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Perfil do docente · EEFE

Ary José Rocco Júnior.

Livre · Departamento de Esporte

Currículo atualizado em 02/05/2025

Gestão do EsporteMarketing EsportivoJornalismo e Comunicação Esportiva

Cita-se como: ROCCO JÚNIOR, Ary José;ROCCO JR, Ary José;ROCCO JUNIOR, ARY JOSÉ;JÚNIOR, ARY JOSÉ ROCCO;JR., ARY JOSÉ ROCCO;ROCCO, ARY JOSE;Rocco, Ary José;JOSÉ ROCCO JUNIOR, ARY

20 seções

Resumo biográfico

Professor Associado e pesquisador da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (EEFE/USP). Coordenador do Laboratório de Gestão, Políticas, Marketing e Comunicação em Esporte e Educação Física (LAGECOM-EEFE/USP). Líder e fundador do Grupo de Estudos e Pesquisa em Marketing e Comunicação no Esporte (GEPECOM) da EEFE/USP. Membro do Conselho de Esporte do Estado de São Paulo e do Conselho de Administração da Confederação Brasileira de Desportes no Gelo (CBDG). Foi, durante três anos, Pró-Reitor de Graduação e Coordenador dos cursos de Comunicação Social (PP/RP) do Centro Universitário FECAP, o melhor Centro Universitário Privado do Brasil. Na EEFE/USP participa de diversos Conselhos Acadêmicos e Comissões, com destaque para a Comissão de Ética em Pesquisa (CEP), a Comissão de Cultura e Extensão e a Comissão de Graduação (CG). Autor dos livros "Os Estádios e Arenas do Futebol Brasileiro e o legado da Copa do Mundo 2014: o padrão FIFA, o consumidor do esporte e o entretenimento" (OJM Casa Editorial, 2018), "O Gol por um clique - uma incursão ao universo da cultura do torcedor de futebol no Ciberespaço" (Novas Edições Acadêmicas, 2015) e "Marketing e Gestão do Esporte" (Editora Atlas, 2012), entre outros. Ex-Presidente da Associação Brasileira de Gestão do Esporte (ABRAGESP). Parecerista de diversas publicações científicas. Membro dos comitês editoriais do International Journal of Sport Communication (IJSC) e do International Journal of Sport Marketing and Sponsorship (IJSMS). Possui graduação em Administração Pública pela Fundação Getulio Vargas - SP (1989) e em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero (1994), mestrado em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2000) e doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2006). Tem experiência nas áreas de Gestão do Esporte, Comunicação e Marketing Esportivo, atuando principalmente nos seguintes temas: consumo do esporte, inovação no esporte, internacionalização de marcas no esporte, gestão estratégica das organizações esportivas, entre outros.

Indicadores

Outras fontes

beta

Versão beta: esta seção é experimental e pode ser alterada ou removida a qualquer momento, e os dados podem estar incompletos ou incorretos.

Dados de fontes abertas (Wikidata, Wikipédia, OpenAlex, ORCID e outras), associados ao docente pelo ID Lattes. Consultados em 29/10/2026.

Indicadores bibliométricos

  • EnriquecimentoOpenAlexem 29/10/2026
    94
    Obras
    106
    Citações
    4
    Índice h
    1
    i10
  • EnriquecimentoOpenAIRE Graphem 29/10/2026
    17
    Obras
    —
    Citações
    —
    Índice h
    —
    i10

Identificadores

Áreas de atuação

03 registros
  • Ciencias Da Saude
    Educação Física
    Gestão do Esporte
  • Ciencias Sociais Aplicadas
    Administração
    Marketing › Marketing Esportivo
  • Ciencias Sociais Aplicadas
    Comunicação
    Jornalismo e Comunicação Esportiva

Formação acadêmica

06 registros
  1. 2014 – 2015Pós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo
  2. 2002 – 2006DoutoradoConcluído
    Comunicação e Semiótica · Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
    “O gol por um clique: uma incursão ao universo da cultura do torcedor de futebol no ciberespaço”
    Orientação: Rogério da Costa Santos
  3. 1997 – 2000MestradoConcluído
    Administração · Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
    “A comunicação na era das organizações em rede: o falar e o escutar como ferramentas estratégicas de gestão”
    Orientação: Prof Dr. Onésimo de Oliveira Cardoso
  4. 1991 – 1994GraduaçãoConcluído
    Jornalismo · Faculdade Cásper Líbero
  5. 1985 – 1989GraduaçãoConcluído
    Administração Pública · Fundação Getulio Vargas - SP
  6. Livre-docênciaConcluído
    Livre-docência · Escola de Educação Física e Esporte USP

Idiomas

05 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemBemBemBem
PortuguêsBemBemBemBem
EspanholBemBemBemBem
FrancêsRazoávelRazoávelPoucoRazoável
ItalianoRazoávelPoucoPoucoRazoável

Atuação profissional

31 registros
  1. 2022 – presenteVínculo atual
    Escola de Educação Física e Esporte USP
  2. 2020 – presenteVínculo atual
    International Journal of Sports Marketing & Sponsorship
    Membro de corpo editorial
  3. 2019 – presenteVínculo atual
    Conselho Estadual do Esporte
    Membro nomeado pelo Governador do Estado SPProfessor Visitante1h/sem
  4. 2019 – presenteVínculo atual
    Conselho Estadual do Esporte
    Membro nomeado pelo Governador do Estado SPProfessor Visitante1h/sem
  5. 2018 – 2018
    COMMUNICARE (SÃO PAULO)
    Membro de corpo editorial
  6. 2018 – 2019
    Desportivo Brasil Participações LTDA
    AssessoriaBolsista25h/sem
  7. 2017 – presenteVínculo atual
    Olimpianos - Journal of Olympics Studies
    Membro de corpo editorial
  8. 2017 – presenteVínculo atual
    World Association for Sport Management
    Representante RegionalProfessor Visitante2h/sem
  9. 2017 – presenteVínculo atual
    World Association for Sport Management
    Representante RegionalProfessor Visitante2h/sem
  10. 2017 – presenteVínculo atual
    International Journal of Sport Communication
    Membro de corpo editorial
  11. 2017 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Educação Física e Esporte (RBEEFE)
    Membro de corpo editorial
  12. 2017 – 2020
    Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude - Estado de São Paulo
    Avaliação dos Projetos da Lei de IncentivoProfessor Visitante6h/sem
  13. 2016 – presenteVínculo atual
    REVISTA ELETRÔNICA DE EDUCAÇÃO DA FACULDADE ARAGUAIA - RENEFARA
    Membro de corpo editorial
  14. 2016 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Membro de comitê assessor
  15. 2016 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  16. 2014 – 2015
    Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo
  17. 2013 – 2016
    Universidade Nove de Julho
    Professor Mestrado Profissional40h/sem
  18. 2013 – presenteVínculo atual
    Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação
    Coordenador do GP - Comunicação e EsporteVoluntário
  19. 2013 – presenteVínculo atual
    Asociación Latinoamericana de Gerencia Deportiva
    DiretorVoluntário
  20. 2013 – presenteVínculo atual
    Associação Brasileira de Gestão do Esporte
    PresidenteColaborador2h/sem
  21. 2011 – presenteVínculo atual
    Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo
    Regime de Turno CompletoServidor Publico20h/sem
  22. 2009 – presenteVínculo atual
    Revista INICIACOM
    Membro de corpo editorial
  23. 2008 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Gestão de Negócios (São Paulo. Impresso)
    Membro de corpo editorial
  24. 2007 – 2013
    Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação
    ProfessorCeletista formal20h/sem
  25. 2006 – 2006
    Faculdade de Ciências Econômicas de São Paulo
    Professor Assistente Mestre40h/sem
  26. 2006 – 2013
    Faculdade de Ciências Econômicas de São Paulo
    Professor Assistente DoutorCeletista formal40h/sem
  27. 2006 – 2008
    Universidade Presbiteriana Mackenzie
    Professor Assistente Associado ICeletista16h/sem
  28. 2005 – 2009
    Universidade Bandeirante de São Paulo
    Professor TitularProfessor Visitante2h/sem
  29. 2000 – 2003
    Faculdade Brasileira de Recursos Humanos Instituto Hoyler
    Professor MestreCeletista12h/sem
  30. 1998 – 2007
    Universidade de Santo Amaro
    Professor AssistenteCeletista40h/sem
  31. 1998 – 2006
    Faculdade de Ciências Econômicas de São Paulo
    Professor Assistente MestreCeletista20h/sem

Produção bibliográfica

278 registros
125 de 125 itens
Por página
  • 2022
    Developing an International collaborative on trickle-down effect research: improving, evidence, theory and practice.
    L. Potwarka; G. Ramchandani; I. Derom; G. Dickson; Ary José Rocco Júnior · EASM Conference · EASM · Innsbruck
  • 2021
    Proposta de modelo conceitual para patrocínio esportivo.
    Pedro Lucas Parolini; Ary José Rocco Júnior · 12o Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte (CBGE) · Abragesp · ISBN 2594-505X · Novo Hamburgo
  • 2021
    Financiamento público do esporte: análise da lei de incentivo fiscal do estado do Ceará-Brasil.
    Kleber Augusto Ribeiro; N. D. Maciel; E. A. Carneiro; R. B. Mesquita; Ary José Rocco Júnior · 12o Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte (CBGE) · Abragesp · ISBN 2594-505X · Novo Hamburgo
  • 2021
    O(a) gestor(a) do esporte no Brasil: perfil, atuação e competências.
    Cacilda Mendes dos Santos Amaral; Flávia da Cunha Bastos; Ary José Rocco Júnior · 12o Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte (CBGE) · Abragesp · ISBN 2594-505X · Novo Hamburgo
  • 2021
    O consumidor virtual do esporte no Brasil durante a Copa do Mundo de Rugby 2019.
    Roger Luiz Brinkmann; Ary José Rocco Júnior · 12o Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte (CBGE) · Abragesp · ISBN 2594-505X · Novo Hamburgo
  • 2021
    Comunicação Organizacional e Esporte: uma análise da produção científica sobre o tema.
    Eduardo de Oliveira Cruz Carlassara; Ary José Rocco Júnior · 11º Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte · Abragesp · ISBN 2594-505X · Juiz de Fora
  • 2021
    Equidade de gênero na gestão de entidades regulatórias do esporte: Cenário global.
    Natacha Manchado Pereira; Giselle Helena Tavares; Ary José Rocco Júnior · 11º Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte · Abragesp · ISBN 2594-505X · Juiz de Fora
  • 2021
    Comunicação de produtos esportivos no Facebook: Os casos dos sorteios das fases de grupos da Copa Libertadores 2020 (CONMEBOL) e Liga dos Campeões (UEFA) 2019-2020.
    Roger Luiz Brinkmann; Ary José Rocco Júnior · 11º Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte · Abragesp · ISBN 2594-505X · Juiz de Fora
  • 2021
    Relacionamento entre torcedores e clubes e o consumo em jogo de futebol: Análise dos espectadores do clássico entre Fortaleza x Ceará.
    Kleber Augusto Ribeiro; Eduardo de Oliveira Cruz Carlassara; Ivan Furegato Moraes; Ary José Rocco Júnior · 11º Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte · Abragesp · ISBN 2594-505X · Juiz de Fora
  • 2021
    Análise dos consumidores e da qualidade de uma competição de futebol professional regional do Brasil
    Ivan Furegato Moraes; Renan Barabanov; Ary José Rocco Júnior · 11º Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte · Abragesp · ISBN 2594-505X · Juiz de Fora
  • 2021
    Percepções e motivações para o consumo do futebol feminino: uma análise da Copa do Mundo de Futebol Feminino FIFA 2019.
    Renan Barabanov; Giselle Helena Tavares; Ivan Furegato Moraes; L. L. Macedo; Ary José Rocco Júnior · 11º Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte · Abragesp · ISBN 2594-505X · Juiz de Fora
  • 2021
    Gestão de pessoas: um enfoque para as condições de trabalho de treinadores esportivos de categorias de base no voleibol paulista.
    Camila Rezende Dantas; Giselle Helena Tavares; Ary José Rocco Júnior · 11º Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte · Abragesp · ISBN 2594-505X · Juiz de Fora
  • 2020
    Cultura em Organizações Esportivas.
    Ary José Rocco Júnior · Foro Iberoamericano Gerencia del Deporte · CIED · Quito/Equador
  • 2020
    Structure and Organization of Marketing Departments at Brazilian Football Clubs: reality and models.
    Ivan Furegato Moraes; Ary José Rocco Júnior; Flávia da Cunha Bastos · 3rd WASM (World Association for Sport Management) World Conference · WASM · Santiago/Chile
  • 2019
    Corporate Social Responsibility (CSR) through the lens of Institutional Communication (IC): a comparison between male basketball leagues in Brazil and Italy.
    Ary José Rocco Júnior; Manuela Picariello · 3rd WASM (World Association for Sport Management) World Conference · WASM · Santiago/Chile
  • 2019
    All Blacks and Brazil: All Blackʼs brand influence in Brazilian rugby fans.
    Ivan Furegato Moraes; Luis H. T. Vanucci; Ary José Rocco Júnior · 3rd WASM (World Association for Sport Management) World Conference · WASM · Santiago/Chile
  • 2019
    Rio 2016 Olympic Games: impact of global sponsor activation actions on the brand awareness of spectators.
    CARLASSARA, EDUARDO DE OLIVEIRA CRUZ; PAROLINI, PEDRO LUCAS LEITE; Ary José Rocco Júnior · 3rd WASM (World Association for Sport Management) World Conference · WASM · Santiago/Chile
  • 2019
    Soccer Clubsʼ Marketing Communication in Brazil. Latin America and North America: relationship with target audiences.
    Carlos Padeiro; Ary José Rocco Júnior; Karla C. Ehrenberg · 3rd WASM (World Association for Sport Management) World Conference · WASM · Santiago/Chile
  • 2019
    Scientific Research in Sports Communication: a review of published literature related to social media and sport in the IJSC
    Roger Luiz Brinkmann; Ary José Rocco Júnior · 3rd WASM (World Association for Sport Management) World Conference · WASM · Santiago/Chile
  • 2019
    Product Communication in Sports Entities: comparative analysis of Conmebol Libertadores and UEFA Champions League cases.
    Roger Luiz Brinkmann; Ary José Rocco Júnior · 3rd WASM (World Association for Sport Management) World Conference · WASM · Santiago/Chile
  • 2019
    Corridas de rua ?convencionais? x ?fashion?: comparação do perfil e do engajamento dos participantes.
    Ivan Furegato Moraes; Luis H. T. Vanucci; L. L. Macedo; T. M. Santos; Ary José Rocco Júnior · 10º Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte · ABRAGESP · ISBN 2594-505X · São Paulo
  • 2019
    O Estado da Arte do Patrocínio Esportivo: o que se discute no mundo acadêmico sobre essa importante ferramenta de marketing esportivo.
    Pedro Lucas Parolini; Ary José Rocco Júnior · 10º Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte · ABRAGESP · ISBN 2594-505X · São Paulo
  • 2019
    Mega Eventos Esportivos no Brasil e o Consumidor Esportivo: entretenimento como motivação de ida às competições.
    Eduardo de Oliveira Cruz Carlassara; Pedro Lucas Parolini; Ary José Rocco Júnior · 10º Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte · ABRAGESP · ISBN 2594-505X · São Paulo
  • 2019
    Mídias Sociais no Esporte como objeto de estudo: análise dos artigos publicados no International Journal of Sport Communication (IJSC) entre 2014-18.
    Roger Luiz Brinkmann; Ary José Rocco Júnior · 10º Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte · WASM · ISBN 2594-505X · São Paulo
  • 2019
    Comunicação institucional e responsabilidade social: como grandes clubes do Brasil e da América Latina dialogam com a sociedade.
    Carlos Padeiro; Ary José Rocco Júnior; Karla C. Ehrenberg · 10º Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte · ABRAGESP · ISBN 2594-505X · São Paulo

Produção técnica

95 registros
3 de 3 itens
Por página
  • 2008
    Grupos de Trabalho do Inovcom/Iniciacom
    Ary José Rocco Júnior · XIII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sudeste
  • 2008
    Decisões de Vendas e Distribuição e o Ciclo de Vida das Organizações: proposição de uma nova estrutura conceitual para formação de empreendedores
    Ary José Rocco Júnior · RBGN - Revista Brasileira de Gestão de Negócios
  • 2008
    Uma Estrutura Analítica para Identificação da Estratégia Praticada: um Estudo Experimental Aplicada em Duas Empresas de Serviços
    Ary José Rocco Júnior · RBGN - Revista Brasileira de Gestão de Negócios

Produção artística

01 registro
1 de 1 item
Por página
  • 2010
    O Torcedor de Futebol
    Ary José Rocco Júnior; Sérgio Valentim; Pe. César Moreira · Aparecida do Norte

Projetos de extensão

01 registro

Projetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.

1 de 1 projeto
Por página
  • 2014 – presenteExtensão

    1º Social Rugby

    Em andamento

    Encontro Nacional de Projetos Sociais de Rugby

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior, Leandro Carlos Mazzei, João Manuel Casquinha Malaia Santos (Responsável), Fernando de Andrade Franco Malagrino, Marcos V. Cardoso

Projetos

26 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

26 de 26 projetos
Por página
  • 2022 – presentePesquisa

    Os atletas como propriedades mercadológicas e comunicacionais das entidades: uma análise das estratégias desenvolvidas pelos gestores esportivos do estado de São Paulo

    Em andamento

    O esporte assumiu, nos últimos anos, uma importância significativa para as organizações empresariais. Através deste, é possível posicionar seus produtos e/ou serviços, obter visibilidade, retorno institucional, bem como conversão de vendas. Para isto, muitos investidores procuram valer-se de todas as potencialidades de seus parceiros no segmento, em especial, das entidades esportivas. Pode-se afirmar que entre as principais propriedades das entidades estão os atletas, sendo o ponto de contato mais próximo com o público-alvo, com um poder mediático cada vez maior e influência no comportamento e consumo. No entanto, para o alcance dos objetivos junto aos atores esportivos, é imprescindível que estes desempenhem seus papéis da forma mais eficiente possível, garantindo as entregas almejadas na indústria esportiva. Isto passa, necessariamente, por estratégias a serem desenvolvidas junto aos mesmos pelos players do processo. Neste aspecto, o trabalho dos gestores esportivos é fundamental. A presente pesquisa tem como objetivo analisar as estratégias desenvolvidas pelos gestores esportivos do Estado de São Paulo para transformação e/ou adequação dos atletas em propriedades mercadológicas e comunicacionais para as entidades. Para isto, verificar-se-á os aspectos considerados pelos gestores esportivos para contratação dos atletas além da performance esportiva. A seguir, averiguar-se-á a preocupação e procedimentos implantados por estes para uma eficiente gestão da imagem dos atletas perante o mercado e indústria esportiva como um todo. Ações adotadas pelos gestores esportivos para o despertar e monitoramento de atitudes condizentes com o valor da marca das entidades e seus parceiros também serão investigadas. Por fim, verificar-se-á as ações desenvolvidas pelos gestores esportivos para capacitar os atletas como embaixadores promocionais das entidades e seus parceiros. Para obtenção dos dados, optou-se por entrevistar os gestores responsáveis pela construção e/ou gestão de imagem dos atletas nas entidades esportivas do Estado de São Paulo. Para garantir uma maior confiabilidade da pesquisa, além da triangulação das evidências e uma varredura textual, será realizado a degravação das entrevistas e análise de classificação Hierárquica Descendente (CHD) por meio do programa Iramuteq. Apesar de estudos já realizados a respeito da imagem que os atletas possuem no mercado e seu efeito sobre marcas que endossam, a academia carece, principalmente no Brasil, de estudos a respeito dos procedimentos para transformar atletas em propriedades mercadológicas e comunicacionais, explorando todas as potencialidades das celebridades esportivas no mercado.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior (Responsável), Nicolas Caballero Lois

  • 2022 – presentePesquisa

    Gestão do Esporte Universitário: Proposição de um Modelo de Gestão para o Esporte dentro das Instituições de Ensino Superior (IES)

    Em andamento

    O esporte universitário brasileiro, que foi regulamentado através de decreto presidencial em 1941, viveu 63 anos de forma romântica, sem que houvesse uma efetiva modernização das estruturas e gestão das suas atividades. Após o advento da Lei 10.264, de 16 de julho de 2001, conhecida como Lei Agnelo/Piva, parte dos recursos oriundos das loterias federais foram destinados ao esporte universitário nacional, e, a partir de 2005, mudaram de forma significativa a realização dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs), evento organizado pela Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU). Na última edição dos JUBs, realizados na cidade de Brasília (DF) em 2021, a CBDU organizou o evento com nove milhões de reais oriundos dessa lei. Com esses novos recursos os Jogos tiveram uma estrutura mais profissional e as Instituições de Ensino Superior (IES) passaram a participar de competições universitárias nacionais organizadas com padrão de qualidade mais elevado. A organização do esporte universitário no Brasil ocorre de forma piramidal, em que a entidade máxima responsável pela sua prática é a Confederação Brasileira de Desporto Universitário (CBDU). Abaixo dela, estão as Federações Universitárias Estaduais (FUEs), que regem e são responsáveis pelo esporte universitário em seu respectivo estado. Na base dessa pirâmide estão as Instituições de Ensino Superior (IES), públicas e privadas, que são o motivo principal da existência de toda essa estrutura. E na base dessa pirâmide, dentro das IES, encontramos diversas Associações Atléticas Acadêmicas (AAAs) que são as entidades que representam os alunos de diversos cursos acadêmicos organizando a participação esportiva dos estudantes. Mas, se por um lado a CBDU conseguiu modernizar a organização das competições esportivas nacionais, por outro ainda temos um ambiente muito heterogêneo na gestão do esporte dentro das IES. Diante deste cenário, discutir o modelo de gestão do Esporte nas IES tornou-se imperativo. A estrutura organizacional define como as tarefas são formalmente distribuídas, agrupadas e coordenadas; cada IES adota o melhor modelo para sua organização segundo suas estratégias mercadológicas no campo educacional e do mercado universitário. É nossa intenção identificar, entre as instituições de ensino superior públicas e privadas do Brasil, quais são os tipos de estruturas organizacionais adotadas para a gestão do esporte em cada uma delas, em especial daquelas que têm alcançado uma maior competitividade mercadológica, e, principalmente, uma melhor performance esportiva nas competições da área. Nesse sentido identificar os diferentes modelos de gestão do esporte universitário adotados no Brasil, dentro das IES, no intuito de identificar estruturas organizacionais que obtiveram os melhores resultados esportivos no ranking do Troféu Eficiência da CBDU de 2009 a 2021, pode ser o ponto de partida para elaborar um modelo que possa ser replicado por outras organizações dentro desse universo do ensino superior brasileiro. A partir daí, com base nas análises das estruturas estudadas, o objetivo principal deste projeto de pesquisa é propor um modelo de gestão do esporte para as IES em busca de uma maior competitividade mercadológica e esportiva no contexto do esporte universitário brasileiro.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior (Responsável), Roberto Toledo Rodrigues Junior

  • 2021 – presentePesquisa

    Data Analytics e Gestão Estratégica de Marketing: Análise dos Fan Centric dos Clubes de Futebol

    Em andamento

    As diversas receitas comerciais de um clube de futebol se tornam cada vez mais importantes para sua saúde financeira. A ampliação das fontes de ganho mostra o enorme potencial para a geração de novos negócios nas agremiações. Os dados são insumos valiosos e superficialmente explorados no futebol, principalmente no ponto de vista de estudos de consumo, comportamentos e performance comercial. Enxergar os dados como um importante norteador na elaboração de projetos no futebol pode ser estratégico na construção da inovação e de novos modelos de negócio apoiados pelos departamentos de Marketing e Comercial. O objetivo deste projeto é analisar como a inteligência de dados está caminhando em direção às soluções de monetização para os clubes. Por meio do estudo de casos liderados pelas agremiações no Brasil e no exterior, trazer uma importante reflexão sobre os possíveis impactos da exploração de dados na geração de receita e lucratividade no mercado do futebol.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior (Responsável), Marcella Rodrigues da Silva

  • 2021 – presentePesquisa

    O esporte como fenômeno cultural: Proposta de construção de modelo de comunicação para organizações esportivas a partir da Teoria da Glocalização

    Em andamento

    Para entender a sociedade e a cultura contemporânea é primordial buscar conhecimento sobre o lugar do esporte no mundo. O esporte se tornou um fenômeno internacional. Vários políticos e líderes mundiais o utilizam como estratégia ao se associar a personalidades do esporte. Além disso, o esporte contribui para as economias dos países; os espetáculos esportivos são vistos no mundo todo; é parte da sociedade e cultura de diferentes localidades, regiões e nações; seu potencial transformador é de extrema importância nas regiões mais pobres do mundo; e possui relação direta com a indústria do turismo, televisão e cinema. O esporte já teve e ainda tem papel fundamental em guerras e reconciliações internacionais. Por esses e outros tantos motivos, o esporte é um dos maiores fenômenos culturais da atualidade (JARVIE; THORNTON, 2012). Poucas atividades cotidianas são capazes de conjugar atividade física, emoções, política, dinheiro e moral de uma maneira tão contundente quanto o esporte. Seja nos estádios de futebol do Brasil, nos parques da China, seja nos campos de rúgbi de Fiji, seja nos ringues de luta em Senegal, os humanos provam seus limites corporais, dispendem quantidades grandes de energia emocional, apostam dinheiro, fazem bruxarias, ingerem substâncias suspeitas e expressam o que ao seu entender é importante na vida (BESNIER et al, 2018). Assim, o objetivo deste projeto é desenvolver um modelo de comunicação teórico-prático para organizações esportivas que queiram comunicar os seus produtos de maneira local e global, ou seja glocal, Pretendemos, com isso, entender o esporte como fenômeno cultural no mundo através da teoria da glocalização; identificar as determinantes culturais que impactam a prática esportiva nos países estudados; entender a relação entre cultura e esporte nos países estudados; comparar as determinantes culturais e os fatores de sucesso esportivo nos países estudados.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior, Roger Luiz Brinkmann (Responsável)

  • 2021 – presentePesquisa

    Gestão de Projetos e Eventos Esportivos: Análise das melhores práticas de gestão à luz do PMBok do Project Management Institute.

    Em andamento

    Nas últimas duas décadas o Brasil foi palco dos principais eventos de esporte das américas e do mundo, como o Pan-Americanos e Parapan-Americanos em 2007, Copa do Mundo FIFA 2014 e Olimpíadas e Paraolimpíadas Rio 2016, além de muitos outros eventos importantes que ocorreram e ocorrerem recorrentemente no país, como Rio Open de Tênis, Etapa do Circuito Mundial de Surf e Etapa da Formula 1, somente como exemplos. Essa gama de eventos fez com que o país tivesse que aportar um grande investimento em novas estruturas esportivas, por exemplo na Copa do Mundo FIFA 2014 foram investidos R$8 bilhões, somente nos 12 estádios utilizados no Mundial, chegando a um total R$25,6 bilhões de investimentos, sendo que, mais de 80% destes investimentos foram realizados com verba pública. (OLIVEIRA JUNIOR, 2014). No caso das Olimpíadas e Paraolimpíadas Rio 2016 foram investidos aproximadamente R$ 40 bilhões, segundo Siqueira (2016), na coluna Terraço Econômico, sendo que deste montante investido 27% foi usado para construir e/ou reformar estruturas esportivas para os jogos e centros de treinamentos espalhados pelo país. Estes dois exemplos, demonstram que foram investidos um grande valor em arenas, ginásios, piscinas e demais estruturas esportivas que acabaram virando um legado importante para o esporte no Brasil e que deveriam ser explorados pela indústria de organização de eventos esportivos, como uma forma de manter essas estruturas funcionando, afim de que não seja perdido todo o investimento realizado. Para isso a demanda por profissionalismo na indústria do esporte, especialmente na organização de eventos esportivos, foco deste trabalho, vem crescendo e traz à tona algumas questões relacionadas às equipes e ao planejamento destes eventos: Portanto este projeto procurará responder a seguinte pergunta, quais são as melhores práticas de gestão utilizadas na organização de eventos esportivos? Assim, o objetivo central deste projeto é levantar e analisar quais são as práticas de gestão utilizadas na Organização de Eventos Esportivos no Brasil. Para isso, pretendemos comparar as práticas da organização de eventos com as melhores práticas de gerenciamento de projetos utilizadas segundo o PMBok do PMI, e, com isso, propor as melhores práticas utilizadas para gestão de eventos esportivos

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior (Responsável), Vito Chiarella Neto

  • 2020 – presentePesquisa

    Gestão de Organizações Esportivas: proposta de modelo de avaliação de desempenho para entidades estaduais de administração do esporte

    Em andamento

    A gestão do esporte, enquanto área de conhecimento, tem as organizações esportivas como um dos seus objetos de estudo. No processo estudo e da prática da gestão, a avaliação do desempenho ou da eficácia organizacional representa uma importante questão para todos os tipos de organizações, inclusive as esportivas. Como saber se uma organização esportiva foi ou é eficaz e o que avaliar para definir esse desempenho? Essas questões ganham importância no Brasil, pois o Sistema Brasileiro do Desporto (Brasil, 1998), estrutura sistêmica do esporte nacional, é constituído por organizações esportivas. Esse sistema, que é caracterizado pela descentralização e pela autonomia administrativa dos seus entes, é altamente dependente do desempenho individual dos diversos tipos de organizações esportivas para a promoção do desenvolvimento e para o sucesso do esporte brasileiro. O desempenho organizacional, segundo Winand et al. (2010, p.3), é visto como uma combinação de eficácia e eficiência. Para os autores, eficácia refere-se à relação entre os objetivos iniciais estabelecidos por uma organização e os resultados alcançados, e a eficiência, no entanto, está relacionada aos meios disponíveis e sua aplicação para o alcance dos resultados. Tanto a eficiência quanto à eficácia é importante na definição do desempenho de uma organização. Esse contexto demonstra a lacuna existente no estabelecimento de modelos voltados para grupos maiores ou sistemas de organizações, com indicadores comuns que permitam uma classificação, comparação e análise de desenvolvimento numa progressão temporal. As federações esportivas, classificadas na legislação brasileira como entidades regionais de administração do desporto, possuem autonomia no estabelecimento de suas competências institucionais. Segundo Mazzei e Bastos (2012, p.69), as federações são associações de clubes esportivos, que possuem objetivos claros, relacionados com o desenvolvimento e o fomento de determinada modalidade esportiva. No entanto, o que representa desenvolver e fomentar a modalidade? Assim, estabelecer modelos de avaliação objetivos, que possam ser aplicados de periodicamente em todos os níveis sistêmicos, é fundamental para o desenvolvimento dessas organizações esportivas e do sistema desportivo como um todo. Dessa forma, esse estudo propõe o desenvolvimento de um modelo de compreensão e de avaliação das dimensões do desempenho organizacional, específico para entidades regionais de administração do desporto, ou seja, federações esportivas estaduais, tendo como pergunta de pesquisa: quais dimensões e indicadores podem estar envolvidos na obtenção da eficácia organizacional das federações esportivas estaduais e como podemos avaliar esse desempenho, por meio de um modelo específico?

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior (Responsável), Kleber Augusto Ribeiro

  • 2020 – presentePesquisa

    Equidade de Gênero na Gestão de Entidades Esportivas Olímpicas Brasileiras

    Em andamento

    Quando falamos sobre o fenômeno social que é o esporte, uma das facetas que podemos destacar diz respeito à Gestão do Esporte, a qual vem sendo estudada com mais ênfase, especialmente, desde o início do século 21, em especial os aspectos democráticos e de boas práticas de governança (CHAPPELET, 2017). Um dos aspectos investigados como boas práticas de governança e gestão diz respeito à equidade de gênero, como trazido na revisão feita por Parent e Hoye (2018), com informações relacionadas ao impacto da implementação de cotas de gênero, por exemplo, nas instituições esportivas. Em nosso estudo, teremos como foco investigar os fatores relacionados à questão da equidade de gênero no Brasil, no que diz respeito à presença da mulher em cargos decisórios na gestão de entidades esportivas olímpicas. Sabemos que, no Brasil, estas entidades compõem um dos principais pilares do esporte, e são categorizadas desde a Constituição de 1988, como organizações sem fins lucrativos (MAZZEI; BASTOS, 2020). Para além de uma questão meramente pautada nas boas práticas de gestão, é preciso compreender o esporte e o gênero como construções sociais. Essa construção social do gênero, de uma forma mais ampla, é fruto de um processo relacional entre diversas instituições e áreas da vida, as quais podemos elencar o trabalho, a linguagem, a sexualidade e, também, o esporte (CONNELL, 2002; LORBER, 1994, 2000, 2005; PFISTER; RADTKE, 2009). Como trazido por Pfister (2010), podemos entender que o esporte foi construído como masculino, com as mulheres sendo postas dentro dessa construção como ?o outro sexo?, como não sendo parte daquele espaço. E quando refletimos sobre a presença da mulher na gestão do esporte, evidenciamos algumas barreiras e restrições ligadas a esse acesso. A gestão do esporte caminha neste mesmo sentido, portanto, merecendo atenção para o aspecto das relações de trabalho e as consequentes hierarquias de gênero presentes nesse ambiente (PFISTER; RADKTE, 2009). Essa pesquisa tem como objetivo principal investigar a existência de políticas e programas de incentivo à equidade de gênero na gestão do esporte e também investigar como estes podem influenciar no crescimento do número de mulheres em cargos decisórios de entidades esportivas olímpicas do Brasil. Para tanto, foram estabelecidos os seguintes objetivos específicos: a) Investigar a existência de políticas e programas de incentivo à equidade de gênero no âmbito da gestão do esporte nas entidades olímpicas brasileiras; b) Investigar se essas entidades seguem os direcionamentos para a equidade de gênero na gestão do esporte do Comitê Olímpico Internacional (COI) e demais organismos internacionais, tais como os da ONU Mulheres; c) Investigar a percepção dos gestores/as sobre equidade de gênero e sues conhecimentos sobre políticas e programas de incentivo; d) Investigar o quanto e se são aplicados direcionamentos do COI e políticas para equidade de gênero nas entidades nas quais trabalham.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior, Natacha Manchado Pereira (Responsável)

  • 2019 – presentePesquisa

    Comunicação Integrada: análise e proposta de modelo para clubes de futebol no Brasil

    Em andamento

    A era da internet, iniciada na década de 1990, promoveu uma intensa revolução sociocultural e comportamental em toda sociedade global. Mudaram-se, por exemplo, as relações interpessoais, aumentou-se a velocidade de troca e acesso a informações, melhorou-se o desenvolvimento tecnológico e científico e, sobretudo, alterou-se o comportamento de consumo dos indivíduos. O ambiente digital e as tecnologias de conexão promovem, então, um processo de massificação do consumo. Este não só de produtos básicos, mas de conteúdo, informação, experiência e entretenimento, através de diferentes segmentos, dentre os quais o esportivo. Na medida em que ocorrem as unificações de mercado, impulsionadas pelo processo de globalização, há uma consequente necessidade de readequação da atuação e do papel das organizações, dentre elas as esportivas. Estratégias antes pensadas regionalmente, e apenas sob o ponto de vista mercadológico, passam, agora, a dar lugar a um pensamento conectado, amplo e institucional. Desta maneira, o marketing, e suas estratégias de sucesso outrora concretizadas especialmente no ambiente esportivo, tornam-se insuficientes para suprir as demandas deste novo contexto. Evidencia-se uma nova conformação organizacional, pautada na junção do marketing, como uma ferramenta de suporte do contexto mercadológico, com a comunicação, esta como um fenômeno complexo e integrador de todas as frentes das organizações. A comunicação integrada, terminologia proposta por Kunsch (2003), assim, nasce a partir desta evolução e sofisticação dos mercados globais, adquirindo papel estratégico e trazendo sinergia e convergência entre todas as áreas e subáreas de uma organização. Composta pela comunicação institucional, mercadológica, interna e administrativa ela representa o mix da comunicação organizacional atual (KUNSCH, 2003). Em suma, parece-nos faltar um modelo de comunicação integrada, teórico-prático, aplicado à realidade dos clubes de futebol profissionais brasileiros. Desta maneira, o objetivo geral deste trabalho é propor um modelo de comunicação integrada para orientar a gestão das ações e estratégias de comunicação de clubes de futebol profissionais brasileiros, adequado à realidade dos mesmos, a partir de elementos oriundos dos modelos teóricos da gestão de comunicação integrada em organizações (KUNSCH, 2003; PEDERSEN et al. 2007) e dos apontamentos de gestores esportivos destas organizações esportivas.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior, Eduardo de Oliveira Cruz Carlassara (Responsável)

  • 2019 – presentePesquisa

    Gestão de Patrocínio em organizações esportivas: proposta de modelo para equipes de voleibol

    Em andamento

    Um modelo de sucesso na gestão do voleibol foi a implementação na CBV das unidades estratégica de negócio, ou seja, cada UEN tinha seu gestor e era gerida com objetivos particulares e estratégias próprias (RUIZ E ROCCO JÚNIOR, 2013). Essa descentralização das ações permitiu uma gestão mais eficiente e um crescimento econômico na modalidade nos anos seguintes. Atualmente a Superliga Feminina de vôlei, denominação dada ao Campeonato Brasileiro da modalidade, conta com o número recorde de estrangeiras em sua história. Essa força da liga nacional brasileira só foi possível por meio da profissionalização da gestão de clubes e entidades esportivas. Empresas que investiram na modalidade nos últimos anos ajudaram a fomentar o voleibol. Tudo isso obrigou a uma modernização na forma de comunicação da modalidade com seus torcedores. Para financiar todo o investimento de clubes e entidades no voleibol é necessário que haja parceria com patrocinadores. Porém, essa parceria deve ser realizada de forma profissional e transparente, com uma gestão de patrocínio que traga retorno a ambas as partes, o patrocinador e o patrocinado. Analisando o contexto citado, temos um motivador para esse projeto de doutorado. Nesse sentido, visando suprir essa lacuna acadêmica e mercadológica surge o seguinte problema de pesquisa: Como são negociados e gerenciados os contratos de patrocínio envolvendo as equipes de voleibol feminina que disputam a Superliga no Brasil? A partir dessa pergunta de pesquisa foram desenvolvidos os objetivos centrais e secundários desse projeto.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior, Pedro Lucas Parolini (Responsável)

  • 2019 – 2022Pesquisa

    Modelos de Gestão e Design Organizacional das Entidades Esportivas: análise e proposta para clubes brasileiros de futebol

    Concluído

    Os clubes brasileiros de futebol, em sua maioria entidades associativas de direito privado sem fins lucrativos, estão enfrentando graves problemas de competitividade esportiva e mercadológica em um contexto do esporte cada vez mais globalizado. As entidades esportivas brasileiras, ainda pouco profissionais, são obrigadas a conviver e disputar mercado com verdadeiros conglomerados multinacionais do esporte. Diante deste cenário, discutir o Modelo de Gestão e o Design Organizacional destas entidades tornou-se imperativo. A estrutura organizacional define como as tarefas são formalmente distribuídas, agrupadas e coordenadas; cada empresa adota o melhor modelo para sua organização segundo suas estratégias. O objetivo deste Projeto de Pesquisa e levantar e analisar o Design Organizacional e o Modelo de Gestão de todos os clubes de futebol que disputam campeonatos oficiais organizados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). É nossa intenção identificar um modelo próprio brasileiro e propor alterações em busca de uma maior competitividade mercadológica e esportiva no contexto mundial do esporte.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Ary José Rocco Júnior (Responsável), Júlia Pimenta Salazar, Ivan Furegato Moraes, Luis H. T. Vanucci, Carlos Padeiro, Thiago de Oliveira Santos, Roger Brikman

  • 2019 – 2021Pesquisa

    Comunicação de Produtos em Entidades Esportivas: os casos Conmebol-Libertadores e UEFA-Champions League

    Concluído

    Essa pesquisa tem como objetivo principal identificar, comparar e analisar as estratégias de comunicação das Entidades esportivas Conmebol e Uefa durante as competições Copa Libertadores e Champions League. O problema de pesquisa está relacionado com a discrepância na gestão das entidades esportivas entre o futebol sul-americano e europeu, que está aumentando a cada ano. A comunicação organizacional é uma das ferramentas mais importantes para uma boa gestão, fato que o futebol europeu já percebeu há muito tempo. Para a análise das estratégias de comunicação das Entidades, seguiremos como base teórica o modelo de comunicação organizacional integrada da Professora Margarida Kunsch. O método utilizado nessa pesquisa será o estudo de caso. Com base nos resultados preliminares do estudo piloto, vemos que a Conmebol tem uma estratégia de mudança da sua imagem corporativa desde 2016, enquanto a Uefa é uma entidade mais consolidada que foca sua comunicação nos seus valores, principalmente o respeito.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior, Roger Luiz Brinkmann (Responsável)

  • 2018 – 2019Pesquisa

    O Consumidor do Esporte: da distinção social à imersão digital.

    Concluído

    Nos últimos quarenta anos, o Esporte se transformou em uma indústria bilionária, movimentando diversos agentes em um mercado cada vez mais preocupado com o entretenimento e o consumo. Os principais eventos esportivos do mundo, como os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo de Futebol, são, atualmente, negócios milionários envolvendo investidores, patrocinadores, atletas e uma série de outros agentes que exploram o Esporte para a geração de um retorno cada vez maior. Com o apoio dos meios de comunicação, o Esporte, além de uma grande paixão, pela emoção que provoca nas pessoas, é hoje um grande negócio. O objetivo deste trabalho é analisar, desde o surgimento do Esporte Moderno, na Inglaterra da segunda metade do século XIX, pós-Revolução Industrial, o papel do Consumidor na evolução histórica do Esporte na Sociedade Ocidental. Entendemos que o Consumidor manteve, em diversos momentos da evolução histórica da sociedade no Ocidente, uma relação de consumo distinta com os produtos e serviços esportivos. O Consumo do Esporte, dentro do propósito deste estudo, foi pautado por uma relação entre as entidades que, prioritariamente e em diferentes momentos históricos, se apoderaram do Esporte para se sobressair e pelo apoio inconteste dos meios de comunicação, que sempre enxergaram no Esporte conteúdo essencial para seu crescimento e desenvolvimento. Sendo assim, a partir do surgimento do Esporte Moderno, dividimos a história do Consumidor do Esporte em quatro grandes momentos: a) o Consumidor Social do Esporte; b) o Consumidor Político; c) o Consumidor Econômico; d) o Consumidor Virtual do Esporte. Em especial, neste último momento, pretendemos analisar e chamar a atenção para a relação que se estabelece entre o Consumidor, o Esporte e os Meios de Comunicação. A virtualização do Esporte leva ao seu consumo excessivo e, paradoxalmente, à drástica diminuição de sua prática.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior (Responsável)

  • 2018 – 2022Pesquisa

    Torcidas Organizadas e Mídia Esportiva: discursos sobre violência no futebol

    Concluído

    Este estudo, de natureza qualitativa, tem por objetivo investigar e analisar (a partir de uma perspectiva Arqueológica) o discurso do jornalismo esportivo sobre as torcidas organizadas paulistanas de 1969-2019. Para contemplar a este objetivo de identificação dos enunciados provenientes do jornalismo esportivo, a tese irá se basear na Arqueologia de Michel Foucault (FOUCAULT, 2008), aliando, assim, a pesquisa bibliográfica com a pesquisa exploratória no Arquivo construído para esta investigação. Tal Arquivo é composto pelas matérias, artigos e reportagens que envolvam as torcidas organizadas e que foram veiculadas nas fontes primárias (nos jornais ?O Estado de São Paulo? e ?A Folha São Paulo?) e secundária (Revista Veja). Os dados serão analisados de acordo com os procedimentos Arqueológicos, buscando identificar a regularidade discursiva em meio à dispersão. Em uma breve imersão no Arquivo, por ora, encontram-se resultados que sustentam a hipótese de trabalho levantada: a existência de, ao menos, 3 momentos discursivos em torno das torcidas organizadas paulistanas: um primeiro neutro/positivo (1969-198?), um ponto de inflexão (1988-1992) e um terceiro momento, essencialmente negativo, estigmatizante e criminalizador (a partir de 1995, tendo a Batalha do Pacaembu como marco).

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior (Responsável), Marcelo Fadori Soares Palhares

  • 2017 – 2020Pesquisa

    Competências e condições de trabalho dos treinadores das categorias de base do voleibol paulista: um estudo exploratório

    Concluído

    A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) representa a entidade máxima do voleibol no país. A ela estão vinculas 27 federações, sendo um representante de cada Estado e uma do Distrito Federal. A instituição é filiada ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e à Federação Internacional de Voleibol (FIVB). Organizada por unidades de negócios, a CBV é responsável por realizar toda a parte técnica e logística dos campeonatos em território brasileiro. Além disso, a instituição supervisiona todas as atividades das seleções brasileiras, masculinas e femininas, das três categorias (adulta, juvenil e infanto-juvenil). O processo de profissionalização da gestão da entidade se deu na década de 70 quando decidiu encarar o voleibol como um negócio, se tornando um exemplo de gestão esportiva no país (KASZNAR; GRAÇA Fº, 2006). Para melhor compreensão, nesse estudo utilizaremos o conceito de que Gestão Esportiva é essencialmente a coordenação das atividades que ocorrem dentro das organizações esportivas, ou seja, os serviços coordenados pela gestão do esporte são considerados atividades primárias dessas organizações e compreendem os processos de produção e marketing (ROCHA; BASTOS 2011). A pesquisa a ser realizada não abordará os processos de marketing e sim os processos de produção, onde pretende-se fazer um diagnóstico e análise das informações a respeito das condições de trabalho dos técnicos das categorias de base da modalidade no Estado de São Paulo (reconhecendo a relevância do Estado para o voleibol nacional), identificando suas competências e habilidades, verificando se os processos administrativos e políticas dos clubes e da Federação facilitam, estimulam e valorizam o trabalho desses técnicos, através da presença de fatores considerados críticos para o sucesso esportivo internacional de acordo com o modelo SPLISS.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior, Camila Rezende Dantas (Responsável)

  • 2017 – 2019Pesquisa

    Estratégias para captação de recursos em organizações que trabalham com esporte educacional

    Concluído

    Todas as manifestações esportivas, educacionais, de participação ou de rendimento, têm sua importância no desenvolvimento do esporte. Porém, é preciso mais do que nunca, direcionar esforços para formação de crianças e jovens. Desta forma, ?massificando? o esporte, pode-se chegar ao ponto de selecionar indivíduos para desenvolvê-los no ER, em que, aí sim, o objetivo principal é a conquista desportiva: medalhas, troféus, índices, títulos, etc. Nessa prática, os treinamentos são rigorosos e os atletas são exigidos constantemente. Além disso, geralmente, os atletas são profissionais, ou seja, tem no desporto sua atividade principal. (CAÚS; GÓES, 2013, p. 46). Além da falta de convergência dos investimentos no âmbito esportivo educacional, existe ainda um atraso no sistema de gestão das Entidades de Prática Desportivas (EPD?s), popularmente conhecidas como clubes ou associações esportivas. Muitas vezes, gestores desqualificados e não comprometidos com os objetivos das organizações trabalham sem avaliação de resultados, descumprindo prazos e não atingindo metas. Nesse cenário, considerando a gestão das EPD?s e o crescimento dos negócios relacionados ao esporte, surge a necessidade de os profissionais da área esportiva encararem os desafios de atuar em um mercado cada vez mais competitivo e verificar como a atenção do torcedor-consumidor é disputada por inúmeras possibilidades de entretenimento e lazer. (ROCCO, 2012, p. 30). O presente estudo pretende verificar, diagnosticar e analisar as estratégias de marketing de algumas EPD?s e, formular, com base nas informações obtidas, um modelo de planejamento estratégico com metas factíveis para obtenção dos resultados esperados para, principalmente, atrair investimentos e desenvolver o esporte educacional (EE). O debate teórico foi realizado a partir das seguintes categorias: Planejamento e Gestão Estratégica; Marketing Esportivo; Entidades de Prática Desportiva e Esporte Educacional. Nesse contexto, a realização deste estudo pretende responder ao seguinte problema de pesquisa: como atrair investimentos para o EE em EPD?s? Com isso, o objetivo geral deste projeto será analisar as estratégias de marketing para captar recursos para o EE em EPD?s, comparando com as estratégias utilizadas no mercado para a mesma finalidade. É nossa intenção, ao final da pesquisa, sugerir possíveis estratégias que auxiliem os clubes no desenvolvimento de suas estratégicas de mercado para a captação de recursos financeiros. Para isso, serão realizadas análises documentais e pesquisas de campo em EPD?s. Como resultado esperamos contribuir para a implantação de um planejamento estratégico de marketing nas EPD?s analisadas que permita à estas entidades captarem recursos para o esporte educacional.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior, Luis Henrique Torquato Vanucci (Responsável)

  • 2017 – 2020Pesquisa

    Programas Inovativos e a Criação de Valor Social através do futebol: uma comparação entre Fundações no Brasil e no Reino Unido

    Concluído

    O esporte vem crescendo e ganhando espaço em outros setores, não mais restrito apenas aos praticantes e espectadores. Esse crescimento aumenta a complexidade da gestão do fenômeno esportivo, demandando habilidades e competências de outras áreas por seus gestores e consequentemente para os agentes de formação. Segundo Pimenta (2011), a indústria esportiva desenvolveu-se em um negócio bilionário, criando oportunidades e desafios não só para seus gestores, mas também para as instituições de ensino. A organização esportiva vem se transformando, ganhando um caráter multidisciplinar e dinâmico. Assim como qualquer outro negócio, o mercado esportivo opera em um cenário extremamente competitivo e necessita de constante inovação (HOYE ET AL., 2006). Para Raten, (2010) o esporte é um processo empresarial, no século XXI, quando se pensa em esporte, é importante lembrar-se do contexto atual que o envolve, como: patrocinadores, marcas, eventos, investimentos e outros elementos que mostram a evidência de aplicações de técnicas e estratégias presentes nas maiores das empresas modernas, por isso a inovação é seu elemento-chave. No contexto esportivo, a inovação pode se manifestar de diversas maneiras, por meio de produtos (tecnologias, vestimentas, aplicativos para celulares) e processos (estratégias). Para Raten (2010), a maior inovação da década passada em relação ao esporte foi a utilização da estatística e aplicativos computacionais para auxiliar na análise do desempenho esportivo e na internacionalização das ligas esportivas. Devido a esta complexidade, as organizações esportivas precisam de gestores que estejam preparados a ajudar seus dirigentes e sua equipe principal a formular e alcançar suas metas e objetivos (PIMENTA, 2001). Sendo a inovação um dos pilares da construção ideal de uma indústria esportiva, o fomento desta e da criatividade (HOYE ET AL., 2006) por estes gestores, torna-se de grande valia. Assim, este projeto de pesquisa tem como objetivo principal levantar ?de que forma é ensinado o conceito de inovação nos cursos de pós-graduação (lato e stricto sensu) em gestão do esporte no Brasil??, bem como analisar como o conceito de inovação é trabalhado no processo de formação e qualificação dos gestores esportivos no Brasil.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior, Júlia Pimenta Salazar (Responsável)

  • 2017 – 2019Pesquisa

    A emoção como elemento de decisão no processo de compra do consumidor de eventos esportivos.

    Concluído

    Eventos esportivos comumente exercem uma enorme atração sobre as pessoas, pelo glamour que as confere, pelas personalidades envolvidas, pela estrutura oferecida, pelos serviços disponibilizados, pela competitividade, superação, alegria, enfim, por toda a atmosfera que a ocasião reserva. São momentos únicos na vida das pessoas que deixam marcas positivas e duradouras, que ativam emoções e influenciam diretamente o comportamento do ser humano enquanto consumidor. A principal proposta deste Projeto de Pesquisa é tratar do poder de um evento esportivo frente às emoções, cujos estudos e influência no comportamento do consumidor vêm ganhando relevância nas últimas décadas, interferindo consideravelmente na tomada de decisão dos consumidores. Ela está fortemente baseada em estudos, como os propostos por Jung (1974), Richers (1984), Kanrec (2000), Solomon (2002) e Kotler & Keller (2006), que apontam a emoção como agente de tomada de decisão capaz de encurtar consideravelmente o já estabelecido processo de decisão de compra, especialmente quando tratamos do consumidor esportivo. Comparado a outras áreas do marketing, o estudo do comportamento do consumidor é uma área ainda recente. Lembramos que nem todos os aspectos (culturais, sociais e pessoais) possuem o mesmo nível de compreensão e a mesma facilidade de serem mensurados. Alguns deles foram e ainda têm sido negligenciados dentro do estudo do comportamento do consumidor, como, segundo Karsaklian (2000), ocorre com os fatores situacionais, dentre eles, a vivência da emoção. Segundo Solomon (2000), as pessoas adaptam suas compras a ocasiões específicas, e o modo como elas se sentem em determinado momento afeta o que as mesmas têm vontade de comprar ou fazer. São muitos os motivos que nos levam a acreditar que esta proposta de pesquisa poderá contribuir para a área de Gestão de Esportes, dentre eles, a certeza de poder contribuir não apenas para a academia, mas também, para o mercado em constante evolução - ressaltando que as emoções geradas pela experiência vivida num evento esportivo podem reduzir etapas do já estabelecido em literatura - processo de decisão de compra do consumidor.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior, Lilian Perrenoud (Responsável)

  • 2017 – 2020Pesquisa

    O Esporte para Todos e a gestão de programas esportivos em organizações privadas sem fins lucrativos.

    Concluído

    As organizações esportivas têm se apropriado de teorias organizacionais e de modelos de processos administrativos ?genéricos? para o gerenciamento de projetos e programas físico-esportivos. Por isso, os processos administrativos de projetos e programas físico esportivos foram concebidos para organizações industriais (com foco nos processos de produção dos produtos) ou comerciais (de venda de produtos ou serviços). Embora as abordagens (progressivamente: clássica, estruturalista, humanista, comportamental, sistêmica, e contingencial) fossem evoluindo ao longo do tempo, independentemente do foco dado ? seja na linha de produção, na estrutura da empresa, nas relações humanas no trabalho, nas tomadas de decisões coletivas, da inter-relação dos processos organizacionais, ou na relação organização e ambiente - o objetivo final é sempre criar as melhores condições de desempenho para que se possa gerar o maior lucro, com o menor custo possível. (ROSSÉS, 2014; HAMPTON, 1983)
É sob essa lógica que funcionam as empresas privadas e o ambiente de negócios, na qual as relações de consumo (compra e venda) são balizadas pela tecnologia, pela economia e pelo comportamento do consumidor frente às tendências e modismos. Porém o Esporte e o exercício físico não podem ser considerados somente como um produto e sob a ótica das organizações privadas e com fins lucrativos. As organizações do terceiro setor e o esporte com foco no bem estar social e na qualidade de vida têm cada vez mais crescido no Brasil atuando nas lacunas deixadas pelo setor público e privado. Um grande desafio que se coloca neste campo, que é novo na sociedade brasileira e de abordagem multidisciplinar, é ter acesso a um corpo de conhecimentos relativo à gestão destas organizações. (MAZZEI et al, 2013; MAZZEI & BASTOS, 2012). É nesse âmbito que se situa esta proposta de pesquisa, pois um dos segmentos deste universo do gerenciamento de organizações sem fins lucrativos está no desenvolvimento e gestão de programas de exercício físico e de esporte que estejam coerentes com a cultura organizacional (alinhados com a missão, valores e objetivos) e com a adesão e permanência do público pretendido, de maneira que a organização alcance seus propósitos de maneira continuada. Há organizações físico esportivas que têm tido bastante sucesso na administração de seus programas. Assim, estudar o modelo de gestão dessas instituições pode ajudar a desenvolver modelos teóricos mais adequados para esse setor. E considerando a especificidade e a complexidade do gerenciamento do esporte, especialmente quando o mesmo é compreendido como uma multiplicidade de concepções (e não somente como um produto), a presente proposta tem como objetivo analisar e descrever como importantes organizações sem fins lucrativos no Brasil têm desenvolvido e gerenciado os seus respectivos programas físico esportivos, seus processos de pensamento e planejamento estratégico com vistas para a longevidade e coerência destes programas no ambiente no qual está inserido e a partir da interpretação destes dados encontrados, contribuir para o desenvolvimento de modelos específicos para esse fim.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior (Responsável), Luciana Itapema Alves Melher

  • 2016 – 2019Pesquisa

    Patrocínio e consumidor esportivo: mensuração e análise das ações de ativação dos investidores nos Jogos Olímpicos Rio 2016

    Concluído

    Descrição: O patrocínio esportivo pode ser compreendido como um instrumento da comunicação em marketing, através do qual a transmissão do nome, imagem e/ou produto da empresa, realiza-se por meio do esporte (Fernandes, 2009). O patrocínio viabiliza que empresas se estabeleçam na memória de seus consumidores e se favoreçam dos aspectos de positividade atribuídos aos valores do esporte, através de ligações formadas com eventos, clubes, entidades ou projetos esportivos (Machado, 2004). A crença no patrocínio como forma de investimento, especialmente nos Jogos Olímpicos, está refletida no aumento dos valores investidos nos últimos anos, fazendo emergir a preocupação com a mensuração dos retornos obtidos e, principalmente, a análise da percepção do consumidor com relação às ativações de patrocínios realizadas. Assim, o objetivo do estudo foi analisar e mensurar o grau de percepção dos consumidores em relação às ações de ativações de patrocínio das empresas Bradesco, Correios, Coca-Cola e Samsung, durante um evento teste para os Jogos Olímpicos. Para fins de análises, foram utilizados dados obtidos por meio da captura primária através de questionário pré-definido, padronizado e constituído de sentenças e respostas em uma escala Likert de cinco, que possui forte confiabilidade e validade. A amostra foi composta por 47 indivíduos, escolhidos aleatóriamente, que estavam presentes no evento teste da ginástica artística, nos dias 16 e 17 de Abril, na cidade do Rio de Janeiro. Com relação às empresas Bradesco e Samsung, 53% dos indivíduos apontaram que não tiveram percepção alguma das ativações de ambas as empresas, durante o evento. Dos Correios, 51% dos indivíduos não perceberam nenhuma ativação da empresa. Por fim, com relação à Coca-Cola, 43% dos indivíduos também não perceberam nenhum tipo de ativação da empresa. Os dados demonstram que tais empresas analisadas não aproveitaram de maneira efetiva a possibilidade de realização de ativações das suas marcas no evento, seja porque realmente não o fizeram, seja porque as ativações realizadas não chamaram a atenção do público presente, evidenciando um problema estratégico importante. A ativação de patrocínio é peça chave para que uma empresa influencie seu consumidor alvo gerando a chamada consciência de marca. Segundo Aaker (2014), a consciência de marca é responsável por afetar a probabilidade de a mesma ser lembrada em momentos importantes do processo de compra. Desta forma, as empresas analisadas no estudo certamente influenciaram muito pouco seus consumidores, perdendo a oportunidade de 7 7º Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte 2º Conferência Internacional de Gestão do Esporte começarem a criar uma consciência de suas marcas no leque de opções que os consumidores consideram, a longo prazo. Como limitação esse estudo poderia ter sido realizado também em outros eventos testes, com um número maior de indivíduos, para corroborar com o que foi, aqui, apontado.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior, Eduardo de Oliveira C. Carlassara (Responsável)

  • 2015 – 2016Pesquisa

    Identificação dos perfis de patrocinadores que agregam valor aos eventos de corrida de rua: um estudo na visão dos consumidores do esporte

    Concluído

    Na atual conjuntura que o esporte brasileiro vive, a necessidade de se elaborar planos estratégicos para se aliar ao esporte se torna um diferencial para empresas que desejam se associar a essa indústria. Essa associação em muito dos casos acontece por meio do patrocínio esportivo. Segundo Sá e Almeida (2012) para o que patrocínio seja bem sucedido, é necessário um planejamento dessa ação em quatro etapas, objetivo, seleção, ativação e mensuração Dentre esses objetivos citados pelos autores, a lembrança de marca por parte dos consumidores dos eventos esportivos é citada como uma motivação de empresas que desejam patrocinar o esporte. Nesse aspecto, pesquisas que envolvam lembrança de marca se tornam importantes ferramentas de tomada de decisão para os patrocinadores e patrocinados. A partir do momento que se decide o objetivo do patrocínio, o próximo passo é selecioná-lo. Nesse cenário, selecionar a modalidade pode ditar o sucesso ou não desse patrocínio no qual o objetivo é a lembrança de marca (Meenaghan, 2001). Essa seleção para a associação entre empresa e esporte que gere como resultado a lembrança de marca, pode ser explicado pela Teoria da Congruência. Segundo Jagre et al. (2001), a Teoria da Congruência advém das ciências sociais para investigar aspectos relacionados a memória e atitude. De acordo com a teoria, os patrocinadores podem ser congruentes ou incongruentes com o evento. Quando o produto/serviço do patrocinador está relacionado com o evento, ou quando o público-alvo da empresa está diretamente ligado ao público do evento, essa relação é congruente (Jagre et al., 2001). Ao contrário, essa relação é incongruente. Alguns autores acreditam que quanto maior a incongruência entre patrocinador e evento, maior são os resultados de recall. Segundo o autor, esse maior recall seria resultado de um processamento da informação que o consumidor deve fazer ao se deparar com tal situação de incongruência. Com isso, o objetivo desse trabalho é identificar a lembrança dos patrocinadores nos eventos de corrida de rua, e verificar sua congruência com o evento em questão.Foi aplicado um questionário a 407 participantes de quatro grandes eventos de corrida de rua no Brasil. Os eventos escolhidos foram: São Paulo Marathon City, Maratona da Cidade do Rio de Janeiro, Meia de Floripa e Volta Internacional da Pampulha. O questionário aplicado continha questões sobre a lembrança dos patrocinadores dos eventos. Para isso, se utilizou o ?free recall?, onde os indivíduos não recebiam nenhum estímulo para essa lembrança, ou seja, lembravam livremente desses patrocinadores.No que diz respeito ao recall dos patrocinadores do evento, 71% dos participantes afirmaram se lembrar de algum patrocinador. Dentre os patrocinadores lembrados, 88,86% eram de fato patrocinadores do evento, enquanto 11,14% se enquadram no falso recall. Desses patrocinadores lembrados pelos consumidores, 88,74% são patrocinadores congruentes com eventos de corrida de rua, seja por meio de congruência de produtos/serviços ou pela congruência de público-alvo. Esses dados se opõem ao modelo de congruência proposto por Jagre et al. (2001), o qual acredita que quando existe uma incongruência entre patrocinador e patrocinado, os níveis de recall são maiores. Os resultados apontam para um maior recall de patrocinadores que são congruentes com eventos de corrida de rua. Esses dados podem ser úteis para produtores de eventos da modalidade apresentaram aos seus potenciais patrocinadores. Caso o objetivo do patrocinador seja a lembrança de marca, e essa empresa seja congruente com os eventos de corrida de rua, a chance do sucesso desse patrocínio aumenta. Nesse caso, cabe ao patrocinador elaborar ações de ativações nesses eventos e mensurar o efeito dessa parceria, para ao final concluir as quatro etapas do patrocínio esportivo.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior (Responsável), Pedro Lucas Parolini

  • 2014 – 2017Pesquisa

    A ?Falação Esportiva? e a ?Novela Diária? do Jornalismo: a espetacularização da cobertura do Esporte na Mídia Impressa Brasileira durante a Copa do Mundo FIFA 2014

    Concluído

    O discurso dos meios de comunicação de massa, em tempos de pós-modernidade, está cada vez mais relacionado com o consumo do produto esporte. A construção da espetacularização dos eventos esportivos na mídia, por diversas oportunidades, serve a esse propósito. O estudo da notícia é uma das maneiras de analisar as motivações econômico-ideológicas em atuação na mídia. O objetivo deste Projeto de Pesquisa é investigar e analisar, com base no acompanhamento da mídia esportiva impressa, os diversos caminhos, no imaginário popular, da construção da espetacularização das competições esportivas e da chamada ?novela diária? do jornalismo. Para isso, analisaremos a cobertura a ser realizada por sete dos principais veículos impressos do país da Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Pretendemos, com isso, analisar a repercussão da principal competição do futebol mundial na mídia impressa brasileira. É nossa intenção demonstrar, através dos conceitos de ?valor notícia? (news values) e de ?falação esportiva?, que aspectos como notoriedade, interesse público e imprevisibilidade foram abandonados pela imprensa brasileira. Todos esses elementos, fundamentais na definição de uma pauta, foram deixados de lado. Em seu lugar, a polêmica, o consumo, o jornalismo de celebridade e a indignação nacionalista deverão nortear as pautas durante o Mundial. O objetivo dessa preferência no discurso da mídia, pretendemos comprovar, é espetacularizar o esporte e reafirmar a cultura do consumo esportivo, aumentando sua importância econômica.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Ary José Rocco Júnior (Responsável)

  • 2014 – 2015Pesquisa

    A Importância Estratégica da Comunicação Integrada na Gestão de Equipes Esportivas: uma comparação entre clubes Europeus e Brasileiros

    Concluído

    Em todo o mundo, a chamada Indústria do Esporte vem experimentando vertiginoso crescimento financeiro. O mercado brasileiro ainda tem muito a crescer na exploração do esporte. A realização dos dois maiores eventos do esporte mundial no Brasil ? a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 -, colocou o país no contexto dos negócios relacionados ao esporte. Grandes marcas mundiais ? como patrocinadores e investidores ? têm planejado investir no Brasil em razão dos dois megaeventos já citados. O jornal O Estado de São Paulo, em matéria publicada no dia 13 de novembro de 2011, informa que ?nos últimos oito anos, os clubes brasileiros (de futebol) viram suas receitas aumentar em 300% atingindo praticamente ? 1 bilhão (R$ 2,5 bilhões) no final de 2010. (...) Só no ano passado, a expansão de receita foi de 34%?. Todo esse investimento deve aumentar nos próximos anos, inserindo de vez o Brasil no cenário da indústria do entretenimento esportivo. Com isso, o papel das agremiações esportivas adquiriu especial importância dentro da sociedade contemporânea global. A relevância do planejamento estratégico dessas organizações fez crescer a necessidade dos clubes esportivos investirem na construção de uma cultura organizacional que permita o desenvolvimento de uma identidade clubística que agregue todos os seus stakeholders ? atletas, torcedores, patrocinadores, marcas, investidores e outros. A comunicação integrada, entendida como uma filosofia capaz de nortear e orientar toda a comunicação que é gerada na organização, é um fator estratégico para o desenvolvimento organizacional na sociedade globalizada e para a construção da cultura dessas organizações. O futebol é parte integrante, em escala cada vez maior, da Indústria do Entretenimento, voltada para o desenvolvimento de produtos culturais. A criação estratégica e planejada de valores e princípios organizacionais que equilibrem resultados econômicos, mercadológicos e financeiros, com a performance esportiva, colabora para o desenvolvimento e implantação de uma cultura, através de uma adequada comunicação integrada, que gera receita e traz conquistas no campo esportivo e lucros no campo empresarial. O FC Barcelona da Espanha, o Sporting Club de Portugal e o AFC Ajax da Holanda, são exemplos de agremiações que adotaram modelos de gestão próprios que trazem, em suas construções, o desenvolvimento de filosofias próprias que identificam seus atletas e torcedores em qualquer canto do planeta. Ao contrário do que ocorria até a década de 1990, quando a cultura era adquirida pelos atletas em seus países de origem, a cultura do esporte do início do século XXI é construída de forma estratégica. As principais equipes esportivas do mundo são verdadeiras organizações multinacionais, congregando atletas oriundos de vários países do mundo, comunicando para a sociedade sua missão, sua visão, seus valores, sua identidade. O objetivo deste projeto de pesquisa, em nível de Pós Doutorado, é analisar, de forma comparativa, os modelos de comunicação integrada adotados pelos principais clubes europeus, com os ainda incipientes modelos utilizados pelos grandes clubes brasileiros. Para isso, iremos estudar três clubes europeus que investem em modelos de comunicação integrada - FC Barcelona, Sporting Club e AFC Ajax -, e três grandes equipes do Estado de São Paulo - Sport Club Corinthians Paulista, Santos Futebol Clube e São Paulo Futebol Clube. A hipótese que pretendemos demonstrar é que o desenvolvimento de uma filosofia de comunicação integrada em entidades esportivas é fundamental para construção de uma adequada cultura organizacional, que apresenta impactos extremamente positivos, especialmente nos clubes europeus, nos resultados esportivos e na valorização de mercado dos clubes de futebol estudados.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior (Responsável), Margarida M. K. Kunsch

  • 2013 – 2016Pesquisa

    Determinação do Valor Midiático dos principais atletas e clubes que atuam no futebol brasileiro

    Concluído

    O objetivo deste projeto de pesquisa é, através do acompanhamento de cinco jornais diários ? O Estado de São Paulo, O Globo, Folha de São Paulo, Zero Hora e o esportivo Lance! - e cinco revistas semanais/mensais ? Istoé, Veja, Época, Placar e ESPN -, propor uma metodologia de determinação do valor midiático dos principais atletas e clubes que disputarão o Campeonato Brasileiro de futebol de 2013. A premissa que temos, e que pretendemos investigar, é que a construção desse valor midiático de mercado dos atletas/clubes é determinado, muitas vezes, pelo destaque que tais atletas obtêm nos principais veículos de comunicação do país.

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior (Responsável), Luciana Meloni Rocco, Marcelo dos Santos Lima, Carlos Affonso Sartore Salles, João Fabiane de Fonseca

  • 2013 – 2016Pesquisa

    Estudos e Modelos do Comportamento do Consumidor no Esporte

    Concluído

    O consumidor esportivo e seu comportamento (diferentes agentes do mercado de consumo no esporte; diferenças entre consumidores, torcedores e fãs; características do consumidor de produtos e serviços esportivos; e, tipos de estudos sobre consumidores esportivos). Estudo do comportamento do consumidor no Esporte (fatores que influenciam no comportamento do consumidor esportivo ? fatores internos ou psicológicos, fatores externos, grupos de referência, grupos culturais e a mídia).

    Equipe

    Ary José Rocco Júnior (Responsável), Luciana Meloni Rocco, Marcelo dos Santos Lima, Carlos Affonso Sartore Salles, João Fabiane de Fonseca, Renan Mendonça de Barros, Jessica Aime dos Santos Lupercio Caparroz, Silvana Souza Cunha

  • 2013 – 2018Pesquisa

    Os Novos Estádios e Arenas e o Comportamento do Consumidor do Produto Esportivo: o Padrão FIFA de Qualidade e o Impacto no Torcedor Brasileiro

    Concluído

    O Brasil será sede da Copa do Mundo FIFA 2014, foram escolhidas doze cidades e verificada a necessidade de realizar a construção e/ou reforma de 12 estádios e arenas para atender às necessidades deste megaevento. O Governo Federal, o COL e a FIFA assumem através das estratégias estabelecidas ao megavento, que tais construções devem seguir determinadas normas para a correta acomodação dos torcedores. Torcedores que, agora, são tratados também como consumidores, para seu completo e adequado entretenimento e conforto, elevando o preço médio dos ingressos, maximizando o lucro do evento. O objetivo desse projeto de pesquisa é analisar, através de pesquisas antes, durante e depois do evento Copa do Mundo, a percepção do torcedor a respeito dos diversos itens que afetam sua experiência nos estádios constantes das normas produzidas pela FIFA, entidade organizadora da competição. É nossa intenção avaliar se, na percepção do consumidor, as novas praças esportivas, construídas dentro de rígidos padrões estabelecidos pela entidade que dirige o futebol mundial, afetam efetivamente a percepção que o torcedor tem do evento esportivo.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Ary José Rocco Júnior (Responsável), Luciana Meloni Rocco, Carlos Affonso Sartore Salles, Leandro Carlos Mazzei, Fábio Soares César

Ensino de graduação

beta

Orientações

7 de 7 orientações
Por página
  • Mestrado
    desde 2025
    Paula Bassi · Orientação
    A divulgação científica e as universidades de Educação Física e Esporte: conteúdo, estruturas e processos · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USP
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Raphael Bueno Cura · Orientação
    POLÍTICAS DE INCLUSÃO VOLTADAS PARA LGBTQIAPN+ NAS FEDERAÇÕES PAULISTAS DE ESPORTES OLÍMPICOS · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USP
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Rafael Antunes Leme · Orientação
    Racismo no futebol masculino brasileiro: as percepções do jornalismo esportivo · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USP
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2023
    AUGUSTO RAPP DE ESTON PINTO COELHO · Orientação
    Leis de Incentivo ao Esporte: Um olhar comparado sobre os fatores de impacto na adoção do modelo federal e do Estado de São Paulo · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USP
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2023
    Paula Velloso Breviglieri · Orientação
    ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO ESPORTE DOS COMITÊS OLÍMPICOS NACIONAIS · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USP
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2022
    Roberto Toledo R. Junior · Orientação
    Gestão do esporte universitário: proposição de um modelo de gestão para o esporte dentro das Instituições de Ensino Superior (IES) · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USP
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2021
    Marcella Rodrigues da Silva · Orientação
    DATA ANALYTICS E GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING: ANÁLISE DOS FAN CENTRIC DOS CLUBES DE FUTEBOL · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USP
    Em andamento

Bancas julgadoras

217 registros
217 de 217 bancas
Por página
  • 2023
    Natacha Manchado Pereira
    Equidade de Gênero na Gestão de Confederações Olímpicas Brasileiras ? Políticas e Direcionamentos · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: Cacilda Mendes dos Santos Amaral, Leandro Carlos Mazzei, BASTOS, FLÁVIA DA CUNHA
    Mestrado
  • 2023
    Eduardo de Oliveira Cruz Carlassara
    Comunicação Organizacional Integrada: um estudo sobre sua utilização estratégica nas equipes da Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: Margarida M. K. Kunsch, Eric de Carvalho, BASTOS, FLÁVIA DA CUNHA
    Doutorado
  • 2023
    Marcella Rodrigues da Silva
    BIGDATA NA GESTÃO DE CLUBES DE FUTEBOL: RECOMENDAÇÕES PARA TOMADAS DE DECISÕESESTRATÉGICAS ORIENTADA A DADOS · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: Fernando de Andrade Franco Malagrino, Marcos Vinicius Cardoso, BASTOS, FLÁVIA DA CUNHA
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2023
    Roger Luiz Brinkmann
    Implicações culturais na gestão do esporte: proposta de modelo de comunicação paraorganizações esportivas a partir da teoria da glocalização · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: Edson Crescitelli, Eric de Carvalho, Michele Viviene Carbinatto
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2023
    Felipe Barbaro Bortoleto
    Um estudo da percepção do torcedor em relação à qualidade das ações de Marketing praticadas pelo clube de preferência · Administração · Universidade Estadual de CampinasBanca: Eric David Cohen, Christiano França da Cunha
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2023
    Núbia Maria Silva de Azevedo
    DO MYTHOS AO LÓGOS: Um mapeamento das construções simbólicas na literatura acerca do Sport Club Corinthians Paulista · Comunicação · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: José Carlos Marques, Roseane Andrelo
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2023
    Concurso para provimento de um lugar de Professor Auxiliar para a área disciplinar de Ciências do Desporto da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto| Edital n.º 1540/2023
    · Faculdade de Desporto - Universidade do PortoBanca: António Manuel Fonseca, Abel Hermínio Lourenço Correia, Paulo Henrique Azevedo, Jorge Augusto Pinto Silva Mota, José Pedro Sarmento de Rebocho Lopes
    Concurso público
  • 2022
    Leandro Boaventura do Nascimento
    Modelos de Negócio das Academias Brasileira: um conceito teorico construído por especialistas · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: BASTOS, FLÁVIA DA CUNHA, Bernadete de Lourdes Marinho Grandolpho, Edson Trajano Vieira
    Mestrado
  • 2022
    Rene Vinicius Donnangelo Fender
    Governança em Confederações Olímpicas brasileiras: impactos do primeiro ciclo de implementação do Rating Integra · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: BASTOS, FLÁVIA DA CUNHA, Cacilda Mendes dos Santos Amaral, Jane Aparecida Marques
    Mestrado
  • 2022
    AMANDA MARIA DIAS DAS CHAGAS
    RESPONSABILIDADE SOCIAL EM ENTIDADES ESPORTIVAS BRASILEIRAS: AS CONFEDERAÇÕES DE ATLETISMO, CANOAGEM, GINÁSTICA, JUDÔ E VOLEIBOL - AS PRIMEIRAS NO RANKING DE FINANCIAMENTO PÚBLICO · Educação Física · Universidade Federal do ParanáBanca: FERNANDO MARINHO MEZZADR, André Mendes Capraro
    Mestrado
  • 2022
    Fernando de Morais Franco Nunes
    Eterno ?Menino Ney?: a narrativa positiva sobre Neymar pelos perfis TNT Sports Brasil e Sportv no Instagram · Comunicação · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: José Carlos Marques, Carlo José Napolitano
    Mestrado
  • 2022
    CARLA CRISTINA TAGLIARI
    QUALIDADE DO SERVIÇO EM PROGRAMAS PÚBLICOS DE ESPORTE E ATIVIDADE FÍSICA NA ESFERA MUNICIPAL: A RELEVÂNCIA DE UM INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO · Educação Física · Universidade Federal do ParanáBanca: FERNANDO MARINHO MEZZADR, FERNANDO RENATO CAVICHIOLLI, WANDERLEY MARCHI JR, TIAGO MIGUEL PATRICIO RIBEIRO
    Doutorado
  • 2022
    Carlos Roberto Gaspar Teixeira
    AS REPRESENTAÇÕES VISUAIS DA BELEZA ATLÉTICA OLÍMPICA: DA ANTIGUIDADE AO INSTAGRAM · Comunicação Social · Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do SulBanca: Roberto Tietzmann, André Fagundes Pase, Vanessa Valiati, Júlia Rabetti Giannella
    Doutorado
  • 2022
    Marcelo Fadori Soares Palhares
    Torcidas Organizadas e Mídia Esportiva: discursos sobre violência no futebol · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: Bernardo Borges Buarque de Hollanda, Soraia Chung Saura, Luciana Salgado Salazar
    Doutorado
  • 2022
    Kleber Augusto Ribeiro
    Gestão de Organizações Esportivas: proposição de modelo de avaliação de desempenho para federações estaduais · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: Fernando Marinho Mezzadri, Flávia da Cunha Bastos, Gonzalo Bravo
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2022
    Tatiane Maria Barbosa de Oliveira
    Jogo de Damas: gestão e perspectivas para o desenvolvimento da modalidade no Brasil · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: Flávia da Cunha Bastos, Flávio de Campos, Letícia Bartholomeu de Queiroz Lima
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2022
    Bruna Lindman Bueno
    Natação brasileira de alto rendimento: identificação de um sistema esportivo a partir da trajetória dos atletas · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: Flávia da Cunha Bastos, Letícia Bartholomeu de Queiroz Lima
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2022
    Vito Chiarella Neto
    Gestão de Projetos e Eventos Esportivos: Análise das melhores práticas de gestão à luz doPMBok do Project Management Institute. · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: Roberto Sbragia, Luis Fernando Britto Pereira de Mello Barreto, BASTOS, FLÁVIA DA CUNHA
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2021
    Roger Luiz Brinkmann
    Estratégias de comunicação digital de produtos em entidades esportivas: os casos CONMEBOL-Libertadores e UEFA-Champions League · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: Soraia Chung Saura, Maria Aparecida Ferrari, Eric de Carvalho
    Mestrado
  • 2021
    Raquel Vieira Nakamura
    Coaching executivo na Gestão do Esporte: um estudo de caso em organização privada sem fins lucrativos · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: BASTOS, FLÁVIA DA CUNHA, Leandro Carlos Mazzei, Cacilda Mendes dos Santos Amaral
    Mestrado
  • 2021
    Luiz Silva dos Santos
    Estudo sobre os efeitos do envolvimento na congruência entre organizadores e patrocinadores de eventos esportivos · Administração · Universidade Nove de JulhoBanca: Evandro Luiz Lopes, Julio Araujo Carneiro da Cunha, André Torres Urdan, Otávio Bandeira De Lamônica Freire
    Doutorado
  • 2021
    Eduardo de Oliveira Cruz Carlassara
    Comunicação Organizacional Integrada em Clubes de Futebol Brasileiros: proposta de modelo estratégico para processos e aplicações gerenciais · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: BASTOS, FLÁVIA DA CUNHA, Luiz Alberto Beserra de Farias, Margarida M. K. Kunsch
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2021
    Natacha Manchado Pereira
    Equidade de Gênero na Gestão de Entidades Esportivas Olímpicas Brasileiras · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: Flávia da Cunha Bastos, Cacilda Mendes dos Santos Amaral, Larissa Rafaela Galatti
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2021
    Pedro Lucas Leite Parolini
    Gestão de patrocínio em organizações esportivas: proposta de modelo para equipes de voleibol · Ciência do Esporte · Escola de Educação Física e Esporte USPBanca: Flávia da Cunha Bastos, Marcelo de Castro Teixeira, Daniel Marangon Duffles Teixeira
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2021
    AMANDA MARIA DIAS DAS CHAGAS
    RESPONSABILIDADE SOCIAL EM ENTIDADES ESPORTIVAS BRASILEIRAS: AS CONFEDERAÇÕES DE ATLETISMO, GINÁSTICA, HANDEBOL, JUDÔ E VOLEIBOL · Educação Física · Universidade Federal do ParanáBanca: Fernando Marinho Mezzadri, André Mendes Capraro
    Exame de qualificação de mestrado

Revisor de periódico

15 registros
  1. 2023 – presenteVínculo atual
    International Sports Studies (ISS)
    Revisor de periódico
  2. 2018 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Ciências do Esporte (RBCE)
    Revisor de periódico
  3. 2018 – presenteVínculo atual
    Revista Motrivivência
    Revisor de periódico
  4. 2018 – presenteVínculo atual
    COMMUNICARE (SÃO PAULO)
    Revisor de periódico
  5. 2017 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Educação Física e Esporte (RBEEFE)
    Revisor de periódico
  6. 2017 – presenteVínculo atual
    International Journal of Sport Communication (IJSC)
    Revisor de periódico
  7. 2017 – presenteVínculo atual
    International Journal of Sports Marketing and Sponsorship
    Revisor de periódico
  8. 2017 – presenteVínculo atual
    International Journal of Sports Marketing and Sponsorship
    Revisor de periódico
  9. 2016 – presenteVínculo atual
    Revista de Gestão e Negócios do Esporte (RGNE)
    Revisor de periódico
  10. 2014 – presenteVínculo atual
    Journal of Sports Sciences
    Revisor de periódico
  11. 2013 – presenteVínculo atual
    REVISTA INTERCONTINENTAL DE GESTÃO DESPORTIVA
    Revisor de periódico
  12. 2013 – presenteVínculo atual
    PODIUM: SPORT, LEISURE AND TOURISM REVIEW
    Revisor de periódico
  13. 2013 – presenteVínculo atual
    REMARK. REVISTA BRASILEIRA DE MARKETING
    Revisor de periódico
  14. 2011 – presenteVínculo atual
    REVISTA BRASILEIRA DE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL E RELAÇÕES PÚBLICAS
    Revisor de periódico
  15. 2011 – presenteVínculo atual
    ORGANICOM (USP)
    Revisor de periódico

Prêmios e títulos

12 registros
12 de 12 prêmios
Por página
  • 2024
    VII Concurso de Artigos Científicos da Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados
    Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados
  • 2024
    Paraninfo das Turmas dos Cursos de Graduação da EEFE-USP
    Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo (EEFE-USP)
  • 2023
    VI Concurso de Artigos Científicos da Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados
    Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados
  • 2017
    Prêmio Flávia da Cunha Bastos - melhor trabalho pôster apresentado no 8o CBGE
    Associação Brasileira de Gestão do Esporte (ABRAGESP)
  • 2017
    Prêmio José Maurício Capinussú de Souza - maior número de trabalhos apresentados 8o CBGE
    Associação Brasileira de Gestão do Esporte (ABRAGESP)
  • 2016
    Prêmio Lamartine DaCosta - melhor trabalho do Congresso Brasileiro de Ciência do Esporte
    Associação Brasileira de Gestão do Esporte (ABRAGESP)
  • 2015
    Melhor trabalho apresentado no GTT2 - Comunicação e Mídia do Congresso Brasileiro de Ciência do Esporte (CONBRACE)
    Colégio Brasileiro de Ciência do Esporte
  • 2014
    Melhor Programa de Rádio - Variedades
    Associação Paulista dos Críticos de Arte - APCA
  • 2012
    Prêmio Nacional de Gestão Educacional (PNGE)
    Humus Consultoria Educacional
  • 2010
    Prêmio Nacional de Gestão Educacional (PNGE)
    Humus Consultoria Educacional
  • 2009
    Prêmio Nacional de Gestão Educacional (PNGE)
    Humus Consultoria Educacional
  • 2002
    Melhor Programa de Rádio - Variedades
    Associação Paulista dos Críticos de Arte - APCA

Participação em eventos

92 registros
92 de 92 participações
Por página
  • 2020
    Corporate Social Responsibility (CSR) through the lens of Institutional Communication (IC): a comparison between male basketball leagues in Brazil and Italy.
    3rd WASM (World Association for Sport Management) World Conference · Apresentação oral · Participante · Santiago/Chile
  • 2020
    Cultura nas Entidades Esportivas
    Foro Iberoamericano Gerencia del Deporte · Conferencista · Convidado · Quito/Equador
    Divulgação científica
  • 2019
    Gestion del Deporte en Latinoamerica despues de los Megaeventos
    VI Congreso da Associación Latinoamericana de Gerência Deportiva (ALGEDE) · Conferencista · Convidado · Colima, México
    Divulgação científica
  • 2019
    Corridas de rua ?convencionais? x ?fashion?: comparação do perfil e do engajamento dos participantes.
    10º Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte · Apresentação oral · Participante · São Paulo/SP
    Divulgação científica
  • 2018
    A Gestão do Esporte no Brasil: panorama e tendências
    9o Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte · Conferencista · Convidado · Fortaleza (CE)
    Divulgação científica
  • 2017
    Sports Management in Latin America
    2nd WASM (World Association for Sport Management) World Conference · Conferencista · Convidado · Kaunas
  • 2017
    THE LEGACIES MANAGEMENT AFTER THE MEGA SPORT EVENT HOSTING
    NTSU 30 Anniversary Sport and Recreation Management International Conference · Conferencista · Convidado · Taiwan
  • 2017
    O papel do ex-atleta na Gestão do Esporte
    8o Congresso Brasileiro de Gestão do Esporte · Moderador · Convidado · Curitiba
  • 2017
    O papel do jornalista esportivo na profissionalização da Gestão do Futebol
    Congresso Brasileiro de Gestão do Futebol (Congrefut) · Moderador · Convidado · São Paulo
  • 2017
    Comunicação e megaeventos esportivos
    XXXX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom) · Moderador · Convidado · Curitiba
  • 2017
    As Arenas e Estádios da Copa do Mundo 2014, o padrão FIFA e o torcedor de futtebol
    V Congreso de la Asociación Latinoamericana de Gerência Deportiva (ALGEDE) · Conferencista · Convidado · Buenos Aires
  • 2017
    Legado dos Jogos Olímpicos Rio 2016
    VII Seminário de Estudos Olímpicos · Moderador · Convidado · São Paulo
  • 2017
    WASM Annual General Meeting
    2nd World Association for Sport Management (WASM) Annual General Meeting · Moderador · Convidado · Taiwan
  • 2017
    WASM Annual General Meeting
    2nd World Association for Sport Management Annual General Meeting · Moderador · Convidado · Kaunas
  • 2016
    The Legacy of the FIFA World Cup 2014 facilities: white elephants or facilities for entertainment and sports?
    21th European College of Sport (ECSS) Congress · Apresentação oral · Participante · Vienna
  • 2016
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