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Perfil do docente · FMUSP

Francisco Garcia Soriano.

Livre · Clínica Médica

Departamento
Clínica Médica

Currículo atualizado em 18/08/2025

Emergências

Cita-se como: SORIANO, Francisco Garcia;Soriano, F.G.;Soriano, Francisco G.;Soriano, Francisco G;Soriano, FG;Soriano, F. G.;Soriano, F;Soriano,FG;Soriano, Francisco Garcia;soriano;Soriano FG;Soriano F;PETRONILHO, FABRICIA;MANGINI, SANDRIGO;Alvarwes-da-Silva, Mario Reis;ALVARES-DA-SILVA, MARIO REIS;SORIANO, F.;SORIANO, FRANCISCO;Soriano FG.;RIOS, ESTER CS;Francisco Garcia soriano;Francisco Garcia Soriano;Soriano, FG.;OLIVEIRA FILHO, RONALDO SOUSA;GARCIA SORIANO, FRANCISCO

16 seções

Resumo biográfico

Graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (1984) e doutorado em Fisiologia e Biofísica pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP (1995). Atualmente é professor associado da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Atua na FMUSP, no Hospital das Clínicas da FMUSP e no Hospital Universitário da FMUSP. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Emergências Clínicas. A área central de pesquisa é sepse envolvendo os seguintes sub-temas, divididos em dois grandes setores: 1- Choque séptico, inflamação, lesão tecidual, falência de múltiplos órgãos, alterações metabólicas, produção de radicais livres e ativação da PARP; 2- em outra linha seguem estudos sobre tolerância ao LPS, regulação imunológica, expressão gênica e apoptose/necrose de linfócitos.

Indicadores

Áreas de atuação

01 registro
  • Ciencias Da Saude
    Medicina
    Clínica Médica › Emergências

Formação acadêmica

05 registros
  1. 1999 – 2001Pós-DoutoradoConcluído
    Pós-Doutorado · Harvard University
    Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
  2. 1989 – 1995DoutoradoConcluído
    Fisiologia e Biofísica · Instituto de Ciências Biomédicas da Usp
    “Estudo da ATP ases da menbrana da célula endotelial da veia do cordão umbilical humano em cultura: Caracterísiticas e modulação da atividade enzimática”
    Orientação: Prof Dr. Irineu Tadeu Velasco
  3. 1984 – 1987Residencia-medicaConcluído
    Residencia-medica · Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
    Bolsa Fundação do Desenvolvimento Administrativo
  4. 1979 – 1984GraduaçãoConcluído
    Medicina · Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
  5. Livre-docênciaConcluído
    Livre-docência · Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

Idiomas

02 registros
IdiomaLeituraFalaEscritaCompreensão
InglêsBemBemBemBem
EspanholBemBemRazoávelBem

Atuação profissional

08 registros
  1. 2014 – presenteVínculo atual
    Brazilian Journal of Medical and Biological Research (Impresso)
    Membro de corpo editorial
  2. 2009 – presenteVínculo atual
    Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Revisor de projeto de fomento
  3. 2008 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Terapia Intensiva
    Membro de corpo editorial
  4. 2004 – presenteVínculo atual
    Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    Revisor de projeto de fomento
  5. 2003 – presenteVínculo atual
    Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Revisor de projeto de fomento
  6. 2001 – presenteVínculo atual
    Hospital Universitário da Fmusp
    OutroServidor público ou celetista20h/sem
  7. 1997 – presenteVínculo atualDedicação exclusiva
    Universidade de São Paulo
    Professor AssociadoServidor Publico40h/sem
  8. 1987 – presenteVínculo atual
    Hospital das Clínicas da Fmusp
    OutroServidor público ou celetista20h/sem

Produção bibliográfica

400 registros
184 de 184 itens
Por página
  • 2024
    AUTOPHAGY DECREASES THE SEVERITY OF ACUTE PANCREATITIS IN A RODENT MODEL OF SEVERE DISEASE
    Marcel C C Machado; Marcia Kiyome Koike; Francisco Garcia Soriano · Gastroenterology · Gastroenterology · Chicago
  • 2017
    Cardiovascular risk and coronary artery calcium score after liver transplantation: study at fouth year
    Claudia P M S Oliveira; Francisco Garcia Soriano · Hepayology · Elsevier B.V · NY
  • 2012
    Omega-6 polyunsaturated fatty acids prevent atherosclerosis development in LDLr-KO mice, in spite of displaying a pro-inflammatory profile similar to trans fatty acids
    Roberta Marcondes Machado; E R Nakandare; CAZITA, PATRICIA M.; Eder C Quintão; Francisco Garcia Soriano; ana Maria Lottenberg · ATHEROSCLEROSIS · ELSEVIER IRELAND LTD, ELSEVIER HOUSE, BROOKVALE PLAZA, EAST PARK SHANNON, CO, CLARE, 00000, IRELAND · ISBN 00219150 · Bosotn
  • 2012
    Epigenetic profile in lipopolysaccharide-stimulate macrophages
    Ester Correia Sarmento Rios; Tais M Lima; Francisco Garcia Soriano · European Congress of Immunology · WILEY-BLACKWELL · ISBN 00192805 · Glasgow
  • 2012
    Obesity alters sepsis induced pulmonary inflammation
    T Martins de Lima; Petroni, Ricardo Costa; Barbeiro, Denise F.; Francisco Garcia Soriano · European Congress of Immunology · WILEY-BLACKWELL · ISBN 00192805 · Glasgow
  • 2012
    CONVENTIONAL AND NOVEL CARDIOVASCULAR RISK FACTORS IN LIVER TRANSPLANT RECIPIENTS (LTR)
    Alvares-da-Silva, M.R.; Oliveira, Claudia P. M. S.; Barbeiro, Denise F.; Barbeiro, Hermes V.; Francisco Garcia Soriano; Carrilho, F.J. +1 autores · 47th Annual Meeting of the European-Association-for-the-Study-of-the-Liver (EASL) · ELSEVIER SCIENCE BV · ISBN 01688278 · Barcelona
  • 2012
    Menor ganho de gordura visceral em camundongos submetidos a intervenção dietética por meio de jejum intermitente
    Ediele Sant'Anna Melo; Francisco Garcia Soriano; Bruno Caramelli · Congresso Brasileiro de Cardiologia do Etado de São Paulo · EB · ISBN 08915849 · São Paulo
  • 2012
    Lesão Mitocondrial na sepse
    Antonio Carlos Nogueira; Wagner I Hoshino; Kawabata, Victor; Lotufo, Paulo Andrade; Francisco Garcia Soriano · XVII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 0103507 · Fortaleza
  • 2012
    Níveis plasmáticos de ácidos graxos livres e sua correlação com lesão cardíaca e variabilidade da frequência cardíaca
    Antonio Carlos Nogueira; Paulo Andrade Lotufo; Lins, Marcelo Henrique; Kawabata, Victor; Francisco Garcia Soriano · XVII Congresso Brasileiro de Terapia Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Fortaleza
  • 2012
    Disfunção cardíaca e variabilidade da frequência cardíaca na sepse
    Nogueira, AC; Raimundo Jenner Junior; Dalto, A; Kawabata, V; Wagner I Hoshino; Francisco Garcia Soriano · XVII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Fortaleza
  • 2012
    Perfil Lípidico de pacientes em choque séptico
    Antonio Carlos Nogueira; Lotufo, Paulo Andrade; Marcelo Henrique Lins; Lucas Fernandes de Oliveira; Kawabata, Victor; Dalto, A +1 autores · XVII Congresso Brasileiro de Terapia Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Fortaleza
  • 2012
    Análise do encurtamento do telômero na endoteoxemia
    Naara Mendes de Oliveira; Rios, Ester Correia Sarmento; Francisco Garcia Soriano · XXVII Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental · FESBE · ISBN 19824335 · Águas de Lindóia
  • 2011
    INCREASED CARDIOVASCULAR RISK AND SYSTEMIC INFLAMMATION IN LIVER TRANSPLANTATION: AN EMERGING DISEASE IN LIVER TRANSPLANT RECIPIENTS
    Mario R Alvares-da-silva; Oliveira, Claudia P. M. S.; Lima, Vicencia M. R.; Barbeiro, Denise Frediani; Barbeiro, Hermes Vieira; Francisco Garcia Soriano +2 autores · 62nd Annual Meeting of the American-Association-for-the-Study-of-Liver-Diseases (AASLD) · WILEY-BLACKWELL, COMMERCE PLACE · San Francisco
  • 2011
    Human Cholesteryl Ester Transfer Protein Expression Enhances the Mouse Survival Rate by Lowering the Systemic Inflammatory Response in an Experimental Model of Polymicrobial Sepsis
    Tatiana Venancio; Roberta Marcondes Machado; Eder C Quintão; Francisco Garcia Soriano; CAZITA, PATRICIA M. · American Heart · LIPPINCOTT WILLIAMS & WILKINS · ISBN 00097322 · Washington
  • 2011
    PHAGOCYTIC ACTIVITY AND ROS PRODUCTION OF LPS TOLERANT MACROPHAGES
    de Lima-Salgado, Thais Martins; Sandra C Sampaio; Velasco, Irineu T.; Francisco Garcia Soriano · 10th World Congress on Inflammation · BIRKHAUSER VERLAG AG, VIADUKSTRASSE · ISBN 10233830 · Paris
  • 2011
    S-NITROSYLATION AND EPIGENETIC REGULATION DURING ENDOTOXIN TOLERANCE
    Rios, Ester Correia Sarmento; Francisco Garcia Soriano · 10th World Congress on Inflammatio · BIRKHAUSER VERLAG AG, VIADUKSTRASSE · ISBN 10233830 · Paris
  • 2011
    INCREASED CARDIOVASCULAR RISK IN PATIENTS WITH HEPATITIS C: ASSESSMENT BY FRAMINGHAM SCORE AND SERUM INFLAMMATORY MARKERS
    Siqueira, E.R.; Lima, Vicencia M. R.; Stefano, J.T.; Barbeiro, Denise Frediani; Francisco Garcia Soriano; Pereira, L.M.M.B. +3 autores · 61st Annual Meeting of the American-Association-for-the-Study-of-Liver-Diseases · WILEY-BLACKWELL, COMMERCE PLACE · ISBN 02709139 · Boston
  • 2011
    Papel das citocinas sobre o Baroceptor na regulação da variabilidade cardíaca em pacientes sépticos
    Clara Batista Lorigados; Barbeiro, Hermes V.; Andrea Cristina Dalto; Lotufo, Paulo Andrade; Francisco Garcia Soriano · XVI Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Porto Alegre
  • 2011
    Efeito das drogas vasoativas na resposta do baroceptor e regualção da variabilidade cardíaca de pacientes em choque séptico
    Maria Claúdia Yrigoyen; Crisitano Mostarda; Dalto, A; Barbeiro, Hermes V.; Lotufo, Paulo Andrade; Lucas Fernandes de Oliveira +1 autores · XVI Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Porto Alegre
  • 2011
    òxido Nítrico e baroceptores em pacientes sépticos
    Borges, RC; Kawabata, Victor; Barbeiro, Hermes V.; Wagner I Hoshino; Lotufo, Paulo Andrade; Francisco Garcia Soriano · XVI Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · RBTI · ISBN 19824335 · Porto Alegre
  • 2010
    Perfil lípidico de pacientes em choque séptico
    Antonio Carlos Nogueira; Borges, RC; Andrea Cristina Dalto; Alexandra Colombo; Kawabata, Victor; Francisco Garcia Soriano · XV Congresso Brassileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Brasília
  • 2010
    Disfunção da frequência cardíaca na sepse
    Antonio Carlos Nogueira; Borges, RC; Dalto, A; Kawabata, Victor; Barbara Martins; Wagner I Hoshino +1 autores · XV Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Brasília
  • 2010
    Insuficiência cardíaca prévia como fator de mortalidade no choque séptico
    Borges, RC; Carlos Henrique M Romero; Francisco Garcia Soriano; Alexandra Colombo; Antonio Carlos Nogueira · XV Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Brasília
  • 2010
    Preditores de mortalidade e sobrevida a longo prazo em pacientes que desenvolveram choque séptico
    Borges, RC; Antonio Carlos Nogueira; Paulo Andrade Lotufo; Francisco Garcia Soriano · XV Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Brasília
  • 2010
    Lesão Mitocondrial na sepse
    Antonio Carlos Nogueira; Lotufo, Paulo Andrade; Borges, RC; Francisco Garcia Soriano; Andrea Cristina Dalto; Elia Garcia Caldini +1 autores · XV congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · AMIB · ISBN 19824335 · Brasília

Produção técnica

34 registros
32 de 32 itens
Por página
  • 2009
    Acompanhamento da terapia enteral em pediatria
    Fernanda Lancellotti; Silvana Cordelini; Francisco Garcia Soriano
    Simposio
  • 2009
    Organização do banco de dados da equipe multidisciplinar de terapia nutricional HU USO: parenteral adultos
    Aline Yukari Kurihayashi; Lúcia Caruso; Francisco Garcia Soriano
    Simposio
  • 2009
    Terapia nutricional enteral: aplicação de indicadores de qualidade
    Lúcia Caruso; Francisco Garcia Soriano
    Congresso
  • 2009
    Role of mechanical ventilation on the force of respiratory and peripherala muscles in septic patients
    Rodrigo C Borges; Antonio Carlos Nogueira; Carlos Henrique M Romero; V C Pontes; Francisco Garcia Soriano
    Simposio
  • 2009
    Previous heart dysfunction is a determinat factor for septic shock evolution
    Rodrigo C Borges; Antonio Carlos Nogueira; Alexandra Colombo; V C Pontes; Carlos Henrique M Romero; S Caravaggio +1 autores
    Simposio
  • 2009
    Acute effect of low dose corticosteroids on muscle function in patients with severe sepsis and septic shock
    Rodrigo C Borges; Antonio Carlos Nogueira; Alexandra Colombo; Carlos Henrique M Romero; V C Pontes; S Caravaggio +2 autores
    Simposio
  • 2009
    Myocardial alterations in sepsis - role of hypertonic solution therapy
    Francisco Garcia Soriano; Mariana Cardillo Theobaldo; Ester Correia Sarmento Rios; M Anna Krukowska
    Congresso
  • 2009
    Uso de indicadores de qualçidade no acompanhamento da terapia nutricional em pediatria
    Fernanda Lancellotti; Silvana Cordelini; Francisco Garcia Soriano
    Congresso
  • 2009
    TERAPIA NUTRICIONAL PARENTERAL EM UTI: APLICAÇÃO DOS INDICADORES DE QUALIDADE
    Lúcia Caruso; Francisco Garcia Soriano
    Comunicacao
  • 2009
    TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL: APLICAÇÃO DE INDICADORES DE QUALIDADE
    Lúcia Caruso; Francisco Garcia Soriano
    Comunicacao
  • 2009
    ACOMPANHAMENTO DA TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL EM PEDIATRIA
    Fernanda Lancellotti; Silvana Cordelini; Francisco Garcia Soriano
    Comunicacao
  • 2009
    ORGANIZAÇÃO DO BANCO DE DADOS DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR DE TERAPIA NUTRICIONAL HU-USP: PARENTERAL ADULTOS
    Aline Yukari Kurihayashi; Lúcia Caruso; Francisco Garcia Soriano
    Simposio
  • 2009
    USO DE INDICADORES DE QUALIDADE NO ACOMPANHAMENTO DA TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL EM PEDIATRIA
    Fernanda Lancellotti; Silvana Cordelini; Francisco Garcia Soriano
    Congresso
  • 2009
    Terapia nutricional parenteral em UTI: aplicação dos indicadores de qualidade
    Lúcia Caruso; Francisco Garcia Soriano
    Congresso
  • 2008
    PARTICIPAÇÃO DA CÉLULA-B1 NA RESPOSTA INFLAMATÓRIA AO LIPOPOLISSACÁRIDE
    Barbeiro, Denise Frediani; Barbeiro, Hermes V.; Ariga, Suely K. Kubo; Popi, Ana Flávia; Mario Mariano; Francisco Garcia Soriano
    Comunicacao
  • 2007
    Weil's syndrome with recent episode of Dengue: report of two cases from Sao Paulo, Brazil
    amaro N Duarte; Carla Valeri; Paolo Bisele; Danilo Noritomi; Wagner I Hoshino; Luiz Gonzaga +2 autores
    Comunicacao
  • 2007
    alteração da variabilidade da frequência cardíaca e troponinana sepse
    Nogueira, AC; Francisco Garcia Soriano
    Comunicacao
  • 2007
    Disfunção muiocárdica no choque séptico humano: papel da poly(ADP-ribose)
    Antonio Carlos Nogueira; Francisco Garcia Soriano
    Comunicacao
  • 2007
    O alargamento do intervalo QTc é associado ao aumento de mortalidade na sepse
    Nogueira, AC; Francisco Garcia Soriano
    Comunicacao
  • 2007
    lESÃO MITOCONDRIAL NA SEPSE
    Antonio Carlos Nogueira; Francisco Garcia Soriano
    Comunicacao
  • 2007
    ANÁLISE DOS LÍPIDEOS SÉRICOS EM PACIENTES COM SEPSE
    Antonio Carlos Nogueira; Francisco Garcia Soriano
    Comunicacao
  • 2006
    Estudo de tolerância ao LPS e seus efeitos sobre as populações linfocitárias
    Francisco Garcia Soriano
    Conferencia
  • 2005
    Corticosteroids for septic shock
    Francisco Garcia Soriano
    Simposio
  • 2005
    Simpósio sepse da Bancada ao Tratamento Clínico
    Francisco Garcia Soriano
    Simposio
  • 2005
    Resposta inflamatória na sepse e estratégias de modulação
    Francisco Garcia Soriano
    Conferencia

Projetos

15 registros

Projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.

15 de 15 projetos
Por página
  • 2012 – presentePesquisa

    Papel das células tronco na sepse

    Em andamento

    Estudaremos as diferentes linhagens de células tronco sobre a sepse.
Retiraremos células tronco mesenquimais de tecido adiposo e células tronco hematopoiéticas e as injetaremos endovenosamente em camundongos.
Os animais serão submetidos a sepse por ligadura cecal e punção e analisaremos o perfil inflamatório e a lesão de órgãos.

    Equipe

    Francisco Garcia Soriano (Responsável), Clara Batista Lorigados, Ester Correia Sarmento Rios, Barbeiro, Denise F., de Lima Salgado, Thais Martins, Barbeiro, Hermes V., Ariga, Suely K. Kubo, Abatepaulo, Fátima

  • 2012 – presentePesquisa

    Estudo das alterações epigenéticas produzidas pela sepse e tolerância ao LPS

    Em andamento

    O estudo visa analisar quais as alterações nas histonas são produzidas pela sepse e pela indução de tolerância. A seguir estudar como essas alterações influem no desenvolvimento da sepse

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Francisco Garcia Soriano (Responsável), Ester Correia Sarmento Rios, Ariga, Suely K. Kubo, de Lima-Salgado, Thais Martins, Barbeiro, Denise Frediani, BARBEIRO, HV

  • 2010 – presentePesquisa

    Papel da S-nitrosilação na regulação epigenética induzida pela sepse e Tolerância ao LPS

    Em andamento

    O óxido nítrico é uma substância gasosa que age como sinalização intra e extracelular. A capacidade de produzir s-nitrosilação determina parte de seu papel na sinalização.
durante a sepse e a tolerância ao LPS temos produção de óxido nítrico em quantidades diferentes e locais celulares diferentes.
Estes eventos determinam a produção de s-nitrosilação de proteínas citosólicas e também nuclerares de forma a regularem os mecnismos epigeneticos

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Francisco Garcia Soriano (Responsável), I T Velasco, Ester Corria Sarmento Rios, Barbeiro, Denise Frediani, Heraldo Possolo de Souza, Lorigados, Clara Batista, Ricardo Costa Petroni

  • 2004 – 2008Desenvolvimento

    Desenvolvimento de biosensores para monitorização de glicemia

    Em andamento

    O projeto visa desenvolver biosensor capaz de medir a glicemia dos pacientes internados em UTI,de forma continua.

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Dixtal Tecnologia Indústria e Comércio Ltda · COOPERACAO
    Equipe

    Francisco Garcia Soriano (Responsável), Lúcio Angnes, Eliphas Simão, Patrick, Willian Lima

  • 2004 – 2008Desenvolvimento

    Desenvolvimento de biosensores amperométricos para monitorizção continua

    Em andamento

    A Unidade de Terapia Intensiva tem por finalidade cuidar de pacientes em estado crítico. Estes pacientes apresentam muitas alterações em diversos dos parâmetros metabólicos. Uma forma que possibilite sua medida de forma rápida e continua,trará benefício para o tratamento destes pacientes.Neste intuito estamos desenvolvendo potenciais sensores para esta finalidade

    Financiadores
    • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
    • Dixtal Tecnologia Indústria e Comércio Ltda · COOPERACAO
    Equipe

    Francisco Garcia Soriano (Responsável), Lúcio Angnes, Eliphas Simão, Marcelo Bariatto, Mario gongora, Patrick, Nilton

  • 2002 – presentePesquisa

    Heart rate varibility na sepse

    Em andamento

    Variabilidade da freqüência cardíaca (VCF) na sepse
Recentemente tem se demonstrado uma reduzida capacidade do coração a modificar sua resposta com elevação ou redução da freqüência cardíaca em pacientes sépticos. Esta alteração de VFC tem se correlacionado com maior mortalidade. Os autores propõe que no choque séptico haja um comprometimento da modulação simpática sobre o coração e vasos sangüíneos e altos níveis de catecolaminas, este distúrbio da regulação autonômica central contribui para a falência circulatória da sepse [32, 52-54].

    Equipe

    Francisco Garcia Soriano (Responsável), Antonio Carlos Nogueira, Marcelo Henrique Lins

  • 2002 – presentePesquisa

    Estudo das alterações cardíacas na sepse

    Em andamento

    Sepse&#10;A sepse é causada por micro-organismos tais como: bactérias Gram-negativas, Gram-positivas, fungos e vírus. A sepse severa e o choque séptico estão associados a taxas de mortalidade de 40 a 60% [1]. Sepse e suas seqüelas representam diferentes estágios da mesma doença. Em 1992, a sepse foi definida pela Conferência de SCCM/ACCP como uma resposta sistêmica à infecção, manifestada pela presença de dois ou mais sintomas : a) temperatura >38°C ou <36°C; b) freqüência cardíaca >90 bpm; c) freqüência respiratória acima de 20 rpm ou PaCO2<32 torr e contagem de leucócitos acima 12000/ mm3 ou <4000/mm3, ou >10% de formas segmentares imaturas [2]. &#10;Coração e sepse&#10;Apesar dos efeitos da sepse sob a função cardíaca ter sido o objeto de muitas investigações, estes efeitos permanecem não esclarecidos. Estudos experimentais tem mostrado que a disfunção cardíaca se relaciona com a dose de LPS e com a bactéria. Contudo, em humanos, a disfunção cardíaca é independente do agente bacteriano [25-29].&#10;A participação do coração nas alterações hemodinâmicas apresenta inúmeras restrições a sua análise pois há alterações vasculares periféricas que influenciam o desempenho cardíaco. Adiciona-se a isto o fato que na fase inicial da sepse o sistema simpático-adrenal está ativado, estimulando o inotropismo e cronotropismo cardíaco e isto pode mascarar a depressão cardíaca presente [30-32].&#10;Variabilidade da freqüência cardíaca (VCF) na sepse&#10;Recentemente tem se demonstrado uma reduzida capacidade do coração a modificar sua resposta com elevação ou redução da freqüência cardíaca em pacientes sépticos. Esta alteração de VFC tem se correlacionado com maior mortalidade. Os autores propõe que no choque séptico haja um comprometimento da modulação simpática sobre o coração e vasos sangüíneos e altos níveis de catecolaminas, este distúrbio da regulação autonômica central contribui para a falência circulatória da sepse [32, 52-54].

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Francisco Garcia Soriano (Responsável), Paulo Andrade Lotufo, Antonio Carlos Nogueira, Luiz Gonzaga, Marcelo Henrique Lins, Sylas Bezerra Cappi

  • 2002 – 2012Pesquisa

    Alterações do metabolismo lipídico em pacientes sépticos

    Concluído

    Sepse&#10;A sepse é causada por micro-organismos tais como: bactérias Gram-negativas, Gram-positivas, fungos e vírus. A sepse severa e o choque séptico estão associados a taxas de mortalidade de 40 a 60% [1]. Sepse e suas seqüelas representam diferentes estágios da mesma doença. Em 1992, a sepse foi definida pela Conferência de SCCM/ACCP como uma resposta sistêmica à infecção, manifestada pela presença de dois ou mais sintomas : a) temperatura >38°C ou <36°C; b) freqüência cardíaca >90 bpm; c) freqüência respiratória acima de 20 rpm ou PaCO2<32 torr e contagem de leucócitos acima 12000/ mm3 ou <4000/mm3, ou >10% de formas segmentares imaturas [2]. A síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) é clinicamente irreconhecível da sepse, e pode ocorrer em associação com grande variedade de eventos não-infecciosos, como por exemplo: politraumatismo, cirurgia, pancreatite e queimaduras [3-5]&#10;Alterações metabólicas na SIRS e sepse &#10;Resistência a insulina e hiperglicemia tem sido associadas a pacientes críticos (SIRS e sepse) desde o final do século 19, com a descrição da situação de estresse por Claude Bernard. Este quadro metabólico é uma resposta fisiológica ao estresse, que representa um fenômeno de caracter adaptativo ao insulto. Esta alteração era considerada benéfica para a sobrevivência 75-81.&#10;O conhecimento dos mediadores inflamatórios (citocinas) possibilitou a demonstração de que TNF-a e IL-1b produzem alterações na expressão dos diferentes transportadores de glicose. A mudança no predomínio de GLUT-2 sobre GLUT-4 induz a um estado de resistência insulínica 76, 82-87. A resistência a insulina também interfere com o metabolismo lipídico, com aumento de lipólise e maior oferta de ácidos graxos livres. Têm sido descritas alterações em lipoproteínas de alta densidade (HDL), de baixa densidade (LDL) e colesterol total em pacientes críticos 76. Estes colesteróis tem sido encontrados reduzidos em pacientes com SIRS, e correlacionados com evolução clínica desfa

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Francisco Garcia Soriano (Responsável), Paulo Andrade Lotufo, Rui Curi, Antonio Carlos Nogueira, Carmem Perez, Edgair Martins, Marcelo Henrique Lins, Sylas Bezerra Cappi +1 integrantes

  • 2002 – 2010Pesquisa

    Alterações metabólicas na sepse e seu controle com insulina

    Em andamento

    Fisiopatologia da sepse&#10;&#10;A resposta sistêmica à infecção é mediada através de citocinas produzidas por macrófagos, que estimulam receptores de órgãos alvo em resposta à infecção. As citocinas são mediadores primários ou secundários. Os mediadores primários são o fator de necrose tumoral-a (TNF-a), interleucina 1 (IL-1), IL-6, e IL-8 16-20. Estes mediadores estimulam a liberação de mediadores secundários tais como outras citocinas, derivados do ácido araquidônico (PGE2, TXA2), fator ativador de plaqueta (PAF); peptídeos vasoativos tais como bradicinina, angiotensina, peptídeo intestinal vasoativo; aminas tais como histamina e serotonina; e uma variedade de produtos derivados do complemento 1.&#10;A SIRS é um processo contínuo caracterizado por uma resposta anormal generalizada do hospedeiro atingindo órgãos remotos ao insulto. A resposta de citocinas é regulada por uma intrincada rede de mediadores, que mantêm a resposta inflamatória inicial sob controle através de redução da produção e contrabalanço dos efeitos de citocinas pró inflamatórias já produzidas. Em alguns pacientes não se restabelece a homeostasia e neste estágio o controle é perdido ocorrendo uma intensa reação inflamatória 12, 21, 22. &#10;&#10;LPS e inflamação&#10;O LPS de várias famílias microbianas gram-negativas é constituído do mesmo princípio arquitetônico; uma porção de polissacarídeo ligado covalentemente com o lipídeo A (LA) (Fig. 1). A cadeia O é característica e única para cada sorotipo bacteriano, tornando-se, então, um importante fator da virulência. O LA representa o princípio endotóxico do LPS. De acordo com o conhecimento presente, é o LA bioativo, de característica anfofílica que em meio aquoso forma micelas, e em condições fisiológicas apresenta-se exclusivamente em estrutura não laminar, mas cúbica ou hexagonal. Entretanto, a atividade endotóxica é mediada pelas moléculas singulares com conformação peculiar 23.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Francisco Garcia Soriano (Responsável), Rui Curi, Carmem Perez, Marcelo Henrique Lins, Sylas Bezerra Cappi, Vitor Kawabata

  • 2001 – 2012Pesquisa

    Efeito do uso de solução hipertônica (NaCl 7,5%) no choque e inflamação induzida pelo lipopolissacaride

    Concluído

    Sepse&#10;A invasão da corrente sangüínea ou tecidos por microorganismos tais como: bactérias Gram-negativas, Gram-positivas, fungos e vírus pode levar ao quadro conhecido de sepse. A sepse severa e o choque séptico estão associados a taxas de mortalidade de 40 a 60% 1. Em 1992, a sepse foi definida pela Conferência da Sociedade de Terapia Intensiva Americana como uma resposta sistêmica à infecção, manifestada pela presença de dois ou mais sintomas: a) temperatura >38°C ou <36°C; b) freqüência cardíaca >90 bpm; c) freqüência respiratória acima de 20 rpm ou PaCO2<32 torr e contagem de leucócitos acima 12000/ mm3 ou <4000/mm3 2. A sepse representa um subgrupo da síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS). A SIRS pode ocorrer também em associação com grande variedade de eventos não infecciosos, como por exemplo: politraumatismo, cirurgia, pancreatite e queimadura 3-5. &#10;A relevância da patologia sepse é evidenciada pelos seguintes dados: o aumento da incidência de sepse em pacientes internados em hospitais e UTI nas últimas décadas; alta mortalidade; necessidade de internação destes pacientes em unidade de terapia intensiva (UTI) com altos custos monetários para o tratamento; e a ocorrência de complicações e falências de órgãos 6-8.&#10;SOLUÇÃO HIPERTÔNICA (NACL 7,5%)&#10;&#10;As observações relatadas por Velasco e colaboradores em 1980 dos benefícios de solução hipertônica (SH) no tratamento do choque hemorrágico em cães atraiu grande interesse para este tema 38. A curta duração dos efeitos circulatórios tem sido atribuída ao rápido equilíbrio dos solutos entre os compartimentos intra e extracelular Mecanismos de ação da solução salina hipertônica&#10;&#10;No choque hemorrágico os principais mecanismos de ação propostos são: a mobilização de fluidos do intracelular para o extracelular decorrente do gradiente osmótico produzido pela SH; aumento da contractilidade cardíaca, redução de edema tecidual e endotelial com conseqüente melhora da microcirculação, melhora da viscos

    Equipe

    Francisco Garcia Soriano (Responsável), Hermes Vieira Barbeiro, Maria Carolina Guido

  • 2001 – 2003Pesquisa

    Uso de solução hipertônica (NaCl7,5%) no tratamento do esmagamento muscular

    Em andamento

    SOLUÇÃO HIPERTÔNICA (NACL 7,5%)&#10;&#10;As observações relatadas por Velasco e colaboradores em 1980 dos benefícios de solução hipertônica (SH) no tratamento do choque hemorrágico em cães atraiu grande interesse para este tema 38. A curta duração dos efeitos circulatórios tem sido atribuída ao rápido equilíbrio dos solutos entre os compartimentos intra e extracelular 39, 40. Desde da década 1980, vários estudos tem sido realizados com ressuscitação utilizando pequenos volumes de solução hipertônica, na dose de 4 ml/Kg 39, 41-44.&#10;&#10;Mecanismos de ação da solução salina hipertônica&#10;&#10;No choque hemorrágico os principais mecanismos de ação propostos são: a mobilização de fluidos do intracelular para o extracelular decorrente do gradiente osmótico produzido pela SH; aumento da contractilidade cardíaca, redução de edema tecidual e endotelial com conseqüente melhora da microcirculação, melhora da viscosidade sangüínea devido a hemodiluição, e imunomodulação44.

    Financiadores
    • · NAO_INFORMADO
    Equipe

    Francisco Garcia Soriano (Responsável), Maurício Wanderley Moral Sgarbi, Bomfim alves da Silva Junior

  • 2001 – 2010Pesquisa

    Efeito do uso de solução hipertônica (NaCL7,5%) no tratamento da pancreatite experimental

    Em andamento

    PANCREATITE&#10;&#10;A pancreatite é uma doença comum apresentando grande variabilidade no quadro clínico em relação à severidade. Clinicamente um quadro de pancreatite é definido como agudo se o paciente torna-se assintomático na evolução, enquanto na pancreatite crônica há persistência da dor ou insuficiência exócrina ou endócrina. Estima-se que ocorram por volta de 100.000 casos de pancreatite por ano nos Estados Unidos. A mortalidade dos pacientes com pancreatite aguda nas formas graves, pode ser bastante elevada e alcançar taxas de 80 a 100%.1 As complicações sistêmicas são as principais causas das altas taxas de mortalidade e morbidade que acompanham a doença. Fisiopatologia da síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS)&#10;&#10;A síndrome da resposta inflamatória sistêmica é mediada através de citocinas produzidas por macrófagos, que estimulam receptores de órgãos alvo em resposta a uma agressão23-25. As citocinas são mediadores primários ou secundários. Os mediadores primários são o fator de necrose tumoral-a (TNF-a), interleucina 1 (IL-1), IL-6, e IL-8 . Estes mediadores estimulam a liberação de mediadores secundários tais como outras citocinas, derivados do ácido araquidônico (PGE2, TXA2), fator ativador de plaqueta (PAF); peptídeo vasoativo tais como bradicinina, angiotensina, peptídeo intestinal vasoativo; aminas tais como histamina e serotonina; e uma variedade de produtos derivados do complemento23-27.&#10;SOLUÇÃO HIPERTÔNICA (NACL 7,5%)&#10;&#10;As observações relatadas por Velasco e colaboradores em 1980 dos benefícios de solução hipertônica (SH) no tratamento do choque hemorrágico em cães atraiu grande interesse para este tema 38. A curta duração dos efeitos circulatórios tem sido atribuída ao rápido equilíbrio dos solutos entre os compartimentos intra e extracelular 39, 40. Desde da década 1980, vários estudos tem sido realizados com ressuscitação utilizando pequenos volumes de solução hipertônica, na dose de 4 ml/Kg 39, 41-44.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Francisco Garcia Soriano, Irineu Tadeu Velasco (Responsável), Ana Iochabel Saoares Moretti, Ester Corria Sarmento Rios, Rita Narikawa

  • 2001 – 2002Pesquisa

    Participação da Enzima Conversora de Angiotensina na inflamação e morte induzida pelo LPS

    Em andamento

    Sepse&#10;A sepse é causada por microorganismos tais como: bactérias Gram-negativas, Gram-positivas, fungos e vírus. A sepse severa e o choque séptico estão associados a taxas de mortalidade de 40 a 60% (31). A sepse representa um subgrupo da síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS). Em 1992, a sepse foi definida pela Conferência da Sociedade de Terapia Intensiva Americana como uma resposta sistêmica à infecção, manifestada pela presença de dois ou mais sintomas: a) temperatura >38°C ou <36°C; b) freqüência cardíaca >90 bpm; c) freqüência respiratória acima de 20 rpm ou PaCO2<32 torr e contagem de leucócitos acima 12000/ mm3 ou <4000/mm3 (1). A síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) pode ocorrer em associação com grande variedade de eventos não infecciosos, como por exemplo: politraumatismo, cirurgia, pancreatite e queimaduras (3, 19, 20)&#10;A angiotensina produz hipertrofia da musculatura vascular&#10;Também aumenta a produção de radicais livres, levando a ativação da PARP

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · COOPERACAO
    Equipe

    Francisco Garcia Soriano (Responsável), Maria Carolina Guido, Igor Proscurshim, José Eduardo Krieger

  • 2001 – 2012Pesquisa

    Tolerância ao LPS em macrófagos e linfócitos

    Concluído

    Tolerância ao LPS&#10;A resistência ao LPS pode ser determinada geneticamente ou adquirida. Animais de experimentação submetidos a exposição prévia a doses sub-letais de LPS pode induzir um estado de resistência adquirida e tornar estes animais resistentes a doses letais, pirogênicas e metabólicas de LPS. O fenômeno da interrupção da mortalidade associada com LPS, ou então chamado como tolerância a endotoxina, não é específico à ação de LPS e apresenta reação cruzada com outros estímulos, tais como, peptidoglicano, lipoproteína das bactérias, estresse hipertérmico, lipoaribinomannan, ácido lipoteícoico, micobacterium, muramil dipeptideo, 25-hidroxi-colesterol, estresse cirúrgico, isquemia, TNF e IL-10 (7, 34). As fases inicial e tardia de tolerância com características diferentes seguem a injeção inicial do LPS. A fase inicial pode ser detectada dentro das primeiras 24 horas depois de exposição ao LPS e pode durar até 8 dias. A tolerância ao LPS relaciona-se à produção e liberação reduzida de citocinas pelos fagócitos em re-exposição ao LPS. Além disso, foi demonstrado que a exposição prévia ao LPS resulta em alteração de padrão de expressão gênica das citocinas (Fig. 2-A) (29). Parece que a tolerância a endotoxina resulta de alterações em rotas de transdução de sinal induzidas pelo LPS. Inicialmente foi proposto que a tolerância seria uma resposta imune benéfica, entretanto as evidências indiretas sugerem-na como um marcador ou participante de desregulação imune, complicando o manejo de pacientes em sepse severa.

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Francisco Garcia Soriano (Responsável), Hermes Vieira Barbeiro, Denise Frediani Barbeiro

  • 2001 – presentePesquisa

    Estudo das alterações gênicas na sepse

    Em andamento

    Tolerância ao LPS&#10;A resistência ao LPS pode ser determinada geneticamente ou adquirida. Animais de experimentação submetidos a exposição prévia a doses sub-letais de LPS pode induzir um estado de resistência adquirida e tornar estes animais resistentes a doses letais, pirogênicas e metabólicas de LPS&#10;Expressão gênica e sepse&#10;Os avanços recentes em biotecnologia, os resultados de sequenciamento do genoma humano e o desenvolvimento de métodos de análise da expressão gênica em escala genômica oferecem oportunidades para melhorar nosso conhecimento de mecanismos de alta complexidade, tais como fisiopatologia de doenças. Foi proposto que todas as células envolvidas em resposta imune específica atuam de maneira coordenada e dividem elementos regulatórios comuns. Este processo coordenado cria uma área de citocinas caracterizada pela produção de um único padrão de citocinas ou quimocinas e receptores deles correspondentes (&quot;assinatura da expressão gênica&quot;)

    Financiadores
    • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
    Equipe

    Francisco Garcia Soriano (Responsável), Tatiana Goulobkova, Ediele Sant'Anna Melo, Denise Frediani Barbeiro

Orientações

6 de 6 orientações
Por página
  • Mestrado
    desde 2018
    Andressa Maria Pereira Sargiani · Orientação
    Vias de ativação na tolerância e no priming de lipopolissacarídeo · Medicina (Ciências Médicas) · Universidade de São Paulo · Bolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2018
    Ana Carina Saito Silvestre · Orientação
    Estudo do efeito da tolerância sobre o desacoplamento mitocondrial na sepse · Medicina (Ciências Médicas) · Universidade de São Paulo
    Em andamento
  • Mestrado
    desde 2018
    Juliana de Jesus do Nascimento · Orientação
    Estudo do efeito da tolerância na isquemia hepática · Medicina (Ciências Médicas) · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2017
    Juliana de Camargo Vieira · Orientação
    Papel da PARP na regulação e ativaçãode linfócitos Treg · Medicina (Ciências Médicas) · Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2016
    Rosangela N. Pimentel · Orientação
    Estudo do efeito do H2S, CO e superóxido nas modificações epigenéticas · Clínica Médica · Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo · Bolsa Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
    Em andamento
  • Doutorado
    desde 2016
    Rafael Almeida Lins · Orientação
    Efeito da solução hipertônica na proteção pré operatória · Clínica Médica · Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
    Em andamento

Bancas julgadoras

105 registros
105 de 105 bancas
Por página
  • 2012
    Mariana Cardillo Theobaldo
    Efeitos da solução hipertônica na resposta inflamatória na sepse · Ciências Médicas · Universidade de São PauloBanca: Antonio Carlos Nogueira, Flávia Ribeiro Machado, Souza, Heraldo Possolo, Denise Frediane Barbeiro
    Doutorado
  • 2012
    Márcio José Ferreira
    O papel crítico da sinalização TLR/MyD88 no efeito inibitório das proteases Natterinas no recrutamento celular · Imunologia · Universidade de São PauloBanca: Mônica Valdyrce dos Anjos Lopes Ferreira, Sandra C Sampaio, Niels Olsen Saraiva Camara, Cristofor Scavone
    Doutorado
  • 2012
    Luciana Coelho Sanches
    Papel da glicemia nos fatores de coagulação · MEDICINA TRANSLACIONAL · Universidade Federal de São PauloBanca: Flávia Ribeiro Machado, Reinaldo Salomão
    Doutorado
  • 2012
    Daniel Ferraz de Campos Mazo
    Efeito anti-fibrogênico do doador de óxido nítrico S-nitroso-N-acetilcisteína (SNAC) na esteatohepatite não alcóolica experimental · Ciências em Gastroenterologia · Universidade de São PauloBanca: Oliveira, Claudia P. M. S., Alvares-da-Silva, M.R., Eduardo Cansado, Flair J Carrilho
    Doutorado
  • 2011
    João Manoel Silva Junior
    Caracterização da resposta inflamatória no paciente com infecção por HIV/AIDS e sepse · Doenças Infecciosas e Parasitárias · Universidade de São PauloBanca: Sigrid de Souza dos Santos, Reinaldo Salomão
    Mestrado
  • 2011
    César Miguel Momesso dos Santos
    Efeito do treinamento sobre a ativação de linfócitos em crianças com sobrepeso · Ciências do Movimento Humano · Universidade Cruzeiro do SulBanca: Renata Gorjão, Elaine Hatanaka
    Mestrado
  • 2011
    Márcia Cristiane Jurado
    Efeito dos oxisteróis na sinalização de cavéolas e sua relevância na aterosclerose · Clínica Médica · Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloBanca: Heraldo Possolo de Souza, Marta Helena KKrieger, Beatriz Simonsen Stolf Carboni, Fernando Rodrigues de Moraes Abdulkader
    Doutorado
  • 2011
    Amaro Nunes Duarte Neto
    Patogenia do envolvimento esplênico na leptospirose grave com síndrome de choque séptico · Clínica Médica · Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloBanca: Antonio Carlos Seguro, Maria Irma Seixas Duarte, Márcia Marinho, Antonio Carlos Nicodemo
    Doutorado
  • 2011
    Fábio Teixeira Macri
    Estudo do efeito neuroprotetor da estimulação transcraniana e hipotermia em modelo de isquemia cerebral induzida · Ciências Médicas · Universidade de São PauloBanca: Irineu Tadeu Velasco, Sergio Paulo Bydlowski, José Fernando Amaral Meletti, Yvens Barbosa Fernandes
    Doutorado
  • 2011
    Hosana Gomes Rodrigues
    Modulação do processo de cicatrização pelos ácidos graxos oléico e linoléico · Fisiologia · Universidade de São PauloBanca: Rui Curi, Lydia Masako Ferreira, Maria Fernanda Cury Boaventura, Marinilce Fagundes dos Santos
    Doutorado
  • 2011
    Mariane Tami Amano
    O papel da Heme oxigenase-1 na modulação de células dendríticas levando à proteção da lesão por isquemia e reperfusão · Imunologia · Universidade de São PauloBanca: Marcela Sorelli Carneiro Ramos, Silvia Beatriz Boscardin, Wothan Tavares de Lima, Niels Olsen Saraiva Camara
    Doutorado
  • 2011
    Carolina Martinez Romão
    Disturbios do crescimento · Ciências Médicas · Universidade de São PauloBanca: Magnus Ake Gidlund, Marco Antonio Borges Lopes
    Exame de qualificação de mestrado
  • 2011
    victor Sarli Issa
    Solução hipertônica na insuficiência cardíaca descompensada · Cardiologia · Universidade de São PauloBanca: Luís Yu, Antonio Carlos Pereira Barreto
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2011
    Daniel Ferraz de Campos Mazo
    Gastroclinica · Gastroenterologia Clínica · Universidade de São PauloBanca: Claudia P M S Oliveira, Alvares-da-Silva, M.R.
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2011
    Ana Lídia Correa da Silva Moreira
    Disturbio do Crescimento · Ciências Médicas · Universidade de São PauloBanca: Ana Iochabel Saoares Moretti, Isabela Judite Bensenor
    Exame de qualificação de doutorado
  • 2010
    Inglid Fontoura da silva
    Caracterização e identificação rápida de bactérias em culturas puras e mistas por microespectroscopia FT-IR · Engenharia Biomédica · Universidade do Vale do ParaíbaBanca: Maria Angélica Gargione Cardoso, Airton Abraão Martin
    Mestrado
  • 2010
    Kátia Aparecida Pessoa Conde
    Características clínicas e fatores de risco para mortalidade em pacientes sépticos
    Mestrado
  • 2010
    Marialice Ederlyi Mendes
    Expressão gênica dos linfocitos tolrantes de pacientes em sepse · Infectologia · Universidade Federal de São PauloBanca: Reinaldo Salomão
    Mestrado
  • 2010
    Wilson Kohama Chimabucuro
    Isquemia mesentérica e reposição do volume intravascular. Estudo comparativo entre duas soluções salinas com diferentes concentrações de cloreto de sódio nos eventos desencadeados pela reperfusão intestinal. Um modelo experimental em ratos · Emergências Clínicas · Universidade de São Paulo
    Doutorado
  • 2010
    Andrea Turbuck Celestino
    Modulação do fenótipo de resitência a múltiplas drogas por lipoproteínas em células de sarcoma uterino resitente à doxarrubicina · Emergências Clínicas · Universidade de São PauloBanca: Iolanda de Fatima Lopes Calvo Tiberio, Sergio Paulo Bydlowski, Magnus Ake Gidlund, Nestor Schor
    Doutorado
  • 2010
    Ester Correia Sarmento Rios
    Efeito da solução hipertônica no estresse oxidativo e nos processos de morte celular e remodelamento tecidual hepático em pancreatite aguda experimental · Medicina (Clínica Médica) · Universidade de São PauloBanca: Theophilos Bacchella, Marcel C C Machado, Iolanda de Fatima Lopes Calvo Tiberio
    Doutorado
  • 2010
    Sylas Bezerra Cappi
    Alterações lipídicas no paciente séptico: análise da participação da resistência insulínica nas alterações metabólicas · Medicina (Clínica Médica) · Universidade de São PauloBanca: Pedro Caruso, Reinaldo Salomão, Noritomi, Danilo T., de Souza, Heraldo Possolo
    Doutorado
  • 2010
    Hilton Kenji Takahashi
    Mecanismos envolvidos na morte e sobrevivência de linfócitos expostos ao ácido palmítico · Ciências (Fisiologia Humana) · Universidade de São PauloBanca: Curi, R., Luiz Marcelo Inaco Cirino, Marisa Passarelli, Fernando Rodrigues de Moraes Abdulkader
    Doutorado
  • 2010
    Marialice Erdelui Mendes
    Perfil genético de linfocitos humanos induzidos a tolerancia · Infectologia · Universidade Federal de São PauloBanca: Reinaldo Salomão
    Doutorado
  • 2010
    Ivana Lie Makita Abe
    Prevalência do AVC em área de exclusão social na cidade de São Paulo, Brasil: utilizando questionário validado para sintomasBanca: Isabela Judite Bensenor, Chester Luiz Galvão Cesar, Rosana Fiorini Puccini, Wilson Jacob Filho
    Doutorado

Revisor de periódico

12 registros
  1. 2012 – presenteVínculo atual
    Plos One
    Revisor de periódico
  2. 2012 – presenteVínculo atual
    JOURNAL OF IMMUNOLOGY
    Revisor de periódico
  3. 2011 – presenteVínculo atual
    Intensive Care Medicine (Print)
    Revisor de periódico
  4. 2010 – presenteVínculo atual
    Revista do Hospital das Clínicas (USP. Impresso) (Cessou em 2004. Cont. ISS
    Revisor de periódico
  5. 2009 – presenteVínculo atual
    Inflammation Research (Printed ed.)
    Revisor de periódico
  6. 2008 – presenteVínculo atual
    American Jorunal of Respiratory and Critical Care Medicine
    Revisor de periódico
  7. 2006 – presenteVínculo atual
    Brazilian Journal of Medical and Biological Research
    Revisor de periódico
  8. 2004 – presenteVínculo atual
    Inflammation
    Revisor de periódico
  9. 2003 – presenteVínculo atual
    Shock (Augusta)
    Revisor de periódico
  10. 2002 – presenteVínculo atual
    Critical Care Medicine
    Revisor de periódico
  11. 2002 – presenteVínculo atual
    São Paulo Medical Journal
    Revisor de periódico
  12. 2002 – presenteVínculo atual
    Revista Brasileira de Terapia Intensiva
    Revisor de periódico

Prêmios e títulos

05 registros
5 de 5 prêmios
Por página
  • 2005
    Menção Honrosa
    Hospital das clínicas da FMUSP
  • 2005
    Honra ao Mérito
    Federação de Sociedades de Biologia Experimental
  • 2005
    Prêmio Melhor Poster na Área Geral
    Sociedade Paulista de Terapia Intensiva
  • 1999
    Prêmio do Conselho Regional de Medicina de São Paulo
    CRM
  • 1998
    Prêmio AVL
    Sociedade Brasileira de Análises Clínicas

Participação em eventos

72 registros
72 de 72 participações
Por página
  • 2012
    Gene- nutrient interaction in the control of leukocyte function
    6th Congress of the International Society of Nutrigenetics?Nutrigenomic · Moderador · Convidado · São Paulo
  • 2012
    Estado da arte - Novas alterantivas terapêuticas
    IX Fórum Internacional de Sepse · Moderador · Convidado · São Paulo
  • 2011
    Células B1 e resposta inflamatória na sepse
    VIII Fórum Internacional de Sepse · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2011
    Imunodepressão do paciente séptico
    I Simpósio Bandeirantes e Universidade de Washington, II Simpósio Internacional de Terapia Intensiva e Cardiologia · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2011
    Gene expression reprogramming protects macrophage from septic-induced cell death
    6th International Symposium on Intensive Care and Emergency Medicine for Latin America · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2010
    SSC em 2010: os bundles devem mudar
    XV congresso brasileiro de medicina intensiva · Conferencista · Convidado · Brasilia
  • 2010
    XV congresso brasileiro de medicina intenisiva
    Ouvinte · Brsília
  • 2010
    O papel dos biomarcadores no diagnóstico do paciente crítico
    XV Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · Conferencista · Convidado · Brsília
  • 2010
    Sessão temática DMOS induzida pela sepse
    XV Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · Moderador · Convidado · Brasilia
  • 2010
    IV Simpósio Internacional de monitorização em UTI
    Ouvinte · São Paulo
  • 2010
    I International Symposium on Microcirculation
    Ouvinte · São Paulo
  • 2010
    III Simpósio Internacional de Medicina Intensiva
    Ouvinte · São Paulo
  • 2010
    Novas perspectivas no estudo do sistema imune
    III Simpósio intenacional em atividade física, esporte e saúde · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2010
    Reposição Volêmica
    II Simpósio Internacional e X simósio de terapia intensiva e cardiológica · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2010
    Monitorização Hemodinâmica
    II Simpósio Internacional e X Simpósio de Terapia Intensiva e Cardiologia · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2010
    Curso de Phagocytoiss : methods and updates
    Ouvinte · São Paulo
  • 2009
    Terapia Nutricional Enteral: Aplicação de Indicadores de Qualidade
    III congresso Brasileiro de Nutrição Integrada · Poster / Painel · Participante · São Paulo
  • 2009
    Sessão temática medicina experimental: modelos em doença crítica, abordando o tema: Disfunção Endotelial
    XIV Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2009
    Sepse: área Básica
    XIV Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva · Moderador · Convidado · São Paulo
  • 2009
    O papel fisiopatológico do peroxinitrito no choque e na inflamação
    VI Fórum Internacional de Sepse · Moderador · Convidado · São Paulo
  • 2009
    O papel fisiológico do peroxinitrito np choque e na inflamação
    VI Fórum Internacional de Sepse · Moderador · Convidado · São Paulo
  • 2009
    Epigenetic Regulation of macrophage response to LPS
    The 23rd Symposium of the Protein society · Poster / Painel · Participante · Boston
  • 2009
    Acompanhamento da Terapia Nutricional enteral
    ! Simpósio Aprender com cultura e Extensão · Apresentação Oral · Participante · Ribeirão Preto - SP
  • 2009
    Mesa redonda : Choque
    III Simpósio de medicina de urgência da UNIFESP · Conferencista · Convidado · São Paulo
  • 2009
    Sepse: da bancada a beira do leito - alterações cardíacas
    XV Jornada Internacional de terapia intensiva: adulto, pediatria, fisioterapia, enfermagem · Conferencista · Convidado · Porto Alegre

Formação complementar

01 registro

Coautorias

59 coautores

Na imprensa

beta

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As notícias são ligadas ao docente automaticamente, pelas etiquetas do Jornal ou pelo nome no texto (o nome abreviado só conta quando vem depois de um título como “professora”). Homônimos ficam de fora; ainda pode haver falsos positivos e omissões.