

    O projeto tem por objetivo principal estudar os desdobramentos da psicologia empírica de Christian Wolff (1679-1754) na Ilustração europeia, reconstruindo vários temas e questões debatidas a partir da análise das obras de um grupo de autores da Spätaufkärung e da Popularphilosophie berlinense, colocados na sombra da historiografia filosófica. Nessa maneira, espera-se identificar os temas psicológicos debatidos, de maior relevância teórica para o ?conhecimento do homem?, tarefa comum a grande parte da filosofia alemã daquela época. Assim, pretende-se em primeiro lugar melhorar a compreensão da relevância dos temas psicológicos no próprio wolffismo; secundariamente, verificar quanto do encaminhamento antropológico kantiano era condizente com as investigações psicológicas. Como tarefa secundária da nossa pesquisa, a avaliação das perplexidades nos contemporâneos logo depois da publicação da Crítica da Razão Pura (1781) poderá também contribuir à compreensão da radicalidade da proposta de filosofia crítico-transcendental kantiana, justamente pela contraposição e distância com uma parte importante do ambiente cultural da sua época. Em terceiro lugar, se mostrará como a na filosofia alemã daquela época convergem e interagem de forma indissociável temas psicológicos, estéticos, morais e antropológicos.

    Equipe

    Oliver Tolle, Márcio Suzuki (Responsável), Mario Spezzapria

  • 2015 – presentePesquisa

    Arte e religião no jovem Hegel

    Em andamento

    O projeto consiste na análise e tradução de textos de juventude de G.W.F. Hegel, o que incluiu uma investigação de sua obra teológica, na qual a arte e a religião são compreendidas como expressões do absoluto na história. O jovem Hegel toma como ponto de partida que a espiritualidade (compreensão segundo uma totalidade) corre o risco em todos os momentos de se tornar inautêntica, isto é, de ser corrompida e transformada numa abstração, quando os significados em jogo perdem articulação entre si. Ora, esse risco decorre não só da ambição pelo poder, como no caso da religião instituída, mas também em virtude das limitações com que a espiritualidade (ou o absoluto) pode ser manifesta, já que é forçada constantemente a ultrapassar seu âmbito propriamente dito. A compreensão disso exige considerar os meios segundo os quais o divino é conhecido, na arte e na religião, o que permite, a nosso ver, uma aproximação com as mesmas questões epistemológicas que motivaram o surgimento da estética no começo do XVIII.

    Equipe

    Oliver Tolle (Responsável)

  • 2015 – presentePesquisa

    Autonomia e Ornamento

    Em andamento

    Com a consolidação do conceito de autonomia da obra de arte na segunda metade do século XVIII, tem simultaneamente lugar o esforço em estelecer uma compreensão do ornamento e do seu correto emprego como recurso de embelezamento e da sua adequada relação com objetos artísticos. Assim, em contraste com a arte, ornamento é dispositivo engenhoso com a função de tornar mais agradável o convívio com toda a sorte de produtos da atividade humana. O seu âmbito envolve uma multidão de objetos cujo denominador comum é de difícil caracterização, mas que de um modo geral obedece à regra de estar presente sempre que a beleza de um objeto não for o seu aspecto principal: elementos arquitetônicos como frontões, estátuas, colunas e suas diversas partes, molduras de quadros, organização de paisagens segundo formas geométricas ou orgânicas, entalhes em madeira, jóias de uso pessoal, recursos retóricos na literatura e pintura e assim por diante. A discussão sobre a importância do ornamento ocorre nesse período em uma série de artigos publicados em revistas da época e em manuais e catálogos de arte, encontrando seu ponto culminante com a publicação da obra de Karl Philipp Moritz "Noções prévias para uma teoria dos ornamentos" (1793).

    Equipe

    Oliver Tolle (Responsável)

  • 2014 – presentePesquisa

    A faculdade de compor na psicologia empírica alemã

    Em andamento

    Como livrar a disciplina da estética estabelecida por Alexander Gottlieb Baumgarten de sua contaminação com o vocabulário aristotélico-escolástico e atenuar os efeitos dogmáticos de sua propensão a procurar leis de valor universal? É a essa questão que se dedica Johann Gottfried Herder em uma série de textos publicados nas décadas de 1760 e 70. Neles, Herder reconhece o esforço da ciência do sensível baumgarteana em delimitar o alcance de cada uma das faculdades inferiores do conhecimento e a sua descoberta do fingere como faculdade especificamente poética, mas questiona as condições de sua aplicabilidade, já que a ênfase do autor latino em um discurso abstrato e metafísico torna os conceitos ? apesar de devidamente fundamentados ? demasiado distantes daquilo que gostariam de explicar, a saber, a origem sensorial do conhecimento humano e os problemas práticos decorrentes dela. Ora, no lugar de conceitos abstratos, Herder defende a natureza simbólica da linguagem, a qual é mais conforme a esse deslocamento do problema do conhecimento para sua origem sensorial, embora ela só possa se desenvolver agora dentro de limites de uma antropologia.

    Equipe

    Oliver Tolle (Responsável)

  • 2008 – 2014Pesquisa

    Por uma ciência do sensível: Herder e a recepção da estética de Baumgarten

    Em andamento

    Entre os anos de 1730 e 1780 um grande número de autores se debruçou na Alemanha sobre a questão da sensibilidade: não só Baumgarten, mas também Meier, Mendelssohn, Hamann, Sulzer, para não mencionar outros, se dedicaram a uma ciência do sensível. Em comum esses autores tinham a proposta de reconduzir a filosofia ao concreto e efetivo; esse impulso provocou um novo renascimento dos poetas e retores da antiguidade grega e latina, mas com o comprometimento de adequá-los às questões filosóficas da modernidade. Herder desempenha um papel particularmente importante nesse esforço. Como talvez o último a propor uma ciência do sensível ? os seus textos a esse respeito foram redigidos no período entre 1760 e 1780 ?, ele se encontra justamente no hiato entre o começo da decadência da metafísica na Alemanha e o surgimento da filosofia crítica.
O presente projeto pretende traduzir textos de Herder e outros e apresentá-los criticamente ao leitor.

    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Oliver Tolle (Responsável)

  • 2008 – 2011Pesquisa

    A Autonomia como Ponto de Fuga da Modernidade

    Em andamento

    Pretende-se identificar as transformações que o conceito de autonomia
sofreu na filosofia hegeliana. Essas transformações aparentemente
correspondem a um distanciamento progressivo em relação à expectativa
de que o retorno à sensibilidade e à efetividade deveria ocorrer por
meio da arte, expectativa que se encontra formulada na origem do
idealismo absoluto. Ali a poesia aparece como a nova mestra da
humanidade, capaz de estabelecer a igualdade e liberdade entre os
homens, com a conseqüente dissolução do Estado. Contrasta fortemente
com essa perspectiva o juízo hegeliano emitido trinta anos depois de
que a arte é algo do passado e que a sua ligação com valores éticos só
poderá se perpetuar simbolicamente.

    Financiadores
    • Universidade Federal de Sergipe · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Oliver Tolle (Responsável)

Orientações

9 de 9 orientações
Por página
  • Doutorado
    desde 2025
    Victor Tavares Bertucci · Orientação
    Lógica e Religião no Hegel de Frankfurt (1797-1800) como crítica da reflexão · Filosofia · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Fábio Pereira Bonafini · Orientação
    O rosto do conceito: a fisiognomia no sistema de Hegel · Filosofia · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2024
    André Pascoal da Silva · Orientação
    A UTOPIA MEDIEVAL DE J.-K. HUYSMANS E A CONVERSÃO PELA ARTE · Filosofia · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2024
    André Aureliano Fernandes · Orientação
    A CRIATIVIDADE EM SHAKESPEARE, SEGUNDO JOHANN GOTTFRIED HERDER · Filosofia · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2024
    Neusa Monteiro · Orientação
    Hegel e a escultura clássica nos Cursos de estética: a figura ideal do espírito incorporada na matéria · Filosofia · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2022
    Simei Doblinski Junior · Orientação
    Limite da Liberdade Subjetiva em Hegel · Filosofia · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2021
    Luiz Henrique Couto Martins · Orientação
    Os limites e as possibilidades da arte: a liberdade do espírito na pintura romântica segundo Hegel · Filosofia · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2021
    Thiago Kistenmacher Vieira · Orientação
    O além-do-homem como linguagem estética · Filosofia · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2021
    Pablo de Morais · Orientação
    A filosofia do espírito subjetivo de G. W. F. Hegel: uma delineação do desenvolvimento do percurso da atividade do conceito na Antropologia, na Fenomenologia do Espírito e na Psicologia · Filosofia · Universidade de São Paulo
    Em andamento

Bancas julgadoras

48 registros
48 de 48 bancas
Por página
  • 2025
    Alberto Fernando Blumenschein Cruz
    Entre o natural e o sobrenatural: pelico, êxtase e Benandanti como operadores de saber liminar na primeira modernidade. · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Maurício de Carvalho Ramos, Tatiana Helena Lotierzo Hirano, Arthur Oliveira Alfaix Assis, Oliver Tolle
    Mestrado
  • 2025
    William Paniccia Loureiro Junior
    A Idéia de Reconciliação: um Estudo sobre a Tragédia do Espírito na Fenomenologia do Espírito · Filosofia · Universidade Federal de São PauloBanca: Oliver Tolle, Silvio Rosa Filho, Rodnei Antonio do Nascimento, Anderson Gonçalves, Denilson Soares Cordeiro
    Doutorado
  • 2025
    José Feres Sabino
    A psicologia, o romance, o belo. Três estudos sobre Karl Philipp Moritz · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Márcio Suzuki, Oliver Tolle, Mario Spezzapria, Ulisses Razzante Vaccari
    Doutorado
  • 2025
    Celso Fernando Barroso Lima
    A Estética Relacional como experiência do sagrado na Pós- modernidade: a arquitetura de Kiko Argüello. · Arquitetura e Urbanismo · Universidade de São PauloBanca: Agnaldo Farias, Oliver Tolle
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2023
    Guilherme Gregório Arraes Fernandes
    As Provas da Existência de Deus nas Lições Hegelianas sobre Filosofia da Religião de 1827 · Filosofia · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Ricardo Pereira Tassinari, Agemir Bavaresco, Oliver Tolle
    Mestrado
  • 2021
    Gustavo de Almeida Torrecilha
    O sistema das artes na estética de Hegel · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Marco Aurélio Werle, Pedro Sussekind Viveiros de Castro, Hans Christian Klotz, Oliver Tolle
    Mestrado
  • 2020
    Ada Cristina Ferreira
    O devir das obras de arte: uma leitura adorniana do conto "Meu tio O Iauretê", de Guimarães Rosa · Filosofia · Universidade Federal de Mato GrossoBanca: Sara Juliana Pozzer da Silveira, Alécio Donizete da Silva, Oliver Tolle
    Mestrado
  • 2019
    William Paniccia Loureiro Júnior
    As críticas de Hegel às maneiras de se tratar o direito natural no período de Iena: a tragédia da vida ética · Filosofia · Universidade Federal de São PauloBanca: Silvio Rosa Filho, Rodnei Antonio do Nascimento, Oliver Tolle
    Mestrado
  • 2019
    Laura de Borba Moosburger de Moraes
    Inquietude e Sehnsucht na obra de Georg Trakl · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Oliver Tolle, Juliana Pasquarelli Perez, Paulo Roberto Licht dos Santos, Roberto Saraiva Kahlmeyer Mertens
    Doutorado
  • 2019
    Pedro Augusto da Costa Franceschini
    Estética e mitologia na filosofia clássica alemã · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Marco Aurélio Werle, Pedro Sussekind Viveiros de Castro, Zaida Veronica Olvera Granados, Oliver Tolle, Ulisses Razzante Vaccari
    Doutorado
  • 2017
    Raphael Feliciano Almeida
    A religião como representação na filosofia de Hegel: os manuscritos de 1821 · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Marco Aurélio Werle, Ulisses Razzante Vaccari, Oliver Tolle
    Mestrado
  • 2017
    Patrick de Oliveira Almeida
    Humor Objetivo e Aparência Estética: uma Leitura sobre a Questão da Dissolução da Arte na Estética de Hegel · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Marco Aurélio Werle, Luiz Fernando Barrére Martin, Arlenice Almeida da Silva, Ilana Viana do Amaral
    Doutorado
  • 2017
    Mario Spezzapria
    A linha metafísica do belo. Estética e antropologia em K.P. Moritz · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Márcio Suzuki, Luís Fernando Santos Nascimento, Danièle Cohn, Martin Disselkamp, Phiippe Buttgen
    Doutorado
  • 2017
    Paulo Roberto Pinheiro da Silva
    O paradoxo do conhecimento imediato ou o desespero da consciência natural · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Maria Lucia Mello e Oliveira Cacciola, Silvio Rosa Filho, Eduardo Brandão, Oliver Tolle, Valter José Maria Filho
    Doutorado
  • 2017
    Caio César Cabral
    A teoria da individuação de Gilbert Simondon: os modos físico e biológico de individuação · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Maurício de Carvalho Ramos, Vladimir Safatle, Oliver Tolle, Tiago Santos Almeida, Lorenzo Baravalle
    Doutorado
  • 2017
    André G. Biesczad Penteado
    Kant e Herder: duas Aufklärungen · Filosofia · Universidade Federal do ParanáBanca: Vinícius Berlendis Figueiredo, Vivianne Moreira, Ericson Falabretti, Paulo Vieira Neto, Oliver Tolle
    Doutorado
  • 2016
    Húdson Kléber Palmeira Canuto
    Leibniz: A origem dos franceses - Tradução, apresentação e comentários · Filosofia · Universidade Federal de SergipeBanca: William de Siqueira Piauí, Aldo Lopes Dinucci
    Mestrado
  • 2016
    Kelly Cristina dos Santos
    Artur Azevedo e o Teatro · Letras · Universidade Federal de SergipeBanca: Jacqueline Ramos, Fernando Sá
    Mestrado
  • 2016
    Pedro Fernandés Galé
    Winckelmann: uma história da arte entre a norma e a forma · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Marco Aurélio Werle, Márcio Suzuki, Luís Fernando Santos Nascimento, Pedro Sussekind Viveiros de Castro
    Doutorado
  • 2016
    Concurso Professor Adjunto - Área de Ensino: Estética
    · Universidade Federal da Integração Latino-AmericanaBanca: Rogério Gimenes de Campos, João Roberto Barros II
    Concurso público
  • 2015
    Paulo Roberto Pinheiro da Silva
    Kant e a passagem da Razão observante para o Espírito, na Fenomenologia do espírito de Hegel · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Maria Lucia Mello e Oliveira Cacciola, Silvio Rosa Filho
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2015
    Caio Cesar Cabral
    Simondon e Dewey: o ato investigativo nas individuações biológica e psíquica · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Maurício Cardoso Keinert, Vladimir Safatle
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2015
    Patrick de Oliveira Almeida
    Humor objetivo e aparência estética: uma leitura sobre a questão da dissolução da arte na Estética de Hegel · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Marco Aurélio Werle, Luiz Fernando Barrére Martin
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2014
    Isabel Coelho Fragelli
    Natureza, história, poesia. A exposição simbólica da Bildung · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Pedro Paulo Pimenta, Luís Fernando Santos Nascimento, Maria Lucia Mello e Oliveira Cacciola, Monique Hulshof
    Doutorado
  • 2014
    Pedro Fernandes Galé
    Winckelmann: o poder descritivo como formação histórica · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Marco Aurélio Werle, Luís Fernando Santos Nascimento
    Exame de qualificação de doutorado

Revisor de periódico

01 registro
  1. 2014 – 2014
    Discurso - Departamento de Filosofia da FFLCH DA USP
    Revisor de periódico

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  • 2025
    Matrimônio e Esclarecimento
    Escola Superior do Ministério Público de São Paulo (CEAF / ESMP) · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2025
    Sabedoria, genialidade e loucura na filosofia de Herder
    Vida e Filosofia · Conferencista · Convidado · São Paulo
    Divulgação científica
  • 2024
    A Filologia como Ciência: Filosofia e Literatura no século XIX
    II ENCONTRO DE ESTÉTICA MODERNA · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2022
    Arte e moral em Moses Mendelssohn
    Seminário de Encerramento Dinter/Filosofia UFAC · Conferencista · Convidado · Rio Branco
  • 2022
    Imaginação em Bodmer e Breitinger
    Encontro de Estética Moderna · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2021
    Hegel sobre Jacobi nas Lições de história da filosofia
    Colóquio Friedrich Heinrich Jacobi e seus leitores · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2020
    A filosofia da arte de Ersnt Bloch no Espírito da Utopia"
    II Congresso de Estética e Teoria Crítica · Conferencista · Convidado · Cuiabá
    Divulgação científica
  • 2019
    Imaginação na psicologia empírica alemã
    II Seminário de Filosofia Clássica Alemã · Conferencista · Convidado · Cuiabá
  • 2019
    Herder e a imagem de Deus
    Colóquio Filosofia e Religião na Modernidade · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2019
    Aula inaugural do curso de doutorado em filosofia
    Uma breve história do conceito de espírito no século XVIII · Homenageado · Convidado · São Cristovão, SE
  • 2018
    O governo da mente sobre o corpo: estudos sobre melancolia no XVIII
    XIX Semana de Filosofia da UFS · Conferencista · Convidado · Aracajú
  • 2018
    A sabedoria mundana de Gottsched
    Colóquio Internacional Experiências da Alma · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2018
    A sabedoria mundana de Gottsched
    Experiências da Alma · Apresentação oral · Participante · São Paulo
  • 2018
    A base nacional comum curricular e o exercício do professorado
    A formação do profissional das ciências humanas e os desafios de um novo tempo · Apresentação oral · Participante · São Paulo
    Divulgação científica
  • 2018
    A Base Nacional Curricular Comum e o Exercício do Professorado
    Simpósio A Formação do Profissional de Ciências Humanas e os Desafios de um novo tempo: em discussão os bacharelados e as licenciaturas · Conferencista · Convidado · São Paulo
    Divulgação científica
  • 2017
    A arte da retórica esclarecida
    I Congresso da Associação Brasileira de Estudos do Século XVIII · Conferencista · Convidado · São Paulo
    Divulgação científica
  • 2017
    Mitologia e fantasia: a arte como ponto de união no jovem Hegel
    Colóquio de Estética Moderna e Contemporânea · Conferencista · Convidado · Ouro Preto
    Divulgação científica
  • 2017
    A disposição do artista: invenção e imaginação na Teoria Geral das Belas-Artes de Sulzer
    IV Colóquio Filosofia e Literatura · Simposista · Convidado · Aracajú
  • 2016
    Arte e religião no jovem Hegel
    IV Congreso Internacional de Estudios Hegelianos · Conferencista · Convidado · Mexico
  • 2015
    Hegel e a ideia de ascetismo social
    VIII Colóquio Nacional de Filosofia da História · Conferencista · Convidado · Aracajú
    Divulgação científica
  • 2015
    A biografia e o romance psicológico - Herder, Moritz e a expressão da sensibilidade
    Colóquio Filosofia e Literatura - Romantismo e Modernidade · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2015
    A faculdade de julgar em Baumgarten e Herder
    Jornada Estética Moderna e Estética Contemporânea · Conferencista · Convidado · São Paulo
    Divulgação científica
  • 2014
    Filosofia da arte e retórica, uma convivência difícil
    Encuentro Hispano-Português de Estética · Conferencista · Convidado · Valladolid
  • 2012
    Os escritos juvenis e a filosofia da religião de Hegel
    Religião, Política e Arte: alguns recortes acerca do contexto histórico filosófico germânico dos séculos XIX e XX · Conferencista · Convidado · Brasília
  • 2011
    Arte e religião no jovem Hegel
    II Mini-Symposium de estudos em Estética: O belo artístico em Hegel · Conferencista · Convidado · Salvador

Na imprensa

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