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Perfil do docente · ESALQ

Marcel Bellato Spósito.

Livre · Departamento de Produção Vegetal

Currículo atualizado em 27/11/2025

Defesa FitossanitáriaFitopatologiaEpidemiologiaFisiologia de Plantas CultivadasPós Colheita

Cita-se como: SPÓSITO, M. B.;Spósito, Marcel Bellato;Spósito, Marcel B;Spósito, Marcel B.;Sposito, Marcel Bellato;Spósito, M.B.;Spósito, Marcel Belatto;SPOSITO, M. B.;SPOSITO, M.B.;SPÓSITO, M.B;BELLATO SPOSITO, MARCEL

16 seções

Resumo biográfico

Engenheiro Agrônomo formado pela UNESP-Jaboticabal (1989); com especialização em citricultura pela Universidade Politécnica de Valência, Espanha (1993); mestrado em Fitotecnia pela Universidade de São Paulo - ESALQ (1998) e doutorado em Fitopatologia pela Universidade de São Paulo - ESALQ (2004). Trabalhou como pesquisador do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) entre 1998 e 2010, na área de doenças fúngicas. Desde 2010 é docente da Universidade de São Paulo, no Departamento de Produção Vegetal da ESALQ. Fez a Livre-Docência em 2014. Na pós-graduação está credenciado como docente permanente nos programas da ESALQ/USP em Fitopatologia e em Fisiologia e Bioquímica de Plantas. É o coordenador do PPG em Fitopatologia da ESALQ/USP. Sua linha de pesquisa envolve epidemiologia e controle de doenças, fisiologia e tratos culturais de plantas frutíferas.

Indicadores

Áreas de atuação

05 registros
  • Ciencias Agrarias
    Agronomia
    Fitossanidade › Defesa Fitossanitária
  • Ciencias Agrarias
    Agronomia
    Fitossanidade › Fitopatologia
  • Ciencias Agrarias
    Agronomia
    Fitossanidade › Epidemiologia
  • Ciencias Agrarias
    Agronomia
    Fitotecnia › Fisiologia de Plantas Cultivadas
  • Ciencias Agrarias
    Agronomia
    Fitotecnia › Pós Colheita

Formação acadêmica

05 registros
  1. 2000 – 2004DoutoradoConcluído
    Agronomia (Fitopatologia) · Universidade de São Paulo
    “Dinâmica Temporal e Espacial da mancha preta (Guignardia citricarpa) e Quantificação dos Danos Causados à Cultura dos Citros”
    Orientação: Profa Dra. Lilian AmorimBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
  2. 1997 – 1998MestradoConcluído
    Fitotecnia · Universidade de São Paulo
    “Fixação de frutos de limeira ácida 'Tahiti', sua relação com o acúmulo de graus-dias e a aplicação de ácido giberélico”
    Orientação: Prof Dr. Francisco de Assis Alves Mourão FilhoBolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  3. 1992 – 1993EspecializaçãoConcluído
    Master En Citricultura · Universitat de València
    Orientação: Prof Dr. Manuel Agusti
  4. 1985 – 1989GraduaçãoConcluído
    Engenharia Agronômica · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
    Orientação: Edemo João FernandesBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
  5. Livre-docênciaConcluído
    Livre-docência · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"

Idiomas

02 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
EspanholBemBemRazoávelBem
InglêsBemRazoávelRazoávelBem

Atuação profissional

12 registros
  1. 2025 – presenteVínculo atual
    Instituto Agronômico de Campinas
  2. 2024 – presenteVínculo atual
    Comisión Sectorial de Investigación Científica - URU
    Revisor de projeto de fomento
  3. 2024 – presenteVínculo atual
    Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"
  4. 2022 – presenteVínculo atual
    Universidade Estadual de Campinas
  5. 2021 – presenteVínculo atual
    Comissão Técnica Brasileira da Vinha e do Vinho
    Colaborador
  6. 2018 – presenteVínculo atual
    Instituto Biológico
    Conselhos, comissões e Consultoria, IB.Colaborador
  7. 2011 – 2013
    United States Department of Agriculture
    Colaborador
  8. 2011 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco
    Revisor de projeto de fomento
  9. 2010 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    RidpServidor Publico40h/sem
  10. 2009 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  11. 2008 – presenteVínculo atual
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Revisor de projeto de fomento
  12. 1998 – 2010Dedicação exclusiva
    Fundo de Defesa da Citricultura
    Pesquisador científicoCeletista44h/sem

Produção bibliográfica

234 registros
95 de 95 itens
Por página
  • 2024
    Plastic Covering Induces Changes in Morpho-Physiological Traits of 'Sauvignon Blanc' Grapevines and Facilitates Grape Production in Tropical Region
    Marcella Carvalho Chaves Dauberbann; Marcel Bellato Spósito · 48th American Society for Enology and Viticulture-Eastern Section Annual Meeting · American Society for Enology and Viticulture · Cleveland, OH, EUA
  • 2019
    Panorama das Exportações e Importações Brasileiras de Framboesas e Amoras-Pretas in natura
    Caio Morais Alcântara Barbosa; Michelle Márcia Viana Martins; Marcel Bellato Spósito · Seminário Brasileiro Sobre Pequenas Frutas · Vacaria -RS
  • 2018
    Architecture of Vitis labrusca vines in VSP trellis system related with production and accumulation of storage reserves
    Marina Viana Queiroz; Marcel Bellato Spósito · XII Congreso Internaciona Terroir · ISBN 978-84-09-030 · Zaragoza - Espanha
  • 2018
    Disease efficiency: A study case with Phakopsora euvitis in Vitis labrusca
    barbara navarro; Antônio Fernandes Nogueira Júnior; Armando Bergamin Filho; Lilian Amorim; Marcel Bellato Spósito · XII International Epidemiology Workshop · Lillehammer, Noruega
  • 2017
    Characterization of Elsinoe ampelina the causal agent of grapevine anthracnose in Brazil
    Ricardo Feliciano Santos; Maisa Boff Ciampi; Lilian Amorim; Nelson Sidnei Massola Junior; Marcel Bellato Spósito · 15 Congress of the Mediterranean Phytopathological Union · MPUnion · Cordoba - Espanha
  • 2017
    Período de queda fisiológica de frutos das principais cultivares de caqui produzidas no estado de São Paulo
    Matheus L. Docema; Marcel Bellato Spósito · XXV Congresso Brasileiro de Fruticultura · Porto Seguro - BA
  • 2016
    Persimmon fruit set: effects of temperature and giberrellic acid aplication
    Matheus L. Docema; Marcel Bellato Spósito · VI International Symposium on Persimmon · Valência- Espanha
  • 2015
    Infection efficiency of Phakopsora euvitis in Vitis labrusca
    barbara navarro; Marcel Bellato Spósito; Antônio Fernandes Nogueira Júnior; Amorim, L. · International Congress of Plant Pathology · Cidade do México
  • 2015
    Physiology and Production of 'Niagara Rosada' vine in two condutions systems
    Luz Angela Sanchez-Rodriguez; Antônio Fernandes Nogueira Júnior; Junior Issamu Yasuoka; Marcel Bellato Spósito · 38 Word Congress of Vine and Wine · Mainz, Alemanha
  • 2015
    Citrus Black Spot: History, epidemiology and pathways
    P. Fourie; M. Dewdney; E. Carstens; V. Hattingh; H. le Roux; T. Schutte +4 autores · XVIII International Plant Protection Congress · Berlim, Alemanha
  • 2015
    Temporal progress of anthracnose in a 'Niagara Rosada' vineyard in Brazil
    Ricardo Feliciano Santos; Antônio Fernandes Nogueira Júnior; Lilian Amorim; Armando Bergamim Filho; Marcel Bellato Spósito · XVIII International Plant Protection Congress · Berlim, Alemanha
  • 2015
    Temporal progress of grapevine downy mildew in plants with different architecture
    Meyriele P. Camargo; Antônio Fernandes Nogueira Júnior; J. P. E. Molina; Marcel Bellato Spósito; Lilian Amorim · XVIII International Plant Protection Congress · Berlim, Alemanha
  • 2014
    Use of advisory systems and plastic covering in the control of downy mildew on vines of São Paulo, Brazil
    Ester Holcman; Paulo Cesar Sentelhas; Marcel Bellato Spósito; Marco Antonio Fonseca Conceição · 37 World Congress of Vine and Wine · ISBN 9791991799317 · Mendoza - Argentina
  • 2012
    Efeito de diferentes materiais e diâmentros de ensacamento em doenças pós-colheitas em frutos de goiabas 'Pedro Sato'
    Tatiane de Oliveira Tokairin; Marcel Bellato Spósito; Antônio Fernandes Nogueira Júnior · XXII Congresso Brasileiro de Fruticultura · Sociedade Brasileira de Fruticultura · Bento Gonçalves-RS
  • 2012
    Influência do tipo de enxertia em combinações copa/porta-enxerto na produção de mudas de jabuticabeiras
    Mariana dos Santos Sguilla Oliveira; Marcel Bellato Spósito; David Ulrich · XXII Congresso Brasileiro de Fruticultura · Sociedade Brasileira de Fruticultura · Bento Gonçalves-RS
  • 2012
    Infectious period of Citrus Black Spot on sweet orange
    Lourenço, Silvia Afonseca; Maria Cândida Gasparoto; Marcel Bellato Spósito; Amorim, L.; T. R. GOTTWALD · THE XII INTERNATIONAL CITRUS CONGRESS · Valência - Espanha
  • 2012
    Evaluation of fungicide mixtures as replacement for carbendazim for Citrus Postbloom
    Geraldo José Silva Junior; Marcel Bellato Spósito; Denis Rogério Marin; Lilian Amorim · THE XII INTERNATIONAL CITRUS CONGRESS · Valência - Espanha
  • 2012
    Qualidade físico-química de goiabas 'Pedro Sato' em função de três tipos de materiais de ensacamento no campo
    Tatiane de Oliveira Tokairin; arolina amanda Wippich Andrade; Gabriel de Moraes Chitolina; Marcel Bellato Spósito · VII Congreso Iberoamericano de Tecnología: Postcosecha y Agroexportaciones · La Plata, Argentina
  • 2012
    Modelo Logístico para ajuste do potencial germinativo de sementes de jabuticaba 'Sabará'
    Alessandra dos Santos; Maria Cristina Martins; Taciana Villela Savian; Luana Yoneda Coletti; Marcel Bellato Spósito · XI Encontro Mineiro de Estatística · Ouro Preto, MG
  • 2011
    Anatomia dos botões florais e de pétalas de laranjeira doce relecionadas a resistência à podridão floral dos citros
    João Paulo R. Marques; Denis Rogério Marin; Marcel Bellato Spósito; Vinicius Gomes Custodio Leite; Beatriz Appezzato-da-Glória · 62 Congresso Nacional de Botânica · Fortaleza-CE
  • 2011
    Comportamento de variedades de laranja doce em áreas com e sem controle químico da podridão floral dos citros
    Luciano Spada; Geraldo J. Silva Junior; Denis Rogério Marin; Marcel Bellato Spósito · XLIV Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Bento Gonçalves
  • 2011
    Avaliação de diferentes programas de pulverização no controle da mancha preta dos citros
    Thiago Vinhas; Denis Rogério Marin; Marcel Bellato Spósito; Geraldo J. Silva Junior · XLIV Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Bento Gonçalves, RS
  • 2011
    Correlação entre a localização dos sintomas nos frutos e a vulnerabilidade à queda prematura de frutos de laranja Pera afetados pela mancha preta dos citros
    Denis Rogério Marin; Marcela Olivetti; Marcel Bellato Spósito; Geraldo J. Silva Junior · XLIV Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Bento Gonçalves, RS
  • 2011
    Controle químico da ferrugem do pessegueiro
    Caroline O. Maniera; Caroline Spinosa Prado; Frederico J. R. Moura; Marcel Bellato Spósito · XIX Simpósio Internacional de Iniciação Científica · Piracicaba, SP
  • 2011
    Danos na produção causados pela prodidão floral dos citros em pomares de laranja Pera no Estado de São Paulo
    Geraldo J. Silva Junior; Denis Rogério Marin; Marcel Bellato Spósito; Lilian Amorim · XLIV Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Bento Gonçalves

Produção técnica

09 registros
1 de 1 item
Por página
  • 2015
    Doenças em frutíferas: banana, citros e uva
    Marcel Bellato Spósito
    Conferencia

Projetos

22 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

22 de 22 projetos
Por página
  • 2025 – presentePesquisa

    Estrutura populacional de Plasmopara viticola, em vinhedos de uvas europeias para vinificação e resistência a fungicidas no estado de São Paulo

    Em andamento

    As uvas europeias (Vitis vinifera) utilizadas para a produção de vinhos finos, são altamente suscetíveis ao mídio, causado pelo oomiceto Plasmopara viticola. O clima favorável a ocorrência da doença e desfavorável a qualidade das uvas produzidas para vinificação no estado de São Paulo, fez com que o setor vitivinícola paulista recrudescesse. Contudo, com a prática da dupla poda adotada nos vinhedos, nas últimas duas décadas, que inverte o ciclo de produção da videira para o outono inverno, período mais seco e com amplitude térmica, fortaleceu o setor vitivinícola na produção de vinhos de inverno. Na prática da dupla poda, são realizadas duas podas no mesmo ciclo, uma de formação e outra de produção, o que faz com que as plantas vegetem o ano todo, permanecendo com tecidos verdes, suscetíveis ao míldio. Com a adoção dessa prática, vem ocorrendo, também, um incremento no número de pulverizações com fungicidas ao longo do ano, quando antes ocorria apenas na primavera-verão. O uso continuado de fungicidas pode gerar resistência de isolados do patógeno a alguns grupos químicos, o que pode dificultar controle da doença. Com o aumento da área plantada, muitas vinícolas vêm comprando mudas de V. vinifera de viveiros europeus, o que podem, também, servir para a introdução de novas linhagens de P. viticola nos vinhedos paulistas. Não existem estudos populacionais de P. viticola com isolados coletados em regiões vinícolas do estado de São Paulo. O único estudo de populações com esse patógeno foi realizado em propriedades produtoras de uvas de mesa americana, 'Niagara Rosada' (V. labrusca), o que mostrou ser uma população clonal. O conhecimento da estrutura genética populacional de P. viticola observadas em vinhedos, assim como o levantamento da resistência de isolados a fungicidas, darão suporte para um controle mais eficaz do míldio da videira em áreas voltadas a produção de vinhos no estado de São Paulo, que utilizam o manejo da dupla poda.

    Equipe

    Marcel Bellato Spósito (Responsável), Nelson Sidnei Massola Junior, Thais Regina Boufleur, Maria Imaculada Zucchi, Jaqueline Bueno de Campos

  • 2025 – presentePesquisa

    Centro de Inovação para a Preservação da Biodiversidade Agrícola e Produção Sustentável

    Em andamento

    A preservação da biodiversidade agropecuária é essencial para assegurar a segurança alimentar e a sustentabilidade dos sistemas agrícolas, especialmente diante do crescimento acelerado da população mundial, que impõe desafios cada vez maiores à produção de alimentos. Segundo o relatório da FAO (2019), "O Estado da Biodiversidade para Alimentos e Agricultura no Mundo" (https://openknowledge.fao.org/), há evidências crescentes e preocupantes de que a biodiversidade está desaparecendo, ameaçando a resiliência dos sistemas agrícolas e a disponibilidade de alimentos no futuro. Diante desse cenário, torna-se urgente adotar medidas concretas para garantir a diversidade genética e a adaptação contínua das culturas agrícolas. O Estado de São Paulo, um dos principais polos agrícolas do Brasil, desempenha um papel estratégico nesse contexto. Assim, a proposta do Centro de Inovação para a Preservação da Biodiversidade Agrícola e Produção Sustentável busca estabelecer uma rede de pesquisa e desenvolvimento voltada à conservação e caracterização da biodiversidade agrícola do Instituto Agronômico (IAC) e de leguminosas forrageiras do Instituto de Zootecnia (IZ). O projeto se estrutura em três frentes: a preservação do patrimônio genético, por meio da expansão e modernização do Banco de Germoplasma de Sementes do IAC e da criação de coleções de campo e coleções nucleares em cultivo protegido; a caracterização do patrimônio genético, com a identificação e catalogação de características fenotípicas, genéticas, fitoquímicas e físico-químicas de acessos de interesse agrícola; e o desenvolvimento de inovações tecnológicas, promovendo a obtenção de novas cultivares com características desejáveis para produtividade e sustentabilidade, além da transferência de tecnologia e capacitação. A iniciativa abrange culturas como feijão, amendoim, leguminosas forrageiras, cana-de-açúcar, cacaueiro, urucum, seringueira, citros, café, videira, palmeiras produtoras de palmito e hortaliças, além de contemplar a caracterização fitoquímica e físico-química de plantas aromáticas, medicinais e de pastagem. Com essa abordagem, espera-se fortalecer cadeias produtivas sustentáveis, garantir a segurança alimentar e possibilitar que a agricultura se adapte às mudanças climáticas, assegurando a produção de alimentos para as gerações atuais e futuras.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito, Anete Pereira de Souza, Mara Fernandes Moura, Oliveiro Guerreiro Filho, Alisson Fernando Chiorato (Responsável), Sandra Regina Dias Ferreira, Flavia Maria de Andrade Gimenes, Luciana Rossini Pinto Machado da Silva +32 integrantes

  • 2025 – presentePesquisa

    INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA IDENTIFICAÇÃO DE RESISTÊNCIA AO MÍLDIO EM GERMOPLASMA DE VIDEIRA

    Em andamento

    A videira é uma das espécies cultivadas mais antigas do mundo. Embora seja uma espécie exótica no Brasil, seu cultivo tem sido possível principalmente devido ao melhoramento genético, permitindo o desenvolvimento de genótipos resistentes ao clima tropical. Apesar desses avanços, o melhoramento genético da videira ainda apresenta limitações, principalmente quanto ao longo ciclo necessário, ao qual a incorporação de tecnologias como sequenciamento de nova geração (NGS), fenotipagem baseada em imagens, associação genômica ampla e seleção genômica podem trazer grandes benefícios, aumentando sua eficiência, reduzindo o tempo e aumentando os ganhos genéticos esperados. Essas ferramentas em desenvolvimento tecnológico estão em constante aprimoramento, chegando hoje à era da inteligência artificial. Neste projeto, pretendemos utilizar essas tecnologias para a avaliação e seleção precoce de cultivares de videira por meio de ferramentas avançadas de inteligência artificial para a identificação e seleção precoce de cultivares resistentes ao míldio, que é causado pelo oomiceto biotrófico Plasmopara viticola, uma das doenças mais importantes para a cultura

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · COOPERACAO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito, Mara Fernandes Moura (Responsável), Katja Herzog, Nagarjun Malagol, Oliver Trapp, Felipe Roberto Francisco

  • 2024 – presentePesquisa

    COMPONENTES EPIDEMIOLÓGICOS, CARACTERIZAÇÃO DE DANOS E CONTROLE DE FERRUGENS TROPICAIS E TEMPERADAS EM CENÁRIO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS

    Em andamento

    Os patógenos invasivos causadores de ferrugens vêm sendo responsáveis por elevados prejuízos nas culturas em que incidem, inclusive em áreas anteriormente indenes. Embora vários trabalhos sinalizem que as mudanças climáticas serão responsáveis pelo aumento da incidência das ferrugens, poucos estudos dedicaram-se a avaliar o impacto dessas mudanças na severidade dessas doenças. Uma complexa rede de interações moleculares controlam as respostas de plantas submetidas a estresses bióticos e abióticos, envolvendo mudanças na expressão gênica, que se refletem em mudanças histológicas e fisiológicas da planta. Estudos recentes revelaram que a resposta das plantas a uma combinação de diferentes estresses é única, não podendo ser diretamente extrapolada a partir do estudo individualizado de cada um dos diferentes estresses aplicados isoladamente. Resultados preliminares obtidos por nosso grupo de pesquisa mostraram que estresses abióticos de intensidade moderada, aplicados em videiras, podem ocasionar significativo aumento na severidade da ferrugem causada por Phakopsora euvitis. Também observou-se que a ferrugem da framboeseira causa necrose extensiva no limbo foliar de plantas mantidas sob temperaturas elevadas. A principal hipótese deste projeto é que estresses abióticos, principalmente temperaturas moderadamente elevadas e limitações hídricas moderadas, por períodos superiores à latência, provocam aumentos de diferente magnitude na severidade de ferrugens adaptadas ao clima tropical e de ferrugens adaptadas ao clima temperado, sendo mais drástica nestas do que naquelas. Para testar essa hipótese e (i) aumentar a compreensão dos mecanismos que levam ao efeito sinergístico entre estresses abióticos e bióticos (nos níveis histológico, fisiológico e genético); (ii) quantificar as consequências epidemiológicas dos estresses abióticos no progresso das ferrugens; e (iii) propor medidas que minimizem a severidade dessas doenças num futuro cenário de mudança climática, propõe-se uma série de experimentos que utilizarão como modelos de ferrugens temperadas os patossistemas Phakopsora euvitis - videira e Pucciniastrum americanum - framboeseira e como modelos de ferrugens adaptadas aos trópicos, Phakopsora pachyrhizi - soja e Austropuccinia psidii - goiabeira.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito (Responsável), Nelson S Massola Junior, Marise Cagnin Martins Parisi, Lilian Amorim, Claudia Barros Monteiro Vitorello, Rafael Vasconcelos Ribeiro, Paulo Mazzafera, BERGAMIN-FILHO, A. +1 integrantes

  • 2022 – presentePesquisa

    EMPREGO DA ASSOCIAÇÃO DE DIFERENTES ÔMICAS INTEGRADAS À ANÁLISE DE SELEÇÃO GENÔMICA E APRENDIZADO DE MÁQUINA PARA O DESENVOLVIMENTO DE CULTIVARES DE UVA PARA SUCO

    Em andamento

    A viticultura brasileira inclui a produção de uvas para processamento e consumo in natura. A obtenção de plantas superiores ocorre por seleção fenotípica a elevado custo, a qual sofre influência do ambiente, dificultando a identificação precisa de melhores genótipos. Busca-se hoje tornar o Programa de Melhoramento de Videira (PMV) do Instituto Agronômico (IAC) mais eficiente, rápido e menos custoso. O uso de informações genéticas, fenotípicas e de diferentes ômicas integradas à análise de dados altamente eficiente é fundamental para a implementação da Seleção Genômica (SG). A SG promove maior eficiência, menor custo e redução dotempo, resultando em maior ganho genético. Assim, propomos uma abordagem metodológica conjunta, envolvendo: a) fenotipagem convencional e por imagem; b) associação genômica ampla (GWAS) em 300 acessos do Banco de Germoplasma de videira do IAC; c) desenvolvimento de modelos de SG para os caracteres de interesse (cor das bagas, qualidade do suco e resistência a doenças); d) obtenção de transcriptomas de genótipos contrastantes para os caracteres de interesse e construção de redes de coexpressão gênica (RCG); e) identificação de genes nas RCG envolvidos nos fenótipos de interesse e de marcadores moleculares para a SG; f) construção de modelos preditivos por aprendizado de máquina para a seleção assistida por marcadores, os quais serão aplicados ao PMV por meio das associações genótipo-fenótipo identificadas (caracteres de interesse). g) identificação de genótipos e cruzamentos para obtenção de novas variedades. h) estudos citogenéticos em genótipos de interesse para cruzamentos, para averiguar a normalidade meiótica. Com dados genômicos decifraremos os fenótipos ao nível gênico por meio das RCG, os quais são associados às características de interesse e aos marcadores, incluindo os possivelmente associados aos fenótipos resultantes de epigenética.

    Equipe

    Marcel Bellato Spósito, Anete Pereira de Souza (Responsável), Marco antonio Tecchio, Mara Fernandes Moura, Marcia Ortiz Mayo Marques, Michel Georges Albert Vincentz, Lívia Moura de Souza, Danilo Augusto Sforça

  • 2021 – 2023Pesquisa

    ETIOLOGIA E EPIDEMIOLOGIA DA PODRIDÃO DESCENDENTE DA VIDEIRA

    Concluído

    As doenças de tronco estão entre as principais doenças de videiras no mundo, e se tornam mais prevalentes à medida que os vinhedos envelhecem, ameaçando a sustentabilidade da vitivinicultura. Dentre as doenças de tronco, a podridão descendente da videira, também conhecida como Botryosphaeria dieback (BD), é uma das principais. As espécies de Boryosphaeriaceae infectam videiras principalmente por meio de ferimentos causados pela poda de produção realizada anualmente, após o período dormência das plantas. No Brasil, esta doença é encontrada em diferentes regiões e com bastante frequência nos vinhedos da região Sul. As perdas na serra Gaúcha com essa doença variam de 5 a 60, dependendo da extensão do vinhedo comprometido. Em relação ao plantio de mudas contaminadas, as perdas podem chegar a 100, devido à interrupção do fluxo da seiva da planta na região da enxertia infectada pelo fungo. A podridão descendente vem sendo pouco estudada no Brasil e vem causando sérios prejuízos nos vinhedos. O lento desenvolvimento no campo faz com que esta doença passe despercebida por parte dos técnicos e produtores até a sua manifestação mais expressiva. O fungo sobrevive durante o período de dormência da videira nos tecidos lenhosos infectados. As espécies de Botryosphaeria, além de causarem a podridão descendente em videiras, apresentam uma ampla gama de plantas hospedeiras, principalmente as fruteiras de clima temperado e tropical, como macieira, pessegueiro, mangueira, cacaueiro, mamoeiro, entre outras. Na região Sudeste do Brasil, as videiras europeias para vinificação vêm sendo manejadas com duas podas ao ano, técnica conhecida como dupla poda ou poda invertida. Nesses vinhedos faz-se uma poda no fim do inverno, para o crescimento vegetativo, e uma segunda poda no verão, para a produção, e colheita no inverno. Neste caso, existem maiores possibilidades da ocorrência da doença quer seja pela frequência de podas, quer seja pelas diferentes condições climáticas em que essas podas são realizadas. O conhecimento das condições ambientais necessárias para a germinação e infecção do patógeno, assim como a duração do período em que os ferimentos causados pela poda de produção estão suscetíveis à infecção e a suscetibilidade entre as variedades e espécies de videiras produzidas no Brasil, são informações importantes para o entendimento da epidemiologia da doença e, por consequência, o seu controle.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito (Responsável)

  • 2020 – 2024Pesquisa

    COMPONENTES EPIDEMIOLÓGICOS, CARACTERIZAÇÃO DE DANOS E CONTROLE DE FERRUGENS TROPICAIS E TEMPERADAS EM CENÁRIO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS

    Concluído

    Os patógenos invasivos causadores de ferrugens vêm sendo responsáveis por elevados prejuízos nas culturas em que incidem, inclusive em áreas anteriormente indenes. Embora vários trabalhos sinalizem que as mudanças climáticas serão responsáveis pelo aumento da incidência das ferrugens, poucos estudos dedicaram-se a avaliar o impacto dessas mudanças na severidade dessas doenças. Uma complexa rede de interações moleculares controlam as respostas de plantas submetidas a estresses bióticos e abióticos, envolvendo mudanças na expressão gênica, que se refletem em mudanças histológicas e fisiológicas da planta. Estudos recentes revelaram que a resposta das plantas a uma combinação de diferentes estresses é única, não podendo ser diretamente extrapolada a partir do estudo individualizado de cada um dos diferentes estresses aplicados isoladamente. Resultados preliminares obtidos por nosso grupo de pesquisa mostraram que estresses abióticos de intensidade moderada, aplicados em videiras, podem ocasionar significativo aumento na severidade da ferrugem causada por Phakopsora euvitis. Também observou-se que a ferrugem da framboeseira causa necrose extensiva no limbo foliar de plantas mantidas sob temperaturas elevadas. A principal hipótese deste projeto é que estresses abióticos, principalmente temperaturas moderadamente elevadas e limitações hídricas moderadas, por períodos superiores à latência, provocam aumentos de diferente magnitude na severidade de ferrugens adaptadas ao clima tropical e de ferrugens adaptadas ao clima temperado, sendo mais drástica nestas do que naquelas. Para testar essa hipótese e (i) aumentar a compreensão dos mecanismos que levam ao efeito sinergístico entre estresses abióticos e bióticos (nos níveis histológico, fisiológico e genético); (ii) quantificar as consequências epidemiológicas dos estresses abióticos no progresso das ferrugens; e (iii) propor medidas que minimizem a severidade dessas doenças num futuro cenário de mudança climática, propõe-se uma série de experimentos que utilizarão como modelos de ferrugens temperadas os patossistemas Phakopsora euvitis - videira e Pucciniastrum americanum - framboeseira e como modelos de ferrugens adaptadas aos trópicos, Phakopsora pachyrhizi - soja e Austropuccinia psidii - goiabeira.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito, Silvia A Lourenço, Armando Bergamim Filho, Marise C Martins Parisi, Nelson Sidnei Massola Junior, Beatriz Appezzato-da-Glória, Lilian Amorim (Responsável), Claudia Barros Monteiro Vitorello +7 integrantes

  • 2016 – 2019Pesquisa

    ETIOLOGIA E EPIDEMIOLOGIA DA CERCOSPORIOSE DO CAQUIZEIRO

    Concluído

    Brazil is the world's fourth largest producer of persimmon, and São Paulo, the largest Brazilian producer state. The persimmon culture has proven to be a viable alternative to fruit growers aimed at mid-term peak demand for hand labor on the orchard, since the persimmon harvest is done in a different time of most other fruit species grown in the State. Brazilian production is primarily focused on domestic consumption in natura, still small percentage of production exported as fresh fruit. In São Paulo State, the main varieties of persimmons are Fuyu, Giombo, Rama-Forte and Taubaté. These cultivars are well adapted to the climate of the State and well accepted for domestic consumption. The persimmon is a rustic plant that has few problems with diseases. Among the diseases that occur in persimmon, Cercospora leaf spot, caused by the fungus Cercospora kaki, is considered the most important. The Cercospora leaf spot is a disease characterized by the appearance of lesions irregular, leading to premature defoliation of plants. As the persimmon one deciduous plant, premature leaf fall can cause a minor accumulation of carbohydrate reserves in the root system and thereby cause a reduction in the production of the next crop. There is little information on the Cercospora leaf spot, so the objective of the project is to carry out studies on the etiology of the pathogen and the epidemiology of the disease. The results provide information on the environmental conditions favorable for infection of the pathogen, the relationship between disease severity and accumulation of carbohydrates in the root system, as well as incubation period and susceptibility of different cultivars of persimmon to Cercospora leaf spot.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito (Responsável), Angelo Pedro Jacomino, Nelson S Massola Junior, Beatriz Appezzato-da-Glória

  • 2014 – presentePesquisa

    EPIDEMIOLOGIA, AVALIAÇÃO DE DANOS E CONTROLE DE DOENÇAS DA VIDEIRA

    Em andamento

    Este projeto de pesquisa foi motivado pela exagerada aplicação de fungicidas dos viticultores paulistas para o controle das doenças da videira. Estimativas recentes indicam que o controle das doenças fúngicas vem sendo realizado com 103 e 59 aplicações de fungicidas por safra em vinhedos de uvas finas (Vitis vinifera) e de uvas rústicas (Vitis labrusca), respectivamente, no Estado de São Paulo (Costa et al., 2012). 
Não há justificativa para esse número de aplicações, pois os danos causados pelas doenças da videira que ocorrem em São Paulo não foram estimados quantitativamente. Também não há, com exceção do míldio, informações detalhadas sobre a influência das variáveis ambientais nas diferentes fases do ciclo das doenças que mais incidem nos vinhedos paulistas. Esse tipo de manejo intensivo e preventivo, além de elevar os custos de produção, pode acarretar prejuízos adicionais como a seleção de estirpes resistentes dos patógenos aos fungicidas, o acúmulo de fungicidas no solo, a presença de resíduos de fungicidas nos frutos para comercialização, com danos ainda não estimados ao ambiente e ao consumidor. Modificações 
no manejo podem e devem ser realizadas para reduzir o número de aplicações de fungicidas sem reduzir a eficiência de controle. O principal objetivo deste projeto de pesquisa é compreender o processo epidêmico de míldio, antracnose e ferrugem em vinhedos paulistas, a fim de propor estratégias de manejo que permitam reduzir o uso de fungicidas. Adicionalmente ao estudo das doenças de ocorrência mais frequente em São Paulo, este projeto também irá avaliar o desenvolvimento do cancro bacteriano da 
videira, doença restrita ao Nordeste brasileiro, e estimar os danos provocados por essa doença nas cultivares paulistas, antecipando informações para minimizar seu impacto caso haja introdução da doença no Estado de São Paulo. Propõe-se, neste projeto, avaliar o monociclo da ferrugem, da antracnose e do cancro bacteriano da videira em condições controladas; avaliar os efeitos dessas doenças e do míldio da videira na fotossíntese e na disponibilidade de carboidratos das plantas ao longo de cinco anos de cultivo, para estimar os danos por elas provocados em cada safra e ao longo das safras; determinar a sensibilidade de isolados de Plasmopara viticola, Phakopsora euvitis e Elsinoë ampelina (Sphaceloma ampelinum) a fungicidas, com caracterização molecular da resistência; caracterizar o efeito da arquitetura das plantas em diferentes sistemas de condução, nas variáveis ambientais e no progresso espaço-temporal das 
doenças em vinhedos; simular o progresso de cada doença em cada sistema de manejo; propor sistemas de previsão dessas doenças. Fazem parte do projeto especialistas em epidemiologia de doenças de plantas, fitotecnia, histopatologia, fisiologia vegetal, agrometeorologia e previsão de doenças.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito, Armando Bergamim Filho, José Belasque Jr, Amorim, L. (Responsável), Paulo Cesar Sentelhas, Beatriz Appezzato-da-Glória, Claudia Barros Monteiro Vitorello, Rafael Vasconcelos Ribeiro

  • 2012 – 2014Pesquisa

    SISTEMAS DE ALERTA FITOSSANITÁRIO PARA O CONTROLE DO MÍLDIO EM VINHEDO CONDUZIDO COM E SEM COBERTURA PLÁSTICA NA REGIÃO DE JALES, SÃO PAULO

    Concluído

    A região de Jales, no noroeste do Estado de São Paulo, destaca-se entre os principais pólos de produção e comercialização de uvas finas de mesa no Brasil. Nessa região assim como nas demais regiões produtoras de uva do Estado de São Paulo, as condições ambientais são propícias à ocorrência frequente de doenças durante todo o ciclo da cultura. Fatores climáticos como temperatura amena e alta umidade relativa do ar, aliadas a chuvas frequentes, influenciam a ocorrência de doenças nas videiras, principalmente o míldio, causado pelo patógeno Plasmopara viticola. Para a garantia de alta produtividade e qualidade visual dos frutos, torna-se necessário, durante todo o ciclo, uma grande quantidade de aplicações de fungicidas, o que onera sobremaneira o produtor e faz com que os frutos dessa cultura sejam um dos que mais apresentam resíduos de agrotóxicos. O cultivo protegido tem se mostrado uma alternativa viável para alterar favoravelmente o microclima dos vinhedos, reduzindo a ocorrência e severidade do míldio da videira e, consequentemente, reduzindo o número de aplicações de fungicidas. Para tanto, o uso de modelos de alerta fitossanitário são fundamentais para que o sistema se torne eficiente. Assim, no presente estudo será avaliada a eficiência de diferentes sistemas de alerta fitossanitário no controle do míldio em vinhedos de 'BRS Morena', conduzidos com e sem coberturas plásticas. As condições micrometeorológicas proporcionados em ambiente com e sem cobertura plástica serão monitoradas e fornecerão dados para a aplicação de diferentes sistemas de alerta e, assim, será verificada a validade desses modelos, por meio da avaliação da severidade do míldio e da produtividade e qualidade dos frutos produzidos. Os experimentos serão conduzidos em área experimental na região de Jales-SP, pertencente à Estação Experimental de Viticultura Tropical (EEVT) da Embrapa Uva e Vinho.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito (Responsável), Paulo Cesar Sentelhas, Marco Antonio Fonseca Conceição

  • 2011 – 2013Pesquisa

    USO DE DIFERENTES MATERIAIS E ÉPOCAS DE ENSACAMENTO DE GOIABAS E CÁLCULO DA TEMPERATURA-BASE E GRAUS-DIAS PARA AS CULTIVARES KUMAGAI E PEDRO SATO

    Concluído

    Um dos grandes problemas na comercialização da goiaba é quanto aos resíduos de agroquímicos que há nos frutos, o que vem estimulando estudos de métodos alternativos para o controle de pragas e doenças. O efeito do controle de pragas com o ensacamento é sabido, entretanto, para o controle de doenças nunca foi comprovado. O controle das doenças habitualmente é feito por meio da aplicação de fungicidas até que os frutos atinjam 4 cm de diâmetro e do ensacamento dos frutos após este estádio. O ensacamento das goiabas se faz, pela maioria dos produtores, com sacos de papel-manteiga, quando os frutos têm 2-3 centímetros de diâmetro, os quais são mantidos até a colheita. Não foi testado, até o momento, o efeito de diferentes tipos de sacos e a época de ensacamento na obtenção de frutos com melhor qualidade e sem a presença de doenças e pragas. Outro trato cultural comumente utilizado no pomar de goiaba é a poda total em talhões, que promove a produção de frutos durante o ano todo. Como essas podas ocorrem em épocas diferentes e os preços alcançados no mercado externo e interno são direcionados pela oferta da fruta, a determinação da quantidade de graus-dias que a cultura requer entre a poda e a colheita pode auxiliar o produtor a direcionar melhor os períodos em que devem podar as plantas. Portanto, o presente projeto tem por objetivo testar a eficácia de diferentes materiais e épocas no ensacamento de goiabas no controle de pragas e doenças e na qualidade dos frutos e definir a temperatura-base e a quantidade de graus-dias nos diferentes estádios fenológicos da cultura. Para tanto, serão realizados experimentos diretamente nas propriedades produtoras de Campinas. Os levantamentos da incidência de doenças e pragas serão realizados no campo e em laboratórios da USP/ESALQ, e as análises físico-químicas dos frutos serão realizadas nos laboratórios da USP/ESALQ.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito (Responsável), Angelo Pedro Jacomino, Lilian Amorim, Paulo Cesar Sentelhas

  • 2011 – 2013Pesquisa

    DESENVOLVIMENTO E PRODUÇÃO DA VIDEIRA 'NIAGARA ROSADA' EM CLIMA Cwa

    Em andamento

    Em região de clima Cwa do Estado de São Paulo, realiza-se a poda de produção da uva 'Niagara Rosada' em duas épocas: inverno e verão. A poda executada no inverno é denominada poda seca e proporciona a colheita de uvas no fim da primavera/verão; na poda de verão, denominada poda verde, a colheita ocorre no fim do outono/inverno. Para que ocorra uma boa brotação na poda verde, executada no verão, há necessidade de fazer a desfolha na videira, pois as plantas estão na fase de acúmulo de reservas, ou seja, elas permanecem com folhas. Serão realizados dois experimentos nos anos agrícolas: 2011/2012 e 2012/2013. O primeiro experimento será realizado em área experimental do departamento de produção vegetal da ESALQ, e tem como objetivo comparar o desenvolvimento da videira 'Niagara Rosada' submetida a diferentes épocas de poda de produção, sendo os tratamentos: plantas submetidas somente à poda de produção de inverno e plantas submetidas às podas de produção de inverno e verão. No primeiro ano agrícola serão avaliadas a taxa de crescimento absoluto (TCA), teor de fotossíntese líquida e produção. No segundo ano agrícola as parcelas receberão as mesmas podas de produção realizadas no ano anterior, sendo retiradas duas plantas de cada parcela, durante a poda e nos estádios fenológicos de brotação, florescimento, frutificação, início da maturação dos frutos, colheita, queda das folhas e dormência. De cada planta serão retiradas amostras de raízes, caule, braços e ramos para análise dos teores de carboidratos solúveis. Três amostras de cada parte das plantas retiradas serão secas em estufa, trituradas e encaminhadas ao laboratório para quantificação dos carboidratos totais solúveis. O segundo experimento será realizado no município de Porto Feliz - SP com o objetivo de avaliar o efeito da aplicação de ethephon antes da poda de produção de verão, no desenvolvimento da videira 'Niagara Rosada'. Os tratamentos utilizados serão diferentes concentrações de ethephon aplicados 20; 15

    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito, João Aleixo Scarpare Filho (Responsável), Simone Rodrigues da Silva, Thiago Vieira da Costa, Maurilo Monteiro Terra, Juliano Quarteroli Silva

  • 2011 – 2013Pesquisa

    AN ASSESSMENT OF THE VIABILITY OF BLACK SPOT-BLEMISHED CITRUS FRUIT AS A PATHWAY FOR DISEASE DISPERSAL VIA DOMESTIC AN INTERNATIONAL TRADE, AND METHODS TO MITIGATE ANY RISK OF DISEASE SPREAD ON HARVESTED FRUIT

    Em andamento

    Citrus balck spot has been studied extensively in South Africa, Argentina, Brazil and elsewhere where the disease is endemic. A considerable amount of data describing CBS life history epidemiological parameters field control treatments, horticultural effects, and packinghouse treatments is available from each of these countries which can be used to help parameterize probabilistic models. Much of this data is recent and robust, data gaps do exist that may be identified by the model or by the collaborative team as the model is developed. Either subsequent studies will be conducted to obtain the missing data and/or data will be estimated. When estimates are required, these will be based on the combined knowledge of the international group pf collaborators and on queries of experts outside of the collaborative group and on knowlegde of similar pathogens and environments. These estimates will be used to initially parameterize the models which can then be replaced with validated data as it becomes available.

    Financiadores
    • Indian River Citrus League · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito, Renato Beozzo Bassanezi, Lilian Amorim, Armando Bergamim Filho, T. R. GOTTWALD (Responsável), GRAHM, EARL, SEQUERA +4 integrantes

  • 2009 – 2012Pesquisa

    EPIDEMIOLOGIA MOLECULAR E MANEJO DA PODRIDÃO FLORAL DOS CITROS EM ÁREAS DE EXPANSÃO DA CULTURA NO ESTADO DE SÃO PAULO

    Em andamento

    A citricultura paulista está sofrendo clara migração das regiões norte e central do Estado, tradicionais regiões de plantio de citros que concentram 75% da produção, para novas áreas ao sudoeste, com o intuito de manter competitivo o agronegócio citrícola (Neves & Lopes, 2005). Essa migração tem como motivos mais importantes: o menor valor da terra na região sudoeste, em comparação com as áreas citrícolas tradicionais, e o menor custo de produção (Neves & Jank, 2006). A região sudoeste também apresenta como vantagem uma elevada freqüência de chuvas, que dispensa a necessidade de irrigação.
Essa nova geografia da citricultura paulista submete a cultura a mudanças macro-ambientais, que certamente irão se refletir em modificações no seu manejo. O clima dessa região é favorável à ocorrência da podridão floral dos citros (Vilela, 2007), causada por Colletotrichum acutatum, doença de baixo impacto nas demais regiões citrícolas do Estado (noroeste/norte e centro) por sua ocorrência esporádica, mas de grande importância econômica na região sudoeste, devido à sua freqüente ocorrência (Feichtenberger et al., 2005). A podridão floral dos citros, por ocasionar queda de até 100% de frutos jovens, torna seu controle mandatório nos locais em que ocorre com freqüência. Esse controle tem sido feito com pulverizações preventivas de fungicidas no momento da florada. A premência de pulverização em grandes áreas e em curto espaço de tempo (somente na florada) acarreta um problema logístico importante, pois as aplicações são feitas ininterruptamente, com tratores pulverizando as áreas dia e noite. Os custos diretos (mão-de-obra, máquinas e insumos) do tratamento químico para a podridão floral são da ordem de US$ 553,00/ha, levando-se em consideração a necessidade de dois tratores para cada 100 ha (Salvo Filho, 1994). O controle preventivo baseado unicamente no estádio fenológico do hospedeiro muitas vezes acarreta exagero de aplicação de fungicidas, com prejuízos de curto prazo ao produ

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito, Eduardo Feichtenberger, Renato Beozzo Bassanezi, Lilian Amorim (Responsável), Armando Bergamin Filho, José Belasque Júnior, Sérgio Pascholati, Nelson Sidnei Massola Junior +1 integrantes

  • 2009 – 2013Pesquisa

    IMPACTOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS GLOBAIS SOBRE DOENÇAS, PRAGAS E PLANTAS DANINHAS -PROJETO DO MACROPROGRAMA 1 DA EMBRAPA

    Em andamento

    Este Projeto Componente tem por finalidade principal avaliar os impactos de mudanças climáticas globais sobre a distribuição geográfica de problemas fitossanitários de principais culturas do Brasil no clima de referência e nos cenários climáticos futuros, utilizando um banco de dados geográfico estruturado com informações climáticas do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) de seu Quarto Relatório e o banco de dados já organizado com dados do Terceiro Relatório do IPCC. Além dos modelos climáticos globais do IPCC, serão considerados os modelos regionalizados do Brasil, quando pertinentes. O banco de dados geográfico será composto das informações das variáveis climáticas do Brasil para o clima de referência (normal climatológica de 1960-1991) e futuro (2020, 2050, 2080 e 2100, cenários A2 e B2), estruturado utilizando o SIG (Sistema de Informações Geográficas). Com base nos modelos de desenvolvimento de problemas fitossanitários ou faixas climáticas avoráveis ao desenvolvimento disponíveis na literatura e utilizando o banco de dados geográfico serão elaborados mapas de distribuição espacial do clima de referência. Esses mapas serão validados com apoio na literatura e/ou consulta de especialista. Após a validação da metodologia específica para cada problema fitossanitário, serão elaborados mapas de distribuição geográfica dos climas futuros e estes serão avaliados e discutidos a fim de se determinar os impactos das mudanças climáticas, tanto espacialmente como temporalmente. Quando possível, em função do andamento das atividades dos demais PCs, este PC será abastecido com informações resultantes dos demais PCs para aperfeiçoamento dos modelos/faixas climáticas para a elaboração dos mapas de distribuição espacial. As culturas a serem trabalhadas foram selecionadas com base em sua importância sócio-econômicas e de exportação para o país (soja, milho, laranja, forrageiras, algodão, mamona, uva, maçã, pêra, pêssego e espécies florestais).

    Financiadores
    • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito, Pedro Takao Yamamoto, Renato Beozzo Bassanezi, José Belasque Jr, Raquel Ghini (Responsável), Emilia Hamada

  • 2007 – 2009Pesquisa

    IMPORTÂNCIA DAS DIFERENTES FONTES DE INÓCULO PARA O INCREMENTO DA MANCHA PRETA DOS CITROS E AVALIAÇÃO DO PROGRESSO DA DOENÇA EM DIFERENTES REGIÕES CITRÍCOLAS DO ESTADO DE SÃO PAULO

    Concluído

    A mancha preta dos citros (MPC), cujo agente causal é o fungo Guignardia citricarpa, foi relatada em 8 estados brasileiros, onde tem causado sérios danos à produção e à qualidade dos frutos cítricos. A doença provoca queda prematura dos frutos, podendo chegar a uma redução de 70 % da produção. A MPC causa lesões na casca dos frutos, os quais quando comercializados in natura sofrem depreciação no mercado interno e restrição na exportação para países ou blocos econômicos que a consideram como doença quarentenária A1. Em países onde a doença está presente, como a África do Sul e Austrália, os esporos da forma sexual (ascósporos) formados nas folhas cítricas em decomposição são considerados os únicos responsáveis pelas epidemias. Em São Paulo, além dos ascósporos, os esporos da forma assexual (conídios) formados em frutos e ramos fixados à planta, parecem ter importância na epidemia da doença. Os diversos tipos de sintomas que esta doença expressa nos frutos cítricos sugere uma relação entre o tipo de inóculo e o tipo de sintoma expresso ou o estádio fenológico do fruto no período da infecção, entretanto esses aspectos não foram ainda elucidados. Estes estudos, aliados ao conhecimento de como a doença se desenvolve em diferentes regiões do Estado de São Paulo, poderão direcionar o manejo a ser efetuado nos diferentes pomares, levando em consideração as fontes de inóculo presentes e a região de produção.
O projeto tem, portanto, como objetivos comparar o progresso temporal da MPC em diferentes regiões do Estado de São Paulo para determinar potenciais regiões de risco; estudar a progresso espacial da MPC, tendo como único inóculo os ascósporos, para determinar o gradiente de dispersão; e avaliar os sintomas expressos por diferentes fontes de inóculo e relacioná-los com a queda prematura dos frutos.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito (Responsável), Lilian Amorim, Modesto Barreto

  • 2006 – 2009Pesquisa

    MANEJO DA LEPROSE DOS CITROS: REDUÇÃO DO INÓCULO, CONTROLE DO VETOR E AVALIAÇÃO DE DANOS. Aux. Pesquisa FAPESP 06/01162-0

    Concluído

    Desta forma, o projeto de pesquisa ora proposto visa esclarecer os papéis da redução do inóculo do CiLV e do controle populacional do ácaro vetor no controle da leprose dos citros e na redução dos danos causados pela doença, abordando aspectos práticos e econômicos das estratégias utilizadas. O que se pretende é responder as seguintes questões: 1) É possível controlar a leprose dos citros apenas com a redução do inóculo de CiLV? 2) Qual deve ser o nível de ação para o controle do ácaro da leprose, com e sem a redução de inóculo, para atingir níveis aceitáveis e econômicos de danos causados pela doença? 3) É possível estabelecer uma relação entre os danos causados pela leprose e a severidade de sintomas ou o nível de infestação do vetor?.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito, Pedro Takao Yamamoto, Renato Beozzo Bassanezi (Responsável), José Belasque Junior

  • 2004 – 2007Pesquisa

    EPIDEMIOLOGIA, QUANTIFICAÇÃO DE DANOS E MANEJO DE DOENÇAS QUIESCENTES E DE PRAGAS DE FRUTEIRAS TROPICAIS E SUBTROPICAIS

    Concluído

    O projeto tem como objetivos desenvolver e avaliar táticas de controle de doenças quiescentes em goiabeira, citros e pessegueiro e de testar e validar o controle biológicode pragas na cultura dos citros. Oprojeto servirá de embrião para a implementação de sistemas de manejo que possam ser usados dentro dos programas de produção integrada de frutas.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito, Lilian Amorim (Responsável), Armando Bergamin Filho, Modesto Barreto, Nelson S Massola Junior, Elliot W Kitajima, Erica A G Scaloppi, Marise C Martins Parisi +8 integrantes

  • 2003 – 2008Pesquisa

    AGRONEGÓCIO NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO: EXPLORANDO OPORTUNIDADES EM CITRICULTURA

    Concluído

    Estudos com agricultura de precisão para o controle de pragas e doenças importantes à citricultura.

    Financiadores
    • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito, Carlos Ivan AguilarVildoso, Renato Beozzo Bassanezi, André Torre Neto (Responsável), Carlos Manoel Predo Vaz, Débora M B Pereira Milori, Ricardo Yassushi Inamasu, João de Mendonça Naime +12 integrantes

  • 2003 – 2009Pesquisa

    ASPECTOS ETIOLÓGICOS, BIOQUÍMICOS E MOLECULARES DE Guignardia citricarpa AGENTE CAUSAL DA MANCHA PRETA DOS CITROS

    Concluído

    Projeto Temático requerido junto a FAPESP que visa abranger todas as áreas de pesquisa com o agente causal da mancha preta dos citros, o fungo Guignardia citricarpa. Para isto pesquisas estão sendo realizadas em biologia molecular, etiologia, controle e manejo da doença, além de avaliar os danos que a doença representa para a citricultura paulista.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito, Eduardo Feichtenberger, Antonio de Goes (Responsável), Renato Beozzo Bassanezi, Lilian Amorim, Armando Bergamin Filho, Hamilton Ramos, Sérgio Pascholati +2 integrantes

  • 2001 – 2003Pesquisa

    EPIDEMIOLOGIA DA MANCHA PRETA DOS CITROS E CARACTERIZAÇÃO GENÉTICA DO PATÓGENO

    Concluído

    Estudou-se a epidemiologia da mancha preta dos citros causada pelo fungo Guignardia citricarpa.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito (Responsável), Carlos Ivan AguilarVildoso, Antonio de Góes, Renato Beozzo Bassanezi, Francisco Ferraz Laranjeira, Lilian Amorim, Armando Bergamin Filho, Modesto Barreto +2 integrantes

  • 2001 – 2003Pesquisa

    EPIDEMIOLOGIA DA MANCHA PRETA DOS CITROS - UMA ABORDAGEM SISTÊMICA

    Concluído

    Estudos do padrão espacial e temporal da mancha preta dos citros

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Marcel Bellato Spósito, Eduardo Feichtenberger, Renato Beozzo Bassanezi, Paulo Roberto Farias, Silvia A Lourenço, Lilian Amorim (Responsável), Armando Bergamin Filho

Orientações

3 de 3 orientações
Por página
  • Mestrado
    desde 2025
    PAOLA CABALLERO · Orientação
    Avaliação de espécies de videiras quanto a resistência a oídio e propagação in vitro de materiais resistentes para estudos de melhoramento genético · Fisiologia e Bioquímica de Plantas · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Pós-doutorado
    desde 2025
    FERNANDA R. CASTRO MORETTI · Orientação
    · Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2020
    AILTON ESTRELA JUNIOR · Orientação
    Epidemiologia da morte descendente em videiras · Fitopatologia · Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento

Bancas julgadoras

228 registros
228 de 228 bancas
Por página
  • 2025
    Andressa Hilha Dias
    Diversidade genética e fenotípica da interação entre videira e a podridão da uva madura · Recursos Genéticos Vegetais · Universidade Federal de Santa CatarinaBanca: Rubens Onofri Nodari, Marcel Bellato Spósito, andré Luiz Kulkamp de Souza, Leocir José Welter
    Doutorado
  • 2025
    Gloria Soriano Vidal
    Estabelecimento e multiplicação in vitro de cultivares de lúpulo (Humulus lupulus L.) · agronomia · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: FILIPE PEREIRA GIARDINI BONFIM, JULIETA ANDREA SILVA DE ALMEIDA, Marcel Bellato Spósito
    Doutorado
  • 2024
    HARLESON SIDNEY ALMEIDA MONTEIRO
    Desempenho agronômico da videira BRS Núbia sobre diferentes porta-enxertos em condições subtropicais · Agronomia - Produção Vegetal · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Marco antonio Tecchio, Marcel Bellato Spósito, Sarita Leonel
    Mestrado
  • 2024
    Júlia Carvalho Gomes de Lima
    Identificação e manejo de Cercospora spp. associadas à pinta rosa da goiaba · Fitopatologia · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Marcel Bellato Spósito, Aloísio Costa Sampaio, Ivan H Fischer
    Mestrado
  • 2024
    EDUARDA KALENA KIRSCH DE RAMOS
    Fitonematoides associados aos citros e manejo cultural de Pratylenchulus jaehni · Fitopatologia · Escola Superior de Agricultura Luiz de QueirozBanca: Marcel Bellato Spósito, Nelson S Massola Junior
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    Suellan Rodrigues Ferreira
    Patossistema Milho-molicutes: tolerância de genótipos, transmissão por sementes e diagnose pela técnica LAMP · Agronomia · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Marcel Bellato Spósito, Nelson S Massola Junior, Daiana Bampi
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    Eduarda Kalena Kirsch de Ramos
    Fitonematoides associados aos citros e manejo cultural de Pratylenchus jaehni · Agronomia · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Marcel Bellato Spósito, Felipe Franco de Oliveira, Nelson Sidnei Massola Junior
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    Jaqueline Bueno de Campos
    Sensibilidade a Fungicidas e Estrutura Populacional de Plasmopara viticola agente causal do míldio da videira · Agronomia · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Lilian Amorim, Marcel Bellato Spósito, Luis Eduardo de Aranha Camargo
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    Leonardo Aparecido Brandão da Silva
    Produção e Germinação in vitro de ascósporos de Phyllosticta citricarpa e reação de genótipos de citros inoculados com ascósporos e conídios · Agronomia · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Thais Regina Boufleur, Marcel Bellato Spósito, Daiana Maria Queiroz Azevedo
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2024
    JOÃO PEDRO BERNUCI DEVERLY
    Influência de barris e chips de carvalho no envelhecimento de brandy · Agronomia · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: André Ricardo Alcarde, Marcel Bellato Spósito, Maria Soledad M Soares Fernadez Acevedo
    Graduação
  • 2024
    LETÍCIA MIJOLARO SARTORI
    Avaliação da eficiência de bioinsumos produzidos on farm na disponibilização de nitrogênio e fósforo em áreas de produção de limão Siciliano sob sistema de cultivo convencional e orgânico · Agronomia · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Francisco de Assis Alves Mourão Filho, Marcel Bellato Spósito, Marcelo Almeida de Oliveira Junior
    Graduação
  • 2024
    Gustavo Medeiros Nyssen
    Custo de produção de amoreira-preta em manejo forçado no estado de São Paulo · Agronomia · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Marcel Bellato Spósito, Paulo Hercílio Viegas Rodrigues, Glória Soriano Vidal
    Graduação
  • 2024
    VICENTE ORTIZ GRAMUGLIA BETTA
    Análise financeira de instalação de vinícola em São Paulo · AGRONOMIA · Escola Superior de Agricultura Luiz de QueirozBanca: Marcel Bellato Spósito, Simone Rodrigues da Silva, Glória Soriano Vidal
    Graduação
  • 2024
    Professor Assistente, na área de conheciment o Fitotecnia
    · Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias Unesp Campus JaboticabalBanca: Dagoberto Martins, Luiz Antonio Biasi, Marcel Bellato Spósito
    Concurso público
  • 2024
    Plantas Medicinais, Condimentares e Aromáticas
    · Faculdade de Ciências Agrárias - UNESP - BotucatuBanca: Sérgio Ruffo Roberto, Marcel Bellato Spósito, Fabrício Rossi, Sarita Leonel
    Livre-docência
  • 2024
    Floricultura e Plantas Ornamentais
    · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Marcel Bellato Spósito, MARCO TECCHIO, Sergio Nascimento Duarte, Eduardo Custódio Gasparino,, Vivian Loges,
    Livre-docência
  • 2023
    MAÍRA TIAKI HIGUCHI
    Conservação pós-colheita da uva de mesa ' Itália' com diferentes folhas geradoras de SO2 e filmes plásticos na caixa de colheita e em câmara refrigerada · Pós-Graduação em Agronomia · Universidade Estadual de LondrinaBanca: Sérgio Ruffo Roberto, Alessandro Jefferson Sato, Fabio Yamashita, Luiz Antonio Biasi
    Doutorado
  • 2023
    Marcela Sant' Anna Cordeiro da Silva
    Ferramentas biotecnológicas para apoio ao melhoramento de Rubus spp. · Agronomia · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Francisco de Assis Alves Mourão Filho, Rodrigo Rocha Latado, Miguel Pedro Guerra, Marcel Bellato Spósito
    Doutorado
  • 2023
    Cintia Oliveira Costa
    A pesquisa agrícola paranaense: o IDR-Paraná · MBA USP ESALQ · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Marcel Bellato Spósito, Alessandra de Cássia Romero
    Curso de aperfeiçoamento/especialização
  • 2023
    Camila Gabriele Silva Melo
    Consumo de fertilizantes NPK no Brasil e dependência externa · MBA USP ESALQ · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Marcel Bellato Spósito, Celso Pereira Neris Junior
    Curso de aperfeiçoamento/especialização
  • 2023
    Alexandre Avila da Rocha
    Causas e soluções para o turnover em indústria de feritlizantes · MBA USP ESALQ · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Marcel Bellato Spósito, Risely Ferraz Almeida
    Curso de aperfeiçoamento/especialização
  • 2023
    Leonardo Prieto de Freitas
    Dissolução das pastilhas de fosfeto de alumínio aplicadas em container após cinco dias · MBA USP ESALQ · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Marcel Bellato Spósito, Giancarlo de Moura Souza
    Curso de aperfeiçoamento/especialização
  • 2023
    Adalberto Osvaldo dos Anjos
    Como escolher a linha de crédito agro mais adequada · MBA USP ESALQ · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Marcel Bellato Spósito, Rodrigo Nogueira de Sousa
    Curso de aperfeiçoamento/especialização
  • 2023
    Agner Couto dos Reis
    Cenário atual da conectividade rural no sul da Bahia e seus impactos na agricultura 4.0 · MBA USP ESALQ · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Marcel Bellato Spósito, Claudio Augusto Ferreira di Marco
    Curso de aperfeiçoamento/especialização
  • 2023
    Priscila Marques Guimarães Floriando
    Economia circular - reciclagem de big bags e uso de resinas PCR · MBA USP ESALQ · Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"Banca: Marcel Bellato Spósito, Alexandre Barreto de Almeida
    Curso de aperfeiçoamento/especialização

Revisor de periódico

08 registros
  1. 2022 – presenteVínculo atual
    Agronomy-Basel
    Revisor de periódico
  2. 2017 – presenteVínculo atual
    Plant Disease
    Revisor de periódico
  3. 2008 – presenteVínculo atual
    Crop Protection
    Revisor de periódico
  4. 2008 – presenteVínculo atual
    Pesquisa Agropecuária Brasileira
    Revisor de periódico
  5. 2008 – presenteVínculo atual
    Tropical Plant Pathology (Impresso)
    Revisor de periódico
  6. 2005 – presenteVínculo atual
    Laranja
    Revisor de periódico
  7. 2005 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Fruticultura
    Revisor de periódico
  8. 2004 – presenteVínculo atual
    Summa Phytopathologica
    Revisor de periódico

Prêmios e títulos

02 registros
2 de 2 prêmios
Por página
  • 2015
    Melhor Poster do Congresso Internacional de Fitopatologia
    LV Sociedad Americada de Fitopatologia (APS -Divisão Caribe)
  • 2013
    Prêmio Summa Phytopathologica 2013
    Associação Paulista de Fitopatologia

Participação em eventos

33 registros
33 de 33 participações
Por página
  • 2018
    Architecture of Vitis labrusca vines in VSP trellis system related with production and accumulation of storage reserves
    XII Congreso Internacional Terroir · Poster / Painel · Participante · Zaragoza
  • 2014
    USE OF ADVISORY SYSTEMS AND PLASTIC COVERING IN THE CONTROL OF DOWNY MILDEW ON VINES OF SÃO PAULO, BRAZIL
    37 World Congress of Vine and Wine · Poster / Painel · Participante · Mendoza
  • 2012
    Efeito de diferentes materiais e diâmetros de ensacamento em doenças pós-colheitas em frutos de goiabas 'Pedro Sato'
    XXII Congresso Brasileiro de Fruticultura · Poster / Painel · Participante · Bento Gonçalves-RS
  • 2012
    Verrugose, Melanose, Rubelose e Pinta Preta dos Citros
    VIII Curso de Doenças dos Citros e seu Manejo · Conferencista · Convidado · Cordeirópolis/SP
    Divulgação científica
  • 2010
    Atualização no controle da mancha preta dos citros
    XXXII Semana da Citricultura · Conferencista · Convidado · Cordeirópolis, SP
  • 2009
    Etiologia e controle da verrugose, melanose e rubelose dos citros
    V Curso de Doenças dos Citros e seu Manejo · Conferencista · Convidado · Cordeirópolis/SP
  • 2008
    Registro de defensivos agrícolas para uso na citricultura
    IV Curso de Doenças dos Citros e seu Manejo · Conferencista · Convidado · Cordeirópolis, SP
  • 2008
    Verrugose, melanose, rubelose e pinta preta dos citros
    IV Curso de Doenças dos Citros e seu Manejo · Conferencista · Convidado · Cordeirópolis, SP
  • 2008
    Grade de agroquímicos PICitrus
    XXX Semana da Citricultura · Conferencista · Convidado · Cordeirópolis, SP
  • 2007
    Enfermedades de alto impacto económico en la citricultura brasileña
    II Simposio Internacional de Fruticultura Tropical y Subtropical · Conferencista · Convidado · Havana
  • 2007
    Diagnose e controle da pinta-preta e mancha-marrom dos citros
    VII Simpósio de Controle de Doenças de Plantas: Manejo Integrado de Doenças de Fruteiras · Conferencista · Convidado · Lavras, MG
  • 2007
    I Workshop Regional sobre Colletotrichum
    Ouvinte · Recife, PE
  • 2006
    Workshop Internacional Huanglongbing-Greening
    Ouvinte · Ribeirão Preto, SP
  • 2005
    XXXVIII Congresso Brasileiro de Fitopatologia
    XXXVIII Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Poster / Painel · Participante · Brasília
  • 2004
    XVII Congresso Paulista de Fitopatologia
    XVII Congresso Paulista de Fitopatologia · Poster / Painel · Participante · Campinas, SP
  • 2004
    XXXVII Congresso Brasileiro de Fitopatologia
    XXXVII Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Poster / Painel · Participante · Gramado, RS
  • 2004
    II Workshop Internacional de Pós-colheita de Citros
    I workshop internacional de pós-colheita de frutas e II workshop internacional de pós-colheita de citros · Poster / Painel · Participante · Cordeirópolis, SP
  • 2004
    I Encontro Técnico Sobre Pinta Preta dos Citros
    I Encontro Técnico Sobre Pinta Preta dos citros · Conferencista · Convidado · Conchal, SP
  • 2004
    Curso de Citricultura
    XX Semana da Agricultura · Conferencista · Convidado · Ilha Solteira, Sp
  • 2003
    XXVI Congresso Paulista de Fitopatologia
    XXVI Congresso Paulista de Fitopatologia · Poster / Painel · Participante · Araras, SP
  • 2002
    II Simpósio de controle de doenças de plantas: Patologia pós-colheita de frutos e hotaliças
    II Simpósio de controle de doenças de plantas: Patologia pós-colheita de frutos e hotaliças · Conferencista · Convidado · Lavras, MG
  • 2001
    XXXIV Congresso Brasileiro de Fitopatologia
    XXXIV Congresso Brasileiro de Fitopatologia · Poster / Painel · Participante · São Pedro, SP
  • 2001
    XXIV Congresso Paulista de Fitopatologia
    XXIV Congresso Paulista de Fitopatologia · Poster / Painel · Participante · Piracicaba, SP
  • 2001
    8th International Workshop of Plant Disease Epidemiology
    8th International Workshop of Plsny Disease Epidemiology · Conferencista · Convidado · Ouro Preto, MG
  • 2000
    XXIII Congresso Paulista de Fitopatologia
    XXIII Congresso Paulista de Fitopatologia · Poster / Painel · Participante · Campinas, SP

Formação complementar

01 registro

Coautorias

19 coautores

Na imprensa

beta

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