Francisco Garcia Soriano.
Livre · Clínica Médica
- Unidade
- Faculdade de Medicina
- Departamento
- Clínica Médica
Currículo atualizado em 18/08/2025
Cita-se como: SORIANO, Francisco Garcia;Soriano, F.G.;Soriano, Francisco G.;Soriano, Francisco G;Soriano, FG;Soriano, F. G.;Soriano, F;Soriano,FG;Soriano, Francisco Garcia;soriano;Soriano FG;Soriano F;PETRONILHO, FABRICIA;MANGINI, SANDRIGO;Alvarwes-da-Silva, Mario Reis;ALVARES-DA-SILVA, MARIO REIS;SORIANO, F.;SORIANO, FRANCISCO;Soriano FG.;RIOS, ESTER CS;Francisco Garcia soriano;Francisco Garcia Soriano;Soriano, FG.;OLIVEIRA FILHO, RONALDO SOUSA;GARCIA SORIANO, FRANCISCO
Resumo biográfico
Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (1984) e doutorado em Fisiologia e Biofísica pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP (1995). Atualmente é professor associado da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Atua na FMUSP, no Hospital das Clínicas da FMUSP e no Hospital Universitário da FMUSP. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Emergências Clínicas. A área central de pesquisa é sepse envolvendo os seguintes sub-temas, divididos em dois grandes setores: 1- Choque séptico, inflamação, lesão tecidual, falência de múltiplos órgãos, alterações metabólicas, produção de radicais livres e ativação da PARP; 2- em outra linha seguem estudos sobre tolerância ao LPS, regulação imunológica, expressão gênica e apoptose/necrose de linfócitos.
Indicadores
Áreas de atuação
01 registro- Ciencias Da SaudeMedicinaClínica Médica › Emergências
Formação acadêmica
05 registros- 1999 – 2001Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Harvard UniversityBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 1989 – 1995DoutoradoConcluídoFisiologia e Biofísica · Instituto de Ciências Biomédicas da Usp“Estudo da ATP ases da menbrana da célula endotelial da veia do cordão umbilical humano em cultura: Caracterísiticas e modulação da atividade enzimática”Orientação: Prof Dr. Irineu Tadeu Velasco
- 1984 – 1987Residencia-medicaConcluídoResidencia-medica · Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloBolsa Fundação do Desenvolvimento Administrativo
- 1979 – 1984GraduaçãoConcluídoMedicina · Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
- Livre-docênciaConcluídoLivre-docência · Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
Idiomas
02 registros| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Inglês | Bem | Bem | Bem | Bem |
| Espanhol | Bem | Bem | Razoável | Bem |
Atuação profissional
08 registros- 2014 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Medical and Biological Research (Impresso)Membro de corpo editorial
- 2009 – presenteVínculo atualCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorRevisor de projeto de fomento
- 2008 – presenteVínculo atualRevista Brasileira de Terapia IntensivaMembro de corpo editorial
- 2004 – presenteVínculo atualConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoRevisor de projeto de fomento
- 2003 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloRevisor de projeto de fomento
- 2001 – presenteVínculo atualHospital Universitário da FmuspOutroServidor público ou celetista20h/sem
- 1997 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor AssociadoServidor Publico40h/sem
- 1987 – presenteVínculo atualHospital das Clínicas da FmuspOutroServidor público ou celetista20h/sem
Produção bibliográfica
400 registros- 2024AUTOPHAGY DECREASES THE SEVERITY OF ACUTE PANCREATITIS IN A RODENT MODEL OF SEVERE DISEASEMarcel C C Machado; Marcia Kiyome Koike; Francisco Garcia Soriano · Gastroenterology · Gastroenterology · Chicago
- 2017Cardiovascular risk and coronary artery calcium score after liver transplantation: study at fouth yearClaudia P M S Oliveira; Francisco Garcia Soriano · Hepayology · Elsevier B.V · NY
- 2012Omega-6 polyunsaturated fatty acids prevent atherosclerosis development in LDLr-KO mice, in spite of displaying a pro-inflammatory profile similar to trans fatty acidsRoberta Marcondes Machado; E R Nakandare; CAZITA, PATRICIA M.; Eder C Quintão; Francisco Garcia Soriano; ana Maria Lottenberg · ATHEROSCLEROSIS · ELSEVIER IRELAND LTD, ELSEVIER HOUSE, BROOKVALE PLAZA, EAST PARK SHANNON, CO, CLARE, 00000, IRELAND · ISBN 00219150 · Bosotn
- 2012Epigenetic profile in lipopolysaccharide-stimulate macrophagesEster Correia Sarmento Rios; Tais M Lima; Francisco Garcia Soriano · European Congress of Immunology · WILEY-BLACKWELL · ISBN 00192805 · Glasgow
- 2012Obesity alters sepsis induced pulmonary inflammationT Martins de Lima; Petroni, Ricardo Costa; Barbeiro, Denise F.; Francisco Garcia Soriano · European Congress of Immunology · WILEY-BLACKWELL · ISBN 00192805 · Glasgow
- 2012CONVENTIONAL AND NOVEL CARDIOVASCULAR RISK FACTORS IN LIVER TRANSPLANT RECIPIENTS (LTR)Alvares-da-Silva, M.R.; Oliveira, Claudia P. M. S.; Barbeiro, Denise F.; Barbeiro, Hermes V.; Francisco Garcia Soriano; Carrilho, F.J. +1 autores · 47th Annual Meeting of the European-Association-for-the-Study-of-the-Liver (EASL) · ELSEVIER SCIENCE BV · ISBN 01688278 · Barcelona
- 2012Menor ganho de gordura visceral em camundongos submetidos a intervenção dietética por meio de jejum intermitenteEdiele Sant'Anna Melo; Francisco Garcia Soriano; Bruno Caramelli · Congresso Brasileiro de Cardiologia do Etado de São Paulo · EB · ISBN 08915849 · São Paulo
- 2012Lesão Mitocondrial na sepseAntonio Carlos Nogueira; Wagner I Hoshino; Kawabata, Victor; Lotufo, Paulo Andrade; Francisco Garcia Soriano · XVII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 0103507 · Fortaleza
- 2012Níveis plasmáticos de ácidos graxos livres e sua correlação com lesão cardíaca e variabilidade da frequência cardíacaAntonio Carlos Nogueira; Paulo Andrade Lotufo; Lins, Marcelo Henrique; Kawabata, Victor; Francisco Garcia Soriano · XVII Congresso Brasileiro de Terapia Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Fortaleza
- 2012Disfunção cardíaca e variabilidade da frequência cardíaca na sepseNogueira, AC; Raimundo Jenner Junior; Dalto, A; Kawabata, V; Wagner I Hoshino; Francisco Garcia Soriano · XVII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Fortaleza
- 2012Perfil Lípidico de pacientes em choque sépticoAntonio Carlos Nogueira; Lotufo, Paulo Andrade; Marcelo Henrique Lins; Lucas Fernandes de Oliveira; Kawabata, Victor; Dalto, A +1 autores · XVII Congresso Brasileiro de Terapia Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Fortaleza
- 2012Análise do encurtamento do telômero na endoteoxemiaNaara Mendes de Oliveira; Rios, Ester Correia Sarmento; Francisco Garcia Soriano · XXVII Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental · FESBE · ISBN 19824335 · Águas de Lindóia
- 2011INCREASED CARDIOVASCULAR RISK AND SYSTEMIC INFLAMMATION IN LIVER TRANSPLANTATION: AN EMERGING DISEASE IN LIVER TRANSPLANT RECIPIENTSMario R Alvares-da-silva; Oliveira, Claudia P. M. S.; Lima, Vicencia M. R.; Barbeiro, Denise Frediani; Barbeiro, Hermes Vieira; Francisco Garcia Soriano +2 autores · 62nd Annual Meeting of the American-Association-for-the-Study-of-Liver-Diseases (AASLD) · WILEY-BLACKWELL, COMMERCE PLACE · San Francisco
- 2011Human Cholesteryl Ester Transfer Protein Expression Enhances the Mouse Survival Rate by Lowering the Systemic Inflammatory Response in an Experimental Model of Polymicrobial SepsisTatiana Venancio; Roberta Marcondes Machado; Eder C Quintão; Francisco Garcia Soriano; CAZITA, PATRICIA M. · American Heart · LIPPINCOTT WILLIAMS & WILKINS · ISBN 00097322 · Washington
- 2011PHAGOCYTIC ACTIVITY AND ROS PRODUCTION OF LPS TOLERANT MACROPHAGESde Lima-Salgado, Thais Martins; Sandra C Sampaio; Velasco, Irineu T.; Francisco Garcia Soriano · 10th World Congress on Inflammation · BIRKHAUSER VERLAG AG, VIADUKSTRASSE · ISBN 10233830 · Paris
- 2011S-NITROSYLATION AND EPIGENETIC REGULATION DURING ENDOTOXIN TOLERANCERios, Ester Correia Sarmento; Francisco Garcia Soriano · 10th World Congress on Inflammatio · BIRKHAUSER VERLAG AG, VIADUKSTRASSE · ISBN 10233830 · Paris
- 2011INCREASED CARDIOVASCULAR RISK IN PATIENTS WITH HEPATITIS C: ASSESSMENT BY FRAMINGHAM SCORE AND SERUM INFLAMMATORY MARKERSSiqueira, E.R.; Lima, Vicencia M. R.; Stefano, J.T.; Barbeiro, Denise Frediani; Francisco Garcia Soriano; Pereira, L.M.M.B. +3 autores · 61st Annual Meeting of the American-Association-for-the-Study-of-Liver-Diseases · WILEY-BLACKWELL, COMMERCE PLACE · ISBN 02709139 · Boston
- 2011Papel das citocinas sobre o Baroceptor na regulação da variabilidade cardíaca em pacientes sépticosClara Batista Lorigados; Barbeiro, Hermes V.; Andrea Cristina Dalto; Lotufo, Paulo Andrade; Francisco Garcia Soriano · XVI Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Porto Alegre
- 2011Efeito das drogas vasoativas na resposta do baroceptor e regualção da variabilidade cardíaca de pacientes em choque sépticoMaria Claúdia Yrigoyen; Crisitano Mostarda; Dalto, A; Barbeiro, Hermes V.; Lotufo, Paulo Andrade; Lucas Fernandes de Oliveira +1 autores · XVI Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Porto Alegre
- 2011òxido Nítrico e baroceptores em pacientes sépticosBorges, RC; Kawabata, Victor; Barbeiro, Hermes V.; Wagner I Hoshino; Lotufo, Paulo Andrade; Francisco Garcia Soriano · XVI Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · RBTI · ISBN 19824335 · Porto Alegre
- 2010Perfil lípidico de pacientes em choque sépticoAntonio Carlos Nogueira; Borges, RC; Andrea Cristina Dalto; Alexandra Colombo; Kawabata, Victor; Francisco Garcia Soriano · XV Congresso Brassileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Brasília
- 2010Disfunção da frequência cardíaca na sepseAntonio Carlos Nogueira; Borges, RC; Dalto, A; Kawabata, Victor; Barbara Martins; Wagner I Hoshino +1 autores · XV Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Brasília
- 2010Insuficiência cardíaca prévia como fator de mortalidade no choque sépticoBorges, RC; Carlos Henrique M Romero; Francisco Garcia Soriano; Alexandra Colombo; Antonio Carlos Nogueira · XV Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Brasília
- 2010Preditores de mortalidade e sobrevida a longo prazo em pacientes que desenvolveram choque sépticoBorges, RC; Antonio Carlos Nogueira; Paulo Andrade Lotufo; Francisco Garcia Soriano · XV Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Brasília
- 2010Lesão Mitocondrial na sepseAntonio Carlos Nogueira; Lotufo, Paulo Andrade; Borges, RC; Francisco Garcia Soriano; Andrea Cristina Dalto; Elia Garcia Caldini +1 autores · XV congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Brasília
Produção técnica
34 registros- 2009Acompanhamento da terapia enteral em pediatriaFernanda Lancellotti; Silvana Cordelini; Francisco Garcia SorianoSimposio
- 2009Organização do banco de dados da equipe multidisciplinar de terapia nutricional HU USO: parenteral adultosAline Yukari Kurihayashi; Lúcia Caruso; Francisco Garcia SorianoSimposio
- 2009Terapia nutricional enteral: aplicação de indicadores de qualidadeLúcia Caruso; Francisco Garcia SorianoCongresso
- 2009Role of mechanical ventilation on the force of respiratory and peripherala muscles in septic patientsRodrigo C Borges; Antonio Carlos Nogueira; Carlos Henrique M Romero; V C Pontes; Francisco Garcia SorianoSimposio
- 2009Previous heart dysfunction is a determinat factor for septic shock evolutionRodrigo C Borges; Antonio Carlos Nogueira; Alexandra Colombo; V C Pontes; Carlos Henrique M Romero; S Caravaggio +1 autoresSimposio
- 2009Acute effect of low dose corticosteroids on muscle function in patients with severe sepsis and septic shockRodrigo C Borges; Antonio Carlos Nogueira; Alexandra Colombo; Carlos Henrique M Romero; V C Pontes; S Caravaggio +2 autoresSimposio
- 2009Myocardial alterations in sepsis - role of hypertonic solution therapyFrancisco Garcia Soriano; Mariana Cardillo Theobaldo; Ester Correia Sarmento Rios; M Anna KrukowskaCongresso
- 2009Uso de indicadores de qualçidade no acompanhamento da terapia nutricional em pediatriaFernanda Lancellotti; Silvana Cordelini; Francisco Garcia SorianoCongresso
- 2009TERAPIA NUTRICIONAL PARENTERAL EM UTI: APLICAÇÃO DOS INDICADORES DE QUALIDADELúcia Caruso; Francisco Garcia SorianoComunicacao
- 2009TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL: APLICAÇÃO DE INDICADORES DE QUALIDADELúcia Caruso; Francisco Garcia SorianoComunicacao
- 2009ACOMPANHAMENTO DA TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL EM PEDIATRIAFernanda Lancellotti; Silvana Cordelini; Francisco Garcia SorianoComunicacao
- 2009ORGANIZAÇÃO DO BANCO DE DADOS DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR DE TERAPIA NUTRICIONAL HU-USP: PARENTERAL ADULTOSAline Yukari Kurihayashi; Lúcia Caruso; Francisco Garcia SorianoSimposio
- 2009USO DE INDICADORES DE QUALIDADE NO ACOMPANHAMENTO DA TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL EM PEDIATRIAFernanda Lancellotti; Silvana Cordelini; Francisco Garcia SorianoCongresso
- 2009Terapia nutricional parenteral em UTI: aplicação dos indicadores de qualidadeLúcia Caruso; Francisco Garcia SorianoCongresso
- 2008PARTICIPAÇÃO DA CÉLULA-B1 NA RESPOSTA INFLAMATÓRIA AO LIPOPOLISSACÁRIDEBarbeiro, Denise Frediani; Barbeiro, Hermes V.; Ariga, Suely K. Kubo; Popi, Ana Flávia; Mario Mariano; Francisco Garcia SorianoComunicacao
- 2007Weil's syndrome with recent episode of Dengue: report of two cases from Sao Paulo, Brazilamaro N Duarte; Carla Valeri; Paolo Bisele; Danilo Noritomi; Wagner I Hoshino; Luiz Gonzaga +2 autoresComunicacao
- 2007alteração da variabilidade da frequência cardíaca e troponinana sepseNogueira, AC; Francisco Garcia SorianoComunicacao
- 2007Disfunção muiocárdica no choque séptico humano: papel da poly(ADP-ribose)Antonio Carlos Nogueira; Francisco Garcia SorianoComunicacao
- 2007O alargamento do intervalo QTc é associado ao aumento de mortalidade na sepseNogueira, AC; Francisco Garcia SorianoComunicacao
- 2007lESÃO MITOCONDRIAL NA SEPSEAntonio Carlos Nogueira; Francisco Garcia SorianoComunicacao
- 2007ANÁLISE DOS LÍPIDEOS SÉRICOS EM PACIENTES COM SEPSEAntonio Carlos Nogueira; Francisco Garcia SorianoComunicacao
- 2006Estudo de tolerância ao LPS e seus efeitos sobre as populações linfocitáriasFrancisco Garcia SorianoConferencia
- 2005Corticosteroids for septic shockFrancisco Garcia SorianoSimposio
- 2005Simpósio sepse da Bancada ao Tratamento ClínicoFrancisco Garcia SorianoSimposio
- 2005Resposta inflamatória na sepse e estratégias de modulaçãoFrancisco Garcia SorianoConferencia
Projetos
15 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2012 – presentePesquisa
Papel das células tronco na sepse
Estudaremos as diferentes linhagens de células tronco sobre a sepse. Retiraremos células tronco mesenquimais de tecido adiposo e células tronco hematopoiéticas e as injetaremos endovenosamente em camundongos. Os animais serão submetidos a sepse por ligadura cecal e punção e analisaremos o perfil inflamatório e a lesão de órgãos.
EquipeFrancisco Garcia Soriano (Responsável), Clara Batista Lorigados, Ester Correia Sarmento Rios, Barbeiro, Denise F., de Lima Salgado, Thais Martins, Barbeiro, Hermes V., Ariga, Suely K. Kubo, Abatepaulo, Fátima
- Em andamento2012 – presentePesquisa
Estudo das alterações epigenéticas produzidas pela sepse e tolerância ao LPS
O estudo visa analisar quais as alterações nas histonas são produzidas pela sepse e pela indução de tolerância. A seguir estudar como essas alterações influem no desenvolvimento da sepse
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFrancisco Garcia Soriano (Responsável), Ester Correia Sarmento Rios, Ariga, Suely K. Kubo, de Lima-Salgado, Thais Martins, Barbeiro, Denise Frediani, BARBEIRO, HV
- Em andamento2010 – presentePesquisa
Papel da S-nitrosilação na regulação epigenética induzida pela sepse e Tolerância ao LPS
O óxido nítrico é uma substância gasosa que age como sinalização intra e extracelular. A capacidade de produzir s-nitrosilação determina parte de seu papel na sinalização. durante a sepse e a tolerância ao LPS temos produção de óxido nítrico em quantidades diferentes e locais celulares diferentes. Estes eventos determinam a produção de s-nitrosilação de proteínas citosólicas e também nuclerares de forma a regularem os mecnismos epigeneticos
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFrancisco Garcia Soriano (Responsável), I T Velasco, Ester Corria Sarmento Rios, Barbeiro, Denise Frediani, Heraldo Possolo de Souza, Lorigados, Clara Batista, Ricardo Costa Petroni
- Em andamento2004 – 2008Desenvolvimento
Desenvolvimento de biosensores para monitorização de glicemia
O projeto visa desenvolver biosensor capaz de medir a glicemia dos pacientes internados em UTI,de forma continua.
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
- Dixtal Tecnologia Indústria e Comércio Ltda · COOPERACAO
EquipeFrancisco Garcia Soriano (Responsável), Lúcio Angnes, Eliphas Simão, Patrick, Willian Lima
- Em andamento2004 – 2008Desenvolvimento
Desenvolvimento de biosensores amperométricos para monitorizção continua
A Unidade de Terapia Intensiva tem por finalidade cuidar de pacientes em estado crítico. Estes pacientes apresentam muitas alterações em diversos dos parâmetros metabólicos. Uma forma que possibilite sua medida de forma rápida e continua,trará benefício para o tratamento destes pacientes.Neste intuito estamos desenvolvendo potenciais sensores para esta finalidade
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
- Dixtal Tecnologia Indústria e Comércio Ltda · COOPERACAO
EquipeFrancisco Garcia Soriano (Responsável), Lúcio Angnes, Eliphas Simão, Marcelo Bariatto, Mario gongora, Patrick, Nilton
- Em andamento2002 – presentePesquisa
Heart rate varibility na sepse
Variabilidade da freqüência cardíaca (VCF) na sepse Recentemente tem se demonstrado uma reduzida capacidade do coração a modificar sua resposta com elevação ou redução da freqüência cardíaca em pacientes sépticos. Esta alteração de VFC tem se correlacionado com maior mortalidade. Os autores propõe que no choque séptico haja um comprometimento da modulação simpática sobre o coração e vasos sangüíneos e altos níveis de catecolaminas, este distúrbio da regulação autonômica central contribui para a falência circulatória da sepse [32, 52-54].
EquipeFrancisco Garcia Soriano (Responsável), Antonio Carlos Nogueira, Marcelo Henrique Lins
- Em andamento2002 – presentePesquisa
Estudo das alterações cardíacas na sepse
Sepse A sepse é causada por micro-organismos tais como: bactérias Gram-negativas, Gram-positivas, fungos e vírus. A sepse severa e o choque séptico estão associados a taxas de mortalidade de 40 a 60% [1]. Sepse e suas seqüelas representam diferentes estágios da mesma doença. Em 1992, a sepse foi definida pela Conferência de SCCM/ACCP como uma resposta sistêmica à infecção, manifestada pela presença de dois ou mais sintomas : a) temperatura >38°C ou <36°C; b) freqüência cardíaca >90 bpm; c) freqüência respiratória acima de 20 rpm ou PaCO2<32 torr e contagem de leucócitos acima 12000/ mm3 ou <4000/mm3, ou >10% de formas segmentares imaturas [2]. Coração e sepse Apesar dos efeitos da sepse sob a função cardíaca ter sido o objeto de muitas investigações, estes efeitos permanecem não esclarecidos. Estudos experimentais tem mostrado que a disfunção cardíaca se relaciona com a dose de LPS e com a bactéria. Contudo, em humanos, a disfunção cardíaca é independente do agente bacteriano [25-29]. A participação do coração nas alterações hemodinâmicas apresenta inúmeras restrições a sua análise pois há alterações vasculares periféricas que influenciam o desempenho cardíaco. Adiciona-se a isto o fato que na fase inicial da sepse o sistema simpático-adrenal está ativado, estimulando o inotropismo e cronotropismo cardíaco e isto pode mascarar a depressão cardíaca presente [30-32]. Variabilidade da freqüência cardíaca (VCF) na sepse Recentemente tem se demonstrado uma reduzida capacidade do coração a modificar sua resposta com elevação ou redução da freqüência cardíaca em pacientes sépticos. Esta alteração de VFC tem se correlacionado com maior mortalidade. Os autores propõe que no choque séptico haja um comprometimento da modulação simpática sobre o coração e vasos sangüíneos e altos níveis de catecolaminas, este distúrbio da regulação autonômica central contribui para a falência circulatória da sepse [32, 52-54].
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFrancisco Garcia Soriano (Responsável), Paulo Andrade Lotufo, Antonio Carlos Nogueira, Luiz Gonzaga, Marcelo Henrique Lins, Sylas Bezerra Cappi
- Concluído2002 – 2012Pesquisa
Alterações do metabolismo lipídico em pacientes sépticos
Sepse A sepse é causada por micro-organismos tais como: bactérias Gram-negativas, Gram-positivas, fungos e vírus. A sepse severa e o choque séptico estão associados a taxas de mortalidade de 40 a 60% [1]. Sepse e suas seqüelas representam diferentes estágios da mesma doença. Em 1992, a sepse foi definida pela Conferência de SCCM/ACCP como uma resposta sistêmica à infecção, manifestada pela presença de dois ou mais sintomas : a) temperatura >38°C ou <36°C; b) freqüência cardíaca >90 bpm; c) freqüência respiratória acima de 20 rpm ou PaCO2<32 torr e contagem de leucócitos acima 12000/ mm3 ou <4000/mm3, ou >10% de formas segmentares imaturas [2]. A síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) é clinicamente irreconhecível da sepse, e pode ocorrer em associação com grande variedade de eventos não-infecciosos, como por exemplo: politraumatismo, cirurgia, pancreatite e queimaduras [3-5] Alterações metabólicas na SIRS e sepse Resistência a insulina e hiperglicemia tem sido associadas a pacientes críticos (SIRS e sepse) desde o final do século 19, com a descrição da situação de estresse por Claude Bernard. Este quadro metabólico é uma resposta fisiológica ao estresse, que representa um fenômeno de caracter adaptativo ao insulto. Esta alteração era considerada benéfica para a sobrevivência 75-81. O conhecimento dos mediadores inflamatórios (citocinas) possibilitou a demonstração de que TNF-a e IL-1b produzem alterações na expressão dos diferentes transportadores de glicose. A mudança no predomínio de GLUT-2 sobre GLUT-4 induz a um estado de resistência insulínica 76, 82-87. A resistência a insulina também interfere com o metabolismo lipídico, com aumento de lipólise e maior oferta de ácidos graxos livres. Têm sido descritas alterações em lipoproteínas de alta densidade (HDL), de baixa densidade (LDL) e colesterol total em pacientes críticos 76. Estes colesteróis tem sido encontrados reduzidos em pacientes com SIRS, e correlacionados com evolução clínica desfa
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFrancisco Garcia Soriano (Responsável), Paulo Andrade Lotufo, Rui Curi, Antonio Carlos Nogueira, Carmem Perez, Edgair Martins, Marcelo Henrique Lins, Sylas Bezerra Cappi +1 integrantes
- Em andamento2002 – 2010Pesquisa
Alterações metabólicas na sepse e seu controle com insulina
Fisiopatologia da sepse A resposta sistêmica à infecção é mediada através de citocinas produzidas por macrófagos, que estimulam receptores de órgãos alvo em resposta à infecção. As citocinas são mediadores primários ou secundários. Os mediadores primários são o fator de necrose tumoral-a (TNF-a), interleucina 1 (IL-1), IL-6, e IL-8 16-20. Estes mediadores estimulam a liberação de mediadores secundários tais como outras citocinas, derivados do ácido araquidônico (PGE2, TXA2), fator ativador de plaqueta (PAF); peptídeos vasoativos tais como bradicinina, angiotensina, peptídeo intestinal vasoativo; aminas tais como histamina e serotonina; e uma variedade de produtos derivados do complemento 1. A SIRS é um processo contínuo caracterizado por uma resposta anormal generalizada do hospedeiro atingindo órgãos remotos ao insulto. A resposta de citocinas é regulada por uma intrincada rede de mediadores, que mantêm a resposta inflamatória inicial sob controle através de redução da produção e contrabalanço dos efeitos de citocinas pró inflamatórias já produzidas. Em alguns pacientes não se restabelece a homeostasia e neste estágio o controle é perdido ocorrendo uma intensa reação inflamatória 12, 21, 22. LPS e inflamação O LPS de várias famílias microbianas gram-negativas é constituído do mesmo princípio arquitetônico; uma porção de polissacarídeo ligado covalentemente com o lipídeo A (LA) (Fig. 1). A cadeia O é característica e única para cada sorotipo bacteriano, tornando-se, então, um importante fator da virulência. O LA representa o princípio endotóxico do LPS. De acordo com o conhecimento presente, é o LA bioativo, de característica anfofílica que em meio aquoso forma micelas, e em condições fisiológicas apresenta-se exclusivamente em estrutura não laminar, mas cúbica ou hexagonal. Entretanto, a atividade endotóxica é mediada pelas moléculas singulares com conformação peculiar 23.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFrancisco Garcia Soriano (Responsável), Rui Curi, Carmem Perez, Marcelo Henrique Lins, Sylas Bezerra Cappi, Vitor Kawabata
- Concluído2001 – 2012Pesquisa
Efeito do uso de solução hipertônica (NaCl 7,5%) no choque e inflamação induzida pelo lipopolissacaride
Sepse A invasão da corrente sangüínea ou tecidos por microorganismos tais como: bactérias Gram-negativas, Gram-positivas, fungos e vírus pode levar ao quadro conhecido de sepse. A sepse severa e o choque séptico estão associados a taxas de mortalidade de 40 a 60% 1. Em 1992, a sepse foi definida pela Conferência da Sociedade de Terapia Intensiva Americana como uma resposta sistêmica à infecção, manifestada pela presença de dois ou mais sintomas: a) temperatura >38°C ou <36°C; b) freqüência cardíaca >90 bpm; c) freqüência respiratória acima de 20 rpm ou PaCO2<32 torr e contagem de leucócitos acima 12000/ mm3 ou <4000/mm3 2. A sepse representa um subgrupo da síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS). A SIRS pode ocorrer também em associação com grande variedade de eventos não infecciosos, como por exemplo: politraumatismo, cirurgia, pancreatite e queimadura 3-5. A relevância da patologia sepse é evidenciada pelos seguintes dados: o aumento da incidência de sepse em pacientes internados em hospitais e UTI nas últimas décadas; alta mortalidade; necessidade de internação destes pacientes em unidade de terapia intensiva (UTI) com altos custos monetários para o tratamento; e a ocorrência de complicações e falências de órgãos 6-8. SOLUÇÃO HIPERTÔNICA (NACL 7,5%) As observações relatadas por Velasco e colaboradores em 1980 dos benefícios de solução hipertônica (SH) no tratamento do choque hemorrágico em cães atraiu grande interesse para este tema 38. A curta duração dos efeitos circulatórios tem sido atribuída ao rápido equilíbrio dos solutos entre os compartimentos intra e extracelular Mecanismos de ação da solução salina hipertônica No choque hemorrágico os principais mecanismos de ação propostos são: a mobilização de fluidos do intracelular para o extracelular decorrente do gradiente osmótico produzido pela SH; aumento da contractilidade cardíaca, redução de edema tecidual e endotelial com conseqüente melhora da microcirculação, melhora da viscos
EquipeFrancisco Garcia Soriano (Responsável), Hermes Vieira Barbeiro, Maria Carolina Guido
- Em andamento2001 – 2003Pesquisa
Uso de solução hipertônica (NaCl7,5%) no tratamento do esmagamento muscular
SOLUÇÃO HIPERTÔNICA (NACL 7,5%) As observações relatadas por Velasco e colaboradores em 1980 dos benefícios de solução hipertônica (SH) no tratamento do choque hemorrágico em cães atraiu grande interesse para este tema 38. A curta duração dos efeitos circulatórios tem sido atribuída ao rápido equilíbrio dos solutos entre os compartimentos intra e extracelular 39, 40. Desde da década 1980, vários estudos tem sido realizados com ressuscitação utilizando pequenos volumes de solução hipertônica, na dose de 4 ml/Kg 39, 41-44. Mecanismos de ação da solução salina hipertônica No choque hemorrágico os principais mecanismos de ação propostos são: a mobilização de fluidos do intracelular para o extracelular decorrente do gradiente osmótico produzido pela SH; aumento da contractilidade cardíaca, redução de edema tecidual e endotelial com conseqüente melhora da microcirculação, melhora da viscosidade sangüínea devido a hemodiluição, e imunomodulação44.
Financiadores- · NAO_INFORMADO
EquipeFrancisco Garcia Soriano (Responsável), Maurício Wanderley Moral Sgarbi, Bomfim alves da Silva Junior
- Em andamento2001 – 2010Pesquisa
Efeito do uso de solução hipertônica (NaCL7,5%) no tratamento da pancreatite experimental
PANCREATITE A pancreatite é uma doença comum apresentando grande variabilidade no quadro clínico em relação à severidade. Clinicamente um quadro de pancreatite é definido como agudo se o paciente torna-se assintomático na evolução, enquanto na pancreatite crônica há persistência da dor ou insuficiência exócrina ou endócrina. Estima-se que ocorram por volta de 100.000 casos de pancreatite por ano nos Estados Unidos. A mortalidade dos pacientes com pancreatite aguda nas formas graves, pode ser bastante elevada e alcançar taxas de 80 a 100%.1 As complicações sistêmicas são as principais causas das altas taxas de mortalidade e morbidade que acompanham a doença. Fisiopatologia da síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) A síndrome da resposta inflamatória sistêmica é mediada através de citocinas produzidas por macrófagos, que estimulam receptores de órgãos alvo em resposta a uma agressão23-25. As citocinas são mediadores primários ou secundários. Os mediadores primários são o fator de necrose tumoral-a (TNF-a), interleucina 1 (IL-1), IL-6, e IL-8 . Estes mediadores estimulam a liberação de mediadores secundários tais como outras citocinas, derivados do ácido araquidônico (PGE2, TXA2), fator ativador de plaqueta (PAF); peptídeo vasoativo tais como bradicinina, angiotensina, peptídeo intestinal vasoativo; aminas tais como histamina e serotonina; e uma variedade de produtos derivados do complemento23-27. SOLUÇÃO HIPERTÔNICA (NACL 7,5%) As observações relatadas por Velasco e colaboradores em 1980 dos benefícios de solução hipertônica (SH) no tratamento do choque hemorrágico em cães atraiu grande interesse para este tema 38. A curta duração dos efeitos circulatórios tem sido atribuída ao rápido equilíbrio dos solutos entre os compartimentos intra e extracelular 39, 40. Desde da década 1980, vários estudos tem sido realizados com ressuscitação utilizando pequenos volumes de solução hipertônica, na dose de 4 ml/Kg 39, 41-44.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFrancisco Garcia Soriano, Irineu Tadeu Velasco (Responsável), Ana Iochabel Saoares Moretti, Ester Corria Sarmento Rios, Rita Narikawa
- Em andamento2001 – 2002Pesquisa
Participação da Enzima Conversora de Angiotensina na inflamação e morte induzida pelo LPS
Sepse A sepse é causada por microorganismos tais como: bactérias Gram-negativas, Gram-positivas, fungos e vírus. A sepse severa e o choque séptico estão associados a taxas de mortalidade de 40 a 60% (31). A sepse representa um subgrupo da síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS). Em 1992, a sepse foi definida pela Conferência da Sociedade de Terapia Intensiva Americana como uma resposta sistêmica à infecção, manifestada pela presença de dois ou mais sintomas: a) temperatura >38°C ou <36°C; b) freqüência cardíaca >90 bpm; c) freqüência respiratória acima de 20 rpm ou PaCO2<32 torr e contagem de leucócitos acima 12000/ mm3 ou <4000/mm3 (1). A síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) pode ocorrer em associação com grande variedade de eventos não infecciosos, como por exemplo: politraumatismo, cirurgia, pancreatite e queimaduras (3, 19, 20) A angiotensina produz hipertrofia da musculatura vascular Também aumenta a produção de radicais livres, levando a ativação da PARP
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · COOPERACAO
EquipeFrancisco Garcia Soriano (Responsável), Maria Carolina Guido, Igor Proscurshim, José Eduardo Krieger
- Concluído2001 – 2012Pesquisa
Tolerância ao LPS em macrófagos e linfócitos
Tolerância ao LPS A resistência ao LPS pode ser determinada geneticamente ou adquirida. Animais de experimentação submetidos a exposição prévia a doses sub-letais de LPS pode induzir um estado de resistência adquirida e tornar estes animais resistentes a doses letais, pirogênicas e metabólicas de LPS. O fenômeno da interrupção da mortalidade associada com LPS, ou então chamado como tolerância a endotoxina, não é específico à ação de LPS e apresenta reação cruzada com outros estímulos, tais como, peptidoglicano, lipoproteína das bactérias, estresse hipertérmico, lipoaribinomannan, ácido lipoteícoico, micobacterium, muramil dipeptideo, 25-hidroxi-colesterol, estresse cirúrgico, isquemia, TNF e IL-10 (7, 34). As fases inicial e tardia de tolerância com características diferentes seguem a injeção inicial do LPS. A fase inicial pode ser detectada dentro das primeiras 24 horas depois de exposição ao LPS e pode durar até 8 dias. A tolerância ao LPS relaciona-se à produção e liberação reduzida de citocinas pelos fagócitos em re-exposição ao LPS. Além disso, foi demonstrado que a exposição prévia ao LPS resulta em alteração de padrão de expressão gênica das citocinas (Fig. 2-A) (29). Parece que a tolerância a endotoxina resulta de alterações em rotas de transdução de sinal induzidas pelo LPS. Inicialmente foi proposto que a tolerância seria uma resposta imune benéfica, entretanto as evidências indiretas sugerem-na como um marcador ou participante de desregulação imune, complicando o manejo de pacientes em sepse severa.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFrancisco Garcia Soriano (Responsável), Hermes Vieira Barbeiro, Denise Frediani Barbeiro
- Em andamento2001 – presentePesquisa
Estudo das alterações gênicas na sepse
Tolerância ao LPS A resistência ao LPS pode ser determinada geneticamente ou adquirida. Animais de experimentação submetidos a exposição prévia a doses sub-letais de LPS pode induzir um estado de resistência adquirida e tornar estes animais resistentes a doses letais, pirogênicas e metabólicas de LPS Expressão gênica e sepse Os avanços recentes em biotecnologia, os resultados de sequenciamento do genoma humano e o desenvolvimento de métodos de análise da expressão gênica em escala genômica oferecem oportunidades para melhorar nosso conhecimento de mecanismos de alta complexidade, tais como fisiopatologia de doenças. Foi proposto que todas as células envolvidas em resposta imune específica atuam de maneira coordenada e dividem elementos regulatórios comuns. Este processo coordenado cria uma área de citocinas caracterizada pela produção de um único padrão de citocinas ou quimocinas e receptores deles correspondentes ("assinatura da expressão gênica")
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeFrancisco Garcia Soriano (Responsável), Tatiana Goulobkova, Ediele Sant'Anna Melo, Denise Frediani Barbeiro
Orientações
- Mestrado
desde 2018Andressa Maria Pereira Sargiani · OrientaçãoVias de ativação na tolerância e no priming de lipopolissacarídeo · Medicina (Ciências Médicas) · Universidade de São Paulo · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2018Ana Carina Saito Silvestre · OrientaçãoEstudo do efeito da tolerância sobre o desacoplamento mitocondrial na sepse · Medicina (Ciências Médicas) · Universidade de São PauloEm andamento - Mestrado
desde 2018Juliana de Jesus do Nascimento · OrientaçãoEstudo do efeito da tolerância na isquemia hepática · Medicina (Ciências Médicas) · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorEm andamento - Doutorado
desde 2017Juliana de Camargo Vieira · OrientaçãoPapel da PARP na regulação e ativaçãode linfócitos Treg · Medicina (Ciências Médicas) · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorEm andamento - Doutorado
desde 2016Rosangela N. Pimentel · OrientaçãoEstudo do efeito do H2S, CO e superóxido nas modificações epigenéticas · Clínica Médica · Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorEm andamento - Doutorado
desde 2016Rafael Almeida Lins · OrientaçãoEfeito da solução hipertônica na proteção pré operatória · Clínica Médica · Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloEm andamento
Bancas julgadoras
105 registros- 2012Mariana Cardillo TheobaldoEfeitos da solução hipertônica na resposta inflamatória na sepse · Ciências Médicas · Universidade de São PauloBanca: Antonio Carlos Nogueira, Flávia Ribeiro Machado, Souza, Heraldo Possolo, Denise Frediane BarbeiroDoutorado
- 2012Márcio José FerreiraO papel crítico da sinalização TLR/MyD88 no efeito inibitório das proteases Natterinas no recrutamento celular · Imunologia · Universidade de São PauloBanca: Mônica Valdyrce dos Anjos Lopes Ferreira, Sandra C Sampaio, Niels Olsen Saraiva Camara, Cristofor ScavoneDoutorado
- 2012Luciana Coelho SanchesPapel da glicemia nos fatores de coagulação · MEDICINA TRANSLACIONAL · Universidade Federal de São PauloBanca: Flávia Ribeiro Machado, Reinaldo SalomãoDoutorado
- 2012Daniel Ferraz de Campos MazoEfeito anti-fibrogênico do doador de óxido nítrico S-nitroso-N-acetilcisteína (SNAC) na esteatohepatite não alcóolica experimental · Ciências em Gastroenterologia · Universidade de São PauloBanca: Oliveira, Claudia P. M. S., Alvares-da-Silva, M.R., Eduardo Cansado, Flair J CarrilhoDoutorado
- 2011João Manoel Silva JuniorCaracterização da resposta inflamatória no paciente com infecção por HIV/AIDS e sepse · Doenças Infecciosas e Parasitárias · Universidade de São PauloBanca: Sigrid de Souza dos Santos, Reinaldo SalomãoMestrado
- 2011César Miguel Momesso dos SantosEfeito do treinamento sobre a ativação de linfócitos em crianças com sobrepeso · Ciências do Movimento Humano · Universidade Cruzeiro do SulBanca: Renata Gorjão, Elaine HatanakaMestrado
- 2011Márcia Cristiane JuradoEfeito dos oxisteróis na sinalização de cavéolas e sua relevância na aterosclerose · Clínica Médica · Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloBanca: Heraldo Possolo de Souza, Marta Helena KKrieger, Beatriz Simonsen Stolf Carboni, Fernando Rodrigues de Moraes AbdulkaderDoutorado
- 2011Amaro Nunes Duarte NetoPatogenia do envolvimento esplênico na leptospirose grave com síndrome de choque séptico · Clínica Médica · Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloBanca: Antonio Carlos Seguro, Maria Irma Seixas Duarte, Márcia Marinho, Antonio Carlos NicodemoDoutorado
- 2011Fábio Teixeira MacriEstudo do efeito neuroprotetor da estimulação transcraniana e hipotermia em modelo de isquemia cerebral induzida · Ciências Médicas · Universidade de São PauloBanca: Irineu Tadeu Velasco, Sergio Paulo Bydlowski, José Fernando Amaral Meletti, Yvens Barbosa FernandesDoutorado
- 2011Hosana Gomes RodriguesModulação do processo de cicatrização pelos ácidos graxos oléico e linoléico · Fisiologia · Universidade de São PauloBanca: Rui Curi, Lydia Masako Ferreira, Maria Fernanda Cury Boaventura, Marinilce Fagundes dos SantosDoutorado
- 2011Mariane Tami AmanoO papel da Heme oxigenase-1 na modulação de células dendríticas levando à proteção da lesão por isquemia e reperfusão · Imunologia · Universidade de São PauloBanca: Marcela Sorelli Carneiro Ramos, Silvia Beatriz Boscardin, Wothan Tavares de Lima, Niels Olsen Saraiva CamaraDoutorado
- 2011Carolina Martinez RomãoDisturbios do crescimento · Ciências Médicas · Universidade de São PauloBanca: Magnus Ake Gidlund, Marco Antonio Borges LopesExame de qualificação de mestrado
- 2011victor Sarli IssaSolução hipertônica na insuficiência cardíaca descompensada · Cardiologia · Universidade de São PauloBanca: Luís Yu, Antonio Carlos Pereira BarretoExame de qualificação de doutorado
- 2011Daniel Ferraz de Campos MazoGastroclinica · Gastroenterologia Clínica · Universidade de São PauloBanca: Claudia P M S Oliveira, Alvares-da-Silva, M.R.Exame de qualificação de doutorado
- 2011Ana Lídia Correa da Silva MoreiraDisturbio do Crescimento · Ciências Médicas · Universidade de São PauloBanca: Ana Iochabel Saoares Moretti, Isabela Judite BensenorExame de qualificação de doutorado
- 2010Inglid Fontoura da silvaCaracterização e identificação rápida de bactérias em culturas puras e mistas por microespectroscopia FT-IR · Engenharia Biomédica · Universidade do Vale do ParaíbaBanca: Maria Angélica Gargione Cardoso, Airton Abraão MartinMestrado
- 2010Kátia Aparecida Pessoa CondeCaracterísticas clínicas e fatores de risco para mortalidade em pacientes sépticosMestrado
- 2010Marialice Ederlyi MendesExpressão gênica dos linfocitos tolrantes de pacientes em sepse · Infectologia · Universidade Federal de São PauloBanca: Reinaldo SalomãoMestrado
- 2010Wilson Kohama ChimabucuroIsquemia mesentérica e reposição do volume intravascular. Estudo comparativo entre duas soluções salinas com diferentes concentrações de cloreto de sódio nos eventos desencadeados pela reperfusão intestinal. Um modelo experimental em ratos · Emergências Clínicas · Universidade de São PauloDoutorado
- 2010Andrea Turbuck CelestinoModulação do fenótipo de resitência a múltiplas drogas por lipoproteínas em células de sarcoma uterino resitente à doxarrubicina · Emergências Clínicas · Universidade de São PauloBanca: Iolanda de Fatima Lopes Calvo Tiberio, Sergio Paulo Bydlowski, Magnus Ake Gidlund, Nestor SchorDoutorado
- 2010Ester Correia Sarmento RiosEfeito da solução hipertônica no estresse oxidativo e nos processos de morte celular e remodelamento tecidual hepático em pancreatite aguda experimental · Medicina (Clínica Médica) · Universidade de São PauloBanca: Theophilos Bacchella, Marcel C C Machado, Iolanda de Fatima Lopes Calvo TiberioDoutorado
- 2010Sylas Bezerra CappiAlterações lipídicas no paciente séptico: análise da participação da resistência insulínica nas alterações metabólicas · Medicina (Clínica Médica) · Universidade de São PauloBanca: Pedro Caruso, Reinaldo Salomão, Noritomi, Danilo T., de Souza, Heraldo PossoloDoutorado
- 2010Hilton Kenji TakahashiMecanismos envolvidos na morte e sobrevivência de linfócitos expostos ao ácido palmítico · Ciências (Fisiologia Humana) · Universidade de São PauloBanca: Curi, R., Luiz Marcelo Inaco Cirino, Marisa Passarelli, Fernando Rodrigues de Moraes AbdulkaderDoutorado
- 2010Marialice Erdelui MendesPerfil genético de linfocitos humanos induzidos a tolerancia · Infectologia · Universidade Federal de São PauloBanca: Reinaldo SalomãoDoutorado
- 2010Ivana Lie Makita AbePrevalência do AVC em área de exclusão social na cidade de São Paulo, Brasil: utilizando questionário validado para sintomasBanca: Isabela Judite Bensenor, Chester Luiz Galvão Cesar, Rosana Fiorini Puccini, Wilson Jacob FilhoDoutorado
Revisor de periódico
12 registros- 2012 – presenteVínculo atualPlos OneRevisor de periódico
- 2012 – presenteVínculo atualJOURNAL OF IMMUNOLOGYRevisor de periódico
- 2011 – presenteVínculo atualIntensive Care Medicine (Print)Revisor de periódico
- 2010 – presenteVínculo atualRevista do Hospital das Clínicas (USP. Impresso) (Cessou em 2004. Cont. ISSRevisor de periódico
- 2009 – presenteVínculo atualInflammation Research (Printed ed.)Revisor de periódico
- 2008 – presenteVínculo atualAmerican Jorunal of Respiratory and Critical Care MedicineRevisor de periódico
- 2006 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Medical and Biological ResearchRevisor de periódico
- 2004 – presenteVínculo atualInflammationRevisor de periódico
- 2003 – presenteVínculo atualShock (Augusta)Revisor de periódico
- 2002 – presenteVínculo atualCritical Care MedicineRevisor de periódico
- 2002 – presenteVínculo atualSão Paulo Medical JournalRevisor de periódico
- 2002 – presenteVínculo atualRevista Brasileira de Terapia IntensivaRevisor de periódico
Prêmios e títulos
05 registros- 2005Menção HonrosaHospital das clínicas da FMUSP
- 2005Honra ao MéritoFederação de Sociedades de Biologia Experimental
- 2005Prêmio Melhor Poster na Área GeralSociedade Paulista de Terapia Intensiva
- 1999Prêmio do Conselho Regional de Medicina de São PauloCRM
- 1998Prêmio AVLSociedade Brasileira de Análises Clínicas
Participação em eventos
72 registros- 2012Gene- nutrient interaction in the control of leukocyte function6th Congress of the International Society of Nutrigenetics?Nutrigenomic · Moderador · Convidado · São Paulo
- 2012Estado da arte - Novas alterantivas terapêuticasIX Fórum Internacional de Sepse · Moderador · Convidado · São Paulo
- 2011Células B1 e resposta inflamatória na sepseVIII Fórum Internacional de Sepse · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2011Imunodepressão do paciente sépticoI Simpósio Bandeirantes e Universidade de Washington, II Simpósio Internacional de Terapia Intensiva e Cardiologia · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2011Gene expression reprogramming protects macrophage from septic-induced cell death6th International Symposium on Intensive Care and Emergency Medicine for Latin America · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2010SSC em 2010: os bundles devem mudarXV congresso brasileiro de medicina intensiva · Conferencista · Convidado · Brasilia
- 2010XV congresso brasileiro de medicina intenisivaOuvinte · Brsília
- 2010O papel dos biomarcadores no diagnóstico do paciente críticoXV Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · Conferencista · Convidado · Brsília
- 2010Sessão temática DMOS induzida pela sepseXV Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · Moderador · Convidado · Brasilia
- 2010IV Simpósio Internacional de monitorização em UTIOuvinte · São Paulo
- 2010I International Symposium on MicrocirculationOuvinte · São Paulo
- 2010III Simpósio Internacional de Medicina IntensivaOuvinte · São Paulo
- 2010Novas perspectivas no estudo do sistema imuneIII Simpósio intenacional em atividade física, esporte e saúde · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2010Reposição VolêmicaII Simpósio Internacional e X simósio de terapia intensiva e cardiológica · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2010Monitorização HemodinâmicaII Simpósio Internacional e X Simpósio de Terapia Intensiva e Cardiologia · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2010Curso de Phagocytoiss : methods and updatesOuvinte · São Paulo
- 2009Terapia Nutricional Enteral: Aplicação de Indicadores de QualidadeIII congresso Brasileiro de Nutrição Integrada · Poster / Painel · Participante · São Paulo
- 2009Sessão temática medicina experimental: modelos em doença crítica, abordando o tema: Disfunção EndotelialXIV Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2009Sepse: área BásicaXIV Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · Moderador · Convidado · São Paulo
- 2009O papel fisiopatológico do peroxinitrito no choque e na inflamaçãoVI Fórum Internacional de Sepse · Moderador · Convidado · São Paulo
- 2009O papel fisiológico do peroxinitrito np choque e na inflamaçãoVI Fórum Internacional de Sepse · Moderador · Convidado · São Paulo
- 2009Epigenetic Regulation of macrophage response to LPSThe 23rd Symposium of the Protein society · Poster / Painel · Participante · Boston
- 2009Acompanhamento da Terapia Nutricional enteral! Simpósio Aprender com cultura e Extensão · Apresentação Oral · Participante · Ribeirão Preto - SP
- 2009Mesa redonda : ChoqueIII Simpósio de medicina de urgência da UNIFESP · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2009Sepse: da bancada a beira do leito - alterações cardíacasXV Jornada Internacional de terapia intensiva: adulto, pediatria, fisioterapia, enfermagem · Conferencista · Convidado · Porto Alegre
Formação complementar
01 registroCoautorias
59 coautores- 48 obras
- 41 obras
- 37 obras
- 23 obras
- 23 obras
- 11 obras
- 10 obras
- 6 obras
- 5 obras
- 5 obras
Na imprensa
betaVersão beta: esta seção é experimental e pode ser alterada ou removida a qualquer momento, e os dados podem estar incompletos ou incorretos.
