Hermano Melo Queiroz.
Livre · Geografia
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- Geografia
Currículo atualizado em 27/11/2025
Cita-se como: QUEIROZ, H. M.;QUEIROZ, HERMANO M.;QUEIROZ, HERMANO MELO;QUEIROZ, H.M.;QUEIROZ, HERMANO MELO
Resumo biográfico
Professor no departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH/USP). Vice-coordenador no Programa de Pós-graduação em Geografia Física (FFLCH/USP). Pós-doutorado pela Universidade de Campinas (agência de fomento: FUNCAMP) com foco em em avaliar a saúde e o potencial de estabilização de carbono nos solos do semiárido brasileiro sob cultivo de Agave, como parte do projeto Brazilian Agave Development - BRAVE programa lançado pela Shell Brasil parceria com a Unicamp para o desenvolvimento do Agave como uma nova fonte de biomassa produtiva, eficiente e competitiva, capaz de capturar e armazenar grandes quantidades de carbono. Pós-doutorado (agência de fomento: FAPESP) em 2021-2023 na Universidade de São Paulo trabalhando com a vulnerabilidade de solos de manguezais frente à mudanças climáticas, como foco na alterações da biogeoquímica de ferro e carbono e implicações para serviços ecossistêmicos. Doutor em Solos e Nutrição de Plantas, linha de pesquisa Pedogênese e Geografia de solos pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP; Conceito CAPES 7) com parte do doutorado no exterior junto a University of California, Riverside (UCR) em 2019-2020. Mestre em Ciências do Solo, pela Universidade Federal do Ceará (Conceito CAPES 4). Engenheiro Agrônomo formado pela Universidade Federal do Ceará em 2014. Tem experiência na área de agronomia, ciência do solo, atuando principalmente nos seguintes temas: pedogênese e geoquímica de solos, solos contaminados, emissão de gases de efeito estufa, dinâmica de carbono e solos de ecossistemas costeiros (solos hidromórficos). Editor da Special Issue "Geochemical Behavior of Heavy Metals in Soils and Waters from Mining Sites" na revista Minerals, Guest Editor da Research Topic "Micro/Trace Elements (M/TEs) and Marine Ecosystems" da revista Frontiers in Marine Science, Guest Editor da "Focus Issue on Soil Pollution" da revista Environmental Research Communications e Membro editorial da revista Discover Soil. Membro Científico da Brazilian Soil Health Partnership (BSHP), iniciativa vinculada ao Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical (CCARBON) da Universidade de São Paulo (USP) desde Abril de 2024. Coordenador do Núcleo de Pesquisa em Pedologia Aplicada (NUPPA).
Indicadores
Áreas de atuação
02 registros- Ciencias AgrariasAgronomiaCiência do Solo › Gênese, Morfologia e Classificação dos Solos
- Ciencias AgrariasAgronomiaCiências do Solo
Formação acadêmica
07 registros- 2023 – 2023Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Universidade Estadual de CampinasBolsa Fundação de Desenvolvimento da Unicamp
- 2022 – presenteEspecializaçãoConcluídoSolloAgro · Escolar Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
- 2021 – 2023Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Escolar Superior de Agricultura Luiz de QueirozBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 2017 – 2021DoutoradoConcluídoAgronomia (Solos e Nutrição de Plantas) · Universidade de São Paulo“Iron geochemistry in tropical estuarine soils affected by anthropic and natural disasters”Orientação: Tiago Osório FerreiraBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 2014 – 2016MestradoConcluídoCiência do Solo · Universidade Federal do Ceará“Dinâmica do nitrogênio e emissão de gases de efeito estufa em solo de manguezal no semiárido”Orientação: Adriana Guirado ArturBolsa Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico
- 2008 – 2014GraduaçãoConcluídoAgronomia · Universidade Federal do CearáOrientação: Ricardo Espíndola Romero
- 2007 – 2007Ensino-medio-segundo-grauConcluídoEnsino-medio-segundo-grau · Colégio Lourenço Filho
Atuação profissional
17 registros- 2025 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloVice-coordenador do Programa de Pós-graduaçãoVice-coordenador
- 2024 – presenteVínculo atualUniversidade de São PauloEnsino, Geografia, Nível: GraduaçServidor Publico
- 2024 – presenteVínculo atualDiscover SoilMembro de corpo editorial
- 2024 – presenteVínculo atualEstuarine Management and TechnologiesMembro de corpo editorial
- 2024 – presenteVínculo atualUniversidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
- 2023 – presenteVínculo atualUniversidade de São PauloProfessorServidor Publico40h/sem
- 2023 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaDepartamento de Geografia - USPProfessor credenciado no PPGFProfessor de Pós-graduação
- 2022 – 2022Escolar Superior de Agricultura Luiz de QueirozPrograma de apoio pedagógico (PAP) - TutoriaBolsista10h/sem
- 2022 – 2022Escolar Superior de Agricultura Luiz de QueirozAula de Micronutrientes no soloParticipação em discplina4h/sem
- 2019 – 2021University Of California, RiversideBolsistaEstágio Supervisionado no Exte4h/sem
- 2018 – 2018Escolar Superior de Agricultura Luiz de QueirozMonitor - PAEEstágio6h/sem
- 2016 – 2016Centro de Ensino Grau TécnicoProfessor de ensino técnicoProfessor Visitante12h/sem
- 2014 – 2014Universidade Federal do CearáEstagiárioBolsista16h/sem
- 2013 – 2014Universidade Federal do CearáVoluntárioEstagiário16h/sem
- 2012 – 2013Universidade Federal do CearáEstagiário: Bolsista PIBIC/CNPqBolsista16h/sem
- 2011 – 2012Universidade Federal do CearáSecretárioSecretário de Cultura
- 2011 – 2012Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento no CearáEstagiário20h/sem
Produção bibliográfica
81 registros- 2025Iron speciation and its role in carbon stabilization in mangrove soils of the Amazon River delta under varying salinity conditionsRodolfo Fagundes Costa; Hermano Melo Queiroz; Gabriel Nuto Nóbrega; Angelo Fraga Bernardino; Xosé Luis Otero; Tiago Osório Ferreira · Latin American and Caribbean Soil Carbon Research Symposium · Rio de Janeiro
- 2022Contrasting potentials of wetland plants for mn phytoremediation programsAmanda Duim Ferreira; Hermano Melo Queiroz; Diego Barcellos; OTERO, X.L.; Angelo Fraga Bernardino; Gabriel Nuto Nóbrega +1 autores · IV Encontro Paulista de Ciência do Solo (IV EPCiS) · Piracicaba
- 2022Can extreme weather events shift mangrove forest soils into a source of contaminants?Hermano Melo Queiroz; BRAGANTINI, ISADORA OKUMA BARBOSA FERRAZ; Angelo Fraga Bernardino; Diego Barcellos; Amanda Duim Ferreira; FERREIRA, TIAGO O. · IV Encontro Paulista de Ciência do Solo (IV EPCiS) · Piracicaba
- 2021Reducing conditions induce release of metals from Fe-rich mining tailings at the Rio Doce estuaryDiego Barcellos; Hermano Melo Queiroz; Amanda Duim Ferreira; Angelo Fraga Bernardino; Suzana Campos; Gabriel Nuto Nóbrega +2 autores · American Geophysical Union (AGU) Meeting · New Orleans
- 2019Phosphorus eutrophication risk in the Rio Doce estuary after the rupture of the Fundão damHermano Melo Queiroz; Fabricio Angelo Gabriel; Ana Luisa Soares de Vasconcelos; Isadora Okuma Barbosa Ferraz Bragantini; Tiago Osório Ferreira; Angelo Fraga Bernardino · SETAC Fundao Dam Science Meeting · Brasília
- 2016Taxa fotossintética de coco-anão-verde, submetido à estresse hídrico e salinoJuliana Costa do Nascimento; Hermano Melo Queiroz; Janaína de Souza Medeiros; Juliana Alcântara Costa; Claudivan Feitosa de Lacerda · II Simpósio Nacional de Estudos para Produção Vegetal no Semiárido · Triunfo e Serra Talhada
- 2016Taxa de condutância estomática como indicador de estresse hídrico e salino em coco-anão-verdeJuliana Costa do Nascimento; Hermano Melo Queiroz; Janaína de Souza Medeiros; Gláuber Pontes Rodrigues; Juliana Alcântara Costa · II Simpósio Nacional de Estudos para Produção Vegetal no Semiárido · Triunfo e Serra Talhada
Produção técnica
17 registros- 2024Drivers for Land Use Change in Brazilian MangrovesRodolfo Fagundes Costa; Amanda Duim Ferreira; José de Souza Oliveira Filho; Angelo Fraga Bernardino; Hermano Melo Queiroz; Gabriel Nuto Nóbrega +2 autoresCongresso
- 2023Dinâmica de Fósforo em solos de Manguezais Replantados na Baía de Guanabara, Sudeste do BrasilGabriela Rodrigues da Silva; Gabriel Nuto Nóbrega; Hermano Melo Queiroz; Marcela Lopes Lázaro; Rut Amelia Díaz Ramos; Wilson Thadeu Valle Machado +1 autoresCongresso
- 2023Geoquímica de Fe em Solos de Manguezais e Suas Implicações para Serviços EcossistêmicosAntonio Elves Barreto da Silva; Hermano Melo Queiroz; Rodolfo Fagundes Costa; Francisco Ruiz; Guilherme Isidoro Sanches; Angelo Fraga Bernardino +1 autoresCongresso
- 2022Wetland Plants As Metal Scavengers: The Case Study of Rio Doce Estuary, BrazilAmanda Duim Ferreira; Tiago Osório Ferreira; Hermano Melo Queiroz; Diego Barcellos; Gabriel Nuto Nóbrega; Xosé Luis Otero +1 autoresCongresso
- 2020Gesso agrícola e vinhaça na indução da piritização como estratégia para remediação de solos do estuário do Rio DoceMaíra Pereira Kanegae; Amanda Duim Ferreira; Hermano Melo Queiroz; Tiago Osório FerreiraCongresso
- 2019Potential for increasing pollution by metals after the Fundão dam rupture at Rio Doce estuarine soils, BrazilHermano Melo Queiroz; Gabriel Nuto Nóbrega; Tiago Osório Ferreira; Diego Barcellos; Leandro de S. Almeida; Thais B. Romero +3 autoresSimposio
- 2019The temporal evolution of heavy metal contamination in the Rio Doce estuary post-disaster of the Fundão dam (SE Brazil)Fabricio Angelo Gabriel; Hermano Melo Queiroz; Tiago Osório Ferreira; Tiago Reder Patricio; ANDRÉ GOMES DA SILVA; Angelo Fraga BernardinoCongresso
- 2019Current ecological risks of heavy metal contamination in the Rio Doce estuaryFabricio Angelo Gabriel; Hermano Melo Queiroz; Isadora Okuma Barbosa Ferraz Bragantini; Tiago Osório Ferreira; Angelo Fraga BernardinoCongresso
- 2018Biogeoquímica de Ferro e seu controle sobre a dinâmica de metais traço no solo do estuário do Rio DoceHermano Melo QueirozConferencia
- 2016Parâmetros químicos de solo de manguezal impactadoAlysson Atila Alves Oliveira; Maria Eugenia Ortiz Escobar; Hermano Melo Queiroz; Adriana Guirado ArturOutra
- 2015Análise de Planossolos em áreas de exclusão de sobrepastejo no semiárido cearenseJosé Igor Almeida Castro; José Thales Pantaleão Ferreira; Hermano Melo Queiroz; Ricardo Espíndola RomeroOutra
- 2014Análise de Planossolos em áreas de exclusão de sobrepastejo no semiárido cearenseHermano Melo Queiroz; José Thales Pantaleão Ferreira; Jefferson Auteliano Carvalho Dutra; Ricardo Espíndola RomeroOutra
- 2013SOLOS DE MANGUE SOB A INFLUÊNCIA DO SEMIÁRIDO CEARENSE: BIOGEOQUÍMICA DE FE, S E METAIS TRAÇONathielly Herculano de Paula; Hermano Melo Queiroz; Tiago Osório Ferreira; Gabriel Nuto Nóbrega; Adriana Guirado ArturOutra
- 2013IMPORTÂNCIA E ETAPAS PARA CONFECÇÃO DE MONÓLITOS DE TABULEIROS COSTEIROS DO CEARÁGabriel Alves Castro; Hermano Melo Queiroz; Antonia Gislaine Brito Marques; Tiago Osório FerreiraOutra
- 2012CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA E GRAU DE PIRITIZAÇÃO NOS SOLOS DO MANGUEZAL DO RIO TIMONHAGabriel Alves Castro; Gabriel Nuto Nóbrega; Adriana Guirado Artur; Hermano Melo Queiroz; Tiago Osório FerreiraOutra
- 2012Influência Climática No Acúmulo de Matéria Orgânica em Solos de ManguezaisHermano Melo Queiroz; Nathielly Herculano de Paula; Gabriel Alves Castro; Fabiana Machado Gadelha; Tiago Osório FerreiraOutra
Projetos
13 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2025 – presentePesquisa
Desvendando a Saúde do Solo de Manguezais Brasileiros: Implicações para o Sequestro de Carbono e Estratégias de Conservação
Os manguezais são ecossistemas costeiros essenciais que oferecem serviços ecossistêmicos essenciais, incluindo a regulação climática e o sequestro de carbono. A capacidade dos solos de manguezais de armazenar carbono está diretamente relacionada ao seu funcionamento biogeoquímico, influenciado por fatores geoclimáticos (como geologia, variação das marés, temperatura e precipitação) e pelo estado de conservação das florestas de mangue. Dessa forma, o potencial de armazenamento de carbono está intrinsecamente ligado à qualidade e saúde do solo, que refletem o funcionamento geral desses ecossistemas. Embora existam diversas ferramentas para avaliar a qualidade do solo, uma abordagem integrada, combinando análises físicas, químicas e biológicas com dados geoclimáticos, pode fornecer insights mais precisos e abrangentes. Este estudo tem como objetivo avaliar as variações na saúde e qualidade do solo em manguezais brasileiros e suas implicações para o armazenamento de carbono e a provisão de serviços ecossistêmicos. Amostras de solo serão coletadas em diferentes regiões geoclimáticas e cenários de uso da terra, seguidas por análises físicas, químicas e biológicas. Dados geológicos e climáticos serão integrados aos parâmetros do solo para desenvolver um índice de saúde e qualidade do solo por meio de análise estatística multivariada, refletindo o potencial de acúmulo de carbono. Modelagem matemática, com o Coastal Blue Carbon InVEST, será utilizada para quantificar o potencial de armazenamento de carbono, relacionando-o ao índice de saúde e qualidade do solo. Além disso, ferramentas de sensoriamento remoto e SIG serão empregadas para mapear o estado de conservação e o uso da terra nos manguezais brasileiros. Ao combinar avaliações da saúde do solo, estimativas de armazenamento de carbono e dados de sensoriamento remoto, este estudo produzirá o primeiro levantamento em escala nacional sobre a saúde e qualidade dos solos de manguezais. Essa abordagem abrangente ajudará a preencher uma lacuna crítica no entendimento da variabilidade dos solos de manguezais sob diferentes condições ambientais, fornecendo informações valiosas para estratégias de conservação, esforços de restauração e mitigação das mudanças climáticas. Os resultados subsidiarão tomadores de decisão, gestores ambientais e demais atores na priorização de ações para fortalecer a conservação dos manguezais e otimizar seu potencial de sequestro de carbono.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeHermano Melo Queiroz (Responsável), Tiago Osório Ferreira, Maurício Roberto Cherubin, Célia Regina Montes, Débora Martins de Freitas, Emerson Galvani, Luis Americo Conti
- Em andamento2024 – presentePesquisa
COASTCARB: Coastal wetlands potential for carbon sequestration under climatic change
Coastal ecosystems, including mangroves and marshes, are known for sequestering around 13.5 Gt C yr#8722;1, with a significant carbon accumulation in biomass, mainly in soils (comprising approximately 85 of the total C stock). Mangroves, in particular, store twice as much C as the evergreen forests and almost 10-fold of the C stored in tropical dry forests. However, the full C-capturing potential of these diverse coastal wetlands remains to be fully understood due to the diversity of mangrove and marsh ecosystems and uncertainties from climate change. We propose studying the most typical reference coastal wetlands (marshes and mangroves) from the Arctic Ocean to the Southern coastal region of Brazil to assess the storage and C dynamics in these coastal ecosystems. The United Nations protocols established to quantify C stocks (CDM-UNFCCC AR-AM0014) will be used (WP1 leaded by the Brazilian team). At the next stage, we will classify these ecosystems and extrapolate the data for all the coastal areas of the world using remote sensing data (WP2 leaded by the Chinese team). To evaluate the potential of these ecosystems to capture atmospheric C we will use field data from reference areas, and specially developed mathematical models that will consider C sequestration in coastal wetlands and also C transportation from and to the sea (WP3 leaded by the Russian team). Carbon loss due to coastal erosion will be included as a component of the overall C balance in the marsh and mangrove ecosystems. The modeling-based approximation will be extended worldwide based on the remote sensing data classification. We will calculate the global potential of coastal wetlands to sequester C under different climatic scenarios. Possible flooding of the coastal areas due to the sea level rise as a result of global warming after glacial shields melting will be one of the modelled scenarios. In addition, we will make a global assessment of the social, economic, and ecological consequences of the shift in the coastal ecosystems structure and functioning.
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeHermano Melo Queiroz, Tiago Osório Ferreira (Responsável), Gabriel Nuto Nóbrega, Angelo Fraga Bernardino, Lúcia Helena Cunha dos Anjos, Marcos Gervasio Pereira, André Felippe Nunes-Freitas, Rafael Coll Delgado +2 integrantes
- Em andamento2024 – presentePesquisa
Pequenas áreas úmidas geograficamente isoladas (AUGIs) na Depressão Periférica Paulista: inventário, dinâmica biogeoquímica e reconstituição paleoambiental
Pequenas Áreas Úmidas Geograficamente Isoladas (AUGIs) são depressões circundadas por elevações topográficas sem conectividade aparente com outros corpos hídricos superficiais na escala local. Embora pequenas e isoladas, se destacam pela provisão de serviços ecossistêmicos como, por exemplo, ambientes de estoque de MOS, biogeoquímica dos gases CH4, CO2 e N2O, regulação da vazão de rio e recarga de aquífero e biodiversidade. Apesar da importância, estão sendo rapidamente destruídas pela conversão e intensificação do uso da terra. No interior do Estado de São Paulo, em setores da Depressão Periférica e Cuesta, a rápida degradação e perda de área das AUGIs são visíveis embora não quantificadas devido à ausência de inventário e de avaliação qualitativa e quantitativa dos componentes do solo. Na região, as AUGIs possuem regimes hidrológicos distintos que podem determinar diferenças das emissões de GEE até agora desconhecidas. O objetivo deste projeto é realizar um inventário abrangente das pequenas AUGIs para aprofundar compreensão sobre a sua formação, dinâmica biogeoquímica e avaliar o estado atual em razão das pressões antrópicas. Essas abordagens integradas fornecerão informações cruciais para a conservação das AUGIs, mas também revelarão o potencial dessas áreas em desempenhar serviços ecossistêmicos vitais para a sustentabilidade ambiental.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeHermano Melo Queiroz, Vania Silvia Rosolen (Responsável), Alisson Duarte Diniz, César Augusto Moreira, Dhemerson Estevão Conciani da Costa, Guilherme Taitson Bueno, JOSÉ SILVIO GOVONE, Karen Luko Sulato +5 integrantes
- Em andamento2023 – presentePesquisa
107 - 01 - Florestas de Carbono Azul para mitigação de mudanças climáticas offshore BlueShore
O objetivo principal deste projeto é compreender e estimar o potencial de sequestro de C nas florestas de mangue brasileiras como uma zona natural de remoções de GEE em direção a metas de emissão zero de C.
Financiadores- Agência Nacional do Petróleo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeHermano Melo Queiroz, Tiago Osório Ferreira (Responsável), Julio Romano Meneghini
- Concluído2022 – 2023Pesquisa
Mudanças climáticas e suas implicações sobre dinâmica de carbono em solos de manguezais
Os manguezais são ecossistemas costeiros reconhecidos pela prestação de diversos serviços ecossistêmicos, dentre os principais a mitigação do aquecimento global devido ao grande potencial de acúmulo de C em seus solos. Apesar disso, os manguezais estão entre os ecossistemas mais impactados por eventos climáticos extemos (e.g., redução de chuvas e aporte de águas doces em regiões estuarinas). Estes impactos, previstos como mais frequentes nos cenários futuros de mudanças climáticas, podem afetar, a curto e a longo prazo, os processos biogeoquímicos controladores da capacidade de armazenamento de C pelos solos desses ecossistemas. No sudeste brasileiro, prevê-se menor pluviosidade e eventos de estiagem mais frequentes, como os principais efeitos das mudanças climáticas. Esse cenário pode alterar as características biogeoquímicas (e.g., condições redutoras, que resultam em baixa decomposição da matéria orgânica) dos solos de manguezais, afetando o funcionamento do principal reservatório de C desse ecossistema (i.e., o solo). Dessa forma, espera-se que as mudanças climáticas (e.g., redução pluviométrica e aumento da salinidade) reduzam a capacidade dos solos de mangue de atuarem como sumidouros de C devido ao favorecimento de condições mais oxidantes, aumentando a decomposição da matéria orgânica do solo (MOS), diminuindo sua estabilidade e os conteúdos de C no solo. Assim, este trabalho tem como objetivos: i) avaliar como a redução pluviométrica e aumento da salinidade alteram os conteúdos de C orgânico nos solos de manguezais; ii) avaliar como os efeitos previstos alteram a estabilidade da MOS e a presença de interações organominerais em amostras de solo submetidas à condição simuladora de redução pluviométrica e aumento de salinidade. Para isso será usado uma abordagem experimental (em mesocosmos) que simulará os efeitos das mudanças climáticas sobre as características dos solos de manguezais. Os resultados deste estudo deverão servir como base para previsões sobre os impactos nesses ecossistemas, e promover subsídios para sua conservação frente às ameaças das mudanças climáticas.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · BOLSA
EquipeHermano Melo Queiroz (Responsável), Guilherme Isidoro Sanches
- Concluído2021 – 2023Pesquisa
De drenos a emissores: vulnerabilidade de solos de mangue como sumidouros de carbono frente as mudanças climáticas globais
Os manguezais são ecossistemas amplamente reconhecidos pelos seus serviços ecossistêmicos prestados dentre eles a mitigação do aquecimento global, o que levou a criação do termo Blue Carbon. No entanto, esse ecossistema está dentre os mais impactados por eventos climáticos extremos (aumento da frequência de dias mais quentes ou mais frios, além de redução de chuvas e aporte de águas doces em regiões estuarinas). Estes impactos podem causar danos a curto prazo em relação a dinâmica de C, no entanto, os efeitos a longo prazo em relação aos processos biogeoquímicos que controlam o armazenado de C no solo desses ecossistemas e que podem ser afetados por mudanças climáticas ainda são escassos. No Brasil, mais especificamente na região Sudeste estima-se que, devido a mudanças climáticas, as temperaturas podem aumentar de 4-7 C até 2200 e haver redução das taxas pluviométricas levando a menores aportes de águas doces aos estuários. Esses cenários previstos podem, por exemplo, alterar as características biogeoquímicas dos solos de manguezais (e.g., condições redutoras, que resultam em baixa decomposição da matéria orgânica) o qual é o principal compartimento responsável pelo acúmulo de C neste ecossistema. Dessa forma, este estudo tem como objetivo avaliar como o processo de redução pluviométrica, aumento da salinidade e aumento de temperatura alteram a taxa de mineralização da matéria orgânica, conteúdos e estoques de C orgânico no solo e emissão de gases de efeito estufa nos solos de manguezais a partir de abordagens experimentais (mesocosmos e experimento de campo). Além disso será observado como possíveis alterações no ambiente geoquímico e na fase mineral do solo podem afetar a estabilização da matéria orgânica e as comunidades microbianas do solo em resposta ao aumento de temperatura, redução da taxa pluviométrica e aumento de salinidade.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · BOLSA
EquipeHermano Melo Queiroz (Responsável), Tiago Osório Ferreira, Gabriel Nuto Nóbrega, Angelo Fraga Bernardino, Xosé Luis Otero, Samantha C Ying
- Em andamento2020 – presentePesquisa
Solos e plantas do estuário do Rio Doce e seu controle sobre a biogeoquímica de ferro e metais em resposta ao Desastre de Mariana (MG)
Solos e plantas do estuário do Rio Doce foram afetados pelo rejeito de minério de ferro advindo a montante, após o rompimento da barragem de Fundão em Mariana (MG) em 2015, considerado um dos maiores desastres ambienteis globais. O rejeito é composto predominantemente de óxidos de ferro, o qual pode oxidar ou reduzir (processos de oxirredução ou redox) diante das condições físico-químicas alternantes em solos estuarinos. O processo de redução do ferro pode liberar metais traço (como cobalto, chumbo, níquel e zinco) adsorvidos ou oclusos aos minerais de ferro, tornando os metais biodisponíveis para organismos, com potencial riscos de contaminação ambiental e antrópica. Fósforo também pode ser liberado pela redução do ferro, com potenciais riscos de eutrofização do sistema solo-água estuarino, terrestre e marinho. Ademais, os poluentes liberados pelo rejeito de minério podem afetar as plantas presentes no estuário do Rio Doce, mas algumas dessas plantas podem acumular metais, favorecendo o processo natural de remediação do ambiente contaminado. Por exemplo, estudos prévios têm demonstrado que a espécie Typha domingensis é capaz de acumular metais nos tecidos vegetais. Por conseguinte, o presente projeto tem como objetivos: (i) Caracterizar e quantificar metais traço, ferro, fósforo e a mineralogia dos solos do estuário do Rio Doce; (ii) Quantificar a liberação de metais (Cu, Cr, Co, Mn, Ni, Pb e Zn) e biodisponibilidade ocasionada pela redução dos óxidos de ferro, através de incubações de laboratório dos solos estuarinos; (iii) Quantificar os teores de metais traços nas raízes, caules, folhas e frutos, bem como a produção de biomassa das plantas estuarinas; e (iv) Avaliar o potencial das espécies vegetais estuarinas Hibiscus tiliaceus e Typha domingensis para bioacúmulo de ferro e metais biodisponíveis, bem como os possíveis danos biológicos causados. Para atingir os objetivos conduziremos a quantificação por ICP-OES dos teores totais de Fe, P e dos metais Mn, Zn, Cu, Cr, Co, Ni e Pb, bem como o fracionamento sequencial das formas de Fe, P e metais. O experimento de incubação de solos estuarinos em laboratório será conduzido com três tratamentos (flutuação redox, constantemente óxico e constantemente anóxico); dos quais será mensurado as espécies de ferro (FeII e FeIII), concentrações de metais biodisponíveis e o C orgânico total e dissolvido, durante os distintos cenários redox. Extrações e análises dos tecidos vegetais fornecerão os teores de metais translocados e bioacumulados. Análises de atividades de enzimas extracelulares dos microrganismos fornecerão concentrações dos metais nos solos rizosféricos e não rizosféricos. Logo, o presente projeto fornecerá uma compreensão integrada do ecossistema estuarino do Rio Doce, com caracterização físico-química detalhada dos solos e plantas, alicerçando medidas de mitigação futuras.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeHermano Melo Queiroz, Tiago Osório Ferreira (Responsável), Gabriel Nuto Nóbrega, Angelo Fraga Bernardino, Diego Barcellos, Xosé Luis Otero, Amanda Duim Ferreira, Fernando Dini Andreote
- Concluído2019 – 2021Pesquisa
Biogeoquímica de Ferro e seu controle sobre a dinâmica de metais traço nos solos do Estuário do Rio Doce após o
Em 2015, o rompimento da barragem Fundão em Mariana - Minas Gerais despejou na bacia hidrográfica do Rio Doce toneladas de rejeitos de processamento de minério de ferro da chegando ao estuário do Rio Doce no estado do Espírito Santo sendo esse o maior desastre ambiental da história do Brasil. O rejeito depositado é rico em óxidos de ferro o qual tem um importante papel na retenção de metais. No entanto o elemento ferro em passível de processos de oxiredução em ambientes estuarinos, que são controlado por parâmetros como potencial redox, pH e carbono orgânico. Por exemplo, o processo de redução de ferro solubilizando os óxidos de ferro contidos no rejeito promove a biodisponibilidade de metais, trazendo risco de contaminação. Nesse sentido o ferro atua como um dos principais mecanismo de controle de biodisponibilidade de metais traço na foz do Rio Doce e, portanto é necessário avaliar o comportamento geoquímico desse elemento e dos metais associados após a deposição do rejeito de minério de ferro da Samarco.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeHermano Melo Queiroz, Tiago Osório Ferreira (Responsável)
- Concluído2019 – 2021Pesquisa
Redox processes controlling Fe oxide-associated metals dynamics in Rio Doce estuary sediments after the Mariana dam disaster
This project aims to examine the dynamics of iron oxyhydroxides and associated toxic metals sourced from mine tailings deposited in the Rio Doce estuary as a result of the Fundão Dam disaster in 2015. Recently, studies have reported an increase in the total iron and trace metal content in soils of the Rio Doce estuary; however, few studies have determined the mechanisms that control trace metal fate and transport. Iron(III) oxyhydroxides are considered one of the most important mineral groups in attenuating the mobility of trace metals in estuarine ecosystems. The retention capacity of Fe(III)oxyhydroxides for toxic metals depends on particle size, morphology, crystallinity, and sensitivity of both Fe(III) minerals and trace metals to redox changes. Tailings of the Fundão Dam disaster have deposited in an estuarine environment that undergoes frequent redox fluctuations from natural diurnal water-level water changes or due to the seasonal effect (seasons wet and dry). Within these dynamic soils, redox changes will occur in different ways as reducing and oxidizing conditions. Thus, the objectives of this project will be to (i) to determine the seasonal effect on control of Fe and metals concentrations due to biogeochemical shifts as redox conditions; and (ii) determine the effect of iron reduction processes on transformation of tailings materials and effect on release rate and transport of associated toxic metals. The results of this study will provide foundational knowledge of metals behavior under estuarine conditions, mechanisms iron oxyhydroxides to control the bioavailability of metals in soils and an assessment of the potential for trace metal release from tailings to the surrounding environment.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeHermano Melo Queiroz, Tiago Osório Ferreira (Responsável), Samantha C Ying
- Em andamento2017 – presentePesquisa
Rede SoBEs Rio DOce - Rede de Solos e Bentos na Foz do Rio Doce
Projeto: Impactos dos rejeitos de minério da SAMARCO na biogeoquímica do solo, na biodiversidade e no funcionamento de ecossistemas na Foz do Rio Doce.
Financiadores- Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · AUXILIO_FINANCEIRO
- Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeHermano Melo Queiroz, Tiago Osório Ferreira, Angelo Fraga Bernardino (Responsável), Cintia Organo Quintana, Francisco Barros, Boone Kauffman, Vanessa Hatje, Tomas Valdemarsen +1 integrantes
- Concluído2014 – 2016Pesquisa
MINERALIZAÇÃO DO NITROGÊNIO E CARBONO E EMISSÃO DE GASES DE EFEITO ESTUFA EM MANGUEZAIS
Descrição: O estudo será realizado em manguezais impactados por efluente de carcinicultura, de modo a verificar como as perturbações causadas pelo descarte desse efluente, podem afetar o desenvolvimento de espécies vegetais e animais na área e consequentemente os atributos químicos e físicos do solo e a emissão de gases de efeito estufa. Nesse sentido, o estudo tem sido sugerido para verificar a influencia da atividade antrópica, da variação da maré e da estação do ano nos atributos físico-químicos do solo e na emissão de gases de efeito estufa, buscando diminuir os futuros impactos ambientais, e mitigar as contribuições regionais junto ao processo de aquecimento global.
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeHermano Melo Queiroz, Adriana Guirado Artur (Responsável), Carlos Alberto Kenji Taniguchi, Ebenézer de Oliveira Silva, Jaedson Cláudio Anunciato Mota, Maria Eugenia Ortiz Escobar, Tássia Raquel Garcez Passos
- Concluído2013 – 2014Pesquisa
Análise de Planossolos em áreas de exclusão de sobrepastejo no semiárido cearense
A região semiárida brasileira, que abrange 11% de território nacional, é uma das mais populosas do mundo. Esta região é naturalmente susceptível aos processos de desertificação, em função das adversidades edafoclimáticas. No Brasil estão delimitadas quatro áreas com intenso processo de desertificação, que são chamados núcleos de desertificação, podendo-se observar que a classe dos Planossolos está presente em três desses núcleos (Seridó-RN, PB, Irauçuba-CE e Cabrobó-PE). Esta ocorrência pode estar relacionada com seus atributos químicos e físicos. Uma das formas de recuperar uma área degradada em processo de desertificação é a utilização de pousio (exclusão de uso), possibilitando que a vegetação natural promova a reestruturação do ambiente degradado, contudo demanda um tempo que é variável em função do grau de degradação. Neste sentido torna-se necessário entender os processos pedogenéticos relacionados com a gênese dos Planossolos, para com isso atuar de forma mais eficiente em seu manejo sustentável, bem como, aprofundar os conhecimentos sobre a utilização da prática de pousio na recuperação de áreas degradadas em processo de desertificação no semiárido. Aventa-se a hipótese que o tempo de pousio de 13 anos não é suficiente para reverter todo quadro de degradação do solo em processo de desertificação. Desta forma, o presente trabalho terá como objetivo avaliar o efeito de recuperação das propriedades químicas e físicas de Planossolos em áreas degradadas em processo de desertificação, após 13 anos de exclusão (pousio) em Irauçuba-CE, para tanto, serão comparados os dados das áreas de sobrepastejo, pousio e mata, analisando-se os atributos do solo, tais como, densidade do solo, estabilidade de agregado, estoque de carbono e teores de matéria orgânica.
EquipeHermano Melo Queiroz, Ricardo Espíndola Romero (Responsável), José Thales Pantaleão Ferreira
- Concluído2012 – 2014Pesquisa
SOLOS DE MANGUE SOB A INFLUÊNCIA DO SEMIÁRIDO CEARENSE: BIOGEOQUÍMICA DE FE, S E METAIS TRAÇO
Apesar de seu importante papel funcional, os manguezais vêm sendo eliminados e degradados em função de sua localização geográfica propícia à instalação de portos e à expansão de centros urbanos. No Brasil, este processo de degradação ainda faz-se presente na zona costeira, sendo a eutrofização e a poluição química as principais atividades antrópicas de impacto nos manguezais, às quais se encontra associada a disposição de metais traço. Tendo em vista o fato de que a redução bacteriana do sulfato (RBS) é considerada a forma de respiração preponderante nos solos destes locais, o comportamento geoquímico de metais traço nestes ambientes está diretamente relacionado à ocorrência deste processo. Em condições anóxicas os metais bivalentes podem se precipitar principalmente sob a forma de sulfetos (AVS; sulfetos voláteis em meio ácido) ou então co-precipitam com a pirita, ambos produtos da RBS. Enquanto sob condições oxidantes estes metais podem se encontrar principalmente associados aos óxidroxidos de Fe. Sendo assim, o presente projeto propõe um estudo do controle exercido pela biogeoquímica de Fe e S sobre o comportamento geoquímico de diferentes metais (Mn, Cr, Ni, Cu e Zn) em solos de manguezais impactados por diferentes efluentes no estado do Ceará. Para isso, serão estudados os solos de três áreas de manguezais no litoral do Estado do Ceará: uma livre de impactos antrópicos, e duas impactadas pela disposição de efluentes. Os estudos comparativos dessas 3 áreas incluirão: a) caracterização físico-química dos solos; b) extração seqüencial de Fe e determinação do grau de piritização (DOP); c) extração seqüencial de metais traço e determinação do grau de piritização dos metais traço (DTMP); d) análise da fração AVS e determinação da relação SEM/AVS e) determinação dos teores totais de metais além de carbono orgânico total (TOC), enxofre total e ferro total nos solos.
EquipeHermano Melo Queiroz, Nathielly Herculano de Paula, Tiago Osório Ferreira (Responsável)
Orientações
- Mestrado
desde 2025Caio Matos da Cruz · OrientaçãoInventário e Avaliação do Potencial de Sequestro de Carbono de Solos em Pequenas Áreas Úmidas Geograficamente Isoladas (AUGIs) no estado de São Paulo · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2025Bruno Souza Soares · Co-orientaçãoAvaliação das perdas de estoques de carbono e emissão de gases de efeito estufa de solos de Manguezais do Estado de São Paulo em consequência da mudanças do uso do solo. · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorEm andamento - Iniciação Científica
desde 2025Ana Beatriz Abade Silva · OrientaçãoGEOQUÍMICA DE FERRO EM SOLOS DESENVOLVIDOS SOBRE AMBIENTE GRANÍTICO EM CLIMA TROPICAL · Geografia · Universidade de São Paulo · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento - Iniciação Científica
desde 2025Luisa Canedo Romano · OrientaçãoAtributos edáficos e provisão de serviços ecossistêmicos em diferentes sistemas de uso e manejo · Geografia · Universidade de São Paulo · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2024Manoella Molitor Martins · OrientaçãoImpacto do aquecimento global na capacidade de acúmulo de carbono em solos de manguezais:uma abordagem experimental · Geografia (Geografia Física) · Universidade de São PauloEm andamento - Iniciação Científica
desde 2024Vinício Apolinário da Silva · OrientaçãoRelação da biomassa de manguezais e estoque de carbono do solo: Uma abordagem espacial da região de Cananéia · Geografia · Universidade de São Paulo · Bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoEm andamento - Iniciação Científica
desde 2024Larissa Lima Ferrarez · OrientaçãoMapeamento de áreas e avaliação do carbono no solo de manguezais impactadas por eventos climáticos extremos · Geografia · Universidade de São Paulo · Bolsa Programa Unificado de Bolsas - Universidade de São PauloEm andamento
Bancas julgadoras
29 registros- 2025Beatriz Marchese SilvaUso de rejeito de mineração de ferro e resíduo de construção civil pra a elaboração de Tecnossolos: integrando resíduos sólidos para combater mudanças climáticas · Agronomia (Solos e Nutrição de Plantas) · Universidade de São PauloBanca: Hermano Melo Queiroz, Francisco Ruiz, Marcelo Eduardo AlvesExame de qualificação de doutorado
- 2025Cristina de Castro KesselringSolo como tecnologia para promoção de saúde em comunidades: avaliação da atenuação bacteriana de banheiros secos · Engenharia Civil - Hidraulica · Universidade de São PauloBanca: Fábio Lofrano, Hermano Melo Queiroz, Adriano Luiz TonettiExame de qualificação de mestrado
- 2025Caio Matos da CruzIdentificação e Quantificação do Estoque de Carbono em Pequenas Áreas Úmidas Geograficamente Isoladas em Piracicaba (SP) · Geografia · Universidade de São PauloBanca: Hermano Melo Queiroz, Vania Silvia Rosolen, Michelle Odete dos SantosGraduação
- 2024Marcela Lopes LázaroMangrove Restoration and its role on soil carbon accumulation · Geociências (Geoquímica) · Universidade Federal FluminenseBanca: Hermano Melo Queiroz, Rut Amelia Díaz Ramos, Wilson Thadeu Valle Machado, Xosé Luis Otero, Tiago Osório Ferreira, Gabriel Nuto NóbregaDoutorado
- 2024Stener Romanel AmbrózioDinâmica geoquímica de Fe, Mn e elementos-traço (As, Ba, pb, Cu, Ni e Zn) em uma lagoa hipersalina (Lagoa de Araruama) na costa do Rio de Janeiro-Brasil · Produção Vegetal · Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy RibeiroBanca: Gabriel Ramatis Pugliese Andrade, Diego Barcellos, Hermano Melo Queiroz, Lucas Resmini SartorDoutorado
- 2024Stener Romanel AmbrózioDinâmica do Fe e Mn em uma lagoa costeira hipersalina (Lagoa de Araruama ? BR) · Produção Vegetal · Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy RibeiroBanca: Gabriel Ramatis Pugliese Andrade, Diego Barcellos, Hermano Melo Queiroz, Marina Satika SuzukiExame de qualificação de doutorado
- 2024Patricia Alejandra Velasquez VottelerdFunções ecossistêmicas de um rio no perene da região semiárida do Brasil · Ecologia e Recursos Naturais · Universidade Federal do CearáBanca: CARLA FERREIRA REZENDE, Gabriel Nuto Nóbrega, CARLOS ALEXANDRE GOMES COSTA, Hermano Melo QueirozExame de qualificação de doutorado
- 2024Carla Frechiani de OliveiraEchoes of Time: Greenhouse gas emissions, blue carbon, and benthic macrofauna six years after climate-induced mangrove mortality · Ciências Biológicas · Universidade Federal do Espírito SantoBanca: Jean Christophe Joyeux, Tiago Osório Ferreira, Hermano Melo QueirozExame de qualificação de doutorado
- 2024Matheus Gastão de Matos BatistaGraus de intemperismo em Vertissolos do Nordeste do Brasil · Geografia · Universidade de São PauloBanca: Fernando Nadal Junqueira Villela, Hermano Melo Queiroz, Antonio Carlos CorreaGraduação
- 2024Professor Assistente, com titulação mínima de Doutor, em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa - RDIDP, sob o regime jurídico Efetivo, na área de conhecimento de Engenharia Sanitária, junto ao Departamento de Engenharia Ambiental· Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Gilda Carneiro Ferreira, Hermano Melo Queiroz, Teresa Cristina Magro LindenkampConcurso público
- 2022Gabriela Rodrigues da SilvaComo o replantio de manguezais altera a dinâmica do fósforo em seus solos? Um estudo de caso na baia de Guanabara (Rio de Janeiro, SE-Brasil) · Geociências (Geoquímica) · Universidade Federal FluminenseBanca: Gabriel Nuto Nóbrega, Hermano Melo Queiroz, Rut Amelia Díaz Ramos, Wilson Thadeu Valle MachadoMestrado
- 2022Tamara Maciel PereiraDinâmica de Nutrientes em um Rio Intermitente: Mecanismos e funções ecossistêmicas · Ecologia e Recursos Naturais · Universidade Federal do CearáBanca: CARLA FERREIRA REZENDE, MÍRIAM PILZ ALBRECHT, FERNANDO BEZERRA LOPES, LUISA RESENDE MANNA, Hermano Melo QueirozDoutorado
- 2022Aaron Domingue G. da SilvaTecnossolos como alternativa na imobilização móvel em ambientes contaminados · Engenharia Florestal · Universidade de São PauloBanca: Tiago Osório Ferreira, José Leonardo de Moraes Gonçalves, Hermano Melo QueirozGraduação
- 2021Antonio Elves Barreto da SilvaInfluência dos ciclos de umedecimento e secagem na especiação do fósforo em rio intermitentes · Ecologia e Recursos Naturais · Universidade Federal do CearáBanca: Tiago Osório Ferreira, Gabriel Nuto Nóbrega, Hermano Melo QueirozMestrado
- 2021Gerson N'DafáDinâmica da matéria orgânica do solo em manguezais da costa semiárida frente ao cenário de mudanças climáticas · Ecologia e Recursos Naturais · Universidade Federal do CearáBanca: Tiago Osório Ferreira, Gabriel Nuto Nóbrega, Hermano Melo QueirozExame de qualificação de mestrado
- 2021Tânia Mara Sandaniel ZemUso de novas tecnologias biológicas para descontaminação de solo estuariano e corpos d?água por elementos potencialmente tóxicos após o Desastre de Mariana · Curso de Especialização em Gerenciamento Ambiental (CEGEA) · Escolar Superior de Agricultura Luiz de QueirozBanca: Tiago Osório Ferreira, Hermano Melo Queiroz, Gabriel Nuto NóbregaCurso de aperfeiçoamento/especialização
- 2021Mayana Cristina Cardoso ChelesREÚSO DE ÁGUAS: Interfaces legais no âmbito federal brasileiro · Curso de Especialização em Gerenciamento Ambiental (CEGEA) · Escolar Superior de Agricultura Luiz de QueirozBanca: Marcos Vinicius Folegatti, Patrícia Pulcini Rosvald Donaire, Hermano Melo QueirozCurso de aperfeiçoamento/especialização
- 2021Douglas Santos LimaCaracterização de Planossolos e efeitos dos processos erosivos nos atributs físicos e químicos de solos após a supressão da caatinga · Engenharia Agronômica · Universidade Federal de SergipeBanca: Lucas Resmini Sartor, Tiago Barreto Garcez, Hermano Melo QueirozGraduação
- 2018Benedito Hélio OrlandiVulnerabilidade da Microbacia "Água da Fartura" - Palmital-SP em função da fragilização pelo sistema plantio direto ou pela aração · Curso de Especialização em Gerenciamento Ambiental (CEGEA) · Escolar Superior de Agricultura Luiz de QueirozBanca: Afonso Peche Filho, Hermano Melo Queiroz, Danilo Jefferson RomeroCurso de aperfeiçoamento/especialização
- 2018Emanuelle SpironelloA gestão da pesquisa científica dentro de unidades de conservação: estudo e construção de estratégias para o parque estadual da Ilha do Cardoso · Curso de Especialização em Gerenciamento Ambiental (CEGEA) · Escolar Superior de Agricultura Luiz de QueirozBanca: Juliana Costa Coelho, Hermano Melo Queiroz, Tiago Osório FerreiraCurso de aperfeiçoamento/especialização
- 2018Ivi BarbosaO uso da ferramenta de gerenciamento do ciclo de vida (Life Cycle Management - LCM) para identificação de atributos ambientais de sustentabilidade em produtos · Curso de Especialização em Gerenciamento Ambiental (CEGEA) · Escolar Superior de Agricultura Luiz de QueirozBanca: Marcelo Catanoce Gandur, Verónica Asensio Fandiño, Hermano Melo QueirozCurso de aperfeiçoamento/especialização
- 2018Marcus Vinicius Melari VisacreAplicação das normas de resíduos de serviço de saúde · Curso de Especialização em Gerenciamento Ambiental (CEGEA) · Escolar Superior de Agricultura Luiz de QueirozBanca: José Marcos Borges Gryschek, Hermano Melo Queiroz, Daniela Schivano de CamposCurso de aperfeiçoamento/especialização
- 2017Karine Ferreira Ribeiro MansurVariação espaço-temporal das concentrações de metais na água nas áreas de monitoramento do litoral paulista · Curso de Especialização em Gerenciamento Ambiental (CEGEA) · Universidade de São PauloBanca: Glauco Barreto de Oliveira Machado, Danilo Jefferson Romero, Hermano Melo QueirozCurso de aperfeiçoamento/especialização
- 2017André Trevizoli MartinsDiagnóstico do Licenciamento Ambiental da Atividade de Extração e Beneficiamento de Areia no Âmbito das Agências Ambientais da CETESB · Curso de Especialização em Gerenciamento Ambiental (CEGEA) · Universidade de São PauloBanca: Edinan Augusto Borsatto, Geórgia Bertoni Pompeu, Hermano Melo QueirozCurso de aperfeiçoamento/especialização
- 2017André Ferraz RighettiAvaliação da drenagem urbana na região central do município de Piracicaba · Curso de Especialização em Gerenciamento Ambiental (CEGEA) · Universidade de São PauloBanca: Marcus Vinicius Folegatti, Sergio Nascimento Duarte, Hermano Melo QueirozCurso de aperfeiçoamento/especialização
Revisor de periódico
21 registros- 2025 – presenteVínculo atualRegional Studies in Marine ScienceRevisor de periódico
- 2024 – presenteVínculo atualRegional Environmental ChangeRevisor de periódico
- 2024 – presenteVínculo atualScientific ReportsRevisor de periódico
- 2024 – presenteVínculo atualJournal of Environmental Engineering and Landscape ManagementRevisor de periódico
- 2024 – presenteVínculo atualCambridge Prisms: Coastal FuturesRevisor de periódico
- 2023 – presenteVínculo atualEnvironmental ResearchRevisor de periódico
- 2023 – presenteVínculo atualNature Reviews Earth & EnvironmentRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualForestsRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualMARINE POLLUTION BULLETINRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualENVIRONMENTAL MONITORING AND ASSESSMENT (DORDRECHT. ONLINE)Revisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualSustainabilityRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualEnvironmental Monitoring and AssessmentRevisor de periódico
- 2022 – presenteVínculo atualEnvironmental Research: EcologyRevisor de periódico
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- 2021 – presenteVínculo atualJournal of Marine Science and EngineeringRevisor de periódico
- 2021 – presenteVínculo atualSCIENCE OF THE TOTAL ENVIRONMENTRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualArchives of Agronomy and Soil ScienceRevisor de periódico
- 2020 – presenteVínculo atualSN Applied ScienceRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualEnvironmental Research LettersRevisor de periódico
- 2018 – presenteVínculo atualESTUARINE COASTAL AND SHELF SCIENCERevisor de periódico
Prêmios e títulos
04 registros- 2025Forests 2024 Early Career Investigator AwardForests | MDPI (https://www.mdpi.com/journal/forests/awards/2569#)
- 2022Menção Honrosa (2° Lugar) ao trabalho: Early pedogenesis of an anthropogenic soil from Mariana Disaster at the Doce River estuaryIV Encontro Paulista de Ciência do Solo (IV EPCiS) promovido pelo Núcleo Estadual São Paulo da SBCS
- 2022Prêmio NESP Destaque em Ciência do Solo, melhor apresentação oral, com o trabalho "Can extreme weather events shift mangrove forest soils into a source of contaminants?"IV Encontro Paulista de Ciência do Solo (IV EPCiS) promovido pelo Núcleo Estadual São Paulo, da SBCS
- 2021Top Cited Article 2020-2021Wiley
Participação em eventos
15 registros- 2022IV Encontro Paulista de Ciência do Solo (IV EPCiS)Ouvinte · Piracicaba
- 2021Solos Estuarinos e Implicações AmbientaisCiclo de Palestras sobre o Meio Ambiente · Apresentação oral · Participante · São Cristovão
- 2020Gesso agrícola e vinhaça na indução da piritização como estratégia para remediação de solos do estuário do Rio DoceVI Reunião Nordestina de Ciência do Solo · Poster / Painel · Participante · Recife
- 2019Potential for increasing pollution by metals after the Fundão dam rupture at Rio Doce estuarine soils, BrazilBrazilian Critical Zone Symposium · Poster / Painel · Participante · Piracicaba
- 2019Brazilian Critical Zone SymposiumOuvinte · Piracicaba
- 2018Avaliador de apresentações26º SIICUSP - Simpósio Internacional de Iniciação Científica e Tecnológica da Universidade de São Paulo · Avaliador · Convidado · Piracicaba
- 2016Avaliador das apresentações de trabalho na modalidade poster no I Seminário Científico de Agronomia - SEMCAI Seminário Científico de Agronomia - SEMCA · Avaliador · Convidado · Fortaleza
- 2015Análise de Planossolos em áreas de exclusão de sobrepastejo no semiárido cearenseXXXIV Encontro de Iniciação Científica · Poster / Painel · Participante · Fortaleza
- 2014Análise de Planossolos em áreas de exclusão de sobrepastejo no semiárido cearenseXXXIII Encontro de Iniciação Científica · Poster / Painel · Participante · Fortaleza
- 2013I Simpósio em Economia Rural - Políticas Públicas Para Convivência com o SemiáridoOuvinte · Fortaleza
- 2013IMPORTÂNCIA E ETAPAS PARA CONFECÇÃO DE MONÓLITOS DE TABULEIROS COSTEIROS DO CEARÁXXII Encontro de Extensão · Poster / Painel · Participante · Fortaleza
- 2013SOLOS DE MANGUE SOB A INFLUÊNCIA DO SEMIÁRIDO CEARENSE: BIOGEOQUÍMICA DE FE, S E METAIS TRAÇOEncontros Universitários · Poster / Painel · Participante · Fortaleza
- 2012XII Encontro Regional de AgroecologiaOuvinte · Aracaju
- 2012CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA E GRAU DE PIRITIZAÇÃO NOS SOLOS DO MANGUEZAL DO RIO TIMONHAEncontros Universitários · Poster / Painel · Participante · Fortaleza
- 2012Influência Climática No Acúmulo de Matéria Orgânica em Solos de ManguezaisEncontros Universitários · Poster / Painel · Participante · Fortaleza
Formação complementar
05 registrosCoautorias
09 coautores- 71 obras
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Na imprensa
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