Fábio Luis Forti.
Livre · Departamento de Bioquímica
- Unidade
- Instituto de Química
- Departamento
- Departamento de Bioquímica
Currículo atualizado em 12/11/2025
Cita-se como: FORTI, F. L.;Forti, Fabio Luis;FORTI, F'BIO LU'S;FORTI, F'BIO L.;FORTI, FABIO L.;FORTI, FL;Forti, FL;FORTI, FABIO LUIS;Forti, Fábio L.;Forti FL;Forti, Fábio Luís;FÁBIO LUIZ FORTI;FORTI, FÁBIO LUIZ;FORTI, FÁBIO LUIS;Forti, F.L.;FORTI, FÁBIO LUÍS;Fábio L. Forti;FORTI;Fábio L Forti;Fabio L Forti;Fabio L. Forti;Forti Fabio L;Forti Fábio L;Forti Fabio L.;Forti Fábio L.;FORTI F;FORTI FL;FORTI FABIO;FORTI FÁBIO;FORTI FÁBIO L.;Forti F.L.;LUIS FORTI, FABIO
Resumo biográfico
Bacharel em Química pelo IQSC-USP (1992), mestre em Química Analítica pelo IQSC-USP (1995), doutor em Bioquímica e Biologia Molecular pelo IQ-USP (2001), com período Sandwich no Salk Institute La Jolla-CA (1999), e pós-doutorados pelo IQ-USP (2002-2006), Burnham Institute for Medical Research (2007), e University of California San Diego (2008). Foi Professor Adjunto de Bioquímica e Biologia Molecular no Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH) da Universidade Federal do ABC (UFABC) (2008-2009). Em 2009 iniciou como Professor Doutor no Departamento de Bioquímica do Instituto de Química da USP, onde desde 2016 atua como Professor Associado e Livre-Docente. Entre 2020-2021 atuou como Professor Visitante no Altman Clinical and Translational Research Institute da School of Medicine, University of California San Diego-CA. Tem experiência nas grandes áreas de Biomateriais, Bioquímica, Biologia Celular e Molecular e atua nos seguintes temas: Transdução de Sinais por Tirosina Fosfatases; Bases da Ação Hormonal e Fatores de Crescimento; Mecanismos de Lesão, Reparo de DNA e Instabilidade Genômica; Rho GTPases e Citoesqueleto de Actina; Biologia de Sistemas com ênfase em Interações Proteína-Proteína (Interactomes) e Proteômica; Biologia Tumoral com ênfase em Gliomas. Nossos interesses de pesquisa estão voltados para desvendar e entender novos mecanismos moleculares a fim de propôr novas propostas de terapias para patologias humanas, mais especificamente cânceres em geral.
Indicadores
Áreas de atuação
04 registros- Ciencias BiologicasBioquímica
- Ciencias BiologicasBioquímicaBiologia Celular
- Ciencias BiologicasBioquímicaBiologia Molecular
- EngenhariasEngenharia Biomédica
Formação acadêmica
11 registros- 2007 – 2008Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · University of California, San DiegoBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
- 2007 – 2007Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Sanford-Burnham Medical Research Institute - La JollaBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 2004 – 2006Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Insituto de Química, Universidade de São PauloBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 2002 – 2004Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Insituto de Química, Universidade de São Paulo
- 1999 – 1999DoutoradoConcluídoBioquímica · IQ-USP“Genetic identification of components of signaling initiated in ACTH receptors”Orientação: Hugo Aguirre ArmelinBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 1996 – 2001DoutoradoConcluídoBioquimica [SP] · Universidade de São Paulo“Clonagem do receptor de ACTH de células adrenocorticais Y-1 de camundongo e expressão em fibroblastos 3T3 e células AR-1 para elucidação de vias de transdução de sinal”Orientação: Hugo Aguirre ArmelinBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 1993 – 1995MestradoConcluídoQuímica Analítica · Universidade de São Paulo“Comportamento estrutural de matrizes colagênicas tratadas com 1,4-dioxano: propriedades físico-quiímicas, mecânicas e biológicas”Orientação: Ana Maria de Guzzi PlepisBolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
- 1989 – 1992GraduaçãoConcluídoBacharel em Química - Modalidade tecnológica · Universidade de São PauloOrientação: Ana Maria de Guzzi Plepis
- 1985 – 1987Ensino-medio-segundo-grauConcluídoEnsino-medio-segundo-grau · Escola Estadual de Primeiro e Segundo Grau Dr. Jorge Coury
- 1977 – 1984Ensino-fundamental-primeiro-grauConcluídoEnsino-fundamental-primeiro-grau · Escola Estadual de Primeiro e Segundo Grau Dr. Jorge Coury
- Livre-docênciaConcluídoLivre-docência · Insituto de Química, Universidade de São Paulo
Idiomas
04 registros| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Inglês | Bem | Bem | Bem | Bem |
| Espanhol | Bem | Razoável | Razoável | Bem |
| Italiano | Bem | Razoável | Razoável | Bem |
| Português | Bem | Bem | Bem | Bem |
Atuação profissional
30 registros- 2023 – presenteVínculo atualUniversidade Federal de Ouro Preto
- 2022 – presenteVínculo atualFRONTIERS IN PHARMACOLOGYMembro de corpo editorial
- 2021 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor Associado IIServidor Publico
- 2021 – presenteVínculo atualCzech Science FoundationRevisor de projeto de fomento
- 2020 – 2021Dedicação exclusivaUniversity of California, San DiegoVisiting ScholarProfessor Visitante
- 2020 – presenteVínculo atualFRONTIERS IN CELL AND DEVELOPMENTAL BIOLOGYMembro de corpo editorial
- 2020 – presenteVínculo atualFRONTIERS IN ONCOLOGYMembro de corpo editorial
- 2018 – presenteVínculo atualPrograma de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular - UFPRRevisor de projeto de fomento
- 2018 – presenteVínculo atualCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorRevisor de projeto de fomento
- 2016 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor Associado IServidor Publico40h/sem
- 2016 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloMembro de comitê assessor
- 2016 – 2018PRP-UFRNRevisor de projeto de fomento
- 2016 – 2016Fundação Universidade Federal do ABCRevisor de projeto de fomento
- 2016 – 2016ICB-USPRevisor de projeto de fomento
- 2016 – presenteVínculo atualIQ-USPMembro de comitê assessor
- 2013 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor Doutor II
- 2011 – 2011(PRP-USP) Universidade de São Paulo - Pró-Reitoria de PesquisaRevisor de projeto de fomento
- 2010 – 2016ISRN EndocrinologyMembro de corpo editorial
- 2010 – presenteVínculo atualConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoRevisor de projeto de fomento
- 2009 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor DoutorServidor Publico
- 2009 – presenteVínculo atual(FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloRevisor de projeto de fomento
- 2007 – 2016The Open Biomedical Engineering Journal (OBE)Membro de corpo editorial
- 2007 – 2007Dedicação exclusivaSanford-Burnham Medical Research Institute - La JollaResearch ScholarColaborador
- 2007 – 2008Dedicação exclusivaUniversity of California, San DiegoResearch ScholarColaborador
- 2007 – 2009Dedicação exclusivaUniversidade Federal do ABCProfessor AdjuntoServidor Publico
- 2003 – 2006Universidade Bandeirante de São PauloProfessor TitularCeletista4h/sem
- 2002 – 2006Dedicação exclusivaUniversidade de São PauloPesquisador Pós-DocColaborador
- 2000 – 2003Universidade Bandeirante de São PauloProfessor DoutorCeletista20h/sem
- 1999 – 1999Dedicação exclusivaThe Salk InstituteVisitor ScholarPesquisador Visitante
- 1997 – 1999Universidade Bandeirante de São PauloProfessor MSCeletista12h/sem
Produção bibliográfica
268 registros- 2025Dual-specificity phosphatases: possible new biomarkers for gliomasSofia Figueiredo Forti; Viktor Kalbermatter Boell; Fábio Luis Forti · 33o SIICUSP · SÃO PAULO
- 2025Rho pathway: a fragile point in the GBM resistance to radiotherapyYuli Thamires Magalhaes; Fábio Luis Forti · Radiation Research Society's 71st Annual Meeting · San Juan
- 2025DUSP12 integrates nucleolar function and DDR through structural remodeling, phase separation and bimolecular interactions in Hepatocellular CarcinomaDiana R D C G Pacheco; Viktor Kalbermatter Boell; Fábio Luis Forti · ASCB Cell Bio 2025 · Philadelphia
- 2025DUSP12 Loss Disrupts Nucleolar Regulation and Sensitizes Liver Cancer Cells to DNA DamageViktor Kalbermatter Boell; Diana R D C G Pacheco; Yuli Thamires Magalhaes; Fábio Luis Forti · XVII Congresso Brasileiro da MutaGen-Brasil · Natal
- 2025Loss of DUSP12 Impairs Nucleolar Integrity and DNA Repair in Liver CancerViktor Kalbermatter Boell; Yuli Thamires Magalhaes; Diana R D C G Pacheco; Laura Lima Turani; Fábio Luis Forti · Fundamental Aspects of DNA Repair and Mutagenesis (FARM-DNA) · SÃO PAULO
- 2025The DUSP12 phosphatase and stress conditions: biochemical characterization, LLPS behavior, and bimolecular interactionsDiana R D C G Pacheco; Fábio Luis Forti · Fundamental Aspects of DNA Repair and Mutagenesis (FARM-DNA) · SÃO PAULO
- 2025Emerin modulation impacts viability, proliferation, migration, and DNA damage signaling in cisplatin-treated glioblastoma cellsDonna Joe farfan Hilares; Fábio Luis Forti · Fundamental Aspects of DNA Repair and Mutagenesis (FARM-DNA) · SÃO PAULO
- 2025Dual-specificity phosphatases as new biomarkers for gliomasSofia Figueiredo Forti; Viktor Kalbermatter Boell; Fábio Luis Forti · 53ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular (SBBq) · Águas de Lindóia
- 2025DUSP12 as a Multifunctional Regulator: Nucleic Acid Interactions, Catalysis, and Phase SeparationDiana R D C G Pacheco; Fábio Luis Forti · 53ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular (SBBq) · Águas de Lindóia
- 2025DUSP12-NAT10 Interaction Regulates DNA Damage Response and Nucleolar Stress in Hepatocellular CarcinomaViktor Kalbermatter Boell; Diana R D C G Pacheco; Fábio Luis Forti · 53ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular (SBBq) · Águas de Lindóia
- 2025Modulation of Emerin expression in glioblastoma cells with different p53 status: cellular responses to genotoxic stressDonna Joe farfan Hilares; Fábio Luis Forti · 53ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular (SBBq) · Águas de Lindóia
- 2025Actin Cytoskeleton Disruption Suppresses Glioma Stem Cell-Like Phenotype and Tumorigenicity in Therapy-Resistant GlioblastomaYuli Thamires Magalhaes; Viktor Kalbermatter Boell; Fábio Luis Forti · 53ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular (SBBq) · Águas de Lindóia
- 2024Unraveling the Versatility of Zinc Finger Domains in Phosphatases: DUSP12 and StressDiana R D C G Pacheco; Fábio Luis Forti · XXII Congresso Brasileiro de Biologia Celular · São Paulo
- 2024DUSP12 and NAT10 are involved in the DNA Damage Response of Hepatic Cell LinesViktor Kalbermatter Boell; Fábio Luis Forti · XXII Congresso Brasileiro de Biologia Celular · São Paulo
- 2024Macrophages lacking the Ras guanine exchange factor RasGEF1b exhibit severe alterations in actincytoskeleton dynamics, resulting in reduced membrane ruffles and impaired cell migrationCicera Alexsandra Costa dos Santos; Fábio Luis Forti; Isadora Mafra de Oliveira; Lilian Christina Russo; Yuli Thamires Magalhaes; Luisa Resende · XXII Congresso Brasileiro de Biologia Celular · São Paulo
- 2024Understanding DUSP12 Structure and Activity and Its Impact on DNA Damage Response in HepatocellularCarcinomaViktor Kalbermatter Boell; Diana R D C G Pacheco; Fábio Luis Forti · XXII Congresso Brasileiro de Biologia Celular · São Paulo
- 2024Emerin knockdown affects the viability and proliferation of human glioblastoma cells with different p53status under cisplatin treatmentDonna Joe farfan Hilares; Fábio Luis Forti · XXII Congresso Brasileiro de Biologia Celular · São Paulo
- 2024F-Actin Modulates Glioma Stem-Cell Phenotype and Affects DNA Repair-Dependent Glioblastoma ResistanceYuli Thamires Magalhaes; Fábio Luis Forti · XXII Congresso Brasileiro de Biologia Celular · São Paulo
- 2024UNRAVELING THE ROLE OF F-ACTIN IN RESISTANT GBM: INSIGHTS INTO DNA REPAIR, GSC PHENOTYPE, AND THERAPEUTIC IMPLICATIONSYuli Thamires Magalhaes; Fábio Luis Forti · American Association for Cancer Research Anual Meeting (AACR 2024) · San Ddiego
- 2024DUSP12 in glioblastoma: insights into nucleolar stress and DNA damage responseViktor Kalbermatter Boell; Fábio Luis Forti · American Association for Cancer Research Anual Meeting (AACR 2024) · San Diego
- 2024Targeting F-actin Dynamics of Glioblastomas to Overcome Therapy Resistance: Impacts on DNA Repair and Glioma Stem Cell PhenotypeYuli Thamires Magalhaes; Fábio Luis Forti · EMBO Workshop The DNA damage response in cell physiology and diseases · Sounio-Athens-Greece
- 2024Targeting F-actin Dynamics of Glioblastomas to Overcome Therapy Resistance: Impacts on DNA Repair and Glioma Stem Cell PhenotypeYuli Thamires Magalhaes; Fábio Luis Forti · Society for Neuro-Oncology Meeting 2024 (SNO 2024) · Houston-TX-USA
- 2024Modulation of Emerin in human glioblastoma treated with cisplatin: effects on viability, proliferation and DNA damage responsesDonna Joe farfan Hilares; Fábio Luis Forti · 69o CBG - Genética 2024 · Campos do Jordão - SP - Brasil
- 2024DUSP12 and RNA Interaction Promotes Enzymatic Regulation via Liquid-Liquid Phase SeparationDiana R D C G Pacheco; Fábio Luis Forti · 69o CBG - Genética 2024 · Campos do Jordão - SP - Brasil
- 2024Involvement of DUSP12 in Nucleolar Stress and DNA Damage Response in GlioblastomaViktor Kalbermatter Boell; Fábio Luis Forti · 69o CBG - Genética 2024 · Campos do Jordão - SP - Brasil
Produção técnica
83 registros- 1996Monitor Bolsista do Programa de Aperfeiçoamento de EnsinoFábio Luis Forti · Monitoria
- 1993Monitor Bolsista II - CDCC - IFQSC USPFábio Luis Forti · Monitoria
- 1991Bolsista de Iniciação Científica FapespFábio Luis Forti; Sergio Paulo Campana Filho · Pesquisa Científica
- 1990Monitor Bolsista I - CDCC - IFQSC USPFábio Luis Forti · Monitoria
Projetos
26 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2025 – presentePesquisa
Quimio e radioresistência de glioblastomas: o papel da fosfatase DUSP12 e da GTPase Rho
O glioblastoma multiforma (GBM) é o tumor cerebral mais agressivo que cresce e se espalha rapidamente. Sua malignidade se deve também à sua alta resistência às terapias convencionais, prognóstico pobre e alta taxa de reincidência pós-terapias com sobrevida de 1-2 anos apenas. Trabalhos anteriores do grupo têm contribuído para novas propostas de alvos moleculares que oferecem uma vantagem de pré-sensibilização das células tumorais e redução de resistência às terapias. Nós mostramos que a via das Rho GTPases e remodeladores do citoesqueleto de actina são mediadores importantes não só para processos de motilidade, invasividade e estabilidade genômica destas células, mas parecem também estar mediando propriedades tronco-tumorais de GBMs resistentes. Por outro lado, a fosfatase dual DUSP12, escassamente explorada em GBMs e com papéis importantes em hepatocarcinoma (HCC), pode ser outro alvo molecular atuando na resposta destas células às terapias convencionais. Este projeto pretende se focar em duas frentes moleculares distintas, porém visando o mesmo outcome: a quimio e radioresistência terapêutica de GBMs. Para tal, iremos utilizar modelos celulares em monocamada e esferóides de GBMs, normais, quimioresistentes e radioresistentes, desenvolvidos em nosso laboratório, e submetê-los à modulação: 1) da via de Rho GTPases e o citoesqueleto de actina, e 2) da fosfatase DUSP12 e um de seus alvos nucleares, a proteína NAT10, que em HCC e outros cânceres têm mostrado ser um regulador importante do ciclo celular, reparo de DNA, organização da cromatina, expressão gênica e arquitetura nuclear, processos ímpares de manutenção de estabilidade genômica imprescindíveis na transformação e resistência tumoral.
Financiadores- (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Yuli Thamires Magalhaes, Niels Olsen Saraiva Câmara, Erico Tosoni Costa, Diana R D C G Pacheco, Donna Joe farfan Hilares, Viktor Kalbermatter Boell
- Em andamento2025 – presentePesquisa
Investigating novel targets of therapeutic resistance in glioblastomas in cellular and animal models
Bolsa de Produtividade em Pesquisa Nível 2 (PQ2) - CNPq (Processo No 304357/2024-3)
EquipeFábio Luis Forti (Responsável)
- Em andamento2024 – presentePesquisa
Investigação da GTPase Rho e Tirosina Fosfatase DUSP12 na Radio e Quimioresistência de Glioblastomas
NOME: Chamada CNPq/MCTI/FNDCT N 22/2024 - Programa Conhecimento Brasil - Apoio aProjetos em Rede com Pesquisadores Brasileiros no ExteriorSIGLA: ConhecBrasil-REDES
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Yuli Thamires Magalhaes, Diana R D C G Pacheco, Donna Joe farfan Hilares, Viktor Kalbermatter Boell, Gabriel O Sawakuchi
- Em andamento2023 – presentePesquisa
Mecanismos de resistência à quimioterapia em células tumorais
Câncer é uma doença com origens e características complexas. A quimioterapia é uma das principais formas de tratamento do câncer, entretanto a sua eficácia muitas vezes é limitada pelo desenvolvimento de resistência às drogas utilizadas. O ponto chave da resistência a quimioterápicos está associado à falta de conhecimento dos mecanismos moleculares envolvidos neste processo, dificultando o desenvolvimento de estratégias terapêuticas mais específicas. Devido à multiplicidade dos tipos de câncer e heterogeneidade dos tumores, a resistência a drogas antitumorais em geral não é baseada em um único mecanismo, mas em um conjunto de vias moleculares. O objetivo deste projeto é a identificação de genes e vias moleculares envolvidos na resistência a drogas antitumorais, determinar e implementar estratégias terapêuticas para eliminar esses mecanismos e, consequentemente, otimizar a eficácia terapêutica dos quimioterápicos usados na clínica. Serão utilizados como modelos de estudo tumores humanos agressivos e de alta relevância clínica, como melanomas, gliomas, leucemias agudas e hepatocarcinomas. Serão avaliados mecanismos de resistência frente a agentes antitumorais clássicos, como cisplatina e temozolamida, e a novas estratégicas terapêuticas, como terapia fotodinâmica, agentes desestabilizadores do citoesqueleto e novos compostos coordenados de Rutênio e Cobre. Ainda, será avaliado como as células tumorais respondem às lesões de DNA produzidas por agentes quimioterápicos genotóxicos. E, por fim, estratégias celulares conhecidamente envolvidas na resistência à quimioterapia serão investigadas, tais como: mecanismos de reparo de DNA, vias de proteção ao estresse oxidativo, autofagia e alterações da arquitetura do citoesqueleto. Os resultados deste estudo poderão contribuir de forma significativa para a solução ou minimização da resistência tumoral à quimioterapia, maior obstáculo para a cura de pacientes com câncer representando um dos principais problemas de saúde pública.
EquipeFábio Luis Forti, Clarissa R R Rocha, Mariana Lazarini, Andre Passaglia Schuch, Camila Carrião Machado Garcia (Responsável), Altevir Rossato Viana, Paula Melo de Abreu Vieira
- Concluído2022 – 2025Pesquisa
Bolsa de Produtividade em Pesquisa Nível 2 (PQ2) - CNPq (Processo No 304358/2021-5)
Modulação da atividade fosfatásica da TCPTP/PTPN2: efeitos na sinalizaçãode células do sistema imune.
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Nunzio Bottini
- Em andamento2022 – presentePesquisa
Avaliação funcional e molecular da fosfatase DUSP12 em células tumorais humanas submetidas a condições de estresse?
Uma melhor compreensão dos mecanismos de ação da tirosina fosfatase DUSP12 pode identificar potenciais relações com distúrbios celulares e sugerir formas de intervenção em sua atividade enzimática tornando-a um alvo de drogas com interesses clínicos. Esta tirosina fosfatase de atividade dual (DUSP) é conhecida por desfosforilar preferencialmente fosfo-tirosinas - mas também fosfo-serina ou fosfo-treonina - de proteínas substratos. Ela é amplamente expressa em diversos tipos de tecidos normais e tumores humanos como mama, cervix, cólon, pulmão, pâncreas, fígado, estômago e sangue. Há evidências experimentais de que estas enzimas podem atuar na regulação direta ou indireta de mecanismos de manutenção de estabilidade genômica como ciclo celular, reparo de DNA, organização da cromatina, expressão gênica e até arquitetura nuclear, os quais são imprescindíveis na transformação e/ou resistência tumoral. Nosso grupo identificou parceiros protéicos nucleares de DUSP12 em linhagens celulares de adenocarcinoma de mama e pulmão submetidas a diferentes tipos de estresse genotóxico e encontrou conexões funcionais importantes com o citoesqueleto, a cromatina, a maquinaria de splicing e maturação ribossômica. Este projeto pretende investigar detalhes moleculares e funcionais da proteína DUSP12 e de sua interação com as proteínas HP1BP3 e NAT10. O entendimento das relações funcionais entre elas e mecanismos de integridade e organização da cromatina pode apontar a relevância desta fosfatase para processos nucleares envolvidos com a malignidade de certas células tumorais.
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Yuli Thamires Magalhaes, Jessica Oliveira Farias, SALINAS, R.K., Diana R D C G Pacheco, Ana Laura C Ferreira, Donna Joe farfan Hilares, William Tadeu Festuccia
- Concluído2020 – 2022Pesquisa
Ativação da fosfatase PTPN2/TCPTP: efeitos sobre as células do sistema imunológico
Proteínas tirosina fosfatases (PTPs) regulam a sinalização e outros processos bioquímicos através da desfosforilação de proteínas no resíduo de tirosina; a interrupção do seu funcionamento pode levar a doenças e distúrbios graves. Dentro da classe I de PTPs de catálise baseada em cisteína, PTPRC (ou CD45) é o protótipo de toda a superfamília e identificado como o elo inicial entre as fosfatases e o sistema imunológico. Esta proposta de projeto está focada na proteína tirosina fosfatase N2 (PTPN2), também conhecida como proteína tirosina fosfatase de células T (TCPTP), que é altamente homóloga à PTP1B, a primeira PTP não-receptora identificada (PTPN1). A PTPN2 é um importante regulador da sinalização celular do sistema imune, desde modelos de camundongos até em doenças humanas, uma vez que é uma fosfatase da via JAK-STAT expressa de forma ubíqua, porém de alta expressão específica em tecidos hematopoiéticos. Os polimorfismos de perda da função de PTPN2 aumentam o risco de diabetes tipo 1 (DM1) e artrite reumatoide (AR) e a superexpressão de PTPN2 reduz a inflamação na nefropatia diabética. Recentemente, o grupo do Dr. Nunzio Bottini mostrou que camundongos portadores de expressão reduzida de PTPN2, que mimetizam a perda de função encontrada em pacientes portadores da variante da PTPN2, aumentaram a gravidade da AR através da desestabilização de uma população de células imuno-protetoras. Esses resultados sugerem que a ativação da PTPN2 pode ser terapêutica em pacientes com AR e provavelmente em outras doenças autoimunes. Inversamente aos inibidores de PTP amplamente explorados nos últimos anos, a descoberta dos ativadores de PTP é um campo incipiente de exploração dessas enzimas. Assim, este projeto tem como objetivo investigar potenciais mutações ativadoras de PTPN2 identificadas com base nas semelhanças entre a estrutura de PTP1B e PTPN2 e testá-las in vitro como possíveis ganhos de função. Em seguida, avaliaremos o efeito das mutações nas principais vias de sinalização reguladas pela PTPN2 utilizando linhas celulares imunes submetidas à mutação de PTPN2 mediada por CRISPR/Cas sob condições de estimulo com citocinas pró-inflamatórias. Finalmente, também planejamos rastrear bibliotecas de compostos que buscam ativadores diretos de PTPN2 in vitro e possivelmente em modelos celulares. Os resultados deste estudo certamente estabelecerão uma correlação translacional entre ativadores de PTPN2 e doenças imunes humanas com potenciais aplicações terapêuticas.
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Nunzio Bottini
- Concluído2018 – 2021Pesquisa
Identificação e investigação funcional de proteínas que interagem com as enzimas Cdc42 e DUSP12 em células humanas sob condições de instabilidade genômica: uma abordagem proteômica
Há cerca de cinco anos nosso laboratório investiga a participação de enzimas da família Rho GTPases e fosfatases de especificidade dual (DUSPs) em mecanismos de manutenção de estabilidade genômica que proporcionam às células maior resistência ou sensibilidade a agentes genotóxicos. Por exemplo, mostramos o envolvimento da fosfatase dual DUSP3 (ou VHR) no reparo de danos ao DNA induzidos por radiação ionizante gama em células tumorais, identificando novos alvos/substratos proteicos pelos quais esta fosfatase estaria atuando na manutenção da estabilidade genômica. Em outros casos mostramos que pequenas GTPases típicas RhoA e Rac1 também estão mediando estabilidade genômica através da via de resposta a danos no DNA (DDR) atuando indiretamente sobre a fosforilação de proteínas quinases Chk1/2 e do sensor de danos ³H2AX, levando a uma menor proliferação e sobrevivência quando células deficientes das GTPases são submetidas a estresse genotóxico por radiação ultravioleta. Surpreendentemente e de forma contrária atua a GTPase Cdc42, cuja superativação é que leva a maior sensibilidade de células tumorais a estresse genotóxico, ou seja, os mecanismos regulados por esta enzima estão atuando opostamente nas proteínas de DDR. Até então, como uma enzima estritamente citosólica e membranar, e ainda de funções regulatórias de citosqueleto bem definidas, especula-se que Cdc42 possa ter efetores e/ou reguladores proteicos downstream desconhecidos que estariam correlacionando esta enzima com mecanismos de estabilidade genômica. Outra fosfatase dual que pretendemos investigar, devido a alta homologia de seu domínio catalítico e funções biológicas com DUSP3, é a DUSP12 ou hYVH1. Esta enzima já foi implicada em diversos processos mostrando um efeito citoprotetor em células expostas a estresse oxidativo (interação com a proteína de choque térmico Hsp70), bem como sua presença e influência em grânulos de estresse, partículas que contêm mRNA, fatores de iniciação de tradução e partículas ribossomais, entre outras. Entretanto, quais seriam os alvos proteicos desta fosfatase e os mecanismos moleculares por eles regulados ainda são questões abertas neste campo. Apesar de Cdc42 e DUSP12 serem enzimas de funções bioquímicas totalmente diferentes elas parecem estar mediando funções biológicas similares na instabilidade genômica promovida por agentes genotóxicos que reduzem a proliferação celular. Assim, e de acordo com a experiência adquirida por nosso laboratório, este projeto vem propor respostas para as seguintes hipóteses: 1º) quais seriam os parceiros proteicos da GTPase Cdc42 e prováveis vias de sinalização controladas por ela em condições celulares instabilidade genômica que estariam mediando seu envolvimento na sensibilização de células tumorais a estresse genotóxico?; 2º) quais seriam os substratos enzimáticos e/ou parceiros proteicos da fosfatase dual DUSP12 em condições de instabilidade genômica promovida estresse oxidativo e/ou agentes genotóxicos, por exemplo, que seriam os responsáveis por novas ou já conhecidas funções biológicas atribuídas a esta enzima? Pretendemos identificar moléculas que interagem com estas enzimas, validar estas interações e mostrar que possivelmente existem mecanismos moleculares precisos e pouco conhecidos, envolvendo-as física e/ou quimicamente em mecanismos de estabilidade genômica, sendo que perturbações nas mesmas levariam e levam a distúrbios celulares frentes diferentes tipos de estresse. Esta investigação deverá ser conduzida em diferentes linhagens celulares humanas transformadas ou não, escolhidas especificamente para cada enzima (Cdc42 e DUSP12), e a abordagem experimental deve incluirá técnicas básicas de: biologia molecular e celular, bioquímica, proteômica, microscopia de fluorescência confocal, bioinformática, e outras. Pretende-se mostrar que GTPase reguladoras do citoesqueleto e tirosina fosfatases també
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Yuli Thamires Magalhaes, Lilian Christina Russo, Juliana Raveli Domingos, Jessica Oliveira Farias, Pault Yeison Ferruzzo Minaya, Lucas Falcão Monteiro, Arthur Cassio de Lima Luna +1 integrantes
- Em andamento2018 – presentePesquisa
AVALIAÇÃO DAS PROTEÍNAS VHR E NPM NO REPARO DE DNA E PROLIFERAÇÃO DE CÉLULAS LEUCÊMICAS
As leucemias estão entre os cânceres de maior incidência populacional, tanto em adultos quanto em crianças, e seu tratamento é principalmente medicamentoso com agentes capazes de promover danos ao DNA objetivando destruir as células leucêmicas. Os mecanismos envolvidos com o desenvolvimento da doença ainda não estão totalmente esclarecidos, o que faz com que as terapias utilizadas ainda sejam inespecíficas e limitadas. Alguns trabalhos publicados tem relatado o envolvimento de alterações de expressão e/ou mutações na proteína Nucleofosmina (NPM), que é uma proteína participante da manutenção da integridade genômica. Por outro lado já foi descrito uma expressão diferencial de tirosina fosfatases em diferentes células do sistema imune, correlacionando-as com estágio de diferenciação e ativação. Dentre essas se incluía a fosfatase dual atípica VHR, a qual foi recentemente mostrada por nosso grupo interagir física e possivelmente quimicamente com NPM em células submetidas a condições de estresse genotóxico, mas através de mecanismos ainda desconhecidos. Além disso, outros resultados de nosso grupo sugerem uma participação direta de VHR em mecanismos de reparo de DNA após danos induzidos por radiações ionizantes ou não, possivelmente levando a uma regulação funcional de NPM através de sua desfosforilação diferencial em tirosinas. Desta forma, este trabalho tem como objetivo investigar correlações entre a expressão das proteínas VHR e NPM em linhagens de células leucêmicas (HL-60, THP-1, MOLT-4 e Jurkat) frente ao estresse genotóxico causado por radiação gama e por doxorrubicina, e qual o impacto da superexpressão e/ou silenciamento destas proteínas em mecanismos de reparo de DNA relacionados e na proliferação/sobrevivência celular. Certamente, os conhecimentos levantados neste trabalho poderão contribuir para o entendimento do envolvimento destas duas proteínas (VHR e NPM) no potencial tumorigênico destas células, bem como no de outras proteínas envolvidas com as vias nas quais estas proteínas atuam e/ou regulam, de modo que se possa investir futuramente no aperfeiçoamento de diagnósticos, monitoramento e terapias aplicadas aos diversos tipos de leucemias.
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Jessica Oliveira Farias
- Concluído2018 – 2021Pesquisa
Bolsa de Produtividade em Pesquisa Nível 2 (PQ2) - CNPq (Processo No 307062/2018-0)
Há cerca de oito anos nosso laboratório investiga a participação de enzimas da família Rho GTPases e fosfatases de especificidade dual (DUSPs) em mecanismos de manutenção de estabilidade genômica que proporcionam às células maior resistência ou sensibilidade a agentes genotóxicos. Por exemplo, mostramos o envolvimento da fosfatase dual DUSP3 (ou VHR) no reparo de danos ao DNA induzidos por radiação ionizante gama em células tumorais, identificando novos alvos/substratos proteicos pelos quais esta fosfatase estaria atuando na manutenção da estabilidade genômica. Em outros casos mostramos que pequenas GTPases típicas RhoA e Rac1 também estão mediando estabilidade genômica através da via de resposta a danos no DNA (DDR) atuando indiretamente sobre a fosforilação de proteínas quinases Chk1/2 e do sensor de danos γH2AX, levando a uma menor proliferação e sobrevivência quando células deficientes das GTPases são submetidas a estresse genotóxico por radiação ultravioleta. Surpreendentemente e de forma contrária atua a GTPase Cdc42, cuja superativação é que leva a maior sensibilidade de células tumorais a estresse genotóxico, ou seja, os mecanismos regulados por esta enzima estão atuando opostamente nas proteínas de DDR. Até então, como uma enzima estritamente citosólica e membranar, e ainda de funções regulatórias de citosqueleto bem definidas, especula-se que Cdc42 possa ter efetores e/ou reguladores proteicos downstream desconhecidos que estariam correlacionando esta enzima com mecanismos de estabilidade genômica. Outra fosfatase dual que pretendemos investigar, devido a alta homologia de seu domínio catalítico e funções biológicas com DUSP3, é a DUSP12 ou hYVH1. Esta enzima já foi implicada em diversos processos mostrando um efeito citoprotetor em células expostas a estresse oxidativo (interação com a proteína de choque térmico Hsp70), bem como sua presença e influência em grânulos de estresse, partículas que contêm mRNA, fatores de iniciação de tradução e partículas ribossomais, entre outras. Entretanto, quais seriam os alvos proteicos desta fosfatase e os mecanismos moleculares por eles regulados ainda são questões abertas neste campo. Apesar de Cdc42 e DUSP12 serem enzimas de funções bioquímicas totalmente diferentes elas parecem estar mediando funções biológicas similares na instabilidade genômica promovida por agentes genotóxicos que reduzem a proliferação celular. Assim, e de acordo com a experiência adquirida por nosso laboratório, este projeto vem propor respostas para as seguintes hipóteses: 1º) quais seriam os parceiros proteicos da GTPase Cdc42 e prováveis vias de sinalização controladas por ela em condições celulares instabilidade genômica que estariam mediando seu envolvimento na sensibilização de células tumorais a estresse genotóxico?; 2º) quais seriam os substratos enzimáticos e/ou parceiros proteicos da fosfatase dual DUSP12 em condições de instabilidade genômica promovida estresse oxidativo e/ou agentes genotóxicos, por exemplo, que seriam os responsáveis por novas ou já conhecidas funções biológicas atribuídas a esta enzima? Pretendemos identificar moléculas que interagem com estas enzimas, validar estas interações e mostrar que possivelmente existem mecanismos moleculares precisos e pouco conhecidos, envolvendo-as física e/ou quimicamente em mecanismos de estabilidade genômica, sendo que perturbações nas mesmas levariam e levam a distúrbios celulares frentes diferentes tipos de estresse. Esta investigação deverá ser conduzida em diferentes linhagens celulares humanas transformadas ou não, escolhidas especificamente para cada enzima (Cdc42 e DUSP12), e a abordagem experimental deve incluirá técnicas básicas de: biologia molecular e celular, bioquímica, proteômica, microscopia de fluorescência confocal, bioinformática, e outras. Pretende-se assim, mostrar que GTPase reguladoras do citoesqueleto e tirosina fosfatase
EquipeFábio Luis Forti (Responsável)
- Em andamento2017 – presentePesquisa
Estudos da via de sinalização da GTPase Rho nas respostas de gliomas frente a estresse genotóxico
Glioblastoma é o mais comum tumor primário cerebral, e apesar da combinação cirúrgica com tratamentos de radio e quimioterapia, o prognóstico ainda é muito ruim. O aumento da proliferação e migração celular desses tumores está diretamente relacionado com sua agressividade, a qual tem sido relacionada com as vias das Rho GTPases. Evidências funcionais do papel de RhoA em gliomas foram demonstradas com a inibição de ROCK, levando a ativação de Rac1 e aumento da invasão e migração celular. Além disso, já foi demonstrado que Rho GTPases atuam em mecanismos de reconhecimento e reparo de dano no DNA em células tumorais. Por exemplo, nosso grupo mostrou recentemente que a atividade de RhoA em linhagens tumorais humanas afeta a sensibilidade dessas células frente a radiação ionizante gama e não-ionizante ultravioleta, através de vias de reparo de DNA, como HR, NHEJ e NER, por mecanismos moleculares ainda desconhecidos. Assim, este projeto visa investigar a via de sinalização da GTPase Rho, incluindo seus componentes downstream e a própria polimerização do citoesqueleto de actina, em células de glioblastoma após serem submetidas a danos no DNA. Além disso, pretende-se investigar também se este envolvimento da via de Rho possui ou não dependência frente à proteína supressora de tumor p53 e ao estresse oxidativo promovido pelos tratamentos já existentes, como radiação-gama e cisplatina. Ao fim, pretende-se utilizar os resultados dessa pesquisa para aprofundar a elucidação de vias de sinalização envolvendo Rho GTPase e mostrar que tanto esta enzima como outros componentes desta via, bem como o próprio citoesqueleto de actina, são alvos promissores para o desenvolvimento e o emprego de novos tratamentos contra os diversos tipos de glioblastomas, ou mesmo do aperfeiçoamento de tratamentos já existentes.
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Yuli Thamires Magalhaes
- Desativado2017 – 2019Pesquisa
AVALIAÇÃO DA INDUÇÃO DE INSTABILIDADE GENÔMICA E ALTERAÇÕES METABÓLICAS PELA ENZIMA SCD1 EM LINHAGENS CELULARES DE HEPATÓCITOS
O carcinoma hepatocelular (HCC) é a sexta neoplasia mais frequente, sendo a terceira causa de morte atribuída por câncer. A fisiopatologia do HCC é um tema em evolução e parece ser multifatorial. Igualmente aos demais cânceres, o HCC surge a partir de mutações em determinados genes. Estudos recentes têm sugerido que a enzima SCD1 (estearoil-CoA desaturase 1) está associada a predisposição genética à hepatocarcinogênese em camundongos e ratos, enquanto que a supressão desta pode reduzir a proliferação em linhagens de células HCC, de forma dependente de Akt. Diversos estudos têm mostrado que a SCD1 está aumentada em muitos tipos de câncer e em diversas disfunções metabólicas, tais como diabetes, obesidade, esteatose hepática não-alcoólica e em outras doenças que predispõem ao surgimento do câncer. Entretanto, os mecanismos moleculares e o entendimento sobre a influência da SCD1 na instabilidade genômica que podem resultar no desenvolvimento do carcinoma hepatocelular permanecem desconhecidos. Dessa maneira, o presente projeto pretende avaliar o potencial da enzima SCD1 em promover instabilidade genômica e alterações metabólicas e morfológicas que levam à transformação tumoral em células hepáticas não tumorigênicas. Para os ensaios, serão desenvolvidos três modelos celulares de hepatócitos não tumorigênicos e tumorigênicos. Os dois primeiros serão compostos pelas linhagens humanas normais PHH (hepatócitos primários imortalizados não tumorigênicos) e HepaRG/diferenciadas, que serão transfectadas para superexpressar a enzima SCD1. O terceiro consiste na linhagem de carcinoma hepatocelular HepG2, que será utilizada para a indução de um perfil de resistência ao inibidor comercial de SCD1, onde as células resistentes serão isoladas e estudadas frente às linhagens parentais sensíveis a este composto. Além disto, para este último modelo, também será determinado o perfil metabólico de células de HCC resistentes ao tratamento com inibidores para esta enzima, afim de descrever possíveis alvos terapêuticos. Após o estabelecimento dos três modelos celulares, serão realizados os ensaios biológicos, os quais serão comuns para todas as linhagens, como por exemplo a viabilidade celular determinada por meio do método colorimétrico de MTT. Em seguida, serão avaliados os parâmetros metabólicos por meio da: análise do perfil lipídico por espectrometria de massa, determinação do consumo de oxigênio e avaliação da acidificação do meio, afim de verificar as alterações decorrentes da superexpressão e/ou inibição da SCD1. Para avaliar a indução de instabilidade genômica nos modelos previamente estabelecidos, serão realizados ensaios para observar: alterações no ciclo celular; formação e morfologia dos fusos mitóticos, distribuição cromossômica; indução de danos globais no DNA e produção de espécies reativas de oxigênio. Além destes, serão investigadas vias de sinalização que provavelmente serão moduladas pela alta expressão de SCD1 ou, sob resistência ou não a inibidores da mesma: PIP3/Akt/PTEN; beta-catenina; ERK1/2, Ciclinas D1 e B1; histonas gH2AX e H2AX; CHK1 e CHK2 (vias de respostas a danos no DNA); LC3B; e p53. Estas proteínas participam de diversos processos, como reparo do DNA, indução ou inibição da proliferação celular, autofagia e indução de algum tipo de instabilidade genômica. Dessa maneira, os resultados obtidos neste projeto irão contribuir para a elucidação do papel da SCD1 no surgimento do HCC e no perfil de resistência frente aos seus inibidores comerciais. Consequentemente, estes achados podem culminar na descoberta de novos alvos moleculares, assim como podem potencializar a validação dos inibidores da SCD1 na prevenção e tratamento do HCCs.
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Arthur Cassio de Lima Luna
- Concluído2017 – 2021Pesquisa
Investigação molecular e funcional da interação de DUSP3 com proteínas nucleares: implicações em mecanismos de reparo de DNA
A alta expressão e atividade nuclear de enzimas fosfatases é majoritariamente atribuída às serina/treonina fosfatases (S/TP). Poucas tirosina fosfatases (PTP) de ação em eventos bioquímicos e biológicos nucleares tem sido caracterizadas. Uma das sub-famílias PTP cujos substratos são bastante diversificados e pouco explorados, é a das fosfatases de especificidade dual (DUSP), mais especificamente o sub-grupo das enzimas atípica (aDUSPs). Algumas destas enzimas são capazes de desfosforilar resíduos de tirosina e treoninas ou serinas de substratos proteicos, como as quinases ativadas por mitógenos (MAPK). Porém, funções biológicas que não são mediadas por MAPKs já foram identificadas como dependentes de algumas DUSPs, o que de fato deve ser atribuído a substratos ainda desconhecidos destas enzimas. Por exemplo, a DUSP3 ou VHR, é uma fosfatase dual que além de inibir MAPK para um controle fino da proliferação celular, tem funções nucleares identificadas por nosso grupo em mecanismos de reparo de DNA, que provavelmente deve-se à substratos ainda desconhecidos desta enzima. Nossa hipótese foi confirmada por duas publicações recentes nossas de que DUSP3 interage fisicamente com proteínas nucleares envolvidas direta e indiretamente com reparo de DNA, como Nibrina, Nucleolina, Nucleofosmina e Ribonucleoproteína C. Porém, como se dá esta interação e se DUSP3 está promovendo a desfosforilação destas novas proteínas alvo, ainda não sabemos. Além disso, qual a funcionalidade destas novas interações de DUSP3, ou seja, como elas estão afetando mecanismos biológicos controlados por estas quatro proteínas, são questões abertas que precisam de maior investigação. E por fim, como a alteração funcional destas quatro proteínas através do silenciamento de DUSP3 está afetando mecanismos específicos de reparo de DNA, como por exemplo, o reparo por excisão de nucleotídeos (NER) do DNA lesado por radiação ultravioleta, também faz parte da problemática levantada por este projeto. Em suma, pretendemos aprofundar o conhecimento das enzimas DUSP em relação a novas funções biológicas conhecendo melhor seus substratos proteicos e mecanismos moleculares de interação.
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Lilian Christina Russo, Eros Lazzerini-Denchi, Leo K Iwai
- Concluído2015 – 2020Pesquisa
ASPECTOS FUNCIONAIS DA INTERAÇÃO DE DUSP3 COM AS PROTEÍNAS NUCLEOLINA, NUCLEOFOSMINA E hnRNP C1/C2 E SUAS IMPLICAÇÕES EM MECANISMOS DE REPARO DE DNA
A DUSP3 é uma fosfatase dual que além de inibir MAPK para um controle fino da proliferação celular, tem funções nucleares relacionadas a mecanismos de reparo de DNA, que devem-se aos novos substratos desta enzima identificados por nosso grupo. Essa hipótese foi confirmada ao demonstrarmos que DUSP3 interage fisicamente com proteínas nucleares envolvidas com reparo de DNA como Nucleolina, Nucleofosmina e Ribonucleoproteína C. Porém ainda desconhecemos como esta interação ocorre e se DUSP3 está promovendo a desfosforilação destas. Saber se a DUSP3 interfere na desfosforilação de NUCL, NPM e hnRNP C1/C2 em potenciais resíduos de tirosina e treonina levando a alteração de suas funções biológicas mais clássicas, bem como saber se a interação dessas proteínas com DUSP3 pode ser independente de sua atividade como fosfatase, nesse caso, uma interação que pode direcioná-las para facilitar ou impedir sua interação com ou fosforilação por outras proteínas direcionando-as ao reparo de DNA, é o principal desafio deste projeto. Esta busca por desvendar os mecanismos envolvendo DUSP3 e estabilidade genômica contribuirá significativamente para a área de sinalização envolvendo DUSPs, indo ao encontro à outros dados biológicos do grupo que estão em fase de publicação. Além disso, é adequado ressaltar que vários trabalhos recentes da literatura estão relacionando as enzimas DUSPs com eventos nucleares diversos, incluindo os de estabilidade genômica. Por exemplo, fosfatase dual Cdc14 encontrada no núcleo de células de mamíferos mostrou ser de extrema importância para o reparo de DNA e envelhecimento precoce após danos promovidos por radiação gama. Além desta há a DUSP6 e a DUSP12 que também foram mostradas serem mediadoras importantes da estabilidade genômica, e são a prova de conceito até então existente de que tirosina fosfatases duais são enzimas relevantes para mecanismos regulatórios de dano e reparo de DNA e até então pouco exploradas, como por exemplo, o reparo por excisão de nucleotídeos (NER) do DNA lesado por radiação ultravioleta, o qual é foco da problemática levantada neste projeto.
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Lilian Christina Russo
- Concluído2015 – 2017Pesquisa
Investigação molecular e funcional da interação de DUSP3 com proteínas nucleares: implicações em mecanismos de reparo de DNA
A alta expressão e atividade nuclear de enzimas fosfatases é majoritariamente atribuída às serina/treonina fosfatases (S/TP). Poucas tirosina fosfatases (PTP) de ação em eventos bioquímicos e biológicos nucleares tem sido caracterizadas. Uma das sub-famílias PTP cujos substratos são bastante diversificados e pouco explorados, é a das fosfatases de especificidade dual (DUSP), mais especificamente o sub-grupo das enzimas atípica (aDUSPs). Algumas destas enzimas são capazes de desfosforilar resíduos de tirosina e treoninas ou serinas de substratos proteicos, como as quinases ativadas por mitógenos (MAPK). Porém, funções biológicas que não são mediadas por MAPKs já foram identificadas como dependentes de algumas DUSPs, o que de fato deve ser atribuído a substratos ainda desconhecidos destas enzimas. Por exemplo, a DUSP3 ou VHR, é uma fosfatase dual que além de inibir MAPK para um controle fino da proliferação celular, tem funções nucleares identificadas por nosso grupo em mecanismos de reparo de DNA, que provavelmente deve-se à substratos ainda desconhecidos desta enzima. Nossa hipótese foi confirmada por duas publicações recentes nossas de que DUSP3 interage fisicamente com proteínas nucleares envolvidas direta e indiretamente com reparo de DNA, como Nibrina, Nucleolina, Nucleofosmina e Ribonucleoproteína C. Porém, como se dá esta interação e se DUSP3 está promovendo a desfosforilação destas novas proteínas alvo, ainda não sabemos. Além disso, qual a funcionalidade destas novas interações de DUSP3, ou seja, como elas estão afetando mecanismos biológicos controlados por estas quatro proteínas, são questões abertas que precisam de maior investigação. E por fim, como a alteração funcional destas quatro proteínas através do silenciamento de DUSP3 está afetando mecanismos específicos de reparo de DNA, como por exemplo, o reparo por excisão de nucleotídeos (NER) do DNA lesado por radiação ultravioleta, também faz parte da problemática levantada por este projeto. Em suma, pretendemos aprofundar o conhecimento das enzimas DUSP em relação a novas funções biológicas conhecendo melhor seus substratos proteicos e mecanismos moleculares de interação.
Financiadores- (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Gisele Espinha Teixeira da Silva, Yuli Thamires Magalhaes, Lilian Christina Russo, Juliana Raveli Domingos, Jessica Oliveira Farias, Pault Yeison Ferruzzo Minaya, Lucas Falcão Monteiro
- Concluído2015 – 2018Pesquisa
Bolsa de Produtividade em Pesquisa Nível 2 (PQ2) - CNPq (Processo No 304249/2015-7)
A alta expressão e atividade nuclear de enzimas fosfatases é majoritariamente atribuída às serina/treonina fosfatases (S/TP). Poucas tirosina fosfatases (PTP) de ação em eventos bioquímicos e biológicos nucleares tem sido caracterizadas. Uma das sub-famílias PTP cujos substratos são bastante diversificados e pouco explorados, é a das fosfatases de especificidade dual (DUSP), mais especificamente o sub-grupo das enzimas atípica (aDUSPs). Algumas destas enzimas são capazes de desfosforilar resíduos de tirosina e treoninas ou serinas de substratos proteicos, como as quinases ativadas por mitógenos (MAPK). Porém, funções biológicas que não são mediadas por MAPKs já foram identificadas como dependentes de algumas DUSPs, o que de fato deve ser atribuído a substratos ainda desconhecidos destas enzimas. Por exemplo, a DUSP3 ou VHR, é uma fosfatase dual que além de inibir MAPK para um controle fino da proliferação celular, tem funções nucleares identificadas por nosso grupo em mecanismos de reparo de DNA, que provavelmente deve-se à substratos ainda desconhecidos desta enzima. Nossa hipótese foi confirmada por duas publicações recentes nossas de que DUSP3 interage fisicamente com proteínas nucleares envolvidas direta e indiretamente com reparo de DNA, como Nibrina, Nucleolina, Nucleofosmina e Ribonucleoproteína C. Porém, como se dá esta interação e se DUSP3 está promovendo a desfosforilação destas novas proteínas alvo, ainda não sabemos. Além disso, qual a funcionalidade destas novas interações de DUSP3, ou seja, como elas estão afetando mecanismos biológicos controlados por estas quatro proteínas, são questões abertas que precisam de maior investigação. E por fim, como a alteração funcional destas quatro proteínas através do silenciamento de DUSP3 está afetando mecanismos específicos de reparo de DNA, como por exemplo, o reparo por excisão de nucleotídeos (NER) do DNA lesado por radiação ultravioleta, também faz parte da problemática levantada por este projeto. Em suma, pretendemos aprofundar o conhecimento das enzimas DUSP em relação a novas funções biológicas conhecendo melhor seus substratos proteicos e mecanismos moleculares de interação.
EquipeFábio Luis Forti (Responsável)
- Concluído2012 – 2016Pesquisa
Núcleo de Apoio à Pesquisa em Proteólise e Sinalização Celular (NAPPS) da Pró-reitoria de Pesquisa da USP
O nosso maior objetivo com a criação do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Proteólise e Sinalização Celular (NAPPS), com apoio da da Pró-reitoria de Pesquisa da USP, é criar um equipe de cientistas focados no estudo funcional desses peptídeos intracelulares. A equipe proposta, somando as expertises individuais, tem plenas condições para mapear as redes de interações proteicas celulares que esses peptídeos podem modular, bem como entender as vias de síntese e metabolismo desses peptídeos e fazer as correlações necessárias entre proteólise e sinalização celular. Também, essa equipe esta preparada para aplicar esse conhecimento na geração de inovações na área biomédica..
Financiadores- (PRP-USP) Universidade de São Paulo - Pró-Reitoria de Pesquisa · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFábio Luis Forti, Emer Suavinho Ferro (Responsável), Fabio Cesar Gozzo, Marcelo Damario Gomes, Cristoforo Scavone, Marco Antonio Stephano
- Desativado2011 – 2016Pesquisa
Investigação da tirosina fosfatase VHR (DUSP3) na resposta a danos do DNA induzidas por radiação ultravioleta em células de melanoma humano
Proteínas fosfatases de especificidade dual (DUSP) são membros de uma grande família de proteínas tirosina fosfatases (PTPs) e tem sido implicadas como reguladores centrais de vias de sinalização e mitogênica mediada pela família de MAP quinases (MAPK). Uma dessas MAPK fosfatases é a proteína VHR, de 185 aminoácidos, que foi clonada baseada na sua homologia com a primeira DUSP identificada, a proteína VH1 do vírus Vaccinia. VHR é uma DUSP pequena com especificidade para as MAPKs Erk2 e Jnk, sendo uma molécula importante na progressão do ciclo celular. Vários estudos têm mostrado a importância da participação de proteínas fosfatases da família serina/treonina no mecanismos de dano/reparo no DNA. Alguns trabalhos relacionam a atuação de PP2A na resposta ao dano no DNA regulando positivamente/negativamente importantes proteínas, tais como ATM, CHK1, p53, e pH2AX. É praticamente inexistente a identificação de proteínas tirosina fosfatases mediando atividades nucleares como remodelamento de cromatina, mitose, dano/reparo de DNA. Desta forma, o presente projeto tem a intenção de investigar o envolvimento da proteína VHR (DUSP3) e sua função nos mecanismos de reparo e de resposta a danos no DNA em células tumorais de melanoma humano, submetidas à radiação ultravioleta. Além disso, pretende-se investigar a interação de VHR com outras clássicas que sabidamente participam direta ou indiretamente das vias de sinalização de reparo de DNA e construir ou predizer novas redes de interação protéica em células de melanoma humano.
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Alexandro dos Santos
- Desativado2010 – 2012Pesquisa
Interações moleculares da protéina tirosina fosfatase de dupla especificidade 3 (DUSP3) em linhagens de células tumorais humanas submetidas a estresse genotóxico
As fosfatases são hidrolases de aminoacil-fosfomonoésteres específicos, amplamente distribuídas na natureza, encontradas em procariontes e eucariontes. Estas enzimas são divididas em fosfatases alcalinas e ácidas, sendo que dentre as últimas e em mamíferos, há uma subfamília de proteínas codificadas por cerca de 100 genes, que especificamente desfosforilam proteínas fosfotirosinas, denominadas proteínas tirosina fosfatases (PTPs). As PTPs são divididas em quatro classes, incluindo a das fosfatases atípicas, que possuem especificidade dual (DUSP) por desfosforilarem fosfotirosinas e fosfotreoninas ou fosfoserinas, e ainda outros substratos diversos. Um exemplar deste tipo é a DUSP3 ou VHR (vaccinia virus phosphatase VH1-related), proteína de 185 aminoácidos apresentando um sítio catalítico raso que permite atuar em subtratos contendo fosfo-Tyr e fosfo-Thr. É sabido que essa proteína é superexpressa em linhagens celulares humanas de câncer de colo uterino e possui localização preferencialmente nuclear, desempenhando um papel fundamental na progressão do ciclo celular. DUSP3 é conhecida por regular negativamente a família de quinases ativadas por mitógeno (MAPK) inativando o sinal extracelular desfosforilando-as. O presente trabalho buscou identificar interações entre VHR e outras proteínas que estejam direta ou indiretamente envolvidas em processos de reparo no DNA. Utilizando a técnica ?pull down?, que nos permitiu precipitar VHR com outras proteínas através de sua fusão com GST, essas proteínas alvos foram reveladas em gel SDS-PAGE seguidos de coloração por prata. Bandas de proteínas diferencialmente precipitadas e/ou expressas foram excisadas dos géis, digeridas por tripsina e identificadas por espectrometria de massas gerando uma lista total de 46 proteínas mais significativas. Dos possíveis novos alvos, cerca de seis apresentando melhores dados proteômicos e maior representatividade, foram validados através de Western blot, Imunofluorescência e Imunoprecipitação. Nucleolina, Nucleofosmina, hnRNP e Histona H1 foram os alvos que se mostraram mais promissores e passíveis de maior investigação biológica futura. Além destes, todas as outras proteínas foram usadas como ?seed list? para geração de redes de interação proteína-proteína em função do tempo pós-tratamentos, dando uma noção de como flutuações ocorrem nos interactomas da fosfatase VHR em células HeLa expostas a estresses genotóxicos do tipo radiação ionizante e, dessa forma, como esta fosfatase pode estar contribuindo direta ou indiretamente com processos de resposta a danos e reparo de DNA.
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Karine Panico
- Concluído2010 – 2015Pesquisa
O papel das Rho GTPases na resposta aos danos no DNA induzidos por radiação ionizante do tipo gama
O mecanismo pelo qual uma célula responde a algum dano no seu material genético é extremamente importante. A resposta pode ser via reparo do dano, propriamente dito, e se a lesão for muito grave, ocorre ativação do mecanismo de morte celular programada (apoptose) ou a célula entra em senescência. Se estes mecanismos falharem, pode ocorrer a formação do câncer. Resultados recentes de nosso grupo demonstraram que a proteína RhoA GTPase está diretamente envolvida com a regulação da senescência e do ciclo celular de células tumorais transformadas por Ras induzidas por agentes estressores. RhoA, Cdc42 e Rac1 pertencem a família das proteínas sinalizadoras Rho GTPases, as quais atuam como interruptores moleculares estando ativa ligada a GTP e inativa ligada a GDP; os componentes desta família estão relacionados aos mais diversos processos celulares como por exemplo migração celular, adesão, endocitose e oncogênese. No entanto, apesar das proteínas Rho estarem envolvidas em um amplo espectro de atividades biológicas, há poucas informações sobre a atividade das Rho GTPases na manutenção da integridade genômica e mais especificamente qual é o seu papel nos processos de reparo do DNA ao longo do ciclo celular após lesão promovida por radiação ionizante tipo gama. Desta forma, este projeto propõem um estudo do mecanismo de ação das GTPases RhoA, Cdc42 e Rac1 para que se possa esclarecer mais um passo do importante mecanismo de controle da estabilidade genômica em células tumorais e suas implicações e/ou inter-relações com radioterapias.
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Juliana Harumi Osaki
- Concluído2009 – 2013Pesquisa
MECANISMOS DA DUALIDADE FUNCIONAL DO FGF2 (FIBROBLAST GROWTH FACTOR 2) NO CONTROLE DO CICLO CELULAR DE CÉLULAS NORMAIS E MALIGNAS DEPENDENTES DOS ONCOGENES RAS
Recentemente descrevemos pela primeira vez a ação dual de FGF2 (Fibroblast Growth Factor 2) em células malignas dependentes dos oncogenes ras, envolvendo disparo das vias mitogênicas de ERK-MAPK e de PI3K e, também, iniciação de uma via nova, mediada por FGFR-TyrKinase→RhoA-GTP, que bloqueia o ciclo celular e causa senescência. Esta dualidade contraria a noção de que FGF2 é oncogênico, sugerindo que pode ativar mecanismos supressores de tumor e inibir a proliferação maligna irreversivelmente. Para avançar no estudo deste fenômeno propomos uma hipótese geral para a ação dual de FGF2 no ciclo celular, promovendo a transição G0→G1→S e inibindo G2→M. A inibição de G2→M é reversível em células normais e citotóxica em malignas. Estão também incluídas as seguintes hipóteses complementares: a) Ciclina D1 complementa a ação oncogênica de Ras; b) a ação citotóxica de FGF2 não depende das vias supressoras de tumor de pRb e de p53. A análise experimental deste conjunto de hipóteses envolverá 2 linhagens celulares de camundongo e 2 de humanos, transformadas pelo oncogene K-ras ou pela quimera ER-rasV12, cujo produto, ER-RasV12, é induzível por hidroxi-tamoxifen. A abordagem total compreenderá, de um lado, modelagem matemática e simulação do ciclo celular em computador e, de outro, análise experimental da dinâmica do ciclo celular por citômetro de fluxo. A meta de longo prazo é um modelo de resolução em múltipla escala indo das vias moleculares de sinalização ao fluxo das células através das fases do ciclo celular. Além das vias funcionais o projeto também contempla a análise das vias de interação física das isoformas de FGF2 de 18 e 22kDa com FGFRs e proteínas intracelulares.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFábio Luis Forti, Hugo Aguirre Armelin (Responsável), Matheus Henrique dos Santos Dias, Marianna M Koga, Jaqueline salotti, Alexandre Dermargos de Oliveira, Fabio Nakano, Gilson Murata
- Em andamento2009 – 2010Pesquisa
ASPECTOS BIOLÓGICOS E ESTRUTURAIS DO ESTRESSE OXIDATIVO NA VIA DE TRANSDUÇÃO DE SINAL DE CSK E DA ONCOPROTEÍNA SRC
Src é uma oncoprotéina produto do oncogene viral v-src que apresenta alta atividade quinásica em diversos tipos de tumores humanos promovendo alterações intracelulares que levam a malignicidade dos mesmos tornando-os metastáticos. A atividade de Src é regulada negativamente por Csk (C-terminal Src kinase), uma proteína que pode ser recrutada para várias localizações subcelulares sob ativação de quinases da família de Src (SFK), como por exemplo, as regiões de caveolos e ?rafts? de membrana em condições de estresse oxidativo (H2O2), quando da ligação de hormônios (Insulina) ou de fatores de crescimento (EGF) aos seus receptores transmembranares. Um dos domínios de Csk que não tem atividade catalítica, mas tem função essencial no ?binding? a outros substratos protéicos (SFK) é o SH2. O estado de oxidação da ponte dissulfeto do domínio SH2 de Csk altera sua atividade catalítica in vitro em substratos miméticos de fosfo-peptídeos sintéticos do tipo poli(Glutâmico)4Tirosina (Mills et al, 2007). A fim de saber se estados redox intracelulares nas proximidades da localização de Csk afetam sua ligação e atividade in vivo, ou seja, em culturas de linhagens celulares, providenciamos construções de Csk selvagem e mutada na ponte dissulfeto (C164A) em vetores de expressão para células de mamíferos contendo uma cauda ou ?tag?, p-CMV-HA-Csk, pRK5-MYC-Csk e pFLAG-CMV, para investigar o impacto do estado de oxidação do domínio SH2 de Csk na sua atividade catalítica, na sua localização subcelular e no seu envolvimento nos mecanismos de sinalização intracelular envolvendo SFKs (Yang et al, 2007). A abordagem experimental envolverá a transfecção de três diferentes linhagens celulares humanas como HeLa, HNF e HEK com as construções citadas, seguida de experimentos de imunoprecipitação, imunoblot e imunofluorescência para Csk para alguns de seus efetores intracelulares conhecidos. A identificação de ligantes desconhecidos de Csk a partir das imunoprecipitações deverá ser acompanhada por
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Hugo Aguirre Armelin, Joyce de Souza Zanirato Maia, Patricia A Jennings
- Concluído2009 – 2014Pesquisa
PAPEL DE GTPASES DA FAMÍLIA RHO E DE TIROSINA FOSFATASES DUAIS NO REPARO DE DANOS NO DNA
Nos últimos anos descrevemos mecanismos moleculares anti-proliferativos específicos de AVP e FGF2 em células tumorais de camundongo transformadas pelo oncogene ras e mostramos que a GTPase RhoA intermedeia um mecanismo de senescência disparado por AVP e FGF2, bloqueando o ciclo celular em G1/S, sendo que a ablação de RhoA torna as células tumorigênicas resistentes a senescência. Mais recentemente, geramos um conjunto de dados sugerindo um provável e inédito papel fosfatase dual atípica DUSP3/VHR nos focos de reparo de DNA induzidos por radiações ionizantes (IRIF) em células tumorais humanas, mostrando que VHR co-localiza com p-H2AX, p-ATF2, p-JNK e, surpreendentemente, com a proteína Mre11, integrante do complexo MRN (Mre11/Rad50/Nbs1) de reparo de DNA. Em suma, baseando-se nestes resultados prévios, este projeto propõe como hipóteses gerais: 1ª) que VHR está regulando, seja somente por interação física ou quimicamente, a atividade de enzimas relacionadas ou integrantes dos complexos reparadores de lesão no DNA; e 2ª) que as GTPases RhoA/Rac1/Cdc42 estão mediando a instabilidade genômica promovida por agentes genotóxicos físicos (como radiação ionizante gama e UVC), ou através de um controle do tráfego de proteínas entre citoplasma-núcleo dependente de dinâmica de citoesqueleto ou através de regulação da atividade enzimática nuclear. Esta investigação deverá ser conduzida em duas linhagens celulares humanas transformadas (HeLa e MeWo) e a abordagem experimental deve incluir técnicas básicas de: microscopia de fluorescência confocal, bioquímica, proteômica, bioinformática, biologia molecular e cultura celular. Pretende-se assim, mostrar que GTPases e tirosina fosfatases também são componentes da complexa rede funcional por trás da difícil manutenção da integridade genômica, constituindo-se assim em potenciais alvos de ação de drogas inibidoras para o tratamento de diversos tipos de câncer.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFábio Luis Forti (Responsável), Thompson Eusebio Pavan Torres, Mônica Helena Monteiro do Nascimento, Lucila de Souza
- Concluído2003 – 2008Pesquisa
DESCONSTRUCAO" MOLECULAR DO MODULO DE CONTROLE DO CICLO CELULAR EM CELULAS ADRENOCORTICAIS Y1 DE CAMUNDONGO
Nosso laboratório vem, há décadas (ARMELIN, 1975), trabalhando na definição de mecanismos moleculares envolvidos no controle do ciclo celular, recentemente dando ênfase à linhagem Y1 de células adrenocorticais de camundongo (LOTFI et al, 2000). Os resultados que obtivemos nos últimos 4 anos (LEPIQUE et al, 2000; LOTFI; ARMELIN, 2001; FORTI et al, 2002; SCHWINDT et al, 2003; ROCHA et al, 2003) nos permitiram elaborar um módulo de rede de sinalização que integra sinais iniciados nos receptores transmembranares de FGF2 (Fibroblast Growth Factor 2), ACTH (Hormônio Adrenocorticotrópico) e AVP (Arginina-Vasopressina). FGF2 é um forte mitógeno para as células Y1, enquanto ACTH e AVP são antagonistas da ação mitogênica de FGF2. Adotamos a tática experimental de estudar as interações de FGF2 com ACTH ou A VP com o objetivo de encontrar vias moleculares de sinalização que integrassem os sinais oriundos dos respectivos receptores e explicassem o antagonismo entre esses hormônios. O racional dessa abordagem envolvia a premissa provável de que esse objetivo levaria a reações importantes do módulo de controle da transição GO-G1-S do ciclo celular das células Y1. De fato, essa premissa se realizou e os resultados experimentais obtidos levaram ao cerne do módulo de controle procurado. Neste momento, resultados não publicados e observações preliminares nos permitem propor um módulo ampliado da via mitogênica disparada pelos receptores de FGF2, que regula a transição GO-G1-S do ciclo celular das células Y1. Este módulo de rede de sinalização inclui hipóteses cuja validação experimental é a meta deste projeto temático. O plano experimental envolve: a) aplicação da tecnologia convencional do DNA recombinante a cultura de células de camundongo (clonagem e sequenciamento de genes e ESTs, construção de vetores de expressão, transfecções transientes e permanentes, etc.); b) bloqueio funcional de genes/proteínas por interferência de RNA (RNAi); c) análise de expressão gênica por
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFábio Luis Forti, Hugo Aguirre Armelin (Responsável), Katia Maria Rocha, Paula F. Asprino, Carla C. Lopes, Erico Tozoni Costa, Tatiana G F Matos, Matheus Henrique dos Santos Dias +5 integrantes
- Concluído1998 – 2002Pesquisa
ATIVIDADE MITOGENICA E TRANSDUCAO DO SINAL DO HORMONIO ADRENOCORTICOTROPICO (ACTH)
Propusemos, recentemente, que ACTH tem efeitos antagônicos na transição G0-G1-S do ciclo de células adrenais: estimula G0-G1 (efeito mitogênico) e inibe G1-S (efeito antimitogênico). os objetivos deste projetos são estudar os mecanismos moleculares que possam explicar estas açoes antagônicas de ACTH. Partimos da hipótese de que o sistema CAMP/PKA não é suficiente para explicar o mecanismo de transdução do sinal de ACTH. O projeto contempla a possibilidade do receptor de ACTH desencadear, independentemente, a ativação da adenilato ciclase/cAMP/PKA e ativação de outras vias, provavelmente, PKC. Além disso, o receptor de ACTH também pode acionar a via de Ras/Raf/ERK para induzir a transcrição dos proto-oncogenes Fos e Jun.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFábio Luis Forti, Hugo Aguirre Armelin (Responsável), Telma Tiemi Schwindt, Cláudia Beck Eichler, Ana Paula Lepique, Claudimara Ferrini Pacifico Lotfi, Ivan Tadeu Rebustini, Miriam Soares de Moraes +4 integrantes
Orientações
- Mestrado
desde 2025Donna Joe Farfan Hilares · OrientaçãoImpacto da comunicação núcleo-citoesquelética na integridade genômica e resistência terapêutica em glioblastoma humano: foco em Emerina e sua interação com complexo LINC e actina nuclear · Bioquímica · IQ-USP · Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoEm andamento - Doutorado
desde 2025Letícia Ramos Molica · OrientaçãoInvestigação Genômica e Funcional de Reguladores das Rho GTPases em Glioblastomas · Bioquímica · IQ-USP · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorEm andamento - Doutorado
desde 2025Laura Lima Turani · OrientaçãoEstudo da fosfatase DUSP12 na quimiorresistência e radiorresistência de modelos celulares de glioblastoma: o papel dos parceiros HP1BP3 e IQGAP1 · Bioquímica · IQ-USP · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorEm andamento - Iniciação Científica
desde 2025Lucas Farhat Silveira Soubihe · OrientaçãoInvestigação por bioinformática de reguladores da via de Rho GTPases no fenótipo de resistência terapêutica múltipla em tumores de glioblastoma multiforme · Ciências Biológicas · Instituto de Biociências - USP · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento - Pós-doutorado
desde 2023Yuli Thamires Magalhães · Orientação· IQ-USP · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2022Viktor Kalbermatter Boell · OrientaçãoCaracterização do envolvimento de DUSP12 e seus alvos nucleares na resposta de modelos celulares hepáticos ao estresse genotóxico · Bioquímica · IQ-USP · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2022Diana Reis Della Corte Guimarães Pacheco · OrientaçãoESTUDOS BIOQUÍMICOS DA FOSFATASE DUSP12 EM CONDIÇÕES DE ESTRESSE GENOTÓXICO: INTERAÇÕES BIMOLECULARES E ATIVIDADE ENZIMÁTICA · Bioquímica · IQ-USP · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento
Bancas julgadoras
159 registros- 2025Daiana da Silva AlmeidaInvestigação do efeito da radiação UVA sobre a integridade do DNA mitocondrial em células deficientes em DNA polimerase eta · Bioquímica · IQ-USPBanca: Carlos Frederico Martins Menck, Fábio Luis Forti, Nadja Cristhina de Souza Pinto, Jose Renato Rosa CussiolMestrado
- 2025Tâmara Juliane Vieira SilvaO papel dos receptores purinérgicos na regulação da sinalização de cálcio e implicações na resposta terapêutica em câncer de pulmão · Bioquímica · IQ-USPBanca: Claudiana Lameu, Fábio Luis Forti, Vanessa Morais FreitasDoutorado
- 2025Beatriz KopelCaracterização da função mitocondrial de células de pacientes com xeroderma pigmentoso variante em busca de uma ligação entre resposta a dano ao DNA e metabolismo energético · Bioquímica · IQ-USPBanca: Danilo MEdinas, Fábio Luis Forti, João Carlos SetúbalExame de qualificação de mestrado
- 2024Jean Bezerra SilvaInvestigação funcional inflamatória da linhagem microglial C20 em resposta a TNFɑ e ATP e do papel do receptor P2Y12 · Bioquímica · IQ-USPBanca: Alexander Henning Ulrich, Fábio Luis Forti, Rosana Camarini, renato BarbozaMestrado
- 2024Luana Beló TrentinCARACTERIZAÇÃO DA ATIVIDADE GENOTÓXICA E CITOTÓXICA DE MESO-TETRA-(PIRIDIL)-PORFIRINAS CONTENDO COMPLEXOS DE PALÁDIO(II) E PLATINA(II) · Ciências Biológicas (Bioquímica Toxicológica) · Universidade Federal de Santa MariaBanca: Andre Passaglia Schuch, Fábio Luis Forti, ANA LÚCIA ANVERSA SEGATTO, BRUNO STEFANELLO VIZZOTTO, DANIELA BITENCOURT ROSA LEALDoutorado
- 2024Jeferson de Melo CarrilhoInvestigação das funções das vias de sinalização das RHO GTPases RhoA e RhoC no desenvolvimento e resposta terapêutica da Leucemia Mieloide Aguda · Medicina (Hematologia) · Universidade Federal de São PauloBanca: Fábio Luis Forti, Maria Stella Figueiredo, Fernando Luiz Affonso FonsecaExame de qualificação de doutorado
- 2023Leonardo Antônio Teixeira de OliveiraPapel da proteína citoesquelética Miosina IXB na regulação do Inflamassoma · Biotecnologia · Instituto de Ciências Biomédicas - USPBanca: Fábio Luis Forti, Alessandra Pontillo, Munira M A BaquiMestrado
- 2023Maria Beatriz TakahashiAvaliação do papel funcional de proteínas de superfície de Leptospira interrogans como receptores de células endoteliais e epiteliais do hospedeiro · Interunidades em Biotecnologia · Instituto de Ciências Biomédicas - USPBanca: Fábio Luis Forti, Ana Lúcia Tabet Oller do Nascimento, eliana nakano, luiziana ferreira da silva, Regina Lucia Baldini, Katia Cristina Pereira Oliveira SantosDoutorado
- 2023Felipe José PassagliaCaracterização bioquímica e imunológica de proteínas hipotéticas de superfície de Leptospira interrogans · Interunidades em Biotecnologia · Instituto de Ciências Biomédicas - USPBanca: Ana Lúcia Tabet Oller do Nascimento, Fábio Luis Forti, Wendel Andrade Alves, monica larucci vieiraDoutorado
- 2023Caio Vinícius Teles RossiniAvaliação da eficácia do Bj-PRO-10c na prevenção e tratamento da caquexia induzida por câncer de pâncreas · Bioquímica · IQ-USPBanca: Fábio Luis Forti, Claudiana LameuDoutorado
- 2023Jessica Oliveira FariasModulação de DUSP3 e NPM como alvos potenciais na diferenciação, proliferação e sensibilidade de leucemias agudas ao estresse genotóxico. · Bioquímica · IQ-USPBanca: Fábio Luis Forti, Flávia Carla Meotti, Mariana Lazarini, Aristóbolo Mendes da SilvaDoutorado
- 2023Otávio Augusto RodriguesModelo canino de imunoterapia de melanoma usando vetores adenovirais portadores de cDNAs p14Arf e interferon-beta · Oncologia · Faculdade de Medicina da USPBanca: Bryan Eric Strauss, Fábio Luis Forti, Roger Chammas, Tiago da Silva MedinaDoutorado
- 2023Tiago José da SilvaConsequências moleculares de mutações em DNA2 em células de pacientes com síndrome de Rothmund-Thomson · Bioquímica · IQ-USPBanca: Nicolas Carlos Hoch, Leonardo Augusto Karam Teixeira, Fábio Luis Forti, Carlos Frederico Martins MenckDoutorado
- 2023Stephany Cacete de PaivaEstudos funcionais e estruturais da proteína ortóloga a PinX1 e sua influência nos telômeros de Leishmania spp. · Ciencias Biologicas (Genetica) · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Fábio Luis Forti, Lisandra Marques Gava Borges, Eric Allison PhilotExame de qualificação de doutorado
- 2023Filipe Ferreira dos SantosIdentificação de isoformas alternativas de proteínas de membrana como potenciais biomarcadores para tumores com mau prognóstico e poucas opções terapêuticas · Bioquímica · IQ-USPBanca: Bettina Malnic, Carlos Takeshi Hotta, Fábio Luis FortiExame de qualificação de doutorado
- 2023Alexandre de Rosa CelsoRECEPTORES PURINÉRGICOS NA FASE EMBRIONÁRIA DA DOENÇA DE HUNTINGTON · Bioquímica · IQ-USPBanca: Deborah Schechtman, Ana Maria da Costa Ferreira, Fábio Luis FortiExame de qualificação de mestrado
- 2023Isabella Gaião da SilvaCULTIVO DE MICRORGANISMOS HALÓFILOS DA LAGOA VERMELHA (RJ) EM CONDIÇÕES SIMULADAS DE SALMOURAS DE MARTE · Bioquímica · IQ-USPBanca: Fábio Luis Forti, Maurício da Silva Baptista, Regina Lucia BaldiniExame de qualificação de doutorado
- 2023Isaura Beatriz Borges SilvaOtimização das estratégias de microencapsulamento para a longevidade de enxertos de ilhotas pancreáticas e promoção da maturação funcional de células β derivadas de células-tronco · Bioquímica · IQ-USPBanca: Carla Columbano de Oliveira, Fábio Luis Forti, Eduardo Moraes Rego ReisExame de qualificação de doutorado
- 2023ADP-ribosilação de proteínas na resposta interferon e sua reversão pelo macrodomínio de SARS-CoV-2· IQ-USPBanca: Nicolas Carlos Hoch, Fábio Luis Forti, Regina Lucia Baldini, Rodrigo da Silva Galhardo, Lucymara F A Lima, Marimelia PorcionattoLivre-docência
- 2023Avaliação de Resumos e Pôsteres da 52a Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica· Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia MolecularBanca: Fábio Luis FortiOutra
- 2022Thalita Bueno CorrêaIdentificação de RNAs não codificadores longos regulados pelo oncogene KRAS em câncer de pâncreas · Bioquímica · IQ-USPBanca: Daniela Sanchez-Basseres, Fábio Luis Forti, Tiago Goss dos Santos, Vanessa Morais FreitasDoutorado
- 2022Pedro de Freitas RibeiroEfeito de sinais biomecânicos da matriz extracelular sobre a actina nuclear e seus transportadores e sua influência na proliferação celular de células epiteliais · Bioquímica · IQ-USPBanca: Alexandre Bruni Cardoso, Fábio Luis Forti, Marcelo Lazzaron Lamers, Aline Mara dos SantosDoutorado
- 2022Yuli Thamires MagalhaesVia de Rho GTPase: um ponto frágil na resistência de glioblastoma à radio e quimioterapia · Bioquímica · IQ-USPBanca: Fábio Luis Forti, Eduardo Moraes Rego Reis, Mariana Lazarini, Roger ChammasDoutorado
- 2022Luana Belo TrentinCaracterização da atividade genotóxica de tetra-piridil porfirinas contendo paládio (II) e platina (II) · Ciências Biológicas (Bioquímica Toxicológica) · Universidade Federal de Santa MariaBanca: Fábio Luis Forti, Andre Passaglia Schuch, Camila Carrião Machado Garcia, Nilda Berenice de Vargas BarbosaExame de qualificação de doutorado
- 2022Tiago José da SilvaConsequências moleculares de mutações em DNA2 em células de pacientes com síndrome de Rothmund-Thomson · Bioquímica · IQ-USPBanca: Fábio Luis Forti, Frederico Jose Gueiros Filho, Sandro Roberto maranaExame de qualificação de doutorado
Revisor de periódico
73 registros- 2025 – presenteVínculo atualArthritis & RheumatologyRevisor de periódico
- 2025 – presenteVínculo atualAdvanced ScienceRevisor de periódico
- 2025 – presenteVínculo atualAging and DiseaseRevisor de periódico
- 2025 – presenteVínculo atualJournal of Biochemical and Molecular ToxicologyRevisor de periódico
- 2025 – presenteVínculo atualPhotochemical & Photobiological SciencesRevisor de periódico
- 2025 – presenteVínculo atualBrain ResearchRevisor de periódico
- 2025 – presenteVínculo atualVIRULENCERevisor de periódico
- 2024 – presenteVínculo atualCommunications MedicineRevisor de periódico
- 2024 – presenteVínculo atualJournal of NeurochemistryRevisor de periódico
- 2024 – presenteVínculo atualCancer MedicineRevisor de periódico
- 2024 – presenteVínculo atualTissue & CellRevisor de periódico
- 2024 – presenteVínculo atualAging & DiseaseRevisor de periódico
- 2024 – presenteVínculo atualCommMed - Communications MedicineRevisor de periódico
- 2024 – presenteVínculo atualACS ÔmegaRevisor de periódico
- 2023 – presenteVínculo atualCell Biology and ToxicologyRevisor de periódico
- 2023 – presenteVínculo atualCell Death and DiseaseRevisor de periódico
- 2023 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Pharmaceutical SciencesRevisor de periódico
- 2023 – presenteVínculo atualJournal of Chemotherapy ReviewRevisor de periódico
- 2023 – presenteVínculo atualMetabolic Brain DiseaseRevisor de periódico
- 2023 – presenteVínculo atualCell Communication and SignalingRevisor de periódico
- 2023 – presenteVínculo atualComputational and Structural Biotechnology JournalRevisor de periódico
- 2023 – presenteVínculo atualMEDICINERevisor de periódico
- 2023 – presenteVínculo atualMolecular and Cellular OncologyRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualJournal of BiophotonicsRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualOxidative Medicine and Cellular LongevityRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualJACSRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualJournal of Biomedical ScienceRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualBiochemical Society TransactionsRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualFRONTIERS IN PHARMACOLOGYRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualHistology and HistopathologyRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualCell Biology and ToxicologyRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualHuman Gene TherapyRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualCancer Drug ResistanceRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualEvidence-Based Complementary and Alternative MedicineRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualInternational Journal of Radiation BiologyRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualCLINICSRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualFRONTIERS IN CELLULAR AND MOLECULAR ONCOLOGYRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualMOLECULAR AND CELLULAR PROTEOMICSRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualFRONTIERS IN ONCOLOGYRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualRSC AdvancesRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualBIOCHIMICA ET BIOPHYSICA ACTA-MOLECULAR CELL RESEARCHRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualMITOCHONDRIONRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualChemical Research in ToxicologyRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualCellular OncologyRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualMolecular OmicsRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualCellular and Molecular Life SciencesRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualCELL CYCLERevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualBiochemical PharmacologyRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualCHEMISTRY AND BIODIVERSITYRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualMOLECULAR CANCER THERAPEUTICSRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualProcess BiochemistryRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualJOURNAL OF CELLULAR BIOCHEMISTRYRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualBritish Journal of pharmaceutical ResearchRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualCANCER BIOMARKERSRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualJOURNAL OF PHOTOCHEMISTRY AND PHOTOBIOLOGY B-BIOLOGYRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualAnti-Cancer Agents in Medicinal ChemistryRevisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualCytoskeletonRevisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualFEBS Open BioRevisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualEnvironmental Toxicology (Online)Revisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualMolecular Biosystems (Print)Revisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualOncoTargetRevisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualMelanoma ResearchRevisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualJournal of Experimental & Clinical Cancer Research (Online)Revisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualRadiation ResearchRevisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualJournal of Cancer Metastasis and TreatmentRevisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualMaterials Science & Engineering. C, Biomimetic Materials, Sensors and SysteRevisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualCytometry. Part ARevisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualCancer Cell International (Online)Revisor de periódico
- 2012 – presenteVínculo atualSpectrochimica Acta. Part A, Molecular and Biomolecular Spectroscopy (PrintRevisor de periódico
- 2011 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Medical and Biological Research (Impresso)Revisor de periódico
- 2011 – presenteVínculo atualPlos OneRevisor de periódico
- 2009 – presenteVínculo atualGenetics and Molecular BiologyRevisor de periódico
- 2007 – presenteVínculo atualMedical Engineering & PhysicsRevisor de periódico
Prêmios e títulos
29 registros- 2025Melhor pôster de pós-graduação para Diana Pacheco no Fundamental Aspects of DNA Repair and Mutagenesis (FARM-DNA)Associação Brasileira de Mutagênese e Genômica Ambiental (Mutagen-Brasil)
- 2024Global Scholar-in-Training Awards (GSITA) to Yuli Thamires MagalhaesAmerican Association for Cancer Research (AACR)
- 2024Global Scholar-in-Training Awards (GSITA) to Viktor Kalbermatter BoellAmerican Association for Cancer Research (AACR)
- 2024Prêmio Jovem Geneticista 2024 - Francisco Mauro Salzano, to Yuli Thamires Magalhaes as best work at the Genetics fieldSociedade Brasileira de Genética (SBG) - International Congress of the Brazilian Society of Genetics
- 2024Menção Honrosa de Prêmio de Melhor Pôster na área de Mutagênese, Cito e Genotoxicidade para Viktor Kalbermatter BoellSociedade Brasileira de Genética (SBG) - International Congress of the Brazilian Society of Genetics
- 2022Trabalho entre os 5 Finalistas do 25o Prêmio Jovem Talento em Ciências da Vida para Yuli Thamires Magalhaes & Fabio Luis FortiCytiva e SBBq
- 2021Bolsa de Produtividade em Pesquisa - Nível 2 (PQ-2)CNPQ
- 2019Painel Pós-Graduação de melhor trabalho na Área de Mutagênese para Yuli T. Magalhães e Fábio L. FortiSociedade Brasileira de Genética no 65th Brazilian Congress of Genetics
- 2018Best Poster of VI Fundamental Aspects of DNA Repair and Mutagenesis (VI FARM-DNA) for Yuli T. Magalhaes & Fábio L. FortiVI Fundamental Aspects of DNA Repair and Mutagenesis (VI FARM-DNA) - Mutagen-Brasil
- 2018Travel Award supported by ICGEB for Yuli T. Magalhaes to attend the ASCB/EMBO 2018 MeetingASCB/EMBO 2018 Meeting - San Diego-CA-USA
- 2018Bolsa de Produtividade em Pesquisa - Nível 2 (PQ-2)CNPq
- 2017Honorable Mention for Post-Doctoral " best poster presentation" for Lilian C. Russo, Lucas F. Monteiro & Fabio L. FortiVIII Workshop on Melanoma Models - Satellite Meeting of the 12th Brazilian Conference on Melanoma
- 2017SBBq Award of "best poster" of the Cell Signaling section for Pault Y. Minaya, Carla C. Oliveira & Fábio L. Forti46th Annual Meeting of the Brazilian Society for Biochemistry and Molecular Biology (SBBq 2017)
- 2016Menção Honrosa de pôster na categoria Iniciação Científica para a aluna Yuli T. Magalhães & Fábio L. FortiSociedade Brasileira de Biologia Celular (SBBC 2016)
- 2016Menção Honrosa de pôster na categoria Pós-Doc para Lilian C. Russo & Fábio L. FortiSociedade Brasileira de Biologia Celular (SBBC 2016)
- 2016Travel Award by the Education Committee to Fábio L. Forti attend the ASCB Meeting 2016 - San Francisco, CA-USAAmerican Society for Cell Biology (ASCB)
- 2015Menção Honrosa na Mostra de Destaques do 23o SIICUSP para a aluna Yuli T. Magalhães & Fábio L. FortiPró-Reitoria de Pesquisa - USP
- 2015Bolsa de Produtividade em Pesquisa - Nível 2 (PQ-2)CNPq
- 2014Premio Clodowaldo Pavan de "melhor trabalho" na área de Mutagênese para Juliana H. Osaki & Fábio L Forti no 60o Congresso da SBGSociedade Brasileira de Genetica (SBG 2014)
- 2013Menção Honrosa de "melhor poster" na Seção de Diferenciação, Crescimento e Morte Celular para o aluno Felipe F. Gomes & Fabio L. FortiFederação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE 2013)
- 2011SBBq Award of "Best Poster" for Luciana A. Pescatore, Fábio L. Forti & Francisco R. LaurindoXL Annual Meeting of Brazilian Society of Biochemistry and Molecular Biology (SBBq 2011)
- 2011Young Investigator Award of Free Radicals and Antioxidants in Brazil 2011 for Luciana A. Pescatore, Fábio L. Forti & Francisco R. LaurindoVII Meeting of SFRMB South American Group - Brazil 2011
- 2010EMBO Travel Grant for Fábio L. Forti to attend the Practical Course - In Silico Systems Biology: network reconstruction, analysis and network-based modellingEuropean Molecular Biology Laboratory - European Bioinformatics Institute (EMBL-EBI)
- 2009Melhor Pôster na XXVI Semana da Química-IQ-USP para a aluna Mônica H.M. Nascimento & Fábio L. FortiXXVI Semana da Química - Química & Arte, IQ-USP, São Paulo-SP
- 2008Paper Selected for "Faculty of 1000 Biology" by Andrius Kazlauskas on Aug-29-2008Faculty of 1000 Biology - http://www.f1000biology.com/article/id/1120397/evaluation
Participação em eventos
56 registros- 20212021 eConference - La Jolla Arthritis ConferenceOuvinte · LA JOLLA - CA - USA
- 2019Simpósio em homenagem ao Prof. Hugo Armelin - 80 anosOuvinte · SAO PAULODivulgação científica
- 2019Curso de Atualização em Biossegurança - IQ-USPOuvinte · São Paulo
- 2017Novas Vertentes Biotecnológicas para o Desenvolvimento Tecnológico-Social do BrasilOuvinte · São Paulo-SP
- 20173rd CeTICS Thematic Symposium "From Proteomics to Systems Biology"Ouvinte · São PauloDivulgação científica
- 2017VIII Workshop on Melanoma Models - Satellite Meeting of the 12th Brazilian Conference on MelanomaOuvinte · São PauloDivulgação científica
- 2016Fapesp/EU-LIFE Symposium on Cancer Genomics, Inflammation & ImmunityOuvinte · São Paulo-SP
- 2015Fapesp Week UC Davis in BrazilOuvinte · São PauloDivulgação científica
- 2015I Simpósio Temático do CeTICS "From Proteomics to Systems Biology"Ouvinte · São PauloDivulgação científica
- 2015Symmetry and Dynamics in BiologyOuvinte · São Paulo
- 2015Time-Resolved MicroscopyOuvinte · São Paulo
- 2014Canada-Brazil Molecular Sciences WorkshopOuvinte · São Paulo-SP
- 2014Identification of novel nuclear DUSP3 interactions in HeLa cells exposed to DNA damage agentsEMBL-EBI Practical Course in "Systems Biology Modelling Cycle" · Poster / Painel · Participante · Hinxton-UK
- 2013USP Conferences in Modern Topics of Magnetic ResonanceOuvinte · Sao Paulo
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- 2008XIV Congresso da Sociedade Brasileira de Biologia Celular SBBCOuvinte · São Paulo
Formação complementar
02 registrosCoautorias
53 coautores- 12 obras
- 7 obras
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Na imprensa
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