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USP Aberta — página inicial
Perfil do docente · FMRP

Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira.

Livre · Departamento de Clínica Médica

Currículo atualizado em 18/11/2025

ReumatologiaClínica MédicaAlergologia e Imunologia Clínica

Cita-se como: OLIVEIRA, R. D. R.;OLIVEIRA RD;OLIVEIRA RDR;Oliveira, Rene Donizeti;OLIVEIRA, R;Oliveira, Renê D. R.;OLIVEIRA, R.D.R. DE;Oliveira, RD;Oliveira, Renê Donizeti Ribeiro de;OLIVEIRA, RENE D.;OLIVEIRA, RENE D.R.;OLIVEIRA, RENÊ DONIZETI RIBEIRO;Ribeiro, RD;RIBEIRO, R. D.;OLIVEIRA, RENE D. R.;Ribeiro Oliveira, R. D.;Oliveira, Renê Donizete Ribeiro;OLIVEIRA, RENE DONIZETI RIBEIRO;DE OLIVEIRA, RENÊ DONIZETI RIBEIRO;OLIVEIRA, RENÊ DONIZETI;Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira;DE OLIVEIRA, RENÊ D.R.;OLIVEIRA, RENE D R;DONIZETI RIBEIRO DE OLIVEIRA, RENÊ;DE OLIVEIRA, RENÊ DR;DE OLIVEIRA, RENE D. R.;DE OLIVEIRA, RENE D.R.;DE OLIVEIRA, RENÊ D R;OLIVEIRA, RENÊ D.R.;DE OLIVEIRA, RENÊ D. R.

17 seções

Resumo biográfico

Sou Professor Associado do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, atividade a que me dedico em tempo integral. Sou graduado em Medicina pela Universidade de São Paulo (2000), Doutorado em Medicina pela Universidade de São Paulo (2009), pós-doutorado pela Universidade de Glasgow (2013) e livre-docente pela Universidade de São Paulo (2023). Sou graduando em Ciência de Dados pela Universidade Virtual do Estado de São Paulo (UNIVESP). Desde 2009 contribuo para formação de novos profissionais - seja no ensino de alunos de medicina e fisioterapia, de residentes em clínica médica e em reumatologia, seja na formação de novos pesquisadores, como alunos de iniciação científica, mestrado e doutorado. Como orientador de iniciação científica, concluí a supervisão de 6 alunos e supervisiono, atualmente, 2 alunas. Como preceptor da residência médica em Reumatologia do HCRP da FMRP-USP, contribuí para a formação de 69 residentes. Como orientador de pós-graduação, concluí a orientação de 9 alunos e oriento, atualmente, 9 alunos regulares, de mestrado (profissional e acadêmico) e doutorado. Minhas linhas de pesquisa são: HLA, artrite reumatoide, lúpus eritematoso sistêmico, microarrays de cDNA, expressão gênica por RT-PCR e microRNAs, NETs (Neutrophil extracellular traps) em doenças autoimunes, inflamação na doença pelo novo coronavírus de 2019 (COVID-19) e educação médica em Reumatologia.

Indicadores

Áreas de atuação

03 registros
  • Ciencias Da Saude
    Medicina
    Clínica Médica › Reumatologia
  • Ciencias Da Saude
    Medicina
    Clínica Médica
  • Ciencias Da Saude
    Medicina
    Clínica Médica › Alergologia e Imunologia Clínica

Formação acadêmica

10 registros
  1. 2023 – presenteGraduaçãoConcluído
    Ciência de Dados · FUNDACAO UNIVERSIDADE VIRTUAL DO ESTADO DE SAO PAULO-UNIVESP
  2. 2012 – 2013Pós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · University of Glasgow
    Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
  3. 2005 – 2009DoutoradoConcluído
    Doutorado em Medicina · Universidade de São Paulo
    “Caracterização clínico-laboratorial e análise da expressão gênica de linfócitos do sangue periférico como marcadores preditivos de gravidade e da resposta terapêutica em pacientes com artrite reumatóide”
    Orientação: Paulo Louzada Jr
  4. 2003 – 2005EspecializaçãoConcluído
    Estágio em Alergologia · Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
    Orientação: Willy Sarti
  5. 2003 – 2005Residencia-medicaConcluído
    Residencia-medica · Universidade de São Paulo
    Bolsa Fundação de Apoio à Pesquisa
  6. 2001 – 2003Residencia-medicaConcluído
    Residencia-medica · Universidade de São Paulo
    Bolsa Fundação de Apoio à Pesquisa
  7. 1995 – 2000GraduaçãoConcluído
    Medicina · Universidade de São Paulo
  8. 1991 – 1993Ensino-medio-segundo-grauConcluído
    Ensino-medio-segundo-grau · Escola Estadual Dr. Antônio Furlan Júnior
  9. 1983 – 1990Ensino-fundamental-primeiro-grauConcluído
    Ensino-fundamental-primeiro-grau · E. E. P. G. Profa. Josepha Castro
  10. Livre-docênciaConcluído
    Livre-docência · Medicina (USP.FMRP)

Idiomas

02 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemRazoávelBemBem
PortuguêsBemRazoávelBemBem

Atuação profissional

40 registros
  1. 2025 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor AssociadoServidor Publico
  2. 2024 – presenteVínculo atual
    Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Comissão Avaliadora do Prêmio CAPES de TesesComissão do Prêmio CAPES2h/sem
  3. 2023 – presenteVínculo atual
    SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIA
    Colunista do Boletim da SBR - Coluna OliveiraColaborador1h/sem
  4. 2021 – 2022
    Universidade de São Paulo
    Professor temporárioServidor Publico12h/sem
  5. 2021 – presenteVínculo atual
    SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIA
    Investigador PrincipalColaborador2h/sem
  6. 2018 – presenteVínculo atual
    Universidade de São Paulo
    Orientador de pós-graduaçãoServidor Publico4h/sem
  7. 2018 – 2021
    SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIA
    Editor associado da Advances in RheumatologyColaborador3h/sem
  8. 2018 – 2021
    Advances in Rheumatology
    Membro de corpo editorial
  9. 2017 – presenteVínculo atual
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
    Médico-Chefe (Lab Imunologia Clínica)Servidor Publico4h/sem
  10. 2016 – 2018
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
    Titular da Comissão de Farmácia e Terapêutica1h/sem
  11. 2016 – 2017
    SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIA
    Editor associado da Rev Bras de ReumatologiaColaborador4h/sem
  12. 2016 – 2017
    Revista Brasileira de Reumatologia (Impresso)
    Membro de corpo editorial
  13. 2015 – 2016
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
    Vice Presidente Com. de Prescrição Eletrônica2h/sem
  14. 2014 – 2016
    SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIA
    Membro do corpor editorial do Boletim da SBRColaborador2h/sem
  15. 2014 – 2021
    SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIA
    Membro da Comissão de Título de EspecialistaColaborador2h/sem
  16. 2014 – 2024
    Center for Research in Inflammatory Diseases
    Reumatologista pesquisadorPesquisador associado
  17. 2013 – presenteVínculo atual
    Dutch Arthritis Association
    Revisor de projeto de fomento
  18. 2012 – 2018
    Universidade de São Paulo
    Pesquisador associadoColaborador2h/sem
  19. 2012 – 2013
    Sociedade Paulista de Reumatologia
    TesoureiroSócio2h/sem
  20. 2012 – 2013
    Sociedade Paulista de Reumatologia
    Editor da Revista Paulista de reumatologiaColaborador1h/sem
  21. 2012 – 2013
    Revista Paulista de Reumatologia
    Membro de corpo editorial
  22. 2012 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  23. 2011 – presenteVínculo atual
    Universidade de São Paulo
    Orientador de Iniciação CientíficaColaborador2h/sem
  24. 2010 – 2012
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
    Preceptor da Residência de Clínica MédicaServidor Publico4h/sem
  25. 2010 – presenteVínculo atual
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
    Preceptor da Residência de ReumatologiaServidor Publico24h/sem
  26. 2010 – 2025
    Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência do HCFMRP
    Médico do CEDMACCeletista formal22h/sem
  27. 2010 – 2012
    Grupo de Apoio aos PAcientes Reumáticos de Ribeirão Preto
    Diretor CientíficoColaborador2h/sem
  28. 2009 – 2025
    Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
    médico assistenteCeletista formal12h/sem
  29. 2009 – presenteVínculo atual
    SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIA
    SócioAssociado
  30. 2009 – presenteVínculo atual
    SOCIEDADE BRASILEIRA DE REUMATOLOGIA
    Bolsista Sub-investigadorSub-investigador BiobadaBrasil2h/sem
  31. 2009 – 2024
    Sociedade Paulista de Reumatologia
    Sócio1h/sem
  32. 2006 – 2006
    Prefeitura Municipal de São Carlos - SP
    médico clínico geralServidor Publico15h/sem
  33. 2006 – 2007
    Tecumseh do Brasil
    médico clínico geralCeletista formal10h/sem
  34. 2006 – 2009
    Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Carlos
    Médico intensivistaPrestação de serviços médico15h/sem
  35. 2006 – 2009
    Consultório particular
    médico clínico e reumatologistaprestação de serviços médicos40h/sem
  36. 2005 – 2009
    Universidade de São Paulo
    pós-graduandoOutro (especifique)20h/sem
  37. 2005 – 2005
    Universidade de São Paulo
    médico assistenteColaborador8h/sem
  38. 2005 – 2009
    Casa de Saúde e Maternidade São Carlos
    médico intensivistaPrestação de serviços médicos45h/sem
  39. 2004 – 2004
    Prefeitura Municipal de Franca - Secretaria da Saúde
    Médico emergencialistaServidor Publico24h/sem
  40. 2004 – 2005
    Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto
    médico emergencialistaCeletista formal24h/sem

Produção bibliográfica

158 registros
66 de 66 itens
Por página
  • 2025
    Relação proteína creatinina e proteinúria de 24 horas para avaliação de nefrite lúpica
    Daniel Britto Cortela; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXI Encontro de Reumatologia Avançada · Ribeirão Preto
  • 2025
    Eficácia e perfil de segurança dos seis primeiros meses do uso de tocilizumabe para artrite reumatoide
    Lucas Gabrício Marçola; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXI Encontro de Reumatologia Avançada · Ribeirão Preto
  • 2025
    avaliação de eficácia e segurança da anticoagulação em pacientes com SaF num cenário de vida rea
    Maíra Oliveira Lelis; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXI Encontro de Reumatologia Avançada · Ribeirão Preto
  • 2025
    Variáveis clínicas e laboratoriais na artrite reumatoide em esquema de retirada de metotrexato e em remissão livre de medicação
    Matheus Azolin Camargo; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXI Encontro de Reumatologia Avançada · Ribeirão Preto
  • 2025
    Tempo de resposta à imunoglobulina humana intravenosa no tratamento da plaquetopenia em lúpus eritematoso sistêmico
    Pedro Delghingaro Forti; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXI Encontro de Reumatologia Avançada · Ribeirão Preto
  • 2022
    A comparative evaluation of C-reactive protein/Albumin ratio and Albumin/Globulins ratio in the diagnosis of rheumatoid arthritis, systemic lupus erythematosus, and ANCA-associated vasculitis.
    MOREIRA, ISABELLA RUBIÑO; BUENO, ISABELA BOTELHO LOPES; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIX Congresso Brasileiro de Reumatologia · Sociedade Brasileiro de Reumatologia
  • 2022
    A comparative evaluation of the ESR/CRP ratio and hematimetric indices at the diagnosis of rheumatoid arthritis, systemic lupus erythematosus and ANCA-associated vasculitis.
    BUENO, ISABELA BOTELHO LOPES; MOREIRA, ISABELLA RUBIÑO; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIX Congresso Brasileiro de Reumatologia
  • 2021
    Causes of hospitalization of systemic lupus erythematosus patients in a tertiary hospital
    GOMES CALDEIRA, MARIA THEREZA; CEZAR ARAÚJO, LETICIA; LOURENÇO MACAGNANI, FERNANDA; ÁVILA MEGDA CABIANCA, CAMILA; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · SBR 2021 Congresso Brasileiro de Reumatologia · Sociedade Brasileira de Reumatologia
  • 2021
    Hematimetric indices as biomarkers of bacterial infection in systemic lupus erythematosus
    GOMES CALDEIRA, MARIA THEREZA; ÁVILA MEGDA CABIANCA, CAMILA; LOURENÇO MACAGNANI, FERNANDA; CEZAR ARAÚJO, LETICIA; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · SBR 2021 Congresso Brasileiro de Reumatologia · Sociedade Brasileira de Reumatologia
  • 2019
    EVALUATION OF THE CONCORDANCE DIAGNOSTIC IN RHEUMATIC DISEASES BETWEEN THE PRIMARY AND TERTIARY LEVELS OF HEALTH CARE
    Maria Eugenia Farias Teixeira; Louzada-Junior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXVI Congresso Brasileiro de Reumatologia · Fortaleza
  • 2019
    PERFORMANCE OF SCREENING TOOLS FOR RHEUMATOID ARTHRITIS AND INFLAMMATORY LOW BACK PAIN IN THE GENERAL POPULATIO
    Letícia Pastorelli Bonjorno; Louzada-Junior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXVI Congresso Brasileiro de Reumatologia · Fortaleza
  • 2019
    BAGGIO-YOSHINARI SYNDROME - A CASE SERIES
    Samara Libich Gusmão Gigante; Louzada-Junior, Paulo; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXVI Congresso Brasileiro de Reumatologia · Fortaleza
  • 2019
    AVALIAÇÃO DA CONCORDÂNCIA DE DIAGNÓSTICO DAS DOENÇAS REUMÁTICAS ENTRE OS NÍVEIS PRIMÁRIO E TERCIÁRIO DE ATENÇÃO À SAÚDE
    Maria Eugenia Farias Teixeira; Paulo Louzada Júnior; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · 25 Encontro de Reumatologia Avançada · São Paulo
  • 2018
    AUTOIMMUNE HEPATITIS - PRIMARY BILIARY CHOLANGITIS (AIH-PBC) OVERLAP SYNDROME AND EOSINOPHILIC GRANULOMATOSIS WITH POLYANGIITIS
    Maria Eugenia Farias Teixeira; LOPES, MARIA ISABEL FERNANDES; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Rio de Janeiro
  • 2018
    WEBER-CHRISTIAN DISEASE: DIFFERENTIAL DIAGNOSIS OF ERYTHEMA NODOSUM
    Maria Eugenia Farias Teixeira; LOPES, MARIA ISABEL FERNANDES; Louzada-Júnior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Rio de Janeiro
  • 2017
    Resposta às DMCDs sintéticas no tratamento da artrite reumatoide inicial
    LOPES, MARIA ISABEL FERNANDES; Louzada-Junior, P.; Sérgio Couto Luna de Almeida; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Florianópolis
  • 2017
    Ocorrência de hepatotoxicidade no tratamento da artrite reumatoide inicial com DMCDs sintéticas
    LOPES, MARIA ISABEL FERNANDES; Louzada-Junior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Florianópolis
  • 2017
    Artrite reumatoide inicial: fatores preditivos da eficácia de DMARDs sintéticas
    Flávio Falcão Lima de Souza; LOPES, MARIA ISABEL FERNANDES; Louzada-Junior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Florianópolis
  • 2017
    Síndrome de ativação macrofágica em paciente com crise esclerodérmica renal
    Lygia Peloso Reis Passos; Louzada-Junior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Florianópolis
  • 2017
    Desenvolvimento de hipergamaglobulinemia e infecções após terapêutica com rituximabe. Complicações subestimadas do tratamento
    Bárbara Seabra Carneiro; Louzada-Junior, Paulo; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Florianópolis
  • 2017
    Tenossinovite tuberculosa em paciente com artrite reumatoide
    Karine Trevisan Piazzetta; Louzada-Junior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Florianópolis
  • 2017
    ARTRITE REUMATÓIDE INICIAL: FATORES PREDITIVOS DA EFICÁCIA DE DMARDS SINTÉTICAS
    Flávio Falcão Lima de Souza; Maria Isabel Fernandes Lopes; LARISSA ENOKI MIYAZAKI;; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Paulo Louzada Júnior · XXXIV Congresso Brasileiro de Reumatologia · Florianópolis
  • 2016
    Policondrite recidivante apresentando-se com paquimeningite
    Thaíse Oliveira Quaresma; Flávio Falcão Lima de Souza; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira · XXXIII Congresso Brasileiro de Reumatologia · Brasília
  • 2014
    Expression and function of Fc-gamma and complement receptors in peripheral blood neutrophils from rheumatoid arthritis patients treated with methotrexate
    Adriana Balbina PAoliello-PAschoalato; Larissa Marchi; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Ana Elisa Caleiro Seixas Azzolini; Donadi, E.A.; Yara Maria Lucisano Valim · Neutrophil 2014 · Montreal
  • 2014
    Study of effector functions of peripheral blood neutrophils from rheumatoid arthritis patients treated with infliximab
    Larissa Marchi; Adriana Balbina PAoliello-PAschoalato; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Ana Elisa Caleiro Seixas Azzolini; Donadi, E.A.; Yara Maria Lucisano Valim · Neutrophil 2014 · Montreal

Produção técnica

54 registros
52 de 52 itens
Por página
  • 2025
    Evaluation Of Tuberculosis Infection In Patients With Immune-Mediated Rheumatic Diseases: Data From Panlar Register Of Rheumatic Diseases (Panred)
    Viviane Angelina de Souza; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Gilda Aparecida Ferreira
    Congresso
  • 2025
    2025 Panlar Comparison Of Drug Retention Of Bdmards And Jak Inhibitors (Jaki) In Ra Patients Who Failed Jak Inhibitor Therapy.
    Nicolas Martin Marin Zucaro; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Gilda Aparecida Ferreira
    Congresso
  • 2025
    Difficult-To-Treat Rheumatoid Arthritis: Associated Factors And Treatment Persistence
    Gilda Aparecida Ferreira; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Enrique Soriano
    Congresso
  • 2025
    Interação entre a imunidade inata e adaptativa na imunodesregulação
    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Congresso
  • 2025
    AVALIAÇÃO DE EFICÁCIA E SEGURANÇA DA ANTICOAGULAÇÃO EM PACIENTES COM SAF NUM CENÁRIO DE VIDA REAL
    Maíra Oliveira Lelis; Daniel Britto Cortela; Lucas Gabrício Marçola; Matheus Azolin Camargo; Pedro Delghingaro Forti; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Congresso
  • 2025
    VARIÁVEIS CLÍNICAS E LABORATORIAIS NA ARTRITE REUMATOIDE EM ESQUEMA DE RETIRADA DE METOTREXATO E EM REMISSÃO LIVRE DE MEDICAÇÃO
    Matheus Azolin Camargo; Lucas Gabrício Marçola; Pedro Delghingaro Forti; Daniel Britto Cortela; Maíra Oliveira Lelis; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Congresso
  • 2025
    RELAÇÃO PROTEÍNA CREATININA E PROTEINÚRIA DE 24 HORAS PARA AVALIAÇÃO DE NEFRITE LÚPICA
    Daniel Britto Cortela; Maíra Oliveira Lelis; Lucas Gabrício Marçola; Matheus Azolin Camargo; Pedro Delghingaro Forti; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Congresso
  • 2025
    EFICÁCIA E PERFIL DE SEGURANÇA DOS SEIS PRIMEIROS MESES DO USO DE TOCILIZUMABE PARA ARTRITE REUMATOIDE
    Lucas Gabrício Marçola; Daniel Britto Cortela; Maíra Oliveira Lelis; Matheus Azolin Camargo; Pedro Delghingaro Forti; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Congresso
  • 2025
    TEMPO DE RESPOSTA À IMUNOGLOBULINA HUMANA INTRAVENOSA NO TRATAMENTO DA PLAQUETOPENIA EM LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO
    Pedro Delghingaro Forti; Daniel Britto Cortela; Matheus Azolin Camargo; Lucas Gabrício Marçola; Maíra Oliveira Lelis; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Congresso
  • 2025
    Avaliação da participação dos anticorpos antifosfolípides e armadilhas extracelulares de neutrófilos na coagulopatia pelo novo coronavírus-2019.
    BONJORNO, LETÍCIA P; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; LOUZADA-JÚNIOR, PAULO
    Congresso
  • 2025
    Evaluation of tuberculosis infection inpatients with chronic inlfammatory arthritis: data grom the PANLAR Registry of Rheumatic Diseases (PANRED)
    Viviane Souza; Louise Fellet Barbosa; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Gilda Aparecida Ferreira
    Congresso
  • 2025
    Protein-to-Creatinine Ratio and 24-hour Proteinuria for the Assessment of Systemic Lupus Erythematosus Nephritis
    Daniel Britto Cortela; Maíra Oliveira Lelis; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Congresso
  • 2025
    Difficult-to-treat Rheumatoid Arthritis: Associated Factors and Persistence of Treatment
    Gilda Aparecida Ferreira; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Enrique Soriano
    Congresso
  • 2025
    COMPARISON OF DRUG RETENTION OF BDMARDS AND JAK INHIBITORS (JAKI) IN RA PATIENTS WHO FAILED JAK INHIBITOR THERAPY
    N. Marin Zucato; Gilda Aparecida Ferreira; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Enrique Soriano
    Congresso
  • 2025
    COMPARISON OF DRUG RETENTION OF TNF INHIBITORS (TNFI) AND JAK INHIBITORS (JAKI) IN RA PATIENTS WHO FAILED CDMARDS THERAPY
    N. Marin Zucato; Gilda Aparecida Ferreira; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Enrique Soriano
    Congresso
  • 2025
    RETENTION OF GOLIMUMAB TREATMENT IN RHEUMATOID ARTHRITIS PATIENTS PRELIMINARY RESULTS OF AN INTERNATIONAL REAL-WORLD LIFE PANLARS REGISTER
    N. Marin Zucato; Gilda Aparecida Ferreira; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Enrique Soriano
    Congresso
  • 2022
    INFLUÊNCIA DA ATIVIDADE E DO TEMPO DA DOENÇA NA AVALIAÇÃO CLÍNICA E CARACTERIZAÇÃO FUNCIONAL DOS OMBROS DE PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE
    Larissa Chacon Finzeto; Sérgio Couto Luna de Almeida; Adriana Barone Moreira; Paulo Louzada Júnior; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Congresso
  • 2022
    A comparative evaluation of the ESR/CRP ratio and hematimetric indices at the diagnosis of rheumatoid arthritis, systemic lupus erythematosus and ANCA-associated vasculitis.
    Isabela Botelho Lopes Bueno; Isabella Rubiño Moreira; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Congresso
  • 2022
    A comparative evaluation of C-reactive protein/Albumin ratio and Albumin/Globulins ratio in the diagnosis of rheumatoid arthritis, systemic lupus erythematosus, and ANCA-associated vasculitis
    Isabella Rubiño Moreira; Isabela Botelho Lopes Bueno; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Congresso
  • 2022
    Inflamma VII
    RODRIGUES, TAMARA S; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; ZAMBONI, DARIO S
    Congresso
  • 2022
    Role of NETs as inducers of bone loss in Rheumatoid Arthritis through the induction of increased osteoclastogenesis
    Ayda Henrique Schneider; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Fernando de Queiroz Cunha
    Congresso
  • 2021
    Differential Diagnosis Of Orbital Inflammation In A Tertiary Referral Hospital ? Focus On Inflammatory Diseases
    Camila Avila Megda Cabianca; Fernanda LourençoMacagnani; Leticia Cezar Araujo; Maria Thereza Gomes Caldeira; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Congresso
  • 2021
    Planejando a pesquisa clínica com vistas à publicação
    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Conferencia
  • 2019
    Avaliação da concordância diagnóstica nas doenças reumáticas entre os níveis primário e terciário de atenção à saúde
    Maria Eugenia Farias Teixeira; Louzada-Júnior, P.; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Congresso
  • 2019
    Desempenho de ferramentas de triagem para artrite reumatoide e dor lombar inflamatória na população geral
    Letícia Pastorelli Bonjorno; Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira; Louzada-Júnior, P.
    Congresso

Projetos de extensão

03 registros

Projetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.

3 de 3 projetos
Por página
  • 1999 – 2000Extensão

    Prevalência de candidúria em pacientes internados em um hospital terciário

    Concluído

    A partir da análise retrospectiva das culturas de urina positivas para fungos, foram selecionados 100 pacientes durante os anos 1998/1999. Para todos os pacientes foi feito estudo clínico-epidemiológico através da análise dos prontuários, com ênfase em patologias associadas, uso de antibióticos e necessidade de tratamento para candidúria.

    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Cláudia M. L. Maffei, Roberto Martinez (Responsável)

  • 1998 – 1999Extensão

    Paracoccidioidomicose na infância: estudo clínico e epidemiológico

    Concluído

    Avaliação clínica e epidemiológica de crianças que receberam o diagnóstico de paracoccidioidomicose no Hospital das Clínicas da FMRP-USP, através da revisão de prontuários

    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Maria Célia Cervi (Responsável), Gutemberg M Rocha

  • 1995 – 1999Extensão

    Efeito do stress pelo frio sobre a fagocitose imunológica de macrófagos peirtoneais de camundongos

    Concluído

    Avaliar o efeito do stress agudo e crônico pelo frio sobre a capacidade de aderência e fagocitose de macrófagos peritoneais de camundongos na presença de hemáceas de carneiro cobertas com IgG de coelhos. Avaliar a participação dos hormônios adrenais no processo, através de adrenalectomia e antagonismo com RU486

    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, MANTOVANI, B (Responsável)

Projetos

27 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

27 de 27 projetos
Por página
  • 2025 – presentePesquisa

    IMUNOGLOBULINA HUMANA ENDOVENOSA NO TRATAMENTO DE ANEMIA HEMOLÍTICA AUTOIMUNE E PLAQUETOPENIA IMUNE NO LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO: ANÁLISE RETROSPECTIVA DE EFICÁCIA E TEMPO ATÉ A RESPOSTA

    Em andamento

    O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune sistêmica caracterizada por grande variedade de manifestações clínicas. A anemia hemolítica autoimune (AHAI) e a plaquetopenia são achados frequentes e potencialmente graves, associados a piores desfechos clínicos. A imunoglobulina humana endovenosa (IGIV) tem sido utilizada como opção terapêutica em situações emergenciais, de refratariedade ou na impossibilidade de imunossupressão. Diante do alto custo da IGIV, seu uso é restrito a hospitais terciários, em que se espera rápida resposta e eficácia de tratamento. Assim, torna-se fundamental avaliar o perfil de resposta à IGIV neste contexto. Objetivo. Avaliar a eficácia e o tempo de resposta à IGIV no tratamento da AHAI e plaquetopenia em pacientes com LES. Pacientes e Métodos. Estudo de coorte retrospectivo de pacientes #8805; 18 anos com diagnóstico de LES que utilizaram IGIV para AHAI e plaquetopenia, entre janeiro de 2009 e dezembro de 2024, internados pelo serviço de reumatologia do HCFMRP-USP. A resposta à IGIV será definida como aumento #8805; 2 g/dL de Hb ou Hb > 10,0 g/dL e plaquetas #8805; 100.000 mm3. O tempo (em dias) será mensurado entre o início da infusão de IGIV até a resposta. Os pacientes serão classificados de acordo com o tempo até reposta em precoces (até 5o dia) e tardios (6o ao 14o dia). Variáveis clínicas e laboratoriais serão investigadas na busca de possíveis associações com o tempo de resposta à IGIV. Significância estatística será considerada para valores de p<0,05. Espera-se encontrar perfis distintos de resposta de acordo com características clínicas e laboratoriais específicas. O estudo pode contribuir para o uso personalizado e racional de IGIV no tratamento de AHAI e plaquetopenia no LES.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Pedro Delghingaro Forti

  • 2024 – presentePesquisa

    Avaliação da haptoglobina como ferramenta diagnóstica de anemia hemolítica autoimune em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico

    Em andamento

    O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença inflamatória autoimune, marcada pelo surgimento de células T autorreativas e pela produção de autoanticorpos. Dentre suas manifestações hematológicas, a anemia é encontrada em cerca de 50 dos pacientes. A forma mais específica da doença é a anemia hemolítica autoimune (AHAI), marcada pela ação de anticorpos da classe IgG na opsonização dos eritrócitos e pela destruição destes no ambiente extravascular. O diagnóstico da AHAI se baseia em marcadores laboratoriais, dentre eles, reticulocitose, positividade do teste de Coombs direito, aumento de lactato desidrogenase (LDH) e redução de haptoglobina sérica. A haptoglobina é uma proteína sintetizada pelos hepatócitos que tem como principal função se ligar à hemoglobina livre e retirá-la da circulação sanguínea, evitando seus efeitos tóxicos. Seus níveis séricos são afetados por diversas condições, dentre elas os quadros inflamatórios, já que, assim como a proteína C reativa, configura-se como uma proteína de fase aguda. Em pacientes com LES, nos quais as condições de AHAI e inflamação sistêmica podem coexistir, os valores de haptoglobina podem sofrer variações que atrapalhem seu uso no diagnóstico de AHAI. Até onde sabemos, não existem estudos que objetivaram avaliar o uso da haptoglobina no diagnóstico de AHAI nos indivíduos com LES. Objetivo. Avaliar a validade do uso da haptoglobina no diagnóstico de AHAI em pacientes com LES. Métodos. Serão avaliados todos os pacientes com diagnóstico de LES e com exames de haptoglobina colhidos no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP, no período de 01/01/2019 a 31/12/2024. A coleta dos dados ocorrerá a partir da revisão do prontuário eletrônico da instituição. Assim, os critérios de inclusão no estudo serão: diagnóstico de LES, conforme critérios ACR/EULAR 2019 e/ou SLICC 2012, idade maior ou igual a 18 anos, anemia e presença de pelo menos 1 dosagem de haptoglobina sérica. Serão excluídos pacientes que tiverem diagnósticos de outras doenças autoimunes, imunodeficiências primárias, doenças infecciosas crônicas (p. ex., SIDA, tuberculose, hepatites virais etc.) e/ou neoplasias ativas.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Gustavo de Carvalho Santos, Pedro Delghingaro Forti

  • 2023 – presentePesquisa

    USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA INVESTIGAÇÃO DE VARIÁVEIS PREDITORAS DE PERDA DA FORÇA E DA FUNCIONALIDADE DOS OMBROS EM PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE

    Em andamento

    Introdução: A artrite reumatoide (AR) é uma doença autoimune de origem desconhecida caracterizada por poliartrite inflamatória simétrica e causa morbidade significativa na população em geral. O ombro é uma das regiões mais afetadas em estágios avançados da doença. A Inteligência Artificial (IA) é um campo interdisciplinar e suas técnicas estatísticas e algoritmos complexos têm sido aplicadas com sucesso em diversas áreas, incluindo a medicina, a biologia, a robótica e a análise de dados em geral. Justificativa: O uso de IA para o manejo de diversas condições clínicas, como a AR, tem ganhado popularidade na pesquisa científica, entretanto, há uma lacuna na literatura quanto à aplicação dessas técnicas para descobrir potenciais disfunções do paciente com AR, especificamente nos ombros ou membros superiores. Objetivos: investigar quais fatores podem ser considerados preditores de declínio funcional, tendo como variáveis dependentes a dinamometria e o questionário Quick-DASH, nos primeiros 5 anos e após de 5 anos de AR diagnosticada e durante a atividade ou remissão da AR. Materiais e métodos: este trabalho será desenvolvido utilizando uma base de dados de pacientes com diagnóstico de AR (n=135) e controles sem AR (n=50). Os critérios de inclusão foram: idade maior ou igual a 18 anos e diagnóstico confirmado de AR; e os critérios de exclusão foram: outras doenças autoimunes; doenças que pudessem interferir nos sintomas da AR, como fibromialgia; e infecções crônicas, como doença de Chagas, hepatites B e C, sífilis e SIDA. As variáveis presentes no banco de dados são sexo, idade, IMC, medicações em uso, atividade e tempo da doença, EVA de dor, presença de artrite, testes específicos para síndrome do impacto e para integridade dos tendões do manguito rotador, avaliação de ADM, comorbidades (doenças crônicas não-transmissíveis), FR e anti-CCP. Os modelos de IA utilizados serão Análise Fatorial, Árvore de Decisão e Regressão Linear, por meio da Linguagem R.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Larissa Chacon Finzeto

  • 2023 – presentePesquisa

    Desenvolvimento de software educacional para ensino de Reumatologia a alunos de medicina e médicos generalistas

    Em andamento

    Introdução: Sintomas musculoesqueléticos estão entre as principais causas de procura por atendimento médico no nível primário de assistência à saúde, entretanto, médicos generalistas frequentemente demonstram baixo nível de confiança na abordagem desses sintomas, ocasionando uma alta proporção de encaminhamento incorretos para serviços especializados em reumatologia. A incorporação de métodos alternativos em educação médica, apoiada pelo desenvolvimento tecnológico, pode ser uma tática útil no enriquecimento dos resultados de aprendizado de alunos de medicina e médicos generalistas. Objetivo: Desenvolver um aplicativo para celulares e tablets em formato de jogo de perguntas e respostas sobre conteúdos básicos em Reumatologia que o médico generalista deve conhecer. Materiais e Métodos: Será concebido um aplicativo com proposta de promoção de educação médica em Reumatologia. Será elaborado um plano perguntas e respostas a ser desenvolvido na forma de um jogo. Neste jogo, o jogador avançará para a pergunta seguinte ao responder corretamente. Após cada resposta aparecerá uma janela (pop-up) com a explicação teórica do conteúdo abordado na questão. O jogo terá 10 fases, com 10 perguntas por fase. A progressão do jogo seguirá a seguinte sequência: anamnese, exame físico, exames subsidiários, hipóteses diagnósticas e proposição de tratamentos. Ao término de cada fase o jogador receberá uma tela com avaliação agrupada de seu desempenho e os tópicos em que deve empregar tempo de estudo. Além do texto explicativo em janela após cada pergunta, ao final de cada fase haverá um texto, opcional, de aprofundamento teórico e teórico-prático, com imagens e exemplos de aplicação do conhecimento em casos clínicos. Após a definição das perguntas e fases, um mapa na forma de fluxograma será enviado a desenvolvedores de jogos para, em conjunto, realizarmos a gameficação do material.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Letícia Góes Gitaí Fernandes

  • 2023 – presentePesquisa

    AVALIAÇÃO DOS NÍVEIS DE GDF-15 NO LÍQUIDO SINOVIAL EM ARTROPATIAS CRÔNICAS

    Em andamento

    Introdução: O líquido sinovial (LS) é um fluido viscoso, composto por transudato plasmático. Nas doenças articulares, a composição, volume e viscosidade do LS sofrem alterações. A análise do LS tem importância para o diagnóstico e para avaliar atividade de doenças articulares. O fator de crescimento/diferenciação-15 (GDF-15) é um membro da família do fator de crescimento beta (TGF-beta), cuja concentração plasmática está diretamente relacionada a maior atividade articular na artrite reumatoide (AR). Estudos sobre a concentração de GDF-15 no LS nas diversas artropatias ainda são escassos. Objetivo: Quantificar e comparar os níveis de GDF-15 no LS de diferentes doenças reumáticas comumente classificadas nos três grupos de LS: não inflamatório (osteoartrite), inflamatório (AR, espondiloartrites, gota e pseudogota) e séptico (artrite séptica). Pacientes e métodos: serão recrutados pacientes que necessitem de análise do LS e tiverem, suspeitos ou confirmados, um dos seguintes diagnósticos: osteoartrite primária, AR, espondiloartrite, gota, pseudogota ou artrite séptica. Serão avaliados quanto a variáveis demográficas, presença de comorbidades e medicações em uso. A análise do LS constará de contagem diferencial de leucócitos e exame a fresco sob microscopia óptica com luz polarizada para pesquisa de cristais. Alíquota do LS será utilizada para quantificação de GDF-15 por ELISA. A comparação entre os grupos será realizada através de ANOVA ou do teste de Kruskall-Wallis e p<0,05 será considerado para significância estatística.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Fernanda Lourenço Macagnani

  • 2023 – presentePesquisa

    Avaliação de imunocompetência e fatores de risco para infecções em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico

    Em andamento

    Introdução: O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica, de etiologia multifatorial, com manifestações pleiomórficas e heterogêneas. Nos últimos anos, com a evolução do conhecido da fisiopatologia da doença e possibilidades terapêuticas, houve um significativo aumento da sobrevivência dos pacientes com LES. Apesar disso, a mortalidade é cerca de 3 a 5 vezes maior do que a população geral. Pacientes com LES são mais vulneráveis a infecções, as quais são responsáveis por 30-50 da morbimortalidade, sendo uma das principais causas de hospitalização. Essa predisposição decorre de alterações em diferentes componentes do sistema imunitário. Além disso, o uso de glicocorticoide e drogas imunossupressoras constituem fator de risco adicional para infecções. Objetivo: Avaliar a imunocompetência nos pacientes com LES em diferentes fases da doença e sob diferentes tratamentos, assim como, determinar fatores de risco clínicos e laboratoriais para infecção. Material e método: Trata-se de um estudo do tipo caso-controle, com amostragem de conveniência. Serão recrutados 120 pacientes portadores de LES seguidos no Ambulatório de reumatologia do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e 40 indivíduos controle saudáveis. Todos os pacientes deverão preencher os critérios de classificação do ACR, ter idade entre 18-60 anos e não apresentar comorbidades que possam interferir na imunocompetência. Será realizado caracterização clínica através de revisão de prontuário. Para avaliar imunidade humoral, será realizado o teste do nitroazul de tetrazólio (NBT), dosagem das imunoglobulinas (IgA, IgM e IgG), eletroforese de proteínas, determinação dos componentes C3 e C4 do sistema complemento e quantificação de citocinas. Avaliaremos, ainda, a presença de armadilhas extracelulares de neutrófilos (NETs) no soro. Os pacientes serão agrupados de acordo com a atividade da doença e terapia imunossupressora em 5 grupos (diagnóstico recente de LES não tratado; LES em remissão apenas com antimalárico; LES em remissão com drogas imunossupressoras; LES ativo com drogas imunossupressoras; LES em vigência de infecção).

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Lara Berlofa Scrocaro, Carlos Roberto de Faria Júnior

  • 2022 – presentePesquisa

    AVALIAÇÃO DA ELETROFORESE DE PROTEÍNAS COMO FERRAMENTA DIAGNÓSTICA EM HOSPITAL TERCIÁRIO

    Em andamento

    Introdução. A eletroforese de proteínas séricas (EFP) é um método laboratorial simples e acessível, usado para separar em frações e quantificar as proteínas presentes no soro, com base nas suas cargas elétricas. Em um campo elétrico as proteínas com cargas negativas migram em direção à extremidade positiva (ânodo) e se separam de acordo com a carga. No soro humano, podem ser distinguidos dois grupos de proteínas: albumina e globulinas. A albumina tem maior carga negativa e por isso percorrerá maior distância. No total, são vistas 5 bandas distintas na eletroforese de proteínas: albumina, alfa 1 globulina, alfa 2 globulina, betaglobulina e gamaglobulina. Uma elevação ou decréscimo de cada uma das cinco bandas identificadas na eletroforese de proteínas caracteriza padrões que podem ser relacionados com algumas doenças específicas ou grupos de doenças e, dessa forma, tornar-se uma ferramenta útil para a suspeição clínica e orientação de uma investigação diagnóstica. Objetivos. Avaliar a frequência das alterações encontradas na EFP que geraram hipóteses ou contribuíram para uma definição diagnóstica, além de correlacionar as alterações encontradas em cada banda da EFP com uma doença específica e dessa forma avaliar potenciais marcadores diagnósticos ou prognósticos a serem estudados futuramente. Métodos. Serão avaliados todos os exames de EFP colhidos no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP, no período de 01/01/2018 a 31/12/2021. A partir dos resultados de EFP, serão incluídos pacientes com alteração na EFP e idade maior que 18 anos, sendo excluídos os pacientes que não tiveram seguimento por no mínimo um ano na clínica que solicitou o exame. Os pacientes selecionados serão avaliados quanto a dados demográficos, diagnósticos prévios, hipóteses diagnósticas no momento da solicitação da EFP e diagnósticos posteriores, se relacionados com a realização da EFP. As EFP serão avaliadas em relação a alterações nas formas e na quantificação proteica em cada uma das bandas retratadas na EFP. Pretendemos obter 5 grupos de indivíduos, de acordo com alterações em cada uma das 5 bandas da EFP.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Isabela Botelho Lopes Bueno

  • 2022 – presentePesquisa

    Registro Latino-Americano de Pacientes Reumáticos em Tratamento com Inibidores de JAK (PREJAK)

    Em andamento

    Existem poucos dados sobre a segurança e efetividade dos JAKi na América Latina. Este registro proporcionará dados confiáveis sobre o uso do JAKi na América Latina, pois será um estudo prospectivo com uma seleção adequada dos reumatologistas pesquisadores e dos centros participantes. Como o estudo será feito pela Unidade de Pesquisa da PANLAR, poderá ser considerado independente e com baixo risco de viés. Em breve, considerável número de biossimilares dos JAKi originais estarão disponíveis na América Latina, portanto, é importante manter o acompanhamento da segurança e efetividade destas medicações na vida real.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Marcela Cavichioli Giannini, Natália Brasil do Amaral, Gilda Aparecida Ferreira

  • 2021 – 2023Pesquisa

    ÍNDICES DERIVADOS DE PARÂMETROS HEMATIMÉTRICOS COMO BIOMARCADORES NA ARTRITE REUMATOIDE

    Concluído

    Na artrite reumatoide (AR), o tratamento precoce e guiado por metas vem sendo enfatizado na literatura mundial como importante estratégia para minimizar perdas funcionais do aparelho locomotor e prejuízo global de saúde gerados pela doença. Biomarcadores podem ser úteis para auxiliar decisões terapêuticas, agilizando a identificação de pacientes com menor chance de resposta à terapia inicial e de pacientes com resposta insatisfatória ao tratamento. Índices derivados de parâmetros hematimétricos (IH) já foram bem estabelecidos como biomarcadores em malignidades e doenças cardiovasculares e têm sido estudados na avaliação de doenças reumáticas. Esse estudo pretende avaliar diferentes IH como candidatos a biomarcadores de predição de resposta ao uso de metotrexato (MTX) em pacientes com AR e de avaliação como biomarcadores de atividade da AR. Propõe-se uma avaliação retrospectiva dos registros médicos de pacientes portadores de AR acompanhados nos ambulatórios da Disciplina de Reumatologia do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, HCRP/ USP, no período de 01/01/2010 a 01/04/2021. Os IH serão obtidos do hemograma pré-tratamento e seis meses após instituição do tratamento com MTX, momento em que a amostra dos pacientes será subdividida em respondedores e não-respondedores ao tratamento. Para avaliar a possibilidade de biomarcadores de predição de resposta, os IH serão comparados nos grupos de respondedores e não respondedores ao MTX antes do tratamento. A análise da correlação entre o DAS28 e os IH em qualquer momento do seguimento será utilizada para avaliação destes como biomarcadores de atividade da doença.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Paulo Louzada Júnior, Leticia Cezar Araujo

  • 2021 – presentePesquisa

    Avaliação de NETs no plasma de pacientes com as formas moderada e grave da doença causada pelo novo coronavírus-2019 (COVID-19) tratados ou não com colchicina

    Em andamento

    Introdução. A doença por coronavírus de 2019 (COVID&#8208;19), causada pelo coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2), tornou-se um importante problema de saúde em todo o mundo. Idosos e indivíduos com doenças crônicas constituem o grupo de maior risco para as formas moderadas e graves da doença e para o desenvolvimento de síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA). Não há tratamento específico para a doença por COVID-19, sendo este de suporte quando os pacientes apresentam pneumonia com necessidade de internação hospitalar. Foi mostrado em ensaio clínico controlado por placebo e duplo-cego desenvolvido pelo nosso grupo na Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto (USP RP) que o uso da colchicina nos casos de moderados e graves de COVID-19 levou a redução do tempo de oxigenioterapia suplementar e redução do tempo de internação hospitalar, sem ocorrência de eventos adversos graves. Foi demonstrado também que as NETs (do inglês, NETs ? neutrophil extracellular traps) estão presentes em grande quantidade no plasma dos pacientes com COVID-19 em comparação com saudáveis e que as concentrações destas nas secreções de vias aéreas de pacientes graves era uma dezena de vezes maior que as concentrações plasmáticas. Objetivos. Quantificar as NETs no plasma de pacientes com COVID-19 tratados e não tratados com colchicina. Avaliar se as concentrações séricas de NETs podem ser biomarcadores dos desfechos clínicos nos pacientes com COVID-19.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Fernando de Queiroz Cunha, Louzada-Júnior, P., VERAS, FLAVIO PROTASIO, Ayda Henrique Schneider, Natalia Brasil Amaral

  • 2020 – presentePesquisa

    Avaliação de NETose em pacientes portadores de nefrite lúpica

    Em andamento

    Introdução: O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune crônica, com ampla variedade de manifestações clínicas, acometendo predominantemente mulheres (90%) em idade fértil. Dentre as manifestações da doença, a nefrite, causa de importante morbimortalidade, ocorre com maior frequência em indivíduos mais jovens e frequentemente necessita terapia imunossupressora agressiva. No contexto da fisiopatologia do LES, a formação de NETs (Neutrophil Extracellular Traps), conhecida como NETose, tem ganhado importância por seu potencial de agravar o dano endotelial. Além disso, as NETs podem ser fonte de autoantígenos com potencial indução de quebra da tolerância e desenvolvimento ou agravamento da doença. Dessa forma, a avaliação da formação de NETs na circulação pode ser um indicador útil de atividade da doença e de lesão tecidual. Objetivo: Avaliar a NETose em pacientes com nefrite lúpica em diferentes fases da doença, correlacionando-a com o grau de atividade da doença e a resposta à terapêutica. Pacientes e métodos: tratar-se-á de estudo longitudinal prospectivo, com amostragem de conveniência. Serão avaliados pacientes recém-diagnosticados com LES, com idade de 18 a 60 anos. Os pacientes serão divididos em dois grupos: o primeiro de indivíduos portadores de LES com nefrite e o segundo por portadores de LES sem nefrite. Haverá um terceiro grupo, de indivíduos saudáveis. A ocorrência de NETose será avaliada nos três grupos à inclusão no estudo e novamente após definição de resposta ao tratamento imunossupressor, nos dois grupos de pacientes. A avaliação de atividade do LES será feita através do escore SLEDAI. A avaliação da NETose será feita pelo método de ELISA, através da pesquisa de remanescentes de NET, como DNA livre celular e complexos DNA-MPO.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), SAULO MUSSE DIB

  • 2020 – 2020Pesquisa

    Ensaio clínico randomizado para o tratamento de casos moderados a graves da doença causada pelo novo coronavírus-2019 (COVID19) com cloroquina e colchicina

    Concluído

    Introdução. A doença por coronavírus de 2019 (COVID&#8208;19), causada pelo coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2), tornou-se importante problema de saúde em todo o mundo. As manifestações clínicas mais frequentes incluem febre, tosse, fadiga, expectoração, dispneia, dor na orofaringe e cefaleia. Idosos e indivíduos com doenças crônicas constituem o grupo de maior risco para as formas moderadas e graves da doença e para o desenvolvimento de síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA). O diagnóstico baseia-se na epidemiologia, presença de febre e sintomas respiratórios, exame de imagem dos pulmões (infiltrado em vidro fosco na tomografia computadorizada) e detecção de RNA viral por RT-PCR (reação em cadeia de polimerase com transcriptase reversa) em secreções das vias aéreas. Não há tratamento específico para a doença por COVID-19, sendo este de suporte quando os pacientes apresentam pneumonia com necessidade de internação hospitalar. Alguns locais no mundo todo estão estudando o uso de cloroquina (CQ) como possível terapia, com alguns relatos de sucesso. Mesmo que não tenhamos uma terapia específica que atue diretamente no vírus, são justificáveis tentativas que ou diminuam a multiplicação viral, como parece ser o caso da cloroquina, ou diminuam a magnitude da resposta inflamatória sistêmica. Propomos, também, o uso da colchicina (COL) como intervenção racional, com potencial de eficácia e diminuto risco de eventos adversos, nos casos de SARS-CoV-2, com intuito de diminuir o processo inflamatório sistêmico, em especial o pulmonar. Objetivos. Avaliar eficácia e segurança do uso da cloroquina e da colchicina no tratamento de pacientes com SARS-CoV-2 que necessitem de tratamento hospitalar; traçar perfil clínico e laboratorial dos casos de SARS-CoV-2 hospitalizados em nosso meio e avaliar carga viral em secreções das vias aéreas, na admissão e durante evolução. Pacientes e métodos. Será um estudo prospectivo, duplo-cego, para avaliar 60 pacientes internados por SARS-CoV-2, com randomização simples em dois grupos: um que receberá cloroquina e placebo (Grupo CQ-PCB; n=30; dose de CQ de 45 ? 65 mg/kg em 10 dias) e outro grupo que receberá cloroquina e colchicina (Grupo CQ-COL; n=30; mesma esquema de doses de CQ mais COL na dose de 0,015-0,033 mg/kg/dia por 5 dias, seguido de 0,012-0,020 mg/kg/dia por 5 dias, num total de 10 dias). Serão coletadas amostras de soro ? para avaliação de citocinas, caspases extracelulares e análise metabolômica ? e secreção de vias aéreas ? para carga viral e NETose ? na admissão e nos dias 2 ou 3, 5, 7, 10 e 14 de internação. Consideraremos os seguintes desfechos primários: clareamento do RNA viral nas secreções de vias aéreas, necessidade e tempo de suporte ventilatório não-invasivo e invasivo, tempo de internação, tempo de permanência em UTI e taxa de óbito. Como desfechos secundários, observaremos: frequência de eventos adversos e frequência de interrupção do uso de CQ e/ou COL por evento adverso.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Louzada-Júnior, P., BONJORNO, LETÍCIA PASTORELLI, VILAR, FERNANDO, SANTANA, RODRIGO, Maria Isabel Fernandes Lopes

  • 2020 – 2022Pesquisa

    Ensaio clínico controlado, aberto, para o tratamento de casos moderados a graves da doença causada pelo novo coronavírus-2019 (COVID-19) com colchicina

    Concluído

    Introdução. A doença por coronavírus de 2019 (COVID&#8208;19), causada pelo coronavírus 2 da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-2), tornou-se importante problema de saúde em todo o mundo. As manifestações clínicas mais frequentes incluem febre, tosse, fadiga, expectoração, dispneia, dor na orofaringe e cefaleia. Idosos e indivíduos com doenças crônicas constituem o grupo de maior risco para as formas moderadas e graves da doença e para o desenvolvimento de síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA). O diagnóstico baseia-se na epidemiologia, presença de febre e sintomas respiratórios, exame de imagem dos pulmões (infiltrado em vidro fosco na tomografia computadorizada) e detecção de RNA viral por RT-PCR (reação em cadeia de polimerase com transcriptase reversa) em secreções das vias aéreas. Não há tratamento específico para a doença por COVID-19, sendo este de suporte quando os pacientes apresentam pneumonia com necessidade de internação hospitalar. Mostramos, em ensaio clínico controlado por placebo e duplo-cego, que o uso da colchicina nos casos de moderados e graves de COVID-19 levou a redução do tempo de oxigenioterapia suplementar e redução do tempo de internação hospitalar, sem ocorrência de eventos adversos graves. Objetivos. Avaliar eficácia e segurança do uso da colchicina no tratamento de pacientes com COVID-19 que necessitem de tratamento hospitalar. Pacientes e métodos. Será um estudo prospectivo, controlado e aberto, para avaliar 100 pacientes internados por COVID-19, tratados com colchicina na dose de 0,015-0,033 mg/kg/dia por 5 dias, seguido de 0,012-0,020 mg/kg/dia por 5 dias, num total de 10 dias. Como grupo controle, revisaremos os dados clínicos de 100 pacientes hospitalizados por COVID-19 nos 45 dias anteriores, que preencham os mesmos critérios de inclusão e exclusão do grupo de tratamento. Dos pacientes que receberão colchicina, serão coletadas amostras de soro e plasma ? para avaliação de citocinas, caspases extracelulares e NETose, além de análise metabolômica ? na admissão e nos dias 2 ou 3, 5, 7, 10 e 14 de internação. Consideraremos os seguintes desfechos primários: necessidade e tempo de suporte ventilatório não-invasivo e invasivo; tempo de internação; tempo de permanência em UTI; taxa de óbito; frequência e natureza de eventos adversos e frequência de interrupção do tratamento por evento adverso.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Louzada-Júnior, P., Valdes R Bollela, Rodrigo de Carvalho Santana, LOPES, MARIA ISABEL FERNANDES, GIANNINI, MARCELA CAVICHIOLI, VILAR, FERNANDO, Letícia Pastorelli Bonjorno +1 integrantes

  • 2020 – presentePesquisa

    Investigação dos níveis séricos de survivina como possível biomarcador de distinção entre doenças linfoproliferativas, infecciosas e autoimunes

    Em andamento

    Introdução: Doenças sistêmicas com apresentação clínica similar, embora com mecanismos fisiopatológicos diferentes, fazem parte da rotina de hospitais terciários e, apesar dos recursos laboratoriais e de imagem atuais, diferenciar doenças autoimunes, linfoproliferativas e infecciosas ainda constitui um grande desafio, podendo implicar em investigações longas e dispendiosas. A determinação dos níveis séricos de survivina nestes três grandes grupos de doenças tem potencial para ser ferramenta de diagnóstico diferencial, com vantagens como metodologia rápida, reprodutível e de baixo custo. Trata-se de proteína intracelular responsável pela inibição da apoptose, com uso já estabelecido na oncologia para avaliação de progressão tumoral. Na reumatologia, vem sendo estudada e implicada na fisiopatologia das doenças autoimunes, onde a resistência à apoptose é importante para perpetuação da quebra da tolerância imune. Quanto às doenças infecciosas, não há relatos na literatura quanto à dosagem dessa proteína. Objetivo: Dosar os níveis séricos de survivina em pacientes com doença sistêmica cujo diagnóstico diferencial se faça entre doenças reumáticas autoimunes, linfoproliferativas e infecciosas, comparando com os níveis séricos de controles saudáveis. Caracterizar clinicamente os pacientes alocando-os em um dos três grupos de doenças (reumáticas autoimunes, linfoproliferativas e infecciosas) e avaliar a capacidade de distinção entre tais grupos pela dosagem sérica de survivina. Pacientes e método: Serão avaliados 120 pacientes internados para investigação etiológica pelo serviço de reumatologia do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto da FMRP-USP ou avaliados em interconsultas à reumatologia, solicitadas pelas equipes de hematologia ou moléstias infecciosas, quando houver suspeição de doença reumática autoimune. Será também avaliado um grupo controle, composto de 40 indivíduos saudáveis, pareados por sexo e idade, se possível. Uma amostra de 1 mL do soro dos pacientes será armazenado a - 80°C no Laboratório de Imunologia Clínica do HCRP-FMRP-USP até os ensaios de ELISA sanduíche para dosagem de survivina (Human Total Survivin DuoSet IC ELISA DuoSet®).

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Samara Libich Gusmão Gigante

  • 2020 – 2023Pesquisa

    Avaliação de NETose em indivíduos com resultados verdadeiro e falso positivos para ANCA

    Concluído

    Introdução: Os Anticorpos Anti-citoplasma de Neutrófilos (ANCA) agem contra constituintes citoplasmáticos de neutrófilos, sendo capazes de estimular estas células a produzir compostos reativos de oxigênio e a liberar enzimas líticas. A pesquisa do ANCA auxilia o diagnóstico das vasculites associadas ao ANCA (VAA), sendo encontrado também em outras doenças autoimunes, algumas infecções e neoplasias. Estudos sugerem que os ANCAs podem ser responsáveis pela ativação da formação de armadilhas extracelulares de neutrófilos (NET) em pacientes com vasculite autoimune. As NETs são redes de estruturas do DNA com componentes granulares, histonas e proteínas citoplasmáticas. Justificativa: A NETose possui conhecida correlação com a atividade de doença nas VAA, além de associação com a formação dos próprios ANCAs. Porém, não se sabe se há correlação da NETose com o ANCA falso positivo (que ocorre, por exemplo, em infecções e neoplasias). Determinar se há associação entre a ocorrência de NETose e o ANCA falso positivo pode auxiliar no diagnóstico diferencial entre as VAA e os demais grupos de doenças. Objetivos: Avaliar quantitativamente a ocorrência de NETose em grupos de indivíduos verdadeiro e falso positivos para ANCA, comparando-os entre si; avaliar se os valores encontrados de NETose são capazes de distinguir pacientes com relação ao diagnóstico. Pacientes e métodos: Estudo prospectivo, com amostragem de conveniência. A partir dos resultados positivos para detecção de ANCA por imunofluorescência indireta, os pacientes e/ou seus prontuários serão avaliados, sendo então subdivididos em 4 grupos, de acordo com o diagnóstico: pacientes com VAA; pacientes com outra doença autoimune; pacientes com doença infecciosa; e pacientes com doença neoplásica. A produção de NETs será avaliada por ELISA, através da pesquisa de remanescentes de NETs (neste caso, o DNA livre celular), além da pesquisa de complexos DNA-mieloperoxidase (MPO).

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), PÂMELLA INDIRA DA SILVA OLIVEIRA MENEZES

  • 2020 – 2023Pesquisa

    INFLUÊNCIA DA ATIVIDADE E DO TEMPO DA DOENÇA NA AVALIAÇÃO CLÍNICA E CARACTERIZAÇÃO FUNCIONAL DOS OMBROS DE PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE

    Concluído

    Introdução: a artrite reumatoide (AR) caracteriza-se por inflamação sinovial crônica e progressiva, sendo mais comum na população adulta e predominando em mulheres. O ombro é a maior articulação do membro superior e foi descrito como um dos três locais mais comuns de dor na comunidade, sendo a AR um fator de risco para prejuízo de sua função, como consequência da sinovite. Objetivos: avaliar a ocorrência de sintomas e a presença de sinais ao exame físico nos ombros de pacientes com AR independente da fase e do grau de atividade da doença; avaliar ocorrência e magnitude de incapacidade nos membros superiores desses pacientes. Metodologia: serão recrutados pacientes com AR com idade maior ou igual a 18 anos, diagnosticados segundo critérios ACR/EULAR de 2010, em seguimento regular nos ambulatórios de reumatologia do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Serão excluídos do estudo pacientes que apresentem outras doenças autoimunes; doenças que possam interferir nos sintomas da AR, como fibromialgia; e infecções crônicas, como doença de Chagas, hepatites B e C, sífilis e SIDA. Na presença de dor, o paciente deverá caracterizá-la como constante, intermitente, recorrente, noturna ou desencadeada por movimento; além disso, será inquirido sobre quais recursos utiliza para reduzi-la ou cessá-la: gelo, calor, movimento/exercício, repouso, remédios ou infiltração. Os ombros dos pacientes serão examinados para a presença de edema, luxação, pontos-gatilho, hipotrofia, calor e/ou dor à mobilização passiva; serão também submetidos a seis testes específicos para avaliar o impacto e a integridade dos tendões do manguito rotador; a amplitude de movimento será avaliada por goniometria e a força, por meio de dinamometria manual digital; por fim, será aplicado questionário QuickDASH para avaliação da função do membro superior.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Sérgio Couto Luna de Almeida, Adriana Barone Moreira, Larissa Chacon Finzeto

  • 2019 – 2021Pesquisa

    Avaliação da concordância de diagnóstico das doenças reumáticas entre os níveis primário e terciário de atenção à saúde

    Concluído

    Introdução: Sintomas musculoesqueléticos são a principal causa de procura por atendimento médico no nível primário de assistência à saúde, onde os médicos frequentemente expressam baixo nível de confiança na capacidade de diagnosticar e tratar doenças reumáticas. &#10;Objetivo: Avaliar a concordância de diagnóstico das doenças reumáticas entre os níveis primário e terciário de atenção à saúde através da comparação entre o diagnóstico presente nas Guias de Referência do SUS e o diagnóstico obtido pela equipe de reumatologia de um serviço terciário de referência. &#10;Materiais e Métodos: Serão comparados os diagnósticos das Guias de Referência do SUS com aqueles obtidos por médicos residentes em reumatologia e reumatologistas seniores de um serviço de referência, para pacientes triados no período de agosto de 2018 a agosto 2019. Sensibilidade (S), especificidade (E), valor preditivo positivo (VPP) e coeficiente Kappa (k) foram obtidos tendo como padrão-ouro a avaliação dos reumatologistas seniores.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Maria Eugenia Farias Teixeira

  • 2018 – 2022Pesquisa

    AVALIAÇÃO DOS NÍVEIS DE SURVIVINA NO LÍQUIDO SINOVIAL DE PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE E CORRELAÇÃO COM ARMADILHAS EXTRACELULARES DE NEUTRÓFILOS.

    Concluído

    Artrite reumatoide (AR) é uma doença crônica de natureza inflamatória caracterizada pelo acometimento simétrico das articulações periféricas. Um dos fatores que podem ser implicados na gênese da doença e na falha do tratamento instituído é a resistência à apoptose das células que compõem o infiltrado inflamatório sinovial, conhecido como pannus. O estudo de marcadores de gravidade e falha terapêutica, como a proteína anti-apoptótica survivina, vem ganhando destaque. Realizaremos um estudo transversal observacional em pacientes com AR seguidos em um ambulatório de nível terciário. Serão selecionados 30 pacientes de ambos os sexos com indicação de punção articular para análise do líquido sinovial ou realização de tratamento intra-articular. Neste grupo avaliaremos no líquido sinovial os níveis de survivina e a formação de armadilhas extracelulares de neutrófilos (NETs, do inglês Neutrophil Extracellular Traps). Para comparação, serão estudados os líquidos sinoviais de 30 indivíduos com osteoartrite (OA) que necessitarão de punção articular para análise de líquido sinovial ou tratamento intra-articular. Os objetivos do projeto são: avaliar se há diferenças entre os grupos de pacientes com AR e OA com relação aos parâmetros avaliados (survivina e NET); se há correlação entre atividade da doença e os valores de survivina e a ocorrência de NET no líquido sinovial dos pacientes do grupo AR.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), SOUZA, FLÁVIO FALCÃO LIMA

  • 2017 – 2020Pesquisa

    Avaliação da relação entre ligantes endógenos do receptor de hidrocarbonetos de arila em pacientes com artrite reumatoide e a atividade da doença

    Concluído

    A artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica que acomete as articulações&#10;sinoviais, levando a hiperplasia da sinóvia (pannus), associada a intenso infiltrado de células do&#10;sistema imune. A fisiopatologia da AR ainda não é completamente entendida. Acredita-se que o&#10;desequilíbrio entre Th17 e Treg seja evento importante na autoimunidade na AR, e que ao menos&#10;em parte o processo possa ser influenciado pela ativação do receptor de hicrocarbonetos de arila&#10;(AhR). Entre os ligantes naturais do AhR estão as quinureninas (KYN), produtos do metabolismo&#10;do triptofano (TRP), cuja primeira enzima da via é a indoleamina 2,3-dioxigenase 1 (IDO). A&#10;ação da IDO, resultando em depleção de TRP, com consequente redução da relação KYN/TRP,&#10;parece ter efeito na regulação da autoimunidade. Ligante do complexo de ligação com AhR, a&#10;survivina é membro da família de proteínas inibidoras de apoptose, tendo sido encontrada em&#10;níveis elevados no líquido sinovial e no plasma de pacientes com AR. A resistência da AR aos&#10;diversos tratamentos disponíveis é uma preocupação, individualmente e em termos de saúde&#10;pública, pois a incapacidade de escolha da melhor droga para cada paciente retarda o controle do&#10;processo inflamatório e onera o Sistema Único de Saúde (SUS). A busca por métodos baratos e&#10;de simples execução que possibilitem individualizar a terapêutica em escala populacional é&#10;imperativa. Nossa meta é a caracterização plasmática de vias moleculares envolvidas na&#10;fisiopatologia da AR e, possivelmente na determinação de resposta à terapêutica, em situação da&#10;vida real de atendimentos aos pacientes do SUS. Propomos um estudo transversal com 220&#10;pacientes de AR, onde se pretende avaliar se há relação entre os níveis plasmáticos de survivina,&#10;a relação plasmática KYN/TRP e a atividade da AR em indivíduos nunca tratados e naqueles já&#10;submetidos a um ou mais tratamentos para a doença. Os tratamentos envolverão todas as classes&#10;de medicamentos disponíveis no Programa de Alto Custo do SUS. Através de um conjunto de&#10;dados clínico-laboratoriais de uso na prática diária somado aos resultados dos estudos moleculares&#10;propostos, teremos um painel que avaliará o processo inflamatório da AR e, esperamos, permitirá&#10;a tomada de decisões com maior probabilidade de sucesso.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Louzada-Júnior, P., CUNHA, THIAGO M., Isabela de Araujo Santos, ALMEIDA, SERGIO C. L., LOBO, PATRICIA R.

  • 2015 – 2019Pesquisa

    Artrite Reumatoide na Vida Real no Brasil - Estudo Multicêntrico

    Concluído

    Descrever as características demográficas, clínicas e o padrão de tratamento de pacientes brasileiros com AR, avaliar a aderência dos mesmos ao seu tratamento e estimar o impacto dessa doença na qualidade de vida e na capacidade funcional e laboral desses pacientes. Estudo de coorte prospectivo, que descreverá as características demográficas, clínicas, laboratoriais, radiográficas, terapêuticas, de qualidade de vida e de aderência ao tratamento de pacientes com AR, acompanhados por um período de seguimento de 12 meses. Serão incluídos 100 pacientes de cada um dos 13 centros participantes.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, LOUZADA-JÚNIOR, PAULO (Responsável), Isabela de Araujo Santos

  • 2015 – 2018Pesquisa

    ANÁLISE DO POLIMORFISMO DO GENE DA INDOLEAMINE 2,3-DIOXYGENASE 1 (IDO1) EM PACIENTES COM ARTRITE REUMATÓIDE

    Concluído

    O estudo tem por objetivo avaliar o polimorfismo genético da IDO 1, bem como a atividade desta enzima em pacientes com AR. Para isto, propomos um estudo transversal com avaliação de 200 pacientes com diagnóstico de AR em seguimento nos ambulatórios da disciplina de Reumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, dos quais serão coletados dados clínico-laboratoriais e amostras de sangue. Estas serão utilizadas para extração de DNA genômico para análise de polimorfismo e de plasma para dosagem de TRP e KYN. A relação KYN/TRP será utilizada para avaliar a atividade da IDO e então relacioná-la a dados clínicos, laboratoriais e quanto à associação ao polimorfismo genético da IDO1

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Sérgio Couto Luna de Almeida, Louzada-Júnior, P. (Responsável), CUNHA, THIAGO M., LOBO, PATRICIA R.

  • 2011 – 2013Pesquisa

    DETERMINAÇÃO DA CAPACIDADE FAGOCÍTICA E DA PRODUÇÃO DE COMPOSTOS REATIVOS DE OXIGÊNIO E CITOCINAS PRÓ-INFLAMATÓRIAS POR NEUTRÓFILOS DE PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE EM DIFERENTES FASES DA DOENÇA E SOB DIFERENTES TRATAMENTOS

    Concluído

    A artrite reumatóide (AR) é doença autoimune crônica, de etiologia desconhecida, acometendo primordialmente as articulações sinoviais. Na etiopatogenia tomam parte as respostas imunes humoral e celular, através da ação de linfócitos autorreativos e de um ambiente inflamatório decorrente da produção aumentada de citocinas proinflamatórias. A destruição tecidual é promovida, entre outros, por enzimas e compostos reativos de oxigênio, em grande parte produzidos por neutrófilos ativados. O tratamento da doença baseia-se grandemente no uso de metotrexato e bloqueadores do TNF. Há poucos estudos sobre as funções dos neutrófilos do sangue periférico em pacientes com AR inicial, seja sem tratamento (doença ativa), seja sob as formas de tratamento habituais (com ou sem resposta ao tratamento).

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Paulo Louzada Júnior, Sérgio Couto Luna de Almeida, Raphael S Peres, Jhimmy Talbot, Fernado Queiroz Cunha, Josyanne Câmara de Araújo Lino, Heric Menezes Kobayashi

  • 2011 – 2013Pesquisa

    DETERMINAÇÃO DA TAXA DE APOPTOSE DE CÉLULAS LINFOMONONUCLEARES E DA PROPORÇÃO DAS DIFERENTES LINHAGENS DE LINFÓCITOS T DO SANGUE PERIFÉRICO DE PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE EM DIFERENTES FASES DA DOENÇA E SOB DIFERENTES TRATAMENTOS

    Concluído

    A artrite reumatóide (AR) é doença autoimune crônica, de etiologia desconhecida, acometendo primordialmente as articulações sinoviais. Na etiopatogenia tomam parte as respostas imunes humoral e celular, através da ação de linfócitos autorreativos e de um ambiente inflamatório decorrente da produção aumentada de citocinas proinflamatórias. É bem reconhecido o papel da resistência à apoptose pelas células sinoviais no processo de cronificação e destruição tecidual na AR. Nas últimas décadas é crescente o conhecimento sobre os subtipos de linfócitos T, surgindo dois tipos de interesse para as doenças autoimunes ? Th17 e Treg (célula T regulatória). Am primeira tem papel no desencadeamento do processo autoimune, perdendo inportância no decorrer na doença, enquanto que a segunda é de grande importância na prevenção de fenômenos autoimunes. Há indícios na literatura sobre a importância do balanço entre células Th17 e Treg na evolução da AR. Ainda não há estudo comparando as proporções celulares de linfócitos T e suas taxas de apoptose na AR inicial e sob os tratamentos mais utilizados para AR ? metotrexato e medicações anti-TNF.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira (Responsável), Paulo Louzada Júnior, Sérgio Couto Luna de Almeida, Raphael S Peres, Jhimmy Talbot, Fernado Queiroz Cunha, Josyanne Câmara de Araújo Lino, Heric Menezes Kobayashi

  • 2010 – 2012Pesquisa

    Avaliação da atividade supressora de linfócitos T reguladores (Tregs) em pacientes com artrite reumatoide refratários ao tratameto com Metotrexato

    Concluído

    As células T reguladoras (Tregs) são células envolvidas na manutenção da tolerância periférica por disporem de eficientes mecanismos supressores e, dessa forma, previnem o organismo do desenvolvimento da autoimunidade. Apesar do grande enfoque das Tregs no controle de diversas doenças auto-imunes, poucos trabalhos avaliam se falhas em seus mecanismos supressores contribuem com a patogênese dessas doenças, aqui objetivando investigar na Artrite Reumatóide (AR), uma doença autoimune associada ao padrão Th17. Nesse sentido, nosso interesse é focar a geração de adenosina, um potente modulador da resposta imune, como mecanismo de supressão de células Tregs CD4+CD39+ em pacientes artríticos não responsivos ao Metotexato (MTX); fármaco que mantém elevados os níveis de adenosina e comumente usado para o tratamento desta patologia. Dessa forma, espera-se que, esclarecendo como as células Tregs trabalham no sentido de suprimir a resposta efetora na AR, as quais previnem o paciente das lesões tissulares, possa abrir novas perspectivas para o desenvolvimento de intervenções terapêuticas mais fiáveis, nas quais podem interferir na gravidade e no quadro clínico da doença.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Sérgio Couto Luna de Almeida, Raphael S Peres, Jhimmy Talbot, CUNHA, FERNANDO Q., LOUZADA-JÚNIOR, PAULO (Responsável)

  • 2009 – 2011Pesquisa

    Papel do Receptor de Hidrocarbonetos de Arila (AhR) na artrite experimental e a influência de seus polimorfismos na evolução clínica da artrite reumatoide

    Concluído

    A artrite reumatóide (AR) é uma doença auto-imune inflamatória crônica que afeta aproximadamente 1% da população mundial, e é caracterizada pela in&#64257;ltração de células do sistema imune no espaço sinovial articular. A patogênese da AR envolve aumento da resposta inflamatória imune Th17 e uma disfunção nas células T reguladoras (Treg). Recentes estudos revelaram que a ativação do receptor de hidrocarbonetos de arila (AhR) exerce um papel dual na diferenciação das células Treg e Th17 e no desenvolvimento da encefalomielite experimental auto-imune, podendo reduzir ou exacerbar sua gravidade. Esta modulação dual é dependente do tipo de ligante que ativa o AhR. Demonstrou-se também que a ativação de AhR, além de participar da expressão de IL-17 e IL-22 em células Th17, aumenta também a expressão das citocinas pró-inflamatórias IL-8, IL-1beta e IL-6 em sinoviócitos. Em pacientes com AR foram encontrados altos níveis de expressão de AhR. No entanto, ainda não foi determinado o papel da ativação deste receptor no desenvolvimento tanto da artrite experimental como em humanos. O objetivo do presente trabalho é avaliar a participação da ativação do AhR na patogênese da AR. Para investigar os mecanismos envolvidos nesse efeito, será utilizado o modelo murino de artrite induzida por antígeno (AIA) e avaliada a possível relação dos polimorfismos genéticos no AhR com o desenvolvimento da AR em humanos. Estas variantes genéticas no AhR podem ser importantes marcadores prognósticos ou de susceptibilidade a AR.

    Equipe

    Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Sérgio Couto Luna de Almeida, Raphael S Peres, Jhimmy Talbot, Louzada-Junior, P. (Responsável), CUNHA, THIAGO M.

Orientações

11 de 11 orientações
Por página
  • Mestrado
    desde 2025
    Pedro Delghingaro Forti · Orientação
    Imunoglobulina humana intravenosa no tratamento de anemia hemolítica autoimune e plaquetopenia imune no lúpus eritematoso sistêmico: análise retrospectiva de eficácia e tempo até a resposta · Mestrado Profissional em Medicina · Medicina (USP.FMRP)
    Em andamento
  • Pós-doutorado
    desde 2025
    Flávio Falcão Lima de Souza · Orientação
    · Medicina (USP.FMRP)
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Gustavo de Carvalho Santos · Orientação
    AVALIAÇÃO DA HAPTOGLOBINA COMO FERRAMENTA DIAGNÓSTICA DE ANEMIA HEMOLÍTICA AUTOIMUNE EM PACIENTES COM LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO · Mestrado Profissional em Medicina · Medicina (USP.FMRP)
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Carlos Roberto de Faria Júnior · Orientação
    Avaliação de imunocompetência e fatores de risco para infecções em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico · Mestrado acadêmico · Medicina (USP.FMRP)
    Em andamento
  • Iniciação Científica
    desde 2024
    Natali Gregório da Silva · Orientação
    Avaliação da ocorrência de neoplasia de bexiga em pacientes tratados com pulsos de ciclofosfamida · Medicina · Medicina (USP.FMRP) · Bolsa Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2023
    Fernanda Lourenço Macagnani · Orientação
    AVALIAÇÃO DOS NÍVEIS DE GDF-15 NO LIQUIDO SINOVIAL EM ARTROPATIAS CRÔNICAS · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2023
    Larissa Chacon Finzeto · Orientação
    USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA INVESTIGAÇÃO DE VARIÁVEIS PREDITORAS DE PERDA DA FORÇA E DA FUNCIONALIDADE DOS OMBROS EM PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE · Doutorado · Medicina (USP.FMRP) · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Iniciação Científica
    desde 2023
    Lara Berlofa Scrocaro · Orientação
    Avaliação de imunocompetência e fatores de risco para infecções em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico · Medicina · Medicina (USP.FMRP) · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2022
    Francisco Hugo Rodrigues Gomes · Co-orientação
    Avaliação dos níveis séricos e expressão de survivina em pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico Juvenil e sua correlação com a gravidade da doença · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2021
    Natália Brasil do Amaral · Orientação
    Avaliação de NETs no plasma de pacientes com as formas moderada e grave da doença causada pelo novo coronavírus-2019 (COVID-19) tratados ou não com colchicina · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2020
    Saulo Musse Dib · Orientação
    Avaliação de NETose em pacientes portadores de nefrite lúpica · Medicina (Clínica Médica) · Universidade de São Paulo
    Em andamento

Bancas julgadoras

114 registros
114 de 114 bancas
Por página
  • 2025
    Djúlio César Zanin da Silva
    Simulando o microambiente na esclerose sistêmica: soro de pacientes transplantados e cultivo celular no estudo da inflamação e fibrose cutânea · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, CUNHA, LARISSA D., Maria Carolina Oliveira Rodrigues
    Doutorado
  • 2025
    Giuliana Martinelli Dotoli
    Desfechos clínicos de pacientes com esclerose sistêmica juvenil submetidos a transplante de células-tronco hematopoiéticas · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Blanca Bica, Luciana Martins Carvalho, Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Doutorado
  • 2025
    Aniela Maria Rodrigues
    Participação Das Armadilhas Extracelulares De Neutrófilos (Nets) E As Suas Relações Com A Gravidade Da Hidradenite Supurativa · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Briuno de Carvalho Fantini, Roberto Bueno Filho, Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2025
    Giuliana Martinelli Dotoli
    Desfechos Clínicos de Pacientes com Esclerose Sistêmica Juvenil submetidos a Transplante de Células Tronco Hematopoéticas · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Luciana Martins Carvalho, Luiz Guilherme Darrigo Junior
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2025
    Rildo Pinto da Silva
    Processamento de Linguagem Natural em Prontuários Eletrônicos Brasileiros: Da Anonimização à Predição de Desfechos Clínicos · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Renato Tinós, Valdair Francisco Muglia
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2025
    Bruno Bom Furlan
    DESENVOLVIMENTO DE FICHA PARA O ATENDIMENTO PADRONIZADO DE PACIENTES AMBULATORIAIS COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC) · Mestrado Profissional em Medicina · Medicina (USP.FMRP)Banca: Maíra Nilson Benatti, Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Rodrigo de Carvalho Santana
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Gustavo Santos Paiva Laender Moura
    Ensaio clínico randomizado: efeito da droga vegetal de Eclipta prostrata (L.) L. (Asteraceae) no ângulo de fase em adultos com obesidade grau I · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Anderson Marliere Navarro, Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Raphael Del Roio Liberatore Junior
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2025
    Concurso para médico Reumatologista - HCRP-FMRPUSP
    · Hospital das Clínicas de Ribeirão PretoBanca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Maria Carolina Oliveira Rodrigues, Fabiola Reis Oliveira
    Concurso público
  • 2025
    Concurso para Residência Médica - Clínica Médica
    · Medicina (USP.FMRP)Banca: Roberto Bueno Filho, Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Concurso público
  • 2025
    Concurso para Residência Médica - Especialidades
    · Medicina (USP.FMRP)Banca: Roberto Bueno Filho, Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Concurso público
  • 2025
    Concurso para Residência Médica - Reumatologia
    · Medicina (USP.FMRP)Banca: Roberto Bueno Filho, Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Concurso público
  • 2025
    Vasculites Sistêmicas Primárias
    · Universidade Estadual de CampinasBanca: Carmen Silvia Passos Lima, Célia Regina Garlipp, Ana Cristina de Medeiros Ribeiro, Maria Carolina Oliveira Rodrigues, Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Livre-docência
  • 2025
    Edital Programa Unificado de Bolsas 2025
    · Universidade de São PauloBanca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Outra
  • 2025
    Comissão Avaliadora do Prêmio CAPES de Teses - Medicina I
    · Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorBanca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Outra
  • 2024
    Paula Lima Bosi
    Avaliação do papel da proteína Anexina A1 na inflamação, lesão e disfunção tecidual da osteoartrite experimental · Ciências Biológicas (Fisiologia e Farmacologia) · Universidade Federal de Minas GeraisBanca: AMARAL, FLAVIO A., Vanessa Pinho da Silva, Soraia Macari, Raquel Alves Costa, Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Doutorado
  • 2024
    Ana Carolina Thomaselli Fuck
    Linfohistiocitose hemofagocítica em serviço terciário - avaliação de fatores de risco, marcadores de identificação precoce de causas primárias e secundárias e tratamento · Mestrado Profissional em Medicina · Medicina (USP.FMRP)Banca: Elvis Terci Valera, Virginia Paes Leme Ferriani, Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2024
    Luana Cavalcanti Dias Xavier
    Quantificação de nets (armadilhas extracelulares de neutrófilos) em pacientes com doença hepática metabólica não alcoólica e sua relação com fibrose hepática · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Vivian Marques Miguel Suen, Francisco Jose Albuquerque de Paula, Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    Ricardo Gonçalves da Silva
    IMPLANTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA DE DIAGNÓSTICO E SEGUIMENTO PRECOCE DE DOENÇA RENAL CRÔNICA NÃO DIALÍTICA · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Janise Braga Barros Ferreira
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    Heloisa da Rocha Picado Copesco
    Ensaio Clínico Randomizado, Controlado E Comparativo Para Alopecia Androgenética Masculina: Minoxidil Oral 2 Mg, Tópico 5% E Tópico 5% Em Nanopartículas · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Roberto Bueno Filho, Filipe Rocha Lima
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    Processo Seletivo para ingresso no Programa de Pós-graduação em Clínica Médica
    · Medicina (USP.FMRP)Banca: Oliveira, Fabíola Reis, Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Concurso público
  • 2024
    Concurso para Residência Médica - Clínica Médica
    · Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Roberto Bueno Filho
    Concurso público
  • 2024
    Concurso para Residência Médica - Especialidades
    · Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Roberto Bueno Filho
    Concurso público
  • 2024
    Concurso para Residência Médica - Reumatologia
    · Medicina (USP.FMRP)Banca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira, Roberto Bueno Filho
    Concurso público
  • 2024
    Comissão Avaliadora do Prêmio CAPES de Teses - Medicina I
    · Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorBanca: Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Outra
  • 2023
    Paola Pinheiro Kawahge
    Avaliação do gene SPATA5L1 e sua expressão renal no lúpus eritematoso sistêmico de início na infância · Doutorado · Medicina (USP.FMRP)Banca: Luciana Martins Carvalho, Sonir Antonini, Renê Donizeti Ribeiro de Oliveira
    Doutorado

Revisor de periódico

18 registros
  1. 2025 – presenteVínculo atual
    Pharmacological Research - Reports
    Revisor de periódico
  2. 2025 – presenteVínculo atual
    Arthritis Research & Therapy
    Revisor de periódico
  3. 2023 – presenteVínculo atual
    Jcr-Journal Of Clinical Rheumatology
    Revisor de periódico
  4. 2022 – presenteVínculo atual
    Inflammation Research
    Revisor de periódico
  5. 2021 – presenteVínculo atual
    JAMA NETWORK OPEN
    Revisor de periódico
  6. 2021 – presenteVínculo atual
    International Journal of Immunopathology and Pharmacology
    Revisor de periódico
  7. 2021 – presenteVínculo atual
    British Journal of Pharmacology
    Revisor de periódico
  8. 2021 – presenteVínculo atual
    International Immunopharmacology
    Revisor de periódico
  9. 2021 – presenteVínculo atual
    The Lancet Rheumatology
    Revisor de periódico
  10. 2021 – presenteVínculo atual
    BBA - Molecular Basis of Disease
    Revisor de periódico
  11. 2021 – presenteVínculo atual
    Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine
    Revisor de periódico
  12. 2019 – presenteVínculo atual
    Advances in Rheumatology
    Revisor de periódico
  13. 2017 – presenteVínculo atual
    LIVER INTERNATIONAL
    Revisor de periódico
  14. 2016 – presenteVínculo atual
    The Journal of Rheumatology (Online)
    Revisor de periódico
  15. 2016 – presenteVínculo atual
    Brazilian Journal of Medical and Biological Research (Impresso)
    Revisor de periódico
  16. 2016 – presenteVínculo atual
    Clinics (USP. Impresso)
    Revisor de periódico
  17. 2013 – presenteVínculo atual
    Rheumatology International (Berlin. Print)
    Revisor de periódico
  18. 2010 – 2018
    Brazilian Journal of Rheumatology
    Revisor de periódico

Prêmios e títulos

07 registros
7 de 7 prêmios
Por página
  • 2025
    2o Melhor Trabalho Clínico - Encontro de Reumatologia Avançada
    Sociedade Paulista de Reumatologia
  • 2015
    XIV Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o Sistema Único de Saúde SUS ? 2015, categoria trabalho publicado.
    Ministério da Saúde
  • 2012
    Prêmio de melhor trabalho clínico apresentado no XVIII Encontro Avançado de Reumatologia, São Paulo, SP,
    Sociedade Paulista de Reumatologia
  • 2012
    Prêmio de 2 º melhor trabalho da área básica apresentado no XVIII Encontro Avançado de Reumatologia, São Paulo, SP, .
    Sociedade Paulista de Reumatologia
  • 2012
    Trabalho destaque no IV Congresso de Clínica Médica e II Encontro de Pós-graduação em Clínica Médica
    Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP
  • 2005
    Especialista em Reumatologia
    Sociedade Brasileira de Reumatologia
  • 2002
    Especialista em Clínica Médica
    Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto - FMRP-USP

Participação em eventos

51 registros
51 de 51 participações
Por página
  • 2025
    Interação entre a imunidade inata e adaptativa na imunodesregulação
    31o Encontro de Reumatologia Avançada · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2022
    INFLUÊNCIA DA ATIVIDADE E DO TEMPO DA DOENÇA NA AVALIAÇÃO CLÍNICA E CARACTERIZAÇÃO FUNCIONAL DOS OMBROS DE PACIENTES COM ARTRITE REUMATOIDE
    28o Encontro de Reumatologia Avançada · Apresentação oral · Participante · Campinas
    Divulgação científica
  • 2021
    DOSAGEM DE NETS COMO BIOMARCADOR PARA O DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL ENTRE INDIVÍDUOS ANCA POSITIVOS PORTADORES DE DOENÇAS AUTOIMUNES E DOENÇAS NÃO AUTOIMUNES
    27 Encontro de Reumatologia Avançada · Poster / Painel · Participante · Campinas
  • 2021
    Artrite reumatoide inicial
    VIII Congresso de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2021
    Planejando a pesquisa clínica com vistas à publicação
    38o Congresso Brasileiro de Reumatologia · Conferencista · Convidado · Virtual
  • 2018
    A Reumatologia nos dias atuais
    XIX Congresso Médico Acadêmico - FMRP-USP · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2017
    Modalidades de tratamento para doenças autoimunes
    Congresso Médico Acadêmico - FMRP - 2017 · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2017
    Doenças Autoimunes
    Congresso Médico Acadêmico - FMRP - 2017 · Moderador · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2017
    Autoimunidade: mecanismos e fatores de risco
    Congresso Médico Acadêmico - FMRP - 2017 · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2017
    Manifestações clínicas e doenças autoimunes
    Congresso Médico Acadêmico - FMRP - 2017 · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2017
    Participação na Comissão de Ensino da SBR
    XV Encontro Nacional de Residentes e Docentes em Reumatologia · Avaliador · Convidado · São Paulo
  • 2016
    XIV Encontro Nacional de Residentes e Docentes em Reumatologia
    Ouvinte · São Paulo
  • 2015
    Comissão de ensino da SBR
    XIII Encontro Nacional de Residentes e Docentes em Reumatologia · Avaliador · Convidado · São Paulo
  • 2014
    XXXI Congresso Brasileiro de Reumatologia
    Ouvinte · Belo Horizonte
  • 2012
    Congresso PANLAR
    Ouvinte · Punta Cana
  • 2012
    Annual European Congress of Rheumatology
    Ouvinte · Berlim
  • 2012
    X Encontro nacional de residentes e docentes em reumatologia
    Ouvinte · São paulo
  • 2012
    Apresentação de trabalhos sobre artrite reumatoide
    XVIII Encontro de Reumatologia Avançada · Moderador · Convidado · São Paulo
  • 2011
    Endemias
    XXI Jornada Brasileira e XVIII Jornada Centro-Oeste de Reumatologia · Moderador · Convidado · Campo Grande
  • 2011
    Gene espression profiling of peripheral blood mononuclear cells can distinguish responders to methotrexate alone or associated with TNF-blockers in rheumatoid arthritis patients
    Annual European Congress of Rheumatology - EULAR 2011 · Poster / Painel · Participante · Londres
  • 2011
    Osteoartrite: abordagem terapêutica
    Simpósio: Atualização em Reumatologia · Apresentação Oral · Participante · Ribeirão Preto
  • 2011
    1 Latin-American Grappa Meeting
    Ouvinte · Fortaleza
  • 2011
    Reumatologia - mitos e verdades
    VII Encontro de Pacientes Reumáticos de Ribeirão Preto · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
  • 2011
    IX Encontro Nacional de Residentes e Docentes em Reumatologia
    Ouvinte · São Paulo
  • 2011
    XVII Encontro de Reumatologia Avançada
    Ouvinte · São Paulo

Formação complementar

17 registros

Coautorias

53 coautores

Na imprensa

beta

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