Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira.
Livre · Departamento de Clínica Médica
- Departamento
- Departamento de Clínica Médica
Currículo atualizado em 18/11/2025
Cita-se como: OLIVEIRA, R. D. R.;OLIVEIRA RD;OLIVEIRA RDR;Oliveira, Rene Donizeti;OLIVEIRA, R;Oliveira, Renê D. R.;OLIVEIRA, R.D.R. DE;Oliveira, RD;Oliveira, Renê Donizeti Ribeiro de;OLIVEIRA, RENE D.;OLIVEIRA, RENE D.R.;OLIVEIRA, RENÊ DONIZETI RIBEIRO;Ribeiro, RD;RIBEIRO, R. D.;OLIVEIRA, RENE D. R.;Ribeiro Oliveira, R. D.;Oliveira, Renê Donizete Ribeiro;OLIVEIRA, RENE DONIZETI RIBEIRO;DE OLIVEIRA, RENÊ DONIZETI RIBEIRO;OLIVEIRA, RENÊ DONIZETI;Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira;DE OLIVEIRA, RENÊ D.R.;OLIVEIRA, RENE D R;DONIZETI RIBEIRO DE OLIVEIRA, RENÊ;DE OLIVEIRA, RENÊ DR;DE OLIVEIRA, RENE D. R.;DE OLIVEIRA, RENE D.R.;DE OLIVEIRA, RENÊ D R;OLIVEIRA, RENÊ D.R.;DE OLIVEIRA, RENÊ D. R.
Resumo biográfico
Sou Professor Associado do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, atividade a que me dedico em tempo integral. Sou graduado em Medicina pela Universidade de São Paulo (2000), Doutorado em Medicina pela Universidade de São Paulo (2009), pós-doutorado pela Universidade de Glasgow (2013) e livre-docente pela Universidade de São Paulo (2023). Sou graduando em Ciência de Dados pela Universidade Virtual do Estado de São Paulo (UNIVESP). Desde 2009 contribuo para formação de novos profissionais - seja no ensino de alunos de medicina e fisioterapia, de residentes em clínica médica e em reumatologia, seja na formação de novos pesquisadores, como alunos de iniciação científica, mestrado e doutorado. Como orientador de iniciação científica, concluí a supervisão de 6 alunos e supervisiono, atualmente, 2 alunas. Como preceptor da residência médica em Reumatologia do HCRP da FMRP-USP, contribuí para a formação de 69 residentes. Como orientador de pós-graduação, concluí a orientação de 9 alunos e oriento, atualmente, 9 alunos regulares, de mestrado (profissional e acadêmico) e doutorado. Minhas linhas de pesquisa são: HLA, artrite reumatoide, lúpus eritematoso sistêmico, microarrays de cDNA, expressão gênica por RT-PCR e microRNAs, NETs (Neutrophil extracellular traps) em doenças autoimunes, inflamação na doença pelo novo coronavírus de 2019 (COVID-19) e educação médica em Reumatologia.
Indicadores
Áreas de atuação
03 registros- Ciencias Da SaudeMedicinaClínica Médica › Reumatologia
- Ciencias Da SaudeMedicinaClínica Médica
- Ciencias Da SaudeMedicinaClínica Médica › Alergologia e Imunologia Clínica
Formação acadêmica
10 registros- 2023 – presenteGraduaçãoConcluídoCiência de Dados · FUNDACAO UNIVERSIDADE VIRTUAL DO ESTADO DE SAO PAULO-UNIVESP
- 2012 – 2013Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · University of GlasgowBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 2005 – 2009DoutoradoConcluídoDoutorado em Medicina · Universidade de São Paulo“Caracterização clínico-laboratorial e análise da expressão gênica de linfócitos do sangue periférico como marcadores preditivos de gravidade e da resposta terapêutica em pacientes com artrite reumatóide”Orientação: Paulo Louzada Jr
- 2003 – 2005EspecializaçãoConcluídoEstágio em Alergologia · Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoOrientação: Willy Sarti
- 2003 – 2005Residencia-medicaConcluídoResidencia-medica · Universidade de São PauloBolsa Fundação de Apoio à Pesquisa
- 2001 – 2003Residencia-medicaConcluídoResidencia-medica · Universidade de São PauloBolsa Fundação de Apoio à Pesquisa
- 1995 – 2000GraduaçãoConcluídoMedicina · Universidade de São Paulo
- 1991 – 1993Ensino-medio-segundo-grauConcluídoEnsino-medio-segundo-grau · Escola Estadual Dr. Antônio Furlan Júnior
- 1983 – 1990Ensino-fundamental-primeiro-grauConcluídoEnsino-fundamental-primeiro-grau · E. E. P. G. Profa. Josepha Castro
- Livre-docênciaConcluídoLivre-docência · Medicina (USP.FMRP)
Idiomas
02 registros| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Inglês | Bem | Razoável | Bem | Bem |
| Português | Bem | Razoável | Bem | Bem |
Atuação profissional
40 registros- 2025 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor AssociadoServidor Publico
- 2024 – presenteVínculo atualCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorComissão Avaliadora do Prêmio CAPES de TesesComissão do Prêmio CAPES2h/sem
- 2023 – presenteVínculo atualSOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIAColunista do Boletim da SBR - Coluna OliveiraColaborador1h/sem
- 2021 – 2022Universidade de São PauloProfessor temporárioServidor Publico12h/sem
- 2021 – presenteVínculo atualSOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIAInvestigador PrincipalColaborador2h/sem
- 2018 – presenteVínculo atualUniversidade de São PauloOrientador de pós-graduaçãoServidor Publico4h/sem
- 2018 – 2021SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIAEditor associado da Advances in RheumatologyColaborador3h/sem
- 2018 – 2021Advances in RheumatologyMembro de corpo editorial
- 2017 – presenteVínculo atualHospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoMédico-Chefe (Lab Imunologia Clínica)Servidor Publico4h/sem
- 2016 – 2018Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoTitular da Comissão de Farmácia e Terapêutica1h/sem
- 2016 – 2017SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIAEditor associado da Rev Bras de ReumatologiaColaborador4h/sem
- 2016 – 2017Revista Brasileira de Reumatologia (Impresso)Membro de corpo editorial
- 2015 – 2016Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoVice Presidente Com. de Prescrição Eletrônica2h/sem
- 2014 – 2016SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIAMembro do corpor editorial do Boletim da SBRColaborador2h/sem
- 2014 – 2021SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIAMembro da Comissão de Título de EspecialistaColaborador2h/sem
- 2014 – 2024Center for Research in Inflammatory DiseasesReumatologista pesquisadorPesquisador associado
- 2013 – presenteVínculo atualDutch Arthritis AssociationRevisor de projeto de fomento
- 2012 – 2018Universidade de São PauloPesquisador associadoColaborador2h/sem
- 2012 – 2013Sociedade Paulista de ReumatologiaTesoureiroSócio2h/sem
- 2012 – 2013Sociedade Paulista de ReumatologiaEditor da Revista Paulista de reumatologiaColaborador1h/sem
- 2012 – 2013Revista Paulista de ReumatologiaMembro de corpo editorial
- 2012 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloRevisor de projeto de fomento
- 2011 – presenteVínculo atualUniversidade de São PauloOrientador de Iniciação CientíficaColaborador2h/sem
- 2010 – 2012Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoPreceptor da Residência de Clínica MédicaServidor Publico4h/sem
- 2010 – presenteVínculo atualHospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoPreceptor da Residência de ReumatologiaServidor Publico24h/sem
- 2010 – 2025Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do HCFMRPMédico do CEDMACCeletista formal22h/sem
- 2010 – 2012Grupo de Apoio aos PAcientes Reumáticos de Ribeirão PretoDiretor CientíficoColaborador2h/sem
- 2009 – 2025Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Pretomédico assistenteCeletista formal12h/sem
- 2009 – presenteVínculo atualSOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIASócioAssociado
- 2009 – presenteVínculo atualSOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIABolsista Sub-investigadorSub-investigador BiobadaBrasil2h/sem
- 2009 – 2024Sociedade Paulista de ReumatologiaSócio1h/sem
- 2006 – 2006Prefeitura Municipal de São Carlos - SPmédico clínico geralServidor Publico15h/sem
- 2006 – 2007Tecumseh do Brasilmédico clínico geralCeletista formal10h/sem
- 2006 – 2009Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São CarlosMédico intensivistaPrestação de serviços médico15h/sem
- 2006 – 2009Consultório particularmédico clínico e reumatologistaprestação de serviços médicos40h/sem
- 2005 – 2009Universidade de São Paulopós-graduandoOutro (especifique)20h/sem
- 2005 – 2005Universidade de São Paulomédico assistenteColaborador8h/sem
- 2005 – 2009Casa de Saúde e Maternidade São Carlosmédico intensivistaPrestação de serviços médicos45h/sem
- 2004 – 2004Prefeitura Municipal de Franca - Secretaria da SaúdeMédico emergencialistaServidor Publico24h/sem
- 2004 – 2005Prefeitura Municipal de Ribeirão Pretomédico emergencialistaCeletista formal24h/sem
Produção bibliográfica
158 registros- 2025Relação proteína creatinina e proteinúria de 24 horas para avaliação de nefrite lúpicaDaniel Britto Cortela; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXI Encontro de Reumatologia Avançada · Ribeirão Preto
- 2025Eficácia e perfil de segurança dos seis primeiros meses do uso de tocilizumabe para artrite reumatoideLucas Gabrício Marçola; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXI Encontro de Reumatologia Avançada · Ribeirão Preto
- 2025avaliação de eficácia e segurança da anticoagulação em pacientes com SaF num cenário de vida reaMaíra Oliveira Lelis; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXI Encontro de Reumatologia Avançada · Ribeirão Preto
- 2025Variáveis clínicas e laboratoriais na artrite reumatoide em esquema de retirada de metotrexato e em remissão livre de medicaçãoMatheus Azolin Camargo; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXI Encontro de Reumatologia Avançada · Ribeirão Preto
- 2025Tempo de resposta à imunoglobulina humana intravenosa no tratamento da plaquetopenia em lúpus eritematoso sistêmicoPedro Delghingaro Forti; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXI Encontro de Reumatologia Avançada · Ribeirão Preto
- 2022A comparative evaluation of C-reactive protein/Albumin ratio and Albumin/Globulins ratio in the diagnosis of rheumatoid arthritis, systemic lupus erythematosus, and ANCA-associated vasculitis.MOREIRA, ISABELLA RUBIÑO; BUENO, ISABELA BOTELHO LOPES; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIX Congresso Brasileiro de Reumatologia · Sociedade Brasileiro de Reumatologia
- 2022A comparative evaluation of the ESR/CRP ratio and hematimetric indices at the diagnosis of rheumatoid arthritis, systemic lupus erythematosus and ANCA-associated vasculitis.BUENO, ISABELA BOTELHO LOPES; MOREIRA, ISABELLA RUBIÑO; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIX Congresso Brasileiro de Reumatologia
- 2021Causes of hospitalization of systemic lupus erythematosus patients in a tertiary hospitalGOMES CALDEIRA, MARIA THEREZA; CEZAR ARAÚJO, LETICIA; LOURENÇO MACAGNANI, FERNANDA; ÁVILA MEGDA CABIANCA, CAMILA; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · SBR 2021 Congresso Brasileiro de Reumatologia · Sociedade Brasileira de Reumatologia
- 2021Hematimetric indices as biomarkers of bacterial infection in systemic lupus erythematosusGOMES CALDEIRA, MARIA THEREZA; ÁVILA MEGDA CABIANCA, CAMILA; LOURENÇO MACAGNANI, FERNANDA; CEZAR ARAÚJO, LETICIA; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · SBR 2021 Congresso Brasileiro de Reumatologia · Sociedade Brasileira de Reumatologia
- 2019EVALUATION OF THE CONCORDANCE DIAGNOSTIC IN RHEUMATIC DISEASES BETWEEN THE PRIMARY AND TERTIARY LEVELS OF HEALTH CAREMaria Eugenia Farias Teixeira; Louzada-Junior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXVI Congresso Brasileiro de Reumatologia · Fortaleza
- 2019PERFORMANCE OF SCREENING TOOLS FOR RHEUMATOID ARTHRITIS AND INFLAMMATORY LOW BACK PAIN IN THE GENERAL POPULATIOLetícia Pastorelli Bonjorno; Louzada-Junior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXVI Congresso Brasileiro de Reumatologia · Fortaleza
- 2019BAGGIO-YOSHINARI SYNDROME - A CASE SERIESSamara Libich Gusmão Gigante; Louzada-Junior, Paulo; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXVI Congresso Brasileiro de Reumatologia · Fortaleza
- 2019AVALIAÇÃO DA CONCORDÂNCIA DE DIAGNÓSTICO DAS DOENÇAS REUMÁTICAS ENTRE OS NÍVEIS PRIMÁRIO E TERCIÁRIO DE ATENÇÃO À SAÚDEMaria Eugenia Farias Teixeira; Paulo Louzada Júnior; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · 25 Encontro de Reumatologia Avançada · São Paulo
- 2018AUTOIMMUNE HEPATITIS - PRIMARY BILIARY CHOLANGITIS (AIH-PBC) OVERLAP SYNDROME AND EOSINOPHILIC GRANULOMATOSIS WITH POLYANGIITISMaria Eugenia Farias Teixeira; LOPES, MARIA ISABEL FERNANDES; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Rio de Janeiro
- 2018WEBER-CHRISTIAN DISEASE: DIFFERENTIAL DIAGNOSIS OF ERYTHEMA NODOSUMMaria Eugenia Farias Teixeira; LOPES, MARIA ISABEL FERNANDES; Louzada-Júnior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Rio de Janeiro
- 2017Resposta às DMCDs sintéticas no tratamento da artrite reumatoide inicialLOPES, MARIA ISABEL FERNANDES; Louzada-Junior, P.; Sérgio Couto Luna de Almeida; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Florianópolis
- 2017Ocorrência de hepatotoxicidade no tratamento da artrite reumatoide inicial com DMCDs sintéticasLOPES, MARIA ISABEL FERNANDES; Louzada-Junior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Florianópolis
- 2017Artrite reumatoide inicial: fatores preditivos da eficácia de DMARDs sintéticasFlávio Falcão Lima de Souza; LOPES, MARIA ISABEL FERNANDES; Louzada-Junior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Florianópolis
- 2017Síndrome de ativação macrofágica em paciente com crise esclerodérmica renalLygia Peloso Reis Passos; Louzada-Junior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Florianópolis
- 2017Desenvolvimento de hipergamaglobulinemia e infecções após terapêutica com rituximabe. Complicações subestimadas do tratamentoBárbara Seabra Carneiro; Louzada-Junior, Paulo; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Florianópolis
- 2017Tenossinovite tuberculosa em paciente com artrite reumatoideKarine Trevisan Piazzetta; Louzada-Junior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Florianópolis
- 2017ARTRITE REUMATÓIDE INICIAL: FATORES PREDITIVOS DA EFICÁCIA DE DMARDS SINTÉTICASFlávio Falcão Lima de Souza; Maria Isabel Fernandes Lopes; LARISSA ENOKI MIYAZAKI;; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Paulo Louzada Júnior · XXXIV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Florianópolis
- 2016Policondrite recidivante apresentando-se com paquimeningiteThaíse Oliveira Quaresma; Flávio Falcão Lima de Souza; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIII Congresso Brasileiro de Reumatologia · Brasília
- 2014Expression and function of Fc-gamma and complement receptors in peripheral blood neutrophils from rheumatoid arthritis patients treated with methotrexateAdriana Balbina PAoliello-PAschoalato; Larissa Marchi; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Ana Elisa Caleiro Seixas Azzolini; Donadi, E.A.; Yara Maria Lucisano Valim · Neutrophil 2014 · Montreal
- 2014Study of effector functions of peripheral blood neutrophils from rheumatoid arthritis patients treated with infliximabLarissa Marchi; Adriana Balbina PAoliello-PAschoalato; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Ana Elisa Caleiro Seixas Azzolini; Donadi, E.A.; Yara Maria Lucisano Valim · Neutrophil 2014 · Montreal
Produção técnica
54 registros- 2025Evaluation Of Tuberculosis Infection In Patients With Immune-Mediated Rheumatic Diseases: Data From Panlar Register Of Rheumatic Diseases (Panred)Viviane Angelina de Souza; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Gilda Aparecida FerreiraCongresso
- 20252025 Panlar Comparison Of Drug Retention Of Bdmards And Jak Inhibitors (Jaki) In Ra Patients Who Failed Jak Inhibitor Therapy.Nicolas Martin Marin Zucaro; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Gilda Aparecida FerreiraCongresso
- 2025Difficult-To-Treat Rheumatoid Arthritis: Associated Factors And Treatment PersistenceGilda Aparecida Ferreira; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Enrique SorianoCongresso
- 2025Interação entre a imunidade inata e adaptativa na imunodesregulaçãoRenê Donizeti Ribeiro de OliveiraCongresso
- 2025AVALIAÇÃO DE EFICÁCIA E SEGURANÇA DA ANTICOAGULAÇÃO EM PACIENTES COM SAF NUM CENÁRIO DE VIDA REALMaíra Oliveira Lelis; Daniel Britto Cortela; Lucas Gabrício Marçola; Matheus Azolin Camargo; Pedro Delghingaro Forti; Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraCongresso
- 2025VARIÁVEIS CLÍNICAS E LABORATORIAIS NA ARTRITE REUMATOIDE EM ESQUEMA DE RETIRADA DE METOTREXATO E EM REMISSÃO LIVRE DE MEDICAÇÃOMatheus Azolin Camargo; Lucas Gabrício Marçola; Pedro Delghingaro Forti; Daniel Britto Cortela; Maíra Oliveira Lelis; Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraCongresso
- 2025RELAÇÃO PROTEÍNA CREATININA E PROTEINÚRIA DE 24 HORAS PARA AVALIAÇÃO DE NEFRITE LÚPICADaniel Britto Cortela; Maíra Oliveira Lelis; Lucas Gabrício Marçola; Matheus Azolin Camargo; Pedro Delghingaro Forti; Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraCongresso
- 2025EFICÁCIA E PERFIL DE SEGURANÇA DOS SEIS PRIMEIROS MESES DO USO DE TOCILIZUMABE PARA ARTRITE REUMATOIDELucas Gabrício Marçola; Daniel Britto Cortela; Maíra Oliveira Lelis; Matheus Azolin Camargo; Pedro Delghingaro Forti; Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraCongresso
- 2025TEMPO DE RESPOSTA À IMUNOGLOBULINA HUMANA INTRAVENOSA NO TRATAMENTO DA PLAQUETOPENIA EM LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICOPedro Delghingaro Forti; Daniel Britto Cortela; Matheus Azolin Camargo; Lucas Gabrício Marçola; Maíra Oliveira Lelis; Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraCongresso
- 2025Avaliação da participação dos anticorpos antifosfolípides e armadilhas extracelulares de neutrófilos na coagulopatia pelo novo coronavírus-2019.BONJORNO, LETÍCIA P; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; LOUZADA-JÚNIOR, PAULOCongresso
- 2025Evaluation of tuberculosis infection inpatients with chronic inlfammatory arthritis: data grom the PANLAR Registry of Rheumatic Diseases (PANRED)Viviane Souza; Louise Fellet Barbosa; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Gilda Aparecida FerreiraCongresso
- 2025Protein-to-Creatinine Ratio and 24-hour Proteinuria for the Assessment of Systemic Lupus Erythematosus NephritisDaniel Britto Cortela; Maíra Oliveira Lelis; Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraCongresso
- 2025Difficult-to-treat Rheumatoid Arthritis: Associated Factors and Persistence of TreatmentGilda Aparecida Ferreira; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Enrique SorianoCongresso
- 2025COMPARISON OF DRUG RETENTION OF BDMARDS AND JAK INHIBITORS (JAKI) IN RA PATIENTS WHO FAILED JAK INHIBITOR THERAPYN. Marin Zucato; Gilda Aparecida Ferreira; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Enrique SorianoCongresso
- 2025COMPARISON OF DRUG RETENTION OF TNF INHIBITORS (TNFI) AND JAK INHIBITORS (JAKI) IN RA PATIENTS WHO FAILED CDMARDS THERAPYN. Marin Zucato; Gilda Aparecida Ferreira; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Enrique SorianoCongresso
- 2025RETENTION OF GOLIMUMAB TREATMENT IN RHEUMATOID ARTHRITIS PATIENTS PRELIMINARY RESULTS OF AN INTERNATIONAL REAL-WORLD LIFE PANLARS REGISTERN. Marin Zucato; Gilda Aparecida Ferreira; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Enrique SorianoCongresso
- 2022INFLUÊNCIA DA ATIVIDADE E DO TEMPO DA DOENÇA NA AVALIAÇÃO CLÍNICA E CARACTERIZAÇÃO FUNCIONAL DOS OMBROS DE PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDELarissa Chacon Finzeto; Sérgio Couto Luna de Almeida; Adriana Barone Moreira; Paulo Louzada Júnior; Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraCongresso
- 2022A comparative evaluation of the ESR/CRP ratio and hematimetric indices at the diagnosis of rheumatoid arthritis, systemic lupus erythematosus and ANCA-associated vasculitis.Isabela Botelho Lopes Bueno; Isabella Rubiño Moreira; Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraCongresso
- 2022A comparative evaluation of C-reactive protein/Albumin ratio and Albumin/Globulins ratio in the diagnosis of rheumatoid arthritis, systemic lupus erythematosus, and ANCA-associated vasculitisIsabella Rubiño Moreira; Isabela Botelho Lopes Bueno; Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraCongresso
- 2022Inflamma VIIRODRIGUES, TAMARA S; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; ZAMBONI, DARIO SCongresso
- 2022Role of NETs as inducers of bone loss in Rheumatoid Arthritis through the induction of increased osteoclastogenesisAyda Henrique Schneider; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Fernando de Queiroz CunhaCongresso
- 2021Differential Diagnosis Of Orbital Inflammation In A Tertiary Referral Hospital ? Focus On Inflammatory DiseasesCamila Avila Megda Cabianca; Fernanda LourençoMacagnani; Leticia Cezar Araujo; Maria Thereza Gomes Caldeira; Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraCongresso
- 2021Planejando a pesquisa clínica com vistas à publicaçãoRenê Donizeti Ribeiro de OliveiraConferencia
- 2019Avaliação da concordância diagnóstica nas doenças reumáticas entre os níveis primário e terciário de atenção à saúdeMaria Eugenia Farias Teixeira; Louzada-Júnior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraCongresso
- 2019Desempenho de ferramentas de triagem para artrite reumatoide e dor lombar inflamatória na população geralLetícia Pastorelli Bonjorno; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Louzada-Júnior, P.Congresso
Projetos de extensão
03 registrosProjetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.
- Concluído1999 – 2000Extensão
Prevalência de candidúria em pacientes internados em um hospital terciário
A partir da análise retrospectiva das culturas de urina positivas para fungos, foram selecionados 100 pacientes durante os anos 1998/1999. Para todos os pacientes foi feito estudo clínico-epidemiológico através da análise dos prontuários, com ênfase em patologias associadas, uso de antibióticos e necessidade de tratamento para candidúria.
Financiadores- · NAO_INFORMADO
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Cláudia M. L. Maffei, Roberto Martinez (Responsável)
- Concluído1998 – 1999Extensão
Paracoccidioidomicose na infância: estudo clínico e epidemiológico
Avaliação clínica e epidemiológica de crianças que receberam o diagnóstico de paracoccidioidomicose no Hospital das Clínicas da FMRP-USP, através da revisão de prontuários
Financiadores- · NAO_INFORMADO
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Maria Célia Cervi (Responsável), Gutemberg M Rocha
- Concluído1995 – 1999Extensão
Efeito do stress pelo frio sobre a fagocitose imunológica de macrófagos peirtoneais de camundongos
Avaliar o efeito do stress agudo e crônico pelo frio sobre a capacidade de aderência e fagocitose de macrófagos peritoneais de camundongos na presença de hemáceas de carneiro cobertas com IgG de coelhos. Avaliar a participação dos hormônios adrenais no processo, através de adrenalectomia e antagonismo com RU486
Financiadores- · NAO_INFORMADO
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira, MANTOVANI, B (Responsável)
Projetos
27 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2025 – presentePesquisa
IMUNOGLOBULINA HUMANA ENDOVENOSA NO TRATAMENTO DE ANEMIA HEMOLÍTICA AUTOIMUNE E PLAQUETOPENIA IMUNE NO LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO: ANÁLISE RETROSPECTIVA DE EFICÁCIA E TEMPO ATÉ A RESPOSTA
O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune sistêmica caracterizada por grande variedade de manifestações clínicas. A anemia hemolítica autoimune (AHAI) e a plaquetopenia são achados frequentes e potencialmente graves, associados a piores desfechos clínicos. A imunoglobulina humana endovenosa (IGIV) tem sido utilizada como opção terapêutica em situações emergenciais, de refratariedade ou na impossibilidade de imunossupressão. Diante do alto custo da IGIV, seu uso é restrito a hospitais terciários, em que se espera rápida resposta e eficácia de tratamento. Assim, torna-se fundamental avaliar o perfil de resposta à IGIV neste contexto. Objetivo. Avaliar a eficácia e o tempo de resposta à IGIV no tratamento da AHAI e plaquetopenia em pacientes com LES. Pacientes e Métodos. Estudo de coorte retrospectivo de pacientes #8805; 18 anos com diagnóstico de LES que utilizaram IGIV para AHAI e plaquetopenia, entre janeiro de 2009 e dezembro de 2024, internados pelo serviço de reumatologia do HCFMRP-USP. A resposta à IGIV será definida como aumento #8805; 2 g/dL de Hb ou Hb > 10,0 g/dL e plaquetas #8805; 100.000 mm3. O tempo (em dias) será mensurado entre o início da infusão de IGIV até a resposta. Os pacientes serão classificados de acordo com o tempo até reposta em precoces (até 5o dia) e tardios (6o ao 14o dia). Variáveis clínicas e laboratoriais serão investigadas na busca de possíveis associações com o tempo de resposta à IGIV. Significância estatística será considerada para valores de p<0,05. Espera-se encontrar perfis distintos de resposta de acordo com características clínicas e laboratoriais específicas. O estudo pode contribuir para o uso personalizado e racional de IGIV no tratamento de AHAI e plaquetopenia no LES.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Pedro Delghingaro Forti
- Em andamento2024 – presentePesquisa
Avaliação da haptoglobina como ferramenta diagnóstica de anemia hemolítica autoimune em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico
O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença inflamatória autoimune, marcada pelo surgimento de células T autorreativas e pela produção de autoanticorpos. Dentre suas manifestações hematológicas, a anemia é encontrada em cerca de 50 dos pacientes. A forma mais específica da doença é a anemia hemolítica autoimune (AHAI), marcada pela ação de anticorpos da classe IgG na opsonização dos eritrócitos e pela destruição destes no ambiente extravascular. O diagnóstico da AHAI se baseia em marcadores laboratoriais, dentre eles, reticulocitose, positividade do teste de Coombs direito, aumento de lactato desidrogenase (LDH) e redução de haptoglobina sérica. A haptoglobina é uma proteína sintetizada pelos hepatócitos que tem como principal função se ligar à hemoglobina livre e retirá-la da circulação sanguínea, evitando seus efeitos tóxicos. Seus níveis séricos são afetados por diversas condições, dentre elas os quadros inflamatórios, já que, assim como a proteína C reativa, configura-se como uma proteína de fase aguda. Em pacientes com LES, nos quais as condições de AHAI e inflamação sistêmica podem coexistir, os valores de haptoglobina podem sofrer variações que atrapalhem seu uso no diagnóstico de AHAI. Até onde sabemos, não existem estudos que objetivaram avaliar o uso da haptoglobina no diagnóstico de AHAI nos indivíduos com LES. Objetivo. Avaliar a validade do uso da haptoglobina no diagnóstico de AHAI em pacientes com LES. Métodos. Serão avaliados todos os pacientes com diagnóstico de LES e com exames de haptoglobina colhidos no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP, no período de 01/01/2019 a 31/12/2024. A coleta dos dados ocorrerá a partir da revisão do prontuário eletrônico da instituição. Assim, os critérios de inclusão no estudo serão: diagnóstico de LES, conforme critérios ACR/EULAR 2019 e/ou SLICC 2012, idade maior ou igual a 18 anos, anemia e presença de pelo menos 1 dosagem de haptoglobina sérica. Serão excluídos pacientes que tiverem diagnósticos de outras doenças autoimunes, imunodeficiências primárias, doenças infecciosas crônicas (p. ex., SIDA, tuberculose, hepatites virais etc.) e/ou neoplasias ativas.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Gustavo de Carvalho Santos, Pedro Delghingaro Forti
- Em andamento2023 – presentePesquisa
USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA INVESTIGAÇÃO DE VARIÁVEIS PREDITORAS DE PERDA DA FORÇA E DA FUNCIONALIDADE DOS OMBROS EM PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE
Introdução: A artrite reumatoide (AR) é uma doença autoimune de origem desconhecida caracterizada por poliartrite inflamatória simétrica e causa morbidade significativa na população em geral. O ombro é uma das regiões mais afetadas em estágios avançados da doença. A Inteligência Artificial (IA) é um campo interdisciplinar e suas técnicas estatísticas e algoritmos complexos têm sido aplicadas com sucesso em diversas áreas, incluindo a medicina, a biologia, a robótica e a análise de dados em geral. Justificativa: O uso de IA para o manejo de diversas condições clínicas, como a AR, tem ganhado popularidade na pesquisa científica, entretanto, há uma lacuna na literatura quanto à aplicação dessas técnicas para descobrir potenciais disfunções do paciente com AR, especificamente nos ombros ou membros superiores. Objetivos: investigar quais fatores podem ser considerados preditores de declínio funcional, tendo como variáveis dependentes a dinamometria e o questionário Quick-DASH, nos primeiros 5 anos e após de 5 anos de AR diagnosticada e durante a atividade ou remissão da AR. Materiais e métodos: este trabalho será desenvolvido utilizando uma base de dados de pacientes com diagnóstico de AR (n=135) e controles sem AR (n=50). Os critérios de inclusão foram: idade maior ou igual a 18 anos e diagnóstico confirmado de AR; e os critérios de exclusão foram: outras doenças autoimunes; doenças que pudessem interferir nos sintomas da AR, como fibromialgia; e infecções crônicas, como doença de Chagas, hepatites B e C, sífilis e SIDA. As variáveis presentes no banco de dados são sexo, idade, IMC, medicações em uso, atividade e tempo da doença, EVA de dor, presença de artrite, testes específicos para síndrome do impacto e para integridade dos tendões do manguito rotador, avaliação de ADM, comorbidades (doenças crônicas não-transmissíveis), FR e anti-CCP. Os modelos de IA utilizados serão Análise Fatorial, Árvore de Decisão e Regressão Linear, por meio da Linguagem R.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Larissa Chacon Finzeto
- Em andamento2023 – presentePesquisa
Desenvolvimento de software educacional para ensino de Reumatologia a alunos de medicina e médicos generalistas
Introdução: Sintomas musculoesqueléticos estão entre as principais causas de procura por atendimento médico no nível primário de assistência à saúde, entretanto, médicos generalistas frequentemente demonstram baixo nível de confiança na abordagem desses sintomas, ocasionando uma alta proporção de encaminhamento incorretos para serviços especializados em reumatologia. A incorporação de métodos alternativos em educação médica, apoiada pelo desenvolvimento tecnológico, pode ser uma tática útil no enriquecimento dos resultados de aprendizado de alunos de medicina e médicos generalistas. Objetivo: Desenvolver um aplicativo para celulares e tablets em formato de jogo de perguntas e respostas sobre conteúdos básicos em Reumatologia que o médico generalista deve conhecer. Materiais e Métodos: Será concebido um aplicativo com proposta de promoção de educação médica em Reumatologia. Será elaborado um plano perguntas e respostas a ser desenvolvido na forma de um jogo. Neste jogo, o jogador avançará para a pergunta seguinte ao responder corretamente. Após cada resposta aparecerá uma janela (pop-up) com a explicação teórica do conteúdo abordado na questão. O jogo terá 10 fases, com 10 perguntas por fase. A progressão do jogo seguirá a seguinte sequência: anamnese, exame físico, exames subsidiários, hipóteses diagnósticas e proposição de tratamentos. Ao término de cada fase o jogador receberá uma tela com avaliação agrupada de seu desempenho e os tópicos em que deve empregar tempo de estudo. Além do texto explicativo em janela após cada pergunta, ao final de cada fase haverá um texto, opcional, de aprofundamento teórico e teórico-prático, com imagens e exemplos de aplicação do conhecimento em casos clínicos. Após a definição das perguntas e fases, um mapa na forma de fluxograma será enviado a desenvolvedores de jogos para, em conjunto, realizarmos a gameficação do material.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Letícia Góes Gitaí Fernandes
- Em andamento2023 – presentePesquisa
AVALIAÇÃO DOS NÍVEIS DE GDF-15 NO LÍQUIDO SINOVIAL EM ARTROPATIAS CRÔNICAS
Introdução: O líquido sinovial (LS) é um fluido viscoso, composto por transudato plasmático. Nas doenças articulares, a composição, volume e viscosidade do LS sofrem alterações. A análise do LS tem importância para o diagnóstico e para avaliar atividade de doenças articulares. O fator de crescimento/diferenciação-15 (GDF-15) é um membro da família do fator de crescimento beta (TGF-beta), cuja concentração plasmática está diretamente relacionada a maior atividade articular na artrite reumatoide (AR). Estudos sobre a concentração de GDF-15 no LS nas diversas artropatias ainda são escassos. Objetivo: Quantificar e comparar os níveis de GDF-15 no LS de diferentes doenças reumáticas comumente classificadas nos três grupos de LS: não inflamatório (osteoartrite), inflamatório (AR, espondiloartrites, gota e pseudogota) e séptico (artrite séptica). Pacientes e métodos: serão recrutados pacientes que necessitem de análise do LS e tiverem, suspeitos ou confirmados, um dos seguintes diagnósticos: osteoartrite primária, AR, espondiloartrite, gota, pseudogota ou artrite séptica. Serão avaliados quanto a variáveis demográficas, presença de comorbidades e medicações em uso. A análise do LS constará de contagem diferencial de leucócitos e exame a fresco sob microscopia óptica com luz polarizada para pesquisa de cristais. Alíquota do LS será utilizada para quantificação de GDF-15 por ELISA. A comparação entre os grupos será realizada através de ANOVA ou do teste de Kruskall-Wallis e p<0,05 será considerado para significância estatística.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Fernanda Lourenço Macagnani
- Em andamento2023 – presentePesquisa
Avaliação de imunocompetência e fatores de risco para infecções em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico
Introdução: O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica, de etiologia multifatorial, com manifestações pleiomórficas e heterogêneas. Nos últimos anos, com a evolução do conhecido da fisiopatologia da doença e possibilidades terapêuticas, houve um significativo aumento da sobrevivência dos pacientes com LES. Apesar disso, a mortalidade é cerca de 3 a 5 vezes maior do que a população geral. Pacientes com LES são mais vulneráveis a infecções, as quais são responsáveis por 30-50 da morbimortalidade, sendo uma das principais causas de hospitalização. Essa predisposição decorre de alterações em diferentes componentes do sistema imunitário. Além disso, o uso de glicocorticoide e drogas imunossupressoras constituem fator de risco adicional para infecções. Objetivo: Avaliar a imunocompetência nos pacientes com LES em diferentes fases da doença e sob diferentes tratamentos, assim como, determinar fatores de risco clínicos e laboratoriais para infecção. Material e método: Trata-se de um estudo do tipo caso-controle, com amostragem de conveniência. Serão recrutados 120 pacientes portadores de LES seguidos no Ambulatório de reumatologia do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e 40 indivíduos controle saudáveis. Todos os pacientes deverão preencher os critérios de classificação do ACR, ter idade entre 18-60 anos e não apresentar comorbidades que possam interferir na imunocompetência. Será realizado caracterização clínica através de revisão de prontuário. Para avaliar imunidade humoral, será realizado o teste do nitroazul de tetrazólio (NBT), dosagem das imunoglobulinas (IgA, IgM e IgG), eletroforese de proteínas, determinação dos componentes C3 e C4 do sistema complemento e quantificação de citocinas. Avaliaremos, ainda, a presença de armadilhas extracelulares de neutrófilos (NETs) no soro. Os pacientes serão agrupados de acordo com a atividade da doença e terapia imunossupressora em 5 grupos (diagnóstico recente de LES não tratado; LES em remissão apenas com antimalárico; LES em remissão com drogas imunossupressoras; LES ativo com drogas imunossupressoras; LES em vigência de infecção).
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Lara Berlofa Scrocaro, Carlos Roberto de Faria Júnior
- Em andamento2022 – presentePesquisa
AVALIAÇÃO DA ELETROFORESE DE PROTEÍNAS COMO FERRAMENTA DIAGNÓSTICA EM HOSPITAL TERCIÁRIO
Introdução. A eletroforese de proteínas séricas (EFP) é um método laboratorial simples e acessível, usado para separar em frações e quantificar as proteínas presentes no soro, com base nas suas cargas elétricas. Em um campo elétrico as proteínas com cargas negativas migram em direção à extremidade positiva (ânodo) e se separam de acordo com a carga. No soro humano, podem ser distinguidos dois grupos de proteínas: albumina e globulinas. A albumina tem maior carga negativa e por isso percorrerá maior distância. No total, são vistas 5 bandas distintas na eletroforese de proteínas: albumina, alfa 1 globulina, alfa 2 globulina, betaglobulina e gamaglobulina. Uma elevação ou decréscimo de cada uma das cinco bandas identificadas na eletroforese de proteínas caracteriza padrões que podem ser relacionados com algumas doenças específicas ou grupos de doenças e, dessa forma, tornar-se uma ferramenta útil para a suspeição clínica e orientação de uma investigação diagnóstica. Objetivos. Avaliar a frequência das alterações encontradas na EFP que geraram hipóteses ou contribuíram para uma definição diagnóstica, além de correlacionar as alterações encontradas em cada banda da EFP com uma doença específica e dessa forma avaliar potenciais marcadores diagnósticos ou prognósticos a serem estudados futuramente. Métodos. Serão avaliados todos os exames de EFP colhidos no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP, no período de 01/01/2018 a 31/12/2021. A partir dos resultados de EFP, serão incluídos pacientes com alteração na EFP e idade maior que 18 anos, sendo excluídos os pacientes que não tiveram seguimento por no mínimo um ano na clínica que solicitou o exame. Os pacientes selecionados serão avaliados quanto a dados demográficos, diagnósticos prévios, hipóteses diagnósticas no momento da solicitação da EFP e diagnósticos posteriores, se relacionados com a realização da EFP. As EFP serão avaliadas em relação a alterações nas formas e na quantificação proteica em cada uma das bandas retratadas na EFP. Pretendemos obter 5 grupos de indivíduos, de acordo com alterações em cada uma das 5 bandas da EFP.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Isabela Botelho Lopes Bueno
- Em andamento2022 – presentePesquisa
Registro Latino-Americano de Pacientes Reumáticos em Tratamento com Inibidores de JAK (PREJAK)
Existem poucos dados sobre a segurança e efetividade dos JAKi na América Latina. Este registro proporcionará dados confiáveis sobre o uso do JAKi na América Latina, pois será um estudo prospectivo com uma seleção adequada dos reumatologistas pesquisadores e dos centros participantes. Como o estudo será feito pela Unidade de Pesquisa da PANLAR, poderá ser considerado independente e com baixo risco de viés. Em breve, considerável número de biossimilares dos JAKi originais estarão disponíveis na América Latina, portanto, é importante manter o acompanhamento da segurança e efetividade destas medicações na vida real.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Marcela Cavichioli Giannini, Natália Brasil do Amaral, Gilda Aparecida Ferreira
- Concluído2021 – 2023Pesquisa
ÍNDICES DERIVADOS DE PARÂMETROS HEMATIMÉTRICOS COMO BIOMARCADORES NA ARTRITE REUMATOIDE
Na artrite reumatoide (AR), o tratamento precoce e guiado por metas vem sendo enfatizado na literatura mundial como importante estratégia para minimizar perdas funcionais do aparelho locomotor e prejuízo global de saúde gerados pela doença. Biomarcadores podem ser úteis para auxiliar decisões terapêuticas, agilizando a identificação de pacientes com menor chance de resposta à terapia inicial e de pacientes com resposta insatisfatória ao tratamento. Índices derivados de parâmetros hematimétricos (IH) já foram bem estabelecidos como biomarcadores em malignidades e doenças cardiovasculares e têm sido estudados na avaliação de doenças reumáticas. Esse estudo pretende avaliar diferentes IH como candidatos a biomarcadores de predição de resposta ao uso de metotrexato (MTX) em pacientes com AR e de avaliação como biomarcadores de atividade da AR. Propõe-se uma avaliação retrospectiva dos registros médicos de pacientes portadores de AR acompanhados nos ambulatórios da Disciplina de Reumatologia do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, HCRP/ USP, no período de 01/01/2010 a 01/04/2021. Os IH serão obtidos do hemograma pré-tratamento e seis meses após instituição do tratamento com MTX, momento em que a amostra dos pacientes será subdividida em respondedores e não-respondedores ao tratamento. Para avaliar a possibilidade de biomarcadores de predição de resposta, os IH serão comparados nos grupos de respondedores e não respondedores ao MTX antes do tratamento. A análise da correlação entre o DAS28 e os IH em qualquer momento do seguimento será utilizada para avaliação destes como biomarcadores de atividade da doença.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Paulo Louzada Júnior, Leticia Cezar Araujo
- Em andamento2021 – presentePesquisa
Avaliação de NETs no plasma de pacientes com as formas moderada e grave da doença causada pelo novo coronavírus-2019 (COVID-19) tratados ou não com colchicina
Introdução. A doença por coronavírus de 2019 (COVID‐19), causada pelo coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2), tornou-se um importante problema de saúde em todo o mundo. Idosos e indivíduos com doenças crônicas constituem o grupo de maior risco para as formas moderadas e graves da doença e para o desenvolvimento de síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA). Não há tratamento específico para a doença por COVID-19, sendo este de suporte quando os pacientes apresentam pneumonia com necessidade de internação hospitalar. Foi mostrado em ensaio clínico controlado por placebo e duplo-cego desenvolvido pelo nosso grupo na Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto (USP RP) que o uso da colchicina nos casos de moderados e graves de COVID-19 levou a redução do tempo de oxigenioterapia suplementar e redução do tempo de internação hospitalar, sem ocorrência de eventos adversos graves. Foi demonstrado também que as NETs (do inglês, NETs ? neutrophil extracellular traps) estão presentes em grande quantidade no plasma dos pacientes com COVID-19 em comparação com saudáveis e que as concentrações destas nas secreções de vias aéreas de pacientes graves era uma dezena de vezes maior que as concentrações plasmáticas. Objetivos. Quantificar as NETs no plasma de pacientes com COVID-19 tratados e não tratados com colchicina. Avaliar se as concentrações séricas de NETs podem ser biomarcadores dos desfechos clínicos nos pacientes com COVID-19.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Fernando de Queiroz Cunha, Louzada-Júnior, P., VERAS, FLAVIO PROTASIO, Ayda Henrique Schneider, Natalia Brasil Amaral
- Em andamento2020 – presentePesquisa
Avaliação de NETose em pacientes portadores de nefrite lúpica
Introdução: O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune crônica, com ampla variedade de manifestações clínicas, acometendo predominantemente mulheres (90%) em idade fértil. Dentre as manifestações da doença, a nefrite, causa de importante morbimortalidade, ocorre com maior frequência em indivíduos mais jovens e frequentemente necessita terapia imunossupressora agressiva. No contexto da fisiopatologia do LES, a formação de NETs (Neutrophil Extracellular Traps), conhecida como NETose, tem ganhado importância por seu potencial de agravar o dano endotelial. Além disso, as NETs podem ser fonte de autoantígenos com potencial indução de quebra da tolerância e desenvolvimento ou agravamento da doença. Dessa forma, a avaliação da formação de NETs na circulação pode ser um indicador útil de atividade da doença e de lesão tecidual. Objetivo: Avaliar a NETose em pacientes com nefrite lúpica em diferentes fases da doença, correlacionando-a com o grau de atividade da doença e a resposta à terapêutica. Pacientes e métodos: tratar-se-á de estudo longitudinal prospectivo, com amostragem de conveniência. Serão avaliados pacientes recém-diagnosticados com LES, com idade de 18 a 60 anos. Os pacientes serão divididos em dois grupos: o primeiro de indivíduos portadores de LES com nefrite e o segundo por portadores de LES sem nefrite. Haverá um terceiro grupo, de indivíduos saudáveis. A ocorrência de NETose será avaliada nos três grupos à inclusão no estudo e novamente após definição de resposta ao tratamento imunossupressor, nos dois grupos de pacientes. A avaliação de atividade do LES será feita através do escore SLEDAI. A avaliação da NETose será feita pelo método de ELISA, através da pesquisa de remanescentes de NET, como DNA livre celular e complexos DNA-MPO.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), SAULO MUSSE DIB
- Concluído2020 – 2020Pesquisa
Ensaio clínico randomizado para o tratamento de casos moderados a graves da doença causada pelo novo coronavírus-2019 (COVID19) com cloroquina e colchicina
Introdução. A doença por coronavírus de 2019 (COVID‐19), causada pelo coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2), tornou-se importante problema de saúde em todo o mundo. As manifestações clínicas mais frequentes incluem febre, tosse, fadiga, expectoração, dispneia, dor na orofaringe e cefaleia. Idosos e indivíduos com doenças crônicas constituem o grupo de maior risco para as formas moderadas e graves da doença e para o desenvolvimento de síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA). O diagnóstico baseia-se na epidemiologia, presença de febre e sintomas respiratórios, exame de imagem dos pulmões (infiltrado em vidro fosco na tomografia computadorizada) e detecção de RNA viral por RT-PCR (reação em cadeia de polimerase com transcriptase reversa) em secreções das vias aéreas. Não há tratamento específico para a doença por COVID-19, sendo este de suporte quando os pacientes apresentam pneumonia com necessidade de internação hospitalar. Alguns locais no mundo todo estão estudando o uso de cloroquina (CQ) como possível terapia, com alguns relatos de sucesso. Mesmo que não tenhamos uma terapia específica que atue diretamente no vírus, são justificáveis tentativas que ou diminuam a multiplicação viral, como parece ser o caso da cloroquina, ou diminuam a magnitude da resposta inflamatória sistêmica. Propomos, também, o uso da colchicina (COL) como intervenção racional, com potencial de eficácia e diminuto risco de eventos adversos, nos casos de SARS-CoV-2, com intuito de diminuir o processo inflamatório sistêmico, em especial o pulmonar. Objetivos. Avaliar eficácia e segurança do uso da cloroquina e da colchicina no tratamento de pacientes com SARS-CoV-2 que necessitem de tratamento hospitalar; traçar perfil clínico e laboratorial dos casos de SARS-CoV-2 hospitalizados em nosso meio e avaliar carga viral em secreções das vias aéreas, na admissão e durante evolução. Pacientes e métodos. Será um estudo prospectivo, duplo-cego, para avaliar 60 pacientes internados por SARS-CoV-2, com randomização simples em dois grupos: um que receberá cloroquina e placebo (Grupo CQ-PCB; n=30; dose de CQ de 45 ? 65 mg/kg em 10 dias) e outro grupo que receberá cloroquina e colchicina (Grupo CQ-COL; n=30; mesma esquema de doses de CQ mais COL na dose de 0,015-0,033 mg/kg/dia por 5 dias, seguido de 0,012-0,020 mg/kg/dia por 5 dias, num total de 10 dias). Serão coletadas amostras de soro ? para avaliação de citocinas, caspases extracelulares e análise metabolômica ? e secreção de vias aéreas ? para carga viral e NETose ? na admissão e nos dias 2 ou 3, 5, 7, 10 e 14 de internação. Consideraremos os seguintes desfechos primários: clareamento do RNA viral nas secreções de vias aéreas, necessidade e tempo de suporte ventilatório não-invasivo e invasivo, tempo de internação, tempo de permanência em UTI e taxa de óbito. Como desfechos secundários, observaremos: frequência de eventos adversos e frequência de interrupção do uso de CQ e/ou COL por evento adverso.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Louzada-Júnior, P., BONJORNO, LETÍCIA PASTORELLI, VILAR, FERNANDO, SANTANA, RODRIGO, Maria Isabel Fernandes Lopes
- Concluído2020 – 2022Pesquisa
Ensaio clínico controlado, aberto, para o tratamento de casos moderados a graves da doença causada pelo novo coronavírus-2019 (COVID-19) com colchicina
Introdução. A doença por coronavírus de 2019 (COVID‐19), causada pelo coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2), tornou-se importante problema de saúde em todo o mundo. As manifestações clínicas mais frequentes incluem febre, tosse, fadiga, expectoração, dispneia, dor na orofaringe e cefaleia. Idosos e indivíduos com doenças crônicas constituem o grupo de maior risco para as formas moderadas e graves da doença e para o desenvolvimento de síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA). O diagnóstico baseia-se na epidemiologia, presença de febre e sintomas respiratórios, exame de imagem dos pulmões (infiltrado em vidro fosco na tomografia computadorizada) e detecção de RNA viral por RT-PCR (reação em cadeia de polimerase com transcriptase reversa) em secreções das vias aéreas. Não há tratamento específico para a doença por COVID-19, sendo este de suporte quando os pacientes apresentam pneumonia com necessidade de internação hospitalar. Mostramos, em ensaio clínico controlado por placebo e duplo-cego, que o uso da colchicina nos casos de moderados e graves de COVID-19 levou a redução do tempo de oxigenioterapia suplementar e redução do tempo de internação hospitalar, sem ocorrência de eventos adversos graves. Objetivos. Avaliar eficácia e segurança do uso da colchicina no tratamento de pacientes com COVID-19 que necessitem de tratamento hospitalar. Pacientes e métodos. Será um estudo prospectivo, controlado e aberto, para avaliar 100 pacientes internados por COVID-19, tratados com colchicina na dose de 0,015-0,033 mg/kg/dia por 5 dias, seguido de 0,012-0,020 mg/kg/dia por 5 dias, num total de 10 dias. Como grupo controle, revisaremos os dados clínicos de 100 pacientes hospitalizados por COVID-19 nos 45 dias anteriores, que preencham os mesmos critérios de inclusão e exclusão do grupo de tratamento. Dos pacientes que receberão colchicina, serão coletadas amostras de soro e plasma ? para avaliação de citocinas, caspases extracelulares e NETose, além de análise metabolômica ? na admissão e nos dias 2 ou 3, 5, 7, 10 e 14 de internação. Consideraremos os seguintes desfechos primários: necessidade e tempo de suporte ventilatório não-invasivo e invasivo; tempo de internação; tempo de permanência em UTI; taxa de óbito; frequência e natureza de eventos adversos e frequência de interrupção do tratamento por evento adverso.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Louzada-Júnior, P., Valdes R Bollela, Rodrigo de Carvalho Santana, LOPES, MARIA ISABEL FERNANDES, GIANNINI, MARCELA CAVICHIOLI, VILAR, FERNANDO, Letícia Pastorelli Bonjorno +1 integrantes
- Em andamento2020 – presentePesquisa
Investigação dos níveis séricos de survivina como possível biomarcador de distinção entre doenças linfoproliferativas, infecciosas e autoimunes
Introdução: Doenças sistêmicas com apresentação clínica similar, embora com mecanismos fisiopatológicos diferentes, fazem parte da rotina de hospitais terciários e, apesar dos recursos laboratoriais e de imagem atuais, diferenciar doenças autoimunes, linfoproliferativas e infecciosas ainda constitui um grande desafio, podendo implicar em investigações longas e dispendiosas. A determinação dos níveis séricos de survivina nestes três grandes grupos de doenças tem potencial para ser ferramenta de diagnóstico diferencial, com vantagens como metodologia rápida, reprodutível e de baixo custo. Trata-se de proteína intracelular responsável pela inibição da apoptose, com uso já estabelecido na oncologia para avaliação de progressão tumoral. Na reumatologia, vem sendo estudada e implicada na fisiopatologia das doenças autoimunes, onde a resistência à apoptose é importante para perpetuação da quebra da tolerância imune. Quanto às doenças infecciosas, não há relatos na literatura quanto à dosagem dessa proteína. Objetivo: Dosar os níveis séricos de survivina em pacientes com doença sistêmica cujo diagnóstico diferencial se faça entre doenças reumáticas autoimunes, linfoproliferativas e infecciosas, comparando com os níveis séricos de controles saudáveis. Caracterizar clinicamente os pacientes alocando-os em um dos três grupos de doenças (reumáticas autoimunes, linfoproliferativas e infecciosas) e avaliar a capacidade de distinção entre tais grupos pela dosagem sérica de survivina. Pacientes e método: Serão avaliados 120 pacientes internados para investigação etiológica pelo serviço de reumatologia do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da FMRP-USP ou avaliados em interconsultas à reumatologia, solicitadas pelas equipes de hematologia ou moléstias infecciosas, quando houver suspeição de doença reumática autoimune. Será também avaliado um grupo controle, composto de 40 indivíduos saudáveis, pareados por sexo e idade, se possível. Uma amostra de 1 mL do soro dos pacientes será armazenado a - 80°C no Laboratório de Imunologia Clínica do HCRP-FMRP-USP até os ensaios de ELISA sanduíche para dosagem de survivina (Human Total Survivin DuoSet IC ELISA DuoSet®).
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Samara Libich Gusmão Gigante
- Concluído2020 – 2023Pesquisa
Avaliação de NETose em indivíduos com resultados verdadeiro e falso positivos para ANCA
Introdução: Os Anticorpos Anti-citoplasma de Neutrófilos (ANCA) agem contra constituintes citoplasmáticos de neutrófilos, sendo capazes de estimular estas células a produzir compostos reativos de oxigênio e a liberar enzimas líticas. A pesquisa do ANCA auxilia o diagnóstico das vasculites associadas ao ANCA (VAA), sendo encontrado também em outras doenças autoimunes, algumas infecções e neoplasias. Estudos sugerem que os ANCAs podem ser responsáveis pela ativação da formação de armadilhas extracelulares de neutrófilos (NET) em pacientes com vasculite autoimune. As NETs são redes de estruturas do DNA com componentes granulares, histonas e proteínas citoplasmáticas. Justificativa: A NETose possui conhecida correlação com a atividade de doença nas VAA, além de associação com a formação dos próprios ANCAs. Porém, não se sabe se há correlação da NETose com o ANCA falso positivo (que ocorre, por exemplo, em infecções e neoplasias). Determinar se há associação entre a ocorrência de NETose e o ANCA falso positivo pode auxiliar no diagnóstico diferencial entre as VAA e os demais grupos de doenças. Objetivos: Avaliar quantitativamente a ocorrência de NETose em grupos de indivíduos verdadeiro e falso positivos para ANCA, comparando-os entre si; avaliar se os valores encontrados de NETose são capazes de distinguir pacientes com relação ao diagnóstico. Pacientes e métodos: Estudo prospectivo, com amostragem de conveniência. A partir dos resultados positivos para detecção de ANCA por imunofluorescência indireta, os pacientes e/ou seus prontuários serão avaliados, sendo então subdivididos em 4 grupos, de acordo com o diagnóstico: pacientes com VAA; pacientes com outra doença autoimune; pacientes com doença infecciosa; e pacientes com doença neoplásica. A produção de NETs será avaliada por ELISA, através da pesquisa de remanescentes de NETs (neste caso, o DNA livre celular), além da pesquisa de complexos DNA-mieloperoxidase (MPO).
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), PÂMELLA INDIRA DA SILVA OLIVEIRA MENEZES
- Concluído2020 – 2023Pesquisa
INFLUÊNCIA DA ATIVIDADE E DO TEMPO DA DOENÇA NA AVALIAÇÃO CLÍNICA E CARACTERIZAÇÃO FUNCIONAL DOS OMBROS DE PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE
Introdução: a artrite reumatoide (AR) caracteriza-se por inflamação sinovial crônica e progressiva, sendo mais comum na população adulta e predominando em mulheres. O ombro é a maior articulação do membro superior e foi descrito como um dos três locais mais comuns de dor na comunidade, sendo a AR um fator de risco para prejuízo de sua função, como consequência da sinovite. Objetivos: avaliar a ocorrência de sintomas e a presença de sinais ao exame físico nos ombros de pacientes com AR independente da fase e do grau de atividade da doença; avaliar ocorrência e magnitude de incapacidade nos membros superiores desses pacientes. Metodologia: serão recrutados pacientes com AR com idade maior ou igual a 18 anos, diagnosticados segundo critérios ACR/EULAR de 2010, em seguimento regular nos ambulatórios de reumatologia do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Serão excluídos do estudo pacientes que apresentem outras doenças autoimunes; doenças que possam interferir nos sintomas da AR, como fibromialgia; e infecções crônicas, como doença de Chagas, hepatites B e C, sífilis e SIDA. Na presença de dor, o paciente deverá caracterizá-la como constante, intermitente, recorrente, noturna ou desencadeada por movimento; além disso, será inquirido sobre quais recursos utiliza para reduzi-la ou cessá-la: gelo, calor, movimento/exercício, repouso, remédios ou infiltração. Os ombros dos pacientes serão examinados para a presença de edema, luxação, pontos-gatilho, hipotrofia, calor e/ou dor à mobilização passiva; serão também submetidos a seis testes específicos para avaliar o impacto e a integridade dos tendões do manguito rotador; a amplitude de movimento será avaliada por goniometria e a força, por meio de dinamometria manual digital; por fim, será aplicado questionário QuickDASH para avaliação da função do membro superior.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Sérgio Couto Luna de Almeida, Adriana Barone Moreira, Larissa Chacon Finzeto
- Concluído2019 – 2021Pesquisa
Avaliação da concordância de diagnóstico das doenças reumáticas entre os níveis primário e terciário de atenção à saúde
Introdução: Sintomas musculoesqueléticos são a principal causa de procura por atendimento médico no nível primário de assistência à saúde, onde os médicos frequentemente expressam baixo nível de confiança na capacidade de diagnosticar e tratar doenças reumáticas. Objetivo: Avaliar a concordância de diagnóstico das doenças reumáticas entre os níveis primário e terciário de atenção à saúde através da comparação entre o diagnóstico presente nas Guias de Referência do SUS e o diagnóstico obtido pela equipe de reumatologia de um serviço terciário de referência. Materiais e Métodos: Serão comparados os diagnósticos das Guias de Referência do SUS com aqueles obtidos por médicos residentes em reumatologia e reumatologistas seniores de um serviço de referência, para pacientes triados no período de agosto de 2018 a agosto 2019. Sensibilidade (S), especificidade (E), valor preditivo positivo (VPP) e coeficiente Kappa (k) foram obtidos tendo como padrão-ouro a avaliação dos reumatologistas seniores.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Maria Eugenia Farias Teixeira
- Concluído2018 – 2022Pesquisa
AVALIAÇÃO DOS NÍVEIS DE SURVIVINA NO LÍQUIDO SINOVIAL DE PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE E CORRELAÇÃO COM ARMADILHAS EXTRACELULARES DE NEUTRÓFILOS.
Artrite reumatoide (AR) é uma doença crônica de natureza inflamatória caracterizada pelo acometimento simétrico das articulações periféricas. Um dos fatores que podem ser implicados na gênese da doença e na falha do tratamento instituído é a resistência à apoptose das células que compõem o infiltrado inflamatório sinovial, conhecido como pannus. O estudo de marcadores de gravidade e falha terapêutica, como a proteína anti-apoptótica survivina, vem ganhando destaque. Realizaremos um estudo transversal observacional em pacientes com AR seguidos em um ambulatório de nível terciário. Serão selecionados 30 pacientes de ambos os sexos com indicação de punção articular para análise do líquido sinovial ou realização de tratamento intra-articular. Neste grupo avaliaremos no líquido sinovial os níveis de survivina e a formação de armadilhas extracelulares de neutrófilos (NETs, do inglês Neutrophil Extracellular Traps). Para comparação, serão estudados os líquidos sinoviais de 30 indivíduos com osteoartrite (OA) que necessitarão de punção articular para análise de líquido sinovial ou tratamento intra-articular. Os objetivos do projeto são: avaliar se há diferenças entre os grupos de pacientes com AR e OA com relação aos parâmetros avaliados (survivina e NET); se há correlação entre atividade da doença e os valores de survivina e a ocorrência de NET no líquido sinovial dos pacientes do grupo AR.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), SOUZA, FLÁVIO FALCÃO LIMA
- Concluído2017 – 2020Pesquisa
Avaliação da relação entre ligantes endógenos do receptor de hidrocarbonetos de arila em pacientes com artrite reumatoide e a atividade da doença
A artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica que acomete as articulações sinoviais, levando a hiperplasia da sinóvia (pannus), associada a intenso infiltrado de células do sistema imune. A fisiopatologia da AR ainda não é completamente entendida. Acredita-se que o desequilíbrio entre Th17 e Treg seja evento importante na autoimunidade na AR, e que ao menos em parte o processo possa ser influenciado pela ativação do receptor de hicrocarbonetos de arila (AhR). Entre os ligantes naturais do AhR estão as quinureninas (KYN), produtos do metabolismo do triptofano (TRP), cuja primeira enzima da via é a indoleamina 2,3-dioxigenase 1 (IDO). A ação da IDO, resultando em depleção de TRP, com consequente redução da relação KYN/TRP, parece ter efeito na regulação da autoimunidade. Ligante do complexo de ligação com AhR, a survivina é membro da família de proteínas inibidoras de apoptose, tendo sido encontrada em níveis elevados no líquido sinovial e no plasma de pacientes com AR. A resistência da AR aos diversos tratamentos disponíveis é uma preocupação, individualmente e em termos de saúde pública, pois a incapacidade de escolha da melhor droga para cada paciente retarda o controle do processo inflamatório e onera o Sistema Único de Saúde (SUS). A busca por métodos baratos e de simples execução que possibilitem individualizar a terapêutica em escala populacional é imperativa. Nossa meta é a caracterização plasmática de vias moleculares envolvidas na fisiopatologia da AR e, possivelmente na determinação de resposta à terapêutica, em situação da vida real de atendimentos aos pacientes do SUS. Propomos um estudo transversal com 220 pacientes de AR, onde se pretende avaliar se há relação entre os níveis plasmáticos de survivina, a relação plasmática KYN/TRP e a atividade da AR em indivíduos nunca tratados e naqueles já submetidos a um ou mais tratamentos para a doença. Os tratamentos envolverão todas as classes de medicamentos disponíveis no Programa de Alto Custo do SUS. Através de um conjunto de dados clínico-laboratoriais de uso na prática diária somado aos resultados dos estudos moleculares propostos, teremos um painel que avaliará o processo inflamatório da AR e, esperamos, permitirá a tomada de decisões com maior probabilidade de sucesso.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Louzada-Júnior, P., CUNHA, THIAGO M., Isabela de Araujo Santos, ALMEIDA, SERGIO C. L., LOBO, PATRICIA R.
- Concluído2015 – 2019Pesquisa
Artrite Reumatoide na Vida Real no Brasil - Estudo Multicêntrico
Descrever as características demográficas, clínicas e o padrão de tratamento de pacientes brasileiros com AR, avaliar a aderência dos mesmos ao seu tratamento e estimar o impacto dessa doença na qualidade de vida e na capacidade funcional e laboral desses pacientes. Estudo de coorte prospectivo, que descreverá as características demográficas, clínicas, laboratoriais, radiográficas, terapêuticas, de qualidade de vida e de aderência ao tratamento de pacientes com AR, acompanhados por um período de seguimento de 12 meses. Serão incluídos 100 pacientes de cada um dos 13 centros participantes.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira, LOUZADA-JÚNIOR, PAULO (Responsável), Isabela de Araujo Santos
- Concluído2015 – 2018Pesquisa
ANÁLISE DO POLIMORFISMO DO GENE DA INDOLEAMINE 2,3-DIOXYGENASE 1 (IDO1) EM PACIENTES COM ARTRITE REUMATÓIDE
O estudo tem por objetivo avaliar o polimorfismo genético da IDO 1, bem como a atividade desta enzima em pacientes com AR. Para isto, propomos um estudo transversal com avaliação de 200 pacientes com diagnóstico de AR em seguimento nos ambulatórios da disciplina de Reumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, dos quais serão coletados dados clínico-laboratoriais e amostras de sangue. Estas serão utilizadas para extração de DNA genômico para análise de polimorfismo e de plasma para dosagem de TRP e KYN. A relação KYN/TRP será utilizada para avaliar a atividade da IDO e então relacioná-la a dados clínicos, laboratoriais e quanto à associação ao polimorfismo genético da IDO1
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Sérgio Couto Luna de Almeida, Louzada-Júnior, P. (Responsável), CUNHA, THIAGO M., LOBO, PATRICIA R.
- Concluído2011 – 2013Pesquisa
DETERMINAÇÃO DA CAPACIDADE FAGOCÍTICA E DA PRODUÇÃO DE COMPOSTOS REATIVOS DE OXIGÊNIO E CITOCINAS PRÓ-INFLAMATÓRIAS POR NEUTRÓFILOS DE PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE EM DIFERENTES FASES DA DOENÇA E SOB DIFERENTES TRATAMENTOS
A artrite reumatóide (AR) é doença autoimune crônica, de etiologia desconhecida, acometendo primordialmente as articulações sinoviais. Na etiopatogenia tomam parte as respostas imunes humoral e celular, através da ação de linfócitos autorreativos e de um ambiente inflamatório decorrente da produção aumentada de citocinas proinflamatórias. A destruição tecidual é promovida, entre outros, por enzimas e compostos reativos de oxigênio, em grande parte produzidos por neutrófilos ativados. O tratamento da doença baseia-se grandemente no uso de metotrexato e bloqueadores do TNF. Há poucos estudos sobre as funções dos neutrófilos do sangue periférico em pacientes com AR inicial, seja sem tratamento (doença ativa), seja sob as formas de tratamento habituais (com ou sem resposta ao tratamento).
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Paulo Louzada Júnior, Sérgio Couto Luna de Almeida, Raphael S Peres, Jhimmy Talbot, Fernado Queiroz Cunha, Josyanne Câmara de Araújo Lino, Heric Menezes Kobayashi
- Concluído2011 – 2013Pesquisa
DETERMINAÇÃO DA TAXA DE APOPTOSE DE CÉLULAS LINFOMONONUCLEARES E DA PROPORÇÃO DAS DIFERENTES LINHAGENS DE LINFÓCITOS T DO SANGUE PERIFÉRICO DE PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE EM DIFERENTES FASES DA DOENÇA E SOB DIFERENTES TRATAMENTOS
A artrite reumatóide (AR) é doença autoimune crônica, de etiologia desconhecida, acometendo primordialmente as articulações sinoviais. Na etiopatogenia tomam parte as respostas imunes humoral e celular, através da ação de linfócitos autorreativos e de um ambiente inflamatório decorrente da produção aumentada de citocinas proinflamatórias. É bem reconhecido o papel da resistência à apoptose pelas células sinoviais no processo de cronificação e destruição tecidual na AR. Nas últimas décadas é crescente o conhecimento sobre os subtipos de linfócitos T, surgindo dois tipos de interesse para as doenças autoimunes ? Th17 e Treg (célula T regulatória). Am primeira tem papel no desencadeamento do processo autoimune, perdendo inportância no decorrer na doença, enquanto que a segunda é de grande importância na prevenção de fenômenos autoimunes. Há indícios na literatura sobre a importância do balanço entre células Th17 e Treg na evolução da AR. Ainda não há estudo comparando as proporções celulares de linfócitos T e suas taxas de apoptose na AR inicial e sob os tratamentos mais utilizados para AR ? metotrexato e medicações anti-TNF.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Paulo Louzada Júnior, Sérgio Couto Luna de Almeida, Raphael S Peres, Jhimmy Talbot, Fernado Queiroz Cunha, Josyanne Câmara de Araújo Lino, Heric Menezes Kobayashi
- Concluído2010 – 2012Pesquisa
Avaliação da atividade supressora de linfócitos T reguladores (Tregs) em pacientes com artrite reumatoide refratários ao tratameto com Metotrexato
As células T reguladoras (Tregs) são células envolvidas na manutenção da tolerância periférica por disporem de eficientes mecanismos supressores e, dessa forma, previnem o organismo do desenvolvimento da autoimunidade. Apesar do grande enfoque das Tregs no controle de diversas doenças auto-imunes, poucos trabalhos avaliam se falhas em seus mecanismos supressores contribuem com a patogênese dessas doenças, aqui objetivando investigar na Artrite Reumatóide (AR), uma doença autoimune associada ao padrão Th17. Nesse sentido, nosso interesse é focar a geração de adenosina, um potente modulador da resposta imune, como mecanismo de supressão de células Tregs CD4+CD39+ em pacientes artríticos não responsivos ao Metotexato (MTX); fármaco que mantém elevados os níveis de adenosina e comumente usado para o tratamento desta patologia. Dessa forma, espera-se que, esclarecendo como as células Tregs trabalham no sentido de suprimir a resposta efetora na AR, as quais previnem o paciente das lesões tissulares, possa abrir novas perspectivas para o desenvolvimento de intervenções terapêuticas mais fiáveis, nas quais podem interferir na gravidade e no quadro clínico da doença.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Sérgio Couto Luna de Almeida, Raphael S Peres, Jhimmy Talbot, CUNHA, FERNANDO Q., LOUZADA-JÚNIOR, PAULO (Responsável)
- Concluído2009 – 2011Pesquisa
Papel do Receptor de Hidrocarbonetos de Arila (AhR) na artrite experimental e a influência de seus polimorfismos na evolução clínica da artrite reumatoide
A artrite reumatóide (AR) é uma doença auto-imune inflamatória crônica que afeta aproximadamente 1% da população mundial, e é caracterizada pela infiltração de células do sistema imune no espaço sinovial articular. A patogênese da AR envolve aumento da resposta inflamatória imune Th17 e uma disfunção nas células T reguladoras (Treg). Recentes estudos revelaram que a ativação do receptor de hidrocarbonetos de arila (AhR) exerce um papel dual na diferenciação das células Treg e Th17 e no desenvolvimento da encefalomielite experimental auto-imune, podendo reduzir ou exacerbar sua gravidade. Esta modulação dual é dependente do tipo de ligante que ativa o AhR. Demonstrou-se também que a ativação de AhR, além de participar da expressão de IL-17 e IL-22 em células Th17, aumenta também a expressão das citocinas pró-inflamatórias IL-8, IL-1beta e IL-6 em sinoviócitos. Em pacientes com AR foram encontrados altos níveis de expressão de AhR. No entanto, ainda não foi determinado o papel da ativação deste receptor no desenvolvimento tanto da artrite experimental como em humanos. O objetivo do presente trabalho é avaliar a participação da ativação do AhR na patogênese da AR. Para investigar os mecanismos envolvidos nesse efeito, será utilizado o modelo murino de artrite induzida por antígeno (AIA) e avaliada a possível relação dos polimorfismos genéticos no AhR com o desenvolvimento da AR em humanos. Estas variantes genéticas no AhR podem ser importantes marcadores prognósticos ou de susceptibilidade a AR.
EquipeRenê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Sérgio Couto Luna de Almeida, Raphael S Peres, Jhimmy Talbot, Louzada-Junior, P. (Responsável), CUNHA, THIAGO M.
Orientações
- Mestrado
desde 2025Pedro Delghingaro Forti · OrientaçãoImunoglobulina humana intravenosa no tratamento de anemia hemolítica autoimune e plaquetopenia imune no lúpus eritematoso sistêmico: análise retrospectiva de eficácia e tempo até a resposta · Mestrado Profissional em Medicina · Medicina (USP.FMRP)Em andamento - Pós-doutorado
desde 2025Flávio Falcão Lima de Souza · Orientação· Medicina (USP.FMRP)Em andamento - Mestrado
desde 2024Gustavo de Carvalho Santos · OrientaçãoAVALIAÇÃO DA HAPTOGLOBINA COMO FERRAMENTA DIAGNÓSTICA DE ANEMIA HEMOLÍTICA AUTOIMUNE EM PACIENTES COM LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO · Mestrado Profissional em Medicina · Medicina (USP.FMRP)Em andamento - Mestrado
desde 2024Carlos Roberto de Faria Júnior · OrientaçãoAvaliação de imunocompetência e fatores de risco para infecções em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico · Mestrado acadêmico · Medicina (USP.FMRP)Em andamento - Iniciação Científica
desde 2024Natali Gregório da Silva · OrientaçãoAvaliação da ocorrência de neoplasia de bexiga em pacientes tratados com pulsos de ciclofosfamida · Medicina · Medicina (USP.FMRP) · Bolsa Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2023Fernanda Lourenço Macagnani · OrientaçãoAVALIAÇÃO DOS NÍVEIS DE GDF-15 NO LIQUIDO SINOVIAL EM ARTROPATIAS CRÔNICAS · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Em andamento - Doutorado
desde 2023Larissa Chacon Finzeto · OrientaçãoUSO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA INVESTIGAÇÃO DE VARIÁVEIS PREDITORAS DE PERDA DA FORÇA E DA FUNCIONALIDADE DOS OMBROS EM PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE · Doutorado · Medicina (USP.FMRP) · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorEm andamento - Iniciação Científica
desde 2023Lara Berlofa Scrocaro · OrientaçãoAvaliação de imunocompetência e fatores de risco para infecções em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico · Medicina · Medicina (USP.FMRP) · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2022Francisco Hugo Rodrigues Gomes · Co-orientaçãoAvaliação dos níveis séricos e expressão de survivina em pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil e sua correlação com a gravidade da doença · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Em andamento - Doutorado
desde 2021Natália Brasil do Amaral · OrientaçãoAvaliação de NETs no plasma de pacientes com as formas moderada e grave da doença causada pelo novo coronavírus-2019 (COVID-19) tratados ou não com colchicina · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Em andamento - Doutorado
desde 2020Saulo Musse Dib · OrientaçãoAvaliação de NETose em pacientes portadores de nefrite lúpica · Medicina (Clínica Médica) · Universidade de São PauloEm andamento
Bancas julgadoras
114 registros- 2025Djúlio César Zanin da SilvaSimulando o microambiente na esclerose sistêmica: soro de pacientes transplantados e cultivo celular no estudo da inflamação e fibrose cutânea · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, CUNHA, LARISSA D., Maria Carolina Oliveira RodriguesDoutorado
- 2025Giuliana Martinelli DotoliDesfechos clínicos de pacientes com esclerose sistêmica juvenil submetidos a transplante de células-tronco hematopoiéticas · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Blanca Bica, Luciana Martins Carvalho, Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraDoutorado
- 2025Aniela Maria RodriguesParticipação Das Armadilhas Extracelulares De Neutrófilos (Nets) E As Suas Relações Com A Gravidade Da Hidradenite Supurativa · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Briuno de Carvalho Fantini, Roberto Bueno Filho, Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraExame de qualificação de doutorado
- 2025Giuliana Martinelli DotoliDesfechos Clínicos de Pacientes com Esclerose Sistêmica Juvenil submetidos a Transplante de Células Tronco Hematopoéticas · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Luciana Martins Carvalho, Luiz Guilherme Darrigo JuniorExame de qualificação de doutorado
- 2025Rildo Pinto da SilvaProcessamento de Linguagem Natural em Prontuários Eletrônicos Brasileiros: Da Anonimização à Predição de Desfechos Clínicos · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Renato Tinós, Valdair Francisco MugliaExame de qualificação de doutorado
- 2025Bruno Bom FurlanDESENVOLVIMENTO DE FICHA PARA O ATENDIMENTO PADRONIZADO DE PACIENTES AMBULATORIAIS COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) · Mestrado Profissional em Medicina · Medicina (USP.FMRP)Banca: Maíra Nilson Benatti, Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Rodrigo de Carvalho SantanaExame de qualificação de mestrado
- 2025Gustavo Santos Paiva Laender MouraEnsaio clínico randomizado: efeito da droga vegetal de Eclipta prostrata (L.) L. (Asteraceae) no ângulo de fase em adultos com obesidade grau I · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Anderson Marliere Navarro, Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Raphael Del Roio Liberatore JuniorExame de qualificação de doutorado
- 2025Concurso para médico Reumatologista - HCRP-FMRPUSP· Hospital das Clínicas de Ribeirão PretoBanca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Maria Carolina Oliveira Rodrigues, Fabiola Reis OliveiraConcurso público
- 2025Concurso para Residência Médica - Clínica Médica· Medicina (USP.FMRP)Banca: Roberto Bueno Filho, Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraConcurso público
- 2025Concurso para Residência Médica - Especialidades· Medicina (USP.FMRP)Banca: Roberto Bueno Filho, Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraConcurso público
- 2025Concurso para Residência Médica - Reumatologia· Medicina (USP.FMRP)Banca: Roberto Bueno Filho, Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraConcurso público
- 2025Vasculites Sistêmicas Primárias· Universidade Estadual de CampinasBanca: Carmen Silvia Passos Lima, Célia Regina Garlipp, Ana Cristina de Medeiros Ribeiro, Maria Carolina Oliveira Rodrigues, Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraLivre-docência
- 2025Edital Programa Unificado de Bolsas 2025· Universidade de São PauloBanca: Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraOutra
- 2025Comissão Avaliadora do Prêmio CAPES de Teses - Medicina I· Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorBanca: Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraOutra
- 2024Paula Lima BosiAvaliação do papel da proteína Anexina A1 na inflamação, lesão e disfunção tecidual da osteoartrite experimental · Ciências Biológicas (Fisiologia e Farmacologia) · Universidade Federal de Minas GeraisBanca: AMARAL, FLAVIO A., Vanessa Pinho da Silva, Soraia Macari, Raquel Alves Costa, Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraDoutorado
- 2024Ana Carolina Thomaselli FuckLinfohistiocitose hemofagocítica em serviço terciário - avaliação de fatores de risco, marcadores de identificação precoce de causas primárias e secundárias e tratamento · Mestrado Profissional em Medicina · Medicina (USP.FMRP)Banca: Elvis Terci Valera, Virginia Paes Leme Ferriani, Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraExame de qualificação de mestrado
- 2024Luana Cavalcanti Dias XavierQuantificação de nets (armadilhas extracelulares de neutrófilos) em pacientes com doença hepática metabólica não alcoólica e sua relação com fibrose hepática · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Vivian Marques Miguel Suen, Francisco Jose Albuquerque de Paula, Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraExame de qualificação de doutorado
- 2024Ricardo Gonçalves da SilvaIMPLANTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA DE DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PRECOCE DE DOENÇA RENAL CRÔNICA NÃO DIALÍTICA · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Janise Braga Barros FerreiraExame de qualificação de doutorado
- 2024Heloisa da Rocha Picado CopescoEnsaio Clínico Randomizado, Controlado E Comparativo Para Alopecia Androgenética Masculina: Minoxidil Oral 2 Mg, Tópico 5% E Tópico 5% Em Nanopartículas · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Roberto Bueno Filho, Filipe Rocha LimaExame de qualificação de doutorado
- 2024Processo Seletivo para ingresso no Programa de Pós-graduação em Clínica Médica· Medicina (USP.FMRP)Banca: Oliveira, Fabíola Reis, Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraConcurso público
- 2024Concurso para Residência Médica - Clínica Médica· Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Roberto Bueno FilhoConcurso público
- 2024Concurso para Residência Médica - Especialidades· Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Roberto Bueno FilhoConcurso público
- 2024Concurso para Residência Médica - Reumatologia· Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Roberto Bueno FilhoConcurso público
- 2024Comissão Avaliadora do Prêmio CAPES de Teses - Medicina I· Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorBanca: Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraOutra
- 2023Paola Pinheiro KawahgeAvaliação do gene SPATA5L1 e sua expressão renal no lúpus eritematoso sistêmico de início na infância · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Luciana Martins Carvalho, Sonir Antonini, Renê Donizeti Ribeiro de OliveiraDoutorado
Revisor de periódico
18 registros- 2025 – presenteVínculo atualPharmacological Research - ReportsRevisor de periódico
- 2025 – presenteVínculo atualArthritis Research & TherapyRevisor de periódico
- 2023 – presenteVínculo atualJcr-Journal Of Clinical RheumatologyRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualInflammation ResearchRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualJAMA NETWORK OPENRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualInternational Journal of Immunopathology and PharmacologyRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualBritish Journal of PharmacologyRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualInternational ImmunopharmacologyRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualThe Lancet RheumatologyRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualBBA - Molecular Basis of DiseaseRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualEvidence-Based Complementary and Alternative MedicineRevisor de periódico
- 2019 – presenteVínculo atualAdvances in RheumatologyRevisor de periódico
- 2017 – presenteVínculo atualLIVER INTERNATIONALRevisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualThe Journal of Rheumatology (Online)Revisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Medical and Biological Research (Impresso)Revisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualClinics (USP. Impresso)Revisor de periódico
- 2013 – presenteVínculo atualRheumatology International (Berlin. Print)Revisor de periódico
- 2010 – 2018Brazilian Journal of RheumatologyRevisor de periódico
Prêmios e títulos
07 registros- 20252o Melhor Trabalho Clínico - Encontro de Reumatologia AvançadaSociedade Paulista de Reumatologia
- 2015XIV Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o Sistema Único de Saúde SUS ? 2015, categoria trabalho publicado.Ministério da Saúde
- 2012Prêmio de melhor trabalho clínico apresentado no XVIII Encontro Avançado de Reumatologia, São Paulo, SP,Sociedade Paulista de Reumatologia
- 2012Prêmio de 2 º melhor trabalho da área básica apresentado no XVIII Encontro Avançado de Reumatologia, São Paulo, SP, .Sociedade Paulista de Reumatologia
- 2012Trabalho destaque no IV Congresso de Clínica Médica e II Encontro de Pós-graduação em Clínica MédicaFaculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP
- 2005Especialista em ReumatologiaSociedade Brasileira de Reumatologia
- 2002Especialista em Clínica MédicaHospital das Clínicas de Ribeirão Preto - FMRP-USP
Participação em eventos
51 registros- 2025Interação entre a imunidade inata e adaptativa na imunodesregulação31o Encontro de Reumatologia Avançada · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2022INFLUÊNCIA DA ATIVIDADE E DO TEMPO DA DOENÇA NA AVALIAÇÃO CLÍNICA E CARACTERIZAÇÃO FUNCIONAL DOS OMBROS DE PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE28o Encontro de Reumatologia Avançada · Apresentação oral · Participante · CampinasDivulgação científica
- 2021DOSAGEM DE NETS COMO BIOMARCADOR PARA O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL ENTRE INDIVÍDUOS ANCA POSITIVOS PORTADORES DE DOENÇAS AUTOIMUNES E DOENÇAS NÃO AUTOIMUNES27 Encontro de Reumatologia Avançada · Poster / Painel · Participante · Campinas
- 2021Artrite reumatoide inicialVIII Congresso de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2021Planejando a pesquisa clínica com vistas à publicação38o Congresso Brasileiro de Reumatologia · Conferencista · Convidado · Virtual
- 2018A Reumatologia nos dias atuaisXIX Congresso Médico Acadêmico - FMRP-USP · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2017Modalidades de tratamento para doenças autoimunesCongresso Médico Acadêmico - FMRP - 2017 · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2017Doenças AutoimunesCongresso Médico Acadêmico - FMRP - 2017 · Moderador · Convidado · Ribeirão Preto
- 2017Autoimunidade: mecanismos e fatores de riscoCongresso Médico Acadêmico - FMRP - 2017 · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2017Manifestações clínicas e doenças autoimunesCongresso Médico Acadêmico - FMRP - 2017 · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2017Participação na Comissão de Ensino da SBRXV Encontro Nacional de Residentes e Docentes em Reumatologia · Avaliador · Convidado · São Paulo
- 2016XIV Encontro Nacional de Residentes e Docentes em ReumatologiaOuvinte · São Paulo
- 2015Comissão de ensino da SBRXIII Encontro Nacional de Residentes e Docentes em Reumatologia · Avaliador · Convidado · São Paulo
- 2014XXXI Congresso Brasileiro de ReumatologiaOuvinte · Belo Horizonte
- 2012Congresso PANLAROuvinte · Punta Cana
- 2012Annual European Congress of RheumatologyOuvinte · Berlim
- 2012X Encontro nacional de residentes e docentes em reumatologiaOuvinte · São paulo
- 2012Apresentação de trabalhos sobre artrite reumatoideXVIII Encontro de Reumatologia Avançada · Moderador · Convidado · São Paulo
- 2011EndemiasXXI Jornada Brasileira e XVIII Jornada Centro-Oeste de Reumatologia · Moderador · Convidado · Campo Grande
- 2011Gene espression profiling of peripheral blood mononuclear cells can distinguish responders to methotrexate alone or associated with TNF-blockers in rheumatoid arthritis patientsAnnual European Congress of Rheumatology - EULAR 2011 · Poster / Painel · Participante · Londres
- 2011Osteoartrite: abordagem terapêuticaSimpósio: Atualização em Reumatologia · Apresentação Oral · Participante · Ribeirão Preto
- 20111 Latin-American Grappa MeetingOuvinte · Fortaleza
- 2011Reumatologia - mitos e verdadesVII Encontro de Pacientes Reumáticos de Ribeirão Preto · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2011IX Encontro Nacional de Residentes e Docentes em ReumatologiaOuvinte · São Paulo
- 2011XVII Encontro de Reumatologia AvançadaOuvinte · São Paulo
Formação complementar
17 registrosCoautorias
53 coautores- 115 obras
- 94 obras
- 17 obras
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- 15 obras
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Na imprensa
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