Cintia Fridman Rave.
Livre · Medicina Legal, Bioética, Medicina do Trabalho e Medicina Física e Reabilitação
- Unidade
- Faculdade de Medicina
Currículo atualizado em 28/11/2025
Cita-se como: FRIDMAN, C.;FRIDMAN, C;Fridman, Cintia;Rave CF, Cintia Fridman Rave;Cintia Fridman;Cíntia Fridman;FRIDMAN, CÍNTIA;Fridman C;FRIDMAN C;Cíntia Fridman, PhD;Fridman Cintia;FRIDMAN CINTIA
Resumo biográfico
Graduação em Ciências Biológicas pelo Instituto de Biociências - USP (1991), Mestrado em Biologia/Genética pelo Instituto de Biociências - USP (1995), Doutorado em Biologia / Genética pelo Instituto de Biociências - USP (1999) com bolsa sanduiche na Case Western Reserve University (1997) e Pós Doutorado pelo Instituto de Biociências - USP (2001), trabalhando com Síndrome de Prader-Willi e Angelman. Possui Pós-Doutorado no Instituto de Psiquiatria - Fac. Medicina USP (2003) trabalhando com genética de doenças psiquiátricas. Livre Docente em Medicina Legal e Ciências Forenses na FMUSP (2023). Atualmente é professora associada da Universidade de São Paulo, no Departamento de Medicina Legal da FMUSP, com ênfase em pesquisas da área de genética forense e identificação humana. É responsável pelo laboratório de Genética e Biologia Molecular do LIM40-HCFMUSP. Tem experiência na área de Genética, com ênfase em Genética Forense e Genética Humana e Médica.
Indicadores
Áreas de atuação
06 registros- Ciencias BiologicasGenéticaGenética Forense
- Ciencias BiologicasGenéticaGenética Humana e Médica › Biologia Molecular
- Ciencias BiologicasGenéticaGenética Humana e Médica
- Ciencias BiologicasGenéticaIdentificação Humana
- Ciencias Da SaudeMedicinahuman genetics
- Ciencias Da SaudeMedicinaMedicina Legal e Deontologia
Formação acadêmica
07 registros- 2002 – 2003Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Instituto de Psiquiatria-HCFMUSPBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 1999 – 2001Pós-DoutoradoConcluídoPós-Doutorado · Instituto de Biociências - USPBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 1995 – 1999DoutoradoConcluídoBiologia / Genética · Instituto de Biociências - USP“Mecanismos Genéticos nas Síndromes de Prader-Willi e Angelman”Orientação: Célia P KoiffmannBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 1992 – 1992EspecializaçãoConcluídoCiências Biológicas · Instituto de Biociências - USPBolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
- 1992 – 1995MestradoConcluídoBiologia/Genética · Instituto de Biociências - USP“Estudo Genético-clínico de síndromes associadas à região 15q11-q13”Orientação: Célia P KoiffmannBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- 1987 – 1991GraduaçãoConcluídoCiências Biológicas · Instituto de Biociências - USPBolsa Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo
- Livre-docênciaConcluídoLivre-docência · Faculdade de Medicina - USP
Idiomas
02 registros| Idioma | Leitura | Fala | Escrita | Compreensão |
|---|---|---|---|---|
| Inglês | Bem | Bem | Bem | Bem |
| Espanhol | Razoável | Razoável | — | Razoável |
Atuação profissional
19 registros- 2023 – presenteVínculo atualGenética na escolaMembro de corpo editorial
- 2020 – 2022Academia Nacional de PoliciavisitanteColaborador20h/sem
- 2015 – presenteVínculo atualJournal of Forensic MedicineMembro de corpo editorial
- 2015 – presenteVínculo atualForensic, Legal & Investigative SciencesMembro de corpo editorial
- 2015 – presenteVínculo atualJournal of Forensic Science and Legal MedicineMembro de corpo editorial
- 2014 – presenteVínculo atualAnnals of Forensic Research and AnalysisMembro de corpo editorial
- 2014 – presenteVínculo atualAustin Forensic ResearchMembro de corpo editorial
- 2013 – presenteVínculo atualForensic Medicine and Anatomy ResearchMembro de corpo editorial
- 2010 – 2010Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico da Faculdade de Ciências FaRevisor de projeto de fomento
- 2006 – 2006Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoRevisor de projeto de fomento
- 2006 – 2008Fundo de Apoio à Ciência e Tecnologia do Municipio de VitóriaRevisor de projeto de fomento
- 2004 – presenteVínculo atualSaúde, Ética & JustiçaMembro de corpo editorial
- 2003 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaUniversidade de São PauloProfessor Doutor-RDIDPServidor Publico40h/sem
- 2003 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaDepartamento de Medicina Legal, FMUSPRdidpServidor Publico40h/sem
- 2003 – presenteVínculo atualDedicação exclusivaFaculdade de Medicina - USPRdidpServidor Publico40h/sem
- 2003 – presenteVínculo atualFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloRevisor de projeto de fomento
- 2002 – 2003Dedicação exclusivaUniversidade de São PauloPós-Doutorando - Inst. Psiquiatria FMUSPBolsista recém-doutor
- 1999 – 2001Dedicação exclusivaUniversidade de São PauloPós-doutorando - IBUSPBolsista recém-doutor
- Vínculo atualMinistério da Justiça e Segurança Pública
Produção bibliográfica
203 registros- 2025STR allele dropout and flanking SNP analysis with The Precision ID GlobalFilerTM NGS STR Panel v2 kit in monozygotic twinsCintia Fridman Rave; Renata I. B. Fonseca; Guilherme do Valle-Silva; Celso Teixeira Mendes Júnior · 30th Congress of the International Society for Forensic Genetics · Universidade de Santiago de Compostela · Santiago de Compostella
- 2025Impact of face-derived dna on touch DNA deposition on cell phone screens.KISBERI, JULIANY BARRETO; Ingrid Nascimento; Edna S. Miazato Eiwamura; Cintia Fridman Rave · 36th International Symposium on Human Identification (ISHI) · Palm Beach
- 2024Perspectivas para la implementación de la Genealogía Genética Forense en BrasilRonaldo Carneiro Silva-Junior; Gustavo Lucena Kortmann; Cintia Fridman Rave · XXIX Jornadas de Genética Forense del GHEP Grupo de Habla Española y Portuguesa de la Sociedad Internacional de Genética Forense · Salta
- 2021Genetic Differentiation of monozygotic twins by analysis of mitochondrial DNA (mtDNA) for forensic purposeslais ubaldo antonio; Cintia Fridman Rave · Genética 2021 ? 66th Brazilian Congresso of Genetics, · online
- 2021Eye color prediction in a sample of the Brazilian population utilizing Machine Learning modelsBruna Damasco de Oliveira; Ramon Diedrich; Andrea Rita Marrero; Elisa Cristiana Winkelmann Duarte; Leonardo Arduino Marano; Cintia Fridman Rave +1 autores · Genética 2021 ? 66th Brazilian Congresso of Genetics, · online
- 2021PREDIÇÃO DE COR DE OLHOS EM UMA AMOSTRA DA POPULAÇÃO BRASILEIRA A PARTIR DE MODELOS MACHINE LEARNINGBruna Damasco de Oliveira; Ramon Diedrich; Andrea Marrero; MARANO, LEONARDO ARDUINO; Cintia Fridman Rave; Guilherme de Toledo e Silva · III Karyokinesis Symposium · respositório institucional UFSC · ISBN 978-85-8328-0 · Florianópolis - online
- 2019Efficiency of Casework Direct kit for extraction of Touch DNA samples obtained from cars steering wheelsCintia Fridman Rave; Fernanda de Toledo Gonçalves; Daniela de Oliveira Francisco · 28th International Congress of International Society for Forensic Genetics (ISFG) · Praga
- 2019Evaluation of HIrisplex-S System markers for eye, skin and hair color prediction in an admixed Brazilian populationMARANO, LEONARDO ARDUINO; Jeppe Andersen; Fernanda de Toledo Gonçalves; ana laura o. garcia; Cintia Fridman Rave · 28th International Congress of International Society for Forensic Genetics (ISFG) · Praga
- 2018HERC2 GENE AS A PHENOTYPIC PREDICTOR IN BRAZILIAN POPULATION FOR FORENSIC PURPOSESCintia Fridman Rave; Ligia Viotto · International Symposium on Human Identification-ISHI29 · Phoenix
- 2018Study of Touch DNA in simulated situations with computer keyboards for forensic purposesDaniela de Oliveira Francisco; Fernanda de Toledo Gonçalves; Cintia Fridman Rave · XXII International COngress of Genetics · Foz de Iguaçu
- 2018Contribution of copy number variations to severe syndromic phenotypes in females with sporadic intellectual disabilityFelipe M. Elias; Miriam Y. NIshi; Fernanda de Toledo Gonçalves; G. Jr. Guerra; A. T. Maciel-Guerra; M. P. Mello +3 autores · XXII International Congress of Genetics · Foz de Iguaçu
- 2017Genomic variation associated with mortality in European ancestry among individuals with heart failure in Brazilian populationCARDENA, M M S G; Cintia Fridman Rave; SANTOS, HADASSA C.; A. R. Horimoto; MANSUR, A J; PEREIRA, A C +4 autores · European Human Genetics Conference · Copenhagen
- 2017Genetic characterization of four Brazilian states with 27 Yfiler®plus markersjuliana jannuzzi; Leonor Gusmão; clarice s. alho; Cintia Fridman Rave; s. r. b. ferreira; danilo f. braganholi +4 autores · 27th Congress of the International Society for Forensic Genetics · seoul
- 2017Admixture mapping of type 2 diabetes in patients with heart failure in Brazilian populationCARDENA, M M S G; Cintia Fridman Rave; SANTOS, HADASSA C.; A. R. Horimoto; MANSUR, A J; PEREIRA, A C +4 autores · Genética 2017- Brazilian International Congress of Genetics · Águas de Lindóia
- 2017HERC2 polymorphism as a forensic phenotypic predictor in admixed populationbeatriz boquichi romero; Jessica H. Rios; Giovana C. Tolezano; Fernanda de Toledo Gonçalves; Cintia Fridman Rave · Genética 2017 - Brazilian International Congress of Genetics · Águas de Lindóia
- 2017Polymorphisms associated with skin, hair and eyes color for forensic phenotyping purposes in Brazilian population.Cintia Fridman Rave; Felícia A. Lima; Fernanda de Toledo Gonçalves · 67th Annual Meeting of The American Society of Human Genetics · Orlando
- 2017Study of touch DNA in simulated situations for forensic purposesFernanda de Toledo Gonçalves; Daniela de Oliveira Francisco; Jessica H. Rios; Cintia Fridman Rave · 67th Annual Meeting of The American Society of Human Genetics · Orlando
- 2017Post-mortem cytogenomic study of Brazilian patients reveals the CNVs connection to complex congenital heart defectsFabricia A R Madia; Marilia Moreira Montenegro; Y. G. OLIVEIRA; Regina Schultz; GONÇALVES, FERNANDA DE TOLEDO; Cintia Fridman Rave +10 autores · 67th Annual Meeting of The American Society of Human Genetics · ORLANDO
- 2017Genomic basis of congenital heart defects: a prospective study in 44 cases postmortemFabricia A R Madia; Leslie Domenici Kulikowski; DIAS, ALEXANDRE TORCHIO; ZANARDO, ÉVELIN ALINE; COSTA, THAIS VIRGÍNIA MOURA MACHADO; J G Damasceno +4 autores · XXIX Congresso Brasileiro de Genética Médica · Bento Gonçalves
- 2016Global and Local Ancestry in Brazilian Patients with Heart FailureCARDENA, M M S G; PEREIRA, A.C.; M H Gouveia; T P Leal; M O Scliar; Eduardo Tarazona +1 autores · 62 Congresso Brasileiro de Genética · Caxambú
- 2016Polymorphisms of ICAM-1 and IL-6 genes related to endometriosis in a sample of Brazilian womenDaniela de Oliveira Francisco; Nathalie Zamagni Bessa; Marina de Paula Andres; Sérgio Podgaec; Bárbara Yasmim Gueuvoghlanian-Silva; Cintia Fridman Rave · 62 Congresso Brasileiro de Genética · Caxambu
- 2016Polymorphisms of the control region (D-loop) of mitochondrial DNA in Brazilian women with endometriosisMarina de Paula Andres; Mari Maki S G Cardena; Edmundo C Baracat; Cintia Fridman Rave; Sérgio Podgaec · 62 Congresso Brasileiro de Genética · Caxambu
- 2016Identification of pathogenics cnvs in congenital heart defects by molecular autopsyMADIA, FABRICIA ANDREIA ROSA; MONTENEGRO, MARILIA MOREIRA; A F Amorim; Y G Oliveira; C H Chung; Fernanda de Toledo Gonçalves +12 autores · 62 Congresso Brasileiro de Genética · Caxambu
- 2015Molecular autopsy reveals Y chromosome mosaicism in a case of Turner´s syndromeFabricia A R Madia; A F Amorim; Gil Monteiro Novo-Filho; Marilia Moreira Montenegro; Y G Oliveira; D C Q Soares +12 autores · 4a Reunião Brasileira de Citogenética · Atibaia
- 2015Is it possible to use forensic DNA phenotyping in Brazilian population?Cintia Fridman Rave; CARDENA, M M S G; Felícia A. Lima; GONÇALVES, FERNANDA T. · 26th Congress of the International Society for Forensic Genetics · Cracóvia
Produção técnica
130 registros- 2025Avaliação de Resumos para o GENETICA 2025 - International Congress of the Brazilian Genetics Society - 70ºCBGCintia Fridman Rave · Avaliação de Resumos
- 2025Avaliadora do Prêmio Oral Newton Freire-Maia, área de Genética Humana, Médica e Farmacogenética no 10.2.20	GENETICA 2025 - International Congress of the Brazilian Genetics Society - 70ºCBGCintia Fridman Rave; Regina Célia Mingroni-Netto; Vinicius de Albuquerque Sortica · Comissão Avaliadora do Prêmio Oral
- 2025Avaliação da 1a fase dos prêmios científicos do XLIV Congresso Médico Universitário (COMU) da FMUSPCintia Fridman Rave · Avaliação de Prêmio
- 2024Avaliação de Resumos para o V Congresso Brasileiro de Genética ForenseCintia Fridman Rave · Avaliação de Resumos para o V Congresso Brasileiro de Genética Forense
- 2020Auditoria Interna do Laboratório de DNA do Núcleo de Biologia e Bioquímica da Superintendência da Polícia Técnico-Científica do Estado de São PauloCintia Fridman Rave · auditoria interna
- 2018auditoria em Laboratório da Rede Integrada do Banco de Perfis Genéticos-RIBPG - 1ª EdiçãoCintia Fridman Rave · auditoria interna
- 2012Assessoria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São PauloCintia Fridman Rave · assessoria ad hoc
- 2012Emissão de 5 pareceres periciais e laudos de investigação de paternidade e vínculo genéticoCintia Fridman Rave · emissão de laudos de investigação de paternidade e vínculo genético
- 2011Emissão de 05 pareceres periciais e laudos de investigação de paternidade e vínculo genéticoCintia Fridman Rave · Laudos de investigação de vínculo genético
- 2011Assessoria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo- FAPESPCintia Fridman Rave · Emissão de 6 pareceres sobre projetos de pesquisa
- 2011Assessoria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo- FAPESPCintia Fridman Rave · Emissão de 6 pareceres sobre projetos de pesquisa
- 2010Avaliação de pôsteres no 4°Simpósio Avanços em Pesquisas Médicas dos Laboratórios de Investigação Médica do Hospital das Clínicas da FMUSPCintia Fridman Rave · Avaliação de posteres
- 2010Emissão de 12 pareceres periciais e laudos de investigação de paternidade e vínculo genéticoCintia Fridman Rave · Investigação de vínculo genético
- 2010Assessoria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo- FAPESPCintia Fridman Rave · Emissão de 8 pareceres sobre projetos de pesquisa
- 2010Parecerista do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico da Faculdade de Ciências Farmacêuticas do Câmpus Araraquara da UNESPCintia Fridman Rave · Parecer de projeto de pesquisa
- 2009Emissão de 19 pareceres periciais e laudos de investigação de paternidade e vínculo genéticoCintia Fridman Rave; Gilka Jorge Figaro Gattás · INVESTIGAÇÃO DE VÍNCULO GENÉTICO
- 2009Assessoria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo- FAPESPCintia Fridman Rave · Emissão de 5 pareceres sobre projetos de pesquisa
- 2008Consultora no Processo de Avaliação de Projetos de Pesquisa do Edital 2008 do Programa de Iniciação Científica da Universidade Federal do ParanáCintia Fridman Rave · Avaliação de Projeto
- 2008Parecer para o Fundo de Apoio à Ciência e Tecnologia do Município de Vitória, ESCintia Fridman Rave · Parecer de Relatório Final
- 2008Assessora da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo ? FAPESPCintia Fridman Rave · assessoria de projetos
- 2008Emissão de 15 pareceres periciais e laudos de investigação de paternidade e vínculo genéticoCintia Fridman Rave; Gilka Jorge Figaro Gattás · INVESTIGAÇAÕ DE VÍNCULO GENÉTICO
- 2007Assessora da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo ? FAPESPCintia Fridman Rave · assessoria de projetos
- 2007Emissão de 22 pareceres periciais e laudos de investigação de paternidade e vínculo genéticoCintia Fridman Rave; Gilka F. Gattás · LAUDOS D EINVESTIGAÇÃO DE VÍNCULO GENÉTICO
- 2006Consultora ad hoc do Fundo de Apoio à Ciência e Tecnologia do Município de Vitória, ESCintia Fridman Rave · Avaliação de Projeto
- 2006Consultora ad hoc do Programa Básico de Medicina do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico ? CNPqCintia Fridman Rave · Consultoria de Projeto
Projetos de extensão
03 registrosProjetos de extensão universitária registrados no Currículo Lattes — a categoria de produção acadêmica própria, ao lado das produções bibliográfica, técnica e artística.
- Em andamento2022 – presenteExtensão
Projeto Élpis
O Projeto Élpis tem como objetivos: 1- elaboração de protocolos e critérios para uso de Genealogia Genética Investigativa (GGI) com a finalidade de identificação de pessoas não identificadas, desaparecidas e restos mortais não identificados na população brasileira; 2- treinamento de peritos criminais oficiais e demais servidores públicos da área para uso da GGI. A Genealogia Genética tem sido usada como uma estratégia de busca de parentes por meio de testes de ancestralidade direto ao consumidor, do inglês direct to consumer (DTC), de pessoas que querem determinar suas origens ancestrais/étnicas e resgatar histórias familiares. O uso da Genealogia Genética com o intuito de investigar crimes é bastante recente e não aplicado no Brasil até o momento. Essa estratégia teve seu início em 2018 nos Estados Unidos e vem auxiliando na identificação de inúmeros criminosos em casos antigos, não resolvidos, sendo conhecida como Genealogia Genética Investigativa (GGI). A GGI usa resultados dos testes de ancestralidade DTC, armazenados em bancos de dados, para encontrar possíveis parentes distantes em relação ao perfil genético obtido de vestígios coletados de vítimas ou de cenas de crimes. Adicionalmente ao uso da GGI para auxiliar na identificação de criminosos, essa estratégia tem sido usada com sucesso para identificação de restos mortais e pessoas não identificados, além da identificação de pessoas desaparecidas. Nesse cenário, a maior parte dos casos resolvidos até o momento envolveu a população americana, uma vez que as duas grandes bases de dados são americanas e contam com mais de 80% de indivíduos dessa população, basicamente de origem europeia. Assim, essa proposta visa estudar a possibilidade de usar a tecnologia de GGI, bem como as bases de dados disponíveis, americanas, aplicada no cenário da população brasileira. Trata-se, portanto, de uma abordagem em uma população com alta taxa de miscigenação, no auxílio da identificação de pessoas vivas sem identificação que estabelecerá, a partir desses resultados, protocolos e critérios técnico-científicos para o uso ampliado dessa ferramenta nos casos de identificação pessoas desaparecidas e restos mortais não identificados.
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), Helio Buchmuller Lima, Meiga Áurea Mendes Menezes, Guilherme Silveira Jacques, Marcelo de Andrade Lima, Francisco Bernardo Sales de Aguiar, Alexandro Mangueira Lima de Assis, Bruno Rodrigues Trindade
- Em andamento2022 – presenteExtensão
Grupo de Trabalho - Novas tecnologias - Comitê Gestor da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos
O Grupo de Trabalho atuará para: Elaborar propostas de procedimentos e parâmetros para o uso das novas tecnologias no Brasil; Propor treinamentos e cursos para que peritos criminais dos laboratórios de DNA possam utilizar tais tecnologias; Identificar necessidades de articulações interinstitucionais, a nível nacional e internacional, para a promoção da implementação das novas tecnologias na área de genética forense no país e; Diagnosticar as necessidades de cada laboratório da RIBPG no âmbito do uso destas tecnologias, e sugerir, para os laboratórios que desejarem, equipamentos, insumos e sistemas para a implementação de novas tecnologias aplicadas à genética forense no Brasil.
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), Ronaldo Carneiro da Silva Junior, Clarice Sampaio Alho, Giovanni Vitral Pinto, Gustavo Lucena Kortmann, Samuel Teixeira Gomes Ferreira
- Concluído2004 – 2011Extensão
-	Projeto Caminho de Volta: Busca de Crianças Desaparecidas no Estado de São Paulo
EquipeCintia Fridman Rave, Eduardo Massad, Gilka Jorge Figaro Gattás (Responsável), Claudia Figaro-Garcia, Linamara Rizzo Battistella, Marcelo Moreira Neumann, Chao Lung Wen, Luiz Fernandes Lopez
Projetos
19 registrosProjetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico registrados no Currículo Lattes.
- Em andamento2025 – presentePesquisa
AVALIAÇÃO DO PODER DISCRIMINATÓRIO DO SEQUENCIAMENTO DE NOVA GERAÇÃO DO GENOMA MITOCONDRIAL (mtDNA) PARA INDIVIDUALIZAÇÃO DE GÊMEOS MONOZIGÓTICOS
A individualização por análise de DNA de gêmeos monozigóticos (MZ) não é um processo bem estabelecido nos laboratórios de genética do Brasil. No contexto médico, civil e forense, a individualização de gêmeos idênticos é de extrema importância para compreender a dinâmica de determinadas doenças que acometem apenas um deles, para determinação de paternidade, bem como em crimes envolvendo investigados e/ou vítimas gemelares. Pequenas diferenças genéticas no padrão de metilação do DNA de MZ bem como alterações epigenéticas durante a vida dos gêmeos já foram descritas na literatura como caminhos para a sua individualização genética, entretanto, são análises complexas e que não fazem parte da rotina dos laboratórios. Novas tecnologias, como o sequenciamento de nova geração (NGS) e o desenvolvimento de kits comerciais trazem a possibilidade de uma maior quantidade de dados analisáveis em uma única amostra, de maneira rápida e econômica, ampliando o poder discriminatório do sequenciamento. Dentre as informações que podem ser obtidas por meio do NGS, é possível realizar análises do DNA mitocondrial (mtDNA). O DNA mitocondrial é um pequeno genoma circular sujeito a altas taxas mutacionais devido a existência de poucos mecanismos de reparo, permitindo coexistir pequenas variações denominadas heteroplasmias, entre indivíduos de uma mesma linhagem materna e até em diferentes tecidos do mesmo indivíduo. A existências de heteroplasmias faz com que o mtDNA possa ser considerado um bom alvo para a determinação de diferenças entre indivíduos gemelares. Sendo assim, é objetivo desse trabalho avaliar a possibilidade de diferenciação de gêmeas(os) monozigóticos por meio de NGS utilizando o kit ForenSeq mtDNA Whole Genome (Verogen) em amostras de sangue, cabelo e mucosa oral e validar as heteroplasmias observadas utilizando o sequenciamento de Sanger.
Financiadores- (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · OUTRO
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), Carina de Oliveira Dumont Horta
- Em andamento2025 – presentePesquisa
Validação do kit PSA One Step Teste para detecção da presença de sêmen humano na aplicação forense
A violência é um fenômeno que atinge todos os setores da sociedade, independentemente de classe social, etnia, religião ou cultura. Existem quatro tipos de classificação da violência: física, psicológica, sexual e por negligência, sendo a violência sexual a forma que afeta o maior número de vítimas. Desse modo, a presença de vestígios de fluidos seminais em locais de crimes é fundamental na investigação de crimes sexuais, pois pode permitir a identificação do agressor através de seu perfil genético. O Antígeno Prostático Específico (PSA) é uma proteína produzida pela próstata que tem sido amplamente utilizada na investigação de crimes sexuais, sendo detectada em fluidos corporais e facilitando a detecção de presença de sêmen nas amostras. Sua confirmação corrobora as alegações da vítima e fornece material biológico para identificar um perfil genético do agressor, sendo crucial na resolução de crimes sexuais. A validação de metodologias científicas é essencial para garantir a qualidade e eficácia dos testes de PSA na área forense, uma vez que esses kits foram desenvolvidos para uso na área clínica. Assim, esse trabalho visa validar o kit One Step Teste (INLAB Confiança) para uso na rotina forense como teste de triagem para presença de sêmen de amostras oriundas de vestígios coletados de crimes sexuais e realizar um estudo de sensibilidade do mesmo. Para validação do kit, serão realizados 100 testes com amostras oriundas de vestígios coletados de crimes sexuais como vestimentas íntimas (da vítima), lençóis, toalhas e amostras de interior de veículos, fornecidas pelo Núcleo de Biologia e Bioquímica (NBB) do Instituto de Criminalística da Polícia Técnico-Científica de São Paulo. Essas amostras serão referentes a casos já processados para que não haja comprometimento do andamento oficial das perícias.Os resultados serão comparados com os resultados de quantificação dessas amostras, com o uso do kit Investigator Quantiplex Pro (QIAGEN). O estudo de sensibilidade do kit será realizado por meio da coleta de uma amostra de sêmen de 3 voluntários sadios, após assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Essas amostras serão diluídas em água, em diferentes concentrações para análise do limite de detecção. Além do tempo de leitura recomendado pelo fabricante, que é no máximo de 5 minutos, será avaliado um tempo maior de leitura com a finalidade de garantir a correta interpretação das amostras, assegurando a possibilidade de resultado positivo após o tempo estipulado pelo fabricante.
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), Ana Claudia Pacheco, Caroline Mitihe Hosoya Omena, Larissa Elizabeth Cordeiro Dantas
- Em andamento2023 – presentePesquisa
Painel USP de Gêmeos: pesquisas sobre comportamento, saúde e bem-estar de gêmeos
O projeto é uma iniciativa conjunta de docentes da psicologia, odontologia e medicina. Objetivos: O principal objetivo é realizar pesquisas sobre comportamento de gêmeos e sua relação com saúde e bem-estar, numa perspectiva ontogenética (P1-P15). O subprojeto sob minha responsabilidade é o P3 - Avaliação de metodologias para individualização de gêmeos monozigóticos. Este subprojeto dará suporte a todos os subprojetos de pesquisa do Temático. A análise do DNA para identificação humana baseia-se no conceito de que cada indivíduo é único geneticamente, exceto gêmeos monozigóticos. Apesar dos marcadores STR expressarem alto poder de discriminação, sendo os loci de escolha em exames de DNA, eles não permitem diferenciar gêmeos monozigóticos (MZ), mas permitem diferenciar as duplas de gêmeos Dizigóticos (DZ) das MZ. Novas abordagens têm sido estudadas na tentativa de diferenciar os gêmeos MZ. Dentre elas, destacamos o uso de sequenciamento de nova geração (NGS), que permite a análise de um número maior de marcadores em uma única reação e, assim, obter uma quantidade muito maior de informações; a análise de ancestralidade genética que pode ser usada como informação para associação com outras características de interesse, ou para rastreamento da origem geográfica do indivíduo; as análises isotópicas, em que o uso de razões isotópicas presentes em elementos químicos das unhas ou cabelo de um indivíduo, ou mesmo presentes do sistema de água encanada local, quando comparadas a modelos computacionais de atribuição de origem geográfica conhecidos como isoscapes ou paisagens isotópicas, são capazes de indicar a possível rastreabilidade geográfica do indivíduo. Desse modo, os objetivos do subprojeto P3 são: a) determinar geneticamente a zigosidade das(os) gêmeas(os) participantes do Projeto Temático (N=100 duplas); b) avaliar a possibilidade de diferenciação de gêmeas(os) MZ por meio de sequenciamento de nova geração do DNA mitocondrial em sangue e posterior validação em outros tecidos, como cabelo e saliva; c) avaliar o perfil isotópico de gêmeas(os) MZ e agregar os dados de localização com os de ancestralidade genética para determinar a possibilidade de gerar informações sobre o local de origem e de movimentação desses indivíduos, o que poderá ser aplicado em casos de identificação de pessoas. Para o desenvolvimento do objetivo b serão avaliadas 20 duplas de gêmeos MZ maiores de 18 anos, e para o objetivo c serão coletados de 20 pares de gêmeos MZ medidas antropométricas como peso e altura, além de pequenas amostras de unha, cabelo, saliva e de água da torneira de suas residências. Para assegurar uma maior representatividade das regiões geográficas brasileiras serão selecionados brasileiras(os) natas(os), maiores de 18 anos e que vivam ou tenham sido criadas(os) em regiões distintas. Esses voluntários deverão responder a um questionário com informações sobre os locais onde nasceram e viviam seus pais e avós, além de seu próprio local de nascimento, dados de eventuais mudanças de cidade ao longo da vida, tipos de alimentação adotados, condições socioeconômicas gerais, entre outras.
EquipeCintia Fridman Rave, Tania Kiehl Lucci, Nancy Segal, Emma Otta (Responsável), Edgard Michel Crosato, maria de lourdes brizot, Ada Morgenstern, Adela Judith Stoppel de Gueller +14 integrantes
- Concluído2023 – 2024Pesquisa
Avaliação de DNA de toque depositado em tela de aparelho celular para finalidade forense
As impressões digitais, evidências frequentemente encontradas em cenas de crime, são avaliadas por meio da datiloscopia há cerca de um século. Contudo, a partir do avanço dos procedimentos e kits usados na área forense, um novo método de identificação humana vem sendo cada vez mais usado por meio da obtenção de perfis de STRs utilizando-se como fonte o DNA depositado por meio do toque e manuseio, o qual é de crucial importância em situações cujas impressões digitais encontram-se degradadas ou pouco detalhadas. Essa abordagem é conhecida como DNA de toque ou Trace DNA. Nesse ínterim, emerge uma nova questão acerca de quais fatores poderiam causar as variações interindividuais observadas na deposição desse tipo de DNA e os indivíduos passam a ser classificados de acordo com a sua capacidade de doação de material genético via contato, o chamado shedder status. Todavia, historicamente, essa classificação se refere apenas à descamação de células endógenas das mãos, desconsiderando fontes viáveis de DNA, como o fluido sebáceo, presente, sobretudo, na face dos indivíduos, o qual pode ser transferido para as palmas e dedos das mãos cotidianamente, assim como as diferenças existentes entre os diversos tipos de superfícies onde esse material é depositado. Nesse contexto, influências como idade e sexo, que podem resultar em diferentes regulações da secreção de sebo e descamação epitelial, devem ser estudadas à luz da possibilidade de fontes endógenas e exógenas serem responsáveis pelo DNA depositado via toque. Assim, esse projeto tem como objetivo avaliar como os diferentes fatores explicitados (sebo, idade e sexo) influenciam a obtenção de DNA em telas de aparelhos celulares, a qual é constituída por vidro, a partir de situações simuladas com finalidades forenses.
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), Juliany Barreto Kisberi
- Em andamento2022 – presentePesquisa
Validação de Nova Técnica de Perícia Papiloscópica (Delaminação de Superfície Espelhada): Comparação entre técnicas papiloscópicas e avaliação de impacto em testes genéticos subsequentes
A realização de perícia papiloscópica em superfícies espelhadas costuma ser desafiadora devido à formação de reflexos e visualização de falsas minúcias, além da dificuldade em obter um registro nítido da impressão digital através de fotografia simples. Atualmente, os equipamentos especializados para este tipo de exame possuem alto custo e não estão disponíveis na maioria dos laboratórios forenses. Desta forma, foi desenvolvido um novo método para revelação de impressões digitais depositadas em superfícies de espelhos de prata (retrovisores de veículos e mobília, por exemplo). A técnica consiste no tratamento químico do dorso do espelho para remoção (delaminação) das camadas que compõe a película reflexiva. A transformação em substrato transparente proporciona melhores condições de fotografia com câmera fotográfica comum, geralmente disponível nos laboratórios. O registro das impressões digitais é obtido em boa qualidade, sem necessidade de manipulação direta do vestígio, preservando-o para realização de exames posteriores, como a obtenção de perfis genéticos, por exemplo. Este estudo pretende analisar os resultados obtidos através da nova metodologia e compará-los com os resultados correspondentes das técnicas tradicionalmente utilizadas para superfícies espelhadas. Busca-se comprovar a efetividade do novo método, sugerir situações ideais de aplicação, além de avaliar seu impacto na preservação do material genético do vestígio após o procedimento de perícia papiloscópica, através da obtenção de perfil genético de marcadores Short Tandem Repeats (STRs) a partir de ?touch DNA? (DNA de toque). Destaca-se que as adaptações de métodos periciais com instrumentos tradicionais e de baixo custo contextualizam-se na busca por resultados eficientes, apesar das dificuldades estruturais e orçamentárias, principalmente em locais geograficamente distantes de polos tecnológicos, mas, com importância estratégica na repressão do crime organizado internacional (tráfico de armas e drogas, contrabando, terrorismo) e outras questões de segurança pública.
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), Rachel Jurca Accioly, Kristiane de Cassia Mariotti
- Em andamento2022 – presentePesquisa
Projeto Elpis - Genealogia Genética Investigativa
A Genealogia Genética tem sido usada como uma estratégia de busca de parentes por meio de testes de ancestralidade direto ao consumidor, do inglês direct to consumer (DTC), de pessoas que querem determinar suas origens ancestrais/étnicas e resgatar histórias familiares. O uso da Genealogia Genética com o intuito de investigar crimes é bastante recente e não aplicado no Brasil até o momento. Essa estratégia teve seu início em 2018 nos Estados Unidos e vem auxiliando na identificação de inúmeros criminosos em casos antigos, não resolvidos, sendo conhecida como Genealogia Genética Investigativa (GGI). A GGI usa resultados dos testes de ancestralidade DTC, armazenados em bancos de dados, para encontrar possíveis parentes distantes em relação ao perfil genético obtido de vestígios coletados de vítimas ou de cenas de crimes. Adicionalmente ao uso da GGI para auxiliar na identificação de criminosos, essa estratégia tem sido usada com sucesso para identificação de restos mortais e pessoas não identificados, além da identificação de pessoas desaparecidas. Nesse cenário, a maior parte dos casos resolvidos até o momento envolveu a população americana, uma vez que as duas grandes bases de dados são americanas e contam com mais de 80 de indivíduos dessa população, basicamente de origem europeia. Assim, essa proposta visa estudar a possibilidade de usar a tecnologia de GGI, bem como as bases de dados disponíveis, americanas, aplicada no cenário da população brasileira. Trata-se, portanto, de uma abordagem em uma população com alta taxa de miscigenação, no auxílio da identificação de pessoas vivas sem identificação que estabelecerá, a partir desses resultados, protocolos e critérios técnico-científicos para o uso ampliado dessa ferramenta nos casos de identificação pessoas desaparecidas e restos mortais não identificados.
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), Helio Buchmuller Lima, Meiga Áurea Mendes Menezes, Guilherme Silveira Jacques, Francisco Bernardo Sales de Aguiar, Bruno Rodrigues Trindade, Alexandro Mangueira
- Em andamento2021 – presentePesquisa
Avaliação de metodologias de sequenciamento de nova geração (NGS) para diferenciação de gêmeos monozigóticos para aplicação forense
A análise do DNA para investigações forenses baseia-se no conceito de que cada indivíduo é único geneticamente, exceto em casos de gêmeos monozigóticos (MZ). O DNA obtido de amostras biológicas é capaz de individualizar este material comparando do perfil genético da amostra biológica desconhecida (amostra questionável) com o perfil de uma amostra referência. Os marcadores mais usados na área forense, considerados padrão ouro, são os STRs (Short Tandem Repeats), analisados por meio de eletroforese capilar. O advento do sequenciamento de nova geração (NGS) e o desenvolvimento de kits para identificação humana com essa metodologia têm mostrado que essa aplicação começa a fazer parte de laboratórios de perícia ao redor do mundo. Estudos têm sido realizados para validação do uso desses novos kits de NGS em casos de identificação humana, em situações de mistura e pouca quantidade de DNA, mas não há nenhuma referência do potencial dessa aplicação para diferenciação de gêmeos MZ. Outras abordagens utilizando NGS têm sido alvos de estudos na tentativa de diferenciar gêmeos MZ na área forense, como padrão de metilação do genoma e variantes do DNA mitocondrial (mtDNA). Com o advento de kits para NGS do mtDNA, alguns poucos estudos têm reportado a observação de SNPs e heteroplasmias capazes de diferenciar gêmeos MZ. Uma vez que, até o momento, não existe nenhuma publicação avaliando a aplicação dos novos kits NGS de STR para eventual diferenciação de gêmeos MZ, esse projeto tem como objetivo geral avaliar a possibilidade de diferenciar gêmeos MZ usando essa abordagem de NGS. Como objetivos específicos propomos: a) estudar 32 pares de gêmeos monozigóticos usando o kit The Precision ID GlobalFiler? NGS STR Panel v2 (Thermo Fisher Scientific), por meio da análise das variações internas dos STRs (isoalelos) e das variantes (SNPs) adjacentes a essas regiões; b) comparar os perfis de STR gerados com metodologia padrão em eletroforese capilar com os perfis de STR gerados por NGS para avaliar a frequência de isoalelos, como uma análise preliminar na nossa população, uma vez que não há nenhum relato do uso desse kit na população brasileira.
Financiadores- (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), lais ubaldo antonio, Renata I. B. Fonseca
- Concluído2021 – 2023Pesquisa
Percepção dos clientes de testes de ancestralidade direto ao consumidor (DTC) sobre o uso da Genealogia Genética para finalidade forense
A Genealogia Genética Investigativa (GGI) é uma técnica que vem sendo usada pela polícia para identificar suspeitos de crimes, ou cadáveres de pessoas desaparecidas, e que tem gerado inúmeras discussões éticas e legais. Essa abordagem ainda não é realizada no Brasil, mas tem auxiliado inúmeras investigações em outros países, principalmente nos Estados Unidos. A técnica envolve a realização de um teste de ancestralidade genética em uma amostra de DNA coletado da cena do crime (ou do cadáver desconhecido), e o upload da sequência para um ou mais bancos de dados de genealogia genética, com a intenção de identificar possíveis parentes genéticos de um criminoso e, eventualmente, localizar o suspeito dentro da árvore genealógica. Assim como na genealogia genética padrão, uma vez identificadas as coincidências, ou seja, estabelecido pela pesquisa quem são os indivíduos que compartilham DNA, suas árvores genealógicas são construídas para trás no tempo até encontrar os possíveis ancestrais comuns com o perfil questionado. Então, as árvores são reconstruídas para adiante (pesquisa de descendência) até chegar a possíveis identidades para o perfil questionado. A busca deve ser filtrada ainda mais, reduzindo suspeitos pela idade, local de moradia próxima ao local de crime, entre outros dados. Normalmente, isso é feito por genealogistas que estão fora dos quadros da polícia. O objetivo é reduzir ao máximo o número de suspeitos para os investigadores policiais. Assim que são identificados os suspeitos, a polícia inicia as investigações padrão.A GGI é apenas uma ferramenta de investigação e não de identificação, e tem sido usada apenas em casos antigos de crimes violentos, que nunca tiveram solução, onde não houveram matches positivos com suspeitos ou condenados que têm seus perfis genéticos nos Bancos de Perfis Genéticos que podem se destinar ao uso criminal ou identificação de pessoas desaparecidas, ferramenta oficial, amplamente usada pela perícia em diversos países.Para a identificação final do criminoso, deve haver a realização da análise do perfil genético usado oficialmente pela perícia, onde são analisados marcadores denominados de microssatélites (ou STR). O objetivo geral deste estudo é avaliar o conhecimento e a opinião dos usuários de testes de ancestralidade e de busca familiar em relação ao possível uso das informações depositadas nos bancos públicos para finalidades forenses.
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), Pedro Henrique Costa Bonamin
- Em andamento2021 – presentePesquisa
RELAÇÃO ENTRE ELEMENTOS PROBATÓRIOS DE MATERIALIDADE DE CRIME SEXUAL EM VÍTIMAS FEMININAS E SUCESSO NA OBTENÇÃO DE UM PERFIL GENÉTICO ÚTIL NA IDENTIFICAÇÃO DO AGRESSOR
Violência sexual é definida como qualquer ato sexual, tentativa de obter um ato sexual, comentários ou investidas sexuais indesejadas, ou atos direcionados ao tráfico sexual ou, de alguma forma, voltados contra a sexualidade de uma pessoa usando a coação, praticados por qualquer pessoa independentemente de sua relação com a vítima, em qualquer cenário, inclusive em casa e no trabalho, mas não limitado a eles. No Brasil, o elevado número de casos torna a violência sexual um problema de saúde pública. A perícia realizada no Instituto Médico Legal é imprescindível para auxiliar a investigação policial já que busca provas técnicas de materialidade do crime e autoria do delito para punição do agressor. Desta forma, estudar os elementos materiais que positivaram o laudo médico pericial é fundamental para se compreender a eficácia dos métodos atuais que estão sendo utilizados no exame pericial. Esta pesquisa tem por finalidade analisar possíveis correlações entre dados clínicos e laboratoriais que possam indicar os casos com maiores taxas de possibilidade de sucesso na obtenção final de um perfil genético que seja útil na identificação do agressor de vítimas femininas de crimes sexuais. Para isso, serão avaliados os dados clínicos e laboratoriais coletados de supostas vítimas do sexo feminino atendidas na EPML Bem Me Quer, no ano de 2019, e que foram processados para pesquisa de presença de espermatozoide e PSA no Núcleo de Anatomia Patológica do IML de São Paulo e para obtenção de perfil genético no Núcleo de Biologia e Bioquímica do IC do Estado de São Paulo
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), Daniele Muñoz Gianvecchio
- Concluído2017 – 2021Pesquisa
ESTUDO DE DNA DE TRANSFERÊNCIA EM SITUAÇÕES SIMULADAS PARA FINALIDADES FORENSES.
As impressões digitais são os vestígios biológicos mais comumente encontrados nas cenas de crimes, porém, na maior parte das vezes, estas não estão íntegras para a identificação do criminoso por datiloscopia. Desta forma, a análise de perfis de DNA a partir do material biológico recuperado nessas impressões digitais tem sido cada vez mais utilizada. A deposição das impressões digitais, em geral, pode ocorrer por transferência primária ou secundária e uma série de fatores, como as condições ambientais, tipos de substratos e características individuais dos depositores podem afetar o sucesso da obtenção desses perfis genéticos. No Brasil, dentre os diversos tipos de delitos cometidos diariamente, os crimes com armas brancas, os roubos de veículos e os crimes virtuais são os mais recorrentes, sendo que no primeiro caso nem sempre os perfis de DNA resultantes das empunhaduras de facas são satisfatórios, enquanto que nos dois últimos casos esse campo parece ainda ser inexplorado, evidenciando a demanda por uma investigação nessa área. Tendo isso em vista, o objetivo desse estudo é analisar e aprimorar a viabilidade de obtenção de perfis de DNA em diferentes materiais de empunhaduras de facas, maçanetas e volantes de carros, e em teclados de computadores, por meio de situações simuladas de transferência direta e secundária, considerando as variáveis que podem interferir no processo, com a finalidade de auxiliar o trabalho da polícia técnico-científica na identificação de criminosos.
Financiadores- (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
- (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), Fernanda de Toledo Gonçalves, Daniela de Oliveira Francisco
- Em andamento2016 – presentePesquisa
Fenotipagem Forense do DNA para Inferência de características de cor de pele, olhos e cabelo em amostra Brasileira
A análise do DNA para investigações forenses se baseia no conceito de que cada indivíduo é único geneticamente, exceto em casos de gêmeos monozigóticos. O DNA obtido de amostras biológicas é capaz de individualizar este material por meio da comparação direta do perfil genético, gerado por análise de STRs, obtido da amostra biológica de origem desconhecida com o perfil de uma amostra referência. Uma das maiores limitações desta técnica é a necessidade de uma amostra referência para comparação. Os estudos dos polimorfismos de base única (SNPs) que buscam compreender a relação entre determinados polimorfismos e certas características fenotípicas são crescentes e têm gerado resultados promissores no auxílio à ciências forenses. O processo de inferir características externamente visíveis (ou EVCs -Externally Visible Characteristics), dentre elas a cor de pele, a cor da íris e a cor do cabelo, com finalidade forense, a partir da verificação de suas amostras biológicas é conhecido como Fenotipagem Forense do DNA ou FDP (Forensic DNA Phenotyping). Logo, a FDP fornece mais detalhes sobre o sujeito ao qual determinada amostra biológica pertence, sem a necessidade de uma amostra referência para análise comparativa. O uso dessa tecnologia em populações miscigenadas como a nossa é recente e tem sido útil na determinação da eficiência desses SNPs na população brasileira. Nosso projeto anterior (Processo FAPESP 2012/02043-6) avaliou 15 SNPs (11 deles que fazem parte do sistema Hirisplex) e mostrou que alguns desses marcadores puderam ser associados com as características de cor de pele, olho e cabelo. A partir desses resultados, achamos interessante ampliar as análises para o restante dos marcadores usados nos sistemas Hirisplex e Hirisplex-S, já validados para predição fenotípica de cor de pele, olho e cabelo na comunidade científica e avaliar também a ancestralidade genômica dos indivíduos, por meio da análise de INDELs.
Financiadores- (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), Fernanda de Toledo Gonçalves, Leonor Gusmão
- Concluído2014 – 2018Pesquisa
MAPEAMENTO POR MISCIGENAÇÃO EM PACIENTES BRASILEIROS COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA
As doenças cardiovasculares lideram as causas de morte em vários países, inclusive no Brasil, sendo a insuficiência cardíaca (IC) uma das enfermidades mais frequentes. Estudos epidemiológicos e genéticos têm demonstrado associações entre a origem étnica dos indivíduos e o desenvolvimento de diversas doenças cardiovasculares. Em estudo anterior com pacientes com IC, por meio da análise de ancestralidade genômica com uso de 48 marcadores informativos de ancestralidade (AIMs) e haplogrupos mitocondriais, nosso grupo mostrou associação entre haplogrupos africanos e risco aumentado para desenvolver IC, enquanto que os haplogrupos ameríndios foram associados a um menor risco. Além disso, evidenciamos que os pacientes dos haplogrupos africanos desenvolveram a doença mais cedo que os demais. A análise dos AIMs demonstrou que a maior contribuição da ancestralidade autossômica africana conferiu risco aumentado, enquanto que a maior contribuição de ancestralidade autossômica europeia conferiu risco diminuído para o desenvolvimento da IC, e os pacientes com maior contribuição de ancestralidade autossômica ameríndia apresentaram maior sobrevida no período de avaliação. A influência dos fenótipos vem sendo utilizada para a avaliação do prognóstico dos pacientes com IC, porém um grande número de casos de pacientes com fenótipos semelhantes evoluem de formas distintas. Há, portanto, uma necessidade crescente de pesquisas sobre fatores genéticos que possam influenciar um prognóstico individualizado. Com o uso da técnica de mapeamento por miscigenação (admixture mapping) é possível encontrar locus (loci) genéticos que contribuam para as diferenças de fenótipos ou doenças encontradas entre as diferentes populações ancestrais de populações miscigenadas e identificar qual ancestralidade está relacionada ao risco aumentado para diversas doenças complexas, como a IC. Assim o presente projeto tem como objetivo geral determinar a estrutura genômica, com o uso de 650.000 Single Nucleotide Polymorphisms (SNPs), e a ancestralidade genética em uma nova amostra de 500 pacientes com IC com o objetivo de replicar e refinar os dados obtidos por nosso grupo. Ainda, graças a definição espacial que será possível pela genotipagem em larga escala, pretendemos realizar uma análise de admixture mapping com o objetivo de tentar mapear locais no genoma com variantes distribuídas de maneira desigual entre as diferentes etnias estudadas e que possam auxiliar na identificação de novos fatores genéticos associados a um pior prognóstico de IC.
Financiadores- (FAPESP) Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), PEREIRA, ALEXANDRE C., CARDENA, M M S G, Eduardo Tarazona
- Concluído2013 – 2015Pesquisa
PREDIÇÃO DE FENÓTIPOS COMPLEXOS, COMO COR DE PELE, DE OLHOS E DE CABELO, A PARTIR DE ANÁLISES GENOTÍPICAS PARA FINS FORENSES
A pigmentação em humanos é muito variável entre os indivíduos, principalmente devido à melanina, cuja síntese está sob controle genético. Os dois tipos principais deste polímero são feomelanina, responsável pela pigmentação mais clara e eumelanina, relacionada à pigmentação escura. Os principais genes envolvidos na pigmentação são MC1R, ASIP, TYR, SLC24A5 e SLC45A2, HERC2 e OCA2, e seus polimorfismos vêm sendo bastante estudados visando à predição de características físicas, principalmente devido a suas relações com populações específicas. As variações nesses genes e suas interações têm sido relacionadas com a grande diversidade fenotípica da cor da pele, cabelos, olhos e sensibilidade ao sol, portanto, as bases genéticas da pigmentação devem ser estudadas de forma integrada, devendo-se analisar o conjunto dos genes envolvidos e dos fenótipos determinados. A predição de fenótipos por meio de informações genéticas vem beneficiando a área forense, pois tem possibilitado inferir características físicas a partir de amostras biológicas e, assim, direcionar buscas de suspeitos de crimes e identificar vítimas. Levando-se em consideração que pele, cabelo e olhos variam muito na população, ao se obter estas informações, seria possível sua associação com um indivíduo específico, ou reduzir o grupo a ser investigado. Esta ponte é favorecida ainda mais pelas diferenças genéticas presentes entre diferentes etnias. O presente estudo tem como objetivo avaliar polimorfismos nos genes MC1R, TYR, ASIP, SLC24A5 e SLC45A2 na população brasileira, visando estabelecer o quanto a predição de características físicas pode ser significativa em uma população tão miscigenada, para poder ser aplicada na prática forense.
Financiadores- Fundação de Amaparo a Pesquisa do Etado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), fernanda toledo golçalves, Mari Maki S G Cardena, Felícia A. Lima, Nathalie Zamagni Bessa, Bruna Gabriela Tanzi
- Em andamento2010 – 2012Pesquisa
AVALIAÇÃO DA RELAÇÃO ENTRE HAPLOGRUPO MITOCONDRIAL E DESENVOLVIMENTO DE INSUFICIÊNCIA CARDÍACA EM AMOSTRA BRASILEIRA
Diversos estudos vêm demonstrando associações entre a origem étnica dos indivíduos e o desenvolvimento de determinadas doenças ou a uma susceptibilidade aumentada para apresentar determinados quadros clínicos. Alguns desses estudos têm sugerido uma associação entre haplogrupos mitocondriais e a patogênese de doenças cardiovasculares. As doenças cardiovasculares lideram as causas de morte em vários países, mas em particular a Insuficiência Cardíaca (IC) é a grande responsável pela mortalidade nos países desenvolvidos e no Brasil estima-se que cerca de 7,6 milhões de brasileiros tenham IC. Vários mecanismos têm sido implicados na gênese da IC, tais como neurohormonais, hemodinâmicos e fatores genéticos. Dentre os fatores genéticos as análises de mtDNA tem encontrado mutações em diferentes populações referente a miocardiopatias, hipertensão, infarto do miocárdio e doença arterial coronariana, sendo que essas patologias predispõem á manifestação da IC. Além disso, tem sido sugerido a relação entre o stress oxidativo, resultante de disfunção do mtDNA e a IC. A influência dos fenótipos vem sendo utilizada para a avaliação do prognóstico dos pacientes com IC, porém um grande número de casos de pacientes com fenótipos semelhantes evoluem de formas distintas. Há, portanto, uma necessidade crescente de pesquisas sobre fatores genéticos que possam influenciar um prognóstico individualizado. O presente projeto tem como objetivo principal avaliar a existência de uma possível prevalência de certos haplogrupos específico de mtDNA em 300 pacientes portadores de insuficiência cardíaca, em comparação com um grupo controle, podendo a etnia em questão ser mais um fator de risco ou de predisposição ao desenvolvimento da doença. Como objetivo secundário, pretendemos analisar possíveis relações entre idade, hábitos de vida dos pacientes e controles, como consumo de álcool e tabagismo, e a presença ou não de fatores mais comumente envolvidos na causa do aparecimento da IC como infart
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), Mari Maki S G Cardena, ALEXANDRE PEREIRA
- Em andamento2009 – 2011Pesquisa
Comparação do poder de discriminação entre polimorfismos da região HV3 e SNPs da região codificadora do mtDNA para fins de identificação humana
A análise de seqüências de mtDNA tem encontrado grande aplicação na área de identificação humana, e o grande número de moléculas de mtDNA encontrado por célula aumenta a chance de algumas cópias sobreviverem em amostras degradadas, permitindo a genotipagem de amostras como ossos, saliva, unhas e cabelos. Propriedades importantes do mtDNA como a herança exclusivamente materna, a inexistência de recombinação e a alta taxa de mutação encontrada na região controladora, garantem o alto índice de polimorfismo, principalmente nas sub-regiões hipervariáveis HV1 e HV2. No entanto, apesar de altamente polimórficas, uma das limitações do uso dessas regiões é que existem muitos polimorfismos bastante comuns, resultando na presença de seqüencias (ou haplótipos) comuns a mais de um indivíduo, ou linhagens maternas, nas diferentes populações. Assim, o uso de marcadores de mtDNA adicionais ao clássico seqüenciamento das regiões HV1 e HV2 pode aumentar o poder de discriminação de haplótipos e, portanto, de indivíduos de uma mesma linhagem. Esse projeto tem como objetivo principal avaliar e comparar o poder de discriminação de polimorfismos da sub-região HV3 da região controladora do mtDNA e de SNPs localizados na região codificadora. Para tal, serão estudadas duplas de mães e filhos que não puderam ser individualizadas e pareadas anteriormente pela análise de polimorfismos em HV1 e HV2 (Projeto FAPESP 04/12145-4). Como objetivo secundário, iremos avaliar os tipos e a freqüência dos polimorfismos em HV3 em uma amostra da população brasileira.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), Renata Gonzalez, Marcela Brasil de Castro Godinho
- Em andamento2005 – 2008Pesquisa
-	Uso de DNA Mitocondrial (mtDNA) na Identificação Forense
A análise de seqüências de mtDNA tem encontrado grande aplicação na área de identificação forense, e o grande número de mtDNA encontrado por célula aumenta a chance de algumas cópias sobreviverem em amostras degradadas, permitindo a genotipagem de amostras como ossos, saliva, unhas e cabelos. Propriedades importantes do mtDNA como a herança exclusivamente materna, a inexistência de recombinação e a alta taxa de mutação encontrada na região controladora, garantem o alto índice de polimorfismo. Outro aspecto bastante discutido é a existência de heteroplasmia, fenômeno no qual duas ou mais populações de mtDNA ocorrem no mesmo indivíduo. Os SNPs localizados na região codificante têm sido uma escolha de análise, com alto poder discriminante, em situações onde o sequenciamento da região controladora (HV1 e HV2) do mtDNA revela os mesmos haplótipos, comuns na população, em diferentes amostras. Procurando utilizar o grande potencial do estudo de polimorfismos, temos como meta a implementação do uso do mtDNA na Identificação Forense com os objetivos de: a partir do estudo de duplas conhecidas, mãe-filho(a), analisadas em teste cego, avaliar o grau de herdabilidade dos polimorfismos e heteroplasmias das regiões HV1/HV2 e região codificadora. Como sub-produto, identificar a ocorrência e freqüência de polimorfismos e heteroplasmias no mtDNA; e analisar um painel de SNPs, localizados na região codificadora, que possua valor discriminatório quando a identificação pela região HV1/HV2 não for possível. Faremos isso pela análise de duplas provenientes de estudos de paternidade realizados em nosso laboratório. A região controladora será sequenciada em todos os indivíduos e para análise inicial de SNPs usaremos os já descritos na literatura.
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável)
- Concluído2004 – 2006Pesquisa
-	Análise da expressão do gene 12-LOX em pacientes com esquizofrenia
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · AUXILIO_FINANCEIRO
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável)
- Concluído2002 – 2003Pesquisa
Projeto: Estudo de SNPs em genes da via metabólica da cPLA2 e a associação com a doença de Alzheimer
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), Elida PB Ojopi, Sheila P Gregorio, Wagner F Gattaz, Emamnuel Dias-Neto
- Concluído1999 – 2001Pesquisa
Análise de Mutações no gene UBE3A em pacientes com síndrome de Angelman
Financiadores- Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo · BOLSA
EquipeCintia Fridman Rave (Responsável), Célia P Koiffmann
Orientações
- Mestrado
desde 2025Caroline Mitihe Hosoya Omena · OrientaçãoValidação do kit PSA One Step Teste para detecção da presença de sêmen humano na aplicação forense · Fisiopatologia Experimental · Faculdade de Medicina - USPEm andamento - Doutorado
desde 2025Carina de Oliveira Dumont Horta · OrientaçãoAVALIAÇÃO DO PODER DISCRIMINATÓRIO DO SEQUENCIAMENTO DE NOVA GERAÇÃO DO GENOMA MITOCONDRIAL (mtDNA) PARA INDIVIDUALIZAÇÃO DE GÊMEOS MONOZIGÓTICOS · Fisiopatologia Experimental · Faculdade de Medicina - USPEm andamento - Iniciação Científica
desde 2024Giovanna Bernadete de Oliveira · OrientaçãoCaracterização da violência sexual em vítimas idosas no Estado de São Paulo. · Faculdade de Medicina - USPEm andamento - Doutorado
desde 2022José Guilherme Veras Closs · OrientaçãoDigitalização e contextualização de um acervo de espécimes de anatomia patológica · Fisiopatologia Experimental · Faculdade de Medicina - USPEm andamento - Doutorado
desde 2021Daniele Muñoz Gianvecchio · OrientaçãoRelação entre elementos probatórios de materialidade de crime sexual em vítimas femininas e sucesso na obtenção de um perfil genético útil na identificação do agressor · Fisiopatologia Experimental · Faculdade de Medicina - USPEm andamento
Bancas julgadoras
62 registros- 2025Thiago de Oliveira PiresPercepções dos consumidores de testes genéticos diretos ao consumidor: associação entre letramento em genética, perspectivas e experiência com os resultados · Mestrado Profissional em Aconselhamento Genético e Genômica Humana · Instituto de Biociências - USPBanca: Michel Satya Naslavsky, Cintia Fridman Rave, Carolina Bonilla RicheroMestrado
- 2025Igor Caetano Dias AlcarásHaplótipos associados à Azoospermia Não-Obstrutiva (NOA) identificados por genotipagem em microarray · Pós Graduação em Genética · Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoBanca: Aguinaldo Luiz Simões, Cintia Fridman Rave, Silviene Fabiana de Oliveira, Marcos de Lucca Moreira GomesDoutorado
- 2025Luciellen d'Avila Giacomel Kobachuk?Microhaplótipos aplicáveis em análises de ancestralidade, identificação humana e interpretação de misturas em populações do estado de São Paulo · Pós Graduação em Genética · Faculdade de Medicina de Ribeirão PretoBanca: Cintia Fridman Rave, Celso Teixeira Mendes Júnior, Ronaldo Carneiro da Silva Junior, Gustavo ChemaleDoutorado
- 2025Concurso Público para Professor Doutor, Departamento de Genética e Biologia Evolutiva (Edital IB/ATAC/ 12/2024)· Instituto de Biociências - USPBanca: Maria Dulcetti Vibranovski, Eliana Maria Beluzzo Dessen, Juliana Forte Mazzeu de Araújo, Cibele Masotti, Cintia Fridman RaveConcurso público
- 2025Concurso público de títulos e provas para concessão do título de Livre-Docente· Faculdade de Medicina - USPBanca: Cintia Fridman Rave, André Tadeu Sugawara, José Roberto Montes Heloani, Paulo Antônio Barros Oliveira, Claudia Roberta de Castro MorenoLivre-docência
- 2024Emilio Zuolo FerroConfidencialidade médica:visão do profissional médico nas diferentes fases da formação profissional · Ciências Médicas · Faculdade de Medicina - USPBanca: Cintia Fridman Rave, Chin An Lin, Vania Barbosa do Nascimento, Ivan Dieb MiziaraMestrado
- 2024Giovanni Vitral PintoGenética forense e sequenciamento massivo em paralelo na resolução de crimes de natureza sexual · Genética · Universidade Federal de Minas GeraisBanca: Cintia Fridman Rave, Celso Teixeira Mendes Júnior, Marcelo R. LuizonExame de qualificação de doutorado
- 2023Bruno Rodrigues TrindadeGenética Forense: superação dos dilemas iniciais e imersão - técnica, bioética e jurídica - nas novas aplicações · Programa de Pos Graduação em Bioética · Universidade de BrasíliaBanca: Cintia Fridman Rave, Cesar Koppe Grisolia, Natan Monsores de Sá, Aline Thais BruniDoutorado
- 2023Fernanda Mariano Garcia de Souza RodriguesDiversidade e frequência haplotípica de X-STRs na população do Espírito Santo e sua contribuição para elucidação de casos forenses complexos · Biotecnologia · Universidade Federal do Espírito SantoBanca: Iúri Drumond Louro, Cintia Fridman Rave, CARVALHO, ELIZEU F., Débora Dummer Meira, Flavia de PaulaDoutorado
- 20235.3.1.12	Érica de Oliveira Veras da LuzRoraima e sua gente: aspectos geo-históricos e genéticos na formação da população · Recursos Naturais · Universidade Federal de RoraimaBanca: Cintia Fridman Rave, Fabiana Granja, Pablo Abdon da Costa FrancesDoutorado
- 2023Emílio Zuolo FerroConfidencialidade médica: visão do profissional médico nas diferentes fases da formação profissional · Ciências Médicas · Faculdade de Medicina - USPBanca: Carmem Silva Molleis Galego Miziara, Cintia Fridman Rave, Vilma LeytonExame de qualificação de mestrado
- 2021ALEXANDRO MANGUEIRA LIMA DE ASSISAVALIAÇÃO SOBRE DUPLA PROVA FORENSE A PARTIR DA ANÁLISE GENÉTICA DE IMPRESSÕES DIGITAIS REVELADAS PELA ELETRODEPOSIÇÃO DE POLIPIRROL · Química e Biotecnologia · Universidade Federal de AlagoasBanca: Cintia Fridman Rave, ADRIANA SANTOS RIBEIRO, LUIZ ANTÔNIO FERREIRA DA SILVA, MARÍLIA OLIVEIRA FONSECA DE GOULART, MARCO AURÉLIO DE PAOLIDoutorado
- 2021MARCELA DE SAMPAIO BRANDÃOAnálise da associação entre os resultados obtidos em ensaios de triagem para detecção de esperma, quantificação e obtenção de perfil genético masculino interpretável · I Curso de Especialização em Genética Forense · Academia Nacional de Policia - Depto de Policia FederalBanca: Mariana Flávia da Mota, Cintia Fridman Rave, Marcelo MalaghiniCurso de aperfeiçoamento/especialização
- 2021VIVIANY LANG PODRATZVALIDAÇÃO INTERNA DO SISTEMA COMERCIAL POWERPLEX® FUSION 6C · I Curso de Especialização em Genética Forense · Academia Nacional de Policia - Depto de Policia FederalBanca: Cintia Fridman Rave, Marcelo Malaghini, Mariana Flávia da MotaCurso de aperfeiçoamento/especialização
- 2021Erica de Oliveira Veras da LuzDiversidade alélica e haplotípica de marcadores moleculares do cromossomo Y na população de Roraima, extremo norte da Amazônia brasileira. · I Curso de Especialização em Genética Forense · Academia Nacional de Policia - Depto de Policia FederalBanca: Cintia Fridman Rave, Ronaldo Carneiro da Silva Junior, Helio Buchmuller LimaCurso de aperfeiçoamento/especialização
- 2020Helena do Nascimento PanizzaPrevalência do uso de drogas ilícitas e medicamentos por motoristas de caminhão que trafegam em rodovias do estado de São Paulo · Fisiopatologia Experimental · Faculdade de Medicina - USPBanca: Vilma Leyton, Cintia Fridman Rave, Carla Julia Segre Faiman, Marcelo Filonzi dos SantosMestrado
- 2020Clarissa Willets BezerraAssociação entre percepção sobre características de vizinhança e aterosclerose subclínica: um estudo transversal no ELSA-Brasil · Fisiopatologia Experimental · Faculdade de Medicina - USPBanca: Claudia Kimie Suemoto, Marcio Sommer Bittencourt, Antonio Augusto Dall´Agnol Modesto, Cintia Fridman RaveDoutorado
- 2020Julio de Carvalho PonceEstimativa de condutores de veículos automotores sob efeito de álcool na cidade de São Paulo e comportamento frente à fiscalização por etilômetros · Fisiopatologia Experimental · Faculdade de Medicina - USPBanca: Heráclito Barbosa de Carvalho, Cintia Fridman Rave, Nelson da Cruz Gouveia, Gabriela Arantes WagnerDoutorado
- 2019Camila Pivetta CavalheiroMarcadores moleculares forenses como ferramenta no estudo de alterações na herança do cromossomo 21 · Pós Graduação em Biologia Celular e Molecular · Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do SulBanca: Cintia Fridman Rave, Walter Filgueira de Azevedo Jr, Carina Maria Bello de CarvalhoMestrado
- 2019Bruna Valim de NicolaFarmacogenética do lítio: marcadores de refratariedade em pacientes com transtorno bipolar · Psiquiatria · Instituto de Psiquiatria-HCFMUSPBanca: Cintia Fridman Rave, Homero P Vallada, Samara Urban de Oliva, Wagner F GattazMestrado
- 2019Amanda Diogo PapA relação entre a experiência de abuso sexual na infância e queixas de dor pélvica crônica e disfunção sexual masculina · Fisiopatologia Experimental · Faculdade de Medicina - USPBanca: Cintia Fridman Rave, carmita helana najjar abdo, angela aparecida capozzolo, marcia thereza couto falcãoMestrado
- 2019Leticia Batista PintoAssociação entre a densidade dérmica de melanina e resposta aos testes de associação implícita "racial? e de ?culpabilidade? · Fisiopatologia Experimental · Faculdade de Medicina - USPBanca: Cintia Fridman Rave, MASSAD, E, Paulo Cesar Santos, Monica Manir MiguelDoutorado
- 2019Raphael Eduardo Marques GonçalvesAlcoolemia em vítimas de morte violenta no município de São Paulo · Fisiopatologia Experimental · Faculdade de Medicina - USPBanca: Cintia Fridman Rave, Fernando Silveira Marques, Heráclito Barbosa de CarvalhoExame de qualificação de doutorado
- 2019Henrique Silva BombanaDrogas ilícitas em sangue: novas metodologias de análises toxicológicas · Fisiopatologia Experimental · Faculdade de Medicina - USPBanca: Cintia Fridman Rave, Marcelo Filonzi dos Santos, Mauricio YonamineExame de qualificação de doutorado
- 2018Daiane Beneduzzi de DeusAnálise da função mitocondrial nas variantes constitucionais do crescimento e puberdade · Ciências da Saúde · Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São PauloBanca: Cintia Fridman Rave, Cristiane Kochi, Suely Kazue Nagahashi MarieExame de qualificação de doutorado
Revisor de periódico
05 registros- 2013 – presenteVínculo atualPlos OneRevisor de periódico
- 2012 – presenteVínculo atualMitochondrial DNARevisor de periódico
- 2010 – presenteVínculo atualMolecular Biology ReportsRevisor de periódico
- 2007 – 2007Forensic Science International: GeneticsRevisor de periódico
- 2006 – 2006Brazilian Journal of Medical and Biological ResearchRevisor de periódico
Prêmios e títulos
03 registros- 2006Homenagem e Prêmio ao Projeto Caminho de VoltaSoroptimist International of São Paulo
- 2005Menção Honrosa "Prêmio Polícia Cidadã" para o Projeto Caminho de VoltaInstituto Sou da Paz
- 2003IBRO Congress Travel Awards - Prague, Czech RepublicIBRO - International Brain Research Organization
Participação em eventos
144 registros- 2025Iniciação Científica na área de Genética ForenseI Congresso de Iniciação Científica · Apresentação oral · Participante · são paulo
- 2025Como os testes de Ancestralidade podem auxiliar na identificação de pessoas desaparecidas e criminososno XLIV Congresso Médico Universitário (COMU) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo · Conferencista · Convidado · são paulo
- 2025Nova técnica para revelação de impressões digitais em espeçhos e avaliação de testes genéticos subseqInterForensics 2025 - Conferência Internacional de Ciências Forenses 2025 · Poster / Painel · Participante · Curitiba
- 2025Uniparental disomy (UPD) as the cause of inconsistencies in parentage testsGENETICA 2025 - International Congress of the Brazilian Genetics Society · Conferencista · Convidado · Belém
- 2025Dissomia Uniparental como causa de inconsistências em testes de paternidade: relato de caso e revisão de literaturaInterForensics 2025 - Conferência Internacional de Ciências Forenses 2025 · Conferencista · Convidado · Curitiba
- 2025Impact of face-derived dna on touch DNA deposition on cell phone screens36th International Symposium on Human Identification (ISHI) · Poster / Painel · Participante · Palm Beach
- 2024STR allele dropout and flanking SNP analysis with The Precision ID GlobalFilerTM NGS STR Panel v2 kit in monozygotic twins30th Congress of the International Society for Forensic Genetics · Poster / Painel · Participante · Santiago de Compostela
- 2024Frontiers in forensic genetics: integrating artificial intelligence, bioinformatics, and statistical modelsGENETICA 2024 - International Congress of the Brazilian Genetics Society - 69ºCBG · Moderador · Convidado · Campos do Jordão
- 2024Comissão Cienítica - avaliação de resumos e posters da área de Genética Humana, Médica e FarmacogenéticaGENETICA 2024 - International Congress of the Brazilian Genetics Society - 69ºCBG · Avaliador · Convidado · Campos do Jordão
- 2024Aplicação do Sequenciamento de Nova Geração na Genética Forense: Da Pesquisa Básica à Prática Forense RotineiraV Congresso Brasileiro de Genética Forense · Moderador · Convidado · Rio de Janeiro
- 2024Relatório do Grupo de Trabalho acerca de novas tecnologias aplicadas à genética forense para a Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (Portaria RIBPG/MJSP nº 6 de 26/08/2022 / Portaria RIBPG/MJSP nº 10 de 07/08/2023)V Congresso Brasileiro de Genética Forense · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
- 2024cAvaliação de DNA de toque depositado em tela de aparelho celular para finalidade forenseV Congresso Brasileiro de Genética Forense · Poster / Painel · Participante · Rio de Janeiro
- 2024ESTUDOS COM GÊMEOS NAS CIÊNCIAS DO COMPORTAMENTO E DA SAÚDEOuvinte · sao paulo
- 2024Sessão 2 _ ESTUDOS COM GÊMEOS NAS CIÊNCIAS DO COMPORTAMENTO E DA SAÚDEESTUDOS COM GÊMEOS NAS CIÊNCIAS DO COMPORTAMENTO E DA SAÚDE · Moderador · Convidado · sao paulo
- 2024Genealogia Genética ForenseSimpósio de Antropologia · Conferencista · Convidado · sao paulo
- 2024Forensic Genetics GenealogyOuvinte · Santiago de Compostela
- 2024Genética ForenseLAPEC- Liga Acadêmica de Perícia Criminal - UNIFESP · Conferencista · Convidado · são paulo
- 2023New approaches in forensic genetics that aid criminal investigations68th Brazilian Congress of Genetics · Simposista · Convidado · Ouro Preto
- 2023O papel da Genética na Biologia Forense68th Brazilian Congress of Genetics · Conferencista · Convidado · Ouro Preto
- 2023Mini Curso GENEALOGIA FORENSE: INVESTIGAÇÃO GENÉTICA E BUSCA DE DOCUMENTOS HISTÓRICOSInterforensics 2023 ? Conferência Internacional de Ciências Forenses · Conferencista · Convidado · Brasilia
- 2023Análise de SNPs flanqueadores de marcadores STR por NGS para diferenciação de gêmeos monozigóticosInterforensics 2023 ? Conferência Internacional de Ciências Forenses · Poster / Painel · Participante · Brasilia
- 2023A genealogia genética como ferramenta investigativaInterforensics 2023- Conferência Internacional de Ciências Forenses · Conferencista · Convidado · Brasilia
- 2023Caracterização da violência sexual em vítimas atendidas no Bem Me Quer nos casos com presença de vestígiosInterforensics 2023 ? Conferência Internacional de Ciências Forenses · Poster / Painel · Participante · Brasilia
- 2023O futuro da genética forense: papel da genealogia genética como ferramenta forenseII Workshop da Perícia Forense do Estado do Ceará · Conferencista · Convidado · Fortaleza
- 2023Minicurso: NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À GENÉTICA FORENSEII Workshop da Perícia Forense do Estado do Ceará · Conferencista · Convidado · Fortaleza
Formação complementar
30 registrosCoautorias
25 coautores- 22 obras
- 14 obras
- 12 obras
- 11 obras
- 9 obras
- 7 obras
- 5 obras
- 4 obras
- 3 obras
- 2 obras
Na imprensa
betaVersão beta: esta seção é experimental e pode ser alterada ou removida a qualquer momento, e os dados podem estar incompletos ou incorretos.
