Oliver Tolle.
Livre · Filosofia
- Departamento
- Filosofia
Currículo atualizado em 23/11/2025
Cita-se como: TOLLE, Oliver;TOLLE, OLIVER
Resumo biográfico
Possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1999), mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2003) e doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2008). Atualmente é professor doutor da Universidade de São Paulo. As suas principais áreas de interesse são: Estética e Idealismo Alemão. É Bolsista Produtividade do CNPq desde 2023.
Indicadores
Áreas de atuação
04 registros- Ciencias HumanasFilosofiaEstética
- Ciencias HumanasFilosofiaHistória da Filosofia
- Ciencias HumanasFilosofiaMetafísica
- Ciencias HumanasFilosofia
Formação acadêmica
05 registros- 2016 – 2016Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Universidade Federal FluminenseBolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
- 2003 – 2008DoutoradoConcluídoFilosofia · Universidade de São Paulo“Luz Estética: A Ciência do Sensível de Baumgarten entre a arte e a iluminação”Orientação: Victor KnollBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
- 2000 – 2003MestradoConcluídoFilosofia · Universidade de São Paulo“Tradução, seguida de introdução e notas, do capítulo Arquitetura" dos Cursos de Estética de Hegel”Orientação: Victor KnollBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 1991 – 1999GraduaçãoConcluídoFilosofia · Universidade de São PauloOrientação: Márcio SuzukiBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
- Livre-docênciaConcluídoLivre-docência · Universidade de São Paulo
Idiomas
06 registros| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Alemão | Bem | Bem | Bem | Bem |
| Inglês | Bem | Pouco | Pouco | Razoável |
| Espanhol | Bem | Pouco | Pouco | Bem |
| Italiano | Razoável | — | — | — |
| Francês | Razoável | — | — | — |
| Latim | Razoável | — | — | — |
Atuação profissional
24 registros- 2020 – 2022Dedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor Associado IServidor Publico40h/sem
- 2019 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor AssociadoServidor Publico40h/sem
- 2018 – 2019Dedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor AdjuntoServidor Publico40h/sem
- 2017 – 2018Dedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor AdjuntoServidor Publico40h/sem
- 2016 – 2016Dedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor AdjuntoServidor Publico40h/sem
- 2015 – 2015Dedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor AdjuntoServidor Publico40h/sem
- 2015 – presenteVínculo atualFundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de SergipeRevisor de projeto de fomento
- 2014 – 2014Dedicação exclusivaUniversidade Federal de SergipeProfessor AdjuntoServidor Publico40h/sem
- 2014 – 2014Dedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor Adjunto40h/sem
- 2014 – 2015Discurso - Departamento de Filosofia da FFLCH DA USPMembro de corpo editorial
- 2014 – presenteVínculo atualRapsódia (USP)Membro de corpo editorial
- 2014 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloRevisor de projeto de fomento
- 2013 – 2013Dedicação exclusivaUniversidade Federal de SergipeProfessor AdjuntoServidor Publico40h/sem
- 2012 – 2012Dedicação exclusivaUniversidade Federal de SergipeProfessor Adjunto IServidor Publico40h/sem
- 2012 – 2012Dedicação exclusivaUniversidade Federal de SergipeProfessor AdjuntoServidor Publico40h/sem
- 2011 – 2011Dedicação exclusivaUniversidade Federal de SergipeProfessor Adjunto I40h/sem
- 2010 – 2010Dedicação exclusivaUniversidade Federal de SergipeProfessor Adjunto I
- 2010 – 2010Dedicação exclusivaUniversidade Federal de SergipeProfessor Adjunto I
- 2010 – presenteVínculo atualPerspectiva Filosofica (UFPE)Membro de corpo editorial
- 2009 – 2009Dedicação exclusivaUniversidade Federal de AlagoasProfessor Adjunto IServidor Publico
- 2009 – 2009Dedicação exclusivaUniversidade Federal de SergipeProfessor Adjunto I
- 2008 – 2009Dedicação exclusivaUniversidade Federal de AlagoasProfessor Assistente IServidor Publico
- 2008 – presenteVínculo atualA PALO SECO: ESCRITOS DE FILOSOFIA E LITERATURAMembro de corpo editorial
- 2006 – 2009Dedicação exclusivaUniversidade Federal de AlagoasProfessor Assistente IServidor Publico
Produção bibliográfica
36 registros- 2020Um remédio para os males da sensibilidade: a psicologia empírica de SulzerOliver Tolle · DOIS PONTOS (UFPR) DIGITAL · v. 17 · ISBN 21797412
- 2020A inferência analógica: Um debate entre Christian Selle e Marcus Herz nas páginas do Mensário BerlinenseOliver Tolle · REVISTA SOFIA - VERSÃO ELETRÔNICA · v. 9 · ISBN 23172339
- 2020Revista de Psicologia Empírica e A Miséria Humana; Moritz, Karl Philipp - Tradução, introdução e notas de Oliver TolleKarl Philipp Moritz; Mario Spezzapria; Oliver Tolle · Cadernos de Tradução · v. 10 · ISBN 14148315
- 2018Um herói da subjetividadeOliver Tolle · REVISTA DE FILOSOFIA MODERNA E CONTEMPORÂNEA · v. 5 · ISBN 23179570
- 2017Fábula e InvençãoOliver Tolle · A PALO SECO: ESCRITOS DE FILOSOFIA E LITERATURA · v. 10 · ISBN 21763356
- 2016O livro da almaOliver Tolle · Viso : Cadernos de Estética Aplicada · v. 19 · ISBN 19814062
- 2015Tradução de: Krubsacius, F.A. Breve investigação sobre a origem dos ornamentos, de sua modificação e expansão até o seu atual declínio, além de algumas propostas bem-intencionadas para o aperfeiçoamento e regramento de todos os tipos de adereçoOliver Tolle · RAPSÓDIA (USP) · v. 9 · ISBN 15196453
- 2014Ideia sensível e imagem pictórica: a articulação dos gêneros artísticos na estética alemãOliver Tolle · Dois Pontos (UFPR) · v. 11 · ISBN 18073883
- 2012A religião como literaturaOliver Tolle · Rapsódia (USP) · v. 6 · ISBN 15196453
- 2012Herder e a MetafísicaOliver Tolle · DISCURSO - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA DA FFLCH DA USP · v. 42 · ISBN 0103328X
- 2011Perfeição e beleza como atributos da sabedoria universalOliver Tolle · Viso : Cadernos de Estética Aplicada · v. 9 · ISBN 19814062
- 2010Tradução e notas de: Herder, J.G. Monumento a BaumgartenOliver Tolle · A PALO SECO: ESCRITOS DE FILOSOFIA E LITERATURA · v. 2 · ISBN 21763356
Produção técnica
09 registros- 2023Misticismo na psicologia empírica do século XVIII: inconsciente e pressentimento obscuro em Baumgarten, Herder e MoritzOliver TolleConferencia
- 2019Mini-curso: Ornamento e arquitetura na Alemanha na passagem do século XVIII ao XIXOliver Tolle; Rosana de OliveiraOutra
- 2019Uma breve história do conceito de espírito no século XVIIIOliver TolleConferencia
- 2014Filosofia da arte e retórica, uma convivência difícilOliver TolleComunicacao
Projetos
10 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2023 – presentePesquisa
Espiritualidade e Belo Artístico em Moses Mendelssohn
A obra estética de Moses Mendelssohn ainda não recebeu uma investigação sistemática no âmbito da academia brasileira. Há poucas dissertações que se dedicaram à sua obra, mas nenhuma ao seu pensamento sobre a obra de arte. Essa lacuna, dentre tantas outras, que caracterizam o atual estágio da pesquisa em filosofia no Brasil, tem sido recentemente superado com os estudos sobre autores como Baumgarten, Herder e Moritz, cujas obras tem sido investigadas em dissertações e teses, fomentando assim também a sua tradução e difusão no âmbito acadêmicoa possibilidade de acesso ao grande público. É preciso também observar que Mendelssohn é um dos pensadorescostuma denominar de filosofia popular, quer dizer, filósofos, teólogos, médicos etc. que, sem uma atuação acadêmica, foram capazes de se inserir e interferir na discussão teórica da segunda metade do século XVIIItornando a filosofia uma questão que transcendia o ambiente das academias e universidades. Do ponto de vista mais específico, demonstrar a importância da tese de Mendelssohn de que a obra de arte é um produto espiritual - o que em grande parte prenuncia consequências que se tornarão inteiramente visíveis apenas a partir do começo do XIX com as filosofias do espírito absoluto -, poderá abrir caminho para uma compreensão filosófica do objeto artístico mais vinculada ao repertório de obras literárias e à iconografia "limitada" que o pensador deste período tinha à sua disposição. Mendelssohn, pelo uso dos exemplos, pode auxiliar também no ensino de estética, fornecendo de maneira fundamentada ferramentas da retórica e da eloquência para a compreensão dos recursos disponíveis não só ao poeta, mas também à pintura e escultura, para não falar dos outros gêneros artísticos. É o caso dos artigos que deverão ser publicados sobre Shakespeare e sobre a recepção de Mendelssohn na obra de Herder, Kant e Moritz, sem deixar de lado o diálogo frutífero com Lessing e Schiller, por exemplo - quanto a esse último, não é necessário dizer, sobre os conceitos de sublime e ingênuo. Por fim, a tradução de escritos de Mendelssohn sobre a estética terá necessariamente consequências sobre o desenvolvimento da pesquisa nessa área no Brasil. A publicação dos textos de estética de Hegel na década de 2000 e a recente publicação de textos de estética de Herder motivou um grande número de dissertações e teses sobre esses autores. Pode-se verificar no passado o mesmo efeito com a tradução de textos de Schiller, Schelling, Schlegel etc. O argumento de que a pesquisa não precisa da tradução dos textos pesquisados para o vernáculo é válida apenas para situações muito específicas. De um modo geral, a oferta de traduções está intimamente ligada ao desenvolvimento da pesquisa e da abertura de novas frentes de investigação.
EquipeOliver Tolle (Responsável)
- Em andamento2023 – presentePesquisa
Espiritualidade e Belo Artístico em Moses Mendelssohn
A obra estética de Moses Mendelssohn ainda não recebeu uma investigação sistemática no âmbito da academia brasileira. Há poucas dissertações que se dedicaram à sua obra, mas nenhuma ao seu pensamento sobre a obra de arte. Essa lacuna, dentre tantas outras, que caracterizam o atual estágio da pesquisa em filosofia no Brasil, tem sido recentemente superado com os estudos sobre autores como Baumgarten, Herder e Moritz, cujas obras tem sido investigadas em dissertações e teses, fomentando assim também a sua tradução e difusão no âmbito acadêmicoa possibilidade de acesso ao grande público. É preciso também observar que Mendelssohn é um dos pensadorescostuma denominar de filosofia popular, quer dizer, filósofos, teólogos, médicos etc. que, sem uma atuação acadêmica, foram capazes de se inserir e interferir na discussão teórica da segunda metade do século XVIIItornando a filosofia uma questão que transcendia o ambiente das academias e universidades. Do ponto de vista mais específico, demonstrar a importância da tese de Mendelssohn de que a obra de arte é um produto espiritual - o que em grande parte prenuncia consequências que se tornarão inteiramente visíveis apenas a partir do começo do XIX com as filosofias do espírito absoluto -, poderá abrir caminho para uma compreensão filosófica do objeto artístico mais vinculada ao repertório de obras literárias e à iconografia "limitada" que o pensador deste período tinha à sua disposição. Mendelssohn, pelo uso dos exemplos, pode auxiliar também no ensino de estética, fornecendo de maneira fundamentada ferramentas da retórica e da eloquência para a compreensão dos recursos disponíveis não só ao poeta, mas também à pintura e escultura, para não falar dos outros gêneros artísticos. É o caso dos artigos que deverão ser publicados sobre Shakespeare e sobre a recepção de Mendelssohn na obra de Herder, Kant e Moritz, sem deixar de lado o diálogo frutífero com Lessing e Schiller, por exemplo - quanto a esse último, não é necessário dizer, sobre os conceitos de sublime e ingênuo. Por fim, a tradução de escritos de Mendelssohn sobre a estética terá necessariamente consequências sobre o desenvolvimento da pesquisa nessa área no Brasil. A publicação dos textos de estética de Hegel na década de 2000 e a recente publicação de textos de estética de Herder motivou um grande número de dissertações e teses sobre esses autores. Pode-se verificar no passado o mesmo efeito com a tradução de textos de Schiller, Schelling, Schlegel etc. O argumento de que a pesquisa não precisa da tradução dos textos pesquisados para o vernáculo é válida apenas para situações muito específicas. De um modo geral, a oferta de traduções está intimamente ligada ao desenvolvimento da pesquisa e da abertura de novas frentes de investigação.
EquipeOliver Tolle (Responsável)
- Em andamento2021 – presentePesquisa
Investigação, tradução e publicação das principais metafísicas da Escola de Wolff
Com a recente tradução inédita das obras latinas de Alexander Baumgarten (1714-1762) para línguas modernas nos últimos vinte anos (Ästhetik; Hamburg: Meiner, 2007. Metaphysik; Stuttgart: Frommann-Holzbog, 2010. Metaphysics; London: Bloomsbury, 2013. Principes de la philosophie pratique première; Paris: Vrin, 2015. Metáphysique; Paris: Vrin, 2019. Estetica; Sesto San Giovanni: Aesthetica, 2020), renovou-se nos últimos vinte anos o interesse pela Escola de Wolff e, em particular, pelo desenvolvimento ulterior da psicologia empírica e da estética moderna. De fato, é indissociável nesse contexto a associação entre epistemologia e ciência da sensibilidade (estética). Apenas a partir da caracterização precisa das faculdades cognitivas inferiores e superiores abriu-se a possibilidade da fundamentação de uma teoria da representação capaz de transitar consistentemente entre metafísica e arte. A obra de Baumgarten funciona assim como um ponto chave para a compreensão não só do declínio da metafísica na segunda metade do século XVIII, como também é reveladora das dificuldades que a psicologia enfrenta como ciência subjetiva que adota o corpo (órgãos sensíveis e faculdades cognitivas) como referência primeira. Mas os reflexos da psicologia empírica não se fizeram sentir apenas no âmbito da estética. Não só a assim denominada virada crítica kantiana, como também o desenvolvimento da física teórica, da fisiologia, da medicina, da história natural foi moldado em parte pela investigação iniciada pela Escola de Wolff. Nesse sentido, o presente projeto tem como objetivo traduzir para o vernáculo obras capitais da Escola de Wolff, a saber, a Metafísica Alemã (1713) de Christian Wolff, a parte teórica da Sabedoria Mundana (1733) de Johann Christoph Gottsched e o capítulo ?Psicologia? da Metafísica (1739) de Alexander Gottlieb Baumgarten, tornando assim acessível ao leitor de língua portuguesa obras desse período da filosofia moderna alemã.
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · OUTRO
EquipeOliver Tolle (Responsável), Luís Fernando Santos Nascimento, Paulo Roberto Licht dos Santos, Mario Spezzapria, Juliana Ferraci Martone, Marcio Suzuki
- Em andamento2019 – presentePesquisa
Utopia e a arte de prever o futuro
Trata-se de investigar o lugar da arte como conjectura do futuro ou formulação de utopia na estética moderna (Baumgarten, Herder, Kant, Hegel) e na estética contemporânea (Ernst Bloch), tendo em vista a caracterização do alcance da faculdade da imaginação na pressuposição do novo nos diferentes gêneros artísticos.
EquipeOliver Tolle (Responsável)
- Em andamento2018 – presentePesquisa
Psicologia, estética e antropologia na filosofia alemã do sec. XVIII
O projeto tem por objetivo principal estudar os desdobramentos da psicologia empírica de Christian Wolff (1679-1754) na Ilustração europeia, reconstruindo vários temas e questões debatidas a partir da análise das obras de um grupo de autores da Spätaufkärung e da Popularphilosophie berlinense, colocados na sombra da historiografia filosófica. Nessa maneira, espera-se identificar os temas psicológicos debatidos, de maior relevância teórica para o ?conhecimento do homem?, tarefa comum a grande parte da filosofia alemã daquela época. Assim, pretende-se em primeiro lugar melhorar a compreensão da relevância dos temas psicológicos no próprio wolffismo; secundariamente, verificar quanto do encaminhamento antropológico kantiano era condizente com as investigações psicológicas. Como tarefa secundária da nossa pesquisa, a avaliação das perplexidades nos contemporâneos logo depois da publicação da Crítica da Razão Pura (1781) poderá também contribuir à compreensão da radicalidade da proposta de filosofia crítico-transcendental kantiana, justamente pela contraposição e distância com uma parte importante do ambiente cultural da sua época. Em terceiro lugar, se mostrará como a na filosofia alemã daquela época convergem e interagem de forma indissociável temas psicológicos, estéticos, morais e antropológicos.
EquipeOliver Tolle, Márcio Suzuki (Responsável), Mario Spezzapria
- Em andamento2015 – presentePesquisa
Arte e religião no jovem Hegel
O projeto consiste na análise e tradução de textos de juventude de G.W.F. Hegel, o que incluiu uma investigação de sua obra teológica, na qual a arte e a religião são compreendidas como expressões do absoluto na história. O jovem Hegel toma como ponto de partida que a espiritualidade (compreensão segundo uma totalidade) corre o risco em todos os momentos de se tornar inautêntica, isto é, de ser corrompida e transformada numa abstração, quando os significados em jogo perdem articulação entre si. Ora, esse risco decorre não só da ambição pelo poder, como no caso da religião instituída, mas também em virtude das limitações com que a espiritualidade (ou o absoluto) pode ser manifesta, já que é forçada constantemente a ultrapassar seu âmbito propriamente dito. A compreensão disso exige considerar os meios segundo os quais o divino é conhecido, na arte e na religião, o que permite, a nosso ver, uma aproximação com as mesmas questões epistemológicas que motivaram o surgimento da estética no começo do XVIII.
EquipeOliver Tolle (Responsável)
- Em andamento2015 – presentePesquisa
Autonomia e Ornamento
Com a consolidação do conceito de autonomia da obra de arte na segunda metade do século XVIII, tem simultaneamente lugar o esforço em estelecer uma compreensão do ornamento e do seu correto emprego como recurso de embelezamento e da sua adequada relação com objetos artísticos. Assim, em contraste com a arte, ornamento é dispositivo engenhoso com a função de tornar mais agradável o convívio com toda a sorte de produtos da atividade humana. O seu âmbito envolve uma multidão de objetos cujo denominador comum é de difícil caracterização, mas que de um modo geral obedece à regra de estar presente sempre que a beleza de um objeto não for o seu aspecto principal: elementos arquitetônicos como frontões, estátuas, colunas e suas diversas partes, molduras de quadros, organização de paisagens segundo formas geométricas ou orgânicas, entalhes em madeira, jóias de uso pessoal, recursos retóricos na literatura e pintura e assim por diante. A discussão sobre a importância do ornamento ocorre nesse período em uma série de artigos publicados em revistas da época e em manuais e catálogos de arte, encontrando seu ponto culminante com a publicação da obra de Karl Philipp Moritz "Noções prévias para uma teoria dos ornamentos" (1793).
EquipeOliver Tolle (Responsável)
- Em andamento2014 – presentePesquisa
A faculdade de compor na psicologia empírica alemã
Como livrar a disciplina da estética estabelecida por Alexander Gottlieb Baumgarten de sua contaminação com o vocabulário aristotélico-escolástico e atenuar os efeitos dogmáticos de sua propensão a procurar leis de valor universal? É a essa questão que se dedica Johann Gottfried Herder em uma série de textos publicados nas décadas de 1760 e 70. Neles, Herder reconhece o esforço da ciência do sensível baumgarteana em delimitar o alcance de cada uma das faculdades inferiores do conhecimento e a sua descoberta do fingere como faculdade especificamente poética, mas questiona as condições de sua aplicabilidade, já que a ênfase do autor latino em um discurso abstrato e metafísico torna os conceitos ? apesar de devidamente fundamentados ? demasiado distantes daquilo que gostariam de explicar, a saber, a origem sensorial do conhecimento humano e os problemas práticos decorrentes dela. Ora, no lugar de conceitos abstratos, Herder defende a natureza simbólica da linguagem, a qual é mais conforme a esse deslocamento do problema do conhecimento para sua origem sensorial, embora ela só possa se desenvolver agora dentro de limites de uma antropologia.
EquipeOliver Tolle (Responsável)
- Em andamento2008 – 2014Pesquisa
Por uma ciência do sensível: Herder e a recepção da estética de Baumgarten
Entre os anos de 1730 e 1780 um grande número de autores se debruçou na Alemanha sobre a questão da sensibilidade: não só Baumgarten, mas também Meier, Mendelssohn, Hamann, Sulzer, para não mencionar outros, se dedicaram a uma ciência do sensível. Em comum esses autores tinham a proposta de reconduzir a filosofia ao concreto e efetivo; esse impulso provocou um novo renascimento dos poetas e retores da antiguidade grega e latina, mas com o comprometimento de adequá-los às questões filosóficas da modernidade. Herder desempenha um papel particularmente importante nesse esforço. Como talvez o último a propor uma ciência do sensível ? os seus textos a esse respeito foram redigidos no período entre 1760 e 1780 ?, ele se encontra justamente no hiato entre o começo da decadência da metafísica na Alemanha e o surgimento da filosofia crítica. O presente projeto pretende traduzir textos de Herder e outros e apresentá-los criticamente ao leitor.
Financiadores- · NAO_INFORMADO
EquipeOliver Tolle (Responsável)
- Em andamento2008 – 2011Pesquisa
A Autonomia como Ponto de Fuga da Modernidade
Pretende-se identificar as transformações que o conceito de autonomia sofreu na filosofia hegeliana. Essas transformações aparentemente correspondem a um distanciamento progressivo em relação à expectativa de que o retorno à sensibilidade e à efetividade deveria ocorrer por meio da arte, expectativa que se encontra formulada na origem do idealismo absoluto. Ali a poesia aparece como a nova mestra da humanidade, capaz de estabelecer a igualdade e liberdade entre os homens, com a conseqüente dissolução do Estado. Contrasta fortemente com essa perspectiva o juízo hegeliano emitido trinta anos depois de que a arte é algo do passado e que a sua ligação com valores éticos só poderá se perpetuar simbolicamente.
Financiadores- Universidade Federal de Sergipe · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeOliver Tolle (Responsável)
Orientações
- Doutorado
desde 2025Victor Tavares Bertucci · OrientaçãoLógica e Religião no Hegel de Frankfurt (1797-1800) como crítica da reflexão · Filosofia · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2024Fábio Pereira Bonafini · OrientaçãoO rosto do conceito: a fisiognomia no sistema de Hegel · Filosofia · Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2024André Pascoal da Silva · OrientaçãoA UTOPIA MEDIEVAL DE J.-K. HUYSMANS E A CONVERSÃO PELA ARTE · Filosofia · Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2024André Aureliano Fernandes · OrientaçãoA CRIATIVIDADE EM SHAKESPEARE, SEGUNDO JOHANN GOTTFRIED HERDER · Filosofia · Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2024Neusa Monteiro · OrientaçãoHegel e a escultura clássica nos Cursos de estética: a figura ideal do espírito incorporada na matéria · Filosofia · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2022Simei Doblinski Junior · OrientaçãoLimite da Liberdade Subjetiva em Hegel · Filosofia · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2021Luiz Henrique Couto Martins · OrientaçãoOs limites e as possibilidades da arte: a liberdade do espírito na pintura romântica segundo Hegel · Filosofia · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorEm andamento - Doutorado
desde 2021Thiago Kistenmacher Vieira · OrientaçãoO além-do-homem como linguagem estética · Filosofia · Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2021Pablo de Morais · OrientaçãoA filosofia do espírito subjetivo de G. W. F. Hegel: uma delineação do desenvolvimento do percurso da atividade do conceito na Antropologia, na Fenomenologia do Espírito e na Psicologia · Filosofia · Universidade de São PauloEm andamento
Bancas julgadoras
48 registros- 2025Alberto Fernando Blumenschein CruzEntre o natural e o sobrenatural: pelico, êxtase e Benandanti como operadores de saber liminar na primeira modernidade. · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Maurício de Carvalho Ramos, Tatiana Helena Lotierzo Hirano, Arthur Oliveira Alfaix Assis, Oliver TolleMestrado
- 2025William Paniccia Loureiro JuniorA Idéia de Reconciliação: um Estudo sobre a Tragédia do Espírito na Fenomenologia do Espírito · Filosofia · Universidade Federal de São PauloBanca: Oliver Tolle, Silvio Rosa Filho, Rodnei Antonio do Nascimento, Anderson Gonçalves, Denilson Soares CordeiroDoutorado
- 2025José Feres SabinoA psicologia, o romance, o belo. Três estudos sobre Karl Philipp Moritz · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Márcio Suzuki, Oliver Tolle, Mario Spezzapria, Ulisses Razzante VaccariDoutorado
- 2025Celso Fernando Barroso LimaA Estética Relacional como experiência do sagrado na Pós- modernidade: a arquitetura de Kiko Argüello. · Arquitetura e Urbanismo · Universidade de São PauloBanca: Agnaldo Farias, Oliver TolleExame de qualificação de doutorado
- 2023Guilherme Gregório Arraes FernandesAs Provas da Existência de Deus nas Lições Hegelianas sobre Filosofia da Religião de 1827 · Filosofia · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Ricardo Pereira Tassinari, Agemir Bavaresco, Oliver TolleMestrado
- 2021Gustavo de Almeida TorrecilhaO sistema das artes na estética de Hegel · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Marco Aurélio Werle, Pedro Sussekind Viveiros de Castro, Hans Christian Klotz, Oliver TolleMestrado
- 2020Ada Cristina FerreiraO devir das obras de arte: uma leitura adorniana do conto "Meu tio O Iauretê", de Guimarães Rosa · Filosofia · Universidade Federal de Mato GrossoBanca: Sara Juliana Pozzer da Silveira, Alécio Donizete da Silva, Oliver TolleMestrado
- 2019William Paniccia Loureiro JúniorAs críticas de Hegel às maneiras de se tratar o direito natural no período de Iena: a tragédia da vida ética · Filosofia · Universidade Federal de São PauloBanca: Silvio Rosa Filho, Rodnei Antonio do Nascimento, Oliver TolleMestrado
- 2019Laura de Borba Moosburger de MoraesInquietude e Sehnsucht na obra de Georg Trakl · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Oliver Tolle, Juliana Pasquarelli Perez, Paulo Roberto Licht dos Santos, Roberto Saraiva Kahlmeyer MertensDoutorado
- 2019Pedro Augusto da Costa FranceschiniEstética e mitologia na filosofia clássica alemã · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Marco Aurélio Werle, Pedro Sussekind Viveiros de Castro, Zaida Veronica Olvera Granados, Oliver Tolle, Ulisses Razzante VaccariDoutorado
- 2017Raphael Feliciano AlmeidaA religião como representação na filosofia de Hegel: os manuscritos de 1821 · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Marco Aurélio Werle, Ulisses Razzante Vaccari, Oliver TolleMestrado
- 2017Patrick de Oliveira AlmeidaHumor Objetivo e Aparência Estética: uma Leitura sobre a Questão da Dissolução da Arte na Estética de Hegel · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Marco Aurélio Werle, Luiz Fernando Barrére Martin, Arlenice Almeida da Silva, Ilana Viana do AmaralDoutorado
- 2017Mario SpezzapriaA linha metafísica do belo. Estética e antropologia em K.P. Moritz · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Márcio Suzuki, Luís Fernando Santos Nascimento, Danièle Cohn, Martin Disselkamp, Phiippe ButtgenDoutorado
- 2017Paulo Roberto Pinheiro da SilvaO paradoxo do conhecimento imediato ou o desespero da consciência natural · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Maria Lucia Mello e Oliveira Cacciola, Silvio Rosa Filho, Eduardo Brandão, Oliver Tolle, Valter José Maria FilhoDoutorado
- 2017Caio César CabralA teoria da individuação de Gilbert Simondon: os modos físico e biológico de individuação · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Maurício de Carvalho Ramos, Vladimir Safatle, Oliver Tolle, Tiago Santos Almeida, Lorenzo BaravalleDoutorado
- 2017André G. Biesczad PenteadoKant e Herder: duas Aufklärungen · Filosofia · Universidade Federal do ParanáBanca: Vinícius Berlendis Figueiredo, Vivianne Moreira, Ericson Falabretti, Paulo Vieira Neto, Oliver TolleDoutorado
- 2016Húdson Kléber Palmeira CanutoLeibniz: A origem dos franceses - Tradução, apresentação e comentários · Filosofia · Universidade Federal de SergipeBanca: William de Siqueira Piauí, Aldo Lopes DinucciMestrado
- 2016Kelly Cristina dos SantosArtur Azevedo e o Teatro · Letras · Universidade Federal de SergipeBanca: Jacqueline Ramos, Fernando SáMestrado
- 2016Pedro Fernandés GaléWinckelmann: uma história da arte entre a norma e a forma · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Marco Aurélio Werle, Márcio Suzuki, Luís Fernando Santos Nascimento, Pedro Sussekind Viveiros de CastroDoutorado
- 2016Concurso Professor Adjunto - Área de Ensino: Estética· Universidade Federal da Integração Latino-AmericanaBanca: Rogério Gimenes de Campos, João Roberto Barros IIConcurso público
- 2015Paulo Roberto Pinheiro da SilvaKant e a passagem da Razão observante para o Espírito, na Fenomenologia do espírito de Hegel · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Maria Lucia Mello e Oliveira Cacciola, Silvio Rosa FilhoExame de qualificação de doutorado
- 2015Caio Cesar CabralSimondon e Dewey: o ato investigativo nas individuações biológica e psíquica · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Maurício Cardoso Keinert, Vladimir SafatleExame de qualificação de doutorado
- 2015Patrick de Oliveira AlmeidaHumor objetivo e aparência estética: uma leitura sobre a questão da dissolução da arte na Estética de Hegel · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Marco Aurélio Werle, Luiz Fernando Barrére MartinExame de qualificação de doutorado
- 2014Isabel Coelho FragelliNatureza, história, poesia. A exposição simbólica da Bildung · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Pedro Paulo Pimenta, Luís Fernando Santos Nascimento, Maria Lucia Mello e Oliveira Cacciola, Monique HulshofDoutorado
- 2014Pedro Fernandes GaléWinckelmann: o poder descritivo como formação histórica · Filosofia · Universidade de São PauloBanca: Marco Aurélio Werle, Luís Fernando Santos NascimentoExame de qualificação de doutorado
Revisor de periódico
01 registro- 2014 – 2014Discurso - Departamento de Filosofia da FFLCH DA USPRevisor de periódico
Participação em eventos
41 registros- 2025Matrimônio e EsclarecimentoEscola Superior do Ministério Público de São Paulo (CEAF / ESMP) · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2025Sabedoria, genialidade e loucura na filosofia de HerderVida e Filosofia · Conferencista · Convidado · São PauloDivulgação científica
- 2024A Filologia como Ciência: Filosofia e Literatura no século XIXII ENCONTRO DE ESTÉTICA MODERNA · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2022Arte e moral em Moses MendelssohnSeminário de Encerramento Dinter/Filosofia UFAC · Conferencista · Convidado · Rio Branco
- 2022Imaginação em Bodmer e BreitingerEncontro de Estética Moderna · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2021Hegel sobre Jacobi nas Lições de história da filosofiaColóquio Friedrich Heinrich Jacobi e seus leitores · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2020A filosofia da arte de Ersnt Bloch no Espírito da Utopia"II Congresso de Estética e Teoria Crítica · Conferencista · Convidado · CuiabáDivulgação científica
- 2019Imaginação na psicologia empírica alemãII Seminário de Filosofia Clássica Alemã · Conferencista · Convidado · Cuiabá
- 2019Herder e a imagem de DeusColóquio Filosofia e Religião na Modernidade · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2019Aula inaugural do curso de doutorado em filosofiaUma breve história do conceito de espírito no século XVIII · Homenageado · Convidado · São Cristovão, SE
- 2018O governo da mente sobre o corpo: estudos sobre melancolia no XVIIIXIX Semana de Filosofia da UFS · Conferencista · Convidado · Aracajú
- 2018A sabedoria mundana de GottschedColóquio Internacional Experiências da Alma · Apresentação oral · Participante · São Paulo
- 2018A sabedoria mundana de GottschedExperiências da Alma · Apresentação oral · Participante · São Paulo
- 2018A base nacional comum curricular e o exercício do professoradoA formação do profissional das ciências humanas e os desafios de um novo tempo · Apresentação oral · Participante · São PauloDivulgação científica
- 2018A Base Nacional Curricular Comum e o Exercício do ProfessoradoSimpósio A Formação do Profissional de Ciências Humanas e os Desafios de um novo tempo: em discussão os bacharelados e as licenciaturas · Conferencista · Convidado · São PauloDivulgação científica
- 2017A arte da retórica esclarecidaI Congresso da Associação Brasileira de Estudos do Século XVIII · Conferencista · Convidado · São PauloDivulgação científica
- 2017Mitologia e fantasia: a arte como ponto de união no jovem HegelColóquio de Estética Moderna e Contemporânea · Conferencista · Convidado · Ouro PretoDivulgação científica
- 2017A disposição do artista: invenção e imaginação na Teoria Geral das Belas-Artes de SulzerIV Colóquio Filosofia e Literatura · Simposista · Convidado · Aracajú
- 2016Arte e religião no jovem HegelIV Congreso Internacional de Estudios Hegelianos · Conferencista · Convidado · Mexico
- 2015Hegel e a ideia de ascetismo socialVIII Colóquio Nacional de Filosofia da História · Conferencista · Convidado · AracajúDivulgação científica
- 2015A biografia e o romance psicológico - Herder, Moritz e a expressão da sensibilidadeColóquio Filosofia e Literatura - Romantismo e Modernidade · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2015A faculdade de julgar em Baumgarten e HerderJornada Estética Moderna e Estética Contemporânea · Conferencista · Convidado · São PauloDivulgação científica
- 2014Filosofia da arte e retórica, uma convivência difícilEncuentro Hispano-Português de Estética · Conferencista · Convidado · Valladolid
- 2012Os escritos juvenis e a filosofia da religião de HegelReligião, Política e Arte: alguns recortes acerca do contexto histórico filosófico germânico dos séculos XIX e XX · Conferencista · Convidado · Brasília
- 2011Arte e religião no jovem HegelII Mini-Symposium de estudos em Estética: O belo artístico em Hegel · Conferencista · Convidado · Salvador
Na imprensa
betaVersão beta: esta seção é experimental e pode ser alterada ou removida a qualquer momento, e os dados podem estar incompletos ou incorretos.
