Rossana Pulcineli Vieira Francisco.
Livre · Obstetrícia e Ginecologia
- Unidade
- Faculdade de Medicina
- Departamento
- Obstetrícia e Ginecologia
Currículo atualizado em 17/06/2025
Cita-se como: FRANCISCO, R. P. V.;FRANCISCO, RP;Francisco, Rossana;Francisco, Rossana PV;Francisco, Rossana Pulcineli Vieira;Brizot, Maria L.;Francisco, R.P.V.;Francisco, Rossana Pulcineli V.;Martinelli, Silvio;PULCINELI VIEIRA FRANCISCO, R.;PULCINELI VIEIRA FRANCISCO, ROSSANA;FRANCISCO, ROSSANA PULCINELLI VIEIRA;VIEIRA FRANCISCO, ROSSANA PULCINELI;FRANCISCO, ROSSANA P.V.;VIEIRA FRANCISCO, ROSSANA P.;FRANCISCO, ROSSANA P. V.;FRANCISCO, R.;FRANCISCO, R. P .V.;FRANCISCO, ROSSANA PULCINELLI;FRANCISCO, R.P. V.;FRANCISCO, ROSSANA P V;ROSSANA P FRANCISCO;FRANCISCO, ROSSANA P;FRANCISCO, ROSSANA P.;ROSSANA PULCINELI FRANCISCO;FRANCISCO, ROSSANA PULCINELI;PULCINELLI FRANCISCO, ROSSANA;FRANCISCO, ROSSANA PUCINELI VIEIRA;DE FRANCISCO, ROSSANA PULCINELI VIEIRA;FRANCO, ROSSANA PULCINELLI V.;FRANCISCO, ROSSANA P. VIEIRA;FRANCISCO, R.P.
Resumo biográfico
Graduada em Medicina na PUC-Campinas (1992), possui Mestrado (1998), Doutorado (2002) e Livre-Docência (2011) pelo Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da FMUSP. Atualmente, é Professora Titular da Disciplina de Obstetrícia do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da FMUSP, é Vice-Chefe do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da FMUSP e Chefe da Divisão de Obstetrícia e Ginecologia do HU-USP; é responsável pela Disciplina de Graduação em Medicina da FMUSP (Internato 6o ano) e pela Disciplina de Pós-Graduação Strictu Senso - Estatística aplicada à Obstetrícia e Ginecologia; é Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Obstetrícia e Ginecologia da FMUSP, é Membro Titular da Comissão Permanente de Avaliação (CPA-USP) e Presidente da Câmara de Atividades Docentes (CAD-USP). Responsável pelas pesquisas em COVID-19 e gestação na FMUSP. Atuou como Presidente da SOGESP - Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Mandato 2018/2021) e como Presidente da Comissão de Pesquisa da FMUSP (Mandato 2018-2022). Participou das iniciativas da FIGO (Internacional Federation of Gyencology and Obstetrics) tendo representado o Brasil na assinatura da FIGO Global Declaration on Hyperglycemia in Pregnancy. Autora de mais de 270 artigos publicados em periódicos indexados no PubMed (vários com colaboração internacional). Formou os seguintes recursos humanos: 2 alunos de IC, 19 mestrados, 10 doutorados e 3 pós-doutorados. Recebe apoio de agências de fomentos para pesquisas: FAPESP, CNPq e Capes, Zika Alliance e Fundação Bill e Mellinda Gates. É pesquisadora principal do projeto temático: Mortalidade fetal: desafios do conhecimento e da intervençao (FAPESP-2016/0776-5), pesquisadora responsável pelo Projeto CAPES: Estudo exploratório em Covid-19 (CAPES-88881.504727/2020-01) e pesquisadora principal do Observatório Obstétrico Brasileiro MCTI/CNPQ/MS/SCTIE/DECIT/FUNDAÇÃO BILL MELINDA GATES-445881/2020-8. É membro do Comitê Editorial da Revista Clinics e RAMB. É revisora dos periódicos: Lancet, American Journal of Obstetrics and Gynecology, PLOS ONE, BMC Pregnancy and Childbirth. Linhas de pesquisa principais são: Gestação de Alto risco e suas repercussões maternas e fetais, Hiperglicemia e gravidez e Indicadores de saúde da população obstétrica brasileira. SCOPUS - Docs: 257 - Citações: 3.222 - H-index: 26 / Web of Science - Docs: 298 - Citações: 3.036 - H-index: 24
Indicadores
Áreas de atuação
02 registros- Ciencias Da SaudeMedicinaSaúde Materno-Infantil › Ginecologia e Obstetrícia
- Ciencias Da SaudeMedicinaSaúde Materno-Infantil
Formação acadêmica
07 registros- 1999 – 2002DoutoradoConcluídoMedicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São Paulo“Predição de valores de pH e de déficit de bases no nascimento em gestações com diástole zero ou reversa à dopplervelocimetria das artérias umbilicais”Orientação: Seizo Miyadahira
- 1996 – 1999MestradoConcluídoMedicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São Paulo“Predição de acidose no nascimento em gestações com diástole-zero ou reversa à dopplervelocimetria das artérias umbilicais”Orientação: Seizo Miyadahira
- 1993 – 1996Residencia-medicaConcluídoResidencia-medica · Faculdade de Medicina da Universidade de São PauloBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 1987 – 1992GraduaçãoConcluídoMEDICINA · Pontifícia Universidade Católica de Campinas
- 1984 – 1986Ensino-medio-segundo-grauConcluídoEnsino-medio-segundo-grau · Escola Estadual Professor Salatiel de Almeida de Muzambinho
- 1976 – 1983Ensino-fundamental-primeiro-grauConcluídoEnsino-fundamental-primeiro-grau · Escola Estadual Professor Salatiel de Almeida de Muzambinho
- Livre-docênciaConcluídoLivre-docência · Universidade de São Paulo
Idiomas
03 registros| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Inglês | Bem | Razoável | Razoável | Bem |
| Espanhol | Razoável | Pouco | Pouco | Razoável |
| Francês | Razoável | Pouco | Pouco | Razoável |
Atuação profissional
15 registros- 2024 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor TitularServidor Publico40h/sem
- 2024 – presenteVínculo atualBrazilian Journal of Medical and Biological Research (on line)Membro de corpo editorial
- 2021 – presenteVínculo atualREVISTA BRASILEIRA DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA (IMPRESSO)Membro de corpo editorial
- 2018 – 2021Associação de Obstetrícia e Ginecologia de SPPresidente da SOGESPPresidente
- 2018 – presenteVínculo atualClinicsMembro de corpo editorial
- 2015 – 2021REVISTA BRASILEIRA DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA (IMPRESSO)Membro de corpo editorial
- 2014 – 2015FEMINA (RIO DE JANEIRO)Membro de corpo editorial
- 2011 – 2014Revista da Associação Médica BrasileiraMembro de corpo editorial
- 2011 – 2014Revista da Associação Médica BrasileiraMembro de corpo editorial
- 2011 – 2015REVISTA BRASILEIRA DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA (IMPRESSO)Membro de corpo editorial
- 2007 – 2009REVISTA BRASILEIRA DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA (IMPRESSO)Membro de corpo editorial
- 2007 – 2007REVISTA BRASILEIRA DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA (IMPRESSO)Membro de corpo editorial
- 2003 – 2024Dedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor associadoServidor Publico40h/sem
- 2003 – 2009Revista da Associação Médica BrasileiraMembro de corpo editorial
- 1997 – 2003Hospital das Clínicas da Faculdade de medicina da Universidade de São PauloDiretor técnico de serviço de saúde40h/sem
Produção bibliográfica
636 registros- 2024Thinking outside the box: The placenta responds to injury with proinflammatory cytokines even when the environment is immunosuppressiveFranciele Rodrigues Araújo; Sara Zago Gomes; Marco Aurélio Amadeu; Rossana Pulcineli Vieira Francisco; Leandro Gustavo Oliveira; Simone Correa da Silva +1 autores · 2024 Latin American Society for Maternal-Fetal Interaction and Placenta (SLIMP) · ELSEVIER · ISBN 1532-3102 · Maceió
- 2024Maternal exposure to air pollution and risk of stillbirth in São Paulo, Brazil - Results from the FetRisks case-control studyRafael Buralli; Zilda Pereira da Silva; Gizelton Pereira Alencar; Nelson da Cruz Gouveia; Claudio Makoto Kanai; Marcia Furquim de Almeida +6 autores · ISEE 2024: 36th Annual Conference of the International Society of Environmental Epidemiology · EHP Publising · ISBN 0091-6765 · Santiago
- 2019P1.133 Serum od patients with preeclampsia activates UPR-PERK pathway in human trophoblast cell line HTR8/SVneoCASTRO, KARLA; PRADO, KAREN; LORENZON-OJEA, ALINE; Rossana Pulcineli Vieira Francisco; Marcelo Zugaib; Mara Sandra Hoshida +3 autores · IFPA2019 - VIIISLIMP · Elsevier · ISBN 0143-4004 · Buenos Aires
- 2019Ultrasonography abnormalities in fetuses infected by Toxoplasma gondiiJoelma Queiroz Andrade; Antonio Gomes de Amorim Filho; Rossana Pulcineli Vieira Francisco · 29th World Congress on Ultrasound in Obstetrics and Gynecology · Wiley · ISBN 0960-7692 · Berlin
- 2019P 1.68 Decidual immune cell infiltration and progression to post-molar trophoblastic neoplasiaLIN, LAWRENCE; TOSCANO, MARCELLO P.; Mara Sandra Hoshida; Regina Schultz; Koji Fushida; Rossana Pulcineli Vieira Francisco · IFPA2019 - VIIISLIMP · ELSEVIER · ISBN 0143-4004 · Buenos Aires
- 2019P 1.67 Expression of HLA-G, HLA-E and HLA-F in the choriodecidual interface of complete hydatidiform molesLIN, LAWRENCE; TOSCANO, MARCELLO P.; Mara Sandra Hoshida; Regina Schultz; Koji Fushida; Rossana Pulcineli Vieira Francisco · IFPA2019 - VIII SLIMP · ELSEVIER · ISBN 0143-4004 · Buenos Aires
- 2019SUN-445 A Brazilian Multicentric Study Evaluating Pregnancies Induced by Cabergoline in Patients Harboring ProlactinomasBeatriz Sant'Anna; Cristina Bueno; Mauro Czepielewski; Evandro Portes; Vania Nunes; Antonio Ribeiro-Oliveira +11 autores · 101st Annual Meeting of the Endocrine Society · OXFORD University Press · ISBN 2472-1972 · New Orleans
- 2019P029: Multiple pregnancies and the risk of venous thromboembolism (VTE): a non-randomized controlled trialVenina Isabel Poço Viana Leme de Barros; Mario Henrique Burlacchini de Carvalho; IGAI, ANA MARIA KONDO; BIANCOLIN, SCKARLET ERNANDES; Rossana Pulcineli Vieira Francisco; Marcelo Zugaib · 8th International Symposium on Women?s Health Issues in Thrombosis and Haemostasis · ELSEVIER · ISBN 0049-3848 · Madrid
- 2019P028: Severe infections in pregnancy and the risk of venous thromboembolism (VTE)Venina Isabel Poço Viana Leme de Barros; Eliane Hase Azeka; IGAI, ANA MARIA KONDO; Pedro Paulo Pereira; Rossana Pulcineli Vieira Francisco; Marcelo Zugaib · 8th International Symposium on Women?s Health Issues in Thrombosis and Haemostasis · ELSEVIER · ISBN 0049-3848 · Madrid
- 2018346. Pregnant with Marfan syndrome and aortic root aneurism: Dissection case report for the third quarterFernanda Santos Belem; BORTOLOTTO, MARIA RITA DE FIGUEIREDO LEMOS; TESTA, CAROLINA BURGARELLI; Rossana Pulcineli Vieira Francisco · ISSHP & ISOM World Congress: International Society for the Study of Hypertension in Pregnancy · ELSEVIER · ISBN 2210-7789 · Amsterdam
- 2018168. Comparison between frequency of thrombophilia in patients with and without severe preeclampsia in a Brazilian Tertiary Center.Fernanda Spadotto Baptista; Rafael Poubel Bolelli Rezende; Liliana Sampaio Teixeira; Rodrigo Rocha Codarin; BORTOLOTTO, MARIA RITA DE FIGUEIREDO LEMOS; Rossana Pulcineli Vieira Francisco +1 autores · ISSHP & ISOM World Congress: International Society for the Study of Hypertension in Pregnancy · ELSEVIER · ISBN 2210-7789 · Amsterdam
- 2018167. Can obstructive sleep apnea worsen hypertension during gestation? Case reportFernanda Spadotto Baptista; Fernanda Borges Dijigow; TESTA, CAROLINA BURGARELLI; BORTOLOTTO, MARIA RITA DE FIGUEIREDO LEMOS; Luciano Ferreira Drager; Rossana Pulcineli Vieira Francisco +1 autores · ISSHP & ISOM World Congress: International Society for the Study of Hypertension in Pregnancy · ELSEVIER · ISBN 2210-7789 · Amsterdam
- 2018P255. Palliative Care After Prenatal Diagnosis of Life-limiting Malformations: A Model of CareBERNARDES, LISANDRA STEIN; Luana Sarmento Neves Rocha; ROSA, GLADYS; Maria Silvia Vellutini Setubal; BENUTE, GLAUCIA ROSANA GUERRA; Rossana Pulcineli Vieira Francisco +8 autores · 22nd International Congress on Palliative Care 2018 · ELSEVIER · ISBN 0885-3924 · Montreal
- 2018PA3704. Evolution of severe asthma during pregnancyRenato Lima; Regina Pinto; Blenda Endlich; OSMUNDO, GILMAR DE SOUZA; Rossana Pulcineli Vieira Francisco; RACHED, SAMIA +4 autores · ERS International Congress 2018 · EUROPEAN RESPIRATORY SOC JOURNALS LTD · ISBN 0903-1936 · Paris
- 2017EP14.08: An unfavourable intrauterine environment may determine renal functional capacity in adulthood: systematic review and meta-analysisSENRA, JANAÍNA CAMPOS; Mariana Azevedo Carvalho; RODRIGUES, AGATHA SACRAMENTO; KREBS, VERA LUCIA JORNADA; Rossana Pulcineli Vieira Francisco; BERNARDES, LISANDRA STEIN · 27th World Congress on Ultrasound in Obstetrics and Gynecology · WILEY · ISBN 0960-7692 · Viena
- 2017P1.85. Effect of the microenvironment on the placental behaviour: Response of the chorionic villi to normal and preeclamptic pregnant serumKaren Prado; Karla Castro; LORENZON-OJEA, ALINE; CARDOSO, ELAINE CRISTINA; Mara Sandra Hoshida; Eliane Aparecida Alves +3 autores · International Federation of Placenta Associations (IFPA) Meeting 2017 · ELSEVIER · ISBN 0143-4004 · Manchester
- 2017P2.85. Expression of endoplasmic reticulum stress markers in chorionic villi treated with serum from patients with pre-eclampsiaKarla Castro; Estela Maris Andrade Forell Bevilacqua; Karen Prado; LORENZON-OJEA, ALINE; Basilio Smuzcek; Mara Sandra Hoshida +4 autores · International Federation of Placenta Associations (IFPA) Meeting 2017 · ELSEVIER · ISBN 0143-4004 · Manchester
- 2016EP14.03: Ultrasound diagnosis and evaluation of the number of prior Caesarean deliveries as risk factor for placenta accreta in placenta previa casesMaria Okumura; Rossana Pulcineli Vieira Francisco; Mario Makoto Kondo; Regina Schultz; Marcelo Zugaib · 26th World Congress on Ultrasound in Obstetrics and Gynecology · WILEY · ISBN 0960-7692 · Roma
- 2016114 Prevalence of thrombophilias in patients with severe pre-eclampsia diagnosed before 34 weeks pregnancy: Risk factors, prediction of preeclampsiaEdson Santos Ferreira Filho; Tiago José de Oliveira Gomes; Rodrigo Rocha Codarin; BORTOLOTTO, MARIA RITA DE FIGUEIREDO LEMOS; Fernanda Spadotto Baptista; Marcelo Zugaib +1 autores · ISSHP 2016 World Congress · ELSEVIER · ISBN 2210-7789 · São Paulo
- 201682 Can microalbuminuria predict preeclampsia in pregnant women with type 1 diabetes mellitus?: Risk factors, prediction of preeclampsiaTiago José de Oliveira Gomes; Rodrigo Rocha Codarin; Rafaela Alkmin da Costa; Marcelo Zugaib; Rossana Pulcineli Vieira Francisco · ISSHP 2016 World Congress · ELSEVIER · ISBN 2210-7789 · São Paulo
- 201678 Impact of thrombophilias in obstetric and perinatal outcomes of patients with severe preeclampsia diagnosed before 34 weeks of gestation: Perinatal outcomesEdson Santos Ferreira Filho; Tiago José de Oliveira Gomes; Rodrigo Rocha Codarin; BORTOLOTTO, MARIA RITA DE FIGUEIREDO LEMOS; Fernanda Spadotto Baptista; Marcelo Zugaib +1 autores · ISSHP 2016 World Congress · ELSEVIER · ISBN 2210-7789 · São Paulo
- 2016P-129 Serum and tissue concentration of vascular endothelial growth factor (VEGF) in ampullary ectopic pregnancy and the depth of trophoblastic invasionDécio Roberto Kamio Teshima; Fabio Roberto Cabar; Pedro Paulo Pereira; Regina Schultz; ANTONANGELO, LEILA; Rossana Pulcineli Vieira Francisco · 32nd Annual Meeting of the European Society of Human Reproduction and Embryology - ESHRE 2016 · OXFORD UNIV PRESS · ISBN 0268-1161 · Helsinki
- 2016WOM09. Risk assessment of venous thromboembolism (VTE) and thromboprophylaxis in women hospitalized with multiple pregnancyVenina Isabel Poço Viana Leme de Barros; Mario Henrique Burlacchini de Carvalho; Liliana Sampaio Teixeira; R Santos; Rossana Pulcineli Vieira Francisco · 62nd Annual Meeting of the Scientific and Standardization Committee of the International Society on Thrombosis and Haemostasis - ISTH 2016 · ELSEVIER · ISBN 1538-7933 · Montpellier
- 2016HEM15. Risk assessment of venous thromboembolism (VTE) and thromboprophylaxis in pregnant women hospitalized with cancerEliane Hase Azeka; Venina Isabel Poço Viana Leme de Barros; IGAI, ANA MARIA KONDO; A Nakamura; Rossana Pulcineli Vieira Francisco · 62nd Annual Meeting of the Scientific and Standardization Committee of the International Society on Thrombosis and Haemostasis - ISTH 2016 · ELSEVIER · ISBN 1538-7933 · Montpellier
- 2016Evaluation of type 2 diabetes mellitus and postpartum glucose intolerance rates in women with gestational diabetes mellitusCristiane de Freitas Paganoti; J Souza; Rafaela Alkmin da Costa; Marcelo Zugaib; Rossana Pulcineli Vieira Francisco · Scientific Meeting of the International Association of the Diabetes and Pregnancy Study Groups (IADPSG) 2016 · Sociedad Argentina de Diabetes · ISBN 0325-5247 · Buenos Aires
Produção técnica
187 registros- 2013Reconhecimento do título de mestre estrangeiro, expedido pela Universidade de Ulm - Alemanha.Rossana Pulcineli Vieira Francisco · Parecer
- 2012Credenciamento de Orientador de curso de Mestrado e DoutoradoRossana Pulcineli Vieira Francisco
- 2012Aceitação de Equivalência do Título de Doutor estrangeiro, expedido pela Université Paris 7, FrançaRossana Pulcineli Vieira Francisco · Parecer
- 2005Recredenciamento de disciplinaRossana Pulcineli Vieira Francisco · Recredenciamento de disciplina de Pós-Graduação
- 2005Conhecimentos de Gestantes com hipertesão arterial na gravidez sobre a doençaRossana Pulcineli Vieira Francisco · Parecer sobre projeto de pesquisa
- 2005Mudança de curso de mestrado para doutorado e Credenciamento específicoRossana Pulcineli Vieira Francisco · Programa de pós-graduação doenças infeccciosas e parasitárias
- 2005Credenciamento específico para orientação, curso de mestradoRossana Pulcineli Vieira Francisco · Parecer
- 2005Recredenciamento de orientador, curso de doutoradoRossana Pulcineli Vieira Francisco · Parecer
- 2005Estudo do comportamento da velocidade de fluxo no ducto venoso e na veia cava inferior dos fetos nas gestações isoimunizadasRossana Pulcineli Vieira Francisco · Revisor
- 2004Ocitocina em cesarianas eletivas. Influência da raquianestesia e da variação da dose e velocidade de infusão sobre a concentração plásmática de ocitocinaRossana Pulcineli Vieira Francisco · Projeto de Pesquisa
- 2004Dopplervelocimetria do ducto venoso na predição de acidemia fetalRossana Pulcineli Vieira Francisco · Revisão de artigo científico
- 2004Pedido de mudança de curso de mestrado para doutoradoRossana Pulcineli Vieira Francisco · Parecer do Relator
- 2004Credenciamento específico curso de doutoradoRossana Pulcineli Vieira Francisco · Parecer do Relator
- 2004Credenciamento de co-orientadorRossana Pulcineli Vieira Francisco · Parecer do Relator
- 2004Pedidos de: 1. mudança de orientador do pós-graduação e Credenciamento de co-orientadorRossana Pulcineli Vieira Francisco · Parecer do Relator
- 2004Aceitação de equivalência do título de mestre para atribuição de créditos para fins de doutoradoRossana Pulcineli Vieira Francisco · Parecer do Relator
- 2004Aceitação de equivalência do título de mestre para atribuição de créditos para fins de doutoradoRossana Pulcineli Vieira Francisco · Parecer do Relator
- 2004Implicações emocionais relacionadas à via de partoRossana Pulcineli Vieira Francisco · Parecer
- 2003Estudo de gestações gemelares com fetos de crescimento discordantesRossana Pulcineli Vieira Francisco · Análise de projeto de pesquisa
- 2003Freqüência Cardíaca Fetal e Dopplervelocimetria das artérias umbilicais entre 18 e 20 semanas de gestação em casos de diabetes melito pré-gestacionalRossana Pulcineli Vieira Francisco · Projeto de Pesquisa
- 2003Vistoria dos Programas de Residência Médica da Universidade Federal de São PauloRossana Pulcineli Vieira Francisco · Recredenciamento do Programa de Obstetrícia e Ginecologia
- 2002Tratamento do diabetes melito gestacionalRossana Pulcineli Vieira Francisco · Análise de artigo cinetífico
Projetos
35 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2024 – presentePesquisa
Reestruturação e redesenho da rede de atenção materna e perinatal no estado de São Paulo para redução da razão de mortalidade materna, fetal e neonatal (ReMaP)
Valores elevados de razão de mortalidade materna (RMM) e de mortalidade infantil são indicadores de condições socioeconômicas precárias, baixa escolaridade e de dificuldade de acesso a serviços de saúde de qualidade, constituindo metas importantes para se atingir o desenvolvimento sustentável entre os países. Em 2015 consolidou-se a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Esta agenda tem em seu Objetivo 3 assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades. Para adequar os indicadores globais da Agenda 2030 à realidade brasileira, o Governo Federal, em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), propôs para a meta 3.1, reduzir a RMM para no máximo 30 mortes por 100 mil nascidos vivos e como meta 3.2. reduzir a mortalidade neonatal para no máximo 5 por mil nascidos vivos até 2030. Para alcançar estas metas é necessário esforço político, científico e estratégico. Uma das estratégias é permitir acesso a dados públicos de maneira estruturada e com responsabilidade para que a sociedade tenha acesso à informação, que gestores públicos possam tomar decisões baseadas em evidências e que as discussões sobre políticas públicas sejam embasadas em dados confiáveis, uma necessidade que na Obstetrícia se torna evidente pela dificuldade que temos enfrentado na redução da mortalidade nesta população. O objetivo principal deste projeto é alcançar redução da mortalidade materna, fetal e neonatal, por meio de análise, redesenho e monitoramento da rede de atenção materna e perinatal (contribuição científica para a gestão de políticas públicas) realizados por pesquisadores especializados na área de ciência de dados, epidemiologia e de atenção materno-infantil em trabalho conjunto com gestores da secretaria estadual de saúde. Este projeto tem como característica predominante do processo de gestão pública, as políticas públicas em execução (PEX) no âmbito da rede de atenção materna e perinatal do Estado de São Paulo, um programa de governo estabelecido pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Apesar ser um programa consolidado, as dificuldades observadas para a redução da mortalidade materna, fetal e neonatal no Estado de São Paulo, tornam esse projeto de suma importância visto que vislumbramos oportunidade de melhoria nesta linha de cuidado, com a construção de instrumentos para monitoramento e análise das diferentes iniciativas, bem como pela possibilidade de redesenho, adequação e qualificação da rede, baseada em análises de dados. Serão utilizados os bancos de dados: SINASC (Sistema Nacional sobre Nascidos Vivos), SIM (Sistema de Informação sobre Mortalidade), CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde), SIHSUS (Sistema de Informações Hospitalares do SUS), os dados do IBGE (Censo, PNAD e PNADC), além de dados da regulação e dos planos da Rede Cegonha de cada uma das RRAS. Essas bases serão tratadas e carregadas utilizando o fluxo ETL (extract, transform, load) e as análises serão realizadas utilizando os programas abertos R e Python. Para integralizar as informações serão aplicados algoritmos de similaridade entre os dados identificados, seja por alguma variável chave ou por meio de um modelo probabilístico. Nas análises de associação e de predição serão considerados modelos e algoritmos supervisionados e não supervisionados de machine learning. Serão também construídos painéis de monitoramento com atualização em tempo real disponíveis para gestores e toda população. Serão utilizados softwares livres e a documentação de cada análise será divulgada permitindo transparência de reprodutibilidade.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de SP · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Marco Aurélio Knippel Galletta, Rafaela Alkmin da Costa, Mario Henrique Burlacchini de Carvalho, Fernanda Spadotto Baptista, ROLNIK, DANIEL LORBER, Edmund Chada Baracat, Maria de Lourdes Brizot +5 integrantes
- Em andamento2024 – presentePesquisa
Predição de resultados adversos maternos e fetais em gestações de alto risco: coorte prospectiva
A mortalidade materna e infantil sempre foi uma preocupação mundial, pois são importantes indicadores de saúde e condições de vida da população. Desta maneira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) projetou os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) para que até 2030 todos os países reduzam as mortes maternas para menos de 70 mortes por 100 mil nascidos vivos, além de acabar com mortes evitáveis de recém-nascidos e crianças menores de 5 anos para 10 por 1.000 nascidos vivos. O Brasil ainda está muito distante de cumprir essas metas, principalmente depois da pandemia de COVID-19. Sabe-se que o acompanhamento pré-natal e pós-natal, com equipes bem preparadas e protocolos estruturados são fundamentais para melhorar esses índices. O Disciplina de Obstetrícia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) é um centro de referência no atendimento de gestações de alto risco e possui protocolos assistenciais bem definidos e publicados desde 1997. Sendo assim, o presente projeto tem como objetivo descrever as alterações encontradas em gestações de alto risco acompanhadas Clínica Obstétrica do HCFMUSP, ao longo de seu pré-natal, parto e puerpério a fim de predizer resultados adversos maternos e fetais em gestantes de alto risco. Serão incluídas no estudo gestantes que realizaram pré-natal na Clínica Obstétrica do HCFMUSP e assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido, no período de 01/05/2024 à 01/05/2034. Todos os procedimentos e dados coletados serão realizados de acordo com os protocolos assistenciais publicados na Clínica de Obstetrícia da FMUSP e suas atualizações.
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Seizo Miyadahira, Regina Schultz, Mario Macoto Kondo, Pedro Paulo Pereira, Joelma Queiroz Andrade, Eliane Hase Azeka, Maria de Lourdes Brizot +29 integrantes
- Em andamento2020 – presentePesquisa
Estudo exploratório em COVID-19 na gestação
Objetivos: Avaliar a evolução clínico-laboratorial, passagem transplacentária, resultados gestacionais e neonatais em gestações com SARS-CoV-2 positivo. Material e métodos: Serão incluidas 150 gestantes internadas com sintomas e diagnóstico de SARS-CoV-2 no HC-FMUSP(Hospital COVID) e 450 gestantes assintomáticas com sorologia para SARS-CoV-2 testada (150 com sorologia positiva e 300 com sorologia negativa) na ocasião do parto no HU-USP (Hospital não COVID). Dados referentes a antecedentes pessoais, obstétricos, doenças prévias, complicações na atual gestação, idade gestacional no diagnóstico de SARS-CoV-2, evolução da gestação, resultados laboratoriais de hemograma e outros a depender do quadro, resultados de exames de ultrassonografia e vitalidade fetal, resultados de parto, resultados neonatais serão coletados. Em todas as coletas na ocasião do parto (HC-FMUSP e HU-USP) a transmissão vertical será avaliada por meio da investigação do SARS-CoV-2 nos seguintes materiais biológicos: sangue materno, líquido amniótico, sangue de cordão umbilical, placenta, restos ovulares (em abortamentos iniciais), swab de secreções em caso de natimorto, colostro materno. Também será realizada autópsia minimamente invasiva nos casos de natimorto. A investigação relacionada às complicações pós-virais envolverá as pacientes do HC-FMUSP e HU-USP. As pacientes serão abordadas para avaliação psicológica, avaliação da modulação autonômica cardíaca e da diabetes durante o seguimento pré-natal após o diagnóstico de SARS-CoV-2 e no pós-parto. Resultados esperados: espera-se ajudar a esclarecer as dúvidas que ainda pairam em relação à infecção por SARS-CoV-2 na gestação.
Financiadores- Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Regina Schultz, Maria de Lourdes Brizot, Mariana Yumi Miyadahira, Fernanda Spadotto Baptista, Mara Sandra Hoshida, MAEDA, MARIANE DE FÁTIMA Y., Werther Brunow de Carvalho +19 integrantes
- Em andamento2020 – presentePesquisa
Observatório Obstétrico Brasileiro
A importância de permitir o acesso a dados públicos de maneira estruturada e com responsabilidade faz com que a sociedade tenha acesso à informação, que gestores públicos possam tomar decisões baseadas em evidências e que as discussões sobre políticas públicas sejam embasadas em dados confiáveis. Na área da Obstetrícia, em especial, há algumas discussões sobre políticas públicas para gestantes, fetos e recém-nascidos que, muitas vezes, não são pautadas em dados científicos e/ou análise de dados públicos. Com essa motivação, propomos um observatório obstétrico por meio de uma plataforma interativa de monitoramento e análise de dados públicos da área de Obstetrícia do Brasil. Nesse observatório serão disponibilizadas as análises exploratórias, com visualização online, dinâmica e com filtragens escolhidas pelo usuário, além dos resultados de análises e modelos preditivos para os desfechos de interesse. Dentre as análises propostas, destacamos a seção do Observatório Pandemias e Obstetrícia, em que objetivamos avaliar os impactos das pandemias (H1N1 em 2009 e COVID-19 em 2020) na saúde materna, fetal e neonatal, assim como identificar as diferenças entre elas e suas consequências para que seja possível desenhar políticas públicas para crises futuras. Outro destaque é feito para a seção Indicadores, destinada à criação de indicadores obstétricos obtidos com bases de dados públicos, assim como às análises de associação entre indicadores socioeconômicos e indicadores obstétricos já existentes e os que serão criados. Como exemplo, ferramentas serão criadas para identificar os principais fatores associados a elevadas porcentagens de partos prematuros e de cesáreas nos diferentes grupos de Robson, em nível municipal. Estes são temas relevantes, uma vez que cesáreas sem indicação obstétrica podem ter impacto negativo para a saúde, além da associação de prematuridade e complicações tanto perinatais como no desenvolvimento infantil. A abordagem ambiental também será contemplada neste observatório ao conectar bancos de dados que nos informem sobre as condições climáticas, poluição, e agricultáveis que possam influenciar os resultados obstétricos e fetais frente à exposições maternas durante o período pré-gestacional e gestacional nas diferentes regiões do país; aspecto que é pouco explorado em nosso país. Para realizar as análises de interesse, pretendemos usar os seguintes bancos de dados: SINASC (Sistema Nacional sobre Nascidos Vivos), SIM (Sistema de Informação sobre Mortalidade), CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde), SIHSUS (Sistema de Informações Hospitalares do SUS), BASIS (Breastfeeding Information System), SIVEP Gripe, BDMEP-INMET (Banco de Dados Meteorológicos do Instituto Nacional de Meteorologia), bases de dados sobre a qualidade do ar fornecidas pelas agências estaduais de meio ambiente e os dados do IBGE (Censo, PNAD e PNADC). Essas bases serão tratadas e carregadas utilizando o fluxo ETL (extract, transform, load) e as análises serão realizadas ao utilizar os programas abertos R e Python. O site do Observatório será feito em WordPress (br.wordpress.org), embutindo visualizações feitas em Shiny (https://shiny.rstudio.com) e em Kibana (www.elastic.co/pt/kibana). Um desafio será integralizar as informações dos diferentes bancos de dados. Para isso, serão aplicados algoritmos de similaridade entre os dados identificados, seja por alguma variável chave (por exemplo, número de identificação social) ou por meio de um modelo probabilístico.
Financiadores- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · AUXILIO_FINANCEIRO
- Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico · BOLSA
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Karen Cristine Abrão, Rafaela Alkmin da Costa, Maria de Lourdes Brizot, Mario Henrique Burlachini de Carvalho, RODRIGUES, AGATHA SACRAMENTO, Cristiane de Freitas Paganoti, Veridiana Freire Franco +7 integrantes
- Em andamento2019 – presentePesquisa
Mortalidade Fetal: desafios do conhecimento e da intervenção
Embora a mortalidade fetal represente um crescente e importante componente da mortalidade na infância, ainda é insuficientemente conhecida, valorizada e estudada enquanto problema de saúde pública, e principalmente por meio de abordagens que integrem as dimensões biológicas, epidemiológicas e sociais. Assim, este estudo pretende contribuir para a diminuição da mortalidade fetal por meio da compreensão da complexa gama de aspectos relacionados ao óbito fetal sob perspectiva multidisciplinar, de modo a fornecer subsídios para o desenvolvimento de políticas públicas e protocolos de atenção pré-natal e ao parto, voltados para sua prevenção, acolhimento da gestante nos serviços de saúde e apoio aos familiares no luto após a perda fetal. Pretende-se desenvolver estudo de caso-controle prospectivo, com 415 casos (óbitos fetais) e 415 controles nascidos vivos (aleatórios) em hospitais da rede municipal e estadual da cidade de São Paulo. O tempo estimado para a coleta de dados é de 2 (dois) anos. Serão realizadas entrevistas hospitalares com mães de casos e controles, aplicados protocolos para coleta de dados dos prontuários, copiados os cartões de pré-natal das gestantes. Serão coletados sangue materno e do cordão umbilical e a placenta, para análise dos marcadores de angiogênese séricos e teciduais, de exposição à poluição do ar e de infecção. Será também realizada autópsia minimamente invasiva (exames de imagem e histopatológico guiado por biópsia) e autópsia tradicional. Serão realizadas entrevistas com gestores dos hospitais e entrevistas com a mãe após 2 meses de perda fetal em amostra de 100 casos para apreender o processo de luto das famílias. Análises irão identificar fatores de risco para óbitos fetais, investigar as suas inter-relações e estimar as contribuições individuais para a mortalidade fetal neste cenário, bem como necessidades de apoio para as famílias enlutadas; resultados serão divulgados nas comunidades científicas e políticas.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Mara Sandra Hoshida, PASTRO, LUCIANA DUZOLINA MANFRÉ, Clarisse Martins Machado, Nelson da Cruz Gouveia, Hillegonda Maria Dutilh Novaes, Marcia Furquim de Almeida, Zilda Pereira da Silva +6 integrantes
- Em andamento2018 – presentePesquisa
Criação de score preditor de acretismo placentário baseado em sinais de ressonância magnética
Acretismo placentário é definido como um defeito na decídua basal que permite a invasão de vilos coriônicos no miométrio, sendo atualmente uma causa significativa de morbidade e mortalidade materna devido aos riscos de hemorragias relacionadas ao parto, se tornando uma das maiores causas de histerectomia em emergências relacionadas ao parto. Sua prevalência têm aumentado recentemente principalmente devido ao aumento nos números de cesárea, sendo este um dos principais fatores de risco para seu desenvolvimento, assim como a presença de placenta prévia. O diagnóstico pré-natal adequado é de suma importância para a preparação adequada do parto, sendo que o ultrassom permanece a sua principal ferramenta diagnóstica. Contudo, alguns casos ainda permanecem um desafio e tem se aumentado o número de ressonâncias magnéticas (RM) para sua avaliação adicional, notadamente nos casos em que a placenta tem localização posterior. O estudo tem como objetivo avaliar a prevalência de sinais de acretismo placentário na RM descritos na literatura, bem como a impressão subjetiva da avaliação do exame por radiologistas, correlacionando estes dados com achados intra-operatórios e de anátomo-patológico, afim de se criar um score preditor de acretismo placentário na RM. Como objetivo secundário avaliar a variabilidade interobservador na análise da ressonância e do score proposto. É um estudo retrospectivo, selecionando-se pacientes que tinhas sinais suspeitos de acretismo placentário ao ulrassom e foram submetidas ao exame de RM entre julho de 2008 a dezembro de 2017. Dois radiologistas abdominais com diferentes níveis de experiência e cegos para o estudo irão avaliar os exames de RM de maneira retrospectiva e atribuindo uma pontuação baseada na escala de likert (1-5) para cada critério radiológico descrito: banda de baixo sinal em T2, banda com alto sinal em T1, vascularização intraplacentária anormal, abaulamento da placenta, afilamento miometrial, heterogeneidade da placenta e protrusão da placenta pelo canal cervical, além de uma impressão subjetiva de cada examinador. Também serão colhidas informações clínicas relevantes como idade materna, raça materna, paridade, cesáreas anteriores, além de outras cirurgias uterinas. Todas as informações serão avaliadas de maneira independente e em conjunto afim de se identificar quais são mais relevantes para o estabelecimento do diagnóstico e para a derivação do score proposto.
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Renata Franco Pimentel Mendes, Rodrigo Pamplona Polizio, Mario Makoto Kondo, Fernando Ide Yamauchi
- Em andamento2018 – presentePesquisa
Uso da meditação como terapêutica complementar no tratamento da hipertensão no período gestacional
Introdução: A gestação se relaciona íntimamente com a hipertensão arterial, sendo fator de agravação para hipertensão arterial crônica já existente, ou fator gatilho para mulheres normotensas (pré-eclâmpsia). O desequilibrio gestacional hipertensivo, na maioria das vezes é gerenciado convencionalmente com a internação da gestante e/ou o uso de anti-hipertensivos, tratamento este que pode vir acompanhando de alguns riscos. Neste ponto há uma grande discussão acerca do estilo de vida e o impacto deste indicador na saúde das pessoas. Assim, uma intervenção simples, de baixo custo e que comporta um aumento progressivo de evidências sobre seus efeitos na saúde e mais especificamente na hipertenção é a prática de meditação. Objetivo: Avaliar o efeito da meditação como terapêutica complementar em gestantes hipertensas. Métodos: Ensaio clínico randomizado, controlado e cego que irá realizar intervenção de meditação entre agosto de 2018 e dezembro de 2019 na Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. As pacientes serão divididas em dois grupos: Grupo I, pacientes que realizaram meditação e Grupo II, aquelas que somente receberão os cuidados habituais do ambulatório. Serão avaliadas diferenças entre variáveis e entre os grupos de estudo. Para análise estatística, esta, irá depender da adequada análise da distribuição dos dados. Serão considerados significantes valores de p<0.05.
Financiadores- Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior · BOLSA
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Maria Rita Lemos Bortollotto, Eliane Aparecida Alves, Fernanda Spadotto Baptista, Marcelo Zugaib, Fabiana de Almeida Andrade, Thamara Rocha Mendes Izidoro
- Em andamento2016 – presentePesquisa
Análise de variáveis clínicas, laboratoriais e resultados perinatais de gestantes diabéticas tipo 1 tratadas com múltiplas doses diárias de insulina ou sistema de infusão contínua sub-cutânea
O mau controle glicêmico de pacientes diabeticas durante a gestação implica em piores resultados perinatais, tais como mal formações fetais, macrossomia, sofrimento e óbito fetal. O esquema de tratamento proposto para as gestantes com diabetes baseia-se em doses múltiplas doses diárias de insulina (MDDI). Valendo-se dos distintos tempos de ação dos diversos tipos de insulina (ação lenta, rápida e ultra-rápida) e organizando sua administração em doses e horários diferentes, em grande parte das pacientes o alvo é atingido. Nas pacientes em que a terapêutica ambulatorial não alcança as metas glicêmicas, a internação hospitalar para adequação de dieta e modificações no esquema de insulina pode otimizar o tratamento. Mesmo assim, ainda há gestantes que apresentam controle glicêmico inadequado a despeito da internação. Para essas pacientes, na Clínica Obstétrica do HC-FMUSP, tem sido opção o uso de Sistema de Infusão Contínua de Insulina (SICI). Os estudos que avaliaram os resultados perinatias de pacientes que utilizaram SICI não encontram diferenças significativas quando comparados as pacientes em uso de MDDI. Porém as pacientes usuárias de SICI nos estudos realizados são selecionadas de forma randomizada no grupo de diabeticas tipo 1. É objetivo do estudo analisar dados clínicos e laboratoriais, e resultados perinatais, de pacientes diabéticas tipo 1 que fizeram uso de SICI na gestação com os critérios adotados na clínica obstétrica HC-FMUSP e compará-los ao de portadoras de diabetes tipo 1 que não tiveram indicação de uso de SICI durante a gravidez. Serão avaliados retrospectivamente dados de pacientes diabéticas tipo 1 acompanhadas durante o pré-natal no Setor de Endocrinopatias e Gestação da Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo no período de julho de 2006 a fevereiro de 2012 e prospectivamente a partir desta data.
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Rafaela Alkmin da Costa, BERNARDES, LISANDRA STEIN, Rodrigo Rocha Codarin, Marcelo Zugaib, Patrícia Andrade Batista
- Em andamento2016 – presentePesquisa
Estudo da cardiotocografia computadorizada e dos resultados perinatais em gestantes com hipertensão arterial
Introdução: O acompanhamento das gestações complicadas pelo aumento dos níveis pressóricos tem, na avaliação da vitalidade fetal, instrumento propedêutico fundamental para o seguimento e diagnóstico precoce das repercussões ao compartimento fetal. O meio de avaliação mais difundido para essa avaliação é o estudo da frequência cardíaca fetal (FCF), por meio da cardiotocografia, que fornece dados importantes no que concerne à hipoxemia fetal. Com o intuito de aprimorar o estudo da FCF, a cardiotocografia computadorizada (cCTG) traz, além dos parâmetros já estudados pela cardiotocografia convencional, parâmetros como a variação de curto prazo e os episódios de alta e baixa variação, que se correlacionam com o sofrimento fetal. A avaliação dos diferentes parâmetros da cCTG, no contexto das gestações complicadas pela hipertensão arterial, surge como instrumento importante para, em conjunto com as alterações de fluxo placentário e fetal, determinar o momento adequado para o parto ao correlacionar o risco de sofrimento intrauterino e o da prematuridade extrema. Objetivo: Analisar os resultados dos parâmetros da cCTG em gestantes hipertensas com diagnóstico de insuficiência placentária versus gestantes hipertensas com função placentária normal. Como objetivos secundários, visa-se comparar os resultados perinatais observados nos grupos em estudo; e avaliar o desempenho da cCTG na predição dos resultados perinatais adversos.Métodos: Estudo observacional retrospectivo que irá avaliar os dados em prontuários de gestantes com diagnóstico de Hipertensão Arterial e que realizaram a cCTG anteparto, no período de Junho de 2013 a Junho de 2015 na Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP). As pacientes serão divididas em dois grupos: Grupo I, pacientes com função placentária normal, e Grupo II, pacientes com diagnóstico de insuficiência placentária. Serão avaliadas diferenças em variáveis dos padrões da cCTG, bem como dados referentes à outros parâmetros da vitalidade fetal e resultados perinatais. Para a análise estatística serão utilizados o t Student e teste exato de Fisher para as variáveis de distribuição normal; e os testes de Mann Witney e qui-quadrado para as variáveis de distribuição não normal. Serão considerados significantes valores de p<0.05.
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Seizo Miyadahira, Marcelo Zugaib, Marina de Oliveira Gonzales
- Em andamento2015 – presentePesquisa
Estudo retrospectivo dos resultados perinatais das formas graves de síndromes hipertensivas na gestação associadas às trombofilias
A etiologia da Doença Hipertensiva do Estado Gestacional (DHEG) ainda não foi completamente esclarecida. Existem atualmente três grandes hipóteses que poderiam explicar tal evento: Deficiência da invasão trofoblástica, Fatores Imunológicos, Lesão endotelial e alterações inflamatórias. A pré-eclampsia é associada com alterações microvasculares e depósito de fibrina que são um indicativo da ativação plaquetária e da cascata de coagulação, bem como disfunção endotelial generalizada. As manifestações desta doença não devem ser consideradas como uma entidade única mas sim como uma resposta do organismo materno à placentação anormal. O resultado perinatal destas pacientes ainda foi muito pouco estudado, dado que estes casos são raros em relação às gestações normais.
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), BERNARDES, LISANDRA STEIN, Fernanda Spadotto Baptista, Werther Brunow de Carvalho, Vera Lúcia Jornada Krebs, Marcelo Zugaib, BORTOLOTTO, MARIA RITA DE FIGUEIREDO LEMOS, Mariana Azevedo Carvalho
- Em andamento2015 – presentePesquisa
Repercussões materno-fetais do diabetes gestacional após adoção dos critérios diagnósticos propostos pela International Association of Diabetes and Pregnancy Study Groups (IADPSG):Um estudo de coorte
O diabetes gestacional (DMG) é a complicação hormonal mais frequente durante a gestação. Sua ocorrência implica aumento do risco de complicações maternas e fetais e, por isso, seu diagnóstico e tratamento são de extrema importância. Desde a adoção dos novos critérios diagnósticos propostos pela International Association of Diabetes and Pregnancy Study Groups(IADPSG) em 2010, um número cada vez maior de casos de hiperglicemia leve tem demandado seguimento e tratamento. A necessidade e o benefício do tratamento nestes casos de hiperglicemia leve têm sido discutidos mundialmente. Mulheres que tiveram diagnóstico de DMG têm risco aumentado para DM tipo 2 nos anos subsequentes à gestação e a frequência desta condição não está bem estabelecida desde a adoção dos novos critérios diagnósticos, em que casos mais leves são selecionados para tratamento. Acredita-se que,além da glicemia propriamente dita, outros fatores (como o perfil lipídico, a obesidade, a dosagem de adipocinas) também possam estar relacionados às repercussões do DMG sobre o binômio materno-fetal, uma vez que gestaçõescom controle glicêmico satisfatório também podem apresentar complicaçõesrelacionadas à doença e risco aumentado de DM tipo 2 em longo prazo. O presente estudo propõe-se ainvestigar fatores associados à necessidade do uso de insulina, à ocorrência de complicações perinatais e ao diagnóstico pósparto de DM tipo 2 em mulheres com diagnóstico de DMG pelos critérios atuais sugeridos pela IADPSG.
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Rafaela Alkmin da Costa, PAGANOTI, CRISTIANE DE FREITAS, Vanessa Averof Honorato de Almeida, Katia Kosorus
- Em andamento2015 – presentePesquisa
Fator de crescimento placentário na identificação de fetos pequenos constitucionais: resultados obstétricos, neonatais e características histológicas das placentas
A diferenciação entre fetos com restrição de crescimento fetal (RCF) e pequenos constitucionais (PqC) mostra-se essencial na prática clínica. A falha na invasão trofoblástica pode alterar a síntese de substâncias pelo trofoblasto, aumentando a produção de citocinas pró-inflamatórias, fatores angiogênicos e antiangiogênicos. Na RCF parece haver uma diminuição tanto da circulação no sangue materno como da expressão placentária de um fator angiogênico, o fator de crescimento placentário (PlGF). Serão selecionadas100 gestantes com níveis normais de PlGF(entre 28 e 31 semanas e 33 a 36 semanas) e divididas em dois grupos de acordo com a adequação do peso para a idade gestacional (ultrassonografia obstétrica): fetos com peso estimado abaixo do percentil 10 para a idade gestacional e dopplervelocimetria de artéria umbilical normal (50) e fetos com peso estimado entre os percentis 25 e 75 para a idade gestacional (50). A detecção das concentrações de PlGF circulante será realizada por meio do teste Triage® PLGF (RapidQuantitative Test for PlacentalGrowthFactor) ALERE.Os grupos serão comparados quanto a resultados obstétricos e neonatais e quanto a características histológicas observadas nas placentas. Para a análise estatística serão utilizados os testes de Qui-Quadrado, exato de Fisher e Kruskal Wallis e será adotado o nível de significância de 5%.
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco, Regina Schultz, Vera Lúcia Jornada Krebs, Silvio Martinelli (Responsável), Roberto Eduardo Bittar, Marcelo Zugaib, Carolina Freire
- Em andamento2014 – presentePesquisa
Fatores associados ao uso de insulina em pacientes diagnosticadas para diabetes gestacional pelos novos critérios da IADPSG
O diabetes gestacional (DMG) é a complicação hormonal mais freqüente durante a gestação. Uma vez que seu diagnóstico implica risco aumentado de complicações tanto maternas quanto fetais, torna-se muito importante seu diagnóstico precoce, que pode ser feito em muitos casos pela dosagem da glicemia de jejum. Desde a adoção dos novos critérios diagnósticos propostos pela IADPSG em 2010, a necessidade de tratamento dos casos de hiperglicemia leve diagnosticados pela alteração da glicemia de jejum tem sido discutida mundialmente. O objetivo deste estudo é investigar fatores associados à necessidade do uso de insulina em gestantes que receberam o diagnóstico de DMG pela alteração da glicemia de jejum no início do pré-natal, bem como identificar fatores associados a desfechos adversos da gestação neste grupo de gestantes.
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco, Rafaela Alkmin da Costa (Responsável), Marcelo Zugaib, Tatiana Silva de Assunção, Ana Claudia Rodrigues Lopes Amaral de Souza
- Em andamento2013 – presentePesquisa
Efetividade de ferramentas de comunicação na frequência do retorno para reavaliação do nível glicêmico no puerpério de mulheres com diabetes gestacional
As pacientes que desenvolvem diabetes gestacional estão sob maior risco de permanecerem diabéticas logo após o parto ou desenvolverem o diabetes melito nos anos subsequentes à gestação. É possível detectar esta condição já no puerpério, por meio da realização do teste oral de tolerância à glicose. Apesar disso, muitas gestantes deixam de realizar esta avaliação. O presente estudo tem como objetivo avaliar a eficácia da implantação de um sistema de lembrete telefônico no aumento na taxa de retorno das gestantes para a reavaliação glicêmica no puerpério. Será realizado um estudo prospectivo randomizado na Divisão de Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), comparando a taxa de retorno para avaliação glicêmica no puerpério de pacientes com diagnóstico de diabetes gestacional. Estima-se que serão necessárias 54 pacientes em cada grupo, somadas a 20% de perdas, totalizando 130 pacientes. As puérperas serão divididas em dois grupos, em ambos a paciente será informada sobre a data agendada para a realização do teste e sobre a importância do mesmo na sua alta hospitalar após o parto, conforme a conduta habitualmente adotada no serviço. No grupo estudo as pacientes receberão ligação telefônica para lembrar sobre o exame uma semana antes da data agendada, enquanto que o grupo controle não receberá tal ligação. A frequência de retorno será comparada entre os grupos. A partir dos resultados obtidos com esta pesquisa, podem ser implantadas estratégias que aumentem a possibilidade de diagnóstico de diabetes ou intolerância à glicose no puerpério de pacientes diabáticas gestacionais.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Marcelo Zugaib, Karen Cristine Abrão, Rafaela Alkmin da Costa, Carolina de Souza Coelho Waterkemper, Rodrigo Rocha Codarin
- Em andamento2013 – presentePesquisa
Influência da orientação telefônica sobre os resultados da automonitorização glicêmica de pacientes com diabetes melito gestacional
O Diabetes melito caracteriza-se por ser uma doença crônica e evolutiva que altera o metabolismo de carboidratos, lipídios, proteínas e eletrólitos. Implica na deficiência de secreção e/ou ação da insulina o que gera um estado hiperglicêmico; processos este que durante a gestação podem repercutir no bem estar materno fetal e perinatal. A hiperglicemia materna desencadeia alterações na homeostase fetal, levando, por exemplo, a fetos grandes para a idade gestacional (GIG), macrossomia, aumento das taxas de cesárea, traumas de parto, distocia de ombro, além de hipoglicemia, hiperbilirrubinemia, hipocalcemia, policitemias fetais, distúrbios respiratórios neonatais e óbito fetal intrauterino, representando risco para a mãe e para o seu filho. O tratamento da doença consiste em orientação alimentar, realização de atividade física e automonitorização glicêmica. Considerando que se trata de doença de caráter transitório e muitas vezes inesperada pelas pacientes, a compreensão do tratamento e adesão ao mesmo são mais difíceis. Considerando a relevância do tópico, o presente estudo tem por objetivo analisar a eficácia da orientação telefônica feita por profissionais de saúde sobre os resultados da automonitorização glicêmica em gestantes diabéticas gestacionais. Serão estudadas 206 pacientes do setor de Endocrinopatias e Gestação da Clínica Obstétrica do HCFMUSP. Com o resultado deste estudo, pretende-se melhorar a aderência à automonitorização glicêmica entre gestantes diabéticas gestacionais, possibilitando a melhora nos resultados do tratamento.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Marcelo Zugaib, Karen Cristine Abrão, Daiane Fiuza Valentini, SOUSA, ANA MARIA DA SILVA
- Em andamento2008 – presentePesquisa
Prevalência de intolerância à glicose e diabetes melito, seis semanas após o parto, em pacientes que tiveram diagnóstico de diabetes gestacional
ESTE ESTUDO PRETENDE AVALIAR POSSÍVEL CORRELAÇÃO ENTRE A OCORRÊNCIA DE DIABETES GESTACIONAL E A INTOLERÂNCIA À GLICOSE OU DIABETES DIAGNOSTICADA 60 DIAS APÓS O PARTO. SERÃO AVALIADAS RETROSPECTIVAMENTE 350 PACIENTES QUE APRESENTARAM DIABETES GESTACIONAL E QUE REALIZARAM TESTE DE TOLERÂNCIA À GLICOSE NO PUERPÉRIO. SERÃO AINDA AVALIADOS OS POSSIVEIS FATORES DE RISCO QUE SE ASSOCIAM A OCORRÊNCIA DESSA OCORRÊNCIA
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Marcelo Zugaib, Andreza Cadima Silva, Andreia David Sapienza, T C Trindade
- Em andamento2008 – presentePesquisa
Identificação de fatores preditores do uso de insulina em gestantes diabéticas gestacionais
OS RESULTADOS MATERNOS E FETIAS DAS GESTAÇÕES COMPLICADAS PELO DIABTES GESTACIONAL DEPENDEM EM GRANDE PARTE DO CONTROLE GLIC~EMICO. INADEQUAÇÕES DESSE CONTROLE GERAM COMPLICAÇÕES NEONATAIS E ATÉ ÓBITO PERINTAL E, PORTANTO, ESFORÇOS INTENSOS SÃO DISPENDIDOS ANUALMENTE COM PESQUISAS QUE FOQUEM ESQUEMAS TERAPÊUTICOS QUE PERMITAM QUE AS GESTANTES ATINJAM E MANTENHAM CONTROLE GLICÊMICO SATISFATÓRIO. POR OUTRO LADO, O CONTROLE RIGOROSO NECESSITA DE RECURSOS FINANCEIROS E PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS DE TAL FORMA QUE POSSAM GARANTIR BONS RESULTADOS GESTACIONAIS. CONSIDERANDO QUE EXISTEM DIFERENTES NÍVEIS DE INTOLERÂNCIA À GLICOSE DURANTE A GESTAÇÃO ACREDITA-SE QUE O MANEJO TERAPÊUTICO POSSA SER DIFERENCIADO DE ACORDO COM O GRUPO DE INTOLERÂNCIA. RESERVAR-SE-IAM ASSIM, RECURSOS MAIS SOFISTICADOS PARA AS GESTANTES QUE TIVESSEM MAIOR DIFICULDADE NO CONTROLE GLICÊMICO, PERMITINDO ADMINISTRAR MELHOR OS RECURSOS DISPONÍVEIS EM TERMOS DE SAÚDE PÚBLICA. O PRESENTE ESTUDO VEM DE ENCONTRO A TAIS INTERESSES, NA MEDIDA EM QUE PROCURAR DISCENIR SUBPOPULAÇÕES DE ACORDO COM O RISCO DE USO DE INSULINA E, PORTANTO DE CONTROLE GLICÊMICO INSATISFATÓRIO COM DIETA E EXERCICIOS. EM RELAÃO AOS RISCOS E CUSTO DA PESQUISA, ELES INEXISTEM, JÁ SE TRATA DE ESTUDO RETORSPECTIVO, SEM PREJUIZO DE QUALIDADE, UMA VEZ QUE A COLETA DE DAODS DO SETOR E SISTEMÁTICA E PROSPECTIVA. O OBJETIVO DO PRESENTE ESTUDO É IDENTIFICAR FATORES QUE SEJAM CAPAZES DE PREDIZER O USO DE INSULINA EM GESTANTES PORTADORAS DE DIABETES MELITO GESTACIONAL. SERÃO AVALIADOS DADOS DE GESTANTES COM DIAGNÓSTICO DE DIABETES MELITO GESTACIONAL QUE REALIZARAM SEGUIMENTO PRÉ-NATAL NO AMBULATÓRIO DO SETOR DE ENDOCRINOPATIAS E GESTAÇÃO DA CLÍNICA OBSTÉTRICA DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FMUSP, NO PERÍODO DE JANEIRO DE 2003 A 31 DE DEZEMBRO DE 2007. EM CONSULTA AO BANCO DE DADOS DO SETOR DE ENDOCRINOPATIAS EXISTEM CADASTRADAS 474 PACIENTES DIABÉTICAS GESTACIOANIS DAS QUAIS 199 UTILIZARAM INSULINA, O QUE PREENCHE OS OBJETIVOS DO PRESENTE ESTUDO.
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Marcelo Zugaib, Andreia David Sapienza
- Em andamento2007 – presentePesquisa
Níveis sanguineos de fator de crescimento endotelial vascular e sua relação com a pré-eclâmpsia
Este estudo pretende avaliar possivel correlação entre alterações nos níveis plasmáticos de fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) e a ocorr~encia de pré-eclâmpsia. Como diversos estudos demonstram haver aumentos ou diminuições nos níveis de VEGF plasmático de gestantes com pré-eclâmpsia, pretendemos verificar essa variação através de comparações de amostras sanguineas venosas de gestantes normotensas e gestantes com pré-eclãmpsia leve e grave, após a vigésima semana de gestação e sem comorbidades que possam, por si, causar lesão ao endotélio. Nestas amostras, faremos a detecção da concentração de VEGF circulante através de método ELISA. Assim, queremos demonstrar se há correlação entre níveis de VEGF, o desenvolvimento de pré-eclâmpsia e sua gravidade, podendo indicar talvez possivel marcador precoce da doença ou mesmo sugerir mecanismo fisiopatogênico, o que pode ser útil futuramente para possiveis intervenções terapêuticas
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Maria Rita Lemos Bortollotto, Rafaela Alkmin da Costa, Gabriella Paiva Bento
- Em andamento2007 – presentePesquisa
Influência do uso de betametasona na predição de acidose no nascimento em gestações com diastole zero ou reversa à dopplervelocimetria das artérias umbilicais
SERÃO AVALIADAS 70 GESTAÇÕES COM DIÁSTOLE ZERO NAS ARTÉRIAS UMBILICAIS E QUE RECEBERAM BETAMETASONA PARA MATURAÇÃO PULMONAR FETAL COM POSTERIOR AVALIAÇÃO DA DOPPLERVELOCIMETRIA DE ARTÉRIAS UMBILICAIS CEREBRAL MÉDIA E DUCTO VENOSO. OS RESULTADOS DA DOPPLERVELOCIMETRIA ANTES DA UTILIZAÇÃO DO CORTICÓIDE, 24 HORAS APÓS A 1 DOSE E APÓS O CICLO COMPLETO, SEÃO UTILIZADOS PARA ANALISAR SUA RELAÇÃO COM A PRESENÇA DE ACIDOSE NO NASCIMENTO. ESTE ESTUDO TEM POR OBJETIVO AVALIAR, EM FETOS COM DIÁSTOLE ZERO NA DOPPLERVELOCIMETRIA DAS ARTÉRIAS UMBILICAIS, OS EFEITOS DO USO ANTENATAL DE BETAMETASONA NA ESTIMATIVA DA PROBABILIDADE DE ACIDOSE NO NASCIMENTO POR MEIO DA DOPPLERVELOCIMETRIA
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Marcelo Zugaib, Ribeiro, Renata Lopes
- Em andamento2005 – presentePesquisa
Avaliação pré-natal do volume e da vascularização das placentas após a administração de betametasona para a maturação pulmonar fetal em gestações complicadas por diástole zero
Avlaiar através de avali ção ultra-sonográfica tri-dimensional os possíveis efeitos do corticóide na vascularização placentária
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Seizo Miyadahira, Marcelo Zugaib, Rodrigo Ruano
- Em andamento2004 – presentePesquisa
Alterações na Dopplervelocimetria das artérias umbilicais e do perfil hemodinâmico fetal após administração de betametasona para maturação pulmonar fetal em gestações com diástole zero
Verificar após a admnistração de betametsona para maturação pulmonar as modificações na dopplervelocimetria fetal e feto-placentária
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Marcelo Zugaib, Alexandre Nobuki
- Concluído2004 – 2006Pesquisa
Dopplervelocimetria do ducto venoso em gestações com diástole zero o0u reversa. Estudo da onda A e análise dos resultados perinatais.
Dopplervelocimetria do ducto venoso em gestações com diástole zero o0u reversa. Estudo da onda A e análise dos resultados perinatais.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Andreza Cadima Silva
- Em andamento2004 – presentePesquisa
Ocorrência de trombofilias em gestações com diástole zero à dopplervelocimetria das artérias umbilicais
Pesquisar em pacientes com diástole zero a prevalência de trombofilias e compará-las com gestações normais
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco (Responsável), Seizo Miyadahira, Marcelo Zugaib, Tatiana P R Souza
- Em andamento2003 – presentePesquisa
Cardiotocografia com estímulo sônico: repercussões psico-emocionais maternas
A cardiotocografia é um exame que se baseia no comportamento da freguencia cardíaca fetal. Consiste em exames realizados por cardiotocógrafos que registram, em traçados próprios, a frequencia cardíaca do feto, nos diferentes estados comportamentais. Deste modo, registra eventos que dependem da atividades do sistema nervoso central. A cardiotocografia com estimação sônica tem como objetivo central alterar o comportamento fetal, ou seja, modificar o seu estao de sono para vigília, propiciando melhor acurácia do método. Este trabalho tem como objetivo avaliar a comprensão da gestante quanto a finalidade do exame de cardiotocografia com estimulação sônica, identificar as fantasias e os sentimentos desencadeados com o estímulo sonoro e a reação fetal. Serão convidadas a participar desse estudo 30 gestantes que se encontrarem no ambulatório da Divisão de Clínica Obstétrica, no setor de Vitalidade Fetal e que tiveram realizado o exame de cardiotocografia com estimulação sônica. Será realizada uma entrevista semi-dirigina com protocolo previamente elaborado e será aplicado o procedimento de desenhos-estórias com tema que, como técnica projetiva, terá a finalidade de avaliar as fantasias existentes acerca da relação fetal após o estímulo sônico.
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco, Roseli Mieko Yamamoto Nomura, Seizo Miyadahira, Marcelo Zugaib, Gláucia Rosana Guerra Benute (Responsável), Mara Cristina Souza de Lucia
- Em andamento2003 – presentePesquisa
Efeitos dos níveis glicêmicos nos padrões da frequencia cardiaca fetal avaliada pela cardiotocografia computadorizada em gestantes com diabetes melito.
Objetivos: Os objetivos deste estudo consistem em avaliar a influência da glicemia materna nos padrões da frequencia cardáca fetal avaliada pela cardiotocografia computadorizada e estudar os diferentes padrões de resposta da frequencia cardíaca fetal de acordo com o tipo de diabetes na gestação. Métodos: Estudos prospectivo, caso-controle e transversal. A população estudada incluirá gestantes entre 37 semanas e 38 semanas e 6 dias com diagnóstico de diabetes melito prévio à gestação - tipos I, tipo II, pacientes com diabetes gestacional e grupo controle de pacientes com rastreamento para diabetes negativo durante a gravidez (30 pacientes em cada grupo) acompanhadas no Pré-Natal na Clínica Obstétrica do HC-FMUSP. Cada paciente realizará, no período gestacional proposto, exame de cardiotocografia computadorizada por periodo de uma hora, e a glicemia capilar materna será avaliada no momento prévio ao exame, com 30 e 60 minutos de exame. Os parâmetros da FCF serão analisados de acordo com os níveis glicêmicos e conforme o tipo de diabetes.
EquipeRossana Pulcineli Vieira Francisco, Roseli Mieko Yamamoto Nomura (Responsável), Seizo Miyadahira, Marcelo Zugaib, Carlos Alberto Maganha, Verbênia Nunes Costa
Orientações
- Doutorado
desde 2023Carolina Burgarelli Testa · OrientaçãoObservatório Obstétrico Brasileiro · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2022Ana Maria Pearce de Arêa Leão Pinheiro · OrientaçãoOBSERVATÓRIO OBSTÉTRICO BRASILEIRO · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2021Gilmar de Souza Osmundo Júnior · OrientaçãoResultados perinatais e intercorrências obstétricas em gestantes com infecção vertical pelo vírus da imunodeficiência humana · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloEm andamento - Doutorado
desde 2021Ana Maria da Silva Sousa Oliveira · OrientaçãoEstudo exploratório em COVID-19 na gestação · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloEm andamento
Bancas julgadoras
282 registros- 2024Gabriella Ferreira DemarqueÓbito fetal: fatores de risco e causalidade · Saúde Pública · Universidade de São PauloBanca: Gizelton Pereira Alencar, Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Valéria Troncoso BaltarMestrado
- 2024Renata Gomes Sanches VerardinoRepercussão cardiovascular de longo prazo em mulheres com gravidez prévia complicada por doença hipertensiva grave · Cardiologia · Universidade de São PauloBanca: Luiz Aparecido Bortolotto, Rossana Pulcineli Vieira FranciscoDoutorado
- 2024Veridiana Freire FrancoGestantes e puérperas com diagnóstico de síndrome respiratória aguda grave no Brasil: predição de COVID-19 em casos sem diagnóstico etiológico definido · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, AGRA, ISABELA KARINE RODRIGUESDoutorado
- 2024Renata Franco Pimentel MendesProbabilidade de sofrimento fetal em gestações de alto risco por meio da avaliação da relação cerebroplacentária antes da indução de trabalho de parto · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Maria de Lourdes Brizot, Márcia Pereira BuenoDoutorado
- 2024ANNIE CAROLINE MAGALHÃES SANTOSAnálise dos desfechos maternos e perinatais em gestantes com doença renal crônica em terapia substitutiva e em gestantes com transplante renal · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira FranciscoExame de qualificação de mestrado
- 2024Renata BolibioSofrimento emocional de pacientes obstétricas internadas para tratamento de SARS-CoV-2: um estudo descritivo. · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Maria Silvia Vellutini SetubalExame de qualificação de mestrado
- 2024Amanda ManfroiHérnia diafragmática congênita tratada via oclusão endotraqueal por fetoscopia em centro universitário brasileiro · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Alessandra Cristina MarcolinExame de qualificação de mestrado
- 2024Análise das mudanças epidemiológicas e resultados obstétricos de gestantes adolescentes acompanhadas em pré-natal multidisciplinar no HC-FMUSP: desafios e experiência acumulada durante as últimas três décadas· Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Maria de Lourdes Brizot, Eliana Martorano Amaral, Silvana Maria QuintanaLivre-docência
- 2024Rastreamento de hiperglicemia pós-parto em mulheres com diabetes gestacional: estratégia de direcionamento da glicemia de jejum ou do teste oral de tolerância à glicose como exame diagnóstico· Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Maria de Lourdes Brizot, Eliana Martorano Amaral, Silvana Maria QuintanaLivre-docência
- 2023Vitória Espíndola Leite BorgesInquérito nacional sobre emergências obstétricas: a perspectiva do médico obstetra na prática clínica · Ginecologia e Obstetrícia · Universidade de São PauloBanca: Elaine Christine Dantas Moisés, Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Humberto Sadanobu HirakawaMestrado
- 2023Larissa Aparecida Cassiano CastroResultado da pesquisa dos principais agentes infecciosos em material fetal e seguimento pré-natal · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Henri Augusto KorkesMestrado
- 2023Mariane Massaini BarbieriImplante subdérmico como método contraceptivo no pós-parto imediato de adolescentes e mulheres jovens · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Fernanda Garanhani de Castro Surita, Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Rogerio Bonassi Machado, Patricia Moretti Rehder, Luiz Francisco Cintra BaccaroDoutorado
- 2023Henrique Diório de SouzaBacteriúria e infecção urinária em gestantes adolescentes: fatores de risco, modelos preditivos, desfechos obstétricos e perfil bacteriano comparativo · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Tadeu Coutinho, Silvana Maria QuintanaDoutorado
- 2023Odette del Risco SánchezViolência em gestantes e puérperas: prevalência e estratégia para sua abordagem em um serviço de atenção pré-natal e pós-natal · Tocoginecologia · Universidade Estadual de CampinasBanca: Fernanda Garanhani de Castro Surita, Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Rosana Teresa Onocko Campos, Arlete Maria dos Santos Fernandes, Carla Betina Andreucci PolidoDoutorado
- 2023Fabiana de Almeida AndradeMeditação como terapêutica complementar em gestantes hipertensas na transição do segundo para o terceiro trimestre de gestação · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Karen Cristine AbrãoDoutorado
- 2023Fernanda Spadotto BaptistaFatores de risco para necessidade de uso de oxigênio em gestantes e puérperas não vacinadas com diagnóstico de Covid-19 · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Vera Therezinha Medeiros Borges, Silvana Maria QuintanaDoutorado
- 2023Karen Hettfleisch FariaAvaliação da exposição individual à poluição atmosférica e sua associação com marcadores angiogênicos placentários no primeiro trimestre da gestação · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Alessandra Cristina Marcolin, Mariana Azevedo CarvalhoDoutorado
- 2023Rossana Mariana Carvalho Paiva MarquesEnsaio clínico randomizado sobre o tratamento da hipertensão no puerpério inicial: manutenção de metildopa versus substituição por inibidores de enzima conversora de angiotensina · Cardiologia · Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Maria Janieire de Nazaré Nunes AlvesExame de qualificação de doutorado
- 2023Sabrina de Andrade Fernandes Collier PerussiAvaliação da preferência das pacientes pelos tratamentos de prevenção de parto prematuro em gestações únicas e gemelares com colo curto · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Maria de Lourdes Brizot, Marcelo Santucci FrançaExame de qualificação de mestrado
- 2022Vinicius Venancio CostaRecusa pela gestante do tratamento médico recomendado: implicações jurídicas · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Maria Luiza GorgaMestrado
- 2022Ligia Patrizzi Bassoli de AssisA associação da cardiotocografia intraparto com a Dopplervelocimetria fetal aumenta a capacidade preditiva de resultados perinatais adversos? · Ginecologia e Obstetrícia · Universidade de São PauloBanca: Alessandra Cristina Marcolin, Rossana Pulcineli Vieira FranciscoMestrado
- 2022Fabricio Marcondes CamargoResultados perinatais e seguimento em longo prazo de tumores cardíacos fetais: estudo de coorte histórica de 30 anos · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloBanca: Maria de Lourdes Brizot, Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Vitor Coimbra Guerra, Gabriela Nunes LealMestrado
- 2022Patricia Andrade BatistaDor lombar, dor pélvica gestacional, incontinência urinária e fatores associados em gestantes diabéticas do tipo 1 no segundo trimestre · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, OLIVEIRA, CLAUDIA DEMestrado
- 2022Rayanne Pereira CabralPrevalência de mulheres com pré-diabetes no primeiro trimestre da gestação e seu impacto na incidência de diabetes mellitus gestacional · Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia · Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita FilhoBanca: Joelcio Francisco Abbade, Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Marilza Vieira Cunha RudgeMestrado
- 2022Kátia KosorusModelo de predição para diagnóstico de diabetes gestacional pela glicemia de jejum à época do teste de tolerância oral à glicose · Medicina (Obstetrícia e Ginecologia) · Universidade de São PauloBanca: Rossana Pulcineli Vieira Francisco, Maria de Lourdes Brizot, Elaine Christine Dantas MoisésMestrado
Revisor de periódico
14 registros- 2017 – presenteVínculo atualJournal of Basic and Clinical Reproductive SciencesRevisor de periódico
- 2016 – presenteVínculo atualJournal of Maternal-Fetal & Neonatal MedicineRevisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualPLACENTARevisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualBMC Pregnancy and ChildbirthRevisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualSao Paulo Medical JournalRevisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualActa Cirurgica BrasileiraRevisor de periódico
- 2015 – presenteVínculo atualEuropean Journal Of Obstetrics & Gynecology And Reproductive BiologyRevisor de periódico
- 2014 – presenteVínculo atualJournal of Diabetes ResearchRevisor de periódico
- 2012 – presenteVínculo atualRevista Brasileira de Saúde Materno InfantilRevisor de periódico
- 2011 – presenteVínculo atualDIABETES RESEARCH AND CLINICAL PRACTICERevisor de periódico
- 2009 – presenteVínculo atualJournal of Obstetrics and Gynaecology ResearchRevisor de periódico
- 2008 – presenteVínculo atualClinics (USP)Revisor de periódico
- 2004 – presenteVínculo atualRBGO. Revista Brasileira de Ginecologia e ObstetríciaRevisor de periódico
- 2004 – presenteVínculo atualRevista da Associação Médica BrasileiraRevisor de periódico
Prêmios e títulos
26 registros- 20231º lugar Revisão Sistematizada:Obstetrícia para "Revisão sistemática: prevalência de depressão pós-parto na pandemia Covid-19 e fatores associados."61º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia - FEBRASGO
- 20234º lugar Trabalho Científico de Obstetrícia para "Composição da microbiota vaginal em gestantes com colo uterino curto, tratadas com progesterona natural ou pessário de Arabin."28º Congresso Paulista de Obstetrícia e Ginecologia - SOGESP
- 2023FRANCISCO RPV. homenageada SOGESP da Obstetrícia - 2023 no 28º Congresso Paulista de Obstetrícia e Ginecologia.Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP)
- 2023FRANCISCO RPV Titular da Cadeira 02 da Academia Nacional de Ginecologia e ObstetríciaFederação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia - FEBRASGO
- 20222º lugar Tema Livre Oral para "Estudo das causas, perfil epidemiológico, sobrevida e prognóstico maternos em unidade de terapia intensiva do nordeste brasileiro."IV Congresso Brasileiro Médico Acadêmico/XII Congresso Nordestino Médico Acadêmico/XXVIII Congresso
- 2022FRANCISCO RPV & Rodrigues AS [Coordenadoras OOB] Prêmio Anna Nery da Saúde recebido pelo Observatório Obstétrico Brasileiro, pela atuação na pandemia de Covid-19.Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro - ALERJ
- 2022FRANCISCO RPV. Medalha Ruth Cardoso pelo trabalho que desenvolvido na questão de gênero, especificamente sobre Violência Contra a Mulher..Comitê Estadual da Condição Feminina do Governo do Estado de São Paulo
- 20212º lugar do Prêmio Nicola Albano para "Evolução clínica de recém-nascidos de mães com Covid-19 em hospital terciário no Brasil."25º Congresso Brasileiro de Perinatologia promovido pela Sociedade Brasileira de Pediatria
- 2021Melhores trabalhos Categoria Pôster para "Os direitos da grávida encarcerada no Brasil: da teoria a concretização."XIV Congresso Brasileiro de Bioética/VI Congresso Brasileiro de Bioética Clínica/I Jornada dos Comit
- 2020FRANCISCO RPV Honra ao Mérito no Combate ao Covid-19 pela atuação na linha de frente da Covid-19.Comitê de Crise do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
- 2019FRANCISCO RPV homenageada pela dedicação em prol da SOGESP (Regional Campinas) na XII Jornada de Obstetrícia e Ginecologia de Campinas e RegiãoAssociação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP) ? Regional Campinas
- 20185º lugar Trabalho Científico Obstetrícia para "Influência do perfil lipídico e do índice HOMA-IR sobre os resultados do teste de tolerância oral de 75g pós-parto em pacientes com diabetes mellitus gesXXIII Congresso Paulista de Obstetrícia e Ginecologia - SOGESP
- 20184º lugar Trabalho Científico Obstetrícia para "Identificação de gestantes com diabetes mellitus gestacional que poderiam dispensar a realização da sobrecarga de glicose à época do TTOG 75."XXIII Congresso Paulista de Obstetrícia e Ginecologia - SOGESP
- 2014Homenagem ao Hospital Universitário da USP por incentivar e realizar o parto humanizado na pessoa da Chefe da Divisão de Obstetrícia, Profa. Dra. Rossana P. V. FranciscoAssembleia Legislativa do Estado de São Paulo - ALESP
- 20132º lugar categoria Pôster em Obstetrícia 'Identificação de fatores clínicos e laboratoriais preditores de desvios do crescimento fetal no Diabetes Melito Gestacional"SOGESP Regional Campinas
- 20131º colocado na area de Obstetricia "Avaliação Ultrassonografica das Dimensões do Timo Fetal na Insuficiencia Placentaria"XVIII Congresso Paulista de Obstetricia e Ginecologia - SOGESP
- 20133º colocado na area de Obstetricia "Fatores Clínicos e Laboratoriais no Diabetes Melito Gestacional: Sua Associação com Recém-Nascido Grande para Idade Gestacional"XVIII Congresso Paulista de Obstetricia e Ginecologia - SOGESP
- 2009Melhor trabalho científico de ObstetríciaXIV Congresso Paulista de Obstetrícia e Ginecologia/XV Congresso de G&O da região sudeste - SOGESP
- 2009CAPES Tese 2009/Menção Honrosa/Efeito da analgesia obstétrica combinada raqui-peridural no tônus uterino e na frequência cardíaca fetal: ensaio clínico randomizado comparativo com a analgesia periduraCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior / Medicina III
- 2008Prêmio Sylla MattosFaculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo
- 2006Prêmio painéis - Àrea ClínicaXXV Congressso Universitário - Departamento Científico do Centro Acadêmico Oswaldo Cruz da FMUSP
- 2005Título de especialista em Medicina FetalFederação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia- FEBRASGO
- 20031º lugar no Prêmio Oswaldo CruzXXII COMU - Congresso Médico Universitário
- 2003Melhor Poster em ObstetríciaFEBRASGO
- 1996Título de Qualificação em Patologia do Trato Genital Inferior e ColposcopiaSociedade Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia
Participação em eventos
457 registros- 2024Maternal exposure to air pollution and risk of stillbirth in São Paulo, Brazil - Results from the FetRisks case-control studyISEE 2024: 36th Annual Conference of the International Society of Environmental Epidemiology · Poster / Painel · Participante · Santiago
- 2024"Thinking outside the box: The placenta responds to injury with proinflammatory cytokines even when the environment is immunosuppressive"2024 Latin American Society for Maternal-Fetal Interaction and Placenta (SLIMP) · Poster / Painel · Participante · Maceió
- 2024GESTANUTRI: APLICATIVO MÓVEL PARA ORIENTAÇÃO NUTRICIONAL DE GESTANTES - RESULTADOS PRELIMINARES DE UM PROTÓTIPOXXVIII CONGRESSO BRASILEIRO DE NUTRIÇÃO · Poster / Painel · Participante · São Paulo
- 2023Análise comparativa dos fatores associados à depressão pós-parto durante as 2 ondas de Covid-1961º CONGRESSO BRASILEIRO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
- 2023Experiência de um centro de referência em hérnia diafragmática congênita com uso de balão endotraqueal antenatal26º Congresso Brasileiro de Perinatologia · Poster / Painel · Participante · Florianopolis
- 2023Desfecho e epidemiologia baseados no índice pulmão/cabeça (LHR) em recémnascidos com hérnia diafragmática congênita em um centro de referência26º Congresso Brasileiro de Perinatologia · Poster / Painel · Participante · Florianopolis
- 2023Comparação de dois protocolos de uso de sulfato de magnésio nas síndromes hipertensivas na gestação61º CONGRESSO BRASILEIRO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
- 2023Alterações placentárias na pré-eclâmpsia grave e sua associação com desfechos maternos e neonatais61º CONGRESSO BRASILEIRO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
- 2023Hérnia diafragmática congênita no período neonatal: revisão de 8 anos de experiência26º Congresso Brasileiro de Perinatologia · Poster / Painel · Participante · Florianopolis
- 2023Revisão sistemática: prevalência de depressão pós-parto na pandemia Covid-19 e fatores associados61º CONGRESSO BRASILEIRO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
- 2023Câncer de mama metastático e uso de Paclitaxel na gestação: relato de caso61º CONGRESSO BRASILEIRO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
- 2023Comparação da pressão da artéria pulmonar em recémnascidos com hérnia diafragmática congênita direita e esquerda em um centro de referência26º Congresso Brasileiro de Perinatologia · Poster / Painel · Participante · Florianopolis
- 2023Análise de desfechos baseada em um modelo de predição clínica para em recém-nascidos com hérnia diafragmática congênita26º Congresso Brasileiro de Perinatologia · Poster / Painel · Participante · Florianopolis
- 2023Influência dos fatores sociodemográficos, aceitação da gestação e hábitos maternos na mortalidade fetalXLI Reunión Anual de la Sociedad Española de Epidemiología e XVIII Congresso da Associação Portuguesa de Epidemiologia · Apresentação oral · Participante · Porto
- 2023Na qualidade de Palestrante com o tema "MORTALIDADE MATERNA EM ADOLESCENTES: VISÃO NACIONAL, REGIONAL E ESTADUAL".III Jornada de Obstetrícia e Ginecologia da Adolescência da Amazônia Ocidental · Conferencista · Convidado · Boa Vista
- 2023Na qualidade de Palestrante com o tema "CUIDADOS OBSTÉTRICOS NA GESTANTE COM DIABETES MELLITUS".31º Congresso de Ginecologia e Obstetrícia de Ribeirão Preto · Conferencista · Convidado · Ribeirão Preto
- 2023Na qualidade de Debatedora com o tema "MORTE MATERNA ? POR QUE NOSSAS TAXAS NÃO BAIXAM".28º CONGRESSO PAULISTA DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA - SOGESP · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2023Na qualidade de Palestrante com o tema "DESVIOS DO CRESCIMENTO FETAL: DA RESTRIÇÃO À MACROSSOMIA".28º CONGRESSO PAULISTA DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA - SOGESP · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2023Na qualidade de Palestrante com o tema "PROPEDÊUTICA MATERNA E FETAL E MOMENTO DO PARTO".28º CONGRESSO PAULISTA DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA - SOGESP · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2023Na qualidade de Coordenadora de Mesa Redonda com o tema "ABORDAGEM DIFERENCIADA DO DIABETES MELLITUS NA GESTAÇÃO E PÓS-PARTO".28º CONGRESSO PAULISTA DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA - SOGESP · Conferencista · Convidado · São Paulo
- 2023Na qualidade de Coordenadora da Sessão Up to Date "INOVAÇÕES EM TÉCNICAS DE MONITORIZAÇÃO GLICÊMICA E INSULINOTERAPIA NA GESTAÇÃO".61º CONGRESSO BRASILEIRO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
- 2023Na qualidade de Coordenadora de Top Tema "DIABETES MELLITUS NO CICLO GRAVÍDICO-PUERPERAL".61º CONGRESSO BRASILEIRO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
- 2023Na qualidade de Palestrante com o tema "MORTALIDADE MATERNA COM RECORTE ÉTNICO-RACIAL".61º CONGRESSO BRASILEIRO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
- 2023Na qualidade Palestrante com o tema "DIABETES GESTACIONAL ? DIAGNÓSTICO E ACOMPANHAMENTO PRÉ- NATAL".20ª JORNADA DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DA SOGESP ? REGIONAL SÃO JOSÉ DO RIO PRETO · Conferencista · Convidado · São José do Rio Preto
- 2023Na qualidade de Palestrante com o tema "AVALIAÇÃO FETAL EM DIABETES MELLITUS: MORFOLOGIA E DISTÚRBIOS DE CRESCIMENTO".61º CONGRESSO BRASILEIRO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA · Conferencista · Convidado · Rio de Janeiro
Formação complementar
02 registrosCoautorias
102 coautores- 266 obras
- 80 obras
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- 65 obras
- 43 obras
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- 14 obras
- 11 obras
- 11 obras
Na imprensa
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