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Perfil do docente · IP

Maria Cristina Gonçalves Vicentin.

Livre · Departamento de Psicologia Social e do Trabalho

Currículo atualizado em 07/12/2025

Tratamento e Prevenção PsicológicaPsicologia Social

Cita-se como: VICENTIN, Maria Cristina Gonçalves;VICENTIN, M. C. G.

17 seções

Resumo biográfico

Professora doutora do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho do Instituto de Psicologia da USP, na área Psicologia e Direito; vice-coordenadora do Programa de Pós-graduação em Psicologia Social; docente do Mestrado Profissional em Terapia Ocupacional da USP. Integra o Laboratório Psicanálise, Sociedade e Política (IPUSP) e o Grupo de pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória (IEA-USP). Integra ainda: o Grupo de pesquisa Políticas da Subjetividade (CNPq); Psicologia Social Jurídica (CNPq) e é membro do GT Psicologia Social Jurídica da ANPEPP, apresentado em abril de 2024. Integrou o GT Subjetividade Contemporânea da ANPEPP (2012 a 2024), onde atuou como coordenadora e vice-coordenadora (2018-2023). É pesquisadora vinculada às seguintes redes de pesquisa: Rede Internacional Coletivo Amarrações: políticas com adolescentes; Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes; o Observatório Internacional de práticas da Gestão Autônoma da Medicação (GAM) e Rede Latino-americana Psicanálise e Política. Bolsista produtividade do CNPq, atualmente com o projeto "Impactos psicossociais da violência de estado: subsídios para políticas públicas" (2022-2025). Foi professora do Departamento de Psicologia Social da PUC-SP (1983-2022), onde coordenou o Núcleo de Estudos e Pesquisa Lógicas Institucionais e Coletivas (2010-2022) no Programa de Estudos Pós-graduados em Psicologia Social. Foi coordenadora do Programa de Reorientação da Formação Profissional em Saúde/Programa de Educação pelo Trabalho em Saúde da Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde da PUC-SP (2012-2018), convênio Ministério da Saúde e Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Graduou-se em Psicologia na PUC-SP, onde fez o Mestrado em Psicologia Social (1992) e o Doutorado em Psicologia Clínica (2002). Tem pesquisado e produzido particularmente sobre adolescência/juventude e conflitualidade; modalidades de resistência e enfrentamento dos sujeitos em situações de violências/vulnerabilizações; práticas jurídicas e processos de subjetivação; socioeducação, dispositivos de saúde mental e produção de subjetividade; saúde mental de crianças e adolescentes; saúde mental, justiça e direitos humanos.

Indicadores

Áreas de atuação

02 registros
  • Ciencias Humanas
    Psicologia
    Tratamento e Prevenção Psicológica
  • Ciencias Humanas
    Psicologia
    Psicologia Social

Formação acadêmica

04 registros
  1. 1997 – 2002DoutoradoConcluído
    Psicologia (Psicologia Clínica) · Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
    “A vida em rebelião: histórias de jovens em conflito com a lei”
    Orientação: Peter Pál Pelbart
  2. 1988 – 1991MestradoConcluído
    Psicologia (Psicologia Social) · Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
    “Fronteiriços: uma geopolítica da delinqüência.”
    Orientação: Maria do Carmo Guedes
  3. 1980 – 1982GraduaçãoConcluído
    Licenciatura em Psicologia · Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
  4. 1978 – 1983GraduaçãoConcluído
    Psicologia · Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Idiomas

03 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
EspanholBemBemRazoávelBem
InglêsBemBemRazoávelBem
FrancêsBem———

Atuação profissional

46 registros
  1. 2024 – presenteVínculo atual
    Centro Brasileiro de Análise e Planejamento
  2. 2024 – presenteVínculo atual
    Universidade Federal do Espírito Santo
  3. 2024 – presenteVínculo atual
    Escola da Defensoria Pública do Estado de São Paulo
  4. 2023 – presenteVínculo atual
    Revista Proteção Integral- Instituto Brasileiro do Direito da Criança e Ado
    Membro de corpo editorial
  5. 2022 – 2023
    Instituto Brasileiro do Direito da Criança e do Adolescente
    voluntarioMembro da Diretoria1h/sem
  6. 2022 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Prof Doutor- Instituto de PsicologiaServidor Publico40h/sem
  7. 2020 – 2021
    Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil de Parelheiros-SP
    supervisor clínico-institucionalCeletista1h/sem
  8. 2020 – presenteVínculo atual
    cadernos EICOS
    Membro de corpo editorial
  9. 2019 – 2019
    Defensoria Publica de São Paulo CAM
    Supervisor clínico-institucionalColaborador
  10. 2019 – presenteVínculo atual
    MNEMOSINE (RIO DE JANEIRO)
    Membro de corpo editorial
  11. 2017 – 2019
    Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
    Câmara de Pos -graduação da PUC-SPrepresentante1h/sem
  12. 2017 – presenteVínculo atual
    Universidade Federal de São Paulo
    Integrante projeto pesquisaColaborador
  13. 2017 – 2019
    Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil Jabaquara
    Supervisor clínico-institucionalConsultoria
  14. 2017 – 2019
    Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil Mooca
    Supervisor clínico-institucionalConsultoria
  15. 2016 – presenteVínculo atual
    Instituto de Estudos Avançados - USP
    pesquisadorColaborador
  16. 2016 – 2017
    Defensoria Publica de São Paulo CAM
    Supervisor clínico-institucionColaborador
  17. 2016 – 2017
    Tribunal de Justiça de São Paulo- Núcleo de Apoio Profissional de Serviço S
    supervisor clínico-institucionalColaborador
  18. 2016 – 2017
    Fundação Oswaldo Cruz
    Supervisor articulação de rede intersetorialBolsista
  19. 2016 – presenteVínculo atual
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Revisor de projeto de fomento
  20. 2014 – 2016
    Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
    Representante da PUC-SP no COMITÊ TÉCNICO-C.Colaborador
  21. 2014 – presenteVínculo atual
    Universidade Federal do Ceará
    Membro de grupo de pesquisaColaborador
  22. 2014 – 2022
    Instituto Fazendo Historia
    SupervisorConsultoria2h/sem
  23. 2013 – 2014
    Centro de Atenção Psicossocial Infantil do Guarujá
    Supervisor clínico-institucionalColaborador
  24. 2013 – 2016
    Universidade Católica Dom Bosco
    PesquisadoraProfessor Visitante
  25. 2012 – 2018
    Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
    Coordenadora do Programa de Reorient. Prof.Celetista
  26. 2012 – 2014
    Faculdade de Medicina do ABC
    ConsultoriaColaborador
  27. 2011 – 2013
    Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
    Vice-coordenadora do programa de pós-grad.
  28. 2011 – 2012
    Cidade Escola Aprendiz - Programa Aprendiz Comgás
    ConsultoriaColaborador
  29. 2011 – presenteVínculo atual
    Universidade Federal Fluminense
    Membro de grupo de pesquisaColaborador
  30. 2011 – 2017
    INSTITUTO DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
    Membro de grupo de pesquisaColaborador
  31. 2010 – 2015
    Revista Brasileira Adolescência e Conflitualidade
    Membro de corpo editorial
  32. 2010 – 2015
    Centro de Atenção Psicossocial Infantil Recriar
    Supervisor clínico-institucionalColaborador
  33. 2010 – 2011
    Fundação Helio Augusto de Souza
    Supervisor institucionalColaborador
  34. 2010 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  35. 2009 – 2011
    Centro de Atenção Psicossocial Infantil Móoca
    Supervisor clínico-institucionalColaborador
  36. 2006 – 2009
    Instituto Sedes Sapientiae
    Professor Convidadoconvidado3h/sem
  37. 2002 – 2022
    Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
    Professor DoutorCeletista40h/sem
  38. 1998 – 1998
    Instituto Sedes Sapientiae
    Professor ConvidadoCeletista3h/sem
  39. 1994 – 2015
    Oficina de Idéias e Marketing Cultural
    SóciaColaborador10h/sem
  40. 1992 – 2002
    Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
    Professor Assistente MestreCeletista40h/sem
  41. 1990 – 1996
    Hospital do Servidor Público Municipal
    Celetista30h/sem
  42. 1986 – 1990
    Instituto Sedes Sapientiae
    Professor TitularCeletista3h/sem
  43. 1985 – 1987
    Fundação Estadual do Bem Estar do Menor
    Celetista40h/sem
  44. 1983 – 1992
    Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
    Professor Auxiliar de EnsinoCeletista20h/sem
  45. 1982 – 1985
    Secretaria de Higiene e Saúde da Prefeitura do Município de São Paulo
    Celetista20h/sem
  46. Vínculo atual
    Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Produção bibliográfica

177 registros
15 de 15 itens
Por página
  • 2021
    Mulheres usuárias de drogas e seus filhos: análise de um duplo sequestro em uma perspectiva feminista.
    Isadora Simoes se Souza; Maria Cristina Gonçalves Vicentin · XI Simposio de Psicologia Politica · ISBN 978-65-5941-3 · São Paulo
  • 2017
    Tensões entre cuidado e segurança no caso do uso de drogas: crianças e adolescentes nos circuitos da saúde, justiça e assitência
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin; (Camila Aleixo de Campos Avarca) · VI Congresso Internacional da ABRAMD. Drogas e Autonomia: Diversidade, política e cuidados · ISBN 978-85-548 · Belo Horizonte
  • 2017
    O Dispositivo Equipe e o Fazer Entre Profissões em um Centro de Saúde Mental
    Sérgio Luiz Ribeiro; Maria Cristina Gonçalves Vicentin · XIX Encontro Nacional da ABRAPSOl · Uberlândia
  • 2016
    O Dispositivo Equipe em Saúde Mental na Atenção Básica à Saude: Um Fazer Entre Profissões
    Sérgio Luiz Ribeiro; Maria Cristina Gonçalves Vicentin · 5 Congresso Brasileiro de Saúde Mental · São Paulo
  • 2013
    O Trabalho em Equipe nas Ações de Saúde Mental na Atenção Básica
    Sérgio Luiz Ribeiro; Maria Cristina Gonçalves Vicentin · XI Encontro Regional da ABRAPSO São Paulo · Botucatu
  • 2013
    A Atenção Psicossocial, o Entre Disciplinas e o Processo de Trabalho em Equipe na Saúde Mental
    Sérgio Luiz Ribeiro; Maria Cristina Gonçalves Vicentin · I Fórum Brasileiro de Direitos Humanos e Saúde Mental · São Paulo
  • 2012
    Saúde Mental e a Atenção Básica à Saúde: O Dispositivo Equipe.
    Sérgio Luiz Ribeiro; Maria Cristina Gonçalves Vicentin · II Congresso Internacional de Saúde Mental · Ourinhos
  • 2011
    A Justiça Restaurativa no âmbito do sistema de justiça juvenil: responsabilização social em territórios de vulnerabilidade social.
    Adriane P Borghi; Maria Cristina Gonçalves Vicentin; Ana Lúcia Catão; Miriam Debieux Rosa · II Encontro de Antropologia do Direito (ENADIR ) · São Paulo
  • 2008
    As contribuições da Psicologia Social para o debate acerca dos movimentos sociais de pessoas com deficiência
    Mariana Cordeiro; Maria Cristina Gonçalves Vicentin · IX Encontro Regional da ABRAPSO-SP, VIII Encontro Local de Psicologia Social Comunitária da ABRAPSO Bauru: Balanço de uma luta! História e Devir
  • 2007
    Saúde, Educação e Comunicação com grupos especiais: a experiência de intersetorialidade saúde-educação na inclusão escolar de crianças e adolescentes com graves transtornos psíquicos
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · XIV Semana de Fonoaudiologia/ III Jornada Mauro Spinelli PUC-SP/ I Simpósio Internacional de Fonoaudiologia · São Paulo
  • 2007
    Problematizando as interfaces psi-jurídicas no campo da juventude em conflito com a lei
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · XIV Encontro Nacional da ABRAPSO
  • 2007
    Ações de Saúde para inclusão educacional e sócio-cultural de crianças e adolescentes deficientes ou em situação de vulnerabilidade
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin; Carolina Aranha Gigli; Luiza Cardinalli Faria · 16 Encontro de Iniciação Científica da PUC/SP · São Paulo
  • 2007
    Responsabilização penal juvenil: os sentidos da medida socioeducativa de Prestação de Serviços à Comunidade para adolescentes e profissionais
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin; João Paulo de Brito Greco · 16 Encontro de Iniciação Científica · São Paulo
  • 2007
    Ações de Saúde para inclusão educacional e sócio-cultural de crianças e adolescentes deficientes ou em situação de vulnerabilidade
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin; Laura Castello Branco; Sonia Bittencourt Silveira · 17º Encontro de Iniciação Científica da PUC/SP · São Paulo
  • 2006
    Jovens em conflito com a lei e violência institucional: mapeamento de demandas em saúde mental na Febem-SP
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · XI Congresso Mundial de Saúde Pública e VIII Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva · Abrasco · Rio de Janeiro

Produção técnica

329 registros
109 de 109 itens
Por página
  • 2025
    Revista da Defensoria Pública do estado de São Paulo
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin
  • 2024
    Parecerista Ad Hoc para o volume 15 de 2024 do periódico Revista de Psicologia da UFC
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin
  • 2024
    Parecerista Ad Hoc do periódico Psicologia USP
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · Avaliar o artigo: A Alienação parental entre o discurso do analista e seus avessos nos tribunais de justiça
  • 2024
    Revisão crítica da quinta edição nacional do Caderno Criança e adolescente- Sujeito de direitos dos Cadernos Respeitar é Preciso
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin; raul araujo · Parecer
  • 2024
    parecer ad-hoc CNPq
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · edital de pesquisa pós doutorado
  • 2024
    parecer ad-hoc CNPq
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · Edital de pesquisa
  • 2023
    Contribuições para o avanço da atenção psicossocial para crianças e adolescentes
    Cristina Ventura; Bruna Tano; Maria Fernanda Cid; Rossano Lima; Vladia Juca; Maria Cristina Gonçalves Vicentin +1 autores · Subsídios para a agenda nacional da política de saúde mental da infância e adolescência
  • 2023
    parecer ad-hoc CNPq
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin
  • 2023
    Residência uniprofissional em área profissional da saúde Psicologia: Clínica e Política
    Ana Maria Loffredo; Miriam Debieux Rosa; Gabriel Binkoviski; Maria Livia Tourinho Moretto; Maria Cristina Gonçalves Vicentin; paula fonseca +1 autores · Participação de Edital de Residência Ministério da Saúde/Ministério da Educação
  • 2022
    Revista Physis
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · parecer de artigo
  • 2022
    parecer Ad-hoc projeto CNPq
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · avalialão de projeto Edital CNPq
  • 2022
    parecer 2 Ad-hoc projeto CNPq
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · avalialão de projeto Edital CNPq
  • 2022
    parecer 3 Ad-hoc projeto CNPq
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · avalialão de projeto Edital CNPq
  • 2022
    parecer Revista Psicologia: Ciência e Profissão
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · avaliação artigo Psicologia e Sociedade
  • 2022
    parecer revista Psicologia USP
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · parecer de artigo
  • 2022
    parecer para Cadernos de Psicologia Social do Trabalho
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · parecer de artigo
  • 2021
    parecer Ad-hoc projetos CNPq
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin
  • 2021
    parecer Ad-hoc projeto CNPq
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · avalialão de projeto Edital CNPq
  • 2021
    parecer Ad-hoc projeto CNPq
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin
  • 2021
    parecerista Revista Ciência e Profissão
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · avalialão de projeto Edital CNPq
  • 2021
    parecer Ad-hoc projeto CNPq
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · avalialão de projeto Edital CNPq
  • 2021
    parecer Ad-hoc projeto CNPq
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · avaliação de projeto Edital CNPq
  • 2020
    parecer Ad-hoc projeto FAPESP
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · avaliação de projeto pesquisa
  • 2020
    parecer Revista Psicologia e Sociedade
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · parecer de artigo
  • 2018
    Parecer para Revista Em curso, Graduação em Filosofia da UFSCAR
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin

Projetos de extensão

11 registros

Projetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.

11 de 11 projetos
Por página
  • 2023 – presenteExtensão

    GDUCC - Grupo de Diálogo Universidade-Cárcere-Comunidade

    Em andamento

    O projeto de extensão objetiva o restabelecimento do diálogo entre a Academia, o Cárcere e a Comunidade - setores que, ordinariamente, encontram-se separados por barreiras sociais, econômicas e políticas. Convida estudantes de graduação do direito e da Psicologia a estabelecerem relações com o cárcere e internatos de adolescentes.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Sérgio Salomão Shecaira (Responsável), JESSICA SPONCHIADO

  • 2022 – presenteExtensão

    Diálogos intersetoriais e encontros psi-jurídicos na atenção às violências e violações: apoio institucional às equipes do sistema de justiça e à rede e intersetorialidade assistência/saúde/educação/justiça.

    Em andamento

    O projeto pretende apoiar a reflexão coletiva de equipes ou interequipes sobre situações complexas, assim como sobre os processos de trabalho envolvidos; sobre os dilemas e desafios das atividades que realizam e que favoreçam a busca de subsídios técnicos, operativos e éticos para a construção crítica e criativa de alternativas de intervenção para fazer avançar a proteção pública. O Projeto tem ainda como horizontes possíveis de ação: - apoiar desenvolvimento de pesquisas ou a formulação de projetos conjuntos de pesquisa; - apoiar a escrita das equipes como ação estratégica quanto à sistematização das experiências e a produção científica dos serviços; apoiar a organização de eventos e encontros em parceria. O apoio está sendo entendido aqui na perspectiva da Metodologia Paidea, desenvolvida no âmbito da saúde coletiva (principalmente por Gastão Vagner de Souza Campos) que busca trabalhar com os profissionais o desenvolvimento de uma postura analítica sobre si mesmos, sobre o outro e seu contexto, uma postura crítica e ético-política, para que possam experimentar novas práticas, capazes de responder à complexidade que envolve o trabalho em saúde, buscando compreender e interferir nas dimensões do poder, do conhecimento e do regime de afetação.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável)

  • 2022 – presenteExtensão

    Apoio institucional e formação permanente de profissionais psicólogos da Secretaria de Administração Penitenciária

    Em andamento

    O projeto objetiva apoiar processos formativos e desenvolvimento da produção científica de profissionais psicólogos da Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Henriette T. P. Morato, Gustavo Martinelli Massola (Responsável)

  • 2022 – presenteExtensão

    Diálogos intersetoriais e encontros psi-jurídicos: apoio institucional às equipes do sistema de justiça e à rede e intersetorialidade assistência/saúde/educação/justiça.

    Em andamento

    O projeto objetiva apoiar a reflexão coletiva de equipes ou interequipes sobre situações complexas, assim como sobre os processos de trabalho envolvidos; sobre os dilemas e desafios das atividades que realizam e que favoreçam a busca de subsídios técnicos, operativos e éticos para a construção crítica e criativa de alternativas de intervenção para fazer avançar a proteção pública. O Projeto tem ainda como horizontes possíveis de ação: - apoiar desenvolvimento de pesquisas ou a formulação de projetos conjuntos de pesquisa; - apoiar a escrita das equipes como ação estratégica quanto à sistematização das experiências e a produção científica dos serviços; apoiar a organização de eventos e encontros em parceria. O apoio está sendo entendido aqui na perspectiva da Metodologia Paidea (cf. Gastão W. S Campos ) que busca fomentar, junto aos profissionais, o desenvolvimento de uma postura analítica sobre si mesmos, sobre o outro e seu contexto, uma postura crítica e ético-política, para que possam experimentar novas práticas, capazes de responder à complexidade que envolve o trabalho, nas dimensões do poder, do conhecimento e da rede de afetação.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), CLAUDIA AGUIAR TRIGO, Lucia Filomena Carreiro

  • 2020 – 2022Extensão

    Dispositivos de escuta e apoio psicossocial a familiares de vítimas da violência de estado

    Concluído

    Trata-se de projeto de extensão se insere num projeto mais amplo realizado por um consórcio de grupos de pesquisa de diferentes universidades do estado de São Paulo, com atuação em temas relacionados à proteção e promoção dos direitos humanos e o enfrentamento da violência institucional. Neste momento, o consórcio trabalha no sentido de aprimorar a Plataforma Colaborativa de Violência Institucional (PCVI) desenvolvida pelo Observatório de Violência Policial e Direitos Humanos (OVP-DH) da PUC-SP para adaptá-lo às diferentes realidades de ameaças a defensores de direitos humanos. O presente projeto diz respeito à constituição de um grupo de trabalho no âmbito da Plataforma (PCPI), enquanto um Centro Autônomo de Pesquisa (CEAP), composto por familiares de adolescentes e jovens atingidos pela violência policial e institucional, visando dar visibilidade às ameaças, violações e suas consequências psicossociais, assim como quanto à qualidade das respostas eventualmente obtidas ao se buscar proteção por órgãos do Estado. Mais especificamente, o trabalho: promove um espaço grupal de escuta do sofrimento dos familiares de adolescentes e jovens vítimas de violência do estado; o desenvolvimento de narrativas autorais pelos familiares, entendidos como pesquisadores; orienta familiares sobre a Plataforma para denúncia de violações e outras formas de ampliação da cidadania. Os procedimentos previstos são: aula aberta; oficinas de produção de narrativas de violações; rodas de conversas públicas; articulação dos resultados à Plataforma e produção de relatório com recomendações. O projeto articula professores e estudantes de dois núcleos de pesquisa do Programa de Pós em Psicologia Social e do Pós em Direito (Direitos Humanos), além da equipe do Observatório (História).

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), CLAUDIA AGUIAR TRIGO, Maria Cecilia Galletti, Lucia Filomena, Lilian Breschigliaro

  • 2019 – 2020Extensão

    Programa de Educação pelo Trabalho em Saúde Interprofissionalidade- Saúde Mental, Reabilitação e Atenção Básicae

    Concluído

    O Projeto visa favorecer a formação de recursos humanos em saúde para o SUS, por meio dos princípios da educação Interprofissional e do trabalho colaborativo das equipes de saúde. Desenvolvido a partir da interlocução entre a PUC-SP (docentes, pesquisadores e estudantes) e da Secretaria Municipal de Saúde (gestores e trabalhadores de diversos serviços do território da Supervisão Técnica de Saúde da Freguesia do Ó/Brasilândia: AB ? ESF e NASF; CER; CAPs infantil; CAPs AD), este projeto estimula os mecanismos de sustentabilidade para que a integração ensino-serviço-comunidade, já implantada, possa se expandir e apoiar mudanças curriculares nos cursos de formação na área da saúde, capazes de promover uma abordagem integral do processo saúde-doença e, também, de superar a fragilidade na formação para a interprofissionalidade e de profissionais aptos ao trabalho em equipes, em consonância com as diretrizes e objetivos das políticas e programas do Ministério da Saúde (MS) e do Ministério da Educação (MEC)..
Maria Cristina Vicentin - Integrante Maria Lucia Hege Masini - Integrante.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin, DEborah Sereno, Eliza Rosa, vera lucia ferreira mendes (Responsável), Maria da Graça Machina Gonçalves, Renata Escorcio, Maria Lucia Hege Masini

  • 2013 – 2015Extensão

    Processos de formação e subjetivação: ações com defensores públicos

    Concluído

    Projeto realizado em parceria com a Escola da Defensoria Pública do Estado de São Paulo visando contribuir , por meio de apoio técnico, com a refelxão acerca da formação dos defensores, implicando-os no processo de formação e com a construção de uma política de formação pela Escola.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), Miriam Debieux Rosa, Ana Lúcia Catão, Adriana Borghi, Emília Estivalet Broide, paulo kohara

  • 2009 – 2010Extensão

    Redes de atenção à saúde e intersteorialidade: construindo rede de quam faz rede

    Concluído

    Apoiar as ações intersetoriais e em rede de profissionais da rede pública de saúde com as quais a FACHS mantém parceria de estágio, pesquisa ou extensão, agregando elementos teórico-técnicos para seu aprimoramento, construindo um polo de discussao e difusao das praticas em andamento.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), Silvana Rabello

  • 2006 – 2007Extensão

    Dispositivos grupais na rede pública de saúde : sistematização e análise

    Concluído

    O projeto pretendeu contribuir com a qualificação das práticas grupaisna rede pública de saúde por meio de atividades de formação e de apoio à sistemtização, análise e problematização de algumas destas práticas, destianadas a profissionais da rede pública de saúde por meio de seminários de formação e debate dos textos apresntados pelos profissionais sobre suas práticas.. O projeto resultou´na publicação de dossiê na Psicologia Revista com as práticas profissioansi sistematizadas.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), Felícia Knobloch

  • 2003 – 2007Extensão

    Projeto de inclusão escolar de crianças com transtornos do desenvolvimento

    Concluído
    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), Simone Al Behy André, DEborah Sereno, Odelis Basile

  • 1996 – 1998Extensão

    Práticas na rede pública de saúde: formação e ateliê de textos

    Concluído

    O projeto visou oferecer um espçao de formação para profissionais da rede de saúde mental do município com os quais a universidade tem relações de estágio e pesquisa, aberto a outros interssados, bem como de oferecer um espaço de escrita e debate sobre as práticas de forma a assegurar mecanismos de difusão do conhecimento da rede de saúde mental. 
O projeto resultou na publicação do livro Tecendo a Rede (lançado em 1999) com os textos produzidos pelas equipes. .

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), VIEIRA, MARIA CLAUDIA TEDESCHI

Projetos

27 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

27 de 27 projetos
Por página
  • 2025 – presentePesquisa

    Adolescentes e jovens ameaçados de morte e os caminhos da proteção: um estudo com a política pública de proteção no estado de São Paulo

    Em andamento

    Este projeto pretende compreender os modos pelos quais as políticas públicas de proteção aos adolescentes e jovens ameaçados de morte (PPCAAM) no estado de São Paulo têm construído estratégias como resposta a estes eventos críticos. Compreendemos a situação da ameaça de morte como evento crítico tanto pela situação limiar em que adolescente/jovem (e suas famílias) se encontram quanto pela situação limiar da própria política que trabalha com uma situação crítica: de excepcionalidade e urgência. A caracterização das crianças e adolescentes atendidos, a análise dos seus itinerários institucionais e a percepção da rede socioassistencial quanto aos sentidos e efeitos da proteção, será a via pela qual a pesquisa se aproximará da situação-problema, numa dupla perspectiva: a do encontro dos usuários com a política e a do delineamento da economia da proteção exercida pelos atores da política. Para tanto, serão realizadas análise documental do histórico e trajetórias dos casos atendidos, entrevistas e grupos focais com gestores e profissionais do Programa e entrevistas com jovens e familiares que passaram pelo Programa. A pesquisa pretende contribuir com a análise dos impasses e limares técnicos, éticos e políticos da economia moral da proteção protagonizada pela política públicas e com a compreensão da produção de eventos que aproximam adolescentes e jovens do risco de morte e dos efeitos da política nas vidas dos sujeitos envolvidos.

    Financiadores
    • CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTIFICO E TECNOLOGICO-CNPQ · BOLSA
    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), Renata Lopes Prado, CLAUDIA AGUIAR TRIGO, andrea scisleski, Lilian Breschigliaro, Lucia Filomena Carreiro, Maria Eduarda Demarchi

  • 2024 – presentePesquisa

    Crianças e adolescentes submetidas às piores formas de trabalho infantil em Santos (SP): instrumentos de reordenamento do Sistema de Garantia de Direitos (SGDCA) para prevenção e priorização da proteção social à responsabilização infracional

    Em andamento

    O objetivo geral deste projeto, apoiado pelo edital PPPP FAPESP, é contribuir de forma inovadora para o reordenamento do Sistema de Garantia de Direitos em sua atuação voltada a crianças e adolescentes (SGDCA) inseridas nas piores formas de trabalho infantil (TI). Objetiva-se a co-criação de bancos de dados, implementação de Sistema de Informação e articulação intersetorial, apoiando a efetivação do caráter preventivo e proativo da política na cidade de Santos (SP), com o intuito de reestruturar uma Política Pública em Execução na cidade que garanta a consecução dos Eixos Estratégicos do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, sobretudo: Identificação; Proteção Social para crianças e adolescentes (CAs) e suas Famílias; e Monitoramento das Ações. Integram o projeto diferentes universidades - IPUSP, UNIFESP-BS, UNIABC e IEA/USP. o sistema de garantia de direitos de Santos e o Miinistério Público Federal do Trabalho. O projeto tem quatro linhas de pesquisa; eu coordeno a linha 1: Trajetórias de crianças e adolescentes no trabalho infantil e nos equipamentos do SGDCA: aportes para o trabalho intersetorial e em rede que objetiva: compreender perfis e trajetórias de crianças e adolescentes, seu referencimento, vinculação e circulação na rede de proteção integral e o modo como vivem estas intervenções, assim como os modos pelos quais serviços, equipes tematizam os sentidos de proteção, trabalho e cuidado e implementam ações para esta efetuação..

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Taniele Cristina Rui (Responsável), ana paula galdeano, joana flores duarte, Eduardo Rezende Melo, Hulda Hulmann, Evandro Cruz, Larissa Viana +1 integrantes

  • 2024 – presentePesquisa

    A PRODUÇÃO DA MEDICALIZAÇÃO NOS COTIDIANOS INSTITUCIONAIS: DISCURSOS E PRÁTICAS EM RELAÇÃO ÀS CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM MEDIDA PROTETIVA DE ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL

    Em andamento

    objetivo geral desta pesquisa é investigar os processos de medicalização/patologização que operam sobre as crianças e adolescentes em medida protetiva de acolhimento institucional, em especial aquelas classificadas como pessoas com deficiência e/ou problemas de saúde mental, a partir dos setores da justiça, assistência social e saúde no Estado do Espírito Santo. Os objetivos específicos são: 1) caracterizar as crianças e adolescentes classificadas comopessoas com deficiência intelectual/problemas de saúde mental nas instituições de acolhimento localizadas no ES; 2) identificar as trajetórias transinstitucionais de crianças e adolescentes com problemas de saúde mental e deficiência intelectual acolhidas institucionalmente no município de Vitória; 3) identificar e caracterizar as internações em serviçosde saúde por demandas de saúde mental das crianças e adolescentes em medida protetiva de acolhimento institucional no Estado do Espírito Santo e 4) compreender a percepção da rede socioassistencial a respeito da construção das classificações diagnósticas e das demandas de saúde mental e de reabilitação para as crianças e adolescentes em acolhimento institucional.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Flávia Blikstein, Bruna Tano (Responsável), Ricardo Lugon Arantes, Maristela Lugon Arantes, Bittencourt, Elisangela R

  • 2024 – presentePesquisa

    Violência de Estado e Reparações: interdisciplinaridades e interseccionalidades

    Em andamento

    Ampliar as reflexões acerca da violência de estado e a letalidade policial e produzir documentos técnicos que venham agregar aportes aos saberes e práticas da Defensoria Pública, no que tange aos pedidos jurídicos de reparação integral às famílias das vítimas da violência de estado, bem como incidir sobre construção e ampliação de políticas públicas e articulação de redes para o cuidado psicossocial e acesso aos direitos que são formulados pelas demandas dos casos e pelos movimentos sociais de mães e familiares contra o terrorismo de estado. É composto por profissionais da Defensoria Pública de São Paulo, vinculados as unidades de Campinas e Guarulhos e também aos Núcleos de Direitos Humanos e Igualdade Racial e Defesa de Povos e comunidades tradicionais, e pelos grupos de pesquisa: Observatório do Trauma Psicopolítico (USP/UNIFESP), Laboratório de Psicanálise, Sociedade e Política PSOPOL (IPUSP), Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Crianças, Adolescentes, Famílias e Sistema de Garantia de Direitos (PUCSP) e Observatório de Racialidade e Interseccionalidade (ORI) - UFB

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), Adriana Eiko Matsumoto, Lucia Filomena Carreiro, paulo kohara, Iara Morandian Pedo, Eunice Favero, Daniela Augusto, Magali Almeida +2 integrantes

  • 2022 – presentePesquisa

    Rede de pesquisa Coletivo Amarrações

    Em andamento

    Descrição: A Rede Internacional Coletivo Amarrações surgiu por iniciativa de docentes-pesquisadores de diferentes IES do país que desenvolvem suas pesquisas no campo da vulnerabilidade social e psíquica de adolescentes e jovens. O Grupo vem, desde 2016, tecendo um importante trabalho em Rede nacional e, mais atualmente, internacional. Ele é constituído por um coletivo de pesquisadores docentes de diferentes Instituições de Ensino Superior do Brasil (UFRGS, UFSM, UNIFOR, USP, PUCSP, UFMG, PUCMG), da Colômbia (Universidad de Antioquia), da Argentina (Universidad Nacional de Mar del Plata) e da França (Rennes II). De um modo geral, os pesquisadores compartilham em suas pesquisas e estudos das articulações da psicanálise com as políticas públicas referentes à juventude em situação de vulnerabilidade social e ao tema da violência. O principal objetivo do Coletivo tem sido disseminar novas perspectivas discursivas sobre o valor da vida juvenil de forma a promover, em Rede, rotas alternativas à violência urbana, à criminalidade e à mortalidade dos jovens. A ideia é que, na perspectiva das pesquisas-intervenções que os docentes já desenvolvem em seus polos regionais, possamos nos articular em Rede a fim de produzir efeitos tanto com os jovens, quanto com o campo das políticas públicas; integrar nossos estudos de modo a qualificar as investigações que já conduzimos; adensar a interlocução com a comunidade e com os organismos que se dedicam ao mesmo tema no país e no exterior. Sublinhamos que uma das características dos integrantes do Coletivo é a preocupação com a articulação dos estudos e pesquisas acadêmicas em interlocução com as políticas públicas e com as demandas comunitárias relativas à problemática da violência, mortalidade e vulnerabilidade juvenil. O Coletivo também nasce com a intenção de construir um dispositivo de produção de diagnósticos que sirva para a criação de tecnologias sociais de intervenção, fornecendo subsídios para instituições publicas que trabalham com jovens. Assim, a fim de adensar nosso diálogo com a comunidade em geral, bem como nos aproximarmos de Organismos da sociedade civil afeitos à temática vamos promover o 1 Encontro Presencial da Rede em Porto Alegre, na UFRGS, nos dias 20 e 21 de junho de 2018. Sublinhamos que o trabalho em uma Rede pressupõe a aposta na diversidade proveniente de diferentes saberes e campos de experiências. Em nosso caso, o Coletivo conta com uma diversidade grande de regiões do Brasil e de outros países, o que nos permite ampliar a leitura de uma situação, gerando novos recursos de ação e contribuindo para a superação de práticas interventivas fragmentadas e isoladas. Trata-se também de fazer com que nossas pesquisas acadêmicas possam alinhar-se com as demandas da comunidade, produzindo efeitos éticos-políticos para as questões mais urgentes do laço social. Agregamos ainda a condição de transferência de saberes e tecnologias sociais entre as diferentes regiões do país e do exterior. Fazem parte do Coletivo os Laboratórios e/ou Núcleos de Pesquisa abaixo listados: -NUPPEC RS (UFRGS/UFSM) -LEPSI Minas (UFMG/UFOP) -PSILACS (UFMG) - Laboratório de Psicanálise Política e Sociedade (USP). 2. INTERCÂMBIOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS: Colômbia (Universidad de Antioquia), da Argentina (Universidad Nacional de Mar del Plata) e da França (Rennes II). Destacamos que uma das ações do Coletivo neste ano de 2017 foi a constituição de uma pesquisa multicêntrica, no país, cuja finalidade será identificar eventos que expliquem a trajetória delinquencial da adolescência chamada em conflito com a lei. A finalidade desta busca ativa de informações é auxiliar na construção de tecnologias sociais de intervenção, bem como na construção das políticas publicas referentes a estes jovens.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), Miriam Debieux Rosa, Emília Estivalet Broide, Sandra D Torossian, Rose Gurski, Leonia Teixeira, Andrea Guerra

  • 2022 – presentePesquisa

    Saúde Mental na Universidade de São Paulo

    Em andamento

    O objetivo geral deste estudo é oferecer subsídios para a construção e implementação de políticas de saúde mental na Universidade de São Paulo. Como objetivos específicos temos a construção de um inventário de pesquisas e ações sobre saúde mental na USP e o registro de uma reflexão a partir da experiência da equipe de pesquisa. As(o) membras(o) da equipe têm trajetória com este tema e, no momento, desenvolvem algumas iniciativas na USP, voltadas para promoção da saúde mental e cuidado no âmbito da universidade. Entre as ações desenvolvidas e em andamento pelo grupo estão: a estruturação de um serviço de escuta e acolhimento, como base para uma rede de escuta e acolhimento na universidade (o Programa ECOS - Escuta, Cuidado e Orientação em Saúde Mental); concepção e organização do Dia e da Semana de Saúde Mental da USP, 2023; concepção e organização do curso de difusão "Saúde mental: Inclusão e pertencimento" (duas edições: 2022 e 2023); articulação e sustentação do Fórum Permanente de Saúde mental da USP; articulação do Fórum de Saúde do CRUSP; entre outras ações. Metodologicamente, trata-se de um trabalho cartográfico, com levantamento sistemático de trabalhos produzidos pela USP, registro das experiências produzidas pelo grupo, reflexões sobre a experiência cotidiana, sobre o vivenciado pelas pessoas da equipe. Teoricamente, adota uma perspectiva interdiscipliar, como resultado do diálogo e da composição entre as perspectivas trabalhadas pelos membros da equipe de pesquisa, incorporando contribuições principalmente do campo da psicanálise, da psicologia social, da saúde coletiva, da educação e da filosofia."

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Miriam Debieux Rosa (Responsável), Ianni Regia Scarcelli, Ricardo Rodrigues Teixeira, Adriana Marcondes Machado, Elizabeth de Araujo Lima, Elisabete Franco

  • 2022 – presentePesquisa

    Lógicas institucionais e coletivas e processos de subjetivação

    Em andamento

    O projeto investiga os processos de produção de subjetividade, principalmente nas interfaces com as formas e as práticas jurídicas e destas com o campo da saúde e da asssitência. Privilegiamos as leituras que focalizam o sujeito e a construção de seus territórios existenciais coextensivamente às estruturas sociopolíticas. A confluência entre teorias da subjetividade e teorias sobre a sociedade configurou diversos matizes no tocante às análises e intervenções junto a grupos, instituições e coletivos e aos modos históricos de produção de subjetividade. Dentre esses matizes, dialogamos com a análise institucional francesa e latino-americana (Rene Lourau, Georges Lapassade; Jose Bleger; Gregorio Baremblitt, Ana Maria Fernandez; Guilhon de Albuquerque; Heliana Conde Rodrigues, Regina Benevides dentre outros), a micropolítica (Félix Guattari, Gilles Deleuze) e os aportes de Michel Foucault no tocante às relações saber-poder-subjetivação. Privilegiamos a pesquisa-intervenção cartográfica, que busca fomentar os processos de autogestão e autoanálise, pesquisando com as pessoas e não sobre as pessoas e focalizamos os seguintes eixos temáticos: as interfaces direitos humanos, justiça e saúde mental; as interfaces das práticas da psicologia com a justiça, mais especificamente as relacionadas à conflitualidade social e adolescência; os direitos políticos de crianças e adolescentes; os efeitos psicossociais e as dimensões coletivas das violências, em particular da violência de Estado e da violação de direitos; as modalidades de resistência e de subjetivação dos sujeitos em situações de violência e de vulnerabilidade; e os dispositivos e intervenções clínico-políticas nesses âmbitos.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), Jana Koosah, Brandino, G, Camila Ribeiro Costa Leite, Caroline Cruz, Laura Alves Fernandes de Menezes, Amanda Mendes, Gustavo Fukuda +1 integrantes

  • 2022 – presentePesquisa

    Impactos psicossociais da violência de estado: subsídios para políticas públicas e para políticas de reparação

    Em andamento

    A ação do estado como perpetrador de violência letal em territórios pauperizados, tendo como alvo preferencial adolescentes e jovens negros em nosso país, tem sido identificada como um grave problema social que atinge também as famílias por meio de estratégias de apagamento, silenciamento, não reconhecimento ou ainda privatização da violência, produzindo impactos psicossociais importantes e demandas de políticas públicas. Mães e familiares têm mobilizado resistências pelo Brasil afora a partir de seu sofrimento, promovendo ações para a visibilidade e inscrição social e política de suas lutas na forma de demandas por justiça, verdade, memória e reparação. O presente projeto pretende construir subsídios conceituais e metodológicas para a atenção psicossocial de pessoas que sofreram/sofrem violações de direitos humanos, tendo em vista a ampliação da visibilidade às ameaças, violações e suas consequências psicossociais, assim como da qualidade das respostas obtidas ao se buscar proteção por órgãos do Estado. Mais especificamente, pretendemos: identificar a tematização do sofrimento ético-político na experiência de famílias, adolescentes e jovens quando em relação com a violência de estado; caracterizar e analisar processos de sofrimento e itinerários de cuidado e de atenção psicossocial nas experiências de familiares vítimas da violência de estado; caracterizar e analisar as dificuldades das políticas de assistências e saúde na atenção a estas demandas; fomentar o debate sobre a especificidade das políticas de atenção aos impactos psicossociais da violência de estado e sobre os dispositivos clínico-políticos sensíveis às singularidades do sofrimento e às demandas envolvidas. Orientados pela perspectiva da pesquisa-intervenção participativa, propomos: a revisão de literatura sobre impactos psicossociais da violência de estado; entrevistas reflexivas individuais e grupos de conversação com familiares de vítimas da violência acompanhadas pelo Centro de Direitos Humanos de Sapopemba (CDHS) e pelo Movimento Mães em Luto da Leste MMLL); o apoio institucional (ações extensionistas) ao MMLL e ao CDHS na articulação da rede local das políticas públicas, organizações não governamentais e movimentos sociais para a garantia de atenção psicossocial e jurídica às vítimas de violência de estado, por meio de: oficinas de mapeamento de território; rodas de conversas públicas; rodas de articulação de redes; seminários e rodas deliberativas. Os resultados devem ser, ainda, articulados à Plataforma Colaborativa do Observatório de Violência Institucional e Direitos Humanos (PUC-SP) e consolidados num conjunto de recomendações. Pretende-se que o impacto social do projeto seja o fomento à discussão das políticas de atenção aos impactos psicossociais às vítimas de violência, de políticas de reparação.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), Catarina Kuvasney Lima

  • 2021 – presenteOutra

    Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes

    Em andamento

    A 'Rede Nacional de Pesquisas em Saúde Mental de Crianças e Adolescentes', constituída em julho de 2020, agregando pesquisadores, docentes e discentes de mais de 18 diferentes programas de pós-graduação stricto sensu que têm em comum: a) a defesa da democracia e dos direitos humanos como valores inalienáveis; b) o reconhecimento de que a saúde mental se refere e se dirige a sujeitos históricos, relacionais, imersos na linguagem e sensíveis aos contextos onde vivem; c) a concepção de crianças e adolescentes como sujeitos plenos - psíquicos e de direitos; d) a afirmação do modelo psicossocial e do cuidado em liberdade como fundamentos da política pública de saúde mental; e) o entendimento de que a colaboração intersetorial, o compartilhamento de saberes e o componente da promoção de saúde mental são imprescindíveis para o avanço do cuidado e do sistema de proteção às infâncias e adolescências brasileiras.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin, maria cristina ventura couto (Responsável), Isadora Simoes se Souza, Maria Fernanda Cid, DAVID, EMILIANO DE CAMARGO, Bruna Tano, Rossano Lima, IFlavia Blikstein +1 integrantes

  • 2020 – 2022Pesquisa

    Impactos psicossociais da violência de estado: subsídios para políticas públicas e para políticas de reparação

    Desativado

    A ação do estado como perpetrador de violência letal em territórios pauperizados, tendo como alvo preferencial adolescentes e jovens negros em nosso país, tem sido identificada como um grave problema social que atinge também as famílias por meio de estratégias de apagamento, silenciamento, não reconhecimento ou ainda privatização da violência, produzindo impactos psicossociais importantes e demandas de políticas públicas. Mães e familiares têm mobilizado resistências pelo Brasil afora a partir de seu sofrimento, promovendo ações para a visibilidade e inscrição social e política de suas lutas na forma de demandas por justiça, verdade, memória e reparação. O presente projeto pretende construir subsídios conceituais e metodológicas para a atenção psicossocial de pessoas que sofreram/sofrem violações de direitos humanos, tendo em vista a ampliação da visibilidade às ameaças, violações e suas consequências psicossociais, assim como da qualidade das respostas obtidas ao se buscar proteção por órgãos do Estado. Mais especificamente, pretendemos: identificar a tematização do sofrimento ético-político na experiência de famílias, adolescentes e jovens quando em relação com a violência de estado; caracterizar e analisar processos de sofrimento e itinerários de cuidado e de atenção psicossocial nas experiências de familiares vítimas da violência de estado; caracterizar e analisar as dificuldades das políticas de assistências e saúde na atenção a estas demandas; fomentar o debate sobre a especificidade das políticas de atenção aos impactos psicossociais da violência de estado e sobre os dispositivos clínico-políticos sensíveis às singularidades do sofrimento e às demandas envolvidas. Orientados pela perspectiva da pesquisa-intervenção participativa, propomos: a revisão de literatura sobre impactos psicossociais da violência de estado; entrevistas reflexivas individuais e grupos de conversação com familiares de vítimas da violência acompanhadas pelo Centro de Direitos Humanos de Sapopemba (CDHS) e pelo Movimento Mães em Luto da Leste MMLL); o apoio institucional (ações extensionistas) ao MMLL e ao CDHS na articulação da rede local das políticas públicas, organizações não governamentais e movimentos sociais para a garantia de atenção psicossocial e jurídica às vítimas de violência de estado, por meio de: oficinas de mapeamento de território; rodas de conversas públicas; rodas de articulação de redes; seminários e rodas deliberativas. Os resultados devem ser, ainda, articulados à Plataforma Colaborativa do Observatório de Violência Institucional e Direitos Humanos (PUC-SP) e consolidados num conjunto de recomendações. Pretende-se que o impacto social do projeto seja o fomento à discussão das políticas de atenção aos impactos psicossociais às vítimas de violência, de políticas de reparação.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável)

  • 2019 – presentePesquisa

    Subjetivação jurídico-política de crianças e adolescentes: o necessário debate sobre a autonomia

    Em andamento

    Os novos direitos de crianças e adolescentes, assim como as experiências de democratização das relações entre crianças, adolescentes e adultos em curso desde a segunda metade do século XX, têm produzido novos modos de subjetivação jurídico-política de crianças e adolescentes. Nesse processo, uma importante reflexão se deu em torno do direito à autodeterminação e aos direitos de liberdade de crianças e adolescentes. Tal inflexão não se fez sem tensões relativamente aos direitos de proteção, estes últimos assentados muitas vezes numa suposta incapacidade sociopolítica de crianças e adolescentes e na posição de subordinação das infâncias ? sua vulnerabilidade estrutural ? nas sociedades contemporâneas. Este projeto pretende contribuir com o debate conceitual relativo à autodeterminação e ao campo dos direitos políticos de crianças e adolescentes por meio da arguição da noção de autonomia tal como vem sendo usada nos documentos jurídico-normativos e pela ampliação do diálogo dessa noção com outros campos de saber, dentre eles os Estudos Sociais da Infância, a Saúde Mental e Coletiva e aportes da Psicologia Social e Institucional. Tal diálogo se fará também junto a um campo da experiência em saúde que tem na produção de autonomia um dos seus objetivos centrais: a estratégia da Gestão Autônoma da Medicação, realizada com crianças e adolescentes e seus familiares, que visa fomentar a corresponsabilidade no cuidado em saúde entre usuários, trabalhadores e familiares; bem como o poder de negociação do usuário em relação à equipe de saúde. Essa experiência nos parece emblemática para a problematização da noção uma vez que trabalha com a perspectiva grupal e coletiva da produção de autonomia, em contraposição à ideia de autonomia como capacidade individual

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável)

  • 2018 – 2019Pesquisa

    SAÚDE DA POPULAÇÃO COM DEFICIÊNCIA NO TERRITÓRIO DA FÓ BRASILÂNDIA/SP: DIÁLOGO COM SERVIÇOS E OS SIGNIFICADOS ATRIBUÍDOS PELA POPULAÇÃO AO ACESSO E CUIDADOS EM SAÚDE.

    Desativado

    Descrição: ? O projeto apresentado está situado na área de desenvolvimento de pesquisas socioantropológicas sobre as condições de vida da pessoa com deficiência em um território de saúde. Objetivo: Identificar, mapear e analisar as demandas, oferta e acesso a serviços e ações que envolvem o cuidado em saúde e a inclusão social da pessoa com deficiência a fim de subsidiar processos de planejamento, gestão do trabalho e formação de profissionais do serviço e população dos territórios de referência. Metodologia: Trata-se de Pesquisa Participante/ Pesquisa Ação que buscará incluir os atores sociais de forma consistente na construção e aprimoramento da sua ação coletiva, na ?busca de conhecimento e soluções para os seus problemas, instauração de processos de ?planejar-agir-observar-refletir?. Partirá de um levantamento bibliográfico sobre o tema, construirá um Banco de Dados sobre perfil demográfico, socioeconômico, epidemiológico, de morbimortalidade da pessoa com deficiência e sobre a caracterização da oferta assistencial do território local e regional (três micro área de FÓ/Brasilândia e Coordenadoria Regional de Saúde Norte da cidade de São Paulo).Essas informações serão obtidas por meio de pesquisa de dados secundários e por meio de pesquisa com profissionais da rede de saúde pública, com usuários e gestores. Após a identificação de problemas ou barreiras à inclusão social e problemas da atenção à saúde das pessoas com deficiência no território será realizada oficina para discutir possibilidades de superação das dificuldades com profissionais e gestores da área da saúde, organizações/associações territoriais de referência da pessoa com deficiência e os próprios usuários dos serviços..

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Maria Cecilia Trenche Bonini (Responsável), Altair Cadrobbi Pupo, Maria Lucia Hege Masini

  • 2017 – presenteDesenvolvimento

    BASE DE DADOS ALUNOS DO POS EM PSICOLOGIA SOCIAL

    Em andamento

    Base de dados pesquisas dos estudantes do Programa, visando ampliar a interação entre os núcleos de pesquisa, fomentando a oferta de ações de extensão e de formação (principalmente para a graduação) assim como de produção de eventos e publicações conjuntas que trabalhem conexões transversais (temáticas, políticas, interdisciplinares) entre os campos conceituais e metodológicos dos núcleos de pesquisa.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), BUSARELLO, F, MARISTELA SOUSA FREITAS, LAIS CLARO OLIVEIRA, JONAS SOUZA, MARCUS VINICIUS

  • 2017 – 2022Pesquisa

    Coletivo Amarrações- Rede lnternacional de pesquisa e intervenção

    Concluído

    Descrição: A Rede Internacional Coletivo Amarrações surgiu por iniciativa de docentes-pesquisadores de diferentes IES do país que desenvolvem suas pesquisas no campo da vulnerabilidade social e psíquica de adolescentes e jovens. O Grupo vem, desde 2016, tecendo um importante trabalho em Rede nacional e, mais atualmente, internacional. Ele é constituído por um coletivo de pesquisadores docentes de diferentes Instituições de Ensino Superior do Brasil (UFRGS, UFSM, UNIFOR, USP, PUCSP, UFMG, PUCMG), da Colômbia (Universidad de Antioquia), da Argentina (Universidad Nacional de Mar del Plata) e da França (Rennes II). De um modo geral, os pesquisadores compartilham em suas pesquisas e estudos das articulações da psicanálise com as políticas públicas referentes à juventude em situação de vulnerabilidade social e ao tema da violência. O principal objetivo do Coletivo tem sido disseminar novas perspectivas discursivas sobre o valor da vida juvenil de forma a promover, em Rede, rotas alternativas à violência urbana, à criminalidade e à mortalidade dos jovens. A ideia é que, na perspectiva das pesquisas-intervenções que os docentes já desenvolvem em seus polos regionais, possamos nos articular em Rede a fim de produzir efeitos tanto com os jovens, quanto com o campo das políticas públicas; integrar nossos estudos de modo a qualificar as investigações que já conduzimos; adensar a interlocução com a comunidade e com os organismos que se dedicam ao mesmo tema no país e no exterior. Sublinhamos que uma das características dos integrantes do Coletivo é a preocupação com a articulação dos estudos e pesquisas acadêmicas em interlocução com as políticas públicas e com as demandas comunitárias relativas à problemática da violência, mortalidade e vulnerabilidade juvenil. O Coletivo também nasce com a intenção de construir um dispositivo de produção de diagnósticos que sirva para a criação de tecnologias sociais de intervenção, fornecendo subsídios para instituições publicas que trabalham com jovens. Assim, a fim de adensar nosso diálogo com a comunidade em geral, bem como nos aproximarmos de Organismos da sociedade civil afeitos à temática vamos promover o 1 Encontro Presencial da Rede em Porto Alegre, na UFRGS, nos dias 20 e 21 de junho de 2018. Sublinhamos que o trabalho em uma Rede pressupõe a aposta na diversidade proveniente de diferentes saberes e campos de experiências. Em nosso caso, o Coletivo conta com uma diversidade grande de regiões do Brasil e de outros países, o que nos permite ampliar a leitura de uma situação, gerando novos recursos de ação e contribuindo para a superação de práticas interventivas fragmentadas e isoladas. Trata-se também de fazer com que nossas pesquisas acadêmicas possam alinhar-se com as demandas da comunidade, produzindo efeitos éticos-políticos para as questões mais urgentes do laço social. Agregamos ainda a condição de transferência de saberes e tecnologias sociais entre as diferentes regiões do país e do exterior. Fazem parte do Coletivo os Laboratórios e/ou Núcleos de Pesquisa abaixo listados: -NUPPEC RS (UFRGS/UFSM) -LEPSI Minas (UFMG/UFOP) -PSILACS (UFMG) - Laboratório de Psicanálise Política e Sociedade (USP). 2. INTERCÂMBIOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS: Colômbia (Universidad de Antioquia), da Argentina (Universidad Nacional de Mar del Plata) e da França (Rennes II). Destacamos que uma das ações do Coletivo neste ano de 2017 foi a constituição de uma pesquisa multicêntrica, no país, cuja finalidade será identificar eventos que expliquem a trajetória delinquencial da adolescência chamada em conflito com a lei. A finalidade desta busca ativa de informações é auxiliar na construção de tecnologias sociais de intervenção, bem como na construção das políticas publicas referentes a estes jovens.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Miriam Debieux Rosa, Andréa Máris Campos Guerra (Responsável), Rose Gurski, Jacqueline Moreira, Marcelo Pereira, Leonia Teixeira, Sandra Torossian

  • 2017 – presentePesquisa

    Observatório de práticas de Gestão Autônoma da Medicação (GAM): rede colaborativa de apoio e fomento

    Em andamento

    Projeto de pesquisa multicentrica que envolve a parceria das universidades UNIFESP Baixada Santista, PUC SP, UFRGS, UFSC, UFSM, UFPR, UFF, Universidade de Montreal, Universidade Rovira i Virgili, além da Associação Brasileira de Saúde Mental -ABRASME, para a sistematizacao do conhecimento produzido a partir das experiências GAM nos três países (Brasil, Canadá e Espanha), a partir de peculiaridades locoregionais, nos campos da atenção básica em saúde, serviços de Saúde Mental, com adultos, adolescentes e criancas em sofrimento psíquico incluindo aqueles decorrentes do uso de substâncias psicoativas.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), Analice Palombini, Eduardo Passos, LUCIANA TOGNI DE LIMA E SILVA SURJUS, Deivisson Vianna, Ana Pitta, luciana caliman, walter oliveira +3 integrantes

  • 2016 – 2019Pesquisa

    Crianças e adolescentes nos circuitos da justiça e da saúde: tensões entre cuidado e segurança social no caso do uso de drogas

    Concluído

    A disseminação do consumo de drogas e sua associação à criminalidade, veiculada como uma nova ?epidemia social?, tem conclamado urgência nas respostas do poder público. A atenção à infância e a adolescência neste âmbito tem sido um campo particularmente problemático: o apelo à proteção da infância e ao direito à vida e à saúde tem legitimado práticas repressivas e violentas, voltadas aos usuários de drogas. Desse modo, as interfaces entre os sistemas de saúde e de justiça têm se mostrado centrais nas trajetórias de crianças e adolescentes, destacando-se as internações psiquiátricas e em comunidades terapêuticas por medida judicial. Especialmente quando imputada sob ordem judicial, a internação resulta em segregação prolongada e repetida de crianças e adolescentes, recobrindo complexas demandas sob a chancela da ?dependência química?, revigorando as funções asilares e coercitivas da internação psiquiátrica e dificultando a ampliação das redes de cuidado. Este projeto pretende problematizar, desde os aportes da análise institucional e das contribuições de Michel Foucault, as relações entre cuidado em saúde e segurança social, por meio da análise das práticas de cuidado em saúde junto a crianças e adolescentes, operadas pelos serviços de saúde, na interface com os sistema de justiça. Para isso, visa identificar como as políticas públicas têm respondido às necessidades e demandas de crianças e adolescentes envolvidos com uso de álcool e outras drogas, quais trajetórias crianças e adolescentes têm feito nas redes de atenção e como aí comparecem e são trabalhadas as tensões entre cuidado e segurança.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), saulo tavares mota, juliane manzini, emiliano camargo david, Cesar Augusto Feliciano Silval, Isadora Pavesi Arruda, Raquel Saad de Avila Morales, CLAUDIA AGUIAR TRIGO

  • 2012 – 2015Pesquisa

    Projeto Pró e Pet-saúde: formação profissional para o SUS

    Concluído

    O projeto tem por objetivo geral consolidar a parceria entre a universidade e o território da Freguesia do Ó/Brasilândia, visando ampliar as transformações do processo de formação, de geração de conhecimentos e de prestação de serviços à população, numa abordagem integral do processo de saúde-doença, tendo como eixo condutor e experiência os repertórios do campo da saúde mental.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Maria Cecília Bonini Trenche (Responsável), Edna Maria Severino Peters Kahhale, Elisa Zaneratto Rosa

  • 2012 – 2015Pesquisa

    Atenção Básica e o aprimoramento do cuidado em saúde mental no território da Freguesia do Ó e Brasilândia: transtornos mentais e álcool e outras drogas

    Concluído

    Desde 2008, a PUC-SP vem desenvolvendo o Programa de Reorientação da Formação Profissional em Saúde, em parceria com a Supervisão Técnica de Saúde da FÓ-Brasilândia/Coordenadoria de Saúde Norte/SMS do Município de São Paulo. O programa se desenvolveu a partir de projetos referidos a quatro Unidades Básicas de Saúde (UBS), tendo três cursos envolvidos neste programa: Fonoaudiologia, Psicologia e Serviço Social. Nesse período (2009/2011), o tema territorialização, em sua concepção sociopolítica, e entendida como metodologia capaz de operar mudanças no modelo assistencial e nas práticas sanitárias vigentes, foi eleito eixo central para o planejamento e execução das atividades. A partir do processo percorrido na parceria entre a PUC-SP e os serviços do território de responsabilidade da Supervisão Técnica de Saúde Fó/Brasilândia, foi possível identificar as persistentes demandas de atenção em saúde mental no território, que exigem ampliação e complexificação das respostas ofertadas. Tais demandas resultaram no objeto pactuado entre Secretaria de Saúde e Universidade como eixo das ações do Pró/PET Saúde 2012/2014. As atividades previstas nesse programa contemplam a formação de alunos e profissionais da rede para metodologias de mapeamento de itinerários e histórias de vida, visando a complexificação do cuidadol e a articulação de redes. Participam do Projeto os CAPS da Supervisão FÓ/Brasilândia (Adulto, Infantil e Álcool e Drogas), CECCO, NASF, UBS Silmarya Rejane Marcolino de Souza, e UBS Augusto Leopoldo Galvão. A pesquisa-ação pretende identificar e analisar itinerários de cuidado e auto-cuidado de usuários de saúde mental num microterritório (UBS Sylmaria), sob o ponto de vista da integralidade da atenção e da gestão do cuidados, levantando subsídios e apoiando processos de trabalho em equipe e em rede que aprimorem o cuidado no teritório. Estão envolvidos diretamente no projeto 2 tutores, 13 preceptores trabalhadores desses serviços e 24 bolsistas dos cursos de graduação acima citados. A coordenação do projeto de pesquisa envolve quatro professores da Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde da PUCSP. Sendo dois atuando na coordenação geral (M.C. Vicentin e M.C.T. Bonini) e dois junto aos alunos e preceptores (E.M.S.P. Kahhale e E.Z. Rosa).

    Financiadores
    • Ministério da Saúde · COOPERACAO
    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), Edna Maria Severino Peters Kahhale, Elisa Zaneratto Rosa, Bianca Mara Maruco Lins Leal, Isabella Silva de Almeida, Janaina Eleotério Martins, Jussara Spolaor, Thainá Dicicco Minici Grecco +35 integrantes

  • 2012 – 2018Desenvolvimento

    Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde - Pró-Saúde/ Proposta dos cursos de Psicologia, Serviço Social e Fonoaudiologia da PUC-SP Descrição: Incentivar transformações do processo de formação, geração de conhecimentos e prestaçã

    Concluído

    Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde - Pró-Saúde/ Proposta dos cursos de Psicologia, Serviço Social e Fonoaudiologia da PUC-SP
Descrição: Incentivar transformações do processo de formação, geração de conhecimentos e prestação de serviços à população, para abordagem integral do processo de saúde doença, tendo como eixo central a inserção dos estudantes na rede pública de serviços de saúde e a consolidação da parceria entre a universidade e o serviço local..

    Financiadores
    • Ministério da Saúde · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), Maria Cecília Bonini Trenche, Elisa Zaneratto Rosa, Edna Kahhale, Altair Cadrobbi Pupo, Maria das Graças Machina Gonçalves

  • 2012 – presentePesquisa

    INFÂNCIA, JUVENTUDE E SUBJETIVAÇÃO: INTERFACES PSICOLOGIA E JUSTIÇA

    Em andamento

    Análise crítica do encontro entre as práticas jurídicas e práticas psi, bem como dos modos de subjetivação aí acionados. Nossa abordagem privilegia a análise das formas e as condições sócio-histórico-institucionais dessa relação, especialmente no âmbito da infância/adolescência e do campo do conflito com as leis. Privilegia ainda o estudo dos efeitos da vulnerabilidade social, da violação de direitos e da violência de estado, bem como dos processos de resistência dos sujeitos nestes contextos. Pretende oferecer subsídios para profissionais desse campo nos estudos/intervenções interdisciplinares

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), Gabriela Gramkow, camila deneno perez, ANA CAROLINA MARTINS GIL, Claudia Trigo Aguiar, Marina Galacini Massari

  • 2012 – presentePesquisa

    Dispositivos clínico-políticos em saúde mental e produção de subjetividade

    Em andamento

    Objetivo: Investigar os dispositivos de intervenção desenvolvidos em práticas sociais e/ou práticas clínicas, visando abordar os processos de subjetivação.
Aborda mais especificamente os dispositivos produzidos pela Reforma em saúde mental, especialmente aqueles que se dirigem à infância/adolescência e as que se dão na interface com o sistema de Justiça.

    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), Julia H Joia, Sérgio Luiz Ribeiro, Rafael Michel Domenes, Sander Cavalcanti Albuquerque, Alyne Alvarez Silva, Dayse Bispo Andrade, Adriano de Oliveira +4 integrantes

  • 2010 – 2012Pesquisa

    Novas metodologias de justiça restaurativa com adolescentes em conflito com a lei

    Concluído

    Implementado nos municípios de São Paulo e São Caetano do Sul - Proponente: CDHEP (Centro de Direitos Humanos e Educação Popular de Campo Limpo). Patrocinador: Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. Visa construir parâmetros e avaliar metodologias para a aplicação de práticas restaurativas em situações de atos infracionais de relativo poder ofensivo (roubos) e para a associação de metodologias de justiça restaurativa ao cumprimento da medida socioeducativa em meio aberto, de forma a ampliar a construção do laço social e de redes no processo socioeducativo. Instituições Parceiras: Vara de Infância e Juventude de São Caetano do Sul - SP; DEIJ-SP; ABMP - Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude; Coordenadoria da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça de SP; MEDIATIVA - Instituto de Mediação Transformativa e NEVIS - Núcleo Violências: sujeito e política do Programa de Estudos Pós-graduados em Psicologia Social da PUC-SP

    Financiadores
    • Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Adriane P Borghi, Miriam Debieux Rosa (Responsável), Ana Lúcia Catão, Marta Cerruti, Rodrigo Alencar

  • 2010 – 2015Pesquisa

    Responsabilidade e responsabilização: dialogos entre a psicologia, psicanálise e Sistema Justiça Juvenil

    Concluído

    O projeto pretende realizar uma leitura crítica da conceituação de responsabilidade e responsabilização nas suas interfaces com o Sistema de Justiça Juvenil e com a Justiça Restaurativa. Serão identificadas, na literatura, as várias formas pelas quais a justiça juvenil, a psicanálise e os aportes de Michel Foucault abordam o tema bem como os conceitos que os autores articulam em relação ou adjacência à responsabilidade (por exemplo: ato, ética, dever, moral, dívida, norma, lei, castigo, punição, restauração, dano etc). Outro aspecto da pesquisa será identificar e discutir as concepções de responsabilidade e responsabilização na perspectiva de participantes de processos restaurativos (adolescente, família, comunidade, vítima, coordenadores do processo restaurativo e educadores), mais especificamente processos restaurativos junto ao adolescente autor de ato infracional.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Adriane P Borghi, Miriam Debieux Rosa (Responsável), Ana Lúcia Catão, Marta Cerruti, Rodrigo Alencar, Alejandra Padilha Gomez

  • 2008 – 2010Pesquisa

    Práticas restaurativas nos sistemas de justiça e de socioeducação juvenil: problematizando interfaces psi-jurídicas

    Em andamento

    Na articulação entre os processos de subjetivação e as práticas jurídicas, o adolescente em conflito com a lei ocupa um lugar paradigmático, sendo alvo preferencial dos processos de judicialização ou patologização que configuram diferentes modos de realizar a gestão dos riscos que a juventude pobre coloca ao campo social. A justiça restaurativa propõe-se como um modelo alternativo de justiça, sobretudo ao retributivo, como forma de se alcançar um acertamento entre agressor e vítima, superador da violência que marca o conflito, aberto à consideração das responsabilidades e necessidades de cada parte envolvida, criando espaços protegidos para a auto-expressão e o protagonismo de cada um dos envolvidos e interessados. O presente projeto de pesquisa, pretende contribuir na análise da implantação dessas práticas nos sistemas de justiça e de socioeducação juvenil

    Financiadores
    • Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica Cepe · BOLSA
    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin (Responsável), Adriane P Borghi, Miriam Debieux Rosa, Ana Carolina Schmidt, Fernando Silva Moragas, Ana Lúcia Catão, Marta Cerruti, Beatriz Akemi Takeiti

  • 2006 – 2008Pesquisa

    Ações de Saúde para inclusão educacional e sócio-cultural de crianças e adolescentes deficientes ou em situação de vulnerabilidade. Projeto Interdisciplinar com a Faculdade de Fonoaudiologia.

    Concluído
    Financiadores
    • Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica Cepe · BOLSA
    Equipe

    Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Maria Cecília Bonini Trenche (Responsável), Clay Rienzo Balieiro

Orientações

10 de 10 orientações
Por página
  • Mestrado
    desde 2025
    Gabriel Pavani Brandino · Orientação
    Ouvidores de vozes: cartografia de um grupo com usuários num centro de Atenção Psicossocial · Psicologia Social · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2025
    Gustavo Fukuda · Orientação
    Batuca-Bresser: uma oficina de percussão como dispositivo de subjetivação em um Centro de Acolhimento masculino adulto em São Pauloao · Psicologia Social · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2025
    Laura Alves Fernandes de Menezes · Orientação
    Saúde e violência: invisibilidades e itinerários de cuidado nos casos de notificação de violências contra crianças e adolescentes · Psicologia Social · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Pós-doutorado
    desde 2025
    Isadora Simões de Souza · Orientação
    · INSTITUTO DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
    Em andamento
  • Pós-doutorado
    desde 2025
    Renata Lopes Costa Prado · Orientação
    · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Camila Ribeiro Costa Leite · Orientação
    Dispositivos clínco-políticos nas malocas do centro de São Paulo: uma compreensão da cidade · Psicologia Social · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Caroline Correa Cruz · Orientação
    Uma vida que poderia ter sido e não foi: projetos de vida em meio ao trabalho infantil · Psicologia Social · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2024
    Amanda Araújo Mendes · Orientação
    Se esse CAPS, se esse CAPS fosse nosso: a perspectiva de pessoas em situação de rua sobre o cuidado no Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras drogas · Psicologia Social · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2024
    Jana Koosah · Orientação
    Sai o hospital, entra a crise. Um estudo sobre a desinstitucionalização do paradigma psiquiátrico a partir da experiência de São Bernardo · Psicologia Social · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2023
    Marcia Elliza de Godoi Santos · Orientação
    Jovens em cumprimento de medida socioeducativa: percurso escolar e relações raciais · Psicologia Social · Universidade de São Paulo
    Em andamento

Bancas julgadoras

527 registros
527 de 527 bancas
Por página
  • 2025
    Shaienie Monise Lima Longano
    Adoção e pertencimento: um olhar sobre a experiência pessoal da criança adotiva · Psicologia Clínica · Universidade de São PauloBanca: Leila Salomão de La Plata Tardivo, Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Marilia Franco e Silva Velano
    Mestrado
  • 2025
    Ivana Tomaz Parreira Silva
    Território e crise em saúde mental: contribuições de Milton Santos e itinerários de mulheres com experiência de internação psiquiátrica · Psicologia · Universidade Federal de UberlândiaBanca: Renata Pegoraro, Katia Bones Rocha, Maria Cristina Gonçalves Vicentin
    Mestrado
  • 2025
    Bruno Souza Toledo Ferreira
    As Parceiras da Praça Dinossauro: trabalhos da escuta diante da violência de Estado" · Humanidades, Direitos e outras Legitimidades · Universidade de São PauloBanca: Priscilla Souza, rafael alves lima, Maria Angelica Ribeiro, Maria Cristina Gonçalves Vicentin
    Mestrado
  • 2025
    Anita Vaz
    Nos estranhar sem nos destruir: um corpo na escuta por um pensamento de fronteira · Humanidades, Direitos e outras Legitimidades · Universidade de São PauloBanca: emiliano camargo david, Maria Cristina Gonçalves Vicentin, marta carvalho de almeida, silvana de souza nascimento
    Mestrado
  • 2025
    Mauro Mathias Junior
    o discurso de um adolescente infrator: entre a rua e a medida socioeducativa · Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano · Universidade de São PauloBanca: Marlene Guirado, Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Irandi Pereira, Lineu Norio Kohatsu, Felipe Martins Afonso
    Doutorado
  • 2025
    Amata Xavier Medeiros
    Destinos do sofriemento: testemunho sobre morte, luto e violência · Psicologia Social · Universidade de São PauloBanca: Fernando Santana de Paiva, joão paulo pereira barros, Ellen Cristina Carmo Rodrigues Brandão, Vanessa Andrade de Barros, Maria Cristina Gonçalves Vicentin
    Doutorado
  • 2025
    Luiza Maria Escavardolli Alcântara
    Políticas de cuidado intersetoriais para crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil no município de Santos: perspectivas e articulações · Psicologia Social · Universidade de São PauloBanca: Bruna Tano, Eunice Nakamura, Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Regina Celia Fiorati
    Doutorado
  • 2025
    Jessica Rodrigues Rosa
    Violência, sofrimento e suas determinações sociais: a constituição do trauma psicossocial entre a população em situação de ruap · Psicologia Social · Universidade de São PauloBanca: antonio euzebios filho, Elisa Zaneratto Rosa, Maria Cristina Gonçalves Vicentin, veronica moraes ximenes, osvaldo gradelha junior
    Doutorado
  • 2025
    Angélica Bibiana de Nóbrega
    Modulações do sofrimento: entre individual e compartilhado · Psicologia Social · Universidade de São PauloBanca: Gabriela Calazans, Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Fabiene de Moraes Vasconcelos Gama
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Alex Mendes de Oliveira
    Juventudes periféricas: a produção de subjetividades e os agenciamentos coletivos de estudantes do ciclo fundamental de uma escola muncipal na favela de Heliópoliso o ensino em uma · Psicologia Social · Universidade de São PauloBanca: Gabriela Calazans, Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Cintya Regina Ribeiro
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Gustavo Fukuda
    Batuca_bresser: uma oficina de percussão como dispositivo de subejtivação em um centro de acolhimento masculino adulto em São Paulo · Psicologia Social · Universidade de São PauloBanca: Maurício Lourenção Garcia, simone ramalho, Maria Cristina Gonçalves Vicentin
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Gabriel Pavani Brandino
    Ouvidores de vozes: cartografia de um grupo com usuários num Centro de Atenção Psicossocial · Psicologia Social · Universidade de São PauloBanca: Sílvio Yasui, Clarissa Mendonça Corradi, Maria Cristina Gonçalves Vicentin
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Laura Alves Fernandes de Menezes
    Saúde e violência: invisibilidades e itinerários de cuidado nos casos de notificação de violências contra crianças e adolescentes · Psicologia Social · Universidade de São PauloBanca: Rosemary Peres Miyahara, Maria Fernanda Terra, Maria Cristina Gonçalves Vicentin
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Lucas de Paula Fonseca
    Saúde mental sob o enquadramento da transformação do adolescente em medida socioeducativa em meio fechado · Psicologia Social · Universidade de São PauloBanca: Bruna Gisi Martins de Almeida, Cesar Pinheiro Teixeira, Maria Cristina Gonçalves Vicentin
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Jana Pinto Koosah
    Sai o hospital, entra a crise: um estudo sobre o processo de desinstitucionalização do paradigma psiquiátrico · Psicologia Social · Universidade de São PauloBanca: Valentin P. O Schaepelynk, Ana Marta Lobosque, Maria Cristina Gonçalves Vicentin
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2025
    Eduardo Barcellos Pantaleão
    Entre medicar e medicalizar: efeitos na vivência de estudantes de psicologia · Universidade de São PauloBanca: Marlene Guirado, Lucas Bullara Martins da Silva, Maria Cristina Gonçalves Vicentin
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Caroline Correa Cruz
    Juventude e socioaprendizagem: falando de trajetórias de trabalho, projetos de vida e futuridades com adolescentes em Santos · Psicologia Social · Universidade de São PauloBanca: Giovanne Antonio Scherer, Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Renata Lopes Prado
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Lucas Silveira da Silva
    Autismo e práticas discursivas na rede de atenção psicossocial: transição taxonomica e políticas de cuidado · Psicologia · Universidade Federal do CearáBanca: Ricardo Pimentel Méllo, Angela Flexa Di Paollo, Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Eliany Nazaré Oliveira, Jefferson de Souza Bernardes
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2025
    Amanda Araujo Mendes
    Se esse CAPS, se esse CAPS fosse nosso: narrativas sobre o cuidado de pessoas em situação de rua em um Centro de Atenção Psicossocial Alcool e outras drogassi · Psicologia Social · Universidade de São PauloBanca: ana karenina arraes amorim, jaina linhares alcantara, Maria Cristina Gonçalves Vicentin
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Camila Ribeiro Costa Leite
    Uma mesa no meio do caminho: um estudo sobre a produção de subjetividade em interação com oficinas artísticas nos calaçdões da Rua Dom José de Barros · Psicologia Social · Universidade de São PauloBanca: Elizabeth de Araujo Lima, Beatriz Adura Martins, Maria Cristina Gonçalves Vicentin
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Camila Prado de Freitas
    Cuidado entre mulheres em tempos de neoliberalismo: uma construção ético-política · Psicologia Social · Universidade do Estado do Rio de JaneiroBanca: alice de marchi pereira de souza, Mariana de Castro Moreira, Maria Cristina Gonçalves Vicentin
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2025
    Ivana Tomaz Parreira Silva
    Território e saúde mental: revisão de litertura e estudos de casos múltiplos · Psicologia · Universidade Federal de UberlândiaBanca: Renata Pegoraro, Katia Bones Rocha, Maria Cristina Gonçalves Vicentin
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2024
    Tahamy Louise Duarte Pereira
    Agora tenho até lugares para voltar: territórios clínicos-políticos racializados na atenção psicossocial com adolescentes em Santos/SP · Psicologia Clínica · INSTITUTO DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Miriam Debieux Rosa, Paulo Alberto Teixeira Bueno
    Mestrado
  • 2024
    Barbara Eduarda de Melo Nunes
    O tempo do desacolhimento: uma análise institucional do discurso · PSICOLOGIA ESCOLAR E DO DESENVOLVIMENTO · INSTITUTO DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOBanca: Marlene Guirado, Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Marie Claire Sekkel, Felipe Martins Afonso, Marco Aurélio de Lima
    Mestrado
  • 2024
    Mariane Lopes Bechuate
    Entre fissuras e capturas: as resistências (im)possíveis de estudantes e professores nas escolas subordinadas à lógica · Universidade Federal do Rio de JaneiroBanca: Lucia Rabello de Castro, Maria Cristina Gonçalves Vicentin, Conceição Firmina Seixas Silva, Luciana Gageiro Coutinho, Cristiana Carneiro
    Mestrado

Revisor de periódico

23 registros
  1. 2023 – presenteVínculo atual
    PSICOLOGIA & SOCIEDADE (ONLINE)
    Revisor de periódico
  2. 2023 – presenteVínculo atual
    Interface (Botucatu. Online)
    Revisor de periódico
  3. 2023 – presenteVínculo atual
    SAÚDE E SOCIEDADE (ONLINE)
    Revisor de periódico
  4. 2023 – presenteVínculo atual
    Psicologia-Universidade de SP-USP (Impresso)
    Revisor de periódico
  5. 2023 – presenteVínculo atual
    Fronteras (Montevideo)
    Revisor de periódico
  6. 2023 – presenteVínculo atual
    REVISTA DISTURBIOS DA COMUNICAÇÃO
    Revisor de periódico
  7. 2022 – presenteVínculo atual
    Psicologia Ciência e Profissão
    Revisor de periódico
  8. 2022 – presenteVínculo atual
    CADERNOS DE PSICOLOGIA SOCIAL DO TRABALHO
    Revisor de periódico
  9. 2020 – presenteVínculo atual
    PESQUISAS E PRÁTICAS PSICOSSOCIAIS
    Revisor de periódico
  10. 2020 – presenteVínculo atual
    Proposições
    Revisor de periódico
  11. 2020 – presenteVínculo atual
    revista de psicologia universidade federal do ceará
    Revisor de periódico
  12. 2020 – presenteVínculo atual
    Revista Subjetividades
    Revisor de periódico
  13. 2019 – presenteVínculo atual
    ETD: EDUCAÇÃO TEMÁTICA DIGITAL
    Revisor de periódico
  14. 2018 – presenteVínculo atual
    CADERNOS BRASILEIROS DE SAÚDE MENTAL
    Revisor de periódico
  15. 2018 – presenteVínculo atual
    CHILDHOOD & PHILOSPHY
    Revisor de periódico
  16. 2018 – presenteVínculo atual
    CLÍNICA & CULTURA
    Revisor de periódico
  17. 2018 – presenteVínculo atual
    DESIDADES - REVISTA ELETRÔNICA DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA DA INFÂNCIA E JUVEN
    Revisor de periódico
  18. 2018 – presenteVínculo atual
    Saúde e Sociedade
    Revisor de periódico
  19. 2017 – presenteVínculo atual
    PSICOLOGIA EM ESTUDO (ONLINE)
    Revisor de periódico
  20. 2017 – presenteVínculo atual
    Interface - Comunicação, Saúde, Educação
    Revisor de periódico
  21. 2016 – presenteVínculo atual
    JOURNAL OF HEALTH PSYCHOLOGY
    Revisor de periódico
  22. 2016 – presenteVínculo atual
    Revista de Psicologia USP
    Revisor de periódico
  23. 2012 – presenteVínculo atual
    MNEMOSINE (RIO DE JANEIRO)
    Revisor de periódico

Prêmios e títulos

03 registros
3 de 3 prêmios
Por página
  • 2008
    Prêmio Sócio-Educando (categoria Produção de Conhecimento) pela pesquisa "interfaces psi-jurídicas: a psiquiatrização do adolescente em conflito com a lei"
    Instituto Latino-Americano das Nações Unidas (ILANUD), Secretaria Especial de Direitos Humanos
  • 2007
    1º lugar oferecido à pesquisa de Iniciação Científica sobre Direitos Humanos e Saúde Mental de Adriana Borghi, a quem orientei
    ANDHEP - Associação Nacional de Direitos Humanos
  • 2006
    Menção Honrosa à pesquisa de IC desenvolvida pela aluna Beatriz A. Martins:
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - PUC-SP

Participação em eventos

210 registros
210 de 210 participações
Por página
  • 2025
    Juventudes no trabalho infantil: redes de relações entre o trabalho e os serviços socioassistenciais e os dilemas da intersetorialidade em Santos
    22 Congresso Brasileiro de Sociologia · Apresentação oral · Participante · SÃO PAULO
  • 2025
    Saúde mental, Parentalidades e Direitos
    II Coloquio Rede Anthera Parentalidades, Direitos, Políticas · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
  • 2025
    Saúde mental, Parentalidades e Direitos
    II Congresso Internacional da Rede Anthera. Parentalidades e Direitos · Simposista · Convidado · Rio de Janeiro
    Divulgação científica
  • 2025
    I Congresso Internacional de Direito à Participação de Crianças e Adolescentes
    Ouvinte · Sao Paulo
  • 2025
    Desafios para a pesquisa sobre e com a prática profissional
    VIII Seminário Nacional de Pesquisa em Terapia Ocupacional · Simposista · Convidado · Sao Paulo
  • 2025
    I Encontro Internacional de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil
    Ouvinte · São Carlo
  • 2025
    Elementos para análise de trajetórias de crianças e adolescentes em trabalho infantil na rede de proteção integral: a criança como método
    IX Encontro Nacional de Antropologia do Direito · Apresentação oral · Participante · Sao Paulo
  • 2024
    Da necessidade à contingência: de uma política da condenação ao porvir da liberdade
    Coloquio Internacional de Sociologia Clinica e Psicossociologia · Apresentação oral · Participante · Brasilia
  • 2024
    Saúde mental e racismo: saberes e saber-fazer desnorteado na/para a Reforma Psiquiátrica Brasileira antimanicolonialT ss
    The Alari Third Continental Conference on Afro-Latin American Studies · Apresentação oral · Participante · SÃO PAULO
  • 2024
    Uma análise da proposta de implementação da política de saúde mental da população negra na rede pública no município de São Paulo (SP) via processo de ?Aquilombamento
    Maria Cristina Gonçalves Vicentin · Apresentação oral · Participante · SÃO PAULO
  • 2024
    Apresentação do livro Democracia Canibal de Zita Nunes. Ed, Fosforo
    The Alari Third Continental Conference on Afro-Latin American Studies · Apresentação oral · Participante · SÃO PAULO
  • 2024
    Avatares da violência e subjetivação: escritas insurgentes: a experiência do livro Mães em Luta
    As Américas e seus destinos: psicanálise e política · Conferencista · Convidado · SÃO PAULO
  • 2024
    Avatares da violência e subjetivação: Pistas para uma ação clínico-política em direitos humanos: a escrita das Mães em Luto
    I Congresso da RedIPPol. As Américas e seus destinos: psicanálise e política se · Conferencista · Convidado · SÃO PAULO
  • 2024
    Comitê Científico - avalidaor de trabalhos
    Colonilaidade, Racialidade, Punição e Reparação nas Américas · Avaliador · Convidado · São Paulo IEA USP
  • 2024
    Pessoas com transtorno mental em conflito com a lei privadas de liberdade: itinerários jurídicos e ´portas de saíde
    seminário Justiça e Pesquisa. 6a. Edição · Avaliador · Convidado · Brasilia
  • 2024
    Avaliador de trabalhos
    Seminário Internacional de Redução de Danos: evidências científicas, tecnologias e participaçãoaão, as · Avaliador · Convidado · Santos
  • 2024
    20º Simpósio de Pesquisa e Intercâmbio Científico
    Ouvinte · Vitória, ES
  • 2024
    GT: Psicologia Social Jurídica
    20º Simpósio de Pesquisa e Intercâmbio Científico · Apresentação Oral · Participante · Vitória, ES
  • 2024
    Impactos Psicossociais da violência do estado: a construção dos caminhos do cuidado para familiares de vítimas da violência policial
    20º Simpósio de Pesquisa e Intercâmbio Científico · Apresentação oral · Participante · Vitória, ES
  • 2024
    O compromisso do estado com a garantia de atendimentos das políticas publicas aos familiares de vitimas de violência letal do estado
    Políticas Públicas e o atendimento a familares de violência letal do estado · Moderador · Convidado · SÃO PAULO
    Divulgação científica
  • 2024
    Revoluções moleculares na saúde
    Colóquio Revoluções Moleculares · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2023
    Escritas revoltosas: a experiência clínico-política do Livro Mães em Luta
    Escuchas situadas. Vidas despues de la pandemia en la era neoliberal.. Pre congresso da Rede Latino Americana de Psicanálise e Política · Apresentação Oral · Participante · Vila Maria - Cordoba- Argentina
  • 2023
    Crise, cuidado e criatividade. Habitar a crise: o que as experiências de desinstitucionalização em saúde mental nos ensinam sobre crítica e clínica
    De uma crise a outra: questões clíncio-políticas atuais · Simposista · Convidado · São Paulo
  • 2023
    Intersetorialidade e trabalho em rede
    O impacto do desmonte de políticas para crianças e adolescentes · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2023
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