Francisco Palma Rennó.
Livre · Departamento de Nutrição e Produção Animal
- Departamento
- Departamento de Nutrição e Produção Animal
Currículo atualizado em 13/10/2025
Cita-se como: RENNÓ, F. P.;RENNO, F.P.;Rennó, Francisco Palma;Rennó, F.P.;Rennó, Francisco P.;RENNó, F. P.;Francisco Palma Rennó;RENNO, F. P.;RENNÓ, FP;PALMA RENNÓ, F;RENN', FRANCISCO PALMA;RENNÓ, F.;F PALMA RENNÓ;RENN´, F.P.;RENN', F. P.;PALMA RENNÓ, FRANCISCO;RENNO, FRANCISCO P.
Resumo biográfico
Francisco Palma Rennó concluiu o curso de Medicina Veterinária na UNIFEOB, em São João da Boa Vista, SP, finalizando em 1998. Posteriormente, concluiu o Mestrado e o Doutorado em Zootecnia (Produção e Nutrição de Ruminantes) pela Universidade Federal de Viçosa, finalizando a pós-graduação em em 2005. Atualmente é Professor Titular do Departamento de Nutrição e Produção Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia/USP. É Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1A. Publicou mais de 160 artigos em periódicos especializados e mais de 500 trabalhos em anais de eventos. Possui 27 capítulos de livros e 13 livros organizados publicados. Orientou 46 alunos de iniciação científica, 36 alunos de mestrado, 12 de doutorado, e supervisionou 5 pós-doutorandos. Atualmente orienta quatro alunos de iniciação científica, cinco alunos em nível de mestrado e três em nível de doutorado, além de supervisionar 1 pós-doutorando, todos na área de Nutrição e Produção de Bovinos Leiteiros. Atualmente participa de 8 projetos de pesquisa. Atua na área de Produção e Nutrição de Ruminantes, com ênfase em Bovinocultura Leiteira. Em seu currículo Lattes os termos mais freqüentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: gado de leite, nutrição e alimentação, vacas leiteiras, produção animal, produção de leite, período de transição.
Indicadores
Áreas de atuação
06 registros- Ciencias AgrariasZootecniaProdução Animal
- Ciencias AgrariasZootecniaNutrição e Alimentação Animal › Avaliação de Alimentos para Animais
- Ciencias AgrariasZootecniaNutrição e Alimentação Animal
- Ciencias AgrariasZootecniaProdução Animal › Manejo de Animais
- Ciencias AgrariasZootecniaProdução Animal › Criação de Animais
- Ciencias AgrariasZootecniaGenética e Melhoramento dos Animais Domésticos
Formação acadêmica
04 registros- 2001 – 2005DoutoradoConcluídoZootecnia · Universidade Federal de Viçosa“Avaliação Bioeconômica de Estratégias de Alimentação em Sistemas de Produção de Leite”Orientação: José Carlos PereiraBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
- 1999 – 2001MestradoConcluídoZootecnia · Universidade Federal de Viçosa“Aspectos Produtivos da Raça Pardo-Suíça no Brasil”Orientação: José Carlos PereiraBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
- 1994 – 1998GraduaçãoConcluídoMedicina Veterinária · Fundação de Ensino Octávio BastosOrientação: Newton Abreu Zanco
- Livre-docênciaConcluídoLivre-docência · Universidade de São Paulo
Idiomas
02 registros| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Inglês | Bem | Razoável | Pouco | Bem |
| Espanhol | Bem | Pouco | Pouco | Razoável |
Atuação profissional
16 registros- 2021 – presenteVínculo atualAssociação Paulista dos Criadores de Gado HolandêsDiretor TesoureiroDiretoria
- 2021 – presenteVínculo atualAssociação Brasileira de Criadores de Bovinos da Raça HolandesaConselheiro Fiscal TitularDiretoria
- 2017 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaFaculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia/USPProfessor TitularServidor Publico40h/sem
- 2012 – presenteVínculo atualConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoRevisor de projeto de fomento
- 2011 – 2016Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoProfessor ColaboradorProfessor Visitante
- 2010 – 2017Dedicação exclusivaFaculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia/USPProfessor Associado40h/sem
- 2007 – 2012Revista Brasileira de Zootecnia / Brazilian Journal of Animal ScienceMembro de corpo editorial
- 2007 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloRevisor de projeto de fomento
- 2006 – 2010Dedicação exclusivaFaculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia/USPProfessor DoutorServidor Publico40h/sem
- 2005 – 2005Universidade Estadual de Montes ClarosProfessor Nível VCeletista40h/sem
- 2002 – 2015Associação Brasileira dos Criadores de Gado Pardo SuíçoJuiz Titular de Exposições OficiaisColaborador2h/sem
- 2001 – 2005Dedicação exclusivaUniversidade Federal de ViçosaOutro (especifique) DoutorandoColaborador40h/sem
- 1999 – 2001Dedicação exclusivaUniversidade Federal de ViçosaOutro (especifique) MestrandoColaborador40h/sem
- 1998 – 1998Dedicação exclusivaUniversidade Federal de ViçosaOutro (especifique) EstagiárioOutro40h/sem
- 1996 – 1998Fundação de Ensino Octávio BastosOutro (especifique) Monitor de graduaçãoLivre6h/sem
- 1995 – 1997Associação Brasileira dos Criadores de Gado Pardo SuíçoEstagiárioOutro40h/sem
Produção bibliográfica
514 registros- 2022Influence of phytogenic feed additives on performance of dairy cowsCaio Seiti Takiya; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Kansas City
- 2022Effects of dietary capsaicin on performance of dairy cowsGRIGOLETTO, NATHÁLIA T. SCOGNAMIGLIO; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Kansas City
- 2022The effects of rumen-protected Capsicum oleoresin on performance of transition cows.GRIGOLETTO, NATHALIA TREVISAN SCOGNAMIGLIO; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Kansas City
- 2022Effects of dietary capsaicin on ruminal fermentation of dairy cows.GRIGOLETTO, NATHALIA TREVISAN SCOGNAMIGLIO; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Kansas City
- 2022Effects of capsaicin supplementation on apparent  digestibility and physiological parameters of lactating cows during the summerVITTORAZZI JÚNIOR, PAULO CÉSAR; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Kansas City
- 2022Effects of partially replacing soybean meal with heattreated soybean meal or corn dried distillers grains with soluble on N utilization and purine derivatives excretion.CHESINI, RODRIGO G.; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Kansas City
- 2022Autolyzed or live yeast supplementation on performance of dairy cowsAna Carolina de Freitas; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Kansas City
- 2022Feeding amylolytic and proteolytic exogenous enzymes: Effects on ruminal fermentation of dairy cows.BUGONI, MILENA; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Kansas City
- 2022Feeding amylolytic and proteolytic exogenous enzymes: Effects on nutrient digestibility, milk yield and composition of  dairy cows.BUGONI, MILENA; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Kansas City
- 2021Productivity and nutrient digestibility of cows fed malt extract replacing ground cornBUGONI, MILENA; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Virtual Meeting
- 2021Effect of reduced dietary levels of proteinated trace minerals on peripheral neutrophil activity in transition cows.SILVA, GUILHERME G.; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Virtual Meeting
- 2021Increasing doses of carbohydrases on nutrient intake and milk composition of mid-lactation cows.VITTORAZZI JÚNIOR, PAULO CÉSAR; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Virtual Meeting
- 2021Effects of capsaicin supplementation on productive performance of lactation cows.VITTORAZZI JÚNIOR, PAULO CÉSAR; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Virtual Meeting
- 2021Effects of dried distillers grains on milk composition and nutrient digestibility of dairy cowsCHESINI, RODRIGO G.; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Virtual Meeting
- 2020Ruminal dry matter, crude protein, and neutral detergent fiber degradation of whole-plant soybean silageGHIZZI, LUCAS GHEDIN; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Virtual Meeting
- 2020The use of reduced levels of organic minerals in diets for transition dairy cows.SILVA, GUILHERME G.; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Virtual Meeting
- 2020Effects of increasing biocholine levels on productive performance of dairy cows.NUNES, ALANNE TENÓRIO; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Virtual Meeting
- 2020Productive performance of dairy cows feed with soybean silage and oat silage.SILVA, TÁSSIA B.P.; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Virtual Meeting
- 2020Natural additives increase production performance of dairy cows during the summerGRIGOLETTO, NATHALIA TREVISAN SCOGNAMIGLIO; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Virtual Meeting
- 2020Effects of the addition of organic acids on TMR and feeding frequency on productive performance of dairy cowsDIAS, MAURO SÉRGIO DA SILVA; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Virtual Meeting
- 2019Effects of increasing exogenous carbohydrases levels on intake, milk yield and composition, and production efficiency of dairy cowsMARQUES, JÚLIA AVANSI; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Cincinnati
- 2018Exogenous enzymes on performance and rumen function of mid-lactation dairy cowsZILIO, ELISSANDRA MAIARA DE CASTRO; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Knoxville
- 2018Effects of microalgae on intake and milk yield, composition and fatty acids profile of dairy cowsMARQUES, JÚLIA AVANSI; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Knoxville
- 2018Intake, digestibility and milk production in mid-lactation dairy cows fed exogenous enzymes.ZILIO, ELISSANDRA MAIARA DE CASTRO; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Knoxville
- 2018Effects of microbial inoculant and molasses on wholeplant soybean silage harvested in different reproductive growth stages.GHIZZI, LUCAS GHEDIN; Francisco Palma Rennó · American Dairy Science Association® Annual Meeting · ADSA · Knoxville
Produção técnica
36 registros- 2012O papel do profissional de produção animal no desenvolvimento do agronegócio brasileiroFrancisco Palma RennóConferencia
- 2009Digestibilidade aparente total de nutrientes em vacas no terço médio de lactação suplementadas com diferentes níveis de monensina sódica nas raçõesFrancisco Palma RennóCongresso
- 2009Balanço de energia de vacas em lactação alimentadas com diferentes fontes de gordura nas raçõesFrancisco Palma RennóCongresso
- 2008Utilização de fontes de gordura em rações de vacas em lactação: Parâmetros de fermentação ruminalFrancisco Palma RennóCongresso
- 2008Utilização de diferentes níveis de monensina sódica nas rações de vacas em lactação: Parâmetros sanguineosFrancisco Palma RennóCongresso
- 2007Influência da aplicação da somatotropina recombinante bovina (rBST) na função hepática e renal de bovinos da raça Holandesa em lactaçãoFrancisco Palma RennóCongresso
- 2007Influência da aplicação da somatotropina recombinante bovina (rBST) no lipidograma de bovinos da raça Holandesa em lactaçãoFrancisco Palma RennóCongresso
- 2007Avaliação de parâmtros ruminais, digestibilidade, desempenho, perfil metabólico, composição dos ácidos graxos e das fraçoes proteicas do leite em vacas leiteiras suplementadas com diferentes fontes de gordura dietéticaJosé Esler Freitas Júnior; Francisco Palma Rennó; Jefferson Rodrigues Gandra; Milton Maturana Filho; Ana Paula Chaves de Araújo; Beatriz Conte Venturelli +1 autoresSimposio
- 2006Avaliação de equações de estimativa de consumo para vacas leiteiras no período de transiçãoFrancisco Palma RennóCongresso
- 2006Eficiência bioeconômica de vacas de diferentes níveis de produção de leite por lactação e estratégias de alimentaçãoFrancisco Palma RennóCongresso
- 2003Efeito da condição corporal ao parto sobre a produção de leite e gordura de vacas Holandesas primíparas e multíparasFrancisco Palma RennóCongresso
- 2003Efeito da condição corporal ao parto sobre a curva de lactação de vacas Holandesas primíparas e multíparasFrancisco Palma RennóCongresso
- 2003Variação da condição corporal no início da lactação em vacas Holandesas primíparas e multíparasFrancisco Palma RennóCongresso
- 2003Efeito da condição corporal ao parto sobre a variação de peso no início da lactação em vacas HolandesasFrancisco Palma RennóCongresso
- 2001Fatores de ajustamento para a os efeitos de número de ordenhas, períodos de lactação e idade da vaca ao parto, na raça Pardo-Suíça no BrasilFrancisco Palma RennóCongresso
- 2001Efeito de fatores ambientais sobre a produção de leite na primeira lactação em vacas da raça Pardo-Suíça no BrasilFrancisco Palma RennóCongresso
- 2001Efeito de fatores ambientais sobre a idade ao primeiro parto em vacas da raça Pardo-Suíça no BrasilFrancisco Palma RennóCongresso
- 2001Estimativa de parâmetros genéticos para a produção de leite e gordura da raça Pardo-Suíça no BrasilFrancisco Palma RennóCongresso
- 2001Efeito de fatores ambientais sobre a produção de leite e de gordura da raça Pardo-Suíça no BrasilFrancisco Palma RennóCongresso
Projetos
41 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2021 – presentePesquisa
Efeitos dos níveis de proteína não degradável no rúmen em dietas pré- e pós-parto sobre o desempenho, metabolismo e biomarcadores de inflamação de vacas leiteiras no período de transição
A hipótese deste estudo afirma que altas proporções de PNDR (provenientes da substituição de farelo de soja por DDGS) apenas no período pré-parto ou apenas no período pós-parto melhoram o desempenho, metabolismo e regulam a inflamação em vacas em fim de gestação e início de lactação. Espera-se que este estudo sirva como referência para recomendações de níveis de PB e PNDR no período de transição e início de lactação de vacas leiteiras em condições brasileiras. Além disso, a utilização de DDGS nas dietas de vacas secas e início de lactação poderá melhorar a sustentabilidade da cadeia leiteira, uma vez que um co-produto da produção de etanol irá substituir o farelo de soja na dieta. Em outras palavras, será adicionado na dieta alimento relativamente barato que não compete com a nutrição humana e de alguns monogástricos e será utilizado em menores quantidades um alimento (farelo de soja) que compete com a nutrição humana e por outros animais de produção. Ainda, dependendo dos resultados gerados, a utilização de DDGS pode ser alternativa mais economicamente viável que a suplementação com aminoácidos protegidos no rúmen para corrigir deficiências de dietas no período de transição.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), Caio Seiti Takiya
- Em andamento2021 – presentePesquisa
Efeitos da associação de microminerais proteinatos e amilase sobre a fermentação e microbioma ruminal e omasal, biodisponibilidade de microminerais e desempenho de vacas leiteiras
A hipótese do estudo afirma que vai ocorrer efeito sinérgico positivo na associação de minerais proteinatos com enzimas amilolíticas em dietas de vacas leiteiras, com melhor desempenho, digestibilidade ruminal, fluxo de proteína microbiana e a retenção de minerais em vacas leiteiras. Sendo assim, objetivou-se avaliar a associação de microminerais proteinatos com enzimas amíloliticas na suplementação de ruminantes, e seus efeitos na ingestão de nutrientes, fermentação ruminal, digestibilidade dos nutrientes, síntese de proteína microbiana e desempenho produtivo, assim como aumentar a degradação ruminal dos alimentos e a biodisponibilidade de nutrientes. Secundariamente, esse estudo irá avaliar a biodisponibilidade dos microminerais proteinatos como também seus efeitos nas populações de bactérias no rúmen em comparação aos tratamentos contendo microminerais inorgânicos.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), CHESINI, RODRIGO G.
- Concluído2020 – 2022Pesquisa
Estratégias nutricionais para aumentar o desempenho produtivo em vacas leiteiras: I. Enzimas exógenas como aditivos alimentares. II. Extrato de malte substituindo parcialmente o milho na dieta.
A presente dissertação apresenta dois experimentos que compreende dois capítulos distintos, correspondentes as sessões um e dois. No primeiro experimento, objetivo-se avaliar os efeitos das enzimas exógenas (ENZ) amilolítica (AmaizeTM, Alltech®, Nicholasville, KY) e proteolítica (Vegpro? Alltech) na dieta de vacas em lactação sob consumo de matéria seca e digestibilidade dos nutrientes, índice de seleção de partículas, fermentação ruminal, balanço de nitrogênio, derivados de purina, metabólitos sanguíneos e produção e composição do leite. Foram utilizadas vinte e quatro vacas da raça Holandesa, sendo 4 canuladas no rúmen (161 ± 87,7 dias em lactação, 681 ± 96,2 de peso corporal e 35,2 ± 5,19 de produção de leite) distribuídas em quadrados Latinos 4 × 4 replicados. Cada período teve duração de 21 dias, sendo os últimos 7 destinados as coletas. Os tratamentos foram: dieta sem inclusão de enzima, controle (CON); dieta com adição de 0,5 g de enzima amilolítica/kg MS (A5); dieta A5 + 0,2 g de enzima proteolítica/kg MS (A5P2); dieta A5 + 0,4 g de enzima proteolítica/kg MS (A5P4). Os contrastes utilizados para estudar as diferenças entre os tratamentos foram C1: controle vs. enzimas; C2: enzima amilolítica (A5) vs. enzima proteolítica (AP5 + AP10); C3: contraste entre doses da enzima proteolítica. De forma geral, vacas alimentadas com A5P2 e A5P4 apresentaram maior seleção para partículas longas da dieta (>19 mm) e menor seleção para partículas pequenas quando comparado com A5. A digestibilidade do amido foi maior para vacas do grupo A5P2 e A5P4 quando comparado com A5. Ainda uma tendência à maior digestibilidade do amido foi observada em vacas alimentadas com A5P4 em comparação com A5P2. A digestibilidade da fibra insolúvel em detergente neutro (FDN) foi maior no grupo A5P4 do que no grupo A5P2. A suplementação com ENZ tendeu a aumentar a proporção molar de propionato ruminal, bem como foi maior no grupo A5 do que grupos A5P2 e A5P4. Houve tendência a aumentar o nitrogênio ureico sanguíneo para as vacas alimentadas com ENZ. Tratamentos com enzimas (A5, A5P2 e A5P4) aumentaram a produção de leite comparado ao grupo controle (33,1 vs 32 kg/d, respectivamente) e a produção de leite corrigida para gordura (PLCG; 34,4 vs 33,3 kg/d, respectivamente), além de apresentar tendência para maior produção de proteína, aumento na produção de lactose no leite e tendência a aumentar a eficiência produtiva. A adição de ENZ na dieta de vacas em lactação pode ser positiva melhorando o desempenho, já a associação de enzimas exógenas é capaz de melhorar a digestibilidade do amido e FDN com alterações na fermentação ruminal. O objetivo do segundo experimento foi avaliar a substituição parcial de milho moído por extrato de malte seco de cevada (EMS) em dietas de vacas leiteiras e avaliadas as mesmas variáveis descritas no experimento anterior. Vinte e oito vacas da raça Holandesa, sendo quatro canuladas no rúmen (produção de leite de 35,3 ± 5,88 kg/d, 148 ± 78 DEL e 696 ± 80.6 kg de peso corporal (PC), foram distribuídas em blocos de acordo com a produção de leite, DEL, PC e número de partos e incluídas em delineamento crossover. Os períodos e coletas foram iguais às do capítulo anterior. Os tratamentos foram controle (CON) ou EMS de cevada (Liotécnica Tecnologia em Alimentos, Embu das Artes, Brasil) em substituição ao milho moído em 7,62% MS da dieta (~2 kg/d). De modo geral, o EMS aumentou a digestibilidade aparente da PB, diminuiu o pH ruminal e a porcentagem molar de butirato e aumentou a porcentagem molar de acetato. Vacas alimentadas com EMS apresentaram menor nitrogênio ureico no sangue. O EMS aumentou a produção de leite, produção de leite corrigida para 3,5% de gordura, gordura e proteína e melhorou a eficiência alimentar quanto a PLCG ÷ CMS. Vacas alimentadas com EMS apresentaram menor teor de NUL. O extrato de malte seco pode substituir parcialm
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), BUGONI, MILENA
- Concluído2020 – 2022Pesquisa
Capsaicina (Capsicum oleoresin) na dieta de vacas em lactação durante o verão
A eficiência do uso da energia dos alimentos da dieta representa o maior desafio da bovinocultura de leite no Brasil e no mundo. O uso de aditivos naturais com intuito de aumentar a eficiência energética dos alimentos tem crescido nos sistemas de produção leiteira. Ainda, a inclusão de aditivos naturais na dieta de vacas em lactação pode aumentar o consumo de matéria seca e de água, melhorando consequentemente a produção de leite, além de causar inúmeros outros benefícios, envolvendo propriedades anti-inflamatórias, redução do estresse oxidativo e estímulo de células imunológicas. O presente estudo tem como objetivo avaliar os efeitos de crescentes níveis de inclusão de Capsaicina (CAPCIN®; NutriQuest®, Campinas, Brasil) na dieta de vacas em lactação durante o período de verão, sobre o consumo de matéria seca, produção e composição do leite, digestibilidade aparente total da matéria seca e nutrientes, balanço de nitrogênio, síntese de proteína microbiana, concentrações de glicose e ureia sanguíneos, índice de seleção e escore de condição corporal e parâmetros fisiológicos. Foram utilizadas 36 vacas da raça Holandesa em lactação sendo 9 primíparas e 27 multíparas, com 150 ± 102 dias em lactação (DEL), 660 ± 85,9 kg de peso corporal e produção de leite (PL) de 29 ± 5,8 kg/dia kg/dia. Os animais foram distribuídos em delineamento em blocos casualizados (12 blocos), de acordo com PL e DEL, e receberam aleatoriamente as seguintes dietas experimentais: 1) Controle, dieta composta por ração basal sem aditivos; 2) ração basal com adição de capsaicina ao concentrado (0,75 g/vaca/dia); e 3) ração basal com adição de capsaicina ao concentrado (1,5 g/vaca/dia). As dietas foram formuladas conforme as recomendações do NRC (2001), com a proporção volumoso:concentrado de 48:52. As vacas receberam a dieta controle por duas semanas antes de receberemos tratamentos para coleta de dados e análise de covariável. Os dados foram analisados utilizando o PROC MIXED do SAS através de contrastes ortogonais, para avaliar o efeito da inclusão do aditivo e das diferentes doses testadas. Foram considerados efeitos fixos de tempo, tratamento e interação entre tratamento e tempo, e efeito aleatório de bloco. Foram considerados nível de significância de 5% e tendência de 5 a 10%. Os tratamentos foram fornecidos por 9 semanas após esse período. A suplementação com a capsaicina aumentou o consumo de matéria seca (P < 0,05), e houve tendência ao aumento de consumo de matéria seca nas vacas que receberam 1,5 g/vaca/dia (P = 0,058) em relação às vacas que foram suplementadas com a dose de 0,75 g/vaca/dia. Além disso, foi observado tendência ao aumento da produção de leite (P = 0,081), aumento da produção de leite corrigida para 3,5% de gordura, produção de proteína, gordura e lactose (P < 0.05), em vacas suplementadas com capsaicina. A suplementação com a capsaicina também mostrou tendência ao aumento do teor de lactose (P = 0,083), e aumento significativo no teor de proteína (P < 0.05) para vacas suplementadas com 1,5 g/vaca/dia. Portanto, a suplementação com a capsaicina em ambas as doses testadas aumentou o consumo de matéria seca e a produção de leite, além de aumentar o teor de proteína e lactose no leite. Além disso, nao afetou a digestibilidade da matéria seca, matéria orgânica, fibra em detergente neutro, extrato etéreo e proteína. Não foram observados efeitos para os parâmetros de ácido úrico, alantoína e derivados de purina, bem como para eficiência de síntese de proteína, balaço de nitrogênio e para os parâmetros térmicos para as vacas leiteiras, no entanto as vacas suplementadas com a capsaicina selecionaram menos partículas entre 8 ? 4mm em relação ao grupo controle. Portanto, a inclusão de diferentes doses de capsaicina na dieta de vacas em lactação durante o verão melhora a digestibilidade de proteína sem afetar a digestibilidade da matéria seca e nutr
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), VITTORAZZI JÚNIOR, PAULO CÉSAR, GRIGOLETTO, NATHALIA TREVISAN SCOGNAMIGLIO
- Concluído2020 – 2022Pesquisa
Efeito da substituição parcial do farelo de soja por farelo de soja tratado termicamente ou DDGs de milho na digestibilidade de nutrientes e composição do leite de vacas em meio da lactação
Uma adequada formulação da dieta, incluindo o balanço de proteína degradável no rúmen (PDR) e proteína não degradável no rúmen (PNDR), pode aumentar a produção de leite e reduzir perdas de nitrogênio para o ambiente. O objetivo deste estudo foi avaliar fontes proteicas de diferentes ingredientes na alimentação de vacas em lactação e seus efeitos sobre consumo e digestibilidade aparente total da matéria seca e nutrientes, produção e composição do leite, síntese de proteína microbiana ruminal, concentrações de metabólitos sanguíneos, balanço de nitrogênio, índice de seleção de partículas e avaliação de peso e escore de condição corporal. Foram utilizadas 24 vacas da raça Holandesa, multíparas, com 200 ± 40.0 dias em lactação (DEL), 599 ± 78.0 kg de peso corporal (PC) e 30,0 ± 3.92 L de produção de leite (PL). Os animais foram distribuídos em delineamento experimental quadrado latino 3 × 3, recebendo os seguintes tratamentos: 1) CON, sendo farelo de soja a base proteica do concentrado da dieta; 2) SOY, substituição parcial de 30% de farelo de soja por farelo de soja tostado (Soypass®, Cargill, São Paulo); 3) DDGS, substituição parcial de 30% do farelo de soja por grãos secos de destilaria com solúveis (FlexyPro®, Cargill, São Paulo). As dietas foram formuladas de acordo com o NRC (2001) com relação volumoso:concentrado de 48:52. Cada período experimental teve duração de 21 dias, sendo 14 dias de adaptação e 07 dias de amostragem e coleta de dados. Em relação ao consumo de nutrientes, FDN, PB e EE, observou-se aumento (P ≤ 0,05), ao compararmos o tratamento CON vs. fontes de PNDR (SOY vs. DDGs). Em relação as duas fontes alternativas, constatou-se aumento no consumo de FDN, EE e FDN (kg/d e %PV) entre os tratamentos SOY vs DDGs. (P ≤ 0.05). Os dados de índice de seleção apresentaram diferença do CON. vs. fontes de PNDR, na peneira de 8 ? 4 mm e < 4mm (P ≤ 0.05). O mesmo acontece ao compararmos o mesmo grupo de peneiras nos tratamentos SOY vs. DDGs, (P ≤ 0.05) onde o primeiro tratamento selecionou mais partículas que o segundo. A utilização de SOY ou DDGs provocou aumento na produção de leite e a produção de lactose (kg/d), quando comparados ao CON (P ≤ 0.05). Os mesmos tratamentos (SOY e/ou DDGs), apresentaram tendência a aumento na produção de leite corrigida para energia e proteína (p ≤ 0.099). O tratamento DDGs aumentou (P = 0.010) o teor de proteína no leite quando comparado ao grupo SOY). Em relação ao balaço de nitrogênio dos animais em estudo, verificou-se aumento no total de N consumido (P = 0.026) das fontes de PNDR. Em ambos os tratamentos, quando comparados ao CON, identificou-se uma tendência para aumento no nitrogênio excretado nas fezes e no leite (P ≤ 0.082). Pode-se concluir que a utilização de fontes de PNDR podem ser adicionados em dietas de vacas leiteiras e aumentos na produção de leite.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), CHESINI, RODRIGO G.
- Concluído2019 – 2021Pesquisa
Efeitos da suplementação de biocolina no desempenho produtivo de vacas em lactação
A biocolina é um aditivo de origem vegetal alternativo à colina sintética, com degradabilidade ruminal relativamente baixa, composto de conjugados de celulose e colina, especialmente fosfatidilcolina. Objetivou-se no presente estudo determinar os efeitos da suplementação de biocolina na dieta de vacas leiteiras sobre o consumo e digestibilidade aparente total da matéria seca (MS) e nutrientes, fermentação ruminal, índice de seleção, balanço de nitrogênio, síntese de proteína microbiana, metabólitos sanguíneos, produção (PL) e composição do leite. Foram utilizadas 24 vacas da raça Holandesa (sendo quatro com cânulas ruminais) com 163 ± 98,0 (média ± DP) dias em lactação (DEL), PL de 27,6 ± 7,14 kg/dia, peso corporal (PC) de 636 ± 83,2 kg e escore de condição corporal (ECC) de 2,59 ± 0,154, distribuídas em seis quadrados Latinos 4 x 4, de acordo com a PL, DEL e PC ao início do experimento e presença de cânula ruminal. As sequências de tratamento foram designadas aleatoriamente aos quadrados e consistiram na suplementação de biocolina (Biocholine powder®, Techno Feeds Brasil Ltda, Campinas, Brasil) nas doses de 0, 7, 14 e 21 g/vaca/dia. Os animais foram submetidos a 14 dias de adaptação aos tratamentos e os últimos 7 dias de cada período foram utilizados para coleta de amostras e mensuração de variáveis. Os dados foram submetidos à análise de variância, inserindo no modelo os efeitos fixos de tratamento, período e quadrado, e o efeito aleatório de animal dentro de quadrado. Para análise de fermentação ruminal, foram adicionados no modelo os efeitos de tempo e sua interação com o tratamento. Os dados foram analisados através de regressão polinomial para avaliação dos comportamentos linear e quadrático dos níveis de biocolina. O contraste controle vs. suplementação de biocolina também foi avaliado. Foram considerados nível de significância de 5% e tendência entre 5 e 10%. Doses crescentes de biocolina influenciaram o índice de seleção de partículas de maneira quadrática, aumentando o consumo de partículas maiores que 19 mm (P = 0,010) e reduzindo o consumo de partículas entre 8 e 19 mm (P = 0,003). A inclusão de biocolina aumentou linearmente (P = 0,037) a digestibilidade do extrato etéreo, sem afetar o consumo e a digestibilidade da MS e dos demais nutrientes (P > 0,10). Houve redução do pH ruminal de vacas suplementadas com biocolina (6,17 vs. 6,09 para controle e biocolina, respectivamente; P = 0,046), sem alteração (P > 0,10) das concentrações de N-NH3 e ácidos graxos de cadeia curta no rúmen. A suplementação de biocolina aumentou a PL e a eficiência produtiva de maneira quadrática (máximos valores estimados para as doses de 10,98 e 9,94 g/vaca/dia, respectivamente; P ≤ 0,043), com tendência para efeito quadrático positivo sobre a produção de proteína (P = 0,052) e lactose (P = 0,056). O estudo não forneceu evidências de efeitos da biocolina sobre a produção de gordura e sobre os teores de gordura, proteína e lactose do leite, bem como sobre o balanço de nitrogênio, síntese de proteína microbiana e metabólitos sanguíneos (P > 0,10). A suplementação de biocolina para vacas leiteiras em meio de lactação melhora a produção e a eficiência de síntese do leite, sem efeitos sobre consumo de nutrientes e fermentação ruminal, sugerindo efeitos pós-ruminais. A análise de regressão revelou que a biocolina deve ser suplementada em doses em torno de 10 g/vaca/dia.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), NUNES, ALANNE T.
- Concluído2018 – 2021Pesquisa
Silagem de planta inteira de soja (Glycine max L Merrill) na alimentação de vacas leiteiras
O presente estudo teve por objetivo: experimento 1: determinar o efeito do estádio fenológico (EF) sobre a composição morfológica e bromatológica da planta de soja (PS), perdas, perfil de fermentação e composição bromatológica da silagem de planta inteira de soja (SS); experimento 2: avaliar o efeito da inclusão de melaço em pó e inoculante microbiano sobre perdas, perfil de fermentação e composição bromatológica da SS; e experimento 3: avaliar os efeitos da utilização de níveis crescentes de SS nas dietas de vacas em lactação sobre consumo, fermentação ruminal, comportamento alimentar e desempenho produtivo. Duzentos mini silos experimentais foram confeccionados para elaboração dos experimentos 1 e 2. No experimento 1, foi utilizado o delineamento inteiramente casualizado considerando 8 EF (R1 à R8) como tratamentos para as variáveis relacionadas a PS e um delineamento em blocos completamente casualizados (DBC) considerando 5 EF (R3 à R7) como tratamentos e a combinação de aditivos como bloco (4 blocos) para variáveis relacionadas a SS. O avanço do EF aumentou os teores de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB) e extrato etéreo (EE), reduziu carboidratos não fibrosos (CNF) na PS e apresentou maiores valores em R4, R5 e R6 para fibra em detergente neutro (FDN) e R3, R4 e R5 para fibra em detergente ácido (FDA). A ensilagem nos EF R6 e R7 reduziu as concentrações de ácido acético, ácido lático e etanol bem como a capacidade tampão (CT) e aumentou a concentração de nitrogênio amoniacal (NH3-N) na SS. A concentração de ácido butírico reduziu com o avanço do EF apresentando menores teores em R5, R6 e R7. Não foi observado efeito do EF sobre valores pH, porém aumentou os teores de MS, MO, PB e EE com maiores valores observados em R7, reduziu os teores de FDA e CNF com menores valores observados em R7 e tendeu a reduzir as concentrações de FDN e lignina em R5 e R7 respectivamente. O maior desaparecimento ruminal da FDN em 96 h foi observada em R7. A melhor combinação entre potencial de produção, perfil de fermentação e maior fração digestível dentre os EF avaliados neste estudo sugerem os EF R6 e R7 para ensilagem da PS. No experimento 2 foi utilizado o DBC considerando com arranjo de tratamentos fatorial 2 × 2 para avaliar a adição de melaço em pó (MEL; 0 e 40 g/kg de MN) e inoculante [INO; 0 e 105 UFC de Lactobacillus plantarum e Pediococcus pentosaceus/g de matéria natural (Silobac®, Chr. Hansen, Hørsholm, Dinamarca)]. Os EF de R3 à R7 foram considerados como bloco (5 blocos). A adição de INO aumentou a recuperação de MS em silagens tratadas com MEL. Melaço reduziu as perdas, enquanto que INO tendeu a diminuir a perda por gás. A adição de MEL aumentou a concentração de ácido lático, reduziu demais ácidos orgânicos, NH3-N, pH, etanol e CT. A inoculação aumentou a concentração de NH3-N ao passo que diminuiu teor de MO. Melaço aumentou a concentração de PB, CNF e diminuiu o teor de MO, FDN, FDA, lignina e EE, além de aumentar o desaparecimento ruminal da MS e FDN. O uso de INO não mostrou efeitos positivos na SS quando não associado ao MEL, ao passo que este teve grande impacto na qualidade da SS, reduzindo perdas, melhorando o perfil de fermentação e composição bromatológica, podendo ser considerado como aditivo ao processo de ensilagem da PS. No experimento 3, 24 vacas (sendo 8 canuladas no rúmen) multíparas da raça Holandesa foram alocados em um delineamento quadrado Latino 4×4 com 21 dias de duração cada período e os tratamentos obtidos em arranjo em níveis: controle com silagem de milho (SM) como única fonte de volumoso na ordem de 480 g/kg de MS da dieta e substituição da SM por SS na proporção de 0, 16, 33 e 50% da MS. A adição de SS linearmente reduziu o consumo e digestibilidade no trato total da MS bem como o consumo de partículas < 4 mm. Vacas alimentadas com SS linearmente aumentaram o pH ruminal e
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), GHIZZI, LUCAS GHEDIN
- Concluído2018 – 2021Pesquisa
Minerais orgânicos na dieta de vacas leiteiras no período de transição
O objetivo do presente estudo foi avaliar a utilização de doses reduzidas de microminerais oriundo de fonte orgânica (Bioplex® Co, Cu, Mn, Zn, e Sel-Plex®. Alltech Inc. Nicholasville. KY) em comparação a fonte inorgânica durante o período de transição em vacas leiteiras sobre os efeitos de produção e composição do leite, digestibilidade da matéria seca e nutrientes, qualidade oocitária e embrionária, perfil metabólico sanguíneo, sistema imune e concentrações de minerais no plasma, colostro e tecido hepático. Neste sentido, a hipótese deste estudo foi que a utilização de Cu, Zn, Mn e Co na forma orgânica, na dose de 50% da dose inorgânica influencie positivamente o desempenho produtivo, sistema imune e perfil metabólico de vacas leiteira durante o período de transição. Foram utilizadas vinte e quatro vacas da raça Holandesa distribuídas em um delineamento experimental de blocos casualizados, sendo as mensurações realizadas a partir de 30 dias antes da data prevista para o parto, até 60 dias pós-parto. Os tratamentos experimentais foram: controle (CON), seguindo recomendações do NRC e literatura recente para recomendações de microminerais, com utilização de fontes inorgânicas na forma de sulfatos; e minerais orgânicos ou proteinados (MP) com utilização de 50% dos níveis na dieta controle para Zn, Cu, Co e Mn na forma orgânica. Os níveis de selênio foram iguais em ambos tratamentos, diferenciando apenas a fonte (inorgânica para o tratamento CON e orgânica para o tratamento MP). A utilização de minerais proteinados aumentou a produção de leite (P < 0,05) entre as semanas 5 e 8 pós-parto, diminuiu (P < 0,05) a porcentagem de gordura no leite e aumentou o consumo de matéria seca (P < 0,05) no mesmo período. O consumo de proteína bruta também foi maior (P < 0,05) entre as semanas 5 e 8 pós-parto e o escore de condição corporal tendeu (P = 0,072) a ser maior para os animais que receberam que receberam minerais proteinados. Não foram observadas diferenças (P > 0,05) para as variáveis de digestibilidade balanço de energia e nitrogênio e síntese de proteína microbiana entre os tratamentos. Maiores concentrações plasmáticas ureia, BHBA e quantidade de selênio no colostro foram observadas para os animais que receberam dietas com minerais proteinados (P < 0,05). Houve tendência (P = 0,089) para maior concentração de selênio plasmático para os animais que receberam minerais proteinados; o mesmo tratamento também reduziu (P < 0,05) a quantidade de oócitos total, viáveis GIII e cultivados. Com relação ao sistema imune, os animais que receberam fontes proteinadas de microminerais apresentaram maior (P < 0,005) amplitude de distribuição de eritrócitos, contagem de linfócitos e porcentagem de espécies reativas ao oxigênio, e tendência (P = 0,063) a diminuição na contagem de neutrófilos. As dietas com microminerais reduzidos na forma proteinadas durante o período de transição aumentam a produção de leite e consumo de matéria e não alteraram as concentrações hepáticas de Zn, Mn, Co e Se, e também não influenciaram a os valores de GPX, e TAS.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), Guilherme Gomes da Silva
- Concluído2018 – 2020Pesquisa
Aditivos na dieta de vacas em lactação sob estresse térmico
Objetivou-se avaliar os efeitos da adição da combinação de aditivos na alimentação de vacas em lactação sob estresse térmico sobre o consumo e digestibilidade aparente total de matéria seca e nutrientes, produção e composição do leite, parâmetros sanguíneos e respostas fisiológicas. Quarenta vacas da raça Holandesa foram distribuídas em delineamento em blocos ao acaso em arranjo fatorial 2 x 2, nos seguintes tratamentos: 1) Controle (CON), composto por dieta basal sem inclusão de aditivos; 2) Monensina (MON), dieta basal com a inclusão de monensina sódica, na dose de 20 mg/kg de MS da dieta; 3) Milk Sacc+® (MSC), dieta basal com a inclusão de Milk Sacc+®, na dose de 40 g/vaca/dia; e 4) dieta basal com a associação de MON + MSC (MMS). A temperatura média do galpão experimental, umidade relativa e o índice de temperatura e umidade durante o experimento foram de 25 ± 2,7 °C, 69,0 ± 8,57% e 73 ± 2,84 (média ± DP), respectivamente. O experimento teve 11 semanas de duração, sendo 2 semanas período de covariável. Os dados foram analisados usando o proc MIXED do SAS 9.4. A adição de MSC aumentou a produção de leite, produção de leite corrigido para gordura, a produção de gordura, proteína e lactose no leite, ao passo que MON aumentou teor de NUL. Além disso, MSC aumentou o consumo de matéria seca expresso em porcentagem de peso corporal. A dieta MSC aumentou o consumo de partículas entre 8 e 19 mm, conteúdo de partículas fibrosas, e diminuiu consumo de partículas menores que 4 mm quando comparado ao controle. A dieta MSC diminuiu o tempo de ruminação e a mastigação (min/kg de FDN). No entanto, o uso dos aditivos não demonstrou efeitos sobre os parâmetros fisiológicos nas vacas. De maneira geral, MON não diferiu do CON. A dieta MSC é opção útil e viável ao uso de Monensina durante períodos de estresse térmico aos animais devido à sua capacidade de aumentar a produção e a composição do leite.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), GRIGOLETTO, NATHALIA TREVISAN SCOGNAMIGLIO
- Concluído2018 – 2020Pesquisa
Adição de ácidos orgânicos na dieta de vacas leiteiras
O aumento da temperatura dos alimentos está associado ao crescimento de microrganismos indesejados, perdas de nutrientes e diminuição do consumo das vacas leiteiras. Avaliou-se o uso de conservantes contendo ácidos orgânicos (ACO) na dieta completa (TMR) sobre o consumo e digestibilidade aparente total dos nutrientes, índice de seleção, fermentação ruminal, produção e composição do leite, balanço de nitrogênio, síntese de proteína microbiana, perfil metabólico, comportamento ingestivo e temperatura da TMR. Vinte e cinco vacas da raça Holandesa, sendo 10 canuladas no rúmen, foram distribuídas em cinco quadrados latinos 5 × 5 balanceados e contemporâneos, nos seguintes tratamentos: controle, sem adição de ACO na dieta (CON); e adição de 4 produtos distintos que possuíam como principais princípios ativos: ácido fórmico (F); formiato de sódio (SO); ácido propiônico (SP); e ácido propiônico (P). Cada ACO foi adicionado diariamente a TMR na dose de 4 mL/kg de matéria natural (MN) oferecida para os produtos líquidos, e 4 g/kg para o produto sólido. A temperatura média do galpão experimental, umidade relativa e índice de temperatura-umidade durante o experimento foi de 24,4 ± 4,29 ° C, 75,0 ± 16,39% e 72,7 ± 5,31 (média ± DP), respectivamente. Cada período experimental consistiu em 14 dias de adaptação e 5 dias de coletas. Diferenças entre tratamentos foram estudadas usando contrastes ortogonais: efeito da adição de ACO [controle vs. tratamentos (SP + SO + P + F)], efeito do tipo de ACO usado [ácido fórmico (F + SO) vs. ácido propiônico (P + SP)], efeito da adição de ácido fórmico (F vs. SO), e efeito da adição de ácido propiônico (SP vs. P). A adição de ACO aumentou o consumo de matéria seca (CMS; 23,6 e 24,4 kg / d para CON e ACO, respectivamente) e reduziu a seleção de partículas entre 8-19 mm e menores que 4 mm pelas vacas. Os ACO, no entanto, diminuíram a concentração total de AGV e aumentaram o pH do líquido ruminal. Vacas alimentadas com ACO na TMR tiveram maior produção de leite corrigida (PLC) e teor de proteína do leite em comparação com o controle. Além disso, ACO controlaram o aumento da temperatura da TMR. A utilização de ACO, independentemente de sua composição, na TMR pode melhorar o desempenho de vacas em lactação.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), GHELLER, LARISSA S.
- Concluído2018 – 2020Pesquisa
Silagem de soja e de aveia preta na alimentação de vacas leiteiras
Objetivou-se avaliar a substituição parcial de silagem de milho por silagem de soja e de aveia preta e seus efeitos sobre o consumo de matéria seca (MS) e nutrientes e digestibilidade, parâmetros ruminais, comportamento ingestivo e desempenho produtivo de vacas leiteiras. Vinte e quatro vacas da raça Holandesa, sendo 06 vacas portadoras de cânula ruminal, com produção de leite (PL) média de 32 ± 5 kg/dia, 150 ± 84 dias em lactação e 662 ± 72 kg de peso corporal, foram distribuídas em 8 quadrados latinos 3 x 3 balanceados, nas seguintes dietas: 1) Silagem de milho (SM), utilização da silagem de milho como volumoso exclusivo; 2) Silagem de soja (SS), substituição de 16% da silagem de milho por silagem de planta inteira de soja; e 3) Silagem de aveia (SA), substituição de 16% da silagem de milho por silagem de aveia preta. As dietas foram formuladas de acordo com o NRC (2001) na proporção volumoso:concentrado de 48:52. A inclusão de SA e de SS reduziu o consumo de matéria seca (CMS), matéria orgânica (MO) e proteína bruta (PB) em comparação com SM (P ≤ 0,05). A dieta com SS reduziu o consumo de fibra em detergente neutro (FDN; P ≤ 0,004), enquanto a dieta com SA reduziu o consumo de extrato etéreo (EE; P < 0,001). A digestibilidade aparente total da MS e dos nutrientes não foi influenciada pela inclusão de SS ou de SA na dieta dos animais (P > 0,05). SM apresentou maior degradabilidade efetiva da MS nas taxas de passagem (kp) de 2, 5 e 7%/h em relação à SA e SS, sendo que SS apresentou maior degradabilidade efetiva em relação à dieta SA (P < 0,001). As dietas SM e SA apresentaram maior degradabilidade efetiva do FDN nas kp 2, 5 e 7%/h em relação à dieta SS (P < 0,001). A dieta contendo SA reduziu a PL e a proteína do leite em comparação com a inclusão de SS e SM (P < 0,001). As concentrações de NH3-N ruminal foram maiores para a dieta SS (P = 0,032). A dieta SA reduziu as concentrações de nitrogênio ureico sérico em relação a dieta SM, enquanto a dieta SS apresentou valores intermediários (P = 0,014). A dieta com SA aumentou o consumo de partículas menores que 4 mm em comparação com SS, enquanto SM apresentou valor intermediário (P = 0,049). As dietas com SS e SA aumentaram a atividade de ruminação e de mastigação dos animais (P ≤ 0,029), mas somente SS aumentou a atividade de ruminação e mastigação por kg de FDN ingerido em comparação à dieta controle, enquanto SA apresentou valores intermediários (P ≤ 0,004). A substituição parcial de SM por SA influenciou negativamente o CMS e a PL dos animais. Porém, apesar de ocorrer diminuição do consumo, ao substituir SM por SS, a PL foi similar, de forma que SS pode ser fonte alternativa de forragem.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), SILVA, TÁSSIA B.P.
- Concluído2018 – 2020Pesquisa
Efeitos da adição de ácidos orgânicos na dieta completa e frequência de alimentação sobre o desempenho produtivo de vacas em lactação
O objetivo do presente estudo foi determinar os efeitos da adição de ácidos orgânicos (AO; Mold-Zap®) na dieta total e da frequência de fornecimento da dieta total para vacas leiteiras em lactação sobre o consumo e digestibilidade aparente total de matéria seca (MS) e nutrientes, índice de seleção de partículas, comportamento alimentar, fermentação ruminal, produção e composição do leite, síntese de proteína microbiana, balanço de nitrogênio, concentração de metabólitos sanguíneos e temperatura da dieta total. A hipótese do presente estudo afirma que a adição de AO diretamente à dieta total, é capaz de minimizar sua deterioração, permitir a redução de frequência de fornecimento dos alimentos e influenciar positivamente o desempenho produtivo de vacas em lactação. Foram utilizadas 24 vacas da raça Holandesa em lactação, sendo 4 delas canuladas no rúmen, com 247 ± 109 dias em lactação, 672 ± 71,6 kg de peso corporal e 31,1 ± 5,37 kg de produção diária de leite ao início do experimento, as quais foram distribuídas em quadrados Latinos 4 x 4, balanceados e contemporâneos, em arranjo fatorial 2 x 2 e atribuídas aleatoriamente aos seguintes tratamentos: 1) controle 1 (C1x), dieta basal, ofertada uma vez ao dia, pela manhã; 2) AO1x, dieta basal associada aos AO, ofertada uma vez ao dia, pela manhã; 3) controle 2 (C2x), dieta basal, ofertada duas vezes ao dia, pela manhã e no início da tarde; e 4) AO2x, dieta basal associada aos AO, ofertada duas vezes ao dia, pela manhã e no início da tarde. Cada período experimental teve duração de 21 dias, sendo 14 dias destinados à adaptação aos tratamentos e 7 dias às coletas de dados e mensuração de variáveis. Não foi observado efeito dos AO sobre o consumo e digestibilidade aparente total da MS e nutrientes. Vacas alimentadas duas vezes por dia selecionaram mais partículas menores que 4 mm (P = 0,012). A adição de AO na dieta total diminuiu o tempo em que os animais permaneceram em pé (P = 0,019) e reduziu o tempo de ócio (P = 0,045). Os animais alimentados uma vez por dia passaram mais tempo bebendo água (P = 0,021). Além disso, a adição de AO ou a frequência de alimentação não afetaram o nitrogênio ureico e a glicose sérica, bem como a variação na ingestão de nitrogênio e nitrogênio fecal e urinário, embora o uso de AO tenha melhorado o nitrogênio do leite e afetado a síntese de alantoína do leite (P ≤ 0,033), sem afetar a síntese de proteína microbiana. A adição de AO melhorou a produção de leite, proteína e lactose (P ≤ 0,034), e gerou tendência ao aumento do leite corrigido para gordura (P = 0,064), além de manter a temperatura da dieta total estável por mais tempo em relação à dieta total que não recebeu adição de AO (P = 0,07). Dessa forma, a utilização de AO na dieta total de vacas em lactação resultou em melhor desempenho produtivo.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), DIAS, MAURO SÉRGIO DA SILVA
- Concluído2017 – 2019Pesquisa
Efeito de doses crescentes de microalgas ricas em ácido docosahexaenoico (DHA) na dieta de vacas leiteiras
Este estudo teve por objetivo avaliar o efeito da inclusão de doses crescentes de microalgas ricas em ácido docosahexaenoico (DHA) na dieta de vacas leiteiras sobre o consumo de matéria seca (MS) e nutrientes, digestibilidade aparente no trato total (DATT) da MS e dos nutrientes, produção, composição e perfil de ácidos graxos do leite, fermentação ruminal, balanço de nitrogênio e energia, síntese de proteína microbiana ruminal e perfil metabólico. Foram utilizadas 24 vacas em lactação da raça Holandesa [130,3 ± 75,7 DEL e 30,8 ± 2,66 kg/d de produção de leite (média ± DP)], sendo 8 destas canuladas no rúmen, distribuídas em delineamento em quadrado Latino 4 × 4, para avaliar os seguintes tratamentos: dieta basal sem adição de microalgas; e suplementação de doses crescentes de microalgas ricas em DHA (2 g, 4g, e 6 g/kg de MS; All-G-Rich?, Alltech®, Nicholasville, KY). As dietas foram formuladas de acordo com o NRC (2001), para serem isoenergéticas, isoproteicas e isolipídicas. Cada período experimental teve duração de 21 dias, com 14 dias de adaptação e 7 de coletas. A inclusão de microalga reduziu a ingestão de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), fibra em detergente neutro (FDN), proteína bruta (PB) e extrato etéreo (EE). Houve aumento linear da DATT da MS, MO, PB e EE com o aumento da dose de microalga, enquanto houve tendência para efeito quadrático sobre a DATT da FDN, com máximo valor estimado para a dose 3,24 g/kg MS de microalga. A inclusão de microalga afetou de maneira quadrática a produção de leite corrigida para 3,5% de gordura (PLCG) e para o teor de energia (PLCE), além de tender a afetar de maneira quadrática a produção de leite. As máximas produções foram observadas nas doses intermediárias de microalga. Os teores de gordura, proteína e lactose foram reduzidos linearmente com a inclusão de microalga, enquanto a eficiência produtiva foi aumentada linearmente. A adição de microalgas reduziu linearmente a proporção de ácidos graxos saturados e aumentou linearmente a proporção de ácidos graxos poli-insaturados na gordura do leite. Houve baixa detecção de DHA no leite, porém, a inclusão de microalga reduziu a proporção de C18:0, C18:1 cis-9, C18:2 cis-9,12, e C18:3 cis-9,12,15, e aumentou a proporção de C18:2 cis-9, trans-11, C18:1 trans-9 e C18:1 trans-11. A inclusão de microalgas reduziu o consumo de energia bruta, porém não afetou o consumo de energia digestível, metabolizável ou líquida. A adição de microalga afetou quadraticamente a síntese de proteína microbiana, com máxima síntese microbiana estimada na dose 3,24 g/kg MS. Houve aumento do pH ruminal e redução da concentração ruminal de acetato e ácidos graxos de cadeia curta com a adição de microalgas. Portanto, a inclusão de microalgas na dieta de vacas leiteiras reduz o consumo e eleva a digestibilidade dos nutrientes, bem como a eficiência produtiva, modificando o perfil de ácidos graxos do leite. Doses intermediárias estimadas (1,22 a 2,90 g/kg MS) de microalgas podem ser benéficas à produção de leite, PLCG e PLCE, sendo recomendadas para vacas em lactação.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), MARQUES, JÚLIA AVANSI
- Concluído2017 – 2019Pesquisa
Metabolismo de nitrogênio e de ácidos nucleicos em vacas leiteiras alimentadas com lipídios
A nutrição proteico-energética de ruminantes apresenta-se como principal fator gerador de custo da alimentação de ruminantes. Especial interesse tem-se dado ao estudo do metabolismo ruminal do nitrogênio em vacas leiteiras, haja visto os custos das fontes proteicas nas dietas. No entanto, as técnicas de avaliação do metabolismo proteico ruminal e especialmente de estimativa da síntese proteica microbiana tem sido questionadas, principalmente pelas dificuldades encontradas para estimativa do fluxo pós ruminal de aminoácidos. Por outro lado, a suplementação lipídica tem se tornado uma realidade para facilitar o atendimento das exigências energéticas de vacas de alta produção. A literatura é escassa de informações a respeito do metabolismo ruminal do nitrogênio e especialmente do metabolismo pós absortivo dos ácidos nucleicos, quando fontes lipídicas são adicionadas a dieta de vacas leiteiras. Alguns trabalhos sugerem redução da degradabilidade da proteína da dieta e da síntese microbiana, com aumento da eficiência de síntese, quando fontes lipídicas são utilizadas na dieta. Além disso, com a alteração do metabolismo, em decorrência do aumento da densidade energética da dieta e da concentração sérica de colesterol, pode haver alteração da turnover proteico e da síntese de ATP celular, podendo levar a alterações no metabolismo do ácidos nucleicos, alterando a composição dos compostos excretados na urina e a contribuição endógena dos derivados purina excretados. O presente estudo tem por objetivo avaliar o efeito da suplementação lipídica de dietas isonitrogenadas contendo diferentes proporções de proteína degradável no rúmen sobre o desempenho produtivo, fermentação ruminal, digestiblidade aparente total e o fluxo de proteína microbiana, estimado através do fluxo abomasal de purinas ou 15N e da recuperação urinária de derivados purina. Pretende-se ainda calcular a relação entre purinas e N total dos microrganismos ruminais e os fatores de recuperação dos derivados na urina, assim como a contribuição endógena para a excreção urinária de derivados purina.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), DEL VALLE, TIAGO ANTÔNIO
- Concluído2016 – 2018Pesquisa
Enzimas fibrolítica e amilolítica exógenas na alimentação de vacas em lactação
As dietas de vacas em lactação são compostas principalmente por carboidratos que não estão totalmente disponíveis para fermentação microbiana no rúmen, o que pode ser um fator crítico para a obtenção de energia em ruminantes. O objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito da adição de enzima fibrolítica (Fibrozyme®, Alltech Inc., Springfield, KY) e amilolítica (Amaize?, Alltech Inc., Springfield, KY) nas dietas sobre o consumo de nutrientes, índice de seleção de partículas, digestibilidade aparente total, fermentação ruminal, metabolismo de nutrientes, produção e composição do leite de vacas em lactação. Para o experimento, 32 vacas multíparas da raça Holandesa com 181.3 ± 35.3 (média ± SD) dias em lactação (DEL), 571 ± 72.7 kg de peso vivo (PV) e 29.6 ± 5.24 kg/d de produção de leite (PL), foram distribuídas em 8 quadrados Latinos 4×4. Os tratamentos foram obtidos por esquema fatorial 2×2 pela combinação de enzima fibrolítica e amilolítica, como segue: 1) Controle (CONT): dieta basal sem adição de enzimas exógenas; 2) Enzima fibrolítica (FIB): dieta basal com adição de 1 g/kg de Fibrozyme® no concentrado da dieta (51 UI de atividade xilanase/kg de matéria seca (MS) da dieta; Alltech, Nicholasville, KY, USA; batch#: 417990-2); 3) Enzima amilolítica (AMI): dieta basal com adição de 0,66 g/kg de Amaize? no concentrado da dieta (203 FAU/kg MS da dieta; Alltech Nicholasville, KY, USA; batch: 432715-1); e 4) FIB+AMI: adição de 1 e 0,66 g/kg de Fibrozyme® e Amaize?, respectivamente. As enzimas foram aplicadas de modo a atenderem um consumo de 12 g/dia de Fibrozyme e 8 g/dia de Amaize, de acordo com as recomendações do fabricante. A enzima foi adicionada ao concentrado durante a preparação do concentrado (toda semana). Não foram encontrados efeitos para o consumo e digestibilidade dos nutrientes. Contudo, houve efeito de interação entre FIB e AMI para o consumo de partículas entre 19 e 8 mm. A enzima amilolítica aumentou o consumo de partículas entre 19 e 8 mm nos animais que não recebiam FIB. Além disso, AMI reduziu o consumo de partículas maiores que 19 mm. Outro efeito observado foi a interação entre FIB e AMI sobre a concentração de butirato ruminal. A enzima amilolítica aumentou a concentração de butirato apenas nos animais tratados com FIB. Houve uma tendência de interação entre enzimas sobre a excreção de nitrogênio (N) no leite, em que FIB reduziu a excreção de N no leite apenas nos animais não tratados com AMI. Ainda, AMI reduziu a excreção de N na urina. No entanto houve uma interação entre os efeitos de enzima fibrolítica e amilolítica sobre a concentração de colesterol e a atividade enzimática da AST e GGT. A enzima fibrolítica reduziu a concentração de colesterol e aumentou a atividade da enzima GGT nos animais não tratados com enzima amilolítica. No entanto, a enzima amilolítica aumentou a concentração de colesterol e a atividade da AST nos animais alimentados com enzima fibrolítica. Houve interação entre enzimas exógenas sobre a produção de proteína e lactose no leite. A enzima fibrolítica reduziu a produção de proteína e lactose nos animais não alimentados com AMI. Não houve mudanças na produção de leite com a suplementação de enzimas exógenas. Em nosso estudo foram encontrados efeitos no consumo de partículas, fermentação ruminal, excreção de N e mudanças na composição do leite, contudo não houve mudanças no desempenho produtivo dos animais.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), ZILIO, ELISSANDRA MAIARA DE CASTRO
- Concluído2015 – 2018Pesquisa
Uso de óleo essencial e monensina na alimentação de vacas leiteiras
O presente estudo teve como objetivo avaliar os efeitos do fornecimento de monensina e óleo essencial essential® sobre consumo, digestibilidade aparente total da matéria seca e nutrientes, fermentação ruminal, produção e composição do leite, síntese de proteína microbiana, perfil metabólico, balanço de nitrogênio e energia. foram utilizadas 24 vacas multíparas da raça holandesa, destas seis apresentavam canula no rúmen, com peso corporal de 618 ± 76 kg, 150,24 ± 91,43 dias em lactação e 24,1 ± 4,01 kg/dia de produção de leite no início do experimento, os animais foram alocados em oito quadrados latinos 3 x 3, balanceados e contemporâneos. Os animais foram distruibuídos para receber as seguintes dietas: 1) controle (CON), composto por uma dieta basal sem inclusão de aditivos; 2) óleo essencial (OE), com adição de 500 mg/kg da ms e 3) monensina sódica (MON) com adição de 22 mg/kg da ms. não houve efeito das dietas sobre o consumo de matéria seca e nutrientes (kg/dia), coeficiente de digestibilidade e consumo em porcentagem do peso vivo. a inclusão de aditivo na dieta não alterou o pH, concentrações de NH3, acetato, butirato, AGCRT e a relação acetato: propionato no rúmen, mas houve aumento do propionato ruminal. as dietas com aditivo apresentaram aumento da produção de leite, mas o tratamento monensina sódica reduziu a gordura do leite em porcentagem. O tratamento óleo essecial reduziu a concentração de ureia no sangue. a síntese de proteína microbiana e os balanços de energia e nitrogênio não foram influenciados pelas dietas. o uso de óleo essencial mostra-se como potencial alternativa para uso comercial, pois não apresentou resultados que comprometesse o desempenho dos animais deste estudo, porém é preciso de mais dados de pesquisa que comprove sua eficácia frente aos aditivos antimicrobianos existentes no mercado com dados consistentes.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), DE JESUS, ELMESON FERREIRA, Lucas Ghedin Ghizzi
- Concluído2015 – 2017Pesquisa
Utilização de óleos essenciais associado à enzima amilolítica na alimentação de vacas leiteiras
Este projeto de pesquisa será constituído de dois experimentos. A hipótese científica a ser avaliada no primeiro experimento deste projeto de pesquisa sugere que a utilização de óleos essenciais (Crina® Ruminants, DSM-Tortuga) associada a enzima amilolítica (RumiStar®, DSM-Tortuga), influencia positivamente o desempenho produtivo de vacas leiteiras em lactação. Desta forma, este experimento tem como objetivo avaliar a utilização de óleos essenciais (Crina® Ruminants, DSM-Tortuga) associada a enzima amilolítica (RumiStar®, DSM-Tortuga) na alimentação de vacas em lactação e avaliar o efeito sobre o consumo e digestibilidade aparente total da matéria seca e nutrientes, produção e composição do leite, concentrações de parâmetros sanguíneos e balanço de nitrogênio. A hipótese científica do segundo experimento deste projeto de pesquisa sugere que a utilização de óleos essenciais (Crina® Ruminants, DSM-Tortuga) associada a enzima amilolítica (RumiStar®, DSM-Tortuga), influencia positivamente a fermentação ruminal e a digestibilidade dos nutrientes de vacas leiteiras em lactação. Desta forma, este experimento tem como objetivo avaliar a utilização de óleos essenciais (Crina® Ruminants, DSM-Tortuga) associada a enzima amilolítica (RumiStar®, DSM-Tortuga) na alimentação de vacas em lactação e avaliar o efeito sobre o consumo e digestibilidade aparente total da matéria seca e nutrientes, fermentação ruminal e síntese de proteína microbiana ruminal, produção e composição do leite, concentrações de parâmetros sanguíneos e balanço de nitrogênio.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), DA SILVA, GUILHERME G.
- Concluído2014 – 2017Pesquisa
Quitosana associada a grão de soja cru e integral na alimentação de vacas em lactação
A utilização de aditivos, assim como a de fontes de gordura suplementar, têm sido práticas comuns na alimentação de ruminantes, principalmente por permitir a melhoria do status energético e do desempenho produtivo dos animais. Como alternativa aos antibióticos ionóforos usados desde a década de 1970, e hoje em dia proibidos na União Européia, recentemente foi proposta a utilização de quitosana para modular a fermentação e digestão ruminal, com resultados promissores. A quitosana (polímero N-acetil-D-glicosamina) é um biopolímero biodegradável, atóxico, derivado da deacetilação da quitina, que é, por sua vez, o biopolímero mais abundante da natureza após a celulose, sendo componente principal do exoesqueleto de crustáceos e insetos. Por ser um subproduto da indústria pesqueira, a quitosana apresenta um baixo custo. Tanto a suplementação de fontes de gordura, quanto o uso de aditivos, como os ionóforos, podem influenciar a biohidrogenação ruminal de lipídeos. A biohidrogenação é uma etapa importante no metabolismo ruminal de ácidos graxos e pode ser considerada processo de autodefesa dos microrganismos ruminais, que convertem ácidos graxos insaturados em ácidos graxos saturados, menos tóxicos à população microbiana ruminal. Além disso, esse processo reduz o fluxo intestinal de ácidos graxos poliinsaturados para o duodeno, os quais podem ter efeito nutracêutico e/ou moderar o metabolismo e a fisiologia do animal. A hipótese a ser avaliada neste experimento é de que a utilização de quitosana associada à suplementação com gordura, com uso de grão de soja cru e integral, altera a fermentação ruminal e a biohidrogenação ruminal de lipídeos, sem interferir negativamente no consumo e digestibilidade da matéria seca e nutrientes, melhorando a produção e composição do leite. Desta forma, objetivou-se avaliar os efeitos da associação de quitosana com grão de soja cru e integral nas dietas de vacas em lactação sobre o consumo e digestibilidade aparente total da matéria seca e nutrientes, fermentação e síntese de proteína microbiana ruminal, produção e composição do leite, concentrações de parâmetros sangüíneos, perfil de ácidos graxos na gordura do leite, e os balanços de energia e de nitrogênio.
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), ZANFERARI, FILIPE
- Concluído2014 – 2017Pesquisa
Utilização de Biomassa de Microalgas na Alimentação de Vacas Leiteiras
A hipótese a ser avaliada neste experimento é de que a utilização de biomassa de microalgas na alimentação de vacas leiteiras não influencia a saúde e metabolismo dos animais. Desta forma, objetivou-se avaliar os efeitos da suplementação de biomassa de microalgas na alimentação de vacas leiteiras sobre o consumo, produção e composição do leite, parâmetros hematológicos e sanguíneos.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), Guilherme Gomes da Silva
- Concluído2014 – 2016Pesquisa
Enzimas Fibrolíticas e Amilolíticas na Alimentação de Vacas Leiteiras
A preocupação com eficiência produtiva na cadeia do leite é óbvia considerando que os mercados do setor estão cada vez mais competitivos. Os concentrados possuem alto valor de mercado, deste modo, deve-se explorar ao máximo o uso de forragens em dietas de vacas leiteiras com o intuito de diminuir custos com alimentação que estão em torno de 50-60% do custo total do leite produzido. Assim, o uso de forragens de qualidade ou fazendo com que sejam altamente digestíveis no rúmen, por meio de aditivos, podem melhorar o desempenho destes animais proporcionando assim maior lucratividade e, consequentemente, competitividade aos produtores. Na tentativa de melhorar o perfil fermentativo potencializando a utilização de nutrientes pelo animal, vários aditivos vêm sendo desenvolvidos atualmente, entre os quais se podem citar os promotores de crescimento (antibióticos ionóforos), probióticos e culturas fúngicas. Deste último são purificadas enzimas exógenas, que podem ter diferente atividades, dentre elas a que é exposta aqui, a atividade fibrolítica. Na literatura há estudos mostrando a efetividade do uso de enzimas fibrolíticas exógenas no desempenho de vacas leiteiras, aumentando a produção de leite pela melhora na digestibilidade da fibra, e consequentemente da dieta total..Esse projeto foi constituído de dois experimentos, a seguir: 1) A hipótese científica a ser avaliada neste projeto é que a enzima fibrolítica exógena Fibrozyme® (Alltech Inc., Nicholasville, KY) influencia positivamente o desempenho produtivo, digestão e metabolismo de vacas leiteiras em lactação. O presente estudo será conduzido para avaliar a utilização de doses crescentes de enzima fibrolítica exógena na alimentação de vacas em lactação e seu possível efeito sobre o consumo e digestibilidade aparente total da matéria seca e nutrientes, a fermentação e síntese de proteína microbiana ruminal, produção e composição do leite, perfil metabólico e balanço de nitrogênio. 2) A hipótese a ser testada neste experimento é a de que, em vacas em lactação, a adição de um composto com atividade amilolítica (Amaize® Alltech Inc., Nicholasville, KY) em dietas típicas de vacas alimentadas no Brasil, altera positivamente o desempenho produtivo, sem interferir negativamente no consumo e digestibilidade da matéria seca. O experimento será conduzido com o objetivo de avaliar os efeitos de diferentes doses de um composto com atividade amilolítica nas dietas de vacas em lactação sobre o consumo, digestibilidade aparente total da matéria seca e nutrientes, fermentação, síntese microbiana ruminal, produção e composição do leite, concentrações de metabólitos sanguíneos e balanço de energia e de nitrogênio.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), Caio Seiti Takiya, SILVA, THIAGO H.
- Concluído2013 – 2015Pesquisa
Efeito da suplementação dietética prolongada de ácidos graxos insaturados sobre o desempenho produtivo, qualidade oocitária e embrionária, e função imune de vacas leiteiras
O período de transição é considerado etapa de grande importância no ciclo de produção de vacas leiteiras em função da ocorrência de variadas alterações no metabolismo e fisiologia do animal. Essas alterações, mediadas por respostas hormonais e metabólicas, são resultantes da modificação do estado fisiológico predominante, alternando de um estado gestante e não-lactante para outro não-gestante e lactante, onde mudanças na alimentação e no manejo, nessa fase de produção, podem resultar em marcantes alterações no metabolismo animal, modificando o desempenho produtivo e reprodutivo desses animais durante o ciclo de produção. A literatura recente revela que a suplementação de vacas com dietas contendo ácidos graxos polinsaturados como fonte de energia, além de aumentar a densidade energética da dieta, podem ser potentes reguladores do metabolismo, podendo influenciar de forma positiva nas funções hepática, adiposa, mamária, reprodutiva e imune (função nutracêutica). Apesar de estarem sendo direcionados esforços em alguns centros de pesquisa na condução de projetos nesta área, esses estudos revelaram a necessidade de ampliar o número de projetos conduzidos na área em virtude da complexidade do tema, pois a maior parte das pesquisas com lipídios para ruminantes estão concentradas nos resultados nutricionais e escassos são os resultados que correlacionam a influência dessa suplementação sobre os parâmetros reprodutivos e imunes de vacas de leite no período de transição. Nesse cenário destaca a necessidade e importância do desenvolvimento de pesquisas para o entendimento dos efeitos do tempo de suplementação de ácidos graxos polinsaturados no metabolismo animal, com conseqüente alteração da resposta produtiva, reprodutiva e imune. Em nível de Brasil, as pesquisas nesta área são escassas, parte em função das dificuldades experimentais relacionadas ao tema, parte ao assunto ser relativamente recente ou ainda, da necessidade dos projetos serem desenvolvidos avaliando diferentes áreas do conhecimento, apresentando marcante multidisciplinaridade. O presente estudo tem como objetivo avaliar o efeito da suplementação dietética prolongada de grão de soja integral, como fonte de ácidos graxos insaturados, na alimentação de vacas leiteiras iniciando no período pré-parto e continuando durante o período pós-parto, e avaliar seus efeitos sobre o desempenho produtivo, a qualidade oocitária e embrionária, função imune, concentrações de metabólitos e hormônios plasmáticos.
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), Rodrigo Gardinal
- Concluído2013 – 2015Pesquisa
Avaliação comparativa de sementes de oleaginosas na alimentação de vacas em lactação
A utilização de diferentes fontes de gordura suplementar nas rações de vacas leiteiras tem sido prática comum na alimentação, principalmente por permitir melhoria do status energético desses animais. Entretanto, quando se avalia a suplementação de rações para ruminantes com fontes de gordura, todos os processos fisiológicos devem ser levados em consideração, pois o metabolismo ruminal, a absorção intestinal, o transporte e metabolismo sistêmico, a secreção e a deposição de gordura no organismo são aspectos diretamente ligados ao metabolismo de lipídios e podem influenciar as respostas fisiológicas de animais recebendo gordura nas rações. Uma das razões para as variáveis respostas a suplementação de gordura dietética para vacas em lactação são as alterações no consumo de matéria seca (CMS) notadamente quando é iniciada a suplementação com gordura na ração, especialmente quando são comparadas diferentes fontes de gordura. Se houver redução de CMS, e a magnitude da redução de consumo for suficiente para reduzir o consumo diário de energia, não são observadas respostas significativas da adição de gordura nas dietas de vacas em lactação. Dessa forma, para que o CMS não seja influenciado, é necessário que as fontes de gordura dietética utilizadas não alterem a fermentação ruminal, especialmente a digestibilidade da porção fibrosa das dietas, e, concomitantemente, o CMS e a gordura do leite. As razões para a ocorrência de reduções de consumo em alguns experimentos com a utilização de gordura suplementar não são bem caracterizadas. Resultados recentes de estudos que avaliaram a inclusão de grão de soja cru e integral na alimentação de vacas leiteiras demonstraram o grande potencial de sua utilização como fonte de energia, proteína e ácidos graxos. Assim, é possível que o grão de soja seja utilizado não somente como fonte de proteína em ração para vacas leiteiras, substituindo o farelo de soja, mas também como eventual substituto do fubá de milho, sendo utilizado nas rações como substituto destes alimentos. Diferentemente, o caroço de algodão tem sido utilizado e recomendado amplamente na alimentação de vacas leiteiras. É considerado alimento referência para substituir farelo de soja e fubá de milho na formulação de rações para vacas leiteiras, sendo considerada fonte de energia pelo alto teor de gordura, proteína e fibra de alta qualidade. Assim, baseado em pesquisas recentes, observa-se que a resposta biológica obtida com o uso de grão de soja cru e integral na alimentação de vacas leiteiras tem potencial para ser similar a obtida com caroço de algodão. No entanto, estas sementes de oleaginosas não foram avaliadas diretamente de forma comparativa, de forma a esclarecer o potencial de inclusão do grão de soja cru e integral na alimentação de vacas leiteiras como alternativa ao caroço de algodão. A hipótese científica a ser avaliada neste experimento sugere que a utilização de grão de soja cru e integral apresenta similar desempenho produtivo, digestão e metabolismo em relação a utilização de caroço de algodão na alimentação de vacas em lactação. O presente estudo será conduzido com objetivo de avaliar comparativamente a utilização de grão de soja cru e integral e caroço de algodão na alimentação de vacas em lactação, avaliando o efeito sobre o consumo e digestibilidade dos nutrientes (1), fermentação e produção microbiana ruminal (2), produção e composição do leite (3), e as concentrações de parâmetros sangüíneos (4). Serão avaliados: 1) consumo e digestibilidade aparente total dos nutrientes 2) características de fermentação ruminal (pH, concentração de amônia e ácidos graxos de cadeia curta) e caracterização da dinâmica ruminal, e estimativa da produção microbiana ruminal (técnica dos derivados de purinas na urina); 3) avaliação das produções de leite, gordura, proteína e lactose, avaliando também o perfil de ácidos graxos na gordura
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), ALMEIDA, G.F
- Concluído2012 – 2014Pesquisa
Metodologias de Coleta Reticular, Omasal e Abomasal para Avaliação da Biohidrogenação Ruminal e Fluxo Intestinal de Ácidos Graxos em Vacas Leiteiras
O conhecimento das mudanças dos locais de digestão dos nutrientes pode explicar diferenças encontradas no desempenho, e metabolismo digestivo dos nutrientes nos ruminantes. As fistulas permitem o acesso ao lúmen do trato digestivo para coleta da digesta e para a difusão de nutrientes que são indicadores para monitorar dos aspectos químicos (hidrólise e síntese) e físicos (fluxo) da digestão. Tradicionalmente, o principal método utilizado para estimar o fluxo luminal consiste na fistula do tipo ?T? com amostragem duodenal ou abomasal. Os métodos para mensurar o fluxo de nutrientes dentro do trato digestorio, ate pouco tempo, eram limitados a utilização de animais fistulados no omaso, abomaso ou duodeno. Poucas pesquisas foram desenvolvidas mensurando o fluxo da digesta sem a fistulação pós-ruminal envolvendo o metabolismo de gordura. Isso por que, o processo de digestão de lipídeos em ruminantes pode considerado um dos mais complexos sendo resumido por duas principais etapas, a lipólise e biohidrogenação de ácidos graxos insaturados. O segundo pode sofrer variações dependo do sitio de coleta. No entanto, a cinética ruminal do processo de digestão de lipídeos, resumida nestes dois processos, tem sido objeto de estudo por vários anos. A biohidrogenação pode ser considerada processo de autodefesa dos microrganismos ruminais, que convertem ácidos graxos insaturados (C18:2 e C18:3) em ácidos graxos saturados, menos tóxicos à população microbiana ruminal. Além disso, esse processo reduz o fluxo intestinal de ácidos graxos poliinsaturados para duodeno e contribui para o acúmulo de isômeros do CLA, cis e trans, em produtos derivados de ruminantes. Alguns pesquisadores têm procurado alternativas apropriadas para estimar o fluxo ruminal de ácidos graxos e propuseram um método de amostragem reticular e omasal para estimar o fluxo de ácidos graxos da digesta ruminal. Em estudos mais recentes tem sido avaliado um método de amostragem reticular em substituição a amostragem omasal
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), José Esler Freitas Júnior, Vitor Pereira Bettero
- Concluído2012 – 2014Pesquisa
Disponibilidade ruminal de amido, teor e degradabilidade da proteína bruta em dietas a base de silagem cana-de-açúcar para vacas leiteiras
O bom funcionamento ruminal com consequente, alta produção de leite são dependentes do fornecimento de energia e proteína metabolizável na dieta. Um dos principais pontos buscados na nutrição de vacas leiteiras é o entendimento dos fatores que influenciam a eficiência de aproveitamento das frações proteicas em relação ao fornecimento de fontes energéticas para suprir as necessidades dos animais. Este projeto será conduzido em três experimentos, os quais terão por objetivo avaliar o efeito da substituição de milho seco moído (MSM) por milho moído, reidratado e ensilado (MRE) em dietas com silagem de cana-de-açúcar como volumo. Serão avaliados níveis crescentes do teor (12, 14, 16 e 18%) e degradabilidade da PB da dieta (60:40, 70:30, 80:20 e 90:10, relação PDR:PNDR) com inclusão do MRE sobre o consumo, produção e composição de leite, parâmetros ruminais e perfil metabólico. O MRE será obtido por meio da moagem do milho seco e posterior recuperação de 30% de umidade através da adição de água com inoculante bacteriano e submetido à ensilagem. Serão utilizadas 12 vacas da raça Holandesa, multíparas, em fase intermediária de lactação e 22,0 kg de leite/dia, agrupadas em três quadrados latinos 4x4 balanceados e contemporâneos, com período experimental de 21 dias, sendo 14 para adaptação às dietas e os demais para coletas..
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFrancisco Palma Rennó, Marcos Veiga dos Santos (Responsável), Marcos André Arcari
- Concluído2011 – 2013Pesquisa
Efeito da suplementação de ácidos graxos insaturados sobre o desempenho produtivo, qualidade oocitária e embrionária, e função imune de vacas leiteiras no período de transição e início de lactação
O período de transição é considerado etapa de grande importância no ciclo de produção de vacas leiteiras em função da ocorrência de variadas alterações no metabolismo e fisiologia do animal. Essas alterações, mediadas por respostas hormonais e metabólicas, são resultantes da modificação do estado fisiológico predominante, alternando de um estado gestante e não-lactante para outro não-gestante e lactante, onde mudanças na alimentação e no manejo, nessa fase de produção, podem resultar em marcantes alterações no metabolismo animal, modificando o desempenho produtivo e reprodutivo desses animais durante o ciclo de produção. A literatura recente revela que apesar de estarem sendo direcionados esforços em alguns centros de pesquisa na condução de projetos nesta área, esses estudos revelaram a necessidade de ampliar o número de projetos conduzidos na área em virtude da complexidade do tema e de sua implicação, especialmente econômica, na alimentação e manejo de vacas leiteiras no período de transição. Esse cenário destaca a necessidade, dificuldades e importância do desenvolvimento de pesquisas para o entendimento dos efeitos de alterações de alimentação e manejo no metabolismo animal, com conseqüente alteração da resposta produtiva e reprodutiva. Em nível de Brasil, as pesquisas nesta área são escassas, parte em função das dificuldades experimentais relacionadas ao tema, parte ao assunto ser relativamente recente ou ainda, da necessidade dos projetos serem desenvolvidos avaliando diferentes áreas do conhecimento, apresentando marcante multidisciplinaridade. O presente estudo tem como objetivo avaliar os efeitos da suplementação de diferentes fontes de ácidos graxos insaturados nas dietas de vacas leiteiras no período de transição e início de lactação sobre o desempenho produtivo, a qualidade oocitária e embrionária, função imune, concentrações de metabólitos e hormônios plasmáticos.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFrancisco Palma Rennó (Responsável), Jefferson Rodrigues Gandra, Rodolfo Daniel Mingoti, Lenita Camargo Verdurico, Caio Seiti Takiya, Thiago Henrique Annibale Vendramini
Orientações
- Mestrado
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desde 2025Bruno Caparelli Costa · OrientaçãoInteração do teor de amido e fibra insolúvel em detergente neutro indigestível na dieta de vacas em lactação: Efeito na digestão, produção e índice de seleção · Medicina Veterinária · Universidade de São PauloEm andamento - Iniciação Científica
desde 2025Mylene Rodrigues de Sousa · OrientaçãoInteração dos teores de amido e fibra insolúvel em detergente neutro indigestível (FDNi) na dieta sobre a digestibilidade dos nutrientes e comportamento ingestivo de vacas em lactação · Medicina Veterinária · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2024Nathalia Sanches · OrientaçãoEfeito do teor de amido na dieta de vacas em lactação alimentadas com silagem de milho com alto teor de fibra insolúvel em detergente neutro indigestível · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorEm andamento - Mestrado
desde 2024Esmael Bruno Santos Maia · OrientaçãoEffect of replacing ground corn with wheat meal in the diet of lactating cows · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2024Mariana Ducati Vazquez · OrientaçãoAssociação dos teores de fibra insolúvel em detergente neutro indigestível e amido na dieta de vacas em lactação: Efeitos na digestão, metabolismo e desempenho produtivo · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2024Julia Maria Silva Batista · OrientaçãoEfeito do aumento do balanço cátion-aniônico da dieta sobre o desempenho produtivo de vacas em lactação · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2024Larissa Victória Franco da Cruz · OrientaçãoFibra na alimentação de vacas leiteiras no período de transição · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorEm andamento - Doutorado
desde 2022Rodrigo Garavaglia Chesini · OrientaçãoEfeitos da associação de microminerais proteinatos e amilase sobre a fermentação e microbioma ruminal e omasal, biodisponibilidade de microminerais e desempenho de vacas leiteiras · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São Paulo · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2021Nathália Trevisan Scognamiglio Grigoletto · OrientaçãoFluxo de nutrientes e cinética ruminal em vacas leiteras alimentadas com dietas de diferentes teores de fibra insolúvel em detergente neutro indigestível (FDNi) · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloEm andamento
Bancas julgadoras
61 registros- 2013Alejandro Vargas VelasquezComparação dos métodos lignina detergente ácido (LDA), lignina permanganato de potássio (LPer), lignina Klason (LK) e lignina brometo de acetila (LBA) na determinação do teor de lignina em plantas forrageiras e correlação com digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, Romualdo Shigueo Fukushima, Gilberto Batista de SouzaMestrado
- 2012Rodrigo GardinalUtilização de uréia encapsulada de liberação lenta na alimentação de novilhos Nelore · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, Angélica SImone Cravo Pereira, Arlindo Saran NettoMestrado
- 2012Gustavo Delfino CalomeniUtilização de uréia encapsulada de liberação lenta na alimentação de vacas em lactação · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, Marcos Veiga dos Santos, Arlindo Saran NettoMestrado
- 2012Thiago Natal CentiniEfeito da sulementação com ácidos graxos omega 3 e 6 sobre a composição do colostro e leite de éguas e transferência imunitária para os potros · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, Alexandre Augusto de Oliveira Gobesso, Ana Carolina Rusca Corrêa PortoMestrado
- 2012Jefferson Rodrigues GandraFontes de ácidos graxos omega 3 e 6 em dietas de vacas leiteiras no período de transição e início de lactação · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, José Antônio Visintin, Luis Felipe Prada e Silva, Anselmo Domingos Ferreira Santos, Arlindo Saran NettoDoutorado
- 2012Camila RaineriDesenvolvimento de modelo de cálculo e de indicador de custo de produção para a ovinocultura paulista · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Augusto Hauber Gameiro, Francisco Palma Rennó, Arlindo Saran Netto, Rubens Nunes, Alda Lucia Gomes MonteiroDoutorado
- 2012Camila RaineriDesenvolvimento de um modelo de cálculo e de indicador de custo de produção para a ovinocultura paulista · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, Augusto Hauber Gameiro, Rubens NunesExame de qualificação de doutorado
- 2012Augusto Cossolino AboinEfeito da injgeção de BST nas concentrações séricas de glicose, insulina, IGF-1 e progesterona em vacas secas e ovarectomizadas em balanço energético positivo · Zootecnia · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Francisco Palma Rennó, José Luiz Moraes Vasconcelos, Ronaldo Luis Aoki CerriExame de qualificação de mestrado
- 2012Thiago Henrique Annibale VendraminiProdução Animal - Relatório de estágio curricular obrigatório · Medicina Veterinária · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, Arlindo Saran Netto, José Esler de Freitas JuniorGraduação
- 2011Mayara Clepf Bailoni SantosDesempenho Produtivo e Resíduos no Leite de Vacas Suplementadas com Monensina Sódica nas Rações · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, Flávio Garcia Vilela, Tiago Sabella AcedoMestrado
- 2011Beatriz Conte VenturelliGrão de Soja Cru e Integral na Alimentação de Vacas Leiteiras no Terço Final de Lactação · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, Marcos Veiga dos Santos, Marcus Antônio ZanettiMestrado
- 2011Nara Regina Brandão CônsoloUtilização de grão de soja cru integral na dieta de bovinos de corte · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Angélica SImone Cravo Pereira, Francisco Palma Rennó, Mário De Beni ArrigoniMestrado
- 2011Ana Paula Chaves de AraújoEfeitop de diferentes concentrações de quitosana na dieta de novilhos Nelore · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, Angélica SImone Cravo Pereira, Ives Cláudio da Silva BuenoMestrado
- 2011Shirley Motta de SouzaDesempenho e perfil de ácidos graxso do leite de vacas alimentadas com óleo de girassol em dietas à base de cana de acúcar · Zootecnia · Universidade Federal de ViçosaBanca: Sebastião de Campos Valadares Filho, Rilene Ferreira Diniz Valadares, Francisco Palma Rennó, Luciana Navajas Rennó, Fernando César Ferraz LopesDoutorado
- 2011Jefferson Rodrigues GandraEfeito da suplementação e ácidos graxos insaturados ômega 3 e 6 sobre o desempenho produtivo, qualdiade oocitária, embrionária e função imune de vacas leiteiras na período de transição e início de lactação · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, José Antônio Visintin, Arlindo Saran NettoExame de qualificação de doutorado
- 2011Membro Titular da Comissão Julgadora do Concurso para provimento de cargo Professor Doutor (MS-3) junto a Disciplina Melhoramento Animal do Departamento de Nutrição e Produção Animal da FMVZ-USP· Universidade de São PauloBanca: Pietro Sampaio Baruselli, Francisco Palma Rennó, Luis Felipe Prada e Silva, Cláudio Vieira de AraújoConcurso público
- 2010Rafael Villela BarlettaGrão de soja cru e integral na alimentação de vacas leiteiras · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, Marcus Antônio Zanetti, Enrico Lippi OrtolaniMestrado
- 2010Anaí Bacci NavesGrão de soja integral e moído na alimentação de vacas leiteiras · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, Luis Felipe Prada e Silva, Mauro Dal Secco de OliveiraMestrado
- 2010Lenita Camargo VerduricoAvaliação de búfalas da raça Mediterrâneo durante o período de transição e início de lactação e de bezerros lactantes até o desmame · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, Raul Franzolin Neto, Flávio Garcia VilelaMestrado
- 2010Julianne de Rezende NavesUtilização de fontes nitrogenadas com diferentes taxas de degradabilidade em dietas a base de cana-de-açúcar para vacas leiteiras · Nutrição e Produção Animal · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, Marcos Veiga dos Santos, Arlindo Saran NettoMestrado
- 2010Maria Fernanda Soares QueirozCrescentes teores de proteína bruta na dieta à base de cana-de-açúcar para novilhas mestiças leiteiras · Zootecnia · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Telma Teresinha Berchielli, Francisco Palma Rennó, Mário De Beni Arrigoni, Alexandre Amstalden Moraes Sampaio, Izabelle Auxiliadora Molina de Almeida TeixeiraDoutorado
- 2010Teresa Cristina AlvesDesenvolvimento ponderal, características da carcaça e eficiência da nutrição energética e protéica no metabolismo ruminal de búfalos e produção de gases in vitro · ZOOTECNIA - QUALIDADE E PRODUTIVIDADE ANIMAL · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, Raul Franzolin Neto, Angélica SImone Cravo Pereira, Paulo Henrique Mazza Rodrigues, Ives Cláudio da Silva BuenoDoutorado
- 2010Rodolfo Daniel MingotiProdução Animal · Medicina Veterinária · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, José Esler Freitas Júnior, Angélica SImone Cravo PereiraGraduação
- 2010Rui de Almeida Silva JúniorProdução Animal · Medicina Veterinária · Universidade de São PauloBanca: Francisco Palma Rennó, Jefferson Rodrigues Gandra, Marcos Veiga dos SantosGraduação
- 2010Gabriela Nascimento DantasProdução Animal · Medicina Veterinária · Universidade de São PauloBanca: Fernando José Benesi, Francisco Palma RennóGraduação
Revisor de periódico
06 registros- 2015 – presenteVínculo atualANIMAL FEED SCIENCE AND TECHNOLOGYRevisor de periódico
- 2014 – presenteVínculo atualLivestock ScienceRevisor de periódico
- 2010 – presenteVínculo atualJournal of Dairy ScienceRevisor de periódico
- 2010 – presenteVínculo atualLivestock Science (Print)Revisor de periódico
- 2006 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Veterinary Research and Animal ScienceRevisor de periódico
- 2005 – presenteVínculo atualRevista Brasileira de Zootecnia / Brazilian Journal of Animal ScienceRevisor de periódico
Prêmios e títulos
05 registros- 2022Bolsista em Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1ACNPq
- 2018Bolsista em Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1BCNPq
- 2014Bolsista em Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1CCNPq
- 2013Bolsista em Produtividade em Pesquisa do CNPQ - Nível 1DCNPq
- 2011Bolsista em Produtividade em Pesquisa do CNPQ - Nível 2CNPq
Participação em eventos
39 registros- 2011Effect of different doses of chitosans to modulate ruminal fermentation in Nelore steers; Effect of different doses of chitosans on ruminal microbial protein synthesis in Nelore steers2011 ADSA-ASAS Joint Annual Meeting · Poster / Painel · Participante · New Orleans-EUA
- 2011V Simpósio de Pós-graduação e Pesquisa em Nutrição e Produção AnimalOuvinte · Pirassununga-SP
- 2011Curso de Biossegurança da FMVZ-USPOuvinte · São Paulo-SP
- 2010Desempenho produtivo e reprodutivo e fontes de gordura na alimentação de vacas leiteirasSeminário Técnico: "Dia do Leite" · Conferencista · Convidado · Juiz de Fora-MG
- 2010Balanço de energia de vacas leiteiras suplementadas com diferentes fontes de ácidos gráxos insaturados de cadeia longa no período de transição e início de lactação47a Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia · Poster / Painel · Participante · Salvador-BA
- 2010Utilização de fontes de gordura na alimentação de vacas leiteiras e desempenho reprodutivoII Workshop de produção e reprodução de gado de leite · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto-SP
- 2010XIV Curso Novos Enfoques na Produção e Reprodução de BovinosOuvinte · Uberlândia-MG
- 20091) Digestibilidade aparente total de nutrientes em vacas no terço médio de lactação suplementadas com diferentes níveis de monensina sódica nas rações; e 2) Balanço de energia de vacas em lactação alimentadas com diferentes fontes de gordura nas rações46ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia · Poster / Painel · Participante · Maringá - PR
- 2008Utilização de diferentes níveis de monensina sódica nas rações de vacas em lactação: Parâmetros sanguineos; Utilização de fontes de gordura em rações de vacas em lactação: Parâmetros de fermentação ruminal45ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira e Zootecnia · Poster / Painel · Participante · Lavras - MG
- 2008Apresentação de trabalhos científicosII Simpósio de Pós-Graduação e Pesquisa do Departamento de NUtrição e Produção Animal · Poster / Painel · Participante · Itirapina - SP
- 2008Fat sources in dairy cows rations: Intake, milk yield and protein fraction composition; Monensin in dairy cows rations: Intake, milk yield and protein fraction composition; Monensin in dairy cows rations: Blood parameters and ruminal10th World Conference on Animal Production · Poster / Painel · Participante · Cidade do Cabo
- 2007Influência da aplicação da somatotropina recombinante bovina (rBST) no lipidograma de bovinos da raça Holandesa em lactação44ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia · Poster / Painel · Participante · Jaboticabal-SP
- 2007III Simpósio de Nutrição de RuminantesOuvinte · Botucatu
- 200643º Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia43º Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia · Apresentação Oral · Participante · João Pessoa
- 2006Seminários da Comissão de Pesquisa da FMVZ-USPOuvinte · Pirassununga - SP
- 2004VIII Curso Novos Enfoques na Produção e Reprodução de BovinosOuvinte · Uberlândia
- 20042º Workshop sobre adaptação do modelo Cornell Net Carbohydrate and Protein System - modulo I - treinamentoOuvinte · Juiz de Fora
- 20042º Workshop sobre adaptação do modelo Cornell Net Carbohydrate and Protein System - modulo II - seminárioOuvinte · Juiz de Fora
- 2004Curso de Formação e Atualização de Jurados de Leite da Raça Pardo-SuíçaOuvinte · Extrema - MG
- 20041º Encontro Nacional de Jurados de Pista das Raças LeiteirasOuvinte · São Paulo - SP
- 200340ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia40ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia · Poster / Painel · Participante · Santa Maria
- 2003Didática para concursosOuvinte · Viçosa
- 20036o INTERLEITE - Simpósio Internacional Sobre Produção Intensiva de LeiteOuvinte · Uberaba
- 2002Curso de Classificação Linear em Bovinos LeiteirosOuvinte · São Paulo
- 2002Curso de JuradosOuvinte · Extrema-MG
Formação complementar
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